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Plano Diretor Angra dos Reis

Lei nº 1.754 de 21 de dezembro de


2006
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06

- Composto por 19 artigos;


- Está em consonância com o Estatuto das
Cidades (10.257/10);
- Trata da maioria dos instrumentos de
regularização fundiária;
- Completou 11 anos.
Levantamento Legal - PD Angra dos
Reis – Lei nº 1754/06

• I - Lei de Zoneamento:
LEI Nº 2.091/2009.
• II - Lei do Uso e Ocupação do Solo:
LEI Nº 2.092/2009.
• III - Lei de Parcelamento do Solo:
LEI Nº 2.093/2009.
• IV - Código de Obras:
LEI Nº 2.087/2009.
Levantamento Legal - PD Angra dos
Reis – Lei nº 1754/06
• V - Código de Posturas;
LEI Nº 23/1976 (não disponível)
• VI - Código Ambiental;
LEI Nº 1.965/2008.
• VII - Lei do Plano de Gerenciamento Costeiro Municipal;
LEI Nº 7.661/1988 (nacional) – Decreto nº5.300/2004 (regulamenta
a nível municipal)
• VIII - Lei do Sistema de Acompanhamento da Gestão Democrática.
Não regulamentado (É usado o Conselho Municipal de Urbanismo e
Meio-ambiente (Lei nº 162/1991)).
• IX - Código Tributário Municipal
Lei Ordinária nº262/ 84
Objetivos - PD Angra dos Reis – Lei nº
1754/06
• O art. 5º do Plano Diretor de Angra explicita
seus objetivos:
- Desenvolvimento socioeconômico e ambiental
equilibrado, através do uso e ocupação do
solo. (PEUC)
- Interesse social em populações de baixa renda
através da oferta de infraestrutura e gradativa
regularização fundiária e urbanização. (ZEIS)
Objetivos - PD Angra dos Reis – Lei nº
1754/06
• Proteger o acervo cultural e patrimônio
ambiental. (Tombamento de imóveis ou de
mobiliário urbano/ instituição de unidades de
conservação) Ex.: Direito de Preempção e Estudo
de Impacto de Vizinhança.
• Manter o processo de planejamento e revisão do
PD adequando seu conteúdo e tornando-o eficaz
(Regulamentar os instrumentos)
• Promover gestão democrática e participação
popular (Não respeitou o art. 16 do próprio PD)
Diretrizes - PD Angra dos Reis – Lei nº
1754/06
• Art. 6º trata das Diretrizes do PD.
- “ III - estabelecer a incidência do parcelamento, edificação ou utilização compulsórios
sobre os imóveis que configurarem solo urbano não edificado, subutilizado ou não
utilizado, localizados nas Macrozonas de Ocupação Urbana dos bairros Parque Perequê,
Parque Mambucaba, Frade, Pontal, Praia da Ribeira, Nova Angra, Japuíba, Centro, Praia
do Anil, Balneário, Parque das Palmeiras, Praia da Chácara, Camorim, Verolme, B.N.H.,
Village e Monsuaba, (...)”

- Lei – 2.091/09 Dispõe sobre o Zoneamento


Divide o território em 4 Macrozonas:
1. Macrozona Rural (MR);
2. Macrozona Urbana (MU);
3. Macrozona de Ilha Grande (MIG);
4. Macrozona de das Demais Ilhas (MDI).
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• Lei 2.091/09 – Zoneamento:
Art. 5º divide o territorio de Angra dos Reis em
12 Unidades Territoriais (UT)
1. UT 01 até UT 08 – Todos os Bairros de Angra
2. UT 09 e UT 10 – Ilha Grande e Ilhas
3. UT 10 e UT 11 – Reserva Indígena e Parque
Nacional
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• Lei 2.091/09 - Zoneamento
Art. 7º - Dispõe sobre os tipos de Zona :

I - Zona Residencial (ZR);


