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Questoes para treinar

Exercício 1

Sobre o filósofo Sócrates, pode-se afirmar:

I Tinha como lema as seguintes sentenças: “só sei que nada sei” e “conhece-te
a ti mesmo”.

II Foi condenado à morte, acusado de corromper a juventude e não acreditar


nos deuses da cidade.

III Sócrates adquiriu muitos inimigos ao investigar e questionar aqueles que se


passavam por sábios.

Assinale alternativa que possui a(s) afirmação(ções) correta(as):

A) Apenas I

B) Apenas II

C) Apenas I e II

D) Apenas II e III

E) I, II e III

Exercício 2

O banquete aborda uma conversação acerca do amor (Eros), que teve como
participantes Apolodoro, Fedro, Agatão, Sócrates, entre outros. Nesse diálogo,
aparece a famosa concepção do amor como filósofo exposto por Sócrates, que
por sua vez, narra o que lhe falou a sacerdotisa Diotima. O autor desse diálogo
é:

A) Sócrates

B) Aristóteles

C) Platão

D) Tales de Mileto

E) Santo Agostinho
Exercício 3

(USCS – 2009) Sócrates foi considerado um dos maiores sábios da


humanidade. Nada deixou escrito. Suas idéias foram divulgadas por dois de
seus discípulos, Xenofonte e Platão. O ponto de partida da filosofia socrática
encontra-se no fato de que:

A) A verdadeira filosofia encontra-se na physis, na natureza, cabendo ao


homem buscá-la com todos os seus esforços.

B) A verdade não está ao alcance dos seres humanos.

C) O primeiro passo em direção à verdade é o reconhecimento da ignorância.

D) A aquisição do conhecimento se dá por meio da retórica.

E)

Exercício 4

(Instituto Federal - RS – 2010) Sócrates inaugura o período clássico da


filosofia grega, também chamado de período antropológico. O problema do
conhecimento passou a ser uma problemática central na filosofia socrática,
pois "a briga" de Sócrates com os sofistas tinha por objetivo resgatar o amor
pela sabedoria e a valorização pela busca da verdade.

Nesse contexto, Sócrates inaugura seu método que se fundamenta em dois


princípios básicos, que são:

A) A indução e dedução das verdades lógicas.

B) A doxa e o lógos convergindo para o conceito racional.

C) A ironia e a Maiêutica enquanto caminhos para conhecer a verdade através


do auto-conhecimento (conhecer-te a ti mesmo).

D) O diálogo e a dúvida dialética.

E) A amizade e a justiça social.


Exercício 5

Os sofistas foram criticados por Sócrates, Platão e Aristóteles, sobretudo pelo


fato de serem ótimos oradores e devido a alguns usarem esta habilidade em
detrimento do conteúdo do que passavam. Leia as proposições abaixo e depois
responda o exercício.

I Os sofistas possuem a arte de argumentar. Eram homens mais velhos,


respeitados pela sociedade, que filosofavam em praça pública para todos,
gratuitamente. Não necessitavam de dinheiro para viver, tinham desprezo pelos
que vendiam conhecimento.

II Os sofistas procuram a verdade através da definição dos conceitos e não


aceitavam o uso de argumentos contraditórios. Foram os principais adversários
de Sócrates.

III Os sofistas possuem a arte de argumentar. Eram considerados sábios e


pedagogos e costumavam cobrar pelas aulas, geralmente pertenciam às
classes médias e não podiam apenas filosofar, sem garantir meios de prover
sua vida.

Assinale alternativa que possui a(s) afirmação(ções) correta(as):

A) Apenas I

B) Apenas II

C) Apenas III

D) Apenas I e II

E) Apenas II e III

Exercício 6

O método socrático começa pelo perguntar. É a parte destrutiva do método.


Nas discussões, Sócrates afirma inicialmente nada saber, diante do oponente
que se diz conhecedor de determinado assunto. Com hábeis perguntas,
desmonta as certezas até o outro reconhecer a ignorância. A segunda parte do
método foi denominada em homenagem a sua mãe, que era parteira. O
método socrático denomina-se, respectivamente:
A) assepsia e obstetrícia

B) diálogo e entendimento

C) ironia e prática

D) mito e razão

E) ironia e maiêutica

Exercício 7

(SEE GOIÁS, 2006. Adaptado) Leia o texto abaixo:

“Quando então alguém, subindo a partir do que é belo, através do correto amor
aos rapazes, começa a contemplar aquele belo, quase que estaria a atingir o
ponto final. Eis, com efeito, em que consiste o proceder corretamente nos
caminhos do amor ou por outro se deixar conduzir: em começar do que é belo
e, em vista daquele belo, subir sempre, como que se servindo de degraus, de
um só para dois e de dois para todos os corpos belos, e dos belos corpos para
os belos ofícios, e dos ofícios para as belas ciências, até que das ciências
acabe naquela ciência que de nada mais é senão daquele próprio belo, e
conheça enfim o que em si é belo”.

Nesse texto de Platão, Sócrates discursa entre os convidados, falando sobre o


nascimento de Eros (amor). Da análise do texto, pode-se concluir:

A) O amor é algo dos sofistas, amantes da opinião, portanto não deve ser
cultivado pelo autêntico filósofo.

B) O amor produz a dormência da alma, deve ser cultivado somente pelos


artistas.

C) O amor cumpre uma função mediadora no processo filosófico, fazendo o


amante da sabedoria passar por degraus até atingir o belo em si.

D) Sócrates se refere à forma de amar dos sofistas.

E) O trecho em foco foi utilizado para fundar o erotismo da sociedade grega.


Exercício 8

O método socrático começa pelo perguntar. É a parte destrutiva do método.


Nas discussões, Sócrates afirma inicialmente nada saber, diante do oponente
que se diz conhecedor de determinado assunto. Com hábeis perguntas,
desmonta as certezas até o outro reconhecer a ignorância. Analise as
afirmações abaixo sobre o método socrático:

I A primeira parte chama-se ironia.

II A segunda parte chama-se maiêutica, porque dá à luz ao conhecimento.

III A primeira parte é também conhecida como arkhé (princípio).

IV Maiêutica significa mistério, o que não pode ser explicado.

Assinale alternativa que possui a(s) afirmação(ções) correta(as):

A) Apenas I

B) Apenas I e II

C) I, II e III

D) Apenas II e III

E) I, II, III e IV

Exercício 9

A afirmação de Sócrates: “Só sei que nada sei”, pode ser interpretada das
seguintes formas:

I Ele reconhecia a sua própria ignorância em relação a alguns assuntos, ou


seja, sabia que não sabia tudo.

II Sócrates assumia que a tarefa da filosofia é superar o enganoso saber


baseado em ideias preconcebidas.

III Reconhecia que o saber começava com o reconhecimento do não saber.


IV Apesar de falar muito bem, Sócrates não deixou nada escrito, o que prova
que ele não sabia escrever.

Assinale alternativa que possui a(s) afirmação(ções) correta(s):

A) Apenas I

B) Apenas I e II

C) Apenas II e III

D) I, II e III

E) I, II, III e IV

Exercício 10

Os sofistas sempre foram mal interpretados devido às críticas que sobre eles
fizeram Sócrates e Platão. Eram considerados sábios e pedagogos. Vindos de
todas as partes do mundo grego, desenvolvem um ensino itinerante pelos
locais em que passam, mas não se fixam em lugar algum.

