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UNIVERSIDADE VIRTUAL DO ESTADO DE SÃO

PAULO

Ana Paula de Carvalho Oliveira RA 1701938


Sandra Bezerra de Melo RA 1712533
Silmara Mineiro Barbosa Luz RA 1707321
Valéria Alves de Souza Martinez RA 1713330
Vanessa Vieira de Jesus RA 1711120

A Educação Infantil trabalhando os jogos e brincadeiras


na construção das relações entre espaço e tempo.

São Paulo - SP
2018
UNIVERSIDADE VIRTUAL DO ESTADO DE SÃO
PAULO

A Educação Infantil trabalhando os jogos e brincadeiras na


construção das relações entre espaço e tempo.

Relatório Técnico - Científico apresentado


na disciplina do Projeto Integrador do
Curso de Licenciatura em Pedagogia da
Universidade Virtual do Estado de São
Paulo (UNIVESP) - Polo Céu Vila Atlântica.
Tutora - Camila Dias de Oliveira

São Paulo - SP
2018
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Sumário
1. INTRODUÇÃO ............................................................................... 5
1.1 Problemas e Objetivos ...................................................................................... 8

1.2 Objetivo Gerais .................................................................................................. 8

1.3 Objetivos Específicos ......................................................................................... 8

1.4 Justificativa ........................................................................................................ 8

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ................................................... 10


3. RELATÓRIO................................................................................. 14
3.1 Material ................................................................................................................ 19

3.1.2 Procedimentos................................................................................................... 19

3.1.3 Coleta de dados: ................................................................................................ 19

3.1.4 Organização dos dados: ..................................................................................... 19

4. ANÁLISE DOS DADOS ............................................................... 20


5. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS .................................................... 22
6. APÊNDICES ................................................................................. 25
7. REFERÊNCIAS ............................................................................ 26
RESUMO:
Este Projeto integrador permite fazer reflexões acerca de como a primeira
infância é importante para as crianças, por isso é necessário que o educador
entenda esse momento de maneira biológica, cognitiva, histórica e social, pelo
qual elas passam. Assim, permite ao educador fazer um trabalho mais centrado
nas necessidades de seus educandos, por meio de jogos e brincadeiras. Logo,
foi feita uma pesquisa de campo em uma escola da Educação Infantil – CEI –
Diretora Maria Jose Vasconcelos Mankel Profª, para ver como era feito o trabalho
com as crianças de 3 a 4 anos e assim, auxiliar o educador nesse processo na
construção do tempo e espaço que permita integrar mais jogos e brincadeiras
em seu planejamento trabalhando uma proposta didática, a qual concede a
socialização das crianças, explorando as competências delas, por meio do
brincar intelectual, social emocional e físico.
PALAVRAS-CHAVE: Primeira Infância, Brincadeiras, Jogos.

ABSTRACT:
This integrative project allows reflections on how early childhood is important for
children, so it is necessary for the educator to understand this moment in a
biological, cognitive, historical and social way, through which they pass. Thus, it
allows the educator to do a work more focused on the needs of his students,
through games and games. Soon, a field research was carried out at a school of
Early Childhood Education - CEI - Director Maria Jose Vasconcelos Mankel Profª,
to see how the work was done with the children from 3 to 4 years old and thus to
assist the educator in this process in the construction of the time and space that
allows to integrate more games and games in their planning working a didactic
proposal, which grants the socialization of the children, exploring their skills,
through intellectual, emotional and physical social play.

KEY WORDS: Early Childhood, Jokes, Games.


