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DEFININDO A SUA CARREIRA | TRIBUNAIS
DEFININDO A SUA CARREIRA | TRIBUNAIS

DEFININDO A SUA CARREIRA | TRIBUNAIS

DEFININDO A SUA CARREIRA | TRIBUNAIS
DEFININDO A SUA CARREIRA Olá, concurseiro(a)! Neste Projeto Aprovação , vamos iniciar uma jornada que

DEFININDO A SUA CARREIRA

DEFININDO A SUA CARREIRA Olá, concurseiro(a)! Neste Projeto Aprovação , vamos iniciar uma jornada que irá
DEFININDO A SUA CARREIRA Olá, concurseiro(a)! Neste Projeto Aprovação , vamos iniciar uma jornada que irá

Olá, concurseiro(a)! Neste Projeto Aprovação, vamos iniciar uma jornada que irá preparar você para a vitória. Escolher estudar para concursos é optar por mudar de vida e traçar uma nova caminhada. Neste momento, podemos dizer: você escolheu o lugar certo! Nós, da Equipe da Casa do Concurseiro, ajudaremos você a traçar esse caminho e modificar totalmente a sua história assim como auxiliamos mais de 38.000 alunos a conquistarem a aprovação.

O processo de preparação pode ser estressante e cansativo, por isso criamos este material. Ele serve para auxiliar nesta trajetória. E você pode contar conosco durante todo o estudo! Estaremos sempre trazendo novidades e lhe apoiando. Semanalmente, lá no Blog da Casa, você pode conferir dicas, notícias e tudo sobre o mundo dos concursos.

Na hora de iniciar o planejamento dos seus estudos, é importantíssimo que você defina uma carreira específica, compreenda a sistemática das suas futuras provas e quais são as principais matérias. O objetivo do material é justamente este: ser seu guia na hora de se planejar. Por aqui, vamos, primeiramente, falar sobre as matérias importantes em cada uma das quatro áreas – bancária, fiscal, segurança pública e tribunais -. Depois, vamos tratar da organização dos seus materiais (aulas, simulados, legislação e provas anteriores). Por fim, vamos conversar sobre planejamento e calendários, auxiliando você a organizar sua rotina e desenhar sua programação anual. Legal, né?!

Fique atento! O material serve para nortear seu planejamento, mas não precisa excluir outras formas de organização. É importante que você se conheça e saiba a melhor forma de adequar a preparação à sua realidade.

Bora dar início ao Projeto Aprovação?

Muitos alunos, quando iniciam a preparação para concursos públicos, têm dúvidas sobre qual carreira escolher. Neste material, vamos abordar quatro carreiras em específico: bancária, fiscal, segurança pública e tribunais.

De fato, não é uma decisão simples. São diversas esferas governamentais e uma infinidade de cidades e Estados possíveis. Por óbvio, existem formas de descobrir em qual área você se encaixa melhor, mas isso vai perpassar, também, uma autoanálise sua.

MATERIAL DE ESTUDOS: DEFININDO A SUA CARREIRA PONTOS QUE VOCÊ DEVE CONSIDERAR DESDE O PRÍNCIPIO

MATERIAL DE ESTUDOS: DEFININDO A SUA CARREIRA

PONTOS QUE VOCÊ DEVE CONSIDERAR DESDE O PRÍNCIPIO

CARREIRA PONTOS QUE VOCÊ DEVE CONSIDERAR DESDE O PRÍNCIPIO  Municipal, Estadual ou Federal? Defina, desde já,

 Municipal, Estadual ou Federal?

Defina, desde já, se você quer enfrentar concursos públicos da esfera federal, estadual ou municipal. Questione-se sobre o fato de ter de se deslocar para realizar as provas. Também é importante que você considere a oportunidade de se mudar caso consiga a aprovação. E tem mais: muitos cargos das esferas estadual e municipal acontecem seguidamente no transcorrer do ano.

Vamos supor que você decida estudar para a Polícia Militar. Durante o ano, vão acontecer concursos em vários para a Polícia Militar de vários Estados e você precisa se manter em constante preparação para todos. Você está disposto a isso?

 Nível Médio ou Nível Superior?preparação para todos. Você está disposto a isso? Além de avaliar a esfera da sua carreira,

Além de avaliar a esfera da sua carreira, também é importante que você analise os requisitos de formação. Existe uma gama variada de concursos públicos tanto de nível médio quanto de superior.

Se você está cursando o nível superior, é legal avaliar a possibilidade de se preparar desde já para um concurso com essa exigência. Isso porque a maioria dos certames exige a comprovação do nível superior para que ocorra a nomeação. Caso você tenha apenas o nível médio, vale considerar concursos que tenham uma carga horária mais leve, como áreas bancárias. Assim, você pode trabalhar e seguir se preparando para novos certame e seguir escalando no mundo dos concursos públicos.

certame e seguir escalando no mundo dos concursos públicos.  Como são as carreiras? Tribunais: Para os

 Como são as carreiras?

Tribunais: Para os tribunais, por exemplo, a maioria dos concursos exige que o concurseiro seja bacharel em Direito. No entanto, algumas possibilidades administrativas na área permitem que o candidato tenha cursado apenas até o Ensino Médio.

A escolha da carreira de tribunais é interessante por trazer consigo uma gama muito variada de opções. Hoje, temos carreiras nos mais diversos tribunais (TJ, TRE, TRT, TRF e tribunais superiores). Mas atenção! É importante que você verifique quais pontos específicos de cada edital fogem da preparação geral. Por exemplo, caso você esteja se preparando para tribunais e se depare com um edital do TRE, você terá que focar em Direito Eleitoral em algum momento. Por outro lado, se ocorrer um edital de TRT, você terá que adicionar Direito do Trabalho à sua preparação.

Fiscais: Esta carreira abrange cargos como Auditor e Analista Fiscal, que têm como objetivo central
Fiscais: Esta carreira abrange cargos como Auditor e Analista Fiscal, que têm como objetivo central

Fiscais: Esta carreira abrange cargos como Auditor e Analista Fiscal, que têm como objetivo central a fiscalização do poder executivo. A remuneração das carreiras fiscais é muito boa e, normalmente, podem se inscrever pessoas formadas em quase todos os cursos de nível superior. É bom lembrar que concursos para área fiscal tendem a ter uma densidade de conteúdo bem alta. Por isso, quem se prepara para esta carreira deve estar ciente de que terá que dedicar muito tempo à preparação.

Policial: Esta carreira é extremamente dinâmica e agitada, normalmente com bons salários. Entretanto, é bom levar em conta dois componentes: o teste da aptidão física e o risco ao desempenhar o trabalho. Em algumas áreas, é necessário curso superior. Porém, em outras, são aceitas pessoas com nível médio. Entre as carreiras para a área policial, estão Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar. Vale lembrar que, nos concurso de carreiras policiais, os aprovados devem passar por um curso de formação para efetivamente atuarem na área.

Trouxemos algumas vagas comumente disponibilizadas nas carreiras de segurança pública:

Delegado: Necessário curso superior em Direito. Cargo com responsabilidade bem alta, voltado a presidir inquéritos e investigações policiais. Além disso, é atribuição do delegado o comando, prevenção e planejamento das operações de segurança pública.

Perito: Necessário curso superior. Como o próprio nome já diz, o perito é responsável pelos exames periciais em cenas e provas de crimes.

Escrivão: Necessário curso superior. É responsabilidade do cargo cuidar das formalidades processuais, fazer termos, autos e mandados, observar prazos relativos aos procedimentos de investigação e acompanhar a autoridade policial em diligências.

Agente: Necessário curso superior. O agente tem a responsabilidade de executar investigações, participar das operações policiais e realizar algumas funções administrativas.

Bancária: A carreira bancária tem benefícios bem específicos, como bônus de salário, jornada de trabalho reduzida e possibilidade de crescimento e desenvolvimento de carreira dentro do banco. Entre as funções desempenhadas dentro do banco, estão atendimento, venda de produtos e serviços e tarefas administrativas. Quando falamos em área bancária, estamos tratando de concursos como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banrisul, Banco do Nordeste e outros.

PERGUNTAS QUE VOCÊ DEVE SE FAZER AGORA MESMO: • Quanto de remuneração estou buscando? •

PERGUNTAS QUE VOCÊ DEVE SE FAZER AGORA MESMO:

Quanto de remuneração estou buscando?

Preencho os requisitos para o cargo?

Estou disposto a me preparar para o teste de aptidão física?

Estou disposto a lidar com o risco de morte da função policial?

Estou disposto a me mudar em caso de aprovação?

Vou gostar das funções que vou executar neste cargo?

As principais áreas de estudos para concursos públicos

Quando você opta por uma carreira, deve ficar claro que você irá dedicar muito tempo ao seu estudo. Pensando nisso, você deve avaliar quais os temas que você conseguiria estudar por muito tempo sem se sentir totalmente desmotivado e exausto. Ter dificuldades em determinadas matérias é normal, mas você não pode escolher algo que você deteste para se dedicar diariamente.

Inicialmente, é importante que você compreenda as matérias que são comuns a praticamente todas as carreiras. São elas: Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo e Informática.

Em um segundo momento, é importante que você compreenda as matérias que são comumente cobradas em cada carreira:

Tribunais: Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal e Direito Processual Civil.

Fiscal: Português, Redação, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal, Matemática Financeira, Raciocínio Lógico, Contabilidade, Economia, Administração e Informática.

Policial: Português, Redação, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal, Matemática Financeira, Raciocínio Lógico, Contabilidade, Economia, Administração e Informática.

Bancária: Português, Direito Constitucional, Matemática Financeira, Raciocínio Lógico, Conhecimentos Bancários, Informática, Atualidades, Atendimento, Técnica de Vendas e Ética.

