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OPERAÇÃO

E ENTREGA
TÉCNICA
SÉRIE S
PROGRAMA DE
CAPACITAÇÃO
Preocupada com o desenvolvimento de seus profissionais, com a sua formação
técnica nos produtos AGCO, frente às tendências tecnológicas, inovações e
constantes atualizações em nossos produtos; a AGCO Academy criou um
Programa de Capacitação, com ferramentas de melhores práticas em
aprendizagem, com informações técnicas e comportamentais de qualidade e
instrutores de treinamento conduzido.

O Programa está dividido nos níveis de prontidão Fundamental,


Desenvolvimento e Especialista.

Fundamental : treinamentos com conceitos básicos necessários sobre os


produtos AGCO, focando qualificar um profissional que está iniciando em suas
atribuições e/ou os primeiros treinamentos obrigatórios de produtos AGCO;

Desenvolvimento: treinamentos com conceitos de desenvolvimento, que serão


aplicados diretamente em suas atribuições, focando treinamentos técnicos dos
produtos AGCO e iniciação nos treinamentos comportamentais;

Especialista: treinamentos com conceitos avançados para profissionais


experientes, que já participaram de todos os treinamentos técnicos do grupo de
desenvolvimento. Treinamentos para formação de agentes multiplicadores e
profissionais que possuem coordenação de equipe.

Com isso estamos colaborando para melhorar a competitividade e a


performance dos nossos profissionais.

Bem Vindo ao Programa de Capacitação do AGCO Academy !


S293
S353
MOTOR
MOTOR
ESPECIFICAÇÕES:

DESCRIÇÃO DOS TIPOS DE MOTOR:


(1) 4 válvulas por cilindro
(2) Com Intercooler
(A): trocador de calor
(B): trocador de calor
(3) Motor turboalimentado
- W: bypass turbo
- T: standard turbo
(4) Tipo de motor:
- 74: capacidade cúbica, em decílitros
- C: common rail (trilho comum)

O NÚMERO DE SÉRIE DO MOTOR É SEMPRE


ESTAMPADO NO BLOCO DE CILINDROS, COMO
MOSTRADO NA ILUSTRAÇÃO.

A RESPECTIVA IDENTIFICAÇÃO FICA LOCALIZADO NO


LADO DIREITO DO MOTOR.
MOTOR

CARACTERISTICAS S293 S353


MARCA AGCO Sisu Power AGCO Sisu Power
MODELO 84 AWI-4V / 8,4 Liltros 84 AWI-4V / 8,4 Liltros
POTÊNCIA MÁXIMA 325CV 375CV
TORQUE MÁXIMO 1455Nm. 1540Nm.
ASPIRAÇÃO DE AR Turbo / Intercooler Turbo / Intercooler
DIAMETRO DOS 111mm 111mm
CILINDROS
CURSO DOS PISTÕES 145mm 145mm
NÚMERO DE 1.4 litros 1.4 litros
CILINDRADA
ORDEM DE INJEÇÃO 1-5-3-6-2-4 1-5-3-6-2-4
TAXA DE VIA EEM4 VIA EEM4
COMPRESSÃO
PESO DO MOTOR 650kgs (sem volante) 650kgs (sem volante)
FOLGA DAS VÁLVULAS 0,35mm 0,35mm
MOTOR
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO
Tipo Forçada por bombas de engrenagens
Pressão de trabalho 2,5 á 5,0 bar
Pressão em marcha lenta 1,0 bar
Capacidade de óleo no carter 21 litros
Especificação do óleo API CI-4 / ACEA-E7

SISTEMA DE ARREFECIMENTO

Radiador Radiador com tubos verticais / Tanque de


expansão
Válvulas termostáticas Duas termostáticas, uma abre com 79
graus e outra com 83 graus
Ventilador Com embreagem tipo Vistronic
Correias Poly-V
Bomba de água Tipo centrifuga conduzida por engrenagens

SISTEMA DE FILTRAGEM DE AR
Filtro de ar Elemento seco de dois estágios com
indicador de restrição
MOTOR
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL

Separador de água 1 filtro de água (encaixado)

Filtro de combustível 1 filtro

Pré-filtro 1 pré-filtro

Bomba de injeção Bosch CP4-2

Tipo de injeção de combustível Trilho comum

Tipo de injetor CRIN 3 / 8 furos

Partida em clima frio Aquecedor da grade controlada pela


ECU

Common Rail 1800 bar de pressão


MOTOR
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
8.

9.

7.
2.
1.
6.

5.
3.
4.

10.

1- Tanque de combustível
2- Bomba de sangria manual
3- Filtro separador de água
4- Filtro principal de combustível
5- Bomba de alta pressão e bomba de alimentação
6- Sensor de pressão de alimentação de combustível
7- Commom rail
8- Valvula de alivio
9- Injetor
10- Resfriador de combustível
SISTEMA ELÉTRICO
Tensão 12 volts (terra negativo)
Baterias em paralelo 2 x 105A
Alternadores em paralelo 2 x 80A ou 2 x 120A
Luz de freio 10w
Indicadores, luzes 10w – 21w
Faróis principais H4 – 55w / 60w
Luzes na dianteira do capô H7 – 55W + T4 – 4W
Luzes de placa 5V
Luzes de ré 21w
Luz giratória H1 – 55w

TRANSMISSÃO
A transmissão que é utilizada neste modelo de trator é conhecida como “AVT”

Modelo:
AVT ML260 (AGCO Variable Transmission).
Eixo Traseiro – Modelo HA260 F
Redutores finais tipo – HA260

Dependendo da legislação do pais pode ser disponibilizada as versões:


40 Km/h – controlada eletrônicamente
40 Km/h – quando o trator atinge velocidade máxima a 1600rpm
50 Km/h – quando o trator atinge velocidade máxima a 1900rpm
TRANSMISSÃO

TDP – TOMADA DE FORÇA


TDP – Tipo Eixo flangeado
Velocidades 540 Eco / 1000 RPM
1000 Eco / 1000 RPM

EIXO DIANTEIRO
Eixo dianteiro tipo DANA 770 / 510 (Fixo)
DANA 770 / 624 (Suspenso)
Relação de sincronização (o valor 1.1331
aparece na placa de identificação)
REDUTORES FINAIS
Acionamentos Epicíclicos, localizado nos alojamentos do eixo
traseiro
Relação de redução HA 260F: 9,2 a 1

BLOQUEIO DO DIFERÊNCIAL
Tipo Multidisco
Ordem Hidráulico, com controle elétrico

SISTEMA DE FREIOS
Tipo Multidisco banhado em óleo, diâmetro 254mm
(6 discos por roda)
Funcionamento Hidráulico com ajuste automático
Freio de estacionamento Controle eletrohidráulico agindo diretamente
sobre os discos de freio
Freio de carreta Duas versões estão disponíveis como
opcionais:
-Freio hidráulico controlado pela válvula
carretel hidráulica
-Freio pneumático controlado pela válvula
hidropneumática, pressão do sistema 6,5 bar
a 8 bar
HIDRÁULICO
Tipo -3 pontos
-Categoria 3
-Cilindros 105mm
Capacidade nas rótulas ao longo de 9412 kg á 11196 kg
toda extensão
Capacidade máxima nas rótulas 12000kgs

Sistema hidráulico de centro Vazão de 175 l/min na rotação do


fechado com controle de fluxo e motor de 2200 rpm, pressão
pressão máxima de 200 bar
Quantidade de óleo exportável 42 l para abastecer o tanque até
100 l
51 l para abastecer o tanque até
110 l

