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Considerando que o mesmo deve ser pensado para etapas menos iniciais da educação básica,

temos buscado, já há algumas décadas, a ajuda de jogos variados, quando a tarefa docente é
ensinar aos principiantes o sistema de escrita alfabética.

Desde os anos 1980, temos defendido que, ao lado dos jogos e brincadeiras que já fazem parte
de nossa cultura popular, quando está em questão a alfabetização, precisamos lançar mão de
jogos especiais.

Como temos lutado para abandonar os velhos métodos, que tratavam – e ainda tratam – o
aprendizado da escrita alfabética como uma atividade mecânica e repetitiva, limitada à cópia e
à memorização, temos buscado jogos que, numa direção contrária, ajudem as crianças a
refletir.

Isso é, a aprender refletindo, compreendendo como nosso alfabeto funciona e se apropriando,


de modo consciente, de suas convenções letra-som.

Nessa trajetória, temos visto que os jogos na alfabetização podem ser classificados em dois
grupos. Por um lado, estão aqueles que se adequam, principalmente, para ajudar quem ainda
está precisando compreender as propriedades do sistema alfabético.

Certos jogos fonológicos se prestam especialmente a essa finalidade: ao propor a reflexão


sobre partes das palavras orais (sílabas, rimas e outros segmentos), juntamente com sua forma
escrita, ajudam os principiantes a compreender que a escrita nota (registra) a pauta sonora das
palavras que pronunciamos e não outras propriedades (como a forma, o tamanho ou a
finalidade) dos objetos que elas denominam.

Se a criança já alcançou uma hipótese alfabética, isto é, se já compreendeu que as letras


registram os pedaços sonoros das palavras menores que as sílabas orais, é hora de ajudá-la a
consolidar as correspondências letra-som de nossa língua.

Nessa nova etapa, que não pode ser negligenciada, e que, desejavelmente, já deve ocorrer, de
forma sistemática, para a quase totalidade dos alunos no segundo ano do Fundamental, é hora
de lançarmos mão dos jogos na alfabetização, que envolvem a leitura e a escrita de palavras.
Sem deixar de trabalhar diariamente com leitura (e/ou produção de textos), o recurso a jogos
em que os aprendizes leem e escrevem palavras escolhidas, porque contêm determinada
relação letra-som, é fundamental para que se tornem autônomos, leitores e produtores de
textos.

A Caixa Jogos de Alfabetização, que o Centro de Estudos em Educação e Linguagem da


Universidade Federal de Pernambuco produziu e cedeu para o MEC, e que, há pouco, chegou
a escolas de todo o Brasil, contém bons exemplos desses jogos. Neles, para ajudar as crianças
a pensar sobre as partes sonoras e escritas das palavras, temos proposto que brinquem de:
• Identificar palavras que têm “pedaços” (sílabas, rimas, fonemas iniciais) parecidos;
• Contar a quantidade de sílabas, para descobrir entre duas palavras qual a maior;
• Identificar a presença de palavras no interior de outras palavras.

O Caça-rimas, como o nome indica, propõe que os alfabetizandos emparelhem as figuras


cujos nomes terminam de forma parecida.

Organizando a turma em até quatro equipes, distribuímos para cada grupo uma cartela com
seis figuras cujos nomes terminam com determinadas rimas que estão presentes em 20
“fichas” (que são, na verdade, outras figuras cujos nomes contêm aquelas rimas).

Vence o jogo o grupo que primeiro parear as seis rimas possíveis. Com o mesmo espírito,
fazemos também o Bingo dos sons iniciais, desafiando os aprendizes, agora, a pensar sobre
“pedaços” (sílabas) iniciais das palavras que a mestra vai “cantando” ao longo do jogo.

Já no Palavra dentro de palavra, as crianças trabalham com cartelas contendo figuras cujos
nomes, escritos abaixo, contêm outra palavra (por exemplo, tucano, casa), e figuras, em outras
fichas, que trazem as palavras “contidas” (por exemplo, cano e asa).

Como o objetivo é promover a consciência de que uma sequência de sons que constitui uma
palavra pode estar contida em outras, os participantes (2, 3 ou 4 jogadores ou grupos) recebem
iguais quantidades de fichas com as palavras “grandes” e vão retirando, de um monte, as
palavras “contidas” emborcadas.

Vence quem primeiro formar pares com todas as cartelas que recebeu. Em algumas ocasiões,
criamos o desafio de descobrir mais palavras dentro das palavras grandes (por exemplo, tu e
Tuca, dentro de tucano, ou cá, dentro de casa).

Sempre que possível, flexibilizamos os desafios quando fazemos essas brincadeiras


especificamente com alunos que estão em diferentes níveis de compreensão da escrita.
Também criamos variações nos repertórios de fichas dos jogos para que não percam o poder
motivador por ter tornado-se fáceis demais, graças à memorização. Inspirados no clássico
jogo de dominó (com peças equivalentes a 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6), criamos um Silabó e um
Rimanó, nos quais os alunos trabalham com grupos de palavras que compartilham sete
segmentos iniciais ou finais idênticos.

Como assumimos a necessidade de alfabetizar letrando, defendemos que as atividades de


leitura e de produção de textos tenham um lugar cativo na sala de aula, todos os dias, de
segunda a sexta. Mas, sabemos hoje, nossas crianças precisam desenvolver, tão cedo quanto
possível, um bom automatismo no uso das correspondências letra-som.

Sem tal domínio, como poderão compreender com autonomia os textos que leem e como
virão a escrever, sozinhas, pequenos textos, possíveis de ser lidos por aqueles com quem
convivem? Os jogos aqui descritos, ao lado de outras atividades e situações didáticas, são
recursos valiosos e motivadores para que, de forma autônoma, nossos alunos possam exercer
práticas letradas.

 Jogo dos 07 erros

 01 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui umaletrapor outra que não faça

parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituições.

 02 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2letras(ex: cachorro

– cachorro). A criança deve achar esses 7 erros.

 03 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve localizar

os 7 erros.

 04 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A

criança deve localizar quais são elas.

