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ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO III

Prof. Jeancarlo Ribas


Pilares retangulares com 𝝀 ≤ 𝟗𝟎 - aço CA-50 - concreto ≤ 50 MPa

Esforço normal de cálculo: Momento fletor e excentricidade de 1ª Momento fletor mínimo:


ordem na seções de extremidade A e B:
𝑁𝑑 = 𝛾𝑓 ∙ 𝛾𝑛 ∙ 𝑁𝑘 𝑀1𝑑𝑚𝑖𝑛 = 𝑁𝑑 ∙ (1,5 + 0,03 ∙ ℎ)
𝑀1𝑑𝐴 = 𝑚𝑎𝑖𝑜𝑟 𝑚𝑜𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜
𝛾𝑓 = 1,4 (𝑡𝑜𝑝𝑜 𝑜𝑢 𝑏𝑎𝑠𝑒)

𝛾𝑛 = 1,95 − 0,05 ∙ 𝑏 𝑐𝑜𝑚 1,0 ≤ 𝛾𝑛 ≤ 1,25 𝑀1𝑑𝐵 = 𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟 𝑚𝑜𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 Comprimento Índice de
(𝑡𝑜𝑝𝑜 𝑜𝑢 𝑏𝑎𝑠𝑒) de flambagem: esbeltez:
𝛾𝑛 : 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑝𝑖𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑐𝑜𝑚 14 𝑐𝑚 ≤ 𝑏 < 19 𝑐𝑚
𝑀1𝑑𝐴 𝑙𝑜 + ℎ 12 ∙ 𝑙𝑒
𝑒1 = 𝑙𝑒 ≤ ቊ 𝜆=
𝑁𝑑 𝑙 ℎ

Avaliação da esbeltez: Esbeltez limite:

< 𝜆1 (𝑑𝑒𝑠𝑐𝑜𝑛𝑠𝑖𝑑𝑒𝑟𝑎𝑟 𝑒𝑓𝑒𝑖𝑡𝑜𝑠 𝑙𝑜𝑐𝑎𝑖𝑠 𝑑𝑒2ª ordem) 𝑒1


𝜆ቊ 25 + 12,5 ∙
𝜆1 = ℎ 𝑐𝑜𝑚 35 ≤ 𝜆1 ≤ 90
≥ 𝜆1 𝑐𝑜𝑛𝑠𝑖𝑑𝑒𝑟𝑎𝑟 𝑒𝑓𝑒𝑖𝑡𝑜𝑠 𝑙𝑜𝑐𝑎𝑖𝑠 𝑑𝑒2ª ordem
𝛼𝑏

considerar = 1,0 𝑝𝑖𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑏𝑖𝑎𝑝𝑜𝑖𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑜𝑢 𝑒𝑚 𝑏𝑎𝑙𝑎𝑛ç𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝑀1𝑑𝐴 ≤ 𝑀1𝑑𝑚𝑖𝑛


𝑀1𝑑𝐵
= 0,6 + 0,4 ∙ 𝑐𝑜𝑚 0,4 ≤ 𝛼𝑏 ≤ 1,0 𝑝𝑖𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑏𝑖𝑎𝑝𝑜𝑖𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚 𝑀1𝑑𝐴 > 𝑀1𝑑𝑚𝑖𝑛
Momento fletor de 1ª ordem na 𝛼𝑏 𝑀1𝑑𝐴
seção intermediária C (centro): 𝑀1𝑑𝐶
= 0,8 + 0,2 ∙ 𝑐𝑜𝑚 𝛼𝑏 ≥ 0,85 𝑝𝑖𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑒𝑚 𝑏𝑎𝑙𝑎𝑛ç𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝑀1𝑑𝐴 > 𝑀1𝑑𝑚𝑖𝑛
𝑀1𝑑𝐴
𝛼𝑏 ∙ 𝑀1𝑑𝐴
𝑀1𝑑 ≥ ൝
𝑀1𝑑𝑚𝑖𝑛
desconsiderar

Efeitos locais de 2ª ordem Coeficientes


Efeitos locais de 2ª ordem (curvatura aproximada): adimensionais:
(rigidez 𝜅 aproximada): Momento fletor
𝐴𝑐 = ℎ ∙ 𝑐 máximo: 𝑑′
ℎ 𝛿=
𝑥= 3 ℎ
10 𝑓𝑐𝑘 𝑀1𝑑𝐴
𝑓𝑐𝑑 = 𝑀𝑑𝑚á𝑥
𝛾𝑐 𝑀1𝑑𝑚í𝑛 𝜇=
ℎ2 ∙ 𝑁𝑑 𝑁𝑑 ∙ 𝑙𝑒 2 ℎ ∙ 𝑀1𝑑 ℎ ∙ 𝐴𝑐 ∙ 𝑓𝑐𝑑
𝑦= − − 𝑀𝑑𝑚á𝑥 ≥ 𝑀
5 × 103 16 × 105 103 𝑑𝑡𝑜𝑡
𝑁𝑑 𝑅𝐴
𝜈= 𝑀𝑑𝑡𝑜𝑡 𝑁𝑑
𝐴𝑐 ∙ 𝑓𝑐𝑑 𝐶𝐴
𝜈=
−𝑁𝑑 ∙ ℎ2 ∙ 𝑀1𝑑 𝐴𝑐 ∙ 𝑓𝑐𝑑
𝑧=
5 × 103 0,005
1 ℎ ∙ (𝜈 + 0,5)
−𝑦 + 𝑦 2 − 4 ∙ 𝑥 ∙ 𝑧 ≤
𝑀𝑑𝑡𝑜𝑡 = 𝑟 0,005
𝑅𝐴 2∙𝑥