CABINE
Ar Condicionado Básico ou automático
Teto Básico / Alta visibilidade (opcional)
Amortecimento Suspensão Pneumática
Níveis de ruído Vidros abertos 84 dBA
Vidros fechados 70 dBA
CAPACIDADE E
DIMENSÕES
CAPACIDADE E
DIMENSÕES
CAPACIDADE E
DIMENSÕES
VISTA GERAL CABINE E
COMPONENTES
PAINEL DE
INSTRUMENTOS

1-tacômetro
2 / 3 / 4-painel de luzes indicadoras
5-luz para pisca direciona e pisca da primeira carreta
6-luz para pisca direcional e pisca da segunda carreta
7-temperatura do líquido de arrefecimento do motor
9-luz indicadora da carga de bateria e (aditivo AdBlue-não aplicado)
8-display de monitoramento da pressão do óleo do motor e pressão do
sistema de freio pneumático
10-indicador de combustível
11-display para monitoramento das funções principais, velocidade de
avanço/recuo, velocidade da TDP / motor / faixa de marcha engatada
12-display para monitoramento das funções central de controle
13-luz indicadora dos faróis principais
PAINEL DE
INSTRUMENTOS

1-luz de pressão do freio de estacionamento e freio pneumático


2-luz de pressão do óleo do motor
3-luz indicadora de serviços
4-luz de alerta (falha geral)
5-luz de pressão da direção
6-pressão do óleo da transmissão
7-luz de baixa carga da bateria

1-luz da TDP dianteira


2-luz da suspensão dianteira
3-luz indicadora da tração dianteira
4-luz de obstrução do filtro da TRM
5-luz do bloqueio do diferencial
6-luz da TDP traseira
7-luz do pisca direcional esquerdo
8-luz do pisca para primeira carreta
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
1- luz do filtro de ar do motor
2-luz temperatura da grelha
aquecedora
3-luz do freio de estacionamento
4-luz temperatura da transmissão
5-luz do filtro de óleo hidráulico
auxiliar
6-luz indicadora temp. óleo
hidráulico
8-luz indicadora direção direita
7-luz do pisca para segunda carreta

1-temperatura do motor
2-medidor de combustível
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
3 e 4-nível URÉIA e carga da bateria
5 e 6-pressão do óleo do motor e
pressão do freio pneumático

1-monitor das marchas frente / neutro / ré


2-indicador de sensibilidade da marcha ré
3-visor da marcha á frente
4-monitor das funções:
– Rotação da TDP traseira
– Rotação do motor
– Horas trabalhadas
– Tempo total do motor
5-visor da faixa rápida engatada
6-visor da faixa baixa engatada
8-visor do nível de óleo hidráulico auxiliar
9-indicador de funcionamento automático do
eixo dianteiro
10-visor de símbolos de acordo com o visor (4):
– Tomada de potência traseira (TDP)
– Rotação do motor
– Horas trabalhadas
– Tempo total do motor
(11) Visor da rotação da TDP traseira
selecionada:
– “AUTO”: modo automático
– “540”: 540 rpm
– “ECO”: Modo Economia
– “1000”: 1000 rpm
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
1-distancia percorrida
2-velocidade máxima do conjunto
3-indicador da TDP
4-indicador da TDP em modo automático
5-indicador de subvelocidade
6-direção rápida e direção variável
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
11-tecla de rolagem para cima
12-tecla de rolagem para baixo
13-tecla de rolagem para esquerda
14-tecla de rolagem para direita
15-tecla de confirmação
16-tecla “cancelar”
17-seletor do visor de parâmetros

1-limpador de pára-brisa
J.intermitente
0. off (desligado)
I. Primeira marcha
II. Segunda marcha
2-indicador esquerdo:
(A): momentâneo. Cancela quando liberado
(B): bloqueado Cancela quando o volante é
retornado para o centro (linha reta).
São os indicadores esquerdos que piscam.
3-indicador direito:
(A): momentâneo. Cancela quando liberado.
(B): bloqueado Cancela quando o volante é
retornado para o centro (linha reta)
São os indicadores direitos que piscam.
4-buzina
5-os faróis dianteiros piscam
6-posição dos faróis dianteiros (após acionar a
iluminação principal)
7-lavador do pára-brisa dianteiro e traseiro
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
Console lado direito
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
(1) Interruptor de partida
(2) Acelerador manual (rotação do motor)
(3) Seleção de pré-ajuste da rotação 1/2/OFF
(4) Controle de rotação do motor (+)
(5) Controle de rotação do motor (-)
(6) Tecla seletora de posição (N) da TDP
(7) Tecla seletora da TDP traseira de 540 rpm
(8) Tecla seletora da TDP traseira de Economia
(9) Tecla seletora da TDP traseira de1000 rpm
(10) Tecla seletora do modo automático da TDP traseira
(11) Tecla do Auto-Guide no volante
(12) Tecla do modo cabeceira (função cabeceira)
(13) Tecla de atuação simples/dupla do hidráulico dianteiro
(14) Tecla da tomada de energia na coluna traseira
(15) Tecla do desembaçador do espelho retrovisor externo
(16) Interruptor de emergência
(17) Não utilizado
(18) Interruptor das luzes, luzes laterais /farol baixo
(19) Tecla da suspensão do eixo dianteiro
(20) Potenciômetro de ajuste da suspensão dianteira
(21) Tecla da suspensão AutoComfort da cabine
(22) Potenciômetro de ajuste da suspensão AutoComfort da cabine
(23) Interruptor de direção rápida
(24) Potenciômetro de ajuste da direção rápida
(25) Acesso ao painel da caixa de fusíveis
(26) Interruptor do controle remoto elétrico dos espelhos retrovisores externos
(27) Tecla de extensão e retração da barra de tração (Auto-hitch)
(28) Não utilizado
(29) Tecla da TDP traseira
(30) Tecla da TDP dianteira
(31) Tecla de engrenamento do eixo dianteiro
(32) Tecla de bloqueio do diferencial
(33) Tecla do modo Automático/semi-automático da transmisão
(34) Tecla de faixa do modo Lebre/Tartaruga
(35) Potenciômetro de controle de velocidade a frente e a ré (balanço de velocidade)
(36) Interruptor de levantamento do hidráulico (em paralelo com o interruptor dos
pára-lamas)
(37) Interruptor de abaixamento do hidráulico (em paralelo com o interruptor dos
pára-lamas)
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
(38) Botão de controle de velocidade de descida do hidráulico
(39) Botão de controle de altura do hidráulico
(40) Botão de controle de projeto
(41) Tecla do sistema de controle ativo do sistema de transporte do hidráulico

Suporte de braço multifunção (Armrest)


PAINEL DE
INSTRUMENTOS
(1) Controle da transmissão
(2) Controle do joystick de 4 funções e controles adicionais
(3) Tecla Frente / Traseira; trabalha com o controle joystick ((2))
(4) Tecla seletora da taxa de vazão das válvulas:10%, 50% ou 100%
(5) Tecla de três posições (elevação/ parada/abaixamento)
(6) Tecla de ativação do hidráulico auxiliar
(7) Tecla de engajamento rápido do solo
(8) Tecla de ajuste de altura / profundidade do hidráulico traseiro
(9) Controle da válvula 3
(10) Controle da válvula 4
(11) Controle da válvula 5
(12) Controle da válvula 6
(13) Ajuste de velocidade / placa de controle do U-pilot
(15) Tecla de ativação para o modo meia volta-no final
do campo (U-Pilot)
(14) Tecla de parada do modo meia-volta (U-Pilot)
(16) Tecla seletora do velocidade gravada 1
(17) Tecla seletora do velocidade gravada 2
(18) Chave de desligar velocidade 1 e 2 armazenada
(19) Tecla (+) para aumentar a velocidade 1 ou 2
(20) Tecla (-) para diminuir a velocidade 1 ou 2
(21) Controle do menu de navegação do computador (ver referências (22) a (27))
(22) Botão de navegação superior
(23) Botão navegação inferior
(24) Botão de navegação esquerdo
(25) Botão de navegação direito
(26) Tecla de confirmação
(27) Tecla Cancelar
(28) Computador de bordo
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
Controlador dos faróis

