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Ano I - Nº 12 - Fundador/Diretor : Fernando de Abreu Diretora Adjunta: Anabela de

Ano I - Nº 12 - Fundador/Diretor : Fernando de Abreu Diretora Adjunta: Anabela de Abreu

9 de julho 2019 geral@viseuglobal.pt-Gratuito

MESCLA conquista espaço próprio na promoção cultural de Viseu

de Abreu 9 de julho 2019 geral@viseuglobal.pt-Gratuito MESCLA conquista espaço próprio na promoção cultural de Viseu

Feira da Bôla promete animar fim de semana em Lamego

Feira da Bôla promete animar fim de semana em Lamego Ficha técnica: Inscrição:127288 Propriedade : Nodigráfica-

Ficha técnica:

Inscrição:127288

Propriedade: Nodigráfica- Infor- mação e Artes Gráficas Lda Periodicidade: Diária dias úteis NIF : 501511784 Morada : Av. do Convento nº 1 - Orgens - 3510-674 Viseu Sócios gerentes :

Graça Maria Lourenço de Abreu Anabela Lourenço de Abreu Sede /Redação : Complexo Conventurispress - Av. do Con- vento nº 1 - Orgens - 3510 -674 Viseu Detentores do capital social com mais de 5 %:

Fernando Mateus Rodrigues de Abreu Graça Maria Lourenço de Abreu Anabela Lourenço de Abreu Estatuto editorial : http://viseu- global.pt/sobre-mim/

 

O

maior

ícone

gas-

que

apenas

os

produtores

ou refeição ligeira, existem di-

tronómico

do

concelho

de

deste concelho sabem fazer uti-

versas

presunto,

variantes

da bôla: de

salpicão,

Lamego volta a ser, no próximo

lizando três ingredientes para a

bacalhau,

fim de semana, o "produto es-

sua

confeção:

ovos, farinha e

carne ou

sardinha,

e

muitas

trela" de um certame que já vai

açúcar.

outras.

O

leque

de

novidades

na

décima primeira

edição: a

 

A

Av.

Dr.

Alfredo

de

da

edição

2019

também

Feira da Bôla. Organizado pelo

Sousa,

"sala

de

visitas"

da

abrange

uma

nova disposição

Município

de

Lamego,

atra-

cidade

de Lamego,

acolhe a

dos stands, com a

criação de

vessa

este

ano pela

primeira

rea-lização

da Feira da

Bôla,

uma grande esplanada no cen-

vez

as

fronteiras

do

concelho

onde dez produtores locais vão

tro do recinto com o objetivo de

com a participação de um pro-

promover, de 12 a 14 julho, uma

incrementar a componente so-

duto gastronómico convidado:

das

iguarias

mais típicas da

cial do evento.

as Cavacas de Resende, uma

culinária

duriense.

Servida

delícia

da

doçaria tradicional

como entrada,

petisco,

lanche

d o ç a r i a t r a d i c i o n

MESCLA conquista espaço próprio na promoção cultural de Viseu

a l c a n ç o u

s u c e s s o n o s o b j e t i v o s e n o s p ú b l i c o s . C e n tr o H i s tó r i c o r e c e - b e u p e l o m e n o s 1 0 0 m i l p e s - s o a s

F e s t i v a l

e l o m e n o s 1 0 0 m i l p e

agenda de programação, que marcou o ritmo de Viseu ao

Para o Vereador da Cul- tura e Turismo, Jorge Sobrado, “o MESCLA transformou-se num grande ecrã de afirmação da cultura de Viseu, conquis- tando um espaço próprio”. Diversos artistas de Viseu como Inês Flor, Graeme Pullyen, Sónia Barbosa, Gui- lherme Gomes, Ana Bento, Bruno Pinto, Moullinex, a Gira Big Band, “Sr. Jorge”, o coletivo ZunZum e Ricardo Augusto, Luís Belo, John Gallo e a com- panhia de artes circenses TRIBAL criaram e dirigiram vários momentos de progra- mação do MESCLA. Juntaram- se-lhes a cooperativa CARMO 81 (na programação) e nomes emergentes da música como Dr. Molotov e Color Ivy, entre outros.

