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INTEFISA- Instituto de Filosofia e Teologia São Francisco e Santa Clara de Assis

Sociologia Religião Prof. José Ricardo


ALAN SILVA SIQUEIRA ALVES 2º Filosofia
Resumo: Marxismo e religião
Mococa, 18 de abril de 2018

Marxismo e Religião.

A introdução de Marxismo e religião, vem da uma pequena ideia, daquilo em


que Marx e Engels pensaram em questão da religião. Assim trazendo uma seguinte
ideia que “a religião é o ópio do povo”; e assim vem gerar, mas uma questão de
debate: entre a igrejas e marxismo. E isso vai mudando conforme vai passando o
tempo, principalmente com início da segunda guerra mundial, que são forçados a lutar
contra o nazismo e fascismo. E com isso se torna pouco confuso a religião
pensamento marxista, e o autor vem nos mostrar os pensamentos originários de Marx
e Engels juntamente com outros teóricos da época.
Karl Marx não se ocupa muito com a temática religiosa. Por isso, não se torna
muito crítico a religião, por simples fato de ter outras questões, que para ele se
tonaram prioritária para ele. E pode se ver que sua crítica se baseia na seguinte
afirmação: que “a religião é uma projeção do homem” e que “é o homem que faz a
religião.” E ao ser questionado ele diz que homem não é ser abstrato fora do mundo,
mas sim que “O homem é o mundo dos homens, o Estado, a sociedade. E com isso
para ele este estado, e esta sociedade produz a religião. E ele trabalha religião como
alienação, em que homem vive alienado, e como ideologia, por ela capaz de forma e
produzir ideias. Mas para ele por serem homens reais e ativo são condicionados por
essa ideologia. E quando surge para ele essa ideia que a religião não tem substância
própria; expressa e suas maiores obras “O Capital” em que “o mundo religioso é o
reflexo do mundo real.”
Friedrich Engels dedicou-se um pouco mais a cristianismo primitivo, ao
apocalipse e também as lutas religiosas medievais, naquele período muito teórico se
atraíram por uma ideia que ele teve, em que o impressionava a questão da
semelhança dos primeiros cristãos e socialistas. E a comparação entre ele foi na
questão: a origem social dos adeptos; a mensagem de libertação da servidão e da
miséria; a perseguição de que foram objeto; seu sucesso histórico apesar desta
perseguição. E ao olhar guerra camponesa na Alemanha, ele pôde ver que passou de
conflitos de classe, mas quiseram fazer parecer religiosos; para mascarar aquele fato.
E para assim mostrar que na mesma religião haver interesses contraditórios. E que
religião não poderia ser uma ideologia justificadora, mas também algo que motivasse
o povo em suas reações assim sendo dominadas.
Visto que, Rosa de Luxemburgo e Antônio Gramsci parte da seguinte ideia,
em que para ele interessa a essência da religião; mas sim eles vêm chamar a atenção
para a contradição entre a doutrina cristã, a praticas dos cristãos primitivos, e os
padres que brigavam contra os operários militantes da época. E Gramsci retoma
temática cristianismo primitivo; mas tinha uma preocupação por de trás com
transformação social que poderia acontecer na Itália, pois para ele era encoberto e
incoerente a contradições da religião. Ele também distingue a igreja organização
eclesiástica da igreja comunidade dos fiéis. E se vê evidente questão da discussão
por causa das necessidades sectárias, e organização. E com isso surge três
tendências os integristas, os modernistas e os jesuítas. Desta maneira, ele também
ele vem chamar atenção para influencia que a religião católica poderia exerce na
população da italiana. E todo momento e se preocupa com função histórica da religião.

Critica

Segundo papa bento XVI, a história, na visão de Marx, não é nada mais do
que os choques e desmantelamentos dessas forças materiais. Não haveria algo como
uma "natureza humana ordenada". Deus como autor da história certamente não
existiria. Tampouco assuntos que seguissem determinadas linhas de moralidade.
Somos antes puxados de um lado para o outro por grandes forças impessoais. Mas
seria possível submetermos essas forças ao nosso controle, para nosso próprio
proveito, se déssemos os passos certos.
Com a vitória da revolução, porém, tornou-se evidente também o erro
fundamental de Marx. Ele indicou com exatidão o modo como realizar o derrubamento.
Mas não nos disse como as coisas deveriam proceder depois. Ele supunha
simplesmente que, com a expropriação da classe dominante, a queda do poder
político e a socialização dos meios de produção, ter-se-ia realizado a Nova Jerusalém.
Com efeito, então ficariam anuladas todas as contradições; o homem e o mundo
haveriam finalmente de ver claro em si próprios. Então tudo poderia proceder
espontaneamente pelo reto caminho, porque tudo pertenceria a todos e todos haviam
de querer o melhor um para o outro.
E com isso podemos ver nosso papa emérito a questão do interesse marxista
em influenciar o povo; em uma ideia um tanto utópica para época, pois ele queria antir
a massa menos desfavorecida. E assim sabia que poderia atingir povo em maneira
mais fácil, e sua ideia ganharia mais força.