I Os sofistas deram importante contribuição para a sistematização do ensino.


Formaram um currículo de estudos: gramática, retórica, dialética, aritmética,
geometria, astronomia e música.

II Para escândalo de seus contemporâneos costumavam cobrar pelas aulas,


pois estas eram o seu ofício, já que não eram suficientemente ricos para
filosofarem de forma descompromissada.

Sobre os sofistas é correto afirmar:

A) A primeira é uma passagem verdadeira; e a segunda é falsa.

B) A primeira é uma passagem falsa; e a segunda é verdadeira.

C) As duas são passagens verdadeiras.

D) As duas passagens são falsas.

E) As duas passagens são contraditórias e excludentes.


Exercício 11

Tomando por referência a prática de Sócrates e a própria filosofia, num


processo de onde advêm conclusões possíveis acerca de motivos que levam à
censura dos filósofos, pela ameaça que constituem aos ditadores, à repressão
e à simplificação, numa contribuição à liberdade, é possível considerar que:

I A filosofia de Sócrates não ocorre em um "gabinete" e sim na praça pública,


de onde se pode deduzir que a vocação da filosofia é política, pois pública.

II Sócrates é "subversivo" porque "desnorteia", perturba a "ordem" do conhecer


e do fazer e, portanto, deve morrer. A filosofia pode ser assim "morta" quando
tornada discurso do poder.

III Sócrates guia-se pelo princípio de que nada sabe e, desta perplexidade
primeira, inicia a interrogação e o questionamento do que é familiar retirando o
caráter dogmático que destrói a filosofia.

IV Sócrates desperta as consciências adormecidas, mas não se considera um


"farol" que ilumina; o caminho novo deve ser construído pela discussão, que é
intersubjetiva, e pela busca criativa das soluções em que a filosofia apresenta-
se como atitude diante de situações plurais.

V O conhecimento de Sócrates não é livresco, mas sim vivo e em processo de


se fazer; o conteúdo é a experiência cotidiana. À filosofia cabe o papel
dogmático.

Assinale alternativa que contempla todas as afirmações corretas:

A) I, III e V

B) II, III, IV e V

C) IV e V

D) I, II, III e IV

E) III e V
Exercício 12

A respeito da relação Sócrates, Platão e sofistas, identifique a alternativa


correta:

I Os sofistas buscavam a verdade acima de tudo.

II Sócrates escreveu diversos livros e anotações antes de sua despedida.

III Platão e Xenofonte foram os principais opositores das ideias de Sócrates.

IV Sócrates foi acusado de corromper a juventude e de não acreditar nos


deuses da cidade.

Assinale alternativa que possui a(s) afirmação(ções) correta(s):

A) Apenas a I

B) I e II

C) II e III

D) III e IV

E) Apenas a IV

Exercício 13

Sócrates representa um marco importante da história da filosofia; enquanto a


filosofia pré-socrática se preocupava com o conhecimento da natureza (physis),
Sócrates procura o conhecimento indagando o homem.

Considere as afirmativas a seguir:

I. Sócrates, para não ser condenado à morte, negou, diante dos seus juízes, os
princípios éticos da sua filosofia.

II. Discípulo de Sócrates, Platão utilizou, como protagonista da maior parte de


seus diálogos, o seu mestre.

III. O método socrático compõe-se de duas partes: a maiêutica e a ironia.


IV. Tal como os sofistas, Sócrates costumava cobrar dinheiro pelos seus
ensinamentos.

V. Sócrates, ao afirmar que só sabia que nada sabia, queria, com isso, sinalizar
a necessidade de adotar uma nova atitude diante do conhecimento e apontar
um novo caminho para a sabedoria.

As alternativas corretas são:

A) I, III e V

B) II, IV e V

C) II, III e V

D) I, IV e V

E) II e IV

Exercício 14

“O principal e mais conhecido fragmento de Protágoras é o início de sua obra


sobre a verdade, quando afirma: ‘O homem é a medida de todas as coisas, das
que são como são e das que não são como não são ” (In: Marcondes, D.
Iniciação à história da filosofia., 2004).

De acordo com Marcondes(2004), esse fragmento do filósofo Protágoras,


sintetiza duas ideias centrais associadas aos sofistas que são:

A) Matéria e forma.

B) Antropocentrismo e Iluminismo

C) Humanismo e relativismo.

D) Potência e ato.

E) Relativismo e etnocentrismo.
Exercício 15

Sócrates e Platão tiveram por interlocutores os sofistas, no século V a.C.,


assim as questões morais, políticas e metafísicas que debatiam tiveram
enfoque antropológico. Quanto à filosofia praticada pelos sofistas, leia as
proposições abaixo.

I. A palavra sofista tem origem em “sábio”, designando professores da


sabedoria. Mas o sentido pejorativo veio posteriormente, por se valerem de
raciocínios capciosos.

II. O pensamento dos sofistas foi valorizado por Georg Wilhelm Hegel, no
século XIX, que chamava o período em que viveram de “Aufklärung grega”,
comparado ao Iluminismo do século XVIII.

III. A nobreza aristocrática de raiz ateniense não encontra nos sofistas sua
representação, daí entender-se que não praticavam a filosofia por amor à
sabedoria, como Sócrates, Platão e Aristóteles, pois para garantir a
subsistência, suas aulas eram taxadas financeiramente.

IV. Ao mostrar a dependência entre conhecimento sensível e racional,


Aristóteles também pode ser considerado um sofista.

Assinale alternativa que contempla todas as afirmações corretas:

A) I, II e III

B) II, III e IV

C) I, III e IV

D) I e III

E) II e IV
Na Alegoria da caverna, Platão apresenta metaforicamente, fases ou níveis de
conhecimento da realidade. O significado da alegoria nos remete a questões de teoria
do conhecimento e epistemologia. Qual seria, respectivamente, segundo o texto, o
significado dos seguintes elementos: caverna, sombras, luz do sol.

A)

Platão, Sócrates e Plotino.

B)

O conhecimento, a filosofia e o mundo.

C)

Crenças, ciência e verdade.

D)

O mundo das aparências, as coisas que percebemos, a luz da verdade.

E)

Igreja, altar, velas acesas.

Exercício 2

De acordo com a análise feita sobre a Alegoria da caverna, leia as interpretações


abaixo e depois assinale a alternativa correta.

I Os homens presos no interior da caverna são as pessoas presas às crenças e


hábitos do senso comum.

II A saída da caverna é um processo lento e gradativo que poderá ser atingido


por aqueles que passem a questionar e refletir filosoficamente sobre as crenças e os
hábitos.

III Aquele que sai da caverna é o filósofo ou sábio. Ao contemplar a verdade fora dela,
ele se lembrará de seus antigos companheiros e retornará à caverna para tentar
convencê-los sobre a verdadeira realidade.

Está(ão) correta(as)
A)

Apenas I

B)

Apenas I e II

C)

Apenas II

D)

Apenas I e III

E)

I, II e III

Exercício 3

Nas alternativas abaixo, marque a única que não poderia contemplar o pensamento de
Aristóteles sobre o conhecimento.

