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a ee yr) | a sexualidade CJ no matrimonio —— Sobre a sede do sexo Que niio se pense que a insttuigio do casamento existe em nossas humanas sociedades, apenas com o escopo de formalizar as priticas da atividade genital (Os relacionaments genuinamente orginicos do sexo, existen tes em todo 0 teino animal, so una jretorguivel realidade, desde {que os primeiros individuos sexuados se manifestaram nos ocea- nos tépidos da vida planeta (© propésito da Divindade com a marca da sexualizagio das Suas eiaturas € 0 de que pudessem se exercitar nos trabalhos de ‘cooperasio com as sublimes leis, oferecendo o manto celular as ‘outeas criaturas carentes de desenvolver suas potencialidades e a bilidades sobre a Terra. ‘Ao mesmo tempo que o principio espritual desenvolve seus ‘cursos individuais, aprendendo a decifrar 0s variados cédigos dos tivinos arcanos, conttibui com o Pai da Vida, habilitando a che- tgada de outros sees espirituais ao campo das formas fisiologicas essa maneira, @ sexualizagio corresponde 3 insergio do po~ der divino na criagao, Na sua condicio de cocriador com 0 Grande Criador,o ser intligente, desde as faixas da iracionalidade,ofere ce vida fisica o seu contriburo. ‘Ao longo da cadeia da evolagdo animal, o principio espritual ‘vem experimentando as mais dversficadas elaboragdes da sexua- lidade, uma vez que as experigncias celulares da cissiparidade ~ “que permite que a célula se reproduza por si mesma ~ atravessou fo heemafroditismo quanto o bissexualismo e outros matizes in termedisrios, estagiando nas ides da heterossexualidade, quando (0s individvos passaram a apresentar polaridades magnéticas opos- tas, fomentando, entio, a busca do complemento magnético ou, 5€