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Religião e Psicoterapia

Roberto Alves Banaco1

A Psicologia é uma ciência relativamente nova e apresenta como particularidade


abrigar sob seu nome várias abordagens ou linhas teóricas que buscam explicações e
soluções para os problemas humanos.
A maior parte dessas abordagens parte de um pressuposto filosófico dualista e
interacionista sobre o ser humano, ou seja, este seria composto por duas substâncias que
interagiriam entre si. Herdeiro da filosofia grega antiga, que entendia que o
comportamento humano era determinado por um espírito (substância imaterial) que
comandaria o corpo (substância material), esse tipo de explicação passou por pequenas
modificações durante a Idade Média. Nesse período, a substância imaterial passou a ser
denominada por “alma”, e chegou aos tempos modernos, com o advento da Psicologia
como ciência, a receber a denominação de Mente (substância imaterial) que interage e
determina o comportamento humano.
No entanto, nem só de abordagens dualistas e interacionistas a Psicologia é composta.
Há também abordagens que procuraram dar aos fenômenos explicações no mesmo nível
que eles. São consideradas, por esta razão, monistas. Apesar de terem também elas
várias modalidades, mais recentemente, adotam o materialismo como fonte primeira
para seus pressupostos.
Uma dessas abordagens é o behaviorismo radical proposto por Skinner (1974/1982)2,
oriundo do behaviorismo proposto por Watson (1913) que declarava que a Psicologia
deveria ser uma Ciência do Comportamento. Segundo Reese (1996), para o
Behaviorismo Radical,
“... os conceitos em uma explicação devem estar ao mesmo nível que os fenômenos a
serem explicados e devem ter as mesmas propriedades que tais fenômenos”. (pág.
62).
Skinner (1953/1989) propõe uma explicação para o comportamento humano que
leve em consideração variáveis filogenéticas, ontogenéticas e culturais. Assumidamente
selecionista, sua teoria propõe que:
a) as variáveis filogenéticas seriam aquelas decorrentes da variação genética dos
indivíduos de uma espécie, e a seleção exercida sobre esses indivíduos pelas
mudanças ambientais;
b) as variáveis ontogenéticas seriam decorrentes de um processo semelhante, agora
aplicado a ações de cada organismo que estiver em análise: ações variam perante
situações-problema e, se forem bem sucedidas, permanecem no repertório do
indivíduo. Se não forem bem sucedidas, tenderão a desaparecer;
c) as variáveis culturais são decorrentes do advento do comportamento verbal na
espécie humana e estariam ligadas a toda a prática do grupo social no qual o
indivíduo humano estiver inserido. Essas práticas também estão submetidas aos
1
Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento da
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Endereço para Correspondência: Rua João Ramalho, 301 – Perdizes – São Paulo – SP – CEP: 05008-001
Endereço eletrônico: rbanaco@terra.com.br
2
As duas datas citadas referem-se respectivamente ao ano da publicação original da obra e da tradução
consultada para este trabalho.
processos de variação e seleção. Decorrente, portanto, da vida em grupo, uma
parcela da análise possível do comportamento humano é aplicada sobre o
comportamento de indivíduos em relação entre si, e/ou juntos em relação a
aspectos ambientais. A este tipo de relações Skinner chamou de comportamento
social.

Decorrente dessa corrente filosófica encontra-se uma linha de investigação sobre os


controles do comportamento que pretende alinhar a Psicologia às Ciências Naturais
denominada de “Análise Experimental do Comportamento”.

