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SAP MM

Gestão de Materiais
Curso SAP – MM
Parte I
Índice

CURSO SAP MM ....................................................................................................................................... 6


O QUE É SAP ............................................................................................................................................. 8
O QUE É ERP ............................................................................................................................................. 9
O QUE É R/3 ............................................................................................................................................ 10
MODELO DE INTEGRAÇÃO R/3 ......................................................................................................... 11
O QUE É MANDANTE ........................................................................................................................... 12
METODOLOGIA ASAP .......................................................................................................................... 13
O QUE É BUSINESS BLUEPRINT ........................................................................................................ 14
O QUE SÃO CHANGE RESQUEST....................................................................................................... 15
O QUE SÃO SAP NOTES ....................................................................................................................... 17
LOCALIZAÇÃO BRASIL ....................................................................................................................... 18
SAPGUI E SAPLOGON .......................................................................................................................... 19
TRANSAÇÃO SE16 E SE16N................................................................................................................. 25
SM30 – ATUALIZAÇÃO DE VISÃO E TABELAS .............................................................................. 26

Modulo 1 ............................................................................................................................................... 30
PROCESSO DE SUPRIMENTO E NIVEIS ORGANIZACIONAIS ................................................... 30
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ................................................................................................... 31
PEDIDO DE COMPRA .................................................................................................................... 32
ENTRADA DE MERCADORIAS ....................................................................................................... 33
REVISÃO DE FATURAS ................................................................................................................... 34

Modulo 2 ............................................................................................................................................... 35
DADOS MESTRES ............................................................................................................................ 35
DADOS MESTRE DE FORNECEDOR ............................................................................................. 36
GRUPO DE CONTAS ....................................................................................................................... 38
CONTA DE CONCILIAÇÃO ............................................................................................................. 38
REGISTRO MESTRE DE MATERIAL .............................................................................................. 39
CRIAR REGISTRO MESTRE DE MATERIAL .................................................................................. 41
AMPLIAR REGISTRO MESTRE DE MATERIAL ............................................................................. 44

Exercício Modulo 1 e 2
Exercício 1 ......................................................................................................................................... 45
Exercício 2 ......................................................................................................................................... 46
Exercício 3 ......................................................................................................................................... 47
Exercício 4 ......................................................................................................................................... 48
Exercício 5 ......................................................................................................................................... 49

Modulo 3 ............................................................................................................................................... 51
COMPRA PARA CONSUMO E REQUISIÇÃO DE COMPRA......................................................... 51
CATEGORIA DE CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL.............................................................................52
PROCESSO DE SUPRIMENTO PARA CONSUMO ........................................................................ 54
REQUISIÇÃO DE COMPRA ............................................................................................................ 56
CRIAÇÃO DE UMA REQUISIÇÃO DE COMPRA .......................................................................... 57
ENTRADA DE CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL ................................................................................. 59
CONVERSÃO DA REQUISIÇÃO DE COMPRA EM PEDIDO ....................................................... 61
ENTRADA DE MERCADORIAS AVALIADAS E NÃO AVALIADAS ............................................... 63
2
CATEGORIA DE ITEM EM COMPRAS ........................................................................................... 64

Exercício Modulo 3
Exercício 6 ......................................................................................................................................... 65
Exercício 7 ......................................................................................................................................... 66

Modulo 4 ............................................................................................................................................... 67
SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO/COTAÇÃO .................................................................................... 67
NUMERO COLETIVO ...................................................................................................................... 67
DEPENDENCIA DE TEMPO DAS CONDIÇÕES ........................................................................... 68
TIPO DE CONDIÇÃO E ESQUEMA DE CALCULO ...................................................................... 69
CRIAÇÃO DE SOLICITAÇÃODE COTAÇÃO ................................................................................. 70
COMPARAÇÃO DE PREÇO ............................................................................................................ 72
CRIAÇÃO DE PEDIDO COM REFERÊNCIA ................................................................................. 73
REGISTRO INFO PARA COMPRAS ................................................................................................ 74
AVALIAÇÃO DO MATERIAL ........................................................................................................... 76
CONTABILIZAÇÕES ........................................................................................................................ 79
TIPOS DE ESTOQUE, AVALIAÇÃO E ENTRADA DE MERCADORIA ......................................... 81
REVISÃO DE FATURAS E CUSTO COMPLEMENTARES ............................................................. 84
CUSTO COMPLEMENTAR DE AQUISIÇÃO .................................................................................. 85
RELATÓRIO E ANÁLISE .................................................................................................................. 86

Exercício Modulo 4
Exercício 8 ......................................................................................................................................... 87
Exercício 9 ......................................................................................................................................... 88
Exercício 10 ....................................................................................................................................... 89

Modulo 5 ............................................................................................................................................... 90
AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS ............................................................................................................. 90
REGISTRO MESTRE DE SERVIÇOS ............................................................................................... 90
CONDIÇÕES DE SERVIÇO ............................................................................................................. 92
SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS......................................................................................................... 92
REGISTRO E ACEITAÇÃO DE SERVIÇOS ..................................................................................... 93

Exercício Modulo 5
Exercício 11 ....................................................................................................................................... 96
Exercício 12 ....................................................................................................................................... 97
Exercício 13 ....................................................................................................................................... 98

Modulo 6 ............................................................................................................................................... 99
FONTES DE SUPRIMENTO............................................................................................................. 99
CONTRATO ....................................................................................................................................... 99
DETERMINAR FONTE DE SUPRIMENTO ..................................................................................... 99

Exercício Modulo 6
Exercício 14 ..................................................................................................................................... 102

Modulo 7 ............................................................................................................................................. 103


ESTRATÉGIA DE LIBERAÇÃO ...................................................................................................... 103
LIBERAÇÃO REQUISIÇÃO DE COMPRA .................................................................................... 103
LIBERAÇÃO PEDIDO DE COMPRA ............................................................................................ 105

3
Exercício Modulo 7
Exercício 15 ..................................................................................................................................... 106

Modulo 8 ............................................................................................................................................. 107


CONCEITOS BÁSICOS DO MRP BASEADO NO CONSUMO ..................................................... 107
SINTESE DE MRP........................................................................................................................... 107
PRÉ REQUISITOS PARA MRP BASEADO NO CONSUMO ......................................................... 108
DADOS MRP NO REGISTRO MESTRE MATERIAL ..................................................................... 108
PERFIL MRP ................................................................................................................................... 111
MRP DO PONTO DE REABASTECIMENTO ................................................................................ 112
EXECUÇÃO DE PLANEJAMENTO ............................................................................................... 118
CARACTERÍSTICAS ....................................................................................................................... 120
MODO DE PLANEJAMENTO ........................................................................................................ 122
CONVERTER ORDEM PLANEJADA ............................................................................................. 124
LISTA ATUAL NECESSIDADES..................................................................................................... 125
PERFIL DE NAVEGAÇÃO ............................................................................................................. 126
MENSAGENS DE EXCEÇÃO ......................................................................................................... 127

Exercício Modulo 8
Exercício 16 ..................................................................................................................................... 130

Modulo 9 ............................................................................................................................................. 131


REVISÃO DE FATURAS ................................................................................................................. 131
LIBERAR FATURA BLOQUEADA ................................................................................................. 134

Exercício Modulo 9
Exercício 17 ..................................................................................................................................... 135
Exercício 18 ..................................................................................................................................... 136

Modulo 10 ........................................................................................................................................... 137


NOTA DÉBITO/CRÉDITO POSTERIOR ........................................................................................ 137

Exercício Modulo 11
Exercício 19 ..................................................................................................................................... 139

Modulo 11 ........................................................................................................................................... 140


ATUALIZAÇÃO CONTA TRANSITÓRIA ........................................................................................ 140
LISTA DE DOCUMENTO E SINTESE FATURA ........................................................................... 144

Modulo 12 ........................................................................................................................................... 146


GERENCIAMENTO DE ESTOQUE E INVENTÁRIO FISICO ...................................................... 146
MIGO ............................................................................................................................................... 147
DEVOLUÇÃO AO FORNECEDOR ................................................................................................ 149
TRANSFERÊNCIA DE ESTOQUE ................................................................................................. 151

Exercício Modulo 12
Exercício 20 ..................................................................................................................................... 153
Exercício 21 ..................................................................................................................................... 154

Modulo 13 ........................................................................................................................................... 155


RESERVAS....................................................................................................................................... 155
CRIAR, MODIFICAR, EXIBIR RESERVA ...................................................................................... 157
CRIAÇÃO MANUAL DE RESERVA ............................................................................................... 157

4
MODIFICAÇÃO DATA BÁSICA DE RESERVA............................................................................. 158
LISTA DE RESERVAS E ADM ESTOQUE ..................................................................................... 158
DEFINIR CÓDIGO MOVIMENTO PERMITIDO .......................................................................... 159
VALORES PROPOSTOS PARA RESERVA ..................................................................................... 160
VERIFICAÇÃO DINÂMICA............................................................................................................ 162

Modulo 14 ........................................................................................................................................... 164


CONSIGNAÇÃO .............................................................................................................................. 164
TRANSFERÊNCIA........................................................................................................................... 166

Modulo 15 ........................................................................................................................................... 168


SUBCONTRATAÇÃO ...................................................................................................................... 168
SAÍDA MERCADORIA SUBCONTRATADO .................................................................................. 170

Modulo 16 ........................................................................................................................................... 178


INVENTÁRIO FISICO ..................................................................................................................... 178
PROCESSO INVENTÁRIO FISICO ................................................................................................ 180
ENTRADA CONTAGEM INVENTÁRIO FISICO............................................................................ 182
BLOQUEIO DE MOVIMENTO MERCADORIA ............................................................................ 183
FIXAÇÃO ESTOQUE CONTÁBIL .................................................................................................. 184

Modulo 17 ........................................................................................................................................... 186


RELATÓRIOS E ANÁLISES ............................................................................................................ 186
CUSTOMIZING ............................................................................................................................... 188

Customizing Extra ............................................................................................................................... 191

5
Curso SAP MM
O módulo Administração de materiais - MM está totalmente integrado com os outros módulos do
Sistema Integrado de Gestão Empresarial. Ele suporta todas as fases de administração de materiais:
planejamento e controle de materiais, compras, recebimento de mercadorias, administração de estoque e
verificação de faturas.

O módulo MM consiste dos seguintes componentes:

MM-PUR / Compras Este componente é responsável pelo suprimento externo de materiais e serviços.
Através dele é possível a determinação de fontes de suprimento para uma necessidade identificada no
sistema.
Com este componente é possível uma boa comunicação entre todos os que participam do processo de
suprimento para o correto funcionamento de Compras

MM-SRV / Serviços Este componente fornece uma síntese da funcionalidade, mostra como a
Administração de serviços MM está integrada na aplicação Compras dentro do módulo Administração
de materiais e indica as interfaces para outras aplicações.

MM-IM / Administração de materiais Este componente é responsável pela administração de estoques


de material por quantidade e valor. O planejamento, entrada e documentação de todos os movimentos de
mercadorias são realizadas neste componente. Através dele é possível efetuar o inventário físico.

MM-IV / Revisão de faturas Este processo situa-se no final da cadeia logística. É na Revisão de faturas
(Logística) que as faturas recebidas são revistas em termos de conteúdo, preços e aritmética. Quando a
fatura é lançada, seus dados são gravados no sistema. O sistema atualiza os dados gravados nos
documentos de faturamento em Administração de materiais e Contabilidade financeira.

MM-CBP / MRP baseado no consumo MRP baseado no consumo é baseado em valores do consumo
passado. Os procedimentos não se referem ao plano de produção. Isto é, o cálculo das necessidades
líquidas é acionado quando os níveis de estoque ficam abaixo de um ponto de reabastecimento
predefinido.

Modulo I. Processo de Suprimento. Dados Mestre. Compras para Consumo e Requisição de Compras.
Solicitação de Cotação / Cotação. Compras para Estoque. Aquisição de Serviços. Fontes de Suprimento.
Determinação da Fonte de Suprimento. Compras Otimizadas. Estratégia de Liberação.

Modulo II. Fundamentos do MRP baseado no Consumo. Planejamento de Custos. Procedimento Básico
da Revisão de Faturas. Desvios e Bloqueios da Fatura. Débitos/Créditos Posteriores. Custos
Complementares de Aquisição. Processos Automáticos na Revisão de Faturas. Atualização de contas
EM/EF.

Modulo III. Introdução à Administração de Estoques. Entrada de Mercadorias. Transferências.


Reservas. Saída de Mercadorias. Consignação. Subcontratação. Inventário Físico. Relatórios e Análises.

Modulo IV /CO PA
6
Determinação de Mensagens. Configurações – Níveis Organizacionais. Configurações – Compras.
Configurações – Administração de Estoques. Configurações – Revisão de Faturas. Configurações –
Dados Mestres: Fornecedor e Material. Avaliação e Classificação Contábil. Auto/Estudo.

Tipos de materiais: UNBW e NLAG. Plano de Faturamento. Monitorização de Pedidos. Avaliação


Separada. Sistema de Informação para Logística

7
O que é SAP?

Em 1972, cinco engenheiros de sistemas decidiram abandonar seus empregos e, apostando numa idéia
bastante extravagante para a época, abrir uma nova empresa. Surgia a SAP . A idéia por trás dessa
iniciativa era a criação de uma solução única, totalmente integrada, capaz de automatizar todos os
processos inerentes a uma empresa.

Os softwares SAP rodam em mais de 36 mil instalações, espalhadas por 120 países, e são atualmente
utilizados por empresas de todos os tamanhos.

A SAP emprega um total de 6.655 desenvolvedores de software ao redor do globo. Como complemento
ao maior centro de desenvolvimento na matriz da SAP, em Walldorf, Alemanha, a rede de laboratórios
de desenvolvimento da empresa tem escritórios em Palo Alto (EUA), Tokyo (Japão), Bangalore (Índia)
e Sophia Antipolis (França), assim como nas cidades alemãs de Berlim, Karlsruhe e Saarbruecken.

A subsidiária brasileira, no país desde 1995, compartilha do sucesso do grupo. A SAP Brasil encerrou o
ano de 2000 com faturamento de R$ 250,2 milhões, e uma base de mais de 380 clientes.

8
O que é ERP?

ERP é uma arquitetura de software que facilita o fluxo de informações entre todos os departamentos de
uma empresa e suas atividades, tais como fabricação, logistica, finanças e recursos humanos.

É um sistema amplo de soluções e informações. Um banco de dados unico, operando em uma


plataforma comum que interage com um conjunto integrado de aplicações, consolidando todas as
operações do negócio em apenas um ambiente computacional.

9
O que é R/3?

R = Real time

3 = conceito de aplicação em 3 camadas

O R/3 é um sistema on-line onde é possivel inserir, visualizar e utilizar os seus recursos de forma
praticamente instantânea.

As 3 camadas compreendem:

1. Sistema Operacinal, que servirá de interface do sistema com o usuário. Por exemplo Windows, Linux,
etc.

2. Aplicação, onde estão os programas, estruturas e visões

3. Banco de Dados, onde são gravados efetuvamente os registros.

10
Modelo de Integração do R/3

O sistema R/3 estabelece novos padrões para software standard com aplicação universal.

Com base em técnicas de desenvolvimento avançadas, o sistema R/3 possibilita uma integração
abrangente de processos empresariais, totalmente integradas.

11
O que é mandante (Client)?

No R/3 é possivel definir ambientes de trabalho (mandantes), cada qual com a sua funcionalidade, não
sendo necessário cada ambiente ter seu proprio servidor.

É comuym existir no mínimo três ambientes: Desenvolvimento, Qualidade e Produção, sendo que pode
em existir mais ambientes e não necessariamente com estes nomes.

Desenvolvimento: é o ambiente utilizado para desenvolvimento (programação ABAP), parametrizações


(funcional), toda e qualquer alteração no sistema deve ser iniciada neste ambiente.

Qualidade: é onde são realizados testes e validações para posteriormente ser transportada para o
ambiente produtivo. É o ambiente onde os usuário efetuam as validações solicitadas em sistema.

Produção: ambiente ativo da empresa, ou seja, o ambiente de Produção.

12
Metodologia ASAP

É a metodologia utilizada para implementação de projetos segundo um roteiro pré-definido

Onde temos:

1) Preparação do Projeto

2) Business Blueprint

3) Realização

4) Preparação Final

5) Go live & Suporte

13
O que é Business Blueprint?

A função deste documento é descrever os processos de negócia da empresa que está em Projeto.

Em um Business Blueprint para Projetos você cria uma estrutura de projetos em que os cenários de
negocios, processos de negócio e as etapas do processo são organizados em uma estrutura organizada.

Este documento é uma descrição detalhada de seus processos de negocio chamado de AS-IS e as
melhorias que serão implementadas TO-DO.

14
O que são Change Requests?

São utilizados para efetuar o transporte de alterações, sejam elas de desenvolvimento ou parametrização
de um ambiente para o outro. Existem dois tipos de Change Request:

Workbench: são registradas as modificações efetuadas em objetos do ABAP

Customizing: são registradas modificações nas configurações do Customizing

Elas são criadas no momento em que se salva a alteração.

Possuem uma estrutura de numeração sequencial.

Havendo necessidade de transporte de uma Change Request existem dois modos possiveis:

1. entre clientes em diferentes servidores: é necessário efetuar a liberação da request e efetuar o


transporte

2. entre clients de mesmo servidor: é necessário apenas efetuar o transporte

Vamos exemplificar:

Vamos gerar uma nova request através do ícone “Criar ordem”

Para salvar uma nova request, o sistema enviará uma tela com informações da mesma.

Para consultar, modificar ou liberar a request você pode utilizar as transações: SE09 e SE10

15
SAP Easy Access > Ferramentas > ABAP Workbench > Síntese > Workbench Organizer (SE09)

SAP Easy Access > Ferramentas > Customizin > IMG > Transporte Organizer (SE10)

Uma request somente pode ser transportada após liberada.

O transporte de uma request pode ser feito através de algumas transações, como por exemplo a SCC1 e
STMS.

SAP Easy Access > Ferramentas > Administração > Administração > Administração de mandantes >
Funções especiais > Copiar ordem transporte (SCC1)

SAP Easy Access > Ferramentas > Administração > Transporte > Transport Management System
(STMS)

16
O que são SAP Notes?

O R/3 vem como standard com suporte as condições legais de cada país e com as funcionalidades
necessárias porém quando existem alterações legais ou é necessário a implementação de novas
funcionalidades se faz necessároa a utilização de SAP Notes.

SAP Notes nada mais é do que notas de correção. Essas correções são geralmente alterações em objetos
Standards (ABAP), pequenos desenvolvimentos que corrigem falhas no standard (ABAP), explicações
de como um processo é tratado no R/3 e parametrizações.

Para verificá-las acesse o site https://service.sap.com

Selecione a opção SAP Support Portal e informe seu usuário e senha.

17
Localização Brasil

Localização é descrita dentro do R/3 como a forma que certos dados e processos são tratados em
determinados países. Existem notas específicas para as características encontradas no Brasil envolvendo
praticamente todos os modulos do R/3.

Através desta localização será possivel a configuração de todos os processos específicos para o Brasil,
como por exemplo a criação do nível organizacional Filial, os códigos de impostos, notas ficais e livros
fiscais.

Nos processos existem impostos de entradas (chamados de suportados) e saídas (chamados de


liquidados) e os mesmo tem nomenclaturas dependente do idioma / país.

18
SAP Gui e SAP Logon

É através do LOGON que o SAP R/3 identifica, habilita e registra todas as operações do Sistema. E
permite o acesso as transações;

O SAP mantém um log (arquivo) de quem efetuou as transações. Logo pode se rastrear quem executou
ou alterou um documento;

É através do logon que o R/3 identifica o perfil do usuário, ou seja, quais são as transações permitidas.

Os matchcodes são exibidos ao lado de campos, que ao serem clicados exibem listas de entradas
possíveis para aquele campo.

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21
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É possível utilizarmos a linha de comando para irmos muito mais rápido para a tela ou a transação que
desejamos executar no SAP;

Linha de
Comando

23
Favoritos” é uma outra forma de acessar a transação desejada. Você pode filtrar as transações mais
utilizadas e colocá-las em um menu particular.

Barra de Status

24
Transações SE16 e SE16N

Você usuará estas transações para acessar as entradas da tabela sem o uso de um programa ABAP.

Se a tabela possui permissão para manutenção, isto é um atributo de definição da tabela então você
também poderá criar, modificar ou eliminar dados da mesma.

A transação SE16 está no menu SAP Easy Access > Ferramentas > ABAP Wrokbench > Síntese.

A transação SE16N é a versão mais atual da SE16. As funcionalidades são as mesmas, porém as telas
são diferentes.

Não existe menu de acesso para a transação SE16N.

25
SM30 – Atualização de Visão de Tabelas

Você usa esta transação para atualizar e consultar dados das tabelas e também para poder encontrar o
caminho no Customizing da referida tabela, caso a mesma realmente possua esta entrada.

É comum utilizarmos as transações SE16 e SE16N para consultar tabelas de dados funcionais e a
transação SM30 para as tabelas de Customizing.

 Exemplo 1)

A tabela T024 contém informações de Customizing dos grupos de compradores.

Este exemplo ira demonstrar como chegar no Customizing do grupo de compradores através da
transação SM30.

Acesse a transação SM30e informe a tabela T024 e depois clique em Customizing. Depois clique em
continuar sem indiciações de projeto.

A tela do customizing será exibida.

 Exemplo 2)

A visão V_024 contém informações de Customizing dos grupos de compraadores.

Este exemplo irá demonstrar como atualizar os dados dos grupos de compradores sem entrar no
Customizing, ou seja, através da transação SM30.

Acesse a transação SM30e informe a tabela T024 e depois clique em Customizing. Depois clique em
continuar sem indiciações de projeto.

A tela do customizing será exibida para a manutenção.

Neste caso ao salvar será necessário criar uma change request ou utilizar uma já existente.

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28
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Módulo 1
Processo de Suprimento e níveis organizacionais

O suprimento externo de materiais baseia-se em um ciclo de atividades gerais incluindo as fases:

 Determinação das necessidades: O departamento responsável pode transferir manualmente uma


necessidade de um material para o departamento de Compras, através de uma requisição de Compra.
 Determinação da fonte de suprimento: O encarregado tem apoio durante a determinação de possíveis
fontes de suprimento.
 Seleção de fornecedor: O sistema simplifica a seleção de fornecedores efetuando comparaçoes de
preços entre as diversas cotações.
 Processamento de pedido: De modo semelhante às requisições de compra, pode criar pedidos
manualmente ou fazer com que o sistema os crie automaticamente.
 Monitorização de pedidos: Você pode monitorar o status de processamento dos pedidos no sistema.
 Entrada de mercadorias: Recebe e valida o pedido previamente solicitado ao fornecedor.
 Revisão de faturas: Pagamento de fato da mercadoria adquirida

30
Estrutura Organizacional

A Estrutura Organizacional é formada por Elementos que representam as visões legais e organizacionais
de uma companhia. Essas estruturas são integradas no sistema.

No sistema da SAP, os níveis organizacionais são estruturas que representam as visões legais ou
organizacionais de uma sociedade.

O mandante é uma unidade dentro de um sistema da SAP que é autocontido em termos legais e
organizacionais e em termos de dados, com registros mestre separados e um conjunto independente de
tabelas. De um ponto de vista empresarial, o mandante representa um grupo corporativo, por exemplo.
Ele é definido de uma forma única no sistema através de uma chave numérica de três digitos.

A empresa é a menor unidade organizacional de contabilidade externa para a qual pode ser replicado
um sistema de contabilidaee. Representa uma unidade independente que produz seu proprio balanço, por
exemplo, uma socidedade em um grupo de empresas (mandante). Podemos definir várias empresas em
um mandante para manter conjuntos separados de saldos contábeis financeiros. Ela é definida no
sistema por meio de uma chave alfanumérica de quatro dígitos.

O centro é uma unidade organizacional na logistica que subdivide em empreendimento do ponto de


vista da produção, suprimento e planejamento de materiais. Ao criar um novo centro pode-se utilizar a
função de cópia de centro. Nesse processo são consideradas todas as entradas na tabela de centro e todas
as tabelas de Customizing e de sistema que dependem dela. Ele é definido no sistema por meio de uma
chave alfanumérica de quatro dígitos.

O deposito é uma unidade organizacional que permite a diferenciação de estoques de material em um


centro. Ele é definido no sistema por meio de uma chave alfanumérica de quatro dígitos.

Uma organização de compras é uma unidade organizacional dentro da logistica que subdivide o
empreendimento de acordo com as necessidades de compras.

31
Um grupo de compradores é uma chave para um encarregado de compras ou grupo de compradores
que é responsável por determinadas atividades de compras.

Pedido de Compras

O processo começa com a criação de um pedido de compras através da transação ME21N. Esta
transação está no menu SAP -> LOGISTICA > ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS > COMPRAS >
PEDIDO > CRIAR.

Para simplificar nosso processo iremos assumir que os dados mestres do fornecedor e material já
existam em nosso sistema.

O pedido é uma solicitação formal a um fornecedor para suprir mercadoria ou serviços com as
condições definidas no pedido. No pediddo você determina se o material será fornecedido para estoque
ou para consumo direto (centro de custo, projeto, imobilizado). A entrada de mercadorias e a revisão de
faturas são geralmente executadas com base no pedido.

O pedido pode ser criado com ou sem referência. Esta referência pode ser uma Requisição de Compra,
Contrato, Solicitação de Cotação ou outro Pedido.

Depois de criado o pedido deverá ser enviado ao fornecedor. Este envio é feito através de mensagens no
sistema R/3.

