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29/11/2018 Comandos Elétricos: 2015

mais luisfiliperosa.rosa@gmail.com Painel Sair

Comandos Elétricos
Resumo de aulas de Comandos Elétricos Industriais ministradas nos Cursos Técnico em Eletroeletrônica e Eletricista
de Manutenção.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015 Total de visualizações de página

Revisão 17 - Relés de Interface 3 1 6 9 3 7


As interfaces de relés auxiliares são utilizados para a proteção tanto das entradas quanto da
Professor, hoje tem aula de quê ???
saídas do CLP, pois assim qualquer imprevisto pode vir a danificar o relé primeiro ao invés da
saída do CLP que possui um custo muito maior. Comandos Elétricos
Utilizando como Controle e Automação Industrial III
exemplo um sensor, a Eletrônica Analógica e de Potência
saída NA do sensor Eletro pneumática e Eletro-hidráulica
acionaria a entrada do
Instalações Elétricas Prediais
CLP, porém entre o CLP
Instalações Industriais
e o sensor adiciona-se
Manutenção de Sistemas Industriais
um relé auxiliar que terá
a função de proteger a Máquinas Elétricas I
entrada do CLP neste Projetos II
caso o relé poderá ter apenas um contato NA ou 1 Reversível.
O mesmo aplica-se a saída do CLP, onde pode-se utilizar um relé para como interface para
Arquivos do blog
acionamentos de cargas indutivas e/ou cargas eletromagnéticas, contatores de potência,
válvulas solenoides, eletroímãs, etc. O relés de interface são projetados para receber 24 V dc ► 2018 (12)
fornecidos pelo CLP para operar as bobinas de contatores que trabalham com 220 volts. ► 2017 (47)
Por receber baixa tensão na bobinas
► 2016 (24)
as interfaces de relés podem serem
utilizadas juntamente com botões de ▼ 2015 (17)
comando para controlar bobinas de ▼ Setembro (13)
contatores de potência cuja tensão da Revisão 17 - Relés de Interface
bobina é de 220 volts. Revisão 16 - Relé de Seqüência de Fase
A bobina do relê interface é
Revisão 15 - Relés Temporizados
controlado pelo CLP ao passo que o
contato normal aberto do relé garante Revisão 14 - Dispositivo de controle -
Reostato
o acionamento do contator. A
comutação da bobina dá origem a Revisão 13 - Dispositivos de Sinalização
sobretensões que têm efeitos Revisão 12 - Interruptores de limite de
adversos sobre os dispositivos curso
eletrônicos, geralmente os relé de Revisão 11 - Botoeiras e Chaves de
interface são equipados com Comando
supressores de surtos composto de Revisão 10 - Relé Térmico
um diodo, em antiparalelo com a
Revisão 09 - Contator de Potência e de
bobina do relé. Comando
Os relês de interface possuem um
Revisão 08 - Disjuntor Motor
baixo consumo de energia no
contexto dos sistemas eletrônicos. A ligação de limitadores de sobretensão eleva a vida útil de Revisão 07 - Fusíveis Diametral (Diazed)
relês acopladores. e NH

Folha de dados de Interfaces de Relés disponível no link: 14_09_08 Rele de Interface PRZ.pdf Revisão 06 - Chaves Seccionadoras
Revisão 05 - Tomadas industriais com
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► Agosto (4)

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Quem sou eu

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O Blogger não sabe quem é


Sinésio Gomes e não irá procurá-
lo, porque não sabe onde
encontrá-lo. Você não encontra Sinésio
Gomes, Sinésio Gomes encontra você.
Nenhuma página contendo todos os termos da
sua pesquisa foram encontrados. Sua
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
pesquisa por - Sinésio Gomes - não encontrou
documentos correspondentes. Sugestões:
Revisão 16 - Relé de Seqüência de Fase Corra, antes que Sinésio Gomes o encontre
ou procure uma pessoa diferente. O CNPq
O Relé de Seqüência de Fase destina-se à proteção de sistemas trifásicos contra inversão da sabe quem é Sinésio Gomes. Veja em:
seqüência direta das fases (L1-L2-L3). O dispositivo RSF deve ser conectado diretamente à rede "http://lattes.cnpq.br/7669287689061386"
a ser monitorada. Seu contato de saída deverá ser utilizado para interromper a operação do Visualizar meu perfil completo
motor ou processo a ser protegido.
O relé comutado á a rede com a seqüência das fases ligada corretamente, comuta os contatos
Pesquisar este blog
para a posição de trabalho quando ocorre à inversão da seqüência das fases ocorrerá a

http://comandoseletricosii.blogspot.com/2015/ 1/15
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desenergização dos Pesquisar
contatos interrompendo
sistema.
Aplicação: Protege
instalações contra
inversão de fase, que
compromete o
funcionamento de
motores, equipamentos
ou processos. Seu relé
interno comutará,
desligando o sistema sob proteção sempre que a rede monitorada estiver com a fase invertida.

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/02/2015

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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Revisão 15 - Relés Temporizados


É possível construir um relé com um dispositivo temporizador
que atrasa o acionamento da bobina. Este tipo de relé é
conhecido como TDR (time delay relay – relé com atraso de
tempo).
A representação do relé temporizado no diagrama elétrico é
idêntica ao relé, porém leva internamente, ou próximo à bobina,
a denotação TDR ou TR. Há dois tipos de relés temporizados:
um deles é conhecido como TON, e o outro, como TOF. Vamos
ver a diferença entre os dois.

Relé TON (on delay) - É utilizado em um circuito em que se


deseja que a bobina seja acionada após certo tempo (ajustado
pelo operador). Nesse exato momento, todos os contatos da bobina, que são do tipo NF, passam
a abrir, e os contatos do tipo NA passam a fechar, até que as condições de energização sejam
desativadas.
Quando este evento ocorrer, o relé
temporizado desligará e seu ajuste de
tempo normalizará, zerando o valor
da contagem. Este temporizador é
muito útil quando precisamos atrasar
a ativação de algum equipamento,
como, por exemplo, quando partimos
um motor de uma máquina. Nesse
caso, muitas vezes necessitamos que
alguns equipamentos fiquem
desligados por um pequeno intervalo
de tempo até que o motor chegue à
sua velocidade de trabalho.

