Você está na página 1de 178
ANTÔNIO MÁXIMO RIBEIRO DA LUZ Professor adjunto do Departamento de Física da Universidade Federal de
ANTÔNIO MÁXIMO RIBEIRO DA LUZ
Professor adjunto do Departamento de Física da
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
BEATRIZ ALVARENGA
Professora emérita do Departamento de Física
da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
Autores da coleção Física - Contexto e
Aplicações, em três volumes, e do volume
único Física - De olho no mundo do trabalho,
publicados pela Editora Scipione, e da coleção
Física, em dois volumes, editada pela Oxford
University Press em língua espanhola.
Voazé um
nome criado a partir
da palavra "voar" mais
o sufixo "az" e expressa a
ideia de alguém capaz de voar
- o aluno alçando voo rumo
ao conhecimento e à
aprendizagem.
a ideia de alguém capaz de voar - o aluno alçando voo rumo ao conhecimento e
a ideia de alguém capaz de voar - o aluno alçando voo rumo ao conhecimento e
editora scipione
editora scipione
editora scipione Gerente Editorial e de Conteúdos Didáticos: Elizabeth Soares Responsável Editorial: Cármen Mat
editora scipione
Gerente Editorial e de Conteúdos Didáticos: Elizabeth Soares
Responsável
Editorial: Cármen Mat ricardi
Editor: Alterson Cação
Gerente de Arte e Criação: Marisa lniesta Martin
Supervisor de Arte: Sérgio Yutaka Suwaki
Editores de Arte: Didier D. C. Dias de Moraes (Coor d. Programa ção Visual!
e Edson Haruo Toyota (Produção de arte)
Editoração Eletrônica: Casa de Tipos
Gerente de Revisão: Hélia de Jesus Gonsaga
Equipe de Revisão: Ana Curei, Maiza Prande Bernardello e
Vanessa de Paula Santos
Supervisor de Iconografia: Sílvio Kligin
Pesquisa Iconográfica: Mazé de Almeida
Tratamento de Imagem: Cesar Wolf e Fernanda Crevin
Programação Visual de Capa e Miolo: Aeroestúdio
Fotos da Capa: Fuyu Liu/Shutterstock/Glow lmages,
James Thew/Shutterstock/Glow e John Petrick/ Fli ckr/Getty lmages
Ilustrações: Casa deTipos
Direitos desta edição cedidos à Editora Scipione S.A.
Av. Otaviano Alves de Lima, 4400
6" andar
e andar intermediário
ala " B"
Freguesia do ó - CEP 02909-900 - São Paulo - SP
Tel. : 4003-3061
www.scipione.com.br / atendimento@scipione.com.br
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Luz, Antônio Máximo Ribeiro da
Projeto VOAZ Física/ Antônio Máximo Ribeiro da Luz,
Beatriz Alvarenga. -São Paulo: Sdpione, 2012 .
- (Coleção Projeto VOAZ)
1. Física (Ensino Médio) 1. Alva re nga, Beat ri z. li. Título.
Ili. Série.
12-06059
CDD-530.07
lndice para catálogo sistemático:
1. Física: Ensino Médio
530.07
2012
ISBN 978 85 262 9028 O(AL)
ISBN 978 85 262 9029 7 (PR)
Cód.
da obra
CL 7373 45
1• edição
1• impressão

Impressão e acabamento:Cód. da obra CL 7373 45 1• edição 1• impressão Uma Publicação . Abril EDUCAÇÃO JJ,

Uma Publicação . Abril EDUCAÇÃO
Uma Publicação .
Abril EDUCAÇÃO
JJ, MISTO Papel produzldoapartlr d& fontes responsáveis E~Ç FSC" C102676
JJ,
MISTO
Papel produzldoapartlr
d& fontes responsáveis
E~Ç
FSC" C102676
- APRESENTAÇAO
-
APRESENTAÇAO
Prezado aluno,
Prezado aluno,
Neste novo Caderno de Revisão e Exercícios,
Neste novo Caderno de Revisão e Exercícios,
Prezado aluno, Neste novo Caderno de Revisão e Exercícios, procuramos criar uma proposta de síntese que

procuramos criar uma proposta de síntese que se baseia em analisar os conceitos básicos da Física e dar ênfase às leis gerais e às principais particularidades, indicando um suplemento de revisão em forma de tabela. Acreditamos que, com isso, estamos tornando as principais ideias e os conceitos acessíveis com um formato de visualização rápida e clara, podendo fornecer um caminho mais para recordá-los e fixá-los. Os exercícios são extraídos dos principais exames para o ingresso em universidades do país, coletando assim a diversidade tanto em dificuldade como em conteúdo. Nesse aspecto tivemos o cuidado de organizar, sempre que possível, os exercícios em nível de dificuldade, iniciando dos fáceis e aumentando a complexidade gradativamente. Esperamos que com esse caderno a revisão e a fixação dos principais conteúdos possam ser simples e objetivas. Seguindo a orientação de seu professor, desfrute desse novo material.

possam ser simples e objetivas. Seguindo a orientação de seu professor, desfrute desse novo material. Os
possam ser simples e objetivas. Seguindo a orientação de seu professor, desfrute desse novo material. Os
possam ser simples e objetivas. Seguindo a orientação de seu professor, desfrute desse novo material. Os
Os autores
Os autores

SUMÁRIO

SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78
15 27
15
27
SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78

40

SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78
SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78

65

52

SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78
SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78

90

SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78
SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78

119

SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78
SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78
SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78
SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78

175

162

SUMÁRIO 15 27 40 65 52 90 119 175 162 176 134 145 104 78

176

134

145

104

78

A FÍSICA NO CAMPO DA CIÊNCIA
A FÍSICA NO CAMPO DA CIÊNCIA
Assunto Resumo
Assunto
Resumo
Ciências naturais
Ciências naturais
Ciências vivas: estudam fatos relacionados à vida.
Ciências vivas: estudam fatos relacionados à vida.
Ciências vivas: estudam fatos relacionados à vida. Ciências físicas: estudam os conceitos que envolvem os

Ciências físicas: estudam os conceitos que envolvem os objetos inanimados.

Ciências humanas
Ciências humanas
Estudam os fatos relacionados às sociedades.
Estudam os fatos relacionados às sociedades.

Tecnologia

Tudo que diz respeito ao projeto, ao planejamento e à construção de dispositivos, bem como
Tudo que diz respeito ao projeto, ao planejamento e à construção
de dispositivos, bem como sua operação, ajuste, manutenção e
monitoramento, de acordo com o conhecimento científico.
Por que estudar Física?
Por que estudar Física?
Para adquirir conhecimentos indispensáveis e compreender melhor outras áreas da ciência e tecnologias.
Para adquirir conhecimentos indispensáveis e compreender
melhor outras áreas da ciência e tecnologias.
Para compreender quase tudo que está presente nos momentos de nossa vida, seja nos fenômenos
Para compreender quase tudo que está presente nos momentos
de nossa vida, seja nos fenômenos naturais ou nas novas
tecnologias criadas pelo ser humano.
Ramos da Física
Ramos da Física
Mecânica: ocupa-se do estudo dos fenômenos relacionados ao equilíbrio e ao movimento de objetos e
Mecânica: ocupa-se do estudo dos fenômenos relacionados ao
equilíbrio e ao movimento de objetos e suas causas.
ao equilíbrio e ao movimento de objetos e suas causas. Termologia: estuda os fenômenos térmicos. Movimento

Termologia: estuda os fenômenos térmicos.

e suas causas. Termologia: estuda os fenômenos térmicos. Movimento ondulatório: aborda fenômenos associados a

Movimento ondulatório: aborda fenômenos associados a ondas mecânicas.

Óptica: trata de todos os fenômenos relacionados à luz.
Óptica: trata de todos os fenômenos relacionados à luz.
Eletricidade e Magnetismo: estudam-se tanto os fenômenos elétricos quanto os magnéticos.
Eletricidade e Magnetismo: estudam-se tanto os fenômenos
elétricos quanto os magnéticos.
Física contemporânea: parte da Física desenvolvida no século XX, quando foram elaborados e aperfeiçoados, sobretudo,
Física contemporânea: parte da Física desenvolvida no século XX,
quando foram elaborados e aperfeiçoados, sobretudo, os conceitos
e as bases da teoria da relatividade e da Física quântica.
O papel de nossos sentidos e das habilidades intelectuais no estudo da Física
O papel de nossos
sentidos e das
habilidades intelectuais
no estudo da Física
Observar um fenômeno.
Observar um fenômeno.
Diferenciá-lo de outro e relacioná-lo a fatos já estudados.
Diferenciá-lo de outro e relacioná-lo a fatos já estudados.
de outro e relacioná-lo a fatos já estudados. Classificá-lo entre outros de acordo com algum critério

Classificá-lo entre outros de acordo com algum critério de semelhança.

Fazer interferências sobre ele.
Fazer interferências sobre ele.
Avaliar e medir as grandezas envolvidas no fenômeno.
Avaliar e medir as grandezas envolvidas no fenômeno.
Interpretar os dados obtidos.
Interpretar os dados obtidos.
Planejar observações (realizar experiências}, controlando as variáveis que possam influenciar no fenômeno.
Planejar observações (realizar experiências}, controlando as
variáveis que possam influenciar no fenômeno.
Formular hipóteses, fazer previsões e construir modelos.
Formular hipóteses, fazer previsões e construir modelos.
Assunto Resumo
Assunto
Resumo
Objetivos da Física
Objetivos da Física
Objetivo especulativo: as respostas para os fenômenos físicos nunca são definitivas. Novas interpretações,
Objetivo especulativo: as respostas para os fenômenos físicos
nunca são definitivas. Novas interpretações, paradigmas, modelos
e teorias surgem, de modo que a Física "corrige" a si mesma.
Objetivo prático: melhoria da qualidade de vida dos seres humanos.
Objetivo prático: melhoria da qualidade de vida dos seres humanos.
Objetivo esclarecedor: condução ao raciocínio lógico.
Objetivo esclarecedor: condução ao raciocínio lógico.
Prefixos usados nos múltlplos das unidades
Prefixos
usados nos
múltlplos das
unidades
Nome Valor Símbolo yotta 1024 y 1021 z zetta 101s E 1015 p penta 1012
Nome
Valor
Símbolo
yotta
1024 y
1021
z
zetta
101s
E
1015
p
penta
1012
terá
T
giga
10
9
G
mega
108
M
quilo
103
K
hecto
10
2
H
deca
10 Da
deci
10- 1
D
10-
2
centi
e
mili
10- 3
M
micr-
10- 5
µ
nano
10-
9
N
10 - 12
p
pico
10-15
fento
F
10- 1s
atto
A
10- 21
z
zepto
10-24
yocto
y
fento F 10- 1s atto A 10- 21 z zepto 10-24 yocto y Potências de 10

Potências de 10 e ordem de grandeza

Neste tipo de notação, a grandeza é escrita como um número entre 1 e 10,
Neste tipo de notação, a grandeza é escrita como um número
entre 1 e 10, multiplicado por uma potência de 10. A ordem de
grandeza é a potência de 10 que mais se aproxima do número
estudado. Desta forma, temos:
mais se aproxima do número estudado. Desta forma, temos: 745 km/h = 7,45 x 102 km/h
mais se aproxima do número estudado. Desta forma, temos: 745 km/h = 7,45 x 102 km/h

745 km/h = 7,45 x 102 km/h - ordem de grandeza: 10 3

745 km/h = 7,45 x 102 km/h - ordem de grandeza: 10 3 0,000023 m =
745 km/h = 7,45 x 102 km/h - ordem de grandeza: 10 3 0,000023 m =
745 km/h = 7,45 x 102 km/h - ordem de grandeza: 10 3 0,000023 m =

0,000023 m = 2,3 x 10- 5 m - ordem de grandeza: 10- 5

0,000023 m = 2,3 x 10- 5 m - ordem de grandeza: 10- 5 Algarismos significativos

Algarismos

significativos

Dependerá da precisão do instrumento de medida utilizado. O número é expresso por algarismos significativos
Dependerá da precisão do instrumento de medida utilizado.
O número é expresso por algarismos significativos e um
duvidoso (último número). Há regras para efetuar cálculos com
algarismos significativos:
para efetuar cálculos com algarismos significativos: Adição e subtração: reduzir todas as parcelas para o

Adição e subtração: reduzir todas as parcelas para o mesmo número de algarismos significativos da parcela de menor precisão e efetuar o cálculo.

98,701 + 345,6 + 21,02421 = 98,7 + 345,6 + 21,0 = 465,3 Multiplicação e
98,701 + 345,6 + 21,02421 = 98,7 + 345,6 + 21,0 = 465,3
Multiplicação e divisão: o resultado final deve possuir o mesmo
número de algarismos significativos do fator de menor precisão.
4,45 X 1,6 = 7,1
• revisão&exercícios
revisão&exercícios

Exercícios

1 (PUCCamp-SP) Adriano assistiu ao treinamento de seus amigos numa pista de ciclismo e anotou
1
(PUCCamp-SP) Adriano assistiu ao treinamento
de
seus amigos numa pista de ciclismo e anotou atem-
po que cada um deles levou para completar a prova.
Veja os dados, em segundos, anotados no quadro:
362 367
382
380
360
400 370
363
A média aritmética dos tempos utilizados pelos ci-
clistas é:
a) 6 min 13 s
b) 6 min 15 s
c) 6 min 18 s
d) 7 min 10 s
e) 7 min 20 s
2 (UFPE-PE) Um estudante de Física aceita o de- safio de determinar a ordem de
2 (UFPE-PE) Um estudante de Física aceita o de-
safio de determinar a ordem de grandeza do número
de feijões em 5 kg de feijão, sem utilizar qualquer
instrumento de medição. Ele simplesmente despeja
os feijões em um recipiente com um formato de pa-
ralelepípedo e conta quantos feijões há na aresta de
menor comprimento e, como mostrado na figura. Ele
verifica que a aresta e comporta 10 feijões. Calcule
a potência da ordem de grandeza do número de fei-
jões no recipiente, sabendo-se que a relação entre
os comprimentos das arestas é: : = ~ = ~.
e= lOfeijões
e
3 (UESC-SC) Racionalizar o uso da água significa usá-la sem desperdício e considerá-la uma prioridade
3 (UESC-SC) Racionalizar o uso da água significa
usá-la sem desperdício e considerá-la uma prioridade
social e ambiental, para que a água tratada nunca
falte nas torneiras. Assim, se por uma torneira de-
feituosa cair uma gota de água a cada segundo e,
em uma hora , o volume de água desperdiçado for de
0,18 litros, é correto afirmar que o volume de uma
gota d'água é igual, em m 3 , a:
a)
5,0
X 10 -a
b) 5,0
X 10- 5
c) 4,0
X 10- 6
d) 4,0
X 10- 9
e) 2,0
X 10- 4
1a Primeiro, se encontra a média aritmética: f - 362 + 367 + 382 +
1a
Primeiro, se encontra a média aritmética:
f -
362 + 367 + 382 + 380 + 360 + 400 + 370 + 363

