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ESCOLA MUNICIPAL PRESIDENTE KENNEDY

ALUNO(A):----------------------------------------------------------------------------------nº-------
PROVA DE LITERATURA EJA V B
Leia:

1) Segundo o texto, o motorista brasileiro


(A) respeita com naturalidade os sinais de trânsito.
(B) interpreta com correção as placas de rua.
(C) faz exatamente o oposto das regras fixadas.
(D) segue em frente quando o guarda não está olhando.

Leia o texto abaixo.

Vendo um apartamento neste lugar. Só não vendo a vista.

2) A respeito da construção do anúncio acima, é possível deduzir que


(A) “a vista” é oposto de a prazo.
(B) “a vista” corresponde à paisagem.
(C) “a vista” corresponde ao olho.
(D) “a vista” corresponde ao pagamento imediato.

Leia:

3) No último quadrinho, a fala do menino indica que ele


(A) concordou com a reação da menina.
(B) ignorou o fato de ter sujado todo o chão.
(C) lamentou ter feito muita bagunça.
(D) notou que o quarto estava arrumado.

A tartaruga e a lebre
Esopo
A lebre estava caçoando da lerdeza da tartaruga. A tartaruga se abespinhou e desafiou a lebre para
uma corrida. A lebre, cheia de si, aceitou a aposta. A raposa foi escolhida como juiz. A solução por ser muito
sabida e correta. A tartaruga não perdeu tempo e começou a se arrastar. A lebre logo ultrapassou a
adversária e, vendo que ia ganhar fácil, resolveu dar um cochilo. Acordou assustada e correu como louca.
Na linha de chegada, a tartaruga esperava a lebre toda contente.
Devagar se vai ao longe.
BENNET, William J. (Org.); MACHADO, Luiz Raul (Trad.). O livro das virtudes.
4) O principal objetivo desse texto é
(A) descrever um local.
(B) evidenciar uma moral.
(C) falar sobre uma aposta.
(D) relatar um fato científico.

Encontro de ansiedades
O pai Irineu, a mãe Florinda e os filhos Lúcia, Eliana e Ronaldo (...) tiveram uma experiência bastante
inusitada. A família de índios Guarani, do Pontal do Paraná, litoral do Estado, foi convidada para visitar os
alunos da Escola Atuação em Curitiba.
Foi um encontro de ansiedades: de um lado, as crianças indígenas amedrontadas com tanta gente
para recebê-las no ginásio da escola; de outro, os alunos curiosos e inquietos com a presença de novos
visitantes.
No fim das contas, tudo terminou bem: as crianças índias não falam português, mas receberam toda
a atenção dos novos amigos e voltaram para a sua aldeia com muitas cestas de frutas e outros presentes.
A turminha da escola adorou a experiência e garante que aprendeu muito com a atividade. A troca de
ansiedades acabou se tornando troca de carinhos.
Gazeta do Povo. Curitiba, 29 abr. 2000. Gazetinha, p.5.
5) A principal informação desse texto está expressa
A) na iniciativa de uma família de Curitiba.
B) na aceitação do convite pela família guarani.
C) no resultado do encontro dos dois grupos.
D) no grau de ansiedade dos dois grupos

Leia os textos abaixo:


Texto I
Telenovelas empobrecem o país

Parece que não há vida inteligente na telenovela brasileira. O que se assiste todos os dias às 6, 7 ou
8 horas da noite é algo muito pior do que os mais baratos filmes “B” americanos. Os diálogos são péssimos.
As atuações, sofríveis. Três minutos em frente a qualquer novela são capazes de me deixar absolutamente
entediado – nada pode ser mais previsível.
Antunes Filho. Veja, 11/mar/96.

Texto II
Novela é cultura

Veja – Novela de televisão aliena?

Maria Aparecida – Claro que não. Considerar a telenovela um produto cultural alienante é um tremendo
preconceito da universidade. Quem acha que novela aliena está na verdade chamando o povo de débil
mental. Bobagem imaginar que alguém é induzido a pensar que a vida é um mar de rosas só por causa de
um enredo açucarado. A telenovela brasileira é um produto cultural de alta qualidade técnica, e algumas
delas são verdadeira obras de arte.
Veja, 24/jan/96.

