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Redução ao valor recuperável 12

Dinheiro tem valor no tempo

o vAloR pREsEnTE DE um FluXo DE cAiXA FuTuRo

Ativos são recursos controlados pela empresa e dos quais se esperam benefí-
cios futuros. Os benefícios futuros esperados referem-se à capacidade de geração
de caixa do ativo.
O valor recuperável de um ativo é o máximo de caixa que ele consegue gerar,
ou sendo vendido ou sendo usado.
O valor de venda é o valor de mercado. A empresa só deve considerar que
o valor recuperável de um ativo é o seu valor de mercado se o valor de venda,
aplicado à melhor taxa disponível, render mais do que o ganho proporcionado
pelo uso do bem.
O valor em uso é o valor presente dos benefícios futuros esperados com a
utilização do ativo.
O primeiro passo para calcular o valor em uso de um determinado ativo é
estimar o fluxo futuro de caixa líquido a ser produzido por ele até o final de sua
vida útil. Considerando que dinheiro tem valor no tempo, não é adequado com-
parar valores que serão recebidos no futuro com dinheiro que pode ser recebido
imediatamente. Os benefícios futuros terão que ser trazidos a valor presente para
serem comparados com o valor de mercado.

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1a Prova

244 A nova contabilidade • Guerra

Para determinar o valor presente (present value) de um fluxo de caixa, são


necessárias três informações: o valor do fluxo futuro de caixa, o período e a taxa
de desconto aplicável.
Caso esta empresa tivesse sobras de liquidez aplicadas no mercado financei-
ro, a taxa de juros adequada seria a taxa da aplicação, pois é quanto ela perde se
deixar de aplicar. Se, por outro lado, essa mesma empresa necessitasse de liquidez
e estivesse considerando vender o ativo para evitar fazer um empréstimo, a taxa
de desconto utilizada seria a taxa de juros do empréstimo, pois é quanto ela terá
que pagar, se não vender o ativo.
Trata-se, portanto, de averiguar quanto é necessário ter hoje para, aplicando
à melhor taxa alternativa, ter o mesmo valor que está se propondo receber no
futuro. Para fazer a comparação, usamos essa taxa para trazer o fluxo a valor
presente. Para cada parcela será aplicada a fórmula:

Onde: VP = Valor Presente


VF
VP = VF = Valor Futuro
(1 + i)n i = Taxa de desconto
n = Número de períodos

Quando o valor presente dos ganhos a serem obtidos com o uso do ativo for
maior que o preço recebido no caso de venda, então o valor recuperável é o valor
em uso. Se o valor presente for menor, significa que a taxa da aplicação está me-
lhor que o rendimento proporcionado pelo ativo e é melhor vendê-lo e aplicar o
dinheiro. Nesse caso, o valor recuperável é o valor de venda.

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1a Prova

Redução ao valor recuperável 245

Exemplo

Se um determinado ativo tem vida útil esperada de 3 meses e, nesse período, pro-
duzirá mensalmente R$ 5.000,00 em receitas e R$ 4.000,00 em despesas, seu fluxo fu-
turo de caixa líquido esperado é de R$ 1.000,00 por mês. Se o valor de mercado à vista
desse mesmo ativo é R$ 2.800,00, resta definir se será mais vantajoso para a empresa
vendê-lo ou utilizá-lo em suas operações.
Caso essa empresa tivesse sobras de liquidez aplicadas no mercado financeiro, à
taxa de 1% ao mês, esse seria o custo dos recursos para ela, pois é quanto ela perde se
deixar de aplicar. Em outras palavras, ela necessita saber quanto deveria ter agora para,
aplicando a uma taxa de 1% ao mês, viesse a ter exatamente R$ 1.000,00 na data do
vencimento da primeira parcela. Aplicando a fórmula, temos:

VF 1.000
VP = = = 990,10
(1 + i)n 1,01

Isto quer dizer que, se a empresa quisesse antecipar o recebimento do valor da


primeira parcela, que só estará disponível daqui a um mês, ela estaria disposta a aceitar
R$ 990,10 em lugar dos R$ 1.000,00 a que terá direito no futuro. Como ela tem acesso a
uma aplicação que rende 1% ao mês, até o final do mês o valor da aplicação será recom-
posto. Tanto faz receber R$ 990,10 agora ou R$ 1.000,00 daqui a um mês, é a mesma
coisa.

VF = VP × (1 + i)n = 990,10 × 1,01 = 1.000,00

No exemplo, o bem vai produzir fluxos de caixa líquidos pelo período de três meses.
Cada parcela está em um momento diferente do tempo. Portanto, cada uma terá que
ser trazida a valor presente individualmente. Para a segunda parcela, a taxa é elevada ao
quadrado, pois são 2 períodos:

VF 1.000 1.000
VP = = = = 980,30
(1 + i)n 1,012 1,0201

Isso será feito sucessivamente para cada uma das parcelas. Como a segunda parcela
está mais longe no tempo que a primeira, seu valor presente é mais baixo. Ela terá mais
tempo para render juros, portanto o capital inicial é menor. A terceira parcela demorará
três períodos para ser recebida. A taxa deve ser elevada a 3 e o valor presente deverá ser
ainda mais baixo:

VF 1.000 1.000
VP = = = = 970,59
(1 + i)n 1,013 1,0303

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1a Prova

246 A nova contabilidade • Guerra

A soma dos valores presentes das parcelas representa o valor presente total dos be-
nefícios futuros a serem proporcionados pelo uso do ativo.