8

= 2984 = 373 8 Fazendo a conversão para minutos, temos: 1 min - 60s
=
2984
= 373
8
Fazendo a conversão para minutos, temos:
1 min -
60s
373
==> 60 • X =
373 ==> X =
--
x min -
373 S
60
Portanto, a média aritmética é 6 min 13 s.
24a
b
c
{ a= 4c
4
3
= T
=
==>
b =
3c
V = abc =
12 c 3 =
12 x 10 3 =
1,2 x
10 4 = 10 4
Portanto, a potência da ordem de grandeza do número de
feijões é igual a 4.
3a Em uma hora caíram 3 600 gotas, com um volume total de 0,18 L
3a
Em uma hora caíram 3 600 gotas, com um volume total de
0,18 L = 1,8 X 10- 1 L = 1,8 X 10- 4 m 3
volume de cada gota = (volume total / N) =
1,8 X 10- 4
= 5
X
10 - s
m3•
3600
volume de cada gota = (volume total / N) = 1,8 X 10- 4 = 5
volume de cada gota = (volume total / N) = 1,8 X 10- 4 = 5

a Física no campo da ciência

4 (UFPE-PE) Qual a ordem de grandeza, em km/h, da velocidade orbital da Terra em
4 (UFPE-PE) Qual a ordem de grandeza, em km/h,
da velocidade orbital da Terra em torno do Sol? A dis-
tância média da Terra ao Sol é 1,5 X 10 8 km.
a) 10
6
c) 10 4
e) 10 2
b) 10
5
d) 10 3
(UEL-PR)
Espaço
Tempo de prova
percorrido (m)
Atletismo Corrida
100 9,69 s
Nado livre
50 21,30 s
Atletismo Corrida
1500
4 min 01,63 s
Nado livre
5200 14 min 41,54 s
Volta de Classificação de
um carro de Fórmula-1
1 min 29,619 s
De acordo com os dados da tabela e os conhecimen- tos sobre unidades e escalas
De acordo com os dados da tabela e os conhecimen-
tos sobre unidades e escalas de tempo, assinale a
alternativa correta.
a)
A
diferença de tempo entre as provas de 1500 m
do nado livre e de 1500 m do atletismo é de dez
minutos, quarenta segundos e novecentos e dez mi-
lésimos de segundo.
b)
O
tempo da prova de 50 m do nado livre é de vinte
e
um segundos e trinta décimos de segundo.
c)
O
tempo da prova de 1500 m do nado livre é de
quatorze minutos, quarenta e um segundos e qui-
nhentos e quarenta centésimos de segundo.
d)
A
diferença de tempo entre as provas de 100 m

do atletismo e a de 50 metros do nado livre é de onze segundos e sessenta e um centésimos de segundo.

e) A volta de classificação da Fórmula-1 é de um mi- nuto, vinte e nove
e)
A volta de classificação da Fórmula-1 é de um mi-
nuto, vinte e nove segundos e seiscentos e deze-
nove centésimos de segundo.
6 (UEL-PR) Um pequeno animal desloca-se com velocidade média igual a 0,500 m/s. A velocidade
6 (UEL-PR) Um pequeno animal
desloca-se com
velocidade média igual a 0,500 m/s. A velocidade
desse animal em km/dia é:
a) 13,8
c) 43 ,2
e) 4 ,30
b) 48,3
d) 1,80
7 (PUC-RJ) Você está viajando a uma velocidade de
1 km/min. Sua velocidade em km/h é:
a) 3600
d) 60
b) 1/60
e) 1/3 600
c) 3,60
8 (UEL-PR) Sabe-se que o cabelo de uma pessoa
cresce, em média , 3,0 cm a cada dois meses. Su-
pondo que o cabelo não sej a cortado nem caia, o
comprimento total após 10 anos será:
a) 8,0
X 10 2 mm
d) 1,8
X 10 3 mm
b) 1,2
X 10 3 mm
e) 1 ,5
X 10 2 mm
c) 1,0 X 10 3 mm

O revisão&exercícios

,5 X 10 2 mm c) 1,0 X 10 3 mm O revisão&exercícios 4b Distância Terra-Sol
,5 X 10 2 mm c) 1,0 X 10 3 mm O revisão&exercícios 4b Distância Terra-Sol

4b

Distância Terra-Sol = 1,5 X 10 8 km Considerando a trajetória da Terra circular, calculamos
Distância Terra-Sol = 1,5 X 10 8 km
Considerando a trajetória da Terra circular, calculamos a
distância percorrida pela Terra, sendo:
d =
2 · 'TI' X 1,5 X 10 8 km = 9,4 X 10 8 km
O tempo para que a Terra percorra esse trajeto é um ano,
ou seja, 365 dias em média. Encontrando esse valor em
horas, temos:
1 dia
-
24 horas
=H = 8 760 horas
365 dias -
x horas
Fazendo a velocidade média, temos:
-
d
-
9 4
,
X lOª = 1,1 X 10 5 km/h
t
-
V-
8760

5d

21,30 -

6c

9,69 =

11,61 =

11 + 0,61 =

11 + 0,61 =

11 + +

61 100
61
100
v = 0,500 m/s 1 km == 1 X 10 3 m ~ 1 m
v
= 0,500 m/s
1
km == 1 X 10 3 m ~
1
m =
10- 3 km
1
1
dia == 86400 s ~ 1 s == 86400 dia
10- 3
v= 0,500 X
= 0,500 X 86400 X 10- 3 = 43,2
1

86400

Logo , v == 43,2 km/dia. 7d v = 1 km/min 1 h = 60
Logo , v == 43,2 km/dia.
7d
v
= 1 km/min
1
h =
60 min
~
1 min == - 1 -
h
60
Portanto, v =
\ km
= 60 km/h.
60
h

8d

3 cm v = meses = 1,5 cm/mês 1 = 1800 mm = 1,8 X
3
cm
v =
meses
= 1,5 cm/mês
1
=
1800 mm =
1,8 X 10 3 mm

ano = 12 meses 10 anos = 120 meses Comprimento do cabelo = 1,5 X 120 = 180 cm =

1 = 1800 mm = 1,8 X 10 3 mm ano = 12 meses 10 anos
9 (PUC-SP) O Solenoide de Múon Compacto (do in- glês CMS - Compact Múon Solenoid)
9 (PUC-SP) O Solenoide de Múon Compacto (do in-
glês CMS - Compact Múon Solenoid) é um dos detec-
tores de partículas construídos no Grande Colisor de
Hádrons, que irá colidir feixes de prótons no CERN, na
Suíça. O CMS é um detector de uso geral, capaz de
estudar múltiplos aspectos das colisões de prótons a
14 TeV, a energia média do LHC. Contém sistemas
para medir a energia e a quantidade de movimento
de fótons, elétrons, múons e outras partículas resul-
tantes das colisões. A camada detectara interior é um
semicondutor de silício. Ao seu redor, um calorímetro
eletromagnético de cristais centelhadores e rodeado
por um calorímetro de amostragem de hádrons. O ras-
treador e o calorímetro são suficientemente compacta-
dos para que possam ficar entre o ímã solenoidal do
CMS, que gera um campo magnético de 4 teslas.
No exterior do ímã situam-se os detectores de Múons.
Considerando que o campo magnético terrestre sobre a
maior parte da América do Sul é da ordem de 30 micro-
teslas (0,3 gauss), o campo magnético gerado pelo CMS
é maior que o dessa região da terra, aproximadamente,
Dado: 1 microtesla = 1 µT = 10- 5 T
a) 133333 vezes
d) 0,01 vezes
b) 1333 vezes
e) 100 vezes
c) 10000 vezes
10 (UFC-CE) O Sistema Internacional de Unidades e Medidas utiliza vários prefixos associados à unidade-
10 (UFC-CE) O Sistema Internacional de Unidades e
Medidas utiliza vários prefixos associados à unidade-
-base. Esses prefixos indicam os múltiplos decimais
que são maiores ou menores do que a unidade-base.
Indique a alternativa que contém a representação nu-
mérica dos prefixos: micro, nano, deci, centi e mili,
nessa mesma ordem de apresentação.
a) 10- 9 , 10- 12 , 10- 1 , 10- 2 , 10- 3
b) 10 6 , 10- 9 , 10, 10 2 , 10 3
c)
10- 5 , 10- 12 , 10- 1 , 10- 2 , 10- 3
d)
10- 3 ' 10- 12 ' 10- 1 , 10- 2 ' 10- 5
e)
10- 6 , 10- 9 , 10- 1, 10- 2 , 10- 3
11 (Cefet-MG) Nos trabalhos científicos, números muito grandes ou próximos de zero são escritos em
11 (Cefet-MG) Nos trabalhos científicos, números
muito grandes ou próximos de zero são escritos em
notação científica, que consiste em um número x, tal
que 1 < x < 10 multiplicado por uma potência de
base 10. Assim sendo, 0,00000045 deve ser escrito
da seguinte forma:
a)
0,45 X 10- 7
c)
45
X 10- 6
b)
4,5 X 10- 7
d) 4,5 X 10 8
12 (UFRGS-RS) A distância que a luz percorre em um ano, chamada ano-luz, é de
12 (UFRGS-RS) A distância que a luz percorre em
um ano, chamada ano-luz, é de aproximadamente
38 x 4 5 x 5 12 quilômetros.
A notação científica des-
se número é:
a)
9,5 X 10 1 º
d) 95 X 10 12
b)
0,95 X 10 12
e) 9,5 X 10 14
c)
9,5 X 10 12

9a

Dados: BcMs = 4 teslas Bre,ra = 30 micro-teslas = 30 X 10- 5 tesla
Dados:
BcMs =
4 teslas
Bre,ra = 30 micro-teslas = 30 X 10- 5 tesla
A razão é:
BCM$
_
4
Brerra
-
30 X 10-6
= 133 333

10e

micro= 10- 5 nano= 10- 9 deci = 10- 1 centi = 10- 2 mili = 10- 3

10- 9 deci = 10- 1 centi = 10- 2 mili = 10- 3 11b 0,00000045
10- 9 deci = 10- 1 centi = 10- 2 mili = 10- 3 11b 0,00000045
10- 9 deci = 10- 1 centi = 10- 2 mili = 10- 3 11b 0,00000045
10- 9 deci = 10- 1 centi = 10- 2 mili = 10- 3 11b 0,00000045

11b

10- 9 deci = 10- 1 centi = 10- 2 mili = 10- 3 11b 0,00000045

0,00000045 = 4,5 X 10- 7

= 10- 2 mili = 10- 3 11b 0,00000045 = 4,5 X 10- 7 12c 38
12c 38 X 4 5 X 5 12 = 38 X = 9,5 X 10
12c
38 X
4 5 X
5 12 = 38 X
= 9,5 X 10 12 km
1024 X 244 X 10 6 =
1024 X 244 X
10 6 =
= 4,5 X 10- 7 12c 38 X 4 5 X 5 12 = 38 X
= 4,5 X 10- 7 12c 38 X 4 5 X 5 12 = 38 X

a Física no campo da ciência

13 (PUC-SP) A tabela a seguir permite exprimir os va- lores de certas grandezas em
13 (PUC-SP) A tabela a seguir permite exprimir os va-
lores de certas grandezas em relação a um valor deter-
minado da mesma grandeza tomado como referência.
Os múltiplos e submúltiplos decimais das unidades
derivadas das unidades do Sistema Internacional de
Unidades (SI) podem ser obtidos direta ou indireta-
mente dos valores apresentados e têm seus nomes
formados pelo emprego dos prefixos indicados.
Nome Símbolo Fator pelo qual a unidade é multlpllcada tera T 10 12 = 1000
Nome
Símbolo
Fator pelo qual a unidade é multlpllcada
tera
T
10 12 = 1000 000000 000
giga
G
10 9 = 1000000000
mega
M
10 6 = 1000000
quilo
k
10 3 = 1000
hecto
h
10 2 = 100
deca
da
10
= 10
deci
d
10- 1 = 0,1
centi
c
10- 2 = 0,01
mili
m
10- 3 = 0 ,001
micro
µ
10-e = 0,000001
nano
n
10- 9 = 0,000000001
pico
p
10- 12 = 0,000000000001
INMETRO. Quadro Geral de Unidades de Medida. 2. ed. - Brasília, 2000. Assim, por exemplo,
INMETRO. Quadro Geral de Unidades de Medida.
2. ed. - Brasília, 2000.
Assim, por exemplo, se a unidade de referência fosse
o metro (m), teríamos:
28000 µm (micrômetros) =
=28000 x 10- 6 m (metros)= 0,028 m (metros)
Considerando o bel (b) como unidade de referência ,
a
expressão [(O,l 3 Mb) = (0, 5 nb)] é equivalente a:
(2,5 kb)
a) 0,0026 cb c) 0,26 kb e) 26 pb b) 0 ,026 µb d) 2,6
a) 0,0026 cb
c)
0,26 kb
e) 26 pb
b)
0 ,026 µb
d)
2,6 db
14 (UFF-RJ) Os produtos químicos que liberam cloro-
fluorcarbonos para a atmosfera têm sido considera-
dos pelos ambientalistas como um dos causadores
da destruição do ozônio na estratosfera.
A cada primavera aparece no Hemisfério Sul , particu-
larmente na Antártida , uma região de baixa camada
de ozônio ("buraco " ). No ano 2000 , a área dessa re-
gião equivalia a, aproximadamente, 5% da superfície
de nosso planeta.
A ord em de grand eza qu e estima , em km 2 , a área
mencionada é:
a) 10 3
b) 10 4
c) 10 7
d) 10 9
e) 10 12

Dado:

raio da Terra = 6,4 X 10 3 km • revisão&exercícios
raio da Terra = 6,4 X 10 3 km
revisão&exercícios

13b

0,13 Mb X 0 ,5 nb 2,5 kb 0,13 X 10 6 b X 0,5
0,13 Mb X 0 ,5 nb
2,5 kb
0,13 X 10
6
b X 0,5 X 10-
9
-
b
~-----'e-----
-
2,5 X 10 3
b
=
0,026 X 10- 6 b = 0,026 µb

=

2,6 X 10-a b =

10 3 b = 0,026 X 10- 6 b = 0,026 µb = 2,6 X 10-a
14c Área da esfera =? Sendo, r = R = A = 4 · 'IT
14c
Área da esfera
=?
Sendo, r
=
R =
A = 4 · 'IT · r 2
6,4 x 10 3 km
Ar= 4 · 'IT(6,4 X 10 3 ) 2 =
4,8 x
10 8 km 2
Sendo 5%
= 0 ,05 o tamanho do "buraco", portanto:
Ab = 0,05 X 4,8 X
10 8 km 2 = 2,4 X
10 7 km 2
15 (UFG-GO) Leia o texto: Pois há menos peixinhos a nadar no mar Do que
15 (UFG-GO) Leia o texto:
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca
Vinicius de Moraes
Vinicius de Moraes
Supondo que o volume total de água nos oceanos seja de cerca de um bilhão
Supondo que o volume total de água nos oceanos
seja de cerca de um bilhão de quilômetros cúbicos e
que haja em média um peixe em cada cubo de água
de 100 m de aresta, o número de beijos que o poeta
beijoqueiro teria que dar em sua namorada, para não
faltar com a verdade, seria da ordem de:
a) 10 1 º
b) 10 12
c) 10 14
d)
10 16
e) 10 18
16 (UFRRJ-RJ) Uma determinada marca de automó- vel possui um tanque de gasolina com volume
16 (UFRRJ-RJ) Uma determinada marca de automó-
vel possui um tanque de gasolina com volume igual
a 54 litros. O manual de apresentação do veículo
informa que ele pode percorrer 12 km com 1 litro.
Supondo-se que as informações do fabricante sejam
verdadeiras, a ordem de grandeza da distância, medi-
da em metros, que o automóvel pode percorrer, após
ter o tanque completamente cheio, sem precisar rea-
bastecer, é de:
a) 10º
b) 10 2
c) 10 3
d) 10 5
e) 10 6
17 (ITA-SP) Uma gota do ácido CHiCH) 16 COOH se espalha sobre a superfície da
17 (ITA-SP) Uma gota do ácido CHiCH) 16 COOH
se espalha sobre a superfície da água até formar
uma camada de moléculas cuja espessura se reduz
à disposição ilustrada na figura. Uma das termina-
ções deste ácido é polar, visto que se trata de uma
ligação 0-H, da mesma natureza que as ligações
(polares) 0-H da água. Essa circunstância explica
a atração entre as moléculas de ácido e da água.
Considerando o volume 1,56 x 10- 10 m 3 da gota
do ácido, e seu filme com área de 6,25 x 10- 2 m 2 ,
indique a alternativa que estima o comprimento da
molécula do ácido.
a) 0,25
X 10- 9 m
Ácido
b) 0,40 X 10- 9 m
c) 2,50 x
10- 9 m
d)
4,00
X 10- 9
m
e)
25,0
X 10- 9
m
"'
"O
§:
·:;
e-
~
"'o
e.
;::
.,
"O
"' "'
(.)"'
e. ;:: ., "O "' "' (.)"' Hidrogênio Carbono Oxigênio Água 15b Volume = 1 x
e. ;:: ., "O "' "' (.)"' Hidrogênio Carbono Oxigênio Água 15b Volume = 1 x

