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O Livro de Projetos de Flexibilização Curricular, que


agora se edita, pretende lançar as bases para um ensi-
no centrado nas memórias do território e das pessoas
que o ocupam, e na conceção de que a ciência e os
cientistas devem ser personalidades presentes na vida
escolar dos alunos. Os projetos curriculares elaborados
pelas 19 equipas de trabalho envolvidas neste processo
participativo, apesar de centrados numa realidade mui-
to própria aos círculos educativos onde foram concebi-
dos, estão agora disponíveis para serem revistos por pa-
res, adequando-se a novos contextos e eventualmente
para serem melhorados em conteúdo, e adequação às
circunstâncias que são próprias à dinâmica do processo
ensino-aprendizagem.

A Rede Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação


Científica, entidade material que garante a implemen-
tação da metodologia de trabalho de projeto como op-
ção de fundo para a gestão curricular nas escolas de
Viana do Castelo, pretende também cumprir a impor-
tante função de estímulo e apoio continuado ao desen-
volvimento de novos projetos.

Esta é, por isso, a primeira versão de um livro que se pre-


tende em permanente construção. Os projetos apre-
sentados surgirão na próxima edição, mais maduros
porque já testados e avaliados pelas comunidades edu-
cativas que os implementaram, mas também fruto da
atenção crítica de colegas de outros agrupamentos que
deles se apropriarão. Surgirão também novas páginas,
de novos projetos interdisciplinares e desenvolvidos na
base concetual em que a descoberta do meio local, a
promoção do gosto e a prática da ciência em contexto
fora da sala de aula, e o incentivo ao intercâmbio de co-
nhecimentos entre alunos, docentes e investigadores, é
o garante de um ensino pleno de identidade.
ÍNDICE
REDE ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA 5
O QUE SE PODE FAZER NOS LABORATÓRIOS DA REDE? 9

PROJETOS 1º CICLO

Conhecer para Preservar: o rio, o mar, a flora e o relevo 15

Viana é aMAR 21

As algas nos seus habitats 27

Gotinhas em Movimento - Educar para Preservar 33

Descobrindo o património ambiental e construído 39

Olhar o Rio, Fixar a Serra: geossítios do geoparque 45

Algas, para que vos quero! 51

PROJETOS 2º CICLO

Espécies vegetais naturais de Portugal 59

Escrito na Rocha 65

PROJETOS SECUNDÁRIO PROFISSIONAL


O Homem no seu Tempo e no seu Lugar 73

PROJETOS INTERCICLO

O Maravilhoso Mundo da Areia 81

Imagens da Ciência pela Pintor 87

Os sedimentos, e o passado e o presente das rochas 93

À Descoberta das Rochas e dos Minerais 99

O impacto e os vestígios da Pequena Idade do Gelo nas freguesias de Darque, Vila Nova de Anha, Chafé e Castelo de Neiva 105

Narrar a Terra com Ciência e Arte 111

O nosso património com criatividade e imaginação 117

A nossa história escrita nas rochas 123

Olhar o Rio, Fixar a Serra: memória(s) geo(cultural) de Arga e Lima 129


2 LIVRO DE PROJETOS 3

NOTA INTRODUTÓRIA

O Geoparque Litoral de Viana do Castelo iniciou sob a pamentos de apoio à visitação, nomeadamente painéis curriculares, de matriz integradora e transdisciplinar.
forma de projeto em resultado da atribuição do Prémio interpretativos e informativos, pontos de acesso a in- Perspetiva-se que o investimento inicial de 123 mil eu-
Geoconservação 2016 pela ProGEO. A base científica formação no formato digital, códigos QR instalados em ros do município nesta rede venha reforçar o conheci-
para a sua concetualização resultou do inventário de afloramentos, placas sinalizadoras, aplicação móvel e mento do território e constitua uma alternativa ao Ma-
geossítios do Litoral Norte e foi realizado no âmbito de sítio da internet. Estão também em desenvolvimento as nual Escolar a médio/longo prazo.
tese de doutoramento desenvolvida no Centro Ciências 3 primeiras Portas do Geoparque – Porta do Atlântico,
da Terra da Universidade do Minho (2005-2012), apoia- Porta do Neiva e Porta das Argas – que são centros de 2017 constitui, portanto, um marco indelével quanto à
do pelo Município de Viana do Castelo através de um interpretação e de acolhimento para turistas, professo- forma como as escolas de Viana do Castelo se relacio-
protocolo de parceria estratégica. Esse documento de- res e alunos, permitindo uma experiência mais detalha- nam com o seu território. A aproximação que foi con-
finiu as bases para operacionalizar a classificação dos da sobre os valores e interesses patrimoniais nas suas seguida entre a ação executiva do município (no âmbito
geossítios, a sua proteção e conservação, e a promoção áreas territoriais de influência. do OPE-Geoparque), as várias dimensões da ação pe-
da valorização turística e educativa do seu património dagógica das escolas (desenvolvimento e gestão cur-
geológico. O geoparque é representado por 15 entidades do terri- ricular) e os seus atores (direções, grupos disciplinares
tório de Viana do Castelo e apoiado por 5 Parceiros Ofi- e alunos), e os centros de I&D, fortaleceu as bases para
Os trabalhos de investigação realizados mostraram que ciais I&D, 57 personalidades no Conselho Consultivo, 13 uma escola mais inclusiva e mais promotora de valores
o território é dotado de elevada geodiversidade pre- investigadores no Conselho Científico e 36 instituições como os da cidadania.
servando elementos com interesse em vários temas Associadas Fundadoras (Juntas de Freguesia e Escolas).
da geologia, nomeadamente geoformas residuais, gra- Esta organização demonstra a consolidação da perspe- Os 19 projetos de flexibilização curricular que foram
níticas, tectónicas, fluviais, eólicas e geoculturais, sen- tiva bottom-up que assiste ao desenvolvimento deste apresentados e validados pela equipa do geoparque,
do possível compreender vários aspetos da evolução geoparque. A apropriação do conhecimento sobre o incidem em várias disciplinas dos 4 ciclos de ensino das
do planeta desde o Câmbrico Inferior (540 milhões de território exerce um grande impacto positivo nos cida- 9 instituições públicas e privadas, e acrescem às 13 pro-
anos), permitindo a classificação legal de 13 Monumen- dãos, ao nível educativo, mas também ao nível turístico postas do projeto educativo do Geoparque Litoral de
tos Naturais (DL142/2008 de 24 de julho). e social, através da promoção do sentido de pertença e Viana do Castelo (Cf. www.geoparquelitoralviana.pt | O
identidade de valores comuns, e do bem-estar. Livro do Professor).
Estas áreas, com relevante valor científico e classifica-
das como Monumentos Naturais Locais, são o foco da Sendo a Educação um dos pilares do geoparque e ten-
dinamização turística e educativa do território, e os pila- do em consideração que os geoparques são, por ex-
res para a comunicação dos interesses da geodiversida- celência, territórios de ciência, foi recentemente criada,
de e dos restantes valores patrimoniais. A infraestrutura- ao abrigo do Orçamento Participativo Escolar, a Rede
ção da interpretação foi objeto de duas candidaturas ao Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação Científi-
programa operacional NORTE2020, tendo sido aprova- ca, cuja utilização partilhada pelas escolas se baseia no
do um montante global de 680 mil euros para equi- estímulo aos docentes para que desenvolvam projetos
4 LIVRO DE PROJETOS 5
6 LIVRO DE PROJETOS > REDE ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA LIVRO DE PROJETOS > REDE ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA 7

Agrupamento Agrupamento Agrupamento Agrupamento de Agrupamento Agrupamento Agrupamento


REDE ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE de Escolas dE de Escolas DE de Escolas dE Escolas dO de Escolas dE de Escolas dE de Escolas da
SANTA MARIA MONTE DA OLA MONSERRATE PINTOR JOSÉ DE ARGA E LIMA BARROSELAS Abelheira

DESIGNAÇÃO
DA UNIDADE
APOIO À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA MAIOR BRITO

Laboratório de Laboratório de Laboratório de Laboratório de Litoteca municipal Laboratório de Laboratório de


A Rede Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação A utilização dos laboratórios da Rede Escolar de Ciên- • Recolha e registo de património imaterial; processamento sondagem mecânica Comunicação de processamento Microscopia e de Fotogrametria
Científica é constituída por 6 unidades laboratoriais e cia e de Apoio à Investigação Científica é incentivada de amostras em e geofísica Ciência* de amostras em Petrografia
• Inventário e cadastro de património construí-
um núcleo de memória, instaladas nas escolas sede através de canais de financiamento dedicados, entre sedimentologia petrologia
do (incluindo arqueológico);
de agrupamento: Laboratório de Processamento de outros, mediante a participação no Orçamento Parti-
Amostras em Sedimentologia, Laboratório de Sonda- cipativo Escolar. • Conservação de amostras pedagógicas e cien-
gem Mecânica e Geofísica, Laboratório de Comuni- tíficas, e testemunhos de sondagem;

Científico
cação de Ciência, Laboratório de Processamento de

Apoio
A Rede Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação • Estudos de apoio à interpretação dos pa-
Amostras em Petrologia, Laboratório de Microscopia leoambientes;
Científica pretende apoiar o desenvolvimento e a im- Ricardo J. Carvalhido Luís Gonçalves (a designar) Diamantino I. Pereira Alexandra Esteves Pedro P. Simões Renato F. Henriques
e Petrografia, Laboratório de Fotogrametria e Litoteca
plementação da metodologia de trabalho de projeto (UM) (UM) (UM) (IPVC) (UM) (UM)
Municipal. • Estudos de apoio à interpretação da paleobiodi-
como a opção de fundo, e o foco central do desen- versidade;
volvimento curricular nas escolas de Viana do Castelo. • Ground Penetrating • Armários para exposição
São unidades de investigação descentralizada do geo- • Estudos apoiados em sondagens da crosta ter- Radar (GPR) @ 250Mhz e arquivo de amostras
parque, concretizando o papel crucial destas insti- • Agitador mecânico de
reste; • Conjunto de trados • Armários para arquivo
São ainda objetivos desta rede: crivos do tipo RO-TAP
• Tubos para armaze- de sondagens
tuições para o seu pleno desenvolvimento. Para além • Coluna de crivos (via • Computador para
• Monitorização e interpretação de processos namento de sondagens • Armários para arquivo

EQUIPAMENTOS
de consolidar a necessária aproximação das Escolas à seca e via húmida) produção audiovisual • Serra diamantada • Microscópios • VANT equipado para
• GPS de amostras processadas
• Estimular o conhecimento científico através da dinâmicos; • Tina de ultrassons
• Martelos de geólogo
• Software de edição • Polidor de esquírola petrográficos estudos de fotogrametria
Ciência - aos seus equipamentos, aos cientistas e aos • Quarteador mecânico audiovisual • Tabuleiro de esmeril
• Plintos e armários para
• Lupas binoculares • Computador
descoberta do meio local; • Bússola do tipo Silva exposição temporária de
problemas e metodologias em ciência - constitui o • Estudos baseados em fotografia aérea; • Estufa
• Computador
• Câmara de filmar HD • Polarizador
amostras
• Computador • Software de edição de
• Iluminadores IV para • Tripé • Microscópio petrográfico • Projetor Multimédia imagem
foco para que os professores e os alunos se permitam • Promover o gosto e a prática da ciência em OSL
• Impressora
• Microfone exterior • Câmara de vídeo
• Repositório de
• Câmara de vídeo • Impressora
• Preparação de amostras para datação absoluta; • Software para Património Imaterial
olhar para o território como um todo, integrado: na vi- contexto fora da sala de aula; • Balança com interface
processamento e
• Vara para microfone
• Computador
• Preparação de amostras para estudos em pa- • Computador
são do aluno, o seu espaço de aprendizagem expan- interpretação de • Impressora
• Incentivar o intercâmbio de conhecimentos • Impressora
informação geológica e • Etiquetador
de-se aos limites do concelho e permite uma noção linologia.
entre alunos e docentes do concelho e inves- geofísica (2D/3D) • Projetor multimédia
mais funda de identidade; para o professor, constitui o
tigadores;
desafio de pensar o ensino sem muros (territorial) nem A Rede Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação
paredes (interdisciplinar), um apelo ao trabalho cola- • Desenvolver a interdisciplinariedade. Científica adota um modelo de gestão pela equipa do
borativo docente e à intensificação das abordagens de Geoparque Litoral de Viana do Castelo, sendo a pro- • Banco de amostras
Pretende-se apoiar a dinamização escolar de proje- • Caracterização

POTENCIAL TECNOLÓGICO
priedade partilhada entre a Câmara Municipal de Viana pedagógicas
metodologia de projeto. Constitui um ponto de parti- sedimentológica para • Divulgação da atividade
tos fundamentados nos temas/domínios: • Banco de Imagens • Estudos de
do Castelo (equipamentos) e os Agrupamentos Escola- apoio à interpretação de científica em meio escolar
• Arquivo de lâminas
• Estudos de morfoscopia
monitorização de meios
da, material, para a acomodação da recém-anunciada paleoambientes • Prospeção geofísica (até • Registos de entrevistas • Execução de lâminas • Estudos de morfometria
res (infraestruturas).

INSTALADO
delgadas e seções polidas dinâmicos
autonomização e flexibilização de 25% do universo da • Comunicação de Ciência;
• Preparação de amostras 30 m) a cientistas residentes e delgadas
• Arquivo de sondagens
• Estudos de petrografia
• Estudos de
para datação absoluta • Prospeção mecânica visitantes • Execução de seções • Estudos de mineralogia
gestão curricular escolar. Os meios/materiais/equipamentos estão disponíveis • Separação mineralógica (até 7 m) • Arquivos audiovisuais polidas
• Arquivo de rochas e
• Registo fotográfico e
caracterização
• Projetos científicos interagrupamentos; minerais (regional) morfológica
por densidade de procedimentos vídeo
para uso de docentes e alunos do concelho, bem como • Arquivo de amostras • Estudos cadastrais
• Lavagem ácida de experimentais
• Sessões de divulgação científica à comunidade; investigadores, mediante reserva prévia no site: (colheita nacional)
minerais
• Arquivo de Património
www.geoparquelitoralviana.pt Imaterial

*Unidade Funcional de Rede (este laboratório comporta, também, uma Unidade de Apoio ao Geoparque, não integrada na Rede Escolar de Ciência).
8 LIVRO DE PROJETOS 9

O QUE SE PODE FAZER NOS


LABORATÓRIOS DA REDE?
10 LIVRO DE PROJETOS > O QUE SE PODE FAZER NOS LABORATÓRIOS DA REDE? 11

LABORATÓRIO DE
PROCESSAMENTO LABORATÓRIO DE
LITOTECA MUNICIPAL
DE AMOSTRAS EM FOTOGRAMETRIA
SEDIMENTOLOGIA

1) Requisição de material arquivado para utilização na sala de 1) Caracterização dimensional estatística de sedimentos e so- 1) Monitorização de sistemas dinâmicos (ex. evolução de man-
aula ou para apoio de trabalho a realizar em qualquer laborató- los (histograma, curva de frequências, curva cumulativa e me- chas de vegetação invasora-infestante; evolução do perfil de
rio da rede (amostras processadas – esquírolas, lâminas delga- didas descritivas como tendência central, dispersão, assimetria praia-duna; determinação das características de ondulação
das e testemunhos de sondagens, e respetivas fichas técnicas); e angulosidade da curva de distribuição - estatística numérica – velocidade, orientação, período e padrões de interferência
2) requisição online do arquivo fotográfico do geoparque; 3) e análise gráfica); 2) rotinas laboratoriais de extração e prepa- com estruturas construídas e naturais – refração e reflexão
visita à litoteca municipal para conhecimento do espólio ar- ração dos minerais (quartzo e feldspato) sobre os quais vai ser de ondas); 2) apoio à cartografia geomorfógica (média escala
quivado na unidade. medida a luminescência (realizada em laboratório exterior); 3) – ex. superfícies de aplanamento e alinhamentos estruturais;
preparação de amostras biológicas para envio a laboratórios grande escala – ex. plataformas costeiras); 3) reconstituição
exteriores para determinação de 14C; 4) preparação de sedi- fotogramétrica de geoformas de grande escala; 4) cadastro de
mentos para estudos à lupa binocular e ao microscópio petro- património construído (incluindo património arqueológico).
LABORATÓRIO DE gráfico (no Laboratório de Microscopia e Petrografia).
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
LABORATÓRIO DE
LABORATÓRIO DE PROCESSAMENTO DE
1) Registo audiovisual de atividades que envolvam os alunos MICROSCOPIA E DE AMOSTRAS EM PETROLOGIA
e o exercício da ciência. Criação de conteúdos educativos e PETROGRAFIA
promocionais sobre o património do Geoparque.
1) Tratamento de amostras de rochas do geoparque (e de ou-
tras localizações) para observação e descrição macroscópica
1) Realização de estudos sobre a forma e superfície dos grãos
LABORATÓRIO DE (esquírola de rocha) e observação e descrição microscópica
de quartzo (morfoscopia e morfometria) para determinação de
SONDAGEM MECÂNICA (lâmina delgada). Obs.: depois de processadas as rochas – as
características sobre o meio de transporte; 2) determinação da
E GEOFÍSICA equírolas e lâminas delgadas – e realizadas as descrições, as
composição mineralógica da fração areia; 3) realização de es-
amostras e fichas técnicas serão encaminhadas/arquivadas na
tudos de microscopia petrográfica (análise de seções delgadas
Litoteca Municipal (sendo possível ser requisitada) e a informa-
de rochas e montagens de grãos). Obs.: os dados (inclusive
ção disponibilizada para consulta online.
1) Execução de sondagens em solos e sedimentos com reco- registos fotográficos) serão encaminhados para arquivo na Li-
lha de material para tratamento estatístico dimensional (Labo- toteca Municipal.
ratório de Processamento de Amostras em Sedimentologia);
2) realização de perfis geofísicos (sem perfuração) em solos e
sedimentos para determinação da estratigrafia, de estruturas
(geológicas e elementos enterrados) e de características se-
dimentológicas, permitindo a obtenção de radargramas para
interpretação.
2 km
12 13

PROJETOS

1º ciclo

Conhecer para Preservar: o rio, o mar, a flora e o relevo


Viana é aMAR
As algas nos seus habitats
Gotinhas em Movimento - Educar para Preservar
Descobrindo o património ambiental e construído
Olhar o Rio, Fixar a Serra: geossítios do geoparque
Algas, para que vos quero!
14 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO 15

Conhecer para Preservar: o rio,


o mar, a flora e o relevo
Agrupamento de Escolas de Sta. Maria Maior
16 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Conhecer para Preservar: o rio, o mar, a flora e o relevo LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Conhecer para Preservar: o rio, o mar, a flora e o relevo 17

1. DESTINATÁRIOS
PROPOSTA PEDAGÓGICA
6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
Todos os alunos do 2º, 3º e 4º Anos de escolari-
dade – 154 alunos:

• duas turmas do 2º Ano – 45 alunos;


• duas turmas do 3º Ano – 46 alunos;
Conhecer para 1850€
• três turmas do 4º Ano – 63 alunos.

