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Questões Empresarial

1) Na assembléia geral de uma sociedade cooperativa, o associado Carlos


expressou o desejo de manifestar cinco votos nas deliberações, argumentando
que era titular de cinco quotas. Frente a essa situação hipotética, elabore um
texto, devidamente fundamentado e com menção à respectiva legislação,
esclarecendo se devem ser computados os cinco votos de Carlos.

2) Em uma companhia aberta, o sócio Fernando apresentou-se remisso, não


tendo pago o valor referente a suas ações. Com relação a essa situação
hipotética, elabore um texto, devidamente fundamentado e com referência à
legislação pertinente, discorrendo sobre as opções que se abrem à companhia
em apreço.

3) A marca X, referente a um produto alimentício, foi registrada no Instituto


Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Alberto, titular da marca Y, do
mesmo ramo de atividade, entendendo que, no caso, haveria desrespeito à
marca de sua propriedade, pretende ingressar em juízo com ação de nulidade
da marca X. Em face dessa situação hipotética, elabore um texto, devidamente
fundamentado e com menção à legislação correspondente, esclarecendo se a
ação deve ser proposta na justiça federal ou na estadual.

4) Uma sociedade empresária manejou pedido de recuperação judicial, com o


objetivo de suspender o curso de sua falência, à semelhança do antigo pedido
de concordata suspensiva. No que se refere à situação hipotética descrita,
elabore um texto, devidamente fundamentado e com menção à legislação
pertinente, esclarecendo se o atual estágio do direito falimentar brasileiro
admite a recuperação suspensiva da falência.

5) A sociedade Teixeira & Teixeira Comércio de Bebidas Ltda., que está em


plena fase de expansão, vem atuando em mais de um estado da Federação.
Diante dessa situação hipotética, elabore um texto, devidamente fundamentado
e com referência à legislação correlata, esclarecendo se o nome empresarial
pode gozar de proteção fora do estado de jurisdição da junta comercial em que
se encontram registrados os atos constitutivos da sociedade.

6) Márcio é credor, do valor de R$ 100.000,00, da sociedade Ximenes


Comércio de Bebidas Ltda., que, em data recente, se transformou na
Companhia de Bebidas Ximenes. Devidamente representado por seu
advogado, Márcio ajuizou ação de cobrança contra esta segunda sociedade,
que, no curso do processo, alega ilegitimidade passiva, ao argumento de que a
Companhia de Bebidas Ximenes, nada tem a ver com a antiga sociedade
Ximenes Comércio de Bebidas Ltda., então inexistente. Diante dessa situação
hipotética, elabore um texto devidamente fundamentado, inclusive com
referência à legislação sobre a matéria, explicando se a alegação de
ilegitimidade é procedente.

7) Roberto de Castro, sócio de uma sociedade simples deseja mudar o nome


da pessoa jurídica e envia ao seu advogado, a seguinte consulta: qual é o
quorum exigido pela lei para se modificar o nome de uma sociedade simples?
Diante dessa consulta, na qualidade de advogado de Roberto, elabore um
parecer, devidamente fundamentado, com referência à legislação pertinente,
para responder à indagação.

8) Marcos e Mateus desejam constituir uma sociedade simples e estão em


dúvida a respeito do nome que darão à pessoa jurídica. Resolveram, então,
consultar um advogado para saber com que tipo de nome a sociedade pode
ser registrada, se denominação ou firma social. Considerando o contexto
hipotético acima, redija um texto dissertativo, devidamente justificado, de
acordo com o Código Civil, esclarecendo a dúvida de Marcos e Mateus.

9) Um grupo de produtores rurais deseja constituir uma sociedade cooperativa,


mas tem dúvida quanto ao respectivo local de registro, se na junta comercial ou
no cartório de registro civil de pessoas jurídicas. Com base na situação
hipotética acima, redija um texto dissertativo, devidamente justificado, a
respeito das posições existentes na doutrina quanto à matéria, e emita a sua
opinião sobre o tema.