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1. INTRODUÇÃO

A educação infantil é a primeira etapa da educação básica, visto que


compreendem os Centros de Educação Infantil (CEI) e Creches, para crianças
de zero a 3 anos e 11 meses, bem como as Escolas Municipais de Educação
Infantil, que atendem crianças de 4 a 5 anos e 11 meses.
Partindo desse conhecimento, para esse trabalho foi importante identificar
como as crianças da faixa etárias de 3 a 4 anos são trabalhadas no
desenvolvimento como um todo, entendemos que era necessário visitar e
acompanhar a rotina dentro da escola utilizando o método observacional e
empírico, bem como utilizamos um questionário elaborado pelo grupo
contemplando três questões objetivas para os educadores. Por isso, a escolha
da Centro de Educação Infantil Diretora Maria Jose Vasconcelos Mankel Profª.
A ideia de “ofício de criança” é moderno, conforme Sarmento (2004), está
intimamente ligado às atividades escolares e a seu papel na sociedade, como
indivíduo, todavia para que seus direitos fossem garantidos houve necessidade
da criação de vários dispositivos de Lei, entre eles o documento Referencial
Curricular Nacional para a Educação Infantil criado pensando no
desenvolvimento dessas, que traz a temática sobre o educar e cuidar.
Esse entende que, deve haver promoções de situações de cuidados,
brincadeiras e aprendizagens, as quais serão orientadas pelo educador de
maneira integrada que vão corroborar para que a criança possa se desenvolver
nas relações interpessoais, no respeito e confiança, bem como de ser e estar
com as outras crianças. Assim, o educar e o cuidar são indissociáveis e são
importantes para uma prática pedagógica eficiente e autônoma para a criança.
Desde os tempos antigos até os atuais, tem sido estudado por
pesquisadores e estudiosos sobre a eficácia da inclusão de jogos e brincadeiras,
no crescimento e desenvolvimento pedagógico da criança. Os jogos
pedagógicos são recursos importantes no ambiente escolar, porque
desenvolvem as crianças de forma coletiva e intelectual, além de proporcionar o
aprendizado moral, cognitivo, motor, social e afetivo.
O autor Jean Piaget (1978, p.40) cita que: “Os jogos não são apenas uma
forma de entretenimento, mas meios que contribuem e enriquecem o
desenvolvimento intelectual”. Logo, podemos entender que o ato de brincar, o
jogar com os colegas em sala de aula contribuem para o processo de
aprendizagem incentivando os educandos a participação dentro do ambiente
escolar, em aprender novas regras, desenvolvendo sua maturidade, autonomia
e personalidade, como aprendem a lidar com as frustrações de modo a ser um
aprendizado para exercer sua cidadania e vivência em sociedade.
Nesse contexto, percebemos que o brincar e o aprender caminham juntos
e facilitam o aprendizado da criança em todas as suas fases, de maneira
prazerosa e estimuladora, no qual o educador deve promover um ambiente
motivador, onde professor e aluno interagem em um ambiente alfabetizador, por
meio dos jogos e brincadeiras educativas na construção do conhecimento de
forma significativa.
O problema a ser tratado neste trabalho é a dificuldade que o educador
tem ao trabalhar com a questão do tempo e espaço, dando atenção especial e
individual para crianças, visto que as salas contemplam uma grande diversidade.
Um outro ponto, é fazer com que os pais entendam que as crianças aprendem
com o brincar de forma lúdica.
Por isso, os Jogos e Brincadeiras na Construção das Relações entre
Espaço e Tempo faz a diferença na vida das crianças, porque são utilizados
como ferramentas de auxílio para proporcionar um aprendizado mais prazeroso
às crianças, conforme Kishimoto (1999) a respeito de Froebel que diz: “O brincar,
em qualquer tempo, não é trivial, é altamente sério e de profunda significação”.
Quando se pensa no espaço, compreende-se o lugar, neste caso o
ambiente escolar, onde serão realizados os jogos e brincadeiras, já na questão
do tempo podemos dizer que deve ser entendido no aspecto cronológico e
didático, o qual o professor utilizará para aplicar as atividades, sem prejudicar os
demais horários da rotina escolar.
O objetivo geral desse trabalho é ajudar na prática pedagógica da
educação infantil, de modo a apresentar uma proposta didática voltada para as
brincadeiras e a socialização das crianças, explorando as competências das
crianças no brincar intelectual, social emocional e físico.
Sendo assim, esse projeto justifica-se, visto que traz reflexões sobre a
primeira infância o quanto ela é importante, devendo ser respeitada e pensada
como centro do planejamento como um todo, visando as questões acerca do
ambiente escolar, o educar, o cuidar, o desenvolvimento de jogos e brincadeiras
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como ferramentas que vão contribuir para uma prática pedagógica intencional e
eficiente e prazerosas às crianças.
1.1 Problemas e Objetivos
Durante as visitas à escola em questão, percebe-se que o problema é a
dificuldade do educador em trabalhar a questão de tempo e espaço, ao dar
atenção especial e individual para crianças, já que as salas contemplam uma
grande diversidade como crianças especiais, e de outras etnias.
Além disso, um outro obstáculo encontrado, é fazer com que os pais
entendam que a educação contemporânea abrange o modelo construtivista
pautados no brincar e jogar de forma lúdica.

1.2 Objetivo Gerais


Contribuir para a prática pedagógica da educação infantil, com algumas
propostas didáticas orientadas para as brincadeiras e jogos, os quais
possibilitam a socialização das crianças para explorar as competências dessas
no que se refere ao brincar intelectual, social emocional e físico.

1.3 Objetivos Específicos


O objetivo específico consiste em refletir sobre como:
Identificar as dificuldades encontradas no planejamento pedagógico para
a concepção de jogos e brincadeiras educativas.
Analisar os obstáculos que o educador enfrenta na aplicação dos jogos.
Promover uma conscientização sobre o problema, buscando alternativas
para ajudar no desenvolvimento de Jogos, Brincadeiras na Construção das
Relações entre Espaço e Tempo com as crianças da educação infantil de 03 a
04 anos.