𝑙𝑒 2 1 Taxa mecânica de armadura 𝜔:


𝑀𝑑𝑡𝑜𝑡 = 𝑀1𝑑 + 𝑁𝑑 ∙ ∙
𝐶𝐴 10 𝑟
Armadura mínima e máxima:
𝑃𝑖𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑚𝑒𝑑𝑖á𝑟𝑖𝑜𝑠 𝑒 𝑒𝑥𝑡𝑟𝑒𝑚𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒

𝑁𝑑
0,15 ∙ 𝐴𝑠𝑚á𝑥 ≤ 0,04 ∙ 𝐴𝑐 á𝑏𝑎𝑐𝑜𝑠 𝑓𝑙𝑒𝑥ã𝑜 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 𝑟𝑒𝑡𝑎
𝐴𝑠𝑚í𝑛 ≥ ൞ 𝑓𝑦𝑑
𝜙𝑙𝑚𝑖𝑛 ≥ 10 𝑚𝑚
0,004 ∙ 𝐴𝑐
Área de aço:
𝑃𝑖𝑙𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑛𝑡𝑜
𝜔 ∙ 𝐴𝑐 ∙ 𝑓𝑐𝑑 ↓
𝐴𝑠 = á𝑏𝑎𝑐𝑜𝑠 𝑓𝑙𝑒𝑥ã𝑜 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 𝑜𝑏𝑙í𝑞𝑢𝑎
𝑓𝑦𝑑
Armadura transversal (estribos):
𝑓𝑦𝑘
𝑓𝑦𝑑 =
5 𝑚𝑚 20 𝑐𝑚 𝛾𝑠
𝜙𝑡 ≥ ቐ 𝜙𝑙 𝑆𝑚á𝑥 ≤ ቐ𝑏
4 12 ∙ 𝜙𝑙 𝛾𝑠 = 1,15
Estribo suplementar Comprimento de
(proteção máxima de emendas por
6 barras): transpasse:

Espaçamento mínimo, máximo e real: 𝐴𝑠𝑐𝑎𝑙𝑐


𝜙𝑡𝑠𝑢𝑝 = 𝜙𝑡 𝑙𝑏 ∙
𝐴𝑠𝑒𝑓
2 𝑐𝑚 𝑙0𝑐 ≥
2∙𝑏 ℎ − (2 ∙ 𝑐 + 2 ∙ 𝜙𝑡 + 𝑛 ∙ 𝜙𝑙 ) 0,6 ∙ 𝑙𝑏
𝑒𝑚í𝑛 ≥ ൞ 𝜙ℓ 𝑒𝑚á𝑥 ≤ ቊ 𝑒𝑟𝑒𝑎𝑙 = 𝑆𝑚á𝑥 ≤ 20 ∙ 𝜙𝑡 15 ∙ 𝜙𝑙
1,2 ∙ 𝑑𝑚á𝑥𝑎𝑔𝑟 40 𝑐𝑚 𝑛−1
20 𝑐𝑚
ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO III
Prof. Jeancarlo Ribas
Pilares retangulares com 𝝀 ≤ 𝟗𝟎 - aço CA-50 - concreto ≤ 50 MPa

Exemplos de emendas por transpasse:

Para realizar as emendas por traspasse junto a lajes de


piso, basta, em geral, dobrar ligeiramente a parte superior
das barras de canto inferiores, a fim de absorver os
momentos.

Nos locais de dobra, o esforço devido à mudança de


direção das barras, agindo de dentro para fora, deve ser
absorvido por estribos. Quando os pilares diminuírem de
seção, recomendam-se os detalhes da figura ao lado. As
barras da armadura longitudinal que não terão
prolongamento no tramo superior do pilar devem ser
adequadamente ancoradas conforme:

𝐴𝑠𝑐𝑎𝑙𝑐 0,3 ∙ ℓ𝑏
ℓ𝑏𝑛𝑒𝑐 = ℓ𝑏 ∙ ≥ ቐ10 ∙ 𝜙
𝐴𝑠𝑒𝑓
100 𝑚𝑚

Exemplo de detalhamento executivo:

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