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Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Superintendência de Modernização Institucional


Gerência de Escritório de Processos

PADRONIZAÇÃO DO DESENHO DE PROCESSOS


PROCESSO NO BIZAGI

1. GLOSSÁRIO
1.1. Processo / sub-processo
processo descritivo: abstrato, alto nível, resumido.

1.2. Processo / sub-processo


processo analítico: mais detalhado,, mostrando todos os
passos,, incluindo os caminhos de exceção.

2. OBJETIVO
O objetivo da elaboração deste documento é criar um padrão de desenho
dos fluxogramas dos processos.
Tais regras tornarão a leitura dos fluxogramas mais intuitiva, facilitando o
entendimento de todas as partes dos Processos de Negócio.

3. NOTAÇÃO
A notação adotada para o desenho dos fluxogramas no Portal será a BPMN
2.0.

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Palácio Pedro Ludovico Teixeira – Rua 82, nº400 – 7º andar – Setor Sul - Goiânia – GO – CEP -74.015-908
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mail: escprocessos@segplan.go.gov.br, telefone: 3201.5720
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4. REGRAS DE DESENHO
4.1. Macroprocesso
4.1.1. Segue abaixo, ilustração de um macroprocesso que possui sete sub-
sub
processos:

4.1.2. O macroprocesso é uma modelagem descritiva do processo, que


proporciona uma visão resumida do fluxograma completo.
4.1.3. O macroprocesso deverá estar contido em uma única piscina sem
raias e esta piscina terá como título o nome do processo,
processo em caixa
alta.
4.1.4. Assim como em uma modelagem analítica, o macroprocesso
também terá os eventos de início e fim.
4.1.5. Cada macroprocesso deverá conter no máximo oito sub-processos,
sub
ou seja, um fluxograma completo poderá ser divido em até oito
etapas. É importante que cada etapa contenha atividades de mesmo
contexto, para facilitar o entendimento seqüencial e lógico do
processo como um todo.
4.1.6. Cada macroprocesso deverá conter um sub-processo
sub processo isolado na
parte superior direita da piscina, representando o fluxograma
analítico completo do processo em questão.

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4.1.7. Todos os sub-processos


sub descritivos do macroprocesso devem ser
configurados para o tipo reutilizável, “Reusable Subprocess”
Subprocess”.
Somente com esta configuração,
configuração, é possível desenhar o sub-processo
sub
analítico com piscinas e raias, caso absolutamente
utamente necessário a esta
padronização.
4.1.8. Os sub-processos
processos descritivos que compõem o macroprocesso
deverão seguir a sequência de cores, conforme paleta de opções do
Bizagi. Sempre será selecionada a tonalidade mais clara de cada
cor, iniciando pela 3º (terceira)
(terceira) coluna de cores até a última coluna,
quando
o o macroprocesso for composto por oito sub-processos.
sub O
sub-processo
processo que representa o fluxograma analítico completo terá a
cor mais clara da primeira coluna da paleta de cores do Bizagi.

4.2. Sub-processo
4.2.1. Segue abaixo, exemplo ilustrativo de um sub-processo
sub analítico
desenhado dentro em um contexto geral:

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4.2.2. O nome do sub-processo começará sempre com um substantivo.