II - Zona Comercial (ZC);
III - Zona de Interesse Turístico (ZIT);
IV - Zona Especial de Interesse Social (ZEIS); (art. 11)
V - Zona Especial de Interesse Ambiental e Turístico de Ocupação Controlada (ZEIATOC);
VI - Zona de Interesse Ambiental de Proteção (ZIAP);
VII - Zona Especial do Centro Histórico de Angra dos Reis (ZECHAR);
VIII - Zona Rural de Desenvolvimento Especial (ZORDE);
IX - Zona de Interesse Ambiental e de Ocupação Coletiva (ZAOC); (Art. 17)
X - Zona de Interesse Ambiental e de Ocupação Coletiva do Centro (ZAOCC); (Art. 18)
XI - Zona de Utilização Especial Pública (ZUEP).
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• Lei 2.091/09 - Zoneamento (ZEIS)
“Art. 11 – As Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) são áreas que se caracterizam por
assentamentos de baixa renda irregulares e consolidados ou áreas sub aproveitadas. A
finalidade da demarcação destas áreas na Unidade Territorial é de promover a recuperação
urbanística, a regularização fundiária, o remanejamento e a produção de habitações de
interesse social, incluindo a recuperação de imóveis degradados, a provisão de equipamentos
sociais e culturais, espaços públicos e serviços e comércios de caráter local.”;

Poderão ser:
Urbanização / Regularização Fundiária / Assentamento / Congelamento de Áreas;

§ 3º As ZEIS serão regulamentadas através de Decreto Municipal após submetidas ao Conselho


Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente - CMUMA.
Lei 2.091/09 - Zoneamento (ZEIS)

§ 4º - O Decreto de regulamentação das ZEIS deverá conter:

I - delimitação completa da zona;


II - especificação da finalidade de sua criação (se para recuperação
urbanística, para regularização fundiária, para remanejamento ou para
produção de habitações de interesse social);
III - especificação das características e razões que justifiquem sua criação;
IV - especificação dos programas e projetos que serão executados na zona,
quando for o caso;
V - especificação das limitações urbanísticas e critérios de uso e ocupação
do solo aplicáveis na zona, bem como as atividades, obras e serviços
permissíveis, submetidas ao Conselho Municipal de Urbanismo e Meio
Ambiente - CMUMA. (Art. 31 da Lei 2.092/09 Uso e Ocupação e Lei
/2.087/09 Código de Obras).
Lei 2.091/09 - Zoneamento
Art. 17.
• Zona de Interesse Ambiental e de Ocupação Coletiva (ZAOC) é área
pública de Proteção Ambiental que não possui subdivisões nem pode ser
motivo de parcelamento de solo, sendo destinada ao uso coletivo de
recreação, lazer e estrutura de apoio turístico, administrado pelo Poder
Público ou sob forma de concessão para a iniciativa privada.

Art. 18.
• Zona de Interesse Ambiental e de Ocupação Coletiva do Centro (ZAOCC)
tem a mesma conceituação da Zona de Interesse Ambiental e de
Ocupação Coletiva acrescida que, em razão da sua localização na sede
urbana do Município, poderão ser implantados equipamentos urbanos, de
apoio à atividade portuária existente e de apoio turístico de grande escala,
atuando a iniciativa privada de maneira a viabilizar a manutenção de
infraestrutura de uso coletivo.
Lei 2.091/09 - Zoneamento
EXEMPLO:
• UT 01 – Mambucaba
Microzona 09 – ZEIS
Área 01
Localização: Porção extremo oeste da UT. Ponto inicial: Meandro do Rio
Mambucaba, próximo à coordenada UTM (x= 547.101, y= 7.456.648)
Descrição: Partindo do ponto inicial pela margem direita do Rio Mambucaba,
no sentido montante até atingir o nível altimétrico 50,00m (cinqüenta
metros), no ponto de coordenadas UTM (x= 543.117, y= 7.462.283). Daí,
no rumo NE, segue por esta curva de nível até o ponto de coordenadas
UTM (x= 547.514, y= 7.456.408). Deste ponto segue por uma linha
retilínea imaginária até atingir uma das confluências da Estrada do Sertão
do Perequê, no ponto de coordenadas UTM (x= 547.324, y= 7.546.601) .
Deste ponto segue pelo leito da estrada de acesso ao referido meandro
até o ponto inicial.
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• “b) lei específica regulamentará os limites precisos das áreas de incidência deste
instrumento, bem como definirá os prazos e as condições para implementação da
referida obrigação, prevendo inclusive, no caso de descumprimento da mencionada
imposição legal, a aplicação de sanções sucessivas, como o IPTU progressivo no tempo
e a desapropriação com títulos da dívida pública, (...)”