VP = 990,10 + 980,30 + 970,59 = 2.940,99

Na HP 12c o cálculo será feito da seguinte maneira:

Tecla Tela Descrição

. f FIN Limpa os registradores financeiros

. f 2 Define o uso de duas casas decimais

. g END Indica que os pagamentos ocorrem ao final do período

3 n 3,00 Insere o número de períodos

1 i 1,00 Insere a taxa de desconto

1000 CHS PMT. – 1.000,00 Insere o valor da parcela

PV. 2.940,99 Retorna o valor presente do fluxo de caixa

O valor presente seria R$ 2.940,99, enquanto o valor de venda seria R$ 2.800,00.


Nessa situação, é preferível utilizar o bem a vendê-lo.
Caso a empresa estivesse considerando vender o ativo para evitar fazer um emprésti-
mo, a taxa de desconto utilizada seria a taxa de juros do empréstimo. Digamos que, se
fizesse o empréstimo, a melhor taxa que essa empresa obteria no mercado seria 5% ao
mês. Para essa entidade, este é o custo da captação de recursos no mercado e é quanto
ela terá que pagar, se não vender o ativo. Portanto, essa é a taxa que ela deve usar para
trazer a valor presente o fluxo de caixa gerado pelo ativo:

Tecla Tela Descrição

3 n 3,00 Insere o número de períodos

5 i 1,00 Insere a taxa de desconto

1000 CHS PMT. – 1.000,00 Insere o valor da parcela

PV. 2.723,25 Retorna o valor presente do fluxo de caixa

Nesse caso, é melhor para a empresa vender o ativo, pois o ganho total, a valor
presente, é menor que o valor de venda. Significa que, se ela preservar o ativo e usar re-
cursos de terceiros, a receita gerada pelo ativo não vai ser suficiente para cobrir os juros
do empréstimo.

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1a Prova

Redução ao valor recuperável 247

O valor presente é variável dependente da taxa de juros utilizada. Quanto


maior a taxa utilizada, menor o valor presente.

A taxa de desconto

Fluxos de caixa estimados são incertos. Os participantes do mercado têm


aversão a riscos e exigem compensações para assumir esses riscos. A taxa de
juros é o preço que os participantes do mercado cobram para assumir riscos
de incertezas associadas a fluxos de caixa futuros.
Incluir incerteza e risco na mensuração contábil repete, na medida do possí-
vel, o comportamento do mercado em relação a ativos e passivos com fluxos de
caixa incertos.
Para que os agentes econômicos possam definir com menor margem de erro
os prêmios requeridos em contrapartida aos riscos assumidos, é preciso que a
informação contábil reflita apropriadadamente a situação econômica e financeira
da empresa.
Risco e retorno são diretamente proporcionais. Investir em caderneta de
poupança, por exemplo, oferece um baixo risco. Mesmo que o banco quebre, o
governo garante a maioria dos depósitos. Consequentemente, o retorno também
é baixo. Da mesma forma, investir em ações oferece risco alto. A empresa tanto
pode ganhar muito como pode perder tudo que investiu. Quanto maior o risco,
maior o retorno.
Para ativos onde há maior certeza do retorno dos capitais, o juro é mais baixo.
A menor taxa da economia de um país é o rendimento dos títulos do governo. O
mercado avalia que a probabilidade do governo dar um calote nos títulos públicos
é muito remota.
Como a essa taxa o investidor não corre risco de perder seus capitais, ela é
chamada “taxa livre de risco”. Nenhum investidor racional aceitaria emprestar
dinheiro a um custo mais baixo que esse.

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1a Prova

248 A nova contabilidade • Guerra

Exemplo

O mercado avalia de forma diferente um título público emitido pelo Tesouro de país
desenvolvido com fluxo de caixa certo para 5 anos de R$ 10.000,00 e outro título com
fluxo de caixa incerto para o mesmo prazo e mesmo valor.
Caso a taxa de juros livre de risco fosse de 8% ao ano, um participante racional es-
taria disposto a pagar, no máximo, R$ 6.805,83 pelo primeiro título:

VF 10.000
VP = = = 6.805,83
(1 + i)n 1,085

Para o segundo, o mercado exigiria um prêmio maior, considerando que é um inves-


timento mais arriscado. Digamos que a taxa de 15% ao ano fosse suficiente para com-
pensar o risco. Nesse caso, o mercado pagaria um preço bem inferior. O valor presente
seria R$ 4.971,77:

VF 10.000
VP = = = 4.971,77
(1 + i)n 1,155

Dito de outra forma, quanto maior o risco de não receber os R$ 10.000,00 ao final
do prazo, menor é o valor que o investidor está disposto a arriscar agora.

