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PEIXOTO, JÚLIO AFRÂNIO

Outros nomes e/ou títulos: Peixoto, Afrânio

DADOS PESSOAIS
TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
PRODUÇÃO INTELECTUAL
FONTES
FICHA TÉCNICA

DADOS PESSOAIS
Júlio Afrânio Peixoto nasceu em 17 de dezembro de 1876, na cidade de Lençóis, na então província da
Bahia. Era filho do Capitão Francisco Afrânio Peixoto, comerciante de diamantes, e de Virgínia de Moraes
Peixoto, e neto de Alexandre Mascarenhas Peixoto, nascido na cidade de São Félix (Bahia) e Maria
Constança Peixoto, que haviam vindo de São Pedro de Azurém (Guimarães, Portugal). Teve como irmãos
Estefânia de Moraes Peixoto, que se tornou religiosa da Congregação das Irmãs Dorotéias, Filogônio de
Souza Peixoto, farmacêutico, dentista e fazendeiro de cacau na província do Espírito Santo, Maria Constança
de Moraes Peixoto, e Júlia de Moraes Peixoto, que se dedicaram à assistência à pobreza na cidade de
Salvador.

Em 1885, com a crise na exploração de diamantes, o casal deixou a cidade de Lençóis, e foi residir no
povoado de Salobro, município de Canavieiras, na mesma província, onde seu pai, Francisco Afrânio Peixoto
tornou-se agricultor de cacau. Nesta localidade nasceram os outros irmãos de Júlio Afrânio Peixoto: Álvaro (o
primeiro, falecido com um ano de idade), Álvaro Afrânio Peixoto, farmacêutico, Mário Afrânio Peixoto,
cirurgião-dentista, Arthur Afrânio Peixoto, padre, Helena de Moraes Peixoto e Jovita de Moraes Peixoto,
igualmente dedicadas à vida religiosa como irmãs Dorotéias. Júlio Afrânio Peixoto passou sua infância e
adolescência na Fazenda da Boa Vista, às margens do Rio Pardo, na região diamantífera de Canavieiras, na
província da Bahia.

Casou-se em 8 de janeiro de 1912 com Francisca de Faria, filha de Alberto de Faria, advogado, empresário,
escritor, e posteriormente membro da Academia Brasileira de Letras. Teve um único filho, José Júlio (Juca),
que faleceu, aos 18 anos, em 1942. Foi cunhado de Otávio de Faria, também acadêmico, e concunhado de
Alceu de Amoroso Lima (Tristão de Atahyde), que se casou com Maria Teresa de Faria, irmã de sua esposa.

Recebeu várias condecorações como a Grã Cruz da Ordem de Sant´Iago da Espada (Portugal), a comenda
da Légion d´Honneur (França), da Ordine dei Santi Maurizio e Lazzaro (Itália), e da Ordre de Léopold II
(Bélgica).

Faleceu na Rua Paissandu nº 149, na cidade do Rio de Janeiro em 12 de janeiro de 1947.


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TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
Júlio Afrânio Peixoto recebeu muitos conhecimentos de seu pai, Francisco Afrânio Peixoto, homem culto á
época. Freqüentou, em Lençóis, sua cidade natal, a escola da professora Maria da Purificação, e depois as
aulas de Antonio da Silva Lobo. Quando se mudou para a Fazenda de Jacarandá, em Canavieiras, teve
como professor o engenheiro agrônomo Glicério Lino de Sant´Anna, que o introduziu no estudo das
humanidades. Posteriormente se transferiu para a cidade de Salvador, onde, com o apoio de seu tio
Filogônio de Souza Peixoto, chamado por ele de “Papai-Filó”, iniciou em 1888 os cursos preparatórios no
Colégio Florêncio, de propriedade de Manuel Florêncio do Espírito Santo e instalado no alto da Ladeira da
Gameleira, no local em que anteriormente funcionara o Colégio Sebrão (VENANCIO FILHO, 1937). Neste
Colégio foi aluno de Pedro da Luz Carrascosa, de José Porfírio de Sá, ambos professores de ciências físicas
e naturais, e de Odorico Octavio de Odilon, professor de geografia, história e história do Brasil.

Nos cursos preparatórios, na Faculdade de Medicina da Bahia, foi colega Egas Moniz Barreto de Aragão, que
depois foi professor de patologia geral e história da medicina nesta mesma instituição, que se tornou seu
grande amigo (“Memórias”. Apud. RIBEIRO, 1950).

Matriculou-se na Faculdade de Medicina da Bahia, em 1892, e durante seu curso foram seus colegas Antônio
do Amaral Ferrão Muniz, Augusto Couto Maia, Menandro dos Reis Meireles Filho e Luiz Pinto de Carvalho.
Ao concluir o 3º ano, foi nomeado interno da cadeira de clínica médica do professor Frederico de Castro
Rebello, e foi aluno e assistente de Raymundo Nina Rodrigues na cadeira de medicina legal. Foi, também,
interno na cadeira de psiquiatria e moléstias nervosas com o professor Juliano Moreira (SALES, 1988).

Doutorou-se em medicina em 1897, com a tese “Epilepsia e Crime”, a qual, segundo Leonídio Ribeiro, que foi
seu aluno e biógrafo, recebeu elogios de professores e médicos brasileiros e estrangeiros, como Francisco
Franco da Rocha, fundador do Asilo de Alienados do Juqueri, (São Paulo), Clovis Beviláqua, jurista, Miguel
Augusto Bombardia (1851-1910), diretor do Manicómio de Rilhafoles (Lisboa, Portugal), Enrico Morselli
(1852-1929), professor de clínica psiquiátrica na Università di Genova, Charles Féré (1852-1907), do
laboratório do Hôpital de Bicêtre (Paris, França), Alexandre Lacassagne (1843-1924), professor de medicina
legal da Faculte de Lyon, Jean-Gabriel De Tarde (1843-1904), criminologista, Jules Christian (1840-1907), do
Montevergnes Asylum (Valcluse, França), Philippe Chaslin (1857-1923), do Hôpital de Salpêtrière (Paris,
França), Edouard Toulouse (1865-1947), do Asylum de Villejuif (Paris, França), e Enrico Ferri (1856-1929),
criminologista italiano. Sua tese foi reeditada em 1898 com uma tiragem de 1.000 exemplares, e prefaciada
por Nina Rodrigues e Juliano Moreira.

Iniciou sua experiência clínica, no interior da Bahia, em 1898/1899, como relatou em suas “Memórias”:
“Quando me formei – conta ele, em suas “Memórias”, ainda inéditas – pretendia exercer a clínica e
parti para Canavieiras. Minha mãe tinha feito uma consulta aos médicos da terra sobre um
instrumental de cirurgia, que me queria oferecer. Como manteve segredo comigo, despendeu muito
dinheiro e grandes canseiras para mandá-lo vir da Europa, através da Bahia, um arsenal de cirurgia,
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heteróclito, que daria para vários especialistas de uma capital. Assim é que eu tinha caixas
niqueladas de Collin, contendo todo um arsenal para amputações. Outras caixas para reseções sub-
cápsulo-periósticas, de Olier; outras com uma série de sondas de Guyon; material completo para
uretrotomia; material para partos e para tratamentos ginecológicos. Enfim, vários catálogos e
informações idôneas. Gastou, com isto, muitos contos de réis, que não me aproveitariam, visto como
eu não estudara nenhuma dessas especialidades, para as exercer, sem perigo para o meu próximo.”
(Apud. RIBEIRO, 1950, p.31).

Júlio Afrânio Peixoto viajou, depois, para o sul do país, visitando cidades no interior de São Paulo, como São
Carlos, Água Vermelha e Visconde de Pinhal, por sugestão de João Americo Garcez Fróes, catedrático de
clínica propedêutica na Faculdade de Medicina da Bahia, no Rio de Janeiro, e também no interior de Minas
Gerais, passando por Araçuaí, Teófilo Otoni, São Miguel, Itinga, Salinas, e Fortaleza (GOUVEIA, 1976).

Em 1900 retornou para a cidade de Salvador, quando prestou concurso para preparador de medicina legal na
Faculdade de Medicina da Bahia, tendo sido nomeado neste mesmo ano, como narrou em suas “Memórias”:
“Nomeado tomei logo o meu partido e disse a Nina Rodrigues que não pretendia ficar na Bahia, visto
como estimava-o bastante para não desejar a substituição dele, ainda moço, e com poucos anos de
professorado. O desejo, porém, de dar à vida uma situação definitiva, ia levar-me ao Rio, onde seria
próxima a sucessão de Souza Lima. Nina, bondozamente, convenceu-me de que, para esse
concurso, devia eu sistematizar estudos e conhecimentos para vencer. Foi assim que, por dois anos
preparador de Medicina Legal, fui eu o mais estudioso e aproveitável dos seus alunos. Na ausência
de [João Americo Garcez] Fróes, que substituía na Faculdade de Direito a Rodrigues Doria, então no
Parlamento, fui nomeado professor. E me exerci na Cadeira teórica, tanto quanto na Faculdade de
Medicina, nos estudos práticos. Com Juliano Moreira, avancei um pouco mais na Psiquiatria que me
seria indispensável, e com Alfredo de Andrade, no Laboratório Municipal de Análises, Química
Bormatológica e Toxicologia, que também me seriam úteis. Para ocupar o resto do tempo, fiz
literatura e agitei a Bahia com a propaganda simbolista”. (Apud. RIBEIRO, 1950, p.33)

Na Faculdade Livre de Direito da Bahia, fundada em 1891 na cidade de Salvador, foi preparador (1900) e
professor substituto (1901) da cadeira de medicina pública.