1.4 Justificativa
Este trabalho justifica-se, para elucidar de forma clara como o cuidar, o
afeto, os estímulos as brincadeiras e jogos, a interação com os pais, professores
e colegas, o acesso a serviços adequados, são primordiais na primeira infância.
E cada vez mais, nota-se que a primeira infância de 0 a 6 anos pode estar
ameaçada por conta da violência, falta de estrutura, a desigualdade social.
A Prefeitura de São Paulo em 2018, promoveu um encontro para debater
com as três esferas: na Educação, na Assistência Social e na Saúde e famílias
e sociedade civil essa situação.
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Então, nota-se que há uma preocupação nessas esferas, no sentido de


colaborar, enquanto membros do Estado na formação e bem-estar das crianças
em formar futuros de cidadãos. Em contrapartida, ainda há muito a se fazer na
questão de chamar a família e membros da sociedade civil a participar do que
lhe é direito e dever.
Por consequência, esse projeto justifica-se na análise da primeira
infância em como o educador pode fazer a diferença no desenvolvimento de
habilidades cognitivas da criança, sendo que educar nesta primeira fase, não é
apenas cuidar e sim como cuidar, isso faz parte das práxis pedagógica.
Portanto, temos a criança como o centro do planejamento, do cuidar e
educar, no ambiente escolar, do trabalho com jogos e brincadeiras, que são
considerados como ferramentas essenciais, as quais vão cooperar para uma
prática pedagógica intencional e eficiente e prazerosas a essas.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A fundamentação Teórica inicia-se com o Estatuto da Criança e do
Adolescente – ECA Lei nº 8.069/90 –, pois traz o Artigo nº 16 que trata: “O direito
à liberdade compreende os seguintes aspectos: (...) no seu inciso IV. brincar,
praticar esportes e divertir-se”. Assim, pode-se inferir que é um direito a ser
garantido à criança. Um outro ponto, que vai coadunar a esse direito está
expresso no documento Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil
–D.C.N.E.I– que aborda sobre o direito a ludicidade:
Art. 3° São as seguintes as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Infantil: 1- As propostas pedagógicas das instituições de
Educação Infantil devem respeitar os seguintes fundamentos
norteadores: (...) c) os princípios estéticos da sensibilidade, da
criatividade, da ludicidade e de manifestações artísticas e culturais
(RESOLUÇÃO CEB Nº 1, DE 7 DE ABRIL DE 1999).

O ensino deve primar pelo construtivismo, ou seja, não há como o


educador continuar com ensino nos moldes tradicionais, até porque as crianças
devem ser desenvolvidas em ambiente acolhedor, interessante que promova o
despertar para o conhecimento real.
Em seguida, retomar alguns autores estudados na disciplina Psicologia
da Educação como: Jean Piaget, Lev Semyonovich Vygotsky e Henri Wallon
para embasar no projeto, sendo significativo na contribuição da teoria
construtivista.
Consequentemente, é necessário perceber a criança em seu
desenvolvimento a partir de sua maturação biológica, cuja preocupação é
desvendar os mecanismos processuais do pensamento, ou seja, o
desenvolvimento cognitivo dessa. Para isso, o educador deve conhecer as fases
de Piaget, que começa com a sensório-motor, desde o nascimento aos 2 anos,
cuja criança entende tudo como extensão do próprio corpo, bem como a fase
pré-operatória, que acontece a partir dos 2 a 7 anos.
A primeira parte da infância, que nos interessa é de 3 a 4 anos , uma fase
que é marcada por esquemas simbólicos, o faz de conta – brincar de casinha,
de carrinho, transfere a realidade para estas atividades –,ela reflete a realidade
através do seu eu “um pensamento egocêntrico em estado quase puro, só
ultrapassado pela fantasia e pelo sonho” (PIAGET, 2003, p. 29), e é nesse
momento que criança tem dificuldade de se descentrar.
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Captar que “(...) o brincar oferece à criança a oportunidade de assimilar o


mundo exterior as suas próprias necessidades, sem precisar muito de acomodar
realidades externas.” (PIAGET, 1962), permite uma prática pedagógica focada
nas necessidades dessa, pois entre os três e quatro anos, ela já possui o
desenvolvimento da linguagem e o brincar ampara no desenvolvimento desse,
por meio da comunicação e o aprimora, através dos diálogos mantidos com seus
amigos de brincadeira.
Segundo autor Vygotsky (2007), é no momento do brincar que as crianças
se deparam com questões e desafios, além de seu comportamento diário,
levantando hipóteses na tentativa de compreender os problemas que lhes são
propostos pela realidade na qual agem mutuamente. Então,
(...) as crianças não se preocupam muito com a representação; elas
são mais simbolistas do que naturalistas e não estão, de maneira
alguma, preocupadas com a similaridade completa e exata,
contentando-se com indicações superficiais”. (VYGOTSKY, 2007, p.
135).