- IPTU Progressivo: Lei Ordinária nº262/ 84 (Código Tributário Municipal) :

Art. 273 - instituir Imposto Sobre a propriedade Predial e Territorial Urbana progressivo no tempo,
mediante Lei específica, para cumprimento da política de desenvolvimento urbano a ser
implementada, e para ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o
bem estar de seus habitantes, em conformidade com o disposto no Plano Diretor do Município, bem
como em leis específicas de zoneamento urbano.
Art. 14 - Os proprietários de loteamentos aprovados enquanto detiverem lotes sob sua responsabilidade,
sofrerão acréscimos progressivos de pagamento do ITU, de acordo com a seguinte tabela:
possuindo entre 30%.....................10% de acréscimo
possuindo entre 30% até 50% dos lotes...20% de acréscimo
possuindo entre 50% até 70% dos lotes...30% de acréscimo
possuindo entre 70% até 100% dos lotes..40% de acréscimo
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• “IV - outorgar leis específicas que poderão delimitar as áreas de incidência
do Direito de Preempção previsto no artigo 25 da Lei Federal 10.257/01–
Estatuto da Cidade, devendo, neste caso, estabelecer os critérios para
implementação deste instrumento, fixar os prazos de sua vigência nas
respectivas áreas e permitir a formação de um banco de terras destinado
às funções sociais da cidade como a criação de espaços públicos de lazer e
áreas verdes, bem como a habitação popular.”

Direito de Preempção : Não regulamentado: não há dispositivos legais, nem


demarcação de território.
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• “V - permitir, nas Macrozonas de Ocupação Urbana, a Outorga Onerosa do
Direito de Construir, de modo que o mesmo possa ser exercido acima do limite
estabelecido como coeficiente de aproveitamento básico, dentre outros índices,
desde que mediante uma contrapartida instituída em lei e imposta ao
proprietário do imóvel beneficiado, e que seja respeitado o limite estabelecido
como coeficiente de aproveitamento máximo, (...).”

Outorga Onerosa do Direito de Construir :

Lei 2.091/09 – Zoneamento :


Definiu as Zonas de aplicação da Outorga Onerosa
Lei 2.092/09 – Uso e Ocupação do Solo :
“Art. 55 O coeficiente máximo para fins de cobrança de Outorga Onerosa do
Direito de Construir, será estipulado em 20% sobre o coeficiente de
aproveitamento básico, definidos no artigo 23 da Lei de Zoneamento, incidente
nas zonas em que este instrumento será aplicado.”
Lei 3.419/15 – Outorga Onerosa (Direito de Construir/Alteração do Uso do Solo):
Lei 3.419/15 – Outorga Onerosa
• Art. 3º Em conformidade com o artigo 6º inciso V da Lei nº 1754/06, poderá ser
concedida a Outorga Onerosa do Direito de Construir para atender a uma das
seguintes finalidades:

I - licenciamento de novas construções em área objeto de Operação Urbana Consorciada ou de


Plano Urbanístico de Intervenção Específica, localizadas nas unidades territoriais arroladas
no Anexo I desta Lei;
II - licenciamento de novas construções destinadas a habitação de interesse social. Art. 4º

• Art. 5º O deferimento do direito à Outorga Onerosa do Direito de Construir


dependerá do adimplemento de contrapartida pelo interessado, em valor a ser
calculado pelo Poder Público Municipal, aplicando-se a fórmula OODC = (FIS x V
x ACA) / CAB, considerando-se:

I - OODC: o valor da Outorga Onerosa do Direito de Construir;


II - FISA: Fator de Interesse Socioambiental;
III - V: o valor do metro quadrado do lote ou gleba;
IV - ACA: a área construída adicional;
V - CAB: o coeficiente de aproveitamento básico.
Lei 3.419/15 – Outorga Onerosa
• Art. 13. Os recursos financeiros obtidos por meio da Outorga Onerosa do
Direito de Construir e de Alteração de Uso serão aplicados exclusivamente
para:
I – formulação, execução e acompanhamento de políticas de regularização fundiária, incluindo
atividades de: levantamento topográfico, levantamento de dados e informações, projetos e
planos urbanístico ambientais, com definição do sistema viário, quadras a regularizar, áreas
para implantação de equipamentos e para implantação de habitação de interesse social;

II - regulamentação e urbanização de zonas de interesse social e/ou ambiental, incluído


atividades de: levantamento topográfico, levantamento de dados e informações, projetos e
planos urbanístico ambientais, especificação de critérios de uso e ocupação, recuperação
de imóveis degradados, remanejamento e produção de habitação de interesse social,
provisão de equipamentos sociais e culturais, provisão de espaços públicos, programas de
controle do uso do solo, implantação de áreas verdes e implantação de sistema de
mobilidade urbana.