Relé TOF (off delay) - É utilizado quando necessitamos deixar um equipamento ligado durante
certo tempo, mesmo após a condição de ativação ser desligada.
Como exemplo de aplicação podemos
citar um sistema de refrigeração em
que a ventilação precisa ficar
acionada mesmo após a máquina ter
sido desligada.

Existem no mercado consumista os


mais diversos e variados tipos
temporizadores, cada um com um
determinado meio de utilização.
As dimensões de quadros podem ser
consultadas nos catálogos
disponíveis nos links
abaixo: 14_09_04 Temporizador COEL AEG_r3.pdf

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2016

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Revisão 14 - Dispositivo de controle - Reostato


O reostato é um componente elétrico que consegue fazer uma alteração no valor da resistência
em um circuito, assim é possível aumentar ou diminuir o valor da resistência elétrica, com o
intuito de se obter vários valores de corrente elétrica. Há dois tipos de reostatos, o de variação
contínua e o de variação descontínua.
Reostato de variação contínua
Neste tipo de reostato, é possível
variar o valor resistência
continuamente entre dois pontos,
desde zero até um valor máximo
predeterminado. Ele é basicamente
constituído por um material condutor
que possui um determinado
comprimento e é enrolado varias
vezes, onde o comprimento utilizado,
influencia no valor da resistência total.
Para se obter a variação desta
resistência há um cursor, que quando
movimentado manualmente sobre o
condutor enrolado, consegue obter
uma variação de sua resistência,
graças a partes do condutor que não
são isoladas, o que garante que o
cursor ira entrar em contato com
Fiura 01 - Reostato de variação contínua diferentes partes obtendo valores
diferentes de resistência.
Há vários exemplos práticos para reostatos variáveis, desde os mais simples como a alteração
do volume do rádio, a intensidade da luz em uma lâmpada, a regulação da velocidade de um
ventilador e até mais potentes como a regulação da corrente de campo de um motor de corrente
contínua. O tipo de reostato utilizado em equipamentos de menos potencia é o potenciômetro. E
já para a regulação da corrente em motores são utilizados reostatos mais potentes, com uma
robustez maior, como o mostrado na foto acima.
Reostato de variação descontínua
Este tipo de reostato possui um banco
de resistores com valores bem
determinados, que permitem a
associação de resistores em série
(para aumentar o valor da resistência)
ou em paralelo (para diminuir o valor
da resistência).
Em motores de corrente continua o
pico da corrente é bastante elevado,
então para minimizar o pico desta
corrente é utilizado este componente
como reostato de partida para que o
motor seja acionado gradativamente.
Deste modo entrando com a
resistência máxima do banco sendo
Figura 02 - Reostato de variação descontínua
retirada as resistências por etapas, o
motor irá partir mais devagar porque a
resistência do circuito será alta, sendo a corrente baixa, e de acordo com a diminuição da
resistência a corrente ira aumentar aos poucos, assim garantindo que no primeiro passo o motor
parta com uma velocidade menor e após a retirada das resistências ele irá aumentar sua
velocidade, e assim diminuindo o provável pico de corrente.
Para representar o reostato em um circuito elétrico é utilizada uma das seguintes simbologias.

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2016

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domingo, 13 de setembro de 2015

Revisão 13 - Dispositivos de Sinalização

Um sinal visual deve ser projetado de tal forma que qualquer um que o veja possa reconhecê-lo
e seja capaz de reagir imediatamente a ele. A norma EN60073 (IEC 60073: 2002) define os
princípios de codificação para indicadores e atuadores.
A cor e o piscar são os
meios mais eficazes de
atrair atenção e, portanto,
precisam ser aplicados de
maneira consistente; cores

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para prioridade e piscando
para atrair a atenção.
Quando dois níveis de
atenção são necessários,
duas velocidades de flash
podem ser usadas; normal
para o sinal de prioridade
mais alta (84-168 flashes
por minuto) e lento para a
prioridade mais baixa (24-
48 flashes por minuto).
Normalmente, a
velocidade normal deve
De acordo com EN 60073 (IEC 60073: 2002) cores
e formas internacionalmente usadas e reconhecidas
ser quatro vezes mais
podem ser resumidas como no quadro acima. rápida que a velocidade
lenta.
As cores Vermelho / Laranja / Verde são a mais usadas de sinalização visual e a maioria das
pessoas podem reconhecer e compreender a função de cada cor. As cores Azul e Branco
fornecem níveis adicionais de indicação.
Também a padronização da posição de cada cor é vital. Vermelho deve estar sempre em a parte
superior, no meio Laranja e verde na parte inferior. Isso ocorre porque, em alguns casos, uma
pessoa pode não ser capaz de discernir a cor, mas saberá, pela posição da luz, o que sinaliza.
As cores também devem contrastar com outras cores na mesma área para torná-las
distinguíveis, novamente, para que possam ser compreendidas imediatamente.
Portanto os dispositivos de Sinalização que são componentes utilizados para indicar o estado
em que se encontra um painel de comando ou processo automatizado. As informações mais
comuns fornecidas através destes dispositivos são: ligado, desligado, falha e emergência.
Os Dispositivos de Sinalização podem ser do tipo Visual ou Sonoro. Os indicadores visuais
fornecem sinais luminosos indicativos de estado, emergência e falha. São os mais utilizados
devido à simplicidade, eficiência (na indicação) e baixo custo. São fornecidos por lâmpadas ou
LEDs.
As cores indicadas são: Vermelho fixo - Máquina operando energizada - Perigo. São
reservadas para indicações o estado de alimentação elétrica geral ou equipamento ligado.
A cor Verde - Máquina pronta para Operar - desligada. É a cor usada para caracterizar
“segurança” e é utilizada para indicar máquinas em estado seguro, ou desligada.