Ciência e Comportamento Humano

Os estudos dessa linha de investigação têm apontado que uma ação pode ter várias
conseqüências distribuídas pelo tempo seguinte a ela. Apontam ainda que as
conseqüências para as ações dos organismos são mais efetivas e eficazes quanto mais
próximas no tempo posterior das ações elas se encontram. Esta característica de
controle comportamental explica por que é tão difícil o controle de certos
comportamentos problema tais como adição ás drogas, obesidade quando devida a
excessos alimentares e tantos outros. Eles estariam ligados ao que poderíamos chamar
de autocontrole. Conseqüências imediatas que mantêm a ação seriam mais
controladoras do que aquelas que vêm em longo prazo.
Um outro problema ligado ao autocontrole é quando as várias conseqüências são
conflitantes entre si. Por exemplo, uma conseqüência filogenética pode ser conflitante
com uma contingência cultural (como nos casos de abuso sexual, nos quais a relação
sexual pode ser aversiva para um dos membros do grupo social) ou uma contingência
ontogenética pode ser conflitante com contingências filogenéticas (como nos casos de
anorexia, nos quais o alimento passa a ter para o indivíduo uma propriedade
aversiva), etc. Mais uma vez, para lidar com esses conflitos a cultura humana busca
desenvolver em seus membros o autocontrole.
No entanto, a espécie humana desenvolveu um comportamento especial para
instalar e promover autocontrole de seus indivíduos: o comportamento verbal.
É por meio desse tipo de comportamento que a comunidade torna possível a criação
da cultura e a possibilidade da vida em grupo com “humanidade”. A comunidade
verbal cria regras de convivência que passam a “trazer” mais para perto da ação as
suas conseqüências atrasadas, e dessa maneira poderem controlar as ações com mais
força que as conseqüências imediatas.
Uma das regras básicas encontradas em todas as culturas humanas, e que torna
possível a vida em grupo pode ser descrita como “O benefício para o grupo deve ser
mais controlador do seu comportamento do que os benefícios próprios”, ou seja, em
palavras mais cotidianas, promove-se a “supressão do egoísmo”.
Obviamente essa regra básica estará em desacordo com as variáveis filogenéticas e
ontogenéticas em muitas situações. Para promover e manter seus indivíduos sob
controle das contingências que promovem a vida em grupo, as culturas criam o que
Skinner denominou de “agências controladoras”.
Dentre essas agências encontram-se os Governos e as Leis, a Educação, a Economia
e as Religiões, que se utilizam de várias formas de controle comportamental. Uma
delas é a punição que tem efeitos bastante ruins sobre os indivíduos, tais como a
tentativa de ficar longe do agente punidor (comportamentos de fuga e esquiva),
repostas agressivas ao ambiente e/ou ao punidor (contracontrole) e reações
emocionais negativas intensas (ansiedade e depressão). Por esses efeitos nocivos da
punição, as culturas criaram mais uma agência controladora de comportamento: a
Psicoterapia.
Este trabalho destacará, principalmente os motivos que levaram as culturas a
criarem a Psicoterapia enquanto agência controladora, como resultante do controle
punitivo exercido por outras agências. Neste caso, portanto, enfocará apenas os
controles punitivos da Religião (embora a análise aqui apresentada sirva para
qualquer outra agência) e a Psicoterapia enquanto práticas culturais.