Preservar: o
2. DISCIPLINAS rio, o mar, a 4. CARGA HORÁRIA SOB 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)
7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
EXPERIMENTAL:

flora e o relevo
- Estudo do Meio. FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODO LETIVO
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
(POR DISCIPLINA)
1.º Período LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA E DE PETROGRAFIA
2º ANO
Estudo do Meio – 8 tempos de 60 minutos 2º Ano: 4 tempos de 60 minutos
3. (SUB) UNIDADES 3º Ano: 2 tempos de 60 minutos
CURRICULARES ABRANGIDAS 3º ANO 4º Ano: 4 tempos de 60 minutos
Estudo do Meio – 8 tempos de 60 minutos
2.º Período
À DESCOBERTA DO AMBIENTE NATURAL:
4º ANO
- Os seres vivos do seu ambiente.
Estudo do Meio – 10 tempos de 60 minutos 2º Ano: 2 tempos de 60 minutos
- Os aspetos físicos do meio local.
3º Ano: 2 tempos de 60 minutos
4º Ano: 3 tempos de 60 minutos

3.º Período

2º Ano: 2 tempos de 60 minutos


3º Ano: 4 tempos de 60 minutos
4º Ano: 3 tempos de 60 minutos
18 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Conhecer para Preservar: o rio, o mar, a flora e o relevo 19

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Esta candidatura integra-se no projeto curricular de • Identificar elementos básicos do meio físico
agrupamento “Mar Maior”, cartão de identidade do envolvente (rio, mar, flora e relevo).
agrupamento, que, de forma articulada e transversal, • Utilizar alguns processos simples de conheci-
convoca saberes e competências na construção e co- mento da realidade envolvente (observar, des-
LABORATÓRIO DE
municação do conhecimento do mar – intrinsecamen- crever, formular questões e problemas, avançar
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
te ligado ao nosso território e cultura e que se pretende possíveis respostas, ensaiar, verificar) assumindo
que seja, também, um território de Ciência. uma atitude de permanente pesquisa e experi-
mentação.
Globalmente, a proposta visa desenvolver a capacidade • Utilizar diferentes modalidades/registos para
LABORATÓRIO DE
MICROSCOPIA E DE investigativa – saber ciência e saber fazer ciência – e as comunicar a informação recolhida.
PETROGRAFIA dinâmicas do trabalho cooperativo e colaborativo nos
nossos alunos, pretendendo-se deste modo desenvol- O projeto é dinamizado a partir de conteúdos de Estu-
ver competências no domínio da literacia científica e do do Meio, mas trabalhado transversalmente em todas
no domínio da educação para a cidadania. No 1º Ci- as disciplinas, especialmente Português, Matemática e
clo, a disciplina de Estudo do Meio integra na sua matriz Expressão Plástica.
curricular a referência ao meio local, espaço vivido, que Em todos os anos de escolaridade, as descobertas rea-
deverá ser o objeto privilegiado de uma primeira apren- lizadas na concretização das diferentes atividades per-
dizagem metódica e sistemática. Assim, será através de mitirão:
situações diversificadas de aprendizagem que incluam - a produção de diferentes tipos de escrita;
o contacto direto com o meio envolvente, da realização - a elaboração de tabelas para registo dos mate-
de pequenas experiências e investigações que os alu- riais recolhidos;
nos irão apreendendo e integrando, progressivamente - a realização de composições (cartazes) usando
o significado dos conceitos. É ainda no confronto com a imagem e/ou a palavra.
problemas concretos no seio do meio local que os alu- A sessão de divulgação/apresentação dos resultados
nos vão adquirindo a noção de responsabilidade peran- vai ainda proporcionar uma situação de comunicação
te o ambiente e o exercício da cidadania. onde as crianças farão uma intervenção oral sobre as
descobertas realizadas.
Relativamente à disciplina de Estudo do Meio, no 1º ci-
clo, estas propostas enquadram-se nas seguintes metas
do seu programa curricular:
• Estimular a curiosidade dos alunos pelo am-
biente natural e pelos seus fenómenos.
20 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO 21

Viana é aMAR
Agrupamento de Escolas da Abelheira
22 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Viana é aMAR LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Viana é aMAR 23

1. DESTINATÁRIOS 4. CARGA HORÁRIA SOB 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA EXPERIMENTAL


FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
(POR DISCIPLINA)
PROJETOS CIENTÍFICOS INTERAGRUPAMENTOS;

Alunos dos 4.º Anos de escolaridade das escolas: SESSÕES DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA À COMUNIDADE;
21 horas distribuídas pelas
2000€ CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS PEDAGÓGICAS E CIENTÍFICAS;
E.B. 1 da Abelheira - 52 alunos disciplinas:
E.B. 1 do Calvário - 20 alunos ESTUDOS DE APOIO À INTERPRETAÇÃO DOS PALEOAMBIENTES;
E.B. 1 da Igreja - 43 alunos
- Estudo do Meio
ESTUDOS DE APOIO À INTERPRETAÇÃO À PALEODIVERSIDADE;
- Português
ESTUDOS APOIADOS EM SONDAGENS DA CROSTA TERRESTRE;
- Oferta Complementar
MONITORIZAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE PROCESSOS DINÂMICOS;
- Expressão Plástica
2. DISCIPLINAS PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS PARA DATAÇÃO ABSOLUTA;

PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS PARA ESTUDOS EM PALINOLOGIA.


Estudo do Meio, Português, Ofer-
ta Complementar, Expressão
Plástica. 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)
POR PERÍODO LETIVO

1.º Período 2.º Período 3.º Período


3. (SUB) UNIDADES
i) Visita de estudo ao Laboratório de Comunica-
CURRICULARES ABRANGIDAS PROPOSTA PEDAGÓGICA Visita de estudo ao Laboratório de Sondagem Visita de estudo ao Laboratório de Processa- ção de Ciência;
Mecânica e Geofísica. mento de Amostras em Petrologia.

Viana é aMAR
A ação do mar sobre a costa. ii) Visita ao Geoparque Litoral de Viana do Cas-
Exploração dos aspetos morfológicos da costa. telo, nomeadamente ao geossítio Alcantilado de
O passado do meio local. Montedor para os alunos verificarem, in loco, um
testemunho geomorfológico da erosão maríti-
ma e da ação da tectónica na região.
24 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Viana é aMAR 25

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Portugal, país com longa tradição marítima, tem tam- Pretendemos que os alunos sejam capazes de com-
bém, atualmente, múltiplas razões (políticas, económi- preender o funcionamento dos sistemas marinhos e
cas, sociais, científicas) para continuar a considerar o as suas interações com o meio e com o Homem, bem
LABORATÓRIO DE mar como setor prioritário. Ele apresenta-se como fator como saber utilizar os conhecimentos científicos e as
SONDAGEM MECÂNICA estratégico para a economia nacional, em geral, e, em ferramentas tecnológicas ligadas ao Mar.
E GEOFÍSICA particular para a economia local. Assim, a exploração
do mar e da costa marítima, os desportos naúticos e o As saídas de campo anuais servirão para monitorizar
Geoparque Litoral de Viana do Castelo apresentam-se a biodiversidade da nossa costa e os alunos poderão
como motores estratégicos dessa economia local. O entrar em contacto com a realidade experimental da
LABORATÓRIO DE
SONDAGEM MECÂNICA mar, enquanto conteúdo do currículo escolar nacional, investigação científica na área ambiental. A visita aos
E GEOFÍSICA pretende atribuir essa centralidade à temática do mar. O laboratório significa o contacto dos alunos com a am-
mar é literatura, é história, é geografia… é ciência… biente científico.

Assim, este projeto reconfigura-se como uma oportu-


LABORATÓRIO DE nidade para os alunos estabelecerem as primeiras ob-
MICROSCOPIA E DE
servações científicas e para a sua sensibilização para os
PETROGRAFIA
assuntos do mar. É um projeto de caracter interdisci-
plinar e destina-se a trabalhar, os conteúdos relacio-
nados com a ação do mar sobre a costa, a exploração
dos aspetos morfológicos da costa e a influência e/ou
vestígios do passado no meio local. Assim, pretende-se
explorar a costa marítima de Viana do Castelo, proceder
à recolha de dados de vida marinha nas praias rochosas
de Viana do Castelo e ao longo da sua costa. Este pro-
jeto procura conciliar as necessidades científicas, com
a divulgação científica e a educação dos jovens alunos.
O objetivo deste projeto visa a promoção científica e a
sensibilização para as questões de biodiversidade e dos
ecossistemas marinhos.
26 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO 27

As algas nos seus habitats


Externato de S. João Bosco
28 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > As algas nos seus habitats LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > As algas nos seus habitats 29

1. DESTINATÁRIOS

4. CARGA HORÁRIA SOB 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S) 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL


FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODO LETIVO
Cerca de 170 alunos do 1º CEB. (POR DISCIPLINA)
2.º Período
PROPOSTA PEDAGÓGICA O desenvolvimento deste projeto será realizado
na semana dedicada ao tema “O ambiente”,
SEMANA AMBIENTAL
500€
2. DISCIPLINAS inserido no Projeto Educativo da escola. • Visualização de um vídeo sobre as algas e os seus

As algas nos
habitats;

1.º ao 4.º Ano


• Saída de campo - visita à Praia Norte:
- Estudo do Meio; Português;
-Análise das diferentes espécies de algas pre-
Matemática; Expressões Artísticas

seus habitats
sentes nas rochas e na água;
e Físico Motoras; Inglês.
-Contacto com o ambiente marinho; 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
-Recolha e identificação de algumas algas EXPERIMENTAL
que farão parte do algário;
-Captação de imagens do ambiente; COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA;
3. (SUB) UNIDADES
CURRICULARES ABRANGIDAS • Saída de campo - visita à praia fluvial do Rio Lima; RECOLHA E REGISTO DE PATRIMÓNIO
IMATERIAL;
- Análise das diferentes espécies de algas
presentes nas rochas e na água; CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS PEDAGÓGI-
À descoberta dos outros e das instituições; - Contacto com o ambiente fluvial; CAS E CIENTÍFICAS;
- Recolha e identificação de algumas algas
À descoberta do ambiente natural; ESTUDOS DE APOIO À INTERPRETAÇÃO DOS
que farão parte do algário; PALEOAMBIENTES;
À descoberta dos materiais e dos objetos; - Captação de imagens do ambiente.
ESTUDOS DE APOIO À INTERPRETAÇÃO À
PALEODIVERSIDADE;
À descoberta das inter-relações entre espaços; • Análise no laboratório de microscopia e petrografia
das algas recolhidas;
À descoberta do passado do meio local.
• Tratamento das imagens recolhidas, no laboratório
de comunicação de ciência, para divulgar a atividade
científica no meio escolar e na comunidade.
30 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > As algas nos seus habitats 31

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA O presente projeto, “As algas nos seus habitats”, pre-
tende ser um contributo para incutir nos alunos o gos-
to pela reflexão e pela prática experimental, a partir do
LABORATÓRIO DE tema “As Algas”, proporcionando experiências e vivên-
MICROSCOPIA E DE cias educativas e pedagógicas, que levem ao desenvol-
PETROGRAFIA vimento de novas aprendizagens.

Durante uma semana, o tema será abordado nas várias


áreas curriculares: Estudo do Meio, Português, Mate-
LABORATÓRIO DE mática, Expressões Artísticas e Físico Motoras e Ofer-
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA ta Complementar. A execução das atividades propostas
permitirá uma maior consciencialização do tema, tanto
a nível global como local.

Envolverá cerca de 170 crianças do 1.º CEB. O projeto


será implementado de forma articulada entre as várias
áreas curriculares e com base no “Referencial de Edu-
cação para o Desenvolvimento - Educação Pré-Esco-
lar, Ensino Básico e Ensino Secundário” do Ministério da
Educação, 2016, constituindo-se, desta forma, um con-
tributo para a Educação para a Cidadania Global.

Após a realização de todas as atividades previstas para


o cumprimento deste projeto, divulgar-se-ão as apren-
dizagens e os trabalhados elaborados, à comunidade
educativa, através de uma apresentação.
32 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO 33

Gotinhas em Movimento
Educar para Preservar
Agrupamento de Escolas do Pintor José de Brito
34 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Gotinhas em movimento - Educar para Preservar LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Gotinhas em movimento - Educar para Preservar 35

1. DESTINATÁRIOS 3. (SUB) UNIDADES CURRICULARES ABRANGIDAS 4. CARGA HORÁRIA SOB


FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
(POR DISCIPLINA) 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO: • Expressões Artísticas e Físico Motoras: 1h ou 2h
(conforme a turma esteja ou não envolvida nos
ALIMENTAÇÃO Matemática: • Estudo do Meio: 1h e 30m projetos “Natação” e “Atletismo”)
- 18 turmas de alunos do 1º, 2º, 3º e 4º Anos de Números e operações; O desenvolvimento de cada unidade curricular proces- 15% de flexibilização curricular;
“Água rega, o sol cria” 15% de flexibilização curricular;
escolaridade a frequentar as 6 EB1 do Agrupa- Organização e Tratamento de Dados; sar-se-á ao longo de uma semana, prevendo-se que
mento. cada disciplina possa vir a utilizar a seguinte carga ho-
DIREITOS HUMANOS Geometria e Medida. • Português: 4h • Oferta Complementar: 1h
rária:
DIREITOS DAS CRIANÇAS 15% de flexibilização curricular; 15% de flexibilização curricular;
“A cada boca sua sopa” Expressões Artísticas e Físico Motoras:
Expressões Artísticas - técnicas e mate- • Matemática: 4h • Inglês: 1h
INVERNO riais;
5. PREVISÃO DA(S) 15% de flexibilização curricular; 15% de flexibilização curricular.
2. DISCIPLINAS “Inverno nebuloso, ano famoso” Expressões Físico Motoras - jogos.
ATIVIDADE(S) POR
GERMINAÇÃO DAS PLANTAS Oferta Complementar: PERÍODO LETIVO
“A terra diz: dá-me e eu dar-te-ei” TIC;
O Projeto será desenvolvido numa Cidadania.
lógica de transversalidade, criando- MEIOS AQUÁTICOS 1.º Período 2.º Período 3.º Período
-se condições educativas e pedagógi- “Água de mina ou nascente, fresca de verão e Inglês: Outubro: Janeiro: Abril:
cas que viabilizem a abordagem dos vários no inverno quente” Léxico e oralidade. Unidade curricular “Alimentação”; visita de estu- Unidade curricular “Inverno”; realização da ex- Unidade curricular “Meios Aquáticos”; visita de
conteúdos subjacentes à temática “A Água”, de
do à Azenha e Museu do Pão, em Outeiro; reali- periência “Estados da água”. estudo ao CMIA/Parque da Cidade; realização
acordo com as lentes das várias disciplinas do currículo. QUALIDADE DO AMBIENTE zação da experiência “Água potável”. da experiência “A poluição das águas - proces-
“Muda-te a ti próprio e o mundo mudará” Fevereiro: sos de purificação da água”.
- 1.º ao 4.º Ano de escolaridade - Estudo do
Novembro: Unidade curricular “Germinação das Plantas”;
Meio; Português; Matemática; Expressões Ar- Estudo do Meio: PROPOSTA PEDAGÓGICA Unidade curricular “Direitos Humanos/Direitos Maio:
realização da experiência “A influência da água
tísticas e Físico Motoras; Oferta Complementar; A saúde do meu corpo; das Crianças”; realização da experiência “Água na germinação das sementes”. Comunicação de Ciência nos Dias CEL - Dias
Inglês.