Segundo Almeida Gouveia (1976), nesta época Júlio Afrânio Peixoto teria integrado um grupo literário
chamado “Tertúlia das Letras”, quando também teria publicado seu livro a “Rosa mýstica – símbolo trágico”
(1900).

Mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro em 1902, por convite de Juliano Moreira, tendo se hospedado
inicialmente na Pensão Schray, na Rua do Catete nº160. Nesta cidade, além de ter sido Inspetor Sanitário
(1902), foi médico (1903) e diretor (1904) do Hospício Nacional de Alienados, substituindo interinamente, por
designação do Ministro da Justiça e Negócios Interiores, José Joaquim Seabra, ao então diretor Juliano
Moreira, em viagem para tratamento de saúde na Europa. Durante o período em que dirigiu interinamente a
instituição, diversas reformas foram efetuadas, as quais foram descritas no Relatório apresentado ao
Ministério da Justiça e Negócios Interiores em 1905.
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Ao chegar ao Rio de Janeiro, teria sido indicado por José Joaquim Seabra para a Secretaria da Diretoria
Geral de Saúde Pública, a qual seria dirigida, a partir de 1903, por Oswaldo Gonçalves Cruz. De acordo com
os relatos das “Memórias” de Júlio Afrânio Peixoto, Oswaldo Cruz por desconhecer tal fato, já teria
encaminhado outra pessoa para este cargo, e por isso não teria concordado com a indicação de Afrânio
Peixoto, e o teria convidado para a direção do Hospital de Jururjuba, convite este que foi recusado por Júlio
Afrânio Peixoto (“Memórias”. In: RIBEIRO, 1950, p.36-38).

Durante o período em que atuou como médico alienista no Hospício Nacional de Alienados, Júlio Afrânio
Peixoto desenvolveu, com Juliano Moreira, estudos sobre a paranóia e os síndromes paranoides, os quais
foram resultaram em publicações no Brazil-Medico e em relatórios em congressos científicos internacionais,
como o XV Congrès International de Médicine (Lisbonne, 19/26 Avril 1906). Ocupou-se, também, de outros
temas no campo da psiquiatria, como a psicose maníaco-depressiva, para a qual adotou “desde logo, a
concepção de Kraepelin, escreveu elle duas magníficas monographias, publicadas, em 1905, nos ´Anales
Médico-psychologiques`, de Paris” (SILVA, 1937, p.325).

Antonio Carlos Pacheco e Silva, professor de clínica psiquiátrica da Faculdade de Medicina da Universidade
de São Paulo, destacou a administração de Júlio Afrânio Peixoto no Hospício Nacional de Alienados:
“Ao fim de pouco tempo, o velho Hospício estava radicalmente transformado, não só nos edifícios,
inteiramente reformados, como na organização interna. Reinava então uma febre intensa de estudos,
grande era a actividade nos laboratórios de anatomia pathologica e psychologia experimental. Os
jornaes médicos da época publicavam innumeros e valiosíssimos trabalhos elaborados no velho
hospital, que se apresentava restaurado e engrandecido, abrigando uma plêiade de jovens e
operosos médicos, um verdadeiro ninho de sábios, que mais tarde vieram quase todos a ingressar no
magistério superior. Depois da reforma do Hospício, com a morte das casas fortes e coletes de fôrça,
objetivamente, se impunha a vitória subjetiva. Afrânio não descansava. Mister se fazia arrancar a
Psiquiatria daquela fria meditação sobre a morte intelectual resumida numa classificação. Surge esse
livro primoroso, que é a Psicopatologia Forense, em que o seu autor, reagindo contra a tendência até
então dominante, demonstra o sem valor das classificações em Psiquiatria.” (SILVA, 1937, p.325)

No ano de 1903, Júlio Afrânio Peixoto, acompanhando as críticas que vinham sendo feitas ao serviço
médico-legal no país, e fundamentando-se no modelo utilizado na Alemanha observado durante suas
viagens, propôs a reforma do gabinete médico-legal (GOMES, 2001). Segundo Mariza Corrêa (1998), o
“Manual de thanatoscopia judiciária”, de Júlio Afrânio Peixoto, publicado em 1901, teria servido de base para
a proposta de um serviço médico-legal de autópsias, e que foi posteriormente transformada em lei, o decreto
nº 4.864, de 15 de junho de 1903, que veio a estabelecer o regulamento para o serviço médico-legal do
Distrito Federal. Este regulamento recebeu o reconhecimento no país e no exterior, como o comentário do
médico italiano Césare Lombroso (1835-1909) publicado no Arquivo de Psiquiatria, Neurologia e Antropologia
Criminal (Torino, Itália, p.604-615, 1904):
“Aquilo que ainda não se pôde fazer na Itália, aquilo que se está agora refazendo na Alemanha, sob a
autorização de Orth e com a participação ativa dos interessados, há pouco Placzeck e mais
recentemente Kolb e Heller, já fez modesta e rapidamente o Brasil, por iniciativa do Governo e obra
do Dr. Afrânio Peixoto.” (Apud. RIBEIRO, 1950, p.57)
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Júlio Afrânio Peixoto e Mario de Alencar foram secretários e redatores da Conferência Sanitária Internacional,
inaugurada no Rio de Janeiro em 5 de junho de 1904. Neste mesmo ano, no mês de abril, foi delegado do
Governo brasileiro no Segundo Congresso Medico Latino-Americano, realizado em Buenos Aires, juntamente
com João Baptista de Lacerda, Antonio Augusto de Azevedo Sodré e Francisco de Paula Fajardo Júnior.

Entre os anos 1905 e 1906 viajou por diversos países europeus, visitando institutos de pesquisa e médico-
legais para aperfeiçoamento de seus estudos em medicina legal e higiene, como descreveu em suas
“Memórias”:
“Na Europa, visitei cerca de dez paises, parando em cada um algum tempo, para curiosidade de arte
e de turismo, bem como de estudo, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda, Itália, Suíça, Áustria,
Alemanha, Espanha e Portugal. (...), Depois das colônias de alienados visitadas na Escócia e da de
Gheel na Bélgica, que era a incumbência oficial que eu tinha, tratei dos meus estudos particulares.
Era a Medicina Legal em Viena, a técnica das autópsias em Berlim, e a Bacteriologia no Instituto
Pasteur de Paris. (....). Conheci em Viena ao depois famoso Karl Lansteiner, que foi meu mestre de
Histologia e Microscopia aplicadas à Medicina Legal, com o qual não só aprendi muito e muito
conheci Viena.” (“Memórias”. Apud. RIBEIRO, 1950, p.40)

Foi por ocasião destas primeiras viagens à Europa que Júlio Afrânio Peixoto conheceu a família de Alberto
de Faria, pai de Francisca de Faria, referida como D. Chiquita, com quem viria a casar em 1912. Anos depois
viria a escrever muitas de suas obras, como o livro “Maria Bonita”, durante as estadias na residência de seu
sogro na cidade de Petrópolis (Estado do Rio de Janeiro). Esta residência, construída pelo Barão de Mauá,
ainda existe funcionando como uma repartição da Prefeitura da cidade de Petrópolis.

Ao retornar destas viagens, em 1906, foi para o Rio de Janeiro, onde participou do concurso para professor
das cadeiras de Medicina Legal e Higiene na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, tendo derrotado os
demais candidatos, João de Barros Barreto e Henrique Tanner de Abreu, e sido nomeado para a cadeira em
1907. Segundo Leonídio Ribeiro este concurso foi determinante para a trajetória de Júlio Afrânio Peixoto,
pois desta forma na cátedra de higiene, “estudou-a, principalmente, em função do que ela significava para os
destinos de sua terra e sua gente” (RIBEIRO, 1954, p.17).

Em 3 de janeiro de 1907, o decreto nº 1.631 definiu a reforma do Serviço Policial do Distrito Federal e
estabeleceu o serviço médico-legal como seção autônoma, diretamente subordinada ao chefe de polícia,
com ampliação de quadros de peritos e aperfeiçoamento de procedimentos. Alguns de seus biógrafos
atribuem a elaboração deste novo regulamento a Julio Afrânio Peixoto (RAMOS, 1937). Foi o primeiro diretor
do Serviço Médico-Legal do Distrito Federal, então criado, tendo permanecido neste cargo até o ano de
1910, Segundo Leonídio Ribeiro, com sua administração esta instituição iniciou uma nova fase, “com
obrigações minuciosas das perícias, aumentadas das excelências de técnica copiadas do regulamento
prussiano de Virchow” (RIBEIRO, 1950, p.58). Durante sua direção à frente do Serviço Médico-Legal do
Distrito Federal, foi o responsável, juntamente com Diógenes de Almeida Sampaio, seu professor-assistente,
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pelo exame do cadáver do escritor Euclydes Rodrigues Pimenta da Cunha, quando este foi assassinado em
1909.

