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ROBERTO DE CARVALHO JÚNIOR

PATOLOGIAS EM SISTEMAS PREDIAIS HIDRÁULICO-SANITÁRIOS

ROBERTO DE CARVALHO JÚNIOR PATOLOGIAS EM SISTEMAS PREDIAIS HIDRÁULICO-SANITÁRIOS

Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

CONTEÚDO

1 VÍCIOS CONSTRUTIVOS, DEFEITOS E DANOS Considerações gerais Prazos para reclamação de vícios e defeitos Responsabilidade do profissional pela reparação dos danos causados Importância da inspeção e manutenção das instalações prediais

2 PRINCIPAIS CAUSAS DE PATOLOGIAS EM SISTEMAS PREDIAIS Considerações gerais Falhas de projeto Alocação equivocada de máquinas e equipamentos em instalações prediais Falhas de execução e uso de material inadequado Desgaste pelo uso das instalações

3 PATOLOGIAS EM INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA Considerações gerais Instalação inadequada de reservatórios Tipos de reservatórios (vantagens e desvantagens) Cuidados especiais na instalação de reservatórios industrializados Influência dos reservatórios na qualidade da água do sistema predial Falta de pressão para alimentar o reservatório superior (sistema de recalque) Insuficiência de espaço na casa de bombas Problemas em bombas centrífugas Deformação em tubulações de recalque Rupturas em conexões do sistema de recalque Controle de pressão em sistemas hidráulicos prediais Pressões mínimas e máximas nas instalações O reservatório e sua influência no cálculo da pressão dinâmica Perda de pressão devido às perdas de carga Dispositivos controladores de pressão Como medir a pressão na rede de distribuição Pressurizador

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Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

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Válvulas redutoras de pressão

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Problemas em válvulas redutoras de pressão

70

Vazamentos em tubulações embutidas

71

Testes expeditos

72

Teste do hidrômetro

72

Teste de sucção

73

Teste de detecção de vazamentos em reservatórios

74

Teste de detecção de vazamentos em bacias sanitárias

75

Detecção de vazamentos em torneiras

77

Detecção de vazamentos em registros

78

Testes especiais

79

Desperdício de água em aparelhos de utilização

81

Regulagem da vazão das torneiras com a colocação de arejadores

81

Problemas em torneiras de acionamento hidromecânico

83

Problemas em torneiras de acionamento por sensor

84

Metais monocomando e a economia de água

86

Desperdício de água em sistemas de descarga

87

Interferência da válvula de descarga com as demais peças de utilização

89

Mau funcionamento de válvulas de descarga

91

Ruídos e vibrações nas instalações prediais

91

Problemas causados pelo golpe de aríete

94

Ruptura por tensionamento nas instalações

97

Rupturas em tubos por impactos

99

Rupturas em conexões

101

Escolha dos materiais e sua adequação aos sistemas construtivos

103

Redução da vida útil da tubulação devido à qualidade da água

104

Entupimento das tubulações pela presença de incrustações

106

Entupimento de chuveiro

108

Excesso de adesivo plástico na execução de juntas soldáveis

111

Incidência de ar nas tubulações de água fria

112

Incidência de ar no ramal predial (hidrômetro)

113

Localização correta do compartimento que abriga o cavalete

114

4

PATOLOGIAS EM INSTALAÇÕES PREDIAIS

DE ÁGUA QUENTE

116

Considerações gerais

116

Problemas relacionados ao desempenho causados por dimensionamento incorreto de aquecedores a gás

117

Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

5

Aquecedores de passagem a gás

118

Aquecedores de acumulação

119

Vazamentos em aquecedores a gás

120

Problemas relacionados ao desempenho do sistema causados por instalação incorreta de aquecedor solar

123

Vazamentos em reservatório térmico

126

Condução de água quente com temperatura e pressão excessiva

127

Retorno de água quente para a tubulação de água fria .

129

Superdimensionamento das tubulações de água quente

130

Efeitos da dilatação e contração térmica em tubos de PVC

130

Perda de temperatura nas instalações de água quente .