Hidrogênio

Carbono

Oxigênio

Água
Água
15b Volume = 1 x 10 9 km 3 Cubo = (0,1 km)3 = 1
15b
Volume =
1 x
10 9 km 3
Cubo =
(0,1 km)3 =
1 x
10- 3 km 3
Número de beijos=
1 1 g~ 3 k:3 3
1 1 :
1 x 10- 3 km 3 Número de beijos= 1 1 g~ 3 k:3 3 1

= 10 12 beijos

16e Capacidade do tanque: V = 54 L 12km - 1L ~ x = 648
16e
Capacidade do tanque: V = 54 L
12km -
1L
~
x =
648 km
X
54L

17c

=

6,48 x 105 m= 1ü6 m
6,48 x
105 m= 1ü6 m
V = 1,56 X 10- 10 m 3 A = 6,25 X 10- 2 m
V =
1,56
X 10-
10 m 3
A
=
6,25
X
10- 2 m 2
V = h · A
1,56 X 10- 10 = h · 6,25 X 10- 2
h = 2,5 X 10- 9 m
6,25 X 10- 2 m 2 V = h · A 1,56 X 10- 10 =
6,25 X 10- 2 m 2 V = h · A 1,56 X 10- 10 =

a Física no campo da ciência

18 (Cefet-CE) No painel de um carro, está indicado no velocímetro que ele já "rodou"
18 (Cefet-CE) No painel de um carro, está indicado
no velocímetro que ele já "rodou" 120000 km. A al-
ternativa que melhor indica a ordem de grandeza do
número de voltas efetuadas pela roda desse carro,
sabendo que o diâmetro da mesma vale 50 cm, é:
a) 10 8
b) 10 7
c) 10 6
d) 10 5
e) 10 4

Dados:

Adote 1r = 3. Despreze possíveis derrapagens e fre- nagens.
Adote 1r = 3. Despreze possíveis derrapagens e fre-
nagens.
19 (Cefet-CE) Um fumante compulsivo, aquele que consome em média cerca de 20 cigarros por
19 (Cefet-CE) Um fumante compulsivo, aquele que
consome em média cerca de 20 cigarros por dia, terá
sérios problemas cardiovasculares. A ordem de gran-
deza do número de cigarros consumidos por este fu-
mante durante 20 anos é de:
a) 10 2
b) 10 3
c) 10 5
d) 10 7
e) 10 9

20

(Enem-MEC) Leia o texto:
(Enem-MEC) Leia o texto:
Técnicos concluem mapeamento do aquífero Guarani O aquífero Guarani localiza-se no subterrâneo dos terri- tórios
Técnicos concluem mapeamento do aquífero Guarani
O aquífero Guarani localiza-se no subterrâneo dos terri-
tórios da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com ex-
tensão total de 1200000 quilômetros quadrados, dos
quais 840000 quilômetros quadrados estão no Brasil.
O aquífero armazena cerca de 30 mil quilômetros cúbi-
cos de água e é considerado um dos maiores do mundo.
Na maioria das vezes em que são feitas referências à
água, são usadas as unidades metro cúbico e litro, e
não as unidades já descritas. A Companhia de Sanea-
mento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) divul-
gou, por exemplo, um novo reservatório cuja capacida-
de de armazenagem é de 20 milhões de litros.
Disponível em: <http:/ / noticias.terra.com.br>.
Acesso em: 10 jul. 2009 (adaptado).
Comparando as capacidades do aquífero Guarani e
desse novo reservatório da Sabesp, a capacidade do
aquífero Guarani é:
a) 1,5 X 10 2 vezes a capacidade do reservatório novo.
b) 1,5 X 10 3 vezes a capacidade do reservatório novo.
c) 1,5 X 10 6 vezes a capacidade do reservatório novo.
d) 1,5 X 10 8 vezes a capacidade do reservatório novo.
e) 1,5 X 10 9 vezes a capacidade do reservatório novo.
21 (Uerj-RJ) Leia o texto: O acelerador de íons pesados relativísticos de Brookha- ven (Estados
21 (Uerj-RJ) Leia o texto:
O acelerador de íons pesados relativísticos de Brookha-
ven (Estados Unidos) foi inaugurado com a colisão en-
tre dois núcleos de ouro, liberando uma energia de
10 trilhões de elétrons-volt. Os cientistas esperam, em
breve, elevar a energia a 40 trilhões de elétrons-volt,
para simular as condições do Universo durante os pri-
meiros microssegundos após o "Big Bang."
Ciência Hoje. São Paulo, set. 2000.
Sabendo que 1 elétron-volt é igual a 1,6 X 10- 19
joules, a ordem de grandeza da energia, em joules,
que se espera atingir em breve, com o acelerador de
Brookhaven, é:
a) 10- s
b) 10 - 7
c) 10- a
d) 10 - 5
revisão&exercícios

18b

d= 1,2 X 10 8 m r = 0,50 m perímetro = 2 • 1r
d=
1,2 X 10 8 m
r = 0,50 m
perímetro =
2 • 1r • r =
2 X 3 X 0,5 =
3 m
número de voltas =
_d
1 • 2 X lOª
penmetro
3
=
4 x 10 7 voltas = 10 7 voltas
19c
Consumo médio: 20 cigarros/dia
1
ano
-
365 _dias
x =
di
7300
20
anos
-
x dias
=?
as

Consumo= 20 X 7300 = 146000 =

= 1,46 X 10 5 cigarros 20e Extensão total = 1,2 X 10 6 km
=
1,46 X 10 5 cigarros
20e
Extensão
total =
1,2 X
10 6 km 2
Extensão brasileira = 8,4 x 10 5 km 2
Capacidade
de
armazenamento = 3 X 10 4 km 3
Capacidade da Sabesp = 20 x 10 6 L
Fazendo a conversão de litros para metros cúbicos da
capacidade da Sabesp, temos:
1
L
-
1 X
10- 3 m 3
20
X
10 6 L
-
x m 3
=?
=? X = 20 X 10 3 m 3
=?
X = 2 X 10 4 m 3
Como km 3 = 10 9 m 3 =? Capacidade de armazenamento do Aquífero é
Como km 3 = 10 9 m 3 =?
Capacidade de armazenamento
do Aquífero é 3 x 10 13 m 3
Comparando as capacidades, obtém-se:
capacidade de armazenamento do aquífero
capacidade de armazenamento da Sabesp
3 X 10
13
m 3
-----,----,- = 1,5 X 10 9
2 X 10
4
m 3
21b Energia esperada = 40 x 10 12 eV 1 eV - 1,6 X 10-
21b
Energia esperada = 40 x 10 12 eV
1 eV
-
1,6 X 10- 19 J
=
6 4 X
10 _
6 J
40
X
X J
1012
-
=?X
'
Logo, a ordem de grandeza é 10- 1 •
22 (Enem-MEC) Os números e cifras envolvidos, quando lidamos com dados sobre produção e con-
22 (Enem-MEC) Os números e cifras envolvidos,
quando lidamos com dados sobre produção e con-
sumo de energia em nosso país, são sempre muito
grandes. Apenas no setor residencial, em um único
dia, o consumo de energia elétrica é da ordem de
200 mil MWh. Para avaliar esse consumo, imagine
uma situação em que o Brasil não dispusesse de
hidrelétricas e tivesse de depender somente de ter-
moelétricas, onde cada quilograma de carvão, ao ser
queimado, permite obter uma quantidade de energia
da ordem de 10 kWh. Considerando que um cami-
nhão transporta, em média, 10 toneladas de carvão,
a quantidade de caminhões de carvão necessária
para abastecer as termoelétricas, a cada dia, seria
da ordem de:
a) 20
c)
1000
e) 10000
b) 200
d) 2000
23 (PUC-RJ) O volume do tanque de combustível de um Boeing 767 é de 90000
23 (PUC-RJ) O volume do tanque de combustível de
um Boeing 767 é de 90000 litros. Sabemos que a
queima de 1 litro deste combustível de aviação li-
bera 35,0 MJ da energia (um megajoule equivale a
um milhão de joules). Por outro lado, a explosão de
um kiloton de dinamite (mil toneladas de TNT) libera
4,2 X 10 12 J de energia. Se o tanque de combustível
do Boeing, por um terrível acidente, explodisse, equi-
valeria a quantos kilotons de TNT?
a)
1,34
d) 1,34 X 10 3
b)
0,75
e) 1,08
X
10 7
c) 7,5
X 10 2
24 (UFRN-RN) Dados os números M = 9,84 X 10 15 e N = 1,23
24
(UFRN-RN) Dados os números M = 9,84 X 10 15
e
N = 1,23 X 10 16 ,
pode-se afirmar que:

a)M< N

b) M + N = 1,07 X 10 16 M > N d) M X
b) M + N = 1,07
X 10 16
M > N
d) M X
N = 1,21
X 10 31
25 (Unifesp-SP) Quando se diz que numa determinada
região a precipitação pluviométrica foi de 10 mm, signi-
fica que a precipitação naquela região foi de 10 litros de
água por metro quadrado, em média.
~
.s
~
"'
"O
Volume: 10 litros
§;
·:;
e-
~
"'o
e.
;::
.,
"O
"' "'
(.)"'
Se numa região de 10 km 2 de área ocorreu uma pre-
Se numa região de 10 km 2 de área ocorreu uma
pre-
Se numa região de 10 km 2 de área ocorreu uma pre- cipitação de 5 cm,

cipitação de 5 cm, quantos litros de água foram pre- cipitados?

a) 5 X 10 7 d) 5 X 10 1 º b) 5 X 10
a)
5
X
10
7
d) 5
X 10 1 º
b) 5
X
10 8
e) 5
X 10 11
c)
5 X 10 9

22d

Consumo em 1 dia = 2 X 10 5 MWh = 2 X 10 11
Consumo em 1 dia = 2 X 10 5 MWh = 2 X 10 11 Wh
1 kg de carvão gera 10 kWh = 1 X 10 4 Wh
1 caminhão ~
10 toneladas = 1 X 10 4 kg
Primeiro, se encontra a quantidade em massa necessária
para abastecer a usina termoelétrica.
1
kg
-
1 X
104 Wh
l
l0
4 •
_
1011 =?
X
kg
-
2 X
10 11 Wh =?
X
X -
2 X
=?X= 2 X 10 7 kg
Estabelecendo a quantidade de caminhões:
1
caminhão
-
1 x
10 4 kg
y
-
2 X 10 7 kg =?
=? 1 X
=? y =
10 4 • y = 2 X
10 7 =?
2 x
10 3 = 2 000 caminhões
23b 1 litro 90 000 litros - 35 MJ =? X = 315 X 104
23b
1 litro
90 000 litros
-
35 MJ =? X
=
315 X 104 MJ
x
1 quiloton
4,2 x
10 12 J
X 315 X 1010 J =?X= 0 ,75 kT
_

24a

Como M = 9,84 X 10 15 e N = 1,23 X

então, M + N = 9,84 X 10 15 + 1,23 X 10 16 = 22,14 X 10 15

= 9,84 X 10 15 + 1,23 X 10 16 = 22,14 X 10 15 10
= 9,84 X 10 15 + 1,23 X 10 16 = 22,14 X 10 15 10

10 16 ,

M • N = 1,21 X 10 32 E como a ordem da grandeza de
M • N = 1,21 X 10 32
E como a ordem da grandeza de "N" é maior que "M",
então podemos afirmar que: M < N.
25b Como 10 km 2 = 10 x 10 6 m 2 = 10 7
25b
Como 10 km 2 =
10 x
10 6 m 2 =
10 7 m 2 e
5 cm = 5 x 10- 2 m, podemos obter o volume
multiplicando a altura pela área.
V= h ·A=? V= 10 7 X 5
X
10- 2 = 5 X
10 5 m 3
Como, 1 m X 1 m X 10 X 10- 3 m = 10 L
10- 2 m 3
10 L
-
5 X l05 m3
X L
=?X X 10- 2 = 50 X 10 5 =?
_
=?X= 50 X 10 5 X 10 2 =?
=? X = 5 X 10 8 L
m3 X L =?X X 10- 2 = 50 X 10 5 =? _ =?X= 50
m3 X L =?X X 10- 2 = 50 X 10 5 =? _ =?X= 50

a Física no campo da ciência

26 (Cefet-CE) Se R é o resultado da operação 10 5 + [(2 X 10-
26 (Cefet-CE) Se R é o resultado da operação
10 5 + [(2 X 10- 4 X 10 6 )
(4 X 10- 2 )] + 1,5 X 104,
:
seu valor é:
a) 1,2 X 10 5
b) 2
X 10 5
c) 10 4
d)
1,0 X 10- 4
e)
5,0 X 10- 4
27 (UFRRJ-RJ) Um tenista, numa brilhante jogada du- rante um treino, atirou a bola de
27 (UFRRJ-RJ) Um tenista, numa brilhante jogada du-
rante um treino, atirou a bola de tênis para o outro lado
da quadra. Instantes depois, foi anunciado que a bola
atingiu uma velocidade escalar média de 151,2 km/h.
Expresse essa velocidade no Sistema Internacional de
Unidades.
28 (PUC-RS) Um estudante mandou o seguinte e-mail a um colega: "No último fim de
28 (PUC-RS) Um estudante mandou o seguinte e-mail
a um colega: "No último fim de semana fui com minha
família à praia. Depois de 2 hrs de viagem, tínhamos
viajado 110 Km e paramos durante 20 MIN para des-
cansar e fazer compras em um shopping. Meu pai com-
prou 2 KG de queijo colonial e minha mãe 5 ltrs de suco
concentrado. Depois de viajarmos mais 2 h, com uma
velocidade média de 80 KM/H, chegamos ao destino."
O número de erros referentes à grafia de unidades, nes-
se e-mail, é:
a) 2
b) 3
c) 4
d) 5
e) 6
29 (PUC-RJ) Uma caixa mede
1,5 cm X 40,00 m X 22 mm. O seu volume é:
a) litros
132,0
d)
2 310 x
10- 4 litros
b) x 104 litros
23,10
e)
132,0 x 10- 2 litros
c) 1320 x 10- 2 litros
30 (UFPR-PR) Sobre grandezas físicas, unidades de
medida e suas conversões, considere as igualdades
abaixo representadas:
1.
6 m 2 =
60000 cm 2 •
2.
216 km/h= 60 m/s.
3.
3000
m 3
=
30 litros.
4.
7 200
s = 2 h.
5.
2,5 X
10 5 g = 250 kg.
Indique a alternativa correta.
a) Somente as igualdades representadas em 1, 2 e 4
são verdadeiras.
b) Somente as igualdades
representadas
em
1 ,
2 , 4
e 5 são verdadeiras.
c) Somente as igualdades representadas em 1, 2, 3
e 5 são verdadeiras.
d) Somente as igualdades representadas em 4 e 5
são verdadeiras.
e) Somente as igualdades representadas em 3 e 4
são verdadeiras.
revisão&exercícios

26a

R = 105 + [(2 X 10- 4 X 10 6 )-;- (4 X 10-
R =
105 + [(2 X 10- 4 X 10 6 )-;- (4 X 10- 2 )] + 1,5 X 104::::}
10 5 + [
2 J+1
::::}R =
2
X
l0
5 X
10 4 ::::}
4 X 10- 2
'
::::}R
=
10
5 + 0,5 X
10 4 + 1,5 X
10 4 ::::}
::::}R
=
10 X
10 4 + 0,5 X
10 4 + 1,5 X
10 4 ::::}
::::}R = (10
+ 0,5 + 1,5) X
X 10 5
10 4 ::::}R =
12 X
10 4 ::::}
::::}R= 1,2
27 No Sistema Internacional de Unidades (SI) a velocidade
escalar média é expressa (em m/ s):
151 ,2 km/ h=
151 ,2 x 1000 m/ 3600 s =
42 m/s

28e

O examinador está se referindo ao SI , sendo assim , a unidade utilizada no
O examinador está se referindo ao SI , sendo assim , a
unidade utilizada no SI para o tempo é o segundo, o que
toma os três valores errados no e-mail; a unidade de volume
é o m 3 , o que invalida mais uma unidade; o de espaço é
o metro, o que toma mais uma unidade falsa e, por fim, a
unidade de medida da velocidade é o m/ s, o que invalida
mais uma unidade, totalizando 6 unidades erradas para o SI.

