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1) FUNDAMENTOS PARA REVISÃO E ATRIBUIÇÃO DOS PONTOS REFERENTES A QUESTÃO 5) LETRA B)

DEMARCADA COMO CERTA, PORÉM NÃO CONTABILIZADA


Ementa
AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE. IPTU.
LEGITIMIDADE PASSIVA. ART 34 CTN. PROPRIETÁRIO E POSSUIDOR. CONTRATO DE PROMESSA DE
COMPRA E VENDA. NÃO AVERBADO NA MATRÍCULA DO IMÓVEL. ART 123 CTN. DIREITO DE
REGRESSO EM AÇÃO PRÓPRIA. COHAB. SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA EXPLORADORA DE
ATIVIDADE ECONÔMICA. IMUNIDADE RECÍPROCA. INAPLICABILIDADE. RECURSO PARCIALMENTE
PROVIDO PARA DAR CONTINUIDADE À EXECUÇÃO COM O CHAMAMENTO DO COMPROMISSÁRIO-
COMPRADOR OU DE SEUS SUCESSORES AO PÓLO PASSIVO E PENHORA DO BEM OBJETO DO IPTU.
O contrato de promessa de compra e venda não averbado na matrícula do imóvel não permite a
oposição do mesmo face à Fazenda Pública para modificar a responsabilidade sobre tributos, não
excluindo a responsabilidade tributária do proprietário, pois que, no caso, tanto este quanto o
possuidor são legitimados para a cobrança do IPTU. O direito de regresso poderá ser discutido em
ação própria. A imunidade recíproca, prevista no art. 155, a e § 2º, da CF, não se estende à Cohab, por
possuir natureza jurídica de sociedade de economia mista exploradora de atividade econômica e se
sujeitar ao regime jurídico das empresas privadas.
(TJ-PR –AI: 3922734 PR 0392273-4, Relator: Paulo Habith, data de julgamento: 21/08/2007, 3ª Câmara
Cível, Data de Publicação: DJ:7450)

OBS: a resposta afirma que não é cabível direito de regresso na execução fiscal, pois Joselina
não seria nem contribuinte nem responsável tributário, por ser locatária. E, assim, é o entendimento
doutrinário e jurisprudencial acerca do tema, sendo necessário, portanto, ação própria para perquirir o
direito de regresso.

Ementa
AGRAVO DE INSTRUMENTO - EXECUÇÃO FISCAL - IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E
TERRITORIAL URBANA (IPTU) - OPOSIÇÃO DE EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE - DECISÃO QUE
CONSIDEROU INADEQUADA A VIA ELEITA. RECURSO - POSSIBILIDADE DE ALEGAR MATÉRIAS DE
ORDEM PÚBLICA QUANDO FOR DESNECESSÁRIA A DILAÇÃO PROBATÓRIA - ACOLHIMENTO -
ILEGITIMIDADE PASSIVA - NÃO CONSTATAÇÃO - APLICAÇÃO DO ARTIGO 34 DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO
NACIONAL E ARTIGO 28, § 5º, DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO MUNICIPAL - COMPROMISSO DE COMPRA E
VENDA REGISTRADO EM CARTÓRIO - ATO QUE NÃO TRANSMITE A PROPRIEDADE DO BEM IMÓVEL -
INTELIGÊNCIA DOS ARTIGOS 1.227 E 1.245, § 1º, AMBOS DO CÓDIGO CIVIL - PRESCRIÇÃO
QUINQUENAL DE PARTE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO - CONSTATAÇÃO - DECURSO DE MAIS DE CINCO
ANOS ENTRE A CONSTITUIÇÃO DEFINITIVA DO TRIBUTO E O DESPACHO QUE DETERMINOU A
CITAÇÃO REFERENTE AO EXERCÍCIO DE 2004 - ARTIGO 174 DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL -
DECISÃO PARCIALMENTE MODIFICADA.
Quanto a oponibilidade de exceção de pré- executividade, é pacífico o entendimento de sua
admissibilidade em sede de execução fiscal, quando versar sobre matéria de ordem pública ou quando
sua análise independer de dilação probatória. O contribuinte do IPTU é o proprietário do imóvel, o titular
do seu domínio útil ou o seu possuidor, sendo que a Fazenda Pública possui a prerrogativa de escolher
qualquer um deles para figurar no pólo passivo da Execução Fiscal, nos termos do artigo 34 do Código
Tributário Nacional. A existência de contrato de promessa de compra e venda, mesmo que registrado na
matrícula do imóvel, não suspende a exigibilidade do crédito tributário do efetivo proprietário do imóvel,
que possui responsabilidade solidária com os promitentes compradores, o que lhe garante o direito de
regresso em ação própria contra os demais devedores no caso de pagamento da dívida tributária. O
registro da promessa de compra e venda não tem o condão transmitir a propriedade de bem imóvel,
apenas adquirindo o promitente- comprador o direito real a aquisição do imóvel com o pagamento de
todas as prestações, nos termos do artigo 1.417 do Código Civil. Na hipótese de decurso de mais de cinco
anos entre a constituição definitiva do crédito tributário e o despacho do magistrado que ordena a
citação do devedor, impõe-se, como no caso em espécie, o reconhecimento da prescrição qüinqüenal,
de parte do crédito tributário. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. (TJ-PR- ai: 6308412 PR 0630841-2,
Relator: Idevan Lopes, Data de Julgamento: 01/03/2011, 1ª Câmara Cível, Data de Publicação: DJ:589).