(1) Interruptor e luz indicadora das luzes de


estrada nos corrimãos (disponível como
opcional, dependendo do país) (energia máxima
de 2x55 W).
(2) Interruptor e luz indicadora dos faróis de
serviço na grade (energia máxima 6x55 W).
(3) Tomada para acessórios (energia máxima
2x55 W).
(4) Interruptor e luz indicadora dos faróis de
serviço traseiros no pára-lamas (energia
máxima 2x55 W).
(5) Interruptor e luz indicadora dos faróis de
serviço na traseira do teto (energia máxima
4x55 W).
(6) Interruptor e luz indicadora dos faróis de
serviço dianteiros no corrimão (energia máxima
2x55 W).
(7) Interruptor e luz indicadora dos faróis de serviço na dianteira do teto (energia máxima
4x55 W).
(8) Interruptor e luz indicadora da baliza giratória (energia máxima 3x70 W).
A baliza giratória pode ser ativada automaticamente a 30 km/h (19 milhas/h (mph).

Para configurar o acionamento automático, o interruptor deve ser pressionado até que a
luz indicadora apague (aproximadamente 30 segundos).
A baliza giratória acende assim que a velocidade é excedida.

30 km/h (19 milhas/h (mph), mas não apaga se a velocidade cair.

Para desativar o acionamento automático, o interruptor deve ser pressionado até que a luz
indicadora acenda (aproximadamente 30 segundos).
PAINEL DE
INSTRUMENTOS

– Faróis de serviço (1, 5, 10 e 11): Estes só funcionam depois que os faróis laterais tiverem sido
ativados. Seu status é salvo quando a ignição é desligada ou quando os faróis laterais são
desligados.

– Faróis de serviço na grade (6): Quando os faróis de serviço da grade são ativados, as luzes
de cruzamento e as luzes de estrada (7) localizadas na grade são desligadas e as luzes de
cruzamento e de estrada do corrimão são ativadas (se equipado).

– Luzes de cruzamento e luzes de estrada na grade (7): Na posição de luz de cruzamento,


duas luzes externas ficam ligadas. Na posição de luz de estrada, quatro luzes ficam ligadas.

– Luzes de cruzamento e luzes de estrada nos corrimãos (3) (opcional): Acionar as luzes de
cruzamento e as luzes de estrada no corrimão desliga as luzes de cruzamento e luzes de
estrada da grade.

– Luzes de freio: Essas luzes são ligadas quando os freios são acionados e quando o trator
desacelera rapidamente.
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
Console lado esquerdo
(1) Bandeja de armazenamento
(2) Assento do instrutor
(3) Suporte para garrafa/lata

Freio de emergência

Se os freios falharem numa situação de emergência,


use o freio de mão de emergência localizado à
esquerda do operador

ADVERTÊNCIA:
Nunca use esse freio de emergência como freio
de estacionamento. Nos tratores equipados com
sistema ParkLock, é essa função que atua como
freio de estacionamento: Ele fica localizado no
coluna de direção.
IMPORTANTE: Se os freios falharem, contate a sua
concessionária para resolver o problema.

Ar-condicionado

(1) Controle manual / automático da ventilação


(2) Visor digital (LCD)
(3) Tecla liga / desliga do compressor
(4) Tecla do desembaçador
(5) Tecla de recirculação
(6) Botão de controle da temperatura
PAINEL DE
INSTRUMENTOS
Pilar direito:

(1) Conector elétrico de 12 volts para conexão das


telas de monitoramento, unidades de controle e
outros acessórios.

(2) Tomada de transmissão de sinal do trator em


conformidade com a norma ISO 11786.
Usada para transmitir sinais como: rotação do motor,
velocidade à frente real e teórica e velocidade da
TDP.

(3) Tomada do isqueiro

(4) Conexão Isobus de acordo com a norma ISSO 4165.


Por exemplo, para conectar um joystick ou uma
unidade de controle Isobus.

(5) Conector elétrico de 12 volts para conexão das telas


de monitoramento, unidades de controle e outros
acessórios. O conector é controlado por um
interruptor (14).

Identificando os conectores
Tomada do pilar, terminal nº.:
(1) (15/30) +12 V permanente ou controlado
pelo interruptor (3), protegido pelo fusível F52
(30 A)
(2) (82) +12 V ignição ligada protegida pelo
fusível F66 (10 A)
(3) (31) - Terra
(1) (15/30) +12 V permanente protegido pelo
fusível F54 (30 A)
(2) (82) +12 V ignição ligada protegida pelo
fusível F66 (10 A)
(3) (31) - Terra
OPERAÇÃO
Bloqueio do diferencial:

Apertando a tecla de acionamento do bloqueio do diferencial


é acionado automaticamente os diferenciais dianteiros e
traseiros.
A luz indicadora do bloqueio e eixo dianteiro são acessas no
painel de instrumentos
Quando o trator chega a uma velocidade acima de 18 KM/h o
diferencial a automaticamente desligado e reengatando
quando abaixo de 18 KM/h.
Quando o sistema de levante estiverem fora da posição de
trabalho o bloqueio é desengatado e reengatado quando na
posição de trabalho
Quando acionado os pedais do freio sistema é desengatado
Tração dianteira:

Modo manual:
Selecionando a tecla de acionamento da tração dianteira a
luz do painel de instrumentos é acionada
Quando os pedais do freio é acionado a tração é
automaticamente acionada, tornando-se frenagem nas
quatro rodas
Freio de mão aciona a tração 4x4
Para desligar pressione a tecla

Modo automático:
O modo automático é automaticamente acionado
quando a tecla de acionamento é acionada por alguns
segundos e aparece a figura 3 no painel
Acima de 20 KM/h desengata automáticamente e
reengatado quando abaixo
Com a opção de sensor de ângulo de esterçamento
acima de 25 graus desengata
OPERAÇÃO
Suspensão dianteira:
O eixo dianteiro suspenso (opcional) é projetado para
melhorar o conforto do operador, permitindo melhor
absorção de choque na estrada.
A suspensão do eixo pode ser ativada e desativada pelo
interruptor 4
A suspensão é ativada pressionando o botão (4) e a luz
indicadora (5) acende no painel de instrumentos e o eixo
dianteiro é levantado alguns segundos depois.
Para desativar a suspensão, pressione o interruptor (4); a
luz indicadora (5) se apaga.
A suspensão do eixo dianteiro é ativada automaticamente
quando a velocidade for superior a 30 km/h.

Travamento na posição
O eixo dianteiro suspenso pode ser travado na posição do meio ou baixa. Para fazer isso:
– Coloque a suspensão em modo automático ((A) exibido no painel de instrumentos) e
pressione o interruptor (4) uma vez para alternar para o modo meio travado.
– Pressione o interruptor (4) por 30 segundos f(até que a luz indicadora no painel de
instrumento se apague) para mudar de posição de travamento do meio para a posição
baixa travada ou da posição baixa travada para a posição do meio travada.
– Pressione o interruptor (4) uma vez para voltar da posição travada para a posição
automática.