 05 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras,

que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas.
 06 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve

descobrir quais são elas.

 07 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras.

O aluno deve localizar essas inversões.

 08 - A profª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não

façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.

 Caça palavras

 01 - A prof.ª monta o quadro e dá só uma pista: “Ache 5 nomes de animais” por exemplo.

 02 - A prof.ª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.

 03 - A prof.ª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do

texto.

 Jogo da Memória

 01- O par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra

bastão, e a outra, cursiva.

 02 - O par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.

 03 - O par deve ser composto por uma peça contendo a figura, e a outra, o seu nome.

 Cruzadinha

 01- A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o

nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem

aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e “descobre” quais são os nomes pelo número de

letras, letra inicial, final, etc.

 02 - A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o


nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para

que a criança só precise copiá-los, letra a letra.


 03 - A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança

escreva seus nomes.


 As cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente

cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas.Bindo das Letras -

 Bingo de palavras -as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só

palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.

 Bingo de iniciais -a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-

las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno

assinala a palavra sorteada por ela.

 Bingo de letras variadas -as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a

criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.


 A profª monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a

pensar sobre a “ordem das letras”Quebra Cabeça de rótulos -

 Dominó de palavras -em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva

ilustração.

 Ache o estranho -a prof.ª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os

por categoria, deixando sempre um “estranho” (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas

geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por “A” e uma por “J”; 4 marcas com 3 letras e 1 com

10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.

 Procure seu irmão 1 -os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo

nome, em letra bastão.

 Procure seu irmão 2 -os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.

 Jogo do alfabeto -Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais). Divida a classe em
grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um.Vá dando as tarefas, uma a uma: - levantar a

letra;- organizar em ordem alfabética;- o professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra

que inicie com ela;- formar frases com a palavra escolhida;- formar palavras com o alfabeto

móvel;- contar as letras de cada palavra; - separar as palavras em sílabas; - montar histórias com

as palavras formadas;- montar o nome doscolegasda sala;- montar os nomes dos componentes do

grupo.

 Pares de Palavras - Objetivo: utilizar palavras do dicionário. Destreza predominante: expressão

oral Desenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de

círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á

até a lousa eescolheráum par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase

e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo

termina quando todas as palavras forem apagadas.

 Formando palavras -Número de jogadores: 4 por grupo.Material: 50 cartões diferentes (frente e


verso).Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do

alfabeto)Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o


tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho.

Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.Variações: Classificar (formar

conjuntos) de acordo:- com o desenho da frente dos cartões; - com o número de letras das

palavras constantes dos cartões; - com o número de sílabas das palavras dos cartões; - com a

letra inicial;

 Treino de rimas -Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são

colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada

criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras

figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o

mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com

palavras de terminações diferentes.

 Treino de aliterações -Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a

mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a

mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara,

galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das

palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão,

balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo).

 Treino de consciência de palavras- Frases com palavras esquisitas, que não existem de

verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por

uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho

cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de

verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não

existem, essas não têm significado.


 Quantas sílabas tem?A professora fala uma palavra e o aluno “bate palma(s)” de acordo com o

número de sílabas.

 Qual é a palavra?A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba

inicial (TATA) ou a final (BATA)

 Lá vai a barquinha carregadinha de...A professora fala uma LETRA (ou sílaba) e as crianças

escolhem as palavras. Ex.: frutas iniciadas com M - maçã, morango, melão, etc...

 Adivinhando a palavra -O professor fala uma palavra omitindo a sílaba final e os alunos devem

adivinhar a palavra. (ou a inicial)

 Quantas sílabas tem a palavra?A professora fala uma palavra e a criança risca no papel de

acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas)

 Descoberta de palavras com o mesmo sentido- Ajude o aluno a perceber que o mesmo

significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela

comparação de frases como as que se seguem: • O médico trata dos doentes • O doutor trata dos
doentes. Forneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como: • Bonita,

bela; • Malvado, mau; • Rapaz; moço • Bebê; neném; • Saboroso; gostoso...


 Descoberta de palavras com mais de um significado -Com essa atividade, os alunos

perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as

palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc

 Respondendo a perguntas engraçadas -Faça-as pensar sobre a existência de homônimos

através de brincadeiras ou adivinhações:• a asa do bule tem penas? • O pé da mesa usa meia? • A

casa do botão tem telhado?

 Escrita com música -1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos; 2) distribuir, entre as

equipes, uma folha de papel; 3) apresentar às equipes uma música previamente selecionada pelo

professor; 4) pedir que o aluno 1 de cada uma das equipes registre, na folha, ao sinal dado pelo

professor, suas idéias, sentimentos, emoções apreendidas ao ouvir a música; 5) solicitar-lhe que,

findo o seu tempo, passe a folha ao aluno 2, que deverá continuar a tarefa. E assim

sucessivamente, até retornar ao aluno 1, que deverá ler o produto final de todo o trabalho para

toda a classe.Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.

 Conversa por escrito -1) dividir a classe em duplas; 2) entregar a cada uma das duplas uma

folha de papel; 3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas

por escrito.Observações: 1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a

conversa na folha recebida; 2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se

estiver disposta a tanto.Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças

entre a linguagem oral e a escrita.

 Interpretando por escrito -1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos cada uma; 2)

numerá-los de 1 a 4; 3) distribuir, entre as mesmas, pequenas gravuras (se possível de pinturas

abstratas); 4) solicitar que cada uma das equipes registre, por escrito, o que entendeu sobre os

quadros propostos; 5) ler as interpretações obtidas.


 Brincando com as cores -1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 2) numerar os

participantes de cada uma; 3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde,

amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 4) pedir que cada um dos elementos de

cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas

impressões a respeito da cor recebida; 5) solicitar das equipes a leitura das impressões

registradas.Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às

equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem

nomeá-la, mas procurando “dar pistas” a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam

descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor

poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham

dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de

gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).

 Compondo um belo texto-poema -1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) indicar a cada
uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro; 3) marcar, no relógio, 10 (dez)
minutos para a composição dos poemas; 5) expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas

equipes.

