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Introdução

O estado do Espírito Santo é localiza-se na região Sudeste do país. Ele é


importante em várias áreas, inclusive, o agronegócio, obtendo notoriedade na
parte de indústrias também. Faz divisa com Bahia, Minas Gerais e o Rio de
Janeiro. Tem como capital a cidade de Vitória.

Segundo o IBGE, no estado há cerca de 3,9 milhões de habitantes sendo que


quase 50% vive em um dos setes municípios da grande Vitória, sendo Serra a
cidade mais populosa.

O seu clima é caracterizado pelo tropical úmido, e ele é banhado pelo Oceano
Atlântico, o que ajuda nas chuvas periódicas no estado, o que acarreta na
ajuda nos plantios do agronegócio.

A importância da região para a economia do Espírito Santo

Até os anos 50, a ocupação do Espírito Santo se limitou ao Sul do Rio Doce, devido à falta de
pontes e estradas que adentravam no interior do território.
Na década de 40 se iniciou a construção da ponte de Colatina, que serviu para abrir o
transporte rodoviário em direção ao Noroeste do Estado.
A Região Norte caracteriza – se por elevadas temperaturas, solos pouco férteis e
agravamento do déficit hídrico. A região também possui problemas de saneamento básico, que
contaminam as águas para o consumo humano e para as atividades agropecuárias.
A Região concentra a maior parte do valor bruto da produção agropecuária do Estado (42,4%
no total da produção animal e 51,7% da produção vegetal). Ela é dividida em duas sub –
regiões: a Noroeste e a do Litoral Norte.
A sub – região Noroeste é marcada pela pecuária bovina e pela cafeicultura, o café conillon é
o grande destaque. A presença de uma estação experimental da Incaper próxima a Colatina
contribui para a melhora no sistema de produção do café conillon. A sub – região é composta
pelas microrregiões de Colatina, Nova Venécia e Barra do São Francisco.
Já a sub – região Litoral Norte abrange as microrregiões de Montanha, São Mateus e
Linhares. Marcada por grandes empreendimentos empresariais, se destacando na fruticultura
de exportação, principalmente de mamão.
Essas atividades são de extrema importância para o Estado e principalmente para a
economia local, gerando grande número de empregos e desenvolvimento dos municípios.

Referência: http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/agropec_es.pdf
Sub-região Noroeste
A sub-região Noroeste é constituída pela mesorregião censitária Noroeste
Espírito-Santense, que abrange as microrregiões de Barra do São Francisco,
Colatina e Nova Venécia , tal região é centralizada pelo município de Colatina,
que fica localizado nas margens do rio Doce.

A pecuária leiteira na região viveu um processo recente de concentração dos


laticínios, que resultou na compra pela Parmalat do laticínio de Colatina e seu
posterior fechamento, acarretando uma grave crise da atividade.

A sub-região Noroeste é caracterizada pela pecuária bovina e pela cafeicultura,


com produção do café conilon . Contudo, existem alguns poucos ambientes de
temperatura amena ,onde é plantado o café arábica, a exemplo dos municípios
de Ecoporanga e Alto Rio Novo. A presença de uma estação experimental da
INCAPER nas proximidades de Colatina deve contribuir para a melhora no
sistema de produção do café conilon , com a introdução e a disseminação da
variedade robustão, mais resistente às condições de seca.

Até a década de 50, a ocupação do Estado do Espírito Santo restringiu-se à


área ao Sul do rio Doce, devido à barreira representada pela falta de pontes ou
meios adequados para a mobilidade de pessoas e extensão do espaço urbano.
Tal fator foi modificado com a construção da ponte de Colatina, inicialmente
prevista para suportar o transporte ferroviário, mas que serviu para abrir o
transporte rodoviário para o Noroeste do Estado. Alguns anos depois, foi
construída outra ponte, no município de Linhares, a qual abriu a ocupação do
Litoral Norte, por via rodoviária.

