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O SETOR PÚBLICO NAATIVIDADE ECONÔMICA DO PAÍS

Antes da crise de 1920, que afetou todos os países ocidentais, a função do Estado era apenas cuidar da justiça e da segurança da população.

Após essa crise, o Estado ampliou suas atividades, para viabilizar bom padrão de vida para as populações, uma vez que as empresas se encontravam em dificuldades instransponíveis a curto prazo e sem perspectiva de retorno com lucro;

O Estado passou a cuidar das seguintes atividade: eletricidade, saneamento, rodovias, ferrovias, portos, educação, entre outros.

Em quase todos os países capitalistas, observou-se expressivo aumento nos gastos públicos, com crescente participação do Estado na produção nacional e ampla gama de leis que buscavam a regulamentação da atividade econômica;

Fatores que obrigaram o Estado a participar ativamente, na economia dos países:

1. Desemprego: com a quebra de muitas empresas privadas, pela crise de 29, o Estado teve que fazer obras de infraestrutura, para absorver contingentes de trabalhadores desempregados;

2. Com o aumento da renda per capita, a população passou a exigir soluções para lazer, educação e saúde, e o grande supridor era o Estado;

3. Mudanças tecnológicas: investimentos com longos prazos de retorno, necessitavam de capitais públicos para desenvolverem novas soluções de consumo de massa, que a indústria, não tinha recursos para executar naquela conjuntura;

4. Efeitos da Guerra: Durante os períodos de guerra, a participação do Estado na economia aumenta, pois as empresas privadas estarão fechadas.

O SETOR PÚBLICO NA ATIVIDADE ECONOMICA DO PAÍS

O Estado, dos anos 1930 para os dias de hoje, desempenha um papel econômico muito importante, especialmente quando examinamos a amplitude do fornecimento (tamanho da população atendida), através de bens públicos, exerce sua função alocativa, em substituição à iniciativa privada;

O sistema de mercado não leva a uma justa distribuição de renda, obrigando o Estado a exercer sua função distributiva;

O sistema de mercado não consegue se autorregular, fazendo com que se atinja a estabilização da produção No e dos preços relativos da mercadorias(função estabilizadora).

FUNÇÃO ALOCATIVA:

BENS PÚBLICOS: Conforme a visão econômica temos a seguinte classificação: bens de uso comum, tais como estradas, ruas e praças,

rios e mares(praias); bens de uso especial, edifícios ou terrenos de estabelecimentos federal, estadual ou municipal.

SERVIÇOS PÚBLICOS: Saúde, Educação, Saneamento, Nutrição, Despoluição, Defesa Nacional, Segurança Pública, etc.

Princípio da Exclusão: Quando o consumo do indivíduo A de determinado bem, implica que ele tenha pago o preço do bem, o indivíduo B, que não pagou por esse bem, será excluído de seu consumo. No caso do bens públicos, o fato de um agente utilizar o serviço que é oferecido não significa reduzir fisicamente a oferta para os demais agentes.

Bens de Consumo Coletivo: o fato de o bem ou serviço ser de consumo não excludente só funciona quando a utilização do bem não

está saturada. A praia é um bem público, até que esteja lotada, portanto, não é um bem público puro. Exemplo de bem públicos puros seriam o serviço de meteorologia, defesa nacional e serviços de despoluição. Bens semipúblicos são aqueles que atendem o princípio de exclusão, mas são produzidos pelo Estado. Saúde Pública, Saneamento e Nutrição.

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FUNÇÃO DISTRIBUTIVA:

A renda de uma família consiste na soma das rendas do trabalho(salários) e da propriedade(aluguéis), sendo que a parte mais representativa pode ser a do trabalho. A distribuição de rendas do trabalho depende da produtividade da mão de obra e da utilização dos demais fatores de produção do mercado. Ocorrerá grandes distanciamentos de rendas entre os indivíduos, em função das dotações iniciais de patrimônio(transferências hereditárias).

O Governo funciona como um agente redistribuidor de renda, na medida em que, pela tributação, retira recursos dos segmentos mais ricos da sociedade(pessoas, setores e regiões) e os transfere para os segmentos menos afortunados.

FUNÇÃO ESTABILIZADORA:

O Estado exerce essa função através da aplicação de diversas políticas macroeconômicas, tais como a fiscal, monetária, cambial, comercial e de rendas(aluguéis, salários, combustível, energia elétrica e outros preços).

FUNÇÃO DE CRESCIMENTO ECONÔMICO: diz respeito à politicas que permitem aumentos na formação de capital, estimulando os investimentos do setor privado e fornecendo bens públicos e infraestrutura básica, provocando o crescimento econômico da sociedade.

O SETOR PÚBLICO NA ATIVIDADE ECONÔMICA DO PAÍS

PARA EXERCER SUAS QUATRO FUNÇÕES PRINCIPAIS, ALOCATIVA, DISTRIBUTIVA, ESTABILIZADORA E DE CRESCIMENTO ECONÔMICO, A MÁQUINA DO ESTADO PRECISA DE RECURSOS PARA PERMITIR SUA OPERACIONALIDADE. PARA TANTO, ESTABELECEM SUA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA, BASEADA EM PRINCÍPIOS, TAIS COMO:

Neutralidade: os tributos não devem alterar os preços relativos, minimizando sua interferência nas decisões econômicas dos agentes do mercado.

Equidade: Deve distribuir seu ônus de maneira justa entre os indivíduos da população de contribuintes.

Benefício: Um tributo é justo quando cada contribuinte paga ao Estado um montante diretamente relacionado com os benefícios que dele recebe.

Capacidade de Pagamento: Segundo esse princípio, os agentes famílias e empresas deveriam contribuir com impostos de acordo com sua capacidade de pagamento. As bases de cálculo para aplicação dos impostos poderiam ser a renda, o consumo e o patrimônio do cidadão ou empresa. A renda caracterizada pela remuneração do trabalho desenvolvido por cada atividade econômica. O consumo, quando o imposto é calculado pelo valor da mercadoria ou serviço consumido e finalmente, o patrimônio quando se calcula o imposto em base ao valor venal do patrimônio imobiliário, ou valor de mercado do bem consumo durável de grande valor.

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CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS

Os tributos podem ser taxas, contribuição de melhoria e impostos.

As taxas são cobradas em contraprestação de um serviço especifico para o cidadão: taxa de emissão de passaporte, taxa de emissão de CNH e outras.

Contribuição de melhoria é cobrada quando determinada obra pública aumenta o valor patrimonial dos bens imóveis, localizados sua vizinhança.

Impostos serão classificados de várias formas, a saber:

Diretos: são os que incidem sobre a renda e sobre a riqueza (patrimônio).

Indiretos: são os incidentes sobre transações de mercadorias e serviços. A base de cálculo é o valor da compra e venda.

Regressivos: são aqueles em que o aumento na contribuição é proporcionalmente menor que o incremento ocorrido na renda, quando a relação entre carga tributária e renda decresce com o aumento do nível de renda. (IPI, ICMS).

Progressivos: são os que aumentam proporcionalmente, com o aumento da renda. Imposto de renda de pessoas físicas.

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ORÇAMENTO

PÚBLICO

ORÇAMENTO TRADICIONAL: Serve para disciplinar as finanças públicas e possibilitar aos órgãos de representação do poder público(Câmara e Senado Federal, Assembléias Legislativas e Câmaras de Vereadores) o controle político sobre o Executivo.

ORÇAMENTO MODERNO: A partir de 1930, passou-se a atribuir ao governo a condição de responsável pela manutenção da atividade econômica, e as alterações orçamentárias começaram a ter grande importância. O orçamento passa a auxiliar o Executivo na programação, na execução e no controle do processo administrativo.

São esses os princípios orçamentários, a serem seguidos pelos governos federal, estadual e municipal:

Princípio da Unidade: Cada entidade pública financeiramente autossuficiente deve possuir apenas um orçamento. São as dependências que não utilizam os recursos do Tesouro Nacional para sua manutenção. Sociedades de Economia mista e autarquias previdenciárias. As fundações universitárias são não autossuficientes.

Princípio de Universalidade: O orçamento precisa conter todas as despesas e receitas da unidade Estatal.

Princípio do Orçamento Bruto: Todos os valores devem ser registrados por seu valor bruto, isto é, sem descontos ou abatimentos.

Princípio da Anualidade: O orçamento deve ser elaborado para cobrir determinado período de tempo, normalmente um ano. Em alguns países, orçamento anual convive com o orçamento plurianual. O primeiro é responsável pela execução, controle e programação financeira e o segundo busca dar as diretrizes de longo prazo .