Publicou, em 1910, “Elementos de Medicina Legal“, que foi o volume inicial do tratado que se
complementaria com o volume sobre medicina pública, publicado posteriormente com a segunda edição da
obra, em 1914. O livro sobre medicina legal, publicado pelo livreiro Francisco Alves, teve várias edições, e
foi uma obra didática amplamente divulgada e citada em relatórios, laudos, perícias e debates. Em suas
“Memórias”, Júlio Afrânio Peixoto descreve o contexto da publicação desse seu primeiro livro de ciência:
“Ao chegar ao Rio de Janeiro havia tomado o propósito de renunciar à literatura, e cuidar apenas da
Medicina, o que era indispensável ao objetivo que me trouxera do Estado, um concurso à Faculdade
de Medicina. Nesse sentido, procurei os meios médicos, sobretudo o “Brasil Médico”, revista
semanal, então estabelecida em cima da Casa Postal, junto do Laemmert, defronte do Garnier. Todos
os dias lá nos reuníamos, grupo de colaboradores, coronel Ismael da Rocha, professor Rodolpho
Galvão, Dr. Juliano Moreira, Dr. Fernandes Figueira, além dos diretores, professor Azevedo Sodré, e
redator principal, Dr. Bulhões de Carvalho. Poucos dias depois do conhecimento, fui solicitado a
escrever no “Jornal”. (...). No “Jornal do Commercio” escrevi mais de um artigo que, publicados, me
deram a primeira e grata sensação de notoriedade. Quando no verão de 1910, procurei as Paineiras
como refrigério para a canícula do Rio, encontrei o livreiro editor Francisco Alves, que era, como eu, o
único hóspede insensível ao jogo em que se entretinham todos os outros. Na varanda do hotel, um
encontro fê-lo falar comigo e ficamos companheiros de palestra. Tão constantemente falava-lhe da
Europa, que ele perguntou, um dia, por que não satisfazia logo esse desejo. Respondi-lhe que me
faltavam meios; os meios se adquirem pelo trabalho. – “Por que não escreve um livro didático que lhe
dê para isso?” Como não compreendesse bem, explicou-me que o compêndio de Medicina Legal de
Souza Lima era inabordável e o Manual que lhe juntasse à doutrina algumas observações, por fôrça
seria bem recebido. Uma primeira edição de um livro didático poderia dar-me a cobiçada viagem. (...).
Pus-me a escrever o livro e estava ele realizado, quando procurei o livreiro Alves, que o resolveu
imprimir na Europa, sendo-me dadas aí as provas respectivas. (....), mas eu parti, em setembro,
diretamente para a Itália, Nápoles, onde iriam ter as provas de Paris.” (Apud. RIBEIRO, 1950, p.86-
87)

Entre os anos de 1910 e 1911 Júlio Afrânio Peixoto realizou diversas viagens, para a Itália, Sicília, Grécia,
Egito, Palestina, Síria, Ásia Menor, Turquia, Rumania, Hungria e países da Europa Central.

Em 1913 foi nomeado professor substituto de medicina pública na Faculdade de Sciencias Jurídicas e
Sociaes do Rio de Janeiro, que havia sido criada na cidade do Rio de Janeiro, em 1882, e inaugurada em
1891 por Fernando Mendes de Almeida. Foi neste ano que publicou “Elementos de Higiene”, livro nos qual
sintetiza os conceitos sobre higiene e que viria a ser adotado tanto em cursos superiores como no ensino das
escolas normais.

Foi nomeado, em 1915, diretor da então Escola Normal da Capital Federal, localizada na Rua de São
Cristóvão nº18, e no ano seguinte diretor geral da Instrução Pública do Distrito Federal, por indicação de
Antônio Augusto de Azevedo Sodré. Durante sua gestão à frente da Instrução Pública, colaborou com a
promulgação da primeira reforma orgânica da Escola Normal, promulgada pelo decreto nº 1.059, de 14 de
fevereiro de 1916, que criou a categoria dos docentes, professores encarregados da regência das turmas,
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aparelhou de oficinas o Instituto Profissional Orsina da Fonseca, e a Escola Profissional Rivadávia Correia, e
propôs a criação do Serviço Médico-Escolar (ARAGÃO, 1977).

Em 3 de agosto de 1916 tomou posse efetiva da cátedra de Higiene na Faculdade de Medicina do Rio de
Janeiro, após a jubilação do professor Benjamin Antonio da Rocha Faria. Nesta ocasião apresentou, em
matéria no Jornal do Commercio de 4 de agosto de 1916, sua visão sobre a medicina e a importância da
higiene:
“Neste fúnebre aparelho, como diz a macabra ironia do cronista, uma só, esta singular cadeira de
Higiene, dedicada à saúde. É do que menos se trata, naturalmente, nas Faculdades de Medicina: é o
que não nos importa, está bem visto, a médicos consagrados à doença e à morte; foi a cadeira que
confiastes ao cético que vos bateu à porta do templo, ao livre pensador a quem quisestes gratificar
com um pouco de tolerância e imparcialidade. Pois que a saúde deveria ter aqui o contraste de uma
representação, voto díspar entre tantos, fosse dada a um descrente, incapaz de malfazer à nossa
santa religião médica. (....). A Higiene, mais modesta e que não tem um século de cultura racional,
algumas décadas apenas de estudo especializado, já pode ser chamada a plenário, sem vexame.
Não conseguimos curar a cólera, a peste, a lepra, a febre amarela; ela as evitou, ela as fará
desaparecer do mundo, para nossa fama. (...). A Medicina não sabe curar as doenças orgânicas, a
Higiene as pode evitar. (....). Tal é a Higiene: ainda uma especialidade hoje, e singular nas nossas
faculdades, amanhã divulgada certamente aqui mesmo, em numerosas outras derivações, outras
tantas cadeiras, e lá fora, desde a aula primária, nas escolas preparatórias, normais, profissionais,
porque só a saúde é a compensação da vida, e essa glória de viver são só a consegue e ensina a
Higiene”. (Apud. RIBEIRO, 1950, p.62-64)

Essas suas palavras provocaram várias reações no meio científico no Rio de Janeiro, sendo rebatidas por
professores como Fernando Augusto Ribeiro de Magalhães, Miguel da Silva Pereira e Aloysio de Castro, que
entendiam a prevenção e a cura como funções da medicina (RIBEIRO, 1950).

Por ocasião da recepção a Aloysio de Castro, professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro,
realizada em 10 de outubro de 1916, o médico Miguel da Silva Pereira havia proferido um discurso no qual
referia-se ao Brasil como “um imenso hospital”. Pelas afirmações contidas neste discurso, Miguel da Silva
Pereira recebeu várias críticas, e Júlio Afrânio Peixoto foi um de seus maiores defensores, tendo inclusive
sugerido a promoção de uma campanha para a saúde das populações rurais do país, ao proferir um discurso
na solenidade de homenagem a Miguel Pereira, organizada por estudantes em 19 de maio de 1918 (SALES,
1988).

Em 1917 proferiu uma conferência sobre Educação Nacional na Liga da Defesa Nacional, criada em 7 de
setembro de 1916 por Pedro Augusto Carneiro Lessa, Miguel Calmon du Pin e Almeida, e Olavo Bilac, para
estimular o patriotismo e propagar a instrução primária, a profissional, a militar e a cívica. Participou, em
1918, da Comissão Julgadora do Manual de Educação Moral e Cívica e do Catecismo Cívico, constituída por
esta Liga e integrada por Pedro Augusto Carneiro Lessa, Augusto Olympio Viveiros de Castro, jurista, João
Köpke, educador e escritor, e Manoel Bonfim, médico e educador.
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Lecionou o curso de “Sociologia” e o de “História das Religiões”, ambos na Academia de Altos Estudos, que
havia sido fundada no seio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro para a formação de funcionários para
as administrações ministeriais e estaduais. Os cursos na Academia de Altos Estudos iniciaram-se em abril de
1916, com a participação, além de Júlio Afrânio Peixoto, dos professores Benjamin Franklin Ramiz Galvão,
Affonso Celso de Assis Figueiredo, Max Fleiuss, Clóvis Bevilaqua, Edgard Roquete-Pinto, Alfredo Gomes,
Laudelino de Oliveria Freire e Antonio de Barros Ramalho Ortigão. Em 13 de março de 1919, a Academia foi
transformada em Faculdade de Filosofia e Letras do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, na qual Júlio
Afrânio Peixoto também lecionou (GUIMARÃES, 2000).