MATERIAL DE ESTUDOS: ORGANIZANDO SUAS FERRAMENTAS Após definir sua carreira, conhecer seu campo de estudos
MATERIAL DE ESTUDOS: ORGANIZANDO SUAS FERRAMENTAS Após definir sua carreira, conhecer seu campo de estudos

MATERIAL DE ESTUDOS: ORGANIZANDO SUAS FERRAMENTAS

Após definir sua carreira, conhecer seu campo de estudos e compreender as matérias essenciais é importante que você organize as ferramentas necessárias para conquistar sua aprovação.

Como em uma receita de bolo o seu sucesso depende de diversos ingredientes. Pensando nisso separamos uma lista de itens essenciais.

Pensando nisso separamos uma lista de itens essenciais.   ITENS NECESSÁRIOS PARA SUA APROVAÇÃO Legislação:

ITENS NECESSÁRIOS PARA SUA APROVAÇÃO

Legislação:

Todos os concursos públicos de alguma forma ou outra vão necessitar do estudo de áreas do direito. Quando falamos em áreas deste tipo devemos sempre ter em mente a importância do estudo da legislação. Estude a letra seca da lei, compreenda seu sentido e separe em seu cronograma um momento para se dedicar a isto.

Material de Apoio Atualizado:

O material de apoio é a sustentação do seu estudo, através dele que você irá embasar seu desenvolvimento para o concurso público. Busque sempre ter o material mais atualizado possível e focado na carreira que você vai enfrentar.

Aqui na Casa do Concurseiro nos preocupamos em auxiliar a todos de forma que mesmo aqueles que não possuem condições de adquirir cursos tenham também a possibilidade de ter acesso a um material de qualidade. Por isso, no site da Casa, você pode baixar as apostilas dos principais concursos públicos gratuitamente.

Provas Anteriores e Simulados:

Sempre que possível inclua em suas metas realizar provas anteriores e simulados. O processo de aprendizado se dá em várias etapas e uma delas é justamente o treinamento. Quanto mais você treinar a execução de questões, melhor e mais rápido você conseguirá resolvê-las e isso é de extrema importância quando falamos em provas de concurso público.

Além disso, Ao resolver questões, principalmente as de provas anteriores, você passará a compreender como elas são elaboradas e o que a prova espera de você. O processo de revisão com questões também ajuda você a perceber rapidamente quais os pontos da matéria que você teve dificuldade de compreender.

Estudar por questões é muito importante, mas fique atento a dois pontos muito importantes:

 Verifique se as questões estão de acordo com a legislação vigente: Como a mudança legislativa

 Verifique se as questões estão de acordo com a legislação vigente:Como a mudança legislativa é constante, muitas questões ficam desatualizadas. Por isso, sempre é bom

Como a mudança legislativa é constante, muitas questões ficam desatualizadas. Por isso, sempre é bom fazer pequenas conferências nas questões durante o estudo, inclusive buscando por inovações.

 A correção é tão importante quanto a resolução:durante o estudo, inclusive buscando por inovações. O processo de correção das questões é tão importante

O processo de correção das questões é tão importante quanto o processo de resolução. Isso porque é na correção que você vai anotando o que errou e o motivo pelo qual errou. Busque sempre corrigir já explicando ao lado da questão porque determinada alternativa é a correta.

Aulas:

Aulas focadas no concurso que você deseja atingir a aprovação são essenciais. Através delas os professores irão abordar os temas comumente cobrados e a forma como eles se apresentam em cada banca organizadora. Busque sempre assistir aulas atualizadas, voltadas ao seu concurso e em instituições que tenham histórico de aprovação.

Aqui na Casa do Concurseiro já auxiliamos mais de 38.000 alunos a aprovarem em concursos públicos.

Entendemos que pode ser muito custoso adquirir um curso preparatório, por isso, a Casa do Concurseiro também disponibiliza dezenas de aulas gratuitas diariamente através do seu Canal no Youtube.

MATERIAL DE ESTUDOS: ORGANIZANDO SEU CALENDÁRIO A organização pessoal é um desafio para maioria dos
MATERIAL DE ESTUDOS: ORGANIZANDO SEU CALENDÁRIO A organização pessoal é um desafio para maioria dos

MATERIAL DE ESTUDOS: ORGANIZANDO SEU CALENDÁRIO

A organização pessoal é um desafio para maioria dos concurseiro e foi pensando justamente nisso que trouxemos este e-book para você. Mas atenção! Não existe uma fórmula mágica. Você deve sempre adaptar o cronograma à sua realidade e situação enquanto estudante. E mais:

evite a procrastinação e busque sempre seguir seu cronograma com afinco e honestidade. Se algum dia você não conseguir cumprir o previsto, altere a rota. Adicione as horas que faltaram em um fim de semana e siga em frente.

Falando em honestidade, não crie um cronograma impossível. Muitos alunos, quando iniciam a preparação, montam cronogramas com 8 horas de estudo, sendo que têm, de fato, 4 horas de estudo disponível por dia. De nada adianta seu cronograma ser perfeito, mas você não conseguir segui-lo.

Então, primeiramente, você deve se perguntar: “quantas horas líquidas de estudo eu tenho disponíveis?”. O ideal é que você tenha no mínimo 3 horas de estudo diárias até a data da prova. Nossa sugestão de planejamento e organização se baseia em um aluno que tem, no mínimo, 3 horas disponíveis por dia.

Após definir quantas horas de estudo você vai ter disponíveis no seu dia, defina, também, as ferramentas de que você precisa para estudar. Nossa visão do cronograma ideal é aquele que contempla os itens essenciais que abordamos anteriormente: Leitura do material de apoio, acompanhamento das aulas, leitura da letra seca da lei e por fim, resolução de questões e simulados.

Se for possível encaixar estas quatro ações na sua rotina, dividindo horários a aprovação estará

mais próximo do que você imagina.

A seguir trouxemos uma listinha com os itens essenciais para organização de um bom

cronograma:

COMO MONTAR UM CRONOGRAMA 1. Defina quais dias da semana você tem disponíveis 2. Defina

COMO MONTAR UM CRONOGRAMA

1. Defina quais dias da semana você tem disponíveis

2. Defina quantos turnos por dia você tem disponível

3. Defina a quantidade de horas que você irá estudar por turno

4. Considere que a cada 2h de estudo você fará uma pausa de 15 min

5. Não considere como horários de estudo os horários de descansar ou de fazer refeições

6. Intercale durante a semana ao menos 3 matérias diferentes.

7. Se você estudar uma matéria em uma semana, deve resolver questões sobre ela na próxima.

8. Sempre que você tiver aulas marcadas busque ler o material de apoio ou a letra seca da lei antes.

9. Separe um período para resolver provas anteriores e corrigi-las

10. Não esqueça de dedicar um tempo a revisão de conteúdos

11. O cronograma é ajustável, por isso, se algo mudar altere a rota mude as datas. Não tem problema algum fazer pequenos ajustes.

12. Considere sua realidade, você tem uma vida e por isso deve levar ela em conta.

13. Crie bônus, para cada matéria concluída considere um dia de descanso. Você é humano e precisa se desligar às vezes.

A seguir apresentamos algumas dicas que foram usadas em nossos pré-provas e cursos de revisão. Elas ajudaram a aprovar mais de 38 mil alunos!

PORTUGUÊS – Prof. Carlos Zambeli Sintática = Qual a primeira coisa a se identificar em
PORTUGUÊS – Prof. Carlos Zambeli Sintática = Qual a primeira coisa a se identificar em

PORTUGUÊS – Prof. Carlos Zambeli

Sintática =

Qual a primeira coisa a se identificar em uma frase? 

= Qual a primeira coisa a se identificar em uma frase?  Aconteceram algumas injustiças durante a

Aconteceram algumas injustiças durante a aula!

Qual a segunda coisa a se identificar em uma frase? 

aula! Qual a segunda coisa a se identificar em uma frase?  Haver = existir / ocorrer

Haver = existir / ocorrer

Sem sujeito

Com OD

uma frase?  Haver = existir / ocorrer Sem sujeito Com OD Com sujeito Sem OD 14

Com

sujeito

Sem OD

14

Cabia a ele dar-me pêsames

22

Estavam todos com muita pena de mim e Céleste disse-me:

27-28

Ele perdeu o tio há alguns meses.

1. (FAURGS – 2017) Considere as afirmações abaixo.

I – O sujeito do verbo Cabia (l. 14) é dar-me pêsames (l. 14).

II – O sujeito do verbo Estavam (l. 22) é classificado como sujeito indeterminado.

III – O sujeito do verbo há (l. 27) é alguns meses (l. 28).

Quais estão corretas?

a)

Apenas I.

b)

Apenas II.

c)

Apenas III.

d)

Apenas I e III.

e)

Apenas II e III.

2. (FAURGS – 2017) Se substituíssemos o vocábulo Nós , na frase Nós nos comunicamos

2. (FAURGS – 2017) Se substituíssemos o vocábulo Nós, na frase Nós nos comunicamos para sermos reconhecidos e aceitos, expressarmos o que somos e para sabermos quem somos (l. 32-34), por Eles, quantos outros vocábulos obrigatoriamente teriam de ser modificados?

a)

Sete.

b)

Oito.

c)

Nove.

d)

Dez.

e)

Onze.

19-22

O que ela não conhece são sutilezas, sofisticações e irregularidades no uso dessas regras, coisas que só a leitura e o estudo podem lhe dar.