Para criar a mensagem acesse edite o pedido ME22N, clique em mensagens e crie uma nova saida de
mensagem tipo NEU, Opção 1.

32
Entrada de Mercadorias

A segunda etapa de um processo de suprimento é a entrada de mercadorias, resultando em um aumento


do estoque do material e em atualizações no pedido e contabilmente. Sua entrada é baseada em um
pedido de compras (compra para fornecedor).

Para efetuar a entrada de mercadorias é necessário informar um tipo de movimento, que é um codigo
com três caracteres utilizado para distinguir os movimentos de mercadoria (entrada, transferência,
saida).

As movimentações de mercadorias são realizadas através da transação MIGO.

33
Revisão de Faturas

A revisão de faturas conclui o processo de suprimentos em MM, que engloba o pedido e a entrada de
mercadorias.

A revisão de faturas faz parte da Administração de Materiais (MM) e é utilizada para entrar faturas e
notas de crédito.

Ao lançar a fatura, os dados da fatura são gravados no sistema e é gerado um documento de faturamento
e um documento contábil. O documento de faturamento é atualizado no histórico do pedido de compras.

A revisão de faturas não inclui o pagamento. O documento gerado é apenas base para o pagamento que
será realizado.

34
Módulo 2
Dados Mestres

Os dados mestres incluem registros de dados que são gravados no banco de dados por longos periodos
de tempo. Esses registros de dados são gravados de forma centralizada e são utilizados e processados em
uma base válida para várias aplicações. Evitando assim a redundância de dados.

O registro mestre de fornecedores, o registro mestre de material e o registro info para compras são os
dados mestres mais importantes do processo de suprimento.

Na criação do pedido de compras, dados dos registros mestres existentes são transferidos para os
documentos de compras como propostos.

Na criação do pedido de compras por exemplo temos um mix destes dados mestres facilitando sua
criação e até permitindo a criação de forma automática.

35
Dados mestre de fornecedor

O registro mestre de fornecedor contém informações sobre os fornecedores. Estas informações são
gravadas em registros mestre de fornecedores individuais. Além do nome e endereço do fornecedor
contem dados como moeda, condição de pagamento, CNPJ, I.E., e-mail contato, dados bancários, etc.

O registro mestre de fornecedor é subdividido em duas frentes: compras e contabilidade, sendo seus
dados atualizados por estas frentes.

Os dados do registro mestre de fornecedore são subdividos nas seguintes categorias:

36
 Dados Gerais: esses dados são válidos para todo o mandante. Incluem o endereço, cnpj, cpf,
i.e., dados de pagamento.

 Dados da Empresa: dados financeiros como contas contábeis, imposto de renda retido na
fonte.

 Dados de Compras: moeda, condição de pagamento, grupo de compras, parceiros.

Os dados mestre de fornecedores podem ser atualizados/consultados de três formas:

VISÃO GERAL -> todos os dados (XK01, XK02, XK03)

VISÃO FINANCEIRA -> dados financeiros (FK01, FK02, FK03)

VISÃO COMPRAS -> dados compras (MK01, MK02, MK03).

Estas transações serão vistas mais adiante.

37
Grupo de Contas

Ao criar um registro mestre de fornecedor, é necessário decidir que grupo de contas vai atribuir a este
fornecedor. O grupo de contas possui funções de controle. Ao atualizar o registro mestre de fornecedor,
por exemplo, apenas aparecem as telas e os campos que são necessários para a função relevante de seu
parceiro de negócios, e apenas esses estão preparados para aceitar entradas do usuário. Isto é controlado
pelo grupo de contas.

O grupo de contas determina:

 O tipo de atribulão de numeros (interna ou externa) e a área de numeros a partir da qual será
atribuido o numero da conta que o sistema utiliza para identificar o fornecedor.
 A seleção de campos (que campos estão preparados para entradas de usuários).
 Esquema de parceiro válido.

Conta Conciliação
Ao criar um registro mestre de fornecedor, também é necessário atualizar uma conta de conciliação. A
conta de conciliação é uma conta do Razão, na contabilidade do Razão. Ela representa os compromissos
da sociedade em relação a vários fornecedores na contabilidade do Razão.

Na entrrada de fatura, você entra com o fornecedor e o sistema apresenta a conta de conciliação do
registro mestre de fornecedor.

38
Registro Mestre de Material

O registro mestre de material é a principal fonte de dados específicos do material de uma empresa. É
utilizado por todas as áreas da logistica.

A integração de todos os dados de material em um objeto individual de canco de dados eliminando a


redundãncia.

Os dados gravados no registro mestre de material são necessários para pedidos, lançar movimentos de
mercadorias, estoque, planejamento.

O registro mestre de material é subdivido por visões, ou seja, cada departamento seria o “dono” e
“responsável” por seu cadastro.

As telas de dados utilizados para processar o material pode ser subdividida em Dados Principais e Dados
Adicionais.

Os dados atualizados em uma visão podem ser válidos para diferentes níveis organizacionais.

39
Alguns dados de material são validos para todos os níveis organizacionais. Para que seja possivel
administrar de modo centralizado os dados de material, sem ser necessário carregar o banco de dados
com informações redundantes dinstinguindo-se:

Dados do nível do mandante – dados gerais do material que são válidos para todo a empresa, são
gravados ao nível de mandante.

Dados no nível do centro – todos os dados válidos para um centro, e para todos os depositos desse
centro, são gravados no nível do centro.

Dados no nível do deposito – todos os dados válidos para um determinado deposito são gravados no
nível do depósito.

40
Criar registro mestre de material

Os dados de um material são estruturados por área de utilização e nível organizacional e são aparentes
na atualização do registro mestre de material. Ao processar registros mestres de material, é necessário
repassar por várias telas de diálogo antes de poder salvá-lo e iniciar sua utilização.

Na primeira tela você define o Setor Industrial a qual este material pertence e o tipo. Referente ao tipo é
muito importante seu cadastro correto, pois de acordo com o tipo os campos/visões serão
disponibilizados para cadastro.

É possivel também criar o material baseado em um outro material já criado.

Na segunda tela são definidas as visões que se deseja processar.

41
Na terceira tela o nível organizacional relevante.

Algumas telas não estão integradas à sequencia standard de telas. Só se podem acessar essas telas
selecionando-as especificamente na barra de menu.

Os materiais com as mesmas caracteristicas são atribuídos ao mesmo tipo de material. Exemplos de
tipos de materiais: matéria prima, semi acabado, acabado, consumo produtivo.

Entre outras coisas, o tipo de material controla:

 o tipo de atribuição de numero (interna ou externa);


 os intervalos permitidos;
 quais as telas que aparecem e em que ordem;
 que dados específicos do departamento são sugeridos para entrada (nas visões).

42
Em conjunto com o centro, o tipo de material determina uma administração de estoques obrigatória de
um material.

Além disso o tipo de material determina quais contas são lançadas quando ocorre um registro de entrada
ou de saida de material em um depósito.

Vários tipos de materiais são fornecidos como standard. Se sua sua empresa necessitar de mais tipos de
materiai, você pode definí-los no customizing de acordo com suas necessidades.

43
Ampliar registro mestre de material

Depois de criado um determinado material, o mesmo passa a existir no banco de dados. Se algum
departamento/pessoa necessitar entrar dados não será necessário criar o mesmo registro em duplicidade.
Para isto basta efetuar a apliação para seu centro/deposito/organização de vendas.

Utilize a transação Criar mestre de material MM01 para ampliar um registro mestre de material
adicionando visões ou níveis organizacionais em falta.

Qualquer modificação feita nos dados do registro mestre de material (criar ou modificar) é registrada em
um documento de modificação (log), sendo possivel seu rastreamento.

44
Exercícios Modulo 1 e 2

Exercício 1: Fundamentos de Entrada de Pedido

Tarefa 1: Criar um pedido de compras


1. Crie um pedido de compras de 100 unidades do material MATMM-001 para o fornecedor FORN-001
com o centro CE01 e depósito 0001.

Documento no. _________________________

Tarefa 2: Exibir um pedido de compras


1. Exiba o pedido de compras criado na tarefa anterior.

45
Exercício 2: Fundamentos de Entrada de Mercadoria

Tarefa 1: Efetuar entrada de mercadoria e exibir documento


1. Efetuar entrada de mercadorias em estoque de utilização livre no depósito 0001 e centro CE01 com
referência ao pedido criado no exercício anterior.

Documento no. _________________________

2. Exibir documento de material para entrada de mercadorias.

46
Exercício 3: Fundamentos de Revisão de Faturas

Tarefa 1: Revisão de Faturas


1. Efetuar entrada de fatura do pedido criado anteriormente.

Documento no. _________________________

2. Exibir documento de faturamento que foi criado.

47
Exercício 4: Registro mestre de fornecedor

Tarefa 1: Atualização do registro mestre de fornecedor


1. Crie um registro mestre de fornecedor FORN-0xx (onde XX é o seu número) conforme dados abaixo:

Empresa: 1000

Organização de Compras: 1000

Grupo de Compras: ZFNA

Nome: FORNECEDOR TESTE 0xx

Termo de Pesquisa: FORN-0xx

Rua/No: RUA

Cidade: CIDADE

Pais: BR

Idioma: BR

Conta de Conciliação: 160000

Condição de pagamento: 0002

Moeda do Pedido: BRL

Documento no. _________________________

48
Exercício 5: Registro mestre e material

Tarefa 1: Criar um registro mestre de material


1. Crie um registro mestre de material MATMM-0XX conforme dados abaixo:

Setor Industrial: M Engenharia Mecânica

Organização de Compras: 1000

Tipo material: ROH Matéria-prima

2. Crie as visões Dados basicos 1, compras, Texto pedido pedido compras, Dds. Gerais
centro/armazenamen1. Para centro CE01 e depósito 0001.

3. Preencha os campos abaixo:

Dados básicos 1

Material: MATERIAL PARA TESTE MM 0XX


Unidade de medida básica: UM
Grupo de mercadorias: 003
Peso bruto: 4
Unidade de peso: KG
Peso liquido: 3,8

Compras

Grupo de compradores: X01


Chave valores de compra: 1
Tempo processamento EM: 1

Textos breves

Idioma: PT
Texto breve material: MATERIAL PARA TESTE MM 0xx

Dds. Gerais centro / armazenam.1

Posição no deposito: C01

Tarefa 2: Exibir um registro mestre de material


1. Exiba o registro mestre de material MATMM-0xx selecionando as visões criadas.

49
Tarefa 3: Modificar um registro mestre de material
1. Modifique o registro mestre de material MATMM-0xx selecionando a visão Contabilidade para o
centro CE01 conforme dados abaixo:

Classe de avaliação: 3000

Preço médio móvel: 80

50
Módulo 3
Compra para Consumo e Requisição de Compra

No sistema da SAP, subentende-se como compra para consumo materiais que são comprados
diretamente para um objeto de classificação contábil.

Quando um material é suprido diretamente para consumo, não é necessário um registro mestre de
material. Em ligação com os materiais de consumo, é possivel fazer distinção entre os seguintes casos:

 material de consumo sem registro mestre de material


 material de consumo com registro mestre de material
 material de consumo com registro mestre de material sujeito a adm. Estoque

no caso de materiais sem um registro mestre, o tipo de material contra a administração de estoques, que
deve ser efetuada com base no valor. Como predefinição, os seguintes tipos de materiais existem como
materiais de consumo.

- UNBW (material não avaliado) > este tipo de material é administrado em uma base de quantidade,
mas não em uma base de valor. Isso faz sentido para materiais com baixo valor, cujos estoques devem
ser ainda assim monitorados.

- NLAG (material não estocável) -> este tipo de material não é administrado em uma base de
quantidade nem em base de valor.

Pode-se assim entrar uma classificação contábil para cada item de um documento de compra externo ou
requisição de compra, se destinar a consumo direto. No entanto, em determinados casos, a classificação
contábil é obrigatória. É NECESSÁRIO entrar uma classificação contábil para um item nas seguintes
circunstâncias:

a) se um material não estiver sujeito a administração de estoques baseada em valor, ele é pedido e seu
valor é lançado diretamente no consumo.

b) se for pedido um artigo para o qual não existe um registro mestre de material.

c) se for pedido um serviço externo.

51
Categoria de classificação contábil

Para suprir um material como consumível, tem que indicar uma categoria de classificação contábil e
outros dados de classificação contábil no item do documento relevante de requisição.

A categoria de classificação contábil determina a categoria do objeto de classificação contábil que será
cobrado, que dados de classificação contábil devem ser fornecedos e que contas são debitadas quando se
lançar a entrada de mercadorias ou a fatura.

 Classificação contábil K (Centro de Custo)


Ao efetuar uma atribuição a um centro de custo, tem de entrar o numero de conta do razão da
conta de consumo e o centro de custo para o qual o material está sendo suprido, na tela de dados
de classificação contábil.

 Classificação contábil A (Imobilizado)


Se utilizar a categoria de classificação contábil A, tem de entrar o numero do imobilizado na tela
de dados de classificação contábil. O sistema determina automaticamente a conta do razão a ser
debitada a partir do numero do imobilizado.

52
53
Processo de suprimento para consumo

Na figura abaixo o processo de suprimento para material estocável e de consumo são exibidos em
relação à classificação contábil.

Para o material estocável, tem de existir um registro mestre de material. Não se indica uma categoria de
classificação contábil no pedido. Os dados de classificação contábil são determinados a partir do registro
mestre de material (classe de avaliação). O valor de estoque é lançado em uma conta de estoque no
momento da entrada de mercadorias. Em consequência, o valor do estoque e a quantidade em estoque
são atualizados no registro mestre de material.

54
55
Requisição de Compra

No suprimento, as requisições internas de materiais ou serviços acionam um processo de suprimento.

As requisições de compra são documentos internos para solicitar ao seu departamento de compras, o
suprimento de determinada quantidade de um material ou serviço em uma data específica. É possivel
criar uma requisição de compra direta ou indiretamente.

“diretamente” significa que a requisição de compra é criada manualmente no departamento


determinando manualmente a quantidade, material, data.

“indiretamente” é criada automaticamente pelo SAP. As requisições de compra podem ser criadas
automaticamente como se segue: no MRP; Ordens de Manutenção; Ordens de Produção; Diagrama de
Rede.

As requisições de compra também podem ser criadas pelo SCM (Supply Chain Management) ou SAP
Enterprise Buyer.

56
Criação de uma requisição de compra

Nas transações de criação, modificação ou exibição de uma requisição de compra (ME51N, ME52N,
ME53N)existem transações em tela única, tal como no pedido.

Os dados de cabeçalho da requisição de compra consiste agora em uma nota de cabeçalho. Caso a
estratégia de liberação geral for ativada, a mesma será exibida ao lado da nota de cabeçalho.

57
58
Entrada de classificação contábil

Se quiser requisitar materiais ou serviços diretamente para um objeto de classificação contábil, por
exemplo, para seu centro de custo ou para ativo, você deve indicar a categoria da classificação contábil
correspondente na sintese de ítens. Isto significa que você deve entrar dados adicionais de classificação
contábil nos detalhes de item, na aba Classificação contábil.

Se você não souber para qual objeto de classificaçãocontábil o material está sendo suprido quando criar
a requisição de compra, você pode utilizar a categoria de classificação contábil U (desconhecida) na
requisição de compra. Depois, já não precisa mais entrar outros detalhes de classificação contábil.

A categoria de classificação contábil U é permitida em pedidos para serviços externos e pedidos


limitados.

59
Ao criar um item da requisição de compra para material avaliado, o preço de avaliação é obtido do
registro mestre de material. Para material não avaliado ou sem um registro mestre, o requisitante tem de
entrar manualmente o preço da avaliação.

60
Conversão da Requisição de Compra em Pedido

Após ter criado a requisição de compra, a mesma deve ser convertida em um documento de compras
pelo Departamento de Compras. O documento de compras pode ser um pedido, uma solicitação de
cotação, contrato ou divisão de remessas.

Antes da conversão de um item da requisição de compra, você pode atribuir uma fonte de suprimento ao
item.

As fontes de suprimento são atribuídas no nível do item, na requisição de compra, e não no nível do
cabeçalho.

Você pode atribuir fontes de suprimento a um item da requisição de compra, de diferentes formas: Por
exemplo, pode-se entrar uma fonte de suprimento ao criar ou modificar um item da requisição de
compra, no cabeçalho da Fonte de Suprimento. Para determinar a fonte de suprimento, utilize a
determinação automática da fonte de suprimento.

61
Com uma fonte de suprimento, pode-se converter, manual ou automaticamente, um item da requisição
de compra em um pedido. O sistema copia o fornecedor da fonte de suprimento para a requisição de
compra.

Se ainda não tiver sido atribuída uma fonte de suprimento ao item da requisição de compra, ainda é
possivel criar um pedido com referência a este item da requisição de compra. Neste caso, tem que entrar
manualmente o fornecedor no pedido.

62
Entrada de mercadorias avaliadas e não avaliadas

A classificação contábil, entrada no pedido afeta a contabilização do processo de compras. Por exemplo,
uma conta de consumo é utilizada para lançamento,e nãouma conta de estoque.

Outra diferença entre entre o suprimento de material estocável e o suprimento de material de consumo é
que neste último pode-se decidir se a entrada de mercadoria será avaliada ou não avaliada para itens do
pedido com classificação contábil.

Se decidir por uma entrada de mercadoria não avaliada, não ocorrem lançamentos na Contabilidade no
momento da entrada de mercadorias. A entrada de mercadorias não avaliada é essencial para itens com
várias classificações contábeis. A contabilização neste caso ocorrerá somente no lançamento da fatura.

63
Categoria de Item em Compras

A categoria do item lhe permite descrever diveresos processos de compras.

As categorias de item são utilizadas em todos os documentos de compras. O tipo de documento


determina que categorias dos itens estejam disponíveis para seleção. Você pode utilizar diferentes
categorias dos itens para os itens individuais de um documento de compras.

Você pode modificar a descrição breve das categorias dos itens individuais no customizing de
Administração de materiais > Compras > Determinar representação externa das ctgs. Item.

Nesta configuração também é possivel verificar os controles exatos da categoria do item, porém, não
pode modificá-los.

A categoria do item indica se um item pode ou deve possuir um numero de material, uma classificação
contábil, uma entrada de mercadorias e/ou uma entrada de faturas.

64
Modulo 3
Exercício 6: Processamento de Requisição de Compras

Tarefa 1: Processamento de requisição de compras


1. Crie uma requisição de compras com dois itens conforme dados abaixo:

Texto breve: MATERIAL PARA TESTE MMxx


Quantidade: 1
Unidade: UN
Grupo de mercadorias: 00107
Grupo de compradores: X01
Preço de avaliação: 520 BRL
Material: MATMM-0xx
Quantidade: 5
Centro de custo: 4100

2. Exiba a requisição de compra criada.

65
Exercício 7: Converter Requisição de Compras em Pedido de Compras

Tarefa 1: Criar pedido de compras com referência a requisição de compras


1. Crie um pedido de compras para o fornecedor FORN-001 com referência a requisição criada.

Categoria de classificação contábil: K


Data de remessa: 01/03/2014
Requisitante: REXX
Centro: CE01

66
Módulo 4
Solicitação de Cotação / Cotação

Uma das tarefas do departamento de compras é converter as necessidades de materiais ou serviços em


pedidos de compras.

Uma ação de solicitação de cotação com vários fornecedores é uma forma de determinar uma fonte de
suprimento.

Os fornecedores nos enviam suas cotações. As recusas de preços, condições ou datas de remessa são
entradas diretamente na solicitação de cotação,

Você pode determinar os itens ou a cotação mais favorável através de uma comparação de cotações.

Número Coletivo

Você pode ligar várias solicitações de cotação que se pertençam utilizando um número coletivo. Entre o
número coletivo nos dados do cabeçalho da solicitação de cotação.

É possivel selecionar suas solicitações de cotação e cotações com o número coletivo.

O numero coletivo pode ter um máximo de dez caracteres e pode ser alfanumérico.

Condições em Compras

67
Condições são convenções estipuladas com os fornecedores referentes a preços, deduções, sobretaxas e
descontos, e assim por diante.

As condições podem ser atualizadas na entrada de cotações, registros info, contratos básicos e pedidos.

O preço líquido e efetivo em um documento de compras são determinados com base nessas condições.

Os seguintes tipos de condições são utilizados em compras:

 As condições de um contrato se aplicam a todas as solicitações sobre contrato criadas com


referência a esse contrato.
 As condições de um registro info para compras se aplicam a todos os itens de pedido que
contenham o material e o fornecedor indicados no registro info para compras.
 Com condições “gerais”, também é possível exibir acordos sobre preços que não se aplicam
somente a cotações individuais, contratos básicos, pedidos ou registros info.

Dependência de tempo das Condições

As condições dependentes do tempo são válidas durante um determinado periodo de tempo. Com
condições dependentes do tempo, você não pode determinar um período de tempo de validade. A
validade corresponde à do documento de compra em questão.

68
As condições em registro info e contrato são condições dependentes do tempo. As condições nos
pedidos são sempre condições independentes do tempo.

As condições para os programas de remessa e cotações de maneira standard são condições dependentes
do tempo.

Para condições dependentes do tempo, você pode criar escalas para determinação de preço e mapear a
dependência do preço em relação à quantidade, por exemplo.

Tipo Condição e Esquema de Cálculo

Os diferentes “fatores de preço” como o preço bruto, descontos, custos de frete, alfândega e impostos
são mapeados usando tipos de condições.

O tipo de condição determina o modo como o fator de preço é calculado. Você pode selecionar entre
absoluto, percentual ou dependente da quantidade. O tipo de condição também é utilizado para definir a
grandeza de referência de escalas. A escala pode referir-se à quantidade, ao valor do item ou ao peso.

Uma sequencia de acesso pode ser atribuída a um tipo de condição. A sequência de acesso é uma
estratégia de pesquisa usada para definir a sequencia em que são lidos os registros de condição de um
tipo de condição.

Os tipos de condições que desempenham uma função na determinação de preço estão agrupados em um
esquema de cálculo. O esquema de cálculo oferece uma estrutura para a determinação de preços.

69
Sequência condições

O esquema de cálculo determina o seguinte:

 Os subtotais. Para condições dependentes do tempo, não são formados subtotais


 Até que ponto é possivel o processamento manual da determinação de preço
 A base sobre a qual o sistema calcula as sobretaxas e descontos em percentuais
 Os pré-requisitos que precisam ser preenchidos para que um determinado tipo de condição seja
considerado

Você pode definir diveresos esquemas de cálculo, por exemplo, para as organizações de compras e
fornecedores individuais.

As configurações dos esquemas de cálculo para compras IMG > Administração de Materiais >
Compras > Condições > Determinar determinação de preço > Determinar esquema de cálculo

Criação de solicitações de cotação

Para solicitar cotações a vários fornecedores é necessário primeiro criar o documento de solicitação de
cotação para cada fornecedor.

Para racionalizar o processo de entrada entre primeiro com os dados que são identicos em todos os
documentos (material, quantidade, data). Em seguida efetue atribuição dos fornecedores.

Abaixo segue o fluxo das etapas mais importantes para criação manual de uma solicitação de cotação.

70
Na tela SAP Easy Access, selecione Logistica > Administração de materiais > Compras > Solicitação
de Cotação/cotação > Solicitação de Cotação > Criar (ME41)

Entre as informações solicitadas nesta tela, como por exemplo: o tipo de solicitação de cotação, o prazo
para apresentação da cotação, a organização de compras e o grupo de compradores.

Se desejar solicitar cotações para materiais de vários centros, então você não deve entrar um centro nos
valores propostos para os itens.

Entrar um numero coletivo nos dados de cabeçalho.

Na sintese de itens entre com os materiais desejados, com as quantidades e datas de remessa.

É possivel solicitar cotações para materiais com e sem registro mestre de materiais. Se não existir
registro mestre para um material, deixe o campo do numero de material em branco e entre apenas com
um texto breve.

Na tela Endereço do Fornecedor, entre o numero do fornecedor. O sistema copia então os dados do
endereço a partir do registro mestre de fornecedor.

Grave a solicitação de cotação. Neste momento a tela fica disponível para entrar com outro fornecedor
para gravando assim uma segunda solicitação de cotação. Seguir este procedimento para todos os
forneceddores que deverão participar da cotação.

71
Comparação de Preço

A cotação contém os preços e as condições de um fornecedor para os materiais ou serviços indicados na


solicitação de cotação. No sistema, uma solicitação de cotação e uma cotação são os mesmo documento.

Você pode entrar e comparar os preços da cotação em uma compração de preço de cotação. A
comparação de preços de cotação exibe a melhor cotação para cada material. O sistema também
determina a melhor cotação em termos globais.

Pode-se definir um copigo de recusa para os itens da cotação que não lhe interessam. O sistema pode
gerar então uma carta de recusa para os fornecedores.

72
Criação de Pedido com referência

O processo de suprimento geralmente consiste em pelo menos três etapas: pedido, entrada de
mercadorias e entrada de faturas. No entanto, podem existir mais etapas anteriores à criação do pedido.
As requisições de compra e a determinação de uma fonte de suprimento em uma solicitação de
cotação/cotação podem anteceder o pedido.

Podemos criar um pedido referenciando uma solicitação de cotação/cotação, uma requisição de compra,
um contrato ou pedido de compra

Na transação ME21N, ativar a sintese de documentos para facilitar a criação de um pedido com
referência.

Para cada item o sistema atualiza o numero do documento e de item do modelo a ser copiado.

Para criar um pedido com referência a outro documento, também é possivel entrar diretamente o numero
do documento e o número do item, na síntese de itens, no campo correspondente do pedido.

Na sintese de documentos é possivel exibir os diferentes documentos de compras de que se necessita.

