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MD110 CONSONO

MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

TELEFONIA

DIVISÃO NOME DO DOCUMENTO NÚMERO DO DOCUMENTO

Antes da 1 Índice 001 51-LZBBM 103 0062/1 Upb A

1 GERAL

1.1 Administração de comandos 1/1551-AND 102 02 Upb E1

1.2 Lista de comandos 190 82-ASB 501 04 Upb D2

1.3 Operador centralizado 107/154 31-APD 10102 Upb D2

1.4 Administração de rotas 114/154 31-APD 101 02 Upb D

1.5 Redes 115/154 31-APD 101 02 Upb B

1.6 Numeração 116/154 31-APD 101 02 Upb B

1.7 Dados de multi-PABX 117/154 31-APD 101 02 Upb B

2 IMPRESSÕES

2.1 Descrição de mensagens 1/190 83-APD 101 02 Upb D

2.2 Descrição de mensagens 190 83-APD 102 01 Upb H1

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3 DISCAGEM ABREVIADA, AD

3.1 Instruções de operação 1/154 31-APD 101 02 Upb D1

3.2 Descrição de comandos 1/190 82-APD 101 02 Upb D1

3.3 Descrição de parâmetros 1/190 84-APD 101 02 Upb D1

4 PARÂMETROS DO SISTEMA DE APLICAÇÃO, AS

4.1 Instruções de operação 2/154 31-APD 101 02 Upb A

4.2 Descrição de comandos 2/190 82-APD 101 02 Upb A

4.3 Descrição de parâmetros 2/190 84-APD 101 02 Upb D1

5 GRUPO DE CAMPAÍNHA COMUM, CB

5.1 Instruções de operação 3/154 31-APD 101 02 Upb D1

5.2 Descrição de comandos 3/190 82-APD 101 02 Upb A

5.3 Descrição de parâmetros 3/190 84-APD 101 02 Upb A

6 REDIRECIONAMENTO DE CHAMADA, CD

6.1 Instruções de operação 4/154 31-APD 101 02 Upb B5

6.2 Descrição de comandos 4/190 82-APD 101 02 Upb B4

6.3 Descrição de parâmetros 4/190 84-APD 101 02 Upb B3

7 TARIFAÇÃO, CH

7.1 Instruções de operação 5/154 31-APD 101 02 Upb B

7.2 Descrição de comandos 5/190 82-APD 101 02 Upb A

7.3 Descrição de parâmetros 5/190 84-APD 101 02 Upb A


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8 NÚMERO DE CATÁLOGO PÚBLICO COMUM, CP

8.1 Instruções de operação 6/154 31-APD 101 02 Upb D1

8.2 Descrição de comandos 6/190 82-APD 101 02 Upb D

8.3 Descrição de parâmetros 6/190 84-APD 101 02 Upb D

9 RASTREIO DE CHAMADA, CT

9.1 Instruções de operação 7/154 31-APD 101 02 Upb A

9.2 Descrição de comandos 7/190 82-APD 101 02 Upb C

9.3 Descrição de parâmetros 7/190 84-APD 101 02 Upb A


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TELEFONIA

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Antes da 1 Índice 001 51-LZBBM 103 0062/1 Upb A

1 RAMAL ANALÓGICO, EX

1.1 Instruções de operação XMA 8/154 31-APD 101 02 Upb D1

1.2 Descrição de comandos 8/190 82-APD 101 02 Upb D

1.3 Descrição de parâmetros XMA 8/190 84-APD 101 02 Upb D

2 GRUPO DE NÃO PERTURBE, GD

2.1 Instruções de operação 45/154 31-APD 101 02 Upb D

2.2 Descrições de comandos 45/190 82-APD 101 02 Upb D

2.3 Descrição de parâmetros 45/190 84-APD 101 02 Upb A1

3 CHAMADA EM GRUPO (INTERNA), GH

3.1 Instruções de operação 10/154 31-APD 101 02 Upb D

3.2 Descrição de comandos 10/190 82-APD 101 02 Upb D

3.3 Descrição de parâmetros 10/190 84-APD 101 02 Upb D

4 GRUPO DE CAPTURA DE CHAMADA, GP

4.1 Instruções de operação 11/154 31-APD 101 02 Upb D

4.2 Descrição de comandos 11/190 82-APD 101 02 Upb A

4.3 Descrição de parâmetros 11/190 84-APD 101 02 Upb A


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5 TERMINAL ISDN, IT

5.1 Instruções de operação 47/154 31-APD 101 02 Upb B3

5.2 Descrição de comandos 47/190 82-APD 101 02 Upb B3

5.3 Descrição de parâmetros 47/190 84-APD 101 02 Upb B3

6 TELEFONES DIGITAIS, KS

6.1 Instruções de operação 12/154 31-APD 101 02 Upb D1

6.2 Descrição de comandos 12/190 82-APD 101 02 Upb D1

6.3 Descrição de parâmetros XMA 12/190 84-APD 10102 Upb D2

7 ANÁLISE NUMÉRICA, NA

7.1 Instruções de operação 13/154 31-APD 101 02 Upb D

7.2 Descrição de comandos 13/190 82-APD 101 02 Upb D

7.3 Descrição de parâmetros 13/190 84-APD 101 02 Upb D

8 SERVIÇO NOTURNO, NS

8.1 Instruções de operação 14/154 31-APD 101 02 Upb D

8.2 Descrição de comandos 14/190 82-APD 101 02 Upb A

8.3 Descrição de parâmetros 14/190 84-APD 101 02 Upb A

9 CONVERSÃO DE NÚMEROS, NU

9.1 Instruções de operação 46/154 31-APD 101 02 Upb C4

9.2 Descrição de comandos 46/190 82-APD 101 02 Upb C3

9.3 Descrição de parâmetros 46/190 84-APD 101 02 Upb C3


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TELEFONIA

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Antes da 1 Índice 001 51-LZBBM 103 0062/1 Upb A

1 TRÁFEGO NA MESA DE TELEFONISTA DO PABX, OP

1.1 Instruções de operação 15/154 31-APD 101 02 Upb D3

1.2 Descrição de comandos 15/190 82-APD 101 02 Upb D3

1.3 Descrição de parâmetros 15/190 84-APD 101 02 Upb D

2 FALTA DE FORÇA, PF

2.1 Instruções de operação 16/154 31-APD 101 02 Upb A

2.2 Descrição de comandos 16/190 82-APD 101 02 Upb A

2.3 Descrição de parâmetros 16/190 84-APD 101 02 Upb A

3 DADOS DE ROTA, RO

3.1 Instruções de operação 17/154 31-APD 101 02 Upb D

3.2 Descrição de comandos 17/190 82-APD 101 02 Upb D

3.3 Descrição de parâmetros 17/190 84-APD 101 02 Upb D

4 RAMAIS COM FUNÇÕES ESPECIAIS, SP

4.1 Instruções de operação 18/154 31-APD 101 02 Upb D

4.2 Descrição de comandos 18/190 82-APD 101 02 Upb D

4.3 Descrição de parâmetros 18/190 84-APD 101 02 Upb D


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DIVISÃO NOME DO DOCUMENTO NÚMERO DO DOCUMENTO

5 INFORMAÇÃO DE USUÁRIO DO SISTEMA, SU

5.1 Instruções de operação 113/154 31-APD 101 02 Upb C

5.2 Descrição de comandos 113/190 82-APD 101 02 Upb C

5.3 Descrição de parâmetros 113/190 84-APD 101 02 Upb C

6 DADOS DE SISTEMA, SY

6.1 Instruções de operação 19/154 31-APD 101 02 Upb D

6.2 Descrição de comandos 19/190 82-APD 101 02 Upb D

6.3 Descrição de parâmetros 19/190 84-APD 101 02 Upb B5

7 MATRIZ PARA CONEXÃO DE TRÁFEGO, TC

7.1 Instruções de operação 20/154 31-APD 101 02 Upb B

7.2 Descrição de comandos 20/190 82-APD 101 02 Upb B

7.3 Descrição de parâmetros 20/190 84-APD 101 02 Upb B

8 PROGRAMAÇÃO DA MESA DE TELEFONISTA DO PABX

8.1 Instruções de operação 21/154 31-APD 101 02 Upb A4

8.2 Descrição de comandos 21/190 82-APD 101 02 Upb A3

8.3 Descrição de parâmetros 21/190 84-APD 101 02 Upb A3

8.4 Descrição das impressões 2/190 83-APD 101 02 Upb A3


ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 1(13)
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MD110
DESCRIÇÃO

ÍNDICE Página

1 GENERALIDADES .......................................................................................... 3

2 CONEXÃO (LOG-ON) ..................................................................................... 3

3 SENHAS ......................................................................................................... 4

4 EXECUÇÃO DO COMANDO .......................................................................... 4

5 LEITURA DE UM ARQUIVO DE COMANDOS................................................ 5

6 SINTAXE DE COMANDO ............................................................................... 5

7 CARACTERES................................................................................................ 6

7.1 Caracteres de comando .................................................................................. 6


7.2 Caracteres de edição ...................................................................................... 6

8 VALIDADE DO COMANDO............................................................................. 7

9 ESTRUTURA DO COMANDO......................................................................... 7

10 INTERRUPÇÃO DE UM COMANDO .............................................................. 8

11 CÓDIGOS DE AUTORIZAÇÃO DE COMANDO.............................................. 8

12 COMANDOS PERIGOSOS............................................................................. 8

13 COMANDO QUE ALTERAM OS DADOS DA CENTRAL ................................ 9

14 COMANDOS QUE ALTERAM O CÓDIGO DE PROGRAMA .......................... 9

15 COMANDOS MULTI-LINHA............................................................................ 10

16 COMENTÁRIOS ............................................................................................. 10

17 MENSAGENS DO SISTEMA .......................................................................... 10

17.1 Repartida ........................................................................................................ 10


17.2 Recarga .......................................................................................................... 11
17.3 Mudança de lado............................................................................................. 11

MTC/CMT 05127.DOC/MAN
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 2(13)
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18 LISTAGENS.................................................................................................... 12

18.1 Generalidades................................................................................................. 12
18.2 Listagens de verificação.................................................................................. 12
18.3 Listagens de procedimento.............................................................................. 12
18.4 Listagens de resposta imediata ....................................................................... 13
18.5 Listagens de resultado (Listagens espontâneas).............................................. 13

19 DESCONEXÃO (LOG-OFF)............................................................................ 13
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 3(13)
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1 GENERALIDADES

A comunicação homem-máquina é efetuada através de comandos e confirmações. Um comando é uma


instrução proveniente de um operador autorizado, e uma confirmação é a resposta do sistema a um
comando.

Para cada comando, o sistema executa verificações nos caracteres e no formato.

2 CONEXÃO (LOG-ON)

Com o objetivo de se entrar em comunicação com o sistema, um procedimento de conexão (log-on)


deve ser executado através do envio de caracteres para o sistema, através de um terminal.

Guiado pela velocidade com a qual os caracteres são enviados, o sistema determina a velocidade de
transmissão. A série de caracteres a ser enviada ao sistema consiste da letra "S". Quando o sistema
reconheceu a velocidade de transmissão, a letra "S" é ecoada de volta para o terminal e impressa. A
série de "S's" é terminada por um ponto-e-vírgula seguido por "CR", "ENTER" ou "SEND".

Se um terminal com baixa velocidade foi conectado ao sistema, e você mudou para um terminal de
alta velocidade, pode se tornar difícil a conexão (log-on). Neste caso, a tecla "break" deve ser acionada
uma vez e, então, a conexão deve ser executada com "S", de maneira usual. (Quando a tecla "break" é
pressionada o terminal transmite um pulso que dura o tempo em que a tecla ficar pressionada).

Neste momento, o sistema irá solicitar a senha. Quando uma senha válida for digitada, o sistema
responderá imprimindo a classe de autorização do operador, a identidade da central, a data, a hora e a
posição de "hardware" na qual o terminal está conectado.

Agora o sistema está pronto para receber os comandos.

Se o sistema receber uma senha inválida, ele solicitará uma outra senha. Após três senhas inválidas
consecutivas, o procedimento de conexão deverá ser reiniciado. Para evitar que uma pessoa não
autorizada se conecte ao sistema, a tentativa seguinte somente poderá ser feita após 20 minutos. Se o
operador tentar a conexão (log-on) dentro dos 20 minutos o tempo será ampliado para mais 20 minutos.

O operador será automaticamente desconectado do sistema se o terminal for desconectado após ter
entrado em comunicação. Se o terminal for desconectado durante a execução de um comando, uma
nova tentativa de comunicação será rejeitada até que a execução do comando esteja terminada.
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 4(13)
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3 SENHAS

No sistema MD 110 existe a possibilidade de se programar 8 palavras de autorização, chamadas de


senhas. Uma senha consiste de um máximo de 16 caracteres alfanuméricos.

A cada senha é associado um código de autorização de 0 até 7, onde 0 indica a mais baixa autorização
e 7 a mais alta.

O código de autorização 7 é associado automaticamente pelo sistema à senha HELP, na ativação do


sistema através do diretório de carga inicial.

A senha HELP pode ser trocada por outra senha secreta, quando as outras 7 senhas já tiverem sido
iniciadas.

Para que um operador possa executar um comando, é necessário que ele possua uma senha com
código de autorização superior ou igual ao do comando.

4 EXECUÇÃO DO COMANDO

Os comandos dados no sistema são no formato MML (linguagem homem-máquina).

Os comandos podem ser dados no sistema de três maneiras diferentes:

- Através de um terminal E/S ou modem via interface V.24;

- Através de um arquivo de comandos da HDU ou PC Soft Disk.

- Internamente no sistema, como por exemplo através da mesa de telefonista do PABX.

Se o comando é dado através de um terminal E/S, o cartão IPU armazena os caracteres que forem
digitados até que <CR> e “enter” forem teclados. Então, o string é enviado para a parte PLEX da
administração do comando.

Uma verificação da sintaxe é realizada quando um comando é enviado ao sistema. Se nenhum erro for
detectado, uma tabela é verificada com a finalidade de identificar as unidades de programa a que
pertence o comando (através das duas primeiras letras do código do comando).

O código de comando completo é então enviado para a identificação das unidades de programa, um de
cada vez, até que a unidade de programa, que trata o comando, tenha sido encontrada..

A unidade de programa, que trata o comando, recebe os parâmetro do comando da IOS e os analisa.
Após a análise dos parâmetros ter sido feita, com sucesso, o comando é executado.
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5 LEITURA DE UM ARQUIVO DE COMANDOS

Um arquivo de comandos pode ser armazenado na unidade de disco rígido (HDU) ou no PC Softdisk.
Por comando, ou pela iniciação do sistema, este arquivo de comandos pode ser lido pelo sistema e ser
executado.

Um exemplo para este tipo de aplicação é quando um arquivo de comandos deve ser transferido desde
um centro de operação e manutenção. O arquivo de comandos é então armazenado na HDU do sistema
e lido através de um único comando.

6 SINTAXE DE COMANDO

Um comando consiste de um código de comando seguido por um ou mais parâmetros.

!
Código de comando: parâmetro
;

ALL

Nome do parâmetro =
& Valor do param.
Valor do parâmetro
&& Valor do param.

O número máximo de caracteres para um comando é 200, isto é, duas linhas. Todos os caracteres
pertencem ao conjunto de códigos ASCII.

Indica que esta parte é opcional (pode ser omitida).

Indica que uma das alternativas deve ser selecionada.

... Indica que um ou mais valores podem ser indicados para este parâmetro.
Isto é, o parâmetro pode conter os caracteres &, && ou ALL.
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 6(13)
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7 CARACTERES

A linguagem usada na comunicação homem-máquina, compreende os seguintes caracteres:

7.1 Caracteres de Comando

A - Z Letras maiúsculas

0 - F Dígitos hexadecimais

7.2 Caracteres de Edição

Durante a comunicação com o sistema, os seguintes caracteres também são usados:

- Usado, por exemplo, para indicar um subelemento em posições de equipamento.

, Separa parâmetros.

& Separa valores de parâmetros, por exemplo, 100&200, significando que os valores 100 e 200
podem ser usados.

&& Separa o início e o fim de uma série consecutiva de valores de parâmetros. Exemplo: 100&&200,
significando que todos os valores desde 100 até 200, inclusive, podem ser usados.

! Se o comando é finalizado por uma exclamação ao invés de um ponto e vírgula, o comando


será executado e, em seguida, o código do comando, sem os parâmetros, será automaticamente
impresso pelo sistema. O operador deve apenas adicionar os parâmetros e os valores
necessários.
Esta função é usada quando se está digitando o mesmo comando diversas vezes.

: Separa o código de comando e a parte do parâmetro.

= Estabelece um valor para o parâmetro.

; Finaliza um “string” de comando.

/* Indica início de comentário

*/ Indica fim de comentário

H' Notação hexadecimal

O' Notação octal

B' Notação binária

' O próximo caracter não é para ser checado.

" Indica o início e fim de um valor de parâmetro que consiste de um string de texto.
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 7(13)
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8 VALIDADE DO COMANDO

Junto com a verificação da sintaxe, cada comando é testado com relação à:

- Validade de cada caracter.

- Validade do código do comando.

- Se o comando está livre.

- Se o comando for para alteração dos dados da central, um teste é executado para verificar se
nenhum outro comando semelhante está em processo ou está sendo executado.

- Número de parâmetros.

- Se os valores dos parâmetros estão de acordo com a natureza do comando.

- Se os valores dos parâmetros estão dentro dos limites.

9 ESTRUTURA DO COMANDO

Um comando consiste de cinco caracteres:

XX YY Z, onde;

XX = Indicam o grupo de comando ao qual o comando pertence.

YY= Indicam qual a função que o comando executa.

Z = Indica o código de operação.

Existem os seguintes códigos de operação:

C Alterar, mudar

E Finalizar

I Iniciar

L Carregar

P Listar, imprimir

R Remover

S Programar, posicionar

T Transferir
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 8(13)
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10 INTERRUPÇÃO DE UM COMANDO

Durante a transmissão de dados em qualquer direção, o operador autorizado tem a possibilidade de


enviar um sinal de interrupção ("break") para o sistema, fazendo com que este fique imediatamente
pronto para receber comandos.

A interrupção do comando é realizada pressionando-se as teclas "CTRL" e "X" simultaneamente.

O sistema confirmará a interrupção enviando os caracteres: "?" e “<”.

Quando um sinal de interrupção é enviado, as seguintes possibilidades podem ocorrer:

B; "CR" para interromper a listagem.

; "CR" para continuar a listagem.

F; "CR" para interromper um comando que já tenha sido aceito. Se o comando foi parcialmente
executado, as alterações nos dados da central que já foram executadas permanecerão.

11 CÓDIGOS DE AUTORIZAÇÃO DE COMANDO

Qualquer comando que possa ser executado através de um terminal deverá estar associado a um dos
códigos de autorização de 0 à 7.

Os comandos iniciados através da mesa de telefonista do PABX não estarão associados a nenhum
código de autorização, desde que a telefonista esteja autorizada a executar quaisquer comandos
através da mesa do PABX.

12 COMANDOS PERIGOSOS

Um comando é classificado como "PERIGOSO" quando ele afeta o funcionamento do sistema, por
exemplo, a remoção de um ramal. Os comandos perigosos são ecoados para o operador e
acompanhados pela mensagem: SURE? (YES/NO).

Para que o comando possa ser executado, o operador deve, então, responder YES: seguido por "CR".
Se o operador responder NO; o comando não será executado.
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 9(13)
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13 COMANDOS QUE ALTERAM OS DADOS DA CENTRAL

Em determinadas ocasiões é impossível executar comandos que alteram ou copiam dados da central.
Se o operador digitar um comando nesta situação, o sistema poderá responder com uma das seguintes
mensagens:

NOT ACCEPTED

acompanhada por:

OTHER COMMAND THAT CHANGES Um dump para a mídia de backup está em andamento
PROGRAM CODE IS NOW
EXECUTING

RELOAD IS EXECUTING Uma recarga está em andamento

RESTART IS EXECUTING Uma repartida está em andamento

OTHER COMMAND THAT CHANGES Um outro comando que está alterando ou copiando os
RELOAD DATA IS NOW dados da central está em andamento
EXECUTING

O operador deve aguardar para enviar os seus comandos, em todos os casos acima.

14 COMANDOS QUE ALTERAM O CÓDIGO DE PROGRAMA

Em determinadas ocasiões, no sistema, não é possível executar comandos que alteram ou copiam o
código de programa. Se o operador digitar um comando nesta situação, o sistema poderá responder
com uma das seguintes mensagens:

NOT ACCEPTED

acompanhada por:

OTHER COMMAND THAT CHANGES Uma descarga para mídia de backup está em andamento
PROGRAM CODE IS NOW ou outro comando que está alterando ou copiando um có-
EXECUTING digo de programa está sendo executado.

RELOAD IS EXECUTING Uma recarga está em andamento

RESTART IS EXECUTING Uma repartida está em andamento

O operador deve aguardar para enviar os seus comandos, em todos os casos acima.
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 10(13)
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15 COMANDOS MULTI-LINHA

Quando um comando, com seus parâmetros, exceder uma linha de comprimento, a linha deverá ser
terminada com um parâmetro completo, seguido da vírgula. Após pressionar a tecla "CR" pode-se
continuar o comando na linha seguinte.

Nenhum comando pode exceder duas linhas de comprimento (200 caracteres).

16 COMENTÁRIOS

Um comentário começa com os caracteres '/*' e termina com os caracteres '*/'. Um comando não deve
exceder duas linhas e não deve ser misturado com outros comandos na mesma linha.

A seguir, um exemplo de comentários em um arquivo de comandos:

/* Iniciação dos números individuais das telefonistas */


NANSI:NUMTYP=OI,NUMSE=500&&502;
/* Iniciação das telefonistas 500 e 501 nas posições */
/* de hardware 1 - 0 - 41 - 0 & 1.
OPERI:DIR=500&501,EQU=1 - 0 - 41 - 0,TRAF=1515,OPC=0,PRG=1;

17 MENSAGENS DO SISTEMA

17.1 REPARTIDA (RESTART)

Quando uma repartida ocorre no sistema, requisitada pelo sistema, a seguinte mensagem é enviada
para todos os terminais que estiverem em comunicação:

MESSAGE FROM OPERATING SYSTEM:


RESTART REQUESTED
SYSTEM INICIATED

Se um comando que altera ou copia códigos de programa ou dados da central, está em execução,
quando o sistema solicita uma repartida, a seguinte mensagem é enviada a todos os terminais que
estiverem conectados ao sistema:

MESSAGE FROM OPERATING SYSTEM:


RESTART AND RELOAD REQUESTED
SYSTEM INICIATED

O operador deve decidir o que fazer nesta situação, uma vez que isto depende do comando que estava
em andamento no momento em que a repartida ocorreu.
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 11(13)
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17.2 RECARGA (RELOAD)

A recarga do sistema, de um LIM, ou uma recarga de dados pode ser iniciada pelo operador ou pelo
sistema.

Nesses casos, a seguinte mensagem é enviada a todos os terminais que estiverem em comunição:

RECARGA DE LIM INICIADA PELO SISTEMA

MESSAGE FROM OPERATING SYSTEM:


RELOAD REQUESTED
SYSTEM INICIATED LIM

RECARGA DE DADOS INICIADA PELO SISTEMA

MESSAGE FROM OPERATING SYSTEM:


RELOAD REQUESTED
SYSTEM INICIATED DATA

Se um comando que está alterando ou copiando os dados da central está em execução, quando o
sistema solicita uma repartida, será enviado a todos os terminais conectados ao sistema a seguinte
mensagem:

MESSAGE FROM OPERATING SYSTEM:


RESTART AND RELOAD REQUESTED
SYSTEM INICIATED DATA

Todas as alterações dos dados da central que tenham sido feita desde o último “DUMP” estarão
perdidas quando a recarga ocorrer. O operador terá que entrar com os comandos que foram enviados
desde o último “DUMP”.

17.3 MUDANÇA DE LADO

Se uma mudança de lado ocorrer, solicitada pelo sistema ou pelo operador, a seguinte mensagem será
enviada a todos os terminais que estiverem em comunicação:

MESSAGE FROM OPERATING SYSTEM:


RESTART REQUESTED
SYSTEM INICIATED

E quando a recarga de dados, após a mudança de lado, se iniciar, a seguinte mensagem será enviada a
todos os terminais em comunicação:

MESSAGE FROM OPERATING SYSTEM:


RELOAD REQUESTED
SYSTEM INICIATED DATA
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 12(13)
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18 LISTAGENS

18.1 Gereralidades

O sistema possui quatro tipo diferentes de listagens:

- Listagens de verificação
- Listagens de procedimento
- Listagens de resposta imediata
- Listagens de resultado (listagens espontâneas)

18.2 LISTAGENS DE VERIFICAÇÃO

Uma listagem de verificação consiste de um comando sendo ecoado de volta para o operador, toda vez
que o comando for classificado como perigoso para o sistema (veja o item "Comandos Perigosos").

18.3 LISTAGENS DE PROCEDIMENTO

As listagens de procedimento são usadas para informar ao operador se um comando foi executado,
parcialmente executado ou não executado.

Se o comando foi aceito, as seguintes mensagens podem ser impressas:

EXECUTED O comando foi totalmente executado

ORDERED O comando foi aceito pelo sistema mas não foi executado ainda. O resultado do
comando será impresso no terminal quando a operação requisitada for completada.
Como exemplo, considere um pedido para teste de unidades. O sistema confirmará o
pedido através da mensagem ORDERED. O terminal pode, agora, sair fora da
comunicação (log-off). Quando o teste for completado, o sistema requisitará o acesso
ao terminal, através do qual o comando foi enviado, e imprimirá o resultado do teste. Se
o terminal estiver ocupado, o sistema irá aguardar até que ele fique livre e, então, listará
o resultado.

Erro detectado durante a execução:

NOT ACCEPTED O comando foi erroneamente especificado. Nenhuma ação foi tomada.

PARTLY EXECUTED A ação especificada foi parcialmente executada, porém a detecção de um erro
interrompeu a execução.

As mensagens NOT ACCEPTED e PARTLY EXECUTED são acompanhadas por uma listagem
especificando o erro.
ADMINISTRAÇÃO DE COMANDOS 13(13)
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18.4 LISTAGENS DE RESPOSTA IMEDIATA

Este tipo de listagem ocorre assim que o sistema aceita um comando. Se o tempo de resposta da
mensagem é longo, a palavra WAIT será impressa.

Mensagens de resposta imediata terminam com END.

18.5 LISTAGENS DE RESULTADO (LISTAGENS ESPONTÂNEAS)

Listagens deste tipo são aquelas que não ocorrem imediatamente quando um comando é iniciado.

Listagens de resultado podem ocorrer após o operador ter se desconectado do sistema.

A listagens pode também ocorrer quando em conexão com algum outro comando, se a função
requisitada estiver concluída.

Listagens de resultado iniciam com “spontaneous printout” e terminam com END.

19 DESCONEXÃO (LOG-OFF)

Uma desconexão pode ser executada manualmente ou automaticamente.

Desconexão manual

Pressione simultaneamente as teclas "CTRL" e "X" para encerrar o tratamento de comandos.

O sistema responde com: '?' “<“

Digite 0; "CR", e o sistema responde com: 'LOGGED OFF'.

Desconexão automática

Se nenhum comando for enviado em um período de 10 minutos, a seguinte mensagem ocorrerá:

"TIME OUT WARNING"

Se nenhum comando for enviado dentro dos próximos 10 minutos o terminal será automaticamente
posto fora de comunicação (desconectado) e a seguinte mensagem aparece:

'LOGGED OFF'
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 1(24)
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MD110

RESUMO DE COMANDOS

INTRODUÇÃO

Os comandos usados no MD 110 consistem de cinco caracteres alfanuméricos, arranjados em um


formato mnemônico, baseado na lingua inglesa.

Os comandos são formados de acordo com as seguintes regras:

- os dois primeiros caracteres representam o grupo de funções.

- os dois caracteres seguintes representam a função intrínseca do comando.

- o último caracter representa a ação que o comando executa.

Os novos comandos no MD 110 BC 8.0 estão assinalados com + e os comandos substituídos estão
marcados com -.

Níveis de autoridade

O serviço, a operação e a manutenção requerem diferentes autoridades para os comandos.


Cada comando pertence a um nível de autoridade (0 - 7).
Um nível superior possui a autoridade de todos os níveis inferiores.

Atividade Categoria pessoal

0 Listagens Operador (todos)

1 Administração I Operador-chefe
2 Administração II Gerente de operações
3 Administração III Administrador de telefonia da companhia

4 Serviço, manutenção I Técnico - A


5 Serviço, manutenção II Técnico - B
6 Serviço, manutenção III Técnico - C

7 Ativação e cancelamento de Controle de autoridade


facilidades. Alteração de senhas

MTC/CMT 07005.DOC/MAN
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 2(24)
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GRUPOS DE COMANDOS

Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

AC **** DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA DE CHAMADAS ****


49/190 82-APD 101 02

0801 ACFUE Finalização da função EGS/ACDH/ACHS2 2


0802 ACFUI Iniciação da função EGS/ACDH/ACHS2 2
0803 ACFUP Listagem de dados da função EGS/ACDH/ACHS3 0
0811 ACGMI Iniciação de membro de grupo EGS/ACDH/ACHS2 1
0812 ACGME Finalização de membro de grupo EGS/ACDH/ACHS2 1
0813 ACGMP Listagem de membro de grupo EGS/ACDH/ACHS3 0
0814 ACGMC Alteração de membro de grupo EGS/ACDH/ACHS2 2
0826 ACGCC Alteração de categoria de grupo EGS/ACDH/ACHS2 2
0827 ACGCP Listagem de categoria de grupo EGS/ACDH/ACHS3 0
0828 ACGRI Iniciação de grupo EGS/ACDH/ACHS2 2
0829 ACPAC Alteração de parâmetro EGS/ACDH/ACHS2 2
0830 ACPAP Listagem de parâmetro EGS/ACDH/ACHS3 0
0836 ACCSP Listagem do estado corrente EGS/ACDH/ACHS3 0

AD **** DISCAGEM ABREVIADA ****


1/190 82-APD 101 02

0101 ADCDP Listagem de dados do número comum TCS/AH/AHH 0


0102 ADCOE Finalização de número comum TCS/AH/AHH 2
0103 ADCOI Iniciação de número comum TCS/AH/AHH 2
0104 ADIDP Listagem de dados individuais TCS/AH/AHH 0
0105 ADINE Finalização de número individual TCS/AH/AHH 2
0106 ADINI Iniciação de número individual TCS/AH/AHH 2
0107 ADIPP Listagem de possuidores individuais TCS/AH/AHH 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 3(24)
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MTC/CMT - RFSJ 15 - 07 - 96 D2

Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

AL **** FUNÇÕES DE ALARME ****


23/190 82-CNA 103 257

0301 ALCLP Listagem da classe SMS/AL/ALH1 0


0302 ALDAR Remoção de dados SMS/AL/ALH1 6
0303 ALDAS Programação de dados SMS/AL/ALH1 6
0304 ALEIE Finalização de entrada externa SMS/AL/ALH2 5
0306 ALLOP Listagem do registro de alarmes SMS/AL/ALH1 0
0307 ALREI Iniciação do registro de alarmes SMS/AL/ALH1 4
0308 ALULP Listagem do limite superior SMS/AL/ALH1 0
0309 ALULS Programação do limite superior SMS/AL/ALH1 4
0310 ALEII Iniciação de entrada externa SMS/AL/ALH2 4
0311 ALEOE Finalização de saída externa SMS/AL/ALH2 4
0312 ALEOI Iniciação de saída externa SMS/AL/ALH2 4
0315 ALEXP Listagem externa SMS/AL/ALH2 0
0316 ALFCP Listagem de código de falha SMS/AL/ALH1 0
0317 ALSII Iniciação de entrada de manutenção SMS/AL/ALH2 4
0319 ALAOI Iniciação de saída audível SMS/AL/ALH2 4
0321 ALLIP Listagem de lista SMS/AL/ALH1 0
0322 ALIOI Iniciação de saída de indicação SMS/AL/ALH2 4
0323 ALIRI Iniciação de recepção da saída de indicação SMS/AL/ALH2 4
0324 ALAPE Finalização da listagem automática SMS/AL/ALH1 5
0325 ALAPI Iniciação da listagem automática SMS/AL/ALH1 5
0326 ALHBI Início de sinalização periódica SMS/AL/ALH1 5
0327 ALHBE Finalização de sinalização periódica SMS/AL/ALH1 5
0328 ALDIP Impressão de distribuição SMS/AL/ALH1 0

AO **** FUNÇÕES CóDIGO CONTÁBIL ****


22/190 82-APD 101 02

0501 AOCOE Finalização de código TCS/AOH/AOHH 3


0502 AOCOI Iniciação de código TCS/AOH/AOHH 3
0503 AOCOP Listagem de código TCS/AOH/AOHH 7

AS **** PARÂMETROS DO SISTEMA DE APLICAÇÃO ****


2/190 82-APD 101 02

0401 ASPAC Alteração de parâmetros TCS/MH/MHHS2 4


0402 ASPAP Listagem de parâmetros TCS/MH/MHHS2 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 4(24)
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

AU **** CÓDIGO DE AUTORIZAÇÃO PARA RAMAL ****


23/190 82-APD 101 02

0604 AUCOE Finalização de código TCS/AUH/AUHH 7


0605 AUCOI Iniciação de código TCS/AUH/AUHH 7
0606 AUCOP Listagem de código TCS/AUH/AUHH 7

BL **** BLOQUEIO ****


22/190 82-CNA 103 256

0905 BLFDP Listagem de equipamentos com falha e bloqueio SMS/CN/CNH1 0


0906 BLEQI Iniciação de posição de equipamento SMS/CN/CNH1 4
0907 BLEQE Finalização de posição de equipamento SMS/CN/CNH1 4
0908 BLDBI Iniciação de cartão de dispositivo SMS/CN/CNH1 4
0909 BLDBE Finalização de cartão de dispositivo SMS/CN/CNH1 4
0924 BLLTE Finalização de tráfego no LIM SMS/CN/CNH1 4
0925 BLLTI Iniciação de tráfego no LIM SMS/CN/CNH1 4

CA **** DADOS DE CALENDÁRIO ****


12/190 82-CNA 103 239

1101 CADAP Listagem da data e identificação do sistema PRS/PR/PRH 0


1105 CACAP Listagem dacalibração PRS/PR/PRH 0
1109 CATII Iniciação da hora PRS/PR/PRH 2
1110 CASII Iniciação da identificação da central PRS/PR/PRH 2
1111 CAPII Iniciação da identidade do pacote do programa PRS/PR/PRH 2

CB **** GRUPO DE CAMPAINHA COMUM ****


3/190 82-APD 101 02

1301 CBCAC Alteração de categoria EGS/GH/GHHS2 2


1305 CBELI Iniciação EGS/GH/GHHS2 4
1306 CBGME Finalização de grupo EGS/GH/GHHS2 2
1307 CBGMI Iniciação de membros de um grupo EGS/GH/GHHS2 2
1308 CBDAP Listagem de dados EGS/GH/GHHS2 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 5(24)
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

CD **** REDIRECIONAMENTO DE CHAMADA ****


4/190 82-APD 101 02

1501 CDCDP Listagem de dados comuns ELS/EH/EHHS3 0


1502 CDCOE Finalização comum ELS/EH/EHHS2 2
1503 CDCOI Iniciação comum ELS/EH/EHHS2 2
1504 CDIDP Listagem de dados individuais ELS/EH/EHHS3 0
1505 CDINE Finalização de número individual ELS/EH/EHHS2 1
1506 CDINI Iniciação de número individual ELS/EH/EHHS2 1

CF **** LEITURA DO ARQUIVO DE COMANDOS ****


1/190 82-CNA 103 301

9001 CFREI Iniciação de leitura de arquivo de comandos IOS/CI/CIH 7

CH **** TARIFAÇÃO ****


5/190 82-APD 101 02

1701 CHICE Finalização dos contadores individuais SUS/CH/CHHS2 4


1702 CHICP Listagem dos contadores individuais SUS/CH/CHHS3 0
1703 CHGME Finalização de membro de grupo SUS/CH/CHHS2 4
1704 CHGMI Iniciação de membro de grupo SUS/CH/CHHS2 4
1705 CHGMP Listagem de membro de grupo SUS/CH/CHHS3 0
1706 CHGCP Listagem de contadores de grupo SUS/CH/CHHS3 0
1707 CHGCE Finalização de contadores de grupo SUS/CH/CHHS2 4
1708 CHGAP Listagem da associação de grupo SUS/CH/CHHS3 0
1709 CHRCP Listagem dos contadores p/ tarifação de rota SUS/CH/CHHS3 0
1710 CHRCE Finalização dos contadores p/ tarifação de rota SUS/CH/CHHS2 4

CL **** REGISTRO DE INFORMAÇÃO DE CHAMADA ****


24/190 82-APD 101 02

1201 CLINP Listagem de informação SUS/CLH/CLHHS2 0


1202 CLODE Finalização dos dados de saída SUS/CLH/CLHHS2 4
1203 CLODI Iniciação dos dados de saída SUS/CLH/CLHHS2 4
1204 CLOHE Finalização do cabeçalho de saída SUS/CLH/CLHHS2 4
1205 CLOHI Iniciação do cabeçalho de saída SUS/CLH/CLHHS2 4
1206 CLTGE Finalização da geração de tráfego SUS/CLH/CLHHS2 4
1207 CLTGI Iniciação da geração de tráfego SUS/CLH/CLHHS2 4
1208 +CLFOC Alteração de formato SUS/CLH/CLHHS2 4
1209 +CLFOP Listagem do formato SUS/CLH/CLHHS2 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 6(24)
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Nºde Código Comando Referência Nível


seq. autor.

CN **** CONFIGURAÇÃO ****


21/190 82-CNA 103 256

1901 CNLDI Iniciação da tabela de disposição de LIM IOS/LD/LDH 5


1902 CNLDT Transferência da tabela de disposição de LIM IOS/LD/LDH 5
1903 CNLDP Listagem da tabela de disposição de LIM IOS/LD/LDH 0
1904 CNBOE Finalização de cartão SMS/CN/CNH1 4
1909 CNPUP Listagem da unidade de programa SMS/CN/CNH2 0
1910 CNPIP Listagem de informação de programa SMS/CN/CNH2 0
1916 CNLDC Alteração da tabela de disposição do LIM IOS/LD/LDH 5
1920 CNHUI Iniciação da atualização de hardware SMS/CN/CNH1 4
1921 CNLIE Finalização de LIM SMS/CN/CNH1 5
1925 CNREC Alteração do equipamento de sinalização SMS/LC/LCH 4
1926 CNLIP Listagem de informação de LIM SMS/CN/CNH 0
1928 CNBOI Iniciação de cartão SMS/CN/CNH1 5
1929 +CNBRI Iniciação de revisão SMS/CN/CNH2 4
1930 +CNBIP Listagem da informação de revisão SMS/CN/CNH2 0
1931 +CNBOC Alteração de revisão SMS/CN/CNH2 4

CP **** NÚMERO DE CATÁLOGO PÚBLICO COMUM ****


6/190 82-APD 101 02

2201 CPDNE Finalização EGS/GH/GHHS2 4


2202 CPDNI Iniciação EGS/GH/GHHS2 4
2203 CPDNP Listagem EGS/GH/GHHS2 0
2204 CPDLE Finalização por LIM TCS/MA/MAH 4
2205 CPDLI Iniciação por LIM TCS/MA/MAH 4
2206 CPDLP Listagem por LIM TCS/MA/MAH 0

+CS **** APLICAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES SUPORTADAS P/COMPUTADOR ****


110/190 82-APD 101 02

9601 +CSTPE Finalização da porta SUS/CSTH/CSTHH 4


9602 +CSTPI Iniciação da porta SUS/CSTH/CSTHH 4
9603 +CSTPP Listagem da porta SUS/CSTH/CSTHH 0

CT **** RASTREIO DE CHAMADA ****


7/190 82-APD 101 02

2301 CTDEI Inicio de rastreio de chamada TCS/MH/MHHS2 4


DESCRIÇÃO DE COMANDOS 7(24)
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

DC **** SISTEMA DE CONTROLE DUPLICADO ****


1/190 82-CNA 103 322

2905 DCBLE Finalização de bloqueio SMS/DC/DCSH 1


2906 DCBLI Iniciação de bloqueio SMS/DC/DCSH 1
2907 DCESI Iniciação do lado sistema em execução SMS/DC/DCSH 7
2908 DCLDI Iniciação da carga SMS/DC/DCSH 7
2909 DCSSP Listagem do estado SMS/DC/DCSH 1
2910 DCSYE Finalização SMS/DC/DCSH 7
2911 DCSYI Iniciação SMS/DC/DCSH 7

DG **** GRUPO DE DADOS ****


25/190 82-APD 101 02

2401 DGCAC Alteração de categoria DCS/DH/DHHS2 4


2402 DGDAP Listagem de dados DCS/DH/DHHS2 0
2403 DGGME Finalização de membro de grupo DCS/DH/DHHS2 2
2404 DGGMI Iniciação de membro de grupo DCS/DH/DHHS2 2
2405 DGGRE Finalização de grupo DCS/DH/DHHS2 4
2406 DGGRI Iniciação de grupo DCS/DH/DHHS2 4

DT **** RAMAL DE DADOS ****


26/190 82-APD 101 02

2501 DTCAC Alteração de categoria de transmissão DCS/DH/DHHS2 4


2502 DTCAP Listagem de categoria de transmissão DCS/DH/DHHS3 0
2503 DTCCP Listagem do código de categoria de transmissão DCS/DH/DHHS3 0
2504 DTCCS Programação do código de categoria de transmissão DCS/DH/DHHS2 4
2505 DTDDP Listagem dos dados de catálogo de transmissão DCS/DH/DHHS3 0
2506 DTEXC Alteração de equipamento de ramal de transmissão DCS/DH/DHHS2 4
2507 DTEXE Finalização de ramal de transmissão DCS/DH/DHHS2 4
2508 DTEXI Iniciação de ramal de transmissão DCS/DH/DHHS2 4
2509 DTFUI Iniciação de função de transmissão DCS/DH/DHHS2 4
2510 DTFUP Listagem de função de transmissão DCS/DH/DHHS3 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 8(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - MAE ETO/F/X/Z - RUNB 190 82-ASB 501 04 Upb
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

DU **** DUMPING ****


21/190 82-CNA 103 247

2701 DUFQI Iniciação da frequência IOS/DR/DRDH 5


2704 DUFQP Listagem da frequência IOS/DR/DRDH 0
2705 DUPUI Iniciação da unidade de programa IOS/DR/DRDH 5
2706 DUSYI Iniciação do sistema IOS/DR/DRDH 5
2707 DUFQE Finalização da frequência IOS/DR/DRDH 5
2708 DUBCI Iniciação da verificação do backup IOS/DR/DRDH 5
2710 DUBCE Finalização da verificação do backup IOS/DR/DRDH 5
2711 DUBDP Listagem dos dados do backup IOS/DR/DRDH 0
2712 DUBRI Iniciação da interrupção IOS/DR/DRDH 5
2713 DUSII Iniciação do formato de carga inicial do sistema IOS/DR/DRDH 5

ED **** DUMP EXTERNO ****


12/190 82-CNA 103 321

3403 EDEQE Finalização de equipamento IOS/ED/EDH 4


3404 EDEQI Iniciação de equipamento IOS/ED/EDH 4
3405 EDEQP Listagem de equipamento IOS/ED/EDH 0
3406 EDFIE Finalização de arquivo IOS/ED/EDH 4
3407 EDFII Iniciação de arquivo IOS/ED/EDH 4
3408 EDFIP Listagem de arquivo IOS/ED/EDH 4
3409 EDICP Listagem das características da interface IOS/ED/EDH 4
3410 EDICC Alteração das características da interface IOS/ED/EDH 4
3413 EDDFI Iniciação do dispositivo para arquivo IOS/ED/EDH 4
3414 EDDFE Finalização do dispositivo para arquivo IOS/ED/EDH 4
3415 EDFTI Iniciação de teste funcional IOS/ED/EDH 4

EM **** CORREIO ELETRÔNICO ****


27/190 82-APD 101 02

2801 EMFUI Iniciação de função SUS/IH/IHAH 4


2802 EMFUE Finalização de função SUS/IH/IHAH 4
2803 EMFUP Listagem de dados de função SUS/IH/IHAH 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 9(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - MAE ETO/F/X/Z - RUNB 190 82-ASB 501 04 Upb
Resp Doc./Aprovado - Doc. Respons./Approved Contr. - Checked Data - Date Rev. Arquivo - File
MTC/CMT - RFSJ 15 - 07 - 96 D2

Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

EX **** RAMAL ANALÓGICO ****


8/190 82-APD 101 02

3502 EXCAC Alteração de categoria ELS/EH/EHHS2 2


3503 EXCAP Listagem de categoria ELS/EH/EHHS3 0
3504 EXCCS Programação do código de categoria ELS/EH/EHHS2 4
3505 EXCCP Listagem do código de categoria comum ELS/EH/EHHS3 0
3506 EXDDP Listagem de dados de catálogo ELS/EH/EHHS3 0
3509 EXEQC Alteração da posição de equipamento ELS/EH/EHHS2 4
3512 EXTEE Finalização ELS/EH/EHHS2 4
3513 EXTEI Iniciação ELS/EH/EHHS2 4
3514 EXDNC Alteração do número de catálogo ELS/EH/EHHS2 4
3515 EXCUC Alteração de número de cliente ELS/EH/EHHS2 4
3538 EXDPC Alteração do ramal POTS digital ELS/EH/EHHS2 4

FC **** ALTERAÇÃO FUNCIONAL ****


1/190 82-CNA 103 328

5601 FCRCI Iniciação da configuração da versão IOS/LB/LBH 7


5602 FCRPE Finalização da pré-carga da versão IOS/LB/LBH 7
5603 FCRPI Iniciação da pré-carga da versão IOS/LB/LBH 7
5604 FCRDP Listagem de dados da versão IOS/LB/LBH 7
5605 FCRRI Iniciação da recarga de mudança de versão IOS/LB/LBH 7
5606 FCPBC Alteração de retorno do bloco de programa IOS/LB/LBH 6
5607 FCPBE Finalização do bloco de programa IOS/LB/LBH 6
5608 FCPBP Listagem do bloco de programa IOS/LB/LBH 6
5609 FCPCI Iniciação de mudança do bloco de programa IOS/LB/LBH 6
5610 FCPLI Iniciação da carga do bloco de programa IOS/LB/LBH 6

FI **** ADMINISTRAÇÃO DE ARQUIVO ****


1/190 82-CNA 103 329

3901 FICAC Alteração de categoria IOS/FI/FIH 7


3902 FICAP Listagem de categoria IOS/FI/FIH 0
3903 FICPI Iniciação de cópia IOS/FI/FIH 3
3904 FICRI Iniciação de criação IOS/FI/FIH 7
3905 FIDAP Listagem de dados IOS/FI/FIH 0
3906 FIDIC Alteração de diretório de trabalho IOS/FI/FIH 3
3907 FIDIE Finalização de diretório/arquivo IOS/FI/FIH 7
3908 FIDII Iniciação de diretório IOS/FI/FIH 7
3909 FIDIP Listagem do diretório de trabalho IOS/FI/FIH 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 10(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