133

Ausência de isolamento térmico nas tubulações de água quente

134

Materiais utilizados na condução de líquidos sob pressões e altas temperaturas

134

Uso obrigatório do cobre

135

Corrosão em tubulações de cobre

136

PATOLOGIAS EM INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO

138

Considerações gerais

138

Mau cheiro em banheiro, cozinha e área de serviço

139

Rompimento do desconector

139

Sifão

140

Caixa sifonada

141

Mau cheiro por ausência ou vedação inadequada da saída da bacia sanitária

142

Sistema ineficiente de vedação de caixas de inspeção e de gordura

143

Caixa de inspeção

143

Caixa de gordura

144

Caixa múltipla

145

Ausência ou ventilação incorreta do sistema de esgoto.

146

Acesso de esgoto sanitário no sistema de ventilação

149

Vazamentos em tubulações de esgoto

151

Vazamentos em aparelhos sanitários

151

Vazamentos em ralos

151

Infiltração de água entre o rejunte do piso e a parede externa do tubo prolongador da caixa sifonada

152

Obstrução de tubulações de esgoto

153

Entupimento na cozinha

153

Entupimento no banheiro

156

Entupimento da bacia sanitária

156

Entupimento do lavatório e ralo do box

157

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Entupimento na área de serviço (lavanderia)

157

Obstrução e retorno de esgoto em subcoletores por ausência de declividade

157

Retorno do esgoto da rede pública para o interior da edificação

159

Retorno de espuma nas instalações de esgoto

160

Retorno de espuma pela caixa sifonada

165

Refluxo de águas servidas, poluídas ou contaminadas, para o sistema de consumo

166

Flechas excessivas nas tubulações devido ao espaçamento incorreto entre apoios

167

Espaçamento horizontal

167

Espaçamento vertical

168

Transmissão de ruídos em instalações de esgoto

168

Conexões Amanco Silentium PVC

171

Defletor acústico para caixa sifonada

171

Amortecedor acústico para vaso sanitário

172

Recalque de tubulações enterradas

173

Instruções gerais para evitar danos em tubulações enterradas

175

Travessia incorreta de vigas e paredes

177

Fissura e rachaduras em paredes com tubulações embutidas

178

Vazamento em pé de coluna de PVC

179

Deformação em tubulações de esgoto

181

Práticas inadequadas na execução das instalações

182

6

PATOLOGIAS EM INSTALAÇÕES PREDIAIS DE

ÁGUAS PLUVIAIS

184

Considerações gerais

184

Infiltração de água em telhado por seção insuficiente de calhas

185

Calhas semicirculares

191

Calhas de seção retangular

192

Transbordamento de água em telhado por ausência de declividade das calhas

193

Vazamentos em calhas por falhas de execução

195

Infiltração de água em telhado por erros na colocação de rufos e similares

196

Transbordamento em calha por seção insuficiente de condutores

197

Transbordamento por entupimento no bocal das calhas 199

Vazamentos em condutores verticais

199

Rupturas em tubos por subpressão (vácuo)

200

Vazão concentrada de água sobre telhados

202

Empoçamento de águas pluviais em coberturas horizontais de laje

203

Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

Ressecamento de condutores aparentes (expostos ao sol) Ligação clandestina de águas pluviais em rede de esgoto Uso inadequado de águas pluviais em sistemas prediais

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Vícios Construtivos, Defeitos e Danos

VÍCIOSCONSTRUTIVOS,

DEFEITOSEDANOS

CONSIDERAÇÕES GERAIS

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), para qualquer projeto ou execução de obras civis, é obrigatório o respeito às normas técnicas brasileiras elaboradas pela ABNT, e sua desobediência corresponde a uma infração legal, ensejando as sanções cabíveis.

A falta de observação das normas pertinentes, bem como a má qualidade dos materiais utilizados na construção do edifício e da mão de obra, aliadas à eventual negligencia dos construtores, podem ocasionar vícios e defeitos construtivos e, consequente- mente, danos ao proprietário (morador) da edificação.

Vícios construtivos são as anomalias da construção; vícios por falta de qualidade prometida ou esperada, ou de quantidade, são falhas que tornam o imóvel impróprio para o uso ou diminuem seu valor. Isso normalmente acontece em casos específicos, por exemplo, um flexível mal apertado ou uma torneira gotejando que nem torna o imóvel impróprio, nem diminui seu valor. Um profis- sional habilitado poderá avaliar os danos mais comprometedores.