A)

“Por natureza, todos os homens desejam o conhecimento”.

B)

“É pela memória que os homens adquirem experiência”.

C)

“A visão é o sentido mais valorizado, pois ajuda a conhecer as diferenças entre as


coisas”.

D)

“O mundo sensível é uma cópia imperfeita do mundo das idéias”.

E)

“Os animais nascem por natureza com o poder da sensação”.

Exercício 4

(Instituto Federal - RS – 2010) A filosofia de Aristóteles caracterizava-se pela aliança


de dois métodos: a capacidade de síntese e de organização de idéias, que se
completava com a análise rigorosa e a definição de terminologia. Pela sua
originalidade e relevância Aristóteles foi um dos grandes mestres da Filosofia, pelo
que se pode dizer:

A)

Na Idade Média o aristotelismo foi uma das principais fontes de inspiração e


orientação da Escolástica, particularmente de Tomás de Aquino.

B)

O pensamento de seu mestre Platão foi esquecido pela posteridade, pois foi
totalmente absorvido nas doutrinas aristotélicas.

C)

O aristotelismo, em seu conjunto, foi a filosofia dominante em todo o Ocidente até


Kant.

D)

Apenas a Lógica de Aristóteles perdurou até hoje, sendo seus outros escritos perdidos
ou esquecidos.

E)

Embora influente durante séculos Aristóteles não é mais estudado e sua obra é
apenas um nome e um capítulo das Histórias da Filosofia.

Exercício 5
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A partir da estátua inacabada de Michelângelo podemos afirmar:

A causa material é aquilo de que a coisa é feita (estátua inacabada de mármore);

A causa eficiente é a causa de como a coisa é feita (ação de Michelângelo);

A causa formal é aquilo que a coisa vai ser (seria a escultura de um escravo);

A causa final é aquilo para a qual a coisa é feita (a finalidade da estátua era decorar o
túmulo de Júlio II).

A)

O texto mostra o processo de composição filosófica de uma escultura.

B)

O texto demonstra o processo filosófico de criação de Michelângelo.

C)

O texto reflete sobre a criatividade do ponto de vista filosófico.

D)

O texto exemplifica a teoria das quatro causas de Aristóteles.

E)

O texto exemplifica as quatro regras do método de René Descartes.


Exercício 6

Leia as proposições abaixo e depois assinale a alternativa que relaciona corretamente


as idéias ao pensador:

I “Todas as coisas estão em movimento”. “Nunca nos banhamos duas vezes no


mesmo rio”.

II “O ser é imutável e imóvel”. “A mobilidade é uma ilusão dos sentidos”

III Há dois mundos: “o mundo sensível da mudança, da aparência, da multiplicidade, e


o mundo inteligível das idéias, da identidade, da permanência, da verdade”.

A)

I Parmênides, II Sócrates, III Platão

B)

I Heráclito, II Parmênides, III Platão

C)

I Heráclito, II Platão, III Parmênides

D)

I Sócrates, II Parmênides, III Heráclito

E)

I Platão, II Heráclito, III Parmênides

Exercício 7

Segundo este filósofo, há dois mundos: “o mundo sensível da mudança, da aparência,


do devir dos contrários, e o mundo inteligível da identidade, da permanência, da
verdade, conhecido pelo intelecto puro” (CHAUI, 2003, p. 185). Um é o mundo
sensível das coisas, outro é o mundo inteligível das ideias. Trata-se do pensamento
de:

A)

Sócrates

B)
Aristóteles

C)

Platão

D)

Parmênides

E)

Heráclito

Exercício 8

"Todos os homens, por natureza, desejam conhecer. Sinal disso é o prazer que nos
proporcionam os nossos sentidos; pois, ainda que não levemos em conta a sua
utilidade, são estimados por si mesmos; e, acima de todos os outros, o sentido da
visão". Mais adiante, Aristóteles afirma: "Por outro lado, não identificamos nenhum dos
sentidos com a Sabedoria, se bem que eles nos proporcionem o conhecimento mais
fidedigno do particular. Não nos dizem, contudo, o porquê de coisa alguma". (Fonte:
ARISTÓTELES, Metafísica. Tradução de Leonel Vallandro. Porto Alegre: Globo, 1969,
p. 36 e 38.)

Com base no texto acima e nos conhecimentos sobre a metafísica de Aristóteles,


considere as afirmativas a seguir.

I. Para Aristóteles, o desejo de conhecer pertence naturalmente ao homem.

II. O desejo de adquirir sabedoria em sentido pleno representa a busca do


conhecimento em mais alto grau.

III. O grau mais alto de conhecimento manifesta-se no prazer que sentimos em utilizar
nossos sentidos.

IV. Embora considere os sentidos a primeira fonte do conhecimento, Aristóteles aceita


a teoria da reminiscência de seu antigo mestre Platão.

Assinale alternativa que possui a(s) afirmação(ções) correta(as):

A)

Apenas I e II

B)
Apenas II e IV

C)

I, II e III

D)

I, III e IV

E)

II, III e IV

Exercício 9

Sobre a Alegoria da Caverna, texto que é parte do livro VII da República é correto
a?rmar que:

I. A caverna, cuja luz se projeta dentro dela, corresponde ao mundo inteligível, o do


conhecimento do verdadeiro ser.

II. Ilustra como Platão concebe e estrutura o conhecimento.

III. Manifesta a forma como Platão pensa a política, na medida em que, ao voltar à
caverna, aquele que contemplou o bem quer libertar da contemplação das sombras os
antigos companheiros.

IV. Apresenta uma concepção de conhecimento estruturada unicamente em fatores


circunstanciais e relativistas.

A)

I e IV

B)

II e III

C)

III e IV

D)
I, II e III

E)

I, II e IV

Exercício 10

Temos a narrativa: Sócrates: Imaginemos que existam pessoas morando numa


caverna. Pela entrada dessa caverna entra a luz vinda de uma fogueira situada sobre
uma pequena elevação que existe na frente dela. Os seus habitantes estão lá dentro
desde a infância, algemados por correntes nas pernas e no pescoço, de modo que
não conseguem mover-se nem olhar para trás, e só podem ver o que ocorre à sua
frente. (...) Naquela situação, você acha que os habitantes da caverna, a respeito de si
mesmos e dos outros, consigam ver outra coisa além das sombras que o fogo projeta
na parede ao fundo da caverna? (PLATÃO. A República [adaptação de Marcelo
Perine]. São Paulo: Editora Scipione, 2002. p. 83).

Em relação ao célebre mito da caverna e às doutrinas que ele representa, assinale as


questões corretas.

I. No mito da caverna, Platão pretende descrever os primórdios da existência humana,


relatando como eram a vida e a organização social dos homens no princípio de seu
processo evolutivo, quando habitavam em cavernas.

II. O mito da caverna faz referência ao contraste ser e parecer, isto é, realidade e
aparência, que marca o pensamento filosófico desde sua origem.