Assim ao brincarem, edificam a consciência da realidade e, ao mesmo


tempo, experimentam a possibilidade de transformá-la, onde o ambiente faz
parte desse processo e auxilia na interação com outro.
Desse modo, os autores Piaget e Lev Vygotsky se assemelham no
cognitivismo e construtivismo. Entretanto, Vygotsky evoluiu seus estudos na
perspectiva da educação, cujo entendimento volta-se para desenvolvimento
cognitivo não podendo ser compreendido sem ambiente social, ou seja, contexto
social histórico e cultural, que permite compreender a construção entre espaço
e tempo na formação da criança.
Recorrendo ao texto dos autores Aurino Lima Ferreira e Nadja Maria
Acioly-Régnier (2010) sobre as “Contribuições de Henri Wallon à relação
cognição e afetividade na educação” constata-se que há uma necessidade de
reconhecer que a presença dos afetos negativos interfere diretamente na
aprendizagem e então, propõem-se utilizar as estruturas cognitivas para
construir afetos significativos ao convívio social. Isso quer dizer que entender as
diferenças desde os primeiros anos de formação da criança podem afetar de
maneira positiva o convívio social.
Citaremos também autores que foram abordados em Fundamentos da
Educação Infantil, para ajudar elucidar os momentos do brincar e suas
consequências na vida das crianças como: Friedrich Froebel, Manuel Jacinto
Sarmento.
Entendemos que a modernidade mudou a forma que é viver a infância,
ser criança hoje é diferente do passado, entretanto, a cultura das crianças não
se dissolveu no mundo e na cultura dos adultos, continua preservado, criança
continua sendo criança. Hoje o pouco espaço para brincar e o seu dia
praticamente em casa, trouxe a responsabilidade para a escola de introduzir o
brincar, pois esse proporciona condições para que elas possam ser educadas,
além do que a brincadeira bem-intencionada desenvolve a aprendizagem.
Para falar de didática fomos buscar a educadora Maria Montessori (2010),
que nos remete a uma série de diretrizes e idealizou recursos materiais para
estímulos das crianças. Essa educadora, tinha uma preocupação desde o
mobiliário, os materiais voltados para uma pedagogia cientifica fundamentada na
educação sensorial da criança e implementada sobre os princípios de
metodologia, a qual exercita a função motora, trabalhos manuais, cores, a
técnica de linguagem desenvolvida para trabalhar letras móveis. Sendo assim, o
professor na visão dela, teria que pensar no acesso ao tipo de material, preparar
o ambiente, para que a criança possa desenvolver a suas potencialidades.
Não poderíamos esquecer dos ensinamentos preciosos de Friedrich
Froebel (2016), considerado o pai do Jardim da Infância, que proporcionou
contribuições importantes no processo de aprendizagem da criança, através de
atividades lúdicas, as quais viabilizam condições para que se possa educar e
desenvolvê-las, sendo o primeiro passo para o desenvolvimento e aprendizagem
dessa. Ele considerou a infância uma fase significativa e decisiva na forma das
avaliações e também, ideias de uma autoeducação livre que possa produzir um
processo de aprendizagem justo e igualitário.
E por fim, discorrer a questão da avaliação dentro do planejamento é
essencial, nas práticas pedagógicas, aliando a dimensão do currículo
multicultural, para que possa fazer uma avaliação com os alunos de modo
individual e coletivo, entendendo que apesar das diversidades encontradas na
sala de aula, é possível desenvolver brincadeiras e jogos para construir novos
conhecimentos e através da avaliação planejá-los como um procedimento a
mais.
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Por isso, retomamos o Professor Cipriano Luckesi (2015), o qual entende


a importância do ato pedagógico que é analisado como um caminho construído
para aprendizagem, sendo a avaliação processual parte desse processo com o
objetivo de diagnóstico e características de: não pontual, dinâmica e includente.
Um outro ponto, segundo esse autor a família deveria ser reeducada,
através de conferencistas, que seriam trazidos para as reuniões de pais, afim de
que tenham mais conhecimento de como é modelo pedagógico atual.
3. Relatório