Júlio Afrânio Peixoto dirigiu o Curso de Medicina Pública, em 1917, na Faculdade de Medicina do Rio de
Janeiro, destinado a formar médicos legistas seguindo o modelo dos cursos periciais alemães (Kreisarzt). O
curso teve o apoio de Aloysio de Castro, então diretor da faculdade, e contou com a colaboração dos
professores daquela Faculdade, Raul Leitão da Cunha, professor de anatomia patológica, Diógenes de
Almeida Sampaio, substituto de química, e Ernesto do Nascimento Silva, professor de medicina legal. Entre
os alunos deste curso, que funcionou somente por dois anos, estavam Júlio Pires Porto Carrero, Murillo de
Campos, Leonídio Ribeiro, Oscar Dutra, e Paulo Proença. Este curso é considerado o precursor do curso
especializado de Higiene e Saúde Pública, realizado posteriormente também pela Faculdade de Medicina do
Rio de Janeiro, dirigido pelo próprio Júlio Afrânio Peixoto, e fundamentado nos cursos da John Hopkins
University (Baltimore, E.U.A.) e da Harvard University (Boston, E.U.A.) (BARRETO, 1937).

Em 1917 Júlio Afrânio Peixoto foi nomeado para integrar a comissão de regulamentação do decreto de
Profilaxia Rural e elaboração de um código sanitário para o país, da qual fizeram parte também Benjamin
Antonio da Rocha Faria, Miguel de Oliveria Couto, Aloysio de Castro, Theóphilo de Almeida Torres, Carlos
Ribeiro Justiniano Chagas, Clóvis Beviláqua, e Domingos J. da Silva Cunha, inspetor de engenharia sanitária
(MAIO, 1994).

Segundo o médico João Barros Barreto (1927), durante a 1ª Guerra Mundial, por iniciativa do próprio Júlio
Afrânio Peixoto e da cátedra de higiene que dirigia, foram enviadas partidas de soro-antitetânico para os
soldados na França. O soro era adquirido pelo próprio Afrânio no Instituto Oswaldo Cruz, a um preço
especial, e enviado para a Europa por intermédio do Consulado da França.

Foi vice-presidente do Conselho Consultivo da Liga Pro-Saneamento, um movimento de caráter nacionalista


criado em fevereiro de 1918 e liderado por Belisário Augusto de Oliveira Penna, que tinha como proposta
central o saneamento rural. Júlio Afrânio Peixoto publicou dois artigos na revista Saúde, veículo oficial da
Liga, e entre estes o “Moinhos de Vento”, no qual apresentou considerações sobre a questão do
determinismo climático.
“Não é esse inimigo a vencer nem o clima, nem a raça, nem as leis ou os costumes, os governos, a
gente, céus e terras .... Seriam moinhos de vento, que nos pareceriam gigantes, a nos atemorisar.
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Mas sim, causas miúdas, modestas, desprezadas e não desprezíveis, (....). Não será necessário
mudar o eixo da Terra para dar novo clima ao Brasil, nem nos transfundir o sangue das raças nobres,
para lograrmos a saúde, e então a prosperidade, o bem estar e a razão de viver.” (PEIXOTO, 1918,
p.2).

Em 1921, participou da organização das comemorações dos 50 anos de Castro Alves, com um curso na
Biblioteca Nacional, conferências em São Paulo, e a publicação da obra “Poeta e o Poema” (VENANCIO
FILHO, 1937).

Apresentou o Relatório de Literatura Infantil “Sobre creanças e para creanças” no Terceiro Congresso
Americano da Creança, realizado juntamente com o Congresso Brasileiro de Proteção à Infância, durante a
Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência, na cidade do Rio de Janeiro, de 27
de agosto a 5 de setembro de 1922.

Participou de uma polêmica com Carlos Chagas, em relação à descoberta da Tripanossomíase Americana
(Doença de Chagas), manifestada publicamente por ocasião do discurso, de sua autoria, para recepcionar
Henrique Figueiredo de Vasconcellos, em 30 de novembro de 1922, como membro honorário na Academia
Nacional de Medicina. Neste discurso ao referir-se aos serviços prestados por Figueiredo de Vasconcelos, no
então Instituto Oswaldo Cruz, acabou por questionar a existência e a importância da doença de Chagas. E a
Academia Nacional de Medicina tornou-se, então, o palco desta grande controvérsia (KROPF, 2006).

Júlio Afrânio Peixoto participou da Liga Brasileira de Hygiene Mental, fundada sob a direção do médico
Gustavo Koehler Riedel, em novembro de 1922 (reconhecimento de utilidade pública, decreto nº4.778,
27/12/1923), com o objetivo de promover a modernização do atendimento psiquiátrico e a melhoria da
assistência aos doentes mentais.

Participou ativamente da Associação Brasileira de Educação (ABE), criada em 15 de outubro de 1924 por um
grupo de intelectuais e profissionais de ensino liderados por Heitor Lyra da Silva, com o objetivo de promover
a difusão e o aperfeiçoamento da educação no país. Integrou a diretoria, desta associação, empossada em
outubro de 1932. Neste mesmo ano a ABE lançou o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, redigido por
Fernando de Azevedo, do qual Júlio Afrânio Peixoto um dos signatários, juntamente com intelectuais como
Anísio Spínola Teixeira, Manuel Bergstrom Lourenço Filho, Edgard Roquette-Pinto, José Paranhos
Fontenelle, Hermes Lima, Francisco Venancio Filho, Cecilia Benevides de Carvalho Meirelles, entre outros

Recebeu, em 1924, o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Lisboa.

Participou, juntamente com Juliano Moreira e Benjamin Franklin Ramiz Galvão, do conselho administrativo do
Monte Médico, uma associação de previdência de médicos, farmacêuticos e cirurgiões dentistas no Distrito
Federal.
10

Dirigiu nos anos 1926 e 1927, juntamente com Plínio Barreto, Alfredo Gustavo Pujol e João Pandiá Calógera,
a segunda fase da Revista do Brasil, lançada em 1916 por Júlio de Mesquita.

O decreto nº 5.148 A, de 10 de janeiro de 1927, que estabeleceu uma reorganização para a Assistência a
Psicopatas no Distrito Federal, foi considerado por alguns autores como “lei Afrânio Peixoto”, tendo em vista
sua colaboração na autoria deste texto legislativo (BARRETO, 1937).

Em 1928 foi convidado pelo professor Estácio Luiz Valente de Lima, catedrático de medicina legal na
Faculdade de Medicina da Bahia, para a inauguração, em Salvador, do laboratório de polícia científica, uma
dependência do embrião do atual Instituto de Criminalística Afrânio Peixoto (EDITORIAL, 2006).

Foi professor extraordinário de medicina legal da Faculdade de Direito do Rio de Janeiro em 1932. Neste ano
também foi professor do Instituto de Educação, que havia sido criado em 1º de março de 1932 na cidade do
Rio de Janeiro, cujo primeiro diretor foi Manuel Bergstrom Lourenço Filho. Na Escola de Professores, do
Instituto de Educação, as disciplinas eram agrupadas em sessões, e Júlio Afrânio Peixoto, juntamente com
Antônio Carneiro Leão, educador e ensaísta, e Gustavo Lessa, médico e professor da Faculdade de
Medicina da Universidade do Rio de Janeiro, participou da Seção II – Educação, e foi sua a iniciativa de
criação da disciplina de “História da Educação”, a qual lecionou neste mesmo ano.

Júlio Afrânio Peixoto tomou posse, em 1932, na cátedra de medicina legal e criminologia no curso de
doutorado da Faculdade de Direito da Universidade do Brasil, para a qual havia sido nomeado em 1913.
Inaugurou a cadeira de medicina legal com um curso de “Criminologia”, e em seu discurso de abertura das
aulas destacou a importância da disciplina de medicina legal, retomando o nome de Raymundo Nina
Rodrigues:
“(...). Há um século, 1832, a Regência, reformando o ensino medico, nas actuaes Faculdade de
Medicina, instituía nellas a cadeira de Medicina Legal. Só muito depois, na Republica, em 91, as
Faculdades de Direito seriam providas da disciplina. Comtudo, Soriano de Souza foi ahi precursor.
Investido nesse ensino, por esse tempo na Faculdade Medica da Bahia, Nina Rodrigues associou a
Criminologia à Medicina Legal. Discípulos seus sustentam theses criminologicas; é de Manoel
Calmon a dos “Degenerados nas prisões da Bahia” e, de quem vos fala, a”Epilepsia e Crime”.
Lombroso, dedicando-lhe um livro, proclama a Nina Rodrigues ´apostolo da anthropologia criminal no
novo mundo`. (....). Comprehenderies, depois disto, com que emoção, um discípulo desse glorioso
Nina Rodrigues, que lhe continua hoje o ensino na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, como até
hontem, Oscar Freire, na Faculdade de Medicina de São Paulo, vê nesse novo emprehendimento, o
´Curso de Criminologia`, completar-se aqui, como o prefigurava em minha terra, há quatro décadas, o
grande mestre da Bahia.” (Apud. RAMOS, 1937, p.317)

Publicou em 1933 a obra “Noções de História da Educação”, pela Companhia Editora Nacional, integrando a
Biblioteca Pedagógica Brasileira, projeto editorial dirigido por Fernando de Azevedo, e teve em sua primeira
edição uma tiragem de 1.000 exemplares Destinada à formação de professoras primárias, a obra
apresentava o resultado do curso de História da Educação que ministrara no Instituto de Educação, em 1932,
11

e esta composta de três partes, educação antiga, educação medieval e moderna, e educação
contemporânea. Apresentava, também, capítulos específicos sobre os Estados Unidos, a América Latina e o
Brasil e o Brasil e os Estados Unidos, e era concluída com um capítulo relativo à escola nova (GONDRA,
2011).