Princípio de Não Vinculação de Receitas: impede a vinculação de receitas a determinados gastos.

Princípio da discriminação ou especialização: devem fica claras a origem e a destinação dos recursos.

Princípio de Exclusividade: o orçamento deve conter exclusivamente matérias de natureza orçamentária.

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LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (LDO): aprova, anualmente a Lei orçamentária a ser cumprida pelos órgãos do governo, compreendendo: 1) orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indirea, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público; 2) orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; 3) o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados.

Lei de Responsabilidade Fiscal: Ela estabeleceu o seguinte:

Limite para despesas com funcionalismo público: a) de 50% para a União; b) 60% para Estados e Municípios;

Proibição de socorros financeiros entre União, Estados e Municípios;

Limite de despesas feitas pelos administradores em final de mandato;

Limites de endividamento para União, Estados e Municípios, por meio do Senado.

As administrações que não cumprirem a lei perdem o direito de repasse voluntário de verba da União. Além disso, os responsáveis podem sofrer sanções por crime de responsabilidade fiscal.

Aula 01 - Introdução (slides 1 ao 20)

→ A Economia, como disciplina, tem pouco mais de dois séculos, tendo como marco inicial a obra “A riqueza das Nações” de Adam Smith em 1776 e também a 1ºRevolução Industrial. → É conhecida como a ciência que estuda a alocação de fatores de

produção escassos entre diferentes alternativas de bens e serviços, ao longo do tempo, para a distribuição desses e uso da sociedade. Como a sociedade toma decisões e utiliza os recursos não renováveis.

bens econômicos - Tudo que é considerado bem econômico é escasso

, porque eles não são suficientes para atender as necessidades/desejos de todos. Assim quem tem capital para comprar pode obtê-los. Escassez e Custo de Oportunidade- os estudos econômicos são motivados pela escassez de recursos, que gera a necessidade de se fazer uma escolha do melhor uso desses recursos. A escolha de se produzir com o uso de algum recurso,

é baseada pelo custo de oportunidade. Custo de Oportunidade - é o custo de não se produzir outros bens

EX DO SLIDE:

“O custo de oportunidade do trabalho assalariado em uma empresa é de não trabalhar em outra empresa no mesmo horário ou ainda de não trabalhar em seu negócio próprio neste mesmo horário”. Eficiência versus Equidade O produtor deve levar em conta a utilização de recursos de maneira eficiente, otimização dos recursos escassos. a Equidade é a distribuição justa de recursos na sociedade

Racionalidade e benefício custo O benefício custo é analisado a partir de agentes racionais e tomadas de decisões. É como decidir o que produzir entre um bem e outro pelo maior custo benefício da produção deste. É como uma pesquisa de mercado.

Economia se relaciona com:

-Pobreza e desenvolvimento; -Inflação; -Desigualdade de renda(Problemas de classes, castas); -Comércio Internacional (Representa a derrubada ou ápice dos países).

Economia e outras áreas Política, Direito, Sociedade, Demografia, Matemática, História, Antropologia, Geografia.

Capitalismo e mercado O sistema econômico que impera no mundo contemporâneo é o de Economia Mista, onde os meios de produção se encontram nas mãos do governo e também das iniciativas privadas. Atualmente não existe economia, totalmente, capitalista ou socialista.

Capitalismo

Características:

“Inviolável direito à propriedade privada e pelo sistema de mercado organizado, com ativa compra e venda de produtos e insumos e com ampla liberdade nos mercados de mão de obra e moeda.”

Fatores de produção:

recursos naturais e terras, capital e trabalho.

Definindo → Renda- remuneração dos fatores de produção(aluguel, juros, lucro e salário) Riqueza- é o patrimônio acumulado (ativos financeiros: títulos, dinheiro ações e ativos físicos como imóveis, máquinas, aparelhos tecnológicos)*como na matéria de contabilidade.

Capitalismo e mercado: Filosofias que marcaram momentos históricos

Adam Smith e o Mercado- denominado o fundador da Economia

- Mão invisível- metáfora ao processo de auto ajuste da economia num mercado livre. - Quando o indivíduo busca atingir seus próprios interesses, os resultados geram benefícios a toda sociedade como coletivo.

- Laissez-faire- a política econômica liberal é o que estimula a competição e condena o controle e as regulamentações impostas pelo governo de maneira abundante.

Karl Marx e Comunismo

- Fim das classes sociais, abolição da propriedade privada e distribuição igualitária dos bens produzidos.

- Previa a autodestruição do sistema capitalista

- Os lucros excessivos só existiam porque os capitalistas pagavam pouco a classe trabalhadora e a concentração de renda era o fator responsável pela grande massa de miseráveis.

- MAis-Valia- é a diferença entre o salário(valor pago) pelo trabalho e o que realmente deveria ser pago. Essa é a base do sistema capitalista Keynes e a Intervenção Governamental- viveu de 1883 a 1946

- Favorável ao capitalismo, com intervenção do Estado em momentos de crise.

- com obra “Teoria Geral do Emprego do juro e da Moeda”

- Idéias aplicadas após a Grande Depressão de 1929, que iniciou com a queda da Bolsa de Valores de NY. Quando o Presidente Roosevelt assumiu em 1933, fez uma forte intervenção na economia o que resultou no reerguimento da economia americana.

Keynesianismo ideias:

Pleno Emprego- Quando os fatores de produção são utilizados na máxima capacidade, não existe ociosidade em nenhum fator de produção O equilíbrio de desemprego- Pode ser caracterizado como o equilíbrio baixo do pleno emprego. As máquinas e equipamentos estão ociosos e inúmeras pessoas estão desempregadas.

Resumos teorias econômicas Capitalismo puro- os preços são auto ajustáveis na economia de mercado, independente de agentes externos Comunismo- Não há propriedade privada, sistema centralizado com planejamento popular. Economia mista- A intervenção governamental é necessária para corrigir as desigualdades do mundo capitalista. A maior parte das negociações do mercado são independentes ao Estado. O Governo intervém em falhas, formações de cartéis, monopólios

Microeconomia e Macroeconomia

Microeconomia- A economia de uma empresa

Objetivo de estudo:

-Teoria do consumidor

-Teoria da firma

-Teoria da produção

Macroeconomia- A economia de pessoa física + pessoa jurídica + Estado +

Governo Federal // (Agregado; Poupança Agregada). Análise do sistema econômico como todo. Preocupa-se com -Comportamento da Economia em períodos de prosperidade e recessão -Produção total de bens e serviços e o crescimento da produção -fatores que levam ao pleno emprego -Causas da inflação -Papel das políticas fiscais, monetárias e cambiais na estabilização da economia -consumo, investimento, e poupança agregada.

Aula 2 - Elasticidade de preço-demanda (Slides 1 ao 8)

OBS.: Se o preço do bem aumenta, a procura por esse bem diminui.

A elasticidade preço da demanda:

Mede a intensidade da variação da quantidade demandada de um bem diante da variação do seu preço. Com o resultado é possível definir o grau de elasticidade de um bem.

Fórmula:

Epd = Elasticidade preço demanda

çã

Epd =

çã ç

= variação da quantidade

= variação do preço

Em que:

= variação na quantidade demandada

=

= quantidade demandada anterior a mudança

= variação no preço do bem

= ç −

P = preço do bem anterior a mudança

Exemplo:

Antes da mudança de preço, as pessoas compravam 5kg de carne à R$5,00 por semana. Depois da mudança de preço, as pessoas começaram a comprar apenas 3kg de carne à R$9,00. Análise o resultado obtido e responda. Qual o tipo de elasticidade? R.:

Definindo e :

Onde:

5kg

-

R$5,00

3kg

-

R$9,00

=

3

Q = quantidade demandada anterior a mudança de valor, nesse caso 5kg

Q = 5

Onde:

= 9

9 = preço atual da carne, nesse caso R$9,00 P = preço anterior a mudança de valor, nesse caso

R$5,00.

P = 5

Encontrando o valor de :

=

3 5

5

= 2

5

= -0.4

Encontrando o valor de :

9

=

Epd = 0.4

0.8

= 4

5

Epd = -0.5

= 0.8

Resultado final: -0.5

OBS.: O resultado deste cálculo sempre será negativo. Então o sinal do mesmo deve ser ignorado ao realizar a análise.