Gotinhas em
Aspetos físicos do meio; potável”. das Ciências, das Expressões e das Letras - ses-
Os seres vivos do ambiente próximo; Março: são de apresentação das experiências realizadas
Qualidade do ambiente; Dezembro: Comunicação de Ciência no Dia da Água (22 de em cada uma das EB envolvidas nos vários anos
À descoberta dos materiais e objetos.

Português:
movimento - Comunicação de Ciência - sessão de apresen-
tação das experiências realizadas em cada uma
Março), se o calendário escolar o permitir - ses-
são de apresentação das experiências realizadas
de escolaridade.

Educar para
das EB envolvidas nos vários anos de escolari- em cada uma das EB envolvidas nos vários anos Junho:
Oralidade; dade. de escolaridade. Unidade curricular “Qualidade do Ambiente”
Leitura e escrita; pesquisa sobre a poluição da zona costeira, en-

Preservar
Gramática; volvendo as famílias; realização de uma saída de
Educação literária. campo à Praia Norte para proceder a uma jorna-
da de limpeza da praia e a uma caminhada.
36 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Gotinhas em movimento - Educar para Preservar LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Gotinhas em movimento - Educar para Preservar 37

6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL 8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA O presente projeto, “Gotinhas em movimento – edu- Em cada período letivo desenvolver-se-ão duas unida- O trabalho do ano letivo culminará, por um lado, com
car para preservar”, pretende constituir-se em contri- des curriculares que envolverão a realização de diver- uma pesquisa apoiada pelas famílias sobre a poluição
buto importante para a institucionalização de procedi- sas atividades no âmbito das disciplinas de Estudo do costeira, em que se pretende que os alunos realizem
mentos de reflexão e prática experimental, a partir da Meio, Português, Matemática, Expressões Artísticas e uma reportagem fotográfica sobre o estado da costa de
LITOTECA MUNICIPAL grande temática “A Água”, criando condições educa- Físico Motoras, Oferta Complementar e Inglês. A par- Viana do Castelo e registem o observado em relatório
2500€ tivas e pedagógicas que permitam o desenvolvimento tir dos temas selecionados e da análise de provérbios específico; por outro, com uma saída de campo/cami-
de aprendizagens contextualizadas e potencialmente alusivos proceder-se-á à sua exploração didática. Neste nhada pela Praia Norte para proceder a uma jornada de
significativas, nomeadamente a criação de um espa- âmbito, terá sempre lugar uma atividade de trabalho ex- recolha de lixo e observação do meio.
ço laboratorial em cada Escola Básica do Agrupamen- perimental relacionada com “A Água” adaptada às várias
LABORATÓRIO DE idades envolvidas/ano de escolaridade. Além do previsto realizar, as dinâmicas locais poderão
to. Implicará 450 crianças da Educação Pré-escolar e
MICROSCOPIA E DE
do 1.º CEB. Será implementado transversalmente, com fazer emergir, ao longo do ano letivo, novas atividades
PETROGRAFIA
base nos pressupostos do “Referencial de Educação Terminado o trabalho das duas unidades curriculares associadas à temática em estudo, o que será registado
7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA para o Desenvolvimento – Educação Pré-Escolar, En- haverá lugar à organização de uma atividade de “co- para, oportunamente, ser comunicado.
EXPERIMENTAL sino Básico e Ensino Secundário” do Ministério da Edu- municação de ciência”, o que acontecerá durante uma
cação, 2016, assumindo-se, deste modo, como indutor manhã em cada uma das Escolas participantes. Preten-
LABORATÓRIO DE
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA de processos de Educação para a Cidadania Global. A de-se que nestas manhãs de “comunicação de ciência”
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA operacionalização das várias unidades e subunida- sejam apresentadas, por ano de escolaridade, experiên-
des curriculares ocorrerá, assim, provocando o vaivém cias realizadas nos dois meses anteriores. Tendo em vis-
permanente entre global e local ao nível das múltiplas ta estas apresentações, os alunos trabalharão em grupo
abordagens disciplinares. e com o apoio dos docentes para construir os mate-
riais necessários, identificando: a experiência em causa;
A opção pelo domínio “comunicação de ciência” está a justificação da sua realização; os seus objetivos; os
intimamente ligada ao conceito de aprendizagem que materiais usados; os procedimentos adotados na sua
se defende – a aprendizagem tem que fazer sentido realização; e as conclusões a que se chegou. Nestes
para as crianças, deve ser contextualizada, socialmente momentos de comunicação interpares haverá lugar a
necessária e pertinente. Residiu, portanto, no facto de perguntas do auditório aos comunicantes.
não só se entender que as crianças devem ser constru-
toras de conhecimento e transformar-se em formado- Aquando da participação dos alunos do 1.º CEB nos
ras dos seus pares como por se considerar imprescindí- Dias CEL (Dias das Ciências, das Expressões e das Le-
vel educar as crianças no sentido do exercício cidadão tras) do Agrupamento o tempo/espaço de “comunica-
de partilha social do conhecimento construído. ção de ciência” terá um caráter mais alargado, pois ha-
verá apresentações interescolas.
38 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO 39

Descobrindo o património
ambiental e construído
Agrupamento de Escolas de Barroselas
40 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Descobrindo o património ambiental e construído LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Descobrindo o património ambiental e construído 41

1. DESTINATÁRIOS PROPOSTA PEDAGÓGICA

4. CARGA HORÁRIA Português Estudo do Meio e


Expressões Artísticas
SOB FLEXIBILIZAÇÃO 8 h/semana
3.º e 4.º Anos de escolaridade.
Descobrindo o património CURRICULAR (POR 8 x 37h = 296 Físico-motoras
ASPECTOS FÍSICOS DO MEIO LOCAL Expressões artísticas (plástica): 3 h/semana
Distinguir formas de relevo existentes na ambiental e construído DISCIPLINA) 25% x 296h = 74h
3 x 37h = 111h
região; DESCOBERTA E ORGANIZAÇÃO PRO- 25% x 111h = 28h
Distinguir meios aquáticos existentes na região. GRESSIVA DE VOLUMES
Modelagem. 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)
2. DISCIPLINAS
ASPETOS FÍSICOS DE PORTUGAL POR PERÍODO LETIVO
Exploração dos aspetos morfológicos da DESCOBERTA ORGANIZAÇÃO PROGRES-
costa; SIVA DE SUPERFÍCIES
1.º Período 2.º Período 3.º Período
Estudo do Meio, Português, Ex- Ação do mar sobre a costa; Desenho;
Passado do meio local (3º Ano) Aspetos físicos do meio local (3º Ano) À descoberta das inter-relações entre a natureza
pressões artísticas, Expressões fí- Exploração dos aspetos morfológicos da Pintura.
e a sociedade (3º/4º Ano)
sico-motoras. costa.
Passado nacional (4º Ano) Aspetos físicos de Portugal (4º Ano)
EXPLORAÇÃO DE TÉCNICAS DIVERSAS
• Trabalhos de pesquisa - recolha, seleção e or-
À DESCOBERTA DAS INTER-RELAÇÕES ENTRE Recorte, colagem, dobragem, fotografia,
• Trabalhos de pesquisa - recolha, seleção e or- • Trabalhos de pesquisa - recolha, seleção e or- ganização da informação;
A NATUREZA E A SOCIEDADE cartazes.
ganização da informação; ganização da informação;
Agricultura no meio local;
Expressão Físico-motora: • Discussão, debate, partilha das descobertas;
3. (SUB) UNIDADES Influências dos fatores naturais;
• Discussão, debate, partilha das descobertas; • Discussão, debate, partilha das descobertas;
CURRICULARES ABRANGIDAS Principais atividades produtivas nacionais.
PERCURSOS NA NATUREZA • Visita à Falha das Ínsuas do Lima (3º Ano) - ati-
Colaborar com a sua equipa interpretan- • Visita à Casa dos Nichos (3º Ano) - atividade do • Visita às Relíquias do Rheic das Pedras Ruivas vidade do Geoparque;
Português:
do sinais informativos simples (no percurso Geoparque; (3º Ano) - atividade do Geoparque;
e no mapa), para que esta, acompanhada • Visita às Turfeiras das Chãs de Arga (4º Ano) -
Estudo do Meio: LEITURA E ESCRITA
pelo professor e colaboradores, cumpra • Visita à Citânia de Sta. Luzia (4º Ano) - atividade • Visita à Zona húmida de S. Simão (4º Ano) - ati- atividade do Geoparque;
Compreensão de texto;
um percurso na mata, bosque, montanha, do Geoparque; vidade do Geoparque;
O PASSADO DO MEIO LOCAL Pesquisa e registo de informação;
etc., combinando as habilidades aprendidas • Percursos pedestres (a definir)
Conhecer vestígios do passado local Produção de texto.
anteriormente, mantendo a perceção da • Percursos pedestres (trilho dos canos de água); • Percursos pedestres (ecovia da Praia Norte );
(3º Ano);
direção do ponto de partida e outros pon- • Elaboração de cartazes, maquetes,…
ORALIDADE
tos de referência. • Elaboração de cartazes, maquetes,… • Elaboração de cartazes, maquetes,…
O PASSADO NACIONAL Produção de discurso oral (apresentação
• Elaboração de apresentações em power point;
Conhecer personagens e factos da história na- oral; debate de ideias).
• Elaboração de apresentações em power point; • Elaboração de apresentações em power point;
cional com relevância para o meio local (4º Ano).
• Apresentação dos trabalhos na escola - ações
• Apresentação dos trabalhos na escola - ações • Apresentação dos trabalhos na escola - ações de sensibilização, exposições…
de sensibilização, exposições… de sensibilização, exposições…
42 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Descobrindo o património ambiental e construído 43

6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL 8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Na elaboração desta proposta tivemos em conta os se-
guintes pressupostos:
• Integração de todas ou quase todas as disci-
plinas da matriz curricular do 1º Ciclo, já que a
2000€ especificidade deste nível de ensino (monodo-
LITOTECA MUNICIPAL cência) facilita esta abordagem inter e transdis-
ciplinar;
• Sequencialidade na abordagem dos conteúdos;
• Integração de atividades do Geoparque.

Nesse sentido, as atividades a desenvolver incluirão:


• Trabalhos de pesquisa, utilizando diversas fon-
7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA tes, com recurso ao guião de pesquisa em uso
EXPERIMENTAL na escola (big six) procurando, assim, desenvol-
ver, entre outras, competências no âmbito da li-
teracia da informação;
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA • Visitas de estudo (Geoparque), em que os alu-
nos, além de terem a oportunidade de contactar
RECOLHA E REGISTO DE com o património natural e/ou construído, po-
PATRIMÓNIO IMATERIAL derão fazer registos in loco (fotos, desenhos…)
e, eventualmente recolher elementos naturais
(folhas, ramos, pedaços de rochas…) para estudo
em contexto de sala de aula;
• Debate, discussão e partilha das “descobertas”
que os alunos vão fazendo ao longo do processo;
• Elaboração de cartazes, desenhos, pinturas,
trabalhos de modelagem, maquetes…
• Realização de percursos pedestres incluídos
nas propostas do Geoparque;
• Apresentação dos trabalhos, não apenas em
contexto de sala de aula, mas, eventualmente,
num âmbito mais alargado (escola, comunida-
de), através de trabalhos em power point e/ou
exposições, publicações …

Nesta proposta privilegiar-se-á a metodologia de traba-


lho de projeto, recorrendo às técnicas da aprendizagem
cooperativa.
44 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO 45

Olhar o Rio, Fixar a Serra:


geossítios do geoparque
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima
46 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Olhar o Rio, Fixar a Serra: Geossítios do Geoparque LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Olhar o Rio, Fixar a Serra: Geossítios do Geoparque 47

1. DESTINATÁRIOS

6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL

3º e 4º Ano - 120 alunos

PROPOSTA PEDAGÓGICA
2400€
2. DISCIPLINAS

Estudo do Meio.
Olhar o Rio,
3. (SUB) UNIDADES
Fixar a Serra: 4. CARGA HORÁRIA SOB
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)
POR PERÍODO LETIVO 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
EXPERIMENTAL
CURRICULARES
ABRANGIDAS Geossítios do (POR DISCIPLINA)

3º E 4º ANO - 16h (4 manhãs) VISITAS DE ESTUDO: COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA;

À descoberta do ambiente natural:


- os seres vivos do seu ambiente;
- os aspetos físicos do meio local.
Geoparque 11 % da carga horária de Estudo do Meio sob fle-
xibilização curricular.
- Dunas do Faro de Anha
RECOLHA E REGISTO DE PATRIMÓNIO IMATERIAL;

INVENTÁRIO E CADASTRO DE PATRIMÓNIO;


- Mamoas de Afife e Cemitério de praias de Montedor

- Citânia de Sta luzia e Planalto Granítico de Sta. Luzia


48 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Olhar o Rio, Fixar a Serra: Geossítios do Geoparque 49

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Esta candidatura integra-se no projeto do agrupamen- Enquanto projeto de ação procura pôr em prática um
to «Olhar o Rio ( Lima), fixar a serra ( Arga)». Este pro- conjunto de iniciativas que se constituam como opor-
jeto permite albergar atividades muito diversificadas, tunidades para o desenvolvimento de descritores de
destinadas a diferentes públicos, mas unidas por obje- desempenho no domínio da leitura nas suas diferen-
LABORATÓRIO DE
tivos gerais comuns. Os professores  poderão, assim, tes aceções e implicações, mas também nos domínios
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
desenvolver atividades  com públicos-alvo diversifica- das diferentes literacias, da escuta ativa, da oralidade e
dos, como  crianças da educação pré-escolar, alunos da escrita. O trabalho experimental baseado na obser-
dos ensinos básico e secundário, com os encarregados vação, registo, interpretação, pesquisa para procura da
de educação, com adultos das comunidades em que o informação e sua transformação em conhecimento, a
agrupamento de escolas de Arga e Lima se insere, com recolha de informação em fontes orais e no encontro
as autarquias, com a equipa que coordena o Geoparque com a riqueza cultural permitirão aos alunos consolidar
Litoral de Viana do Castelo, com quem, como dizia o competências que permitam desenvolver a sua auto-
poeta «vier por bem». nomia, o espírito critico e, simultaneamente, a tomada
Ver, ouvir, ler, sentir e fazer para Conhecer e para SER de consciência dos problemas e das potencialidades do
serão os verbos orientadores da ação. meio em que o agrupamento se insere.  

A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de


pensamento, através dos séculos, capacitou o homem
a ser menos escravizado. (André Malraux)
   
O projeto resulta, como aliás acontece com  todos os
outros,  da análise feita de dados recolhidos na autoa-
valiação do agrupamento, no relatório de avaliação ex-
terna, no Plano de melhoria. Procura contribuir , à sua
medida, para alcançar as metas do Projeto  Educativo, 
os objetivos do Plano anual de atividades,  as fragilida-
des diagnosticadas nos Projetos curriculares de Turma e
os resultados do Plano de Ação Estratégico  concebido
no presente ano letivo para combater o insucesso.
50 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO 51

Algas, para que vos quero!


Externato S. João Bosco
52 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Algas, para que vos quero LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Algas, para que vos quero 53

1. DESTINATÁRIOS 4. CARGA HORÁRIA SOB 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)


FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODO LETIVO
(POR DISCIPLINA)
1.º Período 2.º Período 3.º Período
Cerca de 180 alunos do pré-escolar e do 1º CEB. O desenvolvimento deste projeto será realizado na
semana dedicada ao tema “O ambiente” inserido • Saída de campo à Porta do Atlântico: • Visita de um sargaceiro à escola; • Elaboração de lembranças com algas para
no Projeto Educativo da escola. - Observação das algas no habitat natural. o Dia da Mãe;
- Recolha de diferentes tipos de algas; • Pesquisa e elaboração de trabalhos sobre:
- os trajes adequados à prática do sargaço; • Dia Mundial dos Oceanos;
2. DISCIPLINAS • Construção de um algário; - regiões que se dedicam a esta prática;
- a utilidade das algas (alimentação, medica- • Dia Europeu do Mar;
• Pesquisa sobre as características das algas: mentos, fertilizantes…);
Pré-escolar; cor, textura, cheiro; • Criação de composições plásticas com/so-
• Visita ao museu do sargaço, em Castelo de bre algas;
1.º ao 4.º Ano de escolaridade - Es- PROPOSTA PEDAGÓGICA • Observação, em laboratório, das algas re- Neiva;
tudo do Meio; Português; Matemáti- colhidas; • Estudo de obras com tema das algas (“A
ca; Expressões Artísticas e Físico Moto- • Visita à fábrica de sabonetes na Zona Indus- alga que queria casar”, de Ana Vilela; “A alga
ras; Inglês. • Dia da alimentação; trial do Neiva; que queria ser flor”, de Ana Cristina Tavares,…)
e visita das autoras à escola.
• Dia Nacional do Mar. • Elaboração de lembranças com algas para
o Dia do Pai.
3. (SUB) UNIDADES
CURRICULARES ABRANGIDAS

Algas, para que


7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
EXPERIMENTAL
À descoberta dos outros e das instituições;

À descoberta do ambiente natural;

À descoberta dos materiais e dos objetos;


vos quero! 6. ESTIMATIVA
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

RECOLHA E REGISTO DE PATRIMÓNIO IMATERIAL

CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS PEDAGÓGICAS E


À descoberta das inter-relações entre espaços; ORÇAMENTAL 500€ CIENTÍFICAS

ESTUDOS DE APOIO À INTERPRETAÇÃO DOS


À descoberta do passado do meio local. PALEOAMBIENTES

ESTUDOS DE APOIO À INTERPRETAÇÃO À PAL-


EODIVERSIDADE
54 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 1º CICLO > Algas, para que vos quero 55

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA O presente projeto, “Algas, para que vos quero!”, pre-
tende ser um contributo para incutir nos alunos o gos-
to pela reflexão e pela prática experimental, a partir do
tema “As Algas”, proporcionando experiências e vivên-
LITOTECA MUNICIPAL cias educativas e pedagógicas, que levem ao desenvol-
vimento de novas aprendizagens.