As atividades para crianças e famílias, entre ofici- nas e espetáculos, registaram quase sempre lotação com- pleta: a peça “Panela de Ferro” e o “Teatro Mais Pequeno do Mundo” esgotaram frequente-

Município de Viseu, VISEU MARCA e VISEU NOVO SRU fazem um balanço larga- mente positivo da primeira edição do novo festival cultural multidisciplinar de Viseu – o MESCLA. O festival que elege a cultura e as artes “made in Viseu” como seu território es- pecífico conquistou comu- nidade e visitantes, envolvendo mais de 100 mil pessoas.

nidade e visitantes, envolvendo mais de 100 mil pessoas. “Tal como esperávamos, o MESCLA adquiriu uma

“Tal como esperávamos,

o MESCLA adquiriu uma identi-

dade diferenciadora de progra-

mação e intervenção no Centro

Histórico e conseguiu um forte

e inédito envolvimento de artis- tas e companhias locais”, su- blinhou o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques. No que toca à intensa

longo de sete dias, contaram-se propostas em muitas disciplinas artísticas, com um elevado padrão de qualidade. Da escul- tura urbana à música, do teatro ao novo circo, das artes plásti- cas à literatura, todas as ex- pressões tiveram o seu palco no Centro Histórico da cidade- jardim.

temente os lugares disponíveis, nos vários dias em que se rea- lizaram.

para reinterpretar e voltar a olhar o património e a cenografia do Centro Histórico.

grandes marcas do evento, com destaque para o GAMELÃO, nos Claustros da Sé. Uma instalação inspirada no milenar gamelão japonês, constituído por centenas de peças de porcelana, faiança, grés, vidro e cristal, assente numa estrutura de aprendiza- gem e experimentação inclusi- vas.

Na música, Noiserv, Marta Ren & The Groovelvets, Surma, Fogo Fogo, Holy No- thing e Gira Big Band com Elisa Rodrigues proporcionaram grandes espetáculos para o público do evento, nas noites de verão da semana. Na noite de encerramento, domingo, o espetáculo de Sr. Jorge encheu o anfiteatro natural da Fonte das 3 Bicas. Quanto ao público, o

natural da Fonte das 3 Bicas. Quanto ao público, o Destaque, ainda, para as peças teatrais

Destaque, ainda, para as peças teatrais “Dimas e Gestas – Um Musical para Crucifica- dos”, “Dmitri ou o Pecado”, “O Bode do Restelo” e para o es- petáculo de circo “78 Tours”, que conquistaram o público do MESCLA. O evento também soube “mesclar” a programação com nomes inéditos em Viseu. Manuel Alão e Sérgio Ferreira conquistaram a cidade de Viria- to com as suas esculturas de luz “site specific”, que serviram

As instalações de som também se revelaram uma das

As instalações de som também se revelaram uma das Festival foi crescendo ao longo da semana,
As instalações de som também se revelaram uma das Festival foi crescendo ao longo da semana,

Festival foi crescendo ao longo da semana, atingindo um pico de procura nos dias de sexta- feira e sábado. No total, pelo menos 100 mil pessoas que participaram no MESCLA, de 1 a 7 de julho. O MESCLA regressará no futuro com a vocação de es- paço privilegiado de apresen- tação e afirmação da cultura de Viseu e de projetos e dinâmicas apoiadas pelo programa muni- cipal VISEU CULTURA.

Os incêndios no Norte de Portugal e Galiza

E s p e c i a l i s t a s p r o p õ e m

m a i s c o o p e r a ç ã o t r a n s f r o n t e i -

r i ç a

Foi dado a conhecer na Universidade de Trás-os- Montes e Alto Douro (UTAD), no dia 4 de julho, um estudo sobre a cooperação transfron- teiriça na prevenção e extinção de incêndios florestais, com in- cidência da Galiza e Norte de Portugal. O estudo, da autoria de três especialistas portugue- ses e galegos, foi apresentado pelo coordenador, Juan Picos Martin, professor da Universi- dade de Vigo, numa sessão presidida pelo vice-reitor da UTAD, Emídio Gomes. Para além de Juan Picos Martin, intervieram no trabalho Marc Ribau, inspetor-chefe da área florestal e especialista em incêndios florestais em Es- panha, e António Salgueiro, en- genheiro florestal português e especialista em fogo contro- lado. A grande motivação do es- tudo foi procurar respostas para uma preocupação crescente relativa à grande frequência de incêndios que, tendo origem num país, atravessam a fron- teira e provocam graves danos