Defeitos são falhas que fazem com que o fornecimento de pro- dutos ou serviços afetem ou possam afetar a saúde e a segurança do consumidor. Os vícios e os defeitos podem ser aparentes ou ocul- tos. São considerados vícios e defeitos aparentes aqueles que são constatados facilmente, que podem ser notados quando da entrega do imóvel. Os demais são vícios ocultos que diminuem, ao longo do tempo, o valor do edifício ou o tornam impróprio ao uso a que se destina. Quando o imóvel foi entregue, se o consumidor tivesse conhecimento do vício oculto, poderia ter exigido um abatimento no preço ou até desistido da compra. É importante ressaltar que, de acordo com o Artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor, somente é possível ao consumidor pleitear abatimento do preço ou desistir da compra do imóvel no caso da existência de vícios que tornem o imóvel impróprio para o uso ou diminuam seu valor, res-

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do imóvel no caso da existência de vícios que tornem o imóvel impróprio para o uso

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Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

peitadas as especificidades decorrentes da natureza do produto, no caso, imóvel construído, e desde que o consumidor tenha exigido

a reparação do vício e esse não tenha sido sanado no prazo com-

preendido entre 7 e 180 dias, conforme pactuado entre as partes.

Os danos, por sua vez, são as consequências dos vícios e defei- tos que, na construção civil, afetam a própria obra, ou ao imóvel vizinho, ou aos bens, ou às pessoas nele situados, ou, ainda, a terceiros que nada tem a ver com o imóvel.

PRAZOS PARA RECLAMAÇÃO DE VÍCIOS E DEFEITOS

Terminada a obra, a partir da entrega das chaves, de modo

geral, o consumidor tem 90 dias para reclamar do vício ou defei- to. Quando for o caso de vícios ou defeitos de fácil constatação,

o consumidor dispõe de 90 dias, após a entrega do imóvel, para reclamar à construtora responsável pela obra.

Quando se trata de vício e defeito oculto, os 90 dias começam

a correr a partir do momento em que tal falha é constatada. Após

constatada a imperfeição oculta, o prazo é estendido até o último dia do quinto ano contado a partir da entrega da obra. Já para o

defeito que afeta a solidez e a segurança da obra ou a saúde do morador, esse prazo se estende até 20 anos, contados a partir da entrega das chaves ao consumidor, e não do “Habite-se”.

RESPONSABILIDADE DO PROFISSIONAL PELA REPARAÇÃO DOS DANOS CAUSADOS

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O construtor (executor da obra) tem responsabilidade pela reparação dos danos causados, independentemente da existên- cia de culpa; basta haver relação de causa e efeito entre o dano causado e o defeito ou vício que originou esse dano.

O engenheiro responsável pela obra responde apenas se sua culpa ficar provada. A culpa é definida pelo artigo 159 do Código Civil que relata o seguinte: “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano”.

Nesse caso, a reparação dos danos causados exige que se prove que houve ação ou omissão voluntária, negligência ou im- prudência. O profissional (engenheiro ou arquiteto) está sob o regime em que a culpa deve ser provada.

Principais Causas de Patologias em Sistemas Prediais

PRINCIPAIS CAUSAS DE PATOLOGIAS EMSISTEMAS PREDIAIS

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A ocorrência de patologias nas edificações implica custos adicionais, ações jurídicas, perda de confiança na empresa res- ponsável pela construção etc. Segundo dados de Picci (1993), 5% do custo total da obra é o valor que a empresa gasta para “reparos em obras entregues da clientes”.

De acordo com o Sinduscon-SP, “75% das patologias da construção são decorrentes de problemas relacionados com as instalações hidráulicas prediais”. Com certeza isso ocorre pela pouca importância que se dá ao projeto hidráulico do edifício.

Essas falhas podem ter origem na fase de projetos; na quali- dade do material, nesse caso, o erro é do fabricante; na etapa de construção, que envolve falhas de mão de obra e (ou) fiscalização, ou, ainda, omissão do construtor; ou na etapa de uso, na qual as falhas poderão ser decorrentes da operação e manutenção das instalações.

As principais causas de patologias de origem endógena, ou seja, originadas por fatores inerentes à própria edificação durante a ocupação, são em ordem decrescente: falhas de projeto (40%), falhas de execução (28%), qualidade dos materiais (18%), uso das instalações (10%), e diversos (4%).