Vermelho Piscante ou Alaranjada - é a cor empregada para indicar “falha”. São reservadas para
indicações estado crítico ou falha.

A cor Amarela indica situação importante, porém sem perigo, bem como alarme de nível baixo,
ou máquina aguardando.
Branco - Máquina em movimento.
A cor Azul - Comando remoto ou
preparação de Máquina.
Os símbolos elétricos e cores
utilizadas em um indicador luminoso
estão representadas ao lado.
Os indicadores acústicos fornecem
sinais audíveis indicativos de estado,
falha e emergência. São as sirenes e
buzinas elétricas. Utilizados em locais
de difícil visualização (para
indicadores luminosos) e quando se
deseja atingir um grande número de pessoas em diferentes locais.
Outras cores são definidas pelo projetista, ou conforme a padronização que cada empresa adota
para indicações.
Folha de dados de sinalizadores disponível no link: 14_08_005 Sinalizadores L20_TPN .
Um breve resumo da IEC60073 pode ser consultado no link: 18_04_03 IEC60073_-
_Coding_Principles_of_Beacons_and_Indicators .

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2017

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sábado, 12 de setembro de 2015

Revisão 12 - Interruptores de limite de curso


Os interruptores de limite de curso (chave fim de curso) são instalados em posições que não
são normalmente acessíveis pelo operador durante o funcionamento da máquina. Desse modo,
os interruptores de limite são acionados pelas partes móveis da máquina.
Usualmente, os interruptores de limite são dispositivos mecânicos. Os interruptores de limite
podem ser encontrados também com contatos NA ou NF. Há vários tipos de interruptores de
limite, que abrangem quase todos os tipos de aplicações imagináveis.
As chaves fim de curso são comutadores elétricos de entrada de sinais acionados
mecanicamente. As chaves fim de curso são, geralmente, posicionadas no decorrer do percurso
de cabeçotes móveis de máquinas e equipamentos industriais, bem como das hastes de
cilindros hidráulicos e ou pneumáticos.

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O acionamento de uma chave fim de


curso pode ser efetuado por meio de
um rolete mecânico ou de um rolete
escamoteável (gatilho). Existem,
ainda, chaves fim de curso acionadas
por uma haste apalpadora, do tipo
utilizada em instrumentos de medição
como, por exemplo, num relógio
comparador.
Esta chave fim de curso é acionada
por um rolete mecânico e possui um
contato comutador formado por um
borne comum 11, um contato fechado
12 e um aberto 14. Enquanto o rolete
não for acionado, a corrente elétrica
pode passar pelos contatos 11 e 12 e
está interrompida entre os contatos 11
e 14. Quando o rolete é acionado, a
corrente passa pelos contatos 11 e 14 e é bloqueada entre os contatos 11 e 12. Uma vez
cessado o acionamento, os contatos retornam à posição inicial, ou seja, 11 interligado com 12 e
14 desligado.
Chave fim de curso acionada por um rolete mecânico. Apresenta dois contatos independentes
sendo um fechado, formado pelos bornes 11 e 12, e outro aberto, efetuado pelos bornes 13 e 14.
Quando o rolete é acionado, os contatos 11 e 12 abrem, interrompendo a passagem da corrente
elétrica, enquanto que os contatos 13 e 14 fecham, liberando a corrente.
Roletes Escamoteáveis são chaves
de roletes que somente comutam os
contatos das chaves se forem
acionados num determinado sentido
de direção. Os roletes escamoteáveis,
também conhecidos na indústria
como gatilhos.
Esta chave fim de curso, somente
inverte seus contatos quando o rolete
for atuado da esquerda para a direita.
No sentido contrário, uma articulação
mecânica faz com que a haste do
mecanismo dobre, sem acionar os
contatos comutadores da chave fim
de curso. Dessa forma, somente
quando o rolete é acionado da
esquerda para a direita, os contatos
da chave se invertem permitindo que
a corrente elétrica passe pelos contatos 11 e 14 e seja bloqueada entre os contatos 11 e 12.
Uma vez cessado o acionamento, os contatos retornam à posição inicial, ou seja, 11 interligado
com 12 e 14 desligado.
Folha de dados de chave fim de curso disponível no link: 14_08_006 Chave Fim de Curso FM9 .

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/04/2016

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Revisão 11 - Botoeiras e Chaves de Comando

Botoeiras são elementos de comando que servem para energizar ou desenergizar contatores,
sendo que comutam seus contatos normal aberto ou normal fechado através de acionamento
manual. Podem variar quanto às cores, formato e proteção do acionador, quantidade e tipos de
contatos, e reação ao acionamento.
Quanto ao formato e proteção do acionador temos desde as botoeiras tipo soco, que têm o