Integrou, em 1933, juntamente com Candido de Oliveira Filho, Luiz Frederico Sauerbronn Carpenter, Raul
Paranhos Pederneiras, Virgílio de Sá Pereira e Gilberto de Lima Azevedo Souza Ferreira Amado de Faria
(Gilberto Amado), a comissão responsável pelo lançamento da Revista Jurídica da então Faculdade Nacional
de Direito da Universidade do Brasil.

Em 1934 foi realizado, no Rio de Janeiro, o Congresso Nacional de Identificação, organizado por Leonídio
Ribeiro, que contou com o apoio de Júlio Afrânio Peixoto, que fez o discurso oficial da cerimônia de abertura
do evento. Neste mesmo ano, visitou pela primeira vez os Estados Unidos da América do Norte.

Foi nomeado, em 1935, reitor da Universidade do Distrito Federal (UDF), que havia sido criada por decreto
municipal nº 5.513, de 4 de abril de 1935, por proposta de Anísio Spínola Teixeira, então Secretário de
Educação e Cultura do Distrito Federal. Neste mesmo ano, Júlio Afrânio Peixoto viajou para a Europa para
contratar alguns professores para a UDF, e entre os contratados franceses estavam Henri Hauser (1866-
1946), da Université de Paris, Émile Bréhier (1876-1952), da Université Paris-Sorbonne, Gaston Leduc
(1904-1979), da Faculté de Droit (Paris), Étienne Souriau (1892-1979), da Université de Lyon, Eugène
Albertini (1880-1941), de Collège de France, Robert Garric (1896-1967), do Institut Sainte-Marie de Neuilly,
Jacques Perret, (1901-1992), romancista e jornalista, Charles Blondel (1876-1939), da Université de
Strasbourg, Édouard Eugène Joseph Bourciez (1854-1946), da Université de Bordeaux, Pierre Desffontaines
(1894-1978), da Faculté Catholique de Lille, e Henri Trochon, da Université de Strasbourg.

Com a exoneração de Anísio Teixeira da Secretaria de Educação e Cultura do Distrito Federal, em dezembro
deste mesmo ano, Júlio Afrânio Peixoto entregou o cargo de reitor da UDF, assim como o fizeram outros
colaboradores de Anísio, como Antônio Carneiro Leão, Roberto Marinho de Azevedo, Gustavo Lessa, Mário
de Brito, Paulo de Andrade Ribeiro e Adroaldo Junqueira Ayres. E todos firmaram seu manifesto de protesto
àquela demissão:
“Nós, abaixo firmados, colaboradores do Dr. Anísio Spínola Teixeira nos serviços de Educação no
Distrito Federal, onde prestou, em quatro anos, maiores benefícios à causa escolar do que qualquer
outro brasileiro em sua existência, vimos afirmar nossa surpresa ao ato que o afastou daquela
administração. Espontaneamente demissionários, temos a hombridade de declarar nossa inabalável
convicção, haurida em testemunho quotidiano, de que o Dr. Anísio Teixeira se manteve
absolutamente alheio a qualquer ideologia política subversiva da ordem constitucional,
exclusivamente voltado à cultura nacional, pela educação e só com a educação”. (Apud. VIANA
FILHO, 1990, p.77)

Dedicou seu livro "Eunice ou a Educação da Mulher", publicado em 1943, a "Anísio Teixeira pela doutrina e
pela ação, o maior dos educadores brasileiros" (VENANCIO FILHO, 2000).
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Em 1935 inaugurou, em Lisboa, o Instituto Luso-Brasileiro de Alta Cultura, e recebeu o título de Doutor
Honoris Causa pela Universidade de Coimbra. Neste mesmo ano dirigiu a coleção “Biblioteca Científica
Brasileira”, da Editora Guanabara.

Participou, como convidado de honra, do XIV International Congress of the P.E.N. Clubs, realizado de 5 a 15
de setembro de 1936, na cidade de Buenos Aires.

No exterior, lecionou como professor honorário no Instituto de Medicina Legal, Toxicologia y Psiquiatria
Central de España (Madrid, Espanha) e na Universidad de Madrid, em 1938.

Em 1938 publicou a obra “Clima e saúde: introdução biogeográfica à civilização brasileira”, na qual, destacou
Leonídio Ribeiro, Júlio Afrânio Peixoto:
“desenvolveu seu ponto de vista contrário à noção de que o Brasil era um país de terra insalubre, em
conseqüência do seu clima tropical, contestando a frase de Buckle de que no ´meio daquela pompa e
daquele esplendor não havia lugar para o homem` . Os exemplos de países como Cuba, Filipinas e
Panamá, lá estavam para demonstrar que, com os recursos técnicos da Higiene, é fácil sanear todos
os lugares: não há doenças ligadas a climas, nem existem as chamadas moléstias tropicais.”
(RIBEIRO, 1954, p.18)

Júlio Afrânio Peixoto entendia que “doenças climáticas foram outrora a cólera, a malária, a doença do sono:
hoje têm uma etiologia conhecida, sem nenhuma subordinação ao clima” (PEIXOTO, 1938, p.157).
Preocupava-se, igualmente, com temas outros temas importantes para a vida e saúde dos brasileiros, como
o clima, a alimentação, a habitação, e a imigração. Destacava a importância do clima na construção de
moradias e na definição de vestuário, que não deveriam atender às condições da Europa, mas ao ambiente
no país. Em relação à imigração afirmou:
“Saibamos dar, o nosso país e a nossa nacionalidade, aos estrangeiros de boa fé que o pedirem. (...).
Venham então de onde vierem, de todos os cantos da terra, esses povos imigrantes serão
trasladados a Brasileiros pelo meio, a heleno-latinos pela civilização.” (Apud. RIBEIRO, 1950, p.77-
78)

Em relação ao clima Júlio Afrânio Peixoto afirmou categoricamente sua compreensão sobre o papel da
higiene:
“Não é, pois o clima a maldição irremovível que pesa sobre aquelas regiões ... é a insalubridade, essa
removível, saneável, que se deve tentar e realizar sistematicamente não por alguns fortuitos, mas por
todos os meios idôneos em Higiene, para lhe conseguir, com o saneamento, a redenção”. (Apud.
RIBEIRO, 1950, p.81)

Dedicou muitos estudos e leituras ao folclore, registrando, em suas viagens pelo país, os contactos com o
povo, seus dialetos, seus vocábulos, as quadrinhas, os provérbios e romances tradicionais, e apresentando-
os em seus livros, como o “Missangas” publicado em 1931. E em seus cursos e trabalhos tratava dos mais
diversos temas como Higiene, Medicina Legal, Psiquiatria, Fisiologia, Criminologia, História da educação,
História da literatura brasileira, Educação da mulher, História do Brasil, Camões, e Castro Alves.
13

Após 56 anos, retornou em 1941 a sua cidade natal, Lençóis, acompanhado de seus amigos baianos, os
políticos Luiz Vianna Filho e José Wanderley de Araújo Pinho, e o educador Primitivo Moacyr.

Neste mesmo ano aposentou-se de suas atividades de magistério nas Faculdades de Medicina e de Direito
da então Universidade do Brasil. Recebeu manifestações de apreços dos estudantes ao longo de seu
magistério na Faculdade de Medicina, tendo sido paraninfo de doutorandos e bacharelandos das turmas de
1917, 1919, 1928 e 1932, e das professorandas em 1935. Recebeu da instituição o título de professor
emérito.

Foi criador do Instituto de Estudos Portugueses, unidade criada no Liceu Literário Português, que havia sido
fundado em 1868 na cidade do Rio de Janeiro, para oferecer instrução e ensino aos emigrantes portugueses.
Em 5 de julho de 1943 este instituto passou a denominar-se Instituto de Estudos Portugueses Afrânio
Peixoto, em sua homenagem.