29c

V= 0,15 dm X 400 dm X 0,22 dm = 13,2 L
V= 0,15 dm X 400 dm X
0,22 dm =
13,2 L

30b

1. Correta. 6 rn2 = 6 (100 cm)2 = 6 x 10 4 cm 2
1.
Correta.
6 rn2 =
6 (100 cm)2 =
6
x 10 4 cm 2 = 60000 cm 2 •
2.
Correta.
216 km/ h =
;~; m/ s =
60 m/ s.
3.
Errada.
3000 m 3 = 3000 (1000 L) = 3000000 L.
4.
Correta.
7 200 7200 s = 3 600 h = 2 h. 5. Correta. 2,5 X
7 200
7200 s =
3 600
h =
2 h.
5.
Correta.
2,5 X 10
5
2,5 X
10 5 g =
~---kg
103
=
2,5 X
10 2 kg =
250 g

=

MOVIMENTO RETILÍNEO
MOVIMENTO RETILÍNEO
Assunto Resumo
Assunto
Resumo
Conceito de movimento
Conceito de movimento
Quando a posição do objeto varia em relação a um referencial com o decorrer do
Quando a posição do objeto varia em relação a um referencial
com o decorrer do tempo.

Referencial

a um referencial com o decorrer do tempo. Referencial Aquilo que tomamos como referência para analisar

Aquilo que tomamos como referência para analisar um movimento.

Partícula
Partícula
como referência para analisar um movimento. Partícula Objeto sem dimensões. Chamamos de partícula o objeto que

Objeto sem dimensões. Chamamos de partícula o objeto que tem dimensões desprezíveis quando comparada ao quanto percorre.

Trajetória

Linha descrita pelo móvel ao se deslocar. Movimento retilíneo: quando a trajetória é uma reta.
Linha descrita pelo móvel ao se deslocar.
Movimento retilíneo: quando a trajetória é uma reta.
Movimento curvilíneo: quando a trajetória é uma curva.
Movimento curvilíneo: quando a trajetória é uma curva.
Movimento uniforme
Movimento uniforme
Ocorre quando a velocidade do objeto que se move é constante.
Ocorre quando a velocidade do objeto que se move é constante.

Velocidade

d V= - t em que: v: velocidade (m/s); d: distância percorrida (m); t: tempo
d
V=
- t
em que:
v: velocidade (m/s);
d: distância percorrida (m);
t: tempo decorrido (s).
Relação entre km/h e m/s
Relação entre km/h e m/s
1~ =36 km s , h
1~ =36 km
s
,
h

Aceleração decorrido (s). Relação entre km/h e m/s 1~ =36 km s , h Vr - V

Vr - V 1 8V a=---ouv=- t 8t em que: a: aceleração (m/s 2 );
Vr
-
V 1
8V
a=---ouv=-
t
8t
em que:
a: aceleração
(m/s 2 );
v,: velocidade final do objeto (m/s);
v 1 : velocidade inicial do objeto
(m/s);
t: tempo decorrido (s).
ou
8v: variação da velocidade do objeto (m/s);
8t: intervalo de tempo (s).
da velocidade do objeto (m/s); 8t: intervalo de tempo (s). Velocidade no movimento uniformemente acelerado v

Velocidade no movimento uniformemente acelerado

tempo (s). Velocidade no movimento uniformemente acelerado v = a · t (móvel que parte do
v = a · t (móvel que parte do repouso) em que:
v = a · t
(móvel que parte do repouso)
em que:
v: velocidade final do objeto (m/s);
v: velocidade final do objeto (m/s);
a: aceleração constante (m/s 2 };
a: aceleração
constante (m/s 2 };
final do objeto (m/s); a: aceleração constante (m/s 2 }; t: instante de tempo escolhido (s).

t: instante de tempo escolhido (s).

Assunto Resumo
Assunto
Resumo
Distância percorrida no movimento uniformemente acelerado
Distância percorrida no
movimento uniformemente
acelerado
a ·t2 d = -- 2 em que:
a ·t2
d = --
2
em que:
(móvel partindo do repouso)
(móvel partindo do repouso)
a ·t2 d = -- 2 em que: (móvel partindo do repouso) d: distância percorrida (m);

d: distância percorrida (m); a: aceleração constante (m/s 2 }; t: tempo decorrido (s).

Queda livreaceleração constante (m/s 2 }; t: tempo decorrido (s). Abandonados da mesma altura , um objeto

Abandonados da mesma altura , um objeto leve e um pesado caem simultaneamente, atingindo o
Abandonados da mesma altura , um objeto leve e um pesado
caem simultaneamente, atingindo o chão no mesmo instante
v=g·ted= gt 2 2
v=g·ted=
gt 2
2
em que:
em que:

g: aceleração da gravidade (m/s 2 }; g = 10 m/s 2 (aproximadamente).

da gravidade (m/s 2 }; g = 10 m/s 2 (aproximadamente). Equações do movimento com aceleração
Equações do movimento com aceleração constante em que:
Equações do movimento
com aceleração
constante
em que:

e

a · t2 d = d 0 + V 0 • t + --- 2
a
· t2
d = d 0 + V 0 • t + ---
2
v = v 0 + a · t
v =
v 0 + a · t

v 0 : velocidade inicial (m/s); d 0 : espaço inicial (m).

velocidade inicial (m/s); d 0 : espaço inicial (m). Gráficos dos movimentos Gráfico v X t
Gráficos dos movimentos
Gráficos dos
movimentos
Gráfico v X t para o movimento uniforme v(km/h) A B C D E F
Gráfico v X t para o movimento uniforme
v(km/h)
A
B
C
D
E
F
G
50
O
1
2
3
4
5
6
t(min)
Gráfico d X t para o movimento uniforme
Gráfico d X t para o movimento uniforme
d(m) --------------------------'1 E 250 D : 200 --------------------- 1 e i i tid 150 '
d(m)
--------------------------'1
E
250
D
:
200
---------------------
1
e
i
i
tid
150
'
'
---------------
1
1
'
B
' '
' '
'
100
---------
----~-----1
'
'
'
,
1
:
1
:
flt
:
50 '
:
'
'
5
10
15
20
25
t(s)
. 1· V me maçao - =-=v t
.
V
me maçao - =-=v
t
Gráfico v X t para o movimento acelerado v (m!s) 18 16 14 12 10
Gráfico v X t para o movimento acelerado
v (m!s)
18
16
14
12
10
8
6
4
2
o
1
2
3
4
5
t (s)
. 1· - ô.V me maçao = M = a
.
-
ô.V
me maçao =
M = a

Exercícios

1 (UFPR-PR) Em 1914, o astrônomo americano Ves- ta Slipher, analisando o espectro da luz
1 (UFPR-PR) Em 1914, o astrônomo americano Ves-
ta Slipher, analisando o espectro da luz de várias ga-
láxias, constatou que a grande maioria delas estava
se afastando da Via Láctea. Em 1931, o astrônomo
Edwin Hubble, fazendo um estudo mais detalhado,
comprovou os resultados de Slipher e ainda chegou
a uma relação entre a distância (x) e a velocidade de
afastamento ou recessão (v) das galáxias em relação
à Via Láctea, isto é, x = H~ 1 v. Nessa relação, conhe-
cida com a Lei de Hubble, H 0 é determinado experi-
mentalmente e igual a 75 km/(s·Mpc). Com o auxílio
dessas informações e supondo uma velocidade cons-
tante para a recessão das galáxias, é possível calcu-
lar a idade do Universo, isto é, o tempo transcorrido
desde o Big Bang (Grande Explosão) até hoje.
Considerando 1 pc = 3 X 10 16 m, assinale a alterna-
tiva correta para a idade do Universo em horas.
a)
6,25
X
10 17 •
b)
3,75
X
10 16 .
c)
2,40
X10 18 .
d)
6,66
X
10 15 •
e)
1,11
X 10 14 •
2 (Uerj-RJ) Uma partícula se afasta de um ponto de referência O, a partir de
2 (Uerj-RJ) Uma partícula se afasta de um ponto de
referência O, a partir de uma posição inicial A, no ins-
tante t = O s, deslocando-se em movimento retilíneo
e uniforme, sempre no mesmo sentido.
A distância da partícula em relação ao ponto O, no
instante t = 3,0 s, é igual a 28,0 m e, no instante
t = 8,0 s, é igual a 58,0 m.
Determine a distância, em metros, da posição inicial A
em relação ao ponto de referência O.
3 (Unimontes-MG) Um motorista apressado passa em alta velocidade por uma base da Polícia Rodoviária,
3 (Unimontes-MG) Um motorista apressado passa
em alta velocidade por uma base da Polícia Rodoviária,
com velocidade constante de módulo v. Dez segundos
depois, uma viatura parte em perseguição desse carro
e o alcança nos próximos 30 segundos. A velocidade
escalar média da viatura, em todo o percurso, será de:
a)
v
b)
4v
c)
2v
d)
5v
3
3
3
4 (UFRJ-RJ) Um avião vai decolar em uma pista reti- línea. Ele inicia seu movimento
4
(UFRJ-RJ) Um avião vai decolar em uma pista reti-
línea. Ele inicia seu movimento na cabeceira da pista
com velocidade nula e corre por ela com aceleração mé-
dia de 2,0 m/s 2 até o instante em que levanta voo, com
uma velocidade de 80 m/s, antes de terminar a pista.
a)
Calcule quanto tempo o avião permanece na pista
desde o início do movimento até o instante em que
levanta voo.
b)
Determine o menor comprimento possível dessa
pista.

1e

75 X 10 3 Ho = 75 km/ (s·Mpc) = 1 X 10ª X 3
75 X 10 3
Ho = 75 km/ (s·Mpc) =
1 X 10ª
X 3 X 101ª
=
= 25 X
10- 19 s- 1
1
X = H~ 1 • V = V • Llt
Llt = H~ 1 =
=}
25 X 10 _ 19
4 X 10 17
= 4 X 10 17 S =
h = 1,11 X
10 14 h
3600
2 t 1 = 3 s; S 1 = 28 m; t 2 = 8
2 t 1 = 3 s; S 1 = 28 m; t 2 = 8 s; S 2 = 58 m.
Calculando a velocidade:
v = LlS = 58 - 28 = 30
v = 6 m/s
Llt
8 -
3
5
Calculando a posição inicial A (no instante t = 0):
_
LlS
28 -
SA
6 _
V
-
Llt
-
3 -
0
:::}
=?
28 -
SA =
18
=?
SA = 28 -
18 = 10 m
3b Em 10 s, o motorista percorre: LlS = vt = 10v. A velocidade relativa
3b
Em 10 s, o motorista percorre: LlS = vt = 10v.
A velocidade relativa da perseguição é:
v' _ v =
LlS
v' _ v =
10v
=
i
Llt
30
3

v' =

_ v = LlS v' _ v = 10v = i Llt 30 3 v' =
4v 3
4v
3
4 Da definição de aceleração escalar média: Llv 80 - O a) a = -
4 Da definição de aceleração escalar média:
Llv
80 -
O
a) a
= -
b)D =
=? M = ---
=
= 40 s
M
2
m
at2
2 X 402 = 1600m
2
2
A pista deve ter comprimento mínimo igual à distância percorrida pelo avião na decolagem. Assim,
A pista deve ter comprimento mínimo igual à distância
percorrida pelo avião na decolagem. Assim, D = 1600 m.
comprimento mínimo igual à distância percorrida pelo avião na decolagem. Assim, D = 1600 m. movimento
comprimento mínimo igual à distância percorrida pelo avião na decolagem. Assim, D = 1600 m. movimento

movimento retilíneo

5 (UEM-PR) Aves migratórias que vivem nas regiões da tundra e da taiga deslocam-se do
5 (UEM-PR) Aves migratórias que vivem nas regiões
da tundra e da taiga deslocam-se do hemisfério Norte
para o hemisfério Sul durante o inverno, que é um pe-
ríodo de escassez alimentar.
Nesse contexto, assinale o que for correto.
(01) As aves migratórias pertencem à classe Aves,
e a equação d = vt (d é a distância percorrida,
v é a velocidade e t é o tempo gasto para percor-
rer a distância d) pode ser aplicada ao movimen-
to dessas aves durante o processo de migração,
desde que consideremos que elas façam a migra-
ção com velocidade constante e em linha reta.
(02) As aves não mantêm suas velocidades constan-
tes durante a migração, pois a perfazem em mo-
vimento variado.
(04) Todas as aves que possuem uma estrutura ós-
sea chamada quilha ou carena exercem movi-
mentos migratórios, através do voo.
(08)
O deslocamento das aves migratórias de uma área
de parada A para outra área de parada B pode ser
representado por um vetor, desde que sejam espe-
cificados seu módulo, direção e sentido.
(16) Se as aves migratórias estão voando a uma ve-
locidade de 90 km/h, e o vento sopra no sen-
tido contrário ao deslocamento dessas aves a
60 km/h, a velocidade relativa entre as aves e
o vento é 20 km/h.
6 (UESC-SC) Um veículo automotivo, munido de freios que reduzem a velocidade de 5,0 m/s,
6 (UESC-SC) Um veículo automotivo, munido de
freios que reduzem a velocidade de 5,0 m/s, em
cada segundo, realiza movimento retilíneo uniforme
com velocidade de módulo igual a 10,0 m/s. Em de-
terminado instante, o motorista avista um obstáculo
e os freios são acionados. Considerando-se que o
tempo de reação do motorista é de 0,5 s, a distância
que o veículo percorre, até parar, é igual, em m, a:
a) 17,0
c) 10,0
e) 5,0
b) 15,0
d) 7,0
7 (IFSP-SP) Numa determinada avenida onde a ve-
locidade máxima permitida é de 60 km/h, um moto-
rista dirigindo a 54 km/h vê que o semáforo, distante
a 63 metros, fica amarelo e decide não parar. Saben-
do-se que o sinal amarelo permanece aceso durante
3 segundos aproximadamente, esse motorista, se não
quiser passar no sinal vermelho, deverá imprimir ao
veículo uma aceleração mínima de
O resultado é que esse motorista
m/s 2 •
multado,
pois
a velocidade máxima.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas, cor-
reta e respectivamente.
a) 1,4 -
não será -
não ultrapassará.
b) 4,0 - não será - não ultrapassará.
c) 10 -
não será -
não ultrapassará.
d) 4,0 - será - ultrapassará.
e) 10 -
será -
ultrapassará.
revisão&exercícios
5 O1 + 02 + 08 = 11 (01) Correto. Em todo movimento uniforme podemos
5 O1 + 02 + 08 = 11
(01) Correto.
Em todo movimento uniforme podemos escrever
LlS = vt.
(02) Correto.
Se suas velocidades não são constantes
o movimento é variado.
(04) Falso.
Os pinguins migram e não voam.
(08) Correto.
Qualquer deslocamento pode ser representado por
um vetor.
(16) Falso.
Avelocidade relativa é a subtração das velocidades,
isto é 30 km/h.