Processo de análise:

Agora que temos o resultado do cálculo elasticidade preço demanda devemos utilizar o mesmo para descobrir o tipo de elasticidade. Lembrando que o sinal negativo que acompanha o resultado deve ser ignorado.

Tipos de demanda:

demanda com elasticidade unitária bens cujo a Epd é igual a 1. A mudança no preço de venda provoca efeito igual na diminuição da quantidade demandada; - Quando a uma variação de 1% no preço a uma variação de 1% na quantidade oferecida.

demanda inelástica bens cujo a Epd é menor que 1. Efeito menor na quantidade da demandada; quando a uma variação de 1% no preço a uma variação inferior a 1% na quantidade oferecida. Ou seja, a quantidade de demanda não é muito afetada.

demanda elástica bens cujo a Epd é maior que 1. O efeito maior na quantidade. quando a uma variação de 1% no preço a uma variação superior a 1% na quantidade oferecida.

Então, se levarmos em consideração os tipos de elasticidade, veremos que o resultado obtido (0.5) aponta para a demanda inelástica. Ou seja, mesmo que o preço seja alterado a demanda não será muito afetada.

OBS.: O valor da elasticidade é um critério interessante para se determinar o grau de essencialidade dos bens.

Exercícios

elasticidade preço-demanda

:)

Respostas

no

final

do

conteúdo

referente

a

1)

Em janeiro, um bar cobrava R$ 2,00 por uma cerveja e vendia 100 quantidades por dia. Em fevereiro, passou a cobrar R$4,00 por uma cerveja

e vendeu 80 cervejas por dia. Pede -se:

a) Qual a elasticidade preço-demanda da cerveja?

Janeiro - 2,00 100 unidades

Fevereiro - 4,00 80 unidades

b) Qual o tipo de elasticidade d a cerveja: elástica, inelástica ou unitária?

2) Uma determinada companhia aérea vendeu, em 2006, 1000 passagens

aéreas ao preço de R$ 100,00. Em 2007, o preço passou para R $ 150,00

e a Companhia diminuiu suas vendas pela metade. Pede -se:

a) Qual a elasticidade preço-demanda da venda de passagens?

2006, 1000 - R$100,00

2007, 500 - R$150,00

b) Qual o tipo de elasticidade da passagem aérea: elástica, inelástica ou unitária?

Bem essencial X Bem supérfluo Bem essencial: Podemos encarar bens essenciais como aqueles que mesmo sofrendo um aumento no preço não reduzem, de forma considerável, o consumo. Exemplo: arroz, feijão, água, etc. Obs.: Relacionando os bens essenciais com os tipos de elasticidade. Um bem essencial teria uma demanda inelástica.

Bem supérfluo: Podemos encarar bens supérfluos como aqueles que têm uma redução de consumo maior que o aumento de preços. Ou seja, são bens que não possuímos tanta necessidade para tê-los. Exemplo: Barras de chocolate, Smart TV LED 4K, etc. Obs.: Relacionando os bens supérfluos com os tipos de elasticidade. Um bem supérfluo teria uma demanda elástica.

Bens complementares e Bens substitutos Bens complementares: Podemos encarar bens complementares como aqueles que são bens só quando utilizados em conjunto. Exemplo: gasolina e um automóvel, Hardware e software, arroz e feijão (no caso do Brasil). Outro exemplo: café e açúcar “Esses são bens complementares, pois o açúcar é um incremento do café. Se o preço do café sobe, a demanda pelo mesmo cai e, consequentemente, a demanda por açúcar irá diminuir, dado que parte deste produto era destinada ao consumo complementar de café.”

Bens substitutos: Podemos encarar bens substitutos como sendo aqueles bens que, do ponto de vista do consumidor, podem ser trocados uns pelos outros. Exemplo:

Manteiga e margarina, carne de porco e carne de vaca, etc. Outro exemplo: Carne de frango e carne bovina “Quando o preço da carne bovina sobe, a demanda por carne de frango aumenta (produto alternativo e mais barato), se a demanda aumenta os preços da carne de frango também aumentam.”

Respostas:

 

1)

A) R.: 0.2

B)

R.: Inelástica

2)

A) R.: 1

B)

R.: unitária

Mais exercícios de elasticidade preço-demanda acesse:

Boa sorte!!!

Inflação - Bruno & Jacksom (Slides 1 ao 15)

Definição:

Consiste no aumento constante de preço, tendo divergências de origem em relação às condições de cada país, sendo elas:

Estrutura de mercado: influencia os setores a realizar o aumento de preço

Abertura de comércio: é influenciado pela concorrência do mercado exterior, quanto mais aberto menor os preços

Estrutura de organizações trabalhistas: Quanto maior o poder dos sindicatos maior é a influência de preços devido o nível de produtividade.

Tipos de inflação:

Inflação por demanda: Ocorre quando a procura de um produto ou serviço é maior do que a produtividade ou a oferta do mesmo, aumentando a probabilidade de inflação de demanda, sendo combatida com o aumento de taxas tributárias, redução de gastos governamentais, aumentos de juros e etc.

Inflação de custos: Acontece quando a demanda se mantém, porém os custos são elevados, causando a redução de produtividade e aumento de preços, podendo ser causada por: aumentos salariais, falta de matéria prima, estrutura de mercado e etc.

Inflação inercial: Consiste no ato do aumento de preços tendo em vista o provável aumento de custos de fornecedores, repassando antecipadamente os preços reajustados provocados pelas taxas elevadas de inflação.

Imposto Inflacionário: taxa imposta pelo banco central gerada pela emissão de moeda, gerando assim mais inflação.

Balanço de pagamentos: Consiste na dificuldade em exportar produtos devido a inflação ser mais alta do que o aumento de custos internacionais, ocasionando a diminuição de competitividade e o aumento de importações.

Distorção sobre finanças públicas: Ocasionado pelo recolhimento de taxas fiscais do governo, devido a diferença entre o fato causador e a arrecadação de impostos.

Inflação de expectativas: Ocorre quando há a diminuição de investimentos de empresários no mercado influenciadas por incertezas.

Política de combate à inflação:

De 1950 em diante → Inflação no brasil tornou-se crônica, devido a emissões de moeda para pagar gastos do governo, investimentos em infra, visando desenvolvimento econômico (produção de energia, transportes, saneamento básico).

Entre 1964 e 1973 → Inflação reduziu de 100% para 15,7% (rígida política monetária, fiscal, salarial) gerando grande crescimento econômico. Entre 1973 até meados dos anos 1980 → Crise internacional gerada pela crise do petróleo aumentou a inflação nacional, motivado por:

a) Elevados gastos públicos para substituição de energia, aço, bens e minérios não ferrosos.

b) Elevação da dívida externa causado principalmente pelo aumento dos juros internacionais.

Diagnóstico das causas de inflação era neoliberal → Causa da inflação era vista como excesso de demanda, associado ao desequilíbrio das contas públicas.

Em 1986 → Inflação era do tipo inercial, os preços eram captados pelo índice e repassados, realimentando continuamente a inflação.Primeira tentativa de interromper o processo inflacionário -> Aplicação do Plano Cruzado (Congelamento dos preços por um período muito longo). Esse plano não deu certo principalmente porque os preços desalinhados geravam falta de produtos e cobranças de ágio.

Ágio

1. Diferença entre a cotação da moeda de um país e a de outro.

2. Comissão de cambista ou banqueiro recebida pela

troca de moedas nacionais por estrangeiras.

3. Juro superior à taxa legal, obtido por empréstimo em

dinheiro; especulação, usura.

Em 1987 --> Aplicação do Plano Cruzado ll (Descongelamento dos preços). Outros planos: Plano Bresser, Plano Verão e Plano Color (todos focados no congelamento dos preços e salários). Plano Collor -> Considerado inconstitucional (bloqueio de todos os ativos financeiros nos bancos), fracassou no combate à inflação.

Indexação da economia

A indexação, em economia, é um sistema de reajuste de preços, inclusive salários e aluguéis, de acordo com índices oficiais de variação dos preços. Em conjunturas inflacionárias, a indexação permite corrigir o valor real dos salários e aluguéis e demais preços da economia, reajustando-os com base na inflação passada.

Em 1994 -> Surgimento do Plano Real, apresentando melhores resultados que os anteriores, atacando o desequilíbrio dos gastos públicos e indexação da economia.

Primeiro momento: Procura do equilíbrio do orçamento financeiro com a criação do IPMF (imposto sobre movimentação financeira) posteriormente denominado CPMF (contribuição sobre movimentação financeira).