3910 FIFCP Listagem de conteúdo de arquivo IOS/FI/FIH 7


3911 FIFOC Alteração de proprietário de arquivo IOS/FI/FIH 7
3912 FIFTI Iniciação de teste funcional IOS/FI/FIH 5
3913 FIMOE Finalização de montagem IOS/FI/FIH 7
3914 FIMOI Iniciação de montagem IOS/FI/FIH 7
3915 FINAC Alteração de nome de arquivo IOS/FI/FIH 7
3916 FIOFP Listagem de arquivo aberto IOS/FI/FIH 0
3917 FISCP Listagem da capacidade IOS/FI/FIH 0
3918 FIUSP Listagem de usuário IOS/FI/FIH 0
3919 FISBE Finalização de backup de segurança IOS/FI/FIH 5
3920 FISBI Iniciação de backup de segurança IOS/FI/FIH 5

FT **** FUNÇÕES TESTE FUNCIONAL ****


9/190 82-APD 101 02 (ACS)
11/190 82-CNA 103 255 (SES)

4103 FTMDI Iniciação da unidade multiparte TCS/MH/MHHS2 4


4108 - FTSAS
4112 - FTSSI
4113 FTCSI Iniciação de check-sum SMS/LC/LCH 4
4114 FTFCI Iniciação de circuitos detetores de falhas SMS/LC/LCH 4
4115 FTTDI Iniciação de órgão de tons TCS/MH/MHHS2 4
4119 FTMFI Iniciação de equipamento multi-frequêncial TCS/MH/MHHS2 4
4124 FTTLI Iníciação de teste de loop TCS/MH/MHHS2 4

GD **** GRUPO NÃO PERTURBE ***


45/190 82-APD 101 02

8801 GDNDP Listagem de grupo não perturbe EGS/GH/GHHS3 0


8802 GDNDI Iniciação de grupo não perturbe EGS/GH/GHHS2 2
8803 GDNDE Finalização de grupo não perturbe EGS/GH/GHHS2 2

GH **** GRUPO DE CAPTURA INTERNO ****


10/190 82-APD 101 02

4301 GHCAC Alteração de categoria EGS/GH/GHHS2 2


4302 GHDAP Listagem de dados EGS/GH/GHHS3 0
4303 GHGME Finalização de membro de grupo EGS/GH/GHHS2 2
4304 GHGMI Iniciação de membro de grupo EGS/GH/GHHS2 2
4306 GHGRI Iniciação do grupo EGS/GH/GHHS2 4
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 11(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

GJ **** LINHAS DO JUNTOR DE GRUPO ****


41/190 82-CNA 103 253

1801 GJALI Iniciação do nível de alarme SWS/SA/SAH 4


1802 GJBLE Finalização de bloco SWS/SA/SAH 4
1803 GJBLI Iniciação de bloco SWS/SA/SAH 4
1804 GJLCP Listagem de conexão SWS/SA/SAH 0
1805 GJFTI Iniciação de teste funcional SWS/SA/SAH 4
1806 GJLIE Finalização SWS/SA/SAH 4
1807 GJLII Iniciação SWS/SA/SAH 4
1808 GJSLI Iniciação de linha de sinalização SWS/SA/SAH 5
1809 GJLSP Listagem de "status" SWS/SA/SAH 0
1810 GJTSP Listagem de "time-slot" SWS/SA/SAH 0
1811 GJRFI Iniciação da função de reinício SWS/SA/SAH 4
1812 GJCOE Finalização de conexão SWS/SA/SAH 4
1813 GJCOI Iniciação de conexão SWS/SA/SAH 4
1814 GJLOP Listagem do registro de falhas SWS/GF/GFH 0
1815 GJREI Iniciação do registro de falhas SWS/GF/GFH 5
1816 GJTSC Alteração de categoria do "time-slot" SWS/SA/SAH 4

GP **** GRUPO DE CAPTURA DE CHAMADA ****


11/190 82-APD 101 02

4202 GPGMI Iniciação de membros EGS/GH/GHHS2 2


4203 GPGME Finalização de membros EGS/GH/GHHS2 2
4204 GPDAP Listagem de dados EGS/GH/GHHS3 0
4205 GPAGE Finalização de grupo de atedimento EGS/GH/GHHS2 2
4206 GPAGI Iniciação de grupo de atendimento EGS/GH/GHHS2 2

GS **** SELETOR DE GRUPO ****


1/190 82-CNA 103 252

2009 GSBLE Finalização de bloqueio de módulo SWS/GS/GSH 3


2010 GSBLI Iniciação de bloqueio de módulo SWS/GS/GSH 3
2011 GSCNE Finalização de configuração de módulo SWS/GS/GSH 7
2012 GSCNI Iniciação de configuração de módulo SWS/GS/GSH 7
2013 GSDUI Iniciação de duplicação de módulo SWS/GS/GSH 7
2014 GSFTI Iniciação de teste funcional de módulo SWS/GS/GSH 1
2015 GSMSP Listagem do estado do módulo de módulo SWS/GS/GSH 1
2016 GSRFI Iniciação da função de reinício de módulo SWS/GS/GSH 7
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 12(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Resp Doc./Aprovado - Doc. Respons./Approved Contr. - Checked Data - Date Rev. Arquivo - File
MTC/CMT - RFSJ 15 - 07 - 96 D2

Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

HI **** HISTóRIA ****


1/190 82-CNA 103 807

1001 HIADP Listagem automática da informação de diagnóstico SMS/TE/HLH 4


1002 HIAPE Finalização da listagem automática SMS/TE/HLH 4
1003 HIEIE Finalização de não armazenagem de código de erro SMS/TE/HLH 4
1004 HIEII Iniciação de não armazenagem de código de erro SMS/TE/HLH 4
1005 HIEIP Listagem de não armazenagem do código de erro SMS/TE/HLH 0
1006 HIMDP Listagem manual da informação de diagnóstico SMS/TE/HLH 4
1007 HIREI Iniciação de reprogramação SMS/TE/HLH 4
1008 HIEDP Listagem do diretório de eventos SMS/TE/HLH 0

IC **** SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ****


28/190 82-APD 101 02

5301 ICFUC Alteração da função SUS/IH/IHH 4


5302 ICFUE Finalização da função SUS/IH/IHH 4
5303 ICFUI Iniciação da função SUS/IH/IHH 4
5304 ICFUP Listagem da função SUS/IH/IHH 0
5305 ICUPI Iniciação de atualização SUS/IH/IHH 4
5306 ICMWC Alteração de dados de mensagem em espera SUS/IH/IHH 4
5307 ICMWP Listagem de dados de mensagem em espera SUS/IH/IHH 0

IO **** DADOS DE E/S ****


1/190 82-CNA 103 331

4501 IOEQI Iniciação da posição de equipamento IOS/IO/IOH 4


4504 IOPWP Listagem da senha IOS/IO/IOH 0
4507 IOCAC Alteração de categoria IOS/IO/IOH 7
4508 IOCAP Listagem de categoria IOS/IO/IOH 0
4509 IOEQE Finalização da posição de equipamento IOS/IO/IOH 7
4512 IOEBE Finalização do back-up externo IOS/DR/DRDH 7
4513 IOEBI Iniciação de back-up externo IOS/DR/DRDH 7
4514 IOEBP Listagem do back-up externo IOS/DR/DRDH 0
4515 IOBPE Finalização de posição de cartão IOS/IO/IOH 7
4516 IOBPI Iniciação de posição de cartão IOS/IO/IOH 4
4517 IODDP Listagem de dados do equipamento IOS/IO/IOH 0
4518 IOFDC Alteração das definição de função IOS/IO/IOH 4
4519 IOFDP Listagem de definição de função IOS/IO/IOH 0
4521 IOIFC Alteração das características da interface IOS/IO/IOH 4
4522 IOIFP Listagem das caractersiticas da interface IOS/IO/IOH 0
4523 IOIPC Alteração de senha da IPU IOS/IO/IOH 7
4524 IOPWC Alteração de senha IOS/IO/IOH 0
4525 IOSIE Finalização de equipamento SCSI IOS/IO/IOH 7
4526 IOSII Iniciação de equipamento SCSI IOS/IO/IOH 4
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 13(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

IS **** SERVIÇO DE INTERCEPTAÇÃO ****


29/190 82-APD 101 02

4402 ISEPP Listagem da posição SUS/IH/IHAH 0


4404 ISEPE Finalização da posição SUS/IH/IHAH 4
4405 ISFUE Finalização da função SUS/IH/IHAH 4
4406 ISEPI Iniciação da posição SUS/IH/IHAH 4
4408 ISFUI Iniciação da função SUS/IH/IHAH 4
4409 ISFUP Listagem de dados da função SUS/IH/IHAH 0

+IT **** TERMINAL ISDN ****


47/190 82 - APD 101 02

5005 +ITCAC Alteração de categoria ELS/ITH/ITHH 2


5006 +ITNUE Finalização numérica ELS/ITH/ITHH 4
5007 +ITNUI Iniciação numérica ELS/ITH/ITHH 4
5008 +ITDAP Listagem de dados ELS/ITH/ITHH 0
5009 +ITCUC Alteração de número de cliente ELS/ITH/ITHH 4

KS **** TELEFONES DIGITAIS ****


12/190 82-APD 101 02

4601 KSANC Alteração de número adicional ELS/KH/KHHS4 2


4602 KSANE Finalização de número adicional ELS/KH/KHHS2 2
4603 KSANI Iniciação de número adicional ELS/KH/KHHS2 2
4604 KSCAC Alteração de categoria ELS/KH/KHHS4 2
4605 KSCAP Listagem de categoria ELS/KH/KHHS3 0
4610 KSDDP Listagem de dados de catálogo ELS/KH/KHHS3 0
4615 KSEXC Alteração de equipamento de ramal ELS/KH/KHHS4 4
4616 KSEXE Finalização de ramal ELS/KH/KHHS2 4
4617 KSEXI Iniciação de ramal ELS/KH/KHHS2 4
4618 KSFKC Alteração da tecla de função ELS/KH/KHHS2 2
4619 KSFKP Listagem da tecla de função ELS/KH/KHHS3 0
4625 KSMDE Finalização do número de catálogo múltiplo ELS/KH/KHHS2 2
4626 KSMDI Iniciação do número de catálogo múltiplo ELS/KH/KHHS2 2
4627 KSMDP Listagem dos números de catálogo múltiplo ELS/KH/KHHS3 0
4632 KSDNC Alteração do número de catálogo ELS/KH/KHHS2 4
4633 KSCUC Alteração do número de cliente de ramal ELS/KH/KHHS4 4
4634 KSTSC Alteração de linha de texto ELS/KH/KHHS2 4
4635 KSTSP Listagem de linha de texto ELS/KH/KHHS3 0
4636 KSCHC Alteração de dados de caracter ELS/KH/KHHS2 4
4637 KSCHP Listagem de dados de caracter ELS/KH/KHHS3 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 14(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

LA **** CARGA ****


12/190 82-CNA 103 246

4703 LAPUR Remoção da unidade de programa IOS/DR/DRLH 6


4704 LALRL Recarga do LIM IOS/LD/LDH 6
4705 LABUL Carga da unidade de backup IOS/DR/DRLH 4
4706 LAPUL Carga de unidade de programa IOS/DR/DRLH 6
4707 LAPUT Transferência de unidade de programa IOS/LD/LDH 5
4710 LADCI Iniciação da cópia de dados IOS/DR/DRLH 5
4711 LADAI Iniciação de dados IOS/DR/DRLH 6

LC **** ROTA DE MENOR CUSTO ****


30/190 82-APD 101 02
40/190 82-APD 101 02, hora do dia

8301 LCDDE Finalização de dados de destinação TRS/LR/LRH 4


8302 LCDDI Iniciação de dados de destinação TRS/LR/LRH 4
8303 LCDDP Listagem de dados de destinação TRS/LR/LRH 0
8304 LCLDI Iniciação de dados do LIM TRS/LR/LRH 4
8305 LCLDP Listagem de dados do LIM TRS/LR/LRH 0
8306 LCOPE Finalização de dados de prefixo público TRS/LR/LRH 4
8307 LCOPI Iniciação de dados de prefixo público TRS/LR/LRH 4
8308 LCOPP Listagem de dados de prefixo público TRS/LR/LRH 0
8309 LCTDI Iniciação de dados da tabela de horários TRS/LR/LRH 4
8310 LCTDP Listagem de dados da tabela de horários TRS/LR/LRH 0
8311 LCTMP Listagem de dados de medição de tráfego TRS/LR/LRH 0
8312 +LCLDE Finalização dos dados do LIM TRS/LR/LRH 4

LS **** FUNÇÕES DO SELETOR DO LIM ****


1/190 82-CNA 103 251

8501 LSATI Iniciação de atenuação SWS/LS/LSH 7


8502 LSATP Listagem da atenuação SWS/LS/LSH 1
8503 LSBLE Finalização de bloqueio SWS/LS/LSH 4
8504 LSBLI Iniciação de bloqueio SWS/LS/LSH 4
8505 LSCNP Listagem de configuração SWS/LS/LSH 1
8506 LSCOE Finalização de conexão SWS/LS/LSH 7
8507 LSCOI Iniciação de conexão SWS/LS/LSH 7
8508 LSCOP Listagem de conexão SWS/LS/LSH 1
8509 LSFTI Iniciação de teste funcional SWS/LS/LSH 7
8510 LSTIP Listagem de informação do registro de teste SWS/LS/LSH 1
8511 LSTLE Finalização do registro de teste SWS/LS/LSH 7
8512 LSTLI Iniciação do registro de teste SWS/LS/LSH 7
8513 LSTLP Listagem do registro de teste SWS/LS/LSH 1
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 15(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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MTC/CMT - RFSJ 15 - 07 - 96 D2

Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

MG **** GRUPO DE MODEM's ****


31/190 82-APD 101 02

4901 MGMGC Alteração da categoria do grupo DCS/MGH/MGHH 5


4902 MGMGE Finalização de grupo DCS/MGH/MGHH 4
4903 MGMGI Iniciação de grupo DCS/MGH/MGHH 4
4904 MGMGP Listagem de dados de grupo DCS/MGH/MGHH 0
4905 MGMMP Listagem de membros do grupo DCS/MGH/MGHH 0
4906 MGMOC Alteração de modem DCS/MGH/MGHH 5
4907 MGMOE Finalização de modem DCS/MGH/MGHH 4
4908 MGMOI Iniciação de modem DCS/MGH/MGHH 4
4909 MGMOP Listagem dos modem's membros do grupo DCS/MGH/MGHH 0

MH **** TRATAMENTO DE MEMóRIA ****


10/190 82-CNA 103 255

4801 MHPAI Iniciação de compactação SMS/LC/LCH 4

NA **** ANÁLISE NUMÉRICA ****


13/190 82-APD 101 02

5105 NANLR Remoção dos dados de comprimento numérico externo TCS/NH/NHH2 4


5106 NANLS Programação dos dados de comprimento numérico externo TCS/NH/NHH2 4
5113 NASCR Remoção do código de serviço TCS/NH/NHH2 4
5114 NASCS Programação do código de serviço TCS/NH/NHH2 4
5115 NACDR Remoção de dados de discriminação de chamada TCS/NH/NHH2 4
5116 NACDS Programação de dados de discrimação de chamada TCS/NH/NHH2 4
5117 NAPTR Remoção dados de sinal de prosseguimento TCS/NH/NHH2 4
5118 NAPTS Programação de dados de sinal de prosseguimento TCS/NH/NHH2 4
5119 NADAP Listagem de dados TCS/NH/NHH2 0
5134 NANSE Finalização da série numérica TCS/NH/NHH2 4
5135 NANSI Iniciação da série numérica TCS/NH/NHH2 4

+NI **** IDENTIDADE POR NOME ****


108/190 82-ADP 101 02

9504 +NIINE Finalização de nome individual TCS/NI/NIH 2


9505 +NIINI Iniciação de nome individual TCS/NI/NIH 2
9506 +NIINP Listgem de nome individual TCS/NI/NIH 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 16(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - MAE ETO/F/X/Z - RUNB 190 82-ASB 501 04 Upb
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MTC/CMT - RFSJ 15 - 07 - 96 D2

Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

NS **** SERVIÇO NOTURNO ****


14/190 82-APD 101 02

5401 NSCOE Finalização comum de serviço noturno EGS/GH/GHHS2 4


5402 NSCOI Iniciação comum de serviço noturno EGS/GH/GHHS2 4
5403 NSDAP Listagem de dados de serviço noturno EGS/GH/GHHS3 0

NU **** CONVERSÃO NUMÉRICA ****


46/190 82-APD 101 02

8901 NUTRI Iniciação de conversão numérica TRS/NUH/NUH 4


8902 NUTRE Finalização de conversão numérica TRS/NUH/NUH 4
8903 NUTRP Listagem de conversão numérica TRS/NUH/NUH 0

OP **** TRÁFEGO NA OPERADORA DO PABX ****


15/190 82-APD 101 02

5535 OPADC Alteração da distr. de tráfego para operadora ausente OPS/OH/OHHS2 4


5536 OPCAC Alteração de categoria OPS/OH/OHHS2 2
5537 OPCAP Listagem de categoria OPS/OH/OHHS3 0
5538 OPCGP Listagem de grupo de origem de chamada OPS/OH/OHHS3 0
5539 OPCGR Remoção de grupo de origem de chamada OPS/OH/OHHS2 2
5540 OPCGS Programação de grupo de origem de chamada OPS/OH/OHHS2 2
5541 OPCOE Finalização de código de acesso comum OPS/OH/OHHS2 4
5542 OPCOI Iniciação de código de acesso comum OPS/OH/OHHS2 4
5543 OPCTP Listagem de dados do tipo de chamada OPS/OH/OHHS3 0
5544 OPCTR Remoção de dados do tipo de chamada OPS/OH/OHHS2 4
5545 OPCTS Programação de dados do tipo de chamada OPS/OH/OHHS2 4
5546 OPCUC Alteração do número de cliente OPS/OH/OHHS2 4
5547 OPDDP Listagem de dados de catálogo OPS/OH/OHHS3 0
5548 OPERE Finalização de mesa da telefonista OPS/OH/OHHS2 4
5549 OPERI Iniciação de mesa da telefonista OPS/OH/OHHS2 4
5550 OPISP Listagem dos dados da mesa OPS/OH/OHHS3 0
5551 OPISS Programação do estado da mesa OPS/OH/OHHS2 4
5552 OPNEE Finalização de notificação da central OPS/OH/OHHS2 4
5553 OPNEI Iniciação de notificação da central OPS/OH/OHHS2 4
5554 OPNEP Listagem de notificação da central OPS/OH/OHHS3 0
5555 OPRSC Alteração da sequência de rota OPS/OH/OHHS2 4
5556 OPRSP Listagem da sequência de rota OPS/OH/OHHS3 0
5557 OPTSP Listagem do estado de tráfego OPS/OH/OHHS3 0
5558 OPDNC Alteração limite de horário diurno/noturno OPS/OH/OHHS2 4
5559 OPDNP Listagem da tabela dia da semana OPS/OH/OHHS3 0
5560 OPCEI Iniciação de número central OPS/OH/OHHS2 4
5561 OPCEE Finalização de número central OPS/OH/OHHS2 4
5562 OPCEP Listagem do número central OPS/OH/OHHS3 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 17(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - MAE ETO/F/X/Z - RUNB 190 82-ASB 501 04 Upb
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

OS **** ESTADO DO OBJETO ****


190 82-CNA 103 805

10001 OSIDI Iniciação de identificador SMS/OS/OSH 6


10002 OSIDE Finalização de identificador SMS/OS/OSH 6
10003 OSIDP Listagem de identificador SMS/OS/OSH 6
10004 OSVAI Iniciação de endereço de variável SMS/OS/OSH 6
10005 OSTAI Iniciação de tabela SMS/OS/OSH 6
10006 OSVPI Iniciação de propriedades de variável SMS/OS/OSH 6
10007 OSSYI Iniciação de símbolo SMS/OS/OSH 6
10008 OSSYE Finalização de símbolo SMS/OS/OSH 6
10009 OSVAE Finalização de variável SMS/OS/OSH 6
10010 OSDAP Listagem de dados SMS/OS/OSH 6
10011 OSSTP Listagem do "status" SMS/OS/OSH 6

PA **** BUSCA-PESSOA ****


32/190 82-APD 101 02

5701 PAALE Finalização do código de grupo de alarme TCS/PGH/PGHH 2


5702 PAALI Iniciação do código de grupo de alarme TCS/PGH/PGHH 2
5703 PAALP Listagem do código de grupo de alarme TCS/PGH/PGHH 0
5704 PACAC Alteração de categoria TCS/PGH/PGHH 2
5705 PACHE Finalização de canal TCS/PGH/PGHH 4
5706 PACHI Iniciação de canal TCS/PGH/PGHH 4
5707 PADAP Listagem de dados TCS/PGH/PGHH 0
5708 PAEDP Listagem de dados do equipamento TCS/PGH/PGHH 0
5709 PAGIE Finalização TCS/PGH/PGHH 4
5710 PAGII Iniciação TCS/PGH/PGHH 4
5711 PASAE Finalização da área de busca TCS/PGH/PGHH 2
5712 PASAI Iniciação da área de busca TCS/PGH/PGHH 2

PC **** CORREÇÃO DE PROGRAMA ****


13/190 82-CNA 103 261

5901 PCACS Programação da ativação SMS/PA/PAM1 6


5902 PCASI Iniciação de inserção de correção SMS/PA/PAM1 6
5903 PCASE Finalização de correção SMS/PA/PAM1 6
5904 PCPAS Programação passiva SMS/PA/PAM1 6
5917 PCCOS Programação de confirmação SMS/PA/PAM1 6
5918 PCLOP Listagem de registro SMS/PA/PAM1 2
5920 PCASP Listagem do código de correção SMS/PA/PAM1 6
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 18(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


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PF **** FALTA DE FORÇA ****


16/190 82-APD 101 02

6001 PFCOE Finalização da conexão de ramal para tronco TCS/MH/MHHS2 4


6002 PFCOI Iniciação da conexão de ramal para tronco TCS/MH/MHHS2 4
6004 PFCOP Listagem de dados de conexão TCS/MH/MHHS3 0

PT **** RASTREIO DE PROGRAMA ****


17/190 82-CNA 103 260

6101 +PTADS Programação de dados e endereços SMS/PT/PTH 6


6102 -PTFLS
6104 PTSYI Iniciação do sistema SMS/PT/PTH 6
6105 -PTPII
6108 PTDAS Programação de áreas de dados SMS/PT/PTH 6
6114 PTSYE Finalização do sistema SMS/PT/PTH 6
6117 +PTFCS Programação de ciclos de função e número do BUS SMS/PT/PTH 6
6118 +PTRSP Listagem ou armazenamento do resultado SMS/PT/PTH 6

RA **** MÁQUINA ANUNCIADORA ****


33/190 82-APD 101 02

6401 RAEQE Finalização de equipamento SUS/RH/RHH 4


6402 RAEQI Iniciação de equipamento SUS/RH/RHH 4
6403 RAEQP Listagem de equipamento SUS/RH/RHH 0
6404 RAGME Finalização de membros de grupo SUS/RH/RHH 4
6405 RAGMI Iniciação de membros de grupo SUS/RH/RHH 4
6406 RAGMP Listagem de membros de grupo SUS/RH/RHH 0
6407 RAGPT Iniciação de grupo SUS/RH/RHH 4
6408 RAGPE Finalização de grupo SUS/RH/RHH 4
6409 -RAVGE
6410 -RAVGI
6411 -RAVGP
6412 +RADNE Finalização de número de diretório SUS/RH/RHH 4
6413 +RADNI Iniciação de número de diretório SUS/RH/RHH 4
6414 +RADNP Listagem de número de diretório SUS/RH/RHH 0
6415 +RAMSE Finalização de mensagem SUS/RH/RHH 4
6416 +RAMSI Iniciação de mensagem SUS/RH/RHH 4
6417 +RAMSP Listagem de mensagem SUS/RH/RHH 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 19(24)
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Nº de Código Comando Referência Nível


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RF **** FUNÇÕES DE REINÍCIO ****


10/190 82-CNA 103 254

6303 RFBOI Iniciação de cartão SMS/RE/CNH1 4


6304 RFEXI Iniciação da central SMS/RE/REM1 4
6305 RFLII Iniciação de LIM SMS/RE/REM1 4
6306 RFPUI Iniciação de unidade de programa SMS/RE/REM1 4
6307 RFRLI Iniciação de LIM regional SMS/RE/REM1 4

-RG **** MULTINET ****


35/190 82-APD 101 02

6601 -RGEXI
6602 -RGCOI
6603 -RGCOE
6604 -RGEXE
6605 -RGDAP

RO **** FUNÇÃO DADOS DE ROTA ****


17/190 82-APD 101 02

6504 ROCAC Alteração de categoria TRS/TH/THHS2 4


6505 ROCAP Listagem de dados de categoria TRS/TH/THHS3 0
6508 ROECE Finalização da conexão de equipamento TRS/TH/THHS2 4
6509 ROECI Iniciação da conexão de equipamento TRS/TH/THHS2 4
6510 ROECP Listagem da conexão de equipamento TRS/TH/THHS3 0
6511 RODAP Listagem de dados TRS/TH/THHS3 0
6512 RODNE Finalização do número diurno e noturno TRS/TH/THHS2 4
6513 RODNI Iniciação do número diurno e noturno TRS/TH/THHS2 4
6514 RODNP Listagem do número diurno e noturno TRS/TH/THHS3 0
6515 ROEDP Listagem de dados de equipamento TRS/TH/THHS3 0
6516 ROEQI Iniciação de equipamento TRS/TH/THHS2 4
6517 ROEQE Finalização de equipamento TRS/TH/THHS2 4
6518 ROUTE Finalização de rota TRS/TH/THHS2 4
6521 ROCAI Iniciação de categoria TRS/TH/THHS2 4
6522 RODAI Iniciação de dados TRS/TH/THHS2 4
6523 RODDI Iniciação de dados de destinação externo TRS/TH/THHS2 4
6524 RODDE Finalização de dados de destinação externa TRS/TH/THHS2 4
6525 RODDP Listagem de dados de destinação externa TRS/TH/THHS3 0
6526 RODRP Listagem de dados de destinação externa TRS/TH/THHS3 0
6527 -ROCDC
6528 ROCDE Finalização de número de redireção de cliente TRS/TH/THHS2 4
6529 ROCDI Iniciação de número de redireção de cliente TRS/TH/THHS2 4
6530 ROCDP Listagem de número de redireção de cliente TRS/TH/THHS3 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 20(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

6531 RODII Iniciação de direção TRS/TH/THHS2 4


6532 RODIP Listagem de direção TRS/TH/THHS3 0
6533 ROSCP Listagem de rotas de conexão semipermanente TRS/TH/THHS3 0
6534 RODIE Finalização da direção TRS/TH/THHS2 4
6535 RORNE Finalização de número de reroteamento na rede TRS/TH/THHS2 4
6536 RORNI Iniciação de número de reroteamento na rede TRS/TH/THHS2 4
6537 RORNP Listagem de número de reroteamento na rede TRS/TH/THHS3 0
6538 ROFC Alteração do contador de falhas TRS/TH/THHS2 4
6539 ROFCP Listagem do contador de falhas TRS/TH/THHS3 0
6541 RONDI Iniciação de dados de número TRS/TH/THHS2 4
6542 RONDP Listagem de dados de número TRS/TH/THHS3 0
6546 ROSCE Finalização de conexão semi-permanente TRS/TH/THHS2 4
6547 ROSCI Iniciação de conexão semi-permanente TRS/TH/THHS2 4
6548 ROVNE Finalização de número vago TRS/TH/THHS2 4
6549 ROVNI Iniciação de número vago TRS/TH/THHS2 4
6550 ROVNP Listagem de número vago TRS/TH/THHS3 0
6551 RORIE Finalização de reroteamento p/ LIM isolado TRS/TH/THHS2 4
6552 RORII Iniciação de reroteamento p/ LIM isolado TRS/TH/THHS2 4
6553 RORIP Listagem rota de reroteamento p/ LIM isolado TRS/TH/THHS3 0
6554 ROELE Finalização de nº de central pública por LIM TCS/MA/MAH 4
6555 ROELI Iníciação de nº de central pública por LIM TCS/MA/MAH 4
6556 ROELP Listagem de nº de central pública por LIM TCS/MA/MAH 0
6560 +RONDE Finalização dos dados do número TCS/MA/MAH 4
6561 +ROAPE Finalização do prefixo do número de A TCS/MA/MAH 4
6562 +ROAPI Iniciação do prefixo do número de A TCS/MA/MAH 4
6563 +ROAPP Listagem do prefixo do número de A TCS/MA/MAH 0

SA **** ADMINISTRAÇÃO DE ARMAZENAMENTO ****


12/190 82-CNA 103 261

6701 SACOP Listagem de conteúdo SMS/PA/PAM1 6


6702 SACOS Programação de conteúdo SMS/PA/PAM1 7

SC **** SINCRONIZAÇÃO ****


40/190 82-CNA 103 253

8401 SCICI Iniciação do controle do clock interno SWS/SA/SAH 5


8402 SCEXI Iniciação externa SWS/SA/SAH 5
8403 SCEXP Listagem externa SWS/SA/SAH 5
8404 SCICP Listagem do controle do clock interno SWS/SA/SAH 0
8405 SCREE Finalização de recepção SWS/SA/SAH 5
8406 SCREI Iniciação de recepção SWS/SA/SAH 5
8407 SCSCI Iniciação do controle de clock de partida SWS/SA/SAH 4
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 21(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


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+SD **** DIAGNÓSTICOS DO SISTEMA ****


1/190 82-CNA 103 498

10401 +SDDSC Alteração do estado do dump “SYAR” SMS/SD/SDM 4


10402 +SDDCI Iniciação de cópia do dump “SYAR” SMS/SD/SDM 4
10403 +SDDSP Listagem do estado do dump “SYAR” SMS/SD/SDM 0

+SE **** CONEXÃO SEMI-PERMAMENTE ESTÁTICA ****


102/190 82-APD 101 02

9201 +SEMIE Finalização SUS/SS/SSH 4


9202 +SEMII Iniciação SUS/SS/SSH 4
9203 +SEMIP Listagem SUS/SS/SSH 0

SF **** FUNÇÕES DE PARTIDA ****


9/190 82-CNA 103 254

6903 SFEXI Iniciação da central SMS/RE/REM1 5


6905 SFLII Iniciação do LIM SMS/RE/REM1 5
6906 SFPUI Iniciação de unidade de programa SMS/RE/REM1 6
6907 SFCEI Iniciação de coordenação da central SMS/RE/REM1 4

+SG **** GERADOR DE SINAL ****

9801 +SGSAC Alteração da área de sinal SMS/SG/SGM 4


9802 +SGSAP Listagem da área de sinal SMS/SG/SGM 4
9803 +SGSAI Iniciação da área de sinal SMS/SG/SGM 4
9804 +SGSSI Iniciação de envio do sinal SMS/SG/SGM 4

SN **** NOMES DE SINAIS SIMBóLICOS ****


7/190 82-CNA 103 315

6801 SNSIP Listagem de sinal SMS/SN/SNMM 0


6802 SNSIC Alteração de sinal SMS/SN/SNMM 4
6803 SNSII Iniciação de sinal SMS/SN/SNMM 4
6804 SNSIE Finalização de sinal SMS/SN/SNMM 4
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 22(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

SP **** RAMAL COM FUNÇÕES ESPECIAIS ****


18/190 82-APD 101 02

7001 SPEXE Finalização ELS/EH/EHHS2 3


7002 SPEXI Iniciação ELS/EH/EHHS2 3
7003 SPEXP Listagem de dados ELS/EH/EHHS3 0

ST **** RASTREIO DE SINAL ****


25/190 82-CNA 103 259

7301 STDEI Iniciação de órgão SMS/TF/TFH 4


7302 STDNI Iniciação de número de catálogo SMS/TF/TFH 4
7303 STDIP Listagem de diretório SMS/TF/TFH 0
7305 STRAP Listagem e Leitura SMS/TF/TFH 0
7308 STSAP Listagem e busca SMS/TF/TFH 0
7309 -STSDS
7310 -STSHS
7312 STSII Iniciação de sinais SMS/TF/TFH 4
7313 -STSLS
7314 -STTCI
7315 STTIR Remoção do rastreio individual SMS/TF/TFH 4
7316 -STTRS
7317 STTSE Finalização de ratreio de sinais SMS/TF/TFH 4
7318 STTSI Iniciação de rastreio de sinais SMS/TF/TFH 4
7319 STTSS Programação do tamanho do rastreio SMS/TF/TFH 4
7320 STUNI Iniciação de rastreio de unidade SMS/TF/TFH 4
7321 STISR Desativação dos indivíduos SMS/TF/TFH 4

SU **** INFORMAÇÃO DE USUÁRIO NO SISTEMA ****


113/190 82-APD 101 02

10101+SUSIP Listagem de informação de estado TCS/SU/SUH 0


10102 SUVIP Listagem de informação de usuário vago TCS/SU/SUH 0
10103+SUDIP Listagem de informação de diretório TCS/SU/SUH 0
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 23(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
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Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

SY **** DADOS DO SISTEMA ****


19/190 82-APD 101 02

7201 SYDAP Listagem de dados TCS/MH/MHHS3 0


7202 SYDAS Programação de dados TCS/MH/MHHS2 4
7203 SYTDS Programação de dados de supervisão de tempo TCS/MH/MHHS2 4
7204 SYTDP Listagem de dados de supervisão de tempo TCS/MH/MHHS3 0
7205 SYEVP Listagem de posições de equipamento vagas TCS/MH/MHHS3 0
7206 SYEDP Listagem de dados de equipamento TCS/MH/MHHS3 0
7207 SYIDI Iniciação do número próprio da central TCS/MH/MHHS2 4
7208 SYIDE Finalização do número próprio da central TCS/MH/MHHS2 4
7209 SYIDP Listagem do número próprio da central TCS/MH/MHHS3 0
7210 +SYECP Listagem da configuração do equipamento TCS/MH/MHHS3 0

TC **** MATRIZ DE CONEXÃO DE TRÁFEGO ****


20/190 82-APD 101 02

7401 TCMAP Listagem de dados TCS/MH/MHHS3 0


7402 TCMAR Remoção de dados TCS/MH/MHHS2 4
7403 TCMAS Programação de dados TCS/MH/MHHS2 4

-TM **** FUNÇÕES DE MARCAÇÃO DE TESTE ****


26/190 82-CNA 103 259

7501 -TMTCI
7502 -TMTCE
7506 -TMTCP

TR **** MEDIÇÃO DE TRÁFEGO ****


36/190 82-APD 101 02

7732 TRCBI Iniciação da campainha comum SUS/TM/TMHS2 4


7733 TRCOI Iniciação da conferência SUS/TM/TMHS2 4
7734 TRCRI Iniciação do receptor de tons MFC SUS/TM/TMHS2 4
7735 TRCSI Iniciação do emissor de tons MFC SUS/TM/TMHS2 4
7736 TRDDI Iniciação do atraso do tom de discar SUS/TM/TMHS2 4
7737 TRDIP Listagem de diretório SUS/TM/TMHS3 0
7738 TRDXI Iniciação de ramal de dados SUS/TM/TMHS2 4
7739 TREXI Iniciação de ramal de voz SUS/TM/TMHS2 4
7740 TRKRI Iniciação do receptor de tons DTMF SUS/TM/TMHS2 4
DESCRIÇÃO DE COMANDOS 24(24)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - MAE ETO/F/X/Z - RUNB 190 82-ASB 501 04 Upb
Resp Doc./Aprovado - Doc. Respons./Approved Contr. - Checked Data - Date Rev. Arquivo - File
MTC/CMT - RFSJ 15 - 07 - 96 D2

Nº de Código Comando Referência Nível


seq. autor.

7741 TRKSI Iniciação do emissor de tons DTMF SUS/TM/TMHS2 4


7744 TRMGI Iniciação do grupo de modem SUS/TM/TMHS2 4
7745 TRMSI Inicio de valor de supervisão de grupo de modem SUS/TM/TMHS2 4
7746 TRMSP Listagem de valor de supervisão de grupo de modem SUS/TM/TMHS3 0
7747 TROMI Iniciação do tempo de atendimento da operadora SUS/TM/TMHS2 4
7748 TROPI Iniciação de operadora SUS/TM/TMHS2 4
7749 TRPBI Iniciação de grupo PBX SUS/TM/TMHS2 4
7750 TRPGI Iniciação de busca-pessoa SUS/TM/TMHS2 4
7751 TRPLI Iniciação de linha PCM SUS/TM/TMHS2 4
7752 TRREP Listagem do resultado SUS/TM/TMHS3 0
7753 TRROI Iniciação de rota SUS/TM/TMHS2 4
7754 TRRSI Iniciação do valor de supervisão de rota SUS/TM/TMHS2 4
7755 TRRSP Listagem do valor de supervisão de rota SUS/TM/TMHS3 0
7756 TRTLI Iniciação de linha tronco SUS/TM/TMHS2 4
7757 TRTRI Iniciação do receptor de tons SUS/TM/TMHS2 4
7758 TRMEE Finalização de medição SUS/TM/TMHS2 4
7759 TRMHI Iniciação de parada de medição SUS/TM/TMHS2 4
7760 TRDPE Finalização do processamento de dados SUS/TM/TMHS2 4
7761 TRDPI Iniciação do processamento de dados SUS/TM/TMHS2 4
7762 TRPEE Finalização do apagamento e listagem SUS/TM/TMHS2 4
7763 TRPEI Iniciação do apagamento e listagem SUS/TM/TMHS2 4

VM **** CORREIO DE VOZ ****


37/190 82-APD 101 02

8601 VMFUE Finalização da função SUS/IH/IHAH 4


8602 VMFUI Iniciação da função SUS/IH/IHAH 4
8603 VMFUP Listagem de dados da função SUS/IH/IHAH 0
8604 VMPOE Finalização de porta SUS/IH/IHAH 4
8605 VMPOI Iniciação de porta SUS/IH/IHAH 4
8606 VMPOP Listagem de porta SUS/IH/IHAH 0

**** PROGRAMAÇÃO ATRAVÉS DA MESA DA TELEFONISTA ****


21/190 82-APD 101 02

9901 109 Listagem do registro de alarme OPS/CO/COM -


9902 110 Desbloqueio de órgãos OPS/CO/COM -
9903 111 Bloqueio de órgãos OPS/CO/COM -
9904 129 Listagem dos órgãos com marcação de falha OPS/CO/COM -
9905 139 Listagem do grupo de origem de chamada (OPI) OPS/CO/COM -
9906 133 Remoção do grupo de origem de chamada (OPI) OPS/CO/COM -
9907 132 Programação do grupo de origem de chamada (OPI) OPS/CO/COM -
9908 107 Reconhecimento de alarme OPS/CO/COM -
9909 141 Iniciação do horário correto no sistema OPS/CO/COM -
DIRETRIZES OPERACIONAIS 1(35)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - RRM/AXP EBC/FL/FX/ PEP 107/154 31-APD 101 02 Upb
Resp Doc./Aprovado - Doc. Respons./Approved Contr. - Checked Data - Date Rev. Arquivo - File
MTC/CMT - RFSJ (RENATO) 1996-07-15 D2

MD110
DADOS DE POSIÇÃO CENTRALIZADA DE ATENDIMENTO,
RO/OP/AD/NA/AS

Índice Página

1 Geral ...................................................................................................................... 3
1.1 Funções.................................................................................................................. 3
1.2 Configurações de rede e conceitos ......................................................................... 4
1.3 Siglas ..................................................................................................................... 6
1.4 Operação com versões anteriores .......................................................................... 6

2 Pré-Requisitos ...................................................................................................... 6

3 Auxílios ................................................................................................................. 7

4 Referências ........................................................................................................... 7

5 Procedimento........................................................................................................ 7

6 Execução............................................................................................................... 8
6.1 Programação de séries numéricas e número abreviado comum ............................. 8
6.2 Controle de estado diurno e noturno ....................................................................... 11

7 Notificação de estado diurno/noturno entre centrais......................................... 13


7.1 Programação de notificação de estado diurno/noturno no PABX de operadora
centralizada ............................................................................................................ 15
7.2 Remoção de destinação de notificação de estado diurno/noturno ........................... 16
7.3 Listagem de destinação de notificação de estado diurno/noturno ............................ 16
7.4 Programação em uma central notificada................................................................. 16

8 Programação de Número de Destinação de Reroteamento ............................... 17


8.1 Programação das posições internas de serviço diurno/noturno ............................... 17
8.2 Posição de atendimento centralizado em rede CCS................................................ 17
8.3 Programação de reroteamento para posição de atendimento centralizado em rede 18
8.4 Remoção de reroteamento para posição de atendimento centralizado em rede...... 18
8.5 Alteração de número de reroteamento para posição de atendimento centralizado
em rede .................................................................................................................. 19
8.6 Listagem de número de reroteamento para posição de atendimento centralizado
em rede .................................................................................................................. 19

9 Programação de grupo de origem de chamada (CORG) e tipo de chamada .... 19


9.1 Programação de grupo de origem de chamada para operadora .............................. 19

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10 Programação de Número de Redirecionamento em Serviço Noturno para


Chamadas de Operadora Comum........................................................................ 20
10.1 Programação de números de redirecionamento em serviço noturno de operadora
comum para a posição de atendimento centralizada............................................... 21
10.2 Remoção de números de redirecionamento em serviço noturno de operadora
comum para a posição de atendimento centralizada............................................... 21
10.3 Listagem de números de redirecionamento em serviço noturno de operadora
comum para a posição de atendimento centralizada............................................... 21

11 Grupo Multi-PABX e Operadora Centralizada ..................................................... 22


11.1 Grupo Multi-PABX utilizado em um PABX satélite .................................................. 22
11.2 Grupo Multi-PABX utilizado em um PABX de operadora centralizada ..................... 22

12 Campainha noturna para certos casos de congestionamento .......................... 23

13 Operação com outras versões ............................................................................. 23

14 Parâmetros do Sistema de Aplicação.................................................................. 23

15 Alguns exemplos de redes com operadora centralizada ................................... 24


15.1 Uma pequena rede de 3 PABX com uma operadora centralizada ........................... 24
15.2 Uma rede com duas posições de operadora centralizada em diferentes nós........... 26
15.3 Uma pequena rede com uma posição de atendimento centralizada (P.A.) que não
é uma mesa operadora ........................................................................................... 29

16 Execução, Fluxograma......................................................................................... 32
16.1 Execução em um PABX satélite ............................................................................. 32
16.2 Execução em um PABX de operadora centralizada ................................................ 34

17 Finalização ............................................................................................................ 35
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1 Geral

1.1 Funções
Este documento fornece uma descrição concisa do tratamento dos dados de O&M de operadora
centralizada. As mesmas informações, e mais detalhadas, podem ser encontradas nas diversas
diretrizes operacionais relacionadas no item "REFERÊNCIAS". Facilidades não foram incluídas neste
documento.

"Operadora Centralizada" é um conceito geral para a idéia de existirem operadoras em um PABX


servindo vários outros PABX, chamados satélites ou sub-PABX. A fim de conseguir isto, a central deve
estar apta a rerotear chamadas para outro PABX diferente do qual se encontra a parte chamada, porém
na mesma rede CCS homogênea (DPNSS, APNSS ou ISDN), e notificar através da rede o estado
(modo de operação diurno/noturno) da operadora de cada central.

A operadora deve também ser capaz de executar vários serviços suplementares na rede, como
Intercalação ou Supervisão (Callback). Os serviços suplementares não são descritos neste documento.

Se a posição de atendimento central não for uma mesa de telefonista, a notificação não será suportada,
o que causará algumas limitações.

Este documento enfoca principalmente os pré-requisitos de plano de numeração e as três funções


seguintes:

1.1.1 Reroteamento Externo/em Rede

Códigos de acesso a rota e números de operadora centralizada, ou em outras palavras, posições de


atendimento para serviço diurno e/ou noturno, podem ser programadas para cada rota, isto é, uma
posição de atendimento comum para a rota, ou uma posição de atendimento individual para a linha
durante serviço diurno e noturno, respectivamente. Os números individuais de serviços diurno e noturno
(no RODNI) para uma linha externa não podem ser um número externo. A decisão pelo reroteamento é
primeiramente efetuada pelo PABX de destino, o qual também fornece o número para o reroteamento,
ou seja, a posição de atendimento central.

1.1.2 Redirecionamento em Serviço Noturno

É o redirecionamento em serviço noturno das chamadas destinadas à operadora comum, isto é, quando
todas as operadoras do PABX servindo o grupo de origem estão ausentes.

1.1.3 Notificação de Estado Diurno/Noturno

Notificação de estado diurno/noturno ou notificação de serviço noturno, significa que um PABX com
operadora centralizada pode informar a outros PABX sobre seu modo de operação, ou seja, se
encontra-se em serviço diurno ou noturno. Serviço noturno significa que todas operadoras estão
ausentes e as chamadas devem, por exemplo, ser redirecionadas para uma posição de atendimento
noturno em uma central satélite.
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1.2 Configurações de Rede e Conceitos


A figura a seguir mostra uma possível configuração de rede, na qual todas as partes envolvidas estão
localizadas em diferentes PABX, mas naturalmente, as partes podem coexistir na mesma central em
qualquer combinação. Se todas as partes estiverem localizadas no mesmo PABX, teremos então o caso
interno.

PABX Origem:

A central pela qual a chamada externa de entrada entra na rede CCS, ou seja, o sistema de sinalização
muda, e esta central é então uma central “gateway”. Se a chamada for originada por uma parte interna à
rede CCS, o PABX de origem será aquele em que a parte estiver localizada. Se a chamada for
originada por uma parte interna à rede CCS, esta jamais será reroteada.

PABX Destino:

A central na qual a parte chamada está localizada e na qual o reroteamento será iniciado. O verdadeiro
reroteamento é contudo efetuado na central origem, estabelecendo-se uma nova chamada a partir da
mesma.

PABX com Operadora Centralizada:

A central na qual a operadora centralizada (grupo) está localizada.

Chamada Interna PTN:

Uma chamada que é originada e terminada em uma PTN, neste contexto, uma rede DPNSS/APNSS ou
ISDN homogênea.

Exemplo 1, a parte chamada encontra-se em um PABX (destino) e a operadora centralizada em um


outro PABX:

PABX PABX
Rede Pública (CCS)
Origem, Destino
“gateway”
ou não CCS

ou ISDN
(CCS)
Público

(CCS) PABX
Operadora
Centralizada
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Exemplo 2, a operadora centralizada encontra-se na central “gateway”:

PABX PABX
Rede Pública (CCS)
Origem, Destino
“gateway” e
ou não CCS
Operadora
Centralizada
ou ISDN
Público

Exemplo 3, a parte chamada encontra-se na central “gateway”:

PABX
Rede Pública (CCS) PABX
Origem,
“gateway” e Operadora
ou não CCS Centralizada
PABX
destino
ou ISDN
Público

Rede Privada Virtual (RPV): Uma rede RPV consiste de sistemas ASB 501 conectados através de
uma rede pública ISDN transparente. É necessário plano de numeração fechado para a função RPV.