6b

= Llv =? Llt = Llv = O - 10 = 0 s Llt a
=
Llv =? Llt =
Llv
=
O -
10
=
0 s
Llt
a
-5
2 '
A figura mostra o gráfico da variação de velocidade em
função do tempo.
v(m/s)
0,5
2,5
t(s)
de velocidade em função do tempo. v(m/s) 0,5 2,5 t(s) A área sombreada é numericamente igual

A área sombreada é numericamente igual ao deslocamento.

LlS = (2,5 + 0,5) X 10 = 15 m 2 7d Dados: v 0
LlS =
(2,5 + 0,5) X 10
=
15 m
2
7d
Dados: v 0 = 54 km/h = 15 m/s; LlS
Calculando a aceleração escalar:
= 63 m; t = 3 s.
ª;
2
+ T
3 2
LlS = v 0 t +
=?
63 = 15 X 3
=?
=? 18 = Jla =? a = 4 m/s 2
2
A velocidade ao passar pelo semáforo é:
v = Vº + at =? v = 15 +
4 X 3 =?
v = 27 m/ s
=?
=? V = 97,2 km/h
Como a velocidade máxima permitida é 60 km/h, o
motorista será multado, pois ultrapassará a velocidade
máxima.
8 (UFSM-RS) Um carro se desloca com velocidade constante num referencial fixo no solo. O
8 (UFSM-RS) Um carro se desloca com velocidade
constante num referencial fixo no solo. O motorista
percebe que o sinal está vermelho e faz o carro parar.
O tempo de reação do motorista é de frações de se-
gundo. Tempo de reação é o tempo decorrido entre o
instante em que o motorista vê o sinal vermelho e o
instante em que ele aplica os freios. Está associado
ao tempo que o cérebro leva para processar as infor-
mações e ao tempo que levam os impulsos nervosos
para percorrer as células nervosas que conectam o
cérebro aos membros do corpo. Considere que o carro
adquire uma aceleração negativa constante até parar.
O gráfico que pode representar o módulo da velocidade
do carro (v) em função do tempo (t), desde o instante
em que o motorista percebe que o sinal está vermelho
até o instante em que o carro atinge o repouso, é:
a) V t b) V t C) V t
a) V
t
b)
V
t
C)
V
t
d) V t e) V t
d)
V
t
e) V
t
9 (UEL-PR) No circuito automobilístico de Spa Francorchamps, na Bélgica, um carro de Fórmula 1
9 (UEL-PR) No circuito automobilístico de Spa
Francorchamps, na Bélgica, um carro de Fórmula 1
sai da curva Raidillion e, depois de uma longa reta,
chega à curva Les Combes.
A telemetria da velocidade versus tempo do carro foi registrada e é apresentada no gráfico
A telemetria da velocidade versus tempo do carro foi
registrada e é apresentada no gráfico a seguir.
A celeração (m /s 2 ) 100 90 80 70 60 50 40++----+--+-+-I-+--+--+-+-+-+------ O 5
A celeração (m /s 2 )
100
90
80
70
60
50
40++----+--+-+-I-+--+--+-+-+-+------
O 5
10
15
2 0
25 Tempo (s)

8b

Até acionar os freios a velocidade permanece constante. Como a aceleração é constante, a velocidade
Até acionar os freios a velocidade permanece constante.
Como a aceleração é constante, a velocidade decresce
linearmente com o tempo.

9d

Observe o gráfico a seguir:
Observe o gráfico a seguir:
Aceleração (m/s 2 ) aceleração 100 / nula 90 ~cele _r~ção 80 pos1t1va e maior
Aceleração (m/s 2 )
aceleração
100
/
nula
90
~cele _r~ção
80
pos1t1va
e maior
70
-----
aceleração
negativa
10
60
aceleração
positiva
e pequena
50
40-+-+--+--+-+--I--+--+--+--+-+-+------
O
5
10
15
20
25 Tempo (s)
positiva e pequena 50 40-+-+--+--+-+--I--+--+--+--+-+-+------ O 5 10 15 20 25 Tempo (s) movimento retilíneo •
positiva e pequena 50 40-+-+--+--+-+--I--+--+--+--+-+-+------ O 5 10 15 20 25 Tempo (s) movimento retilíneo •

movimento retilíneo

Qual das alternativas a seguir contém o gráfico que melhor representa a aceleração do carro
Qual das alternativas a seguir contém o gráfico que
melhor representa a aceleração do carro de F-1 em
função deste mesmo intervalo de tempo?
a) Aceleração (m/s 2 ) 40 30 20 0--0 10 0-0 o 00 -10 o
a)
Aceleração (m/s 2 )
40
30
20
0--0
10
0-0
o
00
-10
o
5
10
15
20
25 Tempo(s)
b)
Aceleração (m/s 2 )
10
0-0
o
-10
-20
-30
-40
00
-
50
o
5
10
15
20
25 Tempo (s)
c)
Aceleração (m/s 2 )
10
00
o
-10
0-0
-20
0-()
-30
-40
-50
o
5
10
15
20
25 Tempo(s)

d)

Aceleração (m/s 2 ) 10 0--0 0--0 o -10 -20 -30 -40 00 - 50
Aceleração (m/s 2 )
10
0--0
0--0
o
-10
-20
-30
-40
00
- 50
o 5 10 15 20 25 Tempo(s) e) Aceleração (m/s 2 ) 40 00 30
o
5
10
15
20
25 Tempo(s)
e)
Aceleração (m/s 2 )
40
00
30
20
10
o
0-0
-10
0-0
o 5
10
15
20
25 Tempo(s)
revisão&exercícios
10 (UFPE-PE) Uma pedra A é lançada para cima com velocidade inicial de 20 m/s.
10 (UFPE-PE) Uma pedra A é lançada para cima com
velocidade inicial de 20 m/s. Um segundo antes, ou-
tra pedra 8 era largada de uma altura de 35 m em
relação ao solo. Supondo o atrito com o ar desprezí-
vel, no instante em que elas se encontram, é correto
afirmar que:
(01) a aceleração da pedra A tem sentido oposto à ace-
leração da pedra 8.
(02) o módulo da velocidade da pedra 8 é de 20 m/s.
(04) o módulo da velocidade da pedra A é de 10 m/s.
(08) a distância percorrida pela pedra A é de 16 m.
(16) a posição da pedra 8 em relação ao solo é de
20 m.
11 (PUC-RJ) Uma pessoa caminha uma distância de 20,0 m em um tempo de 10,0
11 (PUC-RJ) Uma pessoa caminha uma distância de
20,0 m em um tempo de 10,0 s. Qual sua velocidade?
a) 1,6
km/h
d)
7 ,2
km/h
b) 2,5 km/h
e) 9,2 km/h
c) 5,5 km/h
12 (Fatec-SP) Numa viagem de carro de São Paulo
a Santos, percurso de aproximadamente 60 km, um
motorista é informado pelo rádio que o tempo médio
de viagem é estimado em 45 minutos.
Considerando que ele chegue a Santos no tempo
previsto, a velocidade média desenvolvida deverá ser,
aproximadamente, em km/h, de:
a) 90 b) 80
c) 70
d) 60
e) 50
13 (UFRJ-RJ) João fez uma pequena viagem de carro de sua casa, que fica no
13 (UFRJ-RJ) João fez uma pequena viagem de carro
de sua casa, que fica no centro da cidade A, até a
casa de seu amigo Pedro, que mora bem na entrada
da cidade 8. Para sair de sua cidade e entrar na ro-
dovia que conduz à cidade em que Pedro mora, João
percorreu uma distância de 10 km em meia hora.
Na rodovia, ele manteve uma velocidade escalar
constante até chegar à casa de Pedro. No total, João
percorreu 330 km e gastou quatro horas e meia.
casa do
10km Pedro ~ ~ casa do João a) Calcule a velocidade escalar média do carro
10km
Pedro
~
~
casa do
João
a)
Calcule a velocidade escalar média do carro de
João no percurso dentro da cidade A.
b)
Calcule a velocidade escalar constante do carro na
rodovia.
14 (Cefet-SC) Dois corredores partem simultanea- mente de um mesmo ponto e percorrem a mesma
14 (Cefet-SC) Dois corredores partem simultanea-
mente de um mesmo ponto e percorrem a mesma
rua, no mesmo sentido, com velocidades constantes
de 4,2 m/s e 5,4 m/s, respectivamente. A distância
entre os dois corredores será de 60 metros após:
a) c) 50 s
30 s
e) 1 h
b) d) 40
10 min
min

10 02 +

04 = 06 Vamos supor que a pedra A tenha sido lançada do solo, onde
04 = 06
Vamos supor que a pedra A tenha sido lançada do solo,
onde se adota o referencial, com trajetória orientada para
cima. Analisando cada uma das proposições:
(01) Incorreto.
A aceleração de ambas as pedras é a aceleração da
gravidade local, a = -g.
(02) Correto.
Como a pedra B é largada 1 segundo antes, seu
tempo de movimento é t + 1, em relação à pedra A.
Adotando o referencial no solo, as equações das
~lturas das ped:t~ são:
_
2
{ hA -h 0 i +v 0 i +- 2 -
hA-20t -5t
_
a · (t + 1) 2
_
2
~-~;+~;+
~-3~-5X~+U
2
Para calcular o instante de encontro, igualamos as
duas equações:
20t -
5t 2 = 35 -
5 X (t +
1) 2
==* 20t -5t 2 =
= 35 - 5t 2 -10t - 5 ==* 30t = 30 ==* t = 1 s
A velocidade da pedra B nesse instante é:
g(t + 1) = -
10 X (1
+ 1) =
-
20 m/s
VB =
VOB
-
Em módulo, 1v 8 1 = 20 m/s.
(04) Correto.
gt = 20 -
10 X
1 = 10 m/s
VA
= VOA
-
(08) Incorreto.
Até o instante de encontro, a distância percorrida
pela pedra A é:
t 2
2
~s
= L
= 10 x 1
= 5 m
2
2
A
(16) Incorreto.
A posição da pedra B no instante de encontro é:
h 8 =
35 -
5X(1+1) 2 = 15 m
11d ~s = 20,0 m = 20,0 x 10- 3 km ~t = 10,0 s
11d
~s =
20,0 m = 20,0
x 10- 3
km
~t =
10,0 s =
2,8 X 10- 3
h
v =
~s
=
Ât
20,0 x 10-3 = 7,2 km/h
2,8 X 10- 3

12b

-ª- h ~S = 60 km e ~t = 45 min = 4 ~s 60
-ª- h
~S
= 60 km e ~t = 45 min =
4
~s
60
Vm = ~t
= 3
= 80 km/h
4
13 a) Dados: ~s =
10 km; ~t =
0,5
h.
~s
10
Vm = Ât
=
0, 5
==* v m = 20 km/h.
b) O espaço percorrido da saída da cidade A até a entrada
da cidade B é: ~s· =
330 -
10 =
320 km
Otempo gasto nesse percurso é:
M =
4,5 -
0,5 =
4 h
v'
=
~S'
=
32
º ==*
v'
= 80 km/h
~t'
4
m
m
14c As funções horárias dos corredores são: 1- S 1 = 4,2 · t li
14c
As funções horárias dos corredores são:
1- S 1 = 4,2 · t
li - S 2 = 5,4 · t
Como 60 m = S 2 - S 1 então
S 2 =
60 +
S 1
Substituindo I e li na
equação
anterior, temos:
5,4 · t = 60 +
(4,2 · t)
==* (5,4 -
4,2) · t = 60
==*
60
==* 1,2 · t = 60 ==* t = 1, 2 = 50 s
movimento retilíneo •
15 (Cefet-SC) O corredor jamaicano Usain Bolt que- brou o recorde mundial com o tempo
15 (Cefet-SC) O corredor jamaicano Usain Bolt que-
brou o recorde mundial com o tempo de 9,58 segun-
dos nos 100 metros rasos, no Mundial de Atletismo
em Berlim.
Sua velocidade variou de acordo com a tabela a seguir:
Distância {m) 10 20 50 65 80 100 Velocldade 19,04 36,36 43,38 44,72 43,92 43,38
Distância {m)
10 20
50
65 80
100
Velocldade
19,04
36,36
43,38
44,72
43,92
43,38
{km/h)
De acordo com os dados da tabela anterior, qual o
valor de sua velocidade final em m/s?
a)
5,29
c) 12,42
e) 12,05
b)
12,20
d) 10,10
16 (UFPA-PA) Considere o texto e a figura mostrados a seguir. Na semana passada, foram
16 (UFPA-PA) Considere o texto e a figura mostrados
a seguir.
Na semana passada, foram exatos 3 centésimos de
segundo que permitiram ao jamaicano Asafa Powe/1,
de 24 anos, bater o novo recorde mundial na corrida
de 100 m rasos e se confirmar no posto de corredor
mais veloz do planeta. Powe/1 percorreu a pista do es-
tádio de Rieti, na Itália, em 9, 74 s, atingindo a veloci-
dade média de 37 km/h. Anteriormente, Powe/1 dividia
o recorde mundial, de 9, 77 s, com o americano Justin
Gatlin, afastado das pistas por suspeita de doping.
VEJA, 19 set. 2007.
A mais rápida das corridas
Na prova de 100 metros, um atleta
de elite leva menos de 2 décimos
de segundo para reagir ao tiro de partida.
!ll
Largada
39 km/ h
43 km/h
40 km/h
l'.l
Baseado no texto e na figura julgue as afirmações
a seguir:
1. O movimento do atleta é acelerado durante toda
a corrida.
li. A aceleração do atleta é negativa no trecho entre
60 me 100 m.
Ili. A máxima velocidade atingida pelo atleta é da or-
dem de 11,9 m/s.
IV. No trecho entre 50 m e 60 m, o movimento do
atleta é uniforme.
Estão corretas somente as afirmações:
a)lell
c)lelV
e)ll,lllelV
b)
li e Ili
d) 1, li e IV
17 (Cefet-SC) Às 13h30, partiu um ônibus de Flo-
rianópolis em direção a Laguna. A distância entre as
cidades é de 100 km, e o motorista manteve uma ve-
locidade média de 60 km/h ao fazer esse percurso.
A que horas o ônibus chegou a Laguna?
a) Às 15h10
c)
Às 14h30
e) Às 16h10
b) d) Às 15h50
Às 14h50
revisão&exercícios
15e v, = 43,38 = 12,05 m/s 3,6
15e
v, =
43,38 = 12,05 m/s
3,6
16e 1. Falsa, pois no trecho entre 50 e 60 metros o atleta desenvolve uma
16e
1.
Falsa, pois no trecho entre 50 e 60 metros o atleta
desenvolve uma velocidade constante.
li.
Correta, pois no trecho entre 60 e 100 metros o atleta
sofre uma desaceleração devido ao limite alcançado
pelos músculos.
3
Ili.
Correta, pois 43 km/h = 43 x 3 1 i 00 ~= 11,9 m/s.
IV. Correta, como é demonstrado pela imagem do exercício.
IV. Correta, como é demonstrado pela imagem do exercício.
17a A velocidade média é dada por: = ~s =* 60 = 100 =* ~t
17a
A velocidade média é dada por:
= ~s =*
60 =
100
=* ~t =
100
=
1Q_
v
M
M
60
6
=
~
h
=
1 h +
;
h =
1 h +
;
(60 min) =
1 h 40 min
Se ele saiu às 13 h 30 min, chegará às
13
h 30min + 1 h 40 min =
14 h 70 min =
15 h 10 min.
18 (Cefet-SC) Um automóvel realiza uma viagem de 400 km com uma velocidade média de
18 (Cefet-SC) Um automóvel realiza uma viagem de
400 km com uma velocidade média de 80 km/h. Um
segundo automóvel, partindo do mesmo ponto uma
hora mais tarde, chega ao mesmo destino e no mes-
mo instante que o primeiro automóvel. Qual a veloci-
dade média do segundo automóvel?
a) c)
66,67 km/h
90 km/h
e) 120 km/h
b) d) 100 km/h
160 km/h
19 (Unicamp-SP) A Copa do Mundo é o segundo maior evento desportivo do mundo, ficando
19 (Unicamp-SP) A Copa do Mundo é o segundo
maior evento desportivo do mundo, ficando atrás
apenas dos Jogos Olímpicos. Uma das regras do fu-
tebol que gera polêmica com certa frequência é a do
impedimento. Para que o atacante A não esteja em
impedimento, deve haver ao menos dois jogadores
adversários a sua frente, G e Z, no exato instante em
que o jogador L lança a bola para A (veja a figura a
seguir). Considere que somente os jogadores G e Z
estejam à frente de A e que somente A e Z se deslo-
cam nas situações descritas a seguir.
l." ~ ., " "' "o > ·;; E" ~ "'o a. ;:: ., L
l."
~
.,
"
"'
"o
>
·;;
E"
~ "'o
a.
;::
.,
L
A
••
"
--
"' "' "'
(.)
a) Suponha que a distância entre A e Z seja de 12 m. Se A
a) Suponha que a distância entre A e Z seja de 12 m.
Se A parte do repouso em direção ao gol com ace-
leração de 3 ,0 m/s 2 e Z também parte do repouso
com a mesma aceleração no sentido oposto, quan-
to tempo o jogador L tem para lançar a bola depois
da partida de A antes que A encontre Z?
b) árbitro demora 0 ,1 s entre o momento em que vê
O
o
lançamento de L e o momento em que determina
as posições dos jogadores A e Z. Considere agora
que A e Z movem-se como indica a figura, a veloci-
dades constantes de 6,0 m/s. Qual é a distância
mínima entre A e Z no momento do lançamento
para que o árbitro decida de forma inequívoca que
A não está impedido?
20 (Uerj-RJ) Um foguete persegue um avião , ambos com velocidades constantes e mesma direção.
20 (Uerj-RJ) Um foguete persegue um avião , ambos
com velocidades constantes e mesma direção. En-
quanto o foguete percorre 4 ,0 km, o avião percorre
apenas 1,0 km. Admita que, em um instante t 1 , a
distância entre eles é de 4 ,0 km e que, no instante
t 2 , o foguete alcança o avião.
No intervalo de tempo t 2 -
t 1 , a distância percorrida
pelo foguete , em km, corresponde aproximadamente a:
a) 4,7
b) 5,3
c) 6 ,2
d) 8 ,6
18d O primeiro automóvel utilizou um intervalo de tempo Llt para chegar ao destino. Este
18d
O primeiro automóvel utilizou um intervalo de tempo Llt
para chegar ao destino. Este intervalo Llt vale:
v = LlS =? 80 = 400 =? Llt = 400 = 5 h
Llt
Llt
80
Osegundo automóvel, por ter saído 1 h mais tarde e chegado ao mesmo tempo que
Osegundo automóvel, por ter saído 1 h mais tarde e
chegado ao mesmo tempo que o primeiro, teve 1 h a
menos de viagem, ou seja 4h. Sua velocidade média será
LlS 400 de v = Llt = - 4 - = 100 km/h. 19 a)
LlS
400
de v = Llt = - 4 -
= 100 km/h.
19 a) Como A e Z se deslocam em sentidos opostos, o módulo
da aceleração relativa entre eles é a = 6 m/s 2 .
A distãncia entre eles é D = 12 m.
Tratando-se de movimento uniformemente variado:
D
= _!_ at 2
=? 12 = _!_ X 6t 2 =? t 2 = 4 =? t = 2 s
2
2
Poderíamos, ainda, considerar que, como as acelerações têm mesmo módulo, cada jogador percorre até o
Poderíamos, ainda, considerar que, como as acelerações
têm mesmo módulo, cada jogador percorre até o
encontro metade da distãncia que os separa, ou seja,