Carga permitida no eixo dianteiro:

ATENÇÃO:
durante rodovias é:
– 15.000 kg
A distribuição máxima (a carga total da dianteira + traseira não deve exceder 15.000
kg) desta carga entre os eixos pode ser:
– 8.000 kg para o eixo dianteiro
– 11.500 kg para o eixo traseiro
ATENÇÃO:
O tamanho dos pneus para rodas dianteiras duplas não deve exceder 600/70R28 ou ter
um raio menor que 699 mm sob carga.
OPERAÇÃO
TDP / PTO:

Selecionar a velocidade da tomada de força


1. Para poder engatar o PTO, primeiro é necessário selecionar a velocidade 540 rpm,
ECO ou 1000 rpm utilizando os botões correspondentes (1). A luz indicadora se acende
no painel de instrumentos e o visor aparece na tela digital do lado direito.
O botão (N) desengata o PTO caso esteja ativado.
IMPORTANTE: Para evitar danificar implementos impulsionados pelo PTO, a velocidade
do motor da tabela abaixo:

540 / 1600 rpm motor


1000 / 2030 rpm motor
1000 E / 1600 rpm motor

Para engatar o PTO em modo manual:


1. Pressione a chave seletora (A). A luz indicadora (C) do PTO se acende e um símbolo
engatado aparece no visor digital.
Se nenhuma velocidade estiver préselecionada antes de pressionar o interruptor PTO, o PTO
não irá funcionar.
2. Para parar o PTO, pressione a chave seletora ((B)).
OPERAÇÃO
Para engatar o PTO em modo automático:
Esta função pára o PTO temporariamente e
automaticamente quando o controle de articulação estiver
na posição de elevação.
1. Pressione o botão de controle de engatamento do PTO
((A)) assim que a velocidade do PTO for selecionada. A
luz indicadora de engatamento do PTO ((C)) se acende.
2. Mova o interruptor de articulação de
Suspensão/Abaixamento para a posição de Abaixamento.
3. Pressione o botão de modo automático de
engatamento (B). O símbolo AUTO aparece na tela de
descanso de braço. Assim que a ligação estiver na
posição de elevação, o PTO pára automaticamente e o
indicador de luz ((C)) pisca.
Assim que a articulação retorna à posição de
Abaixamento, o PTO é automaticamente ativado e a luz
indicadora ((C)) fica acesa.
O PTO pára de funcionar de forma permanente:
– se o controle de abaixamento não for
reativado dentro de 90 segundos,
– ou se o trator estiver parado (motor parado).

Nota:
Os tratores da Série S, possuem controles eletrônicos da TDP onde foram projetados
para proteger o trator e implemento, caso a TDP quando acionada caia mais que 50% de
sua rotação inicial. O controle da transmissão irá desligar a válvula solenóide e transmitira
uma mensagem de erro, fazendo com que a luz da TDP no painel fique piscando.
OPERAÇÃO
SISTEMA DE LEVANTE:

(A) Botão de controle de velocidade de abaixamento da articulação


(B) Botão de controle de altura de articulação
(C) Botão de controle de tração
(D) Chave de controle do sistema de controle de transporte ativo da articulação traseira
(E) Chave de posição traseira levantada (em paralelo com a chave no pára-lamas)
(F) Chave de posição traseira abaixada (em paralelo com a chave no pára-lamas)
(G) Não usado
(H) Interruptor do eixo dianteiro suspenso
(I) Chave de efeito de articulação dianteira simples/dupla.
(J) Controle de travamento do sistema hidráulico
(K) Roda de acionamento para ajuste da altura/profundidade da articulação traseira
(L) Chave funcionar/parar/transportar
(M) Chave de engate rápido no solo
OPERAÇÃO
CONTROLES EXTERNOS:

1-levantar e abaixar o sistema 3 pontos


2-comandar o fluxo de óleo para a primeira
fatia do controle remoto (demais podem
serem programadas) (NÃO DISPONÍVEL)
3-liga e desliga a TDP

1 2 3

CONTROLE REMOTO (SISTEMA HIDRÁULICO AUXILIAR):

A Os tratores da Série S vem equipados com


sistema hidráulico de 175 litros/min e 200 bar
com 4 válvulas ou 6 válvulas (opcionais), onde
cada uma fornecendo 100 litros/min.
1-primeiro par
2-segundo par
3-terceiro par
4-quarto par
5-quinto par (opcional)
6-sexto par (opcional)
A-controle de descompressão para remover as
mangueiras acopladas nos engates
OPERAÇÃO
(1) Chave Liga-Desliga
(2) Chave seletora de configurações de
fábrica/gravadas
(3) Seletor de funções do off / traseira / dianteira
(4) Joystick (válvulas de carretel traseiras 1 e 2
(5) Alavancas de controle para válvulas de
carretel
3, 4, 5 e 6

As características das válvulas do sistema hidráulico auxiliar podem ser ajustadas na tela do
suporte para braço.

Características de ajuste para as funções da válvula:

– Travamento de posição: A operação de uma válvula pode ser travada na posição ON.
– Controle temporizador de travamento de posição (configuração do programador): A operação
de uma válvula pode ser programada para parar após um determinado tempo. Ajuste entre 0 e
60 segundos.
– Posição flutuante, dependendo da porta: A válvula de permite que um implemento se mova
livremente, por exemplo, para seguir os contornos do solo.
– Função de taxa de fluxo: Configuração da taxa de fluxo da válvulal.

Nota:
Quando as funções do controle não estão sendo utilizadas o sistema deve ser bloqueado
acionando o botão 1!
Para a condução em estradas, levante o implemento na altura desejada e bloqueie as
funções do sistema acionando o botão 1!
OPERAÇÃO
UTILIZANDO O CONTROLE REMOTO (SISTEMA HIDRÁULICO AUXILIAR):

-Para utilizar o controle remoto traseiro o botão


número 3 deve estar na posição central

Para utilizar as fatias traseiras 1 e 2 utilizar


joystick número 4 (o botão existente na alavanca
é somente para caso o trator estivesse controle
remoto na dianteira).

Utilizando a fatia número 1:


-empurrar o joystick para frente ou para trás

Utilizando a fatia número 2:


- empurrar o joystick para esquerda ou para direita

Para as fatias 3,4... utilizar teclas número 5 que se


encontra no Armrest

Os tratores vêem configurados de fabrica para o sistema hidráulico auxiliar:


As configurações são mostradas na tela do Harmrest quando o potenciômetro é
colocado nas condições:
OPERAÇÃO
AJUSTANDO A VAZÃO CONFORME A NECESSIDADE DE VAZÃO NO CONTROLE
REMOTO (SISTEMA HIDRÁULICO AUXILIAR):

Para selecionar a tela de ajuste da vazão devemos


localizar com as setas do Armerest, conforme figura
abaixo a posição 1 e apertar OK

Para ajustar a vazão requerida, selecione o local


da memória M1, M2, M3 no Armerest
Selecione o número de valvulas para ser ajustadas
através das setas para cima ou abaixo
Pressionando a seta nas seguintes funções são
apresentada sucessivamente:
-Posição do tempo de bloqueio: 1 á 60 segundos
-Posição de fluxo contínuo:
-Posição de flutuação:
-Para confirmar ou cancelar uma vazão requerida
pressione Esc para desativar ou OK para salvar o
valor
OPERAÇÃO
ATIVAÇÃO E DESTIVAÇÃO DA POSIÇÃO DE FLUTUAÇÃO (BLOQUEIO) NO
CONTROLE REMOTO (SISTEMA HIDRÁULICO AUXILIAR):
A posição de flutuação pode ser ativada ou desativada quando a posição é ativada, o óleo
flui continuamente através da válvula (saída/entrada).
A posição de flutuação é utilizada principalmente para operar um motor hidráulico.

