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NOME: UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP

Centro de Educação a Distância

NOME DO CURSO (PEDAGOGIA)

SÉRIES: 6ª E 7ª

DICIPLINAS:

DIDÁTICA DO ENSINO DA MATEMÁTICA - DIDÁTICA DO


ENSINO DE CIÊNCIAS - EDUCAÇÃO INCLUSIVA - EDUCAÇÃO
EM AMBIENTES NÃO ESCOLARES - PROJETO DE EXTENSÃO
À COMUNIDADE.

NOME-FABIANO BERNARDO DA SILVA - RA 27143373

NOME-MARIA DE LOURDE GUINGARO PINSETA-

RA 3390611482

NOME-NATALIA ANDRESSA CESCA-RA 3369565155

Nome do Tutor (a) LIDIA DE ANDRADE SAWAI BIGUINATTI

SÃO JOSE DO RIO PRETO


2019
SUMÁRIO

1 PROJETO DE AÇÃO INTERDISCIPLINAR DE INCLUSÃO SOCIAL


EM SALA DE AULA 03
2 APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO 04
3 JUSTIFICATIVA 05
4 ANALISE DO PROBLEMA QUE GEROU O PROJETO
07
5 EIXO CENTRAL DO PROJETO 08
6 OBJETIVOS 09
7 CONTEÚDOS 09
8 DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE AÇÃO DO PROJETO 11
9 AVALIAÇÃO DOS PASSOS DO PROJETO 12
10 REFERENCIAS 13
1 - PROJETO DE AÇÃO INTERDISCIPLINAR DE INCLUSÃO
SOCIAL EM SALA DE AULA

NOME DA ESCOLA. EM. Prof. Paulo Freire

PROFESSORES E EDUCADORES Fabiano Bernardo da Silva, João Roberto,


ENVOLVIDOS. Ana Amélia e Andressa Cesca

TURMA: 5º ano

TEMA DO PROJETO. Projeto de ação interdisciplinar de


inclusão social em sala de aula.

PRAZO DE DESENVOLVIMENTO DO O projeto será desenvolvido em 40 dias de


PROJETO trabalho efetivo.
2 - APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO

Este projeto de ação interdisciplinar tem como sua principal


característica, o desenvolvimento de atividades de reflexões na área da
educação inclusiva, aplicando assim estratégias educacionais para as áreas de
matemática e ciências da escola E.M. Paulo Freire pautando se em
referenciais teóricos, leis, escritores, teóricos, dentre outras referências
importantes referentes à educação inclusiva na educação atual.

Obviamente que a escola ao aderir uma postura inclusiva,


necessita criar e oportunizar experiências de ações educacionais com seus
professores a fim de capacitá-los ao oferecimento da proposta em sala de aula.

Essa proposta será apresentada para fortalecimento das


ações na educação das crianças do 5º ano da escola E.M. Paulo Freire, do
período matutino com o intuito de melhorar seu aprendizado, reforçar laços de
convivências em seu corpo discente e trazer para dentro do modelo de
educação inclusiva, reflexões matemáticas e cientificas, conforme citado acima,
que aproximem os alunos da realidade de seu cotidiano de forma a se estender
em todas as outras disciplinas.

O referido trabalho pauta-se em ações interdisciplinares


seguindo orientações teóricas de escritores experientes e também amparados
pela BNCC “Base Nacional comum curricular” sobre Matemática e Ciências,
onde os educadores poderão se amparar em estratégias didáticas para o
melhor desenvolvimento de alunos tanto ditos normais, quanto a alunos de
inclusão inseridos no curso regular.

Alem da “BNCC”, o projeto também discorrerá sobre demais


pressupostos teóricos, e leis educacionais em vigor, para uma melhor
contextualização sobre a temática da inclusão, com o ímpeto de realizar de
forma concreta, uma inclusão verdadeira, que tenha a capacidade de sair do
papel, de modismo ou simplesmente legisladora, para uma proposta mais real
sobre democratização da educação em nossa atualidade.
3 - JUSTIFICATIVA

No atual cenário de mudanças que vivemos em termos de


modernidade e tecnologia, sentimos cada vez mais a importância da inserção
de modelos de inclusão nas escolas brasileiras, porém, para que esse desejo
torne se realidade a escola necessita criar oportunidades aos professores para
que os mesmos se adéqüem a novas tendências pedagógicas que pautem se
na temática sobre inclusão.