3. (FAURGS – 2016) Assinale a alternativa que apresenta um verbo que NÃO pode substituir o verbo dar (l. 22), pois tal substituição acarretaria erro de regência verbal.

a)

apresentar

b)

entregar

c)

fornecer

d)

proporcionar

e)

obter

Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia preferência sempre terei ciúme.

dele,

4. (FAURGS – 2014) Assinale a alternativa que propõe o preenchimento correto para as lacunas das linhas 54 e 55, na ordem em que aparecem.

a)

à – cuja

b)

a – de cuja

c)

à – de cuja

d)

a – cuja

e)

a – por cuja

5. Assinale a alternativa em que a palavra extraída do texto NÃO apresenta, em sua formação, processo de derivação prefixal.

a)

reequilíbrio (l. 07)

b)

readquiria (l. 26)

c)

reavaliado (l. 29)

d)

reanimar (l. 37)

e)

realmente (l. 40)

6. (FAURGS – 2014) Assinale a alternativa que apresenta um verbo conjugado no presente do
6. (FAURGS – 2014) Assinale a alternativa que apresenta um verbo conjugado no presente do

6. (FAURGS – 2014) Assinale a alternativa que apresenta um verbo conjugado no presente do modo indicativo e um verbo conjugado no presente do modo subjuntivo, respectivamente.

a)

passamos (l. 07) – debruçava (l. 23)

b)

espanta (l. 15) – deitava (l. 28)

c)

poderia (l. 21) – procurava (l. 05)

d)

disse (l. 25) – tinha (l. 18)

e)

tem (l. 08) – chore (l. 15)

“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro.

7. (FAURGS – 2014) Assinale a alternativa que apresenta uma conversão correta dos dois períodos que iniciam o texto para o discurso indireto.

a)

Disse que parar de fumar seria muito fácil e que ele mesmo já parou umas 20 vezes.

b)

Disse que parar de fumar era muito fácil e que eu mesmo já parara umas 20 vezes.

c)

Disse que parar de fumar fora muito fácil e que ele mesmo já parou umas 20 vezes.

d)

Disse que parar de fumar é muito fácil e eu mesmo já parei umas 20 vezes.

e)

Disse que parar de fumar era muito fácil e que ele mesmo já parara umas 20 vezes.

8. (FAURGS – 2014) Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a classificação gramatical correta para as conjunções se (l. 28), portanto (l. 59) e embora (l. 76).

a)

condicional – conclusiva – concessiva

b)

condicional – consecutiva – adversativa

c)

consecutiva – conclusiva – concessiva

d)

consecutiva – adversativa – conclusiva

e)

condicional – conclusiva – adversativa

9. Seriam mantidas a correção gramatical e o sentido original do texto, caso, no trecho “Como lembra Marilena Chaui, a cidadania se define pelos princípios da democracia, significando necessariamente conquista e consolidação social e política” (l. 21),

a)

fosse inserida uma vírgula logo após “significando”.

b)

a vírgula empregada logo após “democracia” fosse substituída por ponto e vírgula.

c)

o trecho “pelos princípios da democracia” fosse isolado por vírgulas.

d)

fosse suprimida a vírgula empregada logo após “Chaui”.

e)

o vocábulo “necessariamente” fosse isolado por vírgulas.

Crase Vai crase 1) À = AO Assistirei à aula do Zambeli. 2) Locuções adverbiais

Crase

Vai crase

1) À = AO Assistirei à aula do Zambeli.

2) Locuções adverbiais Coloquei a venda. / à venda. O cliente pagou a prestação./ à prestação

Não vai crase

1) Palavras Masculinas Estamos aqui a negócios.

2) Antes de Verbos Cássio estava disposto a colaborar.

3) A (singular) + palavra no Plural Maria Tereza enviou uma redação a alunas do curso

9-12

Concluíram que é muito mais fácil parar de fumar, perder peso e fazer exercícios quando a cara-metade também arregaça as mangas e compra (l.12)

briga.

33-36

Para muitos dos homens e mulheres pesquisados, os grupos podem facilitar a adesão

(l. 35)

atividade física regular e converter as caminhadas num novo hábito de vida.

39-41

Quer seja na companhia do parceiro ou de um grupo, fica mais fácil vencer as

resistências e encarar (l.41)

mudança.

10. (FAURGS – 2015) Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 12, 35 e 41.

a)

à – a – a

b)

à – à – a

c)

a – à – à

d)

à – a – à

e)

a – à – a

24-26

Narra e conta através de um alfabeto de sons e pode nos fazer chorar sem que saibamos (l. 26)

36-38

No último concerto (l. 36) compositor (l. 37)

fomos, constava uma obra de Scriabin, um eu nunca tinha ouvido falar.

11. (FAURGS – 2015) Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 26, 36 e 37.

a)

por que – ao qual – que

b)

por quê – à que – do qual

c)

porque – que – que

d)

por que – que – do qual

e)

por quê – ao qual – do qual

12. (FAURGS – 2017) Considere as seguintes afirmações acerca de palavras do texto. I –
12. (FAURGS – 2017) Considere as seguintes afirmações acerca de palavras do texto. I –

12. (FAURGS – 2017) Considere as seguintes afirmações acerca de palavras do texto.

I

– A palavra deficitária (l. 24) é um adjetivo derivado de um substantivo.

[

]

quando essa habilidade é deficitária, ou ineficiente, o déficit pode [

]

II

– A palavra claramente (l. 28) é um advérbio derivado de um adjetivo.

Um bom comunicador é aquele que transmite suas mensagens claramente e com objetividade, [

]

III

– A palavra colocada (l. 30) é um adjetivo derivado de um verbo.

[

]

enriquece, quando bem colocada e bem impostada, o [

]

Quais estão corretas?

a)

Apenas I.

b)

Apenas II.

c)

Apenas III.

d)

Apenas I e II.

e)

I, II e III.

13. (FAURGS – 2017) Considere as afirmações abaixo, sobre a palavra que.

I – o que da linha 22 é um pronome relativo.

Os vilões que sugam nossa energia cerebral são [

]

II – o que da linha 27 é uma conjunção integrante.

[

]

sobretudo nos mais jovens que cresceram [

]

III – o que da linha 29 é um pronome relativo.

[

]

ele defende que a falta de pausas e de tempo [

Quais estão corretas?

a)

Apenas I.

b)

Apenas II.

c)

Apenas III.

d)

Apenas I e II.

e)

I, II e III.

]

14. Na fala, frequentemente, fazemos acréscimos ou supressões de fonemas nas palavras. Tais fatos de pronúncia, contudo, não são registradas na escrita. Todas as palavras abaixo, considerando sua pronúncia na linguagem coloquial, encaixam-se nesse caso, à exceção de:

a)

verdadeira

b)

tampouco

c)

capturado

d)

ficção

e)

balé

Acentuação Palavras que formam outras quando perdem o acento críticas influência público 15. (FAURGS –
Acentuação Palavras que formam outras quando perdem o acento críticas influência público
Acentuação
Palavras que formam
outras quando perdem o
acento
críticas
influência
público

15. (FAURGS – 2017) A palavra cérebro, empregada no texto, é acentuada pela mesma razão do que as seguintes palavras:

I – anatômico – saudável.

II – esquálido – último.

III – saúde – ríspido.

IV – impávido – fenômeno.

Quais estão corretas?

a)

Apenas I e II.

b)

Apenas I e III.

c)

Apenas II e IV.

d)

Apenas III e IV.

e)

Apenas II, III e IV.

DIREITO CONSTITUCIONAL – Prof. André Vieira 17
DIREITO CONSTITUCIONAL – Prof. André Vieira 17

DIREITO CONSTITUCIONAL – Prof. André Vieira

DIREITO CONSTITUCIONAL – Prof. André Vieira 17
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DIREITO PENAL E PROCESSO PENAL – Prof. Joerberth Nunes DIREITO PROCESSUAL PENAL Procedimentos Art. 394
DIREITO PENAL E PROCESSO PENAL – Prof. Joerberth Nunes DIREITO PROCESSUAL PENAL Procedimentos Art. 394

DIREITO PENAL E PROCESSO PENAL – Prof. Joerberth Nunes

DIREITO PROCESSUAL PENAL

Procedimentos

Art. 394 C.P.P

O procedimento será comum ou especial.

§ 1º O procedimento comum será ordinário, sumário ou sumaríssimo.

I – ordinário, quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada for igual ou superior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade;

II – sumário, quando tiver por objeto crime cuja sanção máxima cominada seja inferior a 4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade;

III – sumaríssimo, para as infrações penais de menor potencial ofensivo, na forma da lei.

§ 2º Aplica-se a todos os processos o procedimento comum, salvo disposições em contrário deste Código ou de lei especial.

§ 3º Nos processos de competência do Tribunal do Júri, o procedimento observará as disposições estabelecidas nos arts. 406 a 497 deste Código.

§ 4º As disposições dos arts. 395 a 398 deste Código aplicam-se a todos os procedimentos penais de primeiro grau, ainda que não regulados neste Código.

§ 5º Aplicam-se subsidiariamente aos procedimentos especial, sumário e sumaríssimo as disposições do procedimento ordinário.

Art. 394-A. Os processos que apurem a prática de crime hediondo terão prioridade de tramitação em todas as instâncias.

Art. 396 C.P.P

Nos procedimentos ordinário e sumário, oferecida a denúncia ou queixa, o juiz, se não a rejeitar liminarmente, recebê-la-á e ordenará a citação do acusado para responder à acusação, por escrito, no prazo de 10 (dez) dias.

Parágrafo único. No caso de citação por edital, o prazo para a defesa começará a fluir a partir do comparecimento pessoal do acusado ou do defensor constituído.

Art. 396-A. Na resposta, o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo o que interesse

Art. 396-A. Na resposta, o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo o que interesse à sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário.

§

A exceção será processada em apartado, nos termos dos arts. 95 a 112 deste Código.