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acionador grande na forma de
“cogumelo”, sendo de fácil
acionamento, destinadas à situações
de emergência; até as botoeiras com
acionador protegido por tampa, que
evitam o acionamento por toque
acidental e somente devem ser
operadas conscientemente.
A variação quanto à reação ao
acionamento consiste de dois tipos:
as de retenção que trocam a condição
do contado normal aberto ou fechado
toda vez que são operadas e
permanecem na nova posição até o
próximo acionamento e as pulsantes,
que trocam a condição do contato
somente enquanto existir a pressão
externa, voltando às condições
iniciais assim que cesse a mesma.
As botoeiras possuem cores definidas
por norma norma IEC73 E VDE 0199
de acordo com sua função: Vermelho:
Parar, desligar ou botão de
emergência; Amarelo: Iniciar um
retorno, eliminar uma condição
perigosa; Verde ou preto: Ligar,
partida; Azul ou branco: Qualquer
função diferente das anteriores.
Quanto à instalação, devem estar
dispostas com espaçamento correto e
padrão e o botão “desliga”, deve ficar sobre o botão “liga” na posição vertical. Na posição
horizontal, o botão “desliga” geralmente está à direita do botão “liga”.
Contatos de alta capacidade de
corrente de comutação são chamados
de contatos de carga, contatos de
força ou contatos principais. São
destinados a aplicação em ramais de
motores ou de carga, onde exista alta
intensidade de corrente elétrica. Os
contatos a serem usados nos próprios
comandos são chamados auxiliares.
Eles suportam baixas intensidades de
corrente e não podem ser aplicados
em circuitos de carga.
Dentro das chaves existem dois tipos de contato: normalmente aberto e normalmente fechado.
Contato normalmente aberto (NA): Sua posição original é aberta, ou seja, permanece aberto até
que seja aplicada uma força externa.
Também é freqüentemente chamado,
na maioria das aplicações industriais,
de contato NO (do inglês, normally
open). A sua marcação é feita por
meio de dois dígitos. O primeiro dígito
representa o número sequencial do
contato, o segundo representa o
código da função, que no caso dos
contatos auxiliares NA são 3 e 4.
Contato normalmente fechado (NF):
Sua posição original é fechada, ou
seja, permanece fechado até que seja
aplicada uma força externa. Também
é freqüentemente chamado, na maioria das aplicações industriais, de contato NC (do inglês,
normally closed). No caso dos contatos NF, a marcação é feita por meio de dois dígitos. O
primeiro dígito representa o número seqüencial do contato, o segundo representa o código da
função, que no caso dos contatos auxiliares NF são 1 e 2.
1 - As Botoeiras Pulsadoras invertem seus contatos
mediante o acionamento de um botão e, devido a ação de
uma mola, retornam à posição inicial quando cessa o
acionamento.
Essa botoeira possui um contato aberto e um contato
fechado, sendo acionada por um botão pulsador liso e
reposicionada por mola. Enquanto o botão não for
acionado, os contatos 11 e 12 permanecem fechados,
permitindo a passagem da corrente elétrica, ao mesmo
tempo em que os contatos 13 e 14 se mantêm abertos,
interrompendo a passagem da corrente. Quando o botão é
acionado, os contatos se invertem de forma que o fechado
abre e o aberto fecha. Soltando-se o botão, os contatos voltam à posição inicial pela ação da
mola de retorno.

2 - As botoeiras com trava também invertem seus


contatos mediante o acionamento de um botão, entretanto,
ao contrário das botoeiras pulsadoras, permanecem
acionadas e travadas mesmo depois de cessado o
acionamento. Esta botoeira é acionada por um botão

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29/11/2018 Comandos Elétricos: 2015
giratório com uma trava que mantém os contatos na última
posição acionada.
Esta botoeira apresenta um contato fechado nos bornes 11
e 12 e um aberto 13 e 14. Quando o botão é acionado, o
contato fechado 11/12 abre e o contato 13/14 fecha e se
mantêm travados na posição, mesmo depois de cessado o
acionamento. Para que os contatos retornem à posição
inicial é necessário acionar novamente o botão, agora no
sentido contrário ao primeiro acionamento.

3 - Outro tipo de botoeira com trava, muito usada como


botão de emergência para desligar o circuito de comando
elétrico em momentos críticos, é acionada por botão do
tipo cogumelo.
O botão do tipo cogumelo, também conhecido como botão
soco-trava, quando é acionado, inverte os contatos da
botoeira e os mantém travados. O retorno à posição inicial
se faz mediante um pequeno giro do botão no sentido
horário, o que destrava o mecanismo e aciona
automaticamente os contatos de volta a mesma situação
de antes do acionamento.

4 - Chave seletora: Possui duas ou mais posições e


permite selecionar uma entre várias posições em um
determinado processo com (C) ponto de contato comum.
Também pode ser chamada de chave comutadora,
contato three-way ou contato paralelo. Esse tipo de chave representa uma função composta,
sendo a parte superior um contato NF e a parte inferior um contato NA.
As chaves seletoras também são conhecidas como
chaves rotacionais. Elas utilizam os contatos NA ou NF
para sua representação, idênticos às botoeiras, essas
têm a mesma funcionalidade.
Existem as chaves seletoras que funcionam com duas,
três ou mais posições. Não há interligações elétricas
entre os contatos das diferentes posições. Caso as
interligações sejam necessárias, o projetista deverá
prever essas ligações.
Folha de dados de botoeiras disponível no
link: 14_08_004 Botoeira TNZ.

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo.


Última atualização: 20/04/2016

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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Revisão 10 - Relé Térmico

Esse tipo de relê, atua


como dispositivo de
proteção, controle ou
comando do circuito
elétrico, atua por efeito
térmico provocado pela
corrente elétrica. O
elemento básico dos
reles térmicos é o
Bimetálico. O bimetal é
um conjunto formado
por duas lâminas de
metais diferentes Ferro
(normalmente e níquel),
sobrepostas e soldadas,
estes dois metais de
coeficientes de dilatação
diferentes, formam um par metálico. Por causa da diferença de coeficiente de dilatação, se o
par metálico submetido a uma temperatura elevada, um dos metais irá se dilatar mais que o
outro, por estarem unidos fortemente, o metal de menor coeficiente de dilatação provoca o
encurvamento do conjunto para o seu lado, afastando o conjunto de um determinado ponto.
Causando assim o desarme do mesmo.
São usados para proteger os motores elétricos contra sobrecargas. Essas sobrecargas são
elevações de corrente por tempo prolongado, devido a um trabalho acima do previsto que pode
ultrapassar a corrente nominal do motor. Pode ser também, ocasionada por falta de uma das
fases, num motor trifásico ou uma elevação de corrente devido a deficiências mecânicas na
instalação, como alinhamentos, acoplamentos, etc.