A posição de flutuação pode ser ativada e desativada. Na posição de flutuação, o óleo


pode fluir livremente e o implemento pode seguir os contornos do solo.
Ativação e desativação
1. No terminal do trator, ajuste a duração da posição de bloqueio (1-60 segundos) ou
selecione o símbolo contínuo.
A figura acima mostra a terceira válvula traseira bloqueada permanentemente e a primeira
válvula traseira bloqueada na posição por 23 segundos.
2. Ativando a posição de bloqueio
– Se estiver utilizando o joystick, empurre ligeiramente para a posição superior em questão.
– Se estiver utilizando a alavanca linear, puxe para a posição superior em questão.
A alavanca se mantém na posição superior.
3. Para desativar a posição de bloqueio antes do temporizador executar o processo:
– Se estiver utilizando o joystick, mova a alavanca.
– Se estiver utilizando a alavanca linear, mova a alavanca para a posição central ou
pressione o interruptor on/off (liga/desliga).
Todas as funções hidráulicas são interrompidas.
OPERAÇÃO
TELA DE CONDUÇÃO DIVIDIDA:
A tela de condução dividida possui 3 campos:
A parte superior possui as mesmas funções do que a tela de condução.

A tela de condução dividida pode ser acessada a partir do


menu principal.
Para acessar a tela pressione a tecla direcional para a
esquerda e será exibida a tela

CAMPO DE VISÃO GERAL:

Diversas telas podem ser exibidas nos campos inferiores da tela de condução dividida.
As funções selecionadas para os campos inferiores são exibidas ordem abaixo:
– Velocidade de TDP dianteira
– Velocidade de TDP traseira
– Rotação do motor
– Configurações da válvula tipo carretel traseira
– Configurações da válvula tipo carretel dianteira
– Temperatura da caixa de câmbio
– Temperatura hidráulica
– Posição dos engates dianteiros e traseiros
– Patinação das rodas
– Horas de trabalho
– Distância percorrida
– Área
– Consumo de combustível
– Consumo médio de combustível em uma hora
– Consumo instantâneo de combustível em uma hora
– Consumo médio de combustível na área trabalhada
– Consumo instantâneo de combustível na área trabalhada
– Regulador de velocidade
– Temperatura do motor e do líquido de arrefecimento
OPERAÇÃO
TRASEIRA DO TRATOR

(1) Pressão direta na saída (P)


(2) Retorno do tanque (T)
(3) Linha LS (Load Sensing) (sensibilidade de carga)
(4) Retorno do drenagem (D)

Tomada IsoBus

(1) Sangria dos freios da


Reservatório de anticongelante Tomada carreta carreta (se instalado)
do compressor pneumático 7 vias (2) Sangria do freio esquerdo
(3) Sangria do freio direito
(4) Sangria da embreagem
OPERAÇÃO
CABINE COM SUSPENSÃO PNEUMÁTICA

CABINE:
1-SUPORTE FRONTAL ESQUERDO
2-SUPORTE FRONTAL DIREITO
3-SUPORTE TRASEIRO ESQUERDO
4-SUPORTE TRASEIRO DIREITO
5-BARRA ESTABILIZADORA
TRANSMISSÃO
Todos os tratores da Série S estão equipados com a transmissão AVT.
Ela oferece infinitas variações de marchas para frente entre 0,03 e 28 Km/h na faixa baixa
e 0,03 e 40 na faixa alta.

• A operação da transmissão AVT é extremamente fácil e simples para operar.


• O sistema de reversão único torna conveniente e eficiente os deslocamentos para
frente/ ré.
• As marchas para frente e marcha ré, pré-fixadas e ajustáveis, simplificam as manobras
em cabeceiras e páteos.
• A alavanca no descansa-braço direito oferece comandos da velocidade com a ponta do
dedo.
• A possibilidade de escolha entre os modos alavanca ou pedal otimiza o desempenho
do operador.
• Os controles da transmissão permite ajustagem ótima de reação de transmissão para
mudanças de cargas a fim de maximizar o desempenho.
• O projeto da transmissão permite que as perdas de transmissão sejam mínimas,
garantindo que a potência máxima disponível seja transmitida para as rodas.
• A combinação dos elementos hidráulicos e mecânicos experimentados e testados,
maximiza a eficiência e garante ótima durabilidade e confiabilidade.

Transmissões Continuamente Variáveis (CVT)


A vantagem de qualquer transmissão Continuamente variável (CVT) é que permite executar
qualquer mudança entre a velocidade mínima e a máxima, em qualquer rotação do motor.
Isso significa que a relação entre a rotação do motor e a marcha para frente existentes em uma
transmissão convencional ou automática não existe mais, por essa razão a descrição continua.
Isso significa que não existe engrenagens e conseqüentes etapas na caixa de engrenagens. É
portanto possível variar constantemente as marchas para frente e marcha ré a fim de obter a
velocidade precisa de operação para um trabalho de ótima qualidade, seja qual for o tipo de
operação. Além disso, é possível selecionar a rotação correta de operação do motor,
independente da velocidade para frente. Isso significa que o motor precisa apenas funcionar
com uma rotação suficiente para obter a potência e o torque necessários para operar o
implemento e conduzir o trator, e ao mesmo tempo minimizar as rotações e economizar
combustível.
Portanto, os três benefícios principais de uma Transmissão Continuamente Variável são:
• Sempre possível obter uma velocidade correta de operação para as condições
e o implemento em uso a fim de oferecer um trabalho de melhor qualidade.
• Sempre possível obter ótima rotação do motor para maximizar o regime de trabalho
e minimizar o consumo de combustível.
• Mudança instantânea de velocidade para frente mais rápida ou mais lenta sob carga total,
para maximizar a saída e garantir um trabalho de melhor qualidade.
TRANSMISSÃO

Transmissão CVT* ( Transmissão Continuamente Variável)

2 motores hidráulicos de
TRANSMISSÃO HIDRÁULICA deslocamento variável

1 bomba hidráulica de
deslocamento variável

TRANSMISSÃO MECÂNICA
TRANSMISSÃO
Vantagens do Projeto
A vantagem principal da transmissão AVT é que combina com todas as vantagens de uma
transmissão CVT com um sistema de controle simples, fácil e intuitivo de utilizar. Isso torna
o desempenho e os ganhos de economia oferecidos pela transmissão serem prontamente
acessíveis pelo operador.
A transmissão utiliza uma combinação de redução hidrostática e epicíclica convencional
para fornecer a mudança de relação, e conseqüente variação de velocidade uniforme. Os
regimes alto e baixo são selecionados utilizando engrenagens convencionais. Todos estes
elementos utilizam tecnologia provada e testada, que torna a transmissão extremamente
durável e confiável.
Além disso, a própria transmissão é altamente eficiente. Utiliza bombas e motores
fabricados com os mais altos níveis de tolerâncias a fim de reduzir as perdas hidráulicas e
fornecer a força máxima às rodas de tração

Projeto Hidrostático
A bomba de pistão axial da AVT oferece um ângulo rotacional de 45º, comparando-a com
a bomba hidrostática convencional a qual fornece um ângulo rotacional de apenas 30º.
Este ângulo extra de inclinação oferece maior regime de rotação da bomba, desse modo
reduz o número de variações mecânicas que são exigidas para
fornecer um amplo regime de velocidade de percurso. A utilização de um número de
variações mecânicas aumentariam a complexidade do sistema de controle, prejudicando a
eficiência da transmissão. Uma vedação interna muito melhorada na própria unidade
hidrostática minimiza os vazamentos e conseqüentes perdas de força, maximizando desse
modo a força disponível nas rodas. Somente duas variações mecânicas, uma para o
campo (0-28 Km/h) e uma para o transporte (0-40 Km/h*) fornecem todas as
velocidades de percurso exigidas, bem como minimizam a complexidade do sistema de
controle