A PABX A Rede PABX B B


(origem) Pública (destino)
(ISDN) ISDN (ISDN)

A RPV é um serviço através do qual é possível estabelecer chamadas privadas entre PABX conectados
através da rede pública. Para chamadas privadas que utilizam a função RPV, o nível de serviço
oferecido é praticamente o mesmo que em chamadas em rede privada. Os serviços de rede podem ser
utilizados como em uma rede privada, porém a rede pública pode impor algumas restrições.
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1.3 Siglas

APNSS DPNSS Analógico


AS Sistema de Aplicação (parâmetro)
CCS Sinalização por Canal Comum, aqui DPNSS/APNSS/ISDN
COP Operadora Centralizada, consulte o item 1.1
DDR Discagem Direta a Ramal
DPNSS Sistema de Sinalização de Rede Privada Digital
ISDN Rede Digital de Serviços Integrados
MDP Parâmetros Dependentes do Mercado
OPI Mesa de Telefonista do PABX
PABX PABX
PSTN Central Pública
PTN Rede Telefônica Privada
RPV Rede Privada Virtual
TCD Discriminação de Chamadas Externas

1.4 Operação com Versões Anteriores


Se os sistemas cooperantes são ASB 501 04 R2 ou anteriores, o parâmetro SIG no comando ROCAI
deve ser programado como “serviços de rede não existentes”.

Se uma central está interligada a uma central cooperante com uma versão anterior utilizando ISDN, o
parâmetro VARC para “funcionalidade ISDN completa” no sistema ASB 501 04 R4 deve ser programado
como Não.

Se a sinalização APNSS/DPNSS é utilizada quando o sistema cooperante é um ASB 501 04 R2/x


existe total funcionalidade, ou seja, a mesma funcionalidade que entre dois sistemas ASB 501 04 R2/x.

2 Pré-Requisitos
O sistema deve possuir as seguintes séries numéricas programadas:

• números de ramal
• números de operadora PABX
• códigos de acesso a rotas

Deve haver indivíduos programados dos seguintes tipos de interface, ou seja, deve ser possível
estabelecer chamadas básicas envolvendo:

• ramais, troncos (e rotas) e operadoras

Para obter os serviços de rede para operadora centralizada, a facilidade reroteamento em rede privada
(PNR) deve estar carregada. A facilidade PNR é administrada com os comandos opcionais LC (consulte
estas diretrizes operacionais).
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3 Auxílios
Terminal de E/S.

4 Referências
Nestas diretrizes operacionais são feitas referências aos seguintes documentos:

Diretrizes Operacionais: Análise Numérica


Tráfego de Mesa Operadora
Dados de Rota

Descrição de Comandos: Discagem Abreviada, AD


Parâmetros de Sistema de Aplicação, AS
Análise Numérica, NA
Tráfego de Mesa Operadora, OP
Dados de Rota, RO

5 Procedimento
Os seguintes procedimentos devem ser utilizados para administração dos dados de operadora
centralizada em uma rede CCS:

Em centrais com operadora centralizada:

1. Programação de séries numéricas (tipos EN, OD, OC, (e se PABX satélite a outra operadora
centralizada: AC, ED))
2. Programação de números abreviados comuns
3. Programação de destino de notificação (números de centrais)
4. Programação de números de reroteamento por rota
5. Programação de grupos de origem de chamada da operadora
6. Programação de números de redirecionamento de serviço noturno para chamadas de operadora
comum
7. Outras atividades

Em todas as outras centrais (sub-centrais):

1. Programação de séries numéricas (tipos AC, EN, ED)


2. Programação de números abreviados comuns
3. Programação de destinações externas (para o PABX da operadora centralizada)
4. Programação de números de reroteamento por rota
5. Programação de grupos de origem de chamada da operadora (opcionalmente)
6. Programação de números de redirecionamento de serviço noturno para chamadas de operadora
comum
7. Outras atividades
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Em centrais nas quais a posição de atendimento não é uma operadora:

1. Programação de séries numéricas (tipos EX, EN)


2. Programação de séries numéricas (tipos AC, ED) se existe outra posição de atendimento central
3. Programação números abreviados comuns se existe outra posição de atendimento central
4. Programação de números de reroteamento por rota
5. Outras atividades

6 Execução

6.1 Programação de Séries Numéricas e Número Abreviado Comum

Geral

Consulte os documentos de O&M para dados de análise numérica para descrições detalhadas.

A quantidade máxima de dígitos nos diferentes números enviados à COP, isto é, número da parte
chamadora (se disponível), parte chamada (se aplicável) e o número discado, são 10 dígitos.

Se a OPI com display de símbolos for utilizada, o comprimento do número que poderá ser apresentado
é de 6 dígitos. Desta forma devem ser colocadas algumas restrições ao plano de numeração da rede,
caso contrário a operadora receberá números truncados e com ambigüidades, ou a funcionalidade não
será possível. Para a OPI alfanumérica e a OPI D3, o comprimento do número a ser mostrado poderá
ser de 10 dígitos.

Os números próprios da central devem ser programados em todas as centrais, mesmo quando for
utilizado um plano de numeração fechado, a fim de ser possível identificar a destinação da informação
de notificação do estado diurno/noturno.

Três números abreviados comuns serão utilizados para números de reroteamento externo.

Os números abreviados comuns serão também utilizados como Números de Redirecionamento de


Serviço Noturno para chamadas dirigidas a números de operadora comum em uma sub-central sem
qualquer operadora presente.

Outro requisito é que nas centrais onde se encontrar a operadora centralizada, um número DDR (para
chamadas externas à operadora comum), deve ser especificado igual a um número de operadora
comum interno. Este número DDR não precisa necessariamente ser o mesmo que o número normal
DDR de operadora comum da rota.
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6.1.1 Programação de Séries Numéricas e Números Abreviados no PABX Destino

Geral

Na central de destino, ou seja, em todos os PABX que serão servidos por qualquer operadora
centralizada, programe o "número próprio da central", as séries numéricas para discagem abreviada
comum e os números abreviados comuns. Programe também o número próprio do PABX central como
número de destinação externa.

Pré-requisitos

---

Execução

Digite o comando NADAP para verificar se as séries numéricas já estão programadas. Na central de
destino, ou seja, em todos os PABX que serão servidos por qualquer operadora centralizada, programe
o "número próprio da central " através do seguinte comando:

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=xx;

Programe os "números de destinação externa" através do comando:

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=xx;

Estes números de destinação externa serão utilizados como parte de um número de reroteamento
externo. A outra parte será o número comum da operadora centralizada. Estes números devem possuir
juntos, no máximo 10 dígitos.

Programe o(s) "número(s) de operadora comum para chamadas DDR" através do comando:

NANSI:NUMTYP=OD,NUMSE=xx;

Programe as séries numéricas para números abreviados comuns utilizando:

NANSI:NUMTYP=AC,NUMSE=xxx&&xxx;

Digite o comando NADAP para verificar se as séries numéricas estão programadas.

Programe os números abreviados comuns utilizando:

ADCOI:ABB=xxx,TRA=xxxx,CLASS=0&1&2&3;

Este número abreviado será utilizado como número de reroteamento externo no comando RORNI.
Utilizando um número abreviado, a verificação através da tabela TCD pode ser evitada nestes casos. O
número traduzido (expandido) consiste de 2 números: o número próprio da central da COP, mais o
número da operadora comum na central COP.

O número traduzido (expandido) pode, alternativamente, consistir do número próprio da central da


posição de atendimento centralizado, mais o número da posição de atendimento (não operadora
centralizada).
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O número abreviado comum utilizado para reroteamento à central da COP deve pertencer a todas as
classes de tráfego (isto é, recomenda-se CLASS=0&&3) a fim de evitar o bloqueio devido a uma classe
inapropriada.

6.1.2 Programação deSéries Numéricas no PABX com Operadora Centralizada

Geral

Na central da COP, programe as séries numéricas para DDR para a operadora.

Para notificação do estado diurno/noturno, programe número(s) de destinação externa para cada rota
que possa ser utilizada para notificação.

Observação: O número de destinação externa deve corresponder ao número próprio do PABX


notificado, o que significa que uma rota pode necessitar de diferentes números de
destinação externa.

Se houve operadoras centralizadas localizadas em mais de uma central na rede, e um PABX com
operadora centralizada puder ser servido por alguma outra operadora centralizada em outro PABX no
caso de todas operadoras locais estarem ausentes, programe também as séries numéricas para
discagem abreviada comum de acordo com o item anterior.

Pré-requisitos

As séries numéricas para operadora comum (OC) devem estar programadas com o comando NANSI.
Os números OC não devem ser muito longos, de preferência 1-3 dígitos.

Execução

Programe as séries numéricas para DDR para a operadora através do comando:

NANSI:NUMTYP=OD,NUMSE=xx;

O número OD deve ser igual ao número OC mencionado acima.

Programe as séries numéricas para destinação externa para notificação através do comando:

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=xxxxx;

6.1.3 Programação de Séries Numéricas no PABX de Operadora Centralizada

Geral

Na central da operadora centralizada, programe as séries numéricas para DDR para ramais. (quando na
programação do ramal, certifique-se de que o mesmo está habilitado a receber chamadas DDR).

Pré-requisitos

As séries numéricas para numeração de ramais (EX) deve estar programada com o comando NANSI.
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Execução

Programe as séries numéricas para DDR para ramal através do comando:

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=xxxxx;

6.1.4 Programação de Séries Numéricas no PABX de Origem/”Gateway”

Na central de origem, ou seja, em todos os PABX servidos por alguma operadora centralizada,
programe as séries numéricas da mesma forma que para a central de destino.

6.2 Controle de Estado Diurno e Noturno

Geral

A classe de serviço diurna/noturna é controlada pelo estado diurno/noturno da central. Este estado pode
ser alterado utilizando-se os seguintes critérios: código de facilidade de comutação diurna/noturna,
tabela de hora-do-dia (OPDNC), e presença/ausência de operadora do PABX.

A alteração do código de facilidade e a alteração da hora-do-dia somente podem ser executadas


internamente. O estado diurno/noturno da central é utilizado para fornecer algumas características
diferentes de serviços/facilidades para uma central comutada para noturno do que comutada para
diurno, ou seja, restrição de acesso/categoria TCD. O usuário pode digitar o código de facilidade em
qualquer console de operadora. A função código de facilidade pode sobrepor qualquer dado que tenha
sido programado através do comando OPDNC.

A presença/ausência afeta somente a central da própria operadora, mas através da notificação descrita
no item "Notificação do Estado Diurno/Noturno entre Centrais", ela pode afetar a operação de outras
centrais.

A presença/ausência controla algumas facilidades, como números de reroteamento, números de


redirecionamento de serviço noturno, comutação temporária de linhas externas para noturno.
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6.2.1 Critérios de Código de Facilidade de Estado Diurno/Noturno

Digite o procedimento * FC * estado #, onde:

FC = Código de Facilidade (parâmetro dependente de mercado)

Estado: 0 = altera para noturno


1 = altera para diurno

O resultado deve ser visível na OPI, ou digite o comando OPDNP para verificar o resultado, caso o
terminal E/S esteja disponível. Este critério afeta somente a TCD.

6.2.2 Critérios de Hora do Dia (automático com o tempo)

Digite o comando OPDNC para especificar o horário de mudança de noturno para diurno, e vice-versa.

Digite o comando OPDNP para verificar o resultado. Este critério afeta somente a TCD.

6.2.3 Critérios de Presença/Ausência da Operadora do PABX

Se o estado da central não é especificado através de um procedimento (código de facilidade ordenado)


ou a mudança automática com tempo não foi programada (os horários limites de diurno e noturno não
foram programados no sistema), o estado de presença/ausência da operadora do PABX determinará o
estado diurno/noturno do sistema.

Pressione as teclas MODE e OFF no console de operadora alfanumérico para alterar o estado
diurno(presença)/noturno(ausência). Na OPI com o display de símbolos, pressione a tecla
presença/ausência.
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7 Notificação de Estado Diurno/Noturno entre Centrais


Geral

Esta função é válida somente se a posição de atendimento centralizado for uma mesa operadora. A
configuração mais simples utilizando notificação de estado poderia ser como mostrada na figura abaixo,
onde um PABX com operadora centralizada, com número próprio da central igual a 719, notifica uma
sub-central, com número próprio 742, o estado diurno/noturno.

PABX 1 Sub-PABX 2
Operadora (CCS) Notificado
Centralizada (742)
(719)

Uma rede privada de centrais pode possuir uma ou várias operadoras centralizadas. Uma central com
operadoras centralizadas pode notificar no máximo 16 outras centrais na rede sobre o estado de serviço
diurno/noturno. Isto é feito com um pequeno atraso quando o estado diurno/noturno é alterado e
também repetidamente, durante um intervalo de tempo de aproximadamente 5 minutos.

Uma central pode ser notificada por três PABX centrais diferentes.

PABX 1 PABX 2
Operadora (CCS) Centralizado
Centralizada e Notificado
(719) (63)
(CCS)
(CCS)
(CCS) (CCS)
(CCS)
PABX 1 PABX 2 PABX 3 PABX 4
Notificado Notificado Notificado Notificado
742 764 770 91

(CCS) (não CCS)

PABX 5 PABX não


Notificado Notificado
751 768

Na figura acima, existem 2 centrais com operadoras centralizadas e 5 sub-centrais, mais uma central
(768) que não faz parte da rede CCS. Os números 742, 63, etc. indicam os números próprios das
centrais PABX. Qualquer dessas centrais pode ter troncos externos de entrada.
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O PABX central com número próprio 719 notifica 5 outras centrais sobre seu estado diurno/noturno, que
são os PABX com os números próprios 742, 751, 764, 770 e 63. A central 63 notifica 770, 91 e 719, ou
seja, três outras. Portanto, um PABX com operadora centralizada pode ao mesmo tempo ser uma
"central notificada". A central 770 é controlada por 719 e 63, a central 768 não é controlada por
nenhuma operadora centralizada.

Note que para situações de RPV, o número da central de um nó notificado deve ser incluído na
série numérica para DDR, ou a rede pública poderá rejeitar a chamada de notificação.

O estado diurno/noturno de uma central pode ser controlado por diferentes critérios, como descrito no
item "Controle de Estado Diurno/Noturno", mas é sempre o estado de presença/ausência da operadora,
e não o estado diurno/noturno da central, que controla o que é enviado nas mensagens de notificação
entre os PABX.

Controle de Estado Diurno/Noturno de Sub-Central

O estado de uma "sub-central notificada" é controlado pelo(s) seu(s) PABX central(is) como descrito
abaixo.

Existe um parâmetro AS que é programável através do comando ASPAC, parâmetro 64, que deve ser
utilizado na central notificada.

Se o PARNUM 64 for igual a 0 na central notificada, o estado diurno/noturno da central é SOMENTE


controlado pelos critérios da central local, isto é, o estado da operadora centralizada não importa. Veja a
tabela a seguir, onde o PABX C é a central com operadora centralizada e PABX N a central notificada.

ESTADO DIURNO/NOTURNO NO PABX NOTIFICADO (PARNUM 64 = 0)

Estado do PABX C Verificação TCD = Modo de reroteamen-


Estado do PABX N to (linhas externas)
NOTURNO NOTURNO NOTURNO
NOTURNO DIURNO DIURNO
DIURNO DIURNO DIURNO
DIURNO NOTURNO NOTURNO

Se o PARNUM 64 for igual a 1 na central notificada, o estado da central é controlado pelo estado da
central local e pelo estado da operadora centralizada conforme descrito na tabela abaixo.

Observação: O estado da central significa seu modo de operação, ou seja, se a verificação de


discriminação de chamada deve ser uma no período diurno e outra no período
noturno. O parâmetro 64 controla a função de reroteamento externo/em rede, mas não
controla a função de discriminação de chamada. Assim:
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Estado do PABX C Verificação TCD = Modo de reroteamen- Comentário


Estado do PABX N to (troncos)
NOTURNO NOTURNO NOTURNO
NOTURNO DIURNO NOTURNO
DIURNO DIURNO DIURNO
DIURNO NOTURNO * NOTURNO * * Possível apenas se
a notificação não
opera, ou durante o
período antes da
notificação.

Com o PARNUM 64 igual a 1 na central notificada, as OPIs mostrarão o estado diurno enquanto ao
menos uma operadora centralizada do PABX estiver comutada para diurno, mesmo se todas as
operadoras locais na central notificada estejam ausentes e o critério de presença/ausência da operadora
seja utilizado.

Observação: A central notificada não pode ser comutada para noturno enquanto houver ao
menos uma operadora centralizada em modo diurno (exceto se a notificação
falhou devido a um erro, ou no intervalo de tempo antes da notificação ser
executada).

Pré-requisitos

Rede DPNSS/APNSS ou ISDN homogênea deve ser utilizada, e os serviços de rede devem estar
disponíveis.

As centrais incluídas na rede privada devem possuir seus números próprios programados (consulte
diretrizes operacionais para ANÁLISE NUMÉRICA e NUMERAÇÃO), mesmo se for utilizado plano de
numeração fechado. Estes números próprios de central podem ser números especiais utilizados apenas
para notificação de estado diurno/noturno.

7.1 Programação de Notificação de Estado Diurno/Noturno no PABX de Operadora


Centralizada

Geral

Programe a(s) operadora(s) do PABX de acordo com as diretrizes operacionais para TRÁFEGO DE
TELEFONISTA. Uma tabela especificando as outras centrais que serão servidas, e devido a isto serão
notificadas do estado diurno/noturno da operadora do PABX centralizado, é programada se uma
operadora centralizada for utilizada, ou seja, a(s) operadora(s) servirá(ão) várias centrais. Um "número
próprio de central" deve também ser programado.

Isto é totalmente executado através do comando OPNEI.


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Pré-requisitos

Um ou mais números de destinação externa, correspondentes aos números próprios das centrais
notificadas, devem ser programados para cada rota e cada sub-PABX a ser notificado. Consulte o
capítulo anterior para programação de séries numéricas. Então o comando RODDI deve ser executado
para programar a destinação externa e a posição para início de envio de dígitos.

Execução

Digite o comando OPNEP para obter uma listagem dos números de sub-centrais existentes na tabela e
do número próprio da central.

Programe o número da central notificada através do comando OPNEI.

OPNEI:OWNID=xxx, NEXGNO=xxx;

onde os parâmetros devem ser incluídos nos números previamente programados nas séries numéricas
para número próprio da central e destinação externa (= número da central notificada).

Verifique o resultado através do comando OPNEP.

7.2 Remoção da Destinação para Notificação de Estado Diurno/Noturno


Digite o comando OPNEP para obter uma listagem dos números de sub-centrais existentes na tabela e
do número próprio da central.

Remova através do comando OPNEE.

Verifique o resultado através do comando OPNEP.

7.3 Listagem da Destinação para Notificação de Estado Diurno/Noturno


Digite o comando OPNEP para obter a listagem.

7.4 Programação em uma Central Notificada


Posições de reroteamento externo devem ser programadas para as rotas nesta central, de acordo com o
item que trata deste assunto. As posições de reroteamento externo que estão "ativas" serão controladas
pela informação de notificação. Inicialmente, o parâmetro AS 64 deverá ser programado em 0, e
quando toda a programação estiver pronta, ser alterado para 1 se operadora centralizada for utilizada.

O número próprio da central também deve ser programado, mesmo se for utilizado plano de numeração
fechado.
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8 Programação de Número de Destinação de Reroteamento

8.1 Programação de Posições Internas de Serviço Diurno/Noturno

Geral

Posição interna de serviço noturno/diurno significa que as posições de atendimento afiliadas a uma rota
ou linha devem estar na mesma central que a posição de atendimento.

Uma posição de reroteamento interno dependente do cliente pode existir. Para maiores detalhes
consulte "Posição de Reroteamento Dependente do Cliente" nas diretrizes operacionais para DADOS
DE ROTA.

Estes dados não são relevantes para a funcionalidade de operadora centralizada. Para maiores detalhes
consulte as diretrizes operacionais para DADOS DE ROTA.

8.2 Posição de Atendimento Centralizado na Rede CCS

Geral

Uma posição de atendimento centralizado em uma rede CCS pode ser programada somente se a
funcionalidade de operadora centralizada existir na central e for suportada em todos os nós na rede.

O reroteamento de chamadas externas de entrada é controlado por uma categoria de rota, do mesmo
modo que o reroteamento interno. Os números de destinação de reroteamento são programados com os
comandos RO. É possível programar até 5 diferentes números de reroteamento por rota. A ordem de
prioridade entre os números de reroteamento para uma rota específica é:

1. Posição de atendimento diurno interna


2. Centralizada, posição de atendimento externo 1
3. Centralizada, posição de atendimento externo 2
4. Centralizada, posição de atendimento externo 3
5. Posição de atendimento noturno interna

Um dos números de reroteamento externo pode ser utilizado para uma posição de atendimento
centralizada que não seja uma mesa operadora (por exemplo, ramal, grupo ou correio de voz), porém
esta alternativa estará permanentemente “ativa”. Deste modo, se a alternativa 2 é utilizada para uma
posição que não seja mesa operadora, as alternativas 3 e 4 não poderão ser utilizadas.
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Pré-requisitos

As rotas e as linhas devem estar programadas. A posição de reroteamento é acessada através de


número abreviado comum. O número abreviado comum contém o número externo da posição de
reroteamento. Quando expandido, o número deve consistir do número próprio da central da operadora
centralizada, e o número comum de operadora no PABX central.

Os números próprios de central de todas as centrais na rede privada devem estar programados como
destinações externas através do comando RODDI, e de preferência com SRT (posição de início para
envio de dígitos) igual a 1.

Os números de reroteamento interno, programados através do comando RODNI podem ser


programados previamente, mas a posição de serviço diurno/noturno para uma linha externa específica
não deve ter sido programada, como se possuísse sempre uma prioridade maior. Eles não podem ser
externos, e devido a sua maior prioridade poderiam transpor a regra de qualquer número de
reroteamento externo para uma operadora centralizada.

8.3 Programação de Reroteamento para Posição de Atendimento Centralizado na


Rede

Em um sub-PABX:

ADCOI, o comando para um número abreviado comum, deve ser executado para programar o número
completo da posição de reroteamento externo.

Digite o comando RORNI para programar o número de reroteamento externo. Repita, caso vários
números de reroteamento externo existirem para a rota.

Digite o comando RORNP para verificar o resultado.

Em um PABX com operadora centralizada:

Se a posição de atendimento é uma mesa operadora, então o número comum para discagem direta a
ramal da operadora do PABX deve ser programado igualmente ao número interno de operadora
comum, de maneira que o mesmo número de acesso de operadora comum possa ser utilizado em toda
rede privada.

Se a posição de atendimento não é uma mesa operadora, então deve ser programado o número para
discagem direta a ramal para a posição de atendimento.

8.4 Remoção do Reroteamento para Posição de Atendimento Centralizado na


Rede
Digite o comando RORNE para cancelar a posição de atendimento centralizado.

Se a última posição de reroteamento externo for finalizada, a rota é liberada da função de operadora
centralizada, ou seja, o tráfego de entrada na rota não pode mais ser reroteado para a posição de
atendimento externo.
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Digite o comando RORNP para verificar o resultado através da listagem.

Digite o comando ADCOE para finalizar o número abreviado da posição de reroteamento externo, caso
não seja utilizado por outra rota.

8.5 Alteração de Número de Reroteamento para Posição de Atendimento


Centralizado na Rede
Digite o comando RORNE para finalizar a antiga posição de reroteamento externo.

Digite ADCOE, o comando para finalização de um número abreviado comum.

Digite então ADCOI, o comando para programação de um novo número abreviado comum.

Digite o comando RORNI para programar o novo número de posição de reroteamento externo.

Digite o comando RORNP para verificar o resultado.

8.6 Listagem de Número de Reroteamento para Posição de Atendimento


Centralizado na Rede
Digite o comando RORNP para obter uma listagem dos números de posição de atendimento
centralizado programados para uma rota específica.

Digite o comando ADCDP para uma listagem da afiliação entre os números de posição de atendimento
externo e os números abreviados comuns correspondentes.

9 Programação de Grupo de Origem de Chamada (CORG) e do Tipo de


Chamada

9.1 Programação do Grupo de Origem de Chamada para Chamadas para Operadora


Na central de operadora centralizada, programe o grupo de origem de chamada de operadora através
do comando OPCTS. Especialmente os grupos de origem para os tipos de chamadas "discagem direta
a ramal“, "chamadas internas", "chamadas reroteadas", e "chamadas redirecionadas" devem ser
programados e associados para as devidas rotas quando aplicável.

Se o grupo de origem de chamada for novo, associe também a operadora ao grupo de origem de
chamada, utilizando o comando OPCGS. Para maiores detalhes, consulte as diretrizes operacionais
para TRÁFEGO DE TELEFONISTA.
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10 Programação de Número de Redirecionamento em Serviço Noturno


para Chamadas de Operadora Comum

Geral

As chamadas destinadas a um número de operadora comum originadas em um sub-PABX que está


comutado para serviço noturno, ou quando a operadora local não está presente, chamadas internas à
rede privada ou originadas fora da rede podem ser redirecionadas em serviço noturno para um PABX
com operadora centralizada. Adicionalmente às destinações internas em diurno e noturno, é possível
programar 3 diferentes números de destinação externa centralizados, comuns a todo o PABX.

Os 5 possíveis números de destinação têm a seguinte ordem de prioridade:

1 - Número local de operadora comum/Posição de atendimento local diurna


2 - Operadora centralizada/Posição de atendimento externo 1
3 - Operadora centralizada/Posição de atendimento externo 2
4 - Operadora centralizada/Posição de atendimento externo 3
5 - Posição de atendimento local noturna

As alternativas 2 - 4 podem ser somente utilizadas quando a operadora local não estiver presente para
atendimento das chamadas na central, ou quando a posição de atendimento local diurno de cliente
estiver ausente (quando Grupo Multi-PABX for utilizado).

Chamadas previamente reroteadas na rede, não podem ser redirecionadas em serviço noturno para um
número externo, isto é, as alternativas 2 - 4 não estão disponíveis para chamadas reroteadas.

Pré-requisitos

As rotas e as linhas devem estar programadas. A posição de reroteamento é acessada através de


número abreviado comum. O número abreviado comum contém o número externo da posição de
reroteamento. Quando expandido, o número deve consistir do número próprio da central da operadora
centralizada, e o número comum de operadora no PABX central.

Os números próprios de central de todas as centrais na rede privada devem estar programados como
destinações externas através do comando RODDI, e de preferência com SRT (posição de início para
envio de dígitos) igual a 1.
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10.1 Programação de Números de Redirecionamento em Serviço Noturno de


Operadora Comum para a posição de Atendimento Centralizada

Em uma Sub-Central:

ADCOI, o comando para discagem abreviada comum, deve ser executado para programar o número de
destinação externa para redirecionamento em serviço noturno. Rotas devem ser programadas, e o
comando OPCTS deve ser executado para definir os grupos de origem.

Observação: Se um sub-PABX não possui operadoras locais, é recomendado programar um


"grupo de origem de chamada falso" e um número de operadora comum.

Digite o comando OPCTP para verificar se a posição de atendimento centralizada está programada
para o grupo de origem de chamada, indicado pelo parâmetro CEN.

Digite o comando OPCEI para programar o número externo de redirecionamento em serviço noturno
utilizado para chamadas internas e internas à rede para o número de operadora comum.

OPCEI:CORG=x,NCA=xx,CENUM=xxx,PRIO=x;

Repita o comando se vários números externos de redirecionamento em serviço noturno para diferentes
prioridades devem existir para o grupo de origem.

Digite o comando OPCTP e/ou OPCEP para verificar o resultado.

10.2 Remoção de Números de Redirecionamento em Serviço Noturno de Operadora


Comum para a Posição de Atendimento Centralizada
Digite o comando OPCEE para remover o número externo de redirecionamento em serviço noturno
utilizado para chamadas internas e internas à rede para o número de operadora comum.

OPCEE:CORG=x,PRIO=x;

Repita o comando se vários números externos de redirecionamento em serviço soturno para diferentes
prioridades devem ser removidos para o grupo de origem de chamada.

Digite o comando OPCTP para verificar o resultado.

Digite o comando ADCOE para remover o número abreviado comum da posição externa de
redirecionamento em serviço noturno, caso ele não seja utilizado por outro grupo de origem de
chamada ou rota.

10.3 Listagem de Números de Redirecionamento em Serviço Noturno de Operadora


Comum para a Posição de Atendimento Centralizada
Digite o comando OPCEP para listar, entre outras coisas, o número externo de redirecionamento em
serviço noturno utilizado em chamadas para o número de operadora comum.
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11 Grupo Multi-PABX e Operadora Centralizada


As facilidades de grupo Multi-PABX e Operadora Centralizada não são muito compatíveis, uma vez que
rede e grupo Multi-PABX são um tanto contraditórios. Grupo Multi-PABX é inicialmente uma função para
um único PABX.

Contudo, é possível utilizar as duas funções no mesmo PABX, com algumas limitações, desde que a
configuração seja efetuada de um modo adequado. É um caso de configuração de Rota, Destinação,
Ramal e Grupo de Origem de Chamada. Consulte as diretrizes operacionais para DADOS DE GRUPO
MULTI-PABX.

11.1 Grupo Multi-PABX Utilizado em um PABX Satélite


O sistema não suporta que todos os diferentes clientes em um grupo Multi-PABX possuam diferentes
operadoras centralizadas.

É possível fazer com que somente uma parcela muito limitada clientes diferentes tenham diferentes
operadoras centralizadas, isto é, se a central estiver dividida em poucos grupos Multi-PABX.

Desde que existam apenas 3 números de operadora centralizada disponíveis por central satélite, é
possível fazer com que 3 diferentes grupos Multi-PABX tenham sua própria operadora centralizada (mas
somente uma cada), desde que as operadoras centralizadas estejam localizadas em diferentes centrais.
Preferivelmente os diferentes grupos Multi-PABX deverão possuir rotas de saída e entrada distintas,
porém isto não é mandatório.

Alternativamente, um dos grupos Multi-PABX pode utilizar operadora centralizada e os outros não.
Chamadas a um grupo usuário de um grupo Multi-PABX que não está utilizando operadora centralizada
nunca serão reroteadas para uma operadora centralizada, mas isto necessita que os grupos Multi-PABX
tenham rotas de entrada distintas.

Uma outra alternativa pouco provável é que todos os grupos Multi-PABX utilizem a mesma operadora
centralizada.

11.2 Grupo Multi-PABX Utilizado em um PABX de Operadora Centralizada


É possível possuir grupo Multi-PABX em uma central com operadora centralizada, mas isto não terá
nenhum efeito na notificação de serviço noturno, que manterá a operadora centralizada marcada como
presente desde que qualquer operadora de grupo Multi-PABX esteja presente, e notificará os PABX
satélites que o modo de operação válido é o diurno, mesmo que isto não seja real.

Isto naturalmente causará reroteamento de chamadas para o PABX de operadora centralizada, embora
não exista nenhuma operadora disponível para atender a chamada, e então a posição de atendimento
noturna local do grupo Multi-PABX na central de operadora centralizada será chamada.

Por outro lado, as mesmas limitações descritas para PABX satélite aplicam-se também para uma
central de operadora centralizada.
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12 Campainha Noturna para Certos Casos de Congestionamento


Em certos casos de congestionamento ou erro de tratamento, por exemplo, em alguns casos de
congestionamento de rota, congestionamento de fila da operadora, ou marcação de ausência
automática no console da operadora, é efetuada uma tentativa para rerotear a chamada para uma
campainha noturna, se a mesma estiver programada. Isto pode, portanto, ser plausível para programar
campainha noturna em PABX que são servidos por Operadora Centralizada. Consulte as diretrizes
operacionais para SERVIÇO NOTURNO.

13 Operação com Outras Versões


Com DPNSS/APNSS, utilizando tie-lines dedicados, as facilidades de operadora centralizada funcionam
em redes formadas por ASB 501 04 R2/4 e anteriores. O mesmo se aplica para ASB 501 04 R2 até
R2/3 com a restrição da facilidade de redirecionamento em serviço noturno e do tratamento de algumas
situações de erro.

Com ISDN não existe compatibilidade com versões anteriores, desde reroteamento, redirecionamento
em serviço noturno, e notificação de estado noturno/diurno não são suportadas em versões anteriores.

14 Parâmetros do Sistema de Aplicação


As facilidades básicas de rede de operadora centralizada, ou seja, reroteamento na rede e a notificação
de estado diurno/noturno, são controladas pelos seguintes parâmetros AS:

PARNUM 64 Tipo de controle de estado diurno/noturno (local/rede)


PARNUM 44 Rechamada na central trânsito/”gateway”

O parâmetro 44 está envolvido apenas indiretamente.

Para comutação diurna/noturna controlada por código de facilidade digitada pela mesa operadora, há
um parâmetro dependente de mercado que determina os dígitos FC.

Não há outros parâmetros específicos para funções de operadora centralizada.


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15 Alguns Exemplos de Redes com Operadora Centralizada

15.1 Uma Pequena Rede de 3 PABX com uma Operadora Centralizada


Uma chamada originada na rede pública entra na rede DPNSS/APNSS pelo PABX 721, alcança o
destino no PABX 731, mas é reroteada para a operadora centralizada no PABX 711. O PABX 711
notifica 721 e 731 de seu estado de serviço noturno.

Somente certos comandos diretamente relevantes para operadora centralizada são mostrados a seguir,
e os comandos não estão sempre completos. Programação de rotas, grupos de origem de chamadas
(parcialmente), posições de atendimento noturno, etc, foram excluídos.

Rede Pública ROU=3 ROU=3


721 731
ROU=1
ROU=2 ROU=1

COP
ROU=1
PABX
Operadora
ROU=2 Centralizada
711

Na Central 711, PABX com Operadora Centralizada

Dados de análise numérica de números de operadora comum, número próprio da central e números de
destinação externa:

NANSI:NUMTYP=OD,NUMSE=09;
NANSI:NUMTYP=OC,NUMSE=09;
NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=711;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=721&731;

Grupos de origem de chamada da operadora, por exemplo:

OPCTS:CORG=1,CALT=1,OACC=09;
OPCTS:CORG=1,CALT=1,OACC=09;
OPCTS:CORG=2,CALT=2,OACC=09;
OPCTS:CORG=3,CALT=3,OACC=09;
OPCTS:CORG=4,CALT=6,ROU=1,OACC=09;
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Números para notificação de serviço noturno, destinações externas, posição de início de envio de
dígitos e números diurnos locais:

OPNEI:OWNID=711,NEXGNO=721&731;
RODDI:DEST=721,ROU=2,SRT=1,...
RODDI:DEST=731,ROU=1,SRT=1,...
RODNI:ROU=1,DAY=09;
RODNI:ROU=2,DAY=09;

Parâmetros do Sistema da Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=0;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=1; Rechamada quando a parte B é tie-line

Na Central 721

Dados de análise numérica de números de operadora comum, número próprio da central, números de
destinação externa e números abreviados comuns:

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=721;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=711;
NANSI:NUMTYP=AC,NUMSE=500;
ADCOI:ABB=500,TRA=71109,CLASS=0&1&2&3;

Números para serviço noturno centralizado, números de destinação externa, posição de início de envio
de dígitos, números diurnos locais e números de reroteamento para operadora centralizada:

OPCEI:CORG=10,CENUM=500,PRIO=1,NAC=711;
RODDI:DEST=711,ROU=2,SRT=1,...
RODNI:ROU=1,DAY=09;
RORNI:ROU=1,NCA=711,NUM=500,PRIO=1;
(RODNI:ROU=3,DAY=09;
RORNI:ROU=2,NCA=711,NUM=500,PRIO=1;
RODNI:ROU=3,DAY=09;
RORNI:ROU=3,NCA=711,NUM=500,PRIO=1;)

Parâmetros do Sistema da Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=1;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=0;
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Na Central 731

Dados de análise numérica de números de operadora comum, número próprio da central, números de
destinação externa e números abreviados comuns:

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=731;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=711;
NANSI:NUMTYP=AC,NUMSE=500;
ADCOI:ABB=500,TRA=71109,CLASS=0&1&2&3;
RODNI:ROU=1,DAY=09;

Números para serviço noturno centralizado, números de destinação externa, posição de início de envio
de dígitos, números diurnos locais e números de reroteamento para operadora centralizada:

OPCEI:CORG=10,CENUM=500,PRIO=1,NCA=711;
RODDI:DEST=711,ROU=1,SRT=1,...
RODNI:ROU=3,DAY=09;
RORNI:ROU=3,NCA=711,NUM=500,PRIO=1;
(RODNI:ROU=3,NCA=711,NUM=500,PRIO=1;)
RORNI:ROU=1,NCA=711,NUM=500,PRIO=1;

Parâmetros do Sistema da Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=1;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=0;

15.2 Uma Rede com Duas Posições de Operadora Centralizada em Diferentes Nós
Uma chamada originada em na rede pública, entra na rede DPNSS/APNSS pelo PABX 721, alcança o
destino no PABX 731, mas é reroteada inicialmente para a operadora centralizada no PABX 711, e em
seguida para a central 731. O PABX 711 notifica 721 e 731 de seu estado de serviço noturno. O PABX
731 notifica 711 e 721 de seu estado de serviço noturno.

COP

“500”
Rede Pública ROU=3 ROU=3
721 731
ROU=1
ROU=2 ROU=1

COP
ROU=1
PABX “501”
Operadora
ROU=2 Centralizada
711
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Na Central 711, a Primeira com Operadora Centralizada

Dados de análise numérica de números de operadora comum, número próprio da central, números de
destinação externa e números abreviados comuns:

NANSI:NUMTYP=OD,NUMSE=09;
NANSI:NUMTYP=OC,NUMSE=09;
NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=711;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=721&731;
NANSI:NUMTYP=AC,NUMSE=500;
ADCOI:ABB=500,TRA=73109,CLASS=0&1&2&3;

Grupos de origem de chamada da operadora do PABX, por exemplo:

OPCTS:CORG=1,CALT=1,OACC=09;
OPCTS:CORG=1,CALT=1,OACC=09;
OPCTS:CORG=2,CALT=2,OACC=09;
OPCTS:CORG=3,CALT=3,OACC=09;
OPCTS:CORG=4,CALT=7,ROU=1,OACC=09;

Números para notificação de serviço noturno, números para serviço noturno centralizado, destinações
externas, posição de início de envio de dígitos, números diurnos locais e números de reroteamento para
operadora centralizada:

OPNEI:OWNID=711,NEXGNO=721&731;
OPCEI:CORG=10,NCA=731,CENUM=500,PRIO=1;
RODDI:DEST=721,ROU=2,SRT=1,...
RODDI:DEST=731,ROU=1,SRT=1,...
RODNI:ROU=1,DAY=09,NIG=12345;
RODNI:ROU=2,DAY=09;
RORNI:ROU=1,NCA=731,NUM=500,PRIO=1;
RORNI:ROU=2,NCA=731,NUM=500,PRIO=1;

Parâmetros do Sistema da Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=1;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=1;

Na Central 731, a Segunda com Operadora Centralizada

Dados de análise numérica de números de operadora comum, número próprio da central, números de
destinação externa e números abreviados comuns:

NANSI:NUMTYP=OD,NUMSE=09;
NANSI:NUMTYP=OC,NUMSE=09;
NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=731;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=711;
NANSI:NUMTYP=AC,NUMSE=501;
ADCOI:ABB=501,TRA=71109,CLASS=0&1&2&3;
DIRETRIZES OPERACIONAIS 28(35)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - RRM/AXP EBC/FL/FX PEP 107/154 31-APD 101 02 Upb
Resp Doc./Aprovado - Doc. Respons./Approved Contr. - Checked Data - Date Rev. Arquivo - File
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Grupos de origem de chamada da operadora do PABX, por exemplo:

OPCTS:CORG=1,CALT=1,OACC=09;
OPCTS:CORG=1,CALT=1,OACC=09;
OPCTS:CORG=2,CALT=2,OACC=09;
OPCTS:CORG=3,CALT=3,OACC=09;
OPCTS:CORG=4,CALT=7,ROU=1,OACC=09;

Números para notificação de serviço noturno, números para serviço noturno centralizado, destinações
externas, posição de início de envio de dígitos, números diurno/noturno local e números de
reroteamento para operadora centralizada (na 711):

OPNEI:OWNID=731,NEXGNO=721&711;
OPCEI:CORG=10,NCA=711,CENUM=501,PRIO=1;
RODDI:DEST=711,ROU=1,SRT=1,...
RODNI:ROU=1,DAY=09,NIG=43210;
RODNI:ROU=3,DAY=09;
RORNI:ROU=1,NCA=711,NUM=501,PRIO=1;
RORNI:ROU=3,NCA=711,NUM=501,PRIO=1;

Parâmetros do Sistema de Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=1;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=1;

Na Central 721

Dados de análise numérica de números de operadora comum, número próprio da central, números de
destinação externa e números abreviados comuns:

NANSI:NUMTYP=OD,NUMSE=09;
NANSI:NUMTYP=OC,NUMSE=09;
NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=721;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=711&731;
NANSI:NUMTYP=AC,NUMSE=500;
ADCOI:ABB=500,TRA=71109,CLASS=0&1&2&3;
ADCOI:ABB=501,TRA=73109,CLASS=0&1&2&3;

(OPCTS:CORG=...)
DIRETRIZES OPERACIONAIS 29(35)
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Números para serviço noturno centralizado, números de destinação externa, posição de início de envio
de dígitos, números diurnos locais e números de reroteamento para operadora centralizada:

OPCEI:CORG=10,NCA=711,CENUM=501,PRIO=1;
OPCEI:CORG=10,NCA=731,CENUM=500,PRIO=2;
RODDI:DEST=711,ROU=2,SRT=1,...
RODDI:DEST=731,ROU=3,SRT=1,...
RODNI:ROU=1,DAY=09;
RORNI:ROU=1,NCA=711,NUM=501,PRIO=1;
RORNI:ROU=1,NCA=731,NUM=500,PRIO=2;
(RODNI:ROU=2,DAY=09;
RORNI:ROU=2,NCA=711,NUM=501,PRIO=1;
RORNI:ROU=2,NCA=731,NUM=500,PRIO=2;)

Parâmetros do Sistema de Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=1;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=0;

15.3 Uma Pequena Rede com uma Posição de Atendimento Centralizada (P.A.) que
não é uma Mesa Operadora
Uma chamada originada em na rede pública entra na rede DPNSS/APNSS pelo PABX 721, alcança o
destino no PABX 731, mas é reroteada para a posição de atendimento centralizada no PABX 711. Não
existe notificação de estado, então todos os PABX provavelmente estão em serviço noturno. A
operadora centralizada não é utilizada.

Somente certos comandos diretamente relevantes para posição de atendimento centralizada são
mostrados a seguir, e os comandos não estão sempre completos. Programação de rotas, posições de
atendimento noturno locais, etc, foram excluídos.

Rede Pública ROU=3 ROU=3


721 731
(CCS)
ROU=1
ROU=2 ROU=1
(CCS)
P.A.
ROU=1
(CCS) PABX
Posição de
ROU=2 Atendimento
711
DIRETRIZES OPERACIONAIS 30(35)
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Na Central 711, PABX com Posição de Atendimento Centralizada

Dados de análise numérica de número próprio da central e números de destinação externa:

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=54321;
NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=711;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=721&731;

Números para destinações externas, posição de início de envio de dígitos e números diurno local:

RODDI:DEST=721,ROU=2,SRT=1,...
RODDI:DEST=731,ROU=1,SRT=1,...
RODNI:ROU=1,DAY=09; por exemplo
RODNI:ROU=2,DAY=09;

Parâmetros do Sistema da Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=0;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=0;

Na Central 721

Dados de análise numérica de número próprio da central, números de destinação externa e números
abreviados comuns:

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=721;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=711;
NANSI:NUMTYP=AC,NUMSE=502;
ADCOI:ABB=502,TRA=71154321,CLASS=0&1&2&3;

Números para serviço noturno centralizado, números de destinação externa, posição de início de envio
de dígitos, números diurnos locais e números de reroteamento para posição de atendimento
centralizada:

RODDI:DEST=711,ROU=2,SRT=1,...
RODNI:ROU=1,DAY=09;
RORNI:ROU=1,NCA=NIG,NUM=502,PRIO=1;
(RODNI:ROU=2,DAY=09;
RORNI:ROU=2,NCA=NIG,NUM=502,PRIO=1;
RODNI:ROU=3,DAY=09;
RORNI:ROU=3,NCA=NIG,NUM=502,PRIO=1;)

Parâmetros do Sistema de Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=1;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=0;
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Na Central 731

Dados de análise numérica de número próprio da central, números de destinação externa e números
abreviados comuns:

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=731;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=711;
NANSI:NUMTYP=AC,NUMSE=502;
ADCOI:ABB=502,TRA=71154321,CLASS=3;

Números para serviço noturno centralizado, números de destinação externa, posição de início de envio
de dígitos, números diurnos locai e números de reroteamento para posição de atendimento centralizada:

RODDI:DEST=711,ROU=1,SRT=1,...
RODNI:ROU=3,DAY=09;
RORNI:ROU=3,NCA=NIG,NUM=502,PRIO=1;
(RODNI:ROU=1,DAY=09;
RORNI:ROU=1,NCA=NIG,NUM=502,PRIO=1;)

Parâmetros do Sistema de Aplicação:

ASPAC:PARNUM=64,PARVAL=1;
ASPAC:PARNUM=44,PARVAL=0;
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16 Execução, Fluxograma
Os fluxogramas assumem que a posição de atendimento centralizada é uma mesa operadora. Se a
posição de atendimento centralizada não for uma mesa operadora, os fuxogramas podem ser
simplificados através da omissão dos comandos OP.

16.1 Execução em um PABX Satélite

Fluxograma Ação/Questão Observação/Comentário


INÍCIO

1 Digite o comando NANSI com o tipo de O tipo EN é necessário


1
número EN e ED para programar o para a notificação do
número próprio da central e estado. O ED para
destinações. roteamento.

2 Digite o comando NANSI com o tipo de


2
número AC, discagem abreviada
comum.

3 3 Digite o comando NADAP para


verificar o resultado.

4 Digite o comando ADCOI para Serão utilizados como


4 programar os números abreviados números para
comuns. Digite ADCDP para verificar. reroteamento.

5 5 Digite o comando RORNI para Assume-se que a


programar o número para destinação esteja
reroteamento externo. programada (RODDI).

S 6 Mais de um número para reroteamento


6
externo a ser programado para esta
N rota?

7 7 Digite o comando RORNP para


verificar o resultado.

A
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Fluxograma Ação/Questão Observação/Comentário

8 Digite o comando OPCEI para Presume-se que os grupos


8 programar o número de de origem de chamada
redirecionamento externo para serviço estejam programados.
noturno para chamadas à operadora
comum.

S 9 Mais que um número de


9 redirecionamento externo para serviço
noturno para este grupo de origem?
N
10 Digite o comando OPCEP para
10
verificar o resultado.

S 11 O estado noturno/diurno deve ser Opcional.


11 controlado apenas pelo estado da
central local?
N

12 12 Digite o comando ASPAC para


programar o parâmetro 64 igual a 1,
estado controlado pelo PABX central e
local.

13
13 Digite o comando ASPAP para
verificar o resultado.

FIM
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16.2 Execução em um PABX de Operadora Centralizada

Fluxograma Ação/Questão Observação/Comentário


INÍCIO

1 Digite o comando NANSI com o tipo de


1
número EN para programar o número
próprio da central e também o tipo OD
e OC, número comum da operadora
para DDR

2 Digite o comando NANSI com o tipo de Para ser utilizado para


2
número ED, números de destinações notificação. Deve ser igual
externas. ao número próprio da
central notificada.

3 3 Digite o comando NADAP para


verificar o resultado.