d= 6m.

d = _!_ at 2 =? 6 = _!_3t 2 =? t 2 = 4
d
= _!_ at
2
=? 6 = _!_3t 2 =? t 2 = 4 =? t = 2 s
2
2
b) Cada jogador tem velocidade constante de 6 m/s, em
sentidos opostos. No intervalo de 0,1 s, o deslocamento
de cada um é:
LlS = v M = 6 X (0,1) = 0,6 m
Portanto, no momento do lançamento, a distãncia
mínima (Dmín> entre eles tem que ser:
Dmín = 2 X (0,6) =? Dmín =
1,2 m
Poderíamos também usar a velocidade relativa entre
eles: v,., = 12 m/s. Assim:
Dmín= v,. 1 Llt = 12 X (0,1) =? Dmín = 1,2 m
20b A velocidade do foguete (v,) é 4 vezes a velocidade do avião (v. )
20b
A velocidade do foguete (v,) é 4 vezes a velocidade do
avião (v. ) =?
v, = 4 v.
o
4
(km)

(origem)

Equacionando os dois movimentos uniformes, com origem no ponto onde está o foguete no instante
Equacionando os dois movimentos uniformes, com origem
no ponto onde está o foguete no instante t 1 :
s, = v, t =? s, = 4 v. te s. = 4 + v. t
Igualando as funções horárias para instante de alcance
(t): s, = s. =? 4 v. t2 = 4 + v. t2 =? 3
(t):
s, = s. =? 4 v. t2 = 4 + v. t2 =? 3 v. t2 = 4 =?
=? t
= _i_
2 3v.
Substituindo:
S = 4v · (_i_)
13
=? s,= 3
km = 5,3 km
3v.
f
a
= 4 =? =? t = _i_ 2 3v. Substituindo: S = 4v · (_i_) 13
= 4 =? =? t = _i_ 2 3v. Substituindo: S = 4v · (_i_) 13

movimento retilíneo

21 (FGV-SP) O engavetamento é um tipo comum de acidente que ocorre quando motoristas deliberada-
21 (FGV-SP) O engavetamento é um tipo comum de
acidente que ocorre quando motoristas deliberada-
mente mantêm uma curta distância do carro que se
encontra à sua frente e este último repentinamente
diminui sua velocidade.
Em um trecho retilíneo de uma estrada, um automó-
vel e o caminhão, que o segue, trafegam no mesmo
sentido e na mesma faixa de trânsito, desenvolvendo,
ambos, velocidade de 108 km/h. Num dado momento,
os motoristas veem um cavalo entrando na pista. As-
sustados, pisam simultaneamente nos freios de seus
veículos aplicando, respectivamente, acelerações de
intensidades 3 m/s 2 e 2 m/s 2 • Supondo desacelera-
ções constantes, a distância inicial mínima de sepa-
ração entre o para-<;hoque do carro (traseiro) e o do
caminhão (dianteiro), suficiente para que os veículos
parem, sem que ocorra uma colisão, é, em m, de:
a)50
c) 100
e)150
b)75
d)125
22 (UFSM-RS) Ao se aproximar uma tempestade, um índio vê o clarão do raio e,
22 (UFSM-RS) Ao se aproximar uma tempestade, um
índio vê o clarão do raio e, 15 s após, ouve o trovão.
Sabendo que no ar a velocidade da luz é muito maior
que a do som (340 m/s), a distância, em km, de onde
ocorreu o evento é:
a) 1,7
b) 3,4
c) 4,8
d) 5,1
e) 6,5
23 (PUC-RJ) Uma família viaja de carro com velocida- de constante de 100 km/h, durante
23 (PUC-RJ) Uma família viaja de carro com velocida-
de constante de 100 km/h, durante 2 h. Após parar
em um posto de gasolina por 30 min, continua sua
viagem por mais 1 h 30 min com velocidade constan-
te de 80 km/h. A velocidade média do carro durante
toda a viagem foi de:
a) 80 km/h
d) 140 km/h
b) 100 km/h
e) 150 km/h
c) 120 km/h
24 (PUC-PR) O sistema rodoviário ainda é o principal transportador de cargas agrícolas. Na maioria
24 (PUC-PR) O sistema rodoviário ainda é o principal
transportador de cargas agrícolas. Na maioria das
vezes, é a única alternativa para movimentação des-
se tipo de produto, devido à escassez de hidrovias e
ferrovias que liguem grandes distâncias e, ao mesmo
tempo, situem-se perto das fazendas, com ramais e
estações de embarque e descarga.
O transporte de cargas agrícolas através da nave-
gação costeira (cabotagem) tem-se mostrado eficaz
para a movimentação de grandes volumes. No en-
tanto, a utilização da cabotagem como alternativa a
outros tipos de transporte enfrenta problemas com a
falta de navios e a inexistência de serviços com esca-
las regulares. Além disso, o Brasil possui 42 mil qui-
lômetros de hidrovia, mas apenas 10 mil quilômetros
são efetivamente utilizados.
revisão&exercícios

21b

v = 108 km/h = 30 m/s 8 caminhão = - 2 m/s 2 ªcarro=
v =
108 km/h = 30 m/s
8 caminhão = - 2 m/s 2
ªcarro=
-3 m/s2
Frenagem do caminhão
v, =vi +
at
O= 30 -
2t
15 S
Tcaminhão =
Distância que o caminhão percorre na frenagem
.ó.S =
vt +
at2
~
.ó.S
=
30 X 15
2 X 152
~
2
2
~
.ó.S =
450 -
225 ~
.ó.Scaminhão =
225 m
Como, S 0 = Oobtém se:
.ó.S = S, -
S 0
~
S,
= .ó.S
~
S,
= 225 m
Frenagem do carro
v, =
vi +
at ~ O = 30 -
3t ~
tcarro =
10 s
Distância que o carro percorre na frenagem:
.ó.S = vt +
at2
~ .ó.S = 30 X
10
3 X 102
~
2
2
~ .ó.S = 300 - 150 ~ .ó.S = 150 m carro $carro = 150
~ .ó.S = 300 -
150 ~
.ó.S
=
150 m
carro
$carro =
150 m
Como o espaço inicial do carro é a distância de segurança
para que ambos não colidam, fazendo a diferença entre os
tempos de frenagem se obtém a distância necessária para
não ocorrer a colisão:
.ó.S = $caminhão -
$carro =
225 -
150 = 75 m

22d

Como a velocidade da luz é muito grande, se pode considerar como instantânea a visualização
Como a velocidade da luz é muito grande, se pode
considerar como instantânea a visualização do raio, ou
seja, t = O; já a velocidade do som é de 340 m/s, sendo
ouvido 15 s após a visualização do raio, por definição:
v = !~ ,como v é constante, podemos isolar a diferença
de espaço, ou seja, .ó.S = v X .ó.t, substituindo os valores, .ó.S = 340
de espaço, ou seja, .ó.S = v X .ó.t, substituindo os valores,
.ó.S = 340
X
15 = 5100 m = 5,1 km
23a
Primeiro momento:
!~
V =
~
.ó.S =
V
X .ó.t = 100 X 2 = 200 km
Segundo momento:
o ~
V =
.ó.S = o
Terceiro momento:
!~
v =
~ .ó.S = v X M = 80 X 1,5 =
120 km
Para todo o percurso:
.ó.S =
200 + O + 120 = 320 km
M =
2 + 0,5 + 1,5 =
4 h
Velocidade média
v =
.ó.S
=
320
= 80 km/ h
M
4
A ineficiência no transporte de produtos agrícolas também está presente nas ferrovias que, embora tenham
A ineficiência no transporte de produtos agrícolas
também está presente nas ferrovias que, embora
tenham recebido investimento com a privatização,
ainda estão longe de suprir a demanda do setor do
agronegócio. Além da ampliação da malha, é urgente
a modernização do maquinário. Com os trens e bito-
las atuais, a velocidade média das composições não
ultrapassa lentos 25 km/h.
Analise os itens a seguir e indique a alternativa correta: a) Se a velocidade dos
Analise os itens a seguir e indique a alternativa correta:
a) Se a velocidade dos trens sofresse aumento de
5 km/h na sua velocidade média, um percurso de
600 km poderia ser realizado em 4 horas a menos.
b) Suponha que um caminhão faça um percurso de
420 km em 6 h, então, sua velocidade média é 2 ,5
vezes maior que a velocidade média dos trens.
c) Se uma carga de soja percorrer, através de meio ro-
doviário, uma distância de 3000 km com velocida-
de média de 60 km/h pode-se dizer que o percurso
será feito, no máximo, em dois dias.
d) De acordo com estudos, a hidrovia é o transporte
mais barato e menos utilizado no Brasil. Conside-
rando que a velocidade das águas de um rio é de
15 km/h e que um barco está a 25 km/h em re-
lação às águas desse mesmo rio, tem-se que a
velocidade do barco em relação à terra, se o barco
desce o rio, é de 40 m/s.
e) Se uma carga de 20 ton de trigo é transportada
por um caminhão por 10 h, com velocidade média
de 50 km/h , e se o custo de transporte rodoviário
é de R$ 0 ,40 ton/km, o valor de transporte é de
R$ 500,00.
25 (Fuvest-SP) Astrônomos observaram que a nossa galáxia, a Via Láctea, está a 2 ,5
25 (Fuvest-SP) Astrônomos observaram que a nossa
galáxia, a Via Láctea, está a 2 ,5 X 10 6 anos-luz de
Andrômeda, a galáxia mais próxima da nossa.
Com base nessa informação, estudantes em uma
sala de aula afirmaram o seguinte:
1. A distância entre a Via Láctea e Andrômeda é de
2,5 milhões de km.
li. A distância entre a Via Láctea e Andrômeda é
maior que 2 x 10 19 km.
Ili.
A luz proveniente de Andrômeda leva 2 ,5 milhões
de anos para chegar à Via Láctea.
Está correto apenas o que se afirma em:
a) 1
b) li
c) Ili
d) 1e Ili
e) li e Ili
se afirma em: a) 1 b) li c) Ili d) 1e Ili e) li e Ili
se afirma em: a) 1 b) li c) Ili d) 1e Ili e) li e Ili

Dado: 1 ano tem aproximadamente 3 X 10 7 s.