Em 1946, embora sofrendo dos primeiros sintomas da enfermidade gravíssima que provocaria sua morte,
segundo alguns um câncer, ainda mantinha seus interesses intelectuais, e teria convidado seu clínico para
colaborar na elaboração de um livro sobre a história da medicina no Brasil, que teria o seguinte plano:
“I- O Brasil. Extensão, clima, situação, habitantes primitivos. As doenças dos índios, depoimentos dos
Jesuítas (Nóbrega, cartas avulsas, Anchieta, etc. Gabriel Soares: opilação (?). Importação de varíola.
Denúncia de paludismo. Os primeiros médicos importados. Século XVI. II – Século XVII. Importação
da febre amarela. Cartas do Padre Vieira. A “Constituição pestilencial” do Dr. João Ferreira da Rosa.
Doenças trazidas pelos negros africanos. Organização sanitária. III – Século XVII. As doenças
reinantes: endemias e epidemias. Organização sanitária. IV – Até a Independência. A Corte no Rio:
resultados. Ensino. Organização Sanitária. A inoculação e a vacina. V – Da Independência para cá.
Ensino. Organização Sanitária. A febre amarela desde 1849. A Cólera. Disseminação pelas tropas da
Guerra. VI – Século XX. A extinção da febre amarela na América: também no Brasil. Ensino.
Organização sanitária. O que há por fazer: higiene, medicina social. Tuberculose, lepra, mortalidade
infantil”. (Apud. RIBEIRO, 1950, p.178-179)

Júlio Afrânio Peixoto foi eleito, em 29 de outubro de 1903, membro titular da Academia Nacional de Medicina,
seção de Medicina Pública, tendo sido empossado em 5 de novembro de 1903, sob a presidência de
Joaquim Pinto Portella, e sendo seu paraninfo o acadêmico Carlos Pinto Seidl. Tornou-se Membro Titular
Honorário em 31 de maio de 1928, e nesta sociedade foi seu vice-presidente (1943/1944), e Patrono da
Cadeira nº 78.

Fundou em 1905, juntamente com Juliano Moreira, a Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e
Sciencias Affins, na sede da Academia Nacional de Medicina, a qual reunia médicos do Hospício Nacional de
Alienados e professores e alunos da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Em 1907 a associação foi
renomeada como Sociedade Brasileira de Psychiatria, Neurologia e Medicina Legal, e no âmbito desta foi
constituída uma Comissão formada por Juliano Moreira, Carlos Fernandes Eiras, Henrique de Brito Belford
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Roxo e Júlio Afrânio Peixoto, para propor uma classificação psiquiátrica para ser adotada no Hospício
Nacional de Alienados e nas demais casas de saúde para psicopatas no Distrito Federal, cujos resultados
foram apresentados no relato de Juliano Moreira à Repartição Geral de Estatística em 1910.

Em 1910, Júlio Afrânio Peixoto quando estava em viagem pelo Egito, recebeu a notícia de sua indicação para
a Academia Brasileira de Letras. Nesta sua viagem, havia visitado também a Grécia, e ao percorrer estas
terras lhe teria chamado a atenção o mito da Esfinge grega, que lhe sugeriu então como o tema para a obra
literária que devia elaborar como justificativa a sua candidatura para a Academia. Este seu primeiro romance
foi publicado em 1911, intitulado “A Esfinge”. Fora eleito para a Academia Brasileira de Letras em 7 de maio
de 1910, mas tomou posse em 14 de agosto de 1911, na Cadeira nº 7, antes ocupada por Euclydes
Rodrigues Pimenta da Cunha, e em seu discurso de posse homenageou este escritor e sua obra:
“De fato, Euclides da Cunha, cuja vida se superpõe como esquema reduzido ao destino da terra
originária, retrata nos caracteres de sua obra a impressão conjunta das paisagens e das gentes do
Brasil. Nenhum dos nossos artistas é como ele representativo deste meio e deste momento que
atravessamos. (....). Euclides, não: filho de antigos sertanejos da Bahia, a terra dos mais velhos
brasileiros, aqui vivendo, aqui sofrendo, aqui pelejando, não só se plasmou produto genuíno desta
ocasião étnica e civil da única definida de nossas raças como, por isso mesmo, refletiu poderosa e
integralmente a sua terra e a sua gente”. (PEIXOTO, 1911).

Nesta Academia integrou diversas comissões, a Comissão de Redação da Revista (1911-1920), a Comissão
de Bibliografia (1918), a Comissão de Lexicografia (1920- e 1922). Foi seu presidente, de 7 de dezembro de
1922 a 20 de dezembro de 1923, e durante sua gestão conseguiu junto ao governo francês, por intermédio
de Alexandre Conty, Embaixador da França, a doação à Academia Brasileira de Letras do prédio do Petit
Trianon, construído no ano anterior para abrigar o pavilhão da França na Exposição Internacional
comemorativa do Centenário da Independência do Brasil, no Rio de Janeiro, que se tornou a primeira sede
própria da Academia Brasileira de Letras. A nova sede foi inaugurada em 15 de dezembro de 1923, por
ocasião do 27º aniversário da primeira sessão preparatória para a criação da instituição.

Ainda em 1923, quando era presidente da Academia Brasileira de Letras, foi criada por sua iniciativa a
coleção “Coleção de Cultura Nacional”, dividida em cinco assuntos, Literatura, História, Bio-bibliografia, e
Discursos, a qual posteriormente passou a denominar-se Coleção Afrânio Peixoto em sua homenagem.
Publicou inúmeros trabalhos na Revista da Academia Brasileira de Letras, que havia sido criada em 1910, e
que teve esta denominação até o ano de 1937, quando passou a ser denominada de Anais.

Em 1913 foi um dos representantes oficiais do Brasil no 4º International Congress for the Hygiene and
Salubrity of Dwellings, realizado na Antuérpia (31/08-07/09/1913).

Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, tendo tomado posse em 26 de junho de 1919, e
escolhido como Patrono da Cadeira nº 51 do Instituto Histórico e Geográfico de Santos.
15

Júlio Afrânio Peixoto foi um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Filologia, criada em 26 de
aposto de 1944, para tratar dos assuntos referentes à filologia, cujo primeiro presidente foi o filólogo Álvaro
Ferdinando de Sousa da Silveira. Foi o primeiro ocupante da Cadeira nº2 desta associação, cujo Patrono é o
Padre Antonio Vieira.

Na Academia de Letras da Bahia, fundada em 7 de março de 1917 por Arlindo Coelho Fragoso, ocupou, em
1928, a Cadeira nº 1, que tinha como Patrono Frei Vicente de Salvador.

Em 1924 foi fundado o Clube Caixeiral Afrânio Peixoto, em sua homenagem, em Canavieiras, no Estado da
Bahia.

Participou, provavelmente entre os anos de 1906 e 1909, do grupo denominado “Jardim da Infância”, que não
foi propriamente um partido organizado, mas que teve sua origem em reuniões entre deputados, intelectuais
e jornalistas, lideradas por Carlos Peixoto de Melo Filho, então presidente da Câmara de Deputados, e
realizadas onde este residia, inicialmente num quarto do Grande Hotel da Lapa, e depois na Rua das
Laranjeiras nº 294, na cidade do Rio de Janeiro. Segundo Eloy Castriciano de Sousa, o Jardim da Infância
teria começado a funcionar pouco antes do Governo do Presidente Afonso Augusto Moreira Pena, em 1906,
e existido até o ano de falecimento deste (Apud. RIBEIRO, 1950). Dele participaram políticos como David
Morethson Campista, João Pandiá Calógeras, Afrânio de Melo Franco, Augusto Tavares de Lira, Miguel
Calmon du Pin e Almeida, Leovigildo Figueiras, e intelectuais como Manuel Bomfim, e Euclides da Cunha.
Segundo Leonídio Ribeiro (1950), Afrânio teria sido levado ao convívio de Carlos Peixoto por intermédio de
Miguel Calmon. Alberto Venâncio Filho destaca que este movimento pretendia representar um programa de
renovação no cenário político e de grandes realizações, e conseguiu a projeção esperada (VENANCIO
FILHO, 1972).

Júlio Afrânio Peixoto foi eleito deputado federal pelo Estado da Bahia, em 1924, e re-eleito em 1928. Durante
sua atuação como deputado apresentou trabalhos sobre diversos temas, como a defesa do uso da quinina
do Estado no combate à malária, a questão dos acidentes no trabalho, a legislação social, a assistência a
insanos, a educação, as caixas de pensões, e o código penal.

Para Tristão de Athayde “houve em Afranio três aspectos, que embora se interpenetrando constantemente
apresentaram sempre nítida diferenciação – o homem de ciência, o homem de letras, o homem social”
(ATHAYDE, 1950, p.XI). E ainda acrescenta:
“Lembro-me de quando o conheci, em fins de 1910, na casa do velho Souza Bandeira, tio do Manuel,
à rua Barão de Itambi. Era um dos últimos salões literários da era tranqüila do Rio, antes das guerras
e das revoluções. Ali se reuniam os últimos remanescentes da geração que havia feito a Academia e
a Revista Brasileira – José Veríssimo, Bilac, Alberto de Oliveira, Rodrigo Octávio, Mário de Alencar,
Graça Aranha. (...). Foi ali que tive o topete, juntamente com alguns “novos” daquela hora
crepuscular, de discutir com Afrânio os tipos e episódios da “Esfinge”, que era o tema da época, o
16

prato literário do dia, discutido em todos os meios, nos cafés e nos salões, nas barcas de Petrópolis,
como nas antecâmaras dos ministérios.” (ATHAYDE, 1950, p.XV-XVI).