N 4 Esta central será servida por outro


4 PABX central?

S
5 Digite o comando NANSI com o tipo de Serão utilizados como
5 número AC, e o comando ADCOI para números de reroteamento,
programar o número abreviado RODDI, RODNI, RORNI,
comum. Digite ADCDP para verificar. etc estão excluídos deste
fluxograma.

6 Verifique o controle do estado


6 diurno/noturno com o comando
OPDNP e, se necessário, altere com o
comando OPDNC.

7 7 Digite o comando OPNEP para emitir


uma listagem dos números de centrais
notificadas, se houver.

B
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Fluxograma Ação/Questão Observação/Comentário

8 Digite o comando OPNEI para Se este PABX é satélite


8 programar os números de destinação para um outro com
para notificação e o número próprio da operadora centralizada, o
central. Verifique com o comando comando OPCEI também
OPNEP. deve ser digitado.

9 9 Digite o comando OPCTS para


programar o grupo de origem de
chamadas.
N 10 Este é um novo grupo de origem de
10
chamadas, o qual ainda não está
associado a mesas operadoras?
S

11
11 Digite o comando OPCGS para
associar mesas operadoras ao grupo
de origem de chamadas.

FIM

17 Finalização
Se foram alterados dados do sistema e não forem executados mais comandos deve-se efetuar um
dump dos dados para o meio de backup.
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MD110
Administração de Rotas, RO/LC

Conteúdo Página

1 Geral ................................................................................................................. 2
1.1 Introdução.......................................................................................................... 2
1.2 Abreviações....................................................................................................... 2

2 Definições e Terminologia .............................................................................. 3

3 Sinalização Básica........................................................................................... 13
3.1 CAS e CCS........................................................................................................ 13
3.2 Sinalização de Linha e Registrador .................................................................... 14
3.3 Exemplo de Sinalização..................................................................................... 15

4 Pré-requisitos................................................................................................... 16

5 Auxílios ............................................................................................................ 16

6 Referências ...................................................................................................... 16

7 Execução.......................................................................................................... 17
7.1 Rota, Geral ........................................................................................................ 17
7.2 Roteamento Básico............................................................................................ 17
7.3 Serviços Adicionais para Tráfego de Saída........................................................ 26
7.4 Solicitação de número de "A" à Central Pública ................................................. 27
7.5 Tarifação do assinante "A" ................................................................................. 28
7.6 DISA - Acesso Direto ao Sistema....................................................................... 29
7.7 ERWT - Tom de Aviso para Rota de Maior Custo .............................................. 32
7.8 Interconexão com Sistema IDNX ....................................................................... 33
7.9 LCR - Rota de Menor Custo ............................................................................... 36
7.10 Evitação de Loop/Contador de Trânsito ............................................................. 47
7.11 MCT - Rastreio de Chamada Maliciosa.............................................................. 47
7.12 PNR - Roteamento em Rede Privada ................................................................ 48
7.13 Conexão Semipermanente com Sinalização D sobre B ..................................... 58

7 Finalização ....................................................................................................... 64

MTC/CMT RRM/AXP 07007.DOC


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1 Geral

1.1 Introdução
Este documento fornece uma descrição concisa e resumida do tratamento de O&M para administração
de rotas. As mesmas informações, e mais detalhadas, podem ser encontradas nas diferentes diretrizes
operacionais mencionadas no item "Referências". Características opcionais não foram incluídas neste
documento.

A primeira parte deste documento consiste de definições e explicações da terminologia utilizada. A


segunda parte explica os fundamentos de sinalização e roteamento. A última parte explica como
organizar e programar rotas e aplicações especiais para rotas em geral.

Linhas externas são utilizadas para conectar uma central ASB 501 com outras centrais , ambas privada
(PABX) e pública (CP). Linhas externas com características idênticas, sinalização e direção formam
juntas uma rota.

Este documento trata de ambas, linhas externas digitais ou analógicas. Ele também discute diferentes
modos de sinalização sobre uma linha externa. Sinalização é o modo que as centrais utilizam para se
comunicar entre si.

1.2 Abreviações

APNSS Sistema Analógico de Sinalização em Rede Privada


AS Sistema de Aplicação
CAS Sinalização por canal associado
CCITT “Comit Consultatif International Telegraphique et Telephonique”
CCS Sinalização por canal comum
CP Central pública
DPNSS Sistema Digital de Sinalização em Rede Privada
DSS1 Sistema de sinalização digital 1
EA Análise externa
ELU Unidade de linha de ramal
ISDN Rede Digital de Serviços Integrados
LAC Código de acesso à rota de menor custo
LCR Rota de menor custo
LIM Módulo de interface de linha
MDP Parâmetro dependente de mercado
MOS Sinalização de mensagem orientada
OPI Mesa operadora
PDC Código de acesso à destinação pública
PDN Número de catálogo público
PNR Roteamento em rede privada
TCM Envio de categoria de rede
TLU Unidade de linha tronco
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2 Definições e Terminologia
Roteamento Alternativo

Através de roteamento alternativo é possível alcançar uma destinação externa por rotas diferentes. A
rota de escolha principal pode possuir várias rotas alternativas.

Se a rota principal não estiver disponível, o sistema tenta utilizar a primeira rota alternativa e assim por
diante. Se necessário, o sistema modificará o número discado (acrescentará pré-dígitos e/ou cancelará
dígitos) para converter o mesmo para o plano de numeração utilizado na central de terminação da rota
alternativa.

Nota: Para uma completa utilização da capacidade de serviço de rede, rotas alternativas que
suportem serviços de rede devem ser programadas como primeira escolha para a rota
principal. Se uma rota alternativa que não suporta serviços de rede for selecionada, a
solicitação do serviço irá falhar.

APNSS - Sistema de Sinalização de Rede Privada Analógica

O APNSS é um sistema de sinalização similar ao DPNSS. Ambos sistemas utilizam CCS. A principal
diferença é que o APNSS utiliza linhas externas analógicas e uma linha externa é utilizada para
sinalização com modem.

O APNSS é uma maneira mais barata de se obter as facilidades do DPNSS se já existirem linhas
analógicas. Ao invés de construir/alugar as linhas PCM de alto custo, necessárias ao DPNSS, linhas
analógicas existentes podem ser utilizadas com o APNSS.

Canal B

Um canal de 64 Kbit/s que é utilizado em ISDN para transmissão digitalmente codificada de voz e
dados. É utilizado para conexões de circuito comutado, conexões de comutação por pacotes e
conexões semipermanentes.

Para formar uma interface, um canal de sinalização também é necessário. Uma interface comum é a
2B+D. Ela consiste de dois canais B para voz/dados e uma canal D para sinalização.
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BC - Capacidade de Transmissão

A capacidade de transmissão é programada para cada rota de saída na sua programação. Ela
estabelece o tipo de chamadas que as linhas serão capazes de transmitir e, dependendo da largura da
banda da linha, se será utilizada compressão, etc.

A capacidade de transmissão de uma rota é programada para um ou mais dos seguintes tipos de
chamadas:

• Áudio 3.1 KHz. Telefonia e/ou chamadas de dados com modem.


• Voz. Somente chamadas de telefonia.
• Khz. Por exemplo, utilizada por comentaristas esportivos.
• Canal Limpo 64 Kbit/s (64K-C). Chamadas de dados sem modem.
• Canal Restrito 64 Kbit/s (64K-R). Chamadas de dados sem modem (mercado Americano).

Da mesma maneira que para rotas, cada ramal terá similarmente uma categoria de transmissão
programada em sua programação. Quando uma chamada externa é efetuada por um ramal, é feita uma
solicitação de uma linha externa com capacidade de transmissão equivalente. Se tal linha não estiver
disponível a chamada será rejeitada.

Se a chamada estiver em trânsito sobre uma central e dentro de uma outra linha externa a capacidade
de transmissão equivalente (se ela for conhecida) será novamente solicitada.

A solicitação da capacidade de transmissão é parte do protocolo para sistemas de sinalização baseado


em MOS. Em sistemas CAS, nenhuma informação de solicitação de capacidade de transmissão é
transferida.

Medição de Chamada

É a possibilidade de detectar e armazenar pulsos de medição de chamada (tarifação) provenientes de


uma central pública em chamadas de saída. Como existem muitos padrões de transporte de pulsos,
diferentes cartões de medição de chamada (CDU) são utilizados. É possível também possuir um
equipamento de medição de chamada diretamente no cartão de linha tronco.

Nota: Existem dois tipos de cartões de medição de chamada: cartões de detecção e


cartões opcionais de filtro. Como um cartão somente pode tratar um dado número de linhas
externas, mais que um cartão pode ser necessário.

CAS - Sinalização por Canal Associado

É o método tradicional de sinalização entre duas centrais. Os sinais necessários para o tráfego em um
determinado canal são transmitidos no próprio canal ou em um canal permanentemente associado a
ele. Em outras palavras: Voz e sinais trafegam juntos.

CCS - Sinalização por Canal Comum

É um método de sinalização entre duas centrais. Os sinais relativos a um certo número de linhas são
transmitidos sobre um único enlace de dados, em mensagens endereçadas. Em outras palavras: Voz e
sinais trafegam independentemente no tempo e meio de transmissão.
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Tarifação

O mesmo que medição de chamada. Veja descrição anterior.

CO - Central Pública

Uma central na rede pública. Uma outra sigla freqüentemente utilizada é CP.

CSI - Informação de Serviço de Chamada

CSI é utilizado por razões similares a FRL/TCM.

Canal D

Um canal de 16/64 Kbit/s utilizado para sinalização ISDN, principalmente sinalização de conexões de
circuito comutado. O canal D utiliza a si próprio para comutação de pacotes. Quando ele não está sendo
utilizado para sinalização, ele pode ser utilizado para tráfego de dados de comutação por pacotes.

DDR - Discagem Direta a Ramal

Possibilita a assinantes da rede pública chamar diretamente a um ramal de um PABX, ou seja, sem
precisar do auxílio da telefonista.

DISA - Acesso Direto ao Sistema

Possibilita que usuários autorizados façam chamadas a um PABX e consigam acesso aos serviços do
mesmo, exceto aqueles serviços que requerem um procedimento.

Chamadas DISA podem ser estabelecidas por linhas externas de discagem direta a ramal ou por linhas
externas manuais (linhas externas de central pública).

Sinalização de D sobre B - Canal D sinalizando dentro do canal B

D sobre B é utilizado em conexões semipermanentes para formar um tie-line com funcionalidades


DPNSS entre centrais ASB 501 através da rede pública.

É utilizada uma interface PCM, porém um dos canais B é utilizado para sinalização. O canal B que
serve como canal D é chamado canal "D sobre B". O canal (time slot 16) que normalmente seria
utilizado para sinalização não é utilizado de nenhuma forma em rotas APNSS.

DPNSS - Sistema de Sinalização de Rede Privada Digital

Um sistema de sinalização designado para estender os serviços disponíveis aos ramais em um único
PABX, para ramais em outros PABX em uma rede privada. Para o usuário, toda a rede privada se
comporta como um PABX cumprindo seus serviços.

DPNSS utiliza linhas externas digitais e sinalização por canal comum (CCS).
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DTMF - Sinalização por tons DTMF

É um esquema de sinalização por tons utilizado, para sinalização de registro e pelos telefones com as
centrais. Dez dígitos decimais e dois caracteres auxiliares (* e #) são representados pela combinação de
duas freqüências. Uma freqüência do grupo baixo (697,770,852,941) [Hz] é combinada com uma
freqüência do grupo alto (1209,1336,1447,1633), [Hz]. Tudo de acordo com as recomendações CCITT
Q23.

EFM - Siga-me Externo

EFM permite a um ramal redirecionar chamadas temporariamente para redes privadas não CCS, para a
rede pública ou ISDN público.

ECMA Q-sig - Associação Européia dos Fabricantes de Computador Sinalização Q

Faz parte do ISDN como um sistema para sinalização entre centrais dentro de uma rede privada. É uma
adaptação do DSS1 para utilização entre PABX.

O uso do ECMA Q-sig permite ao ASB 501 possuir conexões ISDN com PABX de outros fabricantes, e
função de passagem entre redes privadas ISDN padrão e redes DPNSS.

Sinalização E&M

A interface E&M consiste de 4 a 8 fios (quando utilizado no ambiente ASB 501), dos quais dois são
utilizados somente para sinalização. Estes dois fios são chamados E e M, E (Ear-Ouvido) é utilizado
para recepção e M (Mouth-Boca) é utilizado para transmissão de sinais para a central cooperante.

Enbloc sending / Overlap sending

Expressões utilizadas em ISDN.

"Enbloc sending" significa que a central aguarda o número externo completo a ser discado antes de
enviá-lo em um bloco.

"Overlap sending" significa que os dígitos são enviados um a um, assim que são discados.

ERWT - Tom de Aviso de Rota de Maior Custo

O usuário recebe um tom de aviso quando o sistema seleciona uma rota de maior custo para uma
chamada de saída.

ETE DTMF - Sinalização DTMF Ponto a Ponto

É um método de sinalização no qual sinais DTMF são transmitidos de uma terminação para outra em
uma conexão multi-enlace. Os sinais são processados na terminação final.

O envio de tons DTMF durante o estado de conversação fornece comunicação com, por exemplo,
máquinas de atendimento interativo.
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ETN - Rede Trânsito Eletrônica

Veja RLT.

FRL/TCM-Nível de Restrição de Facilidades/Envio de Categoria de Rede

FRL/TCM possibilita a restrição seletiva de tráfego de saída. Para cada usuário (por exemplo, ramal ou
rota de entrada) é fornecido um valor FRL que é enviado de um nó a outro da rede como a TCM do
usuário. Adicionalmente, cada rota escolhida é definida por uma dada destinação associada a um valor
FRL.

Para permitir a utilização de uma certa rota, o valor FRL da parte A deve ser o mesmo ou maior que o
valor FRL da rota.

FRL/TCM não é utilizado para propósitos de restrição na central de origem, como oposto a roteamento
prioritário. Fora isto, as duas facilidades são muito semelhantes.

Central “gateway”

Uma central utilizada inicialmente como um ponto de comutação entre outras centrais.
Especificamente, são conectadas a uma central “gateway”, rotas com diferentes sistemas de
sinalização.

IDNX - Central de Rede Digital Integrada

É utilizado em redes como um complemento ao ASB 501 principalmente para eficiência de custo em
tráfego de longa distância. O IDNX utiliza principalmente compressão de voz para aumentar a
capacidade no meio de transmissão existente. Pela não necessidade de adicionar mais cabos para
aumentar a capacidade, ou utilizando menos cabos (alugados a alto custo) com capacidade reduzida,
uma grande quantia de dinheiro pode ser economizada. Isto é comparado ao custo de um sistema
IDNX.

Os IDNX são alocados como centrais de “gateway” próximos de todas as centrais/locais, e as longas
interconexões ficam entre os IDNX. O IDNX pode tratar diferentes sistemas de sinalização com
variações inteligentes.

Em uma rede ISDN, a informação de roteamento prioritário é utilizado para conectar o IDNX para
determinar o serviço a ser utilizado para a chamada.

Conversão de Número Individual

A conversão de número individual faz parte das facilidades de PNR. A conversão de dados é
programada juntamente com o código de acesso PNR na tabela de destinação de PNR.

A cada código de acesso PNR são associados dois conjuntos de dados de conversão, um sugerido
como conversão de números de catálogo público e outro para conversão adicional no caso do PABX
estar conectado a qualquer outra rede (pública ou privada).
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ISDN - Rede Digital de Serviços Integrados

É uma rede totalmente digital, fornecendo transmissão digital ponto a ponto, do originador até a
destinação final, através de um conjunto limitado de interfaces padrão usuário-rede. A rede suporta
tanto aplicações de voz como dados.

ISDN público e privado são diferentes.

LCR - Rota de Menor Custo

Permite a uma central privada selecionar a rota mais econômica para uma chamada de saída à rede
pública. A central verifica a destinação discada e se é possível efetuar a chamada através da rede
privada (como descrito abaixo), então reroteia a chamada para a rede privada, caso isto seja possível.

Existem três situações que o sistema reconhece:

• A destinação discada é um ramal na própria central.

• A destinação discada se encontra na rede privada e pode ser totalmente alcançada através da rede
privada.

• A destinação discada pode ser alcançada parcialmente através da rede privada.

Primeiramente o usuário terá que discar um código de acesso LCR para ativar a facilidade. O sistema
estará então pronto para analisar o número discado.

Evitação de Loop

A facilidade de evitação de loop é necessária em redes A/DPNSS onde a cada nó é permitido rerotear o
tráfego excedente. Ela é utilizada para evitar que uma chamada retorne ao nó pelo qual ela já foi
roteada, evitando assim um loop infinito na rede.

A cada chamada é associado um contador de evitação de loop o qual é decrementado por cada nó que
ele passar. Quando o contador atinge o valor zero, a tentativa de chamada é abortada. O valor inicial do
contador é programado para a rede. A evitação de loop é utilizada para chamadas em rede privada.

Veja também contador de trânsito.

MCT - Rastreio de Chamada Maliciosa

Utilizado para rastreio de chamadas maliciosas, principalmente chamadas da rede pública (ISDN) para
um PABX. O rastreio é programado através de um procedimento ou tecla programável. Quando ativado
ele gera um alarme de listagem/registro na CP interconectada. A listagem/registro irá conter, por
exemplo, o número chamador, o número discado, data e horário.
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MFC - Multi Freqüencial Compelida

É um sistema de sinalização utilizado para sinalização de registro entre centrais.

Os tons são criados através da combinação de duas freqüências de um grupo de 6 freqüências. Um tom
enviado para a central de destino é criado através do grupo de freqüências “para frente”, 1380, 1500,
1620, 1740, 1860, 1980 Hz. Um sinal enviado da central de destino à central de origem utiliza o grupo
de freqüências “para trás”, 1140, 1020, 900, 780, 660, 540 Hz.

As diferentes combinações possibilitam 15 sinais diferentes em cada direção. Outros 15 sinais em cada
direção são possíveis através dos mesmos 15 tons. Isto é efetuado através da troca do grupo de sinais
(ordenada pelo grupo de sinais “para trás”). Os dois grupos de sinais “para frente” são chamados Grupo
I e Grupo II, os grupos “para trás” são o Grupo A e Grupo B.

Após o envio de um sinal “para frente”, a central de envio aguarda um sinal “para trás” proveniente da
central de destino confirmando o recebimento do sinal, antes do próximo sinal “para frente”. Por esta
razão o nome “Compelida”.

Um sinal “para frente” do Grupo I será reconhecido como um sinal “para trás” do Grupo A, até que o
sinal ordenando a troca de grupos seja enviado. Após esta troca os Grupos II e B são utilizados. Os tons
são os mesmos utilizados anteriormente, porém eles agora representam outros sinais.

MFPB - Multi Frequencial por Teclado

O mesmo que DTMF.

PABX - Central de Ramais Automática Privada

Um PABX é uma central em uma rede telefônica privada, o contrário de uma central na rede pública
(CP). O ASB 501 é um PABX.

PNR - Roteamento de Rede Privada

O PNR é utilizado em chamadas terminadas dentro de uma rede privada.

O PNR fornece aumento da capacidade de roteamento e de conversão numérica de uma rede privada.
Vários códigos de acesso PNR, associados em uma tabela de destinação PNR, podem utilizar o mesmo
RCT para encontrar um caminho através da rede privada.
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Roteamento prioritário

O roteamento prioritário permite a restrição seletiva do tráfego de saída. A cada usuário (por exemplo,
ramais ou rotas de entrada) é associada uma categoria de roteamento prioritário chamado Informação
de Serviço de Chamada (CSI), a qual é enviada de um nó a outro dentro da rede privada. Além disto, a
cada escolha de rota, que é definida por uma destinação, é associada uma lista de autorização
chamada Usuários de Informação de Serviço de Chamada (CSIU).

Para poder utilizar uma certa rota, o CSI da parte A deve permitir o acesso através da CSIU da rota.

O roteamento prioritário é utilizado para propósitos de restrição na central de origem, como oposto a
FRL/TCM. Fora isto, as duas facilidades são muito semelhantes.

Em uma rede ISDN, a informação de roteamento prioritário pode ser utilizada de duas maneiras. Ou
para restrição de acesso à rede, como descrito acima, ou em conexão à IDNX para determinar o serviço
a ser utilizado para a chamada.

Se a facilidade de restrição de acesso à rede for necessária em combinação com a facilidade IDNX, a
facilidade FRL/TCM pode ser utilizada para restrição de acesso à rede.

RCT - Tabela de Seleção de Rota

A RCT é uma tabela que consiste de uma escolha de rota principal e suas alternativas. A conversão de
informação (SRT, TRC, PRE, ADC, etc) é fornecida para cada escolha.

A RCT é acessada diretamente com o código de destinação externa discado ou com o código de
destinação externa fictício fornecido após uma análise LCR ou PNR.

Existe uma RCT para cada código de destinação externa.

Reroteamento

A expressão "reroteamento" é utilizada no ambiente ASB 501 para três diferentes casos de tráfego.

1. Reroteamento de uma chamada de entrada, a qual encontra ocupação, não atendimento,


congestionamento, etc, para uma posição de atendimento nesta central.

2. Reroteamento de uma chamada de entrada, a qual encontra ocupação, não atendimento,


congestionamento, etc, para uma posição de atendimento em outra central.

3. O reroteamento é executado após receber um sinal de congestionamento de uma central que


encontrou uma rota primária ocupada.

RLT - Liberação de Tronco de Ligação

Função somente utilizada no mercado norte-americano. A Rede Trânsito Eletrônica (ETN) somente
pode ser inicializada se a facilidade RLT existir nas centrais. (ETN é uma variação das facilidades de
operadora centralizada em uma rede privada utilizando linhas externas CAS). A facilidade RLT utiliza a
facilidade de grupo de ramais em busca. Consulte também as instruções operacionais para GRUPO DE
RAMAIS EM BUSCA.
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Rota

Uma rota consiste de um número de linhas externas com as mesmas características. Juntas elas
formam uma rota.

Linhas
externas
Rota
pública

TL CP
: Rota
PABX privada

TL PABX
:

SPC - Conexões Semi-Permanentes

Conexões semi-permanentes estão disponíveis em algumas redes públicas, como uma alternativa de
custo para as caras linhas alugadas, onde serviços de rede através da rede pública são desejados.

Uma SPC é um canal B simples (sem canal de sinalização). Uma linha alugada é uma quantidade de
canais B, com um canal D dedicado. A palavra semipermanente vem do fato de que conexões são
estabelecidas através de comandos entre dois nós na rede pública. As conexões permanecem
“permanentes” até que seja finalizada também através de comando.

SPCs são utilizadas em conjunto com a sinalização D sobre B. Uma SPC é utilizada para transporte do
canal D. Os outros canais B são utilizados como canais B, utilizando o canal D sobre B como o seu
canal D dedicado. Isto permite que serviços de rede sejam utilizados através de uma rede pública que
não os suporta.

SSPC - Conexões Semi-Permanentes Estáticas

Conexões semipermanentes estáticas são utilizadas no ASB 501 para conectar duas posições múltiplas
através de comutação em uma conexão estática. O efeito é o mesmo que uma conexão através de
cabos.

Central Trânsito

É uma central utilizada inicialmente como um ponto de comutação entre outras centrais.

No ambiente ASB 501, uma central trânsito é geralmente uma central que interconecta rotas com o
mesmo sistema de sinalização.
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Contador de Trânsito

A facilidade de contador de trânsito é necessária em redes ISDN onde a cada nó é permitido rerotear o
tráfego excedente. Ele é utilizado para evitar que uma chamada retorne para um nó que já a reroteou,
evitando assim um loop infinito na rede.

A cada chamada é associado um contador de trânsito que é incrementado quando ocorre o


reroteamento em um nó. Quando o contador de trânsito atinge o valor máximo predefinido, a tentativa
de chamada é abortada. Este valor máximo é estabelecido por rede. O contador de trânsito é utilizado
para chamadas em rede privada.

Veja também evitação de loop.

RPV - Rede Privada Virtual

A Rede Privada Virtual é um serviço em uma CP (principalmente ISDN) situada entre um número de
PABX. A RPV permite que chamadas possam ser efetuadas entre os PABX através da RPV como se a
chamada fosse feita em uma rede privada, com as facilidades de uma rede privada (PABX).

O tamanho da RPV e sua capacidade são regulados através de acordo entre o operador da rede e o
cliente do PABX.
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3 Sinalização Básica
Centrais conectadas umas às outras comunicam-se por meio de sinalização. Desta forma, as centrais
informam umas às outras como uma chamada está sendo efetuada, qual número foi discado, qual parte
desconectou, etc.

3.1 CAS e CCS


Atualmente, existem dois princípios de sinalização utilizados em redes com o ASB 501. A divisão dos
princípios é baseada em como os sinais são transmitidos em relação aos canais de voz. A divisão é
organizada em "velho" e "novo".

CAS Sinalização por Canal Associado

Este é o princípio tradicional de sinalização.

A cada canal de voz pertence uma via de sinalização fixa e não ambígua:

• Também anexa ao canal de voz, isto é, os sinais são trasmitidos no canal de voz.
Isto é chamado sinalização na banda (Inband).

• Ou associada ao canal de voz, isto é, os sinais são transmitidos em um canal próprio de


sinalização separado do canal de voz.
Isto é chamado sinalização fora de banda (outband).

Em outras palavras: Voz e sinalização trafegam juntos.

Existe uma grande variedade de sinalizações diferentes utilizadas em CAS, em alguns casos
as sinalizações inband e outband são combinadas.

CCS Sinalização por Canal Comum

Os canais de voz utilizam um enlace de dados comum para transmissão de todos os sinais.
Um sinal é transferido como uma mensagem de sinal para o endereço ao qual está ligado. O
endereço estabelece a qual canal de voz o sinal pertence.

Em outras palavras: Voz e sinalização trafegam independentemente no tempo e no meio.

ISDN e DPNSS são exemplos de sistemas de sinalização utilizando CCS.


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3.2 Sinalização de Linha e Registrador


CAS é tradicionalmente dividido em sinalização de linha e de registrador. Não existe necessidade dessa
divisão em CCS.

Sinais de linha são simples informações comparados a sinais de registrador. Sinais de linha são
necessários durante toda a chamada, enquanto sinais de registro são transmitidos somente durante o
estabelecimento da chamada.

Dividindo-se o equipamento de sinalização em equipamento de registrador e equipamento de linha, e


utilizando equipamento de registrador mais complexo somente enquanto a informação de
endereçamento é transmitida, um equipamento de registrador pode ser utilizado para atender muitas
linhas.

Note as diferenças entre esta divisão baseado em "quais informações" os sinais transferem, e baseado
nos diferentes "princípios de sinalização" (por exemplo, CAS e CCS) ou “técnicas utilizadas para
transferir os sinais” (por exemplo, pulso, tom).

Sinalização de Linha Captura, atendimento, e desconexão são exemplos de sinalização de


linha.
Exemplos de técnicas utilizadas para sinalização de linha são
sinalização DC (Corrente Contínua) e sinalização digital (no time slot
16 em enlaces PCM).

Sinalização de Registrador é utilizada principalmente para transferência do número chamado.


Exemplos de técnicas utilizadas para sinalização de registrador são
pulsos (decádicos) e código de tons (por exemplo, DTMF e MFC).
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3.3 Exemplo de Sinalização


A figura abaixo é um exemplo de sinalização entre centrais utilizando o sistema de sinalização CAS. O
exemplo mostra uma chamada básica de uma parte A para uma B onde a parte B desconecta primeiro.

Central A Central B

Captura de uma linha


Captura de entrada (e um
equipamento para
receber a informação
do número)
Uma linha de entrada Confirmação de Captura
foi capturada (nem
sempre é utilizado)

OK para transferir a Prosseguimento para Envio (PTS)


informação de
endereço (nem
sempre é utilizado)
Informação do Endereço
(Sinalização de Registrador) Recebe o número da
parte B
Central B já recebeu
todos os dígitos (nem Fim de Seleção (EOS)
sempre é utilizado)

A parte B retirou o Atendimento de B


monofone do gancho

- - - - Conversação - - - -

A parte B desligou Desconexão para Trás

A parte A também
desliga. Informando à Desconexão para Frente
central B que a
chamada está
finalizada.
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4 Pré-requisitos
A facilidade roteamento em rede privada (PNR) deve estar carregada no sistema para que serviços de
rede privada sejam executados (acima de chamada básica e identidade da parte
chamadora/conectada).

5 Auxílios
Terminal de E/S.

6 Referências
Nestas diretrizes operacionais são feitas referências aos seguintes documentos:

Diretrizes Operacionais: Código Contábil


Ramal Analógico
Parâmetros do Sistema de Aplicação
Código de Autorização para Ramal
Rota de Menor Custo
Análise Numérica
Tráfego de Telefonista
Dados de Rota
Ramais Especiais

Descrição de Comandos: Código Contábil, AO


Ramal Analógico, EX
Parâmetros do Sistema de Aplicação, AS
Código de Autorização para Ramal, AU
Rota de Menor Custo, LC
Análise Numérica, NA
Tráfego de Telefonista, OP
Dados de Rota, RO
Ramais Especiais, SP
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7 Execução

7.1 Rota, Geral


Para programar uma rota no sistema ASB 501, alguns comandos MML são necessários.

Uma rota é identificada no sistema através de seu número, o qual é um número de seqüência fictício. A
uma rota são atribuídas certas características, algumas delas são utilizadas pelo sistema (comando
ROCAI) e outras são utilizadas pela interface entre o sistema e a linha externa (comando RODAI).

Uma linha externa é fisicamente conectada ao sistema pela sua conexão à parte frontal de um cartão
TLU. A parte de trás do cartão TLU é conectada à matriz de comutação por um número de posições de
equipamento. O número de posições de equipamento depende do tipo de cartão TLU.

Uma linha externa é logicamente conectada ao sistema associando-se uma rota a uma posição de
equipamento (comando ROEQI). Ao mesmo tempo, a linha externa recebe um número de seqüência
baseado no LIM em que a linha está conectada. Este número de seqüência é utilizado nas chamadas de
saída para a seleção da linha, a qual pode ser feita de diferentes modos. Uma rota pode ter linhas
externas em diferentes LIMs, proporcionando assim, distribuição da carga de tráfego em uma rota.

7.2 Roteamento Básico

ROCAI

O primeiro passo para se programar uma rota é o comando ROCAI. Os parâmetros de especial
importância são SEL, SERV e SIG.

No parâmetro SEL são de interesse as seguintes características:

• Critérios para reroteamento de tráfego DDR.


Se algum critério for estabelecido, o comando RODNI deve ser utilizado para definir a posição de
atendimento para as chamadas reroteadas.
Para rotas de entrada manual, a posição de atendimento é inicialmente definida pelos comandos
OPCTS e OPCGS, consulte as diretrizes operacionais para DADOS DE TELEFONISTA.

• Seleção de uma linha para tráfego de saída.


Por exemplo, a seleção de linha pode ser feita de maneira que as chamadas sejam igualmente
distribuídas entre as linhas externas.

No parâmetro SERV é de interesse a seguinte característica:

• Se os sistema deve tratar uma rota como pública (linha tronco) ou privada (tie-line).
Utilizado para fornecer sinal de campainha e mensagem de display corretamente para a parte
chamada.
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No parâmetro SIG são de interesse as seguintes características:

• Se o tom de discar após a captura de uma linha externa para chamada de saída deve ser gerado na
própria central ou na central cooperante.

• Se a rota possui algum sinal de desconexão.


Utilizado para verificar se as partes podem ser conectadas, isto é, uma rota interna, de entrada, ou
de saída. Se ambas as partes não possuem sinal de desconexão, a conexão da chamada é proibida,
a menos que a chamada seja transferida e supervisionada pela operadora. A supervisão de
chamadas transferidas pela operadora também é especificada no parâmetro SIG.

• Quando a matriz de comutação deve ser conectada.

• O tipo de sistema de sinalização, isto é, DPNSS, ISDN, MFC ou decádico/DTMF.

• Se os serviços de rede estão disponíveis ou não para rotas DPNSS/ISDN.

Para uma descrição mais detalhada do parâmetro SIG, veja o item seguinte.

RODAI

O segundo passo é definir as características utilizadas pela interface entre a linha externa e o sistema,
através do comando RODAI.
Estas características dependem do tipo de sistema de sinalização e podem ser encontradas na
descrição de parâmetros para a linha externa em questão.

Nota: Um valor estabelecendo uma característica específica para um tipo de rota não tem
necessariamente o mesmo significado para uma outra rota.

Existem três parâmetros para o estabelecimento das características. O parâmetro VARC é utilizado
para estabelecer características comuns, o parâmetro VARI para estabelecer características específicas
de tráfego de entrada, e o parâmetro VARO para estabelecer características específicas de tráfego de
saída.

Características típicas são:

• Tipo de sinalização de registro


• Tipo de MFC
• Se o sinal de fim de seleção (EOS) deve ser enviado
• Se o atendimento de B deve ser enviado
• Se o atendimento de B deve ser recebido
• Características para diferentes supervisões de tempo
• Diferenças específicas dentro do sistema de sinalização de interesse (protocolo)

ROEQI

Em terceiro lugar, as linhas externas devem ser logicamente conectadas à rota através do comando
ROEQI.
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NANSI, RODDI

Por último, se a rota permite tráfego de saída, um ou mais códigos de acesso devem ser definidos.

O número é definido com o tipo Destinação Externa (ED) através do comando NANSI, consulte as
diretrizes operacionais para DADOS DE ANÁLISE NUMÉRICA.

O número de Destinação Externa é afiliado a uma rota de saída através do comando RODDI.

Os parâmetros de especial importância são:

• CHO
Estabelece se a rota é principal ou alternativa para a destinação externa associada. Se uma rota
alternativa é definida para uma destinação externa, esta rota é selecionada quando não houver
linhas externas livres na rota principal.

• PRE e TRC
Se uma rota alternativa for selecionada, o número discado deve ser modificado para possibilitar a
conexão para o mesmo destino utilizando uma outra "via de conexão".
TRC estabelece o número de dígitos que serão truncados, iniciando do primeiro dígito discado.
PRE estabelece os novos dígitos que serão inseridos como dígitos iniciais.
Se ambos, TRC e PRE são fornecidos, os dígitos especificados em PRE são inseridos após o
número de dígitos especificado em TRC serem truncados.

• SRT
Estabelece a posição inicial no número discado (possivelmente alterado utilizando TRC e PRE) a
partir do qual os dígitos deverão ser enviados para a central cooperante.
Por exemplo, se o número "00" é definido como um código de acesso de rota e estes dígitos não
devem ser enviados para a central cooperante, SRT deve ser igual a "3".
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7.2.1 O Parâmetro SIG

O parâmetro SIG a ser especificado depende da configuração de rede privada e do sistema de


sinalização utilizado.

Quando um PABX deve ser conectado a uma CP utilizando uma linha externa CAS (analógica ou
digital), o parâmetro SIG é geralmente programado como na figura abaixo.

RAMAL PABX
Linha externa CAS
EL TL digital ou analógica
S
E
CP
L
E
T
O
TS R TR

EL - Interface de Linha de Ramal


TL - Interface de Linha Tronco

a Aguardo pelo tom de discar da CP. SIG D1 = 2 ou 4


(Receptor de tons conectado, TR)

b Geração do tom de discar no PABX. SIG D1 = 3 ou 5


(Emissor de tons conectado, TS)

D2 = Depende da técnica de
D3 = sinalização de linha
D4 = utilizada, e solicitações do
D5 = cliente ou administração
D6 = 0
D7 = 0
D8 = 0
D9 = 0
D10 = 0
D11 = Depende da técnica de sinalização de registro utilizada.
D12 = 0
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D7=0 Em muitos casos o tom de controle de chamada é enviado através da rede como um tom de
supervisão e D7 deve ser 0.

D7=1 Em alguns mercados, a central chamada (geralmente uma central manual) não pode enviar
tom de controle de chamada, mas somente o atendimento de B. Neste caso, D7 deve ser 1.
O ASB 501 deve então, após o fim de seleção (EOS), conectar um emissor de tons (TS) e
enviar o tom de controle de chamada à parte A (ramal, rota de entrada, etc).

Exemplo

A figura abaixo é um exemplo de uma rede privada onde a central C não pode enviar tom de controle
de chamada. Portanto, D7=1 é programado, na central B, na rota para a central C.

Imagine uma chamada para um ramal da central C, feita ou por um ramal na central A, ou por um ramal
na central B.

Quando o PABX B recebe o sinal de atendimento da parte B proveniente do PABX C, o emissor de tons
(TS) em B é desconectado e a comutação é estabelecida no PABX B.

PABX PABX B SIG PABX


RAMAL RAMAL
A D7 =1 C
EL TL
S
E RAMAL
L
E
TL T
O
R

TS

D8, D9 e D10 Para programar D8, D9 e D10 corretamente são necessários conhecimentos sobre a
rede e sua configuração (isto é, as características das centrais terminal e trânsito
envolvidas), e como operam os sistemas de sinalização nas diferentes redes.

Se a rede utiliza sistema de sinalização CCS, então D8, D9 e D10 devem ser iguais
a 0 para todas as rotas.
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D8 ≠ 0, Sinalização MFC

A figura na próxima página é um exemplo de uma rede privada com centrais terminal e trânsito
utilizando sinalização MFC. A central trânsito pode ser do tipo trânsito de troncos ou do tipo trânsito
integrada.

• Trânsito de Troncos: Nenhum ramal próprio ou operadora do PABX.


• Trânsito Integrada: Possui ramais próprios e operadoras do PABX.

MFC é utilizado para sinalização de registrador.


São utilizadas linhas externas analógicas ou digitais.

A conexão completa na matriz ocorre na fase de estabelecimento da chamada na central C.


Uma chamada proveniente de um ramal na central A, passando pelas centrais B e C, irá transbordar e
ser reroteada na central B caso a rota entre C e D estiver ocupada.

Nota: Existe uma relação entre o D9 do SIG e o D8 do ADC.


A posição de D8 no parâmetro ADC é programada através do comando RODDI. Ele é
utilizado numa rota MFC de entrada para que o correto sinal MFC para trás possa ser
enviado. O D8 estabelece em qual dígito (primeiro, próximo, anterior, etc) o envio deve
continuar.

Uma explicação para a figura da próxima página:

Central B B
2 SIG D8 =2

0 SIG D9 =0
MFC
0
SIG D10 =0

MFC utilizado Estes valores de D8, D9 e D10


nesta linha aplicam-se a todas as rotas
externa na central

No exemplo, uma chamada é efetuada de um ramal na central A para um ramal na central E.

O número discado é: XY-xyz.


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Central terminal
Trânsito
intermediária G
F
Número discado:
XY-xyz decádico/
DTMF

Central Trânsito de Trânsito Trânsito


terminal Origem intermediária terminal
A B C D E
2 2 1 2
MFC
0 0 0 0
0 0 MFC 0 MFC 0 MFC
ADC D8 = 1 ADC D8 = 0 ADC D8 = 1 Central terminal

Captura
Confirmação
de Captura
I:X

A:1

I:Y Captura

Confirmação de Captura
A:1
Captura
I:x
Confirmação
A:1 de Captura
I:y

A:1 Conexão Metálica


I:X
I:z
A:1

I:Y
Captura
A:1 Confirmação
de Captura
I:x
I:x
A:1
A:1
I:y
I:y
A:1
A:1
I:z
I:z

A:3 A:1
A:3

II : 1
II : 1 II : 1
Estado do
B:6
B:6 ramal = Livre
B:6

Fim de seleção e conexão metálica


Tom de controle de chamada para o ramal na central A
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D9=1 e D10=1, Sinalização do tipo SJ (Rede Ferroviária Sueca)

D9=1 e D10=1 é somente utilizado em redes com sistema de sinalização do tipo SJ (rede ferroviária
sueca). A figura abaixo é um exemplo de uma rede privada com centrais dos tipos terminal e trânsito
usando a sinalização do tipo SJ.

MFC não é utilizado para sinalização de registrador.

A conexão completa na matriz de comutação da central B ocorre somente após a central de grupo A
estar em tráfego.

As características para roteamento alternativo são programadas de modo que a central de origem
(central A) roteie a chamada de acordo com as rotas alternativas associadas à rota principal. As rotas
principais e alternativas cobrirão todas as escolhas de rota através da central trânsito da rede.

Por outro lado, uma chamada da central terminal T será roteada pela central B de acordo com a
configuração das rotas principal e suas alternativas da central B.

Central
terminal

Nota: Os números na figura significam:


T .200...
.XXX... = .D8D9D10...

Central
grupo
Central Central
grupo grupo
C
.101... .100... .100... .100... .100...
B .101...
Trânsito
.110... intermediário

Trânsito
intermediário
Central
grupo

Central Central
grupo terminal

.201... .200...
A T
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D9 - Características de Reroteamento em Central Trânsito

Dependendo da configuração na rede e do sistema de sinalização utilizado, o reroteamento (re-seleção)


na rede é feito de diferentes modos.

RAMAL

PABX PABX PABX


A B C

PABX
D

O ramal na central A faz uma chamada que normalmente seria roteada de A para B para C para ...
B é uma central trânsito onde existe uma escolha para diferentes rotas.

D9=0 - Sinalização MFC com Re-seleção

Se a rota de saída na central B estiver ocupada, ocorrerá um transbordo da chamada na central B.


A re-seleção ocorrerá se a rota de saída na central C estiver ocupada. O sinal de congestionamento é
então enviado para a central B onde o reroteamento é realizado.
O estabelecimento da conexão entre A e B permanece em ambos os casos.

D9=1 - Sinalização do tipo SJ (Rede Ferroviária Sueca)

O PABX A é a central que possui a tabela de escolha de rota. Se uma rota de saída na central B ou C
estiver ocupada, a conexão entre A e B é cancelada após a recepção de um sinal de congestionamento,
e a próxima escolha na tabela de escolha de rota é utilizada para o reroteamento em A (isto é, uma
nova chamada de A para B).
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7.3 Serviços Adicionais para Tráfego de Saída

NANLS

Para um número externo podemos estabelecer com o comando NANLS o seguinte:

• Especificar após quantos dígitos o atendimento de B deve ser esperado.


Isto reduz o tempo de captura de receptores/emissores de tons, os quais são recursos comuns
utilizados no envio de dígitos e recepção de tons.

• Especificar após quantos dígitos o falso atendimento de B deverá ser enviado, causando assim a
conexão completa de voz.

NAPTS

Na discagem de um número externo, onde um ou mais sinais PTS são esperados, as posições dos
sinais PTS esperados podem ser programadas com o comando NAPTS.
Nestas posições o sistema deverá conectar um receptor de tom e aguardar a detecção do sinal PTS
antes do envio de dígitos continuar.

NACDS

Para prevenir que ramais no sistema disquem números externos específicos, há a possibilidade de
definir através do comando NACDS diferentes categorias de discriminação de chamada externa (TCD)
para diferentes números externos.
A rota é sempre associada a uma categoria TCD através do parâmetro TRAF no comando ROCAI.
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7.4 Solicitação do Número de "A" à Central Pública

7.4.1 Geral

Em conexões de chamadas de entrada pela Central Pública e dependendo do sistema de sinalização,


existe a possibilidade de solicitação do número de "A", que pode ser exibido no display do aparelho
atendedor.

Os sistemas de sinalização que suportam tal recurso são certos protocolos de MFC (por exemplo, o
MFC Suíço) e o ISDN público nos Estados Unidos. Para maiores informações consulte a documentação
de sistema de aplicação pertinente.

A solicitação do número de "A" é também dependente da categoria da parte "B": a categoria deve
permitir ou não a solicitação do número de "A".

7.4.2 Pré-requisitos

Os blocos funcionais de tronco utilizados podem ser TL60/SL63, TL72 ou TL30.


A rota de entrada é conectada à central pública.
Para os blocos TL72 e TL30, a sinalização de registros MFC deve ser utilizada.

7.4.3 Execução

Para a rota de entrada suportar a solicitação de número de "A", deve ser programada para tal através do
parâmetro SERV no comando ROCAI.
A categoria para a parte "B" é tratada no parâmetro ADC e/ou SERV para os grupos de comandos EX,
KS, GH e AC.
Se a parte "B" é uma posição de telefonista, no parâmetro de sistema de aplicação de número 153 para
o comando ASPAC determina se a solicitação de número de "A" é permitida ou não.
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7.5 Tarifação do Assinante "A"

7.5.1 Geral

Em conexões de chamadas de entrada da central pública e dependendo do sistema de sinalização,


existe a possibilidade de decidir se o assinante "A" será tarifado ou não.
Um exemplo é quando a central é um PABX de uma concessionária que tem posições de atendimento
para, por exemplo, reclamações, informações, etc, que são considerados serviços não tarifados.
O sistema de sinalização que suporta tal recurso é o protocolo MFC como o MFC Suíço. Para maiores
informações consulte a documentação de sistema de aplicação pertinente.
Se o assinante "A" será tarifado ou não depende da categoria da parte "B".

Quando uma chamada é para uma parte livre, o sinal MFC enviado para trás é B:6 (o qual significa a
tarifação do assinante "A"), ou B:7 (o qual significa assinante "A" não tarifado).
No atendimento, quando o sinal de atendimento é enviado e recebido na central pública, a tarifação ou
não do assinante "A" é dependente de que sinal foi recebido previamente, B:6 ou B:7.

7.5.2 Pré-requisitos

O bloco funcional de tronco utilizado pode ser TL72.


A rota de entrada é conectada à central pública e a sinalização de registros utilizada deve ser MFC.

7.5.3 Execução

A categoria para a parte "B" é tratada no parâmetro SERV para os grupos de comandos EX, KS, GH e
AC.
Se a parte "B" é uma posição de telefonista, o parâmetro de sistema de aplicação de número 153 para o
comando ASPAC define se o assinante "A" será tarifado ou não.
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7.6 DISA - Acesso Direto ao Sistema

7.6.1 Geral

A facilidade DISA permite que usuários externos efetuem chamadas ao PABX e tenham acesso a
algumas das facilidades do mesmo.

A facilidade DISA pode ser acessada através de diferentes tipos de troncos.

• Troncos de Discagem Direta a Ramal (DDR)


• Tie Lines
• Troncos Manuais

O procedimento de discagem para uma chamada DISA é:

Número DISA TD * FC * CÓD. AUTOR. # TD + Número desejado


Número DISA TD * FC * CÓD. AUTOR. * FC * CÓD. CONT. # TD + Número desejado

TD = Tom de Discar
FC = Código da Facilidade
CÓD. AUTOR. = Código de Autorização
CÓD. CONT. = Código Contábil

O usuário DISA tem a possibilidade de associar uma chamada a um código contábil (ligado por
exemplo, a um projeto específico, departamento ou cliente), ao invés de tarifar a chamada no ramal
DISA chamado (que é padrão).

A chamada DISA requer um aparelho telefônico DTMF com teclado que possua teclas quadrado (#) e
estrela (*).

Após completar uma chamada DISA, o usuário deve desconectar antes que uma nova chamada DISA
possa ser feita.

Algumas facilidades do ASB 501 não estão disponíveis para chamadas DISA:

• Facilidades que são acessadas por procedimento de discagem, exceto o procedimento de código
contábil.
• Qualquer facilidade ativada por discagem de sufixo.

7.6.2 Execução

A execução é descrita usando-se dois exemplos.

No primeiro exemplo, linhas externas DDR/tie-lines são utilizadas para DISA.

No segundo exemplo, linhas externas manuais são utilizadas para DISA.