num país, atravessam a fron- teira e provocam graves danos no país vizinho. Considerando que o

no país vizinho. Considerando que o problema tem vindo a agravar- se de forma considerável com a incidência recente de grandes incêndios florestais, impõe-se maior cooperação entre os dois países. “Urge desenvolver me- didas transfronteiriças objeti- vas” – dizem os autores do estudo, – medidas que “permi- tam enfrentar, nas melhores condições, esta ameaça consti- tuída pelos grandes incêndios florestais, normalmente associ- ados a condições meteorológi- cas extremas e de difícil controlo em caso de emergên- cia, e em que é necessário

cooperar imediatamente desde a prevenção e a preparação”. Para os especialistas, é imperioso e urgente a imple- mentação de um sistema que permita a comunicação rápida e simples entre as estruturas de- dicadas das duas regiões, rela- tivamente aos episódios detetados nas proximidades das zonas fronteiriças, através de um dispositivo coordenador de observação permanente, com câmaras ou detetores aéreos. “Atualmente –alerta o estudo – nenhum dos sistemas de alerta de risco de incêndio florestal dá informação na área transfronteiriça vizinha”.

– nenhum dos sistemas de alerta de risco de incêndio florestal dá informação na área transfronteiriça

VILA NOVA DE PAIVA

Centro Histórico de Touro com mais horizonte!

EDP, CM e JF associam- se em obra de requalificação. A EDP Distribuição, por intervenção da área de Rede e clientes Viseu ( D- DRCM-AVS ) e resultando de uma parceria celebrada com a Câmara Mu- nicipal de Vila Nova de Paiva e com a Junta de Freguesia de Touro, deu por concluída a ação de requalificação das infraestru- turas elétricas no centro histórico da localidade de Touro.

Segundo e empresa elétrica, esta intervenção incidiu sobre a rede de baixa tensão aí implantada, numa extensão de cerca de 800 metros, tendo, em consequência, toda essa in- fraestrutura sido convertida de aérea a subterrânea. Ainda segundo essa em-

convertida de aérea a subterrânea. Ainda segundo essa em- mente dita, concretamente o fornecimento e montagem

mente dita, concretamente o fornecimento e montagem de

dos trabalhos de construção

civil - abertura e fecho de valas

e instalação das respetivas

tubagens – bem como a aquisição de 27 candeeiros ( tipo lanternas ) utilizando tecnologia LED Concluindo, a inter- venção agora levada a cabo

pela EDP Distribuição, em con- junto com a Câmara Municipal

e a Junta de Freguesia de

Touro, vem comprovar, uma vez mais, as vantagens associadas a este tipo de parcerias e, con- sequentemente, em resultado da conjunção de esforços, garantir um significativo contri- buto no reforço da qualidade do serviço prestado por essa em- presa a todo o concelho de Vila Nova de Paiva, permitindo, tam- bém e de forma supletiva, um melhor enquadramento ur- banístico das infraestruturas elétricas.

enquadramento ur- banístico das infraestruturas elétricas. presa, todos os encargos, num montante que ascendeu a cerca

presa, todos os encargos, num montante que ascendeu a cerca de 16.000€, decorrentes da intervenção elétrica propria-

cabos e necessárias ligações, foram suportados pela EDP Distribuição. Às duas autarquias coube a execução da totalidade

Campia recebe IV Mostra Gastronómica do Peixe do Rio

A área de lazer do Porto Várzea, em Campia, vai rece- ber, nos dias 13 e 14 de julho, mais uma mostra gastronómica do Peixe do Rio. Trata-se da quarta edição deste certame que tem como objetivo divulgar a tradição gastronómica e de pesca do peixe do rio existente no concelho, bem como pro- mover turisticamente a fregue- sia de Campia e o concelho de Vouzela. Com o evento pretende- se também apoiar as associa- ções locais, já que serão as próprias coletividades a confe- cionar os pratos servidos du- rante a mostra. Irão marcar presença o Agrupamento 649 – Escuteiros de Campia, o Grupo Desportivo de Campia, o Ran- cho Folclórico “Recordações de Campia”, a Associação “Os Castros” e o Grupo Carnavales- co de Campia. Numa organização da Junta de Freguesia de Campia,

o evento conta com o apoio da Câmara Municipal de Vouzela, Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vouzela e VFM.

