Você está na página 1de 2

http://www.struers.com/default.asp?

top_id=5&main_id=51&doc_id=368&target=_self&admi
n_language=9

Acessado em 25/11/15 às 19:50hs

Sobre Embutimento
As amostras podem ser embutidas em resina, para facilitar seus
manuseios e para melhorar o resultado da preparação. As
amostras que necessitam perfeita retenção de bordas ou
proteção de camadas requerem embutimento.
Nota: Para o melhor resultado possível, as amostras devem ser
limpas anteriormente à etapa de embutimento. A superfície não
deve conter substâncias engraxantes ou outros contaminantes,
para a melhor adesão possível da resina à amostra.

Técnicas de Embutimento
Duas técnicas, embutimento comprimido a quente (também chamada de embutimento a
quente) e embutimento a frio estão disponíveis para estas diferentes tarefas, assim como
vários tipos de resinas.

Escolha das técnicas de embutimento


Dependendo do número de amostras e da qualidade necessária, ambas as técnicas de
embutimento possuem certas vantagens.

 O embutimento a quente é ideal para um alto giro do volume de amostras


admitidas no laboratório. Os embutidos resultantes serão de alta qualidade, de
forma e tamanho uniforme, e necessita de um curto tempo de processo.

 O embutimento a frio é aceitável para uma grande série de amostras admitidas no


laboratório, e também para amostras individuais. Em geral, as resinas para
embutimento a quente são menos caras do que resinas para embutimento a frio.
No entanto, é necessária uma prensa para o embutimento a quente. Algumas
resinas para o embutimento a frio podem ser utilizadas para impregnação a vácuo.

Sobre Embutimento a Quente


A amostra é colocada na prensa, coloca-se resina, e a amostra é
processada a alta pressão e temperatura. Dois tipos de resinas para
embutimento a quente estão disponíveis:

 Resinas termofixas, que curam a altas temperaturas. Elas


também são chamadas de duroplásticas.

 Resinas termoplásticas, que amolecem ou derretem a altas


temperaturas, e endurecem durante o resfriamento.

Apesar das resinas termofixas serem eliminadas a altas temperaturas, é aconselhável


resfriar as amostras sobre pressão. Isto resultará em uma contração mínima, mantendo
uma boa adesão entre a resina e a amostra.
Todas as prensas de embutimento Struers utilizam refrigeração à água para permitir o
menor tempo de embutimento possível.

Sobre Embutimento a frio


A amostra é colocada em um molde. A quantia correta de dois
componentes são medidas cuidadosamente pelo volume ou pelo peso.
Então, eles são bem misturados e colocados sobre a amostra.

 Epóxi
As resinas epóxi possuem a contração mais baixa de todas as resinas para
embutimento a frio. O tempo de cura é relativamente longo, mas a aderência à
maioria dos materiais é excelente. Elas também são utilizadas para impregnação a
vácuo. As resinas epóxi se polimerizam através de uma reação química, após
terem sido misturadas nas proporções corretas. O epóxi endurecido é duroplástico,
e não é afetado pelo calor moderado ou substâncias químicas.

 Acrílica
Os acrílicos são resinas de fácil uso, com curtos tempos de cura e de contração
desprezível. Eles possuem componentes de autopolimerização, que endurecem
com a adição de um catalisador. O acrílico endurecido é um termoplástico e
quimicamente resistente.

Impregnação a Vácuo
Materiais porosos, como cerâmicos ou revestimentos em spray, necessitam impregnação
a vácuo. Todos os poros ligados à superfície são preenchidos com resina.
Conseqüentemente, a resina reforça estes materiais mais frágeis. Os artefatos da
preparação podem ser minimizados, tais como arrancamentos, fissuras ou porosidade
entreaberta.

Somente as resinas epóxi podem ser utilizadas para a impregnação a vácuo, devido as
suas baixas viscosidades e suas baixas pressões de vapor. A Epodye, uma tinta
fluorescente, pode ser misturada com o epóxi, permitindo uma fácil identificação de todos
os poros preenchidos à luz fluorescente.