 Cinema imaginário -1) dividir a sala em equipes ou grupos; 2) apresentar às equipes três ou

quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes; 3) solicitar que os alunos imaginem cenas

cinematográficas referente às trilhas ouvidas; 4) interrogar os alunos sobre o que há de

semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.“A partir das respostas a essas

perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das

experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos

(verbais, não-verbais, musicados, ...)

 Criação de um país imaginário -1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) pedir-lhes que

produzam um texto, com ou sem ilustração, descrevendo um país imaginário, de criação da

equipe; 3) solicitar que cada uma dessas leia para as demais o texto produzido por ela; 4) afixar,

no mural da sala, os textos produzidos pelas equipes.

 “ Se eu fosse ...” -1) dividir a classe em equipes ou grupos; 2) pedir que cada uma complete as

lacunas ou pontilhado com o nome de um objeto, animal, planta, personagem ou personalidade

humana que gostaria de ser; 3) solicitar que escrevam e/ou desenhem a respeito do que gostariam

de ser; 4) pedir que exponham suas produções aos colegas; 5) sugerir que as coloquem no mural

ou varal de classe.

 Jogo do segredo (telefone sem fio) -Dizer uma pequena frase a uma criança e ela diz essa

frase ao ouvido da criança que está ao seu lado e assim sucessivamente até percorrer as crianças

todas. A ultima diz a frase em voz alta para vermos se coincidiu com a frase inicial.
 Jogo de formação de frases -Montagem: faça várias cartelas em cores diferenciadas, contendo: os

substantivos, ações, conectivos e pontuação, separadamente. (ex: substantivos em rosa, conectivos em azul,

etc.). Como jogar: a professora entrega a uma dupla de alunos cartelas contendo palavras, vogais e pontuação

embaralhadas. Em seguida, pede a ela que forme as frases corretamente. Em outro momento, pergunta-lhe se é

possível trocar elementos frasais com as demais duplas. Assim, os alunos treinam, de maneira lúdica, a

comparação entre frases e entre elementos que estruturam uma frase, sem preocupar-se com nomenclatura. Em

momento algum, a professora comenta a divisão de cores dos elementos. Ela deixa o aluno descobrir as

diferenciações, instigando-o a reparar as diferenças. Outra forma de brincar é fazer com que uma criança monte

a frase e a outra a leia em voz alta.


Créditos:Aprendendo com a tia Célia
Jogo da caixa com nomes

Material: fichas com os nomes das crianças e três caixas de sapato.


Finalidade: Terminar primeiro os nomes da caixa.
Números de participantes: Total de alunos divididos em três grupos.
Regras:
 Organizar as crianças em três filas e deixar uma caixa na frente de cada
fila.
 Cada caixa deverá conter os nomes das crianças daquela fila.
 Dado um sinal, na ordem da fila, cada criança procura seu nome na caixa
e, encontrá-lo, corre para o final da fila permitindo que o seguinte
prossiga o jogo.
 Ganha a competição o grupo que terminar primeiro.
Variação: Encontrar na caixa o nome do colega que está atrás.

Atravessando o rio

Material: desenhar no chão a paisagem de um rio. Confeccionar fichas em


forma de pedras com os nomes.
Finalidade: atravessar o rio lendo todos os nomes.
Número de participantes: toda turma dividida em dois grupos.
Regras:
 Convidar um aluno de cada grupo para atravessar o rio sem cair.
 Os alunos deverão atravessar o rio lendo os nomes que estão escritos nas
pedras.
 Os outros componentes do grupo poderão ajudar quando houver
dificuldade.
 Aquele que errar, cai no rio e se afoga, perdendo ponto o seu grupo.
 O aluno que pular todas as pedras, sem cair, ganha ponto para o seu
grupo.
Variação: A professora dita os nomes e os alunos escrevem nas pedras.

Caracol do Alfabeto
Material: Desenho no chão de um caracol bem grande com todas as letras
do alfabeto. Confeccionar um dado grande com caixa de papelão.
Finalidade: Chegar primeiro no final do caracol.
Número de participantes: todos os alunos.
Regras:
 Fazer uma fila na entrada do caracol.
 O primeiro da fila lança o dado e anda a quantidade correspondente ao
número do dado.
 A professora faz perguntas para toda turma: Que letra é essa? Tem algum
aluno na nossa turma que começa com essa letra? Quem? Que outras
coisas também começam com essa letra?
 Repetir o procedimento com todos.
 Vence o jogo quem chegar primeiro no final do caracol.
Variação: Cada aluno procura a casinha com a primeira letra do seu nome
e se coloca dentro dela. Fazer perguntas do tipo: Em qual casinha do
caracol está o Bruno? Qual casinha vem antes da casinha da Lidiane? Por
quais casinhas a Eliane precisa passar para chegar na casinha da
Jaiane?...

Caixinhas com nomes


Material: Caixinhas de fósforos encapadas com a foto dos alunos coladas
em cima, e dentro as letras que formam o nome daquele aluno. Papel
ofício.
Finalidade: Formar e fazer análise grafofônica dos nomes.
Números de participantes: alunos divididos em grupos.
Regras:
 Cada grupo escolhe as caixinhas que preferem.
 Formar os nomes dos colegas com as letras que estão dentro da caixinha.
 Depois registrar no papel o nome formado, a primeira letra, a quantidade
de letras que foi preciso para formar o nome e a quantidade de vezes que
abrem a boca para falar aquele nome

O “Método das 28 palavras” tira partido do potencial da imagem na aprendizagem da leitura e da escrita.
Trata-se de um método muito divulgado na aprendizagem de crianças com dificuldades de aprendizagem e
com resultados muito positivos.
Para ter acesso ao PPT do método clique em: Método 28 palavras

Embora não acredite que este método seja só especialmente dedicado a crianças com dificuldades de
aprendizagem, vou fazer uma pequena introdução, com base em vários documentos que li sobre o assunto:

As crianças com Necessidades Educativas Especiais (N.E.E.) manifestam problemas sensoriais, físicos,
intelectuais e emocionais e, também, muitas vezes, evidenciam dificuldades de aprendizagem derivadas de
factores mentais, orgânicos ou ambientais.

