Você está na página 1de 25

SOLUBILIZAÇÃO & Equipe 3

PRECIPITAÇÃO
1. SOLUBILIZAÇÃO

2. PRECIPITAÇÃO

3. APLICAÇÕES

4. CONCLUSÃO

5. REFERÊNCIAS
SOLUBILIZAÇÃO

“Tratamentos que envolvem o


aquecimento (...) durante um tempo
suficiente para a dissolução de um ou
mais constituintes, seguidos de
resfriamento bastante rápido para
mantê-los em solução, chamam-se
tratamentos de solubilização” (SILVA,
1988, p. 141)
SOLUBILIZAÇÃO

Quando aquecemos um material e


resfriamos rapidamente, conseguimos
“aprisionar” a estrutura que tinha
quando aquecido
SOLUBILIZAÇÃO

Aquecemos o material de
T2 (temperatura ambiente)
até um ponto na fase α(T1)
e mantemos até que toda
a fase β seja
completamente dissolvida
em α.
SOLUBILIZAÇÃO

O procedimento é seguido
de um resfriamento rápido
até temperatura ambiente
(T2) “aprisionando” a
estrutura.
SOLUBILIZAÇÃO

Uma fase atua como soluto (β) e outra


atua como solvente (α).

Ao aumentarmos a temperatura,
temos o aumento do coeficiente de
solubilidade, possibilitando dissolver
uma maior quantidade de soluto.
SOLUBILIZAÇÃO

Com o aquecimento, os átomos de


soluto ocupam as lacunas e/ou os
interstícios da estrutura cristalina do
solvente, de maneira a formar uma
solução sólida supersaturada.
SOLUBILIZAÇÃO
A solução supersaturada pode perder
a estabilidade e sofrer alteração de sua
estrutura caso seja submetida a perturbações
como choque mecânico e variação de
temperatura, por exemplo

Esse princípio é a base para o


tratamento térmico de precipitação, também
conhecido como envelhecimento
-
PRECIPITAÇÃO
Os objetivos principais do tratamento
por precipitação são:

- • Melhorar as propriedades
mecânicas;
• Aumentar o limite de escoamento;
• Aumentar a dureza;
• Aumentar a resistência ao
desgaste
-
PRECIPITAÇÃO
Para que o endurecimento por
precipitação tenha um resultado
efetivo, temos que garantir que a
-
solução esteja homogênea. Tendo
passado por um processo de
solubilização, por exemplo.
Após a solubilização, o material
tenderá a retornar ao estado de
menor energia, formando
precipitados.
-
PRECIPITAÇÃO

Apenas como passar do tempo, em


temperatura ambiente, o material
- pode tender a formar precipitados.
Porém, ao aquecermos a uma
determinada temperatura,
perturbamos o estado de equilíbrio
da solução e aceleramos o processo.
-
PRECIPITAÇÃO

Aquecemos o material de
-
T2 até T3 e mantemos
durante um tempo para que
os precipitados da fase β
comecem a se formar.
-
PRECIPITAÇÃO

O procedimento é seguido de um resfriamento


rápido até temperatura ambiente (T2).
A resistência mecânica e a dureza
estão relacionadas com a dificuldade
das discordâncias seguirem pelo
material. Os precipitados no interior
da estrutura impedem que as
discordâncias sigam pelo material,
eliminando pontos frágeis e
aumentando a dureza.
APLICAÇÕES
Aumento de resistência mecânica, tenacidade, resistência
ao desgaste, diminuição das tensões, aumento da dureza,
etc, em aços ligados – principalmente ligas de alumínio
APLICAÇÕES
Ligas de Alumínio

• Podem ser combinadas com vários metais de


engenharia;

• Resistências mecânica, corrosão, química,


condutividade, usinabilidade, leves;
APLICAÇÕES
Ligas de Alumínio
• NOMENCLATURA: 00xxxA

• F – fabricada

• O – recozida

• H – encurada

• W – solubilizado

• T – tratados termicamente
APLICAÇÕES
Ligas de Alumínio
• NOMENCLATURA: 00xxxA

• F – fabricada

• O – recozida

• H – encurada

• W – solubilizado

• T – tratados termicamente
APLICAÇÕES
• Ligas Al-Cu | Resistência mecânica | Indústria aeronaves

• Ligas Al-Fe ou Al-Ni | Resist. corroão | Indústria química, embalagens

• Ligas Al-Zn | Aumento dureza | Carros de corrida, aeronaves

• Ligas Cu-Si |Baixo PF, resistência corrosão | Moldes fundição

• Ligas Al-Mg | Resistência corrosão | Indústria naval

• Reduz resistência ao impacto e a ductilidade do material


REFERÊNCIAS
• COLPAERT, H., Metalografia dos Produtos Siderúrgicos
Comuns,3ª. ed. São Paulo, Edgard Blucher, 1974.

• GONCALVES, Renata Barbosa; TERRONES, Luis Augusto


Hernandez; ROCHA, Ronaldo Paranhos da. Efeito do
Tratamento Térmico de Solubilização e Estabilização na
microestrutura de uma Junta Soldada com Aço Inox
347. Matéria (Rio J.), Rio de Janeiro , v. 22, n.
1, e11784, 2017 .

• SILVA, A. L. da Costa e; MEI, Paulo Roberto, Aços e Ligas


Especiais, 2ª. ed. São Paulo, 1988.
Dúvidas?
OBRIGADO
Dener Sperafico
Gustavo Cardoso
Lucas Bisognin

CIÊNCIA DOS MATERIAS III

Você também pode gostar