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7.6.2.1 Exemplo com linhas externas/tie-lines

Pré-requisitos

Linhas externas DDR/tie-lines devem estar programadas no ASB 501 com os comandos:

ROCAI
RODAI
ROEQI

Tratamento de Comandos

Programar uma série numérica com tipo de número DI (DISA)

NANSI:NUMSE=11600,NUMTYP=DI;

Definir uma categoria para o ramal DISA

EXCCS:CAT=50,TRAF=00151515,SERV=00001000,CDIV=001000000;

Programar um código de autorização.

CILCOD é utilizado para a bilhetagem, isto é, as chamadas utilizando este código de autorização serão
registradas no CILCOD especificado.
(Neste exemplo o número CILCOD utilizado é o mesmo que o número DISA)

AUCOI:AUTH=1234,CILCOD=11600,CAT=50;

Programar um código contábil (opcional).

É utilizado para tarifar um código contábil ao invés de tarifar o ramal DISA.

AOCOI:ACO=516;
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7.6.2.2 Exemplo com linhas externas manuais

Pré-requisitos

Linhas externas manuais devem ser estar programadas no ASB501 com os comandos:

ROCAI
RODAI
ROEQI

Tratamento de Comandos

Programar uma série numérica com tipo de número DI (DISA)

NANSI:NUMSE=11600,NUMTYP=DI;

Definir uma categoria para o ramal DISA

EXCCS:CAT=50,TRAF=00151515,SERV=00001000,CDIV=001000000;

Programar as posições de atendimento diurno e noturno para a rota de entrada (= número DISA)

RODNI:ROU=10,DAY=11600,NIG=11600;

Programar um código de autorização.

CILCOD é utilizado para a bilhetagem, isto é, as chamadas utilizando este código de autorização serão
registradas no CILCOD especificado.
(Neste exemplo o número CILCOD utilizado é o mesmo que o número DISA)

AUCOI:AUTH=1234,CILCOD=11600,CAT=50;

Programar um código contábil (opcional).

É utilizado para tarifar um código contábil ao invés de tarifar o ramal DISA.

AOCOI:ACO=516;
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7.7 ERWT - Tom de Aviso Para Rota de Maior Custo

7.7.1 Geral

A facilidade ERWT fornece ao usuário um tom de aviso quando o sistema seleciona uma rota de maior
custo para a chamada de saída.

Quando o usuário disca um número externo completo e o sistema escolheu uma rota que é programada
como de maior custo, o usuário recebe um tom de aviso. A rota de maior custo é capturada e todos os
dígitos exceto o último são enviados para a central cooperante.

Na recepção do tom de aviso, o usuário pode finalizar a chamada ou esperar pelo final da temporização
do tom de aviso. Ao final da temporização, o sistema continuará a processar a chamada enviando o
último dígito.

Dígitos que sejam discados durante o envio do tom (ERWT) serão ignorados pelo sistema.

7.7.2 Pré-requisitos

---

7.7.3 Execução

Para o sistema enviar ou não o ERWT, o D9 do parâmetro ADC deve ser programado. O parâmetro
ADC pertence ao comando RODDI.
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7.8 Interconexão com Sistema IDNX

7.8.1 Geral

A implementação da interconexão ASB 501 - IDNX depende da utilização ou não de rotas ISDN entre o
ASB 501 e o IDNX.

7.8.1.1 Não ISDN

Se a conexão não ISDN for utilizada, as características normais de roteamento são utilizadas na
interconexão ASB 501 - IDNX.
O meio de transmissão entre o ASB 501 e o IDNX é dividido dentro de rotas, as quais recebem
características diferentes, tais como capacidade de transporte e categoria. Desde que nenhuma
informação de chamada é transportada através da rota, a informação de chamada fica ligada à rota que
carrega a chamada.

O IDNX é programado de uma maneira similar, fornecendo a cada rota as mesmas características que
no ASB 501.

Rotas não ISDN


com diferentes
características
PABX

I Para outro
D IDNX
TL N
X
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7.8.1.2 ISDN

Se rotas ISDN serão utilizadas, a característica de prioridade de roteamento é utilizada na interconexão


ASB 501 - IDNX.

Nota: Deve ser utilizada ou a característica de prioridade de roteamento do ASB 501 ou a


característica de seleção de serviço IDNX. Ambas as características não podem existir na
mesma central ASB 501.

Quando a característica de seleção de serviço é utilizada no IDNX, o parâmetro de seleção de serviço


IDNX é utilizado ao invés de parâmetro de prioridade de roteamento CSI.

A informação de chamada é conduzida através da rota para o IDNX.

PABX Rota ISDN


I
D Para outro
TL N IDNX
X

O roteamento de chamada em rede IDNX é tratado pelos IDNX. O transbordo para a CP é programado
pelo ASB 501 no caso da rota para o IDNX estar ocupada.

PABX

IDNX

ESPINHA DORSAL
DA REDE IDNX
PABX IDNX (BACKBONE) IDNX PABX

IDNX

CP
PABX
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7.8.2 Pré-requisitos

Se rotas ISDN forem utilizadas, o ASB 501 não poderá utilizar a característica de prioridade de
roteamento.

7.8.3 Execução

7.8.3.1 Não ISDN

As rotas são programadas como em roteamento básico através dos comandos ROCAI, RODAI, ROEQI,
(NANSI) e RODDI.

Diferentes capacidades de transporte são programadas para as rotas determinando os tipos de


chamadas que serão conduzidas por elas. O IDNX necessita desta informação para decidir se deverá
utilizar compressão.

7.8.3.2 ISDN

Com ISDN, são utilizados os seguintes comandos para programar a característica de seleção de serviço
IDNX:

ROCAI (ou ROCAC) O CSI é programado para 0, isto é, D11=0 no parâmetro SEL.

RODII O parâmetro CSIU não deve ser programado.

EXTEI (ou EXCCS ou EXCAC) A parte CSI do parâmetro ROC, D4, é utilizada para programar o
padrão de seleção de serviço IDNX de 0-7, para ser utilizado em uma chamada.

KSEXI (ou KSANI ou KSCAC) A parte CSI do parâmetro ROC, D4, é utilizada para programar o
padrão de seleção de serviço IDNX de 0-7, para ser utilizado em uma chamada.

Para detalhes adicionais dos padrões de seleção de serviço IDNX, consulte as descrições de
padronização do IDNX.
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7.9 LCR - Rota de Menor Custo

7.9.1 Geral

LCR é uma função que permite ao sistema selecionar automaticamente a rota mais econômica em uma
chamada de saída para a rede pública.

O sistema detectará se a chamada originada diretamente para a rede pública:

• é destinada a um ramal na própria central


• pode ser estabelecida completamente através da rede privada
• pode ser parcialmente estabelecida através da rede privada

A LCR selecionará a rota de menor custo dependendo do:

• Número discado
• Horário do dia (opcional)

A função é realizada através da modificação do número público discado, baseado na informação


contida nas tabelas de LCR.

A seguir, uma breve descrição de como são relacionados a análise externa, RCT, e os registros de
dados de destinação:

• Uma chamada destinada à rede pública, após uma primeira análise numérica (quando a chamada é
reconhecida como uma destinação externa) será então encaminhada à análise externa. A análise
externa utiliza uma tabela de “registros de dados de destinação” (programada através do comando
RODDI), onde são encontrados os dados referentes à modificação numérica e roteamento.

• Para cada destinação (possivelmente fictícia), uma RCT com até oito escolhas de rota associadas
pode ser programada. Cada escolha de rota utiliza um dos registros de dados de destinação na
análise externa.

A LCR adiciona facilidades, e aumenta a capacidade da análise externa, tornando possível possuir
diferentes números endereçando o mesmo registro de dados de destinação.

O LAC

A rota de menor custo é solicitada quando é discado um LAC (código de acesso à rota de menor custo).

Utilizando-se somente roteamento básico (sem LCR), o número discado é enviado à análise externa
quando é detectado um código de acesso para chamadas públicas. Utilizando-se LCR, quando o LAC é
detectado, o sistema automaticamente converte o número discado em um código fictício de destinação
externa antes de enviá-lo para a análise externa (ou interna).

Especificando-se o LAC como o código de acesso padrão para chamadas destinadas a rede pública
(por exemplo, 9 ou 00), o usuário não precisará lembrar o código de acesso específico para chamadas
utilizando LCR.

Utilizando-se roteamento básico (comando RODDI), uma função semelhante à LCR poderá ser
implementada sem a utilização de LCR, porém isto requer a programação de vários registros de dados
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de destinação, esgotando rapidamente a capacidade limitada na análise externa. Além disso, seria
necessário aos usuários utilizar diferentes códigos de acesso para chamadas LCR e não LCR.

Tabelas da base de dados de números para LCR

A função LCR é implementada através de cinco tabelas da base de dados de números, onde o número
discado é modificado antes de ser enviado para a análise interna ou externa. Qualquer número
programado em qualquer das tabelas LCR (exceto na tabela FDT, descrita posteriormente) deve iniciar
por um LAC, previamente programado na análise numérica.

• A primeira tabela é a Tabela de Números Externos (LCDDI:TAB=ENT).


Esta tabela oferece análise básica de números conflitantes, conversão de números especiais, e
conversão para números internos e números internos à própria rede privada.

• A segunda tabela é a Tabela de Comprimento Numérico (LCDDI:TAB=NLT).


Esta tabela oferece uma extensão da análise de números conflitantes e prefixos de códigos de área.
Esta tabela tem função somente em planos de numeração semelhantes ao plano norte-americano
(US).

• A terceira tabela é a Tabela de Exceções (LCDDI:TAB=DNT1).


Esta tabela e a DNT2, em conjunto com a FDT (veja abaixo), são as tabelas nas quais é realizada a
principal função da LCR. Grande parte dos números/séries numéricas que devem ser roteados de
acordo com o menor custo são programados nestas tabelas.
A tabela DNT1 oferece análise de números de até 16 dígitos, o que é útil para a análise de exceções
numéricas. Exceções numéricas são números que pertencem a uma série numérica analisada e, no
entanto não são analisados (em análise externa com ou sem LCR), porém precisam ser tratados
individualmente.

• A quarta tabela é a Tabela Numérica (LCDDI:TAB=DNT2).


Esta tabela analisa somente números de até 8 dígitos e é utilizada para séries numéricas.

• A quinta tabela é a Tabela de Destinações Fictícias (LCDDI:TAB=FDT).


Esta tabela é a relação entre as tabelas DNT e os registros de dados de destinação da análise
externa.

• Finalmente há a facilidade opcional de programar dados de períodos de tempo de menor custo na


tabela DNT (comando LCTDI). Esta facilidade é chamada “Horário do Dia”. Basicamente, esta
facilidade oferece a possibilidade de rotear as chamadas diferentemente, dependendo do horário do
dia e do dia da semana.

Nota: Se a unidade de programa que trata da facilidade Horário do Dia estiver carregada, os dados
de períodos de tempo de menor custo devem ser programados. Se a facilidade não for
desejada, eles poderão ser programados de forma transparente.

As duas primeiras tabelas (ENT & NLT) modificam o número discado antes de enviá-lo à análise interna
ou externa.
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As duas tabelas DNT modificam o número discado antes de enviá-lo à tabela FDT (possivelmente
através do horário do dia, se desejado). A tabela DNT, além disso, prefixa o número previamente
modificado antes de enviá-lo para a análise externa.

O item Execução descreve quando dados devem ou não ser programados em cada tabela.

Restrição de acesso e Código Contábil Obrigatório podem ser aplicados para qualquer chamada
utilizando LCR (exceto chamadas PDC, veja abaixo).

PDC

A função LCR também inclui tratamento de PDC (código de acesso à destinação pública), o qual é
principalmente utilizado no mercado norte-americano como um complemento do LAC.
Quando for utilizado PDC a chamada não será roteada pelo menor custo, mas os números externos
serão (seletivamente) barrados para chamadas utilizando-se as facilidades LCR Restrição de Acesso e
Código Contábil Obrigatório.

Uma comparação para auxiliar na compreensão do PDC:

• Utilizando somente roteamento básico (sem LCR), o usuário disca um código de acesso padrão para
a rede pública e o número discado é enviado para a análise externa. Restrição de Acesso e Código
Contábil Obrigatório não podem ser utilizados pois são facilidades LCR.
Um código de acesso à rota básico é programado com o tipo de número (NUMTYP) ED.

• Utilizando LCR, o usuário disca um LAC e o número discado é modificado, restrito por acesso, etc,
antes que o número modificado seja enviado para a análise externa.
Um LAC é programado com o tipo de número LC.

• Utilizando “LCR com PDC”, o usuário disca um PDC e o número discado é analisado em LCR, mas
somente Restrição de Acesso e Código Contábil Obrigatório são aplicadas à chamada. O número
discado não é modificado antes de ser enviado para a análise externa.
Um PDC é programado com o tipo de número PD.

Nenhuma outra facilidade LCR, por exemplo Horário do Dia, pode ser aplicada a uma chamada PDC,
além das duas mencionadas acima.

7.9.2 Pré-requisitos

Programar os números e os tipos de números para LCR através do comando NANSI:

NANSI:NUMTYP=LC,NUMSE=9;
A série numérica "9" como LAC é utilizada em planos de numeração como o norte-americano.

NANSI:NUMTYP=LC,NUMSE=00;
A série numérica "00" como LAC é utilizada em outros planos de numeração.

Agrupar os números/séries numéricas que devem ser roteados da mesma maneira, para ambas, rota
principal e alternativas.
Programar destinações externas fictícias, uma para cada grupo, e iniciá-las com o tipo de número ED.
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Nos exemplos a seguir foram escolhidos 0120 a 0125 para serem utilizados como destinações fictícias:

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=0120&&0125;

Programar as escolhas de roteamento principal e alternativo através do comando RODDI para as


destinações fictícias programadas acima. Considerar como modificar o número antes de enviá-lo à rota,
a destinação fictícia (ou parte dela) é geralmente truncada. É também possível prefixar o número neste
momento.

RODDI:DEST=0120,ROU=... etc.

Programar a série numérica e o tipo de número para PDC através do comando NANSI.

Para o exemplo a seguir foi selecionada a série numérica 01:

NANSI:NUMTYP=PD,NUMSE=01;

Esta discriminação de chamada será posteriormente descrita no item DNT - Tabela de Destinação
Numérica.
A série numérica 01 foi aleatoriamente escolhida.

7.9.3 Execução

7.9.3.1 ENT - Tabela de Números Externos

Esta tabela (ENT) possui principal aplicação em planos de numeração como o norte-americano. Para
outros mercados, por exemplo Suécia, a conversão para números internos e para números internos à
própria rede privada pode ser interessante (veja abaixo).

A tabela ENT pode ser utilizada para conversão numérica de qualquer número, e não somente para as
aplicações específicas descritas neste documento.

O número discado será convertido em um novo número discado. Esta é a única facilidade no sistema
que pode executar isto. O número discado convertido iniciará novamente na análise numérica.

Esta tabela não é mandatória, e se o número discado não for encontrado na base de dados, a análise
prosseguirá na próxima tabela, a NLT.

Números conflitantes

A ENT oferece uma análise básica de números conflitantes. Um exemplo no plano de numeração norte-
americano é o auxílio telefonista. Diferentes telefonistas podem ser selecionadas discando-se "90" ou
"900" (“9” é o LAC, “0” e “00” são as diferentes operadoras).
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Em uma situação de conflito como esta, uma temporização chamada crítica é utilizada a fim de
determinar se um outro dígito foi discado ou não. (Foi discado “90”, ou será discado “900”?) A
temporização é iniciada quando for detectado o número programado na ENT. Se um outro dígito for
discado dentro do tempo crítico, a análise imediatamente passa para a próxima tabela. Se nenhum
outro dígito for discado dentro do tempo crítico, o número discado (90) é rearranjado de acordo com os
dados (TRC/PRE) associados àquele número.

LCDDI:TAB=ENT,ENTRY=90,TRC=2,PRE=24000,CONF=Y;

O número "90" (ENTRY=90) é programado como um número de conflito (CONF=Y); se nenhum dígito
for discado após "90", o número é rearranjado de acordo com os dados TRC e PRE associados:

• Os dois primeiros dígitos do número discado são truncados (TRC=2), o que neste caso significa
truncar os dígitos “90”.
• Em seguida os dígitos restantes (neste caso não há dígitos restantes) são prefixados com “24000”
(PRE=24000).
O resultado é que o número discado “90” é transformado em “24000”. A chamada será novamente
submetida à análise numérica, mas desta vez 24000 será o número discado. (Neste caso, o número
24000 é algum tipo de operadora do PABX dentro da própria central).

Conversão de números especiais

A ENT também oferece conversão de números "especiais" para números de ramal interno (ou externo).
Um exemplo para aplicações no mercado norte-americano é o número de emergência "911". Se a
destinação do número de emergência estiver localizada dentro da própria central (hotel, campus de
polícia), o número de emergência é rearranjado para um número interno e a chamada é roteada para
este ramal na própria central.

LCDDI:TAB=ENT,ENTRY=911,TRC=3,PRE=11401;

Quando o número "911" é identificado, ele é imediatamente rearranjado para o número interno "11401".

Conversão para números internos

Adicionalmente ao número de emergência, números públicos localizados dentro da própria central


podem ser convertidos para o número interno correspondente utilizando a ENT. Contudo, o sistema
somente pode analisar os primeiros 6 dígitos de um número.

LCDDI:TAB=ENT,ENTRY=000682,TRC=5;

Quando o número "000682" é identificado, o sistema trunca imediatamente os 5 primeiros dígitos,


restando o 2 que neste caso é o primeiro dígito de uma série numérica de ramais na própria central.

Conversão Off-net para On-net

Adicionalmente às conversões acima mencionadas, o número público discado pode ser convertido para
o número correspondente dentro da rede privada.

LCDDI:TAB=ENT,ENTRY=0008422,TRC=6,PRE=850;
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Quando o número "0008422" é identificado, o sistema trunca imediatamente os 6 primeiros dígitos,


restando o 2 que neste caso é o primeiro dígito de uma série numérica de ramais na própria central.

7.9.3.2 NLT - Tabela de Comprimento Numérico

Esta tabela (a NLT) tem sua tarefa principal nos planos de numeração do mercado norte-americano,
não tendo interesse especial em outros mercados.

Esta tabela não é obrigatória e caso o número discado não seja encontrado na base de dados, a análise
continua na próxima tabela, a DNT1.

Números conflitantes

A NLT oferece uma extensão da análise de números conflitantes.

Nos planos de numeração do mercado norte-americano, um número público completo consiste de 10


dígitos.

• Os primeiros três dígitos representam o código da área (AC).


• Os três dígitos seguintes representam o código da central local (OC).
• Os últimos quatro dígitos representam o número do assinante.

O comprimento total do número público é 3+3+4=10 dígitos. Adicionando o LAC (“9”), o comprimento
total passa a 11 dígitos.

A forma/padrão dos ACs e OCs são específicos, mas quando ACs ou OCs intercambiáveis são
introduzidos, conflitos podem ocorrer.

Abaixo é fornecido um exemplo onde o número 525-2591 pode ser ou um número completo na própria
área:

• 525 é o OC
• 2591 é o número do assinante
O comprimento total do número discado (incluindo o LAC) será de 8 dígitos.

ou um número de discagem à distância:

• 525 é o AC
• 259 é o OC
• 1 é o primeiro dígito dos 4 que compõem o número do assinante.
O comprimento total do número discado (incluindo o LAC) será de 11 dígitos.

Para que seja possível distinguir entre os dois casos, é utilizada uma temporização para decidir quando
o número completo foi discado, e então o comprimento do número será analisado. O comprimento
numérico final será utilizado pelo sistema no posterior tratamento da chamada.

Na programação do número, o parâmetro MIN deve definir o comprimento total do número na própria
área, isto é, 8 dígitos.
O parâmetro MAX deve definir o comprimento total do número de longa distância, isto é, 11 dígitos.
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LCDDI:TAB=NLT,ENTRY=95252591,CONF=Y,MIN=8,MAX=11;

O número “95252591” é programado como um número conflitante, com dois possíveis comprimentos, 8
ou 11 dígitos.

Após o comprimento do número ter sido determinado dentre um dos dois, a chamada prosseguirá na
DNT onde o número será transformado, etc.

Prefixo do código de área

Em algumas situações, não necessariamente situações de conflito, o código de área próprio deve ser
inserido no número discado. Isto é indicado pelo parâmetro de código de área ACF=Y na tabela NLT:

LCDDI:TAB=NLT,ENTRY=95252591,...............,ACF=Y;

Qualquer número programado na tabela NLT com ACF=Y será prefixado, com exceção de números
conflitantes onde isto somente ocorrerá se o comprimento do número discado coincidir com o
comprimento programado no parâmetro MIN.

O código de área próprio a ser inserido é programado através do comando LCLDI, neste exemplo o
AC=714.

LCLDI:...........,AC=714;

7.9.3.3 DNT - Tabela de Números de Destinação

Nas tabelas DNT ocorre o principal roteamento por menor custo. Ao invés de permitir que o número
discado acesse um registro de dados de destinação (comando RODDI) diretamente em uma destinação
fictícia que acesse um registro de dados de destinação, o número discado é alterado nas tabelas DNT e
FDT.

Os diferentes números discados que devem ser roteados da mesma maneira são convertidos na mesma
destinação fictícia.

São possíveis várias entradas em cada DNT, mas desde que muitas delas sejam convertidas na mesma
destinação fictícia, estas endereçarão os mesmos registros de dados de destinação. Isto significa que
LCR utilizará somente alguns dos 5000 registros de dados de destinação disponíveis (que serão
compartilhados com roteamento básico e PNR). Este é o porquê LCR aumenta a capacidade de análise
externa.

O número discado 1 é 9-009-46-8-90510


O número discado 2 é 9-009-45-31-244061
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Sem LCR: (Cada número endereça um registro de dados de destinação)

registro de dados de destinação

DEST = 900946,
Número discado 1) ROU=XX

DEST = 900947,
Número discado 2) ROU=XX

Com LCR: (Dois números discados completamente diferentes acessam o mesmo registro de dados de
destinação)

DNT
ENTRY = FDT
Número discado 1) 900946, FRCT = 1,
FRCT = 1, PRE = 1500
TRC = 6,
PRE =

(Comando RODDI)
registro de dados de destinação
Destinação fictícia = 1500 DEST = 1500,
ROU = XX,
TRC =,PRE=,SRT=

DNT
ENTRY = FDT
900947,
FRCT = 1, FRCT = 1,
TRC = 6, PRE = 1500
Número discado 2)
PRE =

A economia pode ser talvez mais obviamente percebida se for considerado que pode haver escolhas
alternativas para cada destinação.

Por exemplo, se 5 diferentes números (que devem ser roteados da mesma maneira) são programados
com 5 escolhas de roteamento cada, sem a utilização de LCR serão necessários 25 registros de dados
de destinação, enquanto somente 5 registros de dados de destinação serão suficientes se for utilizada
LCR.
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Como pode ser observado na figura acima, existe a possibilidade de inserir prefixos na DNT e FDT. O
prefixo na DNT deve ser utilizado para a seleção de trânsito de rede. Um exemplo no mercado norte-
americano é AT que possui que possui “288”, na Suécia Tele2 possui “007”. Veja o exemplo 2 a seguir.

Além disso, existe a possibilidade de inserir prefixos no registro de dados de destinação. Isto ocorre
quando é necessário que o número seja convertido diferentemente para diferentes seleções de rota.
Pode-se truncar dígitos (parâmetro TRC), inserir prefixos (parâmetro PRE), e iniciar o envio de dígitos
(parâmetro SRT), modificando desta forma o número de várias maneiras.

O parâmetro PRE pode ser inicialmente aplicado na DNT, em seguida na FDT e finalmente no registro
de dados de destinação.

As tabelas DNT1 e DNT2

Um número de destinação pode ser analisado em dois níveis. A tabela DNT1 analisa 16 dígitos, o que é
útil para a análise de números de exceção (desde que ENTRY compreenda o número completo). A
tabela DNT2 analisa 8 dígitos e é utilizada para séries numéricas.

• Inicialmente o número discado é modificado de acordo com os dados associados TRC e PRE:
(LCDDI:TAB=DNTx,ENTRY=,TRC=,PRE=).

• Em seguida, uma entrada nas tabelas DNT deve possuir uma tabela de escolha de rota fictícia
(FRCT) programada. A FRCT não é uma tabela, mas um índice para a tabela de destinação fictícia
(programada com LCDDI:TAB=FDT), onde o prefixo será encontrado.
O prefixo na FDT é utilizado para inserir um prefixo no número previamente modificado.

• O resultado é uma destinação fictícia a ser analisada, isto é, sendo uma destinação externa
endereçará um registro de dados de destinação (um DEST programado com RODDI).

Exemplo 1, LCR básica

A seqüência numérica neste exemplo é “9 009 46 8”, onde o dígito “9” é o código de acesso à rota,
“009” é o prefixo internacional, “46” é o código do país para Suécia e “8” é o código para Estocolmo.
Este número deve ser programado na tabela numérica, DNT2, com os dados apropriados para
endereçar uma destinação fictícia.

Inicialmente deve-se definir uma destinação fictícia a ser utilizada em chamadas de saída para
Estocolmo. (Neste exemplo a destinação utilizada é 0120.)

Programar a FDT que deverá inserir o prefixo no número discado (que foi previamente modificado em
uma DNT) para que este enderece a destinação fictícia acima:

LCDDI:TAB=FDT,FRCT=22,PRE=0120;

Qualquer entrada na tabela DNT que refira-se à FRCT=22 será prefixada com “0120”.
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Programar a sequência numérica com os dados apropriados relacionados acima:

LCDDI:TAB=DNT2,ENTRY=9009468,FRCT=22,TRC=1;

O dígito inicial “9”, no número “9 009 46 8” será truncado. O número modificado será “009 46 8”.

Em seguida o FRCT=22 indexa a FDT onde o prefixo “0120” será encontrado. O resultado será que o
número discado “9 009 46 8” será convertido em “0120 009 46 8”, onde os dígitos “0120” são a
destinação fictícia utilizada para endereçar um registro de dados de destinação (programado com
RODDI:DEST=0120,...).

A mesma FRCT pode ser utilizada para outros números modificados. O resultado é que chamadas para
diferentes destinações externas são agora chamadas para a mesma destinação fictícia.

Exemplo 2, LCR básica com seleção de trânsito de rede

Se forem desejados diversos trânsitos de rede para diferentes números que utilizam a mesma FRCT, o
parâmetros PRE na FDT será utilizado. Por exemplo, se o trânsito de rede AT for desejado para
chamadas destinadas a Estocolmo, Suécia, o número deverá ser prefixado com 288 na DNT.

LCDDI:TAB=DNT2,ENTRY=90094631,TRC=1,PRE=288,FRCT=22;

O dígito inicial “9”, no número “9 009 46 8” será truncado. Em seguida o número é prefixado com “288”.
Com o prefixo “0120” na FDT o resultado será o número “0120 288 009 46 8”.

Exemplo 3, exceção utilizando PDC

Uma "exceção" é um número dentro de uma série que é bloqueado para chamadas. O bloqueio é
controlado na restrição de acessos baseado em categorias. Com o código contábil obrigatório, o qual é
definido por ramal, o bloqueio pode ser posteriormente aperfeiçoado (parâmetro ROC nos comandos
EXTEI, KSEXI e DTEXI).

Exceções podem ser programadas utilizando-se LAC ou PDC. Neste exemplo será utilizado PDC. O
PDC utiliza-se das tabelas LCR, mas somente restrição de acessos (e código contábil obrigatório) são
utilizados. Não ocorre roteamento por menor custo.

Programar a sequência numérica como nos exemplos acima, porém utilizando PDC=01 em vez de
LAC=9:

LCDDI:TAB=DNT2,ENTRY=01009468,FRCT=X;

O número nesta sequência numérica a ser bloqueado é o número de "hora certa". Este número é
"90510" na Suécia. O número completo 01-009-8-46-90510 é colocado na tabela de exceções (DNT1) e
deste modo será bloqueado/permitido aos usuários, conforme determinado no parâmetro TOLL
(restrição de acesso).

A restrição de acessos é uma tabela mapa de bits, que estabelece as categorias permitidas (ou
bloqueadas) a chamar um número especificado em DNT1 ou DNT2. A restrição de acessos é
programada no parâmetro TOLL nas tabelas DNT, onde cada bit em TOLL corresponde a uma categoria
TCD (0-14).
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Se o parâmetro TOLL for omitido, todas as categorias serão permitidas a chamar a destinação
especificada, isto é, todos os bits no mapa TOLL são originalmente colocados em "1".

LCDDI:TAB=DNT1,ENTRY=0100946890510,FRCT=X,TOLL=000000000000000;

Os usuários de todas as categorias TCD são bloqueados para chamar o “hora certa” em Estocolmo,
Suécia.

Ao contrário do exemplo 1, o número discado não será convertido de acordo com os dados na DNT e
FDT. Neste exemplo foi utilizado PDC e o número discado será enviado à análise externa.

Exemplo 4, horário do dia

Se a função “Horário do dia” for utilizada, o parâmetro TZONE deve também ser especificado na
programação da tabela FDT. Utilizando Horário do dia, diferentes destinações fictícias podem ser
endereçadas dependendo da “zona de horário”.

LCDDI:TAB=FDT,FRCT=22,PRE=0120,TZONE=1;

LCDDI:TAB=FDT,FRCT=22,PRE=0123,TZONE=4;

Se a chamada for originada durante o período de tempo representado pela zona de horário 1, o prefixo
“0120” será acrescentado ao número. Da mesma forma, uma chamada durante a zona de horário 4 terá
o prefixo “0123” acrescentado ao número.

As zonas de horário são programadas com o comando LCTDI. Informações adicionais sobre o comando
LCTDI podem ser encontradas na descrição de comandos para LC, HORÁRIO DO DIA.

Exemplo 5, recuperação do número discado

A recuperação do número discado pode ser utilizada se for desejado que dois ou mais números públicos
diferentes enderecem o mesmo registro de dados de destinação.

A recuperação do número discado é indicada pelo valor 3 no último bit do parâmetro ADC no comando
RODDI.

RODDI:DEST=...,ADC=...............3;

Quando o valor 3 é detectado no parâmetro ADC, o número externo a ser utilizado será composto pelo
código de destinação, associado à escolha da rota juntamente com a parte pública do número externo
discado.
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7.10 Evitação de Loop/Contador de Trânsito

Pré-requisitos

Evitação de loop é utilizada em redes APNSS/DPNSS.

Contador de trânsito é utilizado em redes ISDN.

Execução

A quantidade máxima de centrais trânsito pelas quais uma chamada pode ser roteada para alcançar sua
destinação final é definida em D14 e D15 do parâmetro ADC no comando RODDI.

7.11 MCT - Rastreio de Chamada Maliciosa

Geral

Existem duas variações de MCT, a simplificada (Saudita) e a MCT para ISDN.

Pré-requisitos

O uso de linhas analógicas também requer um empenho na CP.

Execução

Programar D9=1 no parâmetro SEL do comando ROCAI (ou ROCAC) para habilitar o MCT na rota
especificada.
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7.12 PNR - Roteamento em Rede Privada

7.12.1Geral

O PNR é utilizado para roteamento de chamadas externas de saída na rede privada, isto é,
chamadas terminadas na própria rede privada. A função é a mesma que roteamento básico, porém, o
PNR permite que muito mais destinações sejam especificadas como entrada para o roteamento.

Além disso, o PNR habilita cada destinação a ter duas escolhas de rota com conversão numérica
adicional. Uma escolha de rota pode ter um PRE de no máximo 10 dígitos, e a outra um PRE de no
máximo 16 dígitos. Isto é geralmente suficiente para roteamento através da rede pública.

Isto significa que o sistema está apto a tratar planos de numeração muito maiores utilizando o PNR.

A figura abaixo é um exemplo de PNR utilizado para roteamento através de diferentes redes.

1. É a escolha da rota primária na rede privada.


2. É uma escolha de rota alternativa através da rede pública (CP).
3. É uma escolha de rota alternativa através da uma outra rede.

1 1
Rede privada
PABX 2 PABX

3
2
CP

3
Outra rede
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Estrutura PNR

O PNR é basicamente um pré-processamento para o software de roteamento existente. O pré-


processamento consiste de duas tabelas onde o número discado passa por um prefixo, que então
endereça uma tabela de escolha de rota (RCT).

O roteamento básico utiliza diretamente o número discado para endereçar uma RCT.

Uma RCT consiste de todas as escolhas de rota para uma destinação (fictícia). Cada escolha de rota
utiliza um registro de dados de destinação. As escolhas de rota são programadas com o comando
RODDI.

A primeira tabela PNR é a Tabela de Números de Destinação PNR (PR DNT). Esta é uma tabela com
1500 entradas onde uma destinação entrada (parâmetro ENTRY) resulta em um índice (parâmetro
FRCT) para a próxima tabela, a RCT fictícia.

Os dados de conversão numérica adicional também são armazenados na PR DNT, dois conjuntos por
destinação.

O "prefixo" armazenado na RCT fictícia é utilizado para endereçar a RCT. O "prefixo" é utilizado como
uma destinação, e não como prefixo.

O propósito da RCT fictícia é restringir o endereçamento das RCTs.

O propósito de restringir o endereçamento das RCTs é que estas são extraídas de um conjunto comum
de registros de dados de destinação que PNR compartilha com LCR e roteamento básico. Um RCT
pode consistir de até 8 escolhas de rota associadas, onde cada escolha de rota utiliza um registro de
dados de destinação (RODDI:DEST=,CHO=).

Com PNR, uma RCT pode ser utilizada por muitas entradas na PR DNT. Devido a esta possibilidade de
eficiente utilização das RCTs, deverá haver registros de dados de destinação suficientes para todos
(PNR, LCR e roteamento básico) se a configuração PNR (e a configuração LCR) forem corretamente
planejadas. Isto será apresentado nos exemplos a seguir.

As tabelas de dados PNR são administradas pelo grupo de comandos LC, e os dados são programados,
removidos ou listados utilizando-se os comandos LCDDI/E/P, onde o parâmetro TAB é especificado
como PNR ou RCT.
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1 ENTRY PRE TRC PRE TRC FRCT FRCT é usado


2 para indexar a
RCT fictícia

1 pref.
última 2

Programação 1 dos Programação 2 dos


dados de conversão dados de conversão última
numérica para a numérica para a
escolha da rota para escolha da rota para
a rede pública. a rede pública.

Usado quando o Usado quando o


último bit do no ADC último bit do no ADC
é igual a 1. é igual a 2.

Aumento da conversão
numérica
Prefixo “PRE” na RCT fictícia
não usado como prefixo, mas
como uma destinação para
endereçar a RCT.

prefixo RCT1
RCT2

ROU CHO = 0 última RCT


Escolha principal TRC PRE
na RCT SRT CUST
Cada escolha usa NUMACK ADC
um registro de dado
de destinação CHO = 1
Primeira escolha de
rota alternativa na
RCT

CHO = 2
Máximo 8 escolhas
associadas de rota
alternativa na RCT
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7.12.2Pré-requisitos

Programar a série numérica de destinação externa utilizando o comando NANSI:

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=85024;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=85040;
Estes números de destinação externa serão utilizados para endereçar o código de acesso PNR na PR
DNT.

Se o parâmetro dependente de mercado (MDP) NONADESTCHECK for especificado como “ executar


verificação", o prefixo na RCT fictícia deve ser programado como um número de destinação externa.
Este MDP especifica se a destinação deve ou não ser verificada na análise numérica.

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=0123;
Este número de destinação externa é utilizado pelo PNR para endereçar uma RCT. É necessário
programá-lo na análise numérica para poder programá-lo como uma destinação na análise externa.

Programar a série numérica de destinação externa para prefixo público utilizando o comando NANSI:

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=00;
Esta "destinação externa" é requerida em caso de transbordo para a CP, quando o número discado é
convertido em um número público.

Rotas tie-lines de saída e de linhas tronco devem ser associadas.


Nos exemplos seguintes, ROU=50 é uma rota tie-line e ROU=20/30 são rotas de linhas tronco.
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7.12.3Execução

Exemplo 1, programação de uma rota de linha de junção (tie-line)

Programar uma rota entre a localidade Karlskrona (KA) e as localidades Bollmora (BO) e Sundbyberg
(SG).
(HF é Huvudfabriken, uma central trânsito próxima a BO/SG.)
A rota neste exemplo é uma rota com um único tie-line.

850
40xxx
ROU = 50 SG
HF
KA 24xxx
BO

Programar o código de acesso para BO e SG. A mesma FRCT pode ser utilizada tanto para BO como
SG, ambas são alcançadas usando a mesma rota. Usando a mesma FRCT significa que elas
compartilharão a mesma RCT.
Pode-se associar a FRCT qualquer valor entre 1 e 64, X é utilizado neste exemplo.

LCDDI:TAB=PNR,ENTRY=85024,FRCT=X;
LCDDI:TAB=PNR,ENTRY=85040,FRCT=X;

Resultado:

PR DNT - Tabela de Números de Destinação PNR

85024 X

85040 X
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Programar os dados na posição X na tabela fictícia de escolha de rota para PNR.


Os dígitos 0123 são utilizados como prefixo (destinação externa). Nota: "RCT" no comando LCDDI é
utilizada somente como parâmetro para distinguir esta tabela das outras tabelas tratadas pelo comando
LCDDI.

LCDDI:TAB=RCT,FRCT=X,PRE=0123;

Resultado:

RCT
fictícia
1
2

X 0123

última

Programar a RCT na análise externa.

RODDI:DEST=0123,ROU=50,SRT=4;
O valor SRT depende de como o plano de numeração na rede foi estabelecido. Se o número composto
está passando por uma central trânsito, o número completo pode ser enviado, e a decisão do
roteamento é feita nesta mesma central trânsito.

Resultado:

0123 RCT X

ROU = 50 CHO = 0
Somente uma
escolha simples na SRT = 4
RCT

Agora, a rota com um único tie-line entre KA e BO/SG está programada. Se o usuário discar 85024 ou
85040 seguido do número do ramal, o sistema selecionará a rota "50" para completar a chamada. Os
dígitos enviados para a central cooperante serão 24xxx ou 40xxx.
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Exemplo 2, programação de uma rota alternativa

Adicionando uma rota alternativa pública à rota com um único tie-line entre Karlskrona (KA) e as
localidades Bollmora (BO) e Sundbybreg (SG).

850
40xxx
ROU = 50 SG
HF
KA 24xxx
BO

08-682xxx

PSTN
08-764xxx

Neste caso os números privados 85024 e 85040 serão individualmente convertidos.

O número de catálogo público nacional (PDN) para Bollmora é "08-682xxxx" e para Sundbyberg "08-
764xxxx", onde "08" é o código local e os dígitos seguintes são o número do assinante (código local +
número de catálogo).

Adicionando uma RCT alternativa.


Nenhuma informação de edição (PRE/TRC) é associada com RODDI, ao invés, um "flag" na escolha de
rota indicará que esta informação será encontrada na tabela de destinação PNR, sob o código de
acesso que foi utilizado para endereçar a presente RCT.
O "flag" é: "o último bit no parâmetro ADC é programado com 1". Este 1 também refere-se a programar
1 na PR DNT.

RODDI:DEST=0123,ROU=50,SRT=4; (programado anteriormente)


RODDI:DEST=0123,ROU=30,SRT=3,CHO=1,ADC=00000000000251;

Resultado:
0123 RCT X

ROU = 50 CHO = 0
Escolha principal
na RCT SRT = 4

ROU = 30 CHO = 1
Primeira escolha de
rota alternativa na SRT = 3
RCT ADC = 1
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Atualizar o código de acesso PNR com a informação para conversão do número individual (programado
em 1) para as localidades de BO e SG.
LCDDI:TAB=PNR,ENTRY=85024,FRCT=X,TRC=3,PRE=000868;
LCDDI:TAB=PNR,ENTRY=85040,FRCT=X,TRC=3,PRE=000876;

Resultado:

PR DNT - Tabela de Números de Destinação PNR

85024 000868 3 X

85040 000876 3 X

Agora, a escolha pública está programada. Com o roteamento alternativo a rota "30" é selecionada. A
informação para conversão numérica é encontrada na PR DNT (programada em 1) como indicado pelo
último bit no parâmetro ADC.

Se o usuário discar 85024/85040 seguido do número do ramal e encontrar congestionamento na


escolha principal, o sistema selecionará a rota "30" para completar a chamada. Os dígitos enviados
para a central cooperante serão 08682xxxx ou 08764xxxx como indicado pelo bit programado em 1
para informação para conversão do número individual.

Exemplo 3, programação de uma segunda rota alternativa

Adicionando uma segunda rota alternativa à rota com um único tie-line entre Karlskrona (KA) e as
localidades Bollmora (BO) e Sundbybreg (SG).
850
40xxx
ROU = 50 SG
HF
KA 24xxx
BO

08-682xxx

PSTN
08-764xxx

NNNNNNxxx
Outra rede
NNNNNNxxx
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Neste exemplo, um segundo conjunto de dados de conversão numérica individual é associado aos
números privados 85024 e 85040. Como não existe nenhuma rede pública secundária entre KA e
BO/SG na vida real, será utilizado neste exemplo o PDN nacional simbólico "NNNNNN".

Adicionando uma segunda RCT alternativa.


Nenhuma informação de edição (PRE/TRC) é associada com RODDI, ao invés, um "flag" na escolha de
rota indicará que esta informação será encontrada na tabela de destinação PNR, sob o código de
acesso que foi utilizado para endereçar a presente RCT.
O "flag" é: "o último bit no parâmetro ADC é programado com 2". Este 2 também refere-se a programar
2 na PR DNT.

RODDI:DEST=0123,ROU=50,SRT=4; (programado anteriormente)


RODDI:DEST=0123,ROU=30,SRT=3,CHO=1,ADC=00000000000251; (programado anteriormente)
RODDI:DEST=0123,ROU=20,SRT=3,CHO=2,ADC=00000000000252;

Resultado:

0123 RCT X

ROU = 50 CHO = 0
Escolha principal
na RCT SRT = 4

ROU = 30 CHO = 1
Primeira escolha de
rota alternativa na SRT = 3
RCT ADC = 1

ROU = 20 CHO = 2

Segunda escolha de SRT = 3


rota alternativa na
ADC = 2
RCT
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Atualizar o código de acesso PNR com a informação para conversão do número individual (programado
em 2) para as localidades de BO e SG.

LCDDI:TAB=PNR,ENTRY=85024,FRCT=X,TRC=3,PRE=000868,TRC1=N,PRE1=NNNNNN;
LCDDI:TAB=PNR,ENTRY=85040,FRCT=X,TRC=3,PRE=000876,TRC1=N,PRE1=NNNNNN;

Resultado:

PR DNT - Tabela de Números de Destinação PNR

85024 000868 3 N X

85040 000876 3 N X

Agora, a segunda escolha está programada. Com o roteamento alternativo a rota "20" é selecionada. A
informação para conversão numérica é encontrada na PR DNT (programada em 2) como indicado pelo
último bit no parâmetro ADC.

Se o usuário discar 85024/85040 seguido do número do ramal e encontrar congestionamento na


escolha principal e na primeira alternativa, o sistema selecionará a rota "20" para completar a chamada.
Os dígitos enviados para a central cooperante serão NNNNNNxxxx ou NNNNNNxxxx como indicado
pelo conjunto 2 de informação para conversão do número individual.
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7.13 Conexão Semipermanente com Sinalização D sobre B

7.13.1Geral

Conexões semipermanentes estão disponíveis em algumas redes públicas, como uma alternativa
efetiva de custo para as caras linhas alugadas.

Nesta aplicação, a rede pública é utilizada como uma portadora transparente de informações tais como
voz, dados e serviços suplementares com a mesma funcionalidade do DPNSS em uma rede privada.

Um certo número de canais digitais estarão permanentemente conectados entre duas interfaces digitais
de dois PABX diferentes através da rede pública, para utilização como um tie-line entre PABX. Aqueles
canais não utilizados como conexões semipermanentes ainda podem ser utilizados como circuitos
normais comutados sobre a interface digital para a rede pública.

7.13.2Sinalização D sobre B

A sinalização D sobre B é utilizada em conexões semipermanentes para formar um tie-line com


funcionalidade DPNSS entre centrais ASB 501 através da rede pública.

Para a existência deste recurso é necessário que exista uma interface digital entre os PABX e a rede
pública.

A sinalização para controle de chamada e para interface de manutenção é normalmente conduzida em


um "time slot" dedicado na interface digital (ou seja, o time slot 16 é utilizado para sinalização em uma
interface digital 30B+D). Os canais B são canais de transmissão para voz e dados enquanto o canal D é
utilizado para sinalização.

A rede pública não suporta o protocolo de sinalização utilizado pelo PABX. Este problema é resolvido
utilizando-se um dos canais B (normalmente conduzindo voz) para conduzir a informação de
sinalização. Este canal é chamado "canal D sobre B".
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7.13.3Configuração

7.13.3.1 Software

TL58

O bloco funcional TL58 utiliza CCS de acordo com as especificações para APNSS, fornecendo as
mesmas funcionalidades que em DPNSS.

TL30

Trata da programação da interface digital CAS. O primeiro indivíduo programado na interface digital é
associado ao TL30. Este indivíduo servirá como canal "D sobre B". Os demais indivíduos da rota são
associados ao TL58. Estes canais servirão como canais B.

TL/SL (ISDN)

Trata da programação da interface digital CCS (TLU64). O primeiro indivíduo programado na interface
digital é associado ao SL. Este indivíduo servirá como canal D. Os demais indivíduos da rota são
associados ao TL58. Estes canais servirão como canais B.

7.13.3.2 Hardware

SLU - Unidade de Sinalização de Linha

A Unidade de Sinalização de Linha é o hardware entre o TL58 e um modem síncrono em modo


comutado. A sinalização é realizada através da conexão V.24, da SLU para o modem.

Modem

A aplicação conexão semipermanente requer um modem a 2 fios síncrono em modo comutado. O


modem opera em modo "full duplex".

O modem é conectado a uma linha comum de ramal analógico (ELU) que é programada como um
ramal especial (comando SPEXI).

O modem é controlado pelo circuito Terminal de Dados Pronto (DTR) da interface V.24. Quando o DTR
está em alto o modem fica fora do gancho, iniciando assim, uma chamada "hotline" para o indivíduo
servindo como canal "D sobre B".

TLU-D CAS

Serve como a interface digital CAS e é um cartão com 30/32 canais PCM digital, operando em
2MBits/s.

TLU-D CCS

Serve como interface digital CCS e é um cartão PCM digital 30B+D, operando em 2 MBits/s.
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ASB 501

* Conexão através de hot-line **

Cabo coax 75/120 Ohm


TLU-D **
CAS Interface CAS
* ELU-A
analógico Interface
Digital
Cabo coax 75/120 Ohm
TLU-D
CCS
Interface CCS

Digital -> Analógico


TL58 SLU-1 MODEM 2 fios

Interface
V.24

Figura 1. Estabelecimento de conexão semipermanente.

ELU-A = ELU analógica


TLU-D = TLU digital

Canal “D sobre B” (sinalização)


Canal B 1 (voz)
Canal B 2 (voz)
Canal B 3 (voz)

Interface
Digital

Figura 2. Uma interface digital para conexões semipermanentes.


Três canais de voz e um canal de sinalização.
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7.13.4Procedimento

Quando uma conexão semipermanente for programada com sinalização D sobre B, a seguinte ordem
deve ser seguida:

1. Programação do canal "D sobre B" (sinalização)


2. Programação da conexão ELU-TLU através do hotline
3. Programação dos canais B (voz)

A remoção de uma conexão semipermanente com sinalização D sobre B é efetuada na ordem oposta.