Ementa
CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. INDENIZAÇAO POR DANOS MORAIS.
SOLIDARIEDADE ENTRE OS RÉUS. PAGAMENTO INTEGRAL DA DÍVIDA POR UM DOS RÉUS. EXTINÇÃO
DO PROCESSO. CABIMENTO. EXERCÍCIO DO DIREITO DE REGRESSO. VIA INADEQUADA.
NECESSIDADE DE AJUZAMENTO DE DEMANDA PRÓPRIA.
1. O pagamento da integralidade da dívida objeto do cumprimento de sentença por um dos réus impõe
a extinção do processo, ante o cumprimento da obrigação.
2. Havendo solidariedade entre os devedores, o pagamento da integralidade da dívida por um deles
lhe assegura o direito de regresso em relação devedor solidário. No entanto, o direito de regresso
deve ser em ação própria, eis que o cumprimento de sentença não comporta a discussão da matéria .
3. Recurso de Apelação conhecido e não provido.(tj-df- apc: 201330110403574, Relator: Nídia Corrêa
Lima, data de julgamento: 23/09/2015, 1ªturma cível, data de ublicação: ´publicado no DJE: 05/10/2015

TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DEINSTRUMENTO.


IPTU. RESTITUIÇÃO DE INDÉBITO. LEGITIMIDADE ATIVA DODESTINATÁRIO DO CARNÊ.
IMPOSSIBILIDADE. ENTENDIMENTO DA PRIMEIRASEÇÃO DO STJ NO AGRG NO RESP 836.089/SP.1.
Configura-se matéria de direito o debate acerca da legitimidade ativa para postulação de repetição de
indébito de IPTU.2. O entendimento da Primeira Seção deste Superior Tribunal de Justiça é pela
impossibilidade de que pessoa diferente do proprietário do imóvel seja legitimado ativo para postular
repetição de indébito de IPTU, uma vez que, seja locatário, seja destinatário do carnê, a obrigação
contratual entre este e o proprietário do imóvel (contribuinte) não pode ser oponível à Fazenda . (STJ
- Processo: AgRg no AgRg no AREsp 143631 RJ 2012/0025517-6 Relator (a): Ministro BENEDITO
GONÇALVES; Julgamento: 04/10/2012; Órgão Julgador: T1 - PRIMEIRA TURMA Publicação: DJe
10/10/2012)
SABBAG (2016)
a) É natural que o pagamento do tributo efetuado por um codevedor estender -se -á aos demais,
haja vista a indivisibilidade das obrigações. O devedor que pagou a dívida toda, extinguindo o
crédito tributário (art. 156, I, CTN), caso tenha interesse, poderá exercer o direito de regresso.
Exemplo: duas pessoas importam o bem, sendo, assim, solidariamente responsáveis pelo imposto de
importação. Caso o pagamento integral seja feito por um deles, será ao pagador viabilizado o direito de
pleitear a devolução do valor correspondente à metade; (SABBAG, 2016, P.858)

Tais convenções podem ser feitas, e são juridicamente válidas, entre as partes contratantes, na órbita do
Direito Privado, mas não produzem ne nenhum efeito contra a Fazenda Pública. Por exemplo, no
contrato de locação, a obrigação de pagar o IPTU pode ser atribuída ao locatário; no entanto, tal
convenção é irrelevante para o Fisco, que exigirá o pagamento do imposto do sujeito passivo eleito pela
lei, qual seja, como regra, o proprietário (o locador). Este, se quiser, pode acionar aquele, em ação
regressiva, na tentativa de reaver o que antecipou ao Fisco. Aliás, na mesma linha de raciocínio, o
proprietário do imóvel – e não o locatário! – será o legitimado ativo para postular a repetição de indébito
do IPTU. Com efeito, a definição legal do sujeito passivo (art. 34, CTN) prevalece sobre qualquer
estipulação contratual que determine que terceiro arcará com o pagamento de IPTU, pois a referida
avença não é oponível à Fazenda (art. 123, CTN). Esse é o entendimento do STJ (AgRg no AgRg no AREsp
143.631/RJ, rel. Min. Benedito Gonçalves, 1ª T., j. em 04-10-2012) (SABBAG, 2016, P.862).