45º
TRANSMISSÃO
MOTOR FUNCIONANDO, TRATOR AINDA PARADO

A. Transmissão Mecânica de Força


B. Transmissão Hidrostática de Força

. O motor aciona o porta planetárias (A)


. A coroa (B) gira, acionando a bomba (2) , sem fluxo (sem vazão)
. Os motores hidrostáticos (4) não giram
. A solar (D) não gira, pois bloqueada pelas rodas do trator através da
coroa e pinhão do eixo traseiro
TRANSMISSÃO
99 % TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA HIDROSTÁTICA
1 % TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA MECÂNICA

A. Transmissão de Força Mecânica


B. Transmissão de Força Hidrostática
. A Bomba (2) inclina e supre o fluxo para os Motores (4)
. Os Motores (4) acionam o eixo traseiro
. A Solar começa a girar e a Coroa diminui a rotação
TRANSMISSÃO
50 % DE TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA HIDROSTÁTICA
50 % DE TRANSMISSÃO POTÊNCIA MECÂNICA

. O ângulo da Bomba (2) aumenta


. O fluxo da Bomba (2) aumenta e o ângulo dos Motores (4) diminui
. A rotação da Solar (D) aumenta, aumentando a rotação do Pinhão.
. A rotação do Porta planetário (A) é constante

A. Transmissão de Força Mecânica


B. Transmissão de Força
Hidrostática

AGCO cvt.wmv
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO
TRANSMISSÃO:
A transmissão AVT é antes de tudo uma transmissão contínua de deslocamento à frente e à ré.
O sistema de controle eletrônico da transmissão oferece diferentes modos de acionamento:
– Modo Dyna-TM baseado no sistema de variação contínua
– Modo alavanca baseado no sistema de variação contínua
– Modo pedal baseado no sistema de variação contínua
– Modo autopropelido baseado no sistema de variação contínua
– Modo Dyna-Step baseado no sistema seqüencial
A potência é transmitida hidrostaticamente ou mecanicamente ou hidrostaticamente e
mecanicamente.
Deslocamento à frente devagar = A transmissão de potência é principalmente
hidrostática/parcialmente mecânica.
Deslocamento à frente rápido = A transmissão de potência é parcialmente
hidrostática/principalmente mecânica.
Função de embreagem
Embora a transmissão não tenha embreagem ou acoplador de avanço, o trator possui um
pedal de embreagem. Este pedal permite que o esforço de tração seja controlado (assim
como com a embreagem de escorregamento padrão). Quando um obstáculo aparece
repentinamente, o trator pode ser parado rapidamente pressionando a embreagem e os
pedais do freio, assim como com um trator padrão.
Função do acoplador
A potência do trator está limitada a baixa velocidade do motor graças a uma válvula
solenóide proporcional que se encontra no loop hidrostático da transmissão.
Associada à velocidade do motor, a função do acoplador é ativada através da modulação
da pressão no sistema hidrostático. A função do acoplador substitui então a ação medida de
um pedal da embreagem.
Função do acoplador sob tração
A função do acoplador é ativada quando a velocidade do motor cai abaixo de 1250 rpm; a
pressão no loop hidrostático diminui em relação à queda na velocidade do motor. Como um
acoplador, a função limita a sobrecarga do motor e evita o deslizamento. A função do
acoplador pode ser ativada ou desativada da tela do Centro de controle do painel no
suporte para o braço

NOTA: A função do acoplador ficará “ON”, como padrão, na partida, em qualquer


estado, quando o motor for desligado.
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO
Mudança de faixa:
As faixas de velocidade podem ser selecionadas de acordo com o modo de transmissão.

Modo alavanca/pedal/auto propelido/


Dyna-TM
Existem duas faixas disponíveis:
– Faixa lenta/tartaruga (A) para ser usada no campo
– Fixa rápida/lebre (B) para transporte
IMPORTANTE: Sempre mude para uma faixa lenta ao
trabalhar no campo para evitar superaquecer a
transmissão.

Faixa de Mudanças
As mudanças entre as faixas de marcha de baixa e alta
velocidade são feita com a máquina em movimento através do
interruptor localizado no console lado direito
Limites de velocidade a serem observados:
– Faixa de baixa velocidade para alta velocidade: Sem
restrição
– Faixa de alta velocidade para baixa velocidade: A velocidade
a frente deve ser menor que 25 km/h.

Princípio da alavanca Power Control


Controle localizado do lado esquerdo da direção.
A alavanca do Power Control é utilizada para mudar a
direção de deslocamento (frente ou ré) sem desengatar
a embreagem.
Ela pode modificar as relações de transmissão
rapidamente.
PERIGO:
Use o pedal de embreagem em todas as
manobras (para acoplar implementos, etc.
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO
Como usar a alavanca do inversor de
velocidade
(1) Freio de estacionamento eletro-mecânico
(ParkLock): O freio de estacionamento é aplicado
quando a alavanca é travada na posição abaixada.
(2) Destravamento do freio de estacionamento
eletromecânico: Mova a alavanca para a esquerda
e levante a alavanca para a posição Neutro.
(3) Neutro: Nesta posição, a transmissão está em
neutro e o freio de estacionamento está desaplicado.
(4) Levante a alavanca de travamento e mova a
alavanca
para a direção de condução requerida.
(5) Marcha a frente: Mova a alavanca para frente.
Marcha a ré: Mova a alavanca para trás.
NOTA: Enquanto o trator estiver em movimento,
cada mudança de direção é feita por meio desse
controle sem acionar a embreagem.
PERIGO:
Antes de deixar o assento, é essencial
aplicar o freio de estacionamento
(ParkLock).

Mudança rápida de marcha


Ao inverter a direção de condução, o trator irá
desacelerar pela metade e a seguir irá acelerar
na direção oposta.
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO
Configurando as velocidades
É possível armazenar duas velocidades à frente (Cruise 1 e Cruise 2) nos modos manual
semi-automático e automático para os dois sentidos de deslocamento e para restabelecer
essas velocidades facilmente.
É possível configurar duas velocidades Cruise 1 e Cruise 2 utilizando-se os interruptores (1)
e (2), respectivamente As velocidades gravadas permanecem armazenadas na
memória mesmo após desligar o motor.
As velocidades gravadas Cruise 1 e Cruise 2 podem ser desativadas pressionando os
botões Cruise 1 e 2 novamente, ou pressionando o botão OFF (desligar).
Condições a serem atendidas para ativação
– Pedal da embreagem desativado
– Velocidade a frente acima de 0,03 km/h.
Condições de desativação
– Pressione o botão OFF (desligado)
– Pressione o interruptor correspondente para a velocidade selecionada
– Mova a alavanca do descansa braço ou a alavanca inversora de velocidade
– Ativação do freio de estacionamento
– Velocidade a frente acima de 0,03 km/h
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO
Modo manual - modo 2
Este modo pode ser acessado através da tela
do descansa braço.
Para ativar o modo manual — modo 2,
posicione a alavanca de controle de inversão
de velocidade na posição de freio de
estacionamento e a alavanca da transmissão
na posição mínima, a seguir pressione o
botão (1) dentro da tela de controle de
velocidade para acessar o menu. Caixa de
seleção (2) e pressione o botão (1) novamente
para retornar a tela de condução novamente.
A velocidade a frente do trator depende da
posição da alavanca no descansa braço.
A rotação do motor depende da posição do
pedal do acelerador/alavanca de aceleração
manual ou através da rotações gravadas Cruise
1 e Cruise 2 .