Quando o sistema é trifásico existem três conjuntos desse montados num mesmo invólucro e
atuam sobre um único piloto de forma que qualquer das três fases que apresentar sobre-

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corrente, pode fazer acionar o contato
elétrico de comando, que é único,
embora possam haver dois conjuntos
de contatos(comum, normal aberto e
normal fechado).
Os relés térmicos possuem curvas
características que relacionam os
múltiplos da corrente de ajuste e o
tempo de desarme, alem de ter
curvas a frio, tendo a temperatura
ambiente sem carga como referencia
e curvas a quente, com as lâminas aquecidas com a corrente de ajuste.
Na figura 1 a seguir está o símbolo de um relé térmico trifásico, com contatos de comando:
Comum, Aberto e fechado.
De acordo com a curva, com 1,5 x a corrente de ajuste o relé desarmaria com 200 s, na curva a
quente com a mesma corrente o desarme ocorre com 50 s. Ou seja, a cada vez que se rearma
após uma sobrecarga que permanece, o rele desarma cada vez mais cedo. Isso serve para
proteger o motor de partidas sucessivas com sobrecarga, ainda mais que o calor é cumulativo na
carcaça do motor.

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 01/09/2015.

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domingo, 6 de setembro de 2015

Revisão 09 - Contator de Potência e de Comando


Contator é um dispositivo mecânico de manobra, que pode estabelecer, conduzir e interromper
correntes elétricas em condições normais de cargas como motores, iluminação, banco de
capacitores, resistências e circuitos auxiliares. Assim, a partir de um circuito de comando, ele faz
o controle de cargas em um circuito de potência.
Os contatores são
compostos por contatos
móveis, e podem ser
divididos em dois tipos
principais: os contatores
auxiliares e os de
potência, classificação
relacionada à
disposição de seus
contatos no dispositivo.
O primeiro é utilizado
para ligar e desligar circuitos de comando, sinalização, controle, interface com processadores
eletrônicos, etc., enquanto o de potência é usado como chave de ligação e desligamento de
motores e outras cargas elétricas.
O funcionamento padrão dos contatores
dá-se da seguinte forma: quando a bobina
eletromagnética é energizada, forma-se um
campo magnético que se concentra na
parte fixa do dispositivo e atrai o núcleo
móvel, onde estão localizados os contatos
móveis, que, por consequência, também
são deslocados. O comando da bobina é
feito por meio de uma botoeira com duas
posições, que tem seus elementos ligados
à bobina. A velocidade de fechamento dos
contatos é uma junção da força proveniente
da bobina e da força mecânica das molas
de separação que atuam em sentido
contrário. As molas de compressão são
também as responsáveis pela velocidade
de abertura do circuito, quando a
alimentação da bobina cessa.
Os contatos principais tem como função
estabelecer e interromper correntes
elétricas de motores e chavear cargas resistivas ou capacitivas. No contato são utilizadas placas
de prata. Enquanto isso, os contatos auxiliares são utilizados para comutar circuitos auxiliares de
comando, sinalização e intertravamento elétrico. Esses contatos podem ser normalmente aberto,
ou NA, ou normalmente fechado, chamado de NF, assim como nos relés.
As vantagens de utilização de contatores ficam por conta do comando à distância, do elevado
número de manobras, da grande vida útil mecânica. Mas assim como qualquer outro dispositivo
elétrico, sua seleção para uma dada instalação deve levar em conta as particularidades do
circuito.
Para especificar um contator, é preciso considerar a corrente nominal do dispositivo, a tensão e
a frequência da rede, a tensão e frequência de acionamento e a quantidade de contatos
auxiliares, fazendo uma previsão de que como o contator irá operar.
Um exemplo de um contator, com uma vista explodida de imagem é mostrado. O contator tem
partes básicas. A seção principal do contator consiste em placa de montagem, base, contatos
estacionários, e câmara de extinção de arco. A segunda seção do contator inclui a

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29/11/2018 Comandos Elétricos: 2015
transportadora de contato, contatos
móveis, armadura, e mola de retenção.
A terceira seção do contator é a tampa
da câmara de extinção de arco. A quarta
parte do contator é a bobina. A quinta
seção do contator inclui o "caixa" que
ajuda a manter a bobina na sua posição
adequada. A sexta parte do contator é a
capa da bobina.
Folha de dados de contatores disponível
no link: 14_08_007 Contator CN.

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Sinésio Raimundo. Última atualização:
01/09/2015.

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sábado, 5 de setembro de 2015

Revisão 08 - Disjuntor Motor

Disjuntores motor são dispositivos de proteção para o circuito


principal. Eles combinam controle e proteção do motor em um único
dispositivo. São basicamente utilizados para ligar e desligar os
motores manualmente e protege os motores e as instalações sem
fusíveis contra curto circuito, sobrecarga e falta de fase. Proteção
sem fusível com um disjuntor motor economiza custos, espaço e
assegura uma reação rápida em condições de curto circuito,
através do desligamento do motor em milisegundos.
O Disjuntor Motor possui a função de proteção e de seccionamento.
Interrompe a passagem de corrente ao ocorrer uma sobrecarga
através do disparo térmico ou curto-circuito através do disparo
eletromagnético.
Sobrecarga é uma corrente superior a corrente nominal que durante
um período prolongado pode danificar o cabo condutor e o equipamento. Esta proteção baseia-
se no princípio da dilatação de duas lâminas de metais distintos com coeficientes de dilatação
diferentes.
Uma pequena sobrecarga faz o sistema
de lâminas deformarem-se (efeito
térmico) sob o calor desligando o
circuito. A proteção contra curto-circuito
se dá através de dispositivo magnético,
desligando o circuito quase que
instantaneamente (curva de resposta do
dispositivo).
Os disjuntores possuem algumas
vantagens pois são religáveis e não
precisam de elemento de reposição e
pode eventualmente serem utilizados
como chave de sessionamento.
O disjuntor motor deve ser ajustado ao
valor nominal do motor. São
necessárias correntes maiores na
partida do motor. Durante o período de
partida, o disjuntor motor deixará a
corrente passar e não disparará,
seguindo os padrões internacionais e as
curvas para partida de motor e
operação.
As características técnicas e dimensões
de Disjuntores Motores comerciais
podem ser consultadas nos catálogos disponíveis nos links abaixo: 14_08_003 Disjuntor Motor.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Revisão 07 - Fusíveis Diametral (Diazed) e NH