Visto que existe um déficit de aprendizagem nos alunos de


inclusão, justifica se a importância de uma intervenção didática e pedagógica
nas áreas de matemática e ciências, que trabalhe na perspectiva de uma ação
interdisciplinar atuando dentro e fora da escola a fim de contribuir com os
alunos de inclusão para que os mesmos possam desenvolver melhor suas
atividades em sala de aula e também em seus comportamentos fora dela, ou
seja, em seu convívio social com seus colegas e familiares.

Deste modo a escola deverá contar com o auxilio de


profissionais especializados em atendimentos a alunos de “AEE”, para que
junto com eles, se encontrem soluções e desenvolvam métodos de resolução
de problemas. Segundo o livro: Atendimento Educacional Especializado
para alunos com Deficiência Intelectual e Transtornos Globais do
Desenvolvimento p. 43,

Alem de auxiliar a comunidade escolar a


reconhecer a singularidade de cada aluno, o AEE pode ajudar a
apontar caminhos para a construção dos conhecimentos dos
professores sobre este aluno assim como apresentar e disseminar
propostas educacionais em colaboração com a a equipe docente para
a emancipação e desenvolvimento da autonomia do aluno com
deficiência intelectual.

As ações de interdisciplinaridade já fazem parte do projeto


pedagógico da escola e agora com a iniciativa desse projeto tende a mesma a
intensificar mais ainda suas reformulações pedagógicas e trazer para a
realidade do aluno, da escola e da comunidade através da didática de ciências
e matemática, fazendo relações com a vivencia de cada uma a fim de formar
alunos participativos e não meramente receptivos dentro da sala de aula, para
assim seu intelecto possa relativizar e aprender a calcular, refletir e resolver
suas próprias experiência tanto sozinho, quanto em suas relações afetivas.

. Este trabalho desenvolvido pelos professores da E.M. Paulo


Freire deverá ser realizado, como fora acima citado, de maneira interdisciplinar
durante um período de 40 dias e deverá abranger outras formas de intervenção
pedagógicas oriundas de outras atividades educacionais de fortalecimento de
vínculos, pois reconhece a necessidade de um reforço nas questões de
inclusão dos alunos do 5º ano, para que não somente eles, mas toda a turma
possam melhorar cada vez mais em seu processo de aprendizado.

A inclusão de pessoas com deficiência nas


escolas comuns na rede regular de ensino coloca novos e grandes
desafios para o sistema educacional. Talvez nos últimos tempos esse
seja um dos temas que mais provoca professores das escolas
comuns, professores do ensino especial, pais e comunidade a
realizar discussões tão acaloradas a respeito de modificações que
devem ser realizadas na escola que nem mesmo as três leis de
diretrizes e bases conseguiram. Mara Lúcia Sartoretto disponível
em http://www.fmss.org.br/artigo-inclusao-escolar-um-direito-de-
todos-alunos-com-e-sem-deficiencia/

O trabalho de inclusão nas classes regular esta amparado pela


Lei Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, lei da Inclusão e pelo art. 59 da LDB,
lei 9394/96, e reconhecida constitucionalmente como um direito de todo
cidadão Brasileiro pelo Artigo 205 da constituição Federal.
4 - ANALISE DO PROBLEMA QUE GEROU O PROJETO

Os professores dentro de sala de aula sempre estiveram


atentos ao comportamento dos alunos e sempre embasados no projeto
pedagógico da escola, avaliam seus alunos e suas respectivas necessidades, e
assim começam a traçar novos planos e atividades de acordo com a
necessidade do educando. Segundo a Diretrizes Nacionais para a educação
especial na educação básica P. 28.

A política de inclusão de alunos que apresentam


necessidades educacionais na rede regular de ensino não consiste
apenas na permanência física destes alunos junto aos demais
educandos, mas representa a ousadia de rever concepções e
paradigmas, bem como desenvolver o potencial dessas pessoas
respeitando suas diferenças e atendendo suas necessidades

Atualmente, a educação atende uma clientela advinda de uma


diversidade muito grande, o que estimula o educador a criar estratégias
pedagógicas mais eficientes. Dentro dessa diversidade de alunos diferentes,
destacam se alunos que apresentam uma serie de dificuldades em questões de
raciocínio lógico e também cientifica, ou seja, são matérias de estrema
importância no processo de desenvolvimento humano, o que gerou certa
preocupação no corpo docente da escola e uma busca por estratégias
didáticas diferenciadas.