Ex: Autuação, Identificação, Homologação, etc.
4.2.3. O sub-processo
processo é a modelagem analítica de uma etapa do processo
completo.
4.2.4. Todos os objetos de atividades de um sub-processo
sub processo terão a mesma
cor que a representação do sub-processo no macroprocesso.
4.2.5. Os gateways e objetos de conexão permanecerão com a cor padrão
definida pelo Bizagi.
4.2.6. Os artefatos (objetos de dados,
dados, grupos e anotações) não serão
desenhado
os nos fluxogramas analíticos,, mas inserido
inseridos nas
propriedades das
da atividades,, no intuito de deixar o desenho menos
poluído e consequentemente, facilitar a leitura do mesmo.
4.2.7. O título da piscina que conterá o sub-processo
sub rocesso terá o seguinte
formato:
• 1º linha terá o nome do processo em caixa alta (maiúsculo);
(
• 2º linha terá o nome do sub-processo,
sub processo, sendo a primeira letra em
caixa alta (maiúsculo)
( ) e o restante em caixa baixa (minúsculo);
(
4.2.8. Os títulos das raias deverão seguir a seguinte regra:
• Caso tenha mais de um nome:
nome
o 1º linha ficará em caixa alta (maiúsculo);
);
o 2º linha terá a primeira letra em caixa alta (maiúsculo)
(m e o
restante em caixa baixa (minúsculo);
(m
• Caso
aso tenha apenas um nome:
o a linha terá a primeira letra em caixa
aixa alta (maiúsculo)
(m e o
restante em caixa baixa (minúsculo);
(m
4.2.9. Cada sub processo
sub-processo analítico conterá apenas as raias que
efetivamente tiverem alguma atividade participante no mesmo,
além das raias onde estarão representados os sub-processos
sub
descritivos..
4.2.10. Todos
s os sub-processos
sub terão os eventos de início e final.
final
4.2.11. Para cada modelagem analítica de um sub-processo,
sub processo, todos os outros
sub-processo
processos deverão ser representados de forma descritiva,
conforme o macroprocesso, inclusive respeitando a sequência lógica,

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bem como
mo as cores, para que se tenha uma idéia do contexto geral
e também da parte que está sendo representada..
4.2.12. Todos os sub-processos
sub processos descritivos desenhados dentro de um sub-
sub
processo analítico deverão ser do tipo reutilizável, “Reusable
Subprocess”, permitindo assim, que se navegue entre os sub-
sub
processos.
4.2.13. Na modelagem do sub-processo analítico, o sub--processo descritivo
deve estar localizado na raia onde sua primeira atividade estiver
localizada. Por esse motivo, existe a recomendação do item 4.3.2,
para evitar que um sub-processo
processo descritivo tenha que ser
representado mais de uma vez em um sub-processo
sub processo analítico.

ugestões de particionamento do processo completo


4.3. Sugestões
4.3.1. Separar atividades seqüenciais que estão dentro de um mesmo
contexto/assunto
/assunto.
4.3.2. Cada sub-processo
processo analítico deverá iniciar e finalizar apenas com
atividades, evitando, sempre que possível, que ele inicie ou finalize
em uma tomada de decisão (gateway).

4.4. Formatação do fluxograma


4.4.1. Sempre desenhar os fluxogramas seguindo o sentido temporal, da
esquerda para a direita. Em casos excepcionais, como exemplo nos
casos de “pendências” nas decisões admite-se
admite se o fluxo
f da esquerda
para a direita:

SENTIDO TEMPORAL

4.4.2. Início e Fim


Início: sempre em cima
cima da atividade e centralizado.
centralizado

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Fim: sempre abaixo da atividade e centralizado.


centra

4.4.3. Objetos de conexão entre atividades


Saída: sempre sair com a seta no centro inferior ou superior da
atividade. Em casos excepcionais, para maior harmonia do desenho,
pode sair pelas laterais da atividade.
atividade

Entrada: Sempre entrar com a seta pelas laterais da atividade. Em


casos excepcionais, para maior harmonia do desenho, pode entrar
pela parte inferior e superior da atividade.
atividade

4.4.4. Saída e entrada das setas nas decisões


Saída: Sempre entrar pelo vértice esquerdo
esquerdo da decisão.
decisão

Entrada: Sempre sair do vértice inferior e superior da decisão. No


caso de três decisões sair também pelo vértice direito da decisão.
decisão

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4.4.5. Alinhamento das figuras


Sempre que possível,
possível alinhar pelo centro da figura as atividades
dentro da mesma raia e disponibilizá-las
disponibilizá las no centro da raia.
raia

Sempre que possível,


possível as
s atividades que saem das decisões devem
estar dispostas paralelamente e alinhadas pelo centro da figura.
figura

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