Nessa medida, exemplificadamente, se um locatário de um apartamento assume o IPTU e não


honra o contrato particular de locação por ele assinado, deixando de adimplir o tributo devido, a Fazenda
Municipal irá exigir o recolhimento do gravame do proprietário do imóvel. O contrato entre as duas
partes só produzirá efeitos na esfera civil, devendo o proprietário do imóvel antecipar o valor
correspondente ao Fisco, sem arguir força probante à convenção particular, pretendendo fazê-la
oponível à Fazenda. Aliás, as convenções particulares não podem ser opostas ao Fisco no intuito de se
modificar o sujeito passivo. Cabe, no entanto, de forma regressiva, se aprouver ao pro prietário, a ação
de indenização contra o inquilino, que deverá arcar com o ônus contratual. Outros exemplos: acordo
entre empregado e empregador para que este não retenha o IRRF; ou acordo entre comprador e
vendedor de bens, a fim de que este efetue a venda àquele sem o ICMS (SABBAG, 2016, p. 883).

Respeitando-se o art. 22, VIII da Lei nº 8.245/1991, havendo previsão expressa no contrato de aluguel
de que o locatário é obrigado a pagar o IPTU do imóvel alugado e, mesmo assim, não paga, o locador,
para não sofrer com as sanções fiscais, deverá pagar o imposto e, por consequência, terá o direito de
ingressar com ação judicial para rever o valor pago pelo imposto. Esta possibilidade é muito bem vista
nos entendimentos dos Tribunais, se não vejamos: PROCESSO CIVIL E CIVIL. AÇÃO DE COBRANÇA.
LOCAÇÃO NÃO RESIDENCIAL. CONTRATO VERBAL POR TEMPO INDETERMINADO.
OBRIGATORIEDADE DE PAGAR ALUGUÉIS INCONTROVERSA. CONFISSÃO DO REPRESENTANTE
LEGAL DA RÉ (CPC, ART. 334, II). PAGAMENTO DO IPTU PELO LOCATÁRIO. IMPOSSIBILIDADE. FALTA
DE PREVISÃO CONTRATUAL (LEI N. 8.245/1991, ART. 22, VIII). RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. [...]
O inciso VIII do artigo 22 da Lei n. 8.245/1991 possibilita a responsabilização do locatário pelo
pagamento de impostos, taxas e prêmios de seguro, inclusive do imposto predial e territorial urbano,
desde que haja expressa previsão contratual acerca disso. (TJ-SC. Processo: AC 43630 SC 2007.004363-
0 Relator (a): Luiz Carlos Freyesleben Julgamento: 19/05/2011 Órgão Julgador: Segunda Câmara de
Direito Civil Publicação: Apelação Cível n., de Brusque Parte (s): Apelante: Academia Biorena Apelado:
Gracher Empreendimentos Turísticos Ltda Interessado: Roberto Stedile) (MELO, Getúlio Costa. Locador
e locatário. Quem tem obrigação pelo pagamento do IPTU?. Disponível em:
<http://getulio.jusbrasil.com.br/artigos/123320843/locador-e-locatario-quem-tem-obrigacao-pelo-
pagamento-do-iptu>. Acesso em 23 de novembro de 2016)

OBS 2: Quanto a forma de ressarcimento do valor pago, embora o direito de regresso não possa ser
exercido na execução fiscal diretamente, pois Joselina não é nem responsável tributário ou contribuinte,
ela pode exigir mediante ação própria. Já que há um contrato particular de locação e sendo o contrato
particular título executivo extrajudicial há possibilidade da utilização da via executiva.
PROCESSO CIVIL. RECURSO ESPECIAL. EXECUÇÃO DE TÍTULOS
EXTRAJUDICIAIS. FALTA DE ASSINATURA NOS CONTRATOS DE
ABERTURA DE CRÉDITO FIXO PARA EXPORTAÇÃO.
EXCEPCIONALIDADE NO CASO CONCRETO. EMENDA DA INICIAL.
QUESTÃO PREJUDICADA.
[...]
2. A assinatura das testemunhas é um requisito extrínseco à substância do ato,
cujo escopo é o de aferir a existência e a validade do negócio jurídico; sendo certo
que, em caráter absolutamente excepcional, os pressupostos de existência e os de
validade do contrato podem ser revelados por outros meios idôneos e pelo
próprio contexto dos autos, hipótese em que tal condição de eficácia executiva
poderá ser suprida. Precedentes.
[...] (BRASIL. Superior Tribunal de Justiça, 4ª turma. Rel. Luis Felipe Salomão. 2011.
Grifo meu).