Envolverá cerca de 180 crianças da Educação Pré-Es-


colar e do 1.º CEB. O projeto será implementado de for-
LABORATÓRIO DE
MICROSCOPIA E DE ma articulada entre as várias áreas curriculares e com
PETROGRAFIA base no “Referencial de Educação para o Desenvolvi-
mento - Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Ensino
Secundário” do Ministério da Educação, 2016, consti-
tuindo-se, desta forma, um contributo para a Educação
LABORATÓRIO DE para a Cidadania Global.
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
Ao longo do ano letivo, o tema será abordado nas vá-
rias áreas curriculares: Estudo do Meio, Português, Ma-
temática, Expressões Artísticas e Físico Motoras, Ofer-
ta Complementar, Inglês. A execução das atividades
propostas permitirá uma maior consciencialização do
tema, tanto a nível global como local.

Após a realização de todas as atividades previstas para


o cumprimento deste projeto, divulgar-se-ão as apren-
dizagens e os trabalhados elaborados, à comunidade
educativa.

É de referir que, ao longo do ano letivo, poderão sur-


gir novas atividades relacionadas com este projeto, das
quais se fará o registo, em momento oportuno.
56 57

PROJETOS

2º ciclo

Espécies vegetais naturais de Portugal


Escrito na Rocha
58 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO 59

Espécies vegetais
naturais de PortugaL
Agrupamento de Escolas de Monte da Ola
60 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO > Espécies vegetais naturais de Portugal LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO > Espécies vegetais naturais de Portugal 61

1. DESTINATÁRIOS 4. CARGA HORÁRIA SOB 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)


FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODO LETIVO
3. (SUB) UNIDADES CURRICULARES ABRANGIDAS (POR DISCIPLINA) 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
1.º Período
Matriculados no 5º/6º Ano da EB Monte da Ola; Visita guiada a viveiros de espécies naturais de
CIÊNCIAS NATURAIS:
EB Senhora da Oliveira e EB do Cabedelo. CIÊNCIAS NATURAIS: PORTUGUÊS: Portugal.
A estimativa será de 3% estimada para a discipli-
Relação dos seres vivos com o am- Produzir textos escritos de diferentes Colheita e reprodução de diversas sementes.
na envolvida durante o ano letivo.
biente; as rochas e o solo. categorias e géneros e mobilizando as Dias comemorativos.
diferentes etapas da produção textual. Percurso pedestre ao Monte Galeão. 1000€
1º CICLO:
ESTUDO DO MEIO:
Neste nível de ensino a percentagem de flexibili-
Identificar elementos básicos do meio MATEMÁTICA: 2.º Período
zação, a obter por divisão pela carga horária glo-
2. DISCIPLINAS físico envolvente (flora, relevo e fauna); Números e operações (NO); Debate sobre a temática “espécies autóctones”.
bal estimada para as disciplinas envolvidas, para Plantação de espécies naturais de Portugal no
realizar experiências e observar formas geometria e medida (GM);
o ano letivo considerado reveste-se de alguma recinto escolar e no Monte Galeão.
de reprodução das plantas (germina- organização e tratamento de dados
dificuldade para calcular a sua mensurabilidade, Criação de um herbário.
ção das sementes, reprodução por es- (OTD).
- Ciências Naturais; visto que as disciplinas se interligam e a idade Teatro com temática ambiental.
taca…).
dos alunos é um fator a considerar. Contudo, e Dias comemorativos.
EXPRESSÕES:
- Estudo do Meio; num esforço de estimativa, considera-se que a
Escolher e realizar habilidades apro-
percentagem destinada para as áreas de portu-
priadas em percursos na Natureza de 3.º Período
- Português; guês e de matemática será de 8% para cada, no
acordo com as características do ter- Dias comemorativos.
total de 16%; estudo do meio e de expressões
reno e os sinais de orientação com os Exposição interescolas.
- Matemática; 3,5% para cada no total de 7% e oferta comple-
colegas e respeitando as regras de se- Percurso pedestre ao Monte Galeão.
mentar 2%.

Espécies
gurança e preservação do ambiente.
- Expressões;

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA:


- Educação para a Cidadania. COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA; ESTUDOS DE APOIO À INTERPRETAÇÃO À PALEODIVERSI-

vegetais
Utilizar o conhecimento para inter- DADE;
pretar e avaliar a realidade envolvente, PROJETOS CIENTÍFICOS INTERAGRUPAMENTOS;
para formular e debater argumentos, ESTUDOS APOIADOS EM SONDAGENS DA CROSTA TERRESTRE;
SESSÕES DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA À COMUNIDADE;

naturais de
para sustentar posições, opções e ca-
PROPOSTA pacidades fundamentais, para a parti- 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA RECOLHA E REGISTO DE PATRIMÓNIO IMATERIAL;
MONITORIZAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE PROCESSOS
DINÂMICOS;
EXPERIMENTAL
PEDAGÓGICA cipação ativa na tomada de decisões
fundamentadas numa sociedade de- INVENTÁRIO E CADASTRO DE PATRIMÓNIO CONSTRUÍDO ESTUDOS BASEADOS EM FOTOGRAFIA AÉREA;

Portugal
(INCLUINDO ARQUEOLÓGICO);
mocrática. PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS PARA DATAÇÃO ABSOLUTA;
CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS PEDAGÓGICAS E CIENTÍFICAS;
PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS PARA ESTUDOS EM PALINO-
ESTUDOS DE APOIO À INTERPRETAÇÃO DOS PALEOAMBI- LOGIA;
ENTES;
62 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO > Espécies vegetais naturais de Portugal LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO > Espécies vegetais naturais de Portugal 63

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
1º Período 3º Período
LABORATÓRIO DE Na “Visita guiada a viveiros de espécies naturais de Por- Na atividade “Exposição interescolas” necessitamos
LABORATÓRIO DE tugal” necessitamos do recurso Laboratório de Comu-
PROCESSAMENTO da colaboração do Laboratório de Fotogrametria com
MICROSCOPIA
DE AMOSTRAS EM nicação e Ciência (câmara de filmar HD, tripé, microfo- software de edição de imagem.
E PETROGRAFIA
SEDIMENTOLOGIA ne exterior, vara para microfone).
Os “Dias comemorativos” serão trabalhados de acordo
Na atividade “Colheita e reprodução de diversas semen- com o calendário escolar e sempre que possível serão
LABORATÓRIO DE LABORATÓRIO DE tes”- solicitamos sementes e plantas autóctones em coordenados com a proposta pedagógica.
SONDAGEM MECÂNICA PROCESSAMENTO DE fase de crescimento (serviços da Administração Flores-
E GEOFÍSICA AMOSTRAS EM PETROLOGIA tal, CMIA e Horto Municipal) bem como armários para A previsão das atividades propostas tem como suporte
arquivo de amostras e etiquetador. a promoção junto da comunidade educativa do valor e
do conhecimento da importância que as espécies natu-
“Percurso pedestre ao Monte Galeão”- Nesta atividade rais têm na conservação do solo, na regulação do clima
LABORATÓRIO DE será útil a câmara de filmar HD, software de edição au-
LITOTECA MUNICIPAL e do ciclo hidrológico, enquanto suporte de biodiversi-
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
diovisual, computador para produção audiovisual, im- dade, sumidouro de dióxido de carbono e na produção
pressora e projetor multimédia. de matérias-primas fundamentais à nossa vida quoti-
diana. Todos os alunos irão conhecer as espécies au-

LABORATÓRIO DE
2º Período tóctones, indígenas, espontâneas ou nativas originárias
de uma determinada área que crescem em comuni-
FOTOGRAMETRIA dades com outras espécies vegetais e animais, provi-
Na atividade “Debate sobre a temática espécies autóc-
denciando proteção e alimento. Terão oportunidade de
tones”, será útil o recurso da rede escolar, Litoteca Mu-
defender o cultivo de espécies autóctones no recinto
nicipal para o uso de um projetor multimédia, plintos e
escolar e a sua proliferação no ambiente próximo.
armários para exposição temporária de amostras. Serão
convidados especialistas na área da proposta pedagó-
gica.

“Plantação de espécies naturais de Portugal no recinto


escolar e no Monte Galeão” - Nesta atividade solicita-
mos a colaboração da Junta de Freguesia.
64 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO 65

Escrito na Rocha
Agrupamento de Escolas da Abelheira
66 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO > Escrito na rocha LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO > Escrito na rocha 67

1. DESTINATÁRIOS

6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
Alunos do 5º Ano de escolaridade PROPOSTA PEDAGÓGICA

2. DISCIPLINAS
Escrito na rocha 4. CARGA HORÁRIA SOB
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)
POR PERÍODO LETIVO
1500€
(POR DISCIPLINA)
2.º Período
Educação Visual/Tecnológica; Educação Visual/Tecnológica: 5.º Ano - 17 x 90 minutos.
Ciências da Natureza; História e 24 tempos;
Geografia de Portugal. 3.º Período
Ciências da Natureza: 5.º Ano - 6 x 90 minutos.
12 tempos;

História e Geografia de Portugal: Conhecer e uti- História e Geografia de Portugal:


lizar mapas em Geografia e em História; Identi- 10 tempos;
3. (SUB) UNIDADES CURRICULARES ficar diferentes formas de representação da su-
perfície terrestre: globo, mapas, fotografia aérea,
ABRANGIDAS
se localiza; Compreender a importância das ro- imagem de satélite; Interpretar o conceito de COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA;
chas e dos minerais; Apresentar uma definição escala através da observação e comparação de
de rocha e de mineral; Distinguir diferentes gru- mapas de escalas diferentes; Caracterizar os prin- SESSÕES DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA À COMUNIDADE;
Educação Visual/Tecnológica: A textura enquan- cipais tipos de costa em Portugal (baixa/arenosa 7. DOMÍNIOS
pos de rochas, com base em algumas proprie-
to aspeto visual das superfícies; Organização do dades, utilizando chaves dicotómicas simples; e alta/escarpada); Caracterizar o relevo da região DA PRÁTICA RECOLHA E REGISTO DE PATRIMÓNIO IMATERIAL;

espaço; Representação do espaço; Propriedades Reconhecer a existência de minerais na consti- onde habita; Conhecer e compreender as primei- EXPERIMENTAL CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS PEDAGÓGICAS E CIENTÍFICAS;
dos materiais; Transformação das Matérias Pri- tuição das rochas, com base na observação de ras comunidades humanas da Península Ibérica;
mas; Métodos de medição e escalas. amostras de mão; Referir aplicações das rochas Caracterizar as primeiras manifestações artísticas ESTUDOS APOIADOS EM SONDAGENS DA CROSTA TERRESTRE;
e dos minerais em diversas atividades humanas, dos primeiros grupos humanos, localizando ves-
Ciências da Natureza: A importância das rochas tígios de arte rupestre na Península Ibérica; As pri- ESTUDOS BASEADOS EM FOTOGRAFIA AÉREA;
com base numa atividade prática de campo na
e do solo na manutenção da vida; Caracterizar região onde a escola se localiza. meiras comunidades humanas da Península Ibé-
três habitats existentes na região onde a escola rica; Os Romanos na Península Ibérica.
68 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > 2º CICLO > Escrito na rocha 69

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Considerando que o aluno é agente ativo na constru- Assim, para além dos relatórios produzidos, pretende-
ção do seu próprio conhecimento, tendo o professor -se criar outro tipo de materiais privilegiando a comuni-
um papel de facilitador, as atividades práticas, nomea- cação à escola e à comunidade através de: publicação
LABORATÓRIO DE damente as visitas de estudo/saídas de campo, são de artigos para a página da escola/biblioteca escolar;
PROCESSAMENTO
consideradas parte integrante dos currículos, reco- afixação de cartazes com textos e fotografias; passa-
DE AMOSTRAS EM
SEDIMENTOLOGIA nhecendo-se diversos benefícios que vão para além gem de filmes feitos pelos alunos; e exposição dos tra-
da aprendizagem de conteúdos de natureza científica, balhos produzidos.
potenciando a autonomia e a criatividade dos alunos,
tendo por base os recursos naturais existentes no Geo-
LABORATÓRIO DE
SONDAGEM MECÂNICA parque.
E GEOFÍSICA
Assim, pretende-se abordar diversas temáticas previstas
nos programas das disciplinas intervenientes, promo-
vendo a aprendizagem dos alunos através de atividades
LABORATÓRIO DE de trabalho de campo, constituindo-se situações de
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA aprendizagem que favorecem a aquisição de conheci-
mentos, proporcionando o desenvolvimento de técni-
cas de trabalho e facilitando a sociabilidade.

A visita deverá ser preparada pelos professores, através


LABORATÓRIO DE
FOTOGRAMETRIA de uma visita prévia aos locais, com o apoio dos téc-
nicos do geoparque, para recolher informações e da-
dos que permitam a elaboração de um guião e fichas
de trabalho.

O envolvimento da Biblioteca Escolar, enquanto cen-


tro de recursos educativos, será uma mais valia para a
organização e interpretação da informação recolhida,
bem como no apoio técnico aos professores das disci-
plinas envolvidas.
70 71

PROJETOS

Secundário Profissional

O Homem no seu Tempo e no seu Lugar


72 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > SECUNDÁRIO PROFISSIONAL 73

O Homem no seu Tempo


e no seu Lugar
Agrupamento de Escolas de Monserrate
74 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > SECUNDÁRIO PROFISSIONAL > O Homem no seu Tempo e no seu Lugar LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > SECUNDÁRIO PROFISSIONAL > O Homem no seu Tempo e no seu Lugar 75

1. DESTINATÁRIOS PROPOSTA PEDAGÓGICA 4. CARGA HORÁRIA SOB 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)


FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODO LETIVO
(POR DISCIPLINA)
1.º Período 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
Curso Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural (2016-2019). As disciplinas envolvidas contribuirão com 20% da sua - Visita guiada aos geossítios para conhecimento

O Homem carga horária global: das realidades locais (Unidades curriculares 2,4,5
e 6).

no seu História, Animação e Marketing Turístico:


20 em 100 horas previstas; - Divisão dos alunos por grupos de trabalho e
atribuição de um geossítio de acordo com a lo- 2200€
2. DISCIPLINAS Instrumentos para a criação de projetos
e empresas turísticas:
Tempo Economia e Gestão Turística:
15 em 75 horas previstas;
calização/ proximidade e interesse/ pertinência.

e no seu
Análise SWOT; - Planificação das visitas por grupos e por geos-
Execução financeira de projetos. Área de Integração: sítios: calendarização, metodologia de recolha,
11º ANO 12 em 60 horas previstas. recursos, estabelecimento de contactos (Unida-
História, Animação e Marketing Tu-
rístico, Economia e Gestão Turística,
Planeamento e organização de projetos
de animação: Lugar des curriculares 2,4,5 e 6).

Área de Integração. Potencialidades da animação na região; 2.º Período


Plano de animação turística; - Visitas por grupos aos locais predefinidos para
Plano de marketing. recolha e registo do Património Imaterial em 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
formato áudio, vídeo, fotográfico (Unidades cur- EXPERIMENTAL
Procura e oferta turística: riculares 1, 2,4,5, 6 e 7).
3. (SUB) UNIDADES
Atrações turísticas;
CURRICULARES ABRANGIDAS - Tratamento dos dados recolhidos.
RECOLHA E REGISTO DE PATRIMÓNIO IMATERIAL
Atividades recreativas e de entretenimento.

Sociologia do lazer: 3.º Período


Animação Turística: -Conclusão do tratamento de dados;
Uso dos tempos livres, atividades de lazer e prá-
O animador turístico: perfil e funções;
ticas culturais das gentes do Litoral Norte.
A animação turística no âmbito do turismo de -Divulgação do trabalho efetuado junto da co-
natureza. munidade educativa através de:
Técnicas de Animação:
A expressão corporal - dramatizações, jogos tra- • exposições;
Homem-Natureza: uma relação sustentá-
dicionais e atividades lúdicas; • vídeos;
vel?:
A expressão oral - tradições, canções, expres- • publicações;
Artes e ofícios;
sões populares, ditados, provérbios. • dramatizações
Qualidade de vida e bem estar;
(Unidades curriculares 1 e 7).
Desequilíbrios regionais.
76 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > SECUNDÁRIO PROFISSIONAL > O Homem no seu Tempo e no seu Lugar 77

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Tendo em conta que a dimensão humana é indissociá-
vel da natureza e que o conhecimento da realidade e
das práticas socio-ambientais permitirá difundir o ideal
LABORATÓRIO DE da sustentabilidade tão necessário ao presente como às
PROCESSAMENTO
gerações futuras, a nossa proposta tem como objetivo
DE AMOSTRAS EM
SEDIMENTOLOGIA a recolha e o registo da memória coletiva, da identidade
dos lugares, isto é, do Património Imaterial dos Geos-
sítios, para que possamos devolvê-lo a todos nós e a
todos os que nos visitam.
LABORATÓRIO DE
FOTOGRAMETRIA Os alunos farão a recolha desse património (usos; tra-
dições, lendas, contos, mitos, canções, gastronomia,
trajes e artes e ofícios) de acordo com o Kit do DGPC-
Matriz PCI. Pretende-se que, no segundo ano de imple-
LABORATÓRIO DE mentação do projeto, os alunos apresentem propostas
SONDAGEM MECÂNICA de divulgação turística do Geoparque no âmbito das
E GEOFÍSICA
Provas de Aptidão Profissional, PAP.