7.13.5Execução

A execução é descrita utilizando dois exemplos:

1. No primeiro exemplo é utilizada uma interface digital CAS.


2. No segundo exemplo é utilizada uma interface digital CCS.

7.13.6Exemplo com Interface CAS

Pré-requisitos

A configuração do ASB 501 utilizando TLU-D CAS é feita de acordo com a Figura 1.

Software: TL58 e TL30.

Hardware: SLU1, Modem LM Ericsson ZAT 2400/2400-7, ELU11, TLU-D CAS.

O modem deve ser configurado de acordo com as instruções de estrapeamento MODEM LM


ERICSSON ZAT 2400/2400-7 FOR APNSS.

Tratamento de Comandos

Programação de um canal "D sobre B", CAS


Posição do cartão TLU-D CAS: 1-1-10 (utilizando o indivíduo 01)

ROCAI:ROU=7,SEL=011000000000,SERV=0010000000,SIG=011111000000,
TRAF=00151515,TRM=5,DIST=5,DISL=128,BCAP=10110;

RODAI:ROU=7,TYPE=TL30,VARC=00000021,VARI=00000151,VARO=00000001;

ROEQI:ROU=7,TRU=1-1,EQU=1-1-10-01;

RODDI:DEST=007,ROU=7,SRT=4;
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Programação de uma conexão hotline ELU-TLU


Posição do cartão ELU-A: 1-0-10 (utilizando o indivíduo 0)

EXTEI:DIR=2011,EQU=1-0-10-0,CAT=1,TYPE=EL6;

SPEXI:DIR=2011,OPT=N,NDC=007;

Programação de 3 canais B
Posição do cartão TLU-D CAS: 1-1-10 (utilizando os indivíduos 02 a 04)
Posição do cartão SLU1: 1-1-00 (utilizando os indivíduos 1 a 3)

ROCAI:ROU=9,SEL=011000000000,SERV=0010000000,SIG=011111000041,
TRAF=00151515,TRM=7,DIST=5,DISL=128;

RODAI:ROU=9,TYPE=TL58,VARC=00000311,VARI=00000000,VARO=00000000;

ROEQI:ROU=9,TRU=1-1,EQU=1-1-10-02,SQU=1-00-1;

ROEQI:ROU=9,TRU=1-2,EQU=1-1-10-03,SQU=1-00-2;

ROEQI:ROU=9,TRU=1-3,EQU=1-1-10-04,SQU=1-00-3;

RODDI:DEST=009,ROU=9,SRT=4;

Para concluir e ativar a conexão semipermanente,


o procedimento anterior deve ser repetido para o PABX
que se encontra no outro nó da conexão.
Isto resultará em:
Posição múltipla do canal "D sobre B": 1-1-10-1
Posição múltipla #1 do canal B: 1-1-10-2
Posição múltipla #2 do canal B: 1-1-10-3
Posição múltipla #3 do canal B: 1-1-10-4
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7.13.7Exemplo com Interface CCS

Pré-requisitos

A configuração no ASB 501 utilizando TLU-D CCS é efetuada de acordo com a Figura 1.

Software: TL58, TL/SL (ISDN).

Hardware:

SLU1, Modem LM Ericsson ZAT 2400/2400-7, ELU11, TLU-D CCS.

O modem deve ser configurado de acordo com as instruções de estrapeamento MODEM LM


ERICSSON ZAT 2400/2400-7 FOR APNSS.

Tratamento de Comandos

Programação de um canal "D sobre B", CCS


Posição do cartão TLU-D CAS: 1-1-60 (utilizando o indivíduo 01)

ROCAI:ROU=8,SEL=011000000000,SERV=0010000000,SIG=011111000031,
TRAF=00151515,TRM=5,DIST=5,DISL=128,BCAP=1011;

RODAI:ROU=8,TYPE=SL60,VARC=00000640,VARI=00000000,VARO=00500000;

ROEQI:ROU=8,TRU=1-1,EQU=1-1-60-01;

RODDI:DEST=008,ROU=8,SRT=4;

Programação de uma conexão ELU-TLU através de hotline


Posição do cartão ELU11: 1-0-10 (utilizando o indivíduo 1)

EXTEI:DIR=2012,EQU=1-0-10-1,CAT=1,TYPE=EL6;

SPEXI:DIR=2012,OPT=N,NDC=008;

Programação de 3 canais B
Posição do cartão TLU-D CCS: 1-1-60 (utilizando os indivíduos 02 a 04)
Posição do cartão SLU1: 1-1-00 (utilizando os indivíduos 1 a 3)

ROCAI:ROU=10,SEL=011000000000,SERV=0010000000,SIG=011111000041,
TRAF=00151515,TRM=7,DIST=5,DISL=128;
DIRETRIZES OPERACIONAIS 64(64)
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RODAI:ROU=10,TYPE=TL58,VARC=00000413,VARI=00000000,VARO=00000000;

ROEQI:ROU=10,TRU=1-1,EQU=1-1-60-02,SQU=1-00-1;

ROEQI:ROU=10,TRU=1-2,EQU=1-1-60-03,SQU=1-00-2;

ROEQI:ROU=10,TRU=1-3,EQU=1-1-60-04,SQU=1-00-3;

RODDI:DEST=010,ROU=10,SRT=4;

Para concluir e ativar a conexão semipermanente,


o procedimento anterior deve ser repetido para o PABX
que se encontra no outro nó da conexão.
Isto resultará em:
Posição múltipla do canal "D sobre B": 1-1-60-1
Posição múltipla #1 do canal B: 1-1-60-2
Posição múltipla #2 do canal B: 1-1-60-3
Posição múltipla #3 do canal B: 1-1-60-4

8 Finalização
Se os dados da central foram alterados, deverá ser efetuado um dump para a unidade de backup do
sistema.
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MD110
"REDES", AS/EX/IT/KS/NA/NU/RO/SY

Conteúdo Página

1 GERAL ....................................................................................................... 2
1.1 Configurações de rede privada ................................................................... 2
1.2 Limitações .................................................................................................. 4
1.3 Operação com as versões anteriores .......................................................... 5
1.4 Operação com outros PABX, suporte a serviços ISDN padronizados .......... 6
1.5 Glossário e siglas........................................................................................ 6

2 Pré-requisitos............................................................................................ 7

3 Auxílios...................................................................................................... 8

4 Referências ............................................................................................... 8

5 Serviços ao usuário.................................................................................. 9
5.1 Aviso de tarifação ....................................................................................... 9
5.2 Chamada de retorno automático ................................................................. 12
5.3 Oferecimento de chamada.......................................................................... 14
5.4 Redirecionamento....................................................................................... 15
5.5 Intercalação ................................................................................................ 18
5.6 Rastreio de chamada maliciosa .................................................................. 20
5.7 Identificação do nome................................................................................. 22
5.8 Reroteamento ............................................................................................. 22
5.9 Otimização de rotas .................................................................................... 22

6 Finalização ................................................................................................ 25

MTC/CMT - RRM/AXP 07009.DOC


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1 Geral

Estas diretrizes operacionais fornecem uma descrição resumida do manuseio dos dados de O&M
(Operação e Manutenção) dos serviços de rede. Informações mais detalhadas podem ser encontradas
nas diversas diretrizes operacionais citadas no item "Referências".

Em uma rede privada é possível realizar vários serviços suplementares.

Os serviços suplementares descritos neste documento são :

• aviso de tarifação
• chamada de retorno automático
• oferecimento de chamada (chamada em espera em rede)
• redirecionamento
• intercalação
• rastreio de chamada maliciosa (apesar deste ser um serviço da rede pública)
• otimização de rotas

Outros serviços de rede não são descritos neste documento devido a não envolverem muitos grupos de
comandos e estarem suficientemente descritos em suas diretrizes operacionais.

Em redes ISDN todos os serviços são suportados, seja o plano de numeração aberto, fechado ou misto,
através da utilização da informação de Tipo de Número de ISDN. As redes DPNSS/APNSS possuem as
mesmas limitações que o ASB 501 04 R2/n. Para informações sobre planos de numeração, consulte as
diretrizes operacionais para NUMERAÇÃO.

1.1 Configurações de rede privada


Para poder utilizar os serviços de rede entre todas as partes dentro de uma rede privada, é necessário
que a rede seja homogênea, isto é, as conexões entre os sistemas utilizem o mesmo sistema de
sinalização (APNSS/DPNSS ou ISDN). A razão para isto é que os serviços de rede não são suportados
em uma interligação APNSS/DPNSS - ISDN. Como resultado disto, a parte A na figura abaixo não pode
solicitar nenhum tipo de serviço de rede sobre a parte B, pois a conexão possui dois sistemas diferentes
de sinalização.
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Os sistemas de sinalização (DPNSS/APNSS ou ISDN) quando interligando dois ramos em uma rede
não suportam serviços de rede.

Ramo 1 da rede Ramo 2 da rede

Nó A Nó A

DPNSS Nó B Nó B ISDN

Nó C Nó C
Facilidades de rede não
suportadas. Apenas
chamada básica.

1.1.1 APNSS/DPNSS/ISDN

Uma rede DPNSS/APNSS ou ISDN homogênea suporta serviços de rede através de centrais trânsito.
Isto também é válido para uma rede mista APNSS/DPNSS, porém não é válido para uma rede mista
ISDN - DPNSS/APNSS.

A PABX A PABX PABX B B


(origem) trânsito (destino)

1.1.2 Rede Privada Virtual (RPV)

Uma RPV consiste de centrais ASB 501 conectadas através da rede pública transparente ISDN.
Rede
A PABX A PABX Pública PABX B B
(origem) trânsito ISDN (destino)

(ISDN) (ISDN) (ISDN)

A RPV é um método através do qual o PABX estabelece chamadas privadas através da rede pública.
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Para chamadas privadas que utilizam a função RPV, o nível de serviço oferecido é praticamente o
mesmo que em chamadas em rede privada utilizando tie-lines. Os serviços de rede podem ser
utilizados como em uma rede privada, porém a rede pública pode impor algumas restrições, por
exemplo a quantidade de informação enviada entre usuários (UUI) e quando esta pode ser enviada.

1.1.3 Rede Pública ISDN

Existem alguns serviços que podem ser utilizados em uma rede pública ISDN. Estes serviços não
deveriam estar descritos neste documento devido a não envolverem redes privadas, porém um deles é
citado:

• Rastreio de chamada maliciosa (identificação)

Outros serviços oferecidos não descritos neste documento são, por exemplo:

• aviso de tarifação
• Identificação da parte chamadora/conectada

1.2 Limitações

• A conversão numérica não é suportada em conjunto com serviços de rede.

• Os serviços de rede geralmente não são suportados em conjunto com Rotas de Menor Custo. Existe
apenas uma situação em que os serviços de rede estão disponíveis para uma chamada efetuada
através da utilização de rotas de menor custo: quando uma chamada através de rota de menor custo
fof reroteada em uma rede privada (uma destinação privada na tabela ENT, ou seja, roteamento öff-
net” para “on-net”). O aviso de tarifação é suportado também quando rotas de menor custo forem
utilizadas.

• Para otimizar o nível de serviços da rede, é importante que se programe rotas alternativas para uma
destinação em um nível decrescente de suporte aos serviços de rede, isto é, os troncos que
suportam os serviços de rede devem ser prioritários na escolha e os troncos que não suportam tais
serviços devem ser os de última escolha.

• Os serviços de rede não são suportados em uma interligação entre rotas com esquemas de
sinalização APNSS/DPNSS e ISDN.

• Se uma interface ISDN, 30B+D ou 2B+D, é dividida em mais de uma rota, não é possível a
utilização de chamadas virtuais (conexões temporárias de sinalização) em qualquer uma das rotas
em questão.
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1.3 Operação com as Versões Anteriores


Se os sistemas cooperantes são ASB 501 04 R1 ou anteriores, o parâmetro SIG no comando ROCAI
deve ser programado como “serviços de rede não existentes”. Esta informação é válida para sinalização
DPNSS.

Se a sinalização APNSS/DPNSS é utilizada quando o sistema cooperante é um ASB 501 04 R2, a


mesma funcionalidade entre dois sistemas ASB 501 04 R2 é obtida.

Se uma central está interligada a uma central cooperante com uma versão anterior utilizando tie-lines
ISDN ou RPV, o parâmetro VARC para “funcionalidade ISDN completa” no sistema ASB 501 04 R4
deve ser programado como Não. Os serviços de Intercalação, Oferecimento de Chamada e Chamada
de Retorno Automático são suportadOs quando a central cooperante é um ASB 501 04 R2/n utilizando
sinalização ISDN, caso a central R2/n não funcione como um PABX trânsito.

A B
04/R4 04/R2 04/R4
ISDN ISDN

Seviços de rede não disponíveis.

A B
04/R2 04/R4 04/R2
ISDN ISDN

Apenas chamada de retorno automático,


intercalação e oferecimento de chamada
disponíveis.

A B
04/R2 04/R4 04/R2
ISDN DPNSS
X Y

Seviços de rede não disponíveis.

O parâmetro ADC no comando RODDI para a rota ISDN X (destinação B) deve ser programado com
“possibilidade de UUI” mesmo que o enlace Y não suporte serviços de rede, como neste caso onde
existem dois tipos de sinalização.

Em uma situação como na figura a seguir, uma RPV onde um ou mais PABX são ASB 501 04 R2/x, é
necessário que a “funcionalidade ISDN completa” seja programada como Não para as rotas ISDN
públicas em todos os PABX. O motivo é que um nó de destino não pode determinar se a parte
originadora é proveniente de um 04/R4 ou não.
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A ISDN Público C
04/R2 (RPV) 04/R4
ISDN ISDN

ISDN

04/R4
B

1.4 Operação com Outros PABX, Suporte a Serviços ISDN Padronizados

Os serviços Chamada Básica, Identificação da Linha Chamadora/Conectada, Aviso de Tarifação e


Identificação do Nome são padronizados pelas normas ECMA, e portanto podem ser suportados quando
na interligação com um outro modelo de PABX (ASB 501) que possui estes mesmos serviços.

Outros serviços padronizados podem ser suportados em situações de trânsito. Isto necessita que as
rotas ISDN envolvidas sejam programadas para suporte ao protocolo de Funcionalidade Genérica, ou
seja, o parâmetro VAR no comando RODAI deve ser programado de acordo com a funcionalidade
suportada.

1.5 Glossário e Siglas

DAC Distribuição Automática de Chamadas


APNSS DPNSS Analógico
AS Sistema de Aplicação (parâmetro)
AOC Aviso de Tarifação
CCS Sinalização por Canal Comum
COS Classe de Serviço
DPNSS Sistema de Sinalização de Rede Privada Digital
GF Funcionalidade Genérica (protocolo em ISDN)
ICL Nível de Capacidade de Intercalação
ISDN Rede Digital de Serviços Integrados
IPL Nível de Proteção à Intercalação
MCT Rastreio de Chamada Maliciosa
MDP Parâmetros Dependentes do Mercado
OPI Mesa de Telefonista do PABX
PABX PABX
POTS Telefone Digital Modelo DBC199
PSTN Central Pública
RPV Rede Privada Virtual
UUI Informação entre Usuários
UUS Sinalização de Serviço entre Usuários
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PABX de origem/ PABX "gateway"

É a central onde se encontra a parte originadora da chamada.


Se a chamada é externa de entrada, a central de origem é aquela onde a chamada entra na rede CCS.

Um PABX "gateway" é uma central onde o sistema de sinalização de entrada e de saída são diferentes,
por exemplo, ISDN para DPNSS/APNSS ou vice-versa.

PABX trânsito

É uma central que é utilizada apenas como um caminho para a chamada, e onde os sistemas de
sinalização de entrada e saída são os mesmos.

PABX de Destino

É a central onde se encontra a parte desejada (discada).

Rede PABX de PABX PABX de


Pública origem/ trânsito destino
PABX
ou não “gateway”
CCS
ou ISDN
Público

2 Pré-requisitos
Devem estar programadas as seguintes série numéricas:

• Números de ramais, comando-NA

• Números de telefonista, comando-NA

• Códigos de Acesso a Rota, comando-NA

• Número próprio da central, comando-NA


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Outros pré-requisitos são:

• O recurso de roteamento em rede privada deve estar carregado para que serviços de rede privada
sejam utilizados. O roteamento em rede privada é programado através dos comandos opcionais LC.

• Os serviços de rede devem ser permitidos tanto na central de origem como na central de destino,
isto é, o parâmetro SIG no comando ROCAI deve ser programado para " serviços de rede
suportados". Em uma situação RPV, a mesma observação é válida, embora a rota seja definida
como uma linha pública externa ao invés de uma linha de junção.

• Para ISDN é necessário que a destinação seja um outro sistema ASB 501, ou seja, o parâmetro ADC
no RODDI deve estar programado convenientemente.

• Se a situação permitir, pode-se programar no parâmetro VARC que a “funcionalidade ISDN


completa” estará disponível. Para rotas ISDN públicas é necessário que a categoria de “Alerta de
UUI suportado” e o suporte para UUS 1, 2, 3 estejam programados nos parâmetros VAR (comandos
RO).

• Prefixos numéricos podem ser programados dependendo do plano de numeração (comandos RO).

3 Auxílios
Terminal de E/S.

4 Referências
Estas diretrizes operacionais referenciam-se aos seguintes documentos:

Diretrizes Operacionais: Parâmetros de Sistema de Aplicação


Ramais Analógicos
Telefones Digitais
Terminais ISDN
Análise Numérica
Conversão Numérica
Dados de Rota
Dados de Sistema

Descrição de Comandos: Parâmetros de Sistema de Aplicação, AS


Ramais Analógicos, EX
Ramais Digitais, KS
Terminais ISDN, IT
Análise Numérica, NA
Conversão Numérica, NU
Dados de Rota, RO
Dados de Sistema, SY
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5 Serviços do Usuário

5.1 Aviso de Tarifação

5.1.1 Geral

O aviso de tarifação é um serviço que fornece a informação de tarifação (em moeda) recebida da rede
pública ISDN através do display do ramal tarifado no PABX. A informação pode ser enviada através de
uma rede privada ISDN homogênea baseada na norma ECMA para AOC.

A solicitação de AOC somente é suportada no estabelecimento da chamada, e somente estão


disponíveis os serviços públicos ISDN “AOC durante” e “AOC término”. A programação dos dados
referentes a AOC (grupos de comandos RO, AS e KS) está descrita a seguir.

Chamadas multi-parte e chamadas estabelecidas através de siga-me externo não possuirão informação
AOC. As chamadas transferidas a uma parte localizada fora do nó de transferência, ou chamadas que
sofreram otimização de rota também não receberão informação AOC.

Usuário de AOC
PABX de PABX PABX
A origem trânsito “gateway”

ISDN
Público
Figura 5-1. Aviso de Tarifação

5.1.2 Pré-requisitos, Procedimento

1 Os ramais devem estar programados (KS/EX/IT)


2 Programe as rotas ISDN pública e privada tarifadas (RO), com AOC e GF suportados
3 Programe o custo por unidade de tarifação (pulso) para a conversão pulso-moeda
4 Programe os textos corretamente e o formato da moeda (EX/AS)
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5.1.3 Execução

Presume-se que os ramais estejam programados. As rotas ISDN pública e privada devem ser
programadas como rotas tarifadas. As rotas privadas ISDN devem possuir suporte a serviços de rede.
Digite os comandos:

ROCAI:...,SIG=; ou

ROCAC:...,SIG=;

O suporte ao protocolo de funcionalidade genérica padronizada deve ser programada em todas as rotas
que utilizam os protocolos padrão para AOC. Isto se aplica às rotas privadas e públicas. O suporte ao
protocolo de funcionalidade genérica é definido por rota no parâmetro VAR do comando RODAI.

O sistema ASB 501 somente suporta AOC de acordo com as normas ECMA em redes privadas.

Para rotas públicas vários protocolos de tarifação são suportados adicionalmente à versão padrão
(ETSI). Se a rede pública não suporta AOC de acordo com a norma ETSI, o tipo de protocolo utilizado é
controlado por parâmetros dependentes de mercado.

Quando são utilizados os protocolos padrão para AOC, o tipo de tarifação desejada é definido por rota
no parâmetro VAR do comando RODAI. Os diferentes tipos de serviços AOC que podem ser definidos
são “Tarifação durante” (AOC-D), “Tarifação término” (AOC-E), ou ambos. Os serviços podem ser
definidos independentemente.

A informação de tarifação a partir da rede pública ISDN está disponível para todas as chamadas, ou
solicitada a cada chamada. Se for solicitada a cada chamada e a rede pública suportar AOC de acordo
com a norma ETSI para AOC, o tipo de solicitação de tarifação utilizado deverá ser definido. Isto
também é programado através do parâmetro VAR no comando RODAI.

Programação do custo por unidade de tarifação (pulso):

A informação de tarifação pode ser recebida tanto em moeda como em unidades de tarifação (pulsos).
O custo é sempre exibido para o usuário em moeda. Se a informação do custo for recebida em
unidades de tarifação será sempre necessário calcular o valor correspondente em moeda.

Por outro lado, os contadores de tarifação somente utilizam a informação de tarifação armazenada em
unidade (pulsos). Isto significa que se a informação de custo for recebida em moeda será sempre
necessário calcular o custo correspondente em unidades de tarifação. O custo por unidade (pulsos) é
controlado no sistema por um parâmetro do sistema de aplicação. Digite o comando:

ASPAC:PARNUM=150,PARVAL=...;

A seguir programe o parâmetro do sistema de aplicação responsável pelo formato da moeda, através do
comando:
ASPAC:PARNUM=129,PARVAL=...;

Para selecionar, por exemplo, se será utilizado ponto decimal (custo por pulso em centavos,
dependendo da moeda), ou não.
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Se a informação de tarifação for recebida em unidades de tarifação e o custo por unidade for definido
em frações, o custo total será também exibido em frações (centavos).

Programação do texto AOC padrão (moeda)

A identificação da moeda é geralmente enviada da rede pública para a rede privada. Se não for
recebida identificação da moeda da rede pública, o texto AOC padrão será utilizado. Existem dois textos
a serem programados.

O primeiro texto é utilizado em uma central pública “gateway” antes de enviar qualquer informação de
custo para a rede privada. Isto é definido através de um parâmetro do sistema de aplicação:

ASPAC:PARNUM=185,PARVAL=...;

O parâmetro utiliza o código de moeda correspondente à moeda desejada de acordo com a norma ISO
4217. O identificador da moeda é sempre recebido da rede privada na central de origem. No entanto,
não é mandatório para a rede pública.

Se nenhum identificador de moeda for recebido na conexão com a rede pública, um texto identificador
de moeda padrão é adicionado na central de origem. O texto é programado através do comado:

KSTSC:STRNO=MIS14,STRING=...;
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5.2 Chamada de Retorno Automático

5.2.1 Geral

A facilidade Chamada de Retorno Automático permite ao usuário chamador que encontra o ramal de
destino ocupado, ou que não atende, a possibilidade de ser automaticamente rechamado quando o
ramal de destino se encontrar livre.

A parte chamadora deve estar localizada na rede privada ou na rede privada virtual. A parte
supervisionada deve ser um ramal.

Existem dois tipos de Chamada de Retorno Automático possíveis:

• Retorno automático quando livre.

• Retorno automático por não atendimento.

5.2.1.1Diferentes versões de estabelecimento de chamada

Versão 1

Um caminho de transmissão é estabelecido entre o PABX de origem e de destino antes que a parte
originadora seja rechamada. Quando a parte originadora atende, a parte no PABX de destino é
chamada.

Esta é a versão padrão utilizada no sistema ASB 501 04.

Versão 2

Não é estabelecido caminho algum entre os PABX de origem e de destino quando a parte originadora é
chamada. Quando a parte originadora atende à rechamada, uma nova chamada é estabelecida ao
PABX de destino e a parte de destino é chamada.

Esta versão pode ser utilizada quando o caminho de transmissão é estabelecido através da rede pública
ISDN.

Se o caminho de conexão em qualquer parte é estabelecido através da rede pública ISDN, pode-se
utilizar a versão 1, mas devido a limitações da rede pública ISDN pode ser necessário a utilização da
versão 2. Neste último caso, a versão 2 tem que ser utilizada em todo o caminho de conexão, inclusive
nas partes estabelecidas através de tie-lines. Para utilizar a versão 2, todos os nós da rede devem
possuir o parâmetro PARNUM = 123 programado para a versão 2, desde que a rede possua pelo menos
um nó que necessite desta versão.

Nota: Esta programação afetará também as chamadas efetuadas através apenas de tie-lines.

Relações entre o sistema de sinalização, tipo de rota / e versão de estabelecimento de chamada:


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Versão Versão 1 Versão 2

Sist. Sinal./
Tipo de Rota

DPNSS/Tie-Line SIM NÃO


APLICÁVEL
ISDN Pública/
Rede Pública SIM * SIM *

* = Controlado pelo parâmetro AS


ISDN/Tie-Line SIM * SIM *

Figura 5-2. Versão de estabelecimento de chamada de retorno automático

5.2.2 Verificação dos Dados de Chamada de Retorno Automático

Nenhum dado específico é necessário para a facilidade Chamada de Retorno Automático, exceto que
os serviços de rede devem estar suportados. Para ISDN, a Chamada de Retorno Automático funciona
também se a “funcionalidade ISDN completa” estiver programada como Não, quando a central
cooperante for um ASB 501 04 R2/N .

Existem alguns parâmetros de sistema de aplicação utilizados para Chamada de Retorno Automático,
para selecionar temporizações e a versão de estabelecimento de chamada. Digite o comando:

ASPAC:PARNUM=XX,PARVAL=...;

Os seguintes parâmetros de sistema são usados para chamada de retorno automático em rede:

PARNUM 60 Tempo para reserva de ramal em chamada de retorno automático em uma rede
privada com facilidades de rede (valor recomendado = 10s).

PARNUM 92 Tempo para supervisão do atendimento da chamada de retorno automático em uma


rede privada (valor recomendado = 32s).

PARNUM 94 Tempo máximo para atendimento de uma rechamada de retorno automático em uma
rede privada (mínimo valor recomendado = 30s).
PARNUM 123 Seleção do tipo de estabelecimento de chamada de retorno automático em rede
através de rotas ISDN.

PARNUM 124 Tempo máximo de campainha na parte A (valor recomendado = 8s).


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PARNUM 125 Tempo de supervisão de uma chamada de retorno automático na central de


origem, iniciada quando a parte chamada está ocupada (valor recomendado =
7200s).

PARNUM 126 Tempo de supervisão de uma chamada de retorno automático na central de


destino, iniciada quando a parte chamada está ocupada (valor recomendado =
7260s).

PARNUM 127 Tempo de supervisão de uma chamada de retorno automático na central de


origem, iniciada quando a parte chamada não atende (valor recomendado =
7200s).

PARNUM 128 Tempo de supervisão de uma chamada de retorno automático na central de


destino, iniciada quando a parte chamada não atende (valor recomendado =
7260s).

5.3 Oferecimento de Chamada

5.3.1 Geral

Um usuário de ramal que chama outro ramal e recebe tom de ocupado pode solicitar o serviço
Oferecimento de Chamada/Chamada em Espera no ramal ocupado.

Existe um parâmetro (nos comandos EX/KS) que permite ou não iniciar a solicitação Oferecimento de
Chamada/Chamada em Espera a partir da origem (parte "A"). A parte chamada ("B") possui em sua
categoria um parâmetro que permite ou não a aceitação do Oferecimento de Chamada/Chamada em
Espera. A categoria da parte ("C") que está conectada à parte ocupada ("B") não é verificada. Quando a
telefonista transfere uma chamada para um ramal ocupado, se a categoria permitir, o sistema efetuará o
Oferecimento de Chamada/Chamada em Espera automaticamente.

Um ramal que chama um ramal ocupado pode solicitar ao sistema o envio de Tom de Chamada em
Espera a um ramal analógico ou sinal de campainha a um ramal digital. Adicionalmente à categoria do
ramal ocupado (“B”), o PARNUM = 35 controla se o Oferecimento de Chamada/Chamada em Espera é
permitido.

Se uma linha externa de entrada utiliza CCS, e o originador externo é um ramal ou telefonista, a classe
de serviço da rota de entrada não importa. O Oferecimento de Chamada/Chamada em Espera não será
executado automaticamente.

Nenhum outro dado de E/S específico é necessário para o Oferecimento de Chamada, exceto que
serviços de rede devem ser suportados. Se os serviços de rede não são suportados e a parte
chamadora for uma telefonista, a solicitação de Oferecimento de Chamada será descartada, e a
chamada prosseguirá como uma chamada normal. Para ISDN o oferecimento de chamada está
disponível mesmo que a “funcionalidade ISDN completa” não seja suportada, isto é quando interligado a
um ASB 501 04 R2/N.
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5.4 Redirecionamento

5.4.1 Geral

Os serviços de redirecionamento em rede possibilitam ao usuário redirecionar, por vários motivos, suas
chamadas de voz para uma posição de atendimento dentro da rede privada. O redirecionamento em
rede é possível apenas em uma rede CCS consistindo de tie-lines APNSS e/ou DPNSS ou tie-lines
ISDN ou linhas públicas ISDN (para RPV). Os serviços de redirecionamento descritos neste documento
são os seguintes:

• Redirecionamento direto

• Redirecionamento quando livre

• Redirecionamento por não atendimento

• Siga-me

A posição definida para o redirecionamento pode ser um ramal, um grupo DAC, um grupo de chamadas
em busca, um grupo de campainha comum, uma posição individual de telefonista ou um grupo de
telefonistas.

5.4.2 Configurações de Rede e um Conceito Básico de Tráfego

A figura a seguir (figura 5-3) mostra uma possível configuração de rede DPNSS/APNSS ou ISDN
homogênea, onde todas as partes envolvidas estão localizadas em diferentes PABX, obviamente, as
partes podem estar localizadas na mesma configuração de rede, em qualquer combinação. Se todas as
partes estão localizadas no mesmo PABX, então temos o caso de redirecionamento interno.

PABX de origem

É a central onde as chamadas são originadas. A parte "A" pode ser interna ou externa, chamando de
uma rede que não suporta o serviço de redirecionamento, ou seja, uma rede não CCS. Há alteração no
sistema de sinalização, portanto, o PABX de origem é também uma central "gateway".
PABX de destino

É a central onde está localizada a parte desejada (número discado), e onde é iniciado o
redirecionamento da chamada.

PABX de atendimento

É a central onde está localizada a parte definida para o atendimento da chamada.


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Ramal B
Ramal redirecionado
chamador para C
A PABX A PABX B B
(Origem) (Destino)

Ramal de destino do
redirecionamento
PABX C C
(Atendimento)

Figura 5-3. Redirecionamento

O ramal "A" no PABX de origem efetua uma chamada para o ramal "B" no PABX de destino. O ramal
"B" ativou o redirecionamento (quando ocupado, direto, siga-me ou por não atendimento) para o ramal
"C" no PABX de atendimento. Depois que "A" chama "B", o redirecionamento será processado na
central de destino. A central de destino continua o processo da chamada, enviando a identidade do
ramal C para a central de origem juntamente com a solicitação de redirecionamento.

O princípio de retornar ao PABX de origem/"gateway" para um novo estabelecimento da chamada, após


ter ocorrido o redirecionamento na central de destino é sempre utilizado, e a razão para isto é para
minimizar a ocupação de recursos da rede. A central de origem realiza um novo estabelecimento de
ligação para o ramal C, na central de atendimento.

5.4.3 Canais de Redirecionamento em Rede

Uma posição de atendimento de redirecionamento, mas não de redirecionamento de mensagens, pode


ser redirecionada através de siga-me, mas todos os outros os tipos de redireção encadeados são
bloqueados. Existe um contador de redireções em rede, que é programado através de parâmetros AS,
estabelecendo a máxima quantidade de canais que são permitidos para uma chamada. Este contador
se encontra no PABX de origem e é incrementado toda vez que uma nova chamada de
redirecionamento é realizada.

A figura a seguir mostra uma possível configuração de rede DPNSS/APNSS ou ISDN homogênea, onde
a quantidade máxima de redirecionamentos encadeados é programado em 2 na central de origem,
através do comando:

ASPAC:PARNUM=121,PARVAL=2;
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Ramal B
Ramal redirecionado
chamador para C
A PABX A PABX B B
(Origem)

Ramal C com siga-


me para D
PABX C C

Ramal D com siga-


me para E
PABX D D

PABX E E

Figura 5-4 Canais de redirecionamento

O ramal "A" chama o ramal B. O ramal "B" ativou o redirecionamento (quando ocupado, direto ou por
não atendimento) para o ramal "C". O PABX A recebe a identidade de “C” proveniente do PABX B e
incrementa o seu contador de redirecionamento para um antes que uma nova chamada seja
estabelecida para o ramal C.

O ramal C ativou siga-me para o ramal D. O PABX A recebe a identidade de “D” proveniente do PABX
C e incrementa o seu contador de redirecionamento para dois antes que uma nova chamada seja
estabelecida para o ramal D. O ramal “D” ativou siga-me para o ramal E. O PABX A recebe a identidade
de "E" proveniente do PABX D e incrementa o seu contador de redirecionamento para três. Mas são
permitidos apenas dois canais.

Dependendo do estado do ramal B, acontecerá o seguinte:

Se o ramal B ativou um redirecionamento direto ou siga-me, um tom de operação incorreta é enviado


para o ramal "A". Se "B" ativou o redirecionamento quando ocupado, um tom de ocupado é enviado
para o ramal A. Se "B" ativou o redirecionamento por não atendimento, será mantido o toque de
campainha em "B".

5.4.4 Operação com Versões Anteriores

Se as centrais interligadas são ASB 501 04 R1 ou anteriores, utilizando DPNSS/APNSS, o parâmetro


VARC no comando RODAI deve ser programado para "não suportar redirecionamento em rede".
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Para ISDN, o parâmetro VARC para “funcionalidade ISDN completa” deve ser programado como Não
se a central cooperante for um ASB 501 04 R2/N ou anterior.

Na configuração de rede a seguir, o PABX B e o PABX C estão conectados ao PABX A (ASB 501 04
R1) e, portanto, o parâmetro VARC deve ser programado como descrito anteriormente. Para ISDN esta
observação é válida se o PABX A é um ASB 501 04 R2/N.
Ramal B
Ramal redirecionado
chamador para C
A PABX A PABX B B
(Origem) (“gateway”)
ASB 501 04 R1 ASB 501 04 R4
ou anterior

Ramal de destino do
redirecionamento
PABX C C
(Atendimento)
ASB 501 04 R4

Figura 5-5. Redirecionamento, operações com versões anteriores

O ramal "A" no PABX de origem efetua um chamada para o ramal “B”. O ramal “B” ativou o
redirecionamento (quando ocupado, direto, siga-me ou por não atendimento) para o ramal “C” no PABX
de atendimento.

Depois que “A” chamou “B”, o redirecionamento será processado no PABX B. O PABX B agirá, desta
forma, como uma central "gateway". Isto significa que o PABX-B continuará com o estabelecimento de
uma nova chamada ao ramal C na central de atendimento.

5.5 Intercalação

5.5.1 Geral

Durante a recepção do tom de ocupado, um usuário, com uma classe de serviço (COS) adequada, pode
solicitar a intercalação sobre a parte ocupada. De fato, quatro ou mais PABX podem estar envolvidos na
intercalação, isto é:

• O PABX de origem, onde a parte intercaladora está localizada.

• O PABX de destino, onde a parte intercalada está localizada.

• Central da terceira parte, onde está localizada a outra parte envolvida (esta central pode ser a
mesma que a central de origem ou de destino).

• PABX trânsito entre os PABX de origem e de destino e/ou entre o PABX de destino e o PABX da
terceira parte.
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5.5.2 DPNSS/APNSS/ISDN

Para intercalação em rede, os serviços de rede devem ser suportados, e existem vários parâmetros AS
que devem ser programados corretamente. Para ISDN, Intercalação e Desconexão Forçada existem
mesmo que a “funcionalidade ISDN completa” esteja programada como Não, quando a central
cooperante for um ASB 501 04 R2/N .

O nível de capacidade de intercalação (ICL) da parte intercaladora é programado através do parâmetro


SERV para ramais (KS/EX). O ICL é sempre enviado ao PABX de destino para comparação com o IPL
(nível de proteção a intercalação). A telefonista do PABX sempre possui o máximo ICL como valor
padrão. Programe o ICL e o IPL através do comando:

KSEXI ou EXTEI:...,SERV=;

O nível de proteção de intercalação (IPL) da parte intercalada é programado através do parâmetro


SERV para ramais (KS/EX). O nível de proteção de intercalação (IPL) da terceira parte é programado
através do parâmetro SERV para ramais. A telefonista do PABX tem nível máximo de proteção (IPL),
isto é, não pode ser intercalada.

O IPL da terceira parte é enviado ao PABX de destino para comparação, assim que houver a solicitação
do PABX de destino.

Se não for possível obter o IPL da terceira parte, assume-se o IPL fornecido por um parâmetro de
aplicação de sistema (PARNUM = 130) no PABX de destino. Se o PABX B é um ASB 501 04 R2, o ICL
tem o valor mais alto como padrão se for utilizado ISDN. Se o PABX C é um ASB 501 04 R2, o IPL é
programado através do PARNUM = 130 se for utilizado ISDN.

A desconexão forçada somente pode ser utilizada pela telefonista do PABX, e apenas se o PARNUM =
57 permitir. Digite o comando:

ASPAC:PARNUM=57,PARVAL=;

Os seguintes parâmetros de aplicação são utilizados na intercalação em rede:

PARNUM 26 Permissão para que chamadas DDR iniciem intercalação ou oferecimento de


chamada/chamada em espera.

PARNUM 35 Permissão para que um ramal efetue intercalação em um ramal analógico


ocupado, o qual possui o parâmetro SERV que permita a intercalação.

PARNUM 36 Permissão para intercalar uma parte conectada a um tronco da rede pública.

PARNUM 57 Desconexão forçada permitida ou não. Aplicável apenas à mesa de telefonista.

PARNUM 130 Valor IPL padrão, utilizado se o IPL real não for obtido.
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A tabela a seguir fornece as regras de comparação para IPL e ICL:

ICL IPL INTERCALAÇÃO


(INTERCALADOR) INTERCALADO/
TERCEIRO
3 3 => não permitida
3 0-2 => permitida
2 2-3 => não permitida
2 0-1 => permitida
1 1-3 => não permitida
1 0 => permitida
0 0-3 => não permitida

Parte Parte
intercaladora intercalada
A PABX A PABX PABX B B
(Origem) Trânsito (Destino)

PABX
Trânsito

Terceira Parte
PABX D C
(terceira
parte)

Figura 5-6. Intercalação

5.6 Rastreio de Chamada Maliciosa

5.6.1 Geral

O rastreio de chamada maliciosa, MCT, é um serviço utilizado par rastreio de chamadas maliciosas
originadas pela rede pública ISDN destinadas a um usuário do PABX. Não é suportada na rede privada
(DPNSS nem ISDN), e apesar de não ser um serviço de rede, será descrita neste documento.

O rastreio é ativado através de um procedimento ou uma tecla programável (aparelho digital). Quando
ativada, causará um alarme e uma listagem na central cooperante (na rede pública). A listagem conterá
por exemplo, o número chamador, o número chamado, data e hora.
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Nota: O rastreio de chamada maliciosa não é possível em chamadas RPV.

5.6.2 Pré-requisitos, procedimentos

1 Programe a rota ISDN pública (RO)


2 Programe os ramais digitais (KS)
3 Programe os ramal analógicos (EX)
4 Programe os terminais ISDN (IT)
5 Programe/altere os parâmetros de sistema de aplicação para MCT (AS)

5.6.3 Execução

Ao programar a rota (somente válido para rotas ISDN públicas), ou posteriormente utilizando o comando
de alteração, programe o parâmetro SEL para suportar MCT. Digite o comando:

ROCAI ou ROCAC:...,SEL=;

Para permitir a um ramal utilizar o serviço MCT é necessário programar sua categoria. Às telefonistas é
sempre permitido utilizar MCT. A programação da categoria para ramais analógicos e POTS é efetuada
através do seguinte comando:

EXTEI ou EXCAC:...,ADC=;

Para ramais digitais, digitando-se o comando:

KSEXI ou KSCAC:...,ADC=;

Seguido do comando KSFKC para programar uma tecla de função no aparelho.

Para terminais ISDN, digitando-se o comando:

ITNUI ou ITCAC:...,ADC=;

Os resultados podem ser obtidos através dos comandos ROCAP, EXCAP, KSCAP e ITDAP.

Finalmente programe os parâmetros do sistema de aplicação através dos comandos:

ASPAC:PARNUM=97,PARVAL=...;

Este comando seleciona se o PABX ou a rede pública deverão gerar os tons de aceitação/rejeição para
MCT. Programe se a bilhetagem deve exibir um código de condição para MCT digitando:

ASPAC:PARNUM=135,PARVAL=...;

O último parâmetro é o PARNUM 96, que define o tempo que a chamada deve permanecer
estabelecida se a parte externa desligar a chamada. Tipicamente pode ser de 20 segundos, e deve ser
menor que o tempo da central pública. Durante este intervalo será possível solicitar MCT. Ao esgotar a
temporização a chamada será desconectada.
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Há ainda mais um parâmetro AS, PARNUM 52, que controla se será possível efetuar MCT em
chamadas internas. Isto se aplica a determinados sistemas de aplicação, e não está relacionado ao
serviço ISDN.

5.7 Identificação do Nome

A identificação do nome pode ser transferida em uma rede ISDN privada, e também utilizando UUI em
uma rede privada virtual. No caso de uma RPV, a identificação do nome será a primeira informação a
ser descartada se houver limitações na rede pública ISDN.

O suporte para o protocolo de funcionalidades genéricas normalizadas deve ser programado em cada
rota que utiliza os protocolos padrão para Identificação do Nome. Isto se aplica para rotas privadas (tie-
lines). O suporte ao protocolo de funcionalidades genéricas normalizadas é programado no parâmetro
VAR do comando RODAI.

Consulte as diretrizes operacionais para Identificação do Nome (comandos NI) para maiores detalhes.

5.8 Reroteamento

O reroteamento pode ser suportado em uma rede CCS consistindo de tie-lines APNSS e/ou DPNSS, ou
uma rede ISDN homogênea. A implementação é proprietária. Consulte as diretrizes operacionais
Dados para Posições Centralizadas de Atendimento para maiores detalhes.

5.9 Otimização de Rotas


A otimização de rotas é realizada para obter o "caminho ótimo" entre duas centrais, e é um serviço
solicitado automaticamente pela rede, não pelo usuário.

A otimização de rotas entre centrais pode ser desejada quando existe uma rota direta com linhas livres
entre duas centrais, mas a comunicação de voz foi estabelecida por outro caminho, através de uma
terceira central.

A otimização de rotas somente é possível em uma rede CCS formada por tie-lines APNSS e/ou
DPNSS, ou uma rede ISDN homogênea.

A otimização de rotas é somente aplicável em chamadas de voz já estabelecidas.

Os eventos que podem levar à otimização de rotas são os seguintes :

• Ocorreu transferência de chamada em uma outra central

• Roteamento alternativo

• Encerramento de conferência com duas partes externas restantes

• Siga-me externo ocorreu em outra central


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A otimização de rotas entre duas centrais significa que uma chamada originada na central A, atendida
na central B, e posteriormente transferida para a central C, deverá utilizar o caminho mais curto, isto é,
um caminho direto entre as centrais A e C. O caminho através da central B é então desconectado.

Parte que
Ramal transfere a
chamador chamada
A PABX A PABX B B
(Origem) Transfere a
Número 1° caminho estabelecido chamada para
próprio 777 C

2° caminho estabelecido Ramal de destino


PABX C C
(Destino)
caminho/rota “ótimo” Número
próprio 888

Figura 5-7. Otimização de Rota

5.9.2 Pré-requisitos

• As rotas mais curtas possíveis entre as duas centrais devem ser capturadas (não é permitido a
captura de rotas alternativas durante a tentativa de otimização).

• As centrais devem possuir números próprios de identificação programados através do comando SY,
os quais devem ser códigos de acesso (ED) nas outras centrais.

• As centrais devem pertencer à mesma rede.

• A função de otimização de rotas deve estar habilitada através dos parâmetros do sistema aplicação
(AS).

• Para ISDN, dependendo do plano de numeração e se estiver sendo utilizada RPV, os prefixos devem
ser programados (comandos RO). Este prefixo juntamente com o número programado nos comandos
SY deve fazer parte da série numérica do DDR, consulte as diretrizes operacionais Numeração.

• Devem existir cartões (TMU/MPU) e programas (MMP) para conferência na central de origem.

• O programa de otimização de rota (RO) deve existir nas centrais de origem e destino.
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5.9.3 Programação dos Dados de Otimização de Rotas

São utilizados os seguintes parâmetros de sistema de aplicação (AS) para otimização de rotas:

PARNUM 66 Permite ou não a otimização de rotas.

PARNUM 71 Intervalo de tempo para se iniciar a otimização (valor recomendado = 10s).

PARNUM 70 Intervalo de tempo para se iniciar a otimização após roteamento alternativo (valor
recomendado = 60s).

PARNUM 72 Intervalo de tempo para um nova tentativa de otimização de rotas quando a


solicitação anterior foi rejeitada.

PARNUM 73 Quantidade de tentativas de executar otimização quando a solicitação for


rejeitada.

Exemplo de programação para permitir otimização de rotas quando não existe RPV:

Central de Origem

NANSI:NUMSE=777,NUMTYP=EN; Número próprio da central na rede privada.

SYIDI:EXGID=777; Dados de sistema, número próprio da Central.

ASPAC:PARNUM=66,PARVAL=1; Otimização de rota habilitada.

Central de Destino

NANSI:NUMSE=777,NUMTYP=ED; Código de acesso para otimização através do PABX 777.

RODDI:DEST=888; Conexão à rota para otimização.

ASPAC:PARNUM=66,PARVAL=1; Otimização de rota habilitada.


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Exemplo de programação para permitir otimização de rotas quando existe RPV:

Central de Origem

NANSI:NUMSE=777,NUMTYP=EN; Número próprio da central na rede privada. Este


número deve pertencer à série numérica de DDR
quando existe RPV.

SYIDI:EXGID=777; Dados de sistema, número próprio da Central.

ASPAC:PARNUM=66,PARVAL=1; Otimização de rota habilitada.

Quando estiver sendo utilizado ISDN, o número próprio da central pode ser o prefixo da rota.

Central de Destino

NANSI:NUMSE=777,NUMTYP=ED; Código de acesso para otimização através do PABX 777.

RODDI:DEST=888; Conexão à rota para otimização.

ASPAC:PARNUM=66,PARVAL=1; Otimização de rota habilitada.

Trânsito. Central que efetua a transferência

Não há programações específicas para otimização de rotas, porém os pré-requisitos gerais, como
códigos de acesso e suporte a serviços de rede devem ser programados.