A taxa de desconto necessariamente deve considerar o risco de crédito da


entidade. É necessário que a taxa de desconto reflita juros compatíveis com a na-
tureza, o prazo e os riscos relacionados à transação, levando-se em consideração,
ainda, as taxas de mercado praticadas na data inicial da transação entre partes
conhecedoras do negócio, que tenham a intenção de efetuar a transação e em
condições usuais de mercado.
Na avaliação e na definição de taxa de juros é adequado observar a relação
custo/benefício na obtenção da informação. Assim, a depender do conjunto de
informações disponíveis e do custo de obtê-las, a entidade pode traçar múltiplos
cenários para estimar fluxos de caixa, recorrer a modelos econométricos para
chegar a uma taxa de desconto, recorrer a modelos de precificação para mensurar
seus ativos e passivos ou adotar diferentes métodos de alocação de juros.
Os custos para obtenção da informação são mais objetivamente identificáveis que
os benefícios. Uma informação pode alcançar inúmeros usuários e gerar, por vezes,
benefícios por mais de um exercício social.

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1a Prova

Redução ao valor recuperável 249

REDução Ao vAloR REcupERávEl DE ATivos

Um ativo está desvalorizado quando seu valor contábil excede seu valor re-
cuperável. Caso existam evidências claras de que ativos estão avaliados por valor
não recuperável no futuro, a entidade deve imediatamente reconhecer a desvalo-
rização por meio da constituição de provisão para perdas.
Para os ativos destinados à venda, a recuperabilidade se dá pela compara-
ção dos valores contábeis com os valores líquidos de venda.
Para os ativos destinados à realização direta em dinheiro, que são os va-
lores a receber, a recuperabilidade se dá pela comparação dos valores contábeis
com os valores de provável recebimento.
Para os ativos destinados ao uso considera-se o valor de venda ou o valor
em uso, dos dois o maior, para comparação com o valor contábil.
A entidade deve avaliar, no mínimo ao fim de cada exercício social, se há
alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização. Deve ser rea-
lizada avaliação periódica da recuperabilidade de todos os ativos,1 o chamado
impairment test. Consiste em verificar se houve perda por redução ao valor de
recuperação e medir a eventual perda. Constatada a perda de valor recuperável,
deve-se reconhecê-la imediatamente no resultado.
Nem sempre é necessário determinar o valor líquido de venda de um ativo e
seu valor em uso. Se qualquer desses valores exceder o valor contábil do ativo,
esse não está desvalorizado e, portanto, não é necessário estimar o outro valor.
Algumas vezes não será possível determinar o valor líquido de venda. Por
exemplo, no caso de dutos subterrâneos utilizados por uma empresa de sanea-
mento. Nesse caso, o valor em uso pode ser utilizado como seu valor recuperável.

unidade geradora de caixa

Se houver qualquer indicação de que um ativo possa estar desvalorizado, o


valor recuperável deve ser estimado individualmente para cada ativo. Se não for
possível estimar o valor recuperável individualmente, a entidade deve determinar
o valor recuperável da unidade geradora de caixa à qual o ativo pertence.

1
Com exceção dos estoques, ativos advindos de contratos de construção, ativos fiscais diferidos,
ativos advindos de planos de benefícios a empregados e ativos classificados como mantidos para
venda, pois para esses ativos existem disposições específicas para reconhecimento e mensuração.

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1a Prova

250 A nova contabilidade • Guerra

Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo de ativos que gera entradas
de caixa que são em grande parte independentes das entradas de caixa provenien-
tes de outros ativos ou grupos de ativos.

Exemplo

Uma entidade de mineração tem uma estrada de ferro particular para dar suporte às
suas atividades de mineração. Essa estrada pode ser vendida somente pelo valor de su-
cata e ela não gera entradas de caixa provenientes de uso contínuo que sejam em grande
parte independentes das entradas de caixa provenientes de outros ativos da mina.
Não é possível estimar o valor recuperável da estrada de ferro porque seu valor em
uso não pode ser determinado e é provavelmente diferente do valor de sucata. Portanto,
a entidade estima o valor recuperável da unidade geradora de caixa à qual a estrada de
ferro pertence, isto é, a mina como um todo.

o vAloR pREsEnTE E A quAliDADE DAs DEmonsTRAçõEs

A mensuração de um ativo ou um passivo a valor presente pode ser obtida


sem maiores dificuldades, caso se disponha de taxas de mercado e de fluxos con-
tratuais com razoável grau de certeza.
Por outro lado, pode ser que em alguns casos os fluxos de caixa tenham que
ser estimados com alto grau de incerteza e as taxas de desconto tenham que ser
obtidas através de modelos matemáticos. Quando isso ocorre, há um conflito en-
tre as características qualitativas relevância e representação fidedigna.
Todos aqueles que preparam e auditam demonstrações contábeis devem se
preparar para emitir juízo de valor acerca do balanceamento ideal de uma carac-
terística em função da outra, caso a caso.
Informações com base no valor presente geram demonstrações contábeis com
maior grau de relevância. Porém, para que haja confiabilidade, as estimativas e
julgamentos acerca de eventos probabilísticos devem estar livres de vieses.
Nesse caso, o peso dado para a relevância é maior que o dado para a repre-
sentação fidedigna, uma vez que não seria apropriado apresentar informações
com base em fluxos nominais.
No entanto, para que haja representação fidedigna, é necessário que o
processo seja conduzido com neutralidade. As premissas, os cálculos e os mo-
delos de precificação utilizados devem ser passíveis de verificação por terceiros

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1a Prova

Redução ao valor recuperável 251

independentes e esses devem poder chegar a resultados similares àqueles produ-


zidos pelo prestador da informação.

quEsTõEs DAs pRovAs Do consElho FEDERAl DE


conTAbiliDADE

1. Uma sociedade empresária investiu R$ 75.000,00 por um período de 6 anos,


com juros compostos de 9% ao ano.
O montante que a empresa terá, caso retire o valor na metade do período, é
de aproximadamente:
a) R$ 125.782,00.
b) R$ 115.500,00.
c) R$ 97.127,00.
d) R$ 62.891,00.

