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•parte de uma análise etnográfica dos baru

•Nesse momento descreve a técnica, ou seja, o processo feito para que haja o recolhimento
do sal nessa erva

•descrição de como é dividido o trabalho (individual ou coletivo) entre os grupos sociais, sendo
assim definido a cada um deles uma função que lhe cabe cumprir. o qual pode se associar a
pensamentos de grandes teóricos sobre a questão a divisão do trabalho, como Marx e
Durkheim.

•E então, em seguida, como faz ao longo do texto, o autor trás tabelas para exibir os dados
coletados e como sobre o que ele está tratando, nesses diferentes momentos do texto,
relaciona - se com a realidade.

•Faz um breve resumo das histórias de conquistas e lutas pela posse de territórios entre os
povos os quais relacionaram se com os baruya

•O autor diz que em certas regiões há uma repartição desigual entre terras, e cita em especial
o vale do Wonenara, o que se deu através do processo de colonização desses povos. Porém,
ele diz que mesmo assim, não há uma distribuição desigual de sal, visto que os proprietários
dessas regiões abastadas de sal permite a seus aliados usar a terra. E, tanto o proprietario da
terra como o usuario rwm a obrigacao de redistribuir uma parte do produto entre seus aliados
e outra parte do produto fica com a sua família.

•Logo depois, fala ainda sobre a troca do sal, e em se tratando da troca de serviços o
proprietário do sal, da ainda uma parte desse sal a um especialista do sal, ou ainda dar para
quem puder ir no seu lugar -wuando ele não puder ir- fazer a troca desse sal com povos
vizinhos. Já se tratando da troca por orodutos se trata ou de uma troca no interior do grupo, e
em certos casos a troca é praticada pelos baruya. ou de trocas de sal eram praticadas com
estrangeiros, ou seja, entre os baruya e tribos vizinhas, o que era altamente recorrente. E
assim, pouco tempo depois as rotas comerciais foram abertas e as trocas foram tornando-se
cada vez mais extensas através dos parceiros comerciais que se eram feitos

•Ao questionar se o sal seria uma forma primitiva de moeda, o autor chega a variadas
conclusões. uma delas é a de que a sociedade dos baruya não existiria sem o sistema de
trocas. e que suas características diferenciam se do que se chama de economia de subsistência
em sociedades primitivas. e que antes de mesmo de ser destinado ao consumo, o sal é um
produto destinado a troca, e que tem valor de troca por antes desse valor, tem um outro valor:
o de consumo. "o sal é uma mercadoria cujo valor de uso é o de um objeto ritual valorizado
por sua significação ideológica e social tanto como por sua utilidade biológica, seu sabor
gastronómico e as dificuldades de produção"

•O sal funciona como moeda pois tem a possibilidade de ser trocado por outros variados
produtos. "Para que uma mercadoria funcione como "moeda", é necessário

que possa ser trocada pelo conjunto de outras mercadorias, que funcione como seu
equivalente geral". e assim, o sal dos baruya é uma forma primitiva de moeda.

•Um dos pontos a que refere se o valor de troca da moeda de sal é a importância de uma
necessidade coletiva , ia em outros casos ao longo trabalho e difícil produção do sal.

•dentro dessa questão ainda, o autor vai tocar numa questão a qual é a taxa normal de troca,
que nesse caso é desigual pois não leva se em comsideracao o trabalho que foi feito para a
produção das mercadorias que são trocadas pelo sal, assim fazendo com que os baruya saiam
favorecidos, visto que recebem três vezes mais do que dão. Porém, é importante ressaltar que
o autor afirma ser desigual em termos de troca do trabalho social

•Outra questão Ainda tratada é a de Desigualdade, a qual não é considerada como existente
de forma considerável, visto que os povos em questão consideram que o importante é que se
tenha o suficiente para satisfazer as necessidades. Assim, conclui no que desse ponto de
Desigualdade, afirmando que existe desigualdade sem exploração do homem pelo próprio
homem.

•conclui então o texto, mostrando a importância do sal para os baruya e como são um objeto
precioso não só por uma questão objetiva, da troca de produtos, como também subjetiva, das
trocas sociais envolvidas nesse processo de relações.