Características da agropecuária no Espírito Santo

O PIB do ES chegou a um valor de R$ 117,04 bilhões em 2013, o que reflete 2,2% do total
produzido nacionalmente. O crescimento médio da economia capixaba é de 2,4% entre 2010 e
2013. O Espírito Santo é um dos poucos estados que conseguiram manter seu ritmo de
participação. A renda per capita foi de R$ 30485,96 no ano de 2013, ocupando a posição de
quinta maior economia do país. 9,2% da composição do PIB são decorrentes da agropecuária.
Na agricultura o destaque da produção é o café. No estado são produzidos duas categorias de
café: o café robusta e o arábica. O cultivo predominante é do tipo robusta, que corresponde a
77% da sua produção, ainda esse concentra 75% do produto nacional, enquanto o café
arábica, a produção espírito-santense é discreta, atingindo somente 9% da produção brasileira
no ano de 2014. Outra cultura que se destacou no Espírito Santo foi o cacau. O estado em
1975 produziu cerca de 14000 toneladas. Entretanto, desde 2001 sua produção vem decaindo
por conta da doença “vassoura de bruxa” que destrói o fruto. A média da produção cacaueira
por volta de 2009 e 2012 foi de 6 mil toneladas. E o município de Linhares foi o principal
município produtor.
Outro setor de destaque é a fruticultura que vem crescendo na região devido ao uso de novas
tecnologias e aumento da variedade do cultivo de diferentes tipos de frutas. O mamão ganhou
um importante setor de destaque na economia capixaba, sendo voltado principalmente para a
exportação, o município de Linhares é o maior produtor. Outras culturas também possuem
importância como a banana, o abacaxi, sendo esses cultivados principalmente na região Sul do
Estado.
Na região Centro – Serrana predominam a avicultura e o cultivo do café arábica. A criação de
aves assume um papel de grande importância para o Estado, se destacando principalmente no
abastecimento do mercado interno, abastecendo o mercado estadual e também nacional. A
produção do café arábica apesar de ser em pequena escala e na maioria das propriedades
serem utilizadas mão de obra familiar e um menor número de trabalhadores, a atividade possui
destaque abastecendo principalmente o mercado interno. Já a região Norte se destaca na
produção do café conillon e na pecuária bovina, sendo executadas em grandes propriedades e
utilizando muita mão de obra assalariada.

A agropecuária do noroeste do Espírito Santo

O cenário da região Noroeste do Espírito Santo é marcado pelas culturas de


arroz, milho e feijão, mas, predominantemente, ganha espaço a cafeicultura,
ora realizada com técnicas modernas, ora em pequenas unidades de produção.
Ademais, o desenvolvimento da pecuária leiteira ganhou expressão entre 1985
e 1995, realizada em grandes propriedades, com áreas de maior densidade,
como também, efetivos de bovinos especializados na atividade de corte.