Exame de Suficiência – Técnico em Contabilidade 1/2014, q. 34.

2. Uma sociedade empresária adquiriu uma máquina para pagamento em uma


única parcela de R$ 220.000,00, ao final de três meses. O preço à vista da
máquina era de R$ 200.000,00.

A taxa de juros compostos embutida pelo fornecedor, na operação de venda


a prazo, foi de aproximadamente:
a) 3,23% ao mês.
b) 3,33% ao mês.
c) 9,09% ao mês.
d) 40,00% ao mês.

Exame de Suficiência – Técnico em Contabilidade 1/2013, q. 46.

3. Um investidor adquiriu um título público por R$ 3.000,00. Na aquisição,


arcou com custos de corretagem de R$ 100,00. Após seis meses, vendeu o tí-
tulo por R$ 4.000,00 e recolheu imediatamente os tributos incidentes sobre a
operação, no valor de R$ 120,00. Durante o período em que esteve de posse
do título, o investidor não recebeu quaisquer rendimentos adicionais. Con-
siderando os fluxos de caixa líquidos, no investimento e no resgate, o inves-
tidor obteve no período uma taxa de retorno líquida de aproximadamente:

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1a Prova

252 A nova contabilidade • Guerra

a) 25,16%.
b) 29,33%.
c) 33,33%.
d) 33,79%.

Exame de Suficiência – Bacharel em Contabilidade 1/2013, q. 46.

4. Um investidor aplicou a quantia de R$ 150.000,00 em um título de renda


fixa resgatável no final do prazo de 12 meses. A taxa de juros composta apli-
cada ao título é 4% ao mês.
O valor de resgate do título no final do 12o mês é:
a) R$ 222.000,00;
b) R$ 240.154,83;
c) R$ 294.230,77;
d) R$ 306.000,00.
Exame de Suficiência – Bacharel em Contabilidade 2/2012, q. 32.

5. Uma sociedade efetuou uma aplicação em Certificado de Depósito Bancário


no valor de R$ 10.000,00, com uma taxa de 1,5% a. m., com capitalização
composta por um período de 12 meses.

Ao fim do sexto mês, o valor atualizado da aplicação, desprezando-se os


centavos, era de:
a) R$ 11.956;
b) R$ 11.800;
c) R$ 10.934;
d) R$ 10.900.

Exame de Suficiência – Técnico em Contabilidade 2/2012, q. 33.

6. Um usuário deixou de pagar a fatura de seu cartão de crédito no valor de


R$ 5.650,00. Após 6 meses, em processo de cobrança, a administradora do
cartão procurou seu cliente, informando-o que a dívida acumulada, até aque-
la data, era de R$ 8.622,77.

A taxa a juros compostos aplicada pela administradora foi de:


a) 8,77% a. m.;

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1a Prova

Redução ao valor recuperável 253

b) 8,82% a. m.;
c) 7,3% a. m.;
d) 10,52% a. m.

Exame de Suficiência – Técnico em Contabilidade 2/2011, q. 46.

7. Uma sociedade empresária obteve em 1o.7.2011 um empréstimo de


R$ 100.000,00, com vencimento em 30.6.2013. No momento da libera-
ção do empréstimo, o banco cobrou uma taxa de abertura de crédito de
R$ 1.000,00, liberando para o cliente o valor líquido de R$ 99.000,00.

Os juros serão pagos juntamente com o principal da dívida no vencimento do


contrato. O valor total a ser pago para a quitação da dívida, em 30.6.2013,
incluindo juros e principal, é de R$ 119.970,00.
A taxa efetiva de juros compostos da operação descrita é de:
a) 9,449% a. a.;
b) 9,985% a. a.;
c) 10,5% a. a.;
d) 10,0% a. a.

Exame de Suficiência – Bacharel em Contabilidade 2/2012, q. 30.

8. Um gestor de empresa tem três cotações de preços de fornecedores diferen-


tes, da mesma quantidade de uma determinada matéria-prima, nas seguin-
tes condições de pagamento:
Fornecedor A R$ 3.180,00 para pagamento à vista.
Fornecedor B R$ 3.200,00 para pagamento em 1 (um) mês.
Fornecedor C R$ 3.300,00 para pagamento em 2 meses.

Considerando as condições de pagamento e um custo de oportunidade de


1% (um) ao mês, é mais vantajoso adquirir a matéria-prima:
a) do Fornecedor A;
b) do Fornecedor B;
c) dos Fornecedores A ou C;
d) dos Fornecedores B ou C.