§

Não apresentada a resposta no prazo legal, ou se o acusado, citado, não constituir defensor,

o

juiz nomeará defensor para oferecê-la, concedendo-lhe vista dos autos por 10 (dez) dias.

Art. 400 C.P.P

Na audiência de instrução e julgamento, a ser realizada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, proceder-se-á à tomada de declarações do ofendido, à inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa, nesta ordem, ressalvado o disposto no art. 222 deste Código, bem como aos esclarecimentos dos peritos, às acareações e ao reconhecimento de pessoas e coisas, interrogando-se, em seguida, o acusado.

§ 1º As provas serão produzidas numa só audiência, podendo o juiz indeferir as consideradas irrelevantes, impertinentes ou protelatórias.

§ 2º Os esclarecimentos dos peritos dependerão de prévio requerimento das partes.

Art. 403 C.P.P

Não havendo requerimento de diligências, ou sendo indeferido, serão oferecidas alegações finais orais por 20 (vinte) minutos, respectivamente, pela acusação e pela defesa, prorrogáveis por mais 10 (dez), proferindo o juiz, a seguir, sentença.

§ 1º Havendo mais de um acusado, o tempo previsto para a defesa de cada um será individual.

§ 2º Ao assistente do Ministério Público, após a manifestação desse, serão concedidos 10 (dez) minutos, prorrogando-se por igual período o tempo de manifestação da defesa.

§ 3º O juiz poderá, considerada a complexidade do caso ou o número de acusados, conceder às

partes o prazo de 5 (cinco) dias sucessivamente para a apresentação de memoriais. Nesse caso, terá o prazo de 10 (dez) dias para proferir a sentença

Art. 412 C.P.P

O procedimento será concluído no prazo máximo de 90 (noventa) dias.

Art. 413 C.P.P

O juiz, fundamentadamente, pronunciará o acusado, se convencido da materialidade do fato e

da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação.

§ 1º A fundamentação da pronúncia limitar-se-á à indicação da materialidade do fato e da

existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, devendo o juiz declarar o dispositivo legal em que julgar incurso o acusado e especificar as circunstâncias qualificadoras e as causas de aumento de pena.

§ 2º Se o crime for afiançável, o juiz arbitrará o valor da fiança para
§ 2º Se o crime for afiançável, o juiz arbitrará o valor da fiança para

§ 2º Se o crime for afiançável, o juiz arbitrará o valor da fiança para a concessão ou manutenção da liberdade provisória.

§ 3º O juiz decidirá, motivadamente, no caso de manutenção, revogação ou substituição da

prisão ou medida restritiva de liberdade anteriormente decretada e, tratando-se de acusado solto, sobre a necessidade da decretação da prisão ou imposição de quaisquer das medidas previstas no Título IX do Livro I deste Código.

Art. 414 C.P.P

Não se convencendo da materialidade do fato ou da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, o juiz, fundamentadamente, impronunciará o acusado.

Parágrafo único. Enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade, poderá ser formulada nova denúncia ou queixa se houver prova nova

Art. 415 C.P.P

O juiz, fundamentadamente, absolverá desde logo o acusado, quando:

I – provada a inexistência do fato;

II – provado não ser ele autor ou partícipe do fato;

III – o fato não constituir infração penal;

IV – demonstrada causa de isenção de pena ou de exclusão do crime.

Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV do caput deste artigo ao caso de inimputabilidade prevista no caput do art. 26 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, salvo quando esta for a única tese defensiva.

Art. 419 C.P.P

Quando o juiz se convencer, em discordância com a acusação, da existência de crime diverso

dos referidos no § 1º do art. 74 deste Código e não for competente para o julgamento, remeterá

os autos ao juiz que o seja.

Parágrafo único. Remetidos os autos do processo a outro juiz, à disposição deste ficará o acusado preso.

Art. 433 C.P.P

O sorteio, presidido pelo juiz, far-se-á a portas abertas, cabendo-lhe retirar as cédulas até

completar o número de 25 (vinte e cinco) jurados, para a reunião periódica ou extraordinária.

§ 1º O sorteio será realizado entre o 15º (décimo quinto) e o 10o (décimo) dia útil antecedente

à instalação da reunião.

§ 2º A audiência de sorteio não será adiada pelo não comparecimento das partes.

§ 3º O jurado não sorteado poderá ter o seu nome novamente incluído para as reuniões futuras.

Art. 463 C.P.P Comparecendo, pelo menos, 15 (quinze) jurados, o juiz presidente declarará instalados os

Art. 463 C.P.P

Comparecendo, pelo menos, 15 (quinze) jurados, o juiz presidente declarará instalados os trabalhos, anunciando o processo que será submetido a julgamento.

§ 1º O oficial de justiça fará o pregão, certificando a diligência nos autos.

§ 2º Os jurados excluídos por impedimento ou suspeição serão computados para a constituição do número legal.

Art. 467 C.P.P

Verificando que se encontram na urna as cédulas relativas aos jurados presentes, o juiz presidente sorteará 7 (sete) dentre eles para a formação do Conselho de Sentença.

Art. 468 C.P.P

À medida que as cédulas forem sendo retiradas da urna, o juiz presidente as lerá, e a defesa e,

depois dela, o Ministério Público poderão recusar os jurados sorteados, até 3 (três) cada parte, sem motivar a recusa.

Parágrafo único. O jurado recusado imotivadamente por qualquer das partes será excluído daquela sessão de instrução e julgamento, prosseguindo-se o sorteio para a composição do Conselho de Sentença com os jurados remanescentes.

Art. 473 C.P.P

Prestado o compromisso pelos jurados, será iniciada a instrução plenária quando o juiz presidente, o Ministério Público, o assistente, o querelante e o defensor do acusado tomarão, sucessiva e diretamente, as declarações do ofendido, se possível, e inquirirão as testemunhas arroladas pela acusação.

§ 1º Para a inquirição das testemunhas arroladas pela defesa, o defensor do acusado formulará as perguntas antes do Ministério Público e do assistente, mantidos no mais a ordem e os critérios estabelecidos neste artigo.

§ 2º Os jurados poderão formular perguntas ao ofendido e às testemunhas, por intermédio do juiz presidente.

§

e

provas colhidas por carta precatória e às provas cautelares, antecipadas ou não repetíveis.

As partes e os jurados poderão requerer acareações, reconhecimento de pessoas e coisas

esclarecimento dos peritos, bem como a leitura de peças que se refiram, exclusivamente, às

Art. 474 C.P.P

A seguir será o acusado interrogado, se estiver presente, na forma estabelecida no Capítulo III

do Título VII do Livro I deste Código, com as alterações introduzidas nesta Seção.

§ 1º O Ministério Público, o assistente, o querelante e o defensor, nessa ordem, poderão
§ 1º O Ministério Público, o assistente, o querelante e o defensor, nessa ordem, poderão

§ 1º O Ministério Público, o assistente, o querelante e o defensor, nessa ordem, poderão formular, diretamente, perguntas ao acusado.

§ 2º Os jurados formularão perguntas por intermédio do juiz presidente.

§ 3º Não se permitirá o uso de algemas no acusado durante o período em que permanecer no

plenário do júri, salvo se absolutamente necessário à ordem dos trabalhos, à segurança das testemunhas ou à garantia da integridade física dos presentes.

Art. 476 C.P.P

Encerrada a instrução, será concedida a palavra ao Ministério Público, que fará a acusação, nos limites da pronúncia ou das decisões posteriores que julgaram admissível a acusação, sustentando, se for o caso, a existência de circunstância agravante.

§ 1º O assistente falará depois do Ministério Público.

§ 2º Tratando-se de ação penal de iniciativa privada, falará em primeiro lugar o querelante e, em seguida, o Ministério Público, salvo se este houver retomado a titularidade da ação, na forma do art. 29 deste Código.

§ 3º Finda a acusação, terá a palavra a defesa.

§ 4º A acusação poderá replicar e a defesa treplicar, sendo admitida a reinquirição de testemunha já ouvida em plenário.

Prisão e liberdade provisória

Art. 302 C.P.P

Considera-se em flagrante delito quem:

I – está cometendo a infração penal;

II – acaba de cometê-la;

III – é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em

situação que faça presumir ser autor da infração;

IV – é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam

presumir ser ele autor da infração

Art. 306 C.P.P

A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.

§ 1º Em até 24 (vinte e quatro) horas após a realização da prisão, será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante e, caso o autuado não informe o nome de seu advogado, cópia integral para a Defensoria Pública.

§ 2º No mesmo prazo, será entregue ao preso, mediante recibo, a nota de culpa,

§ 2º No mesmo prazo, será entregue ao preso, mediante recibo, a nota de culpa, assinada pela autoridade, com o motivo da prisão, o nome do condutor e os das testemunhas.

Art. 310 C.P.P

Ao receber o auto de prisão em flagrante, o juiz deverá fundamentadamente:

I – relaxar a prisão ilegal; ou

II – converter a prisão em flagrante em preventiva, quando presentes os requisitos constantes

do art. 312 deste Código, e se revelarem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão; ou

III – conceder liberdade provisória, com ou sem fiança.

Parágrafo único. Se o juiz verificar, pelo auto de prisão em flagrante, que o agente praticou o fato nas condições constantes dos incisos I a III do caput do art. 23 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, poderá, fundamentadamente, conceder ao acusado liberdade provisória, mediante termo de comparecimento a todos os atos processuais, sob pena de revogação.

Art. 311 C.P.P

Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz, de ofício, se no curso da ação penal, ou a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por representação da autoridade policial.

Art. 312 C.P.P

A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem

econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.

Parágrafo único. A prisão preventiva também poderá ser decretada em caso de descumprimento

de qualquer das obrigações impostas por força de outras medidas cautelares (art. 282, § 4º).