O projeto integrador Pedagogia II, iniciou com a reunião da nossa equipe


de 15 a 17 de agosto de 2018, para debater o rumo da nossa temática, a qual é
A Educação Infantil trabalhando os jogos e brincadeiras na construção das
relações entre espaço e tempo. Então, fizemos uma pesquisa de campo com a
CEI Diretora Maria José Vasconcelos Mankel Prof.ª, que está localizada na
Avenida Inácia de Toledo, 262, Vila Clarice, para conhecer o ambiente escolar,
os educadores e a um pouco da vivência com os alunos.
As dependências dessa escola possuem 09 salas de aula, uma sala para
direção, uma sala para coordenação, uma sala dos professores, cozinha, parque
infantil, Berçário, banheiros dentro do prédio, e banheiros adequados à
educação infantil, sala da secretaria, 2 refeitório (coletivo, no primeiro andar para
contemplar os berçários), despensa, lavanderia, solário e 51 funcionários,
segundo dados do Censo 2017.
Entre os dias 20 a 30 de agosto, estivemos na unidade escolar, para
realizar a visita in loco, e foi possível conversar a coordenação e docentes,
conhecer os espaços. Durante esse período, observamos, uma carência de
materiais pedagógicos, dificuldade de organização, em algumas salas,
principalmente, no horário de dormir das crianças, devido ao espaço pequeno
para a quantidade de alunos.
Vimos que a brinquedoteca estava desativada e em reforma para tornar-
se um ateliê e também que, no parque havia dois brinquedos interditados.
Reparamos grande quantidade de escadas para duas salas do Minigrupo II –
crianças de 3 a 4 anos –, informaram que espaço foi adaptado, antes era um
salão usado para reuniões.
Para as crianças não se sentirem inibidas com a presença do grupo e não
atrapalhar a dinâmica escolar, foi combinado que a equipe seria dividida em
duplas, para contemplar diferentes momentos da rotina escolar em dias
alternados. O primeiro dia da visita do grupo, tivemos uma conversa de maneira
informal com a coordenadora e obtivemos acesso ao Projeto Político Pedagógico
(PPP) da instituição.
A CEI oferece 174 vagas, divididas em 15 turmas, as quais o número de
alunos pode variar conforme a idade das crianças, sendo que as turmas são
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divididas em 9 salas, ou seja, seis dessas possuem duas turmas e há salas que
possuem dois professores, como o caso dos berçários e dos Minigrupos I.
Através da junção das informações colhidas pela observação de forma
empírica, conversas informais com diversos funcionários de diferentes atuações
e acompanhamento, principalmente, dos Minigrupos II, a faixa etária de 3 a 4
anos, a qual mais chamou a nossa atenção, devido ao carinho deles conosco e
o fato de serem as salas com o maior número de alunos por professor, nesse
caso 20 crianças, sendo o motivo da escolha para o nosso trabalho.
Dentro desse contexto escolar, há três turmas em dois períodos, ambas
com 20 crianças matriculadas, cada uma com apenas um professor, ao contrário
das demais salas que têm dois professores e o número de alunos também é
menor. Ao conversar com as educadoras, de maneira informal e isolada,
obtivemos diversos comentários com relação às dificuldades encontradas ao
trabalhar com a diversidade da formação da turma e estruturação dessas. Um
outro ponto citado por essas são: a participação familiar, diversidade cultural,
condições físicas e intelectuais das crianças, entre outros pontos.
Também há outros comentários referentes às dificuldades de trabalhar
brincadeiras e jogos e a questão de espaço e tempo, inclusive dando atenção
especial e individual para as crianças, pois algumas tem dificuldades de
aprendizado e não são diagnosticadas para ver se há uma possível deficiência,
os pais acabam não fazendo uma investigação.
Isso é obstáculo para o trabalho individual e coletivo na sala de aula, os
diálogos informais com o corpo docente, permitiu-nos entender alguns
problemas e, para tanto resolvemos formular um questionário objetivo, que está
no apêndice.
É importante compreender que o espaço é todo e qualquer lugar na
escola, que pode ser utilizado, para fazer alguma atividade de brincadeira ou
jogo. A construção da sala de aula no ambiente externo, na educação infantil é
bem vista, uma vez que estimula o explorar e o observar das crianças. Ainda
mais se o ambiente disponibilizar de elementos da natureza, como exemplo,
árvores de diferentes espécies, ou seja, uma diversidade de flora e atrelado a
ela e a fauna.
Então, nos dias em que estivemos dentro da escola houve a possibilidade
de presenciar o achado de um filhote de gambá, também conhecido por saruê,
o mesmo foi capturado, cuidado até que as autoridades da Guarda Civil
Metropolitana Ambiental (GCM Ambiental) viessem resgatar.

Fonte: Imagem cedida por um docente do minigrupo II ao nosso grupo, que foi tirada no dia
25/09/2018 dentro da Escola.

O tempo pode ser entendido como às dez horas que a criança fica na CEI,
todos os entrevistados, disseram, de maneira informal, que é muito tempo para
uma criança ficar na escola, mesmo que tenha a assessoria do cuidar e do
educar, tenha um momento de sono, o qual dura uma média de duas horas, mas
que na realidade é menos, devido ao fato das crianças de maneira geral demorar
a conseguir dormir.
Isso se deve também aos diferenciais da rotina e do tempo real, há
momentos em que a rotina tem que ser cumprida rigorosamente, por exemplo,
os horários de entrada e saída da escola, os quatro momentos de alimentação,
os horários destinados ao parque é um espaço bem concorrido, por conta das
outras turmas.
O aspecto cronológico é bem intenso na rotina, não apenas nos
momentos descritos, contudo para serem usados nessa divisão das atividades,
jogos e brincadeiras realizadas com os alunos, para que não seja consumido
pelo tempo psicológico, ou seja, perder a noção, e deixar de fazer determinada
atividade.
Os Jogos são pouco utilizados nessa instituição de ensino, com relação à
variedade, há poucos materiais pedagógicos adquiridos pela escola, e os que
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têm foram recebidos por meio de doações, ou comprados pelo corpo docentes
para uso particular e ainda, os desenvolvidos pelos próprios professores, devido
às necessidades encontradas.
Vimos que são confeccionados alguns dos jogos como: de dominó de
cores, jogo de memória no formato de picolé e também um jogo de hóquei de
mesa, feito com materiais recicláveis, os quais são utilizadas tampas de
amaciante para serem os rebatedores e uma tampa de geleia para ser o disco.
E também, alguns educadores resgatam brincadeiras tradicionais,
dispondo de uma diversidade maior de possibilidades de brincar, podendo quem
sabe dispor de um planejamento para apresentar um tipo diferente de
brincadeira, por dia, durante todo o ano letivo.
Umas das formas de avaliação realizada nessa escola é no formato de
portfólio, uma das professoras, nos mostrou tal documento, o qual apresentam
relatos de atividades, jogos, brincadeiras, desenvolvidas no cotidiano, alguns
dos dias o trabalho é complementado com fotos e falas das crianças.