LABORATÓRIO DE
MICROSCOPIA
E PETROGRAFIA

LABORATÓRIO DE
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

LABORATÓRIO DE
PROCESSAMENTO DE
AMOSTRAS EM PETROLOGIA
78 79

PROJETOS

Interciclo

O Maravilhoso Mundo da Areia O nosso património com criatividade e imaginação


Imagens da Ciência pela Pintor A nossa história escrita nas rochas
Os sedimentos, e o passado e o presente das rochas Olhar o Rio, Fixar a Serra: memória(s) geo(cultural) de Arga e Lima
À Descoberta das Rochas e dos Minerais O nosso património com criatividade e imaginação
O impacto e os vestígios da Pequena Idade do Gelo nas freguesias A nossa história escrita nas rochas
de Darque, Vila Nova de Anha, Chafé e Castelo de Neiva
Olhar o Rio, Fixar a Serra: memória(s) geo(cultural) de Arga e Lima
Narrar a Terra com Ciência e Arte
80 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 81

O Maravilhoso Mundo
da Areia
Agrupamento de Escolas de Monserrate
82 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O Maravilhoso Mundo da Areia LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O Maravilhoso Mundo da Areia 83

1. DESTINATÁRIOS 3. (SUB) UNIDADES Secundário 4. CARGA HORÁRIA SOB 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S) 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
CURRICULARES ABRANGIDAS 11º Ano Física e Química A - Mineralização das FLEXIBILIZAÇÃO POR PERÍODO LETIVO
águas e processo de dissolução: CURRICULAR
• Processo de dissolução de sais na água
(POR DISCIPLINA) 1.º Período
do mar. 1º Ciclo - Pesquisa com e na biblioteca escolar;
Alunos dos 1.º, 2.º, 3.º, 4.º, 7º , 10º, 11º e 12º Anos 1º Ciclo
do Agrupamento de Escolas de Monserrate. 1.º, 2.º, 3.º e 4.º Anos - À descoberta do meio 1º e 3º Ciclos - Aprendizagem das técnicas de
(cerca de 600 alunos) natural:
11º Ano de Biologia e Geologia- Processos e recolha de amostras. Utilização do Laboratório 2500€
materiais geológicos importantes em ambientes 1º Ciclo:
• Aspetos físicos do meio local; de Comunicação em Ciência.
terrestes: Estudo do Meio 1º,2º,3º e 4º Anos - 6h
• O contacto entre a Terra e o Mar; Percentagem da carga letiva anual - 6%
• Formação e classificação das rochas se- 2.º Período
• Ação do mar sobre a costa.
dimentares. 1º e 3º Ciclos - Saídas de campo com recolha
Português 1º,2º,3º e 4º Anos - 6h
2. DISCIPLINAS 1.º, 2.º, 3.º e 4.º Anos - À descoberta dos mate- Percentagem da carga letiva anual - 3%
das amostras de água e de areia a diferentes pro-
Curso de Técnico de Análise Laboratorial fundidades e sua localização. Utilização do La-
riais e objetos:
• Conhecimento das rochas existentes no
12º Ano Análises Químicas: boratório de Sondagem Mecânica e Geofísica; 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
• Análise de substâncias; Expressão Plástica 1º,2º,3º e 4º Anos - 6h
1º Ano - Estudo do Meio, Expres- ambiente próximo e identificação de al- Percentagem da carga letiva anual - 7%
Secundários - Estudo da granulometria. Utiliza- EXPERIMENTAL
• Parâmetros físicos “in situ” e amostra- ção do Laboratório de Processamento de Amos-
são Plástica, Português e Expres- gumas das suas caraterísticas como a cor,
gem de águas. tras em Sedimentologia;
são Físico-Motora; textura, dureza; Expressão Físico Motora 1º,2º,3º e 4º Anos - 6h Comunicação de ciência
1º e 3º ciclos e Secundário - Observação das
• Conhecimento e manipulação de equi- Percentagem da carga letiva anual - 7%
12º Ano Química Aplicada: amostras. Utilização do Laboratório de Micros-
2º Ano - Estudo do Meio, Expressão Plás- pamento científico; Sessões de divulgação científica à comunidade
• Identificação de substâncias, análises fí- copia e de Petrografia;
tica, Português e Expressão Físico-Motora; • Identificação de diferentes sedimentos 3º Ciclo:
sico-química e microbiológicas. Secundário - Utilização dos Laboratórios de Conservação de amostras pedagógicas e científicas
com base na cor, composição e forma Ciências Naturais - 12h Química da ESM para análise dos micro-orga-
3º Ano - Estudo do Meio, Expressão Plástica, dos grãos de areia; Percentagem da carga letiva anual - 10% Estudos de apoio à interpretação dos paleoambientes
nismos das águas recolhidas.
Português e Expressão Físico-Motora; • Uso da areia como material natural para
Estudos de apoio à interpretação à paleodiversidade
exploração, manipulação e transforma- PROPOSTA PEDAGÓGICA Secundário: 3.º Período
4º Ano - Estudo do Meio, Expressão Plástica, ção de materiais. Física e Química A 11º Ano - 6h Estudos apoiados em sondagens da crosta terrestre
1º Ciclo - Exposição de trabalhos na sede do
Português e Expressão Físico-Motora; Percentagem da carga letiva anual - 3 a 5% Agrupamento. Utilização do Laboratório de Co- Monitorização e interpretação de processos dinâmicos
3º Ciclo
municação em Ciência;
7º Ano - Ciências Naturais; 7º Ano Ciências Naturais - Dinâmica externa da
Terra:
O Maravilhoso Biologia e Geologia 11º Ano - 6h
Percentagem da carga letiva anual - 3 a 5%
Secundário - Utilização dos Laboratórios de
Química da ESM para a determinação da salini-
Preparação de amostras para datação absoluta

11º Ano - Biologia e Geologia, Física e Química A; • A diversidade das paisagens geológicas;
• Minerais como unidades básicas das ro- Mundo da Areia Análises Químicas 12º Anos - 9h
dade das águas das praias;
Secundário - Catalogação das amostras analisa-
12º Ano - Análises Químicas, Química Aplicada; chas; Percentagem da carga letiva anual - 5% das. Utilização da Litoteca Municipal;
• Formação das rochas sedimentares.
1º e 3º Ciclos e Secundário - Publicação dos re-
Química Aplicada 12º Ano - 6h sultados obtidos na página do Agrupamento. Utili-
Percentagem da carga letiva anual - 5% zação do Laboratório de Comunicação em Ciência.
84 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O Maravilhoso Mundo da Areia 85

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA A areia é, sem dúvida, um dos materiais que os alunos e 3º ciclos serão alvo de análise pelos alunos do secun-
mais gostam de manipular, sendo uma fonte inesgo- dário com o objetivo de proceder à sua caracterização.
tável de brincadeiras. O conhecimento empírico que a Para isso serão usados os seguintes Laboratórios:
criança tem sobre a areia pode e deve ser complemen- - Laboratório de Sondagem Mecânica e Geofí-
LITOTECA MUNICIPAL tado com um conhecimento científico sobre a mesma. sica - recolha de areias a diferentes profundida-
Para se promover essa complementaridade poder-se- des.
-ão colocar algumas questões, tais como: - Laboratório de Processamento de Amostras
· O que é a areia? em Sedimentologia - estudo da granulometria.
LABORATÓRIO DE · De onde vem a areia? - Laboratório de Microscopia e de Petrografia -
PROCESSAMENTO · Por que razão tem a areia cores e texturas diferentes? observação à lupa para identificação dos mate-
DE AMOSTRAS EM · Qual a sua utilidade? riais constituintes, forma dos grãos (esfericidade)
SEDIMENTOLOGIA
· Qual a sua composição? / grau de rolamento e brilho e estado da super-
· Como é extraída? fície.
· Pesquisa na biblioteca escolar, em casa e com a famí- - Litoteca Municipal - coleção de amostras.
LABORATÓRIO DE lia de informação que permita responder às questões - Laboratórios de Química da ESM - análise da
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA colocadas; salinidade e dos micro-organismos.
· Recolha de informação pertinente de uma seleção de - Laboratório de Comunicação em Ciência -
textos; metodologia da recolha das amostras. Divulga-
· Construção de um mapa conceptual sobre a areia; ção dos resultados obtidos.
LABORATÓRIO DE · Preparação de visitas de campo/ proposta pedagógica
SONDAGEM MECÂNICA do Geoparque;
E GEOFÍSICA · Visita de campo - visita a praias, dunas…, recolha de
amostras para análise, reportagem fotográfica;
· Análise das amostras: identificação da cor, textura, ta-
manho, forma, composição;
LABORATÓRIO DE
MICROSCOPIA · Coleção de areias;
E PETROGRAFIA · Possibilidade de recolher diferentes amostras de areia
de outros pontos do país;
· Com a areia realizar um projeto “artístico” para expor
(textos - diferentes tipologias -, esculturas, pinturas, fo-
tografias, vídeos,...)
· As areias e água do mar recolhidas pelos alunos do 1º
86 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 87

Imagens da Ciência
pela Pintor
Agrupamento de Escolas do Pintor José de Brito
88 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Imagens da Ciência pela Pintor LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Imagens da Ciência pela Pintor 89

1. DESTINATÁRIOS - Rochas sedimentares/ magmáticas e meta- consistente, de acordo com objetivos específi- 4. CARGA HORÁRIA 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S) - Apresentação pública dos trabalhos produzi-
mórficas (7º Ano); cos (7º Ano); SOB FLEXIBILIZAÇÃO POR PERÍODO LETIVO dos no Dia das Ciências em articulação com to-
- Ciclo das Rochas (7º Ano); - Conhecer as funcionalidades básicas de um dos os alunos e crianças envolvidas no Projeto
CURRICULAR
- Tectónica de Placas (7º Ano). motor de pesquisa e implementar estratégias de Geoparque:
(POR DISCIPLINA) 1.º Período
redefinição dos critérios de pesquisa para filtrar • Educação pré-escolar;
• 4 turmas de 5º Ano de escolaridade; - Workshop de sensibilização ao Projeto Geo-
Físico-Química: os resultados obtidos (7º Ano); • 1º ciclo;
• 4 turmas de 7º Ano de escolaridade. parque Litoral de Viana do Castelo;
- Substâncias e misturas de substâncias (7º Ano); -Explorar informação de diferentes fontes e for- • 2º ciclo;
5º ano: - 2 saídas de campo (interdisciplinares);
- Propriedades físicas e químicas dos materiais matos (texto, imagem, som e vídeo) (7º Ano). • 3º ciclo.
Ciências Naturais: 15h - Atividade experimental em laboratório de pro-
(7º Ano);
20% de flexibilização curricular; cessamento de amostras em sedimentologia;
- Transformações físicas e transformações quí- Literacias/Biblioteca Escolar:
Matemática: 6h - Publicações nas páginas web do Agrupamento
2. DISCIPLINAS
micas (7º Ano). - Desdobramento de um tema em subtemas, 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
4% de flexibilização curricular; dos trabalhos produzidos pelos alunos.
tópicos, categorias, definindo as prioridades de
Literacias/ Biblioteca Escolar: 30h
Matemática: pesquisa (5º, 7º Ano);
78% de flexibilização curricular. 2.º Período
5º Ano - Ciências Naturais, Mate- - Estatística (5º Ano); - Definição de uma metodologia de pesquisa,
- 2 Saídas de campo (interdisciplinares);
mática, Português, Literacias/Bi- - Estatística (7º Ano). selecionando ferramentas e fontes de informa-
7º ano: - Workshop pela equipa do Geoparque Litoral de
blioteca Escolar; ção (impressas ou digitais) a utilizar (5º, 7º Ano);
Português: - Combinação de dados de diferentes fontes (5º,
Ciências Naturais: 36h Viana do Castelo; 2500€
48% de flexibilização curricular; - Atividade experimental em laboratório de pro-
7º Ano - Ciências Naturais, Físico- Quí- - Categorias do texto narrativo; o Texto Poético; 7º Ano);
Físico- Química: 24h cessamento de amostras em petrologia;
mica, Matemática, Português, História, Geogra- o Conto; a Notícia; a Reportagem (7º Ano). - Organização, categorização e estruturação da
32% de flexibilização curricular; - Oficinas de escrita;
fia, Educação Visual, Tecnologias da Comuni- informação recolhida (5º, 7º Ano);
Matemática: 9h - Recolha de textos poéticos sobre a litoralidade
cação e Informação (TIC), Literacias/Biblioteca História: - Trabalho colaborativo, debate e justificação de
7% de flexibilização curricular; da região;
Escolar. - A Arte Rupestre (7º Ano); pontos de vista (5º, 7º Ano);
Português: 15h - Filmagens com a associação “Ao Norte”- cria- 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
- Reconhecimento e cumprimento das normas
ção de roteiros sobre a sustentabilidade para
Geografia: associadas aos direitos de autor e direitos cone-
12% de flexibilização curricular; EXPERIMENTAL
História: 9h criação de micro filmes no âmbito dos Projeto
- O Litoral; A Orientação; Rede/Bacias Hidro- xos, condenando o seu desrespeito (5º, 7º Ano).
18% de flexibilização curricular; Imãos Lumière na Sala de Aula e Cinepoesia;
3. (SUB) UNIDADES gráficas; O Relevo; Ambientes Fitoclimáticos (7º
- Publicações nas páginas web do Agrupamento
Comunicação de ciência
Geografia: 9h
CURRICULARES ABRANGIDAS Ano);
dos trabalhos produzidos pelos alunos. Sessões de divulgação científica à comunidade
18% de flexibilização curricular;
PROPOSTA PEDAGÓGICA Educação Visual: 12h
Educação Visual: 3.º Período Recolha e registo de património imaterial
24% de flexibilização curricular;
- Elementos visuais da comunicação; Códigos - 2 saídas de campo (interdisciplinares);
Ciências Naturais: TIC /Literacias: 18h Conservação de amostras pedagógicas e científicas
de comunicação visual; Papel da imagem na co-
- O solo suporte de vida (5º Ano);
- Rochas e minerais (5º Ano);
municação (7º Ano); Imagens da Ciência 73% de flexibilização curricular;
Biblioteca Escolar: 30h
- Publicações nas páginas web do Agrupamento
dos trabalhos produzidos pelos alunos; Estudos de apoio à interpretação dos paleoambientes

pela Pintor
- Atividade experimental em laboratório micros- Estudos de apoio à interpretação à paleodiversidade
- Diversidade de seres vivos e suas interações 78% de flexibilização curricular.
TIC: copia e de petrografia;
com o meio (5º Ano); - Pesquisar informação na Internet em enciclo- Monitorização e interpretação de processos dinâmicos
pédias digitais, repositórios, etc., ou utilizando
motores de pesquisa, de forma sistemática e
90 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Imagens da Ciência pela Pintor LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Imagens da Ciência pela Pintor 91