Para estas crianças a aprendizagem da leitura e da escrita constitui a pedra basilar de que depende todo o
seu percurso acadêmico. Contudo, para o ensino destas competências básicas, os professores recorrem a
métodos baseados quase exclusivamente em suportes convencionais como seja o livro de texto, ilustrações,
cartazes, etc.
Todos sabemos como o computador tem vindo a entrar cada vez mais cedo na vida das crianças. Desde a
mais tenra idade que o ambiente informático lhes é familiar; trata-se de um mundo que as atrai devido às
suas cores, ao movimento, aos sons.

O ato da ler e de escrever é um processo complexo que implica um conjunto de conhecimentos que a
pessoa adquire ao longo da sua vida antes e durante o seu ingresso no ambiente escolar. É uma actividade
cognitiva e não uma capacidade sensorial e auditiva que se pensava ser necessário para aprender a ler e a
escrever. É uma descodificação e compreensão de representações gráficas e auditivas.

A aprendizagem da leitura e da escrita baseia-se em dois pressupostos fundamentais : o de retirar


informação visual (sinais gráficos) e também o de compreensão do que se está a ler e a escrever.

O ingresso na leitura e na escrita por parte da criança é um processo de aprendizagem, de prática e de


aperfeiçoamento. Antes desse ingresso, a criança já dominava a comunicação oral e usava-a de maneira
autônoma e perfeita para ser entendida e compreendida pelos demais interlocutores. Portanto, a
aprendizagem da leitura e da escrita visa o mesmo objetivo, ou seja, dar ao educando uma autonomia para
poder compreender e ser compreendido pelos seus interlocutores. – “aprender a ler e a escrever representa,
nesta perspectiva, dar à criança os meios que lhe permitam comunicar com outrem na sua ausência,
exigindo-lhe desta forma a conquista de uma autonomia”.

Saber ler um documento escrito é compreender.

A leitura pode, daí em diante, tornar-se o meio essencial da aquisição de conhecimentos, do


desenvolvimento do pensamento e do enriquecimento da personalidade.

A escolha de um bom método de leitura ajuda na compreensão da leitura e da escrita. Ensinar a ler só se
complementa quando o professor leva os alunos a gostarem da leitura e a descobrir os prazeres e alegrias
que ela lhes pode proporcionar.

Existem vários métodos de ensino da leitura e da escrita.

– O mais antigo é o método analítico sintético. Apesar de ser o mais antigo, é o que domina como método
de ensino-aprendizagem nas escolas portuguesas. Consiste no ensino da letra como unidade sem
significância para muitos alunos. As letras (maiúscula e minúscula) são repetida vezes sem conta no
caderno escolar dos alunos. Depois é ensinada a sílaba, que também é repetida no caderno, para que a sua
caligrafia seja perfeita. Mais tarde ensina-se a junção das sílabas para formar palavras e de seguida
formam-se frases.
Em suma, é um método com base na repetição da letra até formar sílabas, que passam para as palavras e
por fim a frase.
– Em contrapartida, o método das 28 palavras consiste em desenvolver a aprendizagem da leitura e da
escrita a partir de situações concretas e reais para os alunos: As palavras estão sempre relacionadas com
imagens. Trata-se de um método que adota um esquema de aprendizagem; por exemplo, a primeira palavra
que se ensina é “menina”, e depois:
* faz-se o desenho da palavra ou mostra-se o cartaz com a imagem da menina;
* as crianças escrevem a palavra em letra manuscrita e à máquina;
* depois ensina-se a palavra “menino”, seguindo os passos a cima;
* depois mostra-se a diferença entre as duas palavras que é entre as vogais “a” e “o”.
* separam-se as sílabas das palavras “menino” e “menina”;
* quando surgem outras palavras separa-se as sílabas e formam outras palavras;
* depois formam-se frases.

Os exercícios contínuos ajudam a concretizar os conteúdos dados.


Poderá recortar de revistas ou jornais, figuras ou palavras aprendidas, que colocará no caderno, escrevendo
por baixo a palavra respectiva”…

Publicada por Mamã Sofia em :http://partilharombroamigo.blogspot.com/2009/01/mtodo-das-28-


palavras.html

Lembrando que muito se tem discutido e produzido sobre alfabetização nos últimos anos.
Há muita polêmica em relação a esta questão. Mas, com certeza, não existe a mesma
discordância sobre o que seja fazer uma boa leitura ou produzir um bom texto. Para ser
um bom leitor e bom escritor é preciso garantir uma situação de comunicação
contextualizada. Então, se o objetivo da escola é formar pessoas que saibam ler e
escrever com competência é preciso, desde o início da escolaridade, dar sentido ao ato de
ler e de escrever. Mas nem sempre esse objetivo é alcançado e inúmeros alunos vão
avançando nas séries sem se apropriar da leitura e escrita!

Quer saber
mais…http://cenp.edunet.sp.gov.br/letravida/arquivos/guia_estudos/guia_de_estudos-
leitura-bloco02.pdf

Conceitos de alfabetização:

“Processo específico e indispensável de apropriação do sistema da escrita, a conquista dos princípios


alfabético e ortográfico que possibilitem ao aluno ler e escrever com autonomia” (VAL, 2006, p. 19).
“A alfabetização diz respeito à compreensão e ao domínio do chamado código escrito, que se organiza em
torno de relações entre a pauta sonora da fala e as letras (e outras convenções) usadas para representá-la, a
pauta, na escrita” (VAL, 2006, p. 19).
“A alfabetização se ocupa da aquisição da escrita por um indivíduo ou grupo” (BATISTA, 2006)

EXEMPLO DA AULA - 1

Este processo de alfabetização é adequado a qualquer faixa etária e qualquer série do ensino fundamental,
em que haja alunos ainda analfabetos ou semi-analfabetos. Não utiliza cartilha e sim livro de exercícios,
com vocabulário adaptável a todas as regiões do Brasil e países de Língua Portuguesa; Contém período
preparatório integrado à aprendizagem ( inclusos nos exercícios de fixação e escrita das sílabas ). Utiliza
exercícios de autoditado ( muito melhor que o ditado, pois, respeita o ritmo de cada aluno ). É apoiado na
sílaba, unidade principal da nossa Língua, o que leva a um aprendizado mais rápido e eficiente. Motivado
pelos exercícios de autoditado, o aluno lê, escreve e interpreta desde o início da aprendizagem,
desenvolvendo a expressão oral, pesquisa e integração com as matérias do currículo educacional. Leva o
aluno a ler, escrever e interpretar as palavras de uso comum da Língua Portuguesa, num período entre dois
a seis meses no máximo ( dependerá da bagagem de cada aluno e de seu alfabetizador ). Por ser um método
de fácil aplicação e resultados rápidos, motiva muito o professor a adotá-lo já no primeiro contato.