Art. 313 C.P.P

Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:

I – nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos;

II – se tiver sido condenado por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado,

ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. 64 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro

de

1940 – Código Penal;

III

se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente,

idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;

IV – (Revogado pela Lei nº 12.403, de 2011). Parágrafo único. Também será admitida a
IV – (Revogado pela Lei nº 12.403, de 2011). Parágrafo único. Também será admitida a

IV – (Revogado pela Lei nº 12.403, de 2011).

Parágrafo único. Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê- la, devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação, salvo se outra hipótese recomendar a manutenção da medida.

Art. 322 C.P.P

A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa

de liberdade máxima não seja superior a 4 (quatro) anos.

Parágrafo único. Nos demais casos, a fiança será requerida ao juiz, que decidirá em 48 (quarenta

e oito) horas.

Art. 325 C.P.P

O valor da fiança será fixado pela autoridade que a conceder nos seguintes limites:

I – de 1 (um) a 100 (cem) salários mínimos, quando se tratar de infração cuja pena privativa de liberdade, no grau máximo, não for superior a 4 (quatro) anos;

II – de 10 (dez) a 200 (duzentos) salários mínimos, quando o máximo da pena privativa de liberdade cominada for superior a 4 (quatro) anos.

§ 1º Se assim recomendar a situação econômica do preso, a fiança poderá ser:

I – dispensada, na forma do art. 350 deste Código;

II – reduzida até o máximo de 2/3 (dois terços); ou

III – aumentada em até 1.000 (mil) vezes.

Art. 473 C.P.P

Prestado o compromisso pelos jurados, será iniciada a instrução plenária quando o juiz presidente, o Ministério Público, o assistente, o querelante e o defensor do acusado tomarão, sucessiva e diretamente, as declarações do ofendido, se possível, e inquirirão as testemunhas arroladas pela acusação.

§ 1º Para a inquirição das testemunhas arroladas pela defesa, o defensor do acusado formulará as perguntas antes do Ministério Público e do assistente, mantidos no mais a ordem e os critérios estabelecidos neste artigo.

§ 2º Os jurados poderão formular perguntas ao ofendido e às testemunhas, por intermédio do juiz presidente.

§

e

provas colhidas por carta precatória e às provas cautelares, antecipadas ou não repetíveis.

As partes e os jurados poderão requerer acareações, reconhecimento de pessoas e coisas

esclarecimento dos peritos, bem como a leitura de peças que se refiram, exclusivamente, às

Art. 474 C.P.P A seguir será o acusado interrogado, se estiver presente, na forma estabelecida

Art. 474 C.P.P

A seguir será o acusado interrogado, se estiver presente, na forma estabelecida no Capítulo III do Título VII do Livro I deste Código, com as alterações introduzidas nesta Seção.

§ 1º O Ministério Público, o assistente, o querelante e o defensor, nessa ordem, poderão formular, diretamente, perguntas ao acusado.

§ 2º Os jurados formularão perguntas por intermédio do juiz presidente.

§ 3º Não se permitirá o uso de algemas no acusado durante o período em que permanecer no

plenário do júri, salvo se absolutamente necessário à ordem dos trabalhos, à segurança das testemunhas ou à garantia da integridade física dos presentes.

Art. 312 C.P.

DIREITO PENAL

Peculato

Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:

Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.

§ 1º Aplica-se a mesma pena, se o funcionário público, embora não tendo a posse do dinheiro,

valor ou bem, o subtrai, ou concorre para que seja subtraído, em proveito próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe proporciona a qualidade de funcionário.

Peculato culposo

§ 2º Se o funcionário concorre culposamente para o crime de outrem:

Pena – detenção, de três meses a um ano.

§ 3º No caso do parágrafo anterior, a reparação do dano, se precede à sentença irrecorrível, extingue a punibilidade; se lhe é posterior, reduz de metade a pena imposta.

Art. 316 C.P.

Concussão

Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida:

Pena – reclusão, de dois a oito anos, e multa.

Excesso de exação § 1º Se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe
Excesso de exação § 1º Se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe

Excesso de exação

§ 1º Se o funcionário exige tributo ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido, ou, quando devido, emprega na cobrança meio vexatório ou gravoso, que a lei não autoriza:

Pena – reclusão, de 3 (três) a 8 (oito) anos, e multa.

§ 2º Se o funcionário desvia, em proveito próprio ou de outrem, o que recebeu indevidamente para recolher aos cofres públicos:

Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.

Art. 317 C.P.

Corrupção passiva

Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.

§ 1º A pena é aumentada de um terço, se, em conseqüência da vantagem ou promessa, o

funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional.

§ 2º Se o funcionário pratica, deixa de praticar ou retarda ato de ofício, com infração de dever funcional, cedendo a pedido ou influência de outrem:

Pena – detenção, de três meses a um ano, ou multa.

Art. 325 C.P.

Violação de sigilo funcional

Art. 325. Revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação:

Pena – detenção, de seis meses a dois anos, ou multa, se o fato não constitui crime mais grave.

§ 1º Nas mesmas penas deste artigo incorre quem:

I – permite ou facilita, mediante atribuição, fornecimento e empréstimo de senha ou qualquer outra forma, o acesso de pessoas não autorizadas a sistemas de informações ou banco de dados da Administração Pública;

II – se utiliza, indevidamente, do acesso restrito.

§ 2º Se da ação ou omissão resulta dano à Administração Pública ou a outrem:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa.

Art. 327 C.P. Funcionário público Art. 327. Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem,

Art. 327 C.P.

Funcionário público

Art. 327. Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.

§ 1º Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade

paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.

§ 2º A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste

Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público

DIREITO ADMINISTRATIVO E ESTATUTO – Profª Tatiana Marcello 1. CONSIDERAÇÕES SOBRE AS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS
DIREITO ADMINISTRATIVO E ESTATUTO – Profª Tatiana Marcello 1. CONSIDERAÇÕES SOBRE AS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS

DIREITO ADMINISTRATIVO E ESTATUTO – Profª Tatiana Marcello

1. CONSIDERAÇÕES SOBRE AS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS

1.1. Princípios Constitucionais aplicáveis à Administração Pública

• Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União,
• Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos
Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade,
publicidade e eficiência
LIMPE
Legalidade
Impessoalidade
Moralidade
Publicidade
Eficiência

1.2. Cargos, empregos e funções públicas

São acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei;

1.3. Exigência de concurso público

A regra é que a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração.

SERVIDOR EMPREGADO Público Público CARGO EMPREGO Cargo Cargo em Efetivo Comissão concurso concurso concurso
SERVIDOR EMPREGADO Público Público CARGO EMPREGO Cargo Cargo em Efetivo Comissão concurso concurso concurso
SERVIDOR
EMPREGADO
Público
Público
CARGO
EMPREGO
Cargo
Cargo em
Efetivo
Comissão
concurso
concurso
concurso
Criação e extinção do cargo público Criação Lei Cargo Público Lei (se ocupado) extinção Decreto
Criação e extinção do cargo público
Criação
Lei
Cargo Público
Lei
(se ocupado)
extinção
Decreto
Autônomo
(se vago)

1.4. Prazo de validade do concurso

O prazo de validade do concurso público será de até 2 anos, prorrogável uma vez, por igual período.

1.5. Direito à livre associação sindical

É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical, regra aplicável apenas ao servidores públicos civis, já que a CF veda a aplicação aos militares (art. 142, § 3º, IV, CF).

1.6. Direito de greve O direito de greve será exercido nos termos e nos limites
1.6. Direito de greve O direito de greve será exercido nos termos e nos limites

1.6. Direito de greve

O direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica; porém,

ainda não regulamentação legal, o que fez com que o STF decidisse pela aplicação da lei que regulamenta o direito de greve do empregado na iniciativa privada (Lei nº 7783/89).

1.7. Mandato eletivo

Mandato eletivo • Ao servidor da administração direta, autárquica e fundacional, investido em mandato eletivo,
Mandato eletivo
• Ao servidor da administração direta, autárquica e fundacional, investido em mandato
eletivo, aplicam-se as seguintes disposições:
Ømandato federal, estadual ou
distrital
üficará afastado do cargo, recebendo $ do mandato.
Ømandato de Prefeito
üserá afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar pela
remuneração do cargo ou a do mandato;
Ømandato de vereador:
ü havendo compatibilidade de horários, perceberá a
remuneração do cargo + a do mandato (acumulará);
ünão havendo compatibilidade de horários, será
afastado e poderá optar pela remuneração do cargo ou a
do mandato (regra do Prefeito).

1.8. Estabilidade

São estáveis após 3 anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público + avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. Portanto, são requisitos para aquisição da estabilidade:

a) aprovação em concurso público;

b) nomeação para cargo público efetivo;

c) 3 anos de efetivo exercício;

d) avaliação especial de desempenho.

A estabilidade é a garantia de permanência do servidor no serviço público, mas não é absoluta,

sendo que a própria CF prevê que o servidor público estável perderá o cargo:

I – em virtude de sentença judicial transitada em julgado;

II – mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa;

III – mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.

Também poderá perder o cargo em caso de despesa de pessoal acima dos limites legais

Também poderá perder o cargo em caso de despesa de pessoal acima dos limites legais (art. 169, CF). A Lei complementar n. 101/200 (Lei de Responsabilidade Fiscal) estabelece que o limite de despesa com pessoal da União é de 50% da receita líquida, enquanto dos Estados e Municípios é de 60%. Ultrapassados esses limites, o ente deverá tomar as seguintes providências:

a) reduzir em pelo menos 20% as despesas com cargos em comissão e funções de confiança;

b) exoneração dos servidores não estáveis;

c) se ainda assim ficar fora dos limites legais, o servidor estável poderá perder o cargo.