PR OGR A M A

SÁBADO * 13 JULHO 18h | Abertura do certame com arruada pelo Grupo de Bom- bos de Campia 18h30 | Atuação do Grupo de Trajes e Cantares de Loumão 20h | Serviço de jantares 21h30 | Atuação do Grupo de Cavaquinhos de Alcofra 22h30 | Atuação do Grupo “Os Vouguinhas”

DOMINGO * 14 JULHO 12h | Reabertura do certame | Serviço de almoços e petiscos 15h | V Festival de Folclore do Grupo Recordações de Campia Grupo de Cantares e Dançares de São Paio de

de Campia Grupo de Cantares e Dançares de São Paio de Antas (Esposende) Grupo Etnográfico Danças

Antas (Esposende) Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Zambujal (Cantanhede) Rancho Folclórico e Etnográfico A Tileira (Santa Cruz da Trapa) 18h | Atuação do Grupo de Cavaquinhos e Cantares à Beira

Enduro de Vouzela realiza-se nos dias 27 e 28 de julho

O Vasconha BTT Vouzela e o Município de Vouzela vão promover, no dia 27 e 28 de Julho de 2019, o “ENDURO DE VOUZELA”, prova inserida no calendário da Federação Portuguesa de Ciclismo, onde se disputará o Campeonato de Portugal de Enduro. A competição em si vai ter 5 provas especiais cronometradas (PEC), umas recuperadas do grande incên- dio de outubro de 2017 e ou-

tras totalmente novas. Os tri- lhos têm sido delineados pela organização com o objectivo de recuperar beleza natural e paisagística do concelho e da região, e acima de tudo pro- porcionar a todos os atletas e participantes um grande fim- de-semana de amizade, ca- maradagem e diversão. A organização disponi- bilizará a todos os atletas pon- tos de abastecimento e hidratação durante a prova, bem como uma refeição rá-

pida no final. Disponibilizará ainda banhos e lavagem de bi- cicletas para os atletas, quer no dia da prova, quer no sábado, dia dos reconheci- mentos. A zona de partida, meta, secretariado e ex- posição, à semelhança das edições anteriores, será na Alameda D. Duarte de Almeida (em frente à Câmara Municipal), no centro da vila de Vouzela.

Município de Tondela assinala Dia internacional dos Avós no Parque Urbano

O Município de Tondela

está a preparar, para o dia 26 de julho, a segunda comemo- ração concelhia do Dia dos Avós. Esta iniciativa terá lugar no Parque Urbano de Tondela, entre as 14:30 e as 17:00. Para este dia estão pre- vistas atividades lúdicas de animação musical, dança, teatro, educação física e bolo comemorativo. Com esta iniciativa, o Município de Tondela pretende assinalar o Dia Internacional dos Avós como forma de ho-

menagem, constituindo-se como um momento intergera- cional, de convívio e partilha entre avós e netos. Um dos grandes valores da humanidade é o respeito pelas gerações anteriores, em que os jovens devem reco- nhecer, desde pequenos, a im- portância de escutar os avós, não só por serem pessoas mais idosas, como também pelo grande valor da experiência que uma pessoa com tantos anos vividos possa ter.

que uma pessoa com tantos anos vividos possa ter. “Resistência” no palco maior da Expodemo, dia

“Resistência” no palco maior da Expodemo, dia 13 de setembro, em Moimenta da Beira

É uma das bandas de

maior sucesso em Portugal. Um supergrupo que junta em con- certo uma constelação de estre- las única. Nove, todas com brilho próprio: Tim, dos Xutos & Pontapés (voz e guitarra); Miguel Ângelo, dos Delfins (voz); Olavo Bilac, dos Santos & Pecadores (voz); Alexandre Frazão (bateria); Fernando Cunha (voz e guitarra 12 cor- das); Fernando Júdice (baixo); José Salgueiro (percussões), Mário Delgado (guitarra) e Pedro Jóia (guitarra clássica). A banda vai subir ao palco maior da Expodemo, dia 13 de setem- bro, às 22h30, em Moimenta da