Religião como Agência controladora

A religião tem sido destacada como uma das formas que a cultura encontrou para
promover autocontrole sobre os indivíduos de um grupo. Assim como qualquer outra
agência controladora a religião classifica os comportamentos de forma a manter o
controle verbal sobre os comportamentos dos indivíduos. Enquanto governos e leis
classificam os comportamentos como legais e ilegais, a religião, por extensão, os
classifica como bons e maus, ou como virtuosos ou pecaminosos.
Para exercer seu controle, ainda, a religião pode utilizar-se de técnicas de controle
de outras agências. Por exemplo, pode enriquecer e operar pelo controle econômico,
tal como tem acontecido, por exemplo, com a Igreja Universal do Reino de Deus.
Pode ainda formar e manter professores e conseguir controle por meio da Educação,
tal como aconteceu com a Igreja Católica em sua influência na catequese dos
habitantes originais do Brasil. Pode ainda utilizar-se de técnicas governamentais tais
como o encarceramento aplicado, por exemplo, a mulheres em países de religião
muçulmana.
De qualquer forma, para que o controle possa ser exercido, é necessário que um
conceito seja difundido entre os “crentes”: o de “livre-arbítrio”.
Segundo esse conceito, os homens são livres para comportarem-se da maneira que a
sua consciência (considerada pelas culturas às vezes como um substituto, outras vezes
um produto da mente) ditar. O comportamento dos indivíduos está o tempo inteiro
sob julgamento do que se chama de moral (Hellern, Notaker e Gaarder, 1989/2000)
tida como um conjunto de regras que descreveriam os parâmetros para o julgamento.
Segundo Hellern et al. (1989/200), para que a moral seja possível, ou seja, para que se
possa classificar os comportamentos como morais, imorais, ou amorais, é necessário
um conjunto de princípios que originam as ações, que tem sido denominado de ética.
Deste ponto de vista, a ética e a religião não seriam distinguíveis entre si, já que a
religião também descreve um conjunto de princípios para avaliar as ações dos
indivíduos. Os autores lembram ainda que as culturas que abrigam várias religiões ao
mesmo tempo procuram recorrer ao sistema governamental, por meio de leis comuns
a todas elas, para descrever seus sistemas de regras comportamentais, como
aconteceu com a cultura observada na Roma Antiga (base de todos os sistemas legais
subsequentes) e, mais modernamente, com a Declaração Universal dos Direitos
Humanos, proposta pela Organização das Nações Unidas.
Pois bem, seja por meio da religião, ética ou moral, o fato é que as culturas, por
meio de comportamentos verbais, tentam controlar o comportamento dos indivíduos
inseridos nos grupos sociais. Dessa forma, tentam fazer com que as conseqüências
imediatas para os indivíduos sejam sobrepujadas pelas conseqüências que seriam
desejadas para o grupo como um todo, ou que viriam para o próprio indivíduo em
longo prazo. É comum que as religiões acenem para o “bom comportamento”, que
nem sempre traz prazer imediato, a conseqüência de obtenção de prazeres incríveis
em promessas de vida melhor. Ao mesmo tempo, é comum que para deterem os
comportamentos indesejados pelo grupo social, que a religião ameace os indivíduos
de punições horríveis para os “maus” comportamentos. Na prática, a “vida bem
melhor”, perfeita, sem sofrimentos, viria apenas “depois da vida”, ou seja, novamente
uma conseqüência bem posterior à emissão dos comportamentos “bons”. No entanto,
a punição para os comportamentos “maus” viria, em parte, já próxima da emissão
desses comportamentos. Entra aqui a noção de pecado: ao associar o “mau
comportamento” à ameaça de punição futura, a comunidade verbal faz com que a
própria emissão do comportamento elicie sensações aversivas. Este estado
permanecerá até que o “culpado” elimine o pecado por meio da confissão, que receba
a expiação (em geral um sacrifício) e obtenha a absolvição.
Segundo Hayes, Strosahl e Wilson (1999) as religiões judaico-cristãs e a maior parte
das religiões do ocidente e do oriente consideram que o sofrimento seja normal em
adultos humanos. Ilustram essa afirmação com o mito descrito na Bíblia a respeito da
expulsão de Adão e Eva do Jardim do Éden. Nesse mito, Deus haveria proibido a eles
de comerem da árvore do conhecimento. Desobedecendo a Deus, Adão come da
árvore do conhecimento e percebe-se nu, sentindo vergonha (um estado emocional
aversivo). Quando demonstra a Deus sua vergonha, revela a desobediência por haver
comido o fruto da árvore do conhecimento e a partir de então passa a sentir culpa
(outro estado aversivo). Por esse pecado original foram expulsos do paraíso e, conta o
mito, por esta razão, seus descendentes (a humanidade) estariam fadados a sofrer.
Como se pode perceber, vergonha e culpa são resultados de punição como controle
do comportamento. A pergunta que cabe neste momento é: por que se utiliza punição
para controlar comportamento?

