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UNIFAVIP WYDEN - Centro Universitário Favip Wyden

Norma 06: Critérios para Cálculo das Notas da Avaliação do Desempenho


Acadêmico

CAPÍTULO I - DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO

Art.1o. As avaliações realizadas para aferir a aprendizagem do aluno nas disciplinas dos cursos de graduação
(bacharelados, licenciaturas e superiores de tecnologia) devem ser expressas por meio de três notas:

I – Avaliação Parcial 1 (AP1);

II – Avaliação Parcial 2 (AP2);

III – Avaliação Parcial 3 (AP3).

§1o Para atribuir as notas previstas nos incisos I e II, recomenda-se que os professores adotem o critério de
avaliação continuada, ou seja, utilizem de diversos instrumentos, em diferentes formatos, para avaliar o
desempenho do aluno, ponderando-os como achar adequado, mas contabilizando nos registros acadêmicos
somente duas notas, observados os prazos estipulados no calendário acadêmico.

§2o. Para a avaliação prevista no inciso III, recomenda-se a aplicação de uma prova individual, com questões
objetivas, versando sobre a totalidade do conteúdo da disciplina.

§3o. Os professores deverão, nas aulas iniciais, apresentar aos alunos os critérios de avaliação que serão
empregados, bem como os pesos dos diferentes instrumentos que serão utilizados.

Art. 2o. A partir das notas obtidas na AP1, AP2 e AP3 será calculada a Média Final (MF).

Art. 3o. Nos casos de disciplinas de matrizes curriculares que contemplem a padronização da AP3, a Média
Final (MF) equivale à média ponderada das avaliações parciais AP1, AP2 e AP3, com os pesos de 30%, 30% e
40%, respectivamente, ou seja, MF = (0,3 x AP1) + (0,3 x AP2) + (0,4 x AP3).

Parágrafo Único. A AP3 será composta a partir de um banco de questões padronizadas.

Art. 4o. Nos casos de disciplinas de matrizes curriculares que não contemplem a padronização da AP3:

I – a terceira avaliação parcial será denominada Exame Final (EF);

II – a partir das notas obtidas nas duas primeiras avaliações parciais (AP1 e AP2) será calculada a Média Parcial
(MP), que equivale à média aritmética dessas avaliações, ou seja, MP = (AP1 + AP2)/2;

III – o aluno que obtiver Média Parcial (MP) igual ou maior a 7 (sete) terá Média Final (MF) equivalente à Media
Parcial (MP), ou seja, MF = MP, sem necessidade de se submeter ao Exame Final (EF);

IV – o aluno que obtiver Média Parcial (MP) menor do que 4 (quatro) terá Média Final (MF) equivalente à Media
Parcial (MP), ou seja, MF = MP, sem possibilidade de se submeter ao Exame Final (EF);

V – o aluno que obtiver Média Parcial (MP) menor do que 7 (sete) e maior ou igual a 4 (quatro) deverá se
submeter ao Exame Final (EF) e terá Média Final (MF) equivalente à média ponderada da Média Parcial (MP),
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com peso de 60%, e da nota do Exame Final (EF), com peso de 40%, ou seja, MF = (0,6 x MP) + (0,4 x EF).

Art. 5o. Respeitado o limite mínimo de frequência previsto no Regimento, será considerado aprovado o aluno
que obtiver a Média Final igual ou superior a 5 (cinco).

Art. 6o. O aluno que tenha ficado impossibilitado de realizar uma ou mais avaliações parciais poderá se
submeter a uma avaliação de aprendizagem em segunda chamada, intitulada prova substitutiva, exceto no caso
do Exame Final (EF), previsto no art. 4o.

§1o. A prova substitutiva será composta de três partes: a primeira é referente aos escopo avaliado pela AP1, a
segunda, ao escopo avaliado pela AP2 e a terceira, se for o caso, ao escopo avaliado pela AP3.