Fonte: Imagem cedida por docente do minigrupo II ao nosso grupo, que está no portfólio e foi
tirada no dia 18/09/2018 dentro da Escola.

Para completar o trabalho de avaliação, duas vezes ao ano, é feito um


relatório por semestre, nessa escola, cujos familiares das crianças têm acesso a
esses documentos, portfólio e relatório, na reunião de pais e responsáveis.
Há uma construção de um trabalho contínuo entre a escola e o lar das
crianças em que, os jogos e as brincadeiras sejam trabalhados de maneira a
assegurar o desenvolvimento pleno da aprendizagem dessas, tais atividades
podem ser utilizadas através de projetos para haver a integração entre escola e
familiares. Os momentos que podem propiciar ao que foi exposto, seriam:
reuniões de pais e responsáveis, dia da família na escola, passeios, eventos que
possam ocorrer em dias letivos, visitas, participação na construção de algum
projeto específico como a exemplo da construção do parque sonoro, a
implementação da horta, apresentações de teatros para as crianças,
apresentações musicais, apresentações de dança, entre tantas outras
possibilidades.
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3.1 Material
Para elaboração dessa pesquisa foi necessária a montagem um
questionário com três questões direcionadas ao professor, para poder entender
a problemática e quais meios poderiam auxiliar a prática pedagógica. O material
foi composto por pesquisas bibliográficas, vídeos de apoio sobre o assunto, a
leitura sobre a temática, bem como a participação no Seminário Regional de
Planejamento sobre: Participativo Plano Municipal Pela Primeira Infância que foi
realizado dia 22/09/2018.

3.1.2 Procedimentos
Escolhemos trabalhar com método observacional e empírico, que nos
possibilitou efetuar a pesquisa de campo com o professor e alunos, através das
seguintes etapas:

3.1.3 Coleta de dados:


Respaldamos com a elaboração do questionário para os professores a
partir de leituras que tratam do assunto Educação infantil, para podermos
entender a realidade escolar. Depois disso, reunimos a equipe para elaborar as
três perguntas do questionário.
Então, partimos para pesquisa de campo abordando os professores que
trabalham com as crianças de 3 a 4 anos e, com base da abordagem analítica e
observacional, desses dados colhidos e fizemos uma releitura crítica e
realizamos um a proposta didática que propiciasse às brincadeiras e a
socialização das crianças, competências exploradas na Educação Infantil.

3.1.4 Organização dos dados:

A organização dos dados foi feita, por meio dos dados coletados nas
análises dos questionários junto aos professores que trabalham na CEI da
educação infantil, para obter a real situação de conhecimento e ações
pedagógicas na escola, onde foram realizadas as pesquisas.
4. ANÁLISE DOS DADOS
O projeto realizado no segundo semestre de 2018, sobre: Educação
Infantil trabalhando os jogos e brincadeiras na construção das relações entre
espaço e tempo, contribuiu como experiência na prática para aprender com os
problemas enfrentados pelos educadores, e ter um pensar direcionado para a
primeira infância em prática pedagógica reflexiva, levando em consideração que
os jogos e brincadeiras auxiliam na construção das relações das crianças com
as outras e com educador, e que o tempo e o espaço possuem relevância para
o desenvolvimento dessa.
Então, a análise dos dados partiu da observação, o qual iniciou com
acompanhamento dos educadores em todos os espaços da escola, para depois
utilizando o método observacional e empírico e científico pautado no conhecer,
relacionando “o sujeito e objeto de estudo”.
O questionário foi aplicado com um grupo de seis professoras das quais
os nomes foram omitidos a pedido dessas, sendo que essas dão aula para o
Minigrupo II, ambas são formadas em pedagogia, e possuem pós-graduação, as
idades das mesmas variam entre, 38 e 52 anos, com a média de 24 anos de
experiência, e tempo na unidade de trabalho os anos variam entre 4 até 28 anos.
Dentro do questionário obtivemos as seguintes respostas conforme
abaixo:
Questão 1.
Quando trabalha com jogos você enfrenta alguma dificuldade?
Obtivemos 83% de sim, ou seja, cinco dos seis dos professores
encontram dificuldades ao trabalhar com jogos. Houve comentários sobre o
comportamento das crianças sobre: o respeito com as regras, tempo de esperar
a sua vez, e saber lidar com as perdas. Outros fatos apontados, pelos docentes
insuficiência de material e muitas das vezes, a falta deles e o compartilhamento
de espaço e o tempo e permanência.
Questão 2.
A sua unidade de trabalho te incentiva trabalhar com jogos?
Nessa questão houve empate, entre os comentários, há um incentivo
partido principalmente do compartilhamento de trabalhos desenvolvidos e que,
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esses trabalhos são importantes para o desenvolvimento pleno da criança.