A principal função do fusível é a
proteção contra curto-circuito. Sua
operação ocorre baseado em um
elemento fusível devidamente
projetado que abre o circuito,
interrompendo-o na ocorrência de
uma falha. As possíveis causas do
curto circuito são: Falta de aperto de
componentes; - Ruptura ou falha de isolação de condutores ou cabos; Penetração de água ou
outros líquidos condutores, etc.
Diazed é o modelo de fusível utilizado em circuitos com motores. Seu funcionamento é do tipo
retardado e é fabricado para correntes de 2 a 63 A (Vmax = 500V e Icc = 50 kA).
O conjunto de proteção Diazed é
formado por: tampa, anel de proteção,
fusível, parafuso de ajuste e base
unipolar ou tripolar (com fixação
rápida ou por parafusos). Os
parafusos de ajuste, impedem a
mudança equivocada de fusíveis com
valores superiores de corrente,
preservando as especificações do
projeto. Permitem fixação por engate
rápido sobre trilho ou parafusos. Os
fusíveis DIAZED são utilizados na
proteção de curto-circuito em
instalações elétricas residenciais,
comerciais e industriais, quando
corretamente instalados, permitem o
seu manuseio sem riscos de toque acidental. Possuem categoria de utilização gL/gG, em três
tamanhos (DI, DII e DIII) atendem as correntes nominais de 2 a 100A. A fixação do parafuso de
ajuste é feita com uma chave especial chamada de chave para parafuso de ajuste (chave rapa).
Na base, a conexão do fio fase deve ser no parafuso central, evitando que a parte roscada fique
energizada quando sem fusível. O fusível possui na extremidade um indicador que tem a cor
correspondente à sua corrente nominal, que é a mesma cor do parafuso de ajuste. A lista abaixo
relaciona cor com capacidade de corrente no fusível diametral. ROSA = 2A; MARRON =
4A; VERDE = 6A; VERMELHO = 10A; CINZA = 16A; AZUL = 20A; AMARELO = 25A; PRETO =
35A; BRANCO = 50A e LARANJA = 63A.

O fusível NH (N-baixa tensão; H-alta


capacidade) é usado nos mesmos
casos do Diazed, porém é fabricado
para correntes de 4 a 630 A (Vmax =
500V e Icc = 120 kA). O conjunto é
formado por fusível e base. A
colocação e/ou retirada do fusível é
feita com o punho saca-fusível. Existe
nele um sinalizador de estado
(bom/queimado), porém não em cores
diferentes, como no Diazed. No
fusivel aparecem as letras gL - gG que significam: proteção total de cabos e linhas.

O fusíveis Ultra-rápidos são indicados para a proteção de diodos e tiristores, ou seja, para
retificadores e conversores de freqüência. A atuação dos fusíveis pode-se dar por três fatores:
Curto-circuito interno provocado por um componente defeituoso (dentro do conversor). Curto-
circuito externo: uma falha no consumidor. Defeito durante a frenagem (frenagem regenerativa):
falha no sistema de controle (comutação) a ponte retificadora funciona como um curto. A
instalação deve ser feita entre o ramal de alimentação e os dispositivos a serem protegidos.
No dimensionamento dos fusíveis
retardados, deve-se levar em
consideração os seguintes aspectos:
Tempo de fusão virtual (tempo e
corrente de partida) pois os fusíveis
devem suportar, sem fundir, o pico de
corrente de partida (Ip) durante o
tempo de partida do motor (Tp), com
os valores de Ip e Tp entramos na
curva para dimensionar o fusível.
Devemos considerar também a I
fusivel>=1,2*Inominal onde deve-se
dimensionar para uma corrente no
mínimo 20% superior a corrente
nominal (In) do motor.
Quanto ao critério dos contatores e relés, os fusíveis de um circuito de alimentação devem
também proteger os contatores e relés de sobrecarga. Essa verificação é feita em catálogos de
fabricantes de contatores e relés de sobrecarga.
Exemplo de aplicação: Dimensionar os fusíveis para proteger o motor de 2CV,220V/60Hz,
supondo que o seu tempo de partida seja de 4 segundos.
Solução: Pelo catálogo temos ( Ip/In = 4,4);( In=9 A). Ip= 9 x 4,4 A = 39,6 A.
Seguimos a curva característica do fusível de posse dos valores de Ip e Tp: Com o valor de 39,6
A e o tempo de partida de 4 segundos, observamos que o valor do fusível é de 10 A.

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Folha de dados de fusível disponível


no link: 14_08_001 Fusivel Diazed .