Segundo momento: Quase total desindexação da economia, troca do Cruzeiro Real pela URV (Unidade Real de Valor) e dessa para o real.

Terceiro momento: Uso da âncora cambial e âncora monetária.

Âncora cambial → Valorização da moeda nacional, junto a um regime de câmbio fixo. Âncora monetária → Elevação da taxa de juros e taxa de reservas compulsórias dos bancos comerciais, objetivo: controlar demanda agregada.

Entre 1997 e 1998 → Brasil foi forçado a recorrer ao FMI e abandonar as âncoras anteriores (devido às novas crises internacionais), adotando o câmbio flutuante e o regime de metas inflacionárias.

Para comprimento das metas foi criado o COPOM (que se reúne para decidir sobre as taxas de juros dos títulos públicos (SELIC). Câmbio flutuante é o sistema cambial em que as operações de compra e venda de moedas funcionam sem controle sistemático do governo

Sistema Monetário(Financeiro) Nacional - Henrique

Sistema Monetário

Moeda:

Qualquer bem ou serviço que tenha função de meio de troca. A moeda é um instrumento básico para que se possa operar no mercado. Sem ela o processo de troca seria extremamente limitado.

Moeda metálica:

Moeda cunhada em metal precioso que trazia impresso o seu peso. Atualmente, são cunhadas em metal não precioso, trazendo impresso o seu valor.

Funções da Moeda:

Instrumento de troca.

Reserva de valor:

Poder de compra que se mantém no tempo, ou seja, forma de se medir a riqueza. Função de acumular riqueza.

Unidade de conta:

Ser o referencial das trocas, o instrumento pelo qual as mercadorias são cotadas

Serve como padrão de pagamentos diferidos:

Está associada à função (reserva de valor), pois a pessoa só aceitará receber um pagamento no futuro se a moeda não perder o valor.

Demanda por moeda:

Para realizar as trocas, para poder comprar, os indivíduos devem ter moeda. Neste sentido, porém, os indivíduos não demandam, não reterem moeda por ela mesma, mas pelos bens que ela pode adquirir.

1) Demanda de moeda por transação: está ligado as despesas, como

aluguel, conta etc

planejados sem maiores riscos

São gastos, que tem grande previsibilidade são

2) Demanda de moeda por precaução:

Quando o agente retém alguma

quantidade de moeda afim de se prevenir de algum gasto inesperado, como por exemplo uma multa, fazer frente a algum imprevisto

3) Demanda de moeda para especulação: Está relacionado na incerteza sobre a taxa de juros futura. Por exemplo, agentes que agem de modo a tentar influenciar na taxa de remuneração, fato que é muito comum no mercado de capitais onde as pessoas tentam baixar o preço de uma ação enquanto um outro grupo faz o inverso. Tentar valorizar suas ações.

um outro grupo faz o inverso. Tentar valorizar suas ações. I = taxa de juros A

I = taxa de juros

A partir de A a demanda por dinheiro começa a ser influenciada.

Quanto maior a taxa de juros(i), menor a demanda por dinheiro(A), mais investimentos em títulos.

Quanto menor a taxa de juros(i), mais demanda por dinheiro, menos investimento em títulos.

Oferta de Moeda:

A oferta de moeda é a quantidade de dinheiro disponível na economia

Assim como demandamos moeda ao comprar e vender mercadorias, há também a oferta de moeda.

Em um sistema cuja moeda é lastreada, por exemplo, em ouro, a circulação de moeda depende da quantidade de ouro em estoque no

país. Já em um sistema sem lastro, tem-se a moeda fiduciária, e o responsável pelo controle de oferta de moeda é o Banco Central.

O Banco Central é o único emissor da moeda nacional, tendo como principal responsabilidade zelar pela quantidade de moeda nacional.

O Banco Central é o órgão que controla a oferta monetária no país e os assuntos a ela relacionados .

São funções do Banco Central:

Controlar a oferta de moeda (possui o monopólio);

Zelar pelo valor da moeda nacional; e

Regularizar e fiscalizar o sistema financeiro.

A emissão de moeda é definida pelo crescimento econômico no país. Se for maior que o crescimento da renda aumenta a inflação.

for maior que o crescimento da renda aumenta a inflação. (i)= inflação aumento na inflação. Se

(i)= inflação aumento na inflação.

Se for menor que o crescimento da renda causa crise na economia.

m = demanda por moeda i = inflação emissão de moeda menor que o crescimento

m = demanda por moeda i = inflação

emissão de moeda menor que o crescimento da renda.

Determinação da Taxa de Juros de Equilíbrio.

A condição de equilíbrio no mercado monetário é. Oferta = demanda.

Determinação da Taxa de Juros de Equilíbrio. A condição de equilíbrio no mercado monetário é. Oferta

Sistema Financeiro

O que é sistema financeiro:

O mercado financeiro é um ambiente que reúne um conjunto de instituições (sejam públicas ou privadas), entre tomadores de recursos e investidores, permitindo a negociação de produtos financeiros, como títulos públicos, ações, fundos de investimentos, entre outros.

Intermediação financeira:

Une quem tem recursos, com quem precisa desses recursos, são divididos em dois grupos

Investidores ou agentes superavitários:

Aqueles que possuem recursos sobrando. Instituições ou pessoas que investem seu dinheiro.

Tomadores de recursos ou agentes deficitários:

Os que precisam de mais recursos do que possuem. De formal geral, precisam pegar empréstimos com terceiros.

Spread:

É a diferença entre as taxas de juros de captação de recursos pelo sistema financeiro e a taxa de aplicação, ou seja, refere-se à diferença entre o preço de compra (procura) e venda (oferta) de uma ação, título ou transação monetária.

Organização do Sistema Financeiro Nacional

A organização atual foi estabelecida por leis de 31/12/64, 14/07/65 e 06/2000. Essas leis estruturaram o sistema atual de maneira que as instituições financeiras pudessem realizar as diversas modalidades de operações de crédito.

Conselho Monetário Nacional:

É um órgão normativo, Ou seja, ele tem como função ditar as normas que serão seguidas por quem estiver submetido a ele.

O órgão máximo do sistema financeiro.

O Banco Central é o principal executor daquilo que é normatizado pelo CMN. Além dessa função, cabe a ele também fiscalizar e regulamentar a atividade bancária realizada no país, executando a política monetária determinada pelo CMN.

Funções:

Emitir papel moeda;

cuidar de tudo o que diz respeito às instituições financeiras, bem como regular os serviços de compensação de cheques;

Efetuar operações de compra e venda de títulos públicos federais, como instrumento de política monetária, e realizar operações de crédito à federação;

Controle dos capitais estrangeiros;

Cuidar do funcionamento regular do mercado cambial e do equilíbrio do balanço de pagamento; comprar e vender títulos de sociedades de economia mista.

Intermediários financeiros:

São aqueles que viabilizam o funcionamento do sistema financeiro nacional, eles vão recolher os recursos dos superavitários e repassar para os agentes deficitários. Esses intermediários financeiros funcionam como bancos comerciais ou ainda múltiplos.

Banco comercial:

crédito

São instituições monetária, elas criam moedas através do efeito multiplicador de a curto e médio prazo. Ex: Banco do Bradesco , Banco Itaú etc.

Bancos de investimento:

São responsáveis pela subscrição de ações ou financiamentos de médio e longo prazo.

Bancos múltiplos:

São bancos que possuem duas carteiras, comercial e investimento, são a maioria no brasil. Oferecem uma completa gama de serviços Realizam as operações ativas, passivas e acessórias das diversas instituições financeiras, por intermédio das seguintes carteiras: comercial, de investimento e/ou de desenvolvimento, de crédito imobiliário, de arrendamento mercantil e de crédito.

Banco de desenvolvimento:

Banco de desenvolvimento de propriedade pública visa desenvolvimento regional de um determinado estado São instituições financeiras controladas pelos governos estaduais, e têm como objetivo precípuo proporcionar o suprimento oportuno e adequado dos recursos necessários ao financiamento, a médio e a longo prazos, de programas e projetos que visem a promover o desenvolvimento econômico e social do respectivo Estado.

Sociedades Financeiras:

São instituições financeiras privadas especializadas em operações de crédito aos consumidores de bens e serviços.

Macroeconomia - Will

Macroeconomia

Macroeconomia é uma economia agregada de pessoa física + pessoa jurídica + Estado + Governo Federal e é analisada como um todo.

Objetivos de política

Medidas econômicas de curto prazo e medidas sociais a longo prazo.