Exame de Suficiência – Bacharel em Ciências Contábeis 1/2011, q. 31.

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1a Prova

254 A nova contabilidade • Guerra

9. Uma empresa está analisando a melhor opção para aquisição de uma máqui-
na. As seguintes opções estão sendo analisadas:
Opção 1 Adquirir a máquina do Fornecedor A, à vista, por R$ 200.000,00.
Para tanto, a empresa terá que obter um empréstimo de R$ 200.000,00
com juros compostos de 2% a. m. no Banco X, a ser pago em três parce-
las de igual valor, vencendo a primeira parcela um mês após a data da
liberação do empréstimo.
Opção 2 Adquirir a máquina do Fornecedor B, em três parcelas mensais su-
cessivas de R$ 70.000,00, vencendo a primeira parcela um mês após a
data da compra.

Com base nos dados informados, é CORRETO afirmar que:


a) é mais vantajosa a opção 1, uma vez que a parcela mensal a ser paga ao
Banco X é igual a R$ 69.350,93;
b) é mais vantajosa a opção 1, uma vez que a parcela mensal a ser paga ao
Banco X é igual a R$ 68.000,00;
c) é mais vantajosa a opção 2, uma vez que a parcela mensal a ser paga ao
Banco X é igual a R$ 70.747,20;
d) é mais vantajosa a opção 2, uma vez que a parcela mensal a ser paga ao
Banco X é igual a R$ 70.666,67.

Exame de Suficiência – Bacharel em Contabilidade 2/2012, q. 31.

10. Uma sociedade empresária adquiriu um equipamento que será pago em uma
única parcela de R$ 551.250,00 dois meses após a compra. A taxa de juros
de mercado é de 5% ao mês, com capitalização mensal.
O valor presente da dívida, na data da aquisição, é de:
a) R$ 499.284,11;
b) R$ 500.000,00;
c) R$ 501.136,36;
d) R$ 525.000,00.

Exame de Suficiência – Técnico em Contabilidade 1/2012, q. 47.

11. Conforme a Resolução CFC no 1.110/07, que aprovou a NBC TG 01 – Redu-


ção ao Valor Recuperável de Ativos, assinale a opção CORRETA.
a) uma entidade deverá testar, no mínimo a cada três anos, a redução ao
valor recuperável de um ativo intangível com vida útil indefinida ou de

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1a Prova

Redução ao valor recuperável 255

um ativo intangível ainda não disponível para uso, comparando o seu


valor contábil com seu valor recuperável;
b) um ativo não está desvalorizado quando o valor recuperável excede o
valor contábil;
c) independentemente de existir, ou não, qualquer indicação de redução
ao valor recuperável, uma entidade deve fazer estimativa formal do
valor recuperável de todos os seus ativos imobilizados;
d) as companhias de capital aberto estão obrigadas a avaliar trimes-
tralmente se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido
desvalorização.

Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de Auditores


Independentes (CNAI) do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) 2009, q. 2.

12. A Resolução CFC no 1.110/07, que aprova a NBC TG 01 que trata da redução
ao valor recuperável de ativos, define o valor em uso de um ativo como sen-
do o valor presente de fluxos de caixa futuros estimados que deva resultar do
uso de um ativo ou de uma unidade geradora de caixa. Considerando esse
assunto, NÃO deve ser refletida(o) no cálculo do valor em uso de um ativo:
a) a estimativa dos fluxos de caixa futuros que a entidade espera obter com
esse ativo;
b) o valor a ser obtido pela venda desse ativo ou unidade geradora de caixa;
c) a expectativa sobre possíveis variações no montante ou período dos
fluxos de caixa futuros;
d) o valor do dinheiro no tempo, representado pela atual taxa de juros
livre de risco.

Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de Auditores


Independentes (CNAI) do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Prova especí-
fica para atuação na área de auditoria nas Instituições Reguladas pela Superinten-
dência de Seguros Privados (SUSEP) 2009, q. 9.

13. O objetivo da NBC TG 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos é defi-


nir procedimentos visando assegurar que os ativos não estejam registrados
contabilmente por um valor superior àquele passível de ser recuperado por
uso ou venda. Entre os conceitos utilizados no CPC 01, assinale a opção que
apresenta uma definição INCORRETA.
a) valor líquido de venda é o valor a ser obtido pela venda de um ativo ou
de uma unidade geradora de caixa em transações em bases comutativas,

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1a Prova

256 A nova contabilidade • Guerra

entre partes conhecedoras e interessadas, menos as despesas estimadas


de venda;
b) valor depreciável, amortizável e exaurível é a alocação sistemática do
valor depreciável, amortizável e exaurível de ativos durante sua vida útil;
c) valor recuperável de um ativo ou de uma unidade geradora de caixa é o
maior valor entre o valor líquido de venda de um ativo e seu valor em uso;
d) valor contábil é o valor pelo qual um ativo está reconhecido no balan-
ço depois da dedução de toda respectiva depreciação, amortização ou
exaustão acumulada e provisão para perdas.

Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de Auditores


Independentes (CNAI) do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Prova especí-
fica para atuação na área de auditoria nas Instituições Reguladas pela Superinten-
dência de Seguros Privados (SUSEP) 2009, q. 25.