Principais atividades agropecuárias no Espírito Santo

O Estado do Espírito Santo nos últimos anos se tornou um grande destaque na agropecuária
nacional, se destacando no cultivo do café, consolidando – se como sua principal cultura.
Na década de 1960, a pecuária bovina ganhou espaço na economia agrária local. Já na
década de 1970, o café cultivado em moldes modernos, junto com a pecuária leiteira, contribuiu
para que a economia estadual crescesse ainda mais no cenário econômico nacional.
Novas culturas foram ganhando importância, como a avicultura, o cultivo do mamão, do coco,
a produção de hortifrutigranjeiros, entre outros. Essas culturas passaram a destinar – se ao
abastecimento do mercado local, de centros urbanos de outros estados e também passou a ser
destinada para as exportações. O Estado também passou a se destacar no plantio de eucalipto,
para extração da celulose.
A cafeicultura segue crescendo no Espírito Santo, que é o segundo maior produtor de café
arábica do país e o primeiro de café conillon ou robusta. A atividade emprega grande número de
trabalhadores capixabas e também trabalhadores de outros estados como Minas Gerais e Bahia.
O café ocupa a primeira posição na produção agrícola e vem logo em seguida acompanhado
da fruticultura que ocupa a segunda posição. As outras atividades foram a pecuária bovina, a
avicultura, entre outras.
A produção de café arábica é realizada, geralmente ao Sul do Rio Doce, corresponde a 38%
da produção no Estado. O café conillon é cultivado de modo geral na parte norte do Rio Doce,
com 62% da produção cafeeira do Espírito Santo.
A safra de café robusta é realizada na maioria das localidades por empregados temporários. A
colheita no Estado carece de técnicas mecanizadas, sendo realizada praticamente com técnicas
tradicionais. A irrigação por gotejamento é a mais utilizada nas áreas de plantio desse tipo de
café.
Já as áreas de plantio do café arábica, possuem um pouco mais de modernização, onde se
destacam algumas áreas que utilizam colheita mecanizada e técnicas de plantio inovadoras para
o aumento da produção. Além disso, essas áreas possuem programas voltados à produção de
cafés especiais. Houve a implantação de quatro centros de classificação e degustação de café.
A região Serrana possui programas associativos na produção de café orgânico, voltados para o
mercado consumidor de países desenvolvidos.
Para a área de café conillon, o governo do Estado desenvolve um programa de substituição
da variedade comum por uma variedade chamada de “robustão”, com maior resistência à seca.
Existem também jardins clonais para multiplicação de mudas.
A fruticultura também ocupa importante papel na agricultura capixaba. O Estado se destaca
na exportação de mamão para os Estados Unidos e Europa. Além disso, o coco – anão vem se
destacando na fruticultura, conquistando importantes mercados consumidores.
A produção de celulose, principalmente no município de Aracruz, é muito importante para a
economia estadual e municipal, sendo destaque na produção e gerando significativo número de
empregos.
Dessa forma vimos que o Espírito Santo é um estado com grande potencial agropecuário, se
destacando em diversas culturas e ganhando seu espaço no mercado nacional e internacional,
contribuindo para que o estado se desenvolva economicamente ainda mais.

Referência: http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/agropec_es.pdf

Instituições ligadas ao desenvolvimento agropecuário

Dentre as instituições que monitoram, auxiliam e/ou controlam a agropecuária


do Espírito Santo, encontra-se o Incaper “Instituto Capixaba de Pesquisa,
Assistência Técnica e Extensão Rural” cujo objetivo é viabilizar soluções
tecnológicas e sociais, tendo em vista o desenvolvimento do Espírito Santo,
sendo esse, um órgão do Estado do Espírito Santo. Opera em diversos
segmentos, como apicultura, cafeicultura, fruticultura, silvicultura, sistema de
informações meteorológicas, e outros, tendo como foco de atuação a
agricultura familiar, a sustentabilidade, o empreendedorismo, a organização
social e a regionalização. Procede no campo da Assistência Técnica e
Extensão Rural (Ater), com o propósito de melhorar o faturamento e a condição
de vida das famílias rurais, através do aprimoramento das estruturas de
produção e dos modos de acesso às políticas direcionadas ao progresso da
agricultura familiar. O Incaper encontra-se em todos os municípios do estado.
Na região noroeste, possui um Escritório Local de Desenvolvimento Rural
(ELDR) em cada cidade, além de uma Fazenda Experimental em Marilândia.
Outro órgão atuante no estado é o Idaf “Instituto de Defesa Agropecuária e
Florestal do Espírito Santo”, uma autarquia do governo estadual, ligada à
Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca. É
executor da política cartográfica e agrária relativa às terras governamentais e
da proteção sanitária do funcionamento agropecuário e florestal na extensão do
Espírito Santo. Procede na defesa da saúde pública e dos bens naturais,
assegurando a salubridade vegetal e animal.

Relevância do município de Colatina


A organização agrária de Colatina é composta, em grande parte, por pequenas
propriedades de base familiar, nas quais as produções são feitas pela própria
família (mão de obra familiar)ou no regime de parcerias agrícolas, como
contratação de meeiros e camaradas.