Para exibir um pedido ou uma requisição de compra a partir da sintese de documentos, basta clicar duas
vezes no item relevante.

Utilize a variante de seleção para decidir que documentos deseja selecionar. Será apresentada uma tela
de seleção, onde pode-se limitar a busca.

73
Registro Info para Compras

O registro info para compras fornece a opção de gravar informações sobre um fornecedor e um material
com dados mestre no nível da organização de compras e do centro.

Você pode definir as informações a seguir em registro info:

 condição e preço atual e futuro


 dados de remessa
 dados de fornecedor
 numero do ultimo pedido
 codigo imposto
 textos

O registro info para compras é uma importante fonte de informação para o encarregado de compras.

Também pode utilizar as exibições de lista dos registros info para determinar quais fornecedores
oferecem um determinado material ou quais materiais podem ser supridos por determinado fornecedor.

Um registro info para compras pode ser válido no nível da organização de compras e no nível do centro.

Para gravar condições no nível do centro deve ser indicado no customizing em IMG > Administração
de Materiais > Compras > Condições > Determinar controle da condição a nível de centro.

Existem várias opções para a criação de um registro info para compras.

74
Pode-se criar ou modificar manualamente um registro infor para uma organização de comrpas ou um
centro. No menu SAP Easy Access, selecione Logistica > Administração de Materiais > Compras >
Dados mestre > Registro Info > Criar ou Modificar.

Na primeira tela é necessário entrar com o fornecedor, material. Nas telas de dados seguintes, entre
manualmente com os dados necessários.

O registro info também pode ser criado ou atualizado automaticamente definindo o codigo atualizalição
de registro infro quando se atualiza uma cotação, pedido ou contrato básico.

No pedido (transações ME21N, ME22N, ME23N) o código Atualização de registro info possui duas
caracteristicas para atualização, ou seja, contra se um registro info é atualizado ou não.

A atualização de registro info possui quatro caracteristicas:

1) “ “ O registro info não é atualizado nem criado

2) “A” Se existir um registro infro no nível do Centro este é atualizado

3) “B” Se forem permitidas condições de centro para o centro é atualizado ou criado a nivel centro

4) “C” Se não forem necessárias condições de centro para o centro é atualizado ou criado a nível de Org
Compras.

75
Avaliação do Material

Na maioria dos movimentos de mercadorias em Administração de estoques, a quantidade em estoque e


os valores de estoque variam. Nas entradas de mercadorias, o valor do estoque aumenta; nas saídas o
valor do estoque diminui.

A quantidade e o valor do estoque do material e o preço do material são atualizados no registro mestre
de material. Sendo assim, também necessita de um registro mestre de material em depósito.

A avaliação do material determina e atualiza o valor do estoque de um material. A formula a seguir é


utilizada para calcular o valor do estoque.

VALOR DO ESTOQUE = QUANTIDADE EM ESTOQUE *


PREÇO DO MATERIAL

Durante a avaliação de um movimento de mercadorias são atualizados no registro mestre de material, nã


apenas o valor total e, se necessário, o preço de avaliação, mas também as contas de Contabilidade. A
avaliação do material demonstra a ligação existente entre MM e FI, porque a avaliação do material
acessa as contas do razão em contabilidade financeira e as atualiza.

A avaliação de material adapta-se às necessidades da empresa por meio da configuração em sistema.


Para esta configuração definem-se questões como: Em que níves são avaliados os materiais ? Que tipo
de movimento de mercadoria são relevantes para avaliação? Que contas recebem lançamentos durante
uma transação.

76
A área de avaliação é o nivel organizacional em que o material é avaliado. Você pode decidir se a área
de avaliação é determinada no nuvem de empresa ou centro.

 Área de avaliação = empresa

Os dados de avaliação de um material são criados separadamente para cada empresa. O controle de
preço e o preço de avaliação de um material são válidos para cada empresa. Assim, o material é avaliado
de modo coerente em todos os centros de uma empresa.

 Área de avaliação = centro

Os dados de avaliação de um material são criados para cada centro. O controle de preço e o preço de
avaliação de um material são válidos para cada centro. Assim, o mesmo material pode ser avaliado de
modo diferente em centros diferentes.

A SAP recomenda a avaliação do material a nivel de centro. A avaliação do nível de centro é obrigatória
se deseja utilizar os componentes de Planejamento ou Custos.

A definição do nível de avaliação em customizing é uma opção fundamental e é muito difícil de


inverter.

Esta configuração é feita no IMG > Estrutura do Empreendimento > Definição > Logistica Geral >
Determinar nível de avaliação.

o tipo de material criado determina se o material deve ser ou não avaliado. O tipo de material controla se
o estoque dever ser administrado em quantidade ou valor.

Na determinação automática de contas, o sistema da SAP trabalha com classes de avaliação. A classe de
avaliação é utilizada para determinar qual a conta de estoque que deve ser atualizada durante os
movimentos de mercadorias de um material.

É possivel usar a classe de avaliação para combinar materiais para a atribuição de contas do razão. A
classe de avaliação é atualizada na visão Contabilidade no registro mestre de material.

77
O processo de controle de controle de preço definido no registro mestre de material determina o valor
utilizado para avaliar a entrada de mercadorias de um material. A avaliação do material pode ser
executada de acordo com o preço standard (preço S) ou com o prelo médio móvel (preço V).

O sistema calcula automaticamente o preço médio móvel para todos os movimentos de mercadorias.

Preço médio móvel = valor total do estoque / quantidade


total de estoques

Quaisquer diferenças em relação ao preço do pedido que ocorram durante a entrada de faturas são
lançadas diretamente na conta de estoque durante a cobertura do estoque, e o sistema determina um
novo preço móvel.

78
Contabilizações

Durante a entrada de mercadoria o sistema atualiza o valor e quantidade em estoque com o preço
standard. Atualiza a conta de compensação EM/EM com o preço do pedido. Lançando a diferença do
valor entre o preço do pedido e o preço standard na conta de diferença de preço.

Quando a fatura recebida é lançada a conta de compensação EM/EF é compensada com o preço do
pedido. A conta do fornecedor (credor) é atualizada com o preço da fatura. Ele lança a diferença entre o
preço dafatura . Ele lança a diferença entre o preço do pedido e o preço da fatura na conta “Receita por
diferenças de preço”. Não modifica o valor total do estoque.

Durante a entrada de mercadorias, o sistema atualiza o valor do estoque, a conta do estoque e a conta de
compensação EM/EF com o preço do pedido. O preço médio móvel é recalculado com base no novo
valor do estoque: Preço V (por cada unidade de medida base) = valor total / estoque total.

Quando a fatura recebida é lançada a conta de compensação EM/EF é compensada com o preço do
pedido. A conta do fornecedor (credor) é atualizada com o preço da fatura. O sistema lança a diferença
entre o preço do pedido e o preço da fatura na conta de estoque. Ele calcula novamente o valor do
estoque com base no prelo da fatura.

O sistem adetermina novamente o preço médio movel com base no valor do estoque modificado.

Se a quantidade em estoque na entrada da fatura for menor do que a quantidade da fatura o sistema lança
parte da diferença em conta “Despesa/receita por diferença de preço”, em vez de lançar na conta de
estoque.

79
80
Tipos de estoque, avaliação e entrada de mercadoria

Para simplificar o trabalho diário com Administração de estoques, várias funções e relatórios contêm
informações detalhadas sobre todos os materiais e seus dados de estoque.

A visão geral de estoqaue é uma análise que fornece informações sobre a situação do estoque de um
material.

Os estoques de material são exibidos na visão geral de estoques para cada nível organizacional
individual. As quantidades lançadas para determinado tipo de estoque são totalizadas para cada unidade
organizacional.

É possivel exibir a visão geral de estoques para lotes / tipo de avaliação e estoques especiais e também
centro e depósito.

Na entrada de mercadoria, você decide qual o tipo de estoque para o qual é lançada uma quantidade. O
tipo de estoque é relevante para determinar o estoque disponível no MRP, e é utilizado para retiradas na
Administração de estoques.

É possivel lançar uma entrada de mercadoria para o depósito em três tipos de estoque:

 Estoque de utilização livre


 Estoque de controle de qualidade
 Estoque bloqueado

Não confunda o tipo de estoque avaliado “estoque bloqueado” com o estoque bloqueado na entrada de
mercadorias.

No pedido e no mestre de material, você pode planejar se o material deve ser lançado no estoque de
controle de qualidade.

No recebimento das mercadorias, você escolhe o tipo de estoque para o qua será lançado o material.

81
Você pode entrar um código de estoque no nível do item para a entrada de mercadoria, permitindo-lhe
distinguir entre os vários tipos de estoque.

Só se pode lançar retiradas para consumo do estoque de utilização livre.

Do estoque de controle de qualidade e do estoque bloqueado, você só pode retirar uma amostra, colocar
uma quantidade em refugo ou lançar uma diferença de inventário.

Se deseja retirar mercadorias do estoque bloqueado ou do estoque de controle de qualidade para


consumo é preciso antes executar uma transferência do estoque de utilização livre. O tipo de movimento
é utilizado para controlar os tipos de estoque envolvidos na transferência.

Na execução de uma transferência, o tipo de estoque, o número do lote ou o número do material é


modificado. Uma transferência também pode envolver uma transferência física de estoque real.

Tal como para todos os movimentos de mercadorias, o sistema também cria um documento de material
durante as transferência para exibir a movimentação no sistema.

O sistema só gera documentos contábeis se ocorrerem uma modificação na avaliação (ex. Transferência
entre centros).

82
O documento é o comprovante da ocorrência de uma transação que envolve a movimentação do
material, modificação no estoque. Os documentos são gravados no sistema e um documento de material
é gerado.

Assim que um movimento de mercadorias é lançado, as quantidades, o material, o tipo de movimento e


o nível organizacional não podem mais ser modificados. Se desejar corrigir erros, primeiro cancele o
documento incorreto e depois gere o novo documento. Porém é possivel alterar os textos do documento
de material através da transação MB02 que modifica o documento de material.

O documento de material consiste em um cabeçalho do documento e em pelo menos um item. A


informação do cabeçalho inclui a data de lançamento e o nome do autor. O sistema registra a quantidade
do material que é lançada em um depósito de um centro, nó nível do centro.

O documento contábil registra os efeitos dos movimentos de material sobre as contas. O cabeçalho do
documento contém dados gerais, como a data do documento, a data de lançamento, o período de
lançamento e a moeda do documento.

No nível do item, são registrados os números da conta do Razão e os montantes associados lançados.

Os documentos contábeis e de material são documentos independentes. É possível identificar o


documento de material pelo seu numero e ano.

O documento contábil pode ser identificado de modo exclusivo pela empresa, pelo seu número e pelo
exercício.

A empresa em que é lançado o documento contábil é obtida no centro em que ocorre o movimento de
mercadorias.

83
Revisão de Faturas e Custos Complementares

Quando entra um fatura utilizando a Revisão de Faturas (Logistica) é gerado um documento contábil
(documento de FI) além do documento de faturamento (documento de MM). Deste modo, quando a
fatura é lançada, as informações de pagamento são encaminhadas para a contabilidade financeira e são
atualizadas várias contas.

O sistema determina automaticamente que montantes têm de ser lançados em que contas.

No entanto o documento contábil também pode continuar sendo processado por sistemas distribuídos ou
externos.

O documento de faturamento consiste em um cabeçalho de documento e em pelo menos um item. As


informações do cabeçalho incluem o credor (emissor da fatura), a data de lançamento e o nome da
pessoa que criou o documento. Os dados do item indicam qual o montante cobrado por qual quantidade
de um material.

O documento contábil exibe os efeitos da entrada da fatura na contabilidade. O cabeçalho do documento


contém dados gerais, como a data do documento, a data de lançamento, o período de lançamentos e a
moeda do documento.

Os numeros das contas do Razão e os montantes associados lançados são registrados no nível do item.

84
Custos complementares de aquisição

É possivel distinguir entre custos complementares de aquisição planejados e não planejados. Os custos
complementares de aquisição planejados podem ser divididos de acordo com a origem, em custos de
frete e custos alfandegários.

Os custos complementares de aquisição planejados são acertados antecipadamente com o proprio


fornecedor, o agente de frete ou a transportadora, ou o posto alfandegário, e registrados por meio de
diversos tipos de condições, quando o pedido é criado.

Quando a engtrada de mercadoria é lançada, são efetuados em simultâneos lançamentos em contas de


compensação especiais. Estas entradas são depois compensadas quando a fatura é recebida e lançada.

A vantagem dos custos complementares de aquisição planejados é que eles são incluídos na avaliação de
um material no momento da entrada de mercadorias. O sistema só executa o “debito posterior” no
momento em que a fatura é recebida, se os custos complementares de aquisição faturados forem
diferentes dos planejados.

85
Relatório e Análise

Em um ambiente operacional, você gera uma vasta gama de documentos incluindo documentos de
compra, material, faturamento e contábil.

Os documentos são lançados no sistema e gravados em tabelas de banco de dados. Os relatórios


standard permitem a você avaliar esta informação de documento.

O SAP List Viewer e o ALV Grid Control padronizam e simplificam o processamento de listas nos
sistemas da SAP.

O ALV Grid Control é utilizado em exibições de lista e também em outras transações.

86
Modulo 4
Exercício 8: Processamento de Solicitação de Cotação e Cotação

Tarefa 1: Processamento de solicitação de cotação

1. Crie solicitações de cotação de 100 unidades do material MATMM-0xx para os fornecedores FORN-
0XX e FORN-002 conforme dados abaixo:

Prazo de apresentação da cotação: 10.05.2014


Organização de compras: OC01
Grupo de compradores: X01
Data de remessa: 01.05.2014
Empresa: 1000
RFQ coletiva: SCxx

Tarefa 2: Processamento de cotação

1. Insira os dados de cotação recebidos dos fornecedores conforme dados abaixo:

Fornecedor: FORN-0xx
Data de remessa: 01.05.2014
Preço bruto: 90 BRL
Desconto preço bruto: 15%
Fornecedor: FORN-002
Data de remessa: 01.06.2014
Preço bruto: 82 BRL
Desconto preço bruto: 10%

2. Comparar preços utilizando o numero SCxx e organização de compras OC01 para avaliar qual o
fornecedor mais favorável.

3. Altere a data de remessa da cotação do fornecedor FORN-0xx para 05.12.2014.

4. Recuse a cotação para o fornecedor FORN-0xx.

87
Exercício 9: Processamento de Pedido de Compras

Tarefa 1: Entrada de pedido de compras

1. Crie um pedido com referência a solicitação de cotação 6000000001 para o centro CE01.

88
Exercício 10: Atualizar Registro Info de Compras

Tarefa 1: Exibir, modificar e analisar registro info de compras

1. Exiba o registro info de compras para o material MATMM-0xx e organização de compras OC01.
Grave o nome variante como Xxx e o significado como Solicitação de Cotação XX.

2. Modifique o código Atualização de registro info para C nas cotações referentes ao material
MATMM-0xx.

3. Exiba novamente o registro info criado para o material MATMM-0xx e organização de compras
OC01.

4. Modifique o registro info do material MATMM-0xx e fornecedor FORN-002 conforme dados


abaixo:

Prazo de entrega previsto: 10


Quantidade mínima: 50
Válido desde: 01.01.2014
Válido até: 30.06.2014
Deconto bruto: 15%

89
Módulo 5
Aquisição de Serviços

A figura abaixo mostra todas as etapas possiveis que podem ocorrer na aquisição de serviços.

Registro Mestre de Serviços

O registro mestre de serviços pertence aos dados mestre e serve como fonte de dados que pode ser
utilizada ao criar relações de serviços. Utilizando registro mestre de serviços, pode-se reduzir a
quantidade de tempo necessária para esta atividade, assim como a ocorrência de erros.

Isto porque tem de entrar totalmente as relações de serviços apenas uma vez no registro mestre de
serviços.

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Um registro mestre de serviços contem as seguintes informações:

 Numero de serviço
 Categoria do serviço
 Textos breves e descritivo
 Unidade de medida básica
 Grupo de mercadorias
 Classe de avaliação

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As transações de registro mestre de prestação de serviços (transaçao AC01, AC02, AC03) são
transações em tema única que você pode utilizar para criar, modificar, exibir serviços.

Os dados dos serviços estão distribuídos por áreas que podem ser expandidas ou comprimidas através de
ícone próprio de cada área.

Condições de serviço

Os preços de serviços externos que são válidos durante um período mais longo podem ser registrados no
sistema sob a forma de condições de serviço. Estas condições são utilizadas durante determinação de
preço no documento de compra. É possivel entrar outras condições no próprio documento de compra.

Solicitação de Serviços

O processo de solicitação de serviço começa com o pedido, no qual os serviços individuais a serem
executados são resumidos em uma relação de serviços e que é encaminhado ao fornecedor de serviço.

Ao adquirir o material você já tem várias informações como o material a ser adquirido e a quantidade.
Durante a aquisição de serviços, no entanto, é frequente não estarem claramente indicadas a descrição
exata do serviço e a quantidade pedida.

92
Então é possivel indicar apenas uma estimativa quanto às horas de trabalho, porque você não sabe
exatamente quanto tempo será necessário. Ao indicar um limite para serviços não planejados, você pode
controlar os custos de serviços inesperados e serviços que não podem ser planejados.

Um item de serviço sempre deve ser atribuído a uma conta. O suprimento para o depósito, que é
possivel para materiais, não existe na aquisição de serviços. No entando, você pode utilizar a
classificação contábil,

A categoria de item D ativa a função de serviços e permite a criação de uma relação de serviços e a
definição de limites de valores para serviços não planejados.

Uma relação de serviços pode consistir em qualquer número de linhas de serviços. Para uma melhor
visão geral, pode-se utilizar a estrutura hierarquica na relação de serviços em uma hierarquia de níveis,
semelhante a um índice.

É possivel um máximo de quatro níveis hierárquicos e é possivel modificar os números dos níveis e seus
txtos breves e descritivos a qualquer momento.

Registro e aceitação de serviços

Os serviços que foram prestados são gravados em folhas de registro de serviços, e devem ser lançados
como referência ao pedido.

Os serviços existentes no pedido podem ser copiados para a folha de serviços, durante o lançamento da
mesma. Os serviços não planejados devem ser entrados manualmente e seus valores são verificados com
93
os valores limites do pedido.

Nenhum lançamento contábil é gerado no lançamento da folha de serviços.

Somente após o aceite da folha de registro de serviços é que são efetuados lançamentos contábeis.

94
O controle de quem pode ou não efetuar o aceite é através de perfis de acesso.

O lançamento da folha de registro de serviço e o aceite da mesma são realizados através da transação
ML81N.

Você só pode entrar uma fatura de um fornecedor de serviços relativa a um pedido após a folha de
registro de serviço ter sido aceita.

O lançamento da fatura poderá ser realizado com referência ao pedido ou à folha de serviço.

Caso o lançamento seja feito com referência à folha, somente os dados da folha informada serão
apresentados.

Todos os lançamentos com relação à folha de serviços são atualizados no histórico do pedido de
compras.

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Modulo 5
Exercício 11: Dados mestre para Administração de Serviços

Tarefa 1: Registro mestre de serviço e condição do serviço

1. Exiba o mestre de serviços referente ao numero SERV-001 e exiba as condições de serviço para o
fornecedor FORN-002 e organização de compras OC01.

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Exercício 12: Aquisição de Serviços

Tarefa 1: Processamento de pedidos para serviços

1. Crie um pedido de serviços para o fornecedor FORN-002 conforme dados abaixo:

Tipo de classificação contábil: U


Categoria de item: D
Texto breve: SERVIÇO DE MANUTENÇÃO TESTE 0xx
Grupo de mercadorias: 007
Centro: CE01
Limite total: 200 BRL
Valor previsto: 200 BRL
No. Serviço: SERV-001

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Exercício 13: Registro de Serviços e Revisão de Faturas

Tarefa 1: Registro e faturamento de serviços externos

1. Atualize a folha de registro de serviços com referência ao pedido criado anteriormente:

Texto breve: FOLHA DE REGISTRO DE SERVIÇOS TESTE 0xx


Categoria de classificação contábil: K – Centro de Custo
No. Externo: 770007
No. Serviço: SERV-001
Quantidade: 60
Centro de Custo: T-L01

98
Módulo 6
Fontes de Suprimento

Contrato

Um contrato básico é um acordo de longo prazo com um fornecedor abrangendo o fornecimento de


materiais ou prestação de serviços, sujeito a condições predefinidas. Estas se aplicam a um período
predfinido e a uma quantidade total de compras predefinidas ou a um determinado valor de compras.

Para contratos básicos de longo prazo, você também pode arquivar vários registros de condições para
cada item,

Um contrato básico não contpem dados sobre datas de remessa específicas nem quantidades a fornecer.
Você notifica o fornecedor sobre as quantidades e datas de remessa em uma forma especializada de
pedido, denominada solicitação sobre contrato ou programa de remessa.

Para acessar contrato devemos Menu SAP > Logistica > Administração de Materiais > Compras >
Contrato básico > Contrato > Criar / Modificar / Exibir (ME31K / ME32K / ME33K).

Para acessar programa de remessa devemos Menu SAP > Logistica > Administração de Materiais >
Compras > Contrato básico > Programa de Remessa > Criar / Modificar / Exibir (ME31L / ME32L /
ME33L.

Para criar um programa de remessa para transferência de estoque utilize a transação ME37.

Atualizar e exibir a divisão do programa de remesa utilize as transações ME38 e ME39.

É possível criar contratos sem referência, ou com referência a uma requisição de contrato básico, uma
solicitação de cotação ou outro contrato.

Existem dois tipos de contratos:

 Contrato em quantidade – o contrato é cumprido quando se atinge uma quantidade teórica.


 Contrado em valor – o contrato é cumprido quando se atinge um valor teórico global.

Determinar Fonte de Suprimento

O objetivo do processo de determinação da fonte de suprimento é atribuir automaticamente uma fonte


de suprimento a uma requisição de compra. Quando a pessoa que insere a requisição de compra usa o
indicador DETERMINAÇÃO DA FONTE DE SUPRIMENTO , o sistema pesquisa as fontes de
suprimento possiveis.

Se o sistema localizar várias fontes de suprimento válidas para um mesmo item serão exibidas.
99
Com o parâmetro EFB é possível impedir que pessoas específicas atribuam manualmente fontes de
suprimento.

A determinação da fonte de suprimento está disponível nas seguintes funções:

1. execução de planejamento (MD01/MD02/MD03)

2. criar uma requisição de compra (ME51N)

3. atribuir a fonte de suprimento às requisições de compra (ME56)

4. atribuir e processar requisições de compra (ME57)

5. criar pedido, fornecedor desconhecido (ME25)

6. converter uma ordem planejada em uma requisição de compra (MD14/MD15)

100
101
Modulo 6
Exercício 14: Contrato

Tarefa 1: Criar contrato central tipo MK por quantidade

1. Criar um contrato para o fornecedor FORN-001.

2. Este contrato é por quantidade e terá validade de 2 anos a partir de 01.01.2014 com quantidade
prevista de 10.000 UN para o material MATMM-0xx.

3. o prazo de entrega é previsto para 10 dias.

Tarefa 2: Criar contrato tipo WK por valor

1. Criar um contrato para o fornecedor FORN-001.

2. Este contrato é por quantidade e terá validade de 2 anos a partir de 01.01.2014 com quantidade
prevista de 10.000 UN para o material MATMM-0xx.

3. o prazo de entrega é previsto para 6 dias.

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Módulo 7
Estratégia de Liberação

Liberação Requisição de Compra

No sistema SAP, você pode definir processos de liberação em compras, para requisições de compras e
documentos de compras externos (pedidos, contrato, programas de remessas e solicitação de cotação).

Se uma requisição de compra ou um documento de compra externo cumprir determinadas condições o


documento precisa ser aprovado.

O processo de liberação pode ser replicado por um processo de liberação eletrônico.

Este processo de liberação bloqueia automaticamente os documentos relevantes, impedindo que


continuem sendo processados. Os itens de requisições bloqueados não podem ser convertidos em
documentos subsequentes. Pedidos bloqueados não podem ser enviados ao fornecedor.

Pode ser necessária uma ou mais aprovações para a liberação. A liberação funciona como uma
assinatura eletrônica.

É necessário distinguir entre dois tipos de liberação:

 Liberação por Item


 Liberação Geral

103
Com uma liberação por item, cada item é verificado quanto a sua correspondência com os critérios
necessários para liberação. A verificação é efetuada à medida que os dados são entrados.

Com a liberação geral, todos os itens devem cumprir estes critérios. Os critérios para a liberação beral
devem, portanto, ser escolhidos de maneira cuidadosa. A verificação é efetuada quando a requisição de
compra é salva ou verificada.

O requisitante pode receber informações sobre o resultado da aprovação por meio de um workflow.

O fato de uma requisição de compra ter de ser liberada por item ou na totalidade é determinado pelo tipo
de documento e pelo grupo de liberação na classificação.

Para requisições de compra, estão disponíveis dois processos de liberação:

 Sem classificação

Com este processo as requisições de compra somente podem ser liberadas no nivel do item.

 Com classificação

Este processo permite-lhe liberar requisições item por ite e na sua totalidade.

Os dois processos se excluem mutuamente, ou seja, você precisa decidir se utiliza uma ou outra
alternativa.

Existem duas formas de liberar requisições de compra:

 Liberação individual - Você libera itens individuais de uma requisição.


 Liberação coletiva - Você liberar todos os item da requisição de uma só vez.