De acordo com um trabalho apresentado no VII Workshop Brasileiro de Gestão do Processo de Projeto na Construção de Edifícios, que aconteceu em Curitiba em 2007, foram realizadas diversas perícias em instalações hidráulicas prediais pelos enge- nheiros Sérgio Frederico Gnipper e Jorge Mikaldo Jr., na cidade de Curitiba-PR, onde foram selecionados 24 edifícios residenciais novos e antigos, julgados mais representativos pelos autores, cujos laudos técnicos apresentam certas patologias recorrentes, grande parte das quais poderão ser evitadas em edifícios ainda a serem projetados e construídos, sob a presunção da experiência acumulada. *

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* Fonte: MIKALDO JÚNIOR, Jorge; GNIPPER, Sérgio. Pato- logias frequentes em sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustíveis decor- rentes de falhas no processo de produção do projeto. In:

VII Workshop Brasileiro de Gestão do Processo de Proje- tos na Construção de Edifícios. Curitiba, PR, 2007.

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Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

A tabela 2.1 apresenta a frequência de incidência qualitativa de inconformidades presentes e patologias manifestas nesses edifícios, subdividas em água fria (AF), água quente (AQ), com- bate a incêndio (INC), gás liquefeito de petróleo (GÁS), esgoto sanitário (ESG) e águas pluviais (AP). Na coluna “outro” estão apontadas patologias e inconformidades relevantes não relacio- nadas diretamente com esses subsistemas, porém associadas às tubulações como um todo.

Figura 2.1 Origem percentual de falhas em edificações

100 90 80 70 60 50 40% 40 30 28% 20 18% 10% 10 4%
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Falhas
Falhas
Qualidade
Uso
Diversos
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Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

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Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários 44 3 PATOLOGIAS EMINSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA

PATOLOGIAS EMINSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA

CONSIDERAÇÕES GERAIS

Uma instalação de água fria constitui-se no conjunto de tu- bulações, equipamentos, reservatórios e dispositivos destinados ao abastecimento dos aparelhos e pontos de utilização de água da edificação, em quantidade suficiente, mantendo a qualidade da água fornecida pelo sistema de abastecimento.

O desenvolvimento do projeto das instalações prediais de água fria deve ser conduzido concomitantemente com os projetos de arquitetura, estrutura, fundações e outros pertinentes ao edifício, de modo que se consiga a mais perfeita compatibilização entre todos os requisitos técnicos e econômicos envolvidos. A norma que fixa as exigências e recomendações relativas a projeto, execução e manutenção da instalação predial de água fria é a NBR 5.626, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

De acordo com a norma, as instalações prediais de água fria devem ser projetadas de modo que, durante a vida útil do edifício que as contém, atendam aos seguintes requisitos:

• preservar a potabilidade da água;

• garantir o fornecimento de água de forma contínua, em quantidade adequada e com pressões e velocidades compatíveis com o perfeito funcionamento dos aparelhos sanitários, peças de utilização e demais componentes;

• promover economia de água e energia;

• possibilitar manutenção fácil e econômica;

• evitar níveis de ruído inadequados à ocupação do am- biente;

• proporcionar conforto aos usuários, prevendo peças de utilização adequadamente localizadas, de fácil operação, com vazões satisfatórias e atendendo às demais exigências do usuário.

Figura 3.3 Reservatório de concreto moldado in loco Compartimento 1 Compartimento 2 Reserva de incêndio
Figura 3.3 Reservatório de concreto moldado in loco
Compartimento 1
Compartimento 2
Reserva de
incêndio
RG
RG
RG
RG
RG
RG
Limpeza
Consumo
Consumo
Para combate
a incêndio
Patologias em Instalações Prediais de Água Fria
Figura 3.4 Reservatórios industrializados Ventilação Reservatório superior (caixa d’água) Extravasor Registro
Figura 3.4 Reservatórios industrializados
Ventilação
Reservatório superior
(caixa d’água)
Extravasor
Registro
Registro
Tubo de limpeza
Consumo
Alimentação
Base de apoio
da caixa

49

Patologias em Sistemas Prediais Hidráulicos e o Projeto de Arquitetura

116

4
4
Prediais Hidráulicos e o Projeto de Arquitetura 116 4 PATOLOGIAS EMINSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE

PATOLOGIAS EMINSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE

CONSIDERAÇÕES GERAIS

As instalações prediais de água quente são regidas pela NBR 7.198 e devem ser projetadas e executadas de modo a:

• garantir o fornecimento de água de forma contínua, em quantidade suficiente e temperatura controlável, com segurança, aos usuários, com as pressões e velocidades compatíveis com o perfeito funcionamento das peças de utilização e das tubulações;

• preservar rigorosamente a qualidade da água;

• proporcionar o nível de conforto adequado aos usuários;

• racionalizar o consumo de energia.