2. CONSIDERAÇÕES SOBRE A LEI Nº 10.098/94 (Estatuto)

2.1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Servidor – pessoa legalmente investida em cargo público.

Cargo público – conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a um servidor, mediante retribuição pecuniária paga pelos cofres públicos.

Requisitos para ingresso no serviço público:

I – possuir a nacionalidade brasileira;

II – estar quite com as obrigações militares e eleitorais;

III – ter idade mínima de 18 anos;

IV – possuir aptidão física e mental;

V – estar em gozo dos direitos políticos;

VI – ter atendido às condições prescritas para o cargo.

Cargo Público Não são de carreira Carreira (regra) Isolado(exceção) Preferencialmen te para Efetivo Comissão
Cargo Público
Não são
de carreira
Carreira (regra)
Isolado(exceção)
Preferencialmen
te para
Efetivo
Comissão
servidores
efetivos
Promoções
grau a grau
Concurso Público
(provas ou provas e títulos)
Livre nomeação e exoneração
(assistência, chefia e
assessoramento)
Merecimento e
Antiguidade
Sem
Alternadamente
Estabilidade
estabilidade
Cargos públicos: • Art. 4º - Os cargos públicos estaduais, acessíveis a todos os brasileiros
Cargos públicos: • Art. 4º - Os cargos públicos estaduais, acessíveis a todos os brasileiros
Cargos públicos: • Art. 4º - Os cargos públicos estaduais, acessíveis a todos os brasileiros
Cargos públicos:
• Art. 4º - Os cargos públicos estaduais, acessíveis a todos os brasileiros que
preencham os requisitos legais para a investidura e aos estrangeiros na forma da Lei
Complementar, são de provimento efetivo e em comissão.
-
organizados em carreira.
§
Os
cargos em comissão, de
livre nomeação
e exoneração, não
serão
§ 2º - Os cargos em comissão, preferencialmente, e as funções gratificadas, com
atribuições definidas de chefia, assistência e assessoramento, serão exercidos por
servidores do quadro permanente, ocupantes de cargos técnicos ou profissionais,
nos casos e condições previstos em lei.
• Art. 5º - Os cargos de provimento efetivo serão organizados em carreira, com
promoções de grau a grau, mediante aplicação de critérios alternados de
merecimento e antigüidade.
Parágrafo único - Poderão ser criados cargos isolados quando o número não
comportar a organização em carreira.

2.2. PROVIMENTO

Provimento é o ato administrativo pelo qual a pessoa física vincula-se à Administração Pública ou a um novo cargo, para prestação de um serviço.

Importante: A investidura em cargo público ocorrerá com a posse.

Formas de provimento de cargo público: NAR4

Nomeação

Aproveitamento

Readaptação

Reversão

Reintegração

Recondução

2.2.1. Nomeação

Nomeação é forma originária de provimento de cargo público por pessoa física e pode ser:

a) Nomeação em caráter efetivo – quando se tratar de candidato aprovado em concurso público para provimento em cargo efetivo de carreira ou isolado;

b) Nomeação em comissão – quando se tratar de cargo de confiança (de livre nomeação e exoneração).

Concurso Público – será de provas ou de provas e títulos. Validade de até 2 anos, prorrogáveis uma única vez, por igual período, no interesse da Administração.

Posse – Posse é a aceitação expressa do cargo. que dar-se-á pela assinatura do respectivo

Posse – Posse é a aceitação expressa do cargo. que dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no prazo de 15 dias contados da nomeação, prorrogável por igual período a pedido do interessado. Não tomando posso no prazo, será tornado sem efeito a nomeação. A posse poderá dar-se mediante procuração específica.

Exercício – é o efetivo desempenho das atribuições do cargo. O servidor deverá entrar em exercício em até 30 dias contados da posse, sob pena de tornar-se sem efeito sua nomeação.

Estágio Probatório – segundo expresso no Estatuto, será de 2 (dois) anos. Porém, esse prazo é considerado inconstitucional pelo STF, já que período de estágio probatório deve ser o mesmo para adquirir a estabilidade, que de acordo com a CF é de 3 anos.

Estabilidade (3 anos) – Aprovado no estágio probatório, o servidor adquirirá estabilidade e só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou de processo administrativo no qual lhe seja assegurada ampla defesa.

15 dias Até 30 dias (+ 15) 3 anos “PERDA” Estágio Estabilida Concurso Nomeação Posse
15 dias
Até 30 dias
(+ 15)
3 anos
“PERDA”
Estágio
Estabilida
Concurso
Nomeação
Posse
Exercício
Promoção
Probatório
de

2.3. REGIME DISCIPLINAR

Art. 177. São deveres do servidor:

I – ser assíduo e pontual ao serviço;

II – tratar com urbanidade as partes, atendendo-as sem preferências pessoais;

III – desempenhar com zelo e presteza os encargos que lhe forem incumbidos, dentro de suas atribuições;

IV – ser leal às instituições a que servir;

V – observar as normas legais e regulamentares;

VI – cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais;

VII – manter conduta compatível com a moralidade administrativa; VIII – atender com presteza: a)
VII – manter conduta compatível com a moralidade administrativa; VIII – atender com presteza: a)

VII – manter conduta compatível com a moralidade administrativa;

VIII – atender com presteza:

a) o público em geral, prestando as informações requeridas que estiverem a seu alcance,

ressalvadas as protegidas por sigilo;

b) à expedição de certidões requeridas, para defesa de direito ou esclarecimento de situações

de interesse pessoal;

c) às requisições para defesa da Fazenda Pública;

IX – representar ou levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que

tiver conhecimento, no órgão em que servir, em razão das atribuições do seu cargo;

X – zelar pela economia do material que lhe for confiado e pela conservação do patrimônio público;

XI – observar as normas de segurança e medicina do trabalho estabelecidas, bem como o uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual (EPI) que lhe forem confiados;

XII – providenciar para que esteja sempre em dia no seu assentamento individual, seu

endereço residencial e sua declaração de família;

XIII – manter espírito de cooperação com os colegas de trabalho;

XIV – representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder.

Será considerado como co-autor o superior hierárquico que, recebendo denúncia ou representação a respeito de irregularidades no serviço ou de falta cometida por servidor, seu subordinado, deixar de tomar as providências necessárias a sua apuração.

Art. 178. Ao servidor é proibido:

I – referir-se, de modo depreciativo, em informação, parecer ou despacho, às autoridades e a atos da administração pública estadual, podendo, porém, em trabalho assinado, criticá-los do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço;

II – retirar, modificar ou substituir, sem prévia permissão da autoridade competente, qualquer documento ou objeto existente na repartição;

III – ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato;

IV – ingerir bebidas alcoólicas durante o horário de trabalho ou drogar-se, bem como

apresentar-se em estado de embriaguez ou drogado ao serviço;

V – atender pessoas na repartição para tratar de interesses particulares, em prejuízo de suas

atividades;

VI – participar de atos de sabotagem contra o serviço público;

VII – entregar-se a atividades político-partidárias nas horas e locais de trabalho;

VIII – opor resistência Injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço;

IX – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição; X – exercer

IX – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição;

X – exercer ou permitir que subordinado seu exerça atribuições diferentes das definidas em

lei ou regulamento como próprias do cargo ou função, ressalvados os encargos de chefia e as

comissões legais;

XI – celebrar contrato de natureza comercial, industrial ou civil de caráter oneroso, com o

Estado, por si ou como representante de outrem;

XII – participar de gerência ou administração de empresa privada, de sociedade civil ou exercer

comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário, salvo quando se tratar de função de confiança de empresa, da qual participe o Estado, caso em que o servidor será considerado como exercendo cargo em comissão;

XIII – exercer, mesmo fora do horário de expediente, emprego ou função em empresa,

estabelecimento ou instituição que tenha relações industriais com o Estado em matéria que se relacione com a finalidade da repartição em que esteja lotado;

XIV

– manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge ou parente

até

o segundo grau civil, ressalvado o disposto no artigo 267;

XV

– cometer, a pessoas estranhas à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho

de encargos que competirem a si ou a seus subordinados;

XVI – coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se à associação profissional ou

sindical, ou com objetivos político-partidários;

XVII – utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em atividades particulares ou

políticas;

XVIII – praticar usura, sob qualquer das suas formas;

XIX – aceitar representação, comissão, emprego ou pensão de país estrangeiro;

XX – valer-se do cargo ou função para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da

dignidade do serviço público;

XXI – atuar, como procurador, ou intermediário junto a repartição pública, salvo quando

se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau e do cônjuge;

XXII – receber propinas, comissões, presentes ou vantagens de qualquer espécie, em razão de

suas atribuições;

XXIII – valer-se da condição de servidor para desempenhar atividades estranhas às suas funções ou para lograr, direta ou indiretamente, qualquer proveito;

XXIV – proceder de forma desidiosa;

XXV – exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou

função e com o horário de trabalho.

Responsabilidades • O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas
Responsabilidades • O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas
Responsabilidades • O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas
Responsabilidades
• O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de
suas atribuições.
Responsabilidade Civil
Prejuízo (por culpa ou dolo)
Responsabilidade Penal
Crime ou Contravenção
Responsabilidade Administrativa
Deveres e Proibições
• As sanções civis, penais e administrativas poderão cumular-se, sendo as esferas
independentes entre si.
Ø Cumulação – poderá ser condenado em todas as esferas
Ex.: servidor que frauda licitação, gerando dano ao erário:
üresponderá civilmente tendo que ressarcir $ o erário;
üresponderá administrativamente com a pena de demissão;
üresponderá penalmente pelo crime.
MATEMÁTICA – Prof. Dudan # DICA 1 # NAS QUESTÕES DE TEORIA DOS CONJUNTOS LEMBREM-SE

MATEMÁTICA – Prof. Dudan

# DICA 1 #

NAS QUESTÕES DE TEORIA DOS CONJUNTOS LEMBREM-SE DA DIFERENÇA ENTRE O CONJUNTO INTEGRAL (GOSTAR DE A) E O EXCLUSIVO (GOSTAR APENAS DE A).