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA A par das Reorganizações Curriculares e, mais recente- laboratório, exploração de aspetos morfológicos da A disciplina de Físico-química pretende explorar a classi- rão sempre o mote e a monitorização de todos os con-
mente, o novo Perfil do Aluno, é dada relevância ao Tra- área litoral, influência do meio aquático nas reações ficação química de substâncias, bem como as suas pro- teúdos científicos. Todos os trabalhos realizados serão
ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
balho de Campo inserido no ensino das disciplinas das químicas que ocorrem na Natureza. Todas as análises priedades, aplicando estes conceitos a materiais naturais apresentados em formato digital. Nesta fase do projeto
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA A construção de um projeto pedagógico de interesse
Ciências Naturais, Exatas e Experimentais, recorrendo a estatísticas resultantes destas investigações, podem ser facilmente identificáveis na região. Será dado especial en- será conveniente a realização de uma sessão de esclare-
curricular deve, não só, respeitar aquilo que está pre-
uma maior relação Escola-meio envolvente. alvo de estudo pela disciplina de Matemática. Como fase aos processos químicos associados à formação do cimento sobre o Geoparque Litoral de Viana do Castelo e
visto enquanto meta prevista no Projeto Educativo de
Citando Leite e Santos (2004), “O trabalho de campo produto final, surgirá um estudo científico válido e de- Sal Marinho de forma a criar pontes de ligação com a área a o seu trabalho de parceria com o Agrupamento. Num
cada Agrupamento assim como as competências e
apela ao cruzamento das diferentes ciências para a talhado, levado a cabo pelos alunos do Agrupamento, das Pias Salineiras, por exemplo, as da praia do Canto Ma- segundo momento, numa parceria com a associação Ao
LITOTECA MUNICIPAL conteúdos previstos no currículo de cada disciplina.
compreensão da realidade, estimula a tomada de inicia- suportado pelos conhecimentos adquiridos junto das rinho. Norte, dar-se-á corpo aos projetos “Os irmãos Lumière na
Este projeto será mais eficaz se ainda tiver em atenção
tiva e a tomada de decisão. Introduz rupturas no rame- disciplinas científicas. Estas disciplinas pretendem ainda utilizar as unidades La- Sala de Aula” e “Cinepoesia”, propostos pela referida as-
o seu público-alvo, a sua formação integral e o meio
-rame organizativo das instituições educativas abrindo boratoriais do Geoparque dando seguimento ao estudo sociação.
em que está inserido, todo o seu universo histórico, so-
alternativas”. No próximo ano letivo, tendo em conta o projeto edu- de campo:
LABORATÓRIO DE cial, geográfico e económico, tal como é preconizado
cativo proposto pelo Geoparque do Litoral de Viana • O Laboratório de processamento de amostras e Os Lumière na Sala de Aula (7º ano) é um projeto peda-
PROCESSAMENTO no referencial de Educação para o Desenvolvimento.
DE AMOSTRAS EM Durante o processo de ensino-aprendizagem é positivo do Castelo planifica-se uma articulação das Literacias sedimentologia poderá ser utilizado aquando da gógico que visa a criação, em grupos de três ou quatro
Sendo assim este projeto pretende criar elos de ligação
SEDIMENTOLOGIA para o aluno explorar o meio que o rodeia, podendo com as disciplinas de Ciências Naturais, Físico-Química, caracterização de sedimentos; alunos, de argumentos para filmes segundo o modelo dos
e parcerias de trabalho nas várias componentes que
enriquecer as suas interpretações numa realidade que Matemática, Português, História, Geografia, TIC e Edu- • O laboratório de processamento de amostras em filmes dos Irmãos Lumière. Cada filme será mudo, com
formam cada um dos nossos alunos. Tendo por base a
lhe é familiar e assim aprender a apreciar esta nova “for- cação Visual, para os anos de escolaridade envolvidos, petrologia, bem como o laboratório de microsco- a duração de um ou dois minutos e terá uma moralida-
sua formação escolar e os currículos definidos pela tu-
ma de conhecer”. Em simultâneo, o aluno desenvolve num projeto inter e transdisciplinar. pia e petrografia, serão importantes para a realiza- de no âmbito da Sustentabilidade e preservação do am-
LABORATÓRIO DE tela, pretende-se criar ligações ao mundo real, onde o
atividades nas quais explora domínios como o psico- Num primeiro momento, partindo das temáticas pro- ção de lâminas delgadas das diferentes amostras biente. CINEpoesia é, também, um projeto pedagógico de
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA aluno cresce e se movimenta, fazendo-o compreender
motor, cognitivo e afetivo. postas no âmbito das Ciências Naturais serão definidos, de rochas recolhidas nas áreas em estudo, o que abordagem ao texto poético. Pressupõe a criação, com
a sua história e o seu meio ambiente, contribuindo para
Em relação aos pares e professores, está provado que nos Conselhos de Turma, temas e grupos de trabalho irá enriquecer o espólio de material geológico do os alunos, de storyboards a partir de textos poéticos e a
a sua educação no desenvolvimento de competências
esta estratégia potencia um envolvimento mais efetivo a vigorar nas aulas de Literacias complementadas com Agrupamento; filmagem dos storyboards, recriando em filme os textos
curriculares, comunicativas e digitais.
no processo de aprendizagem e no trabalho coopera- horas a disponibilizar pelas disciplinas envolvidas e as • A Litoteca Municipal será uma fonte importante poéticos iniciais. Estes serão de autores locais, cujas temá-
LABORATÓRIO DE
tivo entre alunos. A par, melhora a relação dos alunos atividades a realizar. de apoio às saídas de campo bem como à organi- ticas se relacionem com a litoralidade da região.
PROCESSAMENTO DE A disciplina de Literacias é a disciplina de oferta com-
AMOSTRAS EM PETROLOGIA com o professor. zação e gestão do trabalho antes e após as saídas.
plementar do Agrupamento de Escolas Pintor José de
Assim, familiarizar o aluno com o espaço envolvente A disciplina de Ciências Naturais pretende integrar os O terceiro momento será a fase da comunicação e apre-
Brito e é coordenada pela equipa da Biblioteca Escolar.
e, ao mesmo tempo, promover aprendizagens sobre a conhecimentos relativos à geodinâmica do Planeta, A disciplina de Português versará a sua ação, sobretudo sentação pública dos trabalhos realizados. Este contará
Tem como linhas basilares, fomentar hábitos e métodos
Ciência da sua região poderão constituir uma mais-va- como a formação de estruturas geológicas, a ação dos em oficinas de escrita, para a produção de várias tipolo- com a realização de uma sessão aberta à comunidade
de pesquisa, utilizando o método Big6, respeitar os di-
LABORATÓRIO DE lia e um incentivo para a compreensão de processos e agentes modeladores da paisagem, a diversidade de se- gias textuais, nomeadamente, Entrevistas, Notícias, Re- para divulgação dos trabalhos desenvolvidos a levar a efei-
MICROSCOPIA reitos autorais, promover a articulação curricular e de-
objetos lecionados em contexto de sala de aula, bem res vivos e suas interações com o meio. A partir destes portagens, Reescrita de Geohistórias, Sinopses e Guiões, to por todos os alunos envolvidos no Projeto Geoparque,
E PETROGRAFIA senvolver as literacias da informação. Partindo destes
como valorizar as aprendizagens sociais dos alunos. conceitos, será possível introduzir o estudo prático dos Questionários de recolha de informação, Comunicação desde a educação pré-escolar, passando pelo 1º ciclo até
pressupostos, cada conselho de turma define um con-
diferentes grupos de rochas, bem como o ciclo do qual de resultados, entre outros. A disciplina de Matemática aos 2º e 3º ciclos do ensino básico.
junto de atividades de articulação curricular, tendo em
Para as disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Quími- fazem parte. Estes são temas aglutinadores dos conteú- acompanhará todo o tratamento estatístico implicado no Ao longo de todo o ano, todas as turmas terão de criar um
conta os temas aglutinadores propostos pela Bibliote-
ca, este projeto pode elevar a aplicação de conheci- dos programáticos a abordar em cada um dos anos de processo. As disciplinas de Informática e Educação Visual, Diário de Bordo Digital (DBD) através do qual farão o re-
ca Escolar e aprovados em Conselho Pedagógico. Esta
mentos relacionados com os aspetos físicos do meio escolaridade envolvidos. terão um papel fundamental na realização das pesquisas gisto de todas as atividades concretizadas. Este registo re-
disciplina será o “ponto de encontro” de várias matérias
local, processos naturais que podem ser replicados em e na apresentação dos resultados finais. As disciplinas de sultará em publicações nas páginas web do Agrupamento
curriculares que encontram entre si temas e competên-
Ciências Naturais, Físico-química, História e Geografia se- e na imprensa local.
cias de trabalho em comum.
92 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 93

Os sedimentos, e o passado
e o presente das rochas
Agrupamento de Escolas de Sta. Maria Maior
94 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Os sedimentos e o passado e o presente das rochas LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Os sedimentos e o passado e o presente das rochas 95

1. DESTINATÁRIOS

PROPOSTA PEDAGÓGICA

• Todos os alunos das turmas do 7º Ano, previsi- 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL

Os sedimentos e o
velmente 5 turmas, da escola EB 23 Frei Bartolo-
meu dos Mártires – 100 a 125 alunos;
7. DOMÍNIOS
• Todos os alunos das turmas de Ciências e Tec-
nologias do 11º Ano, inscritos à disciplina de Bio- passado e o presente DA PRÁTICA
EXPERIMENTAL
2700€
das rochas
logia e Geologia, previsivelmente 5 turmas – 100
a 125 alunos.

Comunicação de ciência;
2. DISCIPLINAS
Estudos de apoio à interpre-
tação dos paleoambientes;
7º Ano - Ciências Naturais;
11º Ano - Biologia e Geologia. 4. CARGA HORÁRIA SOB
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S) Monitorização e interpretação
(POR DISCIPLINA) POR PERÍODO LETIVO
de processos dinâmicos;
1.º Período
3. (SUB) UNIDADES 7º ano: 7º ano (3 tempos de 45 minutos); Estudos baseados em fotogra-
CURRICULARES ABRANGIDAS 8 tempos de 45 minutos;
2.º Período
fia aérea;
9% da carga horária global da disciplina.
7º ano (3 tempos de 45 minutos);
7º ANO 11º ano (6 tempos de 45 minutos);
11º ANO:
- Dinâmica externa da Terra / A Terra conta a sua
9 tempos de 45 minutos;
história; 3.º Período
5% da carga horária global da disciplina.
7º ano (2 tempos de 45 minutos);
11º ANO 11º ano (3 tempos de 45 minutos);
- Geologia, Problemas e Materiais do quotidiano;
- Ocupação antrópica e problemas de ordenamento;
- Rochas Sedimentares.
96 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Os sedimentos e o passado e o presente das rochas 97

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
Esta candidatura integra-se no projeto curricular do A nível dos conteúdos concetuais do programa
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
agrupamento “Mar Maior”, cartão de identidade do do 11º ano destacam-se os seguintes:
agrupamento, que, de forma articulada e transversal, • Ocupação antrópica e problemas de ordena-
LABORATÓRIO DE convoca saberes e competências na construção e co- mento: - Zonas costeiras;
PROCESSAMENTO municação do conhecimento do mar - intrinsecamente • Principais etapas de formação das rochas sedi-
DE AMOSTRAS EM ligado ao nosso território e cultura e que se pretende mentares. Rochas sedimentares. As rochas sedi-
SEDIMENTOLOGIA que seja, também, um território de Ciência. mentares, arquivos históricos da Terra.

Globalmente, a proposta visa desenvolver a capacidade No 7º ano, a interdisciplinaridade com a disciplina de


investigativa- saber ciência e saber fazer ciência - e as Geografia é necessária e proveitosa uma vez que nes-
LABORATÓRIO DE
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA dinâmicas do trabalho cooperativo e colaborativo nos ta área disciplinar se abordam temáticas como a “Dinâ-
nossos alunos, pretendendo-se deste modo desenvol- mica das Bacias hidrográficas”, a “Evolução da linha de
ver competências no domínio da literacia científica e no costa”, “Erosão do litoral” e “Tipos de costa”.
domínio da educação para a cidadania. A Geologia, face No tratamento estatístico dos resultados necessaria-
LABORATÓRIO DE ao seu caráter sincrético, permite, através da realização mente ocorrerá interdisciplinaridade com a disciplina
MICROSCOPIA de atividades de campo atingir estes objetivos de uma de Matemática para que os alunos possam realizar e
E PETROGRAFIA forma enriquecedora e motivadora para os alunos. entender os resultados obtidos.
A estatística é conteúdo curricular da disciplina de Ma-
Relativamente à disciplina de Ciências Naturais 7º ano temática do 10º ano e no 11º os alunos precisarão so-
esta propostas enquadra-se nas seguintes metas do seu mente de relembrar os conceitos já lecionados.
LABORATÓRIO DE programa curricular:
FOTOGRAMETRIA • Explicar as fases de formação da maior parte
das rochas sedimentares;
• Associar algumas características das areias a
diferentes tipos de ambientes, com base numa
atividade prática laboratorial;
• Caracterizar ambientes geológicos passados,
através de uma atividade prática de campo.
98 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 99

À Descoberta das
Rochas e dos Minerais
Agrupamento de Escolas de Monte da Ola
100 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > À Descoberta das Rochas e dos Minerais LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > À Descoberta das Rochas e dos Minerais 101

1. DESTINATÁRIOS 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)


POR PERÍODO LETIVO

PROPOSTA PEDAGÓGICA 1.º Período 2.º Período


3 turmas do 7º Ano (70 alunos) e 1 turma ou 2 tur- -Minerais; 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
- Rochas Magmáticas e Metamórficas;
mas do 11º Ano, (entre 20 e 45 alunos do secun-
dário dependendo das turmas existentes no pró-
ximo ano letivo). Total de alunos entre 90 e 115. À Descoberta das -Rochas Sedimentares:
• Observação e descrição macroscópica
- Paisagens Geológicas:
• Realização de estudos de petrografia

Rochas e dos Minerais


de amostras de minerais para sua identifi- e mineralogia de modo a concluir sobre
cação com base nas propriedades físicas os processos de formação e composição
e químicas. Laboratório de amostras em
3200€
mineralógicas das rochas magmáticas e
petrologia. metamórficas.
2. DISCIPLINAS • Realização de estudos sobre a forma e • Execução de lâminas delgadas para ca-
superfície dos grãos de quartzo para de- racterização texturais das rochas e rela-
terminação de características sobre o cioná-las com a sua origem. Laboratório
7º Ano - Ciências Naturais e Por- meio de transporte. de amostras em petrologia.
tuguês; • Determinação da composição minera- • Saída de campo para recolha de amos-
lógica da areia. tras e identificação de paisagens geoló-
11º Ano - Biologia e Geologia; • Determinação da génese das rochas gicas com base no tipo de rocha predo-
sedimentares a partir da sua observação minante.
macroscópica. Laboratório de microsco-
pia e de petrografia.

3. (SUB) UNIDADES 4. CARGA HORÁRIA SOB


CURRICULARES ABRANGIDAS FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR Comunicação de ciência
(POR DISCIPLINA) Conservação de amostras pedagógicas e científicas
Dinâmica Externa da Terra: 7. DOMÍNIOS
Estudos de apoio à interpretação dos paleoambientes
- Minerais constituintes das Rocha; 7º ano: DA PRÁTICA
- Rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas; Ciências Naturais: 6 a 8 tempos de 45 minutos Estudos de apoio à interpretação à paleodiversidade
- Paisagens Geológicas. 11% em flexibilização curricular (trabalho de projeto) EXPERIMENTAL
Estudos apoiados em sondagens da crosta terrestre

11º ano: Monitorização e interpretação de processos dinâmicos


Biologia e geologia: 6 a 8 tempos de 45 minutos
Estudos baseados em fotografia aérea
4% em flexibilização curricular (trabalho de projeto)
102 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > À Descoberta das Rochas e dos Minerais 103

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
Pretende-se que sejam ministrados os conteúdos das
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
disciplinas de Ciências Naturais do 7º ano e de Biologia
e Geologia do 11º ano presentes nas metas curriculares
de um modo prático, realizando as seguintes atividades:
LABORATÓRIO DE
MICROSCOPIA
E PETROGRAFIA • Observação de diferentes minerais com base
nas suas propriedades físicas e químicas.

• Determinação da composição mineralógica do


LABORATÓRIO DE granito e do basalto.
PROCESSAMENTO DE
AMOSTRAS EM PETROLOGIA
• Análise de secções delgadas de rochas rela-
cionando a génese de rochas magmáticas plu-
tónicas e vulcânicas com as suas características
texturais.

• Observar a sequência de acontecimentos que


explicam a formação de sedimentos e de rochas
sedimentares detríticas.

• Associar diferentes tipos de areias aos sedi-


mentos da sua génese.

• Relacionar as características texturais de uma


rocha metamórfica com fatores de metamorfis-
mo responsáveis pela sua formação.

• Observar amostras de mão.