6 Finalização
Se dados do sistema foram alterados, e não serão enviados mais comandos, deve ser efetuado uma
descarga para o meio de backup.
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MD110
Numeração

Conteúdo Página

1 Geral.................................................................................................................. 2
1.1 Escopo ............................................................................................................... 2
1.2 Glossário............................................................................................................ 2
1.3 Armazenamento e análise numérica................................................................... 3

2 Definições......................................................................................................... 5
2.1 Tipos de números............................................................................................... 5
2.2 Tratamento dos números.................................................................................... 5
2.3 Tipo de Número (TON)....................................................................................... 7
2.4 Estrutura de números ......................................................................................... 8
2.5 Planos de numeração......................................................................................... 10
2.6 Conversão numérica .......................................................................................... 13

3 Pré-requisitos ................................................................................................... 13

4 Auxílios ............................................................................................................. 13

5 Referências....................................................................................................... 13

6 Execução .......................................................................................................... 14
6.1 Tratamento de números internos ........................................................................ 14
6.2 Tratamento dos números chamador, chamado e conectado............................... 15
6.3 Descrições de programação de diferentes planos de numeração........................ 22
6.4 Exemplos gerais de programação de numeração ............................................... 28

7 Finalização........................................................................................................ 38

MTC/CMT-RRM/AXP 07010.DOC
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1 Geral

1.1 Escopo
Estas diretrizes operacionais fornecem uma descrição concisa do tratamento de O&M de numeração e
planos de numeração. Informações mais detalhadas podem ser encontradas nas diretrizes operacionais
citadas no item "Referências".

Originalmente o tratamento da numeração não era problema: sistemas pequenos e de pouca


complexidade, pouca funcionalidade, sem nenhuma ou com limitada conexão às redes privadas e somente
poucos tipos de números para tratar. Mas hoje os sistemas têm crescido rapidamente, com soluções
complexas de redes, muitos padrões para suportar e muitas novas funcionalidades. Isto resulta, para cada
nova versão, em um tratamento numérico cada vez mais complexo.

1.2 Glossário

CAS Sinalização por canal associado


CC Código de país
CCS Sinalização por canal comum
CLI Identificação da linha chamadora
COLI Identificação da linha conectada
DDR Discagem Direta a Ramal
DTS Telefone digital
ECMA "European Computer Manufacters Association"
ISDN Rede Digital de Serviços Integrados
LCR Rota de menor custo
LEV1RC Código regional nível 1
LOC Código de localidade (identidade da central para propósitos de roteamento)
LOCPR Código privado local
LOCPU Código público local
NAC Código de acesso à rede
NDC Código de destinação nacional
NPI Identificador do plano de numeração
NSI Informação não especificada
PDN Número público de catálogo
PNP Plano de Numeração Privado
PNR Roteamento em rede privada
CP Central pública
PTN Rede privada de telecomunicações
SN Número de assinante
TON Tipo de número
UNP Plano de numeração uniforme
UNPR Plano de numeração desconhecido
UUI Elemento de informação entre usuários
RPV Rede privada virtual
DIRETRIZES OPERACIONAIS 3(38)
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1.3 Armazenamento e Análise Numérica


Antes de analisarmos os diferentes planos de numeração, sobre configurações de rede e conversões
numéricas, será apresentado um breve resumo sobre o tratamento básico de numeração. Serão citados os
diferentes tipos de análise e algo sobre como e porque os dígitos são armazenados no sistema. No final, é
a maneira como os números são armazenados e analisados no ASB 501 que determina as limitações do
sistema.

1.3.1 Armazenamento dos Números

Os números podem se definidos como séries numéricas, por exemplo, números de ramais 1500 a 1800, ou
como um único número, por exemplo, o número comum da telefonista 9. Números de diferentes tipos são
armazenados em registros de dados de análise separados.

Não é possível definir números, ou uma série de números sobrepostos, exceto os números DDR comuns
das telefonistas, e isto é possível porque há duas listas separadas.

Todos os números programados com o comando NANSI são armazenados em registros de dados de
análise, e para encontrar os registros de dados na análise numérica são utilizados blocos de registros de
dados associados, apontando para o número ou série numérica desejados.

Os códigos de facilidades pertencentes a certos sistemas de aplicação (inicialmente carregados na lista de


parâmetros PL2), também são armazenados na lista de árvore NA (* e # têm os seus próprios registros de
dados de blocos), portanto as mesmas regras aplicam-se aos mesmos.
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1.3.2 Análise dos Dígitos Discados

É efetuada uma análise numérica para cada dígito, de tal forma a identificar o tipo de número discado.
Dependendo do tipo da linha do usuário do sistema, os dígitos são recebidos um a um (por exemplo,
discagem manual) ou em um grupo (quando é utilizada uma tecla de seleção por nome de um telefone
digital).

Há três diferentes tipos de análise para decidir se um número está correto ou não. Estes tipos
correspondem aos diferentes tipos de números e são armazenados em diferentes estruturas de árvores
ligadas.

1.3.2.1 Análise DDR (Discagem Direta a Ramal)

Se a parte originadora é um tronco DDR, o primeiro passo é a análise DDR. Esta análise é utilizada para
determinar se o número discado é ou não um número DDR para um grupo de telefonistas.

Se o número discado é definido, o processo da chamada continua com a distribuição do tráfego, caso
contrário a análise continua com a análise interna.

1.3.2.2 Análise interna

O propósito da análise interna é determinar qual o processo subsequente da chamada e este irá decidir se
são necessárias outras análises. O resultado da análise interna é apresentado com o tipo de número
(consulte o capítulo Tipos de Números) e o comprimento numérico.

1.3.2.3 Análise externa

Se um número é definido pela análise como um número externo, o número é encaminhado para a análise
externa ou análise de rota de menor custo (LCR), onde o número discado pode ser alterado em um novo
número chamado para roteamento em rede. A LCR também oferece a possibilidade de transformar o
número discado em um novo número discado.

1.3.2.4 Análise de parâmetros

A análise de parâmetros é utilizada para determinar se os parâmetros nos procedimentos estão nos
formatos corretos (quantidade de dígitos), do tipo correto de número (por exemplo, números de ramais),
etc. A extensão desta análise depende da facilidade.

A análise de parâmetros é também utilizada para, quando um caracter * ou # é recebido, separar os


parâmetros e para poder reconhecer o fim do procedimento.
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2 Definições

2.1 Tipos de Números

Como uma forma de separar números para ramais, telefonistas e outros nós dentro da rede, foi definido um
conjunto de diferentes tipos de números no sistema. Esta indicação distingue as várias formas, completa ou
abreviada, dos números e é separada do próprio número.

O tipo de número é utilizado no parâmetro NUMTYP quando na programação, remoção ou listagem de um


número ou série numérica (comandos NA, consulte a descrição de comandos ANÁLISE NUMÉRICA, NA).

Nota: Os tipos internos de número utilizados no ASB 501 (número de ramal, telefonista, etc), não
são os mesmos "tipos de números" (TON) enviados às redes pública ou privada. Estes "tipos
de números" são explicados abaixo.

2.2 Tratamento dos Números

Uma facilidade básica que está quase sempre disponível (exceto para linhas externas manuais) é a
transferência do número chamado para a linha externa.

Alguns sistemas de sinalização também suportam a transferência da identidade do número chamador e


conectado para a rede interligada. A transferência do número chamador/conectado é comumente utilizada
para propósitos de visualização na parte chamada. Veja a tabela a seguir para maiores informações sobre
as possibilidades das diferentes configurações e sistemas de sinalização.

Número chamado O número chamado que é enviado para a rede. Utilizado para roteamento.
Não necessariamente o número discado. Independente do sistema de
sinalização.

Número do chamador A identidade de “A”. Normalmente utilizada para tarifação e visualização na


parte B. Ambos números, privado e público, são compostos.

Número conectado A identidade da parte B conectada. O número que é enviado para a rede de
um nó de destino. Não necessariamente o número chamado.

Número Número
Central Chamado Central Central
Chamado
Origem Trânsito/ Destino
Parte Número ”Gateway” Número Parte
Chamadora Chamador Chamador Conectada
Número Número
Conectado Conectado

Figura 2-1. Como os números chamado, chamador e conectado são transferidos na rede.
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O número do chamador e conectado podem ser representados como um número privado ou público. Em
alguns casos ambos os números, público e privado, são compostos e enviados à central cooperante. Por
exemplo, em uma RPV onde o número público é transferido para a rede pública ISDN e o número privado
é transferido ponto a ponto entre os sistemas ASB 501 através de um elemento de informação entre
usuários.

Dependendo do sistema de sinalização, um variado número de informações relacionadas com o número


podem ser transferidas juntamente com o mesmo. Normalmente o tipo de número (TON) e indicador de
apresentação são transferidos com o número.
Conexão Número Chamador Número Conectado Número TON chamador TON conectado TON
Chamado chamado
com: para: público privado público privado público privado público privado

ISDN padrão - padrão - padrão 0-4 - 0-4 - 0-4


Rede DASS padrão - - - padrão - - - - -
Pública
CCS padrão UUI * padrão UUI * padrão 0-4 5-7, 0-4 5-7, 0-4
RPV 1 * UUI * UUI *

QSIG, 1) padrão UUI * padrão UUI * padrão 0-4 5-7, 0-4 5-7, 0-4
para UUI * UUI *
destinação
pública
Rede QSIG, 2) UUI * padrão UUI * padrão padrão 0-4, 5-7 0-4, 5-7 5-7
Privada para UUI * UUI *
destinação
privada
DPNSS NSI padrão NSI padrão padrão 0-4, 5-7, 0-4, 5-7, -
APNSS NSI NSI NSI NSI

Rede de acordo c/ - - - de acordo c/ - - - - -


Pública MFC o protocolo o protocolo
CAS decádico - - - - padrão - - - - -
DTMF

Rede - de acordo c/ - - de acordo c/ - - - - -


Privada MFC o protocolo o protocolo

decádico - - - - padrão - - - - -
DTMF

*) Necessita de uma rota que suporte a transferência de UUI. Duas programações são necessárias:
- Suporte a UUI para a rota é programado no parâmetro VARC da mesma (comando RODAI)
- Suporte a UUI para a destinação é programado no parâmetro ADC (comando RODDI)

1) Uma chamada a uma rota QSIG para uma destinação pública é controlada pela programação do
TON chamado entre 0-4 (parâmetro ADC) para a destinação (comando RODDI).

2) Uma chamada a uma rota QSIG para uma destinação privada é controlada pela programação do
TON chamado entre 5-7 (parâmetro ADC) para a destinação (comando RODDI).

UUI é uma maneira proprietária de transportar mensagens entre PABX em sistemas de sinalização ISDN.
NSI é uma maneira proprietária de transportar mensagens entre PABX em DPNSS/APNSS.
UUI e NSI são utilizados no ASB 501 para transportar mensagens entre sistemas ASB 501 através
de uma rede DPNSS/APNSS/ISDN, possibilitando assim facilidades do ASB 501 proprietárias.

Figura 2-2. Suporte dos diferentes sistemas de sinalização para transporte de número e TON.
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2.3 TON - Tipo de Número


O tipo de número (TON) é uma informação adicional que alguns sistemas de sinalização podem enviar
juntamente com o número para uma rede pública/privada.

O TON é sempre associado ao número chamado, chamador ou conectado. Esta é uma maneira de
categorizar o “nível”, por exemplo, internacional, nacional ou local, do número em uma rede. Esta
categorização é sempre relacionada a por quem o número na rede é visto.

O ASB 501 trata 5 tipos de números públicos, TON = 0-4, e 3 tipos de números privados. TON = 5-7. O
TON é enviado para ambos, número chamado e chamador. O TON para o número chamador ou conectado
é atualmente dois TONs, um é associado ao número público e o outro ao privado.

• TON para número chamado 0-7

• TON para número chamador


∗ TON para número público chamador 0-4
∗ TON para número privado chamador 5-7

• TON para número conectado


∗ TON para número público conectado 0-4
∗ TON para número privado conectado 5-7

O TON para número chamado é principalmente utilizado pela não necessidade de envio dos prefixos
nacional e internacional para a central pública. O TON para número chamado (enviado juntamente com o
número chamado) é programado para internacional ou nacional. A central pública irá reconhecer através do
TON, e não do prefixo nacional/internacional, que o número é do tipo nacional/internacional.

O TON para número chamado é reprogramado em cada central trânsito pela qual a chamada passe até
chegar a sua destinação. Isto significa que a programação deste TON deve considerar a situação da central
seguinte.

O TON para número chamador (público e privado) é utilizado para controlar a composição completa do
número chamador/conectado (público e privado) para envio à central cooperante/rede pública.

Estes TONs são primeiramente utilizados para compor os números chamadores completos (público e
privado) para envio à central de destino. Após isto, eles são enviados juntamente com o número chamador
através da rede, e na central de destino eles são utilizados para controlar a composição completa dos
números conectados (público e privado) par envio de volta à central de origem.

Por último, estes TONs são enviados de volta como TONs para número conectado com o número
conectado.

Em um plano de numeração hierárquico, o TON para o número chamador é uma informação mandatória.

O TON proprietário utilizado pelo ASB 501 inclui ambos, o tipo de número e o identificador do plano de
numeração (NPI) como especificado nas normas para ISDN. O TON utilizado pelo ASB 501 é uma
subprogramação da possível programação em ISDN. Quando enviado para uma rede ISDN, o TON é
transformado em um exato ISDN TON e NPI. Quando enviado para uma rede DPNSS, o TON é enviado
em uma mensagem NSI proprietária. Veja a figura 2-2 para maiores informações sobre o suporte ao TON
dos diferentes tipos de sinalização e configurações.
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2.4 Estrutura de Números


As definições abaixo devem são largamente utilizadas na documentação de O&M.

Público local (Tipo de número = 4)

00 712 1234
Número de lista Número do
Código local assinante
Código de acesso à rota

Nacional (Tipo de número = 2)

00 018 123456
Número do assinante
Código de área Código de área
Prefixo nacional
Código de acesso à rota

Internacional (Tipo de número = 1)

00 009 46 8 55012345
Número do assinante
Código de área
Código do país
Prefixo internacional
Código de acesso à rota
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Privado local (Tipo de número = 6)

(850) 23456

Número de lista
Código da localidade
(Os primeiros 1, 2 ou 3 dígitos)

Regional nível 1 (Tipo de número = 7)

864 5929

Número de lista
Código da localidade
Código de acesso da rede

USA

N 0/1 X NNX- XXXX


Número de lista
Código da Central Pública
Código do Plano de Numeração da Área (NPA)

N Dígitos de 2 a 9
X Dígitos de 0 a 9
0/1 Dígitos 0 ou 1

Endereço ISDN (Estrutura)

CC NDC SN

Número nacional significativo 8 422 3498

Número ISDN internacional

CC Código do país
NDC Código de destinação nacional
SN Número do assinante
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2.5 Planos de Numeração


Veja também o item “Descrições de programação de diferentes planos de numeração”.

2.5.1 Organização do Plano de Numeração Interno de um PABX

Dependendo da aplicação, cliente, país, companhia telefônica, etc, a utilização do primeiro dígito é
diferente. Isto também afetará o plano de numeração.

Exemplo 1

O PABX é conectado somente à CP. Note que o primeiro dígito é utilizado.

0 - Chamadas para a CP
1xxxx
2xxxx
3xxxx
4xxxx Podem ser utilizados para ramais, números abreviados, etc
5xxxx
6xxxx
7xxxx
8xxxx
9 - Chamadas para a telefonista

Exemplo 2

O PABX pertence a uma rede privada, e caso seja conectado a duas telefonistas da rede.

00 - Chamadas para a CP
01 - Chamadas para a telefonista 1 da rede
02 - Chamadas para a telefonista 2 da rede
03
04 Números abreviados
.
.
09 - Chamadas para a telefonista do próprio PABX
1 Dígitos de destinação para as outras centrais dentro da rede
2
3xxxx Números dos ramais da própria central
4xxxx dentro do plano de numeração fechado
5
6 Dígitos de destinação para as outras centrais dentro da rede
7
8
00 - NAC para chamadas a outra rede privada
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2.5.2 Plano de Numeração Aberto/Código de Localidade Baseado no Plano de Numeração (Plano de


Numeração Uniforme)

Este tipo de plano numeração é também chamado de esquema de numeração de comprimento


variável.

Um plano de numeração aberto é onde cada localidade (central) na rede privada necessita de um
identificador único, um código de localidade, e diferentes centrais na rede podem possuir ramais com
números de catálogo idênticos. O código de localidade é necessário para haver a distinção entre dois
ramais com números de catálogo idênticos, porém localizados em centrais diferentes.

2.5.2.1 Plano de numeração hierárquico

Se é possível transportar o TON com os números chamado/chamador/conectado dentro da rede, é possível


dividir o plano de numeração em diferentes níveis.

Existem dois níveis:

• Regional Nível 1
• Privado Local

Exemplo de um plano de numeração privado hierárquico

Dir = número de catálogo

REDE REGIONAL NÍVEL 1

REDE LOCAL PRIVADA REDE LOCAL PRIVADA


Código da localidade = 864
Código da localidade = 850

PABX-A PABX-B PABX-D


Código da localidade = 4 Código da localidade = 5 Código da localidade = 3
Dir = 300 - 399 Dir = 300 - 399 Dir = 2000 - 2999

PABX-C PABX-E
Código da localidade = 6 Código da localidade = 2
Dir = 300 - 399 Dir = 2000 - 2999
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2.5.3 Plano de Numeração Fechado (Plano de Numeração Coordenado)

Este tipo de plano de numeração é também chamado de esquema de numeração de comprimento fixo.
Um plano de numeração fechado é utilizado em uma rede privada onde não existe conflito entre o 1°, 2 ou
3 primeiros dígitos na série de números de catálogo. Isto significa que não é necessário utilizar um único
identificador (código de localidade) como em um plano de numeração aberto. Qualquer ramal na rede é
acessado através da discagem de seu número de catálogo, independentemente de qual central se encontra
a parte chamadora.

2.5.4 Plano Corporativo de Numeração Comum

Uma aplicação onde as facilidades roteamento e conversão numérica podem ser necessárias é a
realização de um Plano Corporativo de Numeração Comum. Tal plano de numeração tem a característica
de que todos ramais são unicamente identificados e podem ser acessados de qualquer localidade da
corporação discando-se o número de catálogo específico. As centrais podem estar conectadas através de
tie-lines, rede pública e/ou outras redes, em qualquer configuração. As facilidade roteamento e conversão
numérica são utilizadas para alterar o número chamado/chamador quando no roteamento da chamada
através da CP e outras redes.

2.5.5 Plano de Numeração Misto

Um misto de plano de numeração aberto e fechado na mesma rede é chamado Plano de Numeração
Misto. Tipicamente, o segmento de rede composto de uma central trânsito e seus PABX dependentes pode
ser configurado como plano de numeração fechado. Este segmento de rede é então tratado como um nó
em um plano de numeração aberto cobrindo toda a rede.

Exemplo de um plano de numeração misto.

REDE LOCAL PRIVADA - a REDE LOCAL PRIVADA - b


Código da localidade = 864
Código da localidade = 850

PABX-A PABX-B PABX-D


Sem código de localidade Sem código de localidade Sem código de localidade
Dir = 100 - 199 Dir = 300 - 399 Dir = 2000 - 2999

PABX-C PABX-E
Sem código de localidade Sem código de localidade
Dir = 200 - 299 Dir = 4000 - 4999

dir = número de lista

A rede local privada “a” utiliza plano de numeração fechado.


A rede local privada “b” utiliza plano de numeração fechado.

Estas duas redes com planos de numeração fechado são tratadas como dois nós em um plano de
numeração aberto, isto é, juntos eles formam um plano de numeração misto.
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2.6 Conversão Numérica


A conversão numérica deve ser utilizada como um último recurso quando outros não puderem ser
aplicados, para obter o plano de numeração desejado. Por exemplo, para conciliar os planos de numeração
privado e público, sem ter que efetuar muitas alterações no plano de numeração já existente. O uso típico
desta facilidade é para permitir a formação de um plano de numeração corporativo em casos onde
números DDR conflitantes são recebidos da rede pública.

Com a facilidade conversão numérica o número chamador/chamado/conectado enviado/recebido da rede


pública ISDN ou de uma rede ECMA Q-SIG pode ser modificado (por exemplo, remoção de prefixos,
códigos de país, códigos de acesso internacionais, nacionais ou locais), com o intuito de apresentar o
número correto às partes envolvidas.

Também é possível modificar o TON enviado/recebido e a capacidade de transporte com esta facilidade.

Nota: Para que os serviços de rede funcionem corretamente, a conversão numérica não deve ser
utilizada para chamadas internas à rede privada.

3 Pré-requisitos
---

4 Auxílios
Terminal de E/S.

5 Referências
Nestas diretrizes operacionais são feitas referências aos seguintes documentos.

Diretrizes Operacionais: Rota de Menor Custo


Análise Numérica
Conversão Numérica
Dados de Rota

Descrição de Comandos: Rota de Menor Custo, LC


Análise Numérica, NA
Conversão Numérica, NU
Dados de Rota, RO
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6 Execução
Nota: Os exemplos a seguir somente apresentam os parâmetros relevantes aos mesmos.
Normalmente mais parâmetros devem ser especificados para que o comando possa ser
executado.

6.1 Tratamento de Números Internos


O seguinte comando é utilizado para tratar o número chamado/conectado em chamadas internas:

- NANSI

6.1.1 Programação de Números de Catálogo de Ramal

Programar o tipo de número interno para ramais digitais e analógicos.

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=...;

6.1.2 Programação de Números de Catálogo de Terminais ISDN

Programar o tipo de número para terminais ISDN.

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=...;

6.1.3 Programação de Números de Operadora

Programar o tipo de número interno para operadoras, OPI.

Número comum da operadora para discagem direta a ramal.


NANSI:NUMTYP=OD,NUMSE=...;

Número comum da operadora.


NANSI:NUMTYP=OC,NUMSE=...;

Número individual da operadora.


NANSI:NUMTYP=OI,NUMSE=...;
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6.1.4 Programação de Números de Ramais de Dados

Programar o tipo de número interno para ramais de dados.

Número de ramal de dados.


NANSI:NUMTYP=DE,NUMSE=...;

Número de grupo de dados.


NANSI:NUMTYP=DG,NUMSE=...;

6.2 Tratamento dos Números Chamador, Chamado e Conectado


Os exemplos mencionados abaixo são todos dependentes se o sistema de sinalização suporta ou não a
facilidade de tratamento de número chamador, chamado e conectado. Um sistema de sinalização como
ISDN, DPNSS, MFC ou MFE é necessário, caso contrário não há suporte para esta facilidade.

ASB 501 DPNSS/Q-SIG ASB 501


Origem Destino

Figura 6-1. Exemplo de uma configuração que suporta tratamento de número chamador,
chamado e conectado

6.2.1 Número da Parte Chamada

O número discado pode ser modificado para outro número (o número chamado) através dos parâmetros
TRC, PRE e SRT no comando RODDI. As facilidades LCR e PNR podem também ser utilizadas para
modificar o número discado.

O TON para o número da parte chamada é definido no parâmetro ADC do comando RODDI, mas para que
ele seja utilizado é necessário que o sistema de sinalização suporte o transporte do TON.

Se vários DESTs são utilizados para separar números chamados, os DESTs podem ser programados com
diferentes TONs (TON para o número chamado). Por exemplo para diferenciar chamadas nacionais e
internacionais.
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Para uma chamada terminada em uma central vizinha, existe a opção de enviar ou não o código de
localidade como parte do número discado/chamado (apenas para planos de numeração corporativos
comuns/abertos/mistos, isto é, a parte da rede privada onde deve ser utilizado NUMTYP=EC). Este código
de localidade pode ser omitido utilizando SRT, no envio do número chamado.

A razão para incluir o código de localidade no número chamado enviado é que todas as chamadas
externas podem ser tratadas da mesma forma com o envio do número chamado. Isto é, a central vizinha
não necessita ser tratada como um caso especial neste aspecto.

A razão para não enviar o código de localidade é que menos dígitos são enviados (mas somente para
chamadas terminadas em uma central vizinha).

O número da parte chamada pode ser também convertido, se necessário, através do comando NUTRI.

Os seguintes comandos são utilizados para controlar o número chamado:

COMANDO PARÂMETROS

-NANSI NUMSE, NUMTYP


-RODDI SRT, PRE, TRC, ADC, DEST

6.2.2 Número do Chamador

O número da parte chamadora (parte A) pode ser enviado à parte chamada se o sistema de sinalização
suportar esta facilidade. O número da parte chamadora é composto pelo número completo da parte
chamadora (parte A) e o TON.

Na central de origem o número completo é composto pelo número de catálogo da parte A e o número da
central, o qual é definido nos parâmetros EXNOPR e EXNOPU; consulte os itens Números Públicos de
Central e Números Privados de Central.

A seleção dos parâmetros EXNOPU e EXNOPR é dependente do valor (0-4 ou 5-7) definido no respectivo
TON (parâmetro ADC no comando RODDI). Os valores dos parâmetros EXNOPR, EXNOPU, ADC devem
ser programados de acordo com as centrais conectadas.

É possível enviar diferentes números de parte chamadora, dependendo da destinação e rota selecionada.

O número da parte chamadora (número de catálogo ou ROUDIR) pode, se necessário, ser convertido
através do comando NUTRI, utilizando o parâmetro CNVTYP = número de A e número conectado, e o
valor correspondente no parâmetro NUMTYP.

Nota: O indicador de apresentação é utilizado para restringir o envio do número da parte chamadora.
Se a parte chamadora possui restrição à apresentação, o número de catálogo público comum
pode ser utilizado, veja abaixo.

Número de Catálogo Público Comum como Número da Parte Chamadora

De acordo com o número da parte chamada, chamadora e conectada, as mesmas regras mencionadas no
item anterior são aplicáveis para programação de números de catálogo público comum. Acrescenta-se o
seguinte:
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Nos comandos KSEXI ou EXTEI, “afiliação à rede” deve ser definida no parâmetro ADC se o envio do
número da parte chamadora para a CP não é possível ou não é permitido.

Se não é possível ou não é permitido o envio do número da parte chamadora, o número de catálogo
público comum (programado no comando CPDNI ou CPDLI) será enviado como parte chamadora com os
respectivos número de central e TON.

O número de catálogo público comum pode ser programado por LIM e/ou por PABX. Se nenhum número
de catálogo público comum for programado para o LIM, será utilizado o número de catálogo público
comum programado para o PABX.

PABX 1 PABX 2
CP por PABX LIM Remoto
LIM D CP por LIM
CP por PABX
LIM C
DPNSS/
Q-SIG
LIM B
LIM A LIM E

ISDN ISDN ISDN

Código de área
Código
Código de área
de área
ISDN PÚBLICO

Figura 6-2. Exemplo de configuração utilizando vários números de catálogo público comum.
Para os ramais do LIM A, o número de catálogo público comum programado para o
PABX 1 será utilizado para chamadas destinadas ao ISDN público.
Para os ramais dos LIMs B, C e D, o número de catálogo público comum programado
para o PABX 2 será utilizado para chamadas destinadas ao ISDN público.
Para os ramais do LIM E, o número de catálogo público comum programado para o LIM
E será utilizado para chamadas destinadas ao ISDN público. (Isto é, o número de catálogo
público comum programado para o PABX 2 não será utilizado.)
A utilização dos números de catálogo público comum descritos acima é independente
de como a chamada foi roteada - diretamente, através de outro LIM, ou através de outro
PABX.

ROUDIR como Número da Parte Chamadora

Se o número da parte chamadora foi enviado pela central A, este número será transferido de forma
transparente através da central B para o ISDN público.
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ASB 501 ISDN


B ISDN PÚBLICO ISDN

ASB 501
C
DPNSS/Q-SIG

ASB 501 ASB 501


A D

Figura 6-3. Uma chamada através de vários PABX trânsito

Se o tie-line A-B não suporte a transferência de identidade da parte chamadora, ou se não foi enviado o
número da parte chamadora pela central A, a central B irá compor o número da parte chamadora para
enviá-lo ao ISDN da seguinte forma:

1. Números da central para rota pública de saída (EXNOPU) + ROUDIR para a rota tie-line de entrada. Os
parâmetros são programados por rota.
2. Se o parâmetro ROUDIR não foi definido para a rota tie-line de entrada, nenhum número será enviado
ao ISDN.

Os seguintes comandos são utilizados para controlar o número chamador:

COMANDO PARÂMETROS

-CPDNI DIR
-CPDLI LIM, DIR
-RODDI ADC
-RONDI EXNOPU, EXNOPR, ROUDIR
-ROELI EXNOPU

6.2.3 Número da parte conectada

Se a parte conectada difere da parte chamada (por exemplo, após uma transferência), o número da parte
conectada pode ser apresentado se o sistema de sinalização suportar tal facilidade. Independentemente da
utilização do TON, o número completo conectado será composto da mesma forma que o número completo
chamador. O TON a ser utilizado será o recebido da parte chamadora.

Os seguintes comandos são utilizados para controlar o número chamador:

COMANDO PARÂMETROS

-RONDI EXNOPU, EXNOPR


-ROELI EXNOPU
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6.2.4 Números Públicos

Números públicos de central suportados pelo ASB 501:

Número de Central <=> Parâmetro Exemplo


Código de país EXNOPU=1-CC EXNOPU=1-46
Código de área EXNOPU=2-NDC EXNOPU=2-8
Código local EXNOPU=4-LOCPU EXNOPU=4-68
Rede específica EXNOPU=3-NSP EXNOPU=3-999
Público desconhecido EXNOPU=0-UNPU EXNOPU=0-46868

Tipo de Número = TON Como compor um número completo para o TON


Internacional 1 Código de país + Código de área + Número do assinante
(Código local + Número de catálogo)

Nacional 2 Código de área + Número do assinante


(Código local + Número de catálogo)

Público Local 4 Número do assinante (Código local + Número de catálogo)

Específico de rede 3 Específico de rede + Número de catálogo

Público Desconhecido 0 Público desconhecido + Número de catálogo

6.2.4 Números Privados

Números privados de central suportados pelo ASB 501:

Número de Central <=> Parâmetro Exemplo


Código local (Regional Nível 1) EXNOPR=7-LEV1RC EXNOPR=7-850
Código local (Privado Local) EXNOPR=6-LOCPR EXNOPR=6-4
Privado desconhecido EXNOPR=5-UNPR EXNOPR=5-8504

Tipo de Número = TON Como compor um número completo para o TON


Regional Nível 1 7 Código local (Regional Nível 1) + Código local (Privado
Local) + Número de catálogo

Privado Local 6 Código local (Privado Local) + Número de catálogo

Privado Desconhecido 5 Código privado desconhecido + Número de catálogo


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6.2.6 Exemplos

6.2.6.1 Relação entre RODDI e RONDI/ROELI

O parâmetro ADC no RODDI e os parâmetros EXNOPU/EXNOPR no RONDI controlam a composição do


completo número chamador.

No ADC, o TON para o número chamador público é conectado aos valores do EXNOPU. Estes são
utilizados para compor o número público chamador.

Também no ADC, o TON para o número chamador privado é conectado aos valores do EXNOPR. Estes
são utilizados para compor o número privado chamador.

TON para Número Público Chamador


TON para Número Privado Chamador

RODDI:ROU=R,DEST=,ADC=..XY..................;

RONDI:ROU=R,EXNOPU=X-PPPPP,EXNOPR=Y-NNNNN;

Ou se são utilizados números de central por LIM para compor o número público completo do chamador:

TON para Número Público Chamador

RODDI:ROU=R,DEST=,ADC=..XY..................;

ROELI:LIM=L,EXNOPU=X-PPPPP;

Nota: Um ou mais números de central podem ser utilizados para compor o número chamador completo
dependendo do tipo de número a ser composto.

6.2.6.2 Programação de número de catálogo público comum por sistema

O número de catálogo público comum é utilizado quando a série de números de catálogo interna não está
incluída na série de números DDR. Todos os ramais do PABX que não são ramais DDR devem ser
programados com a categoria “não permitido a enviar CLI”.
Para ramais digitais (comandos KS) ADC(D10)=0 “afiliação à rede”.
Para ramais analógicos (comandos EX) ADC(D9)=0 “afiliação à rede”.

NANSI:NUMTYP=CP,NUMSE=;

KSEXI:DIR=,ADC=...........0;

EXTEI:DIR=,ADC=...........0;

CPDNI:DIR=;
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6.2.6.3 Programação de número de catálogo público comum por LIM

O número de catálogo público comum por LIM é utilizado da mesma forma que o número de catálogo
público comum por sistema, porém quando os LIMs de uma central estão localizados em áreas com
diferentes códigos de área.

NANSI:NUMTYP=CP,NUMSE=;

KSEXI:DIR=,ADC=...........0;

EXTEI:DIR=,ADC=...........0;

CPDLI:LIM=,DIR=;

6.2.6.4 Programação de números de central por rota

Os números de central são utilizados com o número de catálogo para compor o número completo do
chamador.

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=;

RONDI:ROU=,EXNOPU=0-UNPU;

RONDI:ROU=,EXNOPU=1-CC;

RONDI:ROU=,EXNOPU=2-NDC;

RONDI:ROU=,EXNOPU=3-NSP;

RONDI:ROU=,EXNOPU=4-LOCPU;

RONDI:ROU=,EXNOPR=5-UNPR;

RONDI:ROU=,EXNOPR=6-LOCPR;

RONDI:ROU=,EXNOPR=7-LEV1RC;

6.2.6.5 Programação de números de central por LIM

Os números de central são utilizados com o número de catálogo para compor o número completo do
chamador.

ROELI:LIM=,EXNOPU=0-UNPU;

ROELI:LIM=,EXNOPU=1-CC;

ROELI:LIM=,EXNOPU=2-NDC;

ROELI:LIM=,EXNOPU=3-NSP;

ROELI:LIM=,EXNOPU=4-LOCPU;
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6.2.6.6 Programação do ROUDIR

O parâmetro é utilizado quando um rota de entrada não transporta o número do chamador. O número
programado no ROUDIR é utilizado como um “número de catálogo” quando na composição do número
chamador completo.

NANSI:NUMTYP=RD,NUMSE=;

RONDI:ROU=(rota de entrada),ROUDIR=;

6.3 Descrições de Programação de Diferentes Planos de Numeração

6.3.1 Plano de Numeração Aberto (Plano de Numeração Uniforme)

975 2xxx 950 2xxx


ASB 501
ASB 501

ASB 501 970 2xx

910 2xxx
920 2xxx
ASB 501
ASB 501

930 2xxx
ASB 501 980 2xxx
ASB 501

NAC LOC DIR NAC Código de acesso à rede (1 dígito)


LOC Código da localidade (2 dígitos)
DIR Número de Catálogo (3-4 dígitos)
Código da localidade

Figura 6-4. Exemplo de um plano de numeração aberto


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As características de uma rede privada com plano de numeração aberto são:

• É utilizado Código de Localidade (LOC)

• O código de localidade pode incluir o Código de Acesso à Rede (NAC), (opcional)

• São permitidos comprimentos numéricos variados em uma mesma rede, isto se aplica a códigos de
localidade e números de catálogo

• As centrais podem possuir ramais com números de catálogo idênticos

• O número completo discado nem sempre é distribuído na rede como o número chamado

• Se o número chamador pode ser enviado, os números da central são utilizados para compor o número
completo do chamador a ser enviado

• Se for possível transportar o TON com o número chamador/conectado, uma tabela de números de
central deve ser programada em cada uma das centrais para cada um dos TON utilizados para que seja
possível compor o número chamador/conectado completo.

No ASB 501, o NAC e o código de localidade não são analisados separadamente, mas tratados como um
único código de localidade.

Os códigos de destinação externa são programados em cada uma das centrais através do comando:

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=...

Os números próprios das centrais são também definidos para cada nó utilizando NUMTYP=EN

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=...

Os códigos de acesso à rota são definidos com o comando RODDI.

RODDI:DEST=...,ROU=...,ADC=.D2D3D4..,SRT=...

D2 no ADC define o TON para o número chamado. O TON para o número chamado é normalmente
utilizado por centrais públicas.
D3 define o TON para o número público chamador.
D4 define o TON para o número privado chamador.
Os valores TON de D3 e D4 definem quais números de central da tabela de números de central serão
utilizados adicionalmente ao número de catálogo para compor o número chamador/conectado completo.

A tabela de números de central é construída utilizando-se o comando RONDI:


RONDI:ROU=,EXNOPU=0-(Código para Público desconhecido);
RONDI:ROU=,EXNOPU=1-(Código para Código de país);
RONDI:ROU=,EXNOPU=2-(Código para Código de área);
RONDI:ROU=,EXNOPU=3-(Código para Específico de rede);
RONDI:ROU=,EXNOPU=4-(Código para Código local);
RONDI:ROU=,EXNOPR=5-(Código para Privado desconhecido);
RONDI:ROU=,EXNOPR=6-(Código para Privado local);
RONDI:ROU=,EXNOPR=7-(Código para Regional nível 1);
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Nota: Há uma relação entre RODDI e RONDI/ROELI, em relação aos valores do parâmetro ADC
para o TON do número chamador (público e privado).

RODDI:DEST=00009,ROU=1,SRT=2,ADC=0117100000000250;

RONDI:ROU=1,EXNOPU=1-46;

RONDI:ROU=1,EXNOPU=2-8;

RONDI:ROU=1,EXNOPU=4-68;

RONDI:ROU=1,EXNOPR=7-850;

RONDI:ROU=1,EXNOPR=6-2;

Um número público internacional é composto de:


Código de país (valor 1) +
Código de área (valor 2) +
Número do assinante (valor 4) (Código local + Número de catálogo)

Um número privado Regional nível 1 é composto de:


Código de localidade (Regional nível 1) (valor 7) +
Código de localidade (Privado local) (valor 6) +
Número de catálogo

Quando for discado: 00009xxxxxxxx,

O número público chamador será composto da seguinte forma:


46 + 8 + 68 + Número de catálogo

O número privado chamador será composto da seguinte forma:


850 + 2 + Número de catálogo

Figura 6-5. Exemplo de como é composto um número completo do chamador

A composição do número conectado é definida através do TON recebido da parte chamadora.

Para que a apresentação e os serviços de rede funcionem corretamente, os números privados de central
que prefixam o número de catálogo (definidos pelo parâmetro EXNOPR no comando RONDI) também
devem ser programados como “números próprios de central”. Isto é devido ao fato de que se parte do
número for identificada como “número próprio de central”, o ASB 501 remove esta parte do número antes
de exibí-lo ou executar um serviço de rede.

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=número de central privada local&número de central regional nível 1


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6.3.2 Plano de Numeração Fechado (Plano de Numeração Coordenado)

7xxxx
ASB 501

ASB 501 4xxxx

9xxxx
6xxxx
ASB 501
ASB 501

2xxxx
ASB 501 1xxxx
ASB 501

Formato da discagem
DIR
DIR Número de Catálogo (5 dígitos)

Figura 6-6. Exemplo de um plano de numeração fechado. Os números de catálogo possuem 5


dígitos, e o primeiro dígito é utilizado para o roteamento (NUMTYP=EC).

Uma rede privada com plano de numeração fechado possui as seguintes características:

• O comprimento numérico é fixo

• São utilizados apenas números de ramais, sem qualquer código de localidade

• O número completo discado é distribuído dentro da rede como número chamado

Devido a ser um plano de numeração fechado, as destinações externas devem ser programadas em cada
central utilizando NUMTYP=EC:

NANSI:NUMTYP=EC,NUMSE=... (1, 2 ou 3 dígitos do número de catálogo das outras centrais)

Os códigos de destinação para o acesso a rota são definidos com o comando RODDI e o parâmetro DEST.

Os valores D3 e D4 no parâmetro ADC não são relevantes em uma rede como esta, uma vez que não são
utilizados números de central.
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6.3.3 Plano de Numeração Comum

CP

Série Numérica DDR Série Numérica DDR Série Numérica DDR

651 652 826


5xx ASB 501 ASB 501 xxx ASB 501 xxx

651
6xx ASB 501

Formato da discagem
(LOC) DIR (LOC) Código da Localidade (3 dígitos)
DIR Número de catálogo (3 dígitos

Figura 6-7. Exemplo de um plano de numeração comum

Cada central possui seu próprio plano de numeração, exceto os números para roteamento para outras
centrais na rede, os quais são comuns na rede e correspondem à própria identidade da central.

Características de uma rede privada como esta:

• Algumas centrais são conectadas através de tie-lines, outras através da CP

• Algumas centrais da rede utilizam plano de numeração fixo

• É permitido variar o comprimento numérico

• O código de localidade (identidade da central) é utilizado para roteamento

• Se o número chamador pode ser enviado, os números da central são utilizados para compor o número
completo do chamador a ser enviado

• Se for possível transportar o TON com o número chamador/conectado, uma tabela de números de
central deve ser programada em cada uma das centrais para cada um dos TON utilizados para que seja
possível compor o número chamador/conectado completo.
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Os códigos de destinação externa em cada central são programados utilizando-se NUMTYP=EC para a
parte da rede privada com plano de numeração fechado.

NANSI:NUMTYP=EC,NUMSE=...

Para as outras destinações externas é utilizado NUMTYP=ED.

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=...

Os números próprios de central são definidos para cada central através do comando

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=...

Os códigos de destinação para o acesso a rotas são definidos com o comando RODDI e o parâmetro
DEST. Para roteamento através da rede pública, é possível modificar o número chamado ou discado que é
enviado à CP, isto é, o número corporativo é modificado em um número público de catálogo.

6.3.4 Plano de Numeração Misto

866 75xx
832 61xx ASB 501 851 3xxx
ASB 501
ASB 501
(850)
ASB 501 4xxxx
(850)
9xxxx
ASB 501

(850)
ASB 501 2xxxx
ASB 501 864 4xxx

ASB 501
(850) 1xxxx
Formato da discagem
(LOC) DIR (LOC) Código da localidade (3 dígitos)
DIR Número de Catálogo (4-5 dígitos)

Figura 6-8. Exemplo de um plano de numeração misto

Como o próprio nome diz, este plano de numeração é uma mistura dos planos de numeração aberto e
fechado. Portanto as mesmas características mencionadas anteriormente são também aplicáveis a este
tipo de plano de numeração.
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6.4 Exemplos Gerais de Programação de Numeração

6.4.1 Exemplo 1

Um PABX com uma única rota para a CP. A linha externa não pode transportar o número chamador nem o
número conectado.

CP
Série DDR: 6881000 . . .6881999

CAS (linha externa que não transporta o número do chamador)


PABX
ROU = 1
Código de acesso à rota = 0

Dir = 1000 . . . 2999

6.4.1.1 Execução

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=0;

RODDI:ROU=1,DEST=0,SRT=2;

6.4.1.2 Número chamador/conectado/chamado

O ramal dir=1333 no PABX disca 06824219

Número chamado 6824219 enviado para a CP


Número chamador Não composto nem enviado à CP
Número conectado Não recebido da CP
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6.4.2 Exemplo 2

Um PABX com uma única rota para a CP. A linha externa pode transportar o número chamador. Não é
possível enviar o TON com o número.

CP
Série DDR: 6881000 . . .6881999

CAS (linha externa que pode transportar o número do


chamador, por exemplo MFC)
PABX
ROU = 1
Código de acesso à rota = 0
Código Local = 688
Dir = 1000 . . . 2999

6.4.2.1 Execução

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;

NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=0;

RODDI:ROU=1,DEST=0,SRT=2,ADC=xx0xxxxxxxxxxxxx; *)

RONDI:ROU=1,EXNOPU=0-688;

*) O TON para o número chamado não é relevante uma vez que ele não pode ser transportado. É utilizado
número público desconhecido (número chamador) uma vez que o TON não pode ser transportado, e neste
caso o TON desconhecido será afiliado à chamada de entrada na CP. O TON para número chamador
privado não é relevante visto que o PABX neste exemplo não está conectado a outro PABX.

6.4.2.2 Número chamador/conectado/chamado

O ramal dir=1333 no PABX disca 06824219

No PABX

Número chamado 6824219 enviado para a CP


Número chamador 6881333 composto e enviado à CP
Número conectado Não recebido da CP
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6.4.3 Exemplo 3

Um PABX com uma única rota para outro PABX. A linha externa pode transportar o número chamador.
Não é possível enviar o TON junto com o número.

As duas centrais utilizam plano de numeração fechado (isto é, não há números de catálogo conflitantes). O
primeiro dígito da série numérica de catálogo da outra central é utilizado como código de acesso à rota.

PABX - B
dir = 3000 . . . 4999
Código de acesso à rota = 1&2
ROU = 1

CAS ( linha externa que pode transferir o Plano de


número do chamador, por exemplo, MFC) Numeração
PABX - A Fechado
ROU = 1
Código de acesso à rota = 3&4

Dir = 1000 . . . 2999

6.4.3.1 Execução no PABX-A

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;
NANSI:NUMTYP=EC,NUMSE=3&4;
RODDI:ROU=1,DEST=3,SRT=1,ADC=xxxxxxxxxxxxxxxx;
RODDI:ROU=1,DEST=4,SRT=1,ADC=xxxxxxxxxxxxxxxx;

Nota: Nenhum código de localidade (privado local) é necessário, pois trata-se de um plano de
numeração fechado.

6.4.3.2 Execução no PABX-B

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=3000&&4999;
NANSI:NUMTYP=EC,NUMSE=1&2;
RODDI:ROU=1,DEST=1,SRT=1,ADC=xxxxxxxxxxxxxxxx;
RODDI:ROU=1,DEST=2,SRT=1,ADC=xxxxxxxxxxxxxxxx;

Nota: Nenhum código de localidade (privado local) é necessário, pois trata-se de um plano de
numeração fechado.
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6.4.3.3 Número chamador/conectado/chamado

Se o ramal dir=1555 no PABX-A disca 3555

No PABX-A

Número chamado 3555 enviado para o PABX-B


Número chamador privado 1555 enviado para o PABX-B
Número conectado Não recebido, MFC não suporta número conectado

6.4.4 Exemplo 4

Um PABX com uma única rota para outro PABX. A linha externa pode transportar o número chamador.
Não é possível enviar o TON junto com o número.

O código de acesso à rota é utilizado para prefixar o número de catálogo, uma vez que a série numérica de
catálogo é a mesma em ambas as centrais.

PABX - B
ROU = 1
Código de acesso à rota = 4
Código de Localidade = 3
dir = 1000 . . . 2999

CAS ( linha externa que pode transferir o Plano de


número do chamador, por exemplo, MFC) Numeração
Aberto
PABX - A
ROU = 1
Código de acesso à rota = 3
Código de Localidade = 4
Dir = 1000 . . . 2999

6.4.4.1 Execução no PABX-A

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=4;
NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=3;

RODDI:ROU=1,DEST=3,SRT=1,ADC=xxx5xxxxxxxxxxxx;

RONDI:ROU=1,EXNOPR=5-4;

Nota: Pode ser programado SRT=1 ou SRT=2. Se programado SRT=1, o código de localidade
será enviado, mas será eliminado quando for recebido na central cooperante. Se
programado SRT=2, somente o número de catálogo será enviado.
DIRETRIZES OPERACIONAIS 32(38)
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6.4.4.2 Execução no PABX-B

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=3;
NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=4;

RODDI:ROU=1,DEST=4,SRT=1,ADC=xxx5xxxxxxxxxxxx;

RONDI:ROU=1,EXNOPR=5-3;

6.4.4.3 Número chamador/conectado/chamado

Se o ramal dir=1555 no PABX-A disca 31555

No PABX-A

Número chamado 31555 enviado para o PABX-B


Número chamador privado 41555 composto e enviado para o PABX-B
Número conectado Não recebido, MFC não suporta número conectado
DIRETRIZES OPERACIONAIS 33(38)
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6.4.5 Exemplo 5

Um PABX com uma única rota para outro PABX. A linha externa pode transportar o número chamador e o
número conectado. É ainda possível enviar o TON junto com o número.