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Para liberar requisição de compra:

Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Requisição de Compra > Liberar >
Liberação individual (ME54N)

Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Requisição de Compra > Liberar >
Liberação coletiva (ME55)

Liberação Pedido de Compra

Os documentos de compra são liberados ou recusados no nível de cabeçalho. A liberação por item ou
resusa não é possível. As estratégias de liberação são determinadas quando um documento de compras é
gravado ou verificado.

Para configurar estratégias de liberação de documentos de compras, podem ser usados apenas processos
de liberação com classificação.

Liberar documentos de compras:

Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Pedido Liberar > Liberação
individual (ME29N)

Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Pedido Liberar > Liberação
coletiva (ME28)

Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > RFQ Cotação > Solicitação de
cotação > Liberar (ME45)

Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Contrato > Contrato Básico >
Contrato > Liberar (ME35)

Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Contrato > Contrato Básico >
Programa de Remessa > Liberar (ME35)

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Modulo 7
Exercício 15: Processo de liberação

Tarefa 1: Entrada de fatura liquida

1. Verifique no Customizing o processo de liberação de requisições de compra (com classificação)

2. Crie um novo processo de liberação com os seguintes dados:

IMG > Administração de materiais > Compras > Requisição de Compras > Processo de Liberação >
processo com classificação> Processar classes

Classe: lib_req_compras

Tipo de classe: 032

3. Crie uma requisição de compras com os seguintes dados:

Classificação contábil: K
Texto breve: MATERIAL DE ESCRITÓRIO
Quantidade: 100
Grupo de mercadorias: 006
Centro: CE01
Grupo de compradores: Z01
Centro de custo: 1000
Unidade de medida: UN
Preço de avaliação: 15BRL

4. Verifique que a requisição de compras está aguardando a liberação.

5. Execute a liberação da requisição

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Módulo 8
Conceitos básicos do MRP baseado no consumo

Síntese de MRP

A tarefa principal do MRP é garantir a disponibilidade de material, ou seja, suprir as quantidades


necessároias para a produção interna e para venda no tempo certo.

A cadeia logistica tem início com Vendas e distribuição e Administração de Produção.

Para atender a demanda é preciso que as datas e as quantidades da ordem sejam determinadas e que os
elementos de suprimentos adequados sejam planejados. Os elementos de suprimento de planejamento de
material e de suprimento externo são as ordns planejadas e as requisições de compra. Ambos são
elementos internos apenas.

Para materiais produzidos internamente, as necessidades dependentes são determinadas pela explisão da
lista técnica. As necessidades dependentes são a quantidade de componentes necessária para a produção
de um produto final ou uma montagem.

Quando o MRP tiver concluído o planejamento de volume e a programação de datas, os elementos de


suprimento interno devem ser convertidos em elementos de suprimento reaisi: o elemento de suprimento
para a produção é a ordem de produção, o do suprimento externo é o pedido.

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O planejamento de necessidades ocorre no nível de centro. Por outras palavras, no planejamento é
considerado todo o estoque existente no centro. Contudo, os estoques de depositos individuais podem
ser excluídos do MRP ou planejados independentemente.

Nesse caso esses estoques não são incluídos no MRP no nível de centro.

Você também pode executar o planejamento de necessidades para áreas MRP individuais. As áreas
MRP permitem uma diferenciação do MRP em um centro.

As áreas MRP são opcionais. É possivel executar planejamento de necessidades de material sem utilizar
áreas MRP.

Existem três tipos diferentes de áreas MRP:

 Áreas MRP do centro (obrigatórias) que são automaticamente criadas ao ativar o planejamento
com áreas MRP. Os respectivos números correspondem ao número do centro. Se não forem
definidas mais áreas MRP, a área MRP do centro abrange todo o centro.

 Áreas MRP para depósitos definidas pelos depósitos atribuídos a elas.

 Áreas MRP do subcontratado que proporcionam o planejamento da necessidade do material


fornecedo para um subcontratado e que são definidas por meio da atribuição desse
subcontratado.

Pré-requisitos para MRP baseado no consumo

Para poder utilizar o MRP baseado no consumo, você necessita efetuar determinas configurações.
108
O MRP ocorre no nível do centro, ou seja, para determinar a falta de um material, ele inclui o estoque
disponível de todos os depósitos do centro durante o planejamento.

Para executar o MRP para um centro, é preciso:

 Ativar o MRP no centro respectivo.


 Atualizar os parâmetros de MRP nesse centro.
 Atualizar os dados de MRP dos materiais sujeitos ao planejamento automático.

O planejamento de necessidades para o centro correspondente deve estar ativado no customizing: de


IMG > Administração de materiais > MRP baseado no consumo > Planejamento > Ativar MRP.

Os parâmetros do centro devem estar ativados no customizing IMG > Administração de materiais >
MRP baseado no consumo > Parâmetros do centro > Efetuar atualização Total dos parâmetros do
centro.

Os materiais planejados automaticamente são materiais que não possuem o tipo de material ND, pois
este tipo de MPR significa que o material é sem planejamento.

Os tipos de MRP são definidos no customizing IMG > Administração de materiais > MRP baseado no
consumo > Dados mestre > Verificar tipos de MRP.

Dados MRP no Registro Mestre de Material

Os dados relevantes para o MRP são armazenados no nível de centro no registro mestre de materiais.

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Efetue as configurações relevantes para o MRP em nível do depósito no registro mestre de materiais
(MRP 4).

A função de planejamento separado de MRP em nível do depósito permite uma exibição mais flexivel
com áreas MRP.

Atualize as configurações para áreas MRP no registro mestre de materiais (MRP 1).

Os dados MRP no registro mestre de materiais podem ser subdivididos nas seguintes categorias.

 Dados gerais definindo sempre para um material planejado


 Dados dependentes do procedimento MRP
 Dados necessários para programação
 Dados necessários para o calculo do tamanho do lote

Perfil MRP

Você pode atualizar parâmetros MRP com perfis MRP. O perfil MRP é uma chave na qual você pode
gravar parâmetros MRP que não dependem do registor mestre de materiais.

Um perfil é um conjunto de campos para a configuração de registro mestre de materiais.

As informações determinadas no perfil são informações standard, continuamente necessárias em uma


combinação semelhante durante a atualização de diferentes materiais.

Um perfil simplifica a atualização e a administração de dados MRP.

110
111
Para criar um perfil MRP vá até a tela SAP > Logistica > Administração de materiais > Mestre de
materiais > Perfil > Perfil MRP > Criar

Se você atribuir subsequentemente um perfil a um registro mestre de materiais, apenas os valores fixos
serão copiados do perfil para o registro mestre.

Você também pode iniciar o programa RMMM0001 manualmente, na barra de menu, em sistemas >
Serviços > Reporting (transação SA38)

Durante a atualização dos valores no registro mestre de materiais, ao modificar um perfil o sistema
apenas considera modificações que afetam valores fixo no perfil.

Além de utilizar perfis MRP, você também pode utilizar perfis de previsão para administrar dados de
previsão. O processamento de perfis de previsão permite a utilização do mesmo princípio para perfis
MRP.

MRP do Ponto de Reabastecimento

A base do MRP do ponto de reabastecimento é a comparação do estoque MRP disponível (total de


estoque e entradas fixas) com o ponto de reabastecimento.

Se o estoque disponível for menor do que o ponto de reabastecimento, será acionado o suprimento.

112
O ponto de reabastecimento deve cobrir as necessidades médias de material esperadas durante o tempo
de reposição.

O estoque de segurança deve cobrir qualquer consumo excessivo de material que possa ocorrer durante
o tempo de reposição, bem como as necessidades comuns, quando as remessas estão atrasadas. Portanto,
o estoque de segurança faz parte do ponto de reabastecimento.

O ponto de reabastecimento é composto pelas necessidades de material previstas durante o tempo de


reposição e estoque de segurança. Por isso, você deve considerar os seguintes pontos durante a definição
do ponto de reabastecimento:

 Estoque de segurança
 Consumo anterior ou necessidades futuras
 Tempo de reposição

Durante o MRP de ponto de reabastecimento automático, você determina o ponto de reabastecimento e


o estoque de segurança no mestre de materiais.

Os valores a seguir são importantes para a definição do estoque de segurança:

 Valores de consumo anteriores (dados históricos) ou necessidades futuras


 Cumprimento de prazos de remessa de fornecedor/produção
 Grau de atendimento a ser alcançado
 Erro de previsão, ou seja, o desvio das necessidades previstas

MRP ponto de reabastecimento manual

113
No MRP ponto de reabastecimento manual, definir manualmente o nível de reabastecimento e o nível do
estoque de segurança no mestre de materiais adequado.

MRP ponto de reabastecimento automático

No MRP ponto de reabastecimento automático, o nível de reabastecimento e o nível do estoque de


segurança são determinados pelo programa de previsão integrado.

O sistema usa dados de consumo anteriores (dados históricos) para prever as necessidades futuras.
Posteriormente, o sistema utiliza esses valores previstos para calcular o nível de reabastecimento e o
nível do estoque de segurança, leva em consideração o grau de atendimento especificado pelo
planejador MRP e o tempo de reposição do material e transfere esses valores para o mestre de materiais.

Como a previsão é efetuada em intervalos regulares, o nível de reabastecimento e o nível do estoque de


segurança são continuamente adaptados ao consumo atual e à situação de remessa. Isso significa que é
feita uma contribuição para manter baixos os níveis de estoque.

Síntese dos códigos de transação MRP baseado no consumo

Transação Atividade
MD01 Executar planejamento total on-line
MD03 Executar planejamento de item único, nível único
MDBT Executar planejamento total no modo background
MD05 Exibir lista MRP
MD06 Exibição coletiva de acesso de lista MRP
MDLD Imprimir lista MRP
MD04 Exibir lista de estoques/necessidades
MD07 Mostrar exibição coletiva de lista de estoques/necessidades
MD11 Criar ordem planejada
MD12 Modificar ordem planejada
MD13 Exibir ordem planejada (individual)
MD16 Acessar ordem planejada (exibição coletiva)
MD14 Converter ordem planejada para requisição de compras (conversão individual)
MD15 Converter ordem planejada para requisição de compras (conversão coletiva)
114
MD20 Criar marcação para planejamento
MD21 Exibir marcação para planejamento
MDAB Definir marcações para planejamento
MDRE Verificação de consistência de marcações para planejamento

Depois do cálculo das necessidades líquidas e do cálculo do tamanho do lote, o sistema programa a
propsota de suprimento durante a execução de planejamento.

Ele calcula a data em que o pedido deve ser enviado e a data em que o fornecedor deve fornecer a
quantidade correspondente.

A data da quantidade em falta para materiais planejados através de pontos de reabastecimento é a data
da execução de planejamento.

Se o ponto de reabastecimento não for atingido, o suprimento será executado imediatamente.

A execução de planejamento determina o prazo de entrega previsto e o tempo de processamento da


entrada de mercadorias do registro info para compra ou o contrato básico, se esses forem inseridos na
lita de opões de forneecimento como relevantes para o MRP.

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116
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Execução de Planejamento

Para determinar as situações de cobertura insuficiente dos materiais individuais, inicie uma execução de
planejamento no sistema da SAP.

Existem diversas formas de realizar uma execução de planejamento. Geralmente você decide entre o
planejamento global e o planejamento individual.

O planejamento baseado em previsão também está relacionado ao consumo de material. Como o MRP
ponto de reabastecimento, o planejamento baseado em previsão opera com valores históricos e de
previsão, e as necessidades futuras são calculadas pelo programa de previsão integrado. Entretanto, ao
contrário do MRP ponto de reabastecimento, esses valores formam a base da execução de planejamento.
Portanto, os valores de previsão surtem um efeito direto no MRP como necessidades previstas.

Características

A previsão, que calcula as necessidades futuras a partir dos dados históricos, é executada em intervalos
regulares. Como vantagem, as necessidades (calculadas automaticamente) são continuamente adaptadas
para atender às necessidades atuais de consumo. A necessidade prevista é reduzida pela retirada de
material, de forma que a quantidade da necessidade prevista já produzida não seja incluída novamente
na execução de planejamento .
118
Redução das necessidades previstas

 Redução das necessidades previstas por consumo

Se o consumo for superior às necessidades previstas do mês atual, o sistema também reduzirá as
necessidades previstas futuras.

 Redução de necessidades previstas atuais por consumo

Se o consumo for superior às necessidades previstas do mês atual, o sistema não reduzirá as
necessidades previstas futuras.

 Redução média das necessidades previstas

A redução das necessidades previstas baseia-se no consumo médio diário. Os dados de consumo
reais não são relevantes.

O sistema calcula primeiramente a necessidade média diária, ao aplicar a fórmula necessidade


prevista/nº de dias úteis no período de previsão.

As necessidades previstas são reduzidas pela quantidade resultante desta fórmula: nº de dias
úteis trabalhados x necessidades médias diárias

Quadro temporal e períodos de previsão

O usuário pode especificar o quadro temporal da previsão (diária, semanal, mensal ou por período
contábil) e o número de períodos a serem incluídos na previsão individualmente para cada material.
É possível, porém, que o quadro temporal da previsão não seja suficientemente específico para os
objetivos de planejamento. Nesse caso, o usuário pode definir, por material, que as necessidades
previstas sejam divididas de acordo com um quadro temporal mais restrito para o planejamento.
Também é possível definir quantos períodos de previsão devem ser considerados durante o
planejamento de necessidades. O código de repartição é definido no Customizing do MRP, por centro e
periodicidade, e atribuído ao material no mestre de materiais.

Para uma previsão mensal, a data da necessidade seria definida no primeiro dia útil do
mês porque, para o planejamento, pressupõe-se que a necessidade total deve estar
disponível no início do período. O usuário pode dividir essa necessidade mensal em
necessidades diárias ou semanais.

Processo do planejamento baseado em previsão

Pré-requisitos

O usuário definiu um tipo de MRP como planejamento baseado em previsão no mestre de materiais
(visão MRP 1).

119
Definir os tipos de MRP no Customizing do MRP, atividade do Guia de implementação
Verificar tipos de MRP.

Fluxo de processo

1. O sistema copia as quantidades necessárias previstas na execução do planejamento de


necessidades e calcula as necessidades líquidas. Nesse cálculo, cada período é verificado para
garantir que as necessidades previstas sejam atendidas pelo estoque disponível, por entradas
planejadas de compras ou pela produção. Se ocorrer uma ruptura de estoque, o sistema gera uma
proposta de pedido.

2. O sistema calcula a quantidade registrada na proposta de pedido, de acordo com a regra para
cálculo do tamanho de lote especificada no mestre do materiais. De acordo com essa regra,
várias necessidades de previsão são agrupadas em um único lote.

3. Para cada proposta de pedido, o sistema calcula a data de conversão dessa proposta em um
pedido ou em uma ordem de produção.

O tipo de execução do planejamento determina os materiais a serem planejados:

 Planejamento regenerativo (NEUPL). O sistema planeja todos os materiais contidos no file de


marcação para planejamento.

 Planejamento net change (NETCH) ou Planejamento net change no horizonte de


planejamento (NETPL). O sistema só planeja os materiais submetidos a uma modificação
relevante para o MRP desde a última execução do planejamento.

Características

Planejamento net change (NETCH)

No planejamento net change, só são planejados os materiais para os quais o código de planejamento net
change no file de marcação para planejamento foi definido como marcação para planejamento.
Geralmente, o sistema define automaticamente o código, assim que efetua uma modificação no material
relevante para o MRP.

120
As modificações a seguir criam uma entrada no file de marcação para planejamento:

 Modificações no estoque, se alterarem a situação do estoque/necessidades do material


 Criação de requisições de compra, pedidos, ordens planejadas, necessidades de vendas,
necessidades previstas, necessidades dependentes ou reservas
 Modificações em campos relevantes para a execução de planejamento para essas entradas e
saídas ou no mestre de materiais
 Eliminação de quantidades de entrada ou retirada

Se o usuário modificou as opções de um tipo de MRP, uma regra para cálculo do tamanho de lote ou um
tempo de processamento do departamento de compras no Customizing, os materiais afetados por essas
modificações não terão marcação para planejamento nem serão incluídos automaticamente no
planejamento net change. Para que as modificações entrem em vigor, selecionar planejamento
regenerativo na primeira tela do planejamento ou criar manualmente uma entrada no file de marcação
para planejamento.

Planejamento net change no horizonte de planejamento (NETPL)

Também é possível utilizar um horizonte de planejamento para limitar mais ainda o escopo da
execução de planejamento. Em "planejamento net change no horizonte de planejamento", o sistema só
planeja materiais submetidos a modificações relevantes para a execução de planejamento, dentro do
período definido como horizonte de planejamento. O sistema define automaticamente o código
horizonte de planejamento net change para esses materiais.

Atividades

 Durante a execução de planejamento, o sistema verifica cada entrada para um material no file de
marcação para planejamento:

o Em uma execução de planejamento regenerativo, o sistema planeja todos os materiais


incluídos no file de marcação para planejamento, independentemente de todos os
códigos.

o Em uma execução de planejamento net change, o sistema só planeja os materiais


fornecidos com o código do planejamento net change.

o No planejamento net change no horizonte de planejamento, o sistema só planeja os


materiais fornecidos com o código de horizonte de planejamento net change.

 Na conclusão da execução de planejamento, o código pertinente é eliminado automaticamente do


file de marcação para planejamento.

121
o O sistema elimina os códigos de planejamento net change e horizonte de planejamento
net change para uma execução de planejamento regenerativo e de planejamento net
change

o O sistema só elimina o código de horizonte de planejamento net change de uma execução


de planejamento net change no horizonte de planejamento

Se ocorrer um cancelamento durante o planejamento de um material, os respectivos códigos continuarão


no file de marcação para planejamento, para que o material seja planejado novamente na execução de
planejamento net change seguinte. No entanto, dependendo do erro, é possível eliminar manualmente os
códigos no Customizing do MRP, atividade IMG Determinar tratamento de erros na execução do
planejamento, se necessário (por exemplo, se determinado material não estiver disponível no centro de
planejamento). Desse modo, é possível evitar que os materiais sejam planejados desnecessariamente,
várias vezes.

Modo de planejamento

Utilização

O modo de planejamento controla como o sistema deve tratar propostas de suprimento (ordens
planejadas, requisições de compra, divisões de programas de remessa) da última execução de
planejamento, ainda não fixadas, na próxima execução do planejamento.

Normalmente, o plano de produção é ajustado na execução de planejamento para adaptá-lo a novas datas
ou quantidades. Se uma quantidade necessária foi aumentada, o sistema ajusta automaticamente a
quantidade da respectiva proposta de suprimento. Se forem efetuadas modificações na lista técnica ou
no mestre de materiais, o modo de planejamento controlará se essas modificações afetarão ou não o
planejamento.

Características

O modo de planejamento é automaticamente definido no file de marcação para planejamento. Contudo,


é possível sobregravá-lo na primeira tela de cada execução do planejamento.

Modo de planejamento no file de marcação para planejamento

 Modo de planejamento 1

Utilizar o modo de planejamento 1 se só foram definidas as marcações para planejamento


(códigos planejamento net change e horizonte de planejamento net change) no file de marcação

122
para planejamento para um material (vide Tipos de execução do planejamento e escopo do
planejamento).

Na execução do planejamento, modo de planejamento 1, o sistema reativa os dados de


planejamento existentes, isto é, as propostas de suprimento permanecem no banco de dados e só
são ajustadas, se as datas e quantidades não forem adequadas à nova situação de planejamento. O
sistema só reexplode as listas técnicas para propostas de suprimento ajustadas. Assim, a
performance do sistema melhora.

Exemplo de modificações que ocasionam a definição do modo de planejamento 1:

 Modificações em data e quantidade


 Modificações de necessidades
 Modificações na regra para cálculo do tamanho de lote ou no tipo de MRP

 Modo de planejamento 2

Utilizar o modo de planejamento 2 se um material tiver marcações para planejamento e o código


Reexplodir lista técnica estiver definido no file de marcação para planejamento.

Na execução do planejamento, modo de planejamento 2, o sistema reexplode a lista técnica para


todas as propostas de suprimento existentes e não fixadas e também para aquelas cujas datas e
quantidades não precisam de ajuste.

Exemplo de modificações que ocasionam a definição do modo de planejamento 2:

1. Modificações na lista técnica material


2. Modificações na lista técnica de ordem de cliente
3. Modificações na lista técnica de conjunto dummy
4. Modificações em referências atribuídas dentro da lista técnica
5. Modificações na classificação de material
6. Modificação de versão de produção no mestre de materiais ou na ordem planejada
7. Modificação ou conversão de código da série

 Modo de planejamento 3

Utilizar o modo de planejamento 3 se um material tiver marcações para planejamento e o código


Reinicializar propostas de pedido também estiver definido no file de marcação para
planejamento.

123
No modo de planejamento 3, todas propostas de suprimento existentes e não fixadas são
eliminadas do banco de dados e recriadas. Em seguida, o sistema reexplode as listas técnicas.

Exemplo de modificações que ocasionam a definição do modo de planejamento 3:

 Tempo de produção interna


 Prazo de fornecimento previsto
 Chave de horizontes
 Planejador MRP

 Nenhuma marcação para planejamento

Os seguintes tipos de modificações não ocasionam uma marcação para planejamento:

 Customizing, como modificações no tempo de processamento do departamento de compras, nos


parâmetros do centro
 Modificações em roteiro, relevantes para o MRP, como modificação no tempo standard

Converter Ordens Planejadas

Uma ordem planejada é um documento interno utilizado pelo planejador MRP, especificando a
quantidade e o momento necessários de um material. A ordem planejada utilizada apenas na empresa e
não é obrigatório.

As ordens planejadas podem ser criadas manualmente, mas normalmente são geradas automaticamente
com uma execução do planejamento de necessidades.

Uma ordem planejada tem as seguintes caracteristicas:

 É uma proposta de suprimento no MRP para cobertura das necessidades, um elemento de


planejamento interno. Não é obrigatória, por isso não aciona o suprimento diretamente, apenas
fornece ajuda no planejamento.
 Pode ser modificada ou eliminada em qualquer momento.
 Ainda não está decidido se o material será suprido posteriormente com fabricação própria ou
suprimento externo.
 Para materiais de fabricação própria é o objeto de necessidade para a necessidade secundária.
Pode ser utilizada no calculo da capacidade.
 Para materiais de fabricação propria determina as datas-base para a produção.

124
Para converter ordens planejadas individualmente, vá para o menu SAP Easy Access e selecione:
Logistica > Administração de materiais > MRP de material (MRP) > Planejamento de necessidades >
Ordem planejada > Converter em req. Compra > Conversão individual

Para converter ordens planejadas em requisição de compra coletivamente, vá para menu SAP Easy
Access e selecione: Logistica > > Administração de materiais > MRP de material (MRP) >
Planejamento de necessidades > Ordem planejada > Converter em req. Compra > Conversão coletiva
(MD15)

Todas as requisições de compra criadas por meio da conversão de uma ordem planejada são fixasas
automaticamente. Não serão modificadas por execuções de planejamento posteriores.

Lista atual de estoques/necessidades e lista MRP

Após a execução do planejamento de necessidades regular, verifique a situação de


estoques/necessidades dos materiais planejados, execute as modificações necessárias e grave a
disponibilidade dos materiais.

A lista MRP e a lista atual de estoques/necessidades estão disponíveis para a análise dos resultados de
planejamento.

Você apenas pode distinguir entre o acesso individual, se quiser exibir a situação de
estoques/necessidades para um material individual em uma lista, e o acesso coletivo, se quiser exibir a
situação de estoques/necessidades para um conjunto de materiais.

125
O sistema cria listas MRP durante a execução de planejamento dependendo do código de criação lista
MRP.

A lista MRP é gravada no sistema até ser eliminada manualmente ou substituída por uma nova lista de
uma execução de planejamento subsequente.

Perfil de navegação

Para simplificar o seu trabalho com a lista MRP e as listas atuais de estoques/necessidades, estão
disponíveis perfis de navegação e chamadas de transação específicas do usuário.

126
Um perfil de navegação contém chamadas de transação para transações que podem ser chamadas
diretamente da lista atual de estoques/necessidades ou da lista MRP.

As transações podem ser gerais (ações em um nível de material) ou fazer referência a um determinado
elemento MRP. Você pode acessar essas transações utilizando botões com ícones e/ou texto sem que
seja necessário sair da lista exibida.

Você pode definir um perfil de navegação no customizing: IMG > Administração de Materiais > MRP
baseado no consumo > análise > Determinar perfis de navegação

Casa usuário pode atribuir a si um perfil. Para isto, selecione Ambiente > Perfis de navegação >
Atribuir na barra de menu, insira o perfil de navegação necessário e grave sua entrada.

Mensagens de exceção
As mensagens de exceção dependem do procedimento e indicam situações excepcionais que precisam
ser consideras.

127
As mensagens de exceção são criadas durante a execução de planejamento em situações que precisam
ser verificadas pelo planejador MRP.

Para isso essas mensagens de exceção também podem ser utilizadas para supervisionar os resultados do
planejamento. Deste modo o planejador MRP pode filtrar os materiais que necessitam de processamento
imediato dos resultados do planejamento.

No customizing: IMG > Administração de Materiais > MRP baseado no consumo > Análise >
Mensagens de exceção > Determinar e agrupar mensagens de exceção, você pode determinar:

 Se deve ser criada uma mensagem de exceção;


 A prioridade das mensagens de exceção, caso tenha sido criadas várias mensagens de exceção
durante a execução de planejamento para um elemento MRP;
 As mensagens de exceção que devem ser agrupadas em um grupo de exceções;
 As mensagens de exceção que levam à criação de uma lista MRP se você definir o código da
criação Criar Lisa MRP dependendo das mensagens de exceção.