Punição como controle de comportamento

Sidman (1989/1995) afirma que se supõem que punir o mau comportamento


suprima o comportamento indesejado e que se ensine o bom comportamento. Outro
efeito esperado pelo uso da punição é que ela sirva de exemplo para que maus
comportamentos não ocorram em outros indivíduos da comunidade. Parte disto é
verdadeiro, principalmente no que tange a supressão do comportamento punido. No
entanto, na maior parte das vezes isto só acontece na presença do agente punidor.
Além disso, não ensina qual é o comportamento certo (apenas evidencia o
comportamento errado, e nem sempre se pode supor que o inverso desse
comportamento exista; pode-se ter vários comportamentos diferentes do
comportamento errado e a punição não aponta qual deve ser emitido). Além disso, em
relação a servir de exemplo, o mais seguro é que o uso da punição sinalize que uma
grande distância do agente punidor seja um local de segurança. Sidman aponta várias
situações nas quais os indivíduos venham a fugir de agentes punidores, destacando
principalmente o desligamento social (por “negação” da existência de problemas,
pelo responsabilizar os outros pelos problemas, ou mesmo pela paralisação
encontrada na procrastinação, na esquizofrenia e na depressão). Destaca ainda a fuga
da fonte de punição, revelada pelo abandono de instituições (tais como a escola, a
família, a religião e a sociedade), pelo uso de drogas, e mesmo pelo suicídio.
Como já foi apontado anteriormente, além desses comportamentos que acarretam
problemas para a vida em grupo, a punição provoca sérias reações emocionais, tais
como ansiedade, medo, terror, tristeza, ira, raiva e depressão (Skinner, 1989/1953).
Por ser um método de controle de comportamento muito utilizado e por ter esses
efeitos sobre os indivíduos é que a punição exige o aparecimento da psicoterapia
como agência controladora: para lidar com os efeitos nocivos da punição.

Psicoterapia como agência controladora

Segundo Skinner (1989/1953), a psicoterapia tem como objetivo reverter os


resultados da punição empregada pelas outras agências controladoras como método
de controlar comportamentos. Para isso, deve ser uma audiência não-punitiva, ou
seja, deve ser capaz de acatar todo e qualquer tipo de comportamento que possa ser
revelado em seu contexto. Por essa razão, já foi acusada de ser imoral por algumas
agências religiosas. Skinner ressalta que dificilmente a psicoterapia “discordará” da
ética vigente, pois, se tem como objetivo eliminar os efeitos da punição social, jamais
poderia promover comportamentos passíveis de serem novamente punidos. Seu papel
seria a aquisição de comportamentos desejáveis e aceitos socialmente (o que não
necessariamente significa a adequação aos “status quo” social. Pode-se promover
comportamentos bastante criativos para a obtenção de gratificações pessoais sem que
se fira as normas grupais).