10) Suponha que um contador, no exercício de suas funções, dolosamente,


deturpe a escrituração de um empresário, de modo a criar o conhecido caixa
dois. Em face dessa suposição, responda ao seguinte questionamento: o
contador tem alguma responsabilidade perante terceiros? Justifique sua
resposta com base na legislação específica.

11) Redija um texto dissertativo, devidamente fundamentado, acerca da


necessidade, ou não, de um cheque, para aparelhar uma execução de título
extrajudicial, ser previamente apresentado à instituição financeira sacada.

12) Indique onde se deve registrar uma companhia que tenha por objeto o
exercício de atividade própria de empresário rural, se na Junta Comercial ou no
Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Justifique sua resposta.

13) João Batista, empregado há mais de vinte anos da Xavier Industrial S.A.,
foi demitido, tendo ajuizado ação trabalhista contra a empresa, a qual veio a
ser condenada ao pagamento total do valor de 220 salários mínimos. Alguns
dias após transitado em julgado esse crédito laboral, a ex-empregadora foi
declarada falida. João Batista procurou um advogado, que lhe afirmou,
peremptoriamente, que, diante da falência mencionada, ele só teria direito a um
montante correspondente a 120 salários mínimos e nada mais, conforme
disporia a Lei de Falências em vigor. Inseguro com essa informação, o ex-
empregado procurou um outro advogado e fez a seguinte consulta: — Em
quais condições a lei me dá direito a receber meu crédito trabalhista da falida
Xavier Industrial S.A. e de quanto (em número de salários mínimos) é esse
crédito? Em face da situação hipotética acima, na condição de segundo
advogado consultado, responda, justificadamente, à indagação formulada por
João Batista.

14) Redija um texto, justificadamente, respondendo à seguinte questão: de


acordo com a doutrina e a jurisprudência relativa à legislação falimentar, um
empresário individual falido está proibido de exercer atividade econômica na
posição de empregado de uma sociedade empresária?

15) Redija um texto que responda, da forma mais justificada possível, ao


seguinte questionamento: em um contrato de trespasse do estabelecimento
empresarial, pode o alienante, entre os bens que integram a universalidade,
transferir o seu nome empresarial?

16) Rômulo e Remo constituíram, por contrato social, uma sociedade em conta
de participação. Assim como determina a lei, a atividade constitutiva do objeto
social era exercida exclusivamente pelo sócio ostensivo, Rômulo, em seu nome
individual. Ocorre que a partir de um determinado momento Remo passou a
participar das relações jurídicas comerciais com terceiros. Qual a
responsabilidade de Remo perante terceiros ?

17) A GHI Ltda. é locatária do imóvel em que explora, há mais de 6 anos, a


atividade de distribuição e comercialização de bebidas. O contrato de locação
foi entabulado inicialmente pelo prazo de 2 anos e prorrogado sucessivamente
por iguais períodos, sempre por meio de instrumentos escritos. A locatária vem
efetuando, regularmente, o pagamento dos aluguéis e demais encargos da
locação. Como o prazo do aditivo contratual atualmente em vigor expira em 7
meses a contar desta data, a locatária procurou o locador, para tratar da sua
renovação. Contudo, o senhorio passou a exigir o pagamento de luvas no valor
equivalente a 3 alugueres, como condição para a prorrogação do contrato.
Alega, para tanto, que há cláusula contratual expressa nesse sentido, bem
como que, nas renovações anteriores, abrira mão das luvas por mera
liberalidade. A GHI Ltda. questiona-o sobre a possibilidade de permanecer no
imóvel independentemente do pagamento das luvas. Qual a sua orientação?

18) Fernando é portador de cheque emitido por Eduardo, no valor de R$


15.000,00 (quinze mil reais), datado de 15 de janeiro de 2009, da praça de
Curitiba-PR. Tendo sido apresentado o cheque ao Banco e não pago,
Fernando promoveu o protesto do título no dia 25 de março de 2009. Na
qualidade de advogado de Fernando, qual seria a medida judicial cabível? Qual
o prazo prescricional do cheque ? Qual o prazo de protesto do cheque ?