EXEMPLO DO LANÇAMENTO DA VOGAL a E SÍLABAS ba - la.

Lance as sílabas abaixo para o seu aluno, filho ou pessoa a quem você pretende alfabetizar ou realfabetizar.

Etapas de lançamento de uma sílaba ou vogal:

1- Apresentação do desenho ou figura (conversa informal).

2- Isolamento e destaque da sílaba.

3- Lembrar de coisas começadas pela mesma sílaba e, se quiser, desenhá-las.

4- Cópia da sílaba abaixo dos desenhos feitos (se os tiver feito) ou apenas da sílaba.

5- Entrega da sílaba a cada aluno (Caderno de exercícios).


Lançamento da vogal a.

Começaremos pela vogal a, uma vez que ela será a base de todas as sílabas iniciais.

O professor, em turmas que estão cursando a alfabetização pela primeira vez, deverá dar inicialmente todas
as sílabas com a , pois, em cada uma delas, está integrado o período preparatório o que levará o aluno a
estar cada vez mais apto para a aprendizagem. Depois, lançaremos duas sílabas que já formarão uma
palavra, que na sua doce interpretação é bem conhecida pelas crianças e adultos também. Formaremos uma
pequena expressão.

Acompanhe com atenção.

1 ª Etapa: Apresentação do desenho ou figura.

Mostre à criança ou adulto o desenho em que se apoia a sílaba e peça que diga o nome.

Exemplo: Que desenho é este?

É um avião!

Muito bem! E você sabe para que serve?

Converse a respeito do desenho de forma a aumentar os conhecimentos do aluno sobre os diferentes itens
do programa escolar.

Sugestões no caso do avião:

Quem pilota o avião? (Mostre ao aluno o lugar onde vai o piloto)


Quem ajuda o piloto? Quem vai junto com o piloto? co - piloto

Quem atende os passageiros? aeromoça (o) - comissária (o) de bordo.

Quem conserta o avião? mecânico (a)

O avião é grande ou pequeno?

Ele é rápido, anda muito depressa ou é vagaroso, anda devagar.

Ele é leve ou pesado?

· Estimule o aluno a falar, fazendo perguntas a respeito do desenho.

2 ª Etapa: Isolar a sílaba ou vogal.

Agora vamos isolar a vogal a.

Peça ao aluno que repita o nome do desenho e fale junto com ele, calcando mais a sílaba inicial ou seja, a
vogal a. Depois peça que diga apenas o primeiro pedacinho a. Se o aluno ainda não tiver noção do que seja
primeiro, peça-lhe que tape a boca assim que falar o a e não deixe sair o resto. Diga ao aluno que, para não
esquecer o nome do pedacinho dela

( NÃO FALE O NOME DA LETRA ) vai tirar um pedaço do avião, para fazer o nome do seu pedacinho.
Solicite ajuda para a escolha do pedaço e retire a cabina do avião. Justifique a escolha dizendo ser o pedaço
mais importante, por ser o lugar onde vai o piloto, sem o qual o avião não levantaria voo. Peça ao aluno que
copie o pedacinho abaixo do desenho do avião.

No início, utilize a letra de imprensa, pois é muito mais fácil para o aluno, com pouca coordenação motora
e percepção visual, escrever e identificar o início e fim da letra, além de que o mesmo já irá encontrá-la em
jornais e revistas.

Nota: Quando houver identificação entre a figura e a sílaba, o alfabetizador procurará chamar a atenção do
aluno para o fato.
Importante: Ao lançar a sílaba ou vogal, refira-se sempre às mesmas chamando-as de pedacinho, nunca fale
nome de letra, pois dessa forma você estará trabalhando o fonema e processos fônicos causam problemas
futuros, na interpretação da leitura.

3ª Etapa: Lembrar de coisas que começam igual.

Faça com que o aluno lembre de coisas que começam igual e, se possível, que as desenhe

( sem obrigá-lo ). O professor deverá também desenhar no quadro, ainda que não tenha jeito algum para
desenho, pois, isto incentivará a turma a desenhar o que é um ótimo exercício para a coordenação motora.

Exemplos: Arroz, água, arara, águia, anão, abóbora, ameixa, anel, asa etc...

O professor ajudará dando pistas para levá-los a descobrir os nomes.

Exemplos:

- Aquele grão branquinho que a mamãe cozinha e nós comemos com o feijão etc...

- Aquele líquido que serve para lavar, cozinhar etc...

- Aquela ave, parecida com o papagaio, muito colorida e que sabe falar o nome etc...

4ª Etapa: Colocar o pedacinho abaixo do desenho.

Peça ao aluno, que coloque o pedacinho a abaixo de todos os desenhos, que começam igual ao avião.

5ª Etapa: Estimule o aluno a pintar os desenhos ( facultativo ).

Pergunte aos alunos se eles querem pintar os desenhos. Caso concordem, aproveite, enquanto eles pintam,
para escrever a sílaba dada num pedaço de papel e entregue a eles ( as sílabas poderão ser retiradas do livro
de exercícios ).

Ao terminarem a pintura, pergunte aos alunos se querem que você mostre outro desenho. Caso concordem,
apresente mais uma sílaba.
Lançamento da sílaba ba.