Estabilidade de preços

É a hegemonia no controle da inflação.

Distribuição de renda

Participação mais recorrente da população para o fortalecimento da economia.

Crescimento econômico

Temos o crescimento econômico por meio de medidas políticas que facilitem o comércio.

Inter Relações e conflitos de objetivos

É a estabilidade do equilíbrio na distribuição de renda e controle de inflação.

Política fiscal (ou Política tributária)

É o lucro que o governo obtém através dos tributos recolhidos (impostos em geral).

Política monetária

São medidas tomadas para circulação da moeda.

Política cambial e comercial

O governo determina o quanto vale a moeda do país em relação às outras moedas

do mundo. Nossa política cambial não é mais fixa agora se tornou uma política dinâmica. O governo consegue determinar o crescimento da moeda com medidas de mercado.

O câmbio facilita a política comercial.

Política de renda

É a intervenção do governo nos salários, aluguéis e dos preços de produtos.

OFERTA E DEMANDA

Introdução

Oferta:

Determinada por Vendedores.

Para os Ofertantes quanto o maior o preço, maior a oferta.

Demanda:

Determinada pelos Consumidores

Para os Compradores quanto menor o preço, maior a demanda.

Preço de Equilíbrio: É a intersecção entre a Oferta e a demanda, ou seja, quantidade exata, onde os ofertantes se sentem confortáveis ofertar o produto e a demanda se sente confortável em consumir tal produto em um determinado preço.

A Oferta ea Demanda são as forças que fazem o mercado funcionar.

A moderna microeconomia trata sobre oferta, demanda e o mercado de equilíbrio.

Microeconomia: também conhecida como teoria dos preços, é o estudo do comportamento individual, dos consumidores e das empresas, em uma economia, especificamente sobre as escolhas que cada um deve tomar, visionando obter uma máxima utilidade, diante das situações de recursos escassos. Estudar os fenômenos microeconômicos é, por exemplo, observar o comportamento das ações de consumidores individuais ou de empresas. O seu objetivo é analisar como se dá o processo de tomada de decisão de cada indivíduo. Um dos temas mais estudados dentro desse contexto é o princípio da “oferta e demanda” do qual funciona como guia para o bom funcionamento de um mercado.

Fonte: Suno Research, disponível em:

<https://www.sunoresearch.com.br/artigos/microeconomia/>

Mercado: Grupo composto por vendedores e compradores de um bem ou serviço. O termo oferta e demanda refere-se ao comportamento das pessoas e como elas interagem nos mercados.

Mercado Competitivo: Um mercado competitivo trata-se de um mercado constituído de muitos vendedores e compradores que não conseguem influenciar o preço de mercado.

Competição Perfeita:

Produtos são homogêneos;

Grandes números de compradores e vendedores que não influenciam nos preços;

Compradores e vendedores são tomadores de preço.

Monopólio:

Um vendedor controla o preço.

Oligopólio:

Poucos Vendedores

Competição nem sempre agressiva

Competição Monopolística:

Muitos Vendedores

Poucos Produtos Diferenciados

Cada produtos determina os preços dos seus próprios produtos.

DEMANDA Quantidade demandada: é a quantidade de um bem que os compradores desejam estão dispostos a Pagar. Na Lei da demanda consta que a quantidade de demanda de um bem despenca na medida em que o preço dos bens aumenta.

Como podemos ver no gráfico a seguir:

É possível observar uma queda na quantidade de sorvetes demandados. Demanda de Mercado: trata-se da

É possível observar uma queda na quantidade de sorvetes demandados.

Demanda de Mercado: trata-se da soma de todas as demandas individuais de um bem ou serviço.

Demanda individual: Quantidade de demanda a cada preço por cada um dos compradores.

Graficamente as curvas da demanda individual são somadas horizontalmente para que se obtenha a curva da demanda de mercado.

Mudanças na quantidade da demanda são causadas por alterações no preço, que irá provocar um movimento da curva de demanda.

Como podemos observar no gráfico:

por alterações no preço, que irá provocar um movimento da curva de demanda. Como podemos observar

Mudanças na curva de demanda:

Renda do Consumidor: Onde um aumento da renda aumenta e faz a demanda para um bem normal aumentar contudo faz a quantidade demandada para um bem inferior diminuir.

Preços dos Bens Relacionados:

Quando ocorre uma queda no preço e a demanda por outro bem diminui, os bens são chamados de substitutos. Quando uma queda de preço ocorre e outro bem tem um aumento na sua demanda, os bens são chamados de complementares.

Gostos;

Expectativas;

Número de compradores;

OFERTA

Quantidade Ofertada: É a quantidade é a quantidade de um bem que os vendedores desejam e estão dispostos a vender. Na Lei da oferta consta que a quantidade ofertada de um bem aumenta na medida em que os preços dos bens aumentam.

Como podem ver no exemplo a seguir:

Preço do Sorvete de Casquinha

Quantidade de

Demanda

R$0,00

0

R$0,50

0

R$1,00

1

R$1,50

2

R$2,00

3

R$2,50

4

R$3,00

5

A Lei de oferta e demanda apresenta que o preço de um bem é ajustado até o ponto em que a quantidade de oferta e de demanda alcancem o equilíbrio.

A curva de oferta é o gráfico que relaciona o preço com a quantidade ofertada. Por exemplo:

relaciona o preço com a quantidade ofertada. Por exemplo: Quando o preço aumenta, a quantidade ofertada

Quando o preço aumenta, a quantidade ofertada também aumenta, e vice-versa. Ela pode sofrer mudanças por causa de:

- Preço

- Preço dos insumos(Preço de entrada)

- Tecnologia

- Expectativa Por que?:

Preço

Podem ocorrer mudanças na quantidade ofertada por causa de alterações no preço

Preço dos insumos

Um aumento no preço de insumos diminui a oferta, mas um aumento na quantidade disponível de insumos aumenta a oferta

Tecnologia

Pode ser implantada uma nova tecnologia que reduza custos ou garanta mais produtividade.

Expectativa

Causam deslocamento na curva de oferta, podendo aumentar ou diminuir a quantidade ofertada.

Além disso, uma mudança nessas variáveis causará em:

Preço

Movimento ao longo da curva de oferta

Preço dos insumos

Deslocamento da curva

Tecnologia

Deslocamento da curva

Expectativa

Deslocamento da curva

Movimento na Curva X Movimento ao Longo da Curva

- Uma mudança na curva de oferta é chamada de mudança na oferta

- Uma mudança ao longo da curva de oferta é chamada de mudança na quantidade de oferta

- Uma mudança na curva de demanda é chamada de mudança na demanda

- Uma mudança ao longo da curva de demanda é chamada de mudança na quantidade de demanda

- O que é Equilíbrio?: Quando a quantidade ofertada iguala a quantidade

demandada

- O que é Preço de Equilíbrio?: O preço que leva ao estado de equilíbrio

- O que é Quantidade de Equilíbrio?: É a quantidade ofertada e demandada no preço de equilíbrio.

- Excesso de oferta (ou apenas excesso): É quando o preço é maior que o preço

de equilíbrio, ou seja, está tendo mais oferta do que a demanda. Esse excesso fará com que os vendedores diminuam o preço, até atingir o equilíbrio, para conseguir vender sua mercadoria.

Ex: Se P(preço) = R$3,00, então oferta = 20 e demanda = 10 (Obs.: linha vermelha = demanda e linha azul = oferta)

= 10 (Obs.: linha vermelha = demanda e linha azul = oferta) - Excesso de demanda

- Excesso de demanda (ou Escassez): É quando o preço é menor que o preço de

equilíbrio, ou seja, está tendo mais demanda do que oferta. Esse excesso fará com que os vendedores diminuam o preço, até atingir o equilíbrio, para conseguir vender

sua mercadoria.

Ex: Se P(preço) = R$1,00, então oferta = 10 e demanda = 20 (Obs.: linha vermelha = demanda e linha azul = oferta)

= 20 (Obs.: linha vermelha = demanda e linha azul = oferta) 3 passos para analisar

3 passos para analisar as mudanças no equilíbrio:

- Decidir se movimenta a curva de demanda ou oferta (ou as duas)

- Decidir se o movimento da curva vai pra esquerda ou pra direita

- Usar o gráfico para verificar como isso afeta o preço e a quantidade de equilíbrio

- Esse modelo de oferta e demanda é utilizado por economistas para analisar os mercados competitivos, pois, nesses mercados, existem vários compradores e vários ofertantes que não influenciam o mercado individualmente.