14. Conforme a NBC TG 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos, ao avaliar


se há alguma indicação de que uma perda por desvalorização, reconhecida
em períodos anteriores para um ativo, com exceção do ágio (goodwill), possa
ter diminuído ou possa não mais existir, a entidade deve considerar, no míni-
mo, as seguintes indicações, EXCETO:
a) o valor de mercado do ativo aumentou significativamente durante o
período;
b) ocorreram, durante o período, ou ocorrerão em futuro próximo, mudan-
ças significativas, com efeito favorável sobre a entidade, no ambiente
tecnológico, de mercado, econômico ou legal no qual ela opera ou no
mercado no qual o ativo é utilizado;
c) as taxas de juros de mercado ou outras taxas de mercado aplicáveis sobre
o retorno de investimentos aumentaram durante o período e esses aumen-
tos possivelmente afetarão a taxa de desconto usada no cálculo do valor
do ativo em uso e aumentarão substancialmente seu valor recuperável;
d) ocorreram, durante o período, ou ocorrerão em futuro próximo, mudan-
ças significativas, com efeito favorável sobre a entidade, na medida ou
maneira pela qual o ativo é utilizado ou deverá ser utilizado. Essas mu-
danças incluem gastos incorridos durante o período, com a finalidade
de melhorar ou aprimorar o desempenho de um ativo ou de reestruturar
a operação à qual o ativo pertence.

Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de Auditores


Independentes (CNAI) do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) 2010, q. 29.

ISBN_9675.indb 256 11/24/14 4:18 PM


1a Prova

Redução ao valor recuperável 257

15. Durante um trabalho de auditoria foram detectadas as seguintes informa-


ções sobre a concessão de uma linha de ônibus:
• Valor de custo de R$ 70.000,00 em 31.12.2010.
• Amortização acumulada de R$ 10.500,00 em 31.12.2010.
• Aplicação da NBC TG 01 acusou um valor recuperável de R$ 52.500,00,
com base no fluxo de caixa descontado (valor de uso) desse direito.

A posição do auditor independente em relação a esse ativo intangível é de:


a) recomendar que a empresa reconheça uma perda de R$ 10.500,00 para
redução ao valor recuperável do ativo.
b) recomendar que a empresa reconheça uma perda de R$ 17.500,00 para
redução ao valor recuperável do ativo.
c) recomendar que a empresa reconheça uma perda de R$ 3.500,00 para
redução ao valor recuperável do ativo.
d) recomendar que a empresa reconheça uma perda de R$ 7.000,00 para
redução ao valor recuperável do ativo.

Exame de Suficiência - Bacharel em Ciências Contábeis 1/2012, q. 27.

16. Em 2.10.2011, uma sociedade empresária adquiriu uma mercadoria para


revenda. Os dados da transação são os seguintes:
Preço de compra antes do abatimento R$ 21.000,00
ICMS s/ compra – recuperável R$ 3.400,00
Abatimentos R$ 1.000,00
Gasto com transporte da mercadoria R$ 2.000,00
ICMS s/ Frete – recuperável R$ 340,00

Em 15.11.2011, a empresa vendeu 50% do estoque. Em 31.12.2011, a em-


presa apurou que o preço estimado de venda no curso normal dos negócios,
deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados ne-
cessários para se concretizar a venda para esta mercadoria, é de R$ 8.000,00.
Considerando que a empresa não possui estoque inicial, o valor do estoque
em 31.12.2011 a ser apresentado no Balanço Patrimonial nesta data é de:
a) R$ 8.000,00.
b) R$ 8.800,00.
c) R$ 9.130,00.
d) R$ 9.630,00.

Exame de Suficiência – Bacharel em Ciências Contábeis 1/2012, q. 5.

ISBN_9675.indb 257 11/24/14 4:18 PM


1a Prova

258 A nova contabilidade • Guerra

17. Uma sociedade adquiriu em 2.1.2010 um veículo para ser utilizado na sua
atividade operacional por R$ 70.000,00. Na data da aquisição, a empresa
apresentou estudo no qual demonstrou que a vida útil do veículo é de 10
anos e que o valor justo líquido de despesa de venda no momento de sua
desativação, trazido a valor presente, será de R$ 10.000,00.
Em 31.12.2010, a empresa aplicou NBC TG 01 – Redução ao Valor Recupe-
rável de Ativos e apresentou estudo onde o valor recuperável deste bem é de
R$ 55.000,00.
O valor do Imobilizado, líquido da depreciação acumulada, em 31.12.2010,
é de:
a) R$ 45.000,00.
b) R$ 54.000,00.
c) R$ 55.000,00.
d) R$ 64.000,00.

Exame de Suficiência – Técnico em Contabilidade 2/2011, q. 4.

18. Com base nas Normas Brasileiras de Contabilidade, em relação à mensura-


ção de estoques, assinale a opção CORRETA.
a) a entidade avalia estoques pelo menor valor entre o custo e o preço de
venda estimado diminuído dos custos para completar a produção e as
despesas de venda;
b) a entidade deve avaliar o custo de estoques pelo método, último a en-
trar, primeiro a sair – UEPS;
c) os custos de aquisição de estoques abrangem o preço de compra, fretes
e outros gastos, com exceção dos tributos recuperáveis, ou não, pela
entidade;
d) uma perda por desvalorização de estoque ocorre quando o valor contá-
bil de ativo é menor que seu valor recuperável.