NOTA: O modo automático é o modo padrão


ao dar a partida no motor.
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO

Modo semi-automático - modo 1


Ao dar partida no trator, pressione o interruptor
de modo de condução Cruise 1 ou Cruise 2 no
descansa braço.
O modo semi-automático — mode 1 é
mostrado no visor (fig.10)
(1) do descansa braço.
O ajuste a velocidade máxima a frente é feita
através da alavanca do descansa braço fig. 10.
– 0 km/h a 50 km/h (1 na faixa de alta
velocidade (B, lebre).
– 0 km/h a 30 km/h na faixa de baixa
velocidade (A, tartaruga).
1. Velocidade máxima permissível de acordo
com a legislação em vigor em diferentes
países.

NOTA: Durante o modo semi-automático — mode 1, a


posição da alavanca de mudança é mostrado na zona
A e a posição do pedal mostrado na zona B.
A condição ótima de dirigibilidade é encontrada
quando as duas zonas do gráfico estão no mesmo
nível.
Caso não seja possível, mova a alavanca de mudança
para atingir a condição ótima.
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO

Modo automático
Neste modo, o sistema de controle eletrônico controla
automaticamente a rotação do motor para manter a
velocidade a frente requerida de maneira a obter o
melhor nível de consumo de combustível e conforto ao
usuário.
Entretanto, caso seja necessário, o condutor pode
interromper o controle da rotação do motor através do
pedal do acelerador/alavanca de aceleração manual
ou através da velocidades gravadas Cruise 1 e Cruise
2.
O modo automático está disponível no nos modos
manual — modo 2 e semi-automático — mode 1.

Entretanto, é possível alterar a faixa de trabalho do


motor, dependendo da aplicação.

NOTA: O modo Auto é o modo padrão ativado ao dar


a partida.
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO
Esquema de partida
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO
Rotação do motor
Acelerador manual
Utilizar o acelerador manual permite que você varie a rotação do motor e mantenha a
velocidade constante.
Para isso, simplesmente gire o botão (+) ou (-) e selecione a rotação.
O botão permanece nesta posição para manter a rotação selecionada.
Acelerador de pedal
O acelerador de pedal é utilizado para controlar a rotação do motor bem como a velocidade
de avanço. Quando o acelerador de pedal é liberado, a rpm do motor retorna à velocidade
regulada pelo acelerador manual.
CUIDADO:
Ao utilizar o acelerador de pedal, o acelerador manual deve ser colocado em marcha
lenta.
Selecionando a relação de marchas correta
A seleção de velocidade corretas é fundamental para que o trator apresente um bom
desempenho, com baixo consumo de combustível, sem sobrecarregar o motor ou a
transmissão. Lembre-se que as condições do solo podem variar muito no mesmo campo.
Selecione uma marcha que permita que o motor opere confortavelmente a
aproximadamente 75% de sua potência máxima.
Armazenando as rotações do motor
Essa função permite que o operador tenha acesso permanente a duas rotações de motor
estabilizadas.
Isso significa que ele pode ativar a rotação do motor armazenada B durante o trabalho (ex.
2160 rpm) e pode ativar a rotação do motor armazenada A ao realizar manobras (ex. 1350
rpm).

Pré-selecionando rotações fig. 10


– Selecione as rotações do motor desejadas através do acelerador de pedal ou manual.
– Mantenha a tecla de memória A (1) ou B (2) pressionada por 1 a 2 segundos. A rotação
é então memorizada é ativada. Ela é destacada na tela da Central de Controle (3).
– A rotação do motor armazenada A é
mostrada do lado esquerdo da tela e a
rotação armazenada B é mostrada do
lado direito da tela da Central de
Controle.
– Para desativar a rotação do motor
armazenada, pressione a tecla A ou B.
NOTA: Ao dirigir com uma rotação
ativa armazenada (A ou B), pressionar
os pedais de freio irá desativar a
rotação armazenada se a TDP não
estiver acionada e se a velocidade de
avanço for maior que 20 km/h.
OPERAÇÃO TRANSMISSÃO
Calibragem das velocidades à frente
Geral
Esta calibragem permite uma maior precisão da
velocidade de avanço dependendo do(s):
– diferentes tamanhos de pneus disponíveis
– radar (se equipado)

Procedimento
1. Marque um curso de 100 metros (ou 400
pés, dependendo da unidade selecionada), em
uma superfície firme.
2. Ligue o trator e então pressione e mantenha
pressionado o seletor (A) do display por 15
segundos.

NOTA: O horímetro diário é zerado após 5


segundos.
3. “CAL” deve aparecer na tela fig. 11.
4. Dirija o trator para frente com uma velocidade
de
operação normal.
NOTA: O trator deve estar sempre se movendo
antes
de iniciar o curso medido; caso contrário, a
calibragem está incorreta.
5. Pressione o seletor do display ao cruzar o
ponto de
partida do curso de 100 m.

6. “run” deve aparecer na tela fig. 12.


7. Pressione o seletor do display ao cruzar o ponto de chegada do curso.
8. Pressione o seletor do display: a velocidade de avanço constante (teórica) medida
durante a calibragem é mostrada.
9. Pressione o seletor do display novamente: a velocidade de avanço real (radar)
medida durante a calibragem é mostrada nos tratores equipados com radar.
10. Pressione o seletor do display uma última vez para retornar o painel de
instrumentos para o modo de operação normal.
EIXO TRASEIRO
1 Geral
O eixo traseiro é formado por seis carcaças principais:
– A carcaça central, que abriga a coroa e o pinhão e os sistemas de freio direito e esquerdo.
– As carcaças das trombetas direita e esquerda, fixadas de cada lado da carcaça central, que abrigam os
semi-eixos.
– As coroas, que abrigam as engrenagem planetárias e os portas-planetárias.
– A carcaça da TDP traseira, que abriga a engrenagem da TDP e as engrenagens.

Diferencial
O pinhão é acionado pelo eixo de saída da caixa de engrenagens, que é acoplado à caixa por uma luva
estriada. O conjunto da coroa e pinhão transmite o acionamento para os redutores finais através do
diferencial. O sistema do diferencial com disco liso e o disco ranhurado é controlado pela pressão hidráulica
no pistão incorporado ao conjunto do diferencial.
O bloqueio do diferencial é controlado eletronicamente.

Embreagem de acionamento 4x4


Uma engrenagem de acionamento acoplada ao pinhão aciona a engrenagem acionada da embreagem do
4x4. O movimento é então transmitido através das arruelas da mola para o eixo de saída da embreagem.
A debreagem do 4x4 é operada por pressão hidráulica.
A embreagem 4x4 permanece engatada mesmo no caso de falha hidráulica.

Linha de acionamento da TDP


A embreagem da TDP é acionada por um eixo que é movido através do trem de engrenagens epicíclicas da
caixa de engrenagens e é acoplada ao eixo que sai do motor.
Na posição acionada da embreagem, o movimento passa através de um conjunto de engrenagens de
acionamento e acionadas para o eixo da TDP na velocidade selecionada no momento da partida.
A seleção de engrenagens é feita através de um pistão e garfo, que coloca as engrenagens correspondentes
em contato.

Conjunto do freio de estacionamento e serviço


Um conjunto de acionadores, discos e mecanismos controlados hidraulicamente encontra-se de cada lado do
eixo traseiro e possibilita a frenagem do trator. O sistema de freio “ParkLock” é incorporado neste conjunto e
é controlado da cabine.
EIXO TRASEIRO
2 Princípios operacionais
O pinhão permite o movimento da caixa de engrenagens até a coroa acoplada ao diferencial. O diferencial
distribui o movimento aos trens de engrenagens epicíclicas das carcaças da trombeta, que acionam os
semi-eixos. Cada redutor final é formado por 3 engrenagens planetárias.
O sistema de freio a disco montado dentro das carcaças da trombeta freiam e imobilizam o trator. Os
acionadores comprimem os discos de freio contra a chapa fixa e imobilizam os semi-eixos. Os atuadores
são acionados hidraulicamente. O sistema do freio de estacionamento é incorporado ao eixo traseiro.