24a

Para um percurso de 600 km, com velocidade de 25 km/h, 6 2 ºi o
Para um percurso de 600 km, com velocidade de 25 km/h,
6 2 ºi
o tempo
de viagem é de
=
24 h
Aumentada a velocidade em 5 km/h o tempo de viagem
~g
será
=
20 h.
Isto é uma redução de 4 h, o que
torna a alternativa a correta.
Para o caminhão da opção b: v =
4 ~ 0
= 70 km/h. Em
comparação aos trens:
;~
= 2,88 vezes, o que torna a
alternativa b incorreta.
3 ~go = 50 h > 48
Para o
item c:
h
~
mais que dois

dias. Para o item d: 15 km/h + 25 km/h= 40 km/h, que é diferente de 40 m/s. Efinalmente:

40 km/h, que é diferente de 40 m/s. Efinalmente: v = LlS =} 50 = LlS
v = LlS =} 50 = LlS =} LlS = 500 km M 10 No
v =
LlS
=}
50 =
LlS
=}
LlS =
500 km
M
10
No custo de R$ 0,40 por quilômetro
~
para transportar
1 ton por 500 km
Para 20 ton
~
~
20
200 reais.
x 200 = 4 000 reais, e não 500 reais.
25e 1. Incorreto. Édesnecessário efetuar cálculos, pois 1 ano-luz é a distância que a luz
25e
1. Incorreto.
Édesnecessário efetuar cálculos, pois 1 ano-luz é a
distância que a luz percorre em 1 ano, no vácuo. Em
todo caso, iremos usá-los nos itens seguintes:
d=v X t =}
=}
d = (3 X 105 km/s) X (2,5 X 106 anos X 3 X
10 7
s/ano) =}
2,25 X 10 19 km
li. Correto.
Veja os cálculos efetuados no item anterior.
Ili. Correto.
=} 2,25 X 10 19 km li. Correto. Veja os cálculos efetuados no item anterior. Ili.
=} 2,25 X 10 19 km li. Correto. Veja os cálculos efetuados no item anterior. Ili.

movimento retilíneo

26 (UPM-SP) Dois automóveis A e B se movimentam sobre uma mesma trajetória retilínea, com
26 (UPM-SP) Dois automóveis A e B se movimentam
sobre uma mesma trajetória retilínea, com suas veloci-
dades variando com o tempo de acordo com o gráfico
a seguir. Sabe-se que esses móveis se encontram no
instante 10 s. A distância entre eles, no instante inicial
(t = O s), era de:
v(m/s) A 45 30 t (s) -10 -30 --------------
v(m/s)
A
45
30
t (s)
-10
-30
--------------
a) 575 m b) 425 m c) 375 m d) 275 m e) 200 m
a)
575 m
b) 425 m
c)
375 m
d) 275 m
e)
200 m
27 (CPS-SP) Considere que Roberto, em suas cami- nhadas de 2 000 m para manter
27 (CPS-SP) Considere que Roberto, em suas cami-
nhadas de 2 000 m para manter o seu condicionamen-
to físico, desenvolva uma velocidade média de 5 km/h.
O tempo gasto para percorrer esta distância é de:
a) 12 min
b) 20 min
c) 24 min
d) 36 min
e) 40 min
28 (PUC-RJ) Uma tartaruga caminha, em linha reta,
28 (PUC-RJ) Uma tartaruga caminha, em linha reta,

a 40 m/h, por um tempo de 15 min. Qual a distância percorrida?

a) 30 m b) 10 km c) 25 m d) 1 km e) 10 m
a) 30 m
b) 10 km
c) 25 m
d) 1 km
e) 10 m
• revisão&exercícios
revisão&exercícios

26a

Calculemos a aceleração escalar de cada móvel, 1~ . lembrando que: a = a 30
Calculemos a aceleração escalar de cada móvel,
1~ .
lembrando que: a =
a 30
=
45 -
=
1 5 m/s2
1 o
10 -
'
a (-10)
=
-30 -
_ 2 m/s2
2 10 -
o
-
Sendo S = S 0 + Vl + ~ at2, a função horária do espaço
Sendo S =
S 0 + Vl +
~ at2, a função horária do espaço
para um MUV, temos:
SA =S OA + 30t + 0,75t 2
=
1ot -
t 2
sB
s 0 B
-
Igualando as funções para t = 10 s, e fazendo S 0 A = O,
temos:
30 X (10) + 0,75 X (10)2 = SOB - 10 X (10) - (10)
30 X (10) + 0,75 X (10)2 = SOB -
10 X (10) -
(10) 2 =}
=} 375 = S 0 B- 200 =} S 0 B= 575 m, que é a
distância inicial entre os móveis, pois supusemos o móvel
A partindo da origem.
Uma solução mais simples é usar a propriedade da "área"
no gráfico v X t, calculando os espaços percorridos de O a
10 s para cada móvel.
âSA =
(45 + 30)
x 10
= 375m
2
âSB = (-10 - 30) X 10 2
âSB =
(-10 -
30) X 10
2

= -200 m

+ 30) x 10 = 375m 2 âSB = (-10 - 30) X 10 2 =
+ 30) x 10 = 375m 2 âSB = (-10 - 30) X 10 2 =

A distância entre eles é, entâo: d = 375 + 200 = 575 m.

distância entre eles é, entâo: d = 375 + 200 = 575 m. 27c Dados: v
distância entre eles é, entâo: d = 375 + 200 = 575 m. 27c Dados: v
27c Dados: v = 5 km/h; âS = 2 000 m = 2 km. v
27c
Dados: v = 5 km/h; âS =
2 000 m =
2 km.
v =
âS
ât =
âS
=}
=
1
=
O4 h
=}
ât
V
5
'
ât
=
0,4 x 60
ât = 24 min
=}
=}
28e Como: 15 min - lt hh =} 60 . t = 15 =} t
28e
Como:
15 min
-
lt hh
=} 60 . t =
15 =} t =
6150
=}
60min -
0,25 h
=} t =
V =
40 m/ h
v =
~}
âS = v · ât =} âS = 40 X 0,25 =
10 m
=}
FORÇA E MOVIMENTO
FORÇA E MOVIMENTO
Assunto Resumo
Assunto
Resumo
Força de contato
Força de contato
Existe o contato entre o objeto que exerce a força e o objeto que a
Existe o contato entre o objeto que exerce a força e o objeto que
a recebe.
Força de ação à distância
Força de ação à distância
Manifestam-se sem que os corpos envolvidos se toquem.
Manifestam-se sem que os corpos envolvidos se toquem.

Força

Intensidade ou módulo: valor da força.
Intensidade ou módulo: valor da força.

Direção: reta ao longo da qual a força atua.

da força. Direção: reta ao longo da qual a força atua. Sentido: orientação da força. Medida

Sentido: orientação da força.

da qual a força atua. Sentido: orientação da força. Medida de uma força 1 quilograma-força (1
Medida de uma força
Medida de uma força
1 quilograma-força (1 kgf) é a força com que a Terra atrai o
1 quilograma-força (1 kgf) é a força com que a Terra atrai o

quilograma-padrão (isto é, seu peso) ao nível do mar e a 45° de latitude.

1
1
(isto é, seu peso) ao nível do mar e a 45° de latitude. 1 kgf =

kgf = 9,8 N (ou 10 N, aproximadamente)

Primeira lei de Newton:
Primeira lei de Newton:

inércia

Aristóteles: um objeto só pode permanecer em movimento se existir uma força atuando sobre ele.
Aristóteles: um objeto só pode permanecer em movimento se
existir uma força atuando sobre ele.
Galileu: se um objeto estiver em repouso, será necessária a ação de uma força para
Galileu: se um objeto estiver em repouso, será necessária a ação
de uma força para colocá-la em movimento. Uma vez iniciado o
movimento, cessando a ação da força, o objeto continuará a se
mover indefinidamente em linha reta e com velocidade constante
até que a ação de alguma força se oponha ao movimento.
Newton: na ausência de forças, um objeto em repouso continua em repouso, e um objeto
Newton: na ausência de forças, um objeto em repouso continua
em repouso, e um objeto em movimento continua em movimento
em linha reta e com velocidade constante.
Resultante de forças
Resultante de forças
Chama-se resultante de um sistema de forças uma única força que produz o mesmo efeito
Chama-se resultante de um sistema de forças uma única força
que produz o mesmo efeito de todas as outras forças do sistema.
Forças em equilíbrio
Forças em equilíbrio
Para que um objeto esteja em equilíbrio é necessário que a resultante das forças que
Para que um objeto esteja em equilíbrio é necessário que a
resultante das forças que atuam sobre ele seja nula.
Força de atrito
Força de atrito
Força que se opõe ao movimento de um objeto, em razão das rugosidades, asperezas e
Força que se opõe ao movimento de um objeto, em razão
das rugosidades, asperezas e pequenas saliências entre as
superfícies de contato.
Estático: atua no objeto até começar a se movimentar.
Estático: atua no objeto até começar a se movimentar.
Cinético: atua no objeto ao longo do movimento.
Cinético: atua no objeto ao longo do movimento.
Força de resistência do ar
Força de resistência do ar
Força que se opõe ao movimento de um objeto devido à interação com o ar.
Força que se opõe ao movimento de um objeto devido à interação
com o ar.
Assunto Resumo
Assunto
Resumo
Segunda lei de Newton
Segunda lei de Newton
A aceleração que um objeto adquire é diretamente proporcional à força que atua sobre ele
A aceleração que um objeto adquire é diretamente proporcional
à força que atua sobre ele e tem a mesma direção e o mesmo
sentido dessa força.
F=
m ·a
em que:
e o mesmo sentido dessa força. F= m ·a em que: F: intensidade da força (N);

F: intensidade da força (N);

força. F= m ·a em que: F: intensidade da força (N); m: massa do objeto (kg);

m: massa do objeto (kg);

que: F: intensidade da força (N); m: massa do objeto (kg); a: aceleração (m/s 2 ).

a: aceleração (m/s 2 ).

Peso

É a força com que a Terra atrai os corpos próximos à superfície. P= m
É a força com que a Terra atrai os corpos próximos à superfície.
P= m ·g
em que:
atrai os corpos próximos à superfície. P= m ·g em que: P: intensidade da força peso

P: intensidade da força peso (N);

P= m ·g em que: P: intensidade da força peso (N); m: massa do objeto (kg);

m: massa do objeto (kg);

g: aceleração gravitacional terrestre (m/s 2 }.
g: aceleração gravitacional terrestre (m/s 2 }.
A aceleração da gravidade varia de um lugar para outro da Terra (em relação ao
A aceleração da gravidade varia de um lugar para outro da Terra
(em relação ao equador e à altitude).
Terceira lei de Newton: lei da ação e reação
Terceira lei de Newton:
lei da ação e reação
Quando um objeto A exerce uma força sobre um objeto B, B reage exercendo sobre
Quando um objeto A exerce uma força sobre um objeto B, B reage
exercendo sobre A uma força de mesmo módulo, mesma direção
e sentido contrário.
Independência das velocidades
Independência das
velocidades
Quando um objeto possui simultaneamente duas velocidades perpendiculares entre si, nenhuma dessas velocidades tem
Quando um objeto possui simultaneamente duas velocidades
perpendiculares entre si, nenhuma dessas velocidades tem influência
sobre o deslocamento do objeto na direção da outra velocidade.
Força normal
Força normal
Força de reação da superfície sobre os objetos apoiados. Sempre atua perpendicularmente à superfície.
Força de reação da superfície sobre os objetos apoiados. Sempre
atua perpendicularmente à superfície.
Coeficiente de atrito estático
Coeficiente de
atrito estático
A força de atrito estático cresce até um valor máximo, f eM ' Esse valor
A força de atrito estático cresce até um valor máximo, f eM ' Esse
valor máximo é dado por f eM = µ e · N, em que µ e é o coeficiente
de atrito estático entre as superfícies.
Coeficiente de atrito cinético
Coeficiente de
atrito cinético
entre as superfícies. Coeficiente de atrito cinético em que: fc : força de atrito cinético (N)
em que: fc : força de atrito cinético (N) ; µe: coeficiente de atrito cinético
em que:
fc : força de atrito cinético (N) ;
µe: coeficiente de atrito cinético (adimensional);
(N) ; µe: coeficiente de atrito cinético (adimensional); N: força normal (N). • revisão&exercícios

N: força normal (N).

Exercícios

1 (Uerj-RJ) No interior de um avião que se desloca horizontalmente em relação ao solo,
1 (Uerj-RJ) No interior de um avião que se desloca
horizontalmente em relação ao solo, com velocidade
constante de 1000 km/h, um passageiro deixa cair
um copo. Observe a ilustração a seguir, na qual es-
tão indicados quatro pontos no piso do corredor do
avião e a posição desse passageiro.
l!1 2 ~ "' "O o -~ E" ~ U) o e. ;= ., "O
l!1
2
~
"'
"O
o
-~
E"
~
U)
o
e.
;=
.,
"O
"'
U)
(.}"'
p Q R s O copo, ao cair, atinge o piso do avião próximo ao
p
Q
R
s
O copo, ao cair, atinge o piso do avião próximo ao
ponto indicado pela seguinte letra:
a) P b) Q c) R d) S 2 (UFPE-PE) Uma bolinha de borracha, de
a) P
b) Q
c) R
d) S
2
(UFPE-PE) Uma bolinha de borracha, de massa
m
= 0,1 kg, é liberada a partir do repouso de uma
altura h 1 = 3 ,2 m. Ela colide com o piso e sobe até
uma altura h 2 = 0,8 m. Considerando que a colisão
durou dt = 0 ,02 s, calcule o módulo da força média
que a bola exerceu no piso durante a colisão, em
newtons. Despreze a resistência do ar e a ação da
força peso durante a colisão.
3 (IFSC-SC) Um bloco, apoiado sobre uma superfí- cie horizontal, está submetido a duas forças,
3 (IFSC-SC) Um bloco, apoiado sobre uma superfí-
cie horizontal, está submetido a duas forças, F 1 = 4 N
e F 2 = 2 N, como mostra a figura.

:=D1-----F-.,1

F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
F 1 = 4 N e F 2 = 2 N, como mostra a figura. :=D1-----F-.,1
É correto afirmar que: a) a resultante das forças é igual a 6 N. b)
É correto afirmar que:
a)
a resultante das forças é igual a 6 N.
b)
o bloco não está em equilíbrio.
c)
a resultante das forças que atuam sobre o bloco é
nula.
d) a resultante das forças é diferente de zero e per- pendicular à superfície. e)
d) a resultante das forças é diferente de zero e per-
pendicular à superfície.
e) se o bloco estiver em repouso continuará em re-
pouso. 4 (Aman-RJ) Deseja-se imprimir a um objeto de 5 kg, inicialmente em repouso, uma
pouso.
4 (Aman-RJ) Deseja-se imprimir a um objeto de 5 kg,
inicialmente em repouso, uma velocidade de 15 m/s
em 3 segundos. Assim, a força média resultante aplica-
da ao objeto tem módulo igual a:
a) 3 N
b) 5 N
c)
15 N
d) 25 N
e) 45 N

1c

Por inércia, quando o copo é abandonado, ele continua com a mesma velocidade horizontal em
Por inércia, quando o copo é abandonado, ele continua
com a mesma velocidade horizontal em relação à Terra,
ganhando apenas velocidade vertical devido à gravidade.
Assim, o copo está em repouso em relação ao piso do
avião, portanto ele cai próximo ao ponto R, como se o
avião estivesse em repouso em relação ao solo.