O sistema de água quente é formado pelos seguintes compo- nentes: tubulação de água fria para alimentação do sistema de água quente; aquecedores, que podem ser de passagem (ou instan- tâneos) ou de acumulação; dispositivos de segurança; tubulação de distribuição de água quente; peças de utilização (chuveiro, ducha, torneiras de pia, lavatório e tanque). Existem no mercado diversos equipamentos para aquecimento, reserva e distribuição de água quente. Portanto, são várias as opções de aquecimento. Os principais usos de água quente nas instalações prediais e as temperaturas convenientes, nos pontos de utilização, são:

Tabela 4.1 Principais usos de água quente (temperaturas convenientes)

Uso pessoal em banhos ou higiene

35

ºC a 50 ºC

Em cozinhas

60

ºC a 70 ºC

Em lavanderias

75

ºC a 85 ºC

Em finalidades médicas

 

100 ºC

Figura 4.7 Instalação de suspiro na saída de água quente de aquecedor de acumulação em
Figura 4.7 Instalação de suspiro na saída de água quente de aquecedor de acumulação em
residências
Reservatório superior
(caixa-d’água)
h ≥ 30 cm
Extravasor
Suspiro
Tubo de limpeza
Aquecedor de acumulação
(
boiler )
Alimentação da caixa
Alimentação dos pontos de água quente
Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

Fonte: Manual Técnico Tigre

Figura 4.8 Instalação de válvula de alívio de pressão em aquecedores de acumulação em edifícios
Figura 4.8 Instalação de válvula de alívio de pressão em
aquecedores de acumulação em edifícios
Válvula de
alívio
30 cm
RG
Válvula de
retenção
RG
Dreno
Obs.: Na hora de escolher
o modelo do aquecedor,
é importante conhecer os
catálogos dos fabricantes.

128

Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

138

5
5
Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários 138 5 PATOLOGIAS EMINSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO

PATOLOGIAS EMINSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO

CONSIDERAÇÕES GERAIS

As instalações prediais de esgotos sanitários destinam-se a coletar, conduzir e afastar da edificação todos os despejos pro- venientes do uso adequado dos aparelhos sanitários, dando-lhes um rumo apropriado, normalmente indicado pelo poder público competente. O destino final dos esgotos sanitários pode ser a rede pública coletora de esgotos ou um sistema particular de recebi- mento e pré-tratamento em regiões (locais) que não dispõem de sistema de coleta e transporte de esgotos. As condições técnicas para projeto e execução das instalações prediais de esgotos sani- tários, em atendimento às exigências mínimas quanto a higiene, segurança, economia e conforto dos usuários, são fixadas pela NBR 8.160. De acordo com a norma, o sistema de esgoto sanitário deve ser projetado de modo a:

• evitar a contaminação da água, de forma a garantir sua qualidade de consumo, tanto no interior dos sistemas de su- primento e de equipamentos sanitários, como nos ambientes receptores;

• permitir o rápido escoamento da água utilizada e dos despejos introduzidos, evitando a ocorrência de vazamentos e a forma- ção de depósitos no interior das tubulações;

• impedir que os gases provenientes do interior do sistema predial de esgoto sanitário atinjam áreas de utilização;

• impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao interior do sistema;

• permitir que seus componentes sejam facilmente inspecio- náveis;

• impossibilitar o acesso de esgoto ao subsistema de ventilação;

• permitir a fixação dos aparelhos sanitários somente por dispo- sitivos que facilitem sua remoção para eventuais manutenções.

Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

Os chuveiros e as águas de lavagem de pisos podem ser co- letados em ralos simples (secos), os quais devem ser ligados às caixas sifonadas. Entretanto, devido a razões de estética, alguns projetistas preferem localizar a caixa sifonada no boxe do chuveiro.