Essa estratégia didática não pode deixar de analisar, o que


está relacionado com o contexto familiar em que cada aluno está inserido, pois
a questão familiar pode estar ligada diretamente com o comportamento do
aluno. Diante desses fatos a equipe de professores, amparados pela
direção e coordenadoria da escola resolveram criar esse projeto
interdisciplinar, pensado diretamente nos alunos do período da manhã em cuja
turma tem apresentado algumas preocupações em relação a alguns alunos de
inclusão que apresentaram dificuldades em determinadas atividades.
5 - EIXO CENTRAL DO PROJETO

As áreas de conhecimentos envolvidas nesse projeto são de


extrema importância para o aprendizado da criança sendo ela aluno de
inclusão ou mesmo aluno dito normal. Trata se nesse projeto, focar um
atendimento mais intensivo nas áreas de Matemática básica e ciências, a fim
de melhorar o entendimento e comportamento do aluno de forma reflexiva.

Segundo a BNCC, Base Nacional comum curricular, o bom


entendimento de ciências deve melhorar a percepção do aluno em questões
simples do dia a dia e desenvolver suas relações tanto com o mundo quanto
com a natureza. Sendo assim a proposta visa enfrentar tais problemas já
mencionados aqui, com um reforço consideravelmente necessário na área de
ciência.

Também na área de Matemática, serão desenvolvidas


atividades que visa o desempenho positivo do aluno em atividades de praticas
diário, trazendo o estudo vivenciado para dentro da sala de aula e levando os
estudos da sala de aula para a vida do aluno. Por isso essas duas áreas
do conhecimento, Matemática e Ciências, são as bases norteadoras para a
realização desse projeto interdisciplinar.
6 - OBJETIVOS
6-1- Matemática

 Desenvolver capacidade de refletir sobre possibilidades de


resolução de problemas do dia a dia.
 Proporcionar ao aluno, condições na sala de aula para que
o mesmo através de ajuda profissional melhore seu desempenho e
comportamento com sua turma.
 Realizar operações simples de problemas e entender que
são coisas que se aplica na vida diária.
 Elencar em sala de aula a todos os alunos, questões sobre
bom comportamento e respeito com o coleguinha de sala, sendo ele aluno de
inclusão ou não, ou seja, respeitando a todos.
 Refletir nos alunos noções básicas sobre quantidades,
espaços, metros e demais medidas.
 Promover um melhor letramento matemático e estimular os
educando a compreender e refletir sobre problemas de forma a adquirir senso
critico e social.
 Efetivar propostas e projetos dentro e fora da escola com
temas de inclusão e respeito ao próximo para que os alunos não pratiquem e
nem sofram bullyng na escola.

6-2- CIÊNCIAS

 Desenvolver no aluno uma melhor compreensão do mundo


que o cerca e passar a relacionar as coisas que estudou e aprendeu na escola.
 Melhorar suas atividades em casa ou na escola através de
um controle sobre como se organizar, nos estudos e na vida futura.
 Aprender a escrever melhor, elaborar atividades em casa e
na escola sozinho, em grupos ou com a ajuda de amiguinhos.
 Desenvolver melhor o seu comportamento, através de
participação em projetos de fortalecimento de vinculo, trabalhados em conjunto
com a escola.
 Melhorar sua fala aprender a se expressar melhor,
desvendar situações e aprender a decifrar mapas e conseqüentemente a
interpretação de texto.
 Conhecer melhor o advento das mídias e aparelhos
eletrônicos e suas funcionalidades etc.

7 - CONTEÚDOS

Durante este período da aplicação do projeto a escola


oferecerá aos alunos palestras, acompanhamento em sala de aula com
professores especializados para auxiliá-los e reproduzir filmes de reflexão em
algumas aulas para melhorar a capacidade do aluno a pensar.

A escola fará reuniões freqüentes com pais e alunos de todas


as modalidades a fim de estabelecer uma relação democrática entre escola,
aluno e sociedade. Os professores utilizarão métodos variados no dia a dia
escolar, já que os alunos podem apresentar singularidades diferentes em
termos de aprendizado e comportamentos.

A escola poderá usar materiais como jogos de tabuleiros,


vídeos em algumas aulas e acesso a internet para aproximar à escola a
convivência do aluno e em algumas atividades, poderão sair da sala para
freqüentar locais variados para uma melhor efetivação do projeto de inclusão.
Aulas em grupos também serão oferecidas aos educandos para melhorar suas
percepções e criatividade e companheirismo entre a turma. As aulas
também serão bem contextualizadas pelos professores que seguirão
conteúdos flexíveis para que os alunos de inclusão consigam acompanhar os
outros alunos.

Avaliações diárias para medir o aprendizado e o


comportamento do aluno alem das provas mensais e de semestrais, e sempre
seguidas de uma boa analise sobre o desempenho de cada um. Seguindo
essa metodologia, quando o aluno não for bem às provas, o professor
imediatamente ira criar novas possibilidades de aprendizado e avaliação para
melhorar o desempenho do mesmo. Atividades de recreação e entretenimento
serão bem vindas nesse projeto, pois aproxima os alunos uns dos outros
através de brincadeiras no pátio da escola, jogos de damas, xadrez e bastante
esportes para aqueles que podem e necessitam de atividades físicas.