2 Queda da bola: Queda da bola:

dS = gt2 => t = ~2S = / 2 X 3,2 = 0,8 s
dS =
gt2
=> t = ~2S = / 2 X 3,2 = 0,8 s
2
g
\J
10
v = at = gt = 10 x
0,8 = 8 m/s

Subida da bola:X 3,2 = 0,8 s 2 g \J 10 v = at = gt = 10

dS =
dS =
gt2
gt2

2

=> t = ~2S = / 2 X 0,8 = 0, 4 s

dS = gt2 2 => t = ~ 2S = / 2 X 0,8 = 0,
g
g
\J 10
\J
10
2 => t = ~ 2S = / 2 X 0,8 = 0, 4 s g

v 2 = at = gt = 10 x 0,4 = 4 m/s

0, 4 s g \J 10 v 2 = at = gt = 10 x 0,4
0, 4 s g \J 10 v 2 = at = gt = 10 x 0,4

Colisão:

F, =ma= m dv = O 1 X 4 - (- 8 ) = 60
F, =ma= m dv
= O 1 X
4
- (- 8 )
= 60 N
R dt
'
0,02
3b
Como a resultante das forças é não nula e tem valor de 2 N, o
bloco adquire aceleração, não estando, portanto, em equilíbrio.
4d Pela segunda lei de Newton, temos: F = ma = m dV = 5
4d
Pela segunda lei de Newton, temos:
F
= ma = m dV
= 5 X
_1.§_ 3 =
25 N
dt
R
4d Pela segunda lei de Newton, temos: F = ma = m dV = 5 X
4d Pela segunda lei de Newton, temos: F = ma = m dV = 5 X

força e movimento

5 (UFF-RJ) Na preparação para a competição "O Ho- mem mais Forte do Mundo", um
5 (UFF-RJ) Na preparação para a competição "O Ho-
mem mais Forte do Mundo", um dedicado atleta impro-
visa seu treinamento, fazendo uso de cordas resisten-
tes, de dois cavalos do mesmo porte e de uma árvore.
As modalidades de treinamento são apresentadas nas
figuras a seguir, onde são indicadas as tensões nas
cordas que o atleta segura.
Suponha que os cavalos exerçam forças idênticas em
todas as situações, que todas as cordas estejam na
horizontal, e considere desprezíveis a massa das cor-
das e o atrito entre o atleta e o chão.
a massa das cor- das e o atrito entre o atleta e o chão. Assinale, dentre
a massa das cor- das e o atrito entre o atleta e o chão. Assinale, dentre
a massa das cor- das e o atrito entre o atleta e o chão. Assinale, dentre
Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que descreve as relações entre as tensões nas cordas
Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que
descreve as relações entre as tensões nas cordas
quando os conjuntos estão em equilíbrio.
a)
TA
=
TA
=
T
8 =
T,
8 = Te =
Te
1
2
1
2
1
2
b)
(Tt
=
r;A) < (Tf = r 2 ª) < (T; = r;)
c)
(T,A
=
Tª =
r,ª) <
r,e
<
(7:A
=
Te)
2
1
2
2
1
1
d)
(TA
=
r,A
=
=
T,ª) <
(7:e
=
T, e )
1
2
1
2
1
2
e)
(TA
=
Te ) <
(T,A
=
r,ª
=
Iª) <
r,e
1
1
2
2
1
2
6 (Uerj-RJ) Um corpo de massa igual a 6,0 kg mo- ve-se com velocidade constante
6 (Uerj-RJ) Um corpo de massa igual a 6,0 kg mo-
ve-se com velocidade constante de 0,4 m/s, no inter-
valo de O s a 0 ,5 s.
Considere que, a partir de 0,5 s, esse corpo é im-
pulsionado por uma força de módulo constante e de
mesmo sentido que a velocidade, durante 1 ,0 s.
O gráfico a seguir ilustra o comportamento da força
em função do tempo.
F(N)

o

0,5

1 ,5
1 ,5

12,0

t (s)
t (s)
Calcule a velocidade do corpo no instante t = 1 ,5 s. • revisão&exercícios
Calcule a velocidade do corpo no instante t = 1 ,5 s.
revisão&exercícios
Sd Como o homem está em repouso nas três situações, em todas elas a resultante
Sd
Como o homem está em repouso nas três situações, em
todas elas a resultante das forças é nula, ou seja, as
trações estão equilibradas.
Seja F a intensidade da força aplicada por cada cavalo.
T/ = F.
- Na primeira figura: T/ =
- segunda figura: T 1 8 = T 2 8 = F.
Na
- terceira figura: 7;.c = T 2 c = 2F.
Na
Então: ( T,A = T,A = T,B = T,B) < (T,° = T,C) 1 2
Então:
( T,A =
T,A
=
T,B
=
T,B) <
(T,°
=
T,C)
1
2
1
2
1
2
6 Dados: m = 6,0 kg; v 1 = 0,4 m/s; :it = (1,5 -
6 Dados: m = 6,0 kg; v 1 = 0,4 m/s;
:it
=
(1,5 -
0,5) =
1 s;
F =
12,0 N.
Considerando que a força dada seja a resultante e que
o movimento seja retilíneo, do Princípio Fundamental da
Dinâmica (2ª lei de Newton), temos:
F = ma =?
12 =
6a
=?
a =
2 m/s 2
a =
:iv
=?
2 =
v -
0,4
=?
v =
2 + 0,4 =?
=?
:it
v = 2,4 m/s
1
7 (Uerj-RJ) Um patinador cujo peso total é 800 N, incluindo os patins, está parado
7 (Uerj-RJ) Um patinador cujo peso total é 800 N,
incluindo os patins, está parado em uma pista de pa-
tinação em gelo. Ao receber um empurrão, ele come-
ça a se deslocar.
A força de atrito entre as lâminas dos patins e a pis-
ta, durante o deslocamento, é constante e tem módu-
lo igual a 40 N.
Estime a aceleração do patinador imediatamente
após o início do deslocamento.
8 (UFTM-MG) Após a cobrança de uma falta, num jogo de futebol, a bola chutada
8 (UFTM-MG) Após a cobrança de uma falta, num
jogo de futebol, a bola chutada acerta violentamente
o rosto de um zagueiro. A foto mostra o instante em
que a bola encontra-se muito deformada devido às
forças trocadas entre ela e o rosto do jogador.
A respeito dessa situação são feitas as seguintes
A respeito dessa situação são feitas as seguintes

afirmações:

1. A força aplicada pela bola no rosto e a força apli - cada pelo
1. A força aplicada pela bola no rosto e a força apli -
cada pelo rosto na bola têm direções iguais, sen-
tidos opostos e intensidades iguais, porém, não
se anulam.
li. A força aplicada pelo rosto na bola é mais intensa
do que a aplicada pela bola no rosto, uma vez que
a bola está mais deformada do que o rosto.
Ili. A força aplicada pelo rosto na bola atua durante
mais tempo do que a aplicada pela bola no rosto,
o que explica a inversão do sentido do movimento
da bola.
W. A força de reação aplicada pela bola no rosto é a
força aplicada pela cabeça no pescoço do jogador,
que surge como consequência do impacto.
É correto o contido apenas em:
a) 1.
c) 1 e IV.
e) li, Ili e IV.
b)lelll. d)llelV.
9 (IFSP-SP) Um corpo de 20 kg de massa cai em queda livre de uma
9 (IFSP-SP) Um corpo de 20 kg de massa cai em
queda livre de uma altura de 2 m. Considerando a
aceleração da gravidade g = 10 m/s 2 , é correto afir-
mar que, durante a queda, o corpo atrai a Terra com:
a) força desprezível, aproximadamente zero.
b) força menor que 200 N.
c) força superior a 200 N.
d) força igual a 200 N.
e) uma força cada vez maior à medida que se aproxi-
ma do chão.
7 Dados: P = 800 N; F 81 = 40 N; g = 10 m/s
7 Dados: P =
800 N; F 81 =
40 N; g =
10 m/s 2 •
Da expressão do peso:
P = mg =? 800 = 10m =? m = 80 kg
Supondo que a trajetória seja retilínea e horizontal, após
o empurrão, a resultante das forças sobre o patinador é
a componente de atrito. Pelo Princípio Fundamental da

Dinãmica:

de atrito. Pelo Princípio Fundamental da Dinãmica: Fat = ma =? 40 = 80a =? a=
de atrito. Pelo Princípio Fundamental da Dinãmica: Fat = ma =? 40 = 80a =? a=
de atrito. Pelo Princípio Fundamental da Dinãmica: Fat = ma =? 40 = 80a =? a=
de atrito. Pelo Princípio Fundamental da Dinãmica: Fat = ma =? 40 = 80a =? a=

Fat = ma =? 40 = 80a =? a= 0,5 m/s 2

8a

As forças de ação e reação: - são da mesma interação;
As forças de ação e reação:
- são da mesma interação;

-

-

-

-

são simultâneas e recíprocas;

não se equilibram, pois agem em corpos diferentes; são do mesmo tipo (campo-campo ou contato-contato);
não se equilibram, pois agem em corpos diferentes;
são do mesmo tipo (campo-campo ou contato-contato);

têm mesma intensidade, mesma direção e sentidos opostos.

9d Pelo princípio da ação e reação, as forças de interação entre o corpo e
9d
Pelo princípio da ação e reação, as forças de interação
entre o corpo
e a Terra
têm a mesma intensidade, igual ao
peso do corpo.
=
F.
=
P =
mg =
20 X
10 =
200 N
F corpo/Terra
Terra/corpo
igual ao peso do corpo. = F. = P = mg = 20 X 10 =
igual ao peso do corpo. = F. = P = mg = 20 X 10 =

força e movimento

10 (UEL-PR) "Top spin" é uma das jogadas do tênis na qual o tenista, usando
10 (UEL-PR) "Top spin" é uma das jogadas do tênis
na qual o tenista, usando a raquete, aplica à bola um
movimento de rotação (que ocorre em torno do seu
próprio eixo) sobreposto ao movimento de translação,
conforme esquematizado na figura a seguir:
translação ------------- ------ ~--- ', ,, ',,,, rotacão ' ' Ht bola Representação da jogada
translação
-------------
------
~---
', ,, ',,,, rotacão
'
'
Ht
bola
Representação da jogada top spin
Com base nos conhecimentos de mecânica, e conside-
rando a representação da figura, é correto afirmar que:
a)
a
trajetória do centro de massa da bola pode ser
descrita por uma espiral, devido à composição dos
movimentos de translação e de rotação.
b)
a bola alcançará uma distância maior devido ao
seu movimento de rotação.
c)
a força que a raquete aplica à bola é a mesma que
a bola aplica à raquete, porém em sentido contrário.
d)
a energia cinética adquirida no movimento ascen-
dente da bola é transformada em energia potencial
no movimento descendente.
e)
torque aplicado à bola pela raquete resulta no
seu movimento de translação.
o
11 (Unemat-MT) A figura a seguir representa um ele-
vador em movimento com velocidade constante.
T
p
A tração ( f) do cabo durante o movimento de subida é:
a) maior que o peso do elevador.
b) maior que durante o movimento de descida.
c) igual durante o movimento de descida.
d) menor que durante o movimento de descida.
e) menor que o peso do elevador.
revisão&exercícios

10c

Ação e reação.
Ação e reação.
11c Como o movimento é retilíneo e uniforme (MRU), de acordo com o princípio da
11c
Como o movimento é retilíneo e uniforme (MRU), de
acordo com o princípio da inércia, a resultante das forças
que agem no elevador é nula, portanto a intensidade da
tração é igual à intensidade do peso, tanto na subida
como na descida.
MRU:
R = O =} T = P
12 (UFMG-Mb) Nesta figura, está representado um balão dirigível, que voa para a direita, em
12 (UFMG-Mb) Nesta figura, está representado um
balão dirigível, que voa para a direita, em altitude
constante e com velocidade v, também constante:
Sobre o balão, atuam as seguintes forças: o peso P, o empuxo E, a resistência
Sobre o balão, atuam as seguintes forças: o peso P,
o empuxo E, a resistência do ar R e a força M , que
é devida à propulsão dos motores.
Indique a alternativa que apresenta o diagrama de
forças em que estão mais bem representadas as for-
ças que atuam sobre esse balão.
 
E
E
E
E
 

a)

a)   c)  
 
a)   c)  

c)

 

R

 

M

R   M  
 
R   M  
 
p
p
 

R

p
p
 
M
M
 
 
E
E
E
E

b)

b) d)
b) d)

d)

R

M

R M
R M
 
p
p

R

p
p

M

13 (CPS-SP) Para evitar que seus pais, que já são idosos, não sofram acidentes no
13 (CPS-SP) Para evitar que seus pais, que já são
idosos, não sofram acidentes no piso escorregadio
do quintal da casa, Sandra contratou uma pessoa
para fazer ranhuras na superfície desse piso - atitu-
de ecoprática que não gera entulho, pois torna desne-
cessária a troca do piso.
O fato de o piso com ranhuras evitar que pessoas
escorreguem está ligado ao conceito físico de:
a) atrito
b) empuxo
c) pressão
d) viscosidade
e) condutibilidade

12b

Como a trajetória é retilínea e a velocidade é constante, trata-se de movimento retilíneo e
Como a trajetória é retilínea e a velocidade é constante,
trata-se de movimento retilíneo e uniforme. Ora, o
princípio da inércia afirma que, nesse caso, a resultante
das forças tem de ser nula. Assim, as forças opostas
(p e E) e (M e R) devem ter suas setas representativas
de mesmo comprimento, pois P = E e R = M.

13a

As ranhuras tornam o piso mais áspero, aumentando o coeficiente de atrito.
As ranhuras tornam o piso mais áspero, aumentando o
coeficiente de atrito.
P = E e R = M. 13a As ranhuras tornam o piso mais áspero, aumentando
P = E e R = M. 13a As ranhuras tornam o piso mais áspero, aumentando

força e movimento

14 (UEG-GO) Entre os poucos animais que desenvolve- ram o "paraquedismo" está o sapo voador
14 (UEG-GO) Entre os poucos animais que desenvolve-
ram o "paraquedismo" está o sapo voador de Bornéu -
Rhacophorus dulitensis, apresentado na figura a seguir.
1
rtl
o
l!1
"O
~
o
ãl
>
(ll
,:,
'.µ
o
rtl
>
·;;
ãi
E"
1
o
l
o
e
e.
i=
QJ
"'
E
,:,
·;;
C\l
o
"'C\l
(.)
E
ui
"'
'8.
l!1
7m
~
Na ilustração, Fa e mg são, respectivamente, a for- ça de resistência do ar e
Na ilustração, Fa e mg são, respectivamente, a for-
ça de resistência do ar e a força peso.
Considerando que esse animal tenha se atirado do
alto de uma árvore em direção ao solo, o seu para-
quedas será utilizado e, durante sua queda:
a) as suas membranas interdigitais nas patas favore-
cem o aumento da força de resistência do ar, haja
vista que elas aumentam a área de contato com o ar.
b) a resultante das forças que atuam sobre ele tende-
rá a se tornar nula, levando-o , necessariamente , ao
repouso no ar.
c) a sua velocidade tenderá a um valor-limite, chama-
da de velocidade terminal, independentemente da
resistência do ar.
d) a sua aceleração será nula em todo o percurso,
independentemente da resistência do ar.
15 (UFF-RJ) Um carro desloca-se para frente em li- nha reta sobre uma estrada horizontal
15 (UFF-RJ) Um carro desloca-se para frente em li-
nha reta sobre uma estrada horizontal e plana com
uma velocidade que varia em função do tempo, de
acordo com o gráfico mostrado na figura.
do tempo, de acordo com o gráfico mostrado na figura. t Escolha a opção que representa
t
t
Escolha a opção que representa a força resultante que o solo faz sobre o carro.
Escolha a opção que representa a força resultante
que o solo faz sobre o carro.

a)

b)

a força resultante que o solo faz sobre o carro. a) b) • revisão&exercícios e) 14a
a força resultante que o solo faz sobre o carro. a) b) • revisão&exercícios e) 14a
• revisão&exercícios
revisão&exercícios
e)
e)

14a

a) Correta. A força de resistência do ar depende da viscosidade do fluido e da
a) Correta.
A força de resistência do ar depende da viscosidade do
fluido e da área da secção transversal.
b) Errada. Quando a resultante se anula, a aceleração também se anula, e o sapo
b) Errada.
Quando a resultante se anula, a aceleração também se
anula, e o sapo entra em MRU.
c) Errada. A velocidade-limite ocorre quando a resistência do ar equilibra o peso, quando a
c) Errada.
A velocidade-limite ocorre quando a resistência do ar
equilibra o peso, quando a aceleração se anula.
d) Errada. Veja item anterior.
d)
Errada.
Veja item anterior.

15a

Como destacado na figura a seguir, o solo aplica no carro uma força de contato
Como destacado na figura a seguir, o solo aplica no carro
uma força de contato que tem duas componentes: a
normal ( N) vertical para cima, e a força de atrito ( Fat ).
O gráfico dado no enunciado indica que o módulo da
velocidade está aumentando, ou seja, o movimento é
acelerado; logo, essa força de atrito ocorre no mesmo
sentido
da velocidade. A força que o solo aplica no carro é
a soma dessas componentes.
16 (UFRRJ-RJ) Um homem está puxando uma caixa sobre uma superfície, com velocidade constante, con-
16 (UFRRJ-RJ) Um homem está puxando uma caixa
sobre uma superfície, com velocidade constante, con-
forme indicado na figura.