Religião X Ciência

Schoenfeld (1982) faz uma análise comparativa entre Religião e Ciência, e aponta
que a crença em uma ou em outra são processos comportamentais e, como tal, pode
ser estudada. Por partirem de pressupostos diferentes podem olhar para os fatos de
um mesmo caso e discordarem entre si. Lembra ainda que mesmo tomando-se dois
cientistas perante o mesmo fato, os dois podem discordar, diz que o fato que
“convence” a um deles pode não “convencer” ao outro, ou mesmo podem não
concordar a respeito do que constitui um fato.
A Terapia Comportamental é uma abordagem em Psicologia que busca seus
critérios, procedimentos e explicações na Ciência do Comportamento (Banaco, 1996).
Como tal acredita que o comportamento seja uma relação entre indivíduo e ambiente;
esta crença necessariamente atenua a responsabilidade do indivíduo sobre os fatos a
serem analisados. Levando em conta em suas análises a história de vida dos
indivíduos, a Terapia Comportamental acaba por partilhar definitivamente a
responsabilidade dos acontecimentos provocados por um indivíduo com a
comunidade na qual estiver inserido.
Por essas razões, a Terapia Comportamental discute a Religião em casos muito
específicos: na verdade discute “comportamentos religiosos” quando eles acarretam
problemas para o indivíduo (por exemplo, quando a punição provocada por relações
de culpa e vergonha acaba por resultar em problemas de transtorno obsessivo-
compulsivo, e/ou fobia social), ou quando as explicações religiosas colocam a vida do
indivíduo em risco (por exemplo, em seitas que promovem o suicídio coletivo).
O terapeuta deve estar sempre atento para não ser um “ditador” de ética, nem
competir com a ética religiosa do indivíduo, pois isto apenas teria como resultado
acirrar os conflitos que ele já enfrenta e criaria um “clone” ético do terapeuta. Deve
ainda conhecer o melhor possível a ética religiosa de seus clientes para poder propor
e manejar as mudanças necessárias para a solução do problema do cliente (Banaco,
1996).
Deveria ainda identificar quando seu cliente estiver sendo controlado por
charlatanismo e/ou controle espúrio (mistificação) que levariam a prejudicá-lo. Deve
principalmente desenvolver autocontrole em situações conflituosas, conforme já
apontei em outra ocasião (Banaco, 1996):
“Nossa consciência profissional nos ensina que na relação terapêutica
temos uma posição de poder. Sabemos também que nosso objetivo não é
tornar nossos clientes ”clones” de nossa própria pessoa. No entanto,
como eu disse no início, lidar com padrões morais diferentes dos nossos é
frustrante na maioria das vezes.
Alguns casos que atendi de judeus ortodoxos com déficit de habilidade
social foram dificílimos de serem conduzidos, já que a religião impedia
várias alternativas existentes, as quais não eram impedidas na cultura,
digamos assim, católica ou cristã. Ou talvez ainda devessem ser impedidas
por essas culturas, mas ninguém se sente impedido de praticá-las já que o
perdão é possível com o arrependimento.
Outra incongruência aparece quando garotas sentem-se culpadas por não
honrarem seus pais - na verdade os odeiam e nos contam que eram
violentadas por eles quando mais jovens. Que caminho seguir na condução
da terapia? Corroboramos a visão religiosa do “perdoai-os, pois eles não
sabem o que fazem”, ou conduzimos o questionamento sobre a paternidade
ter que ser honrada quando o homem que a ocupa merece a honra?
E o que dizer do umbandista que entrega sua vida aos seus Orixás e o
único comportamento que consegue emitir é o de oferecer sacrifícios para
que eles resolvam os seus problemas?
Como ficar calmo diante de um crente que vê o demônio em todas as
situações que poderão dar-lhe prazer? Ou manter a serenidade perante o
pobre que destina boa parcela de seu salário de fome para as grandes
igrejas e pastores? Ou ainda, como não perder a paciência perante o
adepto da Seicho-No-Ie que agradece a tudo que lhe acontece, inclusive as
catástrofes e continua acreditando que é o Filho Perfeito de Deus?” (págs.
108-109).

Apesar de todas essas dificuldades, a Ciência ainda deve debater-se muito com a
questão da crença e dos comportamentos religiosos, quanto mais não seja por serem
comportamentos humanos. Mas principalmente pela forte influência que a Religião
exerce na vida cotidiana dos indivíduos.
Referências bibliográficas

Banaco, R. A. (1996) O manejo de aspectos religiosos na prática clínica


comportamental. Psicologia Revista – Revista da Faculdade de Psicologia da
PUC-SP, 3, 103-109.
Hayes, S.C.; Strosahl, K.D. & Wilson, K.G. (1999) Acceptance and Commitment
Therapy: an experiential approach to behavior change. New York: Guilford
Press.
Hellern, V.; Notaker, H. & Gaarder, J. (1989) Publicado originalmente como
“Religionsboka”. O livro das Religiões (2000). Tradução da versão inglesa de
James Anderson por Isa Mara Lando. São Paulo: Cia. das Letras.
Reese, H. W. (1996) How is physiology relevant to behavior analysis? The Behavior
Analyst, 19, 61-70.
Schoenfeld, W.N. (1982) Religion and Human Behavior. Boston: Authors Cooperative,
Inc. Publishers.
Sidman, M. (1989) Publicado originalmente como “Coercion and its fallout”. Coerção e
suas implicações (1995). Tradução de Maria Amália Andery e Tereza Pires
Sério. Campinas: Editorial Psy.
Skinner, B.F. (1953) Publicado originalmente sob o título “Science and Human
Behavior”. Ciência e Comportamento Humano (1989), 7a edição. Tradução de
João Cláudio Todorov e Rodolpho Azzi. São Paulo: Martins Fontes.
Skinner, B.F. (1974) Publicado originalmente sob o título “About Behaviorism”. Sobre
o Behaviorismo (1982). Tradução de Maria da Penha Villalobos. São Paulo:
Cultrix e EDUSP.
Watson, J.B. (1913) Psychology as the Behaviorist Views it”. Psychological Review,
20, 158-177.