- Em mercados, os preços são sinais que guiam decisões econômicas, por isso alocam recursos.

ECONOMIA

Como disciplina, a economia tem pouco mais de dois séculos, tendo como marco inicial a publicação de

Adam Riqueza em 1776.

Smith,

das

A

Nações”

Definição de Economia

Economia é a ciência que estuda a alocação de fatores de produção escassos entre diferentes alternativas de produção de bens e serviços, ao longo do tempo, para uma distribuição destes, no presente e futuro, entre a sociedade Samuelson (1.970) Todos os bens econômicos são escassos, isto é, eles não são suficientes para satisfazerem às

necessidades e desejos de todos. Como consequência, as pessoas têm que pagar para obtê-los.

O

relacionado também com:

estudo

da

Economia

está

- pobreza

e

desenvolvimento

- comércio

internacional

- inflação

-desigualdade

de

renda

Direito

Economia e outras Ciências

Economia e outras Ciências Aspecto político A Aspecto Histórico Antropologia Economia Aspecto Geográfico Estatí

Aspecto político

Economia e outras Ciências Aspecto político A Aspecto Histórico Antropologia Economia Aspecto Geográfico Estatí

A

Economia e outras Ciências Aspecto político A Aspecto Histórico Antropologia Economia Aspecto Geográfico Estatí

Aspecto Histórico

e outras Ciências Aspecto político A Aspecto Histórico Antropologia Economia Aspecto Geográfico Estatí aspecto

Antropologia

Aspecto político A Aspecto Histórico Antropologia Economia Aspecto Geográfico Estatí aspecto demográfic
Economia

Economia

Aspecto Geográfico

Aspecto Histórico Antropologia Economia Aspecto Geográfico Estatí aspecto demográfic Matem Capitalismo e Mercado O

Estatí

aspecto

demográfic

Matem

Capitalismo e Mercado

O sistema econômico que tende a prevalecer no mundo é o de economia mista, onde os meios

de produção estarão tanto nas mãos da iniciativa privada como dos governos.

Não existe atualmente nenhuma economia totalmente capitalista ou socialista.

Capitalismo

Inviolável direito à propriedade privada e pelo sistema de mercado organizado, com ativa compra e venda de produtos e insumos e com ampla liberdade nos mercados de mão de obra e moeda. Os fatores de produção são:

- terra e recursos naturais

- capital - trabalho

Algumas definições

Renda é a remuneração dos fatores de produção ( aluguel, juros,lucro e salários)

Riqueza- é o patrimônio acumulado ( ativos financeiros como dinheiro, títulos, ações e ativos fixos como imóveis, máquinas, direitos tecnológicos)

Capitalismo e Mercado

Adam Smith é tido como o fundador da Economia, com a publicação de sua

obra mais famosa “A Riqueza das Nações” em 1.776.

A mão invisível, foi a metáfora criada para mostrar que a economia em um mercado livre se auto ajusta.

Quando um indivíduo busca seu próprio interesse, os resultados acabam gerando benefícios para a coletividade.

Laissez-faire- política econômica liberal que estimula a competição e condena o controle e a regulamentação excessiva do governo na economia.

Karl Marx e o Comunismo

Pregava o fim das classes sociais , com a abolição total da propriedade privada e igual distribuição dos bens produzidos pela sociedade.

Sistema

centralizado,com

o

planejamento

da economia.

Ele

previa

a

capitalismo.

auto

destruição

do

Os lucros excessivos eram obtidos porque os capitalistas pagavam pouco para a mão de obra.

A Mais Valia é a diferença entre o valor pago pelo trabalho e o que deveria ser pago, sendo considerado a base da exploração do sistema capitalista.

A concentração da renda nas mãos dos capitalistas era responsável pela grande massa de miseráveis.

Keynes e a Intervenção Governamental

John Maynard Keynes, viveu de 1.883 a 1.946.

Suas idéias era favorável ao capitalismo, porém com a intervenção do Estado nos momentos de crise.

Seu livro levou o

Geral do

nome de “ Teoria

da

Emprego,

do

juro

e

Moeda”.

As suas idéias foram aplicadas após a depressão de 1.929 nos EUA, quando o Presidente eleito em 1.933, interveio fortemente na economia , efetuando grandes investimentos em infra estrutura, o que provocou a recuperação da economia.

KEYNES Suas idéias

O Pleno Emprego, ocorre quando os fatores de produção estão sendo utilizados em sua máxima capacidade, ou seja, não existe ociosidade na utilização dos fatores de produção.

O Equilíbrio de desemprego, ou equilíbrio abaixo do pleno emprego é uma situação em que

inúmeros trabalhadores encontram-se desempregados e as máquinas e equipamentos estão ociosos.

Resumo das teoria econômicas

Capitalismo puro- nenhum agente gerencia o funcionamento da estrutura de preços na economia

de mercado, eles se auto ajustam.

inexistência de

propriedade privada e funcionamento de um sistema centralizado e com planejamento

Comunismo-

popular.

Economia Mista- As imperfeições

da concorrência e do mercado, no

mundo capitalista, levam à má

distribuição de renda e bem estar e

a intervenção governamental é

necessária

distorções.

para

Alguns Conceitos de Economia

corrigir

as

Uma nova definição de Economia- é o estudo de como a sociedade toma decisões e utiliza seus recursos escassos.

Escassez e Custo de Oportunidade- os estudos econômicos são motivados pela escassez de recursos, que gera a necessidade de se fazer uma escolha do melhor uso desses recursos.

A escolha do melhor uso dos

recursos, deve ser baseada no custo de oportunidade.

O custo de oportunidade de produzir um bem é o custo de não se produzir outros bens.

Exemplo de Custo de Oportunidade

O custo de oportunidade do trabalho assalariado em uma empresa é de não trabalhar em outra empresa no mesmo horário ou ainda de não trabalhar em seu negócio próprio nesse mesmo horário.

Eficiência versus equidade- Os agentes Econômicos (consumidores, empresas e governo) precisam considerar eficiência, ou seja, otimizar os recursos escassos e a equidade está associada a uma distribuição justa dos recursos na sociedade.

Racionalidade e benefício-custo Os agentes são racionais e observam os benefícios e custos de determinadas situações ao tomarem suas decisões. A decisão de escolher um bem para consumo ou produção em detrimento de outro ocorre quando o benefício e maior que o custo. O fazendeiro, plantar milho ou feijão, o governo investir em saúde ou educação.

Mercado versus intervenção governamental

Falhas de mercados, como a recente crise na economia, ou ainda em caso de elevado poder econômico com monopólio e cartéis, o governo deve intervir.

A maior parte das negociações no mercado são normais e não exige a participação do governo.

Micro economia

A micro economia se preocupa em estudar a formação de preços nos mercados e em analisar certos seguimentos da economia , como consumidores e produtores de bens e serviços. Explica o comportamento de unidades econômicas individuais, de forma desagregada. Tem como objetivo de estudo:

- a teoria do consumidor

- a teoria da firma

- a teoria da produção

- asestruturas

de

mercados,como concorrência perfeita, monopólio, oligopólio e etc.

Macroeconomia

A macroeconomia é o estudo da atividade econômica agregada e trata do comportamento da economia como um todo. Ela analisa o sistema econômico como um todo, não se preocupando com as unidades econômicas individuais. Por exemplo, o mercado de bens e serviços é tratado como um único mercado, não se distinguindo os produtos agrícolas dos produtos industriais e de serviços diversos. O mesmo ocorre no mercado de trabalho, onde se preocupa com as diferentes qualificações da mão de obra.

Preocupações da Macroeconomia

-o comportamento da economia em períodos de prosperidade e recessão; -a produção total de bens e serviços e o crescimento desse produto; -o consumo, o investimento e a poupança agregada; -os fatores que levam ao pleno emprego; -as causas da inflação; -o papel das políticas fiscais, monetárias e cambiais na estabilização da economia.

Macroeconomi

a

.

Objetivos de Política Macroeconômica

Alto nível de emprego curto prazo

Estabilidade de preços curto prazo

Distribuição

de

renda

socialmente justa longo prazo

Crescimento econômico longo prazo

Alto Nível de Emprego

governantes os instrumentos necessários para que a economia recuperasse o nível de emprego.

Com a contribuição de Keynes, contudo, baseou-se a moderna teoria macroeconômica, e da intervenção do Estado na economia de mercado.

economistas

pregam de que forma o Estado deve intervir:

de Keynes, forneceu aos

A

teoria

Duas

correntes

de

- a neoliberal, que acha que o governo não deve participar da produção de bens e serviços; - a outra prega maior participação do Estado na atividade econômica.