ALÉM DISSO A INTERSECÇÃO É O EXCEDENTE CRIADO QUANDO SOMAMOS TODOS OS CONJUNTOS INTEGRAIS.

CRIADO QUANDO SOMAMOS TODOS OS CONJUNTOS INTEGRAIS. Com três conjuntos temos: Além disso quando somarmos os

Com três conjuntos temos:

TODOS OS CONJUNTOS INTEGRAIS. Com três conjuntos temos: Além disso quando somarmos os três conjuntos integrais

Além disso quando somarmos os três conjuntos integrais teremos um excedente que é resultado de: d + e + f + 2g

# DICA 2 # NA INTERPRETAÇÃO DE PROBLEMAS E USO DAS FRAÇÕES, LEMBRAR QUE UMA
# DICA 2 # NA INTERPRETAÇÃO DE PROBLEMAS E USO DAS FRAÇÕES, LEMBRAR QUE UMA

# DICA 2 #

NA INTERPRETAÇÃO DE PROBLEMAS E USO DAS FRAÇÕES, LEMBRAR QUE UMA FRAÇÃO INDICA UMA PROPORÇÃO E TRABALHAR COM A IDEIA DE COMPLEMENTAÇÃO.

SE GASTO 3/7 DO MEU SALÁRIO LOGO RESTARÃO OUTROS 4/7 DO MEU SALÁRIO.

# DICA 3 #

LEMBRAR DAS PRINCIPAIS PROPRIEDADES DE POTÊNCIAS

I. Produto de Potências de Mesma Base

A 3 . A 5 = A 3 + 5 = A 8 → mantém a base e soma os expoentes

II. Divisão de Potências de Mesma Base

5

A

A 3 = A 53 = A 2 → mantém a base e subtrai os expoentes

III. Potência de Potência

(A 2 ) 3 = A 2.3 = A 6 → mantém a base e multiplica os expoentes

# DICA 4 #

NA REGRA DE TRÊS COMPOSTA MUITO CUIDADO COM A PERGUNTA QUE SE FAZ DA COLUNA COMPLETA PARA A COLUNA DO “X” E LEMBRE QUE O SINAL COLOCADO EM CADA COLUNA INDICA QUEM FICA NO NUMERADOR.

Exemplo:

O professor Mateus Silveira estava digitando o material para suas incríveis aulas para a turma do concurso TJ-RS e percebeu que digitava 30 linhas em 2,5 minutos num ritmo constante e errava 5 vezes a digitação nesse intervalo de tempo.

Sabe-se que o numero de erros é proporcional ao tempo gasto na digitação.

Assim com o objetivo de diminuir o total de erros para 4, se ele for digitar 120 linhas com velocidade 20% inferior ele precisará de um tempo igual a .

a)

300 segundos.

b)

400 segundos.

c)

500 segundos.

d)

580 segundos.

e)

600 segundos.

RESOLUÇÃO: Inicialmente organizaremos as colunas nas mesmas unidades de medida, portanto, usaremos o tempo em

RESOLUÇÃO:

Inicialmente organizaremos as colunas nas mesmas unidades de medida, portanto, usaremos o tempo em segundos lembrando que 2,5 minutos = 2,5 x 60 segundos, logo 150 segundos.

Assim:

linhas

t (seg)

erros

Velocidade (%)

 30

 150

 5

  100

 120

  x

 4

   80

Agora temos que fazer as perguntas pra coluna do x:

Se 30 linhas precisam de 150 segundos para serem digitadas, 120 linhas gastarão MAIS ou MENOS tempo?

RESPOSTA: MAIS tempo.

Se 5 erros são cometidos em 150 segundos de digitação, 4 erros seriam cometidos em MAIS ou MENOS tempo?

RESPOSTA: MENOS tempo.

Se com velocidade de 100% a digitação é feita em 150 segundos, com velocidade reduzida em 20% gastaríamos MAIS ou MENOS tempo?

RESPOSTA: MAIS tempo.

Agora colocamos os sinais nas colunas e montamos a equação.

 +

+

linhas

t (seg)

erros

Velocidade (%)

 30

 150

 5

  100

 120

  x

 4

   80

Assim basta colocar no numerador o valor que respeita o sinal colocado na coluna completa:

Sinal de + , coloca-se o MAIOR , sinal de – , coloca-se o MENOR valor.

colocado na coluna completa: Sinal de + , coloca-se o MAIOR , sinal de – ,

Alternativa E

DIREITO CIVIL – Prof. Fidel Ribeiro LEI DE INTRODUÇÃO ÀS NORMAS DO DIREITO BRASILEIRO (LINDB)
DIREITO CIVIL – Prof. Fidel Ribeiro LEI DE INTRODUÇÃO ÀS NORMAS DO DIREITO BRASILEIRO (LINDB)

DIREITO CIVIL – Prof. Fidel Ribeiro

LEI DE INTRODUÇÃO ÀS NORMAS DO DIREITO BRASILEIRO (LINDB)

Lei geral, aplicável a todas as normas. (Dto Público e Dto Privado)

Originariamente, chamava-se de Lei de Introdução ao Código Civil (nomenclatura alterada para LINDB em 2010, pela Lei 12.376/10)

Contém “normas que normatizam outras normas”.

3ª Contém “normas que normatizam outras normas”. VIGÊNCIA DAS NORMAS Art. 1º Salvo disposição

VIGÊNCIA DAS NORMAS

Art. 1º Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada.

LEI POSTERIOR → revogação expressa / tácita (regule inteiramente a matéria / for incompatível)

§ 2º A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

OBRIGATORIEDADE DAS LEIS Art. 3º Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não

OBRIGATORIEDADE DAS LEIS

Art. 3º Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.

PREENCHIMENTO DAS LACUNAS → INTEGRAÇÃO DAS NORMAS

Art. 4º Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito.

INTERPRETAÇÃO DAS NORMAS

Art. 5º Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum.

ATO JURÍDICO PERFEITO, DIREITO ADQUIRIDO E COISA JULGADA

Art. 6º A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. (Redação dada pela Lei nº 3.238, de 1957)

APLICAÇÃO DE LEI ESTRANGEIRA → PROVA DO DIREITO

SENTENÇA ESTRANGEIRA

LINDB (homologação pelo STF)

X

CF (HOMOLOGAÇÃO PELO STJ)

PESSOAS NATURAIS → teoria natalista x teoria concepcionista

Personalidade (aptidão para contrair direitos e deveres) → Nascimento com vida

CAPACIDADE DE DIREITO X CAPACIDADE DE EXERCÍCIO (FATO) CC, Art. 1º : Toda pessoa é
CAPACIDADE DE DIREITO X CAPACIDADE DE EXERCÍCIO (FATO) CC, Art. 1º : Toda pessoa é

CAPACIDADE DE DIREITO X CAPACIDADE DE EXERCÍCIO (FATO)

CC, Art. 1º : Toda pessoa é capaz de direitos e deveres na ordem civil.

ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA → alterou as regras sobre capacidade

Ausência → não altera a capacidade

Emancipação → põe fim à incapacidade

a capacidade Emancipação → põe fim à incapacidade TÉRMINO DE EXISTÊNCIA DA PESSOA NATURAL → morte

TÉRMINO DE EXISTÊNCIA DA PESSOA NATURAL → morte

Ausência → não!

Morte Presumida → sim! (c/ ou s/ declaração de ausência)

MORTE PRESUMIDA

S/ declaração de ausência →

1. extremamente provável e estava em perigo de vida;

2. desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos após o término da guerra

C/ declaração de ausência → casos que a Lei autoriza a abertura da sucessão definitiva

C/ declaração de ausência → casos que a Lei autoriza a abertura da sucessão definitiva (10 anos depois da abertura da sucessão provisória)

ESTADO → Soma das qualificações da pessoa aptas a produzir efeitos jurídicos.

Ações de estado:

→ Imprescritíveis

→ DECLARATÓRIAS, ex tunc (paternidade) X CONSTITUTIVAS, ex nunc (divórcio)

DIREITOS DE PERSONALIDADE

Direitos Existenciais X Direitos Patrimoniais

1: com base nisso, o STF decidiu pela impossibilidade da prisão civil do depositário infiel (Informativo 531, STF), e não só por causa do Pacto de San José.

2: súmula 364 do STJ (impenhorabilidade do bem de família de pessoa solteira – “mínimo existencial”).

CARACTERÍSTICAS DOS DIREITOS DE PERSONALIDADE:

absolutos (são indissociáveis da pessoa e oponíveis contra todos)

vitalícios (a pessoa permanecerá para sempre com ela)

intransmissíveis (em regra, são indisponíveis)

irrenunciáveis (ninguém pode renunciar, por exemplo, ao direito de ter um pai, ou de ter nome)

inexpropriáveis (os direitos de personalidade não podem ser objeto, por exemplo, de penhora)

imprescritíveis (podem ser exercidos a qualquer tempo. Os efeitos patrimoniais, deles decorrentes, por sua vez, estão sujeitos à prescrição).

Súmula 149, STF: É imprescritível a ação de investigação de paternidade, mas não o é a de petição de herança.

IMPORTANTE → Direitos de personalidade são aplicáveis às Pessoas Jurídicas, no que forem cabíveis.