1ª Etapa: Apresentação do desenho ou figura.

Mostre à criança ou adulto o desenho em que se apoia a sílaba e peça que diga o nome.

Que desenho é este?

É uma baleia!

Muito bem! Que espécie de animal ela é?

Converse a respeito do desenho, de forma a aumentar os conhecimentos do aluno.

2ª Etapa: Isolar a sílaba ou vogal.

Agora vamos isolar a sílaba ba.

Peça ao aluno que repita o nome do desenho e fale junto com eles, calcando mais a sílaba inicial, ou seja, a
sílaba ba. Depois, peça que diga apenas o primeiro pedacinho ba. Se o aluno ainda não tiver noção do que
seja “primeiro” peça-lhe que tape a boca assim que falar o ba e não deixe sair o resto. Diga ao aluno que,
para não esquecer o nome do pedacinho dela ( não fale o nome da letra ) vai tirar um pedaço da baleia, para
fazer o nome do seu pedacinho. Solicite ajuda para a escolha do pedaço e retire a barriga junto com o jato
d'água que sai com a respiração da baleia. Justifique a escolha, dizendo ser muito importante para a baleia
respirar. Peça que copie o pedacinho abaixo do desenho da baleia.

Chame a atenção do aluno, para o barulho do avião a junto ao pedacinho da baleia ba.

3ª Etapa: Lembrar de coisas que começam igual.

Faça com que o aluno lembre de coisas que começam igual e, se possível, que as desenhe, ( sem obrigá-lo
).

Exemplos: batata, balão, banana, bala, babá, batedeira etc...


O professor ajudará dando pistas para levá-lo a descobrir os nomes.

4ª Etapa: Colocar o pedacinho abaixo do desenho.

Peça ao aluno que coloque o pedacinho ba abaixo de todos os desenhos que começam igual à baleia.

5ª Etapa: Estimule o aluno a pintar os desenhos ( facultativo ).

Pergunte aos alunos se eles querem pintar os desenhos. Caso concordem, aproveite enquanto eles pintam
para escrever a sílaba dada num pedaço de papel e entregue a eles. As sílabas poderão ser retiradas do livro
de exercícios.

Ao terminarem a pintura, pergunte aos alunos se querem que você mostre outro desenho. Caso concordem,
apresente mais uma sílaba.

Lançamento da sílaba la.

1 ª Etapa: Apresentação do desenho ou figura.

Mostre à criança ou adulto, o desenho em que se apoia a sílaba, e peça que diga o nome.

Que desenho é este?

é um lápis!

Converse bastante com o aluno a respeito do desenho, de forma a aumentar seus conhecimentos.

Sugestões: Cuidado com o material escolar, higiene ( não levá-lo à boca etc ), de que é feito o lápis etc.

Estimule o aluno a falar, fazendo perguntas a respeito do desenho.

2 ª Etapa: Isolar a sílaba ou vogal.

Agora, vamos isolar a sílaba la.

Peça ao aluno que repita o nome do desenho e fale junto com ele, calcando mais a sílaba inicial, ou seja, a
sílaba la. Depois peça que diga apenas o primeiro pedacinho la. Diga ao aluno, que para não esquecer o
nome do pedacinho do lápis, vai apanhar o lápis para fazer o nome do seu pedacinho. Solicite ajuda para a
escolha do pedaço, apanhe um lápis novo (sem ponta) para fazer o nome do seu pedaço. Peça ao aluno que
copie o pedacinho abaixo do desenho do lápis.

Chame a atenção do aluno para o barulho do avião a, junto ao pedacinho la.

3ª Etapa: Lembrar de coisas que começam igual.

Faça com que o aluno lembre de coisas que começam igual e, se possível, que as desenhe, ( sem obrigá-lo).
Ex.: lata, lama, laço, lareira etc.

O professor ajudará, dando pistas para levá-lo a descobrir os nomes.

4ª Etapa: Colocar o pedacinho abaixo do desenho.

Peça ao aluno que coloque o pedacinho la abaixo de todos os desenhos que começam igual ao lápis.

5ª Etapa: Estimule o aluno a pintar os desenhos ( facultativo ).

Pergunte ao aluno se ele quer pintar os desenhos. Aproveite enquanto ele pinta, para escrever a sílaba dada
em um pedaço de papel e entregue a ele.

DESENVOLVIMENTO DAS PALAVRAS

Tipo de exercícios dados após a visualização das sílabas pelos alunos:

Vamos ligar os pedacinhos ao desenho?

ba

la

Vamos colocar os pedacinhos abaixo dos desenhos?


O lápis vai rolando, vai rolando e fica perto da baleia.

Vamos ler os pedacinhos!

O que foi que você disse?

Foi o nome da bala .

O que é bala? ( As crianças irão interpretar de acordo com sua vivência. Umas farão referência à bala que é
um doce e outras farão referência à bala que é munição de armas ).

Vamos fazer o desenho do que você leu?

Vamos escrever o nome do seu desenho?

A Professora deverá levar os alunos à leitura, escrita e interpretação de palavras e frases, com a utilização
das sílabas apresentadas.

Exemplo: Considerando as sílabas lançadas:

Se você conseguiu lançar essas três sílabas no mesmo dia, e conseguir lançar em média pelo menos duas
sílabas por dia, com mais quinze dias de aula você já terá lançado todas as vogais e sílabas com a, inclusive
algumas dificuldades da língua, proporcionando um vocabulário em torno de trezentas palavras de uso
comum. Poderá formar expressões, frases e pequenas historinhas. Mas, lembre-se! A qualidade de ensino é
muito importante. Só avance se você perceber que o aluno leu, escreveu e interpretou o que você ensinou.
Não tenha pressa, pois, por mais vagaroso que seja o andamento da turma, chegará a hora em que, devido
aos exercícios de período preparatório integrado, seu aluno aprenderá cada vez mais rápido e, com certeza,
irá disparar no aprendizado. Você terá que se preocupar, apenas, em orientá-lo na busca do conhecimento.
Vocabulário que poderemos formar com as sílabas apresentadas: bala - ala - aba - baba - babá - abala.