Todavia, o fato de existirem propriedades que chegam a ter área superior a


1000 hectares proporciona a discussão de um assunto relevante para o
município, principalmente em razão do considerável êxodo rural observado nas
últimas décadas.

Em seu processo histórico, a agricultura do município está fortemente marcada


por dois fatores: a pequena propriedade familiar e a submissão à produção
cafeeira.

Além disso, seu desenvolvimento foi intensificado pela riqueza natural do solo,
uma vez que as matas nativas, abundantes no passado, davam lugar à cultura
cafeeira e posteriormente a pecuária, atendendo ao ciclo café-mata-pastagens.

A exploração cafeeira e a pecuária extensiva em áreas com relevo irregular


,ausentes na adoção de práticas ou técnicas conservacionistas de manejo,
como também adjacentes à cobertura deficiente do solo, causaram erosões,
danificando significativamente sua fertilidade.

Ainda, o desmatamento desenfreado permitiu o aumento da velocidade de


escoamento das águas das chuvas, diminuindo assim a retenção da água pelo
solo ,a alimentação dos lençóis freáticos e o volume de água oferecido pelas
nascentes.
A disposição de problemáticas como o empobrecimento do solo, a distribuição
irregular das chuvas, fenômenos climáticos como secas e enchentes , o
despreparo de alguns agricultores na produção e comercialização ,a
dependência em relação ao café e pecuária e a baixa qualidade e
produtividade das culturas, provocaram a decadência de diversas
propriedades agrícolas, limitando a capacidade de investimento dos produtores
colatinenses.

A atividade econômica agrícola do município é liderada pelo café, em especial


o conilon, sendo ele responsável por 88% da área total da cafeicultura. Os
riscos ligados à produção são muito elevados , haja vista a variação climática
que determina a produtividade das safras.

Dessa forma, atualmente algumas ações vêm sendo estabelecidas com o


intuito de contornar o problema hídrico do município, tais como a construção de
caixas secas e projetos de reflorestamento e silvicultura, os quais já
apresentaram resultados positivos.

A pecuária, segunda atividade agrícola local, está inserida no mesmo contexto


produtivo, ou seja, baixo nível tecnológico, manejo inadequado de rebanho e
pastagens, animais com baixa capacidade genética de produção de leite,
pastagens inadequadas, resultando em baixa produtividade.

A área total de pastagens corresponde a 40 % da área cultivada do município.


O setor pecuário concentra-se, sobretudo na modalidade de “corte”. O
município conta hoje com um
dos maiores frigoríficos do país, o Frigorífico Rio Doce S/A - FRISA - que
realiza a comercialização do gado de corte. O leite do município é destinado
principalmente para cooperativas e laticínios da região.

Algumas outras atividades também são realizadas no município como o arroz,


feijão, milho, cacau, banana, coco, goiaba, limão, graviola entre outros. No
entanto, a maioria não possui grande importância comercial, além de
apresentar sérias dificuldades de escoamento e acesso ao mercado.