Em 31 de dezembro de 1949, o antigo Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro, localizado na Rua dos
Inválidos, na cidade do Rio de Janeiro, passou a denominar-se Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto, em
sua homenagem.

Durante os verões que passava na cidade de Petrópolis, freqüentava muito o Museu Imperial, no qual
realizava palestras e reunia-se com intelectuais como Alcindo Sodré, primeiro diretor desta instituição, na
qual foi instalada uma placa em sua homenagem. Nesta cidade, também freqüentava e foi importante
colaborador da Biblioteca Municipal, na qual posteriormente foi colocado um retrato seu, na sala que tem seu
nome. Sobre a cidade de Petrópolis escreveu o estudo “Manhãs de Petrópolis”.

Em 1959 foi inaugurado, por iniciativa do Liceu Literário Português, um busto em sua homenagem nos jardins
da Glória, na cidade do Rio de Janeiro, e em 1966 foi fundado um hospital com seu nome na cidade de
Vitória da Conquista, no Estado da Bahia. A cidade de Salvador homenageou-o dando seu nome a uma de
suas avenidas, em 1970. A Prefeitura Municipal de Lençóis, com o apoio do Conselho Federal de Cultura e
do Governo do Estado da Bahia, inaugurou em 17 de dezembro de 1970, a Casa de Cultura Afrânio Peixoto,
atualmente “Casa Afrânio Peixoto - Memorial”, organizada por Fernando Sales com auxílio de D. Chiquita,
viúva de Júlio Afrânio Peixoto, e que reúne acervo bibliográfico, documental e peças do escritor.

Em 9 de janeiro 1971 foi fundada, na cidade de Viana do Castelo (Portugal), a Biblioteca Afrânio Peixoto, que
integra uma rede portuguesa de bibliotecas.

PRODUÇÃO INTELECTUAL
- “Epilepsia e Crime”. Tese (Doutoramento), Faculdade de Medicina da Bahia, Bahia, 1897.
- “Epilepsia e Consciência”. Memória apresentada à Sociedade de Medicina e Cirurgia, Bahia, 1897.
- “Epilepsia e Crime”. Pref. pelos drs. Nina Rodrigues e Juliano Moreira. Bahia: V. Oliveira & Comp., 1898.
- “A herança do adultério (Contribuição para o estudo de uma questão psycho-sociologica). Rio de Janeiro:
Besnard Frères, 1898. Separata dos Arquivos de Jurisprudência Médica e Antropológica. Rio de Janeiro,
1898.
- “Coesistência episódica dos delirios persecutório e mystico na melancholia”. Brazil-Medico, Rio de Janeiro,
anno XIII, n.14, p.128-31, 8 abr. 1899.
- “Rosa mystica”. Leipzig: Brocklaus, 1900.
- “Lufada sinistra”. [s.l.]: [s.n.], 1900.
- “Prefacio”. In: PINTO, A. Costa. A Grafologia em Medicina Legal. Bahia, Typ. e Encad. Emp. Ed., 1900.
- “Prefacio”. In: MONIZ, Antonio. Impedimentos matrimoniais. Bahia: [s.n.], 1901.
17

- “Inspecção do naso-pharinge por um novo processo de autópsia”. Gazeta Medica da Bahia, Bahia,
v.XXXIII, n.1, p.3-12, jul.1901.
- “Virchow medico-legista”. Gazeta Medica da Bahia, Bahia, v.XXXIII, n.4, 195-199, out. 1901.
- “Bibliographia. O alienado no direito civil brazileiro.Apontamentos medicos legaes ao projecto do Código
Civil pelo Dr. Nina Rodrigues, Professor da Faculdade de Medicina da Bahia. Prudêncio de Carvalho, Editor,
Bahia, 1902.” Gazeta Medica da Bahia, Bahia, v.XXXIII, n.5, 233-239, nov. 1901.
- “Fragmentos de Hygiene”. Gazeta Medica da Bahia, Bahia, v.XXXIII, n.5, 239-241, nov. 1901.
- “Fragmentos de Hygiene”. Gazeta Medica da Bahia, Bahia, v.XXXIII, n.6, 282-285, dez. 1901.
- “Revista da Imprensa Medica. Dr. Oswaldo Gonçalves Cruz. Contribuição para o estudo dos culicidios no
Rio de Janeiro. Brazil Medico, Rio, 1901”. Gazeta Medica da Bahia, Bahia, v.XXXIII, n.6, p.285-286,
dez.1901.
- “Homenagem a Lucinda Simões (poliantéa)”. Bahia: [s.n.], 1901.
- “Manual de thanatoscopia judiciária”. Bahia: Typ. Bahiana, 1901.
- “Os casamentos pathologicos (lição do curso de medicina publica na Faculdade de Direito da Bahia)”.
Revista da Bahia: Bellas Artes, Sciencia, Comercio e Ind., 1902.
- “Servido médico-legal de autopsias, proyecto de reglamentación. Archivos de criminologia medicina legal y
psiquiatria, Buenos Aires,"Revista Nacional", 1902.
- “Regulamento para o serviço medico legal do Distrito Federal. Decreto nº 4.864 de 15/06/903. In: BRASIL.
Leis, decretos, etc. Colleção das leis da Republica dos Estados Unidos do Brazil de 1903. Rio de
Janeiro: Impr. Nacional, 1907. v. 1, p. 489-521.
- “Defesa social contra a tuberculose”. Relatório apresentado no Segundo Congresso Medico Latino-
Americano, Buenos Aires, abril 1904. Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro,
anno XVIII, n.34, p.345-47, 8 set. 1904.
- “Defesa social contra o Alcoolismo no Brazil”. Relatório no Segundo Congresso Medico Latino-Americano,
Buenos Aires, abril de 1904. Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno
XVIII, n.35, p.355-57, 15 set. 1904.
- “O projeto do Código Civil Brasileiro e Medicina Legal”. Revista da Faculdade de Direito do Recife, 1904.
- “Prophylaxia publica da syphilis e enfermidades venéreas”. In: Atas do IIº Congresso Médico Latino
Americano. Buenos Aires: “Argentina Médica”, 1904.
- “Regulamentação dos serviços medico-legaes”. Comunicação no Segundo Congresso Medico Latino-
Americano, Buenos Aires, abril de 1904.
- “Epilepsia”. Formulário Pratico do Brazil-Medico, Rio de Janeiro, 1904.
- “Grandes syndromas mentaes: agitação, depressão e confusão”. Formulário Pratico do Brazil- Medico, Rio
de Janeiro, 1904.
- “A paranóia e os syndromas paranoides”. Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de
Janeiro, anno XVIII, n.19, p.185-192, 15 mai.1904. (com Juliano Moreira).
- “A paranóia e os syndromas paranoides (conclusão)”. Brazil-Medico. Revista Semanal de Medicina e
Cirurgia, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.24, p.239-245, 22 junho 1904. (com Juliano Moreira).
18