19) A COPCREDT, instituição financeira que adota a forma de sociedade


cooperativa de crédito, atua com o objetivo de emprestar dinheiro a seus
associados, cobrando juros menores que os habitualmente vigentes no
mercado. Considerando as informações acima, responda, de forma justificada,
às seguintes perguntas.
a) A COPCREDT qualifica-se como sociedade empresária? Há possibilidade
de se aplicar o Código de Defesa do Consumidor para disciplinar os contratos
onerosos de mútuo feitos pela COPCREDT com seus associados?

20) Uma sociedade limitada, constituída por prazo indeterminado, possui


quadro societário composto por A., com 10% das cotas, B., com 40% das cotas
e C., com 50% das quotas. No ano passado, C. integralizou parte de suas
cotas transferindo imóvel, o qual foi aceito pela sociedade com o valor avaliado
em R$ 500.000,00. A decisão foi tomada em reunião de sócios da qual A.,
apesar de regularmente convidado e comunicado da pauta deliberativa, decidiu
não participar, por motivos de saúde. Posteriormente, A. descobriu que o
imóvel, na verdade, vale, apenas, R$ 100.000,00. Considerando a situação
hipotética apresentada, responda, de forma justificada, às seguintes perguntas.
a) Na hipótese de a sociedade tornar-se insolvente, a diferença no valor de
estimação do imóvel poderá implicar a responsabilidade de A. perante terceiros
que contrataram com a sociedade, ainda que esse sócio não tenha participado
da mencionada deliberação? A. poderá exigir sua saída da sociedade, devendo
esta pessoa jurídica compulsoriamente ressarci-lo pelo valor de suas cotas?

21) Mário, administrador de sociedade anônima, descobriu que outro co-


administrador, seu amigo Igor, vem agindo em proveito próprio e causando
prejuízo ao patrimônio da companhia, atuando com flagrante violação do dever
legal de lealdade. Mário, embora não participe do ilícito, não quer se indispor
com o amigo, razão pela qual, até então, mantém-se em silêncio sobre o fato.
Considerando a situação acima descrita e, ainda, a hipótese de serem
revelados tais fatos por terceiros, responda, com a devida fundamentação
legal, às perguntas que se seguem. Qualquer acionista da referida sociedade
poderá imediatamente oferecer ação de responsabilidade contra Igor? Mário
poderá ser responsabilizado pela conduta de Igor?

22) Maria, empresária individual, fabrica e vende, em sua residência,


sabonetes artesanais. Por precisar se ausentar por dois meses, Maria
contratou Pedro para gerenciar a atividade durante sua ausência. Pedro, então,
mudou-se para a casa de Maria e assumiu todas as tarefas da empresa,
fazendo sabonetes e realizando negócios em nome da empresária, sempre se
apresentando como gerente de Maria. No entanto, ao voltar e reassumir sua
empresa, Maria descobriu que Pedro havia desobedecido determinação
expressa e comprado equipamentos industriais próprios para a fabricação dos
mencionados sabonetes, máquinas já entregues em sua casa. Irresignada, ela
alega que quem fez a compra foi Pedro, contra suas ordens, e que, por isso, só
ele deverá ser responsabilizado pelo pagamento do preço da referida
aquisição. Nessa situação, Maria poderá ser responsabilizada pelo pagamento
dos equipamentos? Justifique a sua resposta com base na legislação
pertinente à matéria.