III. O mito da caverna simboliza o processo de emancipação espiritual que o exercício


da filosofia é capaz de promover, libertando o indivíduo das sombras da ignorância e
dos preconceitos.
IV. É uma característica essencial a distinção entre mundo inteligível e mundo
sensível; o primeiro ocupado pelas ideias perfeitas, o segundo pelos objetos físicos,
que participam daquelas ideias ou são suas cópias imperfeitas.

V. No mito da caverna, o prisioneiro que se liberta e contempla a realidade fora da


caverna, devendo voltar à caverna para libertar seus companheiros, representa o
filósofo que, na concepção platônica, conhecedor do Bem e da Verdade, é o mais apto
a ajudar aos semelhantes a saírem da ignorância.
A)

I e III

B)

I, IV e V

C)

I, II, III e IV

D)

II, III, IV e V

E)

III, IV e V

Exercício 11

Quatro tipos de causas podem ser objeto da ciência para Aristóteles: CAUSA
MATERIAL, CAUSA EFICIENTE, CAUSA FORMAL E CAUSA FINAL.

Assinale a única alternativa correta em que as perguntas correspondem,


respectivamente, às causas citadas.

A)

Qual a finalidade? Do que é feito? O que é? Quem gerou?

B)

O que é? Do que é feito? Qual a finalidade? Quem gerou?

C)

Do que é feito? O que é? Quem gerou? Qual a finalidade?

D)

Qual a finalidade? Quem gerou? O que é? Do que é feito?

E)

Do que é feito? Quem gerou? O que é? Qual a finalidade?


Exercício 12

(FUNCAB, 2013, adaptada) Aristóteles foi o maior opositor da teoria das ideias de
Platão, segundo a qual todo conhecimento verdadeiro deriva do plano da mente. A
crítica aristotélica ao platonismo comporta a ideia de que:

A)

essência dos seres materiais ou reais não pode ser conhecida, porque é afetada pela
mudança incessante do mundo sensível.

B)

a reflexão opera independente dos sentidos na produção do conhecimento.

C)

o conhecimento é gerado com base na generalização de muitos casos particulares


observados e não do mundo das ideias.

D)

essência das coisas pertence à ordem divina, e por isso não pode ser apreendida pelo
homem.

E)

único conhecimento seguro e exato a ser produzido é a matemática, com suas figuras
geométricas.

Exercício 13

Para compreendermos como Platão concebe os graus de conhecimento, podemos


usar a alegoria da caverna, onde podemos reconhecer uma hierarquia das ideias, em
que os homens ascendem das ideias mais “básicas” até as mais elaboradas. Sobre
essa teoria de Platão é CORRETO afirmar que:

I Com relação ao mundo inteligível, as coisas visíveis são cópias imperfeitas da ideia
verdadeira, só atingível através da passagem dos graus inferiores de conhecimento
para os graus superiores.

II O mundo sensível é local de movimento e de multiplicidade, é ilusório, pura sombra


do mundo verdadeiro.

III Mundo inteligível fará a alma elevar-se para ideias claras, unas e imutáveis,
depurando os enganos gerados pelos sentidos.
A)

I e II

B)

II e III

C)

I e III

D)

I, II e III

E)

Apenas a II

Exercício 14

Um dos mais importantes pensadores da Antiguidade, Aristóteles deixou grande


contribuição para o pensamento da humanidade, cabendo destaque para sua teoria
sobre o conhecimento, exposta em sua obra Metafísica. Segundo Aranha (2009),
desde o momento em que a razão se separou do pensamento mítico, os filósofos
gregos criaram conceitos para instrumentalizá-la no esforço de compreensão do real.
E as contribuições de Aristóteles destacam-se nesse campo. Sua marca está
organizar o pensamento dos seus antecessores, buscando superá-los, distinguindo o
conhecimento sensível do racional e demonstrando sua interdependência.

Aristóteles desenvolveu o princípio da causalidade, de acordo com esse princípio é


CORRETO afirmar:

I Tudo o que se move é necessariamente movido por outro, o devir consiste na


tendência que todo ser tem de realizar a forma que lhe é própria.

II Há quatro sentidos para causa: Material (aquilo de que a coisa é feita), Eficiente (que
dá impulso ao movimento), Formal (aquilo que a coisa tende a ser), Final (aquilo para
que a coisa éfeita).

III Todas as coisas são contingentes, geradas por outro ser. Por isso, é preciso admitir
uma causa primeira, Deus é o primeiro motor, o ser incausado.

IV Não há ser incausado, tudo que existe foi criado por uma ação anterior a esse ser,
mesmo Deus é causado pelo homem que o criou.
Estão CORRETAS as afirmativas:

A)

I, II e III

B)

I, II e IV

C)

I e IV

D)

I e III

E)

II, III e IV

Exercício 15

Para Platão, havia outra forma de conhecer além daquela proveniente da experiência.
Em sua Teoria da Reminiscência, a razão é valorizada como meio de acesso ao
inteligível. De acordo com a Teoria da Reminiscência de Platão, é correto afirmar que
o conhecimento:

A)

É estruturado empiricamente como condição para a realização das atividades da


razão.

B)

É proveniente da percepção sensível, na qual os sentidos retêm informações


evidentes sobre o mundo material.

C)

É originado da ação que os objetos exercem sobre os órgãos dos sentidos, produzindo
um conhecimento inquestionável do ponto de vista da razão.

D)
Está relacionado as verdades que o espírito já teria contemplado no mundo das ideias,
mas tudo esquece quando se degrada ao se tornar prisioneiro do corpo.

E)

É fruto da ação divina que, por meio da iluminação interior, revela ao ser humano
verdades eternas.

Exercício 1

Sobre o conhecimento na Idade Média é correto afirmar:

A)

É o período de maior valorização e aceitação da filosofia grega;

B)

Os padres da igreja, durante esse período, consideram a razão mais importante que a
fé;

C)

A Teologia é considerada serva da Filosofia;

D)

A Filosofia é considerada serva da Teologia;

E)

Os mitos gregos são valorizados e considerados portadores da verdade.

Exercício 2

(UFU 1/1999) O filósofo grego que maior influência exerceu sobre Santo Tomás de
Aquino foi:

A)

Platão.

B)

Aristóteles.
C)

Sócrates.

D)

Heráclito.

E)

Parmênides.

Exercício 3

Foi a filosofia cristã dos chamados Padres da Igreja, que visava combater as heresias,
converter os pagãos e justificar a fé. Trata-se da:

A)

Filosofia aristotélica;

B)

Filosofia platônica;

C)

Patrística;

D)

Maiêutica;

E)

Escolástica.

Exercício 4

Santo Agostinho retoma a dicotomia mundo sensível versus mundo das idéias, mas
substitui este último pelo mundo das idéias divinas. Assim, Agostinho retoma e
reinterpreta as idéias de qual pensador:

A)

Platão.

B)

Aristóteles.
C)

Sócrates.

D)

Heráclito.

E)

Parmênides.

Exercício 5

Leia as proposições abaixo e depois assinale a alternativa correta.

I Conhecida como a filosofia dos Padres da Igreja, surge a partir do século II, período
da decadência do Império Romano, quando o cristianismo se expande.

II Dentre suas obras, o Discurso do Método e Meditações Metafísicas expressam a


tendência de preocupação com o problema do conhecimento (racionalismo
cartesiano).