Obs.: Estes tipos de exercícios são inéditos em processos de alfabetização. Foram criados pela professora
Léa Dupret, autora do método. Ajude-nos, denunciando qualquer tipo de plágio (imitação).

© Todos os direitos reservados a Léa Dupret - Registrado no Escritório de Direitos Autorais - Biblioteca
Nacional - MEC.

EXEMPLO DA AULA 2

EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS 1

Na maioria dos casos, em média, são lançadas quatro sílabas no primeiro dia de aula.
Iniciaremos a partir das sílabas:

Seguindo as mesmas etapas de lançamento da sílaba ou vogal, apresentadas na página "ALFABETIZAND


ensine ao aluno a sílaba ta.

Tendo como exemplo as sílabas acima, já seriam formadas as seguintes palavras:


bala - batata - ala - tala - lata - taba - aba - ata - bata - baba - babá - abala.

Veja mais abaixo, exemplos de exercícios de autoditado, utilizados durante o processo de alfabetização:

Obs.: Estes tipos de exercícios são inéditos em processos de alfabetização. Foram criados pela professora L
Dupret, autora do método. Ajude-nos, denunciando qualquer tipo de plágio (imitação).

PEÇA AO ALUNO QUE FALE SOMENTE O PRIMEIRO PEDACINHO ( SÍLABA) DO NOME DE CA


DESENHO, E O ESCREVA ABAIXO DO MESMO:
Veja na página "Exemplos de exercícios 4", uma folha de exercícios de autoditado em branco, para que seu
aluno(s) possa(m) exercitar o que irá(ão) aprender.

EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS - AULA 2

Acrescentando-se novas sílabas às anteriores,


o vocabulário do aluno crescerá progressivamente.

Acrescentaremos as seguintes sílabas:

APRESENTE AS SÍLABAS E VOGAL ACIMA, SEGUINDO AS MESMAS ETAPAS DAS SÍLABAS


APRESENTADAS NAS PÁGINAS: ALFABETIZANDO E EXEMPLO DE EXERCÍCIOS 1.
PEÇA AO ALUNO QUE FALE SOMENTE O PRIMEIRO PEDACINHO ( SÍLABA) DO NOME DE CA
DESENHO, E O ESCREVA ABAIXO DO MESMO:

Obs.: Estes tipos de exercícios são inéditos em processos de alfabetização. Foram criados pela professora L
Dupret, autora do método. Ajude-nos, denunciando qualquer tipo de plágio (imitação).

DESDE A FORMAÇÃO DA PRIMEIRA PALAVRA, ESTIMULE SEMPRE O ALUNO A ESCREVER,


E INTERPRETAR O QUE LEU.

Obs.: Além dos exemplos acima, poderão ser formadas as seguintes palavras: cala, bata, pala, paca, capa, c
Macapá, Amapá, maca, cama, mata, taba, taca, cata, tapa, cana, mana, ama, Lapa, lama, napa, pá , Ana, Pa
pai. Isto dependerá do vocabulário do aluno e do estímulo dado pelos alfabetizadores, na pesquisa de nova
palavras.
Normalmente ao final de um período de um mês, já se dá a transferência das sílabas com a, para as sílabas
e - i - o - u , que associadas às sílabas com a , proporcionam ao aluno condição de ler, escrever e interpreta
palavras de uso comum da Língua Portuguesa. Nesta etapa o alfabetizador já perde a noção da abrangência
conteúdo assimilado pelo aluno.

Atenção: Não há uma ordem de lançamento das sílabas.


O professor lança as sílabas das palavras, que deseja que seus alunos aprendam, na ordem que melhor lhe
convier, objetivando as palavras que pretende dar. O importante é que siga sempre, no lançamento de cada
as cinco etapas da apresentação de cada sílaba.

1- Apresentação da figura ( conversa informal ).


2- Destaque da sílaba.
3- Lembrar coisas começadas pela mesma sílaba e, se quiser, desenhá-las.

4- Cópia da sílaba abaixo dos desenhos feitos (se os tiver feito) ou apenas da sílaba.
5- Entrega da sílaba a cada aluno (Caderno de exercícios).

Durante a apresentação de cada sílaba o aluno estará executando, sem perceber, dez exercícios de período
preparatório, o que levará o mesmo a estar cada vez mais preparado para o aprendizado, mesmo que,
infelizmente, não tenha tido um período preparatório anteriormente, mas os que tiveram esta oportunidade,
um aprendizado ainda melhor e mais rápido com o período preparatório integrado à aprendizagem.
EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS - AULA 4

O exercício de autoditado é, pedagogicamente falando, muito mais eficiente que o exercício de ditado, por
vantagens já constatadas durante anos de desenvolvimento do método.

Principais vantagens:

Respeita as diferenças individuais dos alunos (cada aluno fará o exercício de acordo com o seu ritmo e
conhecimento).

Proporciona ao professor, a possibilidade de verificar os erros, no momento em que os alunos estão execut
trabalhos, levando-os, imediatamente ao acerto e fazendo com que os mesmos fixem a forma correta. ( No
geralmente, a professora recolhe as folhas para corrigi-las depois, e quando as entrega aos alunos, os mesm
dão atenção à correção e acabam fixando a forma errada).

Desenvolve, bastante, o raciocínio e a atenção dos alunos.