Fonte: Imagem cedida por docente do minigrupo II ao nosso grupo, que está no portfólio das
atividades compartilhadas e foi tirada no dia 18/09/2018 dentro da Escola.

Embora, não haja cobrança do trabalho com os jogos, devido ao fato de


que as professoras, ao menos as entrevistadas, já trabalham e valorizam o uso
desse tipo de trabalho.
Questão 3.
A unidade possui recursos como jogos pedagógicos nas diferentes
disciplinas/ linguagens?
Como na questão anterior, houve um empate, e os comentários estão
relacionados diretamente a pouca diversidade de matérias, e os que têm são
insuficientes para contemplar todos os alunos de uma turma.
Entretanto ao analisar os comentários dos entrevistados, todos os que o
fizeram, reconhecem muito bem a importância dos jogos com relação ao
desenvolvimento pleno da criança. Com isso, conforme as necessidades, as
professoras acabam por fabricar, podendo ter momentos em que levam o
produto feito e outros, em que confeccionam juntamente com as crianças.
5. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS

A importância do jogo está atrelada a diversos pontos, isso vai depender


do qual tipo de jogo vai ser trabalhado e do objetivo intencional. O mesmo ocorre
com as brincadeiras, que acabam tendo diversas configurações, aos olhos das
crianças tudo acaba virando brinquedo, ou se tornando uma brincadeira, ou seja,
o uso da imaginação é intenso, pensando nisso o professor tenta trabalhar com
os diferentes tipos de brincar, para que os mesmos possam auxiliar no
desenvolvimento cognitivo da criança.
Para tentar resolver na solução da problemática da escola, quanto a fazer
a família, ou os pais entenderem que as crianças no século XXI, aprendem com
lúdico, com o brincar e por meio de jogos, a nossa proposta didática prima pela
parceria e diálogos, conforme os autores elencados na nossa fundamentação
teórica, os quais iniciam dentro da escola, com diretores, coordenadores
pedagógicos, educadores, as crianças e as famílias sobre o funcionamento para
tentar diminuir as angústias acerca de como é o processo de aprendizado e
,avaliação das crianças criando vínculo de confiança entre esses.
Em primeiro lugar, o docente necessita compreender a nova composição
familiar e como lidar com ela, e ver essa instituição como parte de um processo
agregador ao desenvolvimento da criança na Educação infantil. Segundo Young
(2007) nos ensina que a escolaridade envolve o fornecimento de acesso ao
conhecimento especializado incluído em diferentes domínios, o que ele chama
de conhecimento poderoso, isto levará a criança a redescobrir nos conteúdo já
aprendidos e aperfeiçoá-los e ir adiante na captação de outros conhecimentos,
logo é muito importante a integração da família - escola, uma complementa a
outra no desenvolvimento integral dessa criança, e se possa ter um diálogo
aberto com as famílias sobre o papel da escola na educação das dessas.
Em segundo lugar, aproveitar o momento da reunião com os pais, para
trazer um vídeo curto para mostrar a realidade que a escola em parceria com a
família, demonstram experiências de sucesso no processo de ensino
aprendizagem, e que para isso indicaremos aos docentes utilizar um vídeo
retirado do Jornal Nacional de 18 de março de 2011, sobre: O papel dos pais no
processo de aprendizado JN, já que mostra a rotina dos pais com as crianças e
o quanto é importante o acompanhamento na educação dos filhos, traz também
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a educadora da USP Silvia Gaspariam Colello falando o quando é necessário a