III Filosofia cristã que utiliza a razão para fundamentar as verdades da teologia.
Alcança seu apogeu no século XIII, com São Tomás de Aquino.

A)

I Descartes, II Escolástica, III Patrística

B)

I Patrística, II Descartes, III Escolástica

C)

I Patrística, II Escolástica, III Descartes

D)

I Escolástica, II Patrística, III Descartes

E)

I Escolástica, II Descartes, III Patrística

Exercício 6
Santo Tomás de Aquino viveu no período final da Idade Média, e sua importância é
semelhante à de Santo Agostinho para a formação do pensamento medieval cristão. A
diferença é que Santo Tomás de Aquino desenvolve sua filosofia cristã inspirada em:

A)

Platão

B)

Sócrates

C)

Aristóteles

D)

Heráclito

E)

Parmênides

Exercício 7

A filosofia patrística teve início ainda no período decadente do Império Romano, no


século II. Esta filosófica acha-se inserida nos trabalhos dos chamados Padres da
Igreja e suas principais preocupações foram: as relações entre a fé e a razão, a
natureza de Deus, da alma e a vida moral. Pode-se afirmar que:

I. Tal filosofia recuperou a filosofia platônica.

II. Tal filosofia considerava a razão mais importante do que a fé.

III. Santo Agostinho foi de grande importância para esta filosofia.

IV. Pitágoras contribuiu imensamente para esta nova filosofia.

Assinale alternativa que possui as afirmações corretas:

A)

Apenas I e II

B)

Apenas II e IV
C)

Apenas I e III

D)

I, II e III

E)

I, II, III e IV

Exercício 8

A escolástica desenvolve-se a partir do século IX e atinge seu apogeu no século XIII,


com Santo Tomás de Aquino. Pode-se afirmar que durante esse período:

I. Continua a aliança entre razão e fé, mas a razão é considerada “serva da teologia”.

II. Santo Tomás de Aquino faz uma releitura da filosofia de Aristóteles à luz do
cristianismo.

III Em Suma teológica, considerada a principal obra de Tomás de Aquino, ele realiza
uma síntese da escolástica, que fica conhecida como filosofia aristotélico-tomista.

Assinale alternativa que possui as afirmações corretas:

A)

Apenas I

B)

Apenas II

C)

Apenas III

D)

Apenas I e II

E)

I, II, III

Exercício 9
“A Idade Média compreende mil anos de história (do sec. V ao XV d.C.). Após a
queda do Império Romano, formaram-se os novos reinos bárbaros, Lentamente foi
introduzida a ordem feudal, de natureza aristocrática, em cujo topo da pirâmide
encontravam-se os nobre e o clero.

[...] Em um mundo em que nem os nobres sabiam ler, os monges eram os únicos
letrados, o que justifica a impregnação religiosa nos princípios morais, políticos e
jurídicos da sociedade medieval.

Como não poderia deixar de ser, a grande questão discutida pelos intelectuais da
Idade Média era a relação entre Razão e Fé, entre filosofia e teologia.” (ARANHA &
MARTINS, 2009, 160).

Diante do texto acima, podemos afirmar que nessa época pode-se destacar ____
tendência(s) filosófica(s), que seria(m) __________________.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas:

A)

uma; apologética;

B)

uma; heresia;

C)

duas; patrística e escolástica;

D)

duas; escolástica e apologética;

E)

duas; patrística e apologética.

Exercício 10

Afirma-se que a época medieval esteve sobre a releitura da filosofia de Platão e


Aristóteles realizada pela patrística e escolástica numa perspectiva cristã. Isso quer
dizer que:
I. Há uma longa aliança entre fé e razão que se estende por toda a Idade Média.

II. Agostinho retoma a dicotomia platônica referente ao mundo sensível e ao mundo


das ideias e substitui esse último pelas ideias divinas.

III. A recuperação do aristotelismo constitui um recurso fecundo para Tomas de Aquino


provar a supremacia da razão em relação a fé.

Assinale a resposta correta.

A)

Apenas I

B)

Apenas II

C)

Apenas III

D)

I e II

E)

I e III

Exercício 11

A filosofia medieval foi uma continuidade da filosofia platônica e aristotélica que


passaram pelo crivo da religião cristã e desenvolveram o que se chamou de filosofia
cristã. Por isso, o tema mais debatido e exposto foi o:

A)

da cosmologia e da filosofia

B)

da ética e da estética

C)

do conhecimento e da ignorância
D)

da religião e do iluminismo

E)

da razão e da fé

Exercício 12

(UFU 2012) Na medida em que o Cristianismo se consolidava, a partir do século II,


vários pensadores, convertidos à nova fé e, aproveitando-se de elementos da filosofia
greco-romana que eles conheciam bem, começaram a elaborar textos sobre a fé e a
revelação cristãs, tentando uma síntese com elementos da filosofia grega ou
utilizando-se de técnicas e conceitos da filosofia grega para melhor expor as verdades
reveladas do Cristianismo. Esses pensadores ficaram conhecidos como os Padres da
Igreja, dos quais o mais importante a escrever na língua latina foi santo Agostinho.

COTRIM, Gilberto. Fundamentos de Filosofia: Ser, Saber e Fazer. São Paulo: Saraiva,
1996, p. 128. (Adaptado)

Esse primeiro período da filosofia medieval, que durou do século II ao século X, ficou
conhecido como:

A)

Escolástica.

B)

Neoplatonismo.

C)

Antiguidade tardia.

D)

Patrística.

E)

Idade Media
Exercício 13

(UFU 09/2002, adaptada) A Patrística, filosofia cristã dos primeiros séculos, poderia
ser definida como:

A)

Retomada do pensamento de Platão, conforme os modelos teológicos da época,


estabelecendo estreita relação entre filosofia e religião.

B)

Configuração de um novo horizonte filosófico, proposto por Santo Agostinho, inspirado


em Platão, de modo a resgatar a importância das coisas sensíveis, da materialidade.

C)

Adaptação do pensamento aristotélico, conforme os moldes teológicos da época.

D)

Criação de uma escola filosófica, que visava combater os ataques dos pagãos,
rompendo com o dualismo grego.

E)

Fundamenta-se principalmente no pensamento de Santo Agostinho, para quem a fé e


a razão são inconciliáveis, pois os mistérios da fé são insondáveis e manifestam-se
como loucura para a razão humana.

Exercício 14

Para Santo Tomás, filosofia e teologia são conhecimentos distintos. Por que?

A)

A filosofia se funda no exercício da razão humana e a teologia na revelação divina.

B)

A teologia é uma ciência complementar à filosofia.

C)

A filosofia nos traz a compreensão da verdade que será comprovada pela teologia.

D)

A revelação é critério de verdade, por isso não se pode filosofar.


E)

A teologia é a mãe de todas as ciências e a filosofia serve apenas para explicar pontos
de menor importância.

Exercício 15

Agostinho, bispo de Hipona, viveu na Alta Idade Média, quando foi enorme a influência
dos padres da Igreja, movimento denominado de Patrística. São características do
pensamento desse período EXCETO:

A)

Seus autores, no esforço de converter os pagãos, combater as heresias e justificar a


fé escreveram obras apologéticas, justificando o pensamento cristão.