Figura 5.2 Caixa sifonada D D3 D2 A B
Figura 5.2 Caixa sifonada
D
D3
D2
A
B

MAU CHEIRO POR AUSÊNCIA OU VEDAÇÃO INADEQUADA DA SAÍDA DA BACIA SANITÁRIA

Quando ocorre mau cheiro no vaso sanitário, a causa mais provável é a ausência ou vedação inadequada da saída da bacia sanitária. Nesse caso, deve ser verificado se a junta entre a saída da bacia sanitária com a tubulação de esgoto esta incorreta. Se for confirmado a incorreção, deve ser instalado vedação para saída de bacia sanitária ou anel de vedação.

142

Figura 5.3 Anel de vedação para bacia sanitária
Figura 5.3 Anel de vedação para bacia sanitária

Patologias em Instalações Prediais de Esgoto

SISTEMA INEFICIENTE DE VEDAÇÃO DE CAIXAS DE INSPEÇÃO E DE GORDURA

Se as caixas de inspeção (gordura) estiverem apresentando mau cheiro, provavelmente, devem estar com sistema ineficiente de vedação das tampas. As caixas de inspeção (gordura) mais tradicionais de alvenaria ou concreto, com o passar do tempo costumam apresentar esse problema, pois é muito comum a ocorrência de trincas ou quebras em suas tampas de concreto. A

solução nesse caso é substituir as principais caixas de passagem (inspeção) e de gordura pelas modernas caixas múltiplas. A seguir, apresentam-se algumas características dessas caixas tradicionais

e da caixa múltipla.

CAIXA DE INSPEÇÃO

É a caixa destinada a permitir a inspeção, limpeza e desobstru-

ção das tubulações de esgoto. É instalada em mudanças de direção

e de declividade ou quando o comprimento da tubulação de esgoto

(subcoletor ou coletor predial) ultrapassa 12 m. Pode ser de con- creto, alvenaria ou plástico. Quanto à forma, pode ser prismática, de base quadrada ou retangular, de lado interno mínimo de 60 cm, ou cilíndrica, com diâmetro mínimo de 60 cm.

A profundidade máxima dessa caixa deve ser de 1 m. A tampa

deve ficar visível e nivelada ao piso e ter vedação perfeita, impe-

dindo a saída de gases e insetos de seu interior.

Figura 5.4 Caixa de inspeção

Tampa de concreto armado Nível Revestimento interno com argamassa de cimento/areia ø ø Alvenaria de
Tampa de
concreto armado
Nível
Revestimento interno
com argamassa
de cimento/areia
ø
ø
Alvenaria de tijolos
5 cm
de barro assentes
com argamassa de
cimento/areia
ø
ø
Lastro de concreto
60 x 60 (mín.)
Corte
Planta

143

Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

184

6
6
Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários 184 6 PATOLOGIAS EMINSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS

PATOLOGIAS EMINSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS

CONSIDERAÇÕES GERAIS

As águas pluviais são aquelas que se originam a partir das chuvas. A captação dessas águas tem por finalidade permitir um melhor escoamento, evitando alagamento, erosão do solo e outros

problemas. Nas edificações, as coberturas destinam-se a proteger determinadas áreas das águas de chuva; portanto, esse volume de água que cai sobre o telhado deve ser adequadamente coletado

e transportado para locais permitidos pelos dispositivos legais.

A instalação de águas pluviais se destina exclusivamente ao re-

colhimento e condução das águas das chuvas, não se admitindo quaisquer interligações com outras instalações prediais. Portanto, as águas pluviais não podem ser lançadas em redes de esgoto.

A norma que rege essas instalações é a NBR 10.844, que fixa as

exigências e os critérios necessários aos projetos de instalação de drenagem de águas pluviais, visando a garantir níveis aceitáveis de funcionalidade, segurança, higiene, conforto, durabilidade e economia. De acordo com a norma, as instalações de drenagem de águas pluviais devem ser projetadas de modo a obedecer às seguintes exigências:

• recolher e conduzir a vazão de projeto até locais permiti- dos pelos dispositivos legais;

• ser estanques;

• permitir a limpeza e a desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação;

• absorver os esforços provocados pelas variações térmicas a que estão submetidas;

• quando passivas de choques mecânicos, ser constituídas de materiais resistentes a eles;

• nos componentes expostos, utilizar materiais resistentes às intempéries;