família valorizar o conhecimento da criança na escola, porque ela se desenvolve
mais.
Após o vídeo o educador aproveitará o momento para perguntar aos
membros da família, participante da reunião, como foi a escola no tempo deles,
em seguida, abordará o processo de aprendizagem das crianças, explicando o
método de ensino, o porquê da utilização dos jogos e brincadeiras, dentro do
modelo construtivista, justificando que há uma intencionalidade para desenvolver
significativamente de forma prazerosa o brincar Intelectual, Emocional, Social e
Físico, falar sobre o modo que as crianças serão avaliadas.
E por fim, demonstrar o quanto as famílias precisam ser atuantes,
participantes e responsáveis pela garantia dos direitos da criança no aprender
com qualidade e, convidá-las a participar mais vezes nos projetos que são
desenvolvidos com as crianças, incentivar as famílias à acompanhar as rotinas
dos filhos na escola de maneira a perguntar como foi o dia delas, o que essas
aprenderam, estimular o quanto é importante ter conhecimento para viver na
nossa sociedade.
A segunda proposta será trabalhada na reunião pedagógica, para que
tenham diálogos a respeito do currículo multicultural, sobre as várias formas de
avaliação e análise dos resultados desses, fazendo um planejamento que
atendam ao uso de brincadeiras e jogos, utilizando os espaços da escola, de
forma intencional para o desenvolvimento das crianças, pensando na
diversidade da sala de aula, para que todos sejam incluídos de fato dando
atenção especial e individual.
E para isso, propomos que à escola dentro do seu planejamento, inclua
uma feira cultural com atividades de apresentação de danças com as músicas
típicas das várias etnias, e também a apresentação dos trabalhos realizados com
materiais reciclados feitos pelas crianças, convidando a família para uma
atividade em conjunto com os filhos tais como: a corrida com bastão, onde há
um circuito e cada um corre um pouquinho e passa o bastão, atividades com
amarelinha, ou oficina de como preparar massinha feita com farinha de trigo e
corante.
Entende-se que seria interessante que a escola pelo menos a cada três
meses abra aos sábados, para que as famílias possam assistir e participar com
seus filhos, e para tornar mais acolhedor o espaço promover um lanche com
suco e bolo para interação das famílias e educadores, com a participação de
todos os colaboradores da escola para dar suporte.
Assim, como vimos nas disciplinas estudadas nesse 2º semestre 2018, a
ideia é auxiliar nas atividades pedagógicas com a finalidades de trabalhar jogos
e brincadeiras, e incluir discussões de como fazer uma didática que atenda as
problemáticas citadas pelos docentes, fazendo um trabalho mais voltado a
comunicação entre coordenadores, professores, crianças e famílias.
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6. APÊNDICES

QUESTIONÁRIO PARA O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Identificação

Nome:
_______________________________________________________________,
idade:________,formação: ______________________________
____________, tempo de atuação: _________, tempo de trabalho na unidade
escolar atual: _______.
1. Quando trabalha com jogos você enfrenta alguma dificuldade?
( ) Não
( ) Sim

2. A sua unidade de trabalho te incentiva trabalhar com jogos?


( ) Não
( ) Sim

3. A unidade possui recursos como jogos pedagógicos nas diferentes


disciplinas/ linguagens?
( ) Não
( ) Sim
7. REFERÊNCIAS
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Resolução 01/99. Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Câmara de Educação Básica,
Brasília: 1999.

BRASIL.Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei 8.069/90, Brasília, 1990.


EPC, Família e Escola, disponível < https://youtu.be/dfkb6H8qUsg> acessado
28/09/18.
ARCE, Alessandra. A pedagogia na “era das revoluções”: uma análise do
pensamento de Pestalozzi e Froebel. Campinas: Autores Associados, 2002.

FERREIRA, Aurino Lima. ACIOLY Régnier, Nadja Maria. Contribuições de


Henri Wallon à relação cognição e afetividade na educação. Revista Educar.
Curitiba.n.36. p 21 a 38. Editora UFPR. 2010

FROBEL, Teórico da Educação Infantil, disponível em 26/12/2016:


<https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=n1ySkPEeswI
>Acessado em 01/09/18.

KISHIMOTO, T. M. (apud Froebel). Jogo, brinquedo, brincadeira e educação.


3ª ed. São Paulo: Cortez, 1999.

PIAGET, Jean. The relation of affectivity to intelligence in the mental


development of the child. In: Bull Menninger, 26, (3), 1962.

PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho. Rio


de Janeiro: Zanar, 1978.

PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. 24. ed. Tradução Maria Alice
Magalhães D´ Amorim e Paulo Sérgio Lima Silva. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2003.

ROHSRS,H..Maria Montessori.Ed. Massangana.Recife,2010. ISBN 978-85-7019-


535-7

SARMENTO, Manuel Jacinto: As culturas da Infância nas Encruzilhadas da


Segunda Modernidade. In: SARMENTO, M. e CERISARA, A.B.: Crianças e Miúdos:
perspectivas sociopedagógicas da infância e educação. Porto: ASA, 2004. In: Subsídios
Para Reorientação básica Municipal. Florianópolis: SME, 2000.

UNIVESP, A Educação Infantil e a relação com a família e a comunidade, disponível


em < https://youtu.be/C7vlByQekzw> acessado 28/09/18.

UNIVESP, Avaliação da Aprendizagem Cipriano Luckesi Série Encontros.


Disponível em 2015<https://cursos.univesp.br/courses/1842/pages/videoaula-
avaliacao-da-aprendizagem-cipriano-luckesi-%7C-serie-
encontros?module_item_id=141086> acessado em 09/09/2018.

VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente. São Paulo: Fontes, 2007.