B)

Buscar a aliança entre razão e fé significava reconhecer a razão como uma auxiliar da
fé, servindo para justificá-la, subordinando, assim, a filosofia à religião.

C)

Agostinho retomou a filosofia platônica da separação entre o mundo sensível e o


mundo das ideias, mas substituiu este último pelas ideias divinas.

D)

Seus autores não fizeram uso dos filósofos gregos, colocando no lugar do estudo da
filosofia o estudo das Escrituras Sagradas, substituindo os escritos gregos pela Bíblia.

E)

Agostinho criou a teoria da Iluminação, segundo a qual recebemos de Deus o


conhecimento das verdades eternas.

Exercício 1

(Fundação Cesgranrio – 2009) "Suponhamos então que a mente seja, como dizemos,
um papel branco desprovido de todos os caracteres; sem quaisquer ideias. Como é
que ela chega a ser preenchida? (...) De onde ela obtém todos os materiais da razão e
do conhecimento? A isso respondo em uma palavra: da experiência, na qual todo
nosso conhecimento está fundado e da qual em última análise se deriva".

As concepções expostas no trecho acima correspondem à(ao)


A)

crítica da razão pura, de Immanuel Kant.

B)

livre arbítrio, de São Tomás de Aquino.

C)

racionalismo, de René Descartes.

D)

empirismo, de John Locke.

E)

inatismo, de Platão.

Exercício 2

De acordo com a concepção racionalista cartesiana:

I As idéias claras e distintas são idéias inatas, verdadeiras, não sujeitas a erro.

II O indivíduo irá conhecer o mundo ao seu redor por meio das experiências.

III O indivíduo irá conhecer o mundo ao seu redor, bem como chegará a verdades
sobre ele, por meio da razão.

IV Existe ênfase na experiência sensível no processo do conhecimento.

Assinale alternativa que possui a(s) afirmação(ções) correta(as):

A)

Apenas I e II;

B)

Apenas II e III;

C)

Apenas II e IV;

D)
Apenas I e IV;

E)

Apenas I e III.

Exercício 3

“As idéias claras e distintas são idéias gerais que não derivam do particular, mas já se
encontram no espírito, como instrumentos de fundamentação para apreensão de
outras verdades. São as idéias inatas, verdadeiras, não sujeitas a erro, pois vêm da
razão, independentes das idéias que ‘vem de fora’, formadas pela ação dos sentidos,
e das outras que formamos pela imaginação” (ARANHA & MARTINS, 2003).

A citação acima se refere a corrente do:

A)

empirismo

B)

criticismo

C)

racionalismo

D)

fenomenologia

E)

positivismo

Exercício 4

O filósofo John Locke afirma que a alma é como uma tábula rasa (uma tábua onde
não há inscrições), como uma cera em que não houvesse qualquer impressão, e que o
conhecimento só começaria após a experiência sensível.

Podemos inferir que o texto acima defende a corrente do:

A)

empirismo

B)
criticismo

C)

racionalismo

D)

fenomenologia

E)

positivismo

Exercício 5

O pai da filosofia moderna tem, dentre suas obras, O discurso do método, cuja
principal preocupação é o problema do conhecimento. Tem como ponto de partida a
busca de uma verdade que não possa ser colocada em dúvida, convertendo a dúvida
em método. Estamos nos referindo a:

A)

Descartes

B)

Locke

C)

Kant

D)

Bacon

E)

Galileu

Exercício 6

Pode-se dizer que o [.................................] é o sistema que consiste em limitar o ser


humano ao âmbito da própria razão, e o empirismo é o que o limita ao âmbito da
experiência sensível. Isso não quer dizer que o [.................................] exclua a
experência sensível, mas que esta é apenas a ocasião do conhecimento. Kant
pretende superar a dicotomia [.................................]-empirismo. Condena os
empiristas (tudo que conhecemos vem dos sentidos) e, da mesma forma, não
concorda com o [.................................](tudo quanto pensamos vem de nós).

Assinale a ÚNICA palavra que completa TODAS as lacunas:

A)

Logocentrismo

B)

Mentalismo

C)

Racionalismo

D)

Reflexionismo

E)

Memorialismo

Exercício 7

O Argumento do cogito é utilizado por Descartes em suas meditações na tentativa de


fundamentar a teoria do conhecimento. Entre seus objetivos estão:

I. Estabelecer fundamentos do conhecimento – e portando a possibilidade do saber


cientifico.

II. Estabelecer uma verdade primeira que não pudesse ser colocada em dúvida.

III. Tem como objetivo apontar aos sujeitos a necessidade de conhecimento


verdadeiro.

IV. Mostrar a importância e a necessidade de permanecermos com todos os nossos


conhecimentos e crenças.

V. Apontar a impossibilidade de atingir um conhecimento indubitável.

Assinale alternativa que possui as afirmações corretas:

A)
Apenas I e II

B)

Apenas I, II e III

C)

Apenas I, III e IV

D)

I, II, III e V

E)

I, II, III, IV e V

Exercício 8

A afirmativa cartesiana “Penso, logo existo” remete-nos a uma pressuposição


presente em qual viés da filosofia moderna:

A)

Empirista, na qual a experiência sensível é valorizada.

B)

Racionalista, na qual a experiência racional e metafísica é valorizada.

C)

Empirista, na qual a experiência racional é valorizada.

D)

Subjetivista, na qual a experiência com o objeto de conhecimento é valorizada.

E)

Racionalista, na qual a experiência sensível com o mundo é valorizada.

Exercício 9

A teoria __________________afirma que o conhecimento não é inato, que resulta de


uma relação do sujeito com o objeto (mundo), com base na experiência sensível, em
que os sentidos corporais são levados em conta, assim como a ideia de que o homem
ao nascer é uma tábula rasa e precisa ser impresso nele o conhecimento para
sobreviver ao mundo. Essa teoria é:

A)

racionalista

B)

empirista

C)

kantiana

D)

subjetivista

E)

metafísica

Exercício 10

(UEL, PR) "E, notando que esta verdade: eu penso, logo existo, era tão firme e tão
certa que todas as mais extravagantes suposições dos céticos não seriam capazes de
a abalar".
Fonte: Descartes, R. Discurso do Método. Tradução de J. Guinsburg e Bento Prado
Júnior. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p. 46.

Com base na citação acima e nos conhecimentos sobre Descartes, assinale a


alternativa correta:

A)

Para Descartes, é mais fácil conhecer o corpo do que a alma.

B)

Descartes estabelece que a alma tem uma natureza puramente intelectual.

C)

Segundo Descartes, a verdade da res extensa precede a verdade da res cogitans.

D)
O eu penso, logo existo revela a perspectiva cartesiana em considerar primeiramente
aquilo que é complexo.

E)

A união da alma e do corpo revela que eles possuem a mesma substância.

Exercício 11

(UEL, PR) Tendo por base o método cartesiano da dúvida, é correto afirmar que:

A)

Este método visa a remover os preconceitos e opiniões preconcebidas e encontrar


uma verdade indubitável.