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atualização: 01/09/2015.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Revisão 06 - Chaves Seccionadoras


Seccionadores são dispositivo de manobra que assegura, na posição aberta, uma distância de
isolamento que satisfaz requisitos de segurança. A finalidade principal dessa abertura é a
manutenção da instalação desligada. A chave seccionadora deve suportar, com margem de
segurança, a tensão e corrente nominais da instalação.
A seccionadora tem, por norma, seu
estado ligado ou desligado visível
externamente com clareza e
segurança.
Esse dispositivo de comando é
construído de modo a ser impossível
que se ligue (feche) por vibrações ou
choques mecânicos, só podendo
portanto ser ligado ou desligado pelos
meios apropriados para tais
manobras. No caso de chave
seccionadora tripolar, esta deve
garantir o desligamento simultâneo
das três fases.
É utilizado para abertura sem carga.
O acionamento pode ser rotativo com
travamento para impedir a abertura
da porta com o seccionador na
posição ligado e com bloqueio por até
3 cadeados na posição desligado.
Para o dimensionamento da seccionadora a corrente máxima da chave deve ser maior que a
corrente nominal do motor.
É um dispositivo que tem por função a manobra de abertura ou desligamento dos condutores de
uma instalação elétrica. A chave seccionadora deve suportar, com margem de segurança, a
tensão e corrente nominais da instalação.
A seccionadora tem, por norma, seu estado -ligada ou desligada- visível externamente com
clareza e segurança.
As seccionadoras podem ser construídas de modo a
poder operar: Sob carga - então denominada
interruptora. A chave é quem desligará a corrente do
circuito, sendo por isso dotada de câmara de extinção
do arco voltaico que se forma no desligamento e de
abertura e fechamento auxiliados por molas para
elevar a velocidade das operações. Sem carga –
neste caso o desligamento da corrente se fará por
outro dispositivo, um disjuntor, de modo que a chave
só deverá ser aberta com o circuito já sem corrente.
Neste caso a seccionadora pode ter uma chave NA
auxiliar que deve desliga o disjuntor antes que a
operação de abertura da chave seja completada.
Os seccionadores fusíveis sob carga são utilizados para manobra e proteção de circuitos
tripolares, permitindo um seccionamento seguro mesmo. Há acessórios tais como terminais de
conexão diversos, contatos auxiliares, capa protetora de terminais , adaptadores de espessura
de barras , molduras isolantes.
Folha de dados de Seccionadora disponível no link: 14_08_002 Ficha Técnica - Seccionadores
s31 5tw .
As características técnicas e dimensões de chaves seccionadoras comerciais podem ser
consultadas nos catálogos disponíveis nos links abaixo: 14_08_002 Comutadora Gave.

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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Revisão 05 - Tomadas industriais com bloqueio mecânico


Quando se insere ou se retira um plugue na relativa tomada, ou durante as operações de
manutenção, corremos o risco de contato elétrico direto e o operador pode ser submetido aos
efeitos do arco elétrico que se produz ao estabelecer interromper a corrente na manobra sob
carga.
A tomada e plugue para uso industrial possuem uma
geometria tal que o arco elétrico entre pino e alvéolo se
desenvolve dentro de uma câmara fechada e pode
provocar para o exterior a emissão de gases ionizados
com partículas incandescentes.
O efeito resulta particularmente danoso para o operador
se a jusante da tomada existe um defeito de curto-
circuito. A corrente de curto-circuito é interrompida
pelos dispositivos de proteção (fusíveis ou disjuntores)
no tempo previsto pela característica de intervenção. A
energia do arco que se desenvolve depende então do
tipo de proteção do circuito de alimentação da tomada.
Quando as correntes de curto-circuito superam os 5 kA
as manifestações do arco podem se tornar muito
perigosas (expulsão violenta de gás com fenômeno
explosivo).
Quando se insere ou se retira o plugue, a presença de
partículas sólidas e a sujeira determinam o percurso do
arco elétrico, que se pode manifestar entre o pino e o
alvéolo, antes do contato galvânico, com grande perigo
ao operador que nesse momento está executando a operação de conexão. O arco que se
manifesta durante as operações indicadas pode ser também a causa de incêndios se a tomada
estiver posta em ambientes com risco de incêndio devido à presença de substâncias inflamáveis,
muito freqüentes no âmbito industrial.
Nas instalações alimentadas por uma
cabina própria de transformação
(instalações TN) freqüentemente
ocorre que a corrente de curto-
circuito, mesmo ao nível de tomadas
e plugues, sejam superiores a 5 kA ,
então par evitar os riscos descritos
acima é aconselhável efetuar a
inserção e a retirada dos plugues sem
tensão nos contatos.
As tomadas e plugues com
interbloqueio mecânico garantem
essa característica. A inserção e a
retirada sem tensão podem ser asseguradas por meio de uma tomada com dispositivo de
bloqueio. As figuras indicam o princípio de funcionamento do bloqueio mecânico que impede a
inserção ou a retirada do plugue com os contatos sob tensão .
Inserindo o plugue, por meio da
alavanca (cor vermelha) libera-se o
comando do seccionador que pode
ser fechado. Com o interruptor
fechado, o plugue não pode ser
extraído da tomada graças ao
bloqueio mecânico que atua sobre um
pedúnculo do plugue (parte
vermelha). Para garantir o
fechamento/abertura dos contatos da
tomada sem tensão, é posto no
interior das tomadas interbloqueadas
um órgão de comando: interruptor de
comando ou seccionador.
No invólucro da tomada
interbloqueada é possível instalar
também dispositivos de proteção
(fusíveis ou disjuntores) obtendo dessa maneira uma solução compacta tanto para o comando
funcional (seccionador) quanto para a proteção termo-magnética ou diferencial.
Além disso, para garantir a segurança dos operadores também em caso de manutenção, as
tomadas interbloqueadas podem ser dotadas de cadeado que impede o fechamento do
interruptor com o plugue inserido o que impede a retirada do plugue com o interruptor fechado.
As características técnicas e dimensões de Tomadas Industriais comerciais podem ser
consultadas nos catálogos disponíveis nos links abaixo: 14_09_025 Tomadas Steck.pdf.

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 01/09/2015.

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domingo, 30 de agosto de 2015

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29/11/2018 Comandos Elétricos: 2015

Revisão 04 - Prensa-cabos
A função dos prensa-cabos é prender o cabo elétrico que sai de um painel para um motor ou
uma válvula.
Os prensa-cabos são fabricados em
diversas medidas para atender os
variados diâmetros dos cabos elétricos.
O procedimento de instalação de
prensa-cabos consiste em:
a) selecionar o prensa-cabo que se vai
utilizar, de acordo com o diâmetro do
cabo que vai prender;
b) consultar o catálogo do fabricante
para identificar o diâmetro do furo a ser
feito no painel;
c) selecionar a serra-copo mais
adequada para a furação;

d) fazer o furo e fixar o prensa-cabo.