Estabilidade de Preços

do

aumento generalizado dos preços,

distorções,

a

principalmente

acarretando

A

inflação

é

decorrente

sobre

distribuição da renda. Um pouco de inflação é aceito, por fazer parte de ajustes de uma sociedade dinâmica, em crescimento. Países em crescimento normalmente geram um pouco de inflação, porém não

se pode perder o controle sobre os aumentos gerais de preços.

Distribuição de Renda

No Brasil a política governamental do governo Lula comprovou que a distribuição da renda entre os mais pobres, fortaleceu o mercado interno, pois as classes de rendas mais baixas consumiram em nosso país, possibilitando um maior crescimento da economia e ajudou na defesa da economia em relação às intempéries da economia internacional.

O mito criado em Governos anteriores de que o economia precisaria primeiro crescer para depois efetuar sua distribuição, foi um grande engodo, pois os ricos ficaram mais ricos e os pobres mais pobres. Acreditava-se que a concentração de renda, formaria mais capital para investir, só que boa parte dessa riqueza foi para consumo de produtos do exterior como: carros, iates, jatinhos e compra de terras para valorização.

É muito simples, economia de mercado só pode ser forte se houver renda para comprar seus produtos e serviços, que é o que ocorre nos países desenvolvidos.

O fato do nosso mercado interno se mostrar mais forte, trouxe capitais do exterior resolvendo um problema anacrônico, que nos impedia de crescer economicamente.

Crescimento Econômico

Se existe desemprego e capacidade ociosa, pode-se aumentar o produto nacional por meio de políticas econômicas que estimulem a atividade produtiva. Porém, feito isso, há um limite à quantidade que se pode produzir com os recursos disponíveis.

Aumentar

exigirá:

o

produto

além desse limite

- aumento nos recursos disponíveis;

- ou um avanço tecnológico, ou seja,

melhorias tecnológicas, novas maneiras de organizar a produção, qualificação da mão- de-obra.

O crescimento econômico, quer dizer aumentar a renda per capita, ou seja, colocar à disposição da sociedade uma quantidade de mercadorias e serviços que supere o crescimento da população.

Inter relações e Conflitos de Objetivos

O crescimento econômico facilita a distribuição da renda entre os mais pobres e os ricos, uma vez que os recursos para isso ficam maiores. No Brasil essa situação de distribuição ainda é conflitante, principalmente pela questão educacional, com a maioria da mão-de-obra com baixa qualificação e portanto, com baixos rendimentos.

.

Outro

conflito

gerado

por

políticas econômicas pode ser observado entre as metas de redução de desemprego e a estabilidade de preços. Quando o desemprego diminui e a economia chega próximo da plena utilização dos recursos, passam a ocorrer pressões por aumento de preços. Por outro lado o desemprego tende a diminuir os preços. Decidir qual política econômica implementar não é muito fácil.

Instrumentos de Política Macroeconômica

A política econômica do governo sobre a capacidade de produção (oferta agregada) e despesas planejadas (demanda agregada), com o objetivo de permitir chegar ao pleno emprego, com baixas taxas de inflação e e distribuição justa da renda.

Os principais instrumentos são:

- Política Fiscal;

- Política Monetária;

- Políticas cambial e comercial; - Política de rendas.

Política Fiscal

arrecadação de impostos

a

Refere-se

todos

os

instrumentos

de

suas

despesas(política de gastos). A política tributária, além de influir sobre o nível de tributação, é utilizada para estimular ou inibir os gastos de consumo do setor privado. Com o objetivo de reduzir a inflação, o governo pode diminuir os seus gastos ou aumentar a carga tributária. Se o objetivo é o maior crescimento e emprego as medidas serão as mesmas acima. Para melhorar a distribuição da renda, os instrumentos deverão ser usados de forma seletiva, em benefício dos menos favorecidos, exemplo imposto progressivo, gastos como fome zero, financiamento estudantil, para pequenos e micro empresas etc.

(política

tributária)

e

controlar

Política Monetária

Atuação do governo sobre a quantidade de moeda e títulos públicos:

- emissões;

- reserva

encaixe);

compulsórias

(

- compra e venda de títulos;

- Redescontos;

- regulamentação sobre crédito e taxa de juro.

Política Cambial e Comercial

A política cambial é a atuação do governo sobre a taxa cambial. O governo através do Banco Central, fixar a taxa cambial ou um regime de cambio flutuante, intervindo em alguns momentos para evitar grandes flutuações.

A Política Comercial diz respeito a incentivos às exportações ou estímulos (desestímulos) às importações.

Política de Rendas

Refere-se à intervenção do governo nos salários, aluguéis e dos preços. A característica principal é que, nesses controles, os preços são congelados, com a finalidade de controlar a inflação.

Estrutura de Análise Macroeconômica

Parte real da economia - mercado de bens e serviços - mercado de trabalho

Parte monetária

- mercado monetário

- mercado de títulos

- mercado de divisas

As variáveis macroeconômicas são determinadas pelo encontro da oferta e demanda em cada um desses mercados.

Mercado de bens e Serviços

A determinação do nível geral de preços e do nível agregado de produção está condicionada pela evolução do nível de demanda e oferta agregadas de bens e serviços.

A demanda agregada depende da evolução da demanda dos quatro grandes setores:

- consumidores;

- empresas; - governo;

- setor externo.

.

A oferta agregada depende da evolução do nível de emprego e da capacidade instalada da economia.

A condição de equilíbrio do mercado de bens e serviços é dada por:

oferta

agregada

agregada

=

demanda

.

As variáveis determinadas nesse mercado são as seguintes:

- nível de renda e produto nacional;

- nível de preços;

- consumo agregado;

- poupança agregada;

- investimentos agregados; - exportações globais;

- importações globais.

Mercado de Trabalho

Aqui também não se distinguem os vários tipos de trabalho. Admite-se um único tipo de mão-

de-obra, independente de características como grau de qualificação, escolaridade, sexo etc. Esse mercado determina a taxa de salários e o nível geral de emprego. A demanda ou procura de mão-de-obra depende de dois fatores básicos:

- o custo efetivo da mão-de- obra para as empresas; - o nível de produção desejado pelas empresas. A oferta de mão-de-obra depende do salário real ou custo efetivo da cesta básica de consumo dos trabalhadores e da evolução da população economicamente ativa.

Condições de Equilíbrio

Oferta mão-de-obra = Demanda

mão-de-obra

determinadas são:

As

variáveis

- nível de emprego;

- taxa de salários monetários.

Em conjunto com o mercado de bens e serviços, que determina a taxa de inflação, o mercado de trabalho determina o salário real, isto é o salário monetário, descontada a inflação.

Mercado Monetário

Nesse mercado supõe-se a demanda por moeda, em função de necessidade de transações dos agentes econômicos, ou seja, da necessidade de liquidez, e de uma oferta de moeda, determinada pelo Banco Central e pela atuação dos bancos comerciais. A demanda e a

oferta de moeda determinam a taxa de juro.

.

A condição de equilíbrio é dada por:

Oferta de moeda = Demanda de moeda

As variáveis determinadas nesse mercado são:

- taxa de juro;

- estoque de moeda.

Mercado de Títulos

Os agentes econômicos superavitários, que possuem renda maior que seus gastos, podem efetuar empréstimos para os agentes econômicos deficitários, aqueles que gastam mais que sua renda.

mesma forma que outros

Da

mercados vamos supor a existência de um único título.

A

condição

.

de

equilíbrio

nesse

mercado é dada por:

Oferta de títulos = Demanda de títulos

A variável determinada nesse mercado é o preço do título. Normalmente os mercados de

títulos

o monetário são

conjunto

e analisados em

e

é

chamado de mercado financeiro.

A taxa

de juro

é

determinada

pelos dois mercados.

Mercado de Divisas

A oferta de divisas depende das exportações e da entrada de capitais financeiros, enquanto a demanda de divisas é determinada pelo volume de

importações e saída de capital financeiro. As condições de equilíbrio é dada por: Oferta de divisas = Demanda de divisas A variável determinada nesse mercado é a taxa de câmbio.

.

O banco Central pode interferir no mercado, fixando a taxa cambial, ou deixar o câmbio livre ( taxa de câmbio flutuante em decorrência do mercado) e intervindo quando necessário, comprando ou vendendo para

evitar

mesmo especulações.

grandes

flutuações

ou

Elasticidade Preço da Demanda

.