B)

Ao engendrar a dúvida hiperbólica, o objetivo de Descartes era provar que suas


antigas opiniões, submetidas ao escrutínio da dúvida, eram verdadeiras.

C)

A dúvida hiperbólica é engendrada por Descartes para mostrar que não podemos
rejeitar como falso o que é apenas dubitável.

D)

Só podemos dar assentimento às opiniões respaldadas pela tradição.

E)

A dúvida metódica surge, no espírito humano, involuntariamente.

Exercício 12

Leia as proposições abaixo e depois assinale a alternativa que relaciona corretamente


as ideias ao pensador:

I “E, notando que esta verdade: eu penso, logo existo, era tão firme e tão certa que
todas as mais extravagantes suposições dos céticos não seriam capazes de a abalar,
julguei que podia aceitá-la, sem escrúpulo, como o primeiro princípio da Filosofia que
procurava”.

II “Suponhamos que a mente é, como dissemos, um papel em branco, desprovida de


todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como será suprida? (...) De onde apreende
todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da
experiência”.

A)

I Sócrates, II Platão

B)

I Locke, II Descartes

C)

I Descartes, II Locke

D)

I Descartes, II Agostinho

E)

I Platão, II Aristóteles

Exercício 13

(UEL, PR) Segundo Francis Bacon, "são de quatro gêneros os ídolos que bloqueiam a
mente humana. Para melhor apresentá-los, lhes assinamos nomes, a saber: Ídolos da
Tribo; Ídolos da Caverna; Ídolos do Foro e Ídolos do Teatro".
(Fonte: BACON, F. Novum Organum. Tradução de José Aluysio Reis de Andrade. São
Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 21.)

Com base nos conhecimentos sobre Bacon, os Ídolos da Tribo são:

A)

Os ídolos dos homens enquanto indivíduos.

B)

Aqueles provenientes do intercurso e da associação recíproca dos indivíduos.

C)

Aqueles que imigraram para o espírito dos homens por meio das diversas doutrinas
filosóficas.

D)
Aqueles que chegam ao espírito humano por meio de regras viciosas de
demonstração.

E)

Aqueles fundados na própria natureza humana.

Exercício 14

Dois filósofos e duas frases: “Cogito, ergo sum” (“Penso, logo existo”) e “Saber é
poder”. Uma atribuída a um representante do Racionalismo e outra a um
representante do Empirismo, sendo eles, respectivamente:

A)

Rousseau e Montesquieu

B)

Agostinho e John Locke

C)

Descartes e Francis Bacon

D)

Montaigne e Nietzsche

E)

Descartes e Agostinho

Exercício 15

(SEEDUC - RJ - CEPERJ – 2014) Ao estabelecer o primado do espírito, Descartes faz


dele algo completamente separado do corpo. Surge a tese em que a alma é uma
substância completamente distinta do corpo denominada:

A)

espiritualismo

B)

reflexionismo

C)
dualismo

D)

encadeamento

E)

intuição

Exercicio 1

(Uema 2011) Na perspectiva do conhecimento, Immanuel Kant pretende superar a


dicotomia racionalismo-empirismo. Entre as alternativas abaixo, a única que contém
informações corretas sobre o criticismo kantiano é:

A)

A razão estabelece as condições de possibilidade do conhecimento; por isso


independe da matéria do conhecimento.

B)

O conhecimento é constituído de matéria e forma. Para termos conhecimento das


coisas, temos de organizá-las a partir da forma a priori do espaço e do tempo.

C)

O conhecimento é constituído de matéria, forma e pensamento. Para termos


conhecimento das coisas temos de pensá-las a partir do tempo cronológico.

D)

A razão enquanto determinante nos conhecimentos fenomênicos e noumênicos


(transcendentais) atesta a capacidade do ser humano.

E)

O homem conhece pela razão a realidade fenomênica porque Deus é quem afinal
determina este processo.

Exercício 2
Leia as proposições abaixo e depois assinale a alternativa que relaciona corretamente
as ideias ao pensador:

I “Suponhamos que a mente é, como dissemos, um papel em branco, desprovida de


todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como será suprida? (...) De onde apreende
todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da
experiência”.

II “E, notando que esta verdade: eu penso, logo existo, era tão firme e tão certa que
todas as mais extravagantes suposições dos céticos não seriam capazes de a abalar,
julguei que podia aceitá-la, sem escrúpulo, como o primeiro princípio da Filosofia que
procurava”.

III “...não são os sujeitos que se conformam aos objetos, mas sim, que são os objetos
que se conformam às faculdades do sujeito. Para ele, o conhecimento é constituído de
forma e matéria. A forma do conhecimento é dada pela razão (...) Já os seus
conteúdos são empíricos, ou seja, a matéria do conhecimento depende da experiência
que temos com os objetos”.

A)

I Sócrates, II Platão, III Agostinho.

B)

I Kant, II Locke, III Descartes.

C)

I Descartes, II Kant, III Locke.

D)

I Locke, II Descartes, III Kant.

E)

I Aristóteles, II Platão, III Agostinho.

Exercício 3

Segundo a concepção de Friedrich Hegel:

A)

A história é um acumulado de fatos, sem correlação entre si e, por isso, deve ser
distinta da filosofia.
B)

A filosofia é imóvel, e portanto, não está em constante superação e progresso.

C)

Toda morte gera um novo ser idêntico e, portanto, pode-se afirmar que a realidade
tende a permanecer estável.

D)

A dialética idealista afirma que a realidade é essencialmente a mudança, o vir a ser, a


passagem de um elemento a seu oposto.

E)

“Não é a consciência que determina a vida, mas a vida que determina a consciência.”

Exercício 4

Esse pensador teve a sua filosofia dialética inspirada no pré-socrático Heráclito. Leia o
texto e depois responda o que se pede.

“Em sua principal obra, Fenomenologia do espírito, o termo fenomenologia remete à


noção de fenômeno como aquilo que nos aparece, que se manifesta, na medida em
que é um objeto distinto de si, porque nele descobrimos a contradição, que por sua
vez será superada em um terceiro momento. Vamos exemplificar as três etapas da
dialética com o desenvolvimento da planta, que passa pelo botão, flor e fruto:

O botão: é a afirmação;

A flor: é a contradição, e a negação do botão;

O fruto: é uma categoria superior, a superação da contradição entre botão e flor”


(ARANHA & MARTINS, 2009, p.185)

O texto acima refere-se as ideias de qual pensador:

A)

Parmênides

B)

David Hume

C)
René Descartes

D)

Friedrich Hegel

E)

Immanuel Kant

Exercício 5

A dialética, noção defendida por Hegel, caracteriza-se:

A)

pela oposição entre a afirmação e a negação, produzindo uma superação.

B)

pela junção entre o empirismo e o racionalismo, produzindo o criticismo.

C)

pela manutenção do existencialismo e do materialismo de Marx e Engels.

D)

pela aproximação entre o pensamento moderno e o contemporâneo, gerando a


síntese.

E)

pela afirmação que a antítese exerce sobre a síntese, produzindo a tese.