• Art. 9º A Outorga Onerosa de Alteração de Uso será concedida pelo Poder


Público Municipal mediante aprovação, quando for exigível consoante
legislação pertinente, do Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV,
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• “VI - outorgar leis específicas que poderão delimitar áreas para aplicação
de Operações Urbanas Consorciadas, em conformidade com o disposto
nos artigos 32, 33 e 34 da Lei Federal 10.257/01 – Estatuto da Cidade,
ouvido o Conselho Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente.”

Operações Urbanas Consorciadas :


Lei nº 3.419/2015
Art. 3.
I - licenciamento de novas construções em área objeto de Operação
Urbana Consorciada ou de Plano Urbanístico de Intervenção Específica,
localizadas nas unidades territoriais arroladas no Anexo I desta Lei;

OBS: Há apenas esse artigo que trata do instrumento.


PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• “VII - outorgar leis específicas que poderão permitir a transferência do direito de construir, em
conformidade com o disposto no artigo 35 da Lei Federal 10.257/01 – Estatuto da Cidade,
ouvido o Conselho Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente;”

Transferência do direito de construir : Não há regulamentação.

• “VIII - outorgar leis específicas que poderão definir os empreendimentos e atividades que
dependerão de elaboração de Estudos prévios de Impacto de Vizinhança (EIV), em
conformidade com o disposto nos artigos 36, 37 e 38 da Lei Federal 10.257/01– Estatuto da
Cidade, ouvido o Conselho Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente;”

Estudos prévios de Impacto de Vizinhança (EIV) :

Lei 3.246/14
Art. 1º A licença ou autorização administrativas visando a construção, ampliação ou funcionamento de
atividades, públicas ou privadas, que causem impacto significativo na qualidade de vida da população
residente ou usuária da área e suas proximidades deverá ser precedida de análise de Estudo de Impacto de
Vizinhança - EIV.

OBS: Lei completa e com detalhamento adequado para sua aplicação.


PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
“IX - criar e delimitar, por meio das Leis de Zoneamento e de Uso e
Ocupação do Solo, as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS),
em áreas inseridas nas Macrozonas de Ocupação Urbana, com
demanda emergencial para urbanização, regularização
urbanística, regularização fundiária, congelamento de ocupação
ou remanejamento de famílias em situação de risco, conforme os
seguintes critérios gerais:”

Lei 2.091/09 – Lei de Zoneamento


Lei 2.093/09 – Parcelamento
Lei 2.087/09 – Código de Obras
Lei 2.092/09 – Lei de Uso e Ocupação do Solo
Lei 2.092/09 – Lei de Uso e Ocupação
do Solo
• § 2º Até que os Decretos Municipais mencionados no caput deste artigo
estabeleçam os critérios definitivos de cada ZEIS, as ocupações e
atividades nestas Zonas que solicitarem licenciamento ficarão submetidas
às demais disposições desta Lei e aos seguintes índices provisórios:
I - Taxa de Ocupação (TO) de no máximo 80% (oitenta por cento);
II - Coeficiente de Aproveitamento (COAP) de 1,6 (um vírgula seis);
III - altura máxima das edificações: 8,00 m (oito metros);
IV - número máximo de pavimentos: 2 (dois);
V - afastamento frontal mínimo: 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros);
VI - Módulo de Parcelamento do Solo: M1.

OBS: Foram encontrados 4 decretos com os critérios definitivos para aplicação das ZEIS.
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 6º
• “XIV - montar e manter constantemente atualizado o
Cadastro Técnico Municipal, no qual se inclui o acervo
cartográfico do Município e o cadastro imobiliário articulados
ao banco de dados geo-referenciados.”

• Grande parte da atualização aconteceu em 2009, data da


maioria dos mapas, e desde então apenas o zoneamento da
APA dos Tamoios foi atualizado (Decreto Estadual
44.175/2013 - Plano de Manejo da APA de Tamoios.)
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 7º
“São diretrizes do Plano Diretor para o Turismo:
I - incentivar um sistema de turismo fomentando atividades, usos
e ocupações do território em consonância com a atividade
principal;”

Lei 2.091/09 – Zoneamento


Criou a ZIT (Zona de Interesse Turístico), dividido em 3 zonas.