23) Um grupo de empresários que pretende formar, no ano de 2008, uma


sociedade limitada para realizar estamparia de tapetes, ou seja, para comprar
tapetes, neles apor estampas e revendê-los, contratou um advogado para
redigir o contrato social da empresa, inicialmente questionando-o acerca da
possibilidade de denominar a pessoa jurídica “Tecelagem de Tapetes Voadores
Ltda.”. O grupo de empresários questionou o advogado, também, a respeito da
possibilidade de eles utilizarem a expressão “Flying Carpets” como marca
registrada. Na qualidade de advogado contratado pelo grupo de empresários
referido na situação hipotética apresentada, responda às indagações feitas
com base nos requisitos mínimos legalmente exigidos para cada um desses
institutos.
24) Em 10/1/2007, Fernando vendeu várias mercadorias a outro comerciante,
no valor total de R$ 50.000,00. O comprador, naquela data, emitiu dois
cheques em pagamento, cada um deles no valor de R$ 25.000,00; um desses
cheques foi pós-datado, tendo, nele, o emitente lançado a data 10/9/2007.
Entretanto, em 20/10/2007, Fernando tentou endossar o título pós-datado a
terceiro, o qual, ao saber das condições do negócio, alegou que tal cheque já
estaria prescrito. Subseqüentemente, Fernando o procurou, quetionando-o
sobre essa informação. Considerando essa situação hipotética, explique, de
acordo com os princípios que informam os títulos de crédito e com base na
respectiva legislação aplicável, se o referido cheque poderia ser apresentado,
para pagamento, em dezembro de 2007, ou, se nessa data, já estaria prescrito
o direito nele expresso.

25) Móveis Urbanos Ltda., sociedade na qual João é titular de quotas


correspondentes a 80% do capital social, e Maria, dos outros 20%, pretende
realizar fusão com a sociedade Móveis Rurais S.A., disso resultando a
sociedade Móveis Urbanos e Rurais S.A. Entretanto, a fusão prevê que Maria
passará a ser acionista, com titularidade sobre, apenas, 2% do capital social da
nova sociedade, situação com a qual ela não se conforma, embora o valor
previsto para essas ações seja correlato
ao atual valor de suas quotas em Móveis Urbanos Ltda. Considerando a
situação hipotética acima e sabendo que a reunião dos sócios de Móveis
Urbanos Ltda. na qual a matéria será decidida ocorrerá em uma semana,
explique se Maria, nessa reunião, poderá impedir a fusão apenas com seu voto
e especifique os direitos que a lei lhe reserva no caso de ela votar contra essa
operação societária.

26) Facas e Garfos Ltda. constituiu-se com três sócios: André, com 30% do
capital social, Beto, com 60% e Cícero, com 10%. André faleceu, deixando dois
herdeiros; contudo, no contrato societário, não há qualquer menção às leis que
se lhe aplicam supletivamente, nem há cláusula que mencione as
conseqüências jurídicas do falecimento de sócio. Considerando essa situação
hipotética, discorra sobre as opções que a lei reserva aos sócios
remanescentes para solucionar os problemas que a morte de André acarreta à
composição do quadro social e à continuidade, ou não, da sociedade
empresária.

27) Armando Graeves ingressou como sócio na sociedade de razão social


Graeves e Lourenzo Vidraçarias Ltda., como também tornou-se acionista
fundador da sociedade Companhia Armando Graeves de Fabricação de
Cimento. Posteriormente, Armando resolveu dedicar-se a outras atividades,
retirando-se da condição de sócio e acionista das referidas sociedades. Exigiu,
porém, que seu nome civil fosse retirado do nome empresarial daquelas
pessoas jurídicas, embora, na data de inscrição dos atos constitutivos
respectivos, tivesse consentido com a inclusão de seu nome civil nos referidos
nomes empresariais. Em face dessa situação, responda, de forma
fundamentada, se Armando tem direito a exigir que seu nome seja retirado das
referidas sociedades limitada e anônima.
Súmulas do STF e STJ relacionadas a Direito Empresarial