DIREITO AO NOME direito ao nome → prenome + sobrenome pseudônimo → proteção para fins
DIREITO AO NOME direito ao nome → prenome + sobrenome pseudônimo → proteção para fins

DIREITO AO NOME

direito ao nome → prenome + sobrenome

pseudônimo → proteção para fins lícitos

DISPOSIÇÃO DO PRÓPRIO CORPO

Art. 13. Salvo por exigência médica, é defeso o ato de disposição do próprio corpo, quando importar diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os bons costumes.

→ mudança de sexo

→ transplante

→ disposição após a morte

PESSOAS JURÍDICAS

→ Dto. Público (interno ou externo) ou Privado

Pj de Dto Público Interno c/ estrutura de Dto. Privado → regras do CC

INÍCIO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DAS PJs

Dto. Privado → inscrição do ato constitutivo no registro

Dto. Público(c/ estrutura de Dto Público) → LEI

EMPRESÁRIO INDIVIDUAL: não é PJ

ASSOCIAÇÕES → união de pessoas sem fins econômicos

1.

igualdade de direitos dos associados, mas podem haver “categorias” diferentes.

2.

exclusão de associado: justa causa + direito de defesa e recurso

3.

destituir administradores e alterar estatuto → competências privativas da assembléia geral (especialmente convocada para tal finalidade)

4.

dissolução da associação e patrimônio remanescente → vedada a “partilha”, permitida a restituição das contribuições.

FUNDAÇÕES → “consistem em complexos de bens dedicados à consecução de certos fins e,

para esse efeito, dotados de personalidade”

1. instituídas por escritura pública ou testamento

2. “veladas pelo MPE”

3. mais de um estado → MPE de cada um

4. bens insuficientes → destinados à outra Fundação, se não dispuser de outro modo o

4. bens insuficientes → destinados à outra Fundação, se não dispuser de outro modo o instituidor.

BENS

Privados (regra) x Públicos (exceção)

Art. 98. São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno; todos os outros são particulares, seja qual for a pessoa a que pertencerem.

USO COMUM

USO ESPECIAL

DOMINICAIS

PRESCRIÇÃO X DECADÊNCIA

Prescrição → perda do direito de reparação de uma violação pela inércia

a prescrição sempre deriva da Lei

não há “prescrição convencional”, apenas legal

o nascimento da pretensão dá-se a partir da violação de um direito

a prescrição comporta renúncia, suspensão e interrupção

há pretensões imprescritíveis (ex: estado de filiação)

Distinções entre Prescrição e Decadência:

• enquanto na prescrição o prazo inicia-se a partir da violação do direito, na decadência o prazo inicia-se a partir do momento que o direito nasce.

• a prescrição resulta exclusivamente da Lei; a decadência pode ser convencional.

DIREITO PROCESSUAL CIVIL – Prof. Giuliano Tamagno Art. 133. O incidente de desconsideração da personalidade
DIREITO PROCESSUAL CIVIL – Prof. Giuliano Tamagno Art. 133. O incidente de desconsideração da personalidade

DIREITO PROCESSUAL CIVIL – Prof. Giuliano Tamagno

Art. 133. O incidente de desconsideração da personalidade jurídica será instaurado a pedido da parte ou do Ministério Público, quando lhe couber intervir no processo.

§ 1º O pedido de desconsideração da personalidade jurídica observará os pressupostos previstos em lei.

§ 2º Aplica-se o disposto neste Capítulo à hipótese de desconsideração inversa da personalidade jurídica.

de desconsideração inversa da personalidade jurídica. Art. 134. O incidente de desconsideração é cabível em
de desconsideração inversa da personalidade jurídica. Art. 134. O incidente de desconsideração é cabível em
de desconsideração inversa da personalidade jurídica. Art. 134. O incidente de desconsideração é cabível em

Art. 134. O incidente de desconsideração é cabível em todas as fases do processo de conhecimento, no cumprimento de sentença e na execução fundada em título executivo extrajudicial.

§ 1º A instauração do incidente será imediatamente comunicada ao distribuidor para as anotações devidas.

§ 2º Dispensa-se a instauração do incidente se a desconsideração da personalidade jurídica for requerida na petição inicial, hipótese em que será citado o sócio ou a pessoa jurídica.

§ 3º A instauração do incidente suspenderá o processo, salvo na hipótese do § 2º.

§ 4º O requerimento deve demonstrar o preenchimento dos pressupostos legais específicos para desconsideração da personalidade jurídica.

CABIMENTO: Todas as fases do processo, inclusive no JEC.

Art. 1.062. O incidente de desconsideração da personalidade jurídica aplica-se ao processo de competência dos juizados especiais.

DESNECESSIDADE: Sócios no polo passivo. PROCEDIMENTO: Suspende o processo.

de competência dos juizados especiais. DESNECESSIDADE: Sócios no polo passivo. PROCEDIMENTO: Suspende o processo.

Art. 135. Instaurado o incidente, o sócio ou a pessoa jurídica será citado para manifestar-se e requerer as provas cabíveis no prazo de 15 (quinze) dias.

Art. 136. Concluída a instrução, se necessária, o incidente será resolvido por decisão interlocutória.

Parágrafo único. Se a decisão for proferida pelo relator, cabe agravo interno. Art. 137. Acolhido

Parágrafo único. Se a decisão for proferida pelo relator, cabe agravo interno.

Art. 137. Acolhido o pedido de desconsideração, a alienação ou a oneração de bens, havida em fraude de execução, será ineficaz em relação ao requerente.

Sócio é CITADO e não intimado. É decido por decisão interlocutória, e não sentença. Possibilidade de desfazimento de negócios.

e não intimado. É decido por decisão interlocutória, e não sentença. Possibilidade de desfazimento de negócios.

PRIMEIRO CAMINHO POSSÍVEL

Audiência de PETIÇÃO APTA CITAÇÃO conciliação/m ediação
Audiência de
PETIÇÃO APTA
CITAÇÃO
conciliação/m
ediação

Art. 334. Se a petição inicial preencher os requisitos essenciais e não for o caso de improcedência liminar do pedido, o juiz designará audiência de conciliação ou de mediação com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, devendo ser citado o réu com pelo menos 20 (vinte) dias de antecedência.

SEGUNDO CAMINHO POSSÍVEL

PETIÇÃO COM VÍCIO SANÁVEL EMENDA 15 DIAS
PETIÇÃO COM VÍCIO
SANÁVEL
EMENDA
15 DIAS

Art. 321. O juiz, ao verificar que a petição inicial não preenche os requisitos dos arts. 319 e 320 ou que apresenta defeitos e irregularidades capazes de dificultar o julgamento de mérito, determinará que o autor, no prazo de 15 (quinze) dias, a emende ou a complete, indicando com precisão o que deve ser corrigido ou completado.

Parágrafo único. Se o autor não cumprir a diligência, o juiz indeferirá a petição inicial.

TERCEIRO CAMINHO POSSÍVEL PETIÇÃO INICAL FALTA DE ESQUECEU O NÃO PARTE INEPTA INTERESSE MANIFESTA- ENDEREÇO
TERCEIRO CAMINHO POSSÍVEL PETIÇÃO INICAL FALTA DE ESQUECEU O NÃO PARTE INEPTA INTERESSE MANIFESTA- ENDEREÇO

TERCEIRO CAMINHO POSSÍVEL

PETIÇÃO INICAL FALTA DE ESQUECEU O NÃO PARTE INEPTA INTERESSE MANIFESTA- ENDEREÇO EMENDOU PROCESSUAL MENTE
PETIÇÃO INICAL
FALTA DE
ESQUECEU O
NÃO
PARTE
INEPTA
INTERESSE
MANIFESTA-
ENDEREÇO
EMENDOU
PROCESSUAL
MENTE ILEGÍTIMA
MANIFESTA- ENDEREÇO EMENDOU PROCESSUAL MENTE ILEGÍTIMA INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL QUARTO CAMINHO POSSÍVEL

INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL

QUARTO CAMINHO POSSÍVEL

PETIÇÃO INICAL causas que dispensem a fase instrutória e contrarie: Súmula do STF ou STJ
PETIÇÃO INICAL
causas que dispensem a fase instrutória e contrarie:
Súmula do STF ou STJ
Acórdão do STF ou STJ em
julgamento de recursos
repetitivos
Entendimento firmado em
IRDR ou de assunção de
competência
Enunciado de súmula de
tribunal de justiça sobre
direito local.
de competência Enunciado de súmula de tribunal de justiça sobre direito local. IMPROCEDÊNCIA DA AÇÃO 53

IMPROCEDÊNCIA DA AÇÃO

IMPROCEDÊNCIA LIMINAR INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL SENTENÇA COM MÉRITO! SEM MÉRITO! APELAÇÃO!!!

IMPROCEDÊNCIA

LIMINAR

IMPROCEDÊNCIA LIMINAR INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL SENTENÇA COM MÉRITO! SEM MÉRITO! APELAÇÃO!!!

INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL

IMPROCEDÊNCIA LIMINAR INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL SENTENÇA COM MÉRITO! SEM MÉRITO! APELAÇÃO!!!
SENTENÇA COM MÉRITO! SEM MÉRITO! APELAÇÃO!!! APELAÇÃO!!!
SENTENÇA
COM MÉRITO!
SEM MÉRITO!
APELAÇÃO!!!
APELAÇÃO!!!
RETRATAÇÃO EM DIAS
RETRATAÇÃO EM
DIAS
RETRATANDO
RETRATANDO

NÃO

RETRATANDO

RETRATAÇÃO EM DIAS RETRATANDO NÃO RETRATANDO CITAÇÃO PARA DEFESA NO PROCESSO CITAÇÃO PARA CR EM

CITAÇÃO PARA DEFESA NO PROCESSO

CITAÇÃO PARA CR EM DIAS
CITAÇÃO PARA CR
EM
DIAS