• Realização de saídas de campo de modo a as-


sociar as diferentes paisagens geológicas ao tipo
de rocha predominante na região.
104 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 105

O impacto e os vestígios
da Pequena Idade do Gelo
nas freguesias de Darque,
Vila Nova de Anha, Chafé e
Castelo de Neiva
Agrupamento de Escolas de Monte da Ola
106 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O impacto e os vestígios da Pequena Idade do Gelo nas freguesias de Darque, Vila Nova de Anha, Chafé e Castelo de Neiva LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O impacto e os vestígios da Pequena Idade do Gelo nas freguesias de Darque, Vila Nova de Anha, Chafé e Castelo de Neiva 107

1. DESTINATÁRIOS
4. CARGA HORÁRIA SOB 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S) 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODO LETIVO
(POR DISCIPLINA)
3º Ano - EB1 de Chafé; EB1 do Cabedelo; EB1 de 1.º Período
Vila Nova de Anha; Pesquisa sobre o fenómeno Invasão das Areias
Português:
5º/6º Ano - EBI de Castelo de Neiva.
0,26% da carga horária global (estimativa de 10 (recolha e registo de material imaterial);
600€
horas anuais das 259 horas atribuídas à disci-
PROPOSTA PEDAGÓGICA Construção de mapa de distribuição do solo
plina);
arenoso na área geográfica em estudo e relação
2. DISCIPLINAS com outro tipo de substrato (tipo de rochas en-
O impacto e os vestígios da Estudo do Meio:
17% da carga horária global (estimativa de 19 volventes);

3º Ano - Português; Educação Pequena Idade do Gelo nas horas anuais das 111 horas atribuídas à discipli-
na); Visita de campo; 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
para a Cidadania; Estudo do Meio;
5º/6º Ano - Ciências Naturais; His-
freguesias de Darque, Vila Educação para a Cidadania: 2.º Período
EXPERIMENTAL
tória e Geografia de Portugal.
Nova de Anha, Chafé 50% da carga horária global; Sítios e achados arqueológicos de Darque, Vila
Nova de Anha e Chafé (trabalho de campo);
Comunicação de ciência;
e Castelo de Neiva Ciências Naturais:
Visita aos laboratórios associados ao projeto;
8% da carga horária global; Recolha e registo de património
imaterial;
3. (SUB) UNIDADES História e Geografia de Portugal: Identificação e influência do solo arenoso nas
CURRICULARES ABRANGIDAS 8% da carga horária global; atividades humanas; Inventário e cadastro de património
construído (incluindo arqueológico);
3.º Período
Elaboração e realização de percurso pedestre Estudos apoiados em sondagens da
À descoberta dos outros e das instituições - O passado do meio local; A importância das rochas e do solo na manutenção da vida; crosta terrestre;
aberto à comunidade, tendo como pontos de
interesse, os sítios e achados arqueológicos.
À descoberta do ambiente natural - Os aspetos físicos do meio local; O Homem e o ambiente - Conservação da natureza.
Ao longo do ano: criação de uma página
À descoberta das inter-relações entre espaços - Os meus itinerários e pontos de refe- na internet para publicação das informa-
rência; ções e trabalhos.
108 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O impacto e os vestígios da Pequena Idade do Gelo nas freguesias de Darque, Vila Nova de Anha, Chafé e Castelo de Neiva 109

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
Numa primeira fase, o projeto consistirá na recolha e
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
registo da história relacionada com o fenómeno da In-
vasão das Areias. Cada uma das escolas fará a pesqui-
sa na sua área de influência, com recurso à recolha de
LABORATÓRIO DE
bens imateriais.
SONDAGEM MECÂNICA
E GEOFÍSICA De seguida, proceder-se-á ao registo e à visita do patri-
mónio geológico resultante deste fenónemo; a influên-
cia deste tipo de solo arenoso na vida humana; cons-
trução de um mapa de distribuição do solo arenoso;
LABORATÓRIO DE inventário dos geossítios de relevância; recolha de sedi-
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA mentos; e possível análise nos laboratórios do projeto.
Por fim, em cada escola, será realizado um percurso,
aberto à comunidade, pelos locais de interesse estuda-
dos ao longo do ano.
110 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 111

Narrar a Terra com


Ciência e Arte
Colégio do Minho
112 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Narrar a Terra com Ciência e Arte LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Narrar a Terra com Ciência e Arte 113

1. DESTINATÁRIOS 7º ANO 4. CARGA HORÁRIA 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S) 2.º Período


Ciências Naturais: “Dinâmica externa da Terra - SOB FLEXIBILIZAÇÃO POR PERÍODO LETIVO 5.º Ano (turmas A e B) - exposição dos traba-
compreender a diversidade das paisagens geo-
lógicas”; PROPOSTA CURRICULAR
(POR DISCIPLINA)
lhos realizados.
7.º Ano (turmas A e B) - Representação esque-
1.º Período
PEDAGÓGICA
Educação Visual: “Técnicas de representação: mática das paisagens geológicas fotografadas.
5º Ano (aproximadamente 40 alunos); 5.ºAno (turmas A e B) - realização de trabalhos
qualidades expressivas, elementos estruturais da 9.º Ano (turmas A e B) - realização de trabalhos
7º Ano (aproximadamente 50 alunos); sobre a importância do caulino (sedimentar e re-
linguagem plástica e escalas”; “Desenho / Repre- sobre os isótopos.
9º Ano (aproximadamente 50 alunos); sidual) e a argila vermelha como principais maté-
sentação linear estruturada”; Ciências Naturais: 10.º Ano (turmas A e B) - Duas visitas por turma
10º Ano (aproximadamente 40 alunos). rias-primas exploradas na bacia de Alvarães.
2 blocos de 90 minutos por período; ao laboratório de processamento de amostras
9º ANO 7.º Ano (turmas A e B) - saída de campo às Bar- em sedimentologia.
Físico-Química: “Classificação dos materiais - Educação Visual: reiras de Vila Fria - Alvarães; Registo fotográfico

Narrar a
estrutura atómica”; 3 blocos de 90 minutos por período; e representação linear estruturada como base 3.º Período
2. DISCIPLINAS Educação Visual: “Técnicas de representação: interpretativa do meio envolvente. 7.º Ano (turmas A e B) - Apresentação à comu-
qualidades expressivas, elementos estruturais da Físico-Química (3.º ciclo): 10.º Ano (turmas A e B) - saída de campo às nidade educativa dos trabalhos realizados sobre

Terra com
linguagem plástica e escalas”; “Desenho / Repre- 2 blocos de 90 minutos por período; Barreiras de Vila Fria - Alvarães e recolha de as paisagens geológicas.
5º Ano - Ciências Naturais; sentação linear estruturada”; amostras representativas dos recursos minerais 9.º Ano (turmas A e B) - exposição dos traba-
Biologia e Geologia: (argilas, areias e cascalho) e granosseleção das lhos realizados.

Ciência e
10º ANO 2 blocos de 90 minutos por período; amostras para posterior tratamento estatístico. 10.º Ano (turmas A e B) - Duas visitas por turma
7º Ano - Ciências Naturais e Edu-
Biologia e Geologia: “A Geologia, os geólogos e ao laboratório de comunicação de ciência.
cação Visual;
os seus métodos” - as rochas, arquivos que rela- Física e Química e Educação Física:
tam a história da Terra; “A medida do tempo e a

Arte
9º Ano - Físico-Química e Educação Visual; 2 blocos de 90 minutos no primeiro
idade da Terra”; período letivo;
Física e Química: “Elementos químicos e sua
10º Ano - Biologia e Geologia, Matemática, Físi- 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
organização - massa e tamanho dos átomos”; Matemática:
ca e Química, Educação Física e Inglês. EXPERIMENTAL
“Energia dos eletrões nos átomos”; 2 blocos de 90 minutos no terceiro
Matemática: “Estatística“; período.
Educação Física: “Atividades de exploração da Comunicação de Ciência;
natureza”; A carga horária global estimada, representa
3. (SUB) UNIDADES Inglês: “Os jovens na era global”.
Sessões de divulgação científica à comunidade;
CURRICULARES ABRANGIDAS
aproximadamente 6% da carga horária total 600€
no ensino secundário e aproximadamente Conservação de amostras pedagógicas e científicas;
15% no ensino básico. Contudo, pode ocor-
Estudos de apoio à interpretação dos paleoambientes;
5º ANO rer a flexibilização de aproximadamente 0,8%
da carga global estimada de acordo com os Estudos de apoio à interpretação à paleodiversidade;
Ciências Naturais: “A água, o ar, as rochas e o
solo - materiais terrestres, importância das ro- conteúdos das disciplinas. Estudos apoiados em sondagens da crosta terrestre;
chas e dos minerais”;
Monitorização e interpretação de processos dinâmicos;

Preparação de amostras para datação absoluta;


114 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Narrar a Terra com Ciência e Arte 115

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA As duas turmas do 5.º ano realizarão, no âmbito da dis- ção científica, nomeadamente, o laboratório de sonda-
ciplina de Ciências Naturais, trabalhos sobre a impor- gem macânica e geofísica. A nível da disciplina de Ma-
tância do caulino (sedimentar e residual) e a argila ver- temática, terão a possibilidade de fazer o tratamento
LABORATÓRIO DE melha como as principais matérias-primas exploradas estatístico dos sedimentos (argilas e areias) em função
PROCESSAMENTO
na bacia de Alvarães e identificarão as suas aplicações da sua granulometria e densidade.
DE AMOSTRAS EM
SEDIMENTOLOGIA tanto decorativas como utilitárias. As duas turmas do
7.º ano realizarão, no âmbito das disciplinas de Ciências No laboratório de processamento de amostras em se-
Naturais e Educação Visual, numa primeira fase, uma dimentologia, serão exploradas as seguintes potencia-
saída de campo a Vila Fria - Alvarães (duração de uma lidades: caracterização sedimentológica de paleoam-
LABORATÓRIO DE
manhã), onde os alunos terão a oportunidade de con- bientes, preparação de amostras para datação absoluta
SONDAGEM MECÂNICA
E GEOFÍSICA cretizar as seguintes ações: interpretar paisagens geo- e separação minerológica por densidade e lavagem
lógicas; observar fósseis (troncos fósseis) e reconhecer ácida de minerais. No laboratório de Comunicação de
a sua importância na reconstituição da história da Terra; Ciência, será apresentado o processo sequencial da
efetuar registos fotográficos e representar/desenhar as preparação das amostras para datação absoluta.
LABORATÓRIO DE observações efetuadas com base interpretativa do meio
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA envolvente. A par destas atividades, serão realizadas, na disciplina
de Física e Química, uma revisão do conceito de isóto-
Numa fase posterior, serão realizadas várias atividades: po, em particular, o isótopo carbono-14, e decaimento
interpretação dos paleoambientes, representação es- radioativo e a abordagem teórica, subjacente às metas
quemática das paisagens geológicas fotografadas, da- curriculares em vigor, sobre espetros de emissão e de
tação relativa com base nas imagens recolhidas. absorção na região do visível (OSL). Na disciplina de In-
As duas turmas do 10.º ano realizarão, na disciplina de glês os alunos terão oportunidade de refletir e dialogar
Biologia e Geologia e Educação Física, uma saída de sobre valores, atitudes e comportamentos a ter na pre-
campo às portas do Neiva - depósitos de Alvarães. Na servação de geossítios e do património em geral.
presença de um guia, realizarão um percurso pedestre
(exploração da natureza), para reconhecimento dos de-
pósitos e terão acesso à respetiva explicação da génese
dos mesmos. Posteriormente, farão a recolha de amos-
tras dos depósitos para posterior granosseleção e pre-
paração das mesmas para datação absoluta. Será ainda
dada a oportunidade aos alunos de efetuarem estudos
apoiados em sondagens da crosta terrestre. Assim, será
utilizada a rede escolar de ciência e apoio à investiga-
116 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 117

O nosso património com


criatividade e imaginação
Colégio do Minho
118 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O nosso património com criatividade e imaginação LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O nosso património com criatividade e imaginação 119

1. DESTINATÁRIOS 4. CARGA HORÁRIA SOB 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S) 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL


PROPOSTA PEDAGÓGICA FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODO LETIVO
(POR DISCIPLINA)
1.º Período
3º, 5º e 7º Ano.
O nosso património com 3º ANO:
Português (12 horas anuais - equivalente a
3º Ano - deslocação ao moinho, com
orientação de um guia, e às pias salineiras
1200€
criatividade e imaginação 4% da carga horária anual);
Estudo do Meio (6 horas anuais - equiva-
da costa e dos pesqueiros.

2. DISCIPLINAS lente a 3% da carga letiva anual); 5º Ano - deslocação ao moinho, com


Expressão Artística (4 horas anuais - equi- guia, às pias salineiras da costa e dos pes-
valente a 11% da carga letiva anual); queiros e recolha de amostras de mão (ro-
chas existentes no local).
3º Ano - Português, Estudo do
5º ano: 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
Meio e Expressão Artística;
Ciências Naturais (12 tempos letivos - EXPERIMENTAL
equivalente a 12% da carga letiva anual);
5º Ano - Ciências Naturais, História e Comunicação de ciência;
Matemática (6 tempos letivos - equivalen-
Geografia de Portugal, Matemática, For-
te a 3% da carga letiva anual); 2.º Período Sessões de divulgação científica à comunidade;
mação Cívica, Educação Visual e Educação Tec-
História e Geografia de Portugal (3 tempos 3º Ano - recolha de lendas e narrativas Recolha e registo de património imaterial;
nológica;
letivos - equivalente a 3% da carga letiva populares (sobre os moinhos) na Bibliote- Conservação de amostras pedagógicas e
anual); ca Municipal. Entrevista a populares locais
7º Ano - Física e Química. científicas;
Formação Cívica (1 tempo letivo - equiva- sobre a utilização e importância das pias Estudos de apoio à interpretação dos paleo-
lente a 2% da carga letiva anual); salineiras. ambientes;
Educação Visual (12 tempos letivos - equi-
valente a 12% da carga letiva anual); 5º Ano - observação de lâminas delgadas
3. (SUB) UNIDADES Educação Tecnológica (9 tempos letivos - sobre as rochas locais ao microscópio pe-
CURRICULARES ABRANGIDAS equivalente a 23% da carga letiva anual); trográfico no laboratório. 3.º Período
3º/5º Ano - continuação dos trabalhos de
7º ano: 3º/5º Ano - início dos trabalhos de elabo-
Educação Visual e Educação Tecnológica - pintura das velas para o moinho. “Constru-
3º ANO 5º ANO Física e Química (6 tempos letivos - equi- ração/construção e pintura das velas para ção” de uma tela expositiva com o material
Português - Pesquisa e registo de informação; Ciências Naturais - A água, o ar, as rochas e Cor, pintura e geometria; valente a 6% da carga letiva anual). o moinho. recolhido e analisado pelos alunos com as
Textos narrativos/expositivos/informativos; o solo: importância das rochas, materiais terres- Matemática - Construção de triângulos; Área
conclusões do seu trabalho de pesquisa.
Estudo do Meio - À descoberta do ambiente na- tres; do triângulo; Critérios de igualdade de triângu-
5º Ano - sessão de esclarecimento sobre a
tural; Identificar formas de relevo e os aspetos História e Geografia de Portugal - Portugal no los;
importância das energias renováveis (no- 7º Ano - sessão de esclarecimento sobre a
da costa; século XIII; A vida nos senhorios; Portugal no pós
7º ANO meadamente a energia eólica). importância das energias renováveis (no-
Educação Artística - desenho, cor, pintura, tex- Reconquista Cristã;
tura e padrão; Formação Cívica - Educação para a cidadania; Física e Química - Energias. meadamente a energia eólica).
120 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > O nosso património com criatividade e imaginação 121

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Durante o primeiro período, em data a combinar, os alunos do 7º ano terão uma sessão de esclarecimen-
alunos do 3º e 5º ano deslocar-se-ão ao local, sito to/sensibilização adaptada à respetiva faixa etária, so-
“Praia do Canto Marinho”, em Carreço, com o objetivo bre a importância e a aplicação das energias renováveis.
de conhecer o local e a realidade onde será aplicado Sempre que se considere pertinente, o tema será abor-
LITOTECA MUNICIPAL o trabalho proposto. Antes da visita guiada, em sala de dado nas diferentes áreas disciplinares envolvidas neste
aula, será feito um enquadramento histórico dos moi- projeto.
nhos, das pias salineiras da costa e dos pesqueiros, bem
como da sua utilidade. Os alunos do 5º ano farão a re-
colha das amostras de mão que serão posteriormente
LABORATÓRIO DE observadas.
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
No decorrer do segundo período, o trabalho intensifi-
car-se-á, dando seguimento ao proposto na tabela. Os
alunos do 3º ano deslocar-se-ão à Biblioteca Municipal
LABORATÓRIO DE com o objetivo de fazer a recolha de lendas e narrati-
MICROSCOPIA E DE vas sobre os moinhos e pias salineiras da costa e dos
PETROGRAFIA
pesqueiros. Todos os trabalhos escritos recolhidos se-
rão alvo de tratamento e análise nas aulas de Português
e Estudo do Meio. O 5º ano deslocar-se-á ao labora-
tório com o objetivo de fazer a observação das lâmi-
nas delgadas. As turmas do 3º e 5º ano terão uma ação
explicativa (de forma resumida) sobre a importância e
a aplicação das energias renováveis (nomeadamente
a energia eólica). Durante este período, será iniciado o
trabalho de construção das velas (com trabalho na área
de Matemática para construção de triângulos) e pin-
tura dos mesmos. Ao longo do terceiro período, será
dada continuidade à pintura e construção das velas. Se-
rão também enviados para uma empresa (a definir) os
trabalhos explorados pelos alunos do 3º ano para que
estes possam ser devidamente trabalhados e impressos
em tela publicitária, a colocar junto ao moinho e às pias
salineiras da costa e dos pesqueiros com uma vela. Os
122 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 123

A nossa história
escrita nas rochas
Agrupamento de Escolas de Barroselas
124 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > A nossa história escrita nas rochas LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > A nossa história escrita nas rochas 125