- “A paranóia e os syndromas paranoides”. Rio de Janeiro: Besnard, 1904. (com Juliano Moreira).
- “As idéas de Behring sobre o contágio e a prophylaxia da tuberculose”. Brazil-Medico, Revista Semanal de
Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.2, p.15-7, 8 jan.1904.
- “A loucura maniaca-depressiva”. Comunicação no Segundo Congresso Medico Latino-Americano, Buenos
Aires, abril de 1904. Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno XVIII, n.28,
p.281-83, 22 jul. 1904; ano XVIII, n.29, p. 291-94, 1º ago. 1904.
- “Novos ensaios sobre o tratamento de Bechtereff na epilepsia (Academia Nacional de Medicina. Sessão em
17 de dezembro de 1903)”. Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, anno
XVIII, n.2, p.18, 8 jan. 1904.
- “Prophylaxia publica da syphilis e doenças venereas”. Relatório no Segundo Congresso Medico Latino-
Americano, Buenos Aires, abril de 1904. Brazil-Medico, Revista Semanal de Medicina e Cirurgia, Rio de
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- “Castro Alves e a literatura universal”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XX,
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- “Guerre aux hommes; dialogue en un acte”. Traduction de Alexandre R. Conty. Rio de Janeiro, 1926.
Separata da Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXI, n.53, p.5-35, mai.1926.
- “Variações freudianas”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXI, n.54, p.91-102,
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- “As contradições de Anatole France”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXI,
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- “Editos e Inéditos de Gregório de Mattos”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano
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- “Francesca da Rimini [commemoração do VI centenário de Dante Alighieri]” Revista da Academia Brasileira
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- “Oswaldo Cruz”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.66, p. 215-17, jun.
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- “Pela Bahia; 2 de julho de 1823 [conferência realizada no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, aos 2
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Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.67, p.259-85, jul. 1927.
- “Brinde á Bahia”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.67, p.285-86, jul.
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- “O Romantismo e o seu significado nacional (Conferencia realizada na Academia brasileira, aos 11 de junho
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de Letras, Rio de Janeiro, ano XXIV, n.68, p.387-407, ago. 1927.
- “La Fontaine; conferencia”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXV, n.69, p.57-
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- “Arte nacional [Allocução-prefacio da Conferencia realizada no Salão nobre da Escola Polytechnica, em 23
de julho de 1927, por Frei Mathias Teves, sobre a igreja de S. Francisco da Bahia]. Revista da Academia
Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXV, n.69, p.103-106, set. 1927.
- “O ensino primário no Brasil, nestes cem annos (1826-1926)”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio
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- “[Von Martius e C. de Abreu]”.Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXV, n.71, p.
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- “Dois aspectos do Brasil: Vassouras e Valença. Considerações inactuais ou de sempre, a propósito do Bi-
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- “São Francisco de Assis [conferencia realizada na Bahia, a 31 de março de 1928, em benefício dos orfãos
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- “Glozel (prehistoria e psicologia)”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano XXIX,
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- “As grandes figuras da humanidade”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 39,
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- “Adelaide de Castro Alves Guimarães”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 39,
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- “Quarto centenário da Companhia de Jesus”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano
39, n.60, p.202-32, jul./dez. 1940. (com Celso Vieira).
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ano 40, n.62, p.3-13, jul./dez. 1941.
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- “O tostaozinho”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 40, n.62, p.101-105, jul./dez.
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- “Homenagem ao Sr. Luiz Lopez de Mesa, Ministro das Relações Exteriores da Colômbia”. Revista da
Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 40, n.62, p.106-114, jul./dez. 1941. (com Levi Carneiro).
- “O nome das ruas (Ensaio folclórico)”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 40,
n.62, p.158-170, jul./dez. 1941.
- “Dom Sebastião. Cardeal Leme”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 40, n.62,
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- “Introd. e Notas”. In: Obras completas de Castro Alves. São Paulo: Ed. Nacional,1941.
- “O Uraguai. De José Basílio Gama. Ed. Comemorativa do segundo centenário, anotada por Afrânio Peixoto,
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- “Jacuba – Juazeiro da Lordeza”. O Imparcial, Bahia, ano XXII, n.3388, 18 jun. 1941.
- “Afrânio Peixoto a Hélio Simões”. O Imparcial, Bahia, ano XXII, n.3466, 18 set. 1941.
- “Don Carlos (nota ao poema de Gonçalves Crespo: A Resposta do Inquisidor)”. Revista da Academia
Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 41, n.63, p.3-10, jan./jun.1942.
- “A velha questão dos "novos" em arte e literatura (ensaio de interpretação)”. Revista da Academia Brasileira
de Letras, Rio de Janeiro, ano 41, n.63, p.197-203, jan./jun. 1942.
- “Francisco Alves, o pioneiro do livro didático no Brasil”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de
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- “O novo mundo e seu conceito literário [Tese apresentada ao II Congresso de literatura Ibero-Americana, de
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- “Pepitas: novos ensaios de crítica e história”. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942.
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- “Despedida (publicação feita por alunos e colegas)”. Rio de Janeiro: [Bedeschi] ,1942..
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- “Paranóia: vaidade, presunção, complexo de inferioridade, delírios de grandeza e perseguição individuais e


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- “Prefácio”. In: COELHO, José Maria Latino. Elogio histórico de José Bonifácio de Andrade e Silva e carta
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- “O Príncipe Perfeito”. Lisboa: Lello, 1942.
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- “Littérature Brésilienne”. In: PEIXOTO, Afrânio. Pepitas. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1942.
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- “Chinita”. [Bugrinha]. Traducción por Benjamin de Garay. Buenos Aires: Editorial Inter-americana, 1942.
- “Castro Alves e a literatura universal”. A Manhã, Autores e Livros / Suplemento literário, Rio de Janeiro, ano
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- “Castro Alves, profeta”. In: PEIXOTO, Afrânio. Ramo de louro. São Paulo: Companhia Editora Nacional,
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- “Despedida”. Rio de Janeiro: [s.n.], 1942.
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- “A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro”. Rio de Janeiro: SPHAN, 1943.
- “Nota preliminar”. In: BRANDÃO, Ambrósio Fernandes. Diálogos das Grandezas do Brasil. Rio de Janeiro:
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- “A "Mima" de Gobineau”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 42, n.65, p.3-19,
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- “Pelo folclore”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 42, n.65, p. 203-9, jan./jun.
1943.
- “Origens da "Fundação Camões" (Cartas do sr. Afrânio Peixoto)”. Revista da Academia Brasileira de Letras,
Rio de Janeiro, ano 42, n.65, p.242-245, jan./jun. 1943.
- “O outro Euclides: o que sobra dos Sertões (Resposta a Euclides da Cunha) [Conferência pronunciada em
S. José do Rio Pardo, em 15 de agosto de 1943, no salão de festas do Colégio "Euclides da Cunha"]”.
Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 42, n.66, p.3-21, jul./dez. 1943.
- “Juan de Mena e Luiz de Camões”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 42, n.66,
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- “Exposição sobre o projeto do "Dicionário da Academia brasileira" elaborado pelo sr. Antenor Nascentes”.
Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 42, n.66, p.350-351, jul./dez. 1943.
- “Primitivo Moacir (Celebração na A.B.E. — Associação Brasileira de Educação)”. Revista da Academia
Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 42, n.66, p.137-141, jul./dez. 1943.
- “O outro Euclides: o que sobra d'"Os sertões", conferencia pronunciada a 14/8/1943, no Salão nobre do
Colégio "Euclides da Cunha" de São José do Rio Pardo”. In: SÃO PAULO, DEPARTAMENTO ESTADUAL
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DE IMPRENSA E PROPAGANDA. Comemorações euclideanas em São José do Rio Pardo. São Paulo: Ind.
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- “Saudação ao general Enrique Peñaranda”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano
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- “Nota preliminar”. In: ASSIS, Joaquim Maria Machado de, 1839-1908. Queda que as mulheres têm para os
tolos. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1943.
- “Camões, poeta escolar: a direção da mocidade”/ “A paixão de Camões”. In: Arquivos Camonianos-1943.
Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1943.
- “Elegia”. O Imparcial, Bahia, ano XXIII, n.3861, 1º jan. 1943.
- “Prefácio”. In: RAMOS, Arthur. Freud, Adler, Jung ( Ensaios de psychanalise orthodoxa e herética). Rio
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- “Educação e cultura "nacionais" [Relatório oficial do Oitavo Congresso Científico americano, reunido em
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- “Simpósio de livros (O discurso que não fiz na inauguração da Sociedade dos Cem bibliófilos brasileiros)”.
Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.109-13, jan./jun. 1944.
- “Ironia e "humour". Autores e Livros, supl. lit. de A Manhã. Rio de Janeiro, 6 (8), p.126, mar. 1944.
- “Indes: indicações literárias”. Rio de Janeiro: W. M. Jackson Inc. Editores, 1944.
- “É (definições: meu dicionário)”. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1944.
- “Obras literárias”. Ed. Jackson, 1944.
- “História do Brasil”. São Paulo: Ed. Nacional, 1944.
- “Autos e loas: teatro e poesia”. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1944.
- “Vinte e cinco obras literárias”. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1944.
- “Capistrano de Abreu, humorista”. Autores e Livros, supl. jit. de A Manhã, Rio de Janeiro, 6 (5), p. 71, 6 fev.
1944.
- “Especies de riso”. Autores e Livros, supl. liter. Cie. A Manhã, Rio de Janeiro, 6 (8, p.129, 132, 5 mar. 1944.
- “Euclides da Cunha (Prefácio à tradução inglêsa d'Os Sertões — Rebelion in the Backlands, feita nos
Estados Unidos pelo escritor Samuel Putmam, Chicago, 1944, que teve grande e merecido sucesso)”.
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- “Festa da raça: o dia de Camões”. Revista da Academia Brasileira de Letras. Rio de Janeiro, ano 43, n.67,
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- “Lembrança de Miguel Couto [na comemoração do decenário na Academia de medicina]”. Revista da
Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.206-208, jan./jun. 1944.
- “Os franceses na Bahia”. Revista da Academia. Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 43, n.67, p.222-
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- “Pobreza envergonhada”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 43, n.68, p.231-
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- “Maria Bonita (último capítulo)”. Autores e Livros, supl. lit.de A Manhã, Rio de Janeiro, p. 128-129,.5 mar.
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- “Nápoles: porta do Oriente”. Autores e Livros, supl. lit. de A Manhã, Rio de Janeiro, p. 127,.5 mar. 1944.
- “A obra de Euclides, retrato do Brasil”. Autores e Livros, supl.lit. de A Manhã. Rio de Janeiro, 5 mar. 1944.
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- “Camões, poeta social” / “Os Lusíadas”. In: Arquivos Camonianos-1944. Rio de Janeiro: Academia
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- “Os dois irmãos (apólogo)”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 44, n.69, p.3-7,
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- “Balança de Deus”. Revista da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro, ano 44, n.69, p.34-37,
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FICHA TÉCNICA
Pesquisa –Maria Rachel Fróes da Fonseca.
Redação –Maria Rachel Fróes da Fonseca.
Revisão – Maria Rachel Fróes da Fonseca.
Consultoria – Renata Prudêncio da Silva.