RECURSO ESPECIAL. CONTRATO DE LOCAÇÃO. TÍTULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL.


DESNECESSIDADE DE VIR ACOMPANHADO PELA ASSINATURA DE DUAS TESTEMUNHAS
(ART. 585, II, CPC), BASTANDO QUE SEJA SUBSCRITO PELOS PRÓPRIOS CONTRATANTES. Recurso
conhecido e provido para ter continuidade a execução. (REsp 578.355/BA, Rel. Ministro JOSÉ
ARNALDO DA FONSECA, QUINTA TURMA, julgado em 28/09/2004, DJ 25/10/2004, p. 378)

Ementa
APELAÇÃO. EXECUÇÃO. SENTENÇA QUE EXTINGUE O PROCESSO DE EXECUÇÃO POR TÍTULO
EXTRAJUDICIAL, NO CASO, CONTRATO DE LOCAÇÃO, POR ENTENDER QUE A AUSÊNCIA DE
ASSINATURA DE DUAS TESTEMUNHAS RETIRA O CARATER DE TITULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL
OSTENTADO POR ESSE DOCUMENTO PARTICULAR. SENTENÇA QUE, NA MESMA OPORTUNIDADE,
JULGA EXTINTOS OS EMBARGOS OPOSTOS PELA FIADORA, A ENTÃO EXECUTADA. RECURSO
OBJETIVANDO A REFORMA DE AMBAS AS DECISÕES. PROVIMENTO. O CONTRATO DE LOCAÇÃO,
AINDA QUE NÃO VENHA ASSINADO POR DUAS TESTEMUNHAS É TÍTULO EXTRAJUDICIAL CAPAZ DE
APARELHAR EXECUÇÃO.
EXEGESE DA NORMA CONTIDA NO INCISO IV DO ARTIGO 585 DO CPC., QUE NÃO GUARDA
CORRELAÇÃO E NEM SE CHOCA COM A REGRA DO INCISO II DO MESMO ARTIGO, ESSA SIM, A
EXIGIR A PRESENÇA DE ASSINATURA DE DUAS TESTEMUNHAS NO DOCUMENTO PARTICULAR (TJ-RJ
–APL: 8204 RJ 1997.001.08204, Relator: Des. Jayro S. Ferreira, data de julgamento: 15/06/1998, data de
publicação: 15/06/1998).

EMENTA - APELAÇÃO CÍVEL - EXCEÇÃO DE PRÉ- EXECUTIVIDADE - EXECUÇÃO DE TÍTULO


EXTRAJUDICIAL - CONTRATO DE LOCAÇÃO - ASSINATURA DE DUAS TESTEMUNHAS
DESNECESSIDADE - TÍTULO EXECUTIVO VÁLIDO ART. 585, V, DO CPC - RECURSO PROVIDO. (TJPR -
12ª C.Cível - AC - 1144427-2 - Foz do Iguaçu - Rel.: João Domingos Kuster Puppi - Unânime - - J.
02.07.2014)

2) FUNDAMENTOS PARA A PONTUAÇÃO COMPLETA (2,0) E NÃO SOMENTE (1,0) NA QUESTÃO 4.


Prima facie, constata-se nas aulas ministradas e transcritas presencialmente pelo
requerente, ressaltando-se a regularidade de sua frequência, alguns trechos (ANEXO I).
Corroborando com a resposta fornecida na questão e baseada nas aulas ministradas,
estudo do SABBAG (2016) e, especialmente o código tributário estadual em se tratando de IPVA, como
indicado de como seria cobrado pelo professor indica-se os dispositivos pertinentes sobre o tema e
citados nas aulas.
Art. 85. O imposto sobre a propriedade de veículos automotores - IPVA, devido
anualmente, tem como fato gerador a propriedade de veículo automotor terrestre, aquático e aéreo .
§ 1º Considera-se ocorrido o fato gerador:
I - em 1º de janeiro de cada exercício, em se tratando de veículo usado;
II - na data da sua aquisição por consumidor final ou quando da incorporação ao ativo imobilizado
pela empresa, inclusive fabricante ou revendedora, em se tratando:
a) de veículo novo [...]
III - em se tratando de veículo de procedência estrangeira, para efeito da primeira tributação
a) na data do desembaraço aduaneiro, quando importado por consumidor final;
b) na data da aquisição por consumidor final, quando importado por empresa revendedora;
c) no momento da incorporação ao ativo imobilizado da empresa importadora

Pedido em que se pede deferimento.


João Pedro J. Rios