Em regras para cálculo de tamanho de lote por período e estático, os custos resultantes de manutenção
de estoque, procedimentos de preparação e compras não são considerados. Por outro lado, o objetivo das
regras de otimização de cálculo do tamanho do lote é agrupar rupturas de estoque de modo a minimizar
os custos. Esses custos abrangem os custos independentes do tamanho do lote (custos de preparação
ou de ordens) e custos de armazenagem. Ao utilizar Compras como exemplo, surge o seguinte
problema: Com ordens freqüentes, há baixos custos de armazenagem mas altos custos de ordens, devido
ao grande número de ordens. Se as ordens forem pouco freqüentes, os custos das ordens permanecerão
muito baixos mas os custos de armazenagem serão muito altos, uma que o estoque em depósito deve ser
suficientemente grande para atender às necessidades de um período bem mais longo .

Características: O ponto inicial do cálculo do tamanho do lote é a primeira data de ruptura de estoque,
determinada durante o cálculo das necessidades líquidas. A quantidade em falta determinada aqui
representa a quantidade mínima do pedido. O sistema adiciona as sucessivas quantidades em falta a esse
lote até estabelecer, através de um critério de custos específico, os custos ótimos. As únicas diferenças
entre as várias regras de otimização do cálculo do tamanho do lote são os critérios de custos. Estão
disponíveis os seguintes procedimentos:

 Método de custos equilibrados


 Lote econômico variável
 Criação do tamanho do lote dinâmico
 Procedimento de reabastecimento de Groff

128
129
Modulo 8
Exercício 16: Processamento de Planejamento de Necessidades de Material

Tarefa 1: Planejamento de necessidades de material

1. Exiba as visões MRP 1 e 2 para o material MATMRP-001 com referência ao Centro CE01 e verifique
as configurações do planejamento de necessidades de material

2. Execute o planejamento de necessidades de material para o material MATMRP-001 e Centro CE01,


alterando a oção Criar requisição de compras para 1.

3. Exiba a lista MRP do material MATMRP-001 para o Centro CE01 e altere a quantidade da requisição
de compras de 250 para 80.

4. Crie uma requisição de compras manualmente de 10 unidades do material MATMRP-001 e verifique


se ela é exibida no planejamento de necessidades de material.

5. Verifique se a requisição de compras criada manualmente é exibida na lista de necessidades/estoque.

130
Módulo 9
Revisão de faturas

A revisão de faturas faz parte da Administração de materiais (MM).

Situa-se no final da cadeia logistica que inclui Compras, Administração de estoque e Revisão de faturas.

É na revisão de faturas que as faturas recebidas são revistas em termos de conteúdo e preço.

Quando a fatura é lançada, seus dados são gravados no sistema.

O sistema atualiza os dados gravados nos documentos de faturamento em Administração de materiais e


Contabilidade financeira.

É possivel lançar uma fatura recebida referente a um pedido, a um serviço prestado ou a uma entrada de
mercadorias.

131
O sistema propõe os itens da fatura de acordo com a referência entrada; os lançametnos correspondentes
na conta são efetuados automaticamente.

Movimentos de conta e controle do preço

132
O reflexo que temos no sistema SAP ao lançar uma fatura é o seguinte:

 O sistema lança os montantes dos itens individuais nas contas contábeis previamente cadastrada;
 O sistema cria dois documentos; um de faturamento MM e outro documento contábil;
 O histórico do pedido é atualizado indicando os movimentos gerados;
 Caso seja necessário, o cadastro de materiais será também alterado.

Quando os itens de fatura são lançados sem verificação os devios nos itens individuais podem-se anular
mutuamente

A fatura lançada fornece informações sobre pagamentos à Contabilidade financeira.

Para entrar com uma fatura, utilizze a transação MIRO ou o seguinte caminho de tela
Logistica/Administração de materiais / Revisão de faturas / Entrada de documento / Criar fatura
recebida.

Esta é uma transação em tela única. Ela está dividida nas seguintes áreas da tela:

 TRANSAÇÃO: Poderá entrar com uma fatura, nota de crédio, crédito posterior ou débito
 CABEÇALHO: Está dividida em várias pastas, como Impostos, Detalhes, etc.
 ATRIBUIÇÃO: Você insere o numero do(s) documento(s) a que se refere a fatura
 DADOS DE FORNECEDOR: Dados do registro mestre do fornecedor.
 ITENS DA FATURA: O sistema propõe os itens correspondentes à atribuição
 SALDOS: O montante da fatura é o resultado do seguinte cálculo: Total dos itens da fatura +
Montantes de impostos + Custos complementares de aquisição não planejados.

Abaixo outras atividades executadas no processo de Revisão de Faturas:

 Simular o processo de contabilização para análise das contas contáveis a serem creditadas e
debitadas;
 Utilizar função F4 para determinar possíveis referências;

133
 Análise dos dados do registro mestre de fornecedor;
 Memorizar os dados da fatura para lançamento posterior;

Liberar Faturas Bloqueadas

Quando uma fatura é bloqueada para pagamento somente é possivel efetuar o pagamento ao fornecedor
após a liberação da fatura.

Existem vários motivos para o bloqueio de uma fatura:

 Desvio em um item da fatura


 Manual
 Bloqueio aleatório (estocástico)
 Pelo bloqueio de pagamento determinado pelas condições da chave de pagamento.

Uma fatura bloqueada deve ser liberada para pagamento em uma etapa separada, possivelmente após a
consulta com o departamento de compras ou o fornecedor, eliminando assim o bloqueio.

Utilize o caminho para acessar a transação para liberar as faturas Logistica > Administração de materiais
> Revisão de faturas logisticas > continuação do processamento > Liberar faturas bloqueadas – MRBR.

A liberação pode ser automática ou manual.

134
Modulo 9
Exercício 17: Procedimento básico de revisão de fatura

Tarefa 1: Procedimento básico de revisão de fatura

1. Faça o lançamento da fatura conforme dados abaixo:

Data da fatura: data do lançamento

Valor e Pedido: criados anteriormente

Antes de lançar a fatura, simule os lançamentos contábeis e após lançá-la verifique o histórico do pedido
de compras.

135
Exercício 18: Liberar faturas bloqueadas

Tarefa 1: Procedimento básico de revisão de fatura

1. Exiba todas as faturas bloqueadas e efetue o desbloqueio de uma delas.

2. Consulte o status desta fatura desbloqueada.

136
Módulo 10
Notas de débito/credito posteriores, custos complementares

A caracteristica de um débito posterior é quando houve uma fatura liquidada ou uma nota de crédito
lançada. Ao ser registrado um débito posterior, o sistema irá modificar o valor total de um item, mas a
quantidade da fatura irá permanecer igual.

Abaixo os reflexos que temos ao registrar um débito posterior:

 O histórico do pedido será atualizado a cada débito/crédito posterior.


 A quantidade faturada não se modifica, mas o valor total faturado sim.
 A quantidade máxima possivel de debitar ou creditar posteriormente é a quantidade faturada.
 Não é possivel lançar um débito posterior antes de uma fatura. O sistema não verifica a
quantidade fornecida.

Os custos complementares na compra de material e serviço estão dividos na seguinte forma:

 Planejados. Custos que forem previamente registrados no pedido de compra.


 Não Planejados. Custos que não foram registrados no pedido e foram identificados na entrada da
fatura.

Os custos complementares de aquisição planejados podem ser divididos em:

 Custos de frete
 Taxas alfandegárias

Para os custos complementares de aquisição planejados, o sistema efetua o lançamento das provisões
relevantes na conta de compensação na entrada de mercadorias.

Os custos complementares de aquisição não planejados não são acordados no pedido e são entrados pela
primeira vez na entrada de faturas. Na entrada da fatura, você entra o montante total dos custos
complementares de aquisição não planejados na ficha de registro.

Os custos complementares de aquisição não planejados são custos que não foram especifiados no pedido
de compra e que não são entrados até o recebimento da fatura.

Podemos lançar os custos complementares de aquisição não planejados sem referência ao pedido para
um conta do razão ou um material.

137
138
Modulo 10
Exercício 19: Débito Posterior

Tarefa 1: Débito Posterior

1. Baseado no pedido criado efetue o lançamento de um débito posterior, informando:

Quantidade: 1

Valor: 100 BRL

Antes de lançar a fatura, simule os lançamentos contábeis e após lançá-la verifique o histórico do pedido
de compras.

139
Módulo 11
Atualização de Contas Transitórias

A conta de compensação EM/EF é usada para compensar as entradas de mercadorias e de faturas.

No caso de diferenças de quantidade entre entradas de mercadorias e entradas de faturas, alguns itens
permanecem abertos na conta de compensação EM/EF.

Se fornecimentos adicionais, devoluções, faturas ou notas de crédito não compensarem uma diferença
de quantidade para um item do pedido, será preciso atualizarf a conta de compensação EM/EF para esse
item.

Isso também se aplica aos custos complementares de aquisição planejados.

Se a quantidade fornecida for diferente da quantidade calculada dos custos complementares de aquisição
planejados, a conta de compensação dos custos não será compensada.

Se não forem recebidas mais remessas, ou se os custos complementares de aquisição não forem
liquidados, a atualizazção de contas também deverá ser realizada para a conta de compensação dos
custos complementares de aquisição.

Em geral, a conta de compensação é compensada periodicamente ou no fim do exercício para os itens do


pedido para os quais não serão lançadas outras entradas de mercadorias ou de faturas.

140
Para realizar a atualização na conta transitória, execute a transação MR11, conforme detalhado nas
figuras abaixo:

141
A figura abaixo demonstra o documento contábil gerado.

142
Lista de Documentos e Síntese de Faturas

O faturamento em uma empresa é uma atividade numerosa, ou seja, são muitas as faturas que chegam
para serem entradas e também saídas.

Iremos agora conhecer dois relatórios que ajudarão ao ao faturista listar sua faturas.

143
Transação MIR5 – possível exibir uam lista de documentos de faturamento

144
Transação MIR6 – Sintese de faturas

145
Módulo 12
Gerenciamento de estoques e inventário físico

O gerenciamento de estoques é um componente essencial na administração de materiais e esta integrado


com todo o processo de logistico.

Como mostra a figura acima, o processo de gerenciamento de estoques é amplo pois ele disponibiliza
informações para diversas áreas e não se restringi no somente controle das quantidades do estoque.

Qualquer movimentação efetuada (entrada e saida de mercadoria da empresa) provoca uma alteração no
estoque em tempo real, como também as atualizações do estoque resultantes dessas mudanças.

A qualquer momento pode-se consultar o resultado destas mudanças no estoquem ou seja, visualizar a
situação real da quantidade do material:

 Em qual deposito o material foi dado entrada/saida


 Já foram pedidos mas ainda não foram recebidos
 Estão no deposito, porém já se encontram reservados para a produção ou para um cliente
 Estão sob análise do setor de qualidade
 Status do material do setor de qualidade

Todo material é avaliado no nível organização da área de avaliação.

Somente temos 2 formas de avaliar o material: no nível do Centro e no nível da Empresa.

Para o gerenciamento de estoque, este ocorre basicamente no nível do centro, pois os materiais estarão
armazenados em seus depósitos específicos e estes estão contidos dentro de um centro.

146
O inventário físico realiza a contagem de seus estoques. O inventário físico pode ser realizado para seus
proprios estoques ou para estoques externos.

Transação MIGO

Toda movimentação de material causa no estoque uma retirada de material, uma saída de material, uma
transferência de estoque ou entre centros/depósitos.

A transação utilizada para movimentação de materiais é a MIGO.

Ela é dividida nas seguintes áreas da tela: Síntese em árvore; dados de cabeçalho; sintese em ítens e
detalhes do item.

147
Entrada de mercadoria com base no pedido de compra

Seguir os passos abaixo:

1) Informar a transação MIGO

2) Verifique o valor proposto para o tipo de movimento e se necessário modifique-o para 101.

3) Informar o numero do pedido.

4) Informar a data do documento, o numero da nota de remessa do fornecedor

5) Selecionar os itens fornecidos utilizando o codigo OK.

6) Grave entrada de mercadoria.

Caso seja necessário não concluir a entrada dos dados, temos a opção de memorizar os dados para que
sejam utilizados posteriormente.

Através dos movimentos de mercadorias (561, 563, 565) serão possiveis transferir o estoque contábil de
um sistema existente para o sistema R/3 quando o sistema SAP for implementado pela primeira vez.

 Estoque de utilização livre (movimento 561)


 Estoque em controle de qualidade (movimento 563)
 Estoque bloqueado (565)

148
Temos também a oção de efetuar entrada de material no estoque sem termos documento de referência
como o pedido de compra, reservas ou ordem de produção.

Para tanto basta decidir no momento da entrada dos dados na transação MIGO qual fim terá esta
operação, conforme abaixo:

 Estoque de utilização livre (501 – sem pedido; 521 – sem ordem de produção)
 Estoque em controle de qualidade (503 - sem pedido; 523 – sem ordem de produção)
 Estoque bloqueado (505 – sem pedido; 525 – sem ordem de produção)

Devolução ao fornecedor

Na entrada da mercadoria, o conferente da empresa percebe que o material está com alguma avaria ou
então a quantidade esperada não condiz com a quantidade recebida.

Estes são alguns motivos pelos quais a empresa pode devolver o material ao fornecedor.

Essa devolução ao fornecedor pode ocorrer com base no estoque de utilização livre, bloqueado ou
qualidade.

Temos as seguintes combinações para tratar as devoluções:

Entrada de Mercadoria Devolução


101 122
103 124
105 122

Código remessa final e limite de tolerância

149
Para uma entrada de mercadoria para um pedido o sistema propõe a quantidade do pedido em aberto de
um item para a entrada de mercadorias.

A quantidade de pedido em aberto indica a quantidade ainda por entregar de um item do pedido.

O sistema calcula a quantidade do pedido em aberto como a diferença entre a quantidade pedida e a
quantidade recebida. Se toda a quantidade do pedido ou mais, tiver sido fornecida, então a quantidade
do pedido em aberto é igual a zero.

O sistema compara automaticamente a quantidade do pedido em aberto de cada movimento de


mercadorias com o item do pedido.

Dica: uma entrada de mercadorias no estoque bloqueado da entrada de mercadorias ou uma devolução
do estoque bloqueado EM não modifica a quantidade de pedido em aberto.

Você pode modificar a quantidade de pedido em aberto proposta durante a entrada de mercadorias, se a
quantidade fornecida for diferente. O sistema compara a quantidade fornecida entrada com a quantidade
do pedido em aberto e determina os fornecimentos incompletos e excessivos.

Normalmente os fornecimentos incompletos são permitidos. O sistema interpreta e aceita o


fornecimento incompleto como um fornecimento parcial. Se você verificar as entradas antes de lançar a
entrada de mercadoria o sistema faz referência ao fornecimento incompleto por meio de uma mensagem
de advertência.

Os fornecimentos excessivos de um item do pedido só são permitidos se isso for determinado no item do
pedido de compra (% Tolerância), caso contrário o sistema não permite entrar quantidade maior que o
pedido.

150
Se o código de remessa final for definido para um item do pedido não é possivel efetuar a entrada de
mercadoria para este item do pedido de compra.

Registro de transferência e Transferência de estoque

A caracteristica principal de uma transferência é uma modificação no mumero do ID de estoque ou na


categoria do estoque de um material.

Os registros de transferências não precisam envolver um movimento de mercadoria real (fisico). No


caso de transferência de estoque, por outro lado, sempre existe um movimento fisico de mercadorias.

A cada movimentação o material somente irá mudar de status, sendo que a quantidade física não irá se
alterar quando visualizamos o total do estoque a nível de empresa.

151
Em algumas situações na empresa temos a necessidade de transferir material para outro material. Isto
ocorre quando o material tem seu status modificado ao longo do tempo.

A regra principal para termos um material transferido é que ambos devem ter a mesma unidade de
medida básica.

Os movimentos de transferências podem ser realizados pela transação MIGO. MB1C,


MB1A, MB1B.

152
Modulo12
Exercício 20: Registro de Transferência

Tarefa 1: Transferência de estoque a estoque

1. Efetue a transferência de 10 unidades dos materiais MATMM-0xx do estoque de controle de


qualidade CQ01 do centro CE02 para o estoque de livre utilização 0001 no centro CE02.

2. Exiba o documento de material gerado e o documento contábil.

153
Exercício 21: Registro de Transferência

Tarefa 1: Entrada em estoque

1. Efetue a entrada em estoque do pedido criado anteriormente.

2. Consulte o historico deste pedido.

3. Consulte o documento contábil criado.

154
Módulo 13
Reservas

O propósito de uma reserva é assegurar que um material esteja disponível quando necessário,
simplificando o processo de saida de mercadorias e preparar as tarefas no local da saida de mercadorias.

A área de Planejamento de Produção utiliza as reservas geradas para um melhor gerenciamento da


demanda.

Transferências em uma etapa são permitidas. De depósito para depósito e de centro para centro.

Se você está utilizando compras e produção, então as entradas de mercadorias são planejadas com
pedidos e ordens de produção. As reservas de entrada não são necessárias.

Reservas manuais são informadas pelo usuário.

Reservas automáticas são geradas pelo sistema.

Reservas geradas automaticamente não podem ser alteradas manualmente, somente visualizadas.

155
Como demonstrado na figura acima a reserva é dividida entre dados de cabeçalho e dados do item. No
cabeçalho temos data básica, tipo de movimento, classificação contábil, etc. Após a criação da reserva
não se pode alterar o tipo de movimento e a classificação contábil.

No item temos código de material, quantidade reservada, centro, deposito, etc.

156
Criar, modificar e exibir uma reserva
Para a manutenção de reserva temos as transações MB21 para criação, MB22 para alteração e
MB23 para consulta.

Para agilizar o processo no momento da criação é possivel criar uma reserva com base em outras
reservas. O sistema irá sugerir os itens da reserva origem para o usuário selecionar quais necessitam.

No customizing para Administração de estoques e inventário físico, em Reservas > Mnater normas de
cópia para documentos de referência, você pode especificar se a seleção para copiar já está definida em
todos os itens na reserva de referência.

Criação manual de uma reserva

Para efetuar este processo, utilize os seguintes passos:

1) Informe a transação MB21 ou acesse Logistica > Administração de Materiais > Administração de
Estoques > Reserva > Criar

2) Informe a data básica, tipo de movimento e o centro. Se for usada uma reserva como cópia, informá-
la no campo Modelo

157
3) Infomar os dados necessários da classificação contábil e, se necessário, o recebedor da mercadoria.
Clique duas vezes no item para chamar a tela detalhada do item.

4) Grave a reserva.

Modificação da data básica de uma reserva

Para efetuar este processo utilize os seguintes passos:

1) Informe a transação MB22 ou acesse Logistica > Administração de Materiais > Administração de
Estoques > Reserva > Modificar

2) Informe o número da reserva

3) Selecione Ir para -> Cabeçalho

4) Modifique os dados necessários e tecle <enter>. Isso o levará para uma tela onde estão listadas as
datas das necessidades novas e antigas para cada item.

5) Se necessário modifique as datas da necessidade e copie os dados

6) Grave a reserva.

Lista de reservas de Administração de estoques

Utilize a lista de reservas se quiser obter uma síntese das reservas. Abaixo os campos de seleção para
filtrar as reservas:

 Material
 Data da necessidade
 Numero do usuário
 Recebedor da mercadoria
 Classificação contábil

158
Definir código de movimento permitido

Ao criar reservas, você pode decidir se o código Movimento Permitido deve ser definido para os itens.
Se você quiser reservar movimentos para um item de reserva, você precisa definir este código.

Com este relatório você pode definir automaticamente o código Movimento Permitido para todos os
itnes de reserva cujas datas da necessidade se encontram no futuro proximo.

159
Valores propostos para reservas

Para configurar os parâmetros acesse customizing de Administração de Estoques e inventário fisico


em Reserva -> Definir valores propostos. Nesta etapa, defina o seguinte para cada centro:
 Se o codigo Movimento permitido é proposto quando você cria reservas
 O numero de dias utilizado para calcular o período para definir o código Movimento permitido
no relatório Administrar reservas.
 O numero de dias utilizado para calcular o período para eliminar as reservas no relatório
Administrar reservas.
 Se os dados de estoque em depósito relevantes são criados automaticamente quando você lança
uma reserva para um material.

160
161
Configuração para verificação dinâmica da disponibilidade em Adm de
Estoques
Configurações necessárias:

 Atribuir uma regra de verificação à transação (em customizing)


 Atualizar um grupo de verificação para a verificação de disponibilidade, no registro mestre de
materiais (visão MRP)
 Para a combinação de grupos de verificação e regra de verificação, você precisa ter definido
quais estoques e quais entradas e saídas devem ser consideradas na verificação (em customizing)
 Indicar que tipo de mensagem (de erro, de advertência ou alerta) o sistema deve emitir para o
tipo de movimento, no caso de disponibilidade ou indisponibilidade (customizing).

Configurar no customizing em Administração de estoques e inventário físico:

 Para movimentos de mercadorias, em saída de mercadorias / transferência -> definir verificação


dinâmica da disponibilidade ou em entrada de mercadorias -> definir verificação dinâmica da
disponibilidade
 Para reservas, em reserva -> definir parâmetros verificação dinâmica da disponibilidade

É sempre necessário executar quatro etapas:

 Definição do tipo de movimento


 Definição de regra de verificação
 Indicação detalhada da regra de verificação, dependendo do grupo de verificação
 Atribuição de regra de verificação à transação

162
Para a opção de Regra de Verificação podemos informar se este serão considerado como estoque
disponível:

 Estoque de segurança
 Estoque em transferências
 Estoque em controle de qualidade
 Estoque bloqueado

De modo semelhante, as entradas planejadas e futuras necessidades de venda ou reservas, podem ser
incluídas no cálculo da quantidade disponível, por meio da consideração de requisições de compra,
pedidos ou ordens de produção.

163
Módulo 14
Consignação

Consignação significa que o material do fornecedor é disponibilizado para você, onde pe armazenado
em usa empresa, mas ainda pertence ao fornecedor.

Quando você retira do depósito de consignação é gerada uma obrigação que deverá ser liquidada após
um período acordado com o fornecedor.

Para administrar material em consignação, você necessita dos seguintes dados mestres:

Registro mestre de material: o material em consignação deve ser o mesmo material para estoque proprio.

Registro mestre de fornecedor: para o fornecedor do material

Registro info para compras: do infotipo Consignação para os fornecedores de material em consignação e
materiais em consignação.

Para solicitar mercadorias em consignação a um fornecedor, você deve criar um pedido com um item
em consignação com categoria de item K. Com referência ao item em consignação, o lançamento é
efetuado diretamente no estoque em consignação do fornecedor em questão, ou seja, estoque especial K.

Repare que as letras para a categoria do item e estoque especial são as mesmas, porém são informações
totalmente diferentes.
164
O sistema não avalia o estoque em consignação durante a entrada de mercadorias.

Se for retirado material do estoque em consignação para consumo, por exemplo, a retirada é avaliada
com o preço do fornecedor que é definido no registro info de consignação. Para a liquidação de retiradas
de materiais, existe um relatório especial.

165
Transferências

Para os estoques em consignação, você também pode efetuar os registros de transferência e


transferências de estoque com os mesmos tipos de movimentos para os estoques normais, porém deverá
indicar o estoque especial K e o fornecedor de consignação.

Você somente pode efetuar uma saída de mercadoria do estoque em consignação de livre utilização para
consumo. Uma saida de mercadoria do estoque em consignação de controle de qualidade ou bloqueado
somente pode ser realizado para saída para sucata ou amostra.

Toda saída de mercadorias do estoque em consignação deverá ser indicado o estoque especial K e o
fornecedor consignado.

Você também pode efetuar uma transferência do estoque em consignação para estoque próprio. Para isto
utilize o tipo de movimento 411 e o código do estoque especial K.

Tanto para a saída de mercadorias como para a transferência do estoque consignado para estoque
próprio geram uma obrigação com o fornecedor e é avaliada.

166
167
168
Módulo 15
Subcontratação

O processo de subcontratação compreende o envio de componentes brutos para um fornecedor para


processos de produção específicos e o recebimento do material acabado com valor agregado no estoque.

A explosão da lista técnica aciona funções subseqüentes, como fornecimento ao subcontratado, etc.

Lançamento automático de fluxo de valores

Lançamento automático de estoques nos tipos de estoque correspondentes

Principais fluxos do processo cobertos:

No fornecimento de mercadorias, o cenário se concentra nas seguintes atividades:

 Criação de pedidos com base em uma requisição de compra programada criada pela última
execução do MRP
 Opcional: criação de pedido manual
 Aprovação de pedido (se necessário)
 Entrega

169
Saída de mercadorias para remessa e envio ao subcontratado

Uma requisição de compra por subcontratação é gerada por intermédio do processo de Planejamento de
necessidades de material (MRP) ou manualmente, por um requisitante. Um comprador valida a exatidão
da requisição de compra e converte-a em um pedido. O pedido está sujeito à aprovação com base em
parâmetros predefinidos antes de ser emitido para um fornecedor.

O consumo dos componentes enviados é registrado mediante o recebimento do material acabado com
valor agregado. O fornecedor envia a fatura dos serviços prestados, que é paga durante o ciclo normal de
pagamento.

O item de subcontratação de documentos de compras são representados com uma categoria de item L.
Isto significa que, para cada item sucontratado, é necessário entrar um ou vários subitens para os
componentes a fornecer.

Se existir uma lista técnica com os componentes para o material a suprir, então os componentes são
copiados desta lista técnica para o item de subcontratação (COR3).

Você também pode entrar manualmente o(s) componente(s) ou adiconá-lo(s).

170
Vamos começar nosso exemplo analisando a lista técnica do material SKATE.

Através do menu SAP Easy Access > Logistica > Produção > Dados mestre > Lista técnica > Lista
ténica > Lista técnica de material > Exibir

É possivel consultar a lista técnica do material SKATE. Esta é a transação CS03.