A importância da agropecuária na economia do Espírito Santo

Segundo o Censo Agropecuário do IBGE, no ano de 2017, o Espírito Santo


contava com 108 010 estabelecimentos agropecuários, num total de 3.234.529
hectares de área cultivada, o que equivale a 70,18% da área total do estado. A
atividade agropecuária ocupa 357 248 pessoas, além de 31 942 trabalhadores
temporários. Esses estabelecimentos se dividem em: 84 575 de lavouras
permanentes, 30 374 de lavouras temporárias, 100 de pastagens naturais e
51 565 de pastagens plantadas. Pecuária Na pecuária, o estado conta com
32 649 propriedades com criação de bovinos, 43 de bubalinos, 11 820 de
equinos, 417 de asininos, 2 292 de muares, 881 de caprinos, 999 de ovinos,
22 300 de suínos e 43 266 de aves. *Caprinos: São 12.516 cabeças no estado,
sendo vendidas 2 514 em 2017. No total, 146 estabelecimentos que produzem
leite de cabra, sendo ordenhados 462 animais, o que resultou em 134 mil litros
no ano, dos quais 51 mil foram vendidos, o equivalente a 38%. A quantidade
média de leite produzida por cabra ordenhada foi de 289,17 litros no mesmo
ano. *Ovinos: São 29.851 cabeças, sendo vendidas 6 939 em 2017. Apenas 2
estabelecimentos capixabas produzem lã, e apenas 4 produz leite de ovelha. O
número de animais tosquiados, da quantidade produzida de lã, da quantidade
de lã vendida, da quantidade média de lã produzida por ovino tosquiado e da
porcentagem de lã vendida em relação à quantidade de lã produzida não foram
identificados, assim como o número de ovelhas ordenhadas, da quantidade de
leite produzida, da quantidade de leite vendida, da quantidade média de
produção de leite por ovelha ordenhada e da proporção de leite vendido em
relação à quantidade do produzido. *Suínos: São 235.444 cabeças. Somam 3
081 propriedades que vendem suínos, comercializando 302 571 animais no
ano de 2017. *Aves:

São 35.359 cabeças. Um total de 3 962 estabelecimentos vendem aves no


Espírito Santo, sendo vendidos 103 451 cabeças em 2017. Trinta e três mil,
quinhentas e setenta e sete propriedades produzem ovos, num total de
389 241 mil dúzias produzidas em 2017. *Bovinos: São 1.647.278 cabeças, das
quais 499 321 são de vacas reprodutoras. O Espírito santo possui 1.341.814
hectares de área de pastagens, o que resulta, em média, em 1,23 cabeças de
bovino por hectare. Contabilizam 17.146 estabelecimentos que produzem leite,
sendo responsáveis pela ordenha de 198 060 vacas. Em 2017, foram
produzidos no estado 379 421 mil litros de leite, dos quais 336 474 mil litros
foram comercializados. A quantidade média de leite que cada vaca ordenhada
produziu foi, no mesmo ano, de 1.915,69 litros. 88,68% do leite produzido foi
vendido.

Agricultura
*Abacaxi: 1 096 estabelecimentos, sendo produzidos 114 560 mil frutos numa
área de 3 251 hectares.

*Abóbora: 1 256 estabelecimentos, sendo produzidas 9 945 toneladas numa


área de 1 352 hectares.

*Alho: 612 estabelecimentos, sendo produzidas 1 482 toneladas numa área de


2 422 hectares.

*Batata-inglesa: 655 estabelecimentos, sendo produzidas 4 820 toneladas


numa área de 508 hectares.

*Cana-de-açúcar:1 489 estabelecimentos, sendo produzidas 1 877 854


toneladas numa área de 39,171 hectares.

*Cebola:424 estabelecimentos, sendo produzidas 4 328 toneladas numa área


de 1 091 hectares.

*Feijão-preto em grão:10 941 estabelecimentos, sendo produzidas 5 511


toneladas numa área de 10 796 hectares.

*Feijão de cor em grão:5 586 estabelecimentos, sendo produzidas 2 486


toneladas numa área de 11 239 hectares.

*Feijão-fradinho em grão:783 estabelecimentos, sendo produzidas 504


toneladas numa área de 594 hectares.

*Mandioca:7.430 estabelecimentos, sendo produzidas 88.569 toneladas numa


área de 8.533 hectares.

*Milho em grão:14.577 estabelecimentos, sendo produzidas 43.099 toneladas


numa área de 18.821 hectares.

*Forrageiras para corte:811 estabelecimentos, sendo produzidas 31.961


toneladas numa área de 1,574 hectares.

*Cana forrageira:1.579 estabelecimentos, sendo produzidas 185.629 toneladas


numa área de 2.950 hectares.
*Milho forrageiro:1 167 estabelecimentos, sendo produzidas 568 915 toneladas
numa área 5.280, hectares.