6) Com relação ao tema “telenovela”


(A) nos textos I e II, encontra-se a mesma opinião sobre a telenovela.
(B) no texto I, compara-se a qualidade das novelas aos melhores filmes americanos.
(C) no texto II, algumas telenovelas brasileiras são consideradas obras de arte.
(D) no texto II, a telenovela é considerada uma bobagem.
Leia o texto abaixo.
Texto 1
O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café nesta manhã de Ipanema não foi produzido por mim nem
surgiu dentro do açucareiro por milagre. Vejo-o puro e afável ao paladar como beijo de moça, água na pele,
flor que se dissolve na boca. Mas este açúcar não foi feito por mim.
Este açúcar veio da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira, dono da mercearia. Este açúcar
veio de uma usina de açúcar em Pernambuco ou no Estado do Rio e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana e veio dos canaviais extensos que não nascem por acaso no regaço do vale.
Em usinas escuras, homens de vida amarga e dura produziram este açúcar.
FERREIRA, Gullart. Toda Poesia. Rio de Janeiro

O Trabalho e o Lavrador
O que disse o pão ao padeiro?
Antes de pão, eu fui farinha,
Farinha que o moinho moía
Debaixo do olhar do moleiro.
O que disse a farinha ao moleiro?
Um dia fui grão de trigo
Que o lavrador ia colhendo
E empilhando no celeiro.
O que disse o grão ao lavrador?
Antes de trigo, fui semente,
Que tuas mãos semearam
Até que me fizesse em flor.
O que disse o lavrador às suas mãos?
Com vocês, lavro essa terra,
Semeio o trigo, colho o grão,
Moo a farinha e faço o pão.
E a isso tudo eu chamo trabalho.
CAPARELLI, Sérgio. Poemas para crianças. Porto Alegre: L&P, 2008. Adaptado Reforma Ortográfica.

7) Os textos 1 e 2 têm em comum o fato de:


(A) contarem a história de um pão que foi produzido por um lavrador.
(B) compararem os sentimentos que envolvem os trabalhadores urbanos.
(C) denunciarem as más condições de trabalho do homem do campo.
(D) retratarem os processos envolvidos na fabricação de um produto.

8) O tema da notícia de jornal é o


(A) risco de disseminação da dengue.
(B) retorno de um tipo de dengue.
(C) sucesso no combate à dengue.
(D) alerta para a gravidade da dengue.

Leia o texto abaixo.


DIÁLOGO
Há muitas famílias carecendo de diálogo, de princípios morais, religiosos e humanos claros.
Sem poder dar a tão esperada educação aos fi lhos, os pais têm transferido essas incumbências às
escolas, que ainda não estão preparadas para atender a essa demanda.
A consequência desse fenômeno, chamado de exclusão familiar, faz com que os jovens fi quem à
mercê da comunicação de massa, nem sempre saudável.
Revista Agitação. nov./dez.2002. Ano IX. nº 48. p. 66. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

9) O tema desse texto é a


(A) comunicação de massa.
(B) educação escolar.
(C) educação familiar.
(D) exclusão social.
Leia o texto abaixo.

Água: uma questão de sobrevivência


Ao mesmo tempo que precisamos evitar a poluição dos mananciais, devemos também economizar a
água tratada. Deixar a torneira aberta, enquanto escovamos os dentes, nos coloca no rol dos responsáveis.
Atitudes de respeito e preservação do meio ambiente, em particular o uso racional da água, podem ser
desenvolvidas a partir de atitudes em sala de aula.
Monitorar o hidrômetro (medidor do consumo de água), calcular o consumo de água por pessoa e
promover campanhas de redução de gasto são caminhos interessantes para atingirmos tais objetivos.
Revista Nova Escola – março/2007, pág. 17

10) Qual é o principal assunto desse texto?


(A) A importância de atitudes em sala de aula.
(B) A poluição do planeta Terra.
(C) O monitoramento do hidrômetro.
(D) O consumo racional da água.

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