171
Agora será criado um pedido de compra para o fornecedor subcontratado, código FORN-SKATE,
solicitando 100 skates.

O preço informado neste pedido é o preço para a montagem dos skates (serviço) e não o preço do
material SKATE.

172
O envio dos componentes ao subcontratado você pode fazer através do menu SAP Easy Access >
Logistica > Administração de materiais > Compras > Pedido > Análises > Estoque colocado à
disposição fornecedor. Esta é a transação ME2O.

As tranferências somente podem ser realizadas do estoque de livre utilização para livre utilização do
subcontratado.

Após efetuar a transferência dos componentes a transação de monitorização do estoque subcontratado


será apresentada conforme figura abaixo:

173
O envio dos componentes ao subcontratado mesmo que realizado com referência a um pedido de
compras, não atualiza o histórico do pedido.

O envio dos componentes ao subcontratado pode ser feito através da transação MIGO.

As quantidades disponibilizadas ao fornecedor subcontratado tem os status de utilização livre e controle


de qualidade. Não existe o status de estoque bloqueado.

174
Você pode modificar manualmente as quantidades dos componentes que foram trazidas
automaticamente do pedido de subcontratado. Estas modificações são necessárias se o fornecedor lhe
comunicar um excesso de consumo ou consumo inferior de componentes na remessa.

A entrada de mercadorias é avaliada com o preço do serviço de subcontratação e com o valor dos
componentes consumidos.

Se o subcontratado comunicar um excesso de consumo ou consumo inferior de componentes de


subcontratação após o fornecimento do produto final, você precisa lançar uma compensação posterior
para corrigir o consumo de componentes.

Na transação para movimentos de mercadorias, MIGO, selecione Compensação posterior na lista de


transações empresariais.

Como documento de referência, o sistema seleciona automaticamente o Pedido. Entre o número de


documento do pedido e o número do item para o qual você quer lançar uma compensação posterior. Para
o item selecionado, entre a quantidade da diferença indicada pelo fornecedor e utilize o código Consumo
Inferior/Entrada inferior para determinar se é uma entrada ou uma saída. Se você definir o código, é
então um consumo inferior ou uma entrada inferior. Se você não definir o código, é então um excesso de
consumo ou uma entrada superior.

A revisão de faturas para a subcontratação é tratada tal como a revisão de faturas para compras normais.

Tipos de movimento utilizados na subcontratação:

541 -> envio dos componentes ao subcontratado

542 -> devolução dos componentes do subcontratado.

543 -> consumo dos componentes no subcontratado


175
544 -> estorno do consumo dos componentes no subcontratado

Você ainda pode fazer um pedido de compras para um ou vários componentes, solicitando que a entrega
seja feita diretamente no Subcontratado.

Para isto no item do pedido de compras, na pasta de endereço de remessa, informe o subcontratado e
marque o campo fornecedor de subcontratação.

Com isto, no momento de fazer a entrada de mercadorias, a mesma será feita diretamente no estoque do
subcontratado, ou seja, estoque especial O.

176
177
Módulo 16
Inventário Fisico

Por questões legais e por questões de aferimento de estoque as empresas necessitam efetuar o processo
de inventário.

Alguns países exigem que este processo seja feito pelo menos 1 vez ao ano e estas informações serão
exibidas no balanço patrimonial da empresa.

Um dos objetivos do Planejamento de necessidades do material, e por exemplo, garantir a


disponibilidade de materiais a qualquer momento, minimizando, simultaneamente, a manuteção de
estoques.

Dados de estoques incorretos originam numeros de disponibilidade errados.

O inventário físico é executado com base em unidades de estoques. Uma unidade de estoque é uma parte
individual de um estoque de materiais para os quais existe um estoque contábil.

Uma unidade de estoque define-se exclusivamente por:

 Material
 Centro, deposito
 Tipo de estoque
 Lote
 Estoque especial

Os materiais serão contados e comparados com quantidade contábil que esta no sistema SAP. Por
exemplo, você precisa registrar as quantidades de estoque de utilização livre, estoque em controle de

178
qualidade e estoque bloqueado de um material em um depósito de um centro, separadamente para cada
caso.

Em um depósito sujeito a administração de depósitos (WM), o inventário físico é executado com base
em quantidades e posições no deposito.

Segue as transações de inventário:

179
Processo de Inventário Fisico

O processo de inventário físico é dividido em ttrês fases:

1) Criação de documentos do inventário físico

2) Entrada da contagem

3) Lançamento da diferença de inventário

Criação do documento de inventário (DIF)

Na fase cria-se o documento do inventário fisico (DIFs). Nesta fase será informado qual o
centro/deposito e os materiais a serem contados. Também podem ser indicados os estoques especiais.
Ao ser concluído, você imprime os documentos para iniciar o processo de contagem

Entrada dos materiais

Com base na lista retornada do deposito com anotações das quantidades contadas, deve ser informado
no sistem para que seja determinado se existe alguma diferença entre a quantidade contada contra a
quantidade contábil.

Lançamento das Diferenças

180
Nesta fase são lançadas as diferenças de inventário que foram identificadas. As quantidades e valores do
estoque são atualizadas. As contas de estoque são atualizadas na Contabilidade.

Você pode fazer modificações para um documento do inventário físico, contando que você ainda não
tenha inserido um resultado da contagem:

No cabeçalho

 Data prevista para a contagem do inventário fisico


 Ativar ou desativar o bloqueio de lançamento
 Fixe o estoque contábil ou remova a fixação
 Número, referência e o nome do inventário fisico

No item

 Tipo de estoque
 Unidade de medida de contagem
 Definir o código de eliminação
 Inserir novos itens
 Eliminar o documento

Se já foi iniciado a entrada das quantidades entrados no inventário (fase contagem) somente é possivel
as seguintes alterações:

 Ativar ou remover o bloqueio de lançamento


 Fixar o estoque contábil ou remover a fixação
 Ativar o código de eliminação para itens individuais ou eliminar o documento completamente
 Inserir ou modificar os resultados da contagem do inventário físico.
181
Entrada de contagem do inventário físico

Após a contagem dos materiais, estes devem ser informados no sistema a fim de determinar se há ou não
diferença entre o físico e o contábil.

Para isto seguir os seguintes passos:

1) Entrar os numeros do estoque no sistema com e sem referencia a um DIF.

2) Pode-se informar uma variação percentual da quantidade para que o sistema emita uma mensagem de
advertência.

3) Entrar com os códigos de materiais com estoque zero, utilizando a possibilidade de contagem zero.
Aqui todos os itens de documento ainda por processar são definidos com estoque zero. A utilização da
contagem zero e da advertência de variação pode levar o sistema a emitir um numero indesejavelmente
elevado de mensagens de advertência.

4) Será alterado no documento de inventário, o status da contagem do item é definido como Contado e a
data da contagem é atualizada no cabeçalho do documento.

5) Após gravar as alterações, o sistema irá determinar a diferença entre o físico e o contábil. Se houver
diferenças será contabilizado em uma conta de diferença de inventário.

182
Bloqueio de movimentos de mercadoria

Quando se inicia o processo de inventário físico o mestre de materiais assume diversos status de
bloqueio dependendo da fase que se encontra o inventário

Quando se inicia o código Bloqueio de Inventário Físico será gravado com X.

Quando se entra o resultado da contagem o código Bloqueio de Inventário fisico será gravado com A
(ainda não concluído).

O código é desativado quando a diferença de inventário é lançada.

183
Fixação de estoque contábil

Se não for possivel bloquear o movimento de mercadoria por motivos organizacionais, você pode fixar o
estoque contábil no DIF, no momento a contagem.

Para isso defina o código Fixar estoque contábil no documento do inventário físico.

Isto impede que os movimentos de mercadorias modifiquem o numero do inventário fisico que é
relevante para o processo de inventário.

Para tanto, deve indicar no customizing em Administração de estoques e inventário físico, em Inventário
> Permitir fixação de estoque contábil no depósito

Os movimentos de conta que ocorram quando as diferenças de inventário fisico são lançadas dependem
de qual o estoque que você inventariou.

 Estoque próprio
 Estoque em consignação pertencente a um fornecedor.

184
185
Módulo 17
Relatórios e Análises

Existem muitas análises diferentes na administração de estoques que ajudam você a monitorizar a
situação do seu estoque e a acompanhar os movimentos do estoque.

No menu Administração de estoque, as análises estão listadas em Ambiente e Tarefas periódicas.

A análise do material e dos documentos contábeis para movimentos de mercadorias está listada em
Ambiente > Exibição de lista. A análise dos estoques está listada em Ambiente > Estoque.

Alguns relatórios:
 Lista de documento de material – MB51
 Documentos contábeis para material – MR51
 Documentos de material arquivados – MBAL
 Documentos de material cancelado – MBSM
 Documento de material com motivo do movimento – MBGR
 Visão geral de estoques – MMBE
 Lista de estoques/necessidades – MD04
 Disponibilidade do centro – MB53
 Sintese de disponibilidade – CO09
 Estoque em deposito – MB52
 Estoque em transito – MB5T
 Estoque especial avaliado – MBBS
 Estoque de subcontratação – MBLB
186
187
Customizing

No customizing da Administração de estoques e inventário físico, o nó Relatórios contem as funções


para configurar as análises na administração de estoques.

Você defini as versões de exibição da visão geral de estoques selecionando IMG > Administração de
materiais > Administração de estoques e inventário >Relatórios >Determinar exibição para listas de
estoques

Versão de exibição – você define uma versão de exibição alocando um número de versão com a
descrição relevante

Regras para exibição dos estoques – determinação de estoques dependente da versão, exibidos na lista
básica

Tela detalhe para exibição dos estoques – determinação de estoques e sua sequencia na lista de detahes
da visão geral de estoques.

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Extra - Customizing
Empresa

IMG  Estrutura do Empreendimento  Definição  Contabilidade


Financeira  Definir, copiar, eliminar, verificar empresa

A Empresa é uma entidade legal que representa um elemento ou organização para a qual se necessita
estabelecer dados financeiros.

A criação da Empresa geralmente é feita pelo módulo FI, sempre com cópia da empresa 0001, para que
não haja risco de faltar definição em alguma tabela SAP.

Filial
IMG  Componentes válidos para todas as aplicações  Funções
gerais de aplicação  Nota Fiscal  Filial CGC  Criar

Entidade da Localização Brasil para geração dos documentos fiscais.


A criação da Filial geralmente é efetuada pelo módulo FI

IMG  Contabilidade Financeira  Configuração Contabilidade


Financeira  Empresa  Verificar e completar parâmetros globais

Após a criação da Filial, deverá ser feita a atribuição do CNPJ (8 dígitos) e Filial (4 dígitos) da empresa.

Centro
Um Centro é criado como uma unidade de produção e de planejamento, ou simplesmente um
agrupamento de um ou mais locais de armazenamento de materiais (depósitos), os quais estão
geograficamente próximos.

IMG  Estrutura do empreendimento  Definição Logística Geral


 Definir, copiar, eliminar, verificar centro.

A criação dos centros é feita pelo consultor de MM e deve ser sempre com cópia do centro 0001,
para que não haja risco de faltar definição em alguma tabela SAP. Depois, deve-se modificar os campos
referentes às informações do centro, como endereço e calendário fábrica.

191
IMG  Estrutura do empreendimento  Atribuição Logística
Geral  Atribuir centro - empresa.

O Centro é atribuído à Empresa para permitir elaboração dos relatórios financeiros tanto em nível de
Centro como de Empresa.

IMG  Componentes válidos para todas as aplicações  Funções


gerais de aplicação  Nota Fiscal  Filial CGC  Atribuir a
Centros

Após a criação dos centros e filiais, é necessário que se faça associação entre eles. Pode-se associar mais
de um centro para a mesma filial.

Organização de Compras
IMG  Estrutura do empreendimento  Definição  Administração
de Materiais  Atualizar Organização de compras

É a unidade responsável pela negociação de condições de preços com o fornecedor para as plantas
assinaladas a ela. Pode ser atribuída diretamente à Empresa ou ao Centro.

IMG  Estrutura do empreendimento  Atribuição 


Administração de Materiais  Atribuir Organização de Compras -
Empresa

Caso exista apenas uma Organização de Compras para a Empresa, o mesmo deverá ser atribuído
diretamente à Empresa.

IMG  Estrutura do empreendimento  Atribuição 


Administração de Materiais  Atribuir Organização de Compras -
Centro

Caso exista uma Organização de Compras para cada Centro, o mesmo deverá ser atribuído diretamente
ao Centro.

Depósito

IMG  Estrutura do empreendimento  Definição  Admin.


Materiais  Atualizar Depósito

192
Os depósitos são locais em que são armazenados os materiais. Eles não precisam necessariamente ser
iguais aos locais físicos. Como exemplo temos os materiais consignados, que devem ter depósitos
“lógicos” (no SAP) separados dos materiais de mesmo código comprados diretamente, mesmo que eles
estejam armazenados no mesmo espaço físico.

Para se criar um depósito, deve-se primeiramente selecionar o Centro. Depois, entrar com todos os
depósitos relacionados a esse centro. Pode-se criar depósitos com mesmo código para diferentes centros
(exemplo: um depósito DEP1 de matéria-prima pode ser criado para o Centro 1 e um outro depósito
com mesmo nome para o Centro 2).

Mestre de Materiais
Intervalos de Numeração

Transação MMNR

IMG  Logística Geral Mestre de materiais  Configurações


Globais  Tipos de Material  Determinar intervalos de numeração
O intervalo de numeração é determinado através do tipo de material.
por tipo de material
Caso mais de um tipo de material tenha as mesmas características e deva estar dentro de um mesmo
intervalo de numeração, eles podem ser agrupados.

Para cada grupo poderão ser criados dois tipos de intervalo de numeração:

- interno, cuja numeração será criada automaticamente pelo sistema no cadastramento do


material. Deverão ser informados os intervalos “de-até”, bem como a posição do intervalo,
isto é, a partir de qual numeração o sistema irá considerar para buscar a nova numeração.
- Externo, cuja numeração deverá ser informado pelo usuário no cadastramento do material.
Deverão ser informados os intervalos “de-até” e estar selecionada a opção “Ext”.

Os intervalos de numeração podem ser numéricos, alfabéticos ou alfanuméricos.

Mestre de Fornecedores

Intervalos de Numeração

Transação OMSJ

IMG  Logística Geral  Parceiro de negócios  Fornecedor 


Controle  Determinar intervalos de numeração para regs.mestre
O intervalo de numeração é determinado através do grupo de contas do fornecedor.
fornecedor
Caso mais de um grupo de contas do fornecedor tenha as mesmas características e deva estar dentro de
um mesmo intervalo de numeração, eles podem ser agrupados.
193
Para cada agrupamento poderão ser criados dois tipos de intervalo de numeração:

- interno, cuja numeração será criada automaticamente pelo sistema no cadastramento do


material. Deverão ser informados os intervalos “de-até”, bem como a posição do intervalo,
isto é, a partir de qual numeração o sistema irá considerar para buscar a nova numeração.
- Externo, cuja numeração deverá ser informado pelo usuário no cadastramento do material.
Deverão ser informados os intervalos “de-até” e estar selecionada a opção “Ext”.

Os intervalos de numeração podem ser numéricos, alfabéticos ou alfanuméricos.

Grupos de Contas

Transação OMSG

IMG  Logística Geral  Parceiro de negócios  Fornecedor 


Os grupos deControle
contas permitem agrupar
 Determinar fornecedores
grupo que
de contas tenhamde
e seleção a mesma
camposconta
de contábil, o que é feito
no momentofornecedores
do cadastramento do fornecedor.

A criação do grupo de contas é realizada pelo Consultor FI/CO e verificado por MM.

São possíveis os seguintes status de campos:

- Entrada necessária
- Entrada opcional
- Campo exibido, mas indisponível para entrada
- Campo oculto

Lote

IMG  Logística Geral  Administração de lotes

Um Lote representa uma unidade com únicas especificações. Pode ser utilizado nas indústrias químicas,
farmacêuticas, de alimentos, higiene etc. É comum a utilização do sistema de lotes materiais com
controle de data de expiração. Essa e outras especificações e propriedades são armazenadas no sistema
de classificação como valores de características.

O Gerenciamento de Lotes é integrado com todas as aplicações de logística.

A Determinação do lote pode ser feito na área de produção (executado para localizar e retirar
componentes de materiais adequados para o produto a ser manufaturado), na Sales Order ou em
movimentos de saída e transferência)

Para que o material receba uma numeração de Lote a cada movimentação, é necessário que o mesmo
tenha o flag de Lote selecionado no Mestre de Materiais. Essa numeração pode ser automática ou
manual, dependendo de sua parametrização.

194
Um lote é único e não pode ser reabastecido.

Compras
Dados Mestre

Registro Info

O Registro Info contém dados que descrevem uma relação de fornecimento entre fornecedor e material.
Quando entra-se um Pedido de Compras, os dados históricos de preços são atualizados em um registro
info.

O Registro Info pode ser criado manualmente ou automaticamente, via cotação ou pedido de compras.

Para cada novo pedido de um mesmo material para um mesmo fornecedor, o sistema irá buscar as
informações do registro info como defaults, como por exemplo o último preço de compra, o IVA etc.

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Dados mestre 


Registro Info

- ME11 – Criar
- ME12 – Modificar
- ME13 - Exibir

Lista de Opções de Fornecimento (LOF)

A Lista de Opções de Fornecimento especifica as fontes permitidas (ou não permitidas) de suprimento
de um material em um centro. Também indica o período para o qual a fonte é válida. Cada fonte é
definida nessa lista por meio de um registro de lista de opções de fornecimento.

A lista oferece as seguintes opções:

- Definição de uma fonte de suprimento como “fixa”. Tais fontes são consideradas
como fontes preferenciais em determinado período de tempo
- A determinação das fontes efetivas, isto é, as que representam as fontes preferenciais
em determinado momento.
- Definição de uma fonte de suprimento como “bloqueada”

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Dados mestre 


Lista opções fornec

- Atualizar (ME01)
- Exibir (ME03)

195
Quota

A quotização determina como as necessidades de compra de um material são distribuídas entre


diferentes fontes de fornecimento. Se uma quota deve ser executada para um material, isso deve estar
indicado no mestre de materiais. A quota especifica que parte da necessidade total deve ser suprida por
determinada fonte.

Parametrização: Definir por níveis quais funções de negócio participam com suas quantidades no
processo de quotização (Ordem de Compras, Requisições, Contratos, Ordens Planejadas, MRP, Ordens
de Produção para um determinado material).

Transação OMEQ

IMG  Administração de materiais  Compras  Quotização 


Determinar utilização de quotização

Processo:

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Dados mestre 


Quotização

- Atualizar (MEQ1)
- Exibir (MEQ3)

Para que o processo de quotização funcione corretamente, é necessário que:

1) O material sujeito à quotização deverá ter o campo “Utilização de quotização” (visão


de compras) preenchido com “3” ;
2) O conteúdo do campo “Tamanho do lote MRP” deve ter, nas parametrizações
(transação OMI4) o campo “Quota partição” clicado;
3) Deverá ser criado um registro info para cada fornecedor;
4) Deverá ser criado um programa de remessas para cada fornecedor;
5) Deverá ser criado o LOF do material com todos os programas de remessas, não
esquecendo de preencher o campo MRP com “2”;
6) Criar a quotização para o material com os fornecedores, indicando a porcentagem da
quota de cada um deles.

196
Mensagens

Logística  Administração de Materiais  Compras  Dados


Mestre  Mensagens

- Solicitação Cotação
- Pedido
- Contrato básico
- Div.Progr.Remessa
- Registro de Serviço

Toda vez que o usuário gera uma Solicitação de Cotação, um Pedido, um Contrato básico ou um
Programa de Remessas é gerado um documento num formato de saída no qual a informação contida será
comunicada ao terceiro via serviço postal, fax, EDI ou qualquer outro meio, que representa uma
mensagem. A mensagem é, então, colocada na fila de mensagens (saída) e de lá liberada para impressão
ou transmissão.

IVA

Configuração características fiscais

IMG  Contabilidade Financeira  Configuração contabilidade financeira  IVA  Configuração


 Configurações p/IVA no Brasil

Lei fiscal IPI (*1*)


Lei fiscal ICMS (*1*)
Regiões Fiscais

(*1*) São Textos referentes ao regulamento do ICMS e IPI que devem ser impressos nas NF’s de saída,
no campo de observação.

IMG  Contabilidade Financeira  Configuração contabilidade financeira  IVA  Cálculo 


Opções para cálculo de Impostos no Brasil  Taxas de imposto

IPI (Normal)
IPI (Exceções)
ICMS (Normal)
ICMS (exceções)

IMG  Componentes válidos para todas as aplicações  Funções gerais de aplicação  Nota Fiscal
 Codes NBM

Criar
Atribuir a grupos de materiais

197
Os códigos NBM são requeridos para calcular a taxa de IPI em MM. Sem um cadastro de material não é
possível calcular a taxa de IPI automaticamente no recebimento fiscal (NF). Neste caso podemos
atribuir a um grupo de material um código de NBM .

IRRF / INSS

IMG  Contabilidade Financeira  Configuração contabilidade financeira  Imposto retido na fonte


(IRF)  Imposto retido na fonte ampliado

 Configurações globais

- Verificar países do IRF (para definição do país / código “BR / 508 / Brasil)
- Definir códigos oficiais IRF (para criação dos códigos tributários oficiais, caso
queira associa-los na apuração)

 Cálculo  Categoria Imposto retidos na fonte

- Definir categoria IRF: lançamentos na entrada da fatura


- Definir categoria IRF: lançamentos no momento do pagamento

 Cálculo  Código de imposto de retenção na fonte (IRF)

- Definir códigos IRF (criação das combinações de códigos com diferentes alíquotas e
cálculos dos tipos de impostos definidos)
- Definir fórmulas para cálculo de IRF (criação das fórmulas para as diferentes
faixas de impostos)

 Empresa

- Atribuir categorias de IRF a empresas(Atribuição / ativação dos códigos de


impostos a empresa)
- Ativar IRF ampliado

 Lançamento  Contas para imposto retido na fonte

- Gravar contas para IRF a pagar (Determinação das contas contábeis para os
códigos de impostos)

Livro de Apuração

IMG  Contabilidade financeira  Contabilidade Geral  Transações contábeis  Encerramento 


Declarar  Reporting oficial Brasil

198
o Modelo 8 – contas especiais
o Modelo 9 – contas especiais

Quando uma conta estiver cadastrada nestas tabelas “Mod. 8 / Mod. 9” sempre que ocorrer algum
lançamento, o mesmo aparecerá nos livros de apuração.

Livros Fiscais

Contabilidade  Contab. financeira  Fornecedores  Reporting Financeiro  Brasil

- Registro de Entradas (Mod.1) + Lista de Códigos de Emitentes (Mod.10)


- Registro de Saídas (Modelo 2)
- Registro de Controle da Produção e do Estoque (Modelo 3)
- Registro do Inventário (Modelo 7)
- Registro de Apuração do IPI (Modelo 8)
- Registro de Apuração do ICMS (Modelo 9)
- Listagem de Operações Interestaduais (Modelo 12)
- Registro de Apuração do ISS
- Arquivo Magnético / Convênio ICMS 131/97
- IN68: cadastros, files e tabelas
- Extratos de clientes / Fornecedores / contas do Razão

Existem outros caminhos via menu que possibilita o acesso aos livros, pode ser através de
“Clientes” ou “Sistema de informação”

Os livros disponíveis não são configuráveis

IVA

IMG  Contabilidade financeira  Configuração contabilidade financeira  IVA  Cálculo 


Definir código IVA (transação FTXP)

A criação deve ser feita através de cópia. Evite ao máximo possível a alteração de códigos já existentes
“Standard”.

IMG  Contabilidade financeira  Opções básicas da contabilidade financeira  IVA 


Lançamento  Definir contas de impostos (transação OB40)

Estratégia de Liberação

O objetivo do processo de Estratégia de Liberação é substituir procedimentos de autorização por escrito,


através de assinaturas, por um procedimento eletrônico, e ao mesmo tempo auxiliar na administração e
manutenção do controle orçamentário, bem como fornecer aos supervisores informações pertinentes
referentes a materiais comprados.

A aprovação eletrônica pode ser para: requisições, solicitação para cotação, pedidos, contratos ou
programas de remessas.
199
A pessoa responsável, após marcar o documento com sua “assinatura eletrônica”, concede valor legal ao
documento, que poderá, então, dar continuidade ao processo da compra.