8 - DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE AÇÃO DO PROJETO

Nosso trabalho dessa ação terá inicio no primeiro dia de aula


da semana, e será desenvolvido apenas em três dias da semana, ou seja, de
segunda a quarta-feira para que não atrapalhemos os andamentos dos
trabalhos de outros educadores e de outros projetos também.

A ação será desenvolvida dentro da sala de aula com o


professor da sala, Prof. Fabiano, e contara com a ajuda de uma professora
especialista em AEE, Prof. Andressa Cesca, que Dara os suportes necessários
ao professor da sala. Já as ações que serão trabalhadas fora do ambiente
escolar, como em jogos, brincadeiras e sala de cinema, contara com o apoio do
Prof. João Roberto juntamente com uma assistente escolar, que se
responsabilizar pelas atividades e cuidados da turma.

A terceira atividade da semana será realizada no (CRAS),


Centro de Referencia de Assistência Social, e também contara com um dos
nossos profissionais que acompanharão os alunos nas aulas adicionais do
trabalho de fortalecimento de vínculo. Essa atividade fica por conta da
Professora Ana Amélia que ira acompanhar as aulas de oficinas.

Professores responsáveis pelas ações

Professor Ações Datas

Fabiano Bernardo Ações de inclusões aplicadas Todas as segundas-feiras


didaticamente em sala de entre os dias 04/03/2019 até
aula com o acompanhamento o dia 28/05/2019
de uma professora
especialista em todas as
aulas durante projeto.
João Roberto Desenvolvimento matemático Todas as terças-feiras entre
através de jogos de tabuleiro, os dias 05/03/2019 até o dia
esporte e variados tipos de 27/05/2019
atividades físicas em todos
os dias do projeto
Ana Amélia Acompanhamento das Todas as quartas-feiras entre
crianças nas aulas de dança, os dias 13/03/2019 até o dia
no CRAS durante todo o 29/05/2019
percorrer do projeto.

9 - AVALIAÇÃO DOS PASSOS DO PROJETO

Todo processo de didático, necessita ser avaliado


constantemente durante sua execução a fim de que o profissional da educação
possa ter uma base de avaliação, onde a primeira reflexão deve se pautar em
seus conhecimentos. Nessa proposta interdisciplinar, a avaliação será
realizada durante todos dias de trabalho desenvolvidos, através da observação
dos professores nas atividades dos alunos dentro e fora da sala de aula.
Será através dessa avaliação que a escola saberá se o
processo de inclusão esta sendo corretamente, ou se os alunos de inclusão
estão simplesmente sendo colocados em sala de aula como simples
espectador durante as aulas. Durante as avaliações, os elaboradores do
projeto farão reuniões semanais com os professores envolvidos para saber de
cada um com os alunos estão se comportando durante cada atividade,e o que
mudou depois e durante a realização do projeto.

Os professores juntamente com a equipe escolar farão também


reuniões com as famílias das crianças envolvidas no projeto para colher
informações sobre o comportamento dos seus filhos e saber o que a família
esta achando do projeto. O projeto interdisciplinar terá o prazo de 40 dias de
atividade, mas as marcas e lições desse trabalho têm por obrigação de
permanecer na história da escola e na vida dos seus alunos.

10 - REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
BRASIL. BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR -, NO
QUE SE REFERE À ÁREA DE MATEMÁTICA NAS PÁGINAS DE 263 ATÉ
265; E DE 292 ATÉ 295.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. DIRETRIZES


NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL – MEC; SEESP, 2001.

CHAGAS, REIMY SOLANGE. EDUCAÇÃO ESPECIAL:


EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM DESAFIO PARA A EFETIVAÇÃO DA
IGUALDADE. CADERNO DE ATIVIDADES. VALINHOS: ANHANGUERA
EDUCACIONAL, 2014.

LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL.


LEII Nº 9..394 DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. DA EDUCAÇÃO ESPECIAL –
ART. 58 A 60.

MILANEZ, SIMONE GHEDINI (ORG.). ATENDIMENTO EDUCACIONAL


ESPECIALIZADO PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E
TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO. SÃO PAULO:
CULTURA ACADÊMICA; MARÍLIA: OFICINA UNIVERSITÁRIA, 2013.
DISPONÍVEL EM:
HTTPS://WWW.MARILIA.UNESP.BR/HOME/PUBLICACOES/AF-
LIVRO_10_MILANEZ PDF