© Direitos de autor. 2016: Gomes;
Sinésio Raimundo. Última atualização:
Figura 1 - Prensa Cabos 22/08/2016

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sábado, 29 de agosto de 2015

Revisão 03 - Canaletas
As canaletas servem para acondicionar os condutores elétricos de forma organizada e estética
em um painel de comando. São feitas de plástico PVC (cloreto de polivinila) com propriedade
autoextiguível, ou seja, não propagam chamas.
As canaletas podem possuir
perfurações laterais transversais,
destinadas à passagem dos
condutores que vão para os
dispositivos elétricos instalados na
placa de montagem. Possuem tampa
plástica que deve ser encaixada após
a instalação das canaletas e
condutores (fiação) do painel.
Encontramos canaletas de diversos
tamanhos, com variações das
medidas de largura (L) e altura (A). As
larguras mais comuns, em mm, são:
15, 20, 30, 50, 60 e 80, e as alturas
mais comuns, em mm, são: 20, 30, 50
e 80. Os fabricantes de canaletas
combinam essas medidas formando
alguns padrões e modelos, como por
Figura 01 - Dimensões de Canaletas exemplo: canaleta de 30 mm x 50 mm
(L x A).
O tamanho da canaleta são definidos em função da quantidade de condutores e de sua bitola ou
secção transversal. Quanto mais condutores passando nas canaletas, ou quanto maior a bitola,
maiores devem ser as canaletas.
© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/08/2016

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Revisão 02 - Trilhos
Os trilhos usados em painéis de comandos elétricos servem para fixar e manter os dispositivos
elétricos alinhados em uma mesma posição.
Eles são fabricados em material
metálico, principalmente aço
bicromatizado ou galvanizado. Podem
também ser encontrados em alumínio
ou cobre. Normalmente, são
fornecidos já perfurados para facilitar
Figura 01 - Trilho DIN35 ( 35 x 7,5 mm).
a instalação, mas também há a opção
de não perfurados. Os fabricantes fornecem esses trilhos em barras de geralmente 2 m de
comprimento.
Você pode encontrar, basicamente, quatro padrões de trilho de fixação para a montagem de
painéis: o padrão DIN 35 (que é o mais comum).

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29/11/2018 Comandos Elétricos: 2015
Trilho DIN é uma estrutura sobre a qual são fixados de componentes elétricos e eletrônicos em
instalações especialmente de painéis elétricos, recebe esse nome devido ao padrão DIN que
estabelece suas medida e especificações.

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/08/2016

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Revisão 01 - Painel elétrico de comando


O painel de comando é um conjunto importante, porque contém os dispositivos eletroeletrônicos
que controlam o funcionamento da máquina. Sua infraestrutura é composta de: caixa; trilhos;
canaletas e acessórios.
Um painel elétrico de comando e montagem industrial pode ser definido como um compartimento
modular utilizado para alocar dispositivos eletrônicos em seu interior. Geralmente, os painéis são
construídos em estruturas em chapa metálica, com perfis de dobras perfurados ou não,
possuindo fechamentos em chapas e portas com sistema de fecho.
O painel elétrico de comando e montagem deve ser
construído somente com materiais capazes de
resistir esforços mecânicos, elétricos e térmicos,
bem como aos efeitos da umidade, que
provavelmente serão encontrados em serviço
normal. A proteção contra corrosão deve ser
assegurada pelo uso de materiais apropriados ou
pela aplicação de camadas protetoras equivalentes
em superfície exposta, levando em conta as
condições pretendidas de uso e manutenção. Os
dispositivos e os circuitos de um conjunto devem ser
dispostos de maneira que facilite a sua operação e
manutenção e, ao mesmo tempo, que assegure o
grau necessário de segurança.
Os painéis elétricos de baixa tensão são
normatizados NBR IEC 60439-1 (“Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão”). Esta
norma foi publicada em 01/05/2003, substituindo a antiga NBR 6808 que deixou de vigorar. A
norma também é chamada de NBR IEC porque é uma norma equivalente a IEC. A ABNT define
que uma norma Brasileira é denominada “equivalente” quando é idêntica à norma internacional,
caso contrario seria definida como “baseada”.
Um painel elétrico de comando é
utilizado para controlar uma máquina
e/ou equipamento. Neste caso, os
componentes de um painel de
controle dependem da máquina que
estão sendo comandadas e do tipo de
controle que é necessário.
Dificilmente, na literatura, será
possível encontrar um assunto que
fale sobre todos os tipos de
comandos, uma vez que é a
exigência do sistema que orienta o
controle. Na montagem do painel
elétrico de comando são utilizadas
chaves eletrônicas, inversores,
contatores, CLPs e dispositivos de
entrada de sinais (sensores,
medidores, etc) com o objetivo de
controlar outros dispositivos eletrônicos.
Também são painéis similares ao CCM, porém se diferenciam por conter conversores CC-CC,
CC-CA ou CA-CC com a finalidade de, além de acionar, controlar motores elétricos.
Os quadros protegem o painel elétrico como também evita que se ocorra acidentes, como
choque elétrico ou dano aos componentes e condutores.
Existem no mercado consumista os mais diversos e variados tipos conectores e de terminais,
cada um com um determinado meio de utilização.
A especificação técnica de um painel de comando é dada por: Fabricante, Modelo e Tamanho
onde deve estar definido: Altura (A), Largura (L), Profundidade (P) e Peso (Kg).
As dimensões de quadros podem ser consultadas nos catálogos disponíveis nos links
abaixo: 14_08_011 Quadros de Comando Standart .

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