Lei 2.092/09 – Uso e Ocupação do Solo


Criou 5 categorias de Uso do Solo relacionado ao turismo, com
regras bem definidas.
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 9º
• “São diretrizes do Plano Diretor para a Política Ambiental e Cultural:

• I - estabelecer normas específicas, compatíveis com o direito ambiental e


o direito urbanístico que possam preservar as funções sociais da cidade e
da propriedade no que concerne a sustentabilidade das atividades
relacionadas ao uso e ocupação do território no Município;”

• Lei 1965/08 – Novo Código Ambiental


• Decreto 7481/10 - Regulamenta o procedimento de fiscalização ambiental
• Decreto 8585/12 - Dispõe sobre o uso ordenado das embarcações de turismo
náutico
• Decreto 9767/15 - Estabelece no âmbito do licenciamento urbanístico e
ambiental, modelos de requerimento, documentação e procedimentos
administrativos
• Decreto 9783/15 - Dispõe sobre a regulamentação da emissão de autorização
ambiental para corte de árvores isoladas em área particular.
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 9º
• “III - estabelecer uma legislação específica que permita instituir o
tombamento de bens naturais ou artificiais, componentes do patrimônio
cultural e ambiental do Município, conforme sua relevância para os
aspectos culturais, artísticos, históricos e paisagísticos da comunidade
angrense e criar condições para a reprodução e manutenção dos traços
culturais da população expressos fisicamente no território do Município;”

Tombamento - Não há legislação específica

“IV - implantar o Plano de Gerenciamento Costeiro em consonância com as


normas estaduais e/ou federais, em especial, o decreto federal nº 5.300
de 07 de dezembro de 2004;”

Há apenas um projeto de Lei de 2011 que não foi aprovado.


PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 10º
“São diretrizes do Plano Diretor para a atividade industrial e pesqueira

a) criar legislação específica que estimule e regulamente a geração de empresas de apoio à exploração da bacia de
petróleo e gás, sem prejuízo das atividades de turismo e a preservação/proteção do meio ambiente;

II - disciplinar e controlar a atividade pesqueira dentro dos limites da Baía da Ilha Grande através de legislação que
objetive a qualidade e a recuperação do produto pesqueiro e facilitando ao pequeno pescador o acesso à pesca.”

Lei 2.091/09 – Zoneamento, Art. 19:


“As Zonas de Utilização Especial Públicas (ZUEP) são áreas destinadas a atividades especiais que envolvam grandes
complexos industriais, atividades com risco a saúde ou ao meio ambiente e equipamentos públicos de grande
porte.”

Lei 2.092/09 - Uso e Ocupação do Solo, Art. 7º, XV:


Classifica a atividade industrial em 3 níveis (pequeno/médio e grande porte) e define suas características .

Lei 2.092/09 - Uso e Ocupação do Solo, Art. 41:


Regulamenta as ZUEP

Lei 1.965/08 – Novo Código Ambiental


PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 11
• “São diretrizes do Plano Diretor para o Sistema Viário e os Transportes:
I - elaborar plano específico e abrangente, de acordo com as diretrizes desta Lei,
abrangendo a circulação viária, o transporte de passageiros, o transporte de carga
e o transporte aquaviário, prevendo, quando couber, a atuação em conjunto com
Municípios vizinhos”

Lei 2.093/09 – Parcelamento do Solo, Art. 14:


Dispõe sobre classificação e configuração da rede viária (bem específica)

Lei 2.870/12 - Sistema Municipal de Transporte e Circulação

Lei 3.556/16 – Conselho Municipal De Trânsito e Transportes De Angra Dos Reis.


PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 15
• “O Território da Ilha Grande, em função de suas peculiaridades, será
objeto de diretrizes e leis próprias a serem elaboradas em
complementação a este Plano Diretor e seus instrumentos normativos, em
prazo máximo de 30 (trinta) dias a contar da publicação desta Lei.”

• Lei nº 2.088/2009 - Dispõe sobre A lei de diretrizes territoriais para A ilha


grande, de acordo com O artigo 15 da lei 1.754 de 21 de dezembro de
2006.
PD Angra dos Reis – Lei nº 1754/06 –
Art. 16
• “O projeto de Lei do Sistema de Acompanhamento da Gestão Democrática será
elaborado em prazo máximo de 30 (trinta) dias a contar da publicação desta
Lei.”

Lei nº 1.780/2007 – Dá nova redação a dispositivos da lei nº 1754:


Art.16
Projeto de Lei do Sistema de Acompanhamento da Gestão Democrática será
elaborado em prazo máximo de 60 (sessenta) dias a contar da publicação desta
Lei.”

Projeto de Lei de 2014 dispõe sobre a criação do Sistema


de Acompanhamento da Gestão Democrática

OBS: Não há legislação para Usucapião Urbano e CUEM no município de angra