Existem dois tipos de processos de liberação:

1) Sem classificação: utilizada somente para liberação de requisições de compras em nível de


item. Tem como objetivo checar a exatidão dos dados dos materiais, datas e quantidades.
2) Com classificação: é utilizada para liberação de qualquer documento de compras. A
liberação é feita em nível de cabeçalho, ou seja, do documento como um todo. Utiliza o
sistema de classificação, onde a cada tipo de documento é associada uma classe que contém
características específicas e essas características contém valores. Os valores das
características são comparados aos campos respectivos do documento e, se atingirem a
condição, uma estratégia de liberação é acionada automaticamente.

o Para Requisição de Compras


IMG  Administração de materiais  Compras  Requisição de
Compras  Processo liberação  Processo com classificação 
Processar características (CT04)

IMG  Administração de materiais  Compras  Requisição de


Compras  Processo liberação  Processo com classificação 
Processar classes (CL02)

IMG  Administração de materiais  Compras  Requisição de


Compras  Processo liberação Processo com classificação 
Estabelecer processo com classificação (OMGQ)

o Para Pedido de Compras


IMG  Administração de materiais  Compras  Pedido
Processo de liberação para pedidos  Processar características
(CT04)

IMG  Administração de materiais  Compras  Pedido


Processo de liberação para pedidos  Processar classes (CL02)

IMG  Administração de materiais  Compras  Pedido


Processo de liberação para pedidos  Determinar processo de
liberação para pedidos (OMGS)

Para trabalhar com o procedimento de liberação com classificação, é necessário:

- Criar uma classe tipo Estratégia de Liberação para cada documento (requisição, pedido etc)
- Criar características relevantes para definição das estratégias de liberação
- Ligar características às classes
Determinar o processo de liberação

200
Requisição de Compras

Logística  Administração de Materiais  Compras  Requisição


de Compra

- Criar (ME51N)
- Modificar (ME52N)
- Exibir (ME53N)
- Liberação individual (ME54)
- Liberar coletiva (ME55)
-

Uma Requisição de Compras:


- É o instrumento básico para a identificação de materiais ou serviços que devem ser
supridos
- Autoriza o departamento de compras a efetuar o suprimento de quantidades especificadas
de materiais dentro do tempo especificado
- É um documento interno: não é utilizado fora da Empresa, portanto não é impresso.

As requisições podem ser criadas de várias maneiras:


- Indiretamente, via Planejamento de Controle de Materiais
- Diretamente, pela entrada manual do setor requisitante.

O campo “Categoria de Classificação Contábil” indica a finalidade da compra do material, dependendo


do seu conteúdo:
- Brancos compra para estoque
- K compra para centro de custo
- P compra para projeto
- A compra para imobilizado (se Ativo Fixo estiver implementado)

O campo “Categoria de Item” também diferencia o tipo de compra do material:


- Brancos Normal
- L subcontratação
- U transferência de estoque

Campos a serem preenchidos:

- Categoria de Classificação Contábil


- Categoria do Item
- Material (se cadastrado)
- Texto Breve (se material não cadastrado)
- Unidade de Medida (se material não cadastrado)
- Grupo de Mercadoria (se material não cadastrado)
- Quantidade
- Data de remessa
- Centro
- Grupo de Compras
- Centro de Custo (se compra para consumo – ctg.class.contábil = K)

201
Cotação

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Solicitação para


Cotação

- Criar (ME41)
- Modificar (ME42)
- Exibir (ME43)
- Liberar (ME45)

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Cotação

- Atualizar (ME47)
- Exibir (ME48)
- Comparação de preços (ME49)

Uma solicitação de Cotação é um convite a um fornecedor para indicar seus termos e condições (preço)
para o fornecimento de um material ou prestação de serviço, através da apresentação de uma cotação.

Pode-se criar uma Solicitação de cotação manualmente, com referência a uma requisição de compras,
outra solicitação de cotação ou um contrato básico de compra.

Após o envio da solicitação de cotação ao fornecedor, seja pelo correio, fax ou eletronicamente, o
comprador aguardará o retorno da cotação do fornecedor para dar entrada desses valores. A partir desse
momento pode-se fazer a comparação das melhores condições de preços. O comprador decidirá, então,
para qual fornecedor será encaminhado o pedido de compras.

Contratos

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Contrato básico 


Contrato

- Criar (ME31K)
- Modificar (ME32K)
- Exibir (ME33K)
- Liberar (ME35K)

Um Contrato é um documento referente a um acordo a longo prazo com o fornecedor. Pode ser:

- por valor – O contrato termina quando o valor determinado no documento é atingido (Tipo
de Contrato = WK)
- por quantidade – O contrato termina quando a quantidade determinada no documento é
atingido (Tipo de Contrato = MK)
202
Campos a serem preenchidos:

- Fornecedor
- Tipo de Contrato = “WK” ou “MK”
- Data do Contrato
- Organização de Compras
- Grupo de Compras
- Centro
- Depósito

Cabeçalho:
- Fim do Prazo
- Valor Fixado
- Condição de Pagamento

Item
- Categoria de Classificação Contábil
- Categoria do Item
- Material (se cadastrado)
- Texto Breve (se material não cadastrado)
- Unidade de Medida (se material não cadastrado)
- Grupo de Mercadoria (se material não cadastrado)
- Quantidade Prevista
- Preço Líquido

Programa de Remessas

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Contrato básico 


Programa de remessas

- Criar (ME31L)
- Modificar (ME32L)
- Exibir (ME33L)
- Liberar (ME35L)
- Divisões remessa – Atualizar (ME38)

Um Programa de Remessas é um acordo de compras a longo prazo com quantidades e datas de entrega
pré-determinados.

Campos a serem preenchidos:

- Fornecedor
- Tipo de Contrato = “LP”
- Data do Contrato
- Organização de Compras
- Grupo de Compras
- Centro
- Depósito
203
Cabeçalho:
- Fim do Prazo
- Valor Fixado
- Condição de Pagamento

Item
- Categoria de Classificação Contábil
- Categoria do Item
- Material (se cadastrado)
- Texto Breve (se material não cadastrado)
- Unidade de Medida (se material não cadastrado)
- Grupo de Mercadoria (se material não cadastrado)
- Quantidade Prevista
- Preço Líquido

Pedido de Compras

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Pedido

- Criar (ME21N)
- Modificar (ME22N)
- Exibir (ME23N)
- Liberar (ME28)

Um Pedido de Compras é um pedido formal ao fornecedor para fornecer certos materiais ou serviços em
determinadas condições.

Pode-se criar um Pedido de Compras manualmente, com referência a uma requisição de compras, uma
solicitação de cotação, outro Pedido de Compras, a um contrato básico de compra ou a um programa de
remessas.

Para tanto, é necessário que a síntese de documentos esteja ativa:

Estoque
Uma compra de material para estoque deverá conter as seguintes características:

 O material deverá ter cadastro no Mestre de Materiais com pelo menos um depósito associado
 Tipo de Pedido = Pedido Normal
 Categoria de Classificação Contábil deverá estar em branco
 Categoria do Item deverá estar em branco

204
Transferência
Um Pedido de transferência de material deverá conter as seguintes características:

- O Centro receptor deverá estar cadastrado como CLIENTE.


- O Centro fornecedor deverá estar cadastrado como FORNECEDOR.
- O material a ser transferido deverá estar cadastrado para os dois centros.
- Tipo de Pedido = Pedido transferência Estoque.
- Categoria de Item = U

Consumo

Uma compra de material para consumo deverá conter as seguintes características:

- O material pode ou não ter cadastro no Mestre de Materiais


- Tipo de Pedido = Pedido Normal
- Ctg.Classif.Contábil = K
- Preencher Centro de Custo ao qual será contabilizado o custo do material.

Quadro

Um Pedido Quadro é semelhante a um Contrato, com data início e fim de validade.

Uma compra de material Quadro deverá conter as seguintes características:

- Tipo de Pedido = Pedido Quadro


- Data início do Prazo
- Data Fim do Prazo

Projeto
Uma compra de material para projeto deverá conter as seguintes características:

- O material deverá ter cadastro no Mestre de Materiais com pelo menos um depósito
associado
- Tipo de Pedido = Pedido Normal
- Categoria de Classificação Contábil = P

Beneficiamento

Uma compra de material para beneficiamento deverá conter as seguintes características:

- O material deverá ter cadastro no Mestre de Materiais com pelo menos um depósito
associado
- Tipo de Pedido = Pedido Normal
- Categoria de Item = L
- O material deverá ter uma lista de componentes, que serão enviados ao fornecedor
que fará o beneficiamento, através do movimento 541. Essa lista virá preenchida
205
automaticamente, caso o material tenha lista técnica. Caso contrário, o sistema abrirá
a tela de lista técnica para que os componentes sejam informados manualmente.

Serviço

Uma compra de serviço deverá conter as seguintes características:

- O fornecedor normalmente está sujeito ao imposto IRRF e IVA “C0”; e o fornecedor


pessoa física normalmente está sujeito ao imposto IRRF+ ISS+INSS e IVA “IN”.
- Tipo de Pedido = Pedido Normal
- Categoria de Item :
o “D” – para serviços cadastrados e não cadastrados. Neste caso deverá ser
criada a Folha de Medição de Serviços (Vide item 4.5)
o “brancos” – para serviços não cadastrados
- Categoria de Classificação Contábil = “K”
- “EM” (entrada de mercadoria) = brancos
- “RF bas.EM” = brancos

Entrega Futura

Uma compra de material para entrega futura deverá conter as seguintes características:

- O material deverá ter cadastro no Mestre de Materiais com pelo menos um depósito
associado
- Tipo de Pedido = Pedido Normal
- IVA = K1
- RF bas.EM deverá estar em branco, para permitir a verificação da fatura antes do
recebimento físico.

Condição
Logística  Administração de Materiais  Compras  Dados
mestre  Condições  Preços

Condições são estipulações relativas a preços, descontos, acréscimos etc.

As Condições de preços determinam como o sistema calcula o preço líquido dos materiais. Elas podem
ser mantidas nos seguintes tipos de registros:

- Registro Info
- Pedido de Compras
- Contratos
- Programas de Remessas
206
- Cotações

Os procedimentos de preços definem:

- Quais tipos de condições são permitidos;


- Em qual seqüência são usados para a determinação do preço;
- Quais tipos de condições são usados para processar totais

Relatórios

Logística  Administração de Materiais  Compras  Requisição


de Compra  Exibir Lista  Geral (ME5A)

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Solicitação para


Cotação Exibir lista

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Contrato básico 


Exibir lista

Logística  Admin. de Materiais  Compras  Pedido  Exibir


lista

Sistemas Info Logística  Compras

o Material/Serviço
o Fornecedor
o Grupo de Mercadorias
o Grupo de Compradores
o Documentos de Compras

Movimentação de Mercadoria

Ao executar um movimento de mercadorias, o usuário inicia a seguinte cadeia de eventos no sistema:

- É gerado um documento de material que será utilizado como prova do movimento e


como uma fonte de informações para quaisquer outras aplicações participantes;
207
- Se o movimento for importante para Contabilidade Financeira, serão gerados um ou
mais documentos contábeis;
- As quantidades de estoque do material serão atualizadas;
- Os valores de estoque no registro mestre de material serão atualizados, assim como as
contas de estoque e de consumo.

De acordo com o tipo de movimento serão efetuadas outras atualizações nas aplicações participantes.
Todas as atualizações são baseadas nas informações contidas no documento de material e no documento
contábil.

Entrada

Logística  Administração de Materiais  Administração de


Estoques  Movimento mercadoria (MIGO)

- Entrada de Mercadoria Para Pedido EM por pedido


(MIGO_GR)
- Entrada de Mercadoria  Outros (MB1C)
- Compensação Posterior  Subcontratação (MB04)

Uma entrada de mercadoria (EM) é o lançamento no estoque de mercadorias provenientes de um


fornecedor ou provenientes da produção.

É possível também entrar mercadorias sem uma referência a outro documento, como, por exemplo, o
registro inicial de estoques (movimento 561).

Tipo de movimento

 101 – Entrada com Pedido


 121 – Entrada de mercadoria posterior, vindo da Empresa subcontratada (compensação
posterior)
 122 – Devolução ao Fornecedor
 453 – Registro de transferência para próprio estoque de devoluções de clientes
 501 – Entrada de mercadoria sem pedido para estoque livre utilização
 511 – Remessa gratuita
 561 – Inicialização de estoque
 801 – Compra para entrega futura (deve ser feita após a RF)
 841 – GR RTP

Campos a serem preenchidos para Entrada de Mercadoria:

208
- Selecionar “Entrada de mercadorias”
- Entrar com Pedido de Compras referente à EM

O sistema trará todos os itens do Pedido de Compras digitado.

- Marcar com “OK” todos os materiais a serem entrados (constantes na Nota Fiscal)
- Modificar a quantidade, caso a remessa seja parcial.

Pasta Geral:
- Preencher Data do Documento com a Data de emissão da Nota Fiscal
- Preencher Nota de remessa com o número da Nota Fiscal

Campos a serem preenchidos para demais entradas:

- Selecionar uma das entradas possíveis: Devolução ao fornecedor, Estorno, Exibir,


Liberar estoque bloqueado da EM, Remessa posterior.
- Entrar com o número do Documento de Material.

O sistema trará todos os itens do Documento do Material digitado.

Saída

Logística  Administração de Materiais  Administração de


Estoques  Movimento mercadoria (MIGO)

- Saída de mercadorias (MIGO_GI)


- Saída de mercadorias (MB1A)

Uma saída de mercadoria (SM) é a retirada de material do estoque, seja para consumo ou expedição para
um cliente.

Tipo de movimento

 201 – Consumo de mercadoria para centro de custos vindo do depósito


 221 – Consumo de mercadoria para projeto vindo do depósito
 261 – Consumo para ordem vindo do depósito
 281 – Consumo para diagrama de rede vindo do depósito
 541 – Subcontratação: remessa dos componentes de livre utilizável para fornecedor
 551 – Retirada para sucata de livre utilizável

As opções da transação MIGO_GI são: Saída e Estorno.

Campos a serem preenchidos para Saída de Mercadoria:

209
- Selecionar “Saída de mercadorias”
- Entrar com os dados dos itens a serem retirados do depósito:
o Material
o Quantidade
o Centro
o Depósito
o Centro de Custo (obrigatório dependendo do tipo de saída)

Campos a serem preenchidos para Estorno:

- Selecionar “Estorno”
- Entrar com o número do Documento de Material.

O sistema trará todos os itens do Documento do Material digitado.

Transferência

Logística  Administração de Materiais  Administração de


Estoques  Movimento mercadoria  Registro de Transferência
(MB1B)

Uma transferência é um termo genérico para transferências de estoque e modificações no tipo de


estoque ou na qualificação de estoque de um material. É irrelevante que o lançamento ocorra em
conjunto com um movimento físico ou não.

Tipo de movimento

 301 – Centro para Centro em 1 passo


 303 – Saída para transferência entre centros (sem impostos)
 305 – Entrada para transferência entre centros (sem impostos)
 311 – Depósito para Depósito em 1 passo
 411 – Transferência Depósitos 1 passo
 415 – Reg.Transferência projeto 1 passo
 453 – Devolução do Cliente para Livre Utilização
 833 – Saída para transferência entre centros (com impostos)
 835 – Entrada para transferência entre centros (com impostos)
 861 – GR Transferência SD/MM
 862 – GI Transferência SD/MM

Inventário

Toda Empresa precisa fazer um inventário dos estoques pelo menos uma vez por exercício, para
equilibrar o inventário.

210
- Inventário em data fixada
Todos os estoques da empresa são fisicamente contados na data fixada do balanço. Neste
caso, todo o material deve ser contado. Durante a contagem, o depósito inteiro deve ser
bloqueado aos movimentos de materiais.

- Inventário permanente
Os estoques são contados continuamente durante o exercício inteiro. Neste caso, é
importante assegurar que todos os materiais sejam fisicamente contados, pelo menos uma
vez durante o ano.

- Inventário Rotativo
O estoque é contado em intervalos regulares, dentro de um exercício. Esses intervalos (ou
ciclos) dependem do código de inventário rotativo definido para os materiais.

- Inventário por amostra


Os estoques da empresa, selecionados aleatoriamente, são fisicamente contados na data
fixada do balanço. Se as variações entre o resultado da contagem e o estoque contábil
forem insignificantes, será presumido que os estoques contábeis dos outros estoques
estarão corretos.

O inventário ocorre em nível de depósito. É criado um documento de inventário separado para cada
depósito.

Existem dois métodos para a criação de um documento de inventário:

- Criação de documentos individuais – onde o usuário entra manualmente com os materiais


que devem ser contados.
- Criação de Pastas – onde o usuário entrará com critérios para determinação dos materiais
que devem ser inventariados e os respectivos centros e depósitos. O sistema criará um
documento de inventário para cada centro e depósito com os materiais que atenderem os
critérios.

Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Documento de


Inventário  Criar (MI01)

Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Pastas  Criar


Docs Inventário  Sem estoque especial (MI31)

Depois da contagem, é necessário entrar os resultados dessa contagem no sistema. Se uma quantidade
zero foi contada para um item, entrar essa ocorrência através da marcação da coluna CZ (contagem
zero). Se esta marcação estiver em branco e a quantidade com zeros ou branco, o sistema interpretará
como “item ainda não contado”.

Os materiais inventariados poderão ser recontados. Neste caso, o usuário poderá selecionar apenas os
materiais que exibam diferença maior que o valor limiar, indicado manualmente pelo usuário. O sistema
criará um novo documento de inventário apenas com os materiais selecionados. Os itens recontados
211
serão desativados no documento original e não poderão mais ser processados através deste documento.

Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Contagem 


Registrar (MI04)

Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Documento


inventário  Recontagem (MI11)
O último passo a ser executado é o lançamento das diferenças de inventário, para ajuste do estoque
físico no sistema.

Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Diferença 


Contagem / Diferença (MI08)

Folha de Registro de Saída

A Folha de Medição é constituída por uma ou mais Folhas de Registro, que são os documentos de
referência para entrada de faturas. Cada medição parcial gera uma nova Folha de Registro.

Logística  Administração de Materiais  Compras  Ambiente 


Registro de serviços  Atualizar (ML81N)

Serão mostrados os serviços registrados no Pedido de Compras. Estes serviços serão a referência para as
medições registradas na Folha de Registro.

Podem ser feitas diversas medições (parciais) de acordo com o que foi estipulado entre o comprador e o
fornecedor, permitindo que sejam entradas faturas parciais. Porém estas medições só podem ir até o total
estipulado no Pedido, por serviço.

Cada Folha de Registro criada exige que se faça seu aceite no sistema.

Contabilização

IMG  Administração de Materiais  Avaliação e classificação


contábil  Determinação de contas  Determinação de conta sem
assistente

- Determinar controle de avaliação (OMWM)


- Agrupar áreas de avaliação (OMWD)
- Determinar classes de avaliação (OMSK)
- Determinar modificação de conta por tipo de movimento 212
(OMWN)
- Definir lançamentos automáticos (OMWB)
Várias transações e eventos em MM são relevantes para contabilização. Algumas delas devem ser
guardadas em Documentos contábeis, onde as contas razão em FI são atualizadas.

Sempre que possível, as contas razão são atualizadas através de movimentações automáticas.

Os lançamentos automáticos são determinados nas áreas de gerenciamento de materiais, verificação de


faturas e valorização de materiais.

A área de avaliação é o nível em que o material é valorizado. Ele pode corresponder a uma determinada
planta ou a todas as plantas de uma empresa.

O plano de contas será o determinado para a empresa.

De acordo com as contas informadas nas tabelas de transações/eventos do R/3, a cada movimentação de
materiais e/ou a cada verificação de faturas, o sistema gera os lançamentos contábeis correspondentes.

A referência de classe de contas é um termo de agrupamento para determinação de contas baseado no


tipo de material.Diversas classes de avaliação podem ser associadas a uma referência de classe de
contas. Cada tipo de material é associado a uma referência de contas.

No cadastramento da visão de contabilidade do cadastro de materiais para um tipo de material, você


pode escolher uma das classes de avaliação definidas para a referência de classe de contas
correspondente. O processo de determinação automática para este material é carregado de acordo com
as definições para essa classe de avaliação.

Para o funcionamento da determinação automática de contas é necessário que os seguintes parâmetros


estejam pré-definidos:

o Plano de Contas para a Empresa


o Código de Grupo de Avaliação para a Empresa/Centro
o Classe de Avaliação do Material
o Chave da Transação/Evento com respectivas conta

Movimento

IMG  Administração de Materiais  Administração de estoques e


inventário  Tipos de Movimento  Copiar, modificar tipos de
movimento (OMJJ)
Os movimentos de materiais são determinados pelo Tipo de Movimento.

Caso o cliente necessite de novos Tipos de Movimento, os mesmos poderão ser criados. Para isso, foram
reservados os códigos entre 900 a 999.

A criação de um novo Tipo de movimento deverá sempre ser feito com referência a um outro código já
existente.

Sempre que se criar um novo Tipo de movimento deve-se comunicar o responsável pelo módulo de CO,

213
para que não se tenha problemas no fechamento mensal.

Relevância para Nota Fiscal

IMG  Administração de Materiais  Administração de estoques e


inventário  Nota Fiscal  Atualizar derivação tipo de nota fiscal.

Existem movimentos de mercadorias que necessitam a emissão de uma Nota Fiscal. Para isso é
necessário que o Tipo de Movimento correspondente tenha relevância para Nota Fiscal.

Todos os movimentos que tiverem essa indicação assinalada gerarão autmaticamente uma Nota Fiscal
correspondente.

Verificação de Disponibilidade

Consiste na checagem de estoque que é automaticamente executado após todos os movimentos de


materiais e serve para prevenir que o balanço de inventário de estoque físico torne-se negativo.

Relatórios

Logística  Administração de materiais  Administração de


Estoques  Ambiente

o Exibir lista
o Estoque
o Representação saldos
o Utilização do lote

Logística  Administração de materiais  Administração de


Estoques  Inventário Físico  Ambiente

Sistemas Info  Logística  Administração de Estoques

o Material
o Centro
o Depósito
o Planejador MRP
o Grupos de Materiais 214
Revisão de Fatura

Transação MIRO

Logística  Admin. de Materiais  Revisão de Faturas (Logística)


A Revisão de Fatura consiste
 Entrada deno lançamento
documento  da Notafatura
Criar Fiscalrecebida
recebida do fornecedor.

É com este lançamento que as Notas Fiscais são lançadas nos Livros Fiscais. Para tanto é necessário que
o campo “Categoria de Nota Fiscal”, localizada na pasta de Detalhe esteja preenchida.

Entrada Normal

Campos a serem preenchidos para Revisão de Fatura:

Dados Básicos:
- Selecionar Operação “Fatura”
- Empresa
- Data da Fatura = Data da Nota Fiscal
- Referência = Número da Nota Fiscal
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos)
- Documento de referência:
o Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou
Programa de Remessas relacionado com a Nota Fiscal
OU
o Nota de Remessa = Número da Nota Fiscal

Pagamento:
- Data base
- Condição de Pagamento

Detalhe:
- Categoria de Nota Fiscal = “E1”

Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá estar verde ou amarelo.

Verificar informações da Nota Fiscal, principalmente os valores dos impostos (que


devem ser iguais à Nota Fiscal) e complementar as informações, caso necessário.

Beneficiamento
O fornecedor do material subcontratado poderá encaminhar a mercadoria com uma ou duas Notas
Fiscais.

Recebimento de uma Nota Fiscal:


A Nota Fiscal deverá conter o valor do material subcontratado e a remessa simbólica dos
componentes enviados para industrialização desse material. Neste caso, a entrada da fatura
ocorre exatamente como na entrada normal (item 5.1 acima), preenchendo também o campo
215
texto de cabeçalho com a observação: “Retorno de Industrialização”.

Recebimento de duas Notas Fiscais:


O fornecedor pode preferir encaminhar duas Notas Fiscais: uma para o material subcontratado e
a outra de remessa simbólica dos componentes enviados para industrialização desse material.
Neste caso, a entrada da fatura referente ao material subcontratado deverá ser feita conforme a
entrada normal (item 5.1 acima), porém deve-se zerar as quantidades e valores dos
componentes. Já a Nota Fiscal de Remessa Simbólica deverá ser recebida através da
Compensação posterior de subcontratação.

Complementar
Campos a serem preenchidos para receber uma Nota Fiscal Complementar:

Dados Básicos:
- Selecionar Operação “Fatura”
- Empresa
- Data da Fatura = Data da emissão da NF Complementar
- Referência = Número da Nota Fiscal Complementar
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos)
- Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou Programa de
Remessas relacionado com a Nota Fiscal Complementar

Detalhe:
- Emissor da Fatura = Código da transportadora
- Categoria de Nota Fiscal = “E2”

Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá estar verde ou amarelo.

Frete
Campos a serem preenchidos para receber um Conhecimento de Transporte não planejado:

Dados Básicos:
- Selecionar Operação “Fatura”
- Empresa
- Data da Fatura = Data da emissão do Conhecimento
- Referência = Número do Conhecimento
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos)
- Documento de referência:
o Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou
Programa de Remessas relacionado com a Nota Fiscal de Remessa
OU
o Nota de Remessa = Número da Nota Fiscal de Remessa

Detalhe:
- Emissor da Fatura = Código da transportadora
- Categoria de Nota Fiscal = “C1”
- Custo Complementar de Aquisição = valor do conhecimento sem impostos

Item:
- Selecionar os itens de material que o custo do transporte será agregado

216
- Entrar o valor líquido (sem impostos)
- Débito Posterior assinalado
- IVA : mudar para “CT” (se consumo), “CF” (se consumo com substituição
tributária), “IT” (se industrialização), “IF” (se industrialização com substituição
tributária) – o sistema assumiu o IVA do Pedido.

Na mensagem “Pretende substituir o emissor da fatura registrado manualmente?”,


selecionar NÃO

Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá estar verde ou amarelo.

Serviço

A Entrada da Fatura com Folha de Registros é baseada na Folha de Medição de Serviços e no Pedido de
Compras. O sistema busca automaticamente todas as Folhas de Registros aceitas referentes ao Pedido
para as quais ainda não foram dadas as Entradas de Faturas. O usuário deverá selecionar qual ou quais
irá fazer a entrada.

Pode-se fazer uma única entrada de Fatura para várias Folhas de Registros (referentes ao mesmo
Pedido).

Campos a serem preenchidos (para serviços com e sem Folha de Registros):

Dados Básicos:
- Selecionar Operação “Fatura”
- Empresa
- Data da Fatura = Data da emissão da Nota Fiscal do fornecedor
- Referência = Número da Nota Fiscal
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos)
- Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras

Detalhe:
- Categoria de Nota Fiscal = NÃO PREENCHER (para serviços não há lançamentos
em livros fiscais)

Item:
- Selecionar os itens desejados

Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá estar verde ou amarelo.