As duas centrais utilizam plano de numeração fechado (isto é, não há números de catálogo conflitantes). O
primeiro dígito da série numérica de catálogo da outra central é utilizado como código de acesso à rota.

Os números públicos e o TON não são relevantes, uma vez que este é o único na rede privada e o número
privado possui maior prioridade em relação ao número público, no que se refere à apresentação.

PABX - B
ROU = 1
Código de acesso à rota = 1&2
Não há código de localidade
dir = 3000 . . . 4999

CCS (por exemplo, ISDN ou DPNSS) Plano de


Numeração
Fechado
PABX - A
ROU = 1
Código de acesso à rota = 3&4
Não há código de localidade
Dir = 1000 . . . 2999

6.4.5.1 Execução no PABX-A

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;
NANSI:NUMTYP=EC,NUMSE=3&4;
RODDI:ROU=1,DEST=3,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;
RODDI:ROU=1,DEST=4,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;

6.4.5.2 Execução no PABX-B

NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=3000&&4999;
NANSI:NUMTYP=EC,NUMSE=1&2;
RODDI:ROU=1,DEST=1,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;
RODDI:ROU=1,DEST=2,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;
DIRETRIZES OPERACIONAIS 34(38)
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6.4.5.3 Número chamador/conectado/chamado

Se o ramal dir=1555 no PABX-A disca 3555

No PABX-A

Número chamado 3555 (TON=6) enviado para o PABX-B


Número chamador privado 1555 (TON=6) enviado para o PABX-B
Número conectado privado 3555 (TON=6) recebido do PABX-B

6.4.6 Exemplo 6

Um PABX com uma única rota para outro PABX. A linha externa pode transportar o número chamador e o
número conectado. É ainda possível enviar o TON junto com o número.

O código de acesso à rota é utilizado para prefixar o número de catálogo, uma vez que a série numérica de
catálogo é a mesma em ambas as centrais.

Os números públicos e o TON não são relevantes, uma vez que este é o único na rede privada e o número
privado possui maior prioridade em relação ao número público, no que se refere à apresentação.

PABX - B
ROU = 1
Código de acesso à rota = 4
Código de Localidade = 3
dir = 1000 . . . 2999

CCS (por exemplo, ISDN ou DPNSS) Plano de


Numeração
Aberto
PABX - A
ROU = 1
Código de acesso à rota = 3
Código de Localidade = 4
Dir = 1000 . . . 2999

6.4.6.1 Execução no PABX-A

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=4;
NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=3;

RODDI:ROU=1,DEST=3,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;

RONDI:ROU=1,EXNOPR=6-4;
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6.4.6.2 Execução no PABX-B

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=3;
NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=4;

RODDI:ROU=1,DEST=4,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;

RONDI:ROU=1,EXNOPR=6-3;

6.4.6.3 Número chamador/conectado/chamado

Se o ramal dir=1555 no PABX-A disca 31555

No PABX-A

Número chamado 31555 (TON=6) enviado para o PABX-B


Número chamador privado 41555 (TON=6) composto e enviado para o PABX-B
Número conectado privado 31555 (TON=6) recebido do PABX-B
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6.4.7 Exemplo 7

Três PABX estão conectados. A linha externa pode transportar o número chamador e o número conectado.
É ainda possível enviar o TON junto com o número.

Os números públicos e o TON não são relevantes, uma vez que este é o único na rede privada e o número
privado possui maior prioridade em relação ao número público, no que se refere à apresentação.

PABX - C
Código de localidade = 864
dir = 1000 . . . 2999

Código de acesso à rota = 850


ROU = 2

CCS (por exemplo, ISDN ou DPNSS)

PABX - B
ROU = 2
Código de acesso à rota = 864
Código de localidade = 850 Rede regional nível 1
dir = 3000 . . . 4999 (plano de numeração misto)
Código de acesso à rota = 1&2
ROU = 1

Rede privada local


CCS (plano de numeração
fechada)
PABX - A
ROU = 1
Código de acesso à rota = 3&4
Código de acesso à rota = 864

Código de localidade = 850


dir = 1000 . . . 2999

6.4.7.1 Execução no PABX-A

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=850;
NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;
NANSI:NUMTYP=EC,NUMSE=3&4;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=864;
RODDI:ROU=1,DEST=3,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;
RODDI:ROU=1,DEST=4,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;
RODDI:ROU=1,DEST=864,SRT=1,ADC=x7x7xxxxxxxxxxxx;

RONDI:ROU=1,EXNOPR=7-850;
DIRETRIZES OPERACIONAIS 37(38)
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6.4.7.2 Execução no PABX-B

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=850;
NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=3000&&4999;
NANSI:NUMTYP=EC,NUMSE=1&2;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=864;
RODDI:ROU=1,DEST=1,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;
RODDI:ROU=1,DEST=2,SRT=1,ADC=x6x6xxxxxxxxxxxx;
RODDI:ROU=2,DEST=864,SRT=1,ADC=x7x7xxxxxxxxxxxx;

RONDI:ROU=2,EXNOPR=7-850;

6.4.7.3 Execução no PABX-C

NANSI:NUMTYP=EN,NUMSE=864;
NANSI:NUMTYP=EX,NUMSE=1000&&2999;
NANSI:NUMTYP=ED,NUMSE=850;

RODDI:ROU=2,DEST=850,SRT=1,ADC=x7x7xxxxxxxxxxxx;

RONDI:ROU=2,EXNOPR=7-864;

6.4.7.4 Número chamador/conectado/chamado

Se o ramal dir=1555 no PABX-A disca 3555

No PABX-A

Número chamado 3555 (TON=6) enviado para o PABX-B


Número chamador privado 1555 (TON=6) enviado para o PABX-B
Número conectado privado 3555 (TON=6) recebido do PABX-B
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Se o ramal dir=1555 no PABX-A disca 8641777

No PABX-A

Número chamado 8641777 (TON=7) enviado para o PABX-B


Número chamador privado 8501555 (TON=7) composto e enviado para o PABX-B
Número conectado privado 8641777 (TON=7) recebido do PABX-C

No PABX-B

Número chamado 8641777 (TON=7) recebido do PABX-A e enviado ao PABX-C


Número chamador privado 8501555 (TON=7) recebido do PABX-A e enviado ao PABX-C
Número conectado privado 8641777 (TON=7) recebido do PABX-C e enviado ao PABX-A

No PABX-C

Número chamado 8641777 (TON=7) recebido do PABX-B


Número chamador privado 8501555 (TON=7) recebido do PABX-A
Número conectado privado 8641777 (TON=7) composto e enviado ao PABX-A

7 Terminação
---
DIRETRIZES OPERACIONAIS 1(12)
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MD110
"Dados de Multi-PABX", EX/KS/IT/OP/RO/CB/AU/GH/AC

Conteúdo Página

1 Geral .......................................................................................................... 2
1.1 Funções...................................................................................................... 2
1.2 Abreviações................................................................................................ 5

2 Pré-requisitos............................................................................................ 5

3 Auxílios...................................................................................................... 6

4 Referências ............................................................................................... 6

5 Procedimento............................................................................................ 6

6 Execução................................................................................................... 7
6.1 Ramais analógicos/digitais/Terminais ISDN programados como clientes .... 7
6.2 Programação de dados de rota ................................................................... 8
6.3 Tráfego da telefonista do PABX .................................................................. 9
6.4 Grupo de campainha comum ...................................................................... 11
6.5 Grupo de chamadas em busca.................................................................... 11
6.6 Código de autorização para ramais............................................................. 11
6.7 Distribuição automática de chamadas......................................................... 12

7 Finalização ................................................................................................ 13

MTC/CMT - RRM/AXP 07011.DOC


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1 GERAL

1.1 Funções
Estas instruções operacionais fornecem uma descrição resumida do trabalho de O&M (operação e
manutenção) relativo aos dados de grupos Multi-PABX. Estas mesmas informações podem ser
encontradas com maiores detalhes nas diferentes instruções operacionais citadas no item "Referências"
deste documento.

Um PABX pode conter um grupo Multi-PABX, também chamado de Grupo de clientes. Este grupo de
Multi-PABX consiste de no máximo 31 clientes.

A facilidade "Multi-PABX" permite que as empresas subdividam os seus recursos, ou possibilita que
várias empresas pequenas compartilhem o mesmo PABX. Cada subdivisão ou empresa é definida
como um cliente.

Um cliente pode ser associado a um grupo de telefonistas, posições de atendimento diurno/noturno e


rotas de entrada e saída.

A facilidade "Multi-PABX" permite aos usuários de um grupo Multi-PABX, por exemplo, efetuar uma
chamada ao grupo de telefonistas associado, simplesmente teclando o mesmo número comum de
telefonista.

Isto permite que as subdivisões ou empresas utilizem a central independentemente umas das outras.

A facilidade "Multi-PABX" pode ser utilizada somente para por usuários de terminais de voz, exceto para
tráfego externo de entrada, o qual pode ser tráfego de dados.

É preferível que diferentes grupos Multi-PABX possuam diferentes rotas de entrada e saída, mas isto
não é mandatório.

A facilidade "Multi-PABX" podem ser dividida em três funções principais :

• Seleção do grupo de telefonistas através do número comum de telefonista dependente do grupo


Multi-PABX.

• Posição de atendimento noturno/diurno dependente do grupo Multi-PABX.

• Seleção de rotas dependente do grupo Multi-PABX.

1.1.1 Chamadas para o Número Comum de Telefonista do Grupo Multi-PABX

Uma chamada interna para o número comum da telefonista é direcionada para o grupo de telefonistas
associado ao grupo Multi-PABX do ramal chamador.
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1.1.2 Serviço Diurno/Noturno Dependente do Grupo Multi-PABX

Para cada cliente pode-se definir uma posição de atendimento diurno/noturno específica, tanto para
novas ligações como para ligações reroteadas (chamada DDR). Caso o reroteamento ocorra para um
cliente que não possua uma posição de atendimento diurno/noturno definida, a posição de atendimento
diurno/noturno será selecionada conforme as rotinas existentes.

1.1.3 Seleção de Rotas dos Clientes

Todos os clientes podem ter o mesmo ou diferentes códigos de acesso para selecionar as rotas de
saída associadas aos grupos Multi-PABX. Se não houver associação do grupo Multi-PABX à seleção de
rotas, será selecionada a rota comum conforme as rotinas existentes.

1.1.4 O Parâmetro CUST

Se o parâmetro CUST for utilizado, recomenda-se utilizá-lo em todos os comandos nos quais ele seja
aplicável:

EX, KS, IT, OP, RO, CB, AU, GH, AC.


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1.1.5 Figuras

Este exemplo mostra um PABX, onde os clientes A e B fazem parte de grupos distintos Multi-PABX. Os
clientes possuem rotas separadas para, por exemplo, acesso à rede pública.

PABX
Cliente A

Ramal A

Rota para o Rede


cliente A Pública
Telefonista A

Cliente B

Ramal B

Rota para o Rede


cliente B Pública
Telefonista B
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Este exemplo mostra um PABX, onde os clientes A e B fazem parte de grupos distintos Multi-PABX.
Os clientes possuem uma rota comum para, por exemplo, acesso à rede pública.

PABX
Cliente A

Ramal A

Telefonista A

Rota comum Rede


para os clientes Pública
Cliente B AeB

Ramal B

Telefonista B

1.2 Abreviações

ATS Aparelho analógico


DTS Aparelho digital
ISDN Rede Digital de Serviços Integrados
ITD Número de lista de terminal ISDN
O&M Operação e Manutenção

2 PRÉ-REQUISITOS
Deve-se programar as seguintes séries numéricas:

• Números de ramais

• Códigos de acesso a rotas

• Números de telefonistas do PABX


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3 AUXÍLIOS
Terminal de E/S.

4 REFERÊNCIAS
Estas Instruções Operacionais referenciam-se aos seguintes documentos:

Instruções Operacionais: Análise Numérica


Ramais Analógicos
Ramais Digitais
Terminais ISDN
Tráfego da Telefonista do PABX
Dados de Rota
Grupo de Campainha Comum
Grupo de Chamadas em Busca
Código de Autorização

Descrições de Comandos: Análise Numérica, NA


Ramais Analógicos, EX
Ramais Digitais, KS
Terminais ISDN, IT
Tráfego da Telefonista do PABX, OP
Dados de Rota, RO
Grupo de Campainha Comum, CB
Grupo de Chamadas em Busca, GH
Código de Autorização, AU

5 PROCEDIMENTO
1 Inicie os ramais analógicos/digitais/terminais ISDN
2 Inicie os dados de rota
3 Inicie o tráfego para a telefonista
4 Outras atividades
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6 EXECUÇÃO

6.1 Ramais Analógicos/Digitais/Terminais ISDN Programados Como Clientes


Consulte os documentos de O&M para Ramais Analógicos, Ramais Digitais e Terminais ISDN para uma
descrição detalhada.

Associe um ou mais ramais analógicos/digitais/terminais ISDN a um grupo Multi-PABX. Podem ser


programados até 31 grupos Multi-PABX.

6.1.1 Associação de um Ramal Analógico a um Grupo Multi-PABX

Inicie um ramal analógico através do comando EXTEI com o parâmetro CUST. O parâmetro CUST
associa o ramal analógico ao grupo Multi-PABX específico.

Digite o comando EXDDP para verificar o resultado.

6.1.2 Associação de um Ramal Digital a um Grupo Multi-PABX

Inicie um ramal digital através do comando KSEXI com o parâmetro CUST. O parâmetro CUST associa
o ramal digital ao grupo Multi-PABX específico.

Digite o comando KSDDP para verificar o resultado.

6.1.3 Associação de um Número de Lista de Terminal ISDN a um Grupo Multi-PABX

Inicie o número de lista do terminal ISDN através do comando ITNUI com o parâmetro CUST. O
parâmetro CUST associa o número de lista do terminal ISDN ao grupo Multi-PABX específico.

Digite o comando ITDAP para verificar o resultado.


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6.2 Programação dos Dados de Rota


Consulte os documentos de O&M para dados de rota para uma descrição detalhada.

É preferível, mas não mandatório, que diferentes clientes possuam rotas de entrada e saída distintas.

Existem várias vantagens na utilização de rotas distintas. Chamadas de entrada e saída podem ser
customizadas, por exemplo, chamadas externas de entrada são direcionadas para a telefonista do
cliente em questão; em chamadas de saída são selecionadas as rotas associadas ao cliente, etc.

6.2.1 Programação de uma Posição de Atendimento Diurno/Noturno Associada a um Cliente

Inicie uma posição de atendimento diurno/noturno para um cliente através do comando ROCDI. É
possível programar uma posição de atendimento diurna ou noturna (ou ambas) associada ao cliente.

Digite o comando ROCDP para verificar o resultado.

6.2.2 Programação do Código de Acesso à Rota

Geral

Pré-requisitos

As rotas devem ter estar programadas.

Execução

Inicie o caminho primário ou alternativo para rota através do comando RODDI. Utilize o parâmetro
CUST para associá-lo ao grupo Multi-PABX.

Digite o comando RODDP para verificar o resultado.


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6.3 Tráfego da Telefonista do PABX


Consulte os documentos de O&M para tráfego da telefonista do PABX para uma descrição detalhada.

Uma telefonista do PABX pode ser associada a um grupo Multi-PABX, desta maneira esta telefonista
utilizará a rota associada a este cliente para tráfego de saída.

Uma chamada para o número comum de telefonista será direcionada ao grupo de telefonistas
associado ao grupo Multi-PABX do originador da chamada.

6.3.1 Associação de Uma Telefonista a um Grupo Multi-PABX

Inicie a telefonista através do comando OPCUC com o parâmetro OCUST. O parâmetro OCUST
associa a telefonista a um cliente para chamadas de saída. Quando a telefonista efetua uma chamada
de saída, a mesma utilizará a facilidade "Multi-PABX" para selecionar a rota de saída.

Digite o comando OPDDP para verificar o resultado.

6.3.2 Programação dos Tipos de Chamadas Atendidas pela Telefonista

Inicie um grupo de origem de chamadas através do comando OPCTS com o parâmetro CUST. O
parâmetro CUST associa um grupo de origem de chamadas a um cliente. O comando OPCTS deve ser
programado para os respectivos tipos de chamadas.

Digite o comando OPCTP para verificar o resultado.

Digite o comando OPCGS para associar uma ou mais posições de telefonista a um ou mais grupos de
origem de chamadas.

Digite o comando OPCGP para verificar o resultado.


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6.3.3 Programação do Número Comum de Telefonista

Geral

Pré-requisitos

Um grupo de origem de chamadas deve estar programado com um número comum de telefonista
associado ao grupo Multi-PABX. Isto é efetuado através dos comandos OPCTS e OPCGS, veja
"Programação dos Tipos de Chamadas Atendidas pela Telefonista".

Cada cliente pode então efetuar chamadas para o seu grupo de telefonistas utilizando o número comum
da telefonista (OACC), mas cada código de acesso é diferente de cliente para cliente no grupo Multi-
PABX.

Execução

Inicie um código de acesso à telefonista (COACC) através do comando OPCOI com o parâmetro
COACC. Este número é utilizado para permitir que todos os clientes utilizem o mesmo número comum
de acesso à telefonista. Entretanto cada cliente efetua a chamada para sua própria telefonista.

Digite o comando OPCTP para verificar o resultado.

Este exemplo mostra um PABX, onde os clientes A e B pertencem a grupos distintos Multi-PABX. A
estes grupos Multi-PABX foi definido o número "09" como acesso comum à telefonista.

PABX
Cliente A Cliente B
O ramal no grupo O ramal no grupo
Multi-PABX A tecla Código de acesso comum à Multi-PABX B tecla
09 e efetua uma telefonista 09 e efetua uma
chamada para a sua (COACC) = 09 chamada para a sua
telefonista comum telefonista comum
(Ramal A chama (Ramal B chama
Telefonista A). Telefonista B).

Ramal A Ramal B

Código de Código de
acesso acesso
individual à individual à
Telefonista A telefonista telefonista Telefonista B
(OACC) = 07 (OACC) = 08
DIRETRIZES OPERACIONAIS 11(12)
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6.4 Grupo de Campainha Comum


Consulte os documentos de O&M para Grupo de Campainha Comum para uma descrição detalhada.

A facilidade Campainha Comum significa que a um certo número de ramais (integrantes) é associado
um dispositivo de sinalização.

Chamadas para o número comum são colocadas em fila e o dispositivo de sinal será ativado. Os
integrantes do grupo de campainha comum podem capturar as chamadas da fila através da discagem
de um código.

6.4.1 Programação de Campainha Comum

Um grupo de campainha comum é programado e associado a um grupo Multi-PABX através do


comando CBELI.

Digite o comando CBDAP para verificar o resultado.

Associe os integrantes ao grupo de campainha comum através do comando CBGMI.

Digite o comando CBDAP para verificar o resultado.

6.5 Grupo de Chamadas em Busca


Consulte os documentos de O&M para grupo de chamadas em busca para uma descrição detalhada.

A facilidade grupo de chamadas em busca significa que uma certa quantidade de ramais é associada a
um número comum de acesso. Quando este número comum é chamado, um dos ramais (integrantes)
do grupo é selecionado.

6.5.1 Programação de Grupo de Chamadas em Busca

Um grupo de chamadas em busca é programado e associado a um grupo Multi-PABX através do


comando GHGRI.

Digite o comando GHDAP para verificar o resultado.

Associe os integrantes ao grupo de chamadas em busca através do comando GHGMI.

Digite o comando GHDAP para verificar o resultado.

6.6 Código de Autorização para Ramais


Consulte os documentos de O&M para código de autorização para uma descrição detalhada.
DIRETRIZES OPERACIONAIS 12(12)
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O código de autorização fornece duas funções diferentes:

• o bloqueio do ramal, onde é utilizada uma classe de serviço inferior.

• a discagem de um código de autorização permite a utilização de outras categorias, diferentes da


qual o ramal se encontra programado.

6.6.1 Programação de Código de Autorização

Um código de autorização pode ser associado a um grupo Multi-PABX através do comando AUCOI.

Digite o comando AUCOP para verificar o resultado.

6.7 Distribuição Automática de Chamadas


Consulte os documentos O&M para Distribuição Automática de Chamadas para uma descrição
detalhada.

A facilidade Distribuição Automática de Chamadas permite que vários indivíduos (agentes) atendam a
uma grande quantidade de chamadas.

Os agentes podem ser selecionados de diferentes formas, por exemplo, na ordem em que foram
programados ou de acordo com a lista de agentes livres há mais tempo.

6.7.1 Programação da Facilidade DAC

Inicie e associe um grupo DAC a um grupo Multi-PABX através do comando ACGRI.

Digite o comando ACGCP para verificar o resultado.

Inicie os integrantes no grupo através do comando ACGMI.

Digite o comando ACGMP para verificar o resultado.

7 FINALIZAÇÃO
Se houve alteração nos dados deve-se executar um dump para o meio de "backup".
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 1(28)
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MD110
MENSAGENS DE PROCEDIMENTO E RESULTADO

1 Generalidades
Esta relação está dividida em três partes. A primeira parte consiste das mensagens não iniciadas por
"NOT ACCEPTED" nem "PARTLY EXECUTED". Em seguida, as mensagens que iniciam pelos títulos
citados. Por fim, são descritas as mensagens de erro que podem ocorrer para vários parâmetros, como
por exemplo "XXX FORMAT ERROR", "XXX UNREASONABLE VALUE".

2 Listagens Simples

BACK-UP SUCCESSFUL A atualização do computador de


interceptação foi finalizada. Os
redirecionamentos de interceptação e a
informação de mensagens em espera no
PABX estão agora atualizados.

BLOCKED LIM NOT CLEARED Os LIMs bloqueados no início da


atualização não foram atualizados, isto é,
estes podem ainda conter informação de
redirecionamento de interceptação não
atualizada.

BLOCKED LIM(S) NOT CLEARED AND Há LIMs bloqueados e falha na interface


ICS CHANNEL ERROR entre o PABX e o computador de
interceptação.

BREAK DURING PRINTOUT O operador de manutenção interrompeu a


listagem.

BUFFER HANDLING ERROR Falha na administração de "buffer" no


sistema.

COMMAND BUSY O comando está ocupado.

COMMAND LOST Ocorreu uma falha que pode ser


temporária. Digite o comando novamente.
A falha pode ser também devida a não ser
possível estabelecer contato com o LIM
em questão.

MTC/CMT RRM/AXP 07008.DOC


DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 2(28)
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COMMAND NOT ALLOWED A execução de medição de tráfego


somente é permitida através do comando
TRDPI (Iniciação do Processamento de
Dados de Medição de Tráfego), uma vez
que a medição de tráfego foi desativada.

COMMAND UNKNOWN O comando é desconhecido.

END Fim da listagem.

EXECUTED O comando foi executado.

FAULT IN COMMUNICATION TO O meio de armazenamento para os dados


TM-MEDIA de medição está inacessível devido a uma
das seguintes falhas:
• O arquivo de dados de medição não foi
encontrado.
• Congestionamento na função de
administração de arquivos.
• O volume de dados de medição não
está afiliado ao sistema.
• Os dados de medição armazenados,
resultado da medição de tráfego, não
podem ser encontrados.
• O meio de armazenamento não está
afiliado ao sistema.
• A unidade de "backup" está ocupada.
• Os dados de medição não estão
afiliados ao sistema.

FAULT INTERRUPT Ocorreu uma falha que pode ser grave.

FAULT INTERRUPT NO DATA A execução do comando foi interrompida


CHANGED antes que qualquer dado tivesse sido
alterado ou que dados programados (se
houvessem) tivessem sido reposicionados
ao valor original.

FAULT INTERRUPT PLEASE TRY A execução do comando foi interrompida.


AGAIN Tente novamente para verificação.

FAULT INTERRUPT PROGRAM ERROR Uma falha de programa ocorreu.

FAULT INTERRUPT RELOAD Ocorreu uma falha séria e devido a isto foi
REQUESTED solicitada uma recarga de todos os dados
alterados. (Alterados desde o último
dump).

FUNCTION TEST NOT OK O resultado do teste funcional indica que


existe no mínimo uma falha. Consulte os
comandos FTMDI, FTTDI e FTMFI.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 3(28)
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FUNCTION TEST OK O resultado do teste funcional nos LIMs


especificados foi OK. Consulte os
comandos FTMDI, FTTDI e FTMFI.

ICS CHANNEL ERROR Falha no enlace de dados entre o


computador de interceptação e o PABX
durante a atualização.

ICS DATA BACK-UP SUCCESSFUL A atualização da informação de


redirecionamento de interceptação do
PABX foi completada.

INPUT ERROR ENTER COMMAND Falha temporária. Digite o comando


AGAIN novamente.

MEDIUM NOT LOADED O meio de armazenamento não está


afiliado ao sistema.

ORDERED Função inicializada. Desconecte o


terminal para que a listagem de resultado
seja fornecida logo que a função for
completada.

SECONDARY NUMBER ENTERED ON Número secundário definido para o


PRIMARY NUMBER XXX número primário XXX.

SYNTAX ERROR Erro de sintaxe.

THERE IS NO GROUP INITIATED FOR O comando GHSTP foi especificado para


SUPERVISION listagem do estado, porém não há grupo
programado para supervisão.
Nota: Não é comando normal de E/S. Este
comando é gerado internamente pelo
sistema.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 4(28)
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3 Listagens Combinadas Precedidas por "Not Accepted" ou "Partly


Executed"
Às mensagens de procedimentos que iniciam por:

NOT ACCEPTED O comando não foi aceito. Uma falha foi


encontrada logo no primeiro indivíduo no
valor do parâmetro especificado.

PARTLY EXECUTED A execução do comando foi interrompida.


O comando foi executado para no mínimo
um indivíduo no valor do parâmetro
especificado.

É acrescentada uma das mensagens adicionais a seguir:

ACC DOES NOT EXIST O número do grupo de modems


especificado não está definido na série
numérica como número de grupo de
modems.

ACC NOT ASSIGNED A rota alternativa não foi programada.

AC/DEST NOT ASSIGNED O código próprio de área e o código de


destinação padrão para o LIM
especificado não existem.

ACD AGENT HAS MAXIMUM ACD Tentativa de programar mais que a


MEMBERS quantidade máxima de integrantes DAC
em uma posição de agente DAC.

ACTIVE MEASUREMENT IN PROCESS A medição de tráfego não pode ser


desativada devido à existência de
medição ativa em andamento.

ADN ALREADY ASSIGNED O número de catálogo adicional já foi


associado.

ADN ALREADY ASSIGNED FOR THIS O número de catálogo adicional


DIR estabelecido já está programado como
ADN no ramal especificado.

ADN EXIST O ramal possui número de catálogo


adicional.

ADN IS A NDC O número de catálogo adicional possui


conexão sem discagem (hot-line).

ADN IS ACD MEMBER O ADN é um integrante de um grupo DAC.


DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 5(28)
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ADN IS BUSY Existe uma chamada estabelecida


envolvendo o número de catálogo
adicional especificado.

ADN IS EMERGENCY O número de catálogo adicional é um


ramal de alarme.

ADN IS IN A BLOCKED LIM O número de catálogo adicional se


encontra em um LIM bloqueado.

ADN IS MULTIPLE REPRESENTED O número de catálogo adicional possui


múltipla representação.

ADN IS NOT ADN O número ADN especificado não é um


número de catálogo adicional.

ADN NOT ASSIGNED O número ADN especificado não foi


programado.

ADN NOT IN RANGE O ADN não pertence à série numérica


para ramais.

AGENT POS ALREADY EXIST IN THE Tentativa de programar mais que um ADN
GROUP em uma posição de agente para o mesmo
grupo DAC.

AGRP NOT ASSIGNED O grupo especificado não possui grupo de


atendimento.

ALL PARAMETERS MISSING Nenhum parâmetro foi definido para o


comando.

ALTERNATIVES NOT ASSIGNED A rota alternativa não foi associada.

APPLICATION NOT REMOVED A aplicação do sistema de informação não


foi removida.

AUXILIARY NOT ALLOWED • O ramal é um ramal secundário.


• Ramal secundário não permitido.
• O limite de ramais secundários
afiliados a um mesmo ramal primário
foi atingido.
• Tentativa de programar um ramal
secundário para um ramal digital.

AUX/ADN NUMBER NOT ALLOWED Um número de catálogo auxiliar ou um


número adicional não pode ser definido
quando um registro de medição de
chamada está para ser zerado.

AUX NO. NOT ALLOWED Ramal secundário não permitido.


DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 6(28)
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AUX NOT ASSIGNED Número de ramal não utilizado.

AUX NOT IN RANGE O número de catálogo não pertence à


série numérica para ramais.

BOARD NOT BLOCKED O cartão deve ser bloqueado para tráfego


antes de ser efetuado o teste de loop-back
de tronco.

BOARD OK BUT NO PU Um cartão do tipo especificado existe no


sistema ou no LIM, porém nenhuma linha
de programa do tipo correto existe no LIM.

BOARD POSITION ALREADY A posição de cartão especificada já foi


EQUIPPED iniciada.

CALENDAR FUNCTION ERROR Falha na função calendário.

CALL LOGGING ALREADY ASSIGNED A função bilhetagem já foi programada no


sistema.

CALL LOGGING NOT ASSIGNED A função bilhetagem não foi programada


no sistema.

CALL WAITING NOT ALLOWED FOR O número de catálogo adicional não pode
ADN possuir categoria para chamada em
espera.

CATEGORY INFO MISSING Nenhum dos parâmetros de categoria foi


especificado.

CDU EQUIPMENT POSITION NOT A posição de equipamento especificada


EQUIPPED pelo parâmetro CDU não está equipada.

CDU FOR TRUNK ASSIGNED O equipamento de medição de chamada


está conectado à linha.

CDU NOT ALLOWED O parâmetro CDU não é permitido devido


à função medição de chamada não estar
incluída no sistema.

CHANNELS NOT ALLOWED Os indivíduos do cartão especificado não


foram programados como canais de
busca-pessoa.

CHARG.INF.FAULTY A tarifação não pode ser iniciada para


uma rota se há troncos programados para
a mesma.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 7(28)
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CHL IS BUSY O canal de busca-pessoa especificado


está ocupado e, consequentemente, não
pode ser cancelado.

COM PUBLIC DIR NO ALREADY O número de catálogo público comum já


ASSIGNED foi definido.

COM PUBLIC DIR NO NOT ASSIGNED O número de catálogo público comum não
foi programado.

COMBINAT. ACC SEL NOT ALLOWED O parâmetro ACC não é permitido para
rota de entrada.

COMBINATION ALREADY ASSIGNED A combinação de valores especificada no


campo de categoria já foi definida.

COMBINAT. CAW ODN2 NOT As facilidades chamada em espera e livre


ALLOWED na segunda linha não podem coexistir no
mesmo ramal.

COMBINAT. CHO CUST NOT ALLOWED Apenas uma seleção de rota pode ser
programada para cada categoria de Multi-
PABX. As seleções de rotas alternativas
são comuns para a destinação.

COMBINAT. CHO SEL NOT ALLOWED A uma rota terminal não pode ser
associada uma rota alternativa.

COMBINAT. DRN ROU NOT ALLOWED Uma destinação pode compreender um ou


mais caminhos. Somente DRN ou ROU
devem ser especificados.

COMBINAT. EQU VAR NOT ALLOWED A posição de equipamento não está de


acordo com o diagrama de sinalização da
rota.

COMBINAT. EXCHNO SEL NOT O parâmetro EXCHNO exige que a rota


ALLOWED seja de saída.

COMBINAT. FCN DIG NOT ALLOWED O parâmetro DIG somente pode ser
especificado quando o parâmetro FCN
possuir valor TNS.

COMBINAT. PRE SEL NOT ALLOWED O parâmetro PRE não é permitido para
rota de saída.

COMBINAT. ROUDIR SEL NOT O parâmetro ROUDIR exige que a rota


ALLOWED seja de entrada.

COMBINAT. TRU EQU NOT ALLOWED O parâmetro TRU não possui o mesmo
LIM que o parâmetro EQU.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 8(28)
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COMBINAT. VARI SEL NOT ALLOWED O parâmetro VARI não é permitido para
rota de saída.

COMBINAT. VARO SEL NOT ALLOWED O parâmetro VARO não é permitido para
rota de entrada.

COMMAND ALREADY INITIATED O comando TRPEI (início de listagem e


cancelamento de medição de tráfego) já
foi iniciado.

COMMAND IN WRONG ORDER O comando deve ser precedido por outro


comando. Consulte a Descrição de
Comandos ou as Diretrizes Operacionais
relevantes.

CONFIG. CONFLICT INDDAT para a configuração do cartão


está em conflito com a configuração
existente.

CONGESTION Muitos usuários utilizando comandos


simultaneamente.

CONGESTION IN GS Congestionamento no seletor de grupo.

CONGESTION IN OC Congestionamento na função de listagem.

CONNECTION ALREADY EXIST Uma das posições de equipamento para a


linha externa ou ramal já está associada a
uma conexão de falta de força.

CORG NOT ASSIGNED Não existe nenhum dos grupos de origem


(CORG) especificados no comando.

CPN HAS NO PAGING O número de catálogo especificado não é


um número de busca-pessoa comum.

CUST NOT IN RANGE O número do grupo Multi-PABX está fora


da faixa permitida.

DATA CHANGES NOT ALLOWED A alteração de dados está


temporariamente inibida devido a, por
exemplo, um dump ou carga do sistema.

DATA NOT ASSIGNED Os critérios de saída especificados não


foram programados.

DATE NOT ALLOWED Data incorreta.

DCAT XXX ALREADY ASSIGNED A categoria já foi associada.


DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 9(28)
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DDN POSITION ALREADY ASSIGNED Uma TAU-T (DCE-T) já foi programada na


posição de equipamento.

DEM BLOCKED O programa monitor de ramais encontra-


se inacessível devido ao bloqueio de um
LIM ou do programa.

DEST TIED TO ROU A destinação está afiliada à rota. Esta


deve ser removida antes que a rota possa
ser finalizada.

DEVICE NOT IN LIM O cartão não se encontra no LIM


especificado.

DEV NOT IN SYSTEM O tipo de cartão não existe no sistema.

DIG DOES NOT EXIST O número especificado para a conexão de


mensagem em espera não existe.

DIG MISSING O parâmetro DIG é obrigatório no


comando especificado.

DIR ALREADY ASSIGNED O número de catálogo já está sendo


utilizado.

DIR ALREADY ASSIGNED OTHER O ramal já foi associado a um terminal.


TERM

DIR ALREADY EXIST O integrante já existe.

DIR ASSIGNED REMOVE NOT Uma parte da série numérica para


ALLOWED telefonista está sendo utilizada e, portanto,
não pode ser removida.

DIR,DPN OR CPN MISSING Os parâmetros são opcionais, porém pelo


menos um deles deve ser especificado.

DIR HAS NO PAGING O número de ramal especificado não foi


associado à facilidade busca-pessoa.

DIR HAS QUE. O ramal possui algum tipo de tratamento


de fila de espera.

DIR IN TO MANY GRP O ramal já pertence à quantidade máxima


de grupos permitidos.

DIR IS A CB-GROUP O número de catálogo é um número de


acesso a um grupo de campainha comum.

DIR IS A GROUP O número de catálogo é um número de


acesso a um grupo.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 10(28)
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DIR IS A LEASED LINE • Um grupo de dados que está aberto


para tráfego externo de entrada não
deve ter nenhum integrante que seja
uma conexão permanente de modem.
• Uma tecla de acesso simples (seleção
por nome) não pode ser associada a
uma conexão permanente de modem.

DIR IS A NDC O ramal possui conexão sem discagem


(hot-line).

DIR IS A PBX GROUP O número de catálogo é um número de


acesso a um grupo de ramais em busca.

DIR IS ALREADY A MEMBER OF A O ramal já pertence a um grupo de


CHARGING GROUP medição de chamada.

DIR IS BUSY O ramal está ocupado.

DIR IS EMERGENCY O ramal é um ramal de alarme.

DIR IS IN A BLOCKED LIM DIR=XXX O número de catálogo encontra-se


LIM=XXX inacessível devido ao bloqueio do LIM.

DIR IS IN A GROUP O ramal especificado já pertence a um


grupo de captura de chamada.

DIR IS IN BLOCKED LIM O ramal encontra-se em um LIM


bloqueado.

DIR IS NOT AN ANALOG EXTENSION O número de ramal não pertence a um


ramal analógico.

DIR IS NOT AN EXTENSION DIR não é um número de ramal.

DIR IS SECONDARY O número de catálogo especificado é um


ramal secundário.

DIR NOT A HOT LINE O ramal de dados não possui "hot-line"


(conexão sem discagem).

DIR NOT A MEMBER OF ANY O número de catálogo não pertence a


CHARGING GROUP nenhum grupo de medição de chamada.

DIR NOT PRIMARY EXTENTION OR O número de catálogo não pertence a um


ODN ramal primário ou não é um número de
catálogo próprio (ODN).

DIR NOT A PRIMARY NUMBER O número de catálogo não pertence a um


ramal primário.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 11(28)
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DIR NOT ALLOWED • O ramal não pode pertencer a um


grupo, ou o parâmetro DIR não é
permitido quando um outro parâmetro
é fornecido.
• O valor do parâmetro não é um
número de catálogo para ramal
primário ou secundário.
• O valor do parâmetro não é um
número de catálogo para ramal
analógico ou um número adicional.

DIR NOT ASSIGNED • O número de catálogo não está


associado.
• Não existe ramal com este código de
categoria.

DIR NOT INCREASING Os valores do parâmetro DIR não estão


em ordem crescente para parâmetros
múltiplos.

DIR NOT IN GROUP O ramal não pertence a grupo.

DIR NOT IN RANGE DIR não pertence à série numérica para


ramais.

DIR NOT ODN O parâmetro DIR especificado não é um


número de catálogo próprio (ODN).

DIR NOT ODN OR ADN O número do ramal não é um número de


catálogo próprio ou adicional.

DIR NOT ORDINARY O ramal especificado é um ramal primário


ou secundário.

DIR OLD XXX IS AN INTERCEPTION O ramal especificado é uma posição de


SERVICE POSITION listagem de mensagem ou posição de
redirecionamento de mensagem.

DIR OLD IS NOT AN ANALOG O ramal especificado não é um ramal


EXTENTION analógico.

DIR OR CORG MISSING Nenhum dos parâmetros DIR ou CORG foi


especificado no comando.

DIR XXX IS ALREADY A O ramal de dados especificado já pertence


DATAGROUPMEMBER ao grupo especificado ou a um outro
grupo de dados.

DIR XXX IS NOT A O ramal de dados especificado não


DATAGROUPMEMBER pertence a nenhum grupo de dados.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 12(28)
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DIR XXX IS NOT A MEMBER IN O ramal de dados especificado não


SPECIFIED GROUP pertence ao grupo de dados definido
(porém pertence a outro grupo de dados).

DIRECTION FAULTY O sentido de uma rota não pode ser


alterado se houver troncos programados
na rota em questão.

DIRECTION IN SEL NOT ALLOWED O sentido da rota está incorretamente


especificado no parâmetro SEL.

DIV FOR DIR XXX NOT ASSIGNED O ramal especificado não possui posição
de redirecionamento individual.

DIV NOT ASSIGNED Não há posição de redirecionamento


comum programada.

DL NOT LOADED As unidades de programa do bloco DL,


necessárias para a execução do comando,
não estão incluídas no LIM especificado.

DOUBTFUL PRINTOUT A listagem pode estar incompleta.

DRN EXIST IN DEST Se existir um caminho programado em


uma destinação externa, este deve
primeiro ser removido antes que a
definição do caminho possa ser finalizada.

DTM BLOCKED O programa monitor de administração de


linhas externas encontra-se inacessível
devido ao bloqueio do programa ou do
LIM.

EMERGENCY NOT ALLOWED Ramal de emergência não permitido.

ENTRY NOT FOUND Os dados de entrada especificados não


existem nas tabelas de rota de menor
custo.

EPN HAS NO PAGING O número de catálogo especificado não


possui número adicional de busca-pessoa.

EQU INDIVID NOT ALLOWED Tentativa de programar canal 0 ou 16.

EQU IS NOT AN ANALOG EXTENSION Não há ramal analógico na posição de


equipamento especificada.

EQU IS RESERVED A posição de equipamento está reservada


para o canal de sinalização.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 13(28)
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EQU NOT ALLOWED A posição de equipamento especificada


corresponde ao indivíduo 0 ou 16 no
cartão, os quais não são permitidos.

EQU NOT NEEDED O modem especificado já foi programado.

EQU POSITION NOT EQUIPPED • Posição de equipamento não equipada.


• Valor fora da faixa permitida.

EQU RESERVED SPC A posição de equipamento está reservada


para conexão semi-permanente.

EQUIPMENT IN DIFFERENT LIMS EQUE e EQUT não podem estar em LIMs


diferentes.

EQUIPMENT POSITION ALREADY A posição de equipamento já foi


ASSIGNED associada.

EQUIPMENT POSITION NOT Tentativa de programar um ramal


ASSIGNED secundário em uma posição de
equipamento não programada.

EQUIPMENT POSITION NOT EQUIPPED A posição de equipamento especificada


não está equipada.

EQUIPMENT POSITION NOT EQUIPPED A posição de equipamento especificada


EQUX para EQUE ou EQUT não está equipada.

EQUIPMENT TYPES DIFFERENT As posições de equipamento são de


diferentes tipos.

EXL IS INCOMPLETE O número externo está incompleto.

EXL IS OVERLAPPING O início da série numérica existe e,


consequentemente, o número se sobrepõe
à série e não pode ser distinguido de um
outro número menor existente.

EXN GROUP MEMBER O ramal pertence a um grupo.

EXN HAS A FTC O ramal a ser movido possui PFC


(conexão para falta de força).

EXN HAS QUEUE MISSIONS O ramal está livre, porém possui


atribuições de fila de espera.

EXN IS A MASTER O ramal é o ramal principal do Grupo Não


Perturbe. Remova esta função com o
comando SPEXE.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 14(28)
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EXN IS A NDC O ramal possui conexão sem discagem


(hot-line).

EXN IS A TAU-T • TAU-T (DCE-T) não pode ser movida


com o comando DTEXC, mas,
somente com o comando KSEXC.
• As teclas de funções para "chamada
em espera" e "redirecionamento" não
podem ser programadas uma vez que
já existem no telefone digital.

EXN IS AUTO ANSW. O ramal possui atendimento automático.

EXN IS BUSY O ramal está em tráfego. Não pode ser


bloqueado ou removido.

EXN IS EMERGENCY O ramal é do tipo emergência.

EXN IS IN A GROUP O ramal pertence a um grupo.

EXTENSION IS IN A GROUP O ramal pertence a um grupo.

EXTENSION NON DIALLED NO O ramal possui conexão sem discagem


(hot-line).

EXTERNAL NUMBER IS ALREADY O número já possui comprimento


ASSIGNED numérico associado.

EXTERNAL NUMBER IS NOT • Ao número externo especificado não


ASSIGNED foi associado um comprimento
numérico anteriormente.
• O número externo não está definido na
análise numérica.

FACILITY ALREADY ASSIGNED A facilidade discagem abreviada individual


já foi programada para o ramal ou
telefonista especificado.

FACILITY NOT ASSIGNED A facilidade discagem abreviada individual


não foi programada para o ramal ou
telefonista especificado.

FDT NOT ASSIGNED A tabela de destinação fictícia não foi


previamente programada.

FILE ALREADY ASSIGNED A unidade de saída especificada já foi


programada.

FILE NOT ASSIGNED A unidade de saída especificada não foi


programada.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 15(28)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - RRM/AXP EPK/DM B Nilsson 1/190 83-APD 101 02 Upb
Resp Doc./Aprovado - Doc. Respons./Approved Contr. - Checked Data - Date Rev. Arquivo - File
MTC/CMT - RFSJ 1996-07-15 D

FRCT-VALUE IS REFERENCED Os dados da FRCT especificados na


tabela de destinação fictícia estão
referenciados pela tabela de exceções ou
pela tabela numérica.

FRCT-VALUE NOT ASSIGNED Os dados da FRCT especificados na


tabela de destinação fictícia não foram
previamente definidos.

FT-CONNECTION ASSIGNED Nenhuma conexão PFC (falta de força) foi


encontrada.

FTP NOT LOADED A facilidade "conexão de falta de força"


não foi instalada no sistema.

GRP ALREADY ASSIGNED O número de grupo já foi programado.

GRP COUNTER EMPTY O contador não contém marcações.

GRP/DIR MULTIPLE PAR ERROR Se o parâmetro GRP for especificado com


& ou &&, o parâmetro DIR deve ser
especificado com ALL.

GRP IS IN A BLOCKED LIM GRP=XXX O número do grupo está inacessível


LIM=XXX devido ao bloqueio do LIM.

GRP IS NOT EMPTY Não é permitida a remoção de dados de


um grupo que ainda possui integrantes
programados.

GRP NOT IN RANGE • Número de grupo não incluído na série


numérica de ramais.
• Número de grupo não marcado como
número de grupo PBX.

GRP XXX HAS NO MEMBERS O grupo não possui integrantes.

ICS BACKUP ALREADY IN PROGRESS A atualização dos dados de interceptação


está em andamento.

ICS CHANNEL ERROR Falha na interface entre o PABX e o


computador de interceptação.

ICS FUNCTION ALREADY INITIATED A função de interceptação já foi


programada.

ICS FUNCTION NOT INITIATED A função de interceptação não foi


programada.

ICS POSITION NOT INITIATED A posição de interceptação não foi


programada.
DESCRIÇÃO DE MENSAGENS 16(28)
Executado - Prepared Resp. Assunto - Subject Responsible Nº - Nº
MTC/CMT - RRM/AXP EPK/DM B Nilsson 1/190 83-APD 101 02 Upb
Resp Doc./Aprovado - Doc. Respons./Approved Contr. - Checked Data - Date Rev. Arquivo - File
MTC/CMT - RFSJ 1996-07-15 D

ICS POSITION NOT REMOVED A posição de interceptação não foi


removida.

ICUIND CHANNEL ERROR DETECTED Falha na interface entre a central e o


sistema de informação.

ILLEGAL ARG VALUE Valor incorreto do argumento.

ILLOGICAL PARAMETER Quando o valor do parâmetro para grupo


não for um valor único, o valor do
parâmetro DIR deverá ser ALL.

INCORRECT BOARD TYPE Tipo de cartão incorreto na posição de


equipamento especificada.

INCORRECT DEV TYPE Um ramal do tipo TAU-S ou TAU-T (DCE-


S, DCE-T) não pode ser alterado para um
ramal que já foi programado.

INCORRECT TRD Um grupo de modems definido para


tráfego bidirecional não pode ser alterado
para tráfego unidirecional de entrada ou
de saída.

INIT IN WRONG ORDER Programação em ordem incorreta.

ISOLATED LIM IN RING O SAD especificado não está incluído nos


LIMs em funcionamento. No mínimo um
LIM isolado existe no sistema, isto é, SAD
pode existir lá.

ITYPE NOT ALLOWED FOR ADN O parâmetro ITYPE não deve ser
especificado para número de catálogo
adicional.

KEY NOT A FUNCTION KEY A função referente à tecla não pode ser
removida através deste comando.

KEY NOT CHANGEABLE A tecla de função no aparelho digital


possui função permanente que não pode
ser alterada.

KEY NOT TNS A tecla especificada não possui a função