Reduz o trabalho do professor em sala de aula evitando a confusão, que geralmente se forma durante o dita

Atenção: Após lançar as sílabas apresentadas nas páginas: Alfabetizando, Exercícios 1, Exercícios 2 e Exe
copie a página abaixo e imprima na sua impressora. Passe esses exercícios de autoditado para seus alunos.
PEÇA AO ALUNO QUE FALE SOMENTE O PRIMEIRO PEDACINHO ( SÍLABA)
DO NOME DE CADA DESENHO, E O ESCREVA ABAIXO DO MESMO:

Obs.: Estes tipos de exercícios são inéditos em processos de alfabetização. Foram criados pela professora L
Dupret, autora do método. Ajude-nos, denunciando qualquer tipo de plágio (imitação).
PALAVRAS CRUZADAS DE AUTODITADO

Esse tipo de exercício pode ser utilizado na realfabetização de alunos analfabetos em séries adiantadas, poi
aluno não percebe que está sendo alfabetizado, devido aos tipos de exercícios, que são diferentes dos méto
tradicionais, os quais eles não agüentam mais rever.

horizontal: 1 - Nome da fêmea de um an


mamífero, que gosta de banana.

vertical: 1 - Nome de um móvel, que se


pra gente deitar e dormir.

vertical: 2 - Móvel que serve para carreg


pessoas doentes.

vertical: 1 - Nome da fêmea de um animal mamífero, que gosta


de banana.

horizontal: 1 - Móvel que serve para carregar pessoas doentes.

horizontal: 2 - Nome de um móvel, que serve pra gente deitar e


dormir.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, LIGANDO A RESPOSTA AO DESENHO.


Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, LIGANDO A RESPOSTA A PALAVRA.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, DE SINGULAR E PLURAL.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas. Nele, o aluno
percebe, concretamente, o que acontece na modificação da palavra.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, DE MASCULINO E FEMININO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas. Nele, o aluno
percebe, concretamente, o que acontece na modificação da palavra.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, COM TEXTO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.

Obs.: Estes tipos de exercícios são inéditos em processos de alfabetização. Foram criados pela
professora Léa Dupret, autora do método. Ajude-nos, denunciando qualquer tipo de plágio
(imitação).
© Todos os direitos reservados a Léa Dupret - Registrado no Escritório de Direitos Autorais -
Biblioteca Nacional - MEC.

PALAVRAS CRUZADAS DE AUTODITADO

Esse tipo de exercício pode ser utilizado na realfabetização de alunos analfabetos em séries adiantadas, poi
aluno não percebe que está sendo alfabetizado, devido aos tipos de exercícios, que são diferentes dos méto
tradicionais, os quais eles não agüentam mais rever.
horizontal: 1 - Nome da fêmea de um an
mamífero, que gosta de banana.

vertical: 1 - Nome de um móvel, que se


pra gente deitar e dormir.

vertical: 2 - Móvel que serve para carreg


pessoas doentes.

vertical: 1 - Nome da fêmea de um animal mamífero, que gosta


de banana.

horizontal: 1 - Móvel que serve para carregar pessoas doentes.

horizontal: 2 - Nome de um móvel, que serve pra gente deitar e


dormir.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, LIGANDO A RESPOSTA AO DESENHO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, LIGANDO A RESPOSTA A PALAVRA.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, DE SINGULAR E PLURAL.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas. Nele, o aluno
percebe, concretamente, o que acontece na modificação da palavra.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, DE MASCULINO E FEMININO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas. Nele, o aluno
percebe, concretamente, o que acontece na modificação da palavra.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, COM TEXTO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.

Obs.: Estes tipos de exercícios são inéditos em processos de alfabetização. Foram criados pela
professora Léa Dupret, autora do método. Ajude-nos, denunciando qualquer tipo de plágio
(imitação).
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Biblioteca Nacional - MEC.

EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS - AULA 3

PALAVRAS CRUZADAS DE AUTODITADO

Esse tipo de exercício pode ser utilizado na realfabetização de alunos analfabetos em séries adiantadas, poi
aluno não percebe que está sendo alfabetizado, devido aos tipos de exercícios, que são diferentes dos méto
tradicionais, os quais eles não agüentam mais rever.
horizontal: 1 - Nome da fêmea de um an
mamífero, que gosta de banana.

vertical: 1 - Nome de um móvel, que se


pra gente deitar e dormir.

vertical: 2 - Móvel que serve para carreg


pessoas doentes.

vertical: 1 - Nome da fêmea de um animal mamífero, que gosta


de banana.

horizontal: 1 - Móvel que serve para carregar pessoas doentes.

horizontal: 2 - Nome de um móvel, que serve pra gente deitar e


dormir.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, LIGANDO A RESPOSTA AO DESENHO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, LIGANDO A RESPOSTA A PALAVRA.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, DE SINGULAR E PLURAL.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas. Nele, o aluno
percebe, concretamente, o que acontece na modificação da palavra.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, DE MASCULINO E FEMININO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas. Nele, o aluno
percebe, concretamente, o que acontece na modificação da palavra.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, COM TEXTO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.

Obs.: Estes tipos de exercícios são inéditos em processos de alfabetização. Foram criados pela
professora Léa Dupret, autora do método. Ajude-nos, denunciando qualquer tipo de plágio
(imitação).
© Todos os direitos reservados a Léa Dupret - Registrado no Escritório de Direitos Autorais -
Biblioteca Nacional - MEC.

EXEMPLOS DE EXERCÍCIOS - AULA 3

PALAVRAS CRUZADAS DE AUTODITADO

Esse tipo de exercício pode ser utilizado na realfabetização de alunos analfabetos em séries adiantadas, pois, o aluno não
percebe que está sendo alfabetizado, devido aos tipos de exercícios, que são diferentes dos métodos tradicionais, os quais
não agüentam mais rever.
horizontal: 1 - Nome da fêmea de um animal mamífero, que gosta de ban

vertical: 1 - Nome de um móvel, que serve pra gente deitar e dormir.

vertical: 2 - Móvel que serve para carregar pessoas doentes.

vertical: 1 - Nome da fêmea de um animal


mamífero, que gosta de banana.

horizontal: 1 - Móvel que serve para carregar


pessoas doentes.

horizontal: 2 - Nome de um móvel, que serve


pra gente deitar e dormir.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, LIGANDO A RESPOSTA AO DESENHO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, LIGANDO A RESPOSTA A PALAVRA.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, DE SINGULAR E PLURAL.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas. Nele, o aluno percebe,
concretamente, o que acontece na modificação da palavra.

EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, DE MASCULINO E FEMININO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas. Nele, o aluno percebe,
concretamente, o que acontece na modificação da palavra.
EXERCÍCIOS DE AUTODITADO, COM TEXTO.

Esse tipo de exercício, também, pode ser utilizado na realfabetização em séries adiantadas.