Exame de Suficiência – Técnico em Contabilidade 2/2011, q. 27.

19. Uma empresa industrial possui um Ativo Imobilizado cujo custo histórico é
igual a R$ 50.000,00 e cuja depreciação acumulada equivale a R$ 12.000,00.
A empresa apurou, para esse ativo, um valor justo líquido de despesas de
venda de R$ 10.000,00 e um valor em uso de R$ 20.000,00.

ISBN_9675.indb 258 11/24/14 4:18 PM


1a Prova

Redução ao valor recuperável 259

Com base nos dados informados, considerando a NBC TG 01 – Redução ao


Valor Recuperável de Ativos –, o valor a ser registrado como perda por des-
valorização do Ativo Imobilizado será de:
a) R$ 18.000,00;
b) R$ 28.000,00;
c) R$ 30.000,00;
d) R$ 40.000,00.

Exame de Suficiência – Bacharel em Ciências Contábeis 2/2011, q. 5.

20. Um item do imobilizado foi registrado, ao custo de aquisição, por


R$ 60.000,00 e tem depreciação acumulada de R$ 12.000,00. As informa-
ções coletadas pela empresa indicam:
Valor em uso R$ 47.000,00
Valor justo líquido da despesa de venda R$ 50.000,00

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que o valor recuperável


do ativo é de:
a) R$ 47.000,00, não sendo, portanto, necessário proceder a um ajuste ao
valor recuperável;
b) R$ 47.000,00, sendo, portanto, necessário proceder a um ajuste ao va-
lor recuperável negativo de R$ 1.000,00;
c) R$ 50.000,00, não sendo, portanto, necessário proceder a um ajuste ao
valor recuperável;
d) R$ 50.000,00, sendo, portanto, necessário proceder a um ajuste ao va-
lor recuperável positivo de R$ 3.000,00.

Exame de Suficiência – Bacharel em Contabilidade 2/2012, q. 9.

21. Redução ao Valor Recuperável de Ativos se aplica a todos os ativos a seguir,


EXCETO a:
a) ativo intangível;
b) estoque;
c) imobilizado;
d) investimento em controlada.

Exame de Suficiência – Bacharel em Ciências Contábeis 2/2011, q. 36.

ISBN_9675.indb 259 11/24/14 4:18 PM


1a Prova

260 A nova contabilidade • Guerra

22. Em 31.12.2012, uma Unidade Geradora de Caixa apresentava as seguintes


estimativas a respeito das entradas e saídas de caixa, ao final de cada ano
de sua vida útil:

Fluxo de caixa
Ano Entradas saídas
líquido

2013 R$ 320.000,00 R$ 78.000,00 R$ 242.000,00

2014 R$ 346.200,00 R$ 80.000,00 R$ 266.200,00

2015 R$ 632.400,00 R$ 100.000,00 R$ 532.400,00

Considerando juros compostos de 10% a.a., o valor presente dos fluxos de


caixa futuros, em 31.12.2012, era de:
a) R$ 781.818,18.
b) R$ 800.461,54.
c) R$ 840.000,00.
d) R$ 946.000,00.

Exame de Suficiência – Bacharel em Contabilidade 2/2013, q. 34 e Técnico em


Contabilidade 2/2013, q. 34.

ISBN_9675.indb 260 11/24/14 4:18 PM


Referências

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Comunicado Técnico CT 01 – aborda como


os ajustes das novas práticas contábeis adotadas no Brasil trazidas pela Lei no 11.638/07
e MP no 449/08 devem ser tratados. Brasília, 2009.
________ . CTG 02 (CT 03) – Esclarecimentos sobre as Demonstrações Contábeis de 2008.
Brasília, 2009.
________ . CTG 03 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidencia-
ção. Brasília, 2009.
________ . CTG 2000 – Aborda como os ajustes das novas práticas contábeis adotadas no
Brasil trazidas pela Lei no 11.638/07 e MP no 449/08 devem ser tratados. Brasília, 2009.
________ . Exame de Qualificação Técnica. Disponível em: <http://www.cfc.org.br/con-
teudo.aspx?codMenu=218&codConteudo=529>. Acesso em: 19 nov. 2011.
________ . Exames de suficiência: provas, gabaritos e estatísticas. Disponível em: <http://
www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=45>. Acesso em: 19 nov. 2011.
________ . ITG 09 – Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, De-
monstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial. Brasília,
2009.
________ . NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL. Brasília, 2011.
________ . NBC TG 01 – Redução ao valor Recuperável de Ativos. Brasília, 2010.
________ . NBC TG 03 – Demonstração dos Fluxos de Caixa. Brasília, 2010.
________ . NBC TG 04 – Ativo Intangível. Brasília, 2010.