Patologias em Instalações Prediais de Águas Pluviais

65

Bagé

RS

126

204

234

66

Caxias do Sul

RS

120

127

218

67

Cruz Alta

RS

204

246

347

68

Encruzilhada

RS

106

126

158

69

Iraí

RS

120

178

192

70

Passo Fundo

RS

110

125

180

71

Porto Alegre

RS

118

146

167

72

Rio Grande

RS

121

204

222

73

Santa Maria

RS

114

122

145

74

Santa Vitória do Palmar

RS

120

126

152

75

São Luiz Gonzaga

RS

122

132

 

76

Uruguaiana

RS

114

126

152

77

Viamão

RS

102

156

210

78

Blumenau

SC

120

125

152

79

Florianópolis

SC

114

120

144

80

São Francisco do Sul

SC

120

125

153

81

Aracaju

SE

116

122

126

82

Avaré

SP

115

144

170

83

Bauru

SP

110

120

148

84

Campos do Jordão

SP

122

144

198

85

Lins

SP

96

122

137

86

Piracicaba

SP

119

122

151

87

Santos

SP

136

198

240

88

Santos/Ipanema

SP

120

178

161

89

São Paulo/Congonhas

SP

122

172

191

90

São Paulo/Mirante do Santana

SP

116

148

175

91

São Simão

SP

120

150

170

92

Taubaté

SP

108

121

154

93

Tupi

SP

126

162

230

94

Ubatuba

SP

120

142

151

189

Figura 6.1 Esquemas indicativos para cálculos de áreas de contribuição de vazão a) Superfície plana
Figura 6.1 Esquemas indicativos para cálculos de áreas de contribuição de vazão
a)
Superfície plana horizontal
b)
Superfície inclinada
h
a
A
= a x b
h
A = ( a + — ) x b
2
c)
Superfície plana vertical única
d)
Duas superfícies planas verticais opostas
a
a
a
x b
A
= —
2
a
x b
A = —
2
e)
Duas superfícies planas verticais opostas
f)
Duas superfícies planas verticais adjacentes e
perpendiculares
b
A2
c
ab < cd – A = (c x d – a x b)/2
ab < cd – A = (a x b – c x d)/2
2
2
A1
+ A2
A =
2
b
b
g)
Três superfícies planas verticais adjacentes e
perpendiculares
h)
Quatro superfícies planas verticais, sendo uma com
maior altura
b
a
a
b
d
a
x b
A
= —
= a — x b
A
2
2
190
A1
Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários
b

Patologias em Sistemas Prediais Hidráulico-Sanitários

Roberto de Carvalho Junior

Lançamento 2013

ISBN: 9788521207597 Páginas: 216

Formato: 20,5x25,5 cm

PATOLOGIAS EM SISTEMAS PREDIAIS HIDRÁULICO-SANITÁRIOS

O engenheiro Roberto de Carvalho Júnior, nos 30 anos de atuação como projetista de instalações prediais, constatou diversas causas de patologias endógenas em sistemas prediais hidráulico-sanitários, ou seja, originadas por fatores inerentes à própria edificação, tais como: falhas de projeto, fa- lhas de execução, qualidade dos materiais e uso das instalações.

Como professor da disciplina de instalações prediais em faculdades de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil, o autor observou a carência e a importância de uma bibliografia que atendesse às necessidades de aprendizado e consulta sobre as frequentes patologias que ocorrem em sistemas prediais de água fria e quente, esgoto e águas pluviais.

Este livro foi desenvolvido com a finalidade de apresentar a engenhei- ros, arquitetos, alunos dos cursos de Arquitetura e Engenharia, constru- tores, empreiteiros e todos os profissionais envolvidos na construção civil uma visão conceitual mais didática, prática e simplificada das principais pa- tologias que ocorrem nos subsistemas das instalações hidráulicas prediais, bem como ressaltar que o estudo desses problemas não reside somente na atuação corretiva, mas na possibilidade da atuação preventiva, espe- cialmente quando elas têm por causa falhas no processo de produção dos respectivos projetos de engenharia.

www.blucher.com.br ISBN 978-85-212-0759-7 9 788521 207597
www.blucher.com.br
ISBN
978-85-212-0759-7
9
788521
207597
de produção dos respectivos projetos de engenharia. www.blucher.com.br ISBN 978-85-212-0759-7 9 788521 207597