Elasticidade Preço da Demanda

Sabemos que se o preço do bem aumenta, a procura por esse bem diminui.

A elasticidade irá mostrar a intensidade dessa relação aumento de preço e quantidade na sua dimensão, ou seja a intensidade da reação do consumidor será dada pela elasticidade-preço da demanda.

Explicando a Fórmula

Epd= variação % na quantidad e Variação % no preço

Q = variação % na quantidade Q P = variaç ão % no preço P

Q

= variação % na

quantidade

Q

Q = variação % na quantidade Q P = variaç ão % no preço P Em

P =

variaç

ão %

no

preço

P

Em que:

Epd = elasticidade preço demanda

ão % no preço P Em que: Epd = elasticidade preço demanda Q = variação na

Q

= variação na

quantidade demandada;

Q = quantidade demandada antes da

mudança;

no preço do bem; P = preço do bem antes da mudança.

Q = quantidade demandada antes da mudança; no preço do bem; P = preço do bem

p = variação

Exemplo

P R$9 B R$5 A 3 5 Q
P
R$9
B
R$5
A
3
5
Q

Consumo de carne : 5 kg por semana preço R$5,00 = A 3 kg por semana preço R$ 9,00 = B

semana preço R$5,00 = A 3 kg por semana preço R$ 9,00 = B Q =

Q =

Q

preço R$5,00 = A 3 kg por semana preço R$ 9,00 = B Q = Q

P =

P

3-5 = - 0.4 = - 40%

5

9 5 = 0,8

5

=

80%

Epd= - 0.4 = -0,5

0,8

Então, a elasticidade é igual a () 0,5. O sinal negativo indica que a relação é inversa.

Análise da Elasticidade Preço da Demanda

Com base no valor da elasticidade preço da demanda, sem considerar o sinal, temos:

demanda com elasticidade unitária bens cuja elasticidade preço da demanda

é igual a 1; ep = 1

de venda provoca efeito igual na diminuição da quantidade demandada;

a mudança no preço

demanda inelástica bens cuja elasticidadepreço da demanda é menor que 1 ep menor que 1 efeito menor na quantidade da demandada;

demanda elástica bens cuja ep maior que 1 o efeito maior na quantidade .

O valor da elasticidade é um critério interessante para se determinar o grau de essencialidade dos bens.

Bem Essencial x Bem Supérfluo

bem essencial à subsistência demanda inelástica isto é que

à subsistência – demanda inelástica isto é que 1, as pessoas não reduzem consideravelmente o consumo

1,

as

pessoas

não

reduzem

consideravelmente o consumo desses bens mesmo aumento de preços

bem cuja demanda seja elásticaas pessoas reduzem seu consumo numa proporção maior do que o aumento de preços (bens supérfluos ou que tenham substitutos próximos no mercado).

com o

.

Se o gasto feito com um bem representar pouco no orçamento dos consumidores, esse bem tem uma demanda inelástica. Ex: sal.

A elasticidade

demanda de um bem é fundamental para o empresário que produz esse bem

da

preço

Bens Complementares e Bens

Substitutos

Complementares

arroz e

feijão, pão e manteiga são consumidos juntos por hábito alimentar, moto e capacete.

Substitutos

bens que no ponto

de vista do consumidor podem ser trocadosuns pelos outros,

proporcionando

igual satisfação

(manteiga e margarina; carne de

porco e carne de vaca, etc.)

Elasticidade Cruzada da Procura

Ecd= variação % na quantidade do bem A variação % no preço do bem B

Variação % na quantidade

do bem A =

Variação % na quantidade do bem A = QA QA Variação % no preço do bem

QA

QA

Variação % no preço do bem

B =

do bem A = QA QA Variação % no preço do bem B = PB P

PB

P

B Em que:

Ecd = elasticidade cruzada da procura; Q A = variação na quantidade do bem

cruzada da procura; Q A = variação na quantidade do bem A; Q A = quantidade

A; Q A = quantidade demandada do bem

A;

do preço do bem B;

na quantidade do bem A; Q A = quantidade demandada do bem A; do preço do

PB = variação

PB = preço do bem

B.

Exemplo de Elasticidade Cruzada

Supondo que um consumidor costuma comprar três calças por R$ 50,00 cada uma e 5 camisas para acompanhar as calças. Imaginemos agora, que por uma razão qualquer o preço das calças suba para R$ 75,00. O consumidor, então, passa a comprar apenas 2 calças. Ao mesmo tempo, esse consumidor passará demandar só 3 camisas.

Observe

que

não

colocamos

os

preços

das

camisas

porque

não

precisamos deles.

Cálculo da Elasticidade Cruzada

Cálculo da Elasticidade Cruzada QA = 3-5 = -2 = -0,4 QA PB = 5 5

QA = 3-5 = -2

= -0,4

QA

Cálculo da Elasticidade Cruzada QA = 3-5 = -2 = -0,4 QA PB = 5 5

PB =

5

5

75- 50 = 25 = 0,5

PB

50

50

Ecd = - 0,4 = - 0,8

0,5

Assim, a elasticidade cruzada da procura de calças e de camisas é igual a ()0,8.

Conclusão

Na elasticidade cruzada o que nos interessa é o sinal, isto é, se é positiva ou negativa.

No caso de negativa significa que as variações percentuais no preço e na quantidade demandada de camisas caminham em direções opostas.

Isso indica uma relação de complementaridade entre calças e camisas.

Então, concluímos, que as relações

de complementaridade

implicam

elasticidade cruzada com sinal

uma negativo, enquanto as relações de substituição são expressas por elasticidades cruzadas com sinal positivo.

Bens Complementares e Substitutos

Sinal da Elasticidade

Sinal da Elasticidade Elasticidade Cruzada = + Elasticidade Cruzada = (-) Elasticidade Cruzada = 0

Elasticidade Cruzada = +

Elasticidade Cruzada = (-)

Elasticidade Cruzada = 0

Bens Substitutos

Bens Complementares

Não há relação entre os be

Elasticidade Preço da Oferta

O conceito da elasticidade preço da demanda pode ser usado para a oferta. A diferença agora é que estamos falando da Oferta de Bens e Serviços, ou do comportamento dos Empresários. Então agora veremos a intensidade da reação dos empresários em termos de oferta de Bens, quando varia o preço desse Bem.

Fórmula

Q
Q

Q

e po = -------------

onde:

P
P

P

Q Q e p o = ------------- onde: P P Q é a variação na quantidade

Q é a variação na quantidade

Q é a

quantidade anterior P é a variação P é o

Q é a quantidade anterior P é a variação P é o no preço preço anterior

no preço

preço anterior e po = elasticidade preço da oferta

P

R$60

R$40

Gráfico

B

A

P R$60 R$40 Gráfico B A 200 Q . 250 Resolução Px R$40 = 200 Q

200

Q

.

250

Resolução

Px R$40 = 200 Q = 250 Q

Q
Q

= 250 200 = 50

Px R$60

= 0,25

Q

200

200

P = 60 – 40 = P e p = 40 0,25 = 0,5 20

P = 60 40 =

P e p =

40

0,25 = 0,5

20 = 0,5

40

0,5

Observar que o sinal é positivo o que revela a relação direta, isto é se o preço aumentar, aumenta a quantidade ofertada.

Comentário

Sem considerar o sinal (só o valor absoluto) O resultado 0,5 indicou que o estímulo de preço do produto para o empresário no exemplo, indicou que a resposta foi proporcionalmente menor, pois um aumento no

preço de 50% provocou um aumento na oferta de 25%.

Classificação da Curva de Oferta

Podemos Classificar a curva de oferta em: -Oferta com elasticidade unitária é a curva de oferta de bens cuja resposta , em termos de produção, é proporcional à variação de preço, portanto igual a 1 -Oferta Inelástica é a curva de oferta de bens cuja resposta, em termos de produção, é proporcionalmente menor à

variação de preço, e portanto menor que 1 -Oferta Elástica proporcionalmente maior em relação a variação de preço, oferta maior que 1

Importância de entender o Mercado

É

fundamental

para

os

empresários

conhecerem

o

mercado, isto é, aqueles que

irão

comprar

os

produtos

e

serviços.

 

Esse

mercado

consumidor

é

chamado

economia

em DEMANDA ou PROCURA.

por

Portanto,

entender

o

comportamento do consumidor será saber o que produzir e o quanto produzir para melhor

atender esse mercado.