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1a Prova

298 A nova contabilidade • Guerra

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. NBC TG 06 – Operações de Arrendamento


Mercantil. Brasília, 2010.
________ . NBC TG 09 – Demonstração do Valor Adicionado. Brasília, 2008.
________ . NBC TG 12 – Ajuste a Valor Presente. Brasília, 2009.
________ . NBC TG 13 – Adoção Inicial da Lei no 11.638/07 e MP no 449/08. Brasília, 2009.
________ . NBC TG 15 – Combinação de Negócios. Brasília, 2011.
________ . NBC TG 17 – Contratos de Construção. Brasília, 2012.
________ . NBC TG 18 – Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento
Controlado em Conjunto. Brasília, 2013.
________ . NBC TG 19 – Negócios em Conjunto. Brasília, 2012.
________ . NBC TG 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro.
Brasília, 2009.
________ . NBC TG 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes. Brasília,
2009.
________ . NBC TG 26 – Apresentação das Demonstrações Contábeis. Brasília, 2009.
________ . NBC TG 27 – Ativo Imobilizado. Brasília, 2009.
________ . NBC TG 30 – Receitas. Brasília, 2012.
________ . NBC TG 31 – Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Desconti-
nuada. Brasília, 2009.
________ . NBC TG 32 – Tributos sobre o Lucro. Brasília, 2009.
________ . NBC TG 36 – Demonstrações Consolidadas. Brasília, 2013.
________ . NBC TG 38 – Instrumentos financeiros – reconhecimento e mensuração.
________ . NBC TG 1000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Brasília,
2009.
________ . Resolução CFC no 750/93 atualizada pela Resolução CFC no 1.282/2010 – Dis-
põe sobre os Princípios de Contabilidade. Brasília, 2010.
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
– INEP. Download de provas, gabaritos, padrões de resposta do provão e tabelas de espe-
cificação de habilidades e conteúdos. Curso: Ciências Contábeis. Disponível em: <http://
www.inep.gov.br/superior/provao/gab_prov_pad_res/Ciências contábeis.htm>. Acesso
em: 25 set. 2006.
________ . Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Disponível em:
<http://portal.inep.gov.br/enade>. Acesso em: 19 nov. 2011.

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Gabarito das questões

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1a Prova

300 A nova contabilidade • Guerra

Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3 Capítulo 4 Capítulo 5 Capítulo 6 Capítulo 7


1 b 1 d 1 d 1 a 1 c 1 a 1 d
2 b 2 c 2 b 2 b 2 c 2 b 2 c
3 b 3 a 3 b 3 c 3 c 3 d
4 d 4 b 4 a 4 a 4 b 4 d
5 c 5 b 5 b 5 d 5 d
6 c 6 d 6 c 6 b 6 b
7 d 7 d 7 c 7 b 7 b
8 a 8 a 8 d 8 a 8 b
9 c 9 b 9 c 9 d 9 c
10 a 10 e 10 a 10 b 10 c
11 c 11 c 11 b 11 c
12 d 12 a 12 c 12 d
13 b 13 d 13 d 13 c
14 a 14 a 14 d
15 a 15 d 15 c
16 a 16 b 16 b
17 b 17 d 17 c
18 c 18 b 18 b
19 a 19 d 19 b
20 a 20 a 20 c
21 c 21 c 21 b
22 d 22 d 22 d
23 b 23 d 23 a
24 a 24 c 24 b
25 b 25 a 25 b
26 b 26 b
27 c 27 b
28 c 28 c
29 d 29 c
30 b 30 b
31 c 31 c
32 d

ISBN_9675.indb 300 11/24/14 4:18 PM


1a Prova

Gabarito das questões 301

Capítulo 8 Capítulo 9 Capítulo 10 Capítulo 11 Capítulo 12 Capítulo 13 Capítulo 14

1 b 1 b 1 c 1 b 1 c 1 a 1 b

2 d 2 d 2 e 2 b 2 a 2 b 2 c

3 b 3 a 3 c 3 b 3 a 3 a 3 d

4 d 4 a 4 b 4 b 4 b 4 d 4 b

5 d 5 b 5 b 5 a 5 c 5 c 5 a

6 c 6 d 6 b 6 a 6 c 6 c 6 d

7 d 7 a 7 c 7 b 7 d 7 c 7 c

8 b 8 c 8 b 8 c 8 b 8 a 8 b

9 d 9 d 9 c 9 c 9 a 9 c 9 a

10 a 10 a 10 d 10 b 10 c

11 d 11 c 11 b 11 b 11 d

12 a 12 a 12 a 12 b 12 a

13 d 13 d 13 d 13 b 13 a

14 d 14 b 14 d 14 c 14 c

15 c 15 d 15 d

16 c 16 d 16 a

17 d 17 b 17 c

18 c 18 c 18 a

19 d 19 a 19 a

20 a 20 a 20 c

21 a 21 b 21 b

22 a 22 c

23 d

24 a

25 b

26 c

27 b

28 b

29 d

ISBN_9675.indb 301 11/24/14 4:18 PM


ISBN_9675.indb 302 11/24/14 4:18 PM
ISBN_9675.indb 303 11/24/14 4:18 PM
Formato 17 × 24 cm
Tipologia Charter 11/13,5
Papel Primapress 63 g/m2 (miolo)
Supremo 250 g/m2 (capa)
Número de páginas 320
Impressão Lis Gráfica e Editora

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