Beira. A entrada é livre. Os “Resistência” nasce- ram em 1991. A estreia com ‘Palavras ao Vento’ foi fulgu- rante. Depois, deram balanço ao tema original dos Sitiados “A

noite”. Esta versão dos Re- sistência ganhou tal dimensão que a música mais facilmente lhes é atribuída do que aos próprios autores. Acontece o mesmo com o tema “Amanhã é Sempre Longe Demais”, dos Rádio Macau. Mas não pensem que são apenas dois acasos fortuitos. Quem nunca disse que gostava de “Nasce Sel- vagem” ou “Não sou o único”, dos Resistência? Pois… na ver- dade, são temas dos Delfins e dos Xutos & Pontapés, respeti- vamente. Já resistem há quase três décadas. Até quando resis- tirão? Miguel Ângelo lembra Cohen, que cantou até ao final, Dylan, que não para (“continua numa never ending tour”), os Stones idem. Por isso, diz:

“Somos um coletivo que quando tem disponibilidade se

junta, vai para a estrada e faz concertos. Até quando iremos? Até ao fim. É, para já, o nosso pacto.” A Expodemo, em Moi- menta da Beira, vai realizar-se este ano de 2019 nos dias 13, 14 e 15 de setembro, como sempre um fim-de-semana alargado (sexta, sábado e domingo) para acolher o melhor cartaz de todos os certames da região, certame que já tem um público fiel, mas promete boas sensações a todos. O evento é uma feira de negócios, é a Festa da Maçã, fruto da terra, das raízes e da Luz, que se as- sume hoje como um importante cartaz turístico e cultural orga- nizado pela Câmara Municipal de Moimenta da Beira, coração da maçã.

PSP CELEBRA O SEU 152º ANIVERSÁRIO

No dia 02 de julho de 2019 completou-se o 152º. Aniversário da Polícia de Segu- rança Pública. As cerimónias alusivas à efeméride, realizam-se no dia 11 e 12 de julho, com o seguinte programa:

Dia 11 de julho, às 16H30 na Igreja de Santa Maria de Belém, no Mosteiro dos Jerónimos, a celebração de uma Missa Solene pelo Aniver- sário da PSP e em Sufrágio dos Policias já falecidos; Dia 12 de julho, às 11H00, Cerimónia Policial na Praça do Império em Lisboa.

A Polic ía de Se gur a nç a Públic a

A Direcção-Geral de Se- gurança Pública foi extinta em 1924. Em Março de 1927 são restabelecidas as suas funções, mas agora já sem autoridade sobre a Polícia de Investigação Criminal, que passou a depen- der do Ministério da Justiça. Neste mesmo ano são reestru- turados os Corpos de Polícia Cívica de Lisboa e Porto, pas- sando a designar-se por Polícia de Segurança Pública, e tendo-

a designar-se por Polícia de Segurança Pública, e tendo- se mantido o Coronel Ferreira do Amaral

se mantido o Coronel Ferreira do Amaral no Comando de Lis- boa e no Porto assumido a chefia o Capitão João Carlos de Azevedo Franco. Entretanto, a Direcção-Geral de Segurança Pública é extinta, definitiva- mente, em 31 de Julho de 1928 e toma o nome de Intendência- Geral de Segurança Pública, sendo o seu primeiro Inten- dente-Geral o Coronel Fer- nando Luis Mouzinho de Albuquerque.

PSP

A 4 de Maio de 1932 foi extinta a Intendência-Geral e criada a Direcção-Geral de Se- gurança Pública, Em 1935 o co-

mando do Corpo de “Polícia de Segurança Pública” passa a designar-se por Comando- Geral, sendo nomeado, em 21 de Janeiro de 1935, para o cargo de primeiro Comandante- Geral da PSP o Coronel José Martins Cameira. O Comando- Geral de Segurança Pública passou a abranger todo o Con- tinente e Ilhas, à semelhança do que hoje sucede com o Co- mando-Geral da Polícia de Se- gurança Pública/Direcção Nacional. Em finais de 1953 é dotada a PSP com o seu primeiro Estatuto, sendo criada em 1962 a Escola Prática de Polícia. Em 1977 a Polícia de Segurança Pública é fortalecida com uma Unidade Especial de Intervenção. Em 1979 é criado o Grupo de Operações Espe- ciais. Em1982 é publicado o diploma que cria a Escola Su- perior de Polícia. Em 1985 é a instituição dotada de novo Es- tatuto. Finalmente, em 1987, deu-se a primeira integração de Oficiais Superiores do Exército no Quadro da PSP, nos postos de Subintendente, Intendente e Superintendente.

de Oficiais Superiores do Exército no Quadro da PSP, nos postos de Subintendente, Intendente e Superintendente.