1. DESTINATÁRIOS 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S) A partir destas fotografias, e por comparação 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL
POR PERÍODO LETIVO com fotografias mais antigas (se existirem), veri-
PROPOSTA PEDAGÓGICA ficar a evolução da paisagem como consequên-
cia da meteorização e da erosão.
1.º Período
Alunos do 5º e 7º Ano (previsão de 4 turmas de Proposta pedagógica: 3.º Período
5º Ano e 3 turmas de 7º Ano). A nossa história 2. À descoberta da evolução humana (na paisa-
gem geológica).
Proposta pedagógica: 2000€

escrita nas rochas 4. CARGA HORÁRIA SOB 7. Rios ancestrais do Vale do Lima e do Neiva.
Utilizar esta proposta para, em determinado Utilizar esta proposta para permitir a abordagem
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR ponto do percurso, propor a elaboração de um das diferentes etapas no percurso dos rios, as
(POR DISCIPLINA) esboço de paisagem, a partir das técnicas de tra- ações erosivas predominantes e o tipo de vale
balho (Saber, Fazer e Saber Fazer); permitindo associado; assim como, o impacto da ação hu-
2. DISCIPLINAS destacar os principais elementos da paisagem
5º ANO mana nas bacias hidrográficas e gestão dos re-
HGP:
natural e as marcas da ação humana. cursos humanos. 7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA
8 blocos de 45 minutos | 7,4% de Flexibilização.
Observar os diferentes tipos de paisagem geo- Recolha de materiais/amostras para datação ab- EXPERIMENTAL
5º ANO: HGP/EC/EF/PT EC: lógica, reconhecendo os tipos de rochas a que soluta.
7º ANO: H/G/CN/FQ/EF/EC/TIC/PT/EV 4 blocos de 45 minutos | 11,1% de Flexibilização. estão associados. Observação do tamanho/forma dos sedimentos
Sessões de divulgação científica à comuni-
EF: ao longo do percurso dos rios; Relacionar essas
2.º Período dade;
2 blocos de 45 minutos | 1,9% de Flexibilização. características com a distância percorrida e com
PT: Proposta pedagógica:
o fluxo (velocidade/energia) da corrente; iden- Recolha de material/sedimentos;
4 blocos de 45 minutos | 2,2% de Flexibilização. 9. Meteorização e erosão: balanços para a evo-
tificação dos principais tipos de rochas predo-
lução da paisagem.
minantes na região que estão na origem desses Registo de património imaterial;
7º ANO Utilizar esta proposta para possibilitar a visualiza-
3. (SUB) UNIDADES CURRICULARES HIST: ção de diferentes formas de relevo, bem como
sedimentos.
Inventário e cadastro de património con-
ABRANGIDAS 8 blocos de 45 minutos | 11,1% de Flexibilização. a compreensão do papel dos diferentes tipos de
Proposta pedagógica:
6. Sismos registados nas montanhas litorais. struído (incluindo arqueológico);
EC: agentes erosivos e a sua importância para a for-
4 blocos de 45 minutos | 11,1% de Flexibilização. Utilizar esta proposta para a abordagem dos pro-
mação do relevo. Estudos baseados em fotografias aéreas;
EF: cessos de evolução do litoral, nomeadamente as
História - A evolução humana; A civilização CN - Gestão sustentável de recursos; Interpreta- Identificar os principais agentes de meteorização
correntes marítimas e as marés; a abrasão mari-
8 blocos de 45 minutos | 7,4% de Flexibilização.
da pedra; A resistência dos povos lusitanos e a ção geológica de paisagens; A meteorização físi- e de erosão (no local) responsáveis pela erosão Preparação de amostras para datação abso-
PT: nha e as formas litorais mais comuns.
invasão muçulmana. ca e química; Dinâmica externa da Terra: rochas e meteorização. Reconhecer nas rochas sinais luta;
6 blocos de 45 minutos | 3,3% de Flexibilização. Associar ao risco sísmico da região os registos
Geografia - A Geografia e Descrição da Pai- sedimentares e o ciclo das rochas; Os fósseis e a GEO: evidentes da meteorização física e química e da
nas montanhas litorais. Preparação de amostras para estudos em
sagem; Relevo: as principais formas de relevo; sua importância para a reconstituição da história 16 blocos de 45 minutos | 14,8% de Flexibilização. erosão.
Após a saída de campo, debate orientado sobre palinologia.
Os fatores que contribuem para a evolução do da Terra. Dinâmica Interna da Terra: tectónica de CN: Poder-se-á lançar um desafio aos alunos para
a informação recolhida na visita e publicação de
relevo; Os principais rios de Portugal ; Os ele- placas e a ocorrência de falhas geológicas. 16 blocos de 45 minutos | 14,8% de Flexibilização. um concurso de fotografias e criar um banco de
fotorreportagem na revista da escola.
mentos topográficos de uma bacia hidrográfica; FQ: imagens recolhidas pelos alunos durante a saída
A gestão dos recursos hídricos; Os processos de 4 blocos de 45 minutos | 3,7% de Flexibilização. de campo.
evolução do litoral. EV:
8 blocos de 45 minutos | 11,1% de Flexibilização.
126 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > A nossa história escrita nas rochas 127

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA A presente proposta assenta no aprofundamento de ar- No que toca a Educação para a Cidadania, os tempos
ticulação intra e interdepartamental, que se trata de um previstos para esta disciplina poderão ser utilizados para
objetivo estratégico do nosso Projeto Educativo. Com a elaboração de documentos de trabalho e apresenta-
efeito, trata-se de um projeto articulado para desen- ção pública.
LITOTECA MUNICIPAL volver competências e saberes, mas devidamente con-
textualizado e que possibilite aos alunos a identificação A disciplina de Português permitirá apoiar uma das ta-
com o seu espaço de pertença e a valorização da diver- refas fundamentais que consiste na elaboração de sín-
sidade de relações que as comunidades estabelecem teses escritas e descrições, bem como, na fotorrepor-
LABORATÓRIO DE com os seus territórios. tagem indicada na Proposta 6.
PROCESSAMENTO
DE AMOSTRAS EM De igual modo, a conceção do projeto teve por base Quanto a Educação Visual, a articulação será ao nível
SEDIMENTOLOGIA o desafio de possibilitar a aplicação do conhecimen- do apoio nas saídas de campo, nomeadamente no trei-
to científico, do pensamento espacial e das metodo- no da realização de esboços.
logias de estudo do território, em trabalho de equipa e
LABORATÓRIO DE utilizando a metodologia de trabalho de projeto, para Pela transversalidade inerente à disciplina de TIC, esta
SONDAGEM MECÂNICA argumentar, comunicar e intervir de modo ativo na poderá intervir em qualquer um dos momentos referi-
E GEOFÍSICA promoção da valorização e conservação do património dos anteriormente.
imaterial e construído.

LABORATÓRIO DE Neste sentido, privilegiar-se-ão 4 saídas de campo para


MICROSCOPIA E DE o 7ºano e 2 para o 5ºano, com consequente abordagem
PETROGRAFIA contextualizada, respetivamente, nas aulas de Geogra-
fia, Ciências Naturais e História, e nas aulas de HGP. A
articulação com Educação Física passará pela necessá-
ria atividade física, que decorre das saídas de campo,
LABORATÓRIO DE enquadrada nos seguintes conteúdos que constam da
FOTOGRAMETRIA planificação desta disciplina: “Conceito e relação entre
atividade física, aptidão física e saúde; Benefícios da ati-
vidade física na saúde; Fatores associados a um estilo
de vida saudável; Sinais de fadiga ou inadaptação ao es-
forço realizado.”
128 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO 129

Olhar o Rio, Fixar a Serra:


memória(s) geo(cultural)
de Arga e Lima
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima
130 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Olhar o rio, fixar a serra: memória geocultural de Arga e Lima LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Olhar o rio, fixar a serra: memória geocultural de Arga e Lima 131

1. DESTINATÁRIOS 2. DISCIPLINAS

4. CARGA HORÁRIA SOB 6. ESTIMATIVA ORÇAMENTAL


Ciências Naturais - 5º, 6º, 7º e 8º
Ano
FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
Todos os alunos das turmas do 7º Ano e 8º Ano,
previsivelmente 8 turmas, da escola EB 23 de
(POR DISCIPLINA)
Arga e Lima. (170 alunos) Biologia e Geologia - 10º
e 11º Ano
TOTAL - 184 tempos sob flexibilização no total das dis-
5º e 6º Ano - 24 tempos de 45 minutos (4 ma-
3000€
ciplinas e anos envolvidos.
Física e Química - 10º e 11º Ano
Todos os alunos das turmas de Ciências e
Tecnologias do 10º, 11º e 12º Ano inscritos
PROPOSTA nhãs ou tardes)
7º Ano - 24 Tempos de 45 minutos (4 manhãs
5º e 6º Ano - média de 6% da carga horária das
à disciplina de Biologia e Geologia, Física Biologia - 12º Ano PEDAGÓGICA disciplinas envolvidas (Educação Física, Portu- ou tardes)
e Química, Biologia, Química, previsi- guês e Ciências Naturais;) 8º Ano - 24 tempos de 45 minutos (4 manhãs
velmente 6 turmas. (130 alunos) Química - 12º Ano ou tardes)

Olhar o rio,
7º Ano - média de 6% da carga horária das dis-
ciplinas envolvidas (Português, Ciências, Educa- 10º Ano - 24 tempos de 45 minutos (4 manhãs
Educação Física - 5º,6º,7º,8º Ano ou tardes)
ção Física, História e Geografia);
7. DOMÍNIOS DA PRÁTICA

fixar a serra:
Todas as turmas do 10º Ano do cur- 8º Ano - média de 6% da carga horária das dis- 11º Ano - 24 tempos de 45 minutos (4 tardes ou
so profissional de Técnico de animação turística. Geografia - 7º e 8º Ano manhãs) EXPERIMENTAL
ciplinas envolvidas (Ciências, Educação Física,
(20 alunos) Geografia, Português e História); 12º Ano - 24 tempos de 45 minutos (4 tardes ou

memória
História - 7º e 8º Ano manhãs)
10º Ano - média de 5% da carga horária das dis- Recolha e registo de
Todas as turmas de 5º e 6º Ano. (150 alunos) ciplinas envolvidas (Biologia e Geologia, Inglês
TIC - 8º Ano património imaterial;
Física e Química); Nota - esta carga horária poderá ser distribuída por

Português - 5º, 6º,7º e 8º Ano geocultural 11º Ano - média de 5% da carga horária das dis-
ciplinas envolvidas (Biologia e Geologia, Inglês
um ou dois anos letivos conforme decisão dos Con-
selhos de Turma.
Inventário e cadastro de
património construído

de Arga
Física e Química);
Inglês - 10º e 11º Ano
12º Ano - média de 9% da carga horária das dis-
(incluindo arqueológico).

Disciplinas técnicas do curso de Tu-


ciplinas envolvidas (Biologia, Química). 5. PREVISÃO DA(S) ATIVIDADE(S)

e Lima POR PERÍODO LETIVO


Curso Profissional - dados ainda não possíveis
rismo - 10º Ano
de fornecer por ainda não se saber o curso es-
colhido pelos alunos do 10º ano e a sua carga 1º Período
3. (SUB) UNIDADES horária de TIC. 2º Período
CURRICULARES ABRANGIDAS 3º Período

Consultar o “Livro do Professor - AE Arga e Lima”


132 LIVRO DE PROJETOS > PROJETOS > INTERCICLO > Olhar o rio, fixar a serra: memória geocultural de Arga e Lima 133

8. UTILIZAÇÃO PREVISTA DA REDE 9. DESCRIÇÃO SUMÁRIA


ESCOLAR DE CIÊNCIA E DE APOIO
À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de
pensamento, através dos séculos, capacitou o homem
a ser menos escravizado. (André Malraux)
   
LABORATÓRIO DE O projeto resulta, como aliás acontece com  todos os
COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA
outros, da análise feita de dados recolhidos na autoava-
liação do agrupamento, no relatório de avaliação exter-
na, no Plano de melhoria. Procura contribuir, à sua me-
dida, para alcançar as metas do Projeto  Educativo,  os
LABORATÓRIO DE
objetivos do Plano anual de atividades, as fragilidades
PROCESSAMENTO DE
AMOSTRAS EM PETROLOGIA diagnosticadas nos Projetos curriculares de Turma e os
resultados do Plano de Ação Estratégico  concebido no
presente ano letivo para combater o insucesso.

LABORATÓRIO DE Enquanto projeto de ação procura pôr em prática um


MISCROSCOPIA E conjunto de iniciativas que se constituam como opor-
PETROGRAFICA
tunidades para o desenvolvimento de descritores de
desempenho no domínio da leitura nas suas diferen-
tes aceções e implicações, mas também nos domínios
das diferentes literacias, da escuta ativa, da oralidade e
da escrita. O trabalho experimental baseado na obser-
vação, registo, interpretação, pesquisa para procura da
informação e sua transformação em conhecimento, a
recolha de informação em fontes orais e no encontro
com a riqueza cultural permitirão aos alunos consolidar
competências que permitam desenvolver a sua auto-
nomia, o espírito critico e, simultaneamente, a tomada
de consciência dos problemas e das potencialidades do
meio em que o agrupamento se insere.
134 135

NOTA FINAL FICHA TÉCNICA

O Livro de Projetos para a Flexibilização Curricular, que Agrupamento de Escolas de Monserrate: Externato S. João Bosco:
TÍTULO:
agora se edita, pretende lançar as bases para um ensi- Ana Meireles, Maria de Fátima Bastos, Maria Manuela Ana Raquel Azevedo, Ana Maria Brito, Carla Santos,
Rede Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação
no centrado nas memórias do território e das pessoas Felgueiras, Manuela Pacheco, Mónica Franco, Liliana Carolina Magalhães, Maria de Fátima Gonçalves, Maria
Científica de Viana do Castelo: Livro de Projetos para
que o ocupam, e na conceção de que a ciência e os a flexibilização curricular Carvalho, Jacinta Silva, Marília Vilas-Boas Simões, João Brito, Maria José Carvalhosa, Vera Martins.
cientistas devem ser personalidades presentes na vida Dario Rúben Lopes, Artur Torre, Fátima Ferreira, Luísa
escolar dos alunos. Os projetos curriculares elaborados COORDENAÇÃO GERAL: Quitério, Conceição Semeda, Teresa Pinto Leite. FOTOGRAFIA:
pelas 19 equipas de trabalho envolvidas neste processo José Maria Costa, Benjamim Moreira, Cecília Araújo, Ricardo Carvalhido, Delfina Brochado
participativo, apesar de centrados numa realidade mui- Conceição Rabaçal Fernandes, Helena Cunha, Manuel Agrupamento de Escolas de Monte da Ola:
to própria aos círculos educativos onde foram concebi- Agostinho Gomes, Manuel Vitorino, Maria Teresa Alexandrina Rocha, Eduarda Sofia Viana, Angelina DESIGN:
dos, estão agora disponíveis para serem revistos por pa- Almeida, Teresa Marques, Ricardo Sousa. Vieira Pinho, Matilde Filipe Quitério Afonso, Jorge Blisq Creative
res, adequando-se a novos contextos e eventualmente Amadeu Pereira da Silva, Adérito Castro, Fernanda
para serem melhorados em conteúdo, e adequação às COORDENAÇÃO CIENTÍFICA: Tomaz, Eduardo José Martins Caldas, Fernanda Luísa EDIÇÃO:
circunstâncias que são próprias à dinâmica do processo Ricardo Jorge Carvalhido Soares Pequeno, Maria Celeste Barroso Gonçalves, Ana Câmara Municipal de Viana do Castelo (2017)
ensino-aprendizagem. Catarina Dias Fernandes, Helena Cristina Mendes,
COORDENAÇÃO OPE: Marta Moreno, Eduardo Caldas.
A Rede Escolar de Ciência e de Apoio à Investigação Ana Sofia Marinho 1a EDIÇÃO (revista)
Agrupamento de Escolas do Pintor José de Brito:
Científica, entidade material que garante a implemen-
PROJETOS: Joaquim Marques, Raquel Amorim, Maria de Jesus
tação da metodologia de trabalho de projeto como op-
Ferreira, Augusta Monteiro, Maria do Carmo Canão,
ção de fundo para a gestão curricular nas escolas de Agrupamento de Escolas de Abelheira:
Regina Correia, Ana Helena Parente, Manuel Monteiro
Viana do Castelo, pretende também cumprir a impor- Professor Bibliotecário, Professores do 5.º ano das
Lima, Maria José Cunha, Paulo Correia, Joana Dias,
tante função de estímulo e apoio continuado ao desen- disciplinas envolvidas, Docentes dos 4.º anos de
Carla Pires.
volvimento de novos projetos. escolaridade.
Agrupamento de Escolas de Santa Maria Maior:
Esta é, por isso, a primeira versão de um livro que se pre- Agrupamento de Escolas de Arga e Lima:
Lia Faria, Carmo Silva, Carlos Lima, Irene Sá, Felisbela
tende em permanente construção. Os projetos apre- Manuela Carvalho, Filipe Rocha, Marlene Martins,
Cancela, Henrique Rodrigues, Alexandra Pereira, Sofia
sentados surgirão na próxima edição, mais maduros Filomena del Rio, Elisabete Soares, Manuel Brito,
Sousa, Ana Lima, Ana Débora Costa, Cátia Fernandes,
porque já testados e avaliados pelas comunidades edu- Manuela Castro, Manuel João Costa, Isabel Martins,
Conceição Caldas, Goreti Alves, Alfredo Silva, Jacinto
cativas que os implementaram, mas também fruto da Maria do Céu Costa, Filomena del Rio, Docentes do 3º
Estevens, Jorge Silva, Marisa Cadilha, Sandra Oliveira,
e 4º ano, Manuela Castro, Conceição Leal, Carlos Pereira.
atenção crítica de colegas de outros agrupamentos que Teresa Vieira.
deles se apropriarão. Surgirão também novas páginas,
Agrupamento de Escolas de Barroselas:
de novos projetos interdisciplinares e desenvolvidos na Colégio do Minho:
Alexandre Fernandes, Carla Fernandes, Carla
base concetual em que a descoberta do meio local, a Ana Paula Batista, Beatriz Barreiro, Damião Porto,
Magalhães, Conceição Gonçalves, Marcelo Torre, Rogério
promoção do gosto e a prática da ciência em contexto Eloisa Martins, Ivo Esteves, Olga Pires, Pedro Costa, Sofia
Barreto, Sónia Vicente, Teresa Almeida, Teresa Rego.
fora da sala de aula, e o incentivo ao intercâmbio de co- Pires, Zita Esteves, Ana Filipa Lima, Carla Isabel Coelho,
Maria de Jesus Ribeiro, Teresa Amorim, Céu Araújo,
nhecimentos entre alunos, docentes e investigadores, é Maria de Fátima Cunha, Olga Marisa Pires, Isabel Lima,
Paula Sousa, Teresa Ramos, Paulo Lages.
o garante de um ensino pleno de identidade. Damião Porto, José Carlos Pinto.

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