*Abacate:6 574 estabelecimentos, com um número de 179 mil pés.

*Acerola:5 305 estabelecimentos, com um número de 60 mil pés.

*Ameixa:846 estabelecimentos, com um número de 8 mil pés.

*Amora:1 170 estabelecimentos, com um número de 23 mil pés.

*Banana:21 337 estabelecimentos, com um número de 29 651 mil pés.

*Borracha:649 estabelecimentos, com um número de 4 862 mil pés.

*Cacau:3 683 estabelecimentos, com um número de 11 583 mil pés.

*Café arábica em grão:26 592 estabelecimentos, com um número de 308 079


mil pés.

*Café conilon em grão:49 518 estabelecimentos, com um número de 640 161


mil pés.

*Caju:1 674 estabelecimentos, com um número de 9 mil pés.

*Carambola:1 400 estabelecimentos, com um número de 2 mil pés.

*Coco-da-baía:8 512 estabelecimentos, com um número de 2 808 mil pés.

*Figo:932 estabelecimentos, com um número de 8 mil pés.

*Goiaba:6 050 estabelecimentos, com um número de 211 mil pés.

*Graviola:2 366 estabelecimentos, com um número de 26 mil pés.

*Jabuticaba:5 101 estabelecimentos, com um número de 17 mil pés.

*Jaca:3 141 estabelecimentos, com um número de 13 mil pés.

*Jambo:2 200 estabelecimentos, com um número de 4 mil pés.

*Laranja:10 793 estabelecimentos, com um número de 859 mil pés.

*Lichia:906 estabelecimentos, com um número de 16 mil pés.


*Limão:6 320 estabelecimentos, com um número de 343 mil pés.

*Manga:9 316 estabelecimentos, com um número de 97 mil pés.

*Mamão:3 181 estabelecimentos, com um número de 10 723 mil pés.

*Maracujá:2 096 estabelecimentos, com um número de 886 mil pés.

*Palmito:1 511 estabelecimentos, com um número de 2 431 mil pés.

*Pêssego:796 estabelecimentos, com um número de 53 mil pés.

*Pimenta-do-reino:11 991 estabelecimentos, com um número de 26 479 mil


pés.

*Pitanga:1 025 estabelecimentos, com um número de 3 mil pés.

*Romã:931 estabelecimentos, com um número de 1 mil pés.

*Tangerina:6 767 estabelecimentos, com um número de 1 121 mil pés.

*Urucum:737 estabelecimentos, com um número de 108 mil pés.

*Uva:627 estabelecimentos, com um número de 177 mil pés.

*Outros produtos:642 estabelecimentos, com um número de 768 mil pés.

Conclusão

Com a análise do trabalho, percebemos que a principal forma de economia na


nossa região é o café, e normalmente produzido por uma área rural familiar
logo, não sendo por um latifúndio. Economicamente falando, isso nem sempre
é bom, pois, se a colheita acabar não gerando o lucro esperado, algumas
famílias ficam mais perceptíveis ao dano, sempre que o preço da saca cai, as
pessoas ligadas sentem no bolso essa desvalorização o que deixa de
impulsionar em alguns momentos até mesmo o meio comercial de algumas
cidades. Há a pecuária que tem relevância, mas acaba não sendo principal
produto. Uma vez visto, a economia veio se desmembrando em outros setores,
como o abacaxi, típico de Marataízes, o cacau entre outros, mostrando ideias
empreendedores de tornar típico, produtos que antes não eram produzidos no
estado. Essa diversificação deve-se muito a assistência aos pequenos
agricultores, que através do trabalho do Incaper, consegue obter assistência e
dicas acerca do plantio, solo, cercados e métodos eficazes de produção, no
entanto, segundo um funcionário da Instituição declarou, que o serviço que eles
prestam bem sendo sucateados, sendo que não há reajustes salariais, além da
falta de verbas para transporte, mostrando certo descaso com o serviço
prestado pelos mesmos.