§2o. A prova substitutiva poderá ser aplicada em um único momento, ou seja, as partes que a compõem podem
ser aplicadas no mesmo dia, obedecidos os prazos estabelecidos no calendário acadêmico.

§3o. O aluno que não tenha realizado uma ou mais avaliações parciais deverá solicitar no Núcleo de
Atendimento ao Aluno (NAA) a realização das devidas partes da prova substitutiva, observados os prazos
estipulados no calendário e as taxas fixadas na tabela de serviços acadêmicos.

§4o. Não haverá prova substitutiva do Exame Final (EF).

Art. 7o. As notas obtidas nas avaliações serão lançadas pelos professores nos registros acadêmicos em uma
escala de 0 (zero) a 10 (dez), com precisão de 1 (uma) casa decimal.

Art. 8o. Os valores calculados em MF deverão ser arredondados para a precisão de 1 (uma) casa decimal,
segundo as normas estatísticas usuais, a saber:

I – se o algarismo da segunda casa decimal for menor que 5 (cinco), este deve ser desprezado;

II – se o algarismo da segunda casa decimal for maior que 5 (cinco), ao algarismo da casa anterior incrementa-
se uma unidade;

III – se o algarismo da segunda casa decimal for igual a 5 (cinco) e o algarismo da primeira casa for ímpar, a
este incrementa-se uma unidade;

IV – se o algarismo da segunda casa decimal for igual a 5 (cinco) e o algarismo da primeira casa for par, este
não sofre alteração.

CAPÍTULO II - DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

Art.9o. Em cada disciplina dos cursos de pós-graduação será realizada 1 (uma) avaliação, designada pela sigla
AT.

§1o. Recomenda-se que os professores adotem o critério de avaliação continuada, aplicando diversos
instrumentos, em diferentes formatos, para avaliar o desempenho dos alunos, mas contabilizando nos registros
acadêmicos somente uma nota, observados os prazos estipulados no calendário acadêmico.

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§2o. O professor deve, no início das aulas, apresentar aos alunos os critérios de avaliação que serão
empregados, bem como os pesos dos diferentes instrumentos que vierem a utilizar.

Art. 10. Respeitado o limite mínimo de frequência previsto no Regimento, será considerado aprovado o aluno
que obtiver a Avaliação Total igual ou superior a 7 (sete), em escala de 0 (zero) a 10 (dez), que será a Média
Final (MF).

Art. 11. O aluno que obtiver Avaliação Total inferior a 7 (sete), observado o limite de frequência, após o término
do período letivo, poderá se submeter ao Exame Final (EF), visando lograr a sua aprovação.

Parágrafo Único. A nota obtida no Exame Final, se igual ou superior a 7 (sete), dará aprovação ao aluno na
disciplina, e será a Média Final (MF).

Art. 12. Caso o aluno tenha ficado impossibilitado de realizar a Avaliação Total, ele poderá se submeter a uma
avaliação de aprendizagem em segunda chamada, ou prova substitutiva, a ser realizada antes do Exame Final,
a qual deverá ser solicitada no Núcleo de Atendimento ao Aluno (NAA), observados os prazos do calendário e
as taxas da tabela de serviços acadêmicos.

CAPÍTULO III - DOS CASOS ESPECIAIS

Art.13. Aos trabalhos de conclusão de curso (TCC), estágios supervisionados, projetos interdisciplinares,
estudos de caso, temas tecnológicos e outros componentes curriculares de caráter diferenciado, quando
previstos nos respectivos projetos pedagógicos de curso, poderão ser conferidos os conceitos "apto" ou "não
apto".

Parágrafo Único. Para os componentes curriculares referidos no caput, apenas o conceito final, "apto" ou "não
apto", será lançado em Média Final (MF), não serão contabilizadas avaliações parciais, prova substitutiva ou
exame final.

Art. 14. Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Superior da Instituição.

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