Compra para entrega Futura

Campos a serem preenchidos para Revisão de Fatura:

Dados Básicos:
- Selecionar Operação “Fatura”
- Empresa
- Data da Fatura = Data da Nota Fiscal
- Referência = Número da Nota Fiscal
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos)
- Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou Programa de

217
Remessas relacionado com a Nota Fiscal

Detalhe:
- Categoria de Nota Fiscal = “X1”

Ítens:
- Informar valor total líquido e quantidade faturada de cada item (os campos são
trazidos em branco pois ainda não houve recebimento da mercadoria).

Aceitar a mensagem Warning “Quantidade fornecida 0”.

Gravar. O semáforo, neste momento, será amarelo pois o material ainda não foi recebido (bloqueia o
pagamento da fatura).

Este documento não efetua lançamento na conta de ICMS.


A Entrada da Mercadoria será feita posteriormente.

Devolução
Campos a serem preenchidos para Devolução ao Fornecedor:

Dados Básicos:
- Selecionar Operação “Nota de Crédito”
- Empresa
- Data da Fatura = Data da Nota Fiscal
- Referência = Número da Nota Fiscal de Entrada
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos)
- Documento de referência:
o Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou
Programa de Remessas relacionado com a Nota Fiscal
OU
o Nota de Remessa = Número da Nota Fiscal

Detalhe:
- Categoria de Nota Fiscal = “E4”

Selecionar o(s) material(is) a ser(em) devolvido(s). Se a devolução for parcial, modificar


a quantidade do(s) material(is). Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá
estar verde ou amarelo.

Imprimir a Nota Fiscal de Devolução.

Após, deverá ser feito o processamento da devolução Física do(s) material(is).

218
Estorno

Transação MR8M

Logística  Admin. de Materiais  Revisão de Faturas 


Logist.ver.faturas  Estornar fatura

Entrar com o número do documento de fatura que se deseja estornar.

O sistema irá trazer os dados do documento para conferência.

219
Curso SAP – MM
Parte II
Índice

NIVEIS ORGANIZACINAIS ........................................................................................................................ 3


VISÃO GERAL MODULO .......................................................................................................................... 3
CUSTOMIZING EM COMPRAS .............................................................................................................. 12
SELEÇÃO DE CAMPOS EM DOCUMENTO DE COMPRAS ................................................................ 19
CATEGORIA DE ITEM E CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL ...................................................................... 20
PARAMETROS DE USUÁRIOS EM COMPRAS ..................................................................................... 23
CUSTOMIZING PARA ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUE .................................................................... 25
CUSTOMIZING PARA REVISÃO DE FATURAS .................................................................................... 31
DADOS MESTRE ADMINISTRAÇÃO MATERIAL .................................................................................. 41
CONFIGURAÇÃO TIPOS DE MATERIAL .............................................................................................. 47
CONTROLE SELEÇÃO DE CAMPOS ..................................................................................................... 54
AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL ....................................................................................... 56
EMPRESA X ÁREA AVALIAÇÃO............................................................................................................. 60
MATERIAL X TIPO DE MATERIAL ........................................................................................................ 63
DETERMINAÇÃO DE CONTAS .............................................................................................................. 71
CUSTOS COMPLEMENTARES ............................................................................................................... 82
TIPO MATERIAL UNBW E NLAG ........................................................................................................... 92
MENSAGEM ............................................................................................................................................. 94

2
Níveis organizacionais em MM

Visão geral do Módulo

Este Módulo aborda os níveis organizacionais da Administração de materiais. Os níveis organizacionais


desempenham uma função na atualização de dados mestre e nos processos de suprimento. Portanto, é
possível que os novos níveis organizacionais precisem de ações adicionais antes de serem utilizados de
forma produtiva.
As informações definidas em nível de empresa incluem:
 Endereço da sociedade
 Plano de contas
 Moeda de balanço patrimonial
 Variante de exercício
 Área de contabilidade de custos
 Balanço patrimonial da divisão ativo

A empresa é definida no Guia de implementação, dentro do nó Estrutura do empreendimento ®


Definição contabilidade de custos. Você também define aqui o endereço da sociedade, país, idioma e
moeda para a empresa.
Dentro do nó do Guia de implementação Estrutura do empreendimento ® Alocação ® Contabilidade de
custos, você atribui a empresa a uma área de contabilidade.
Dentro do nó do Guia de implementação Contabilidade financeira ® Configurações globais da
contabilidade financeira ® Empresa ® Entrar parâmetros globais, você atribui o plano de contas.
Dentro do nó do Guia de implementação Estrutura do empreendimento ® Definição ® Contabilidade
financeira ® Atualizar área comercial, você define as áreas comerciais.

3
A área de avaliação é definida quando toma-se uma decisão sobre em que nível os estoques de materiais
deverão ser avaliados. A decisão se aplica a todos os mandantes.
Área de avaliação = Empresa: o sistema R/3 cria os dados de avaliação para o material para cada
empresa. O controle de preços usado e o preço de um material se aplicam a cada empresa. Isso significa
que o material é avaliado uniformemente em todos os centros pertencentes a uma empresa em particular.
Área de avaliação = Centro: o sistema R/3 cria os dados de avaliação para o material para cada centro.
O controle de preços usado e o preço de um material se aplicam a cada centro. Isso permite a avaliação
do mesmo material de diferentes formas em diferentes centros.
Em um sistema de produção, não é possível modificar o nível de avaliação para nível de empresa ou de
centro porque haveria a necessidade de conversão dos dados que já existem.
Para o componente PP e para o cálculo de custos do produto, é essencial utilizar o nível de avaliação
“Centro”.

4
O planejamento da produção e a produção real geralmente ocorrem para um centro específico.
Contudo, algumas aplicações podem operar em todos os centros.
Também é possível definir capacidades em pool para planejamento de capacidades.
É possível executar o cálculo de custos do produto entre centros.
É possível executar determinadas funções em planejamento de necessidades com referência ao depósito.
Também existe a possibilidade de executar o planejamento de necessidades para diversos centros ao
mesmo tempo.
É possível definir um centro como centro de planejamento de manutenção.

5
A organização de compras é funcionalmente responsável por operações de compras e pela negociação
de condições de compra.
Uma organização de compras pode ser atribuída a uma empresa. Além disso, esta deve ser atribuída a
todos os centros para os quais deve estar ativa.
Quando tiver atribuído a organização de compras a uma empresa, você só pode atribuí-la a centros dessa
empresa.

6
Os compradores desempenham as atividades das organizações de compras. É atribuída uma chave, o
grupo de compradores, a cada comprador ou grupo de compradores.
O grupo de compradores é responsável internamente pelo suprimento de um material ou de uma classe
de material e, por norma, fornece a pessoa de contato para o fornecedores

7
Você pode usar uma organização de compras de referência para facilitar transações de suprimento
válidas para todas as organizações de compra.

8
Devido à organização de compras de referência ser processada como uma organização de compras
normal, o registro mestre de fornecedor para os processos de suprimento deve igualmente ser atualizado
para a organização de compras de referência.

9
10
11
Customizing em Compras

Nesta lição aprenderemos as principais configurações para todos os documentos de compras, como por
exemplo, definir tipos de documentos e numeração.
Aprenderemos as configurações da categoria de classificação contábil e categoria do item.
E, finalmente, os parâmetros de usuários em compras, EVO e EFB.

12
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18
Seleção de Campos para Documentos de Compras

Você pode definir seleções de campos separadas para diferentes documentos de compras, dependendo
do tipo e da categoria do documento. Para essa finalidade, você atribui urna chave de seleção de campo
ao tipo de documento para o qual são definidos os atributos de campo.
No caso da categoria da classificação contábil, a seleção do campo é incluída na atividade IMG
correspondente.

19
Categoria do Item e Categoria da Classificação Contábil

Nesta lição iremos aprender as configurações das categorias do item e classificação contábil.

20
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22
Parâmetros de Usuários em Compras

Nesta lição aprenderemos como utilizar os parâmetros de usuários em compras: EVO e EFB.

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Customizing para Administração de Estoques

Este Módulo aborda as principais configurações para Administração de Estoques

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Customizing para Revisão de Faturas

Este Módulo aborda as principais configurações para Revisão de Faturas

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Dados mestre da administração de materiais

Este Módulo apresenta as configurações selecionadas para a atualização de registros mestre de materiais
e de fornecedores.

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Configurações para tipos de material

Você pode usar os tipos de material para definir parâmetros de controle importantes para o mestre de
materiais. Esta lição apresenta as opções disponíveis para definir um tipo de material de acordo com as
suas necessidades.

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53
Controle da seleção de campos

Para alguns materiais, pode fazer sentido definir determinados campos do registro mestre de materiais
como obrigatórios (entrada obrigatória). Ao invés, é melhor suprimir (ocultar) outros campos que não
são necessários. O controle de seleção de campos é a forma para atingir estes objetivos. Esta lição
fornece uma síntese das possibilidades e das interrelações na definição de atributos de campos.

54
55
Avaliação e classificação contábil

Ao lançar transações (como a entrada de mercadorias e as faturas recebidas) no sistema de treinamento


e, em seguida, visualizar o documento contábil gerado, você observará que o sistema da SAP atribuiu
várias contas do Razão a essas transações. Este capítulo descreve como isso acontece e o que é efetuado
em background quando esse tipo de transação ou evento é registrado.

56
É possível configurar que os lançamentos automáticos sejam dependentes do material e do tipo de
material para onde houver entrada da transação.

57
É possível configurar os lançamentos automáticos para que sejam dependentes da transação que resulta
em atualizações dentro da Contabilidade financeira.
O registro de entrada de mercadorias no exemplo 1 acima mostra o recebimento de estoque de um item
do pedido sem classificação contábil com categoria de item “normal”.
No caso de uma modificação de preço, o sistema R/3 cria um documento contábil quando houver
estoque. No exemplo 2 acima, o preço foi aumentado.

No caso de saídas de mercadorias, o sistema R/3 deve lançar as despesas em diversas contas (tipos de
custos), dependendo do tipo de movimento.

58
Uma empresa é atribuída a um plano de contas no Customizing para FI.
Em transações dentro da aplicação MM, a área de avaliação encontra-se oculta. No Customizing, é
possível definir se a área de avaliação é a mesma da empresa ou do centro.
Essa opção deve ser definida antes da criação de materiais e da entrada de transações na Administração
de estoques MM.

É possível efetuar a atribuição de contas do Razão, dependendo da área de avaliação.


Se um material estiver sujeito à avaliação separada, é possível avaliar estoques parciais desse material a
preços diferentes e administrá-los utilizando contas separadas.

59
Influência da empresa e da área de avaliação

Esta lição descreve como a determinação automática de contas depende da empresa e da área de
avaliação.

Uma empresa é atribuída a um plano de contas no Customizing para FI.


Em transações dentro da aplicação MM, a área de avaliação encontra-se oculta. No Customizing, é
possível definir se a área de avaliação é a mesma da empresa ou do centro.
Essa opção deve ser definida antes da criação de materiais e da entrada de transações na Administração
de estoques MM.
É possível efetuar a atribuição de contas do Razão, dependendo da área de avaliação.
Se um material estiver sujeito à avaliação separada, é possível avaliar estoques parciais desse material a
preços diferentes e administrá-los utilizando contas separadas.

Plano ctas = Plano de contas


VM = Modificação da avaliação; também denominada código de agrupamento de avaliação
AG = Agrupamento de contas; também denominada modificação geral
Classe V = Classe de avaliação
Uma descrição detalhada da determinação automática de contas pode ser encontrada na documentação
on-line do
IMG:
Customizing > Processar projeto

60
Saltar > IMG de referência SAP Administração de materiais > Avaliação e classificação contábil >
Determinação de contas > Determinação de conta sem assistente > Configurar lançamentos
automáticos

A Contabilidade financeira e a Contabilidade de custos e receitas utilizam o plano de contas operacional.


É possível utilizar os itens em um plano de contas para formar uma conta de receitas e de despesas na
Contabilidade financeira e, ao mesmo tempo, como classes de custo ou elementos de receitas na
Contabilidade de custos e de receitas.
Do mesmo modo que o plano de contas operacional, podem haver:
um plano de contas diferente específico do país que inclua requisitos legais específicos de um
determinado país, e
um plano de contas do grupo de empresas que se aplique a toda a corporação e inclua requisitos
específicos pertencentes à Consolidação.

61
A Contabilidade financeira e a Contabilidade de custos e receitas utilizam o plano de contas operacional.
É possível utilizar os itens em um plano de contas para formar uma conta de receitas e de despesas na
Contabilidade financeira e, ao mesmo tempo, como classes de custo ou elementos de receitas na
Contabilidade de custos e de receitas.
Do mesmo modo que o plano de contas operacional, podem haver:
um plano de contas diferente específico do país que inclua requisitos legais específicos de um
determinado país, e
um plano de contas do grupo de empresas que se aplique a toda a corporação e inclua requisitos
específicos pertencentes à Consolidação.

62
Para a determinação de conta, o usuário poderá agrupar empresas ao ativar códigos de agrupamento de
avaliação. Através disso, a configuração de lançamentos automáticos será muito mais fácil.

Nesta etapa, atribuir áreas de avaliação a um código de agrupamento de avaliação.


O código de agrupamento de avaliação é um meio auxiliar, que facilita a determinação de conta
automática. Dentro de um plano de contas, atribuir os mesmos códigos de agrupamento de avaliação às
áreas de avaliação que devam ser tratadas da mesma maneira quanto a sua classificação contábil.
Códigos de agrupamento de avaliação criam, ou uma diferença precisa dentro de um plano de contas, ou
elas correspondem a um plano de contas.
Com o código de agrupamento de avaliação, o usuário poderá, dentro de um plano de contas:

63
- definir uma determinação de conta própria para determinadas empresas (empresa ou centro).
- definir uma determinação de conta em comum para diversas empresas (empresa ou centro).

A determinação de contas deve ser configurada separadamente para cada plano de contas.
Além disso, é possível configurar que os lançamentos automáticos sejam dependentes da área de
avaliação para onde houver entrada da transação.

64
A determinação de contas deve ser configurada separadamente para cada plano de contas.
Além disso, é possível configurar que os lançamentos automáticos sejam dependentes da área de
avaliação para onde houver entrada da transação.

65
Influência do material e tipo de material

Esta lição mostra como o processo de determinação automática de contas depende do tipo de material e
do próprio registro mestre de materiais.

É possível configurar a determinação de conta do Razão de modo uniforme para todos os materiais
pertencentes a um tipo de material ou mesmo a diversos tipos de material.
Entretanto, também é possível definir que o sistema R/3 deve determinar diferentes contas do Razão
para materiais diferentes pertencentes a um único tipo de material.
Você também pode combinar as opções 2 e 3, ou seja:
Agrupar diversos tipos de material
Atribuir diferentes contas do Razão a materiais diferentes dentro desse grupo

A classe de avaliação é uma chave para o agrupamento de materiais que possuem a mesma
determinação de contas. Se diferentes contas forem lançadas, de acordo com a classe de avaliação em
uma transação, a determinação de contas para essa transação deve ser definida como dependente da
classe de avaliação.
As classes de avaliação permitidas dependem do tipo de material. Mais de uma classe de avaliação pode
ser permitida para um tipo de material.
Mais de um tipo de material pode ser permitido para uma classe de avaliação.
A relação entre as classes de avaliação e os tipos de material é definida pela referência de classe de
conta. A referência de classe de conta é uma compilação das classes de avaliação. Um tipo de material
só pode ser atribuído a uma referência de classe de conta.

66
A referência de classe de conta é o critério de agrupamento para determinação de contas, baseado no
tipo de material.
É possível atribuir mais de uma classe de avaliação a uma referência de classe de conta.
Você deve atribuir cada tipo de material que está sujeito à administração de estoques em quantidade e
em valor a uma referência de classe de conta (obrigatório).
Na atualização dos dados contábeis de um material desse tipo, é possível selecionar uma das classes de
avaliação definidas para a referência da classe de conta correspondente.
O sistema R/3 determina a conta do Razão para esse material, de acordo com as opções para essa classe
de avaliação.
Se um material estiver sujeito à avaliação separada, o sistema R/3 determinará a conta utilizando a
classe de avaliação para o registro do tipo de avaliação.

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68
É possível configurar que os lançamentos automáticos sejam dependentes do material e do tipo de
material para onde houver entrada da transação.

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70
Transações e suas influências no processo de determinação de
contas

Nesta lição, você aprenderá a influência das transações no processo de determinação automática de
contas. Os aspectos-chave são os movimentos de mercadorias e a função de controle exercida pelo tipo
de movimento. Você descobrirá ainda as opções disponíveis para a configuração individual do processo
de determinação de contas para tipos de movimento.

No sistema R/3, as transações de lançamento são definidas para cada transação relevante para
Contabilidade na Administração de materiais. Os registros gerais de lançamento são atribuídos a cada
transação ou evento em uma “string de valores”.
Em lugar de números de conta do Razão definidos, essa string de valores contém chaves de operação
para a transação de lançamento relevante. A primeira chave de operação para uma regra de lançamento
geralmente indica lançamento no débito.

As transações de lançamento correspondentes às transações da Administração de estoques e Verificação


de faturas relevantes para contabilidade são fixas. Os registros de lançamento são atribuídos a cada tipo
de movimento relevante em Administração de estoques e a cada transação em Verificação de faturas.
Esses registros de lançamento são generalizados em uma string de valores (regra de contabilização). Em
vez de números de conta fixos do Razão, essa string possui chaves para a respectiva transação de
lançamento (como, por exemplo, BSX para um registro de estoque e PRD para um lançamento da
diferença de preço).
Você não precisa definir essas chaves de operação; o sistema R/3 as determina a partir da transação (em
Verificação de faturas) ou do tipo de movimento (em Administração de estoques). Você só precisa
atribuir a cada transação de lançamento a conta onde é lançada.

71
Você pode ver as atribuições das strings de valores a movimentos de mercadorias e o detalhamento da
string de valores em chaves de operação no Customizing para Administração de estoques e Inventário
físico, mas não pode modificá-las.
As contas do Razão podem ser definidas para as várias transações de lançamento no Customizing para
Avaliação e classificação contábil.

72
O registro de entrada de mercadorias no exemplo do slide ilustra um recebimento em estoque de um
item do pedido de categoria “standard”, que não está sujeito à classificação contábil. A string de valores
WE01 é atribuída a essa transação comercial. O próximo slide contém a chave de operação atribuída a
essa string de valores.
As chaves de operação listadas são:
BSX Para (todos) os lançamentos em contas de estoque
WRX Para lançamentos em conta de compensação EM/EF resultantes de entradas de
mercadorias e de faturas
UMB Para o lançamento de contrapartida da modificação de preço (conta para reavaliação)
A documentação para a atividade de Customizing Definir lançamentos automáticos contém informações
mais detalhadas sobre todas as chaves de operação do sistema SAP.

73
74
Quando a transação de lançamento Contrapartida de registro de estoque é usada para diversas
transações (como saída de mercadorias, refugo, inventário físico) e essas transações devem ser
atribuídas a diferentes contas (como contas de consumo, contas de refugo, despesas/receita provenientes
de diferenças de inventário físico), é essencial subdividir a transação de lançamento, de acordo com
outra chave - o agrupamento de contas.
O agrupamento de contas é uma chave que permite subdividir atribuições de números a cada chave de
operação na determinação de contas.
Na Administração de materiais no sistema standard, o agrupamento de contas é ativo somente para a
chave de operação GGB (Contrapartida de registro de estoque).

75
Você deve atribuir um agrupamento de contas a cada tipo de movimento na Administração de estoques
que utilize a transação de lançamento Contrapartida de registro de estoque.
Do mesmo modo que a Contrapartida de registro de estoque, também é possível utilizar o agrupamento
de contas para outras transações (como diferenças de preço) para uma maior diferenciação das
atribuições de números de conta, dependendo do tipo de movimento, se necessário na sociedade.

76
A simulação que pode ser chamada na atividade Definir lançamentos automáticos mostra as contas do
Razão atribuídas, de acordo com:
 O material ou classe de avaliação definidos
 O centro definido
 A transação de Administração de estoques ou Revisão de faturas que foi definida
É possível optar entre:
 Entrada do número de material e entrada de classe de avaliação (modo de entrada)
 Transações de Administração de estoques ou Revisão de faturas (área de aplicação)
Além disso, o sistema SAP pode verificar se as contas atribuídas realmente existem, dependendo das
suas opções ao chamar a função de simulação.
Durante a simulação, todas as chaves de operação para a string de valores relevante são consideradas,
independentemente de serem ou não importantes para a transação da empresa (por exemplo, EIN, EKG,
FRL).
Na simulação, é possível verificar a compatibilidade da seleção de campos para o tipo de movimento
selecionado e para as contas atribuídas (relatório RM07CUFA).
Aviso: A base para validade é a conta para o lançamento de contrapartida.

77
78
79
O assistente fornece o apoio necessário para definir as contas para os lançamentos na Administração de
Materiais de modo rápido e fácil.
Com o assistente de determinação de contas, é possível fazer as configurações do sistema para
lançamentos automáticos de modo rápido, respondendo às perguntas do assistente. Também é possível
80
obter mais informações ao selecionar Sobre recomendações e Sobre o significado do R/3. Dependendo
das respostas, o sistema R/3 chama as tabelas do Customizing relevantes.
Com exceção de algumas poucas restrições (explicadas no assistente), é possível utilizar o assistente
para chamar as seguintes funções:
Exibir ou atualizar empresas, centros e tipos de material (pré-requisito)
Selecionar os tipos de material a serem utilizados
Configurar a administração de conta de compras (obrigatório apenas para alguns países como França,
Bélgica e Espanha)
Agrupar áreas de avaliação
Definir regras para registros de estoque e outros lançamentos
Definir classes de avaliação
Atribuir contas de estoque
Atribuir as outras contas do Razão, dependendo da transação comercial em questão.
IMG  Administração de materiais  Avaliação e classificação contábil  Determinação de contas 
Assistente determinação de conta
Transação: OMWW

81
Determinação de Contas para Custos Complementares

Esta lição apresenta a determinação de contas para lançamentos que envolvem custos complementares
de aquisição planejados e as opções disponíveis para especificar uma conta proposta para itens de
documento de compras com classificação contábil. A lição fornece ainda informações sobre a
determinação de contas para contas de impostos.

É possível planejar custos complementares de aquisição nos documentos de compra. Vários tipos de
condição podem ser usados para isso (como, por exemplo, FRA1, FRB1, FRC1).
No Customizing para Compras, o sistema R/3 é configurado para lançar os custos complementares de
aquisição planejados para uma conta separada (conta de compensação ou conta de provisões) para esses
tipos de condições.
Você deve compensar o lançamento nessa conta de compensação ou de provisões ao entrar a fatura para
os custos complementares de aquisição planejados.
No lançamento da fatura recebida, a taxa de imposto usada para o IVA suportado é de 10% (*).

O sistema R/3 utiliza a chave de operação GBB e o agrupamento de contas para a categoria de
classificação contábil a fim de determinar a conta padrão.
No caso de itens com classificação contábil que possuam um registro mestre de material, o sistema R/3
utiliza a classe de avaliação na visão de contabilidade.
No caso de itens com classificação contábil que não possuem um registro mestre de material, o sistema
R/3 utiliza a classe de avaliação para o grupo de material (vide o próximo slide) ou uma entrada na
tabela de determinação de contas sem uma classe de avaliação.

O sistema R/3 utiliza a chave de operação GBB e o agrupamento de contas para a categoria de
classificação contábil a fim de determinar a conta padrão.
82
No Customizing para Compras, é possível atribuir uma classe de avaliação aos grupos individuais de
mercadorias em Entradas possíveis para itens sem reg.mestre material.

83
É possível planejar custos complementares de aquisição nos documentos de compra. Vários tipos de
condição podem ser usados para isso (como, por exemplo, FRA1, FRB1, FRC1).
No Customizing para Compras, o sistema R/3 é configurado para lançar os custos complementares de
aquisição planejados para uma conta separada (conta de compensação ou conta de provisões) para esses
tipos de condições.
Você deve compensar o lançamento nessa conta de compensação ou de provisões ao entrar a fatura para
os custos complementares de aquisição planejados.
No lançamento da fatura recebida, a taxa de imposto usada para o IVA suportado é de 10% (*).

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91
Tipos de materiais UNBW e NLAG

No sistema da SAP, você pode administrar materiais estocáveis com base na quantidade, mas não no
valor. Esta lição explica como você pode controlar isso e que características especiais existem para estes
materiais.

92
93
Determinação de mensagens em Compras

O objetivo desta lição é familiarizar você com as configurações necessárias para a determinação de
mensagens em Compras. Ela, também, aborda a determinação da impressora para documentos de
compras.

94
95
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99
100
101
Determinação de mensagens na Administração de estoques

Esta lição descreve a determinação de mensagens na administração de estoques.

102
103
Determinação de mensagens na Revisão de Faturas

Esta lição descreve a determinação de mensagens na Revisão de Faturas.

104
AVALIAÇÃO FINAL DE TREINAMENTO
---- DESTACAR ESTA FOLHA E ENTREGAR AO INSTRUTOR ----

Data:

NOME:
CURSO:

INSTRUTOR:

AVALIAÇÃO FINAL DE TREINAMENTO

Marque com um X na lacuna ao lado da figura na opção desejada.


Conteúdo Programático do Curso   ☺
Tempo de Realização do Curso   ☺
Referência Final ao Treinamento   ☺
Material Didático   ☺
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