Exercício 6

(Ueg 2010) Hegel, prosseguindo na árdua tarefa de unificar o dualismo de Kant,


substituiu o eu de Fichte e o absoluto de Schelling por outra entidade: a ideia. A ideia,
para Hegel, deve ser submetida necessariamente a um processo de evolução
dialética, regido pela marcha triádica da

A)

experiência, juízo e raciocínio.

B)

realidade, crítica e conclusão.


C)

matéria, forma e reflexão.

D)

tese, antítese e síntese.

E)

Exercício 7

(UFU 1/1999) Na obra Crítica da Razão Pura, Imannuel Kant, examinando o problema
do conhecimento humano, distinguiu duas formas básicas do ato de conhecer.
Assinale a alternativa CORRETA.

A)

O conhecimento religioso e o conhecimento ateu.

B)

O conhecimento mítico e o conhecimento cético.

C)

O conhecimento sofístico e o conhecimento ideológico.

D)

O conhecimento empírico e o conhecimento puro.

E)

O conhecimento fanático e o conhecimento tolerante.

Exercício 8

(SEEDUC - RJ - CEPERJ - 2014) Na visão de Kant ( in Marcondes,1997), a tarefa da


crítica consiste em realizar o exame dos limites da razão teórica e estabelecer:

A)

o fator externo de seu funcionamento

B)

os juízos sintéticos independentes da experiência

C)
a necessidade do pensamento puro

D)

os critérios de um conhecimento legítimo

E)

a correspondência do objeto ao pensamento

Exercício 9

(SEEDUC - RJ - CEPERJ – 2014) Segundo Kant, o conhecimento só poderá surgir da


reunião das seguintes capacidades ou faculdades:

A)

disponibilidade e intuição

B)

predisposição e vontade

C)

racionalidade e disposição

D)

sensibilidade e entendimento

E)

determinação e comparação

Exercício 10

Segundo esse pensador, não é o sujeito que se conforma aos objetos, mas sim são os
objetos que se conformam às faculdades do sujeito. Para ele, o conhecimento é
constituído de forma e matéria. A forma do conhecimento é dada pela razão, que é
uma estrutura a priori, isto é, anterior à experiência e independente dela. Já os seus
conteúdos são empíricos, ou seja, a matéria do conhecimento depende da experiência
que temos com os objetos. Tratam-se das ideias de qual pensador?

A)

Descartes

B)
Locke

C)

Francis Bacon

D)

Kant

E)

Hegel

Exercício 11

O botão desaparece no desabrochar da flor, e poderia dizer-se que a flor o refuta; do


mesmo modo que o fruto faz a flor parecer um falso ser-aí da planta, pondo-se como
sua verdade em lugar da flor: essas formas não só se distinguem, mas também se
repelem como incompatíveis entre si […]. HEGEL, G.W.F. Fenomenologia do Espírito.
Petrópolis: Vozes, 1988.

O trecho acima ilustra a concepção hegeliana chamada:

A)

Metamorfose

B)

Natureza

C)

Revolução

D)

Dialética

E)

Espírito

Exercício 12
Hegel entende que a realidade é um processo histórico dinâmico e contraditório. É
possível relacionar a filosofia do devir, de Hegel, a qual filósofo pré-socrático?

A)

Tales de Mileto

B)

Pitágoras

C)

Heráclito

D)

Parmênides

E)

Xenófanes

Exercício 13

(SEE- FESP RJ 2008 - Adaptada) O apriorismo é a concepção segundo a qual o


conhecimento resulta da aplicação de uma forma a priori (conceitos puros,
entendimento) a uma matéria a posteriori (as intuições sensíveis). Kant afirma, a certa
altura do prefácio para a segunda edição da Crítica da razão pura, que pretende
escrever um tratado do método, e não um sistema da ciência em si. Seu objetivo,
contudo, não era tão humilde quanto pode parecer, pois ele pretendia fazer o método
até então usado na metafísica passar por uma "completa revolução". Esta revolução
está relacionada ao fato de Kant afirmar que:

A)

No conhecimento a priori os objetos determinam o conteúdo pensado.

B)

No conhecimento a posteriori o conhecimento depende apenas do que o sujeito


pensante retira de si mesmo.

C)

No conhecimento a priori não se pode acrescentar aos objetos nada a não ser o que o
sujeito pensante retira de si mesmo.
D)

No conhecimento a priori não se pode acrescentar aos sujeitos nada a não ser o que o
objeto pensado oferece por si mesmo.

E)

No conhecimento a posteriori não se pode acrescentar aos objetos nada a não ser o
que o sujeito pensante retira de si mesmo.

Exercício 14

(UEM 2008 - Adaptada) A dialética idealista de G. W. F. Hegel criticou o inatismo, o


empirismo e o criticismo kantiano. Hegel opõe-se à concepção de uma razão
intemporal; na filosofia hegeliana, a racionalidade não é mais um modelo a ser
aplicado, mas é o próprio tecido do real e do pensamento. Contra a concepção
intemporal da razão, Hegel afirma que a razão é história, e isso é o que há nela de
mais essencial. Analise as proposições abaixo.

I O movimento dialético da razão se realiza, para Hegel, em três momentos, na


apresentação de uma tese, enquanto afirmação, na constituição de uma antítese,
como negação da tese, e na formação de uma síntese, como superação da antítese.

II Para Hegel, a história não é a simples acumulação e justaposição de fatos e de


acontecimentos no tempo, mas resulta de um processo cujo motor interno é a
contradição dialética.

III Hegel critica Immanuel Kant por ter ignorado a origem e formação da
autoconsciência, pois para Hegel a razão não é abstrata, mas histórica.

Assinale alternativa que possui todas as afirmações corretas:

A)

Apenas I

B)

Apenas II

C)

Apenas III

D)

Apenas I e II
E)

I, II, III

Exercício 15

Para superar a contradição entre racionalistas e empiristas, Kant explica que, por um
lado, o conhecimento é constituído de algo que recebemos de fora, da experiência (a
posteriori). E por outro, é constituído também por algo que já existe em nós mesmos (a
priori), anterior a qualquer experiência. O que vem de fora é a matéria (os conteúdos)
e o que vem de nós é a forma (a estrutura). Dessa forma é correto afirmar:

I O conhecimento é constituído apenas de conteúdos a priori.

II O conhecimento é constituído apenas de conteúdos a posteriori.

III O conhecimento é constituído de conteúdos a priori e a posteriori.

Assinale alternativa que possui todas as afirmações corretas:

A)

Apenas I

B)

Apenas II

C)

Apenas III

D)

Apenas I e II

E)

I, II, III
Gabarito

1) E
2) C
3) C
4) C
5) C
6) E
7) C
8) B
9) D
10) C
11) D
12) E
13) C
14) C
15) A

1) D
2) E
3) D
4) A
5) D
6) B
7) C
8) A
9) B
10) D
11) D
12) C
13) D
14) A
15) D
1) D
2) B
3) C
4) A
5) B
6) C
7) C
8) E
9) C
10) D
11) E
12) D
13) A
14) A
15) D

1) D
2) E
3) C
4) A
5) A
6) C
7) B
8) B
9) B
10) B
11) A
12) C
13) E
14) C
15) C

1) B
2) D
3) D
4) D
5) A
6) D
7) D
8) D
9) D
10) D
11) D
12) C
13) C
14) E
15) C

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