STJ Súmula 130: A empresa responde, perante o cliente, pela reparação de dano ou
furto de veículo ocorridos em seu estacionamento.
STJ Súmula 227: A pessoa jurídica pode sofrer dano moral.
STJ Súmula 28: O contrato de alienação fiduciária em garantia pode ter por objeto
bem que já integrava o patrimônio do devedor.
STJ Súmula 72: A comprovação da mora é imprescindível à busca e apreensão do bem
alienado fiduciariamente.
STJ Súmula 92: A terceiro de boa-fé não é oponível a alienação fiduciária não anotada
no certificado de registro do veículo automotor.
STJ Súmula 245: A notificação destinada a comprovar a mora nas dívidas garantidas
por alienação fiduciária dispensa a indicação do valor do débito.
STJ Súmula 284: A purga da mora, nos contratos de alienação fiduciária, só é permitida
quando já pagos pelo menos 40% (quarenta por cento) do valor financiado.
STJ Súmula 293: A cobrança antecipada do valor residual garantido (VRG) não
descaracteriza o contrato de arrendamento mercantil.
STJ Súmula 285: Nos contratos bancários posteriores ao Código de Defesa do
Consumidor incide a multa moratória nele prevista.
STJ Súmula 286: A renegociação de contrato bancário ou a confissão da dívida não
impede a possibilidade de discussão sobre eventuais ilegalidades dos contratos
anteriores.
STJ Súmula 297: O Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições
financeiras.
STJ Súmula 233: O contrato de abertura de crédito, ainda que acompanhado de
extrato da conta-corrente, não é título executivo.
STJ Súmula 283 - As empresas administradoras de cartão de crédito são instituições
financeiras e, por isso, os juros remuneratórios por elas cobrados não sofrem as
limitações da Lei de Usura.
STJ Súmula 247 - O contrato de abertura de crédito em conta-corrente, acompanhado
do demonstrativo de débito, constitui documento hábil para o ajuizamento da ação
monitória.
STJ Súmula 30 - a comissão de permanência e a correção monetária são
inacumuláveis.

STJ Súmula 8: Aplica-se a correção monetária aos créditos habilitados em concordata


preventiva, salvo durante o período compreendido entre as datas de vigência da Lei
7.274, de 10-12-84, e do Decreto-Lei 2.283, de 27-02-86.
STJ Súmula 25: Nas ações da Lei de Falências o prazo para a interposição de recurso
conta-se da intimação da parte.
STJ Súmula 29: No pagamento em juízo para elidir falência, são devidos correção
monetária, juros e honorários de advogado.
STJ Súmula 36: A correção monetária integra o valor da restituição, em caso de
adiantamento de câmbio, requerida em concordata ou falência.
STJ Súmula 133: A restituição da importância adiantada, a conta de contrato de
câmbio, independe de ter sido a antecipação efetuada nos quinze dias anteriores ao
requerimento da concordata.
STJ Súmula 219: Os créditos decorrentes de serviços prestados à massa falida,
inclusive a remuneração do síndico, gozam dos privilégios próprios dos trabalhistas.
STJ Súmula 248: Comprovada a prestação dos serviços, a duplicata não aceita, mas
protestada, é título hábil para instruir pedido de falência.
STJ Súmula 250: É legítima a cobrança de multa fiscal de empresa em regime de
concordata.
STJ Súmula 264: É irrecorrível o ato judicial que apenas manda processar a concordata
preventiva.
STJ Súmula 307: A restituição de adiantamento de contrato de câmbio, na falência,
deve ser atendida antes de qualquer crédito.

STJ Súmula 26: O avalista do título de crédito vinculado a contrato de mútuo também
responde pelas obrigações pactuadas, quando no contrato figurar como devedor
solidário.
STJ Súmula 60: É nula a obrigação cambial assumida por procurador do mutuário
vinculado ao mutuante, no exclusivo interesse deste.

STJ Súmula 381: Nos contratos bancários, é vedado ao julgador conhecer, de ofício, da
abusividade das cláusulas.

STJ Súmula 379: Nos contratos bancários não regidos por legislação específica, os
juros moratórios poderão ser convencionados até o limite de 1% ao mês.

STJ Súmula 258: A nota promissória vinculada a contrato de abertura de crédito não
goza de autonomia em razão da iliquidez do título que a originou.
STF Súmula 28 - ../jurisprudencia/l o estabelecimento bancário é responsável pelo
pagamento de cheque falso, ressalvadas as hipóteses de culpa exclusiva ou
concorrente do correntista.
STJ Súmula 93: A legislação sobre cédulas de crédito rural, comercial e industrial
admite o pacto de capitalização de juros.
STJ Súmula 299: É admissível a ação monitória fundada em cheque prescrito.

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