O diferencial pode ser bloqueado hidraulicamente, dependendo do uso.

3 Esquemas
A caixa de engrenagens (B) fornece a força ao eixo traseiro através da coroa e pinhão. Esta então transmite
a força através do diferencial (1), que retransmite essa força para um dos redutores finais (3). A pressão (D)
age no diferencial (1) e o bloqueia, o que permite uma força idêntica a ser transmitida aos redutores finais (3)
ao mesmo tempo.
A pressão (F) age nos atuadores do freio e trava os discos de freio juntos (2), tendo o efeito de reduzir a
velocidade, parando o trator ou o mantendo imobilizado

MODELO HA260F
PLANO DE MANUTENÇÃO

Obs: Para orientação na troca de óleo do motor eletrônico seguir orientações


adiante!
PLANO DE MANUTENÇÃO
PLANO DE MANUTENÇÃO
PLANO DE MANUTENÇÃO
INFORMAÇÕES CONFORME AGCO SISU POWER:

Recomendações/procedimentos exigidos para motores:

-Sistema de injeção de combustível (Bomba de alta pressão – CP4, Common Rail,


Unidades injetoras – CRIN 3 , ECM e etc) diferente da plataforma CTA, software de
comunicação de WinEEM3 para 4

- Motores com calibração - Tier 2

-Tanque adicional de ADBlue utilizado como tanque adicional para combustível


(incremento de 60 litros)

1 - Troca de óleo e fluido lubrificante deve ser realizado com 250h (no máximo)
Motivo: Qualidade do fluido lubrificante disponível na América do Sul – CI, especificado CJ
Qualidade do combustível – S1800 (interior) diferente do Diesel utilizado nos EUA
e Europa (S50)
Nível de contaminantes – Si (Ambiente de operação)
Utilizar: Conforme especificado no anexo

2 - Filtro de combustível separador Parker/Racor Multilayer (cabeçote patenteado) – Não


opcional

3 - 1ª revisão (e mais importante) de regulagem de válvulas com 400h


Revisão imprescindível pois nosso motor trabalha com tucho mecânico, fixo e as primeiras
horas definem a região (área) de assentamento do conjunto (assento – válvula e cabeçote)

4 – Checagem dos injetores a cada 2000h (a ser realizado por uma concessionária) –
Compromete garantia (a não realização não dá direito a Claim de garantia no período)

5 – Drenagem de água no combustível (todo dia)


PLANO DE MANUTENÇÃO
INFORMAÇÕES CONFORME AGCO SISU POWER:
PLANO DE MANUTENÇÃO
INFORMAÇÕES CONFORME AGCO SISU POWER:
PLANO DE MANUTENÇÃO
INFORMAÇÕES CONFORME AGCO SISU POWER:

!
PLANO DE MANUTENÇÃO
ESPECIFICAÇÕES DOS LUBRIFICANTES E PRODUTOS RECOMENDADOS:

TRANSMISSÃO SAE 15W40 (em conforme. com especifi. MFCMSM145)

EMBREAGEM HIDRÁULICA ÓLEO PENTOSIN CHS 11S

REDUTORES FINAIS TRASEIROS SAE 85W140

EIXO DIANTEIRO (CENTRAL) API GL5 / SAE 85W90

REDUTORES DIANTEIROS API GL5 / SAE 85W90

HIDRÁULICO DE TRABALHO SAE 10W40 (em conforme. com especifi. MFCMSM145)


Ou SAE15W40
HIDRAULICO AUXILIAR SAE 15W40 (em conforme. com especifi. MFCMSM145)
PLANO DE MANUTENÇÃO
PLANO DE MANUTENÇÃO
PLANO DE MANUTENÇÃO

A B

A = FILTRO DE PRESSÃO 10 MICRAS


B = FILTRO DE SUCÇÃO 200 MICRAS
C = FILTRO DE RETORNO 10 MICRAS

FILTRO DE SUCÇÃO COD. G916100490021


CONF. CAT. PEÇAS
PLANO DE MANUTENÇÃO
ELEMENTOS DA CAIXA DE FUSÍVEIS
F = Fusível
SH = Shunts (fusíveis)
K = Relé
X = Conector
PLANO DE MANUTENÇÃO
PLANO DE MANUTENÇÃO
PLANO DE MANUTENÇÃO
PLANO DE MANUTENÇÃO
CAIXA DE FUSÍVEIS PRIMÁRIOS:
PLANO DE MANUTENÇÃO
ISOLANTE DA BATERIA:
Um dispositivo isola as baterias de todos os outros equipamentos elétricos do trator.
Esse isolante está programado para corte automático após retardo de 30 minutos depois de
desligar a ignição. Portanto, o operador não deve ativar o dispositivo; esse sistema é
controlado automaticamente em termos de ativação e corte, dependendo da posição da
chave de ignição.
O controle do temporizador do isolante da bateria pode variar de acordo com a configuração
do trator.
PLANO DE MANUTENÇÃO
REBOCANDO O TRATOR:
Instruções de reboque
AVISO:
As seguintes instruções devem ser seguidas para rebocar o trator:
Se o motor estiver funcionando:
– Posicione a faixa de velocidade alta/baixa em ponto morto
– Velocidade máxima de reboque 10 km/h (6 milhas/h)
– Máxima distância de reboque. 8 km (5.0 milhas)
Se o motor for desligado ou estiver sem fluido hidráulico:
– Posicione a faixa de velocidade alta/baixa em ponto morto
– Como a caixa de velocidades já não está mais lubrificada quando o motor estiver parado,
o transporte por reboque é recomendado
– Reboque o trator por no máximo 50 m (164 pés)
– NÃO EXCEDA A VELOCIDADE DE 5 km/h (3 milhas/h)
ATENÇÃO:
Ao rebocar engatado na articulação dianteira, a força de tração não deve exceder 18 t
(20 toneladas americanas).
Procedimento de reboque:
1. Abra a tampa localizada no piso da cabine (lado
direito). (A)
2. Remova a placa de proteção.
3. Coloque a alavanca do modo Limp home na
unidade de controle. (B)
4. Coloque a transmissão em ponto morto A
(posição intermediária (N)) (C)
5. Solte o freio ParkLock.

B C
PLANO DE MANUTENÇÃO
PROCEDIMENTO DE REBOQUE:
Modo Limp home
Se o controle de relação de transmissão não for possível devido a uma quebra, o trator pode
ser acionado mecanicamente utilizando uma alavanca Limp home.
Velocidade máxima na faixa de alta velocidade é 34 km/h em movimento de avanço e 25
km/h em movimento de ré.
Velocidade máxima na faixa de baixa velocidade é 15 km/h em movimento de avanço e 11
km/h em movimento de ré.
IMPORTANTE: Quando o trator estiver parado, a faixa de velocidade deve estar em ponto
morto (posição central) e o freio deve ser contratado.
ATENÇÃO:
Uma vez que o motor tiver sido iniciado, a transmissão estará em pleno funcionamento, uma
vez que a faixa (alta ou baixa) estará engatada!
O pedal de embreagem deve ser engatado com cuidado, pois qualquer taxa de transmissão
pode ser pré-selecionada.
1. Desligue o motor se estiver em execução
2. Solte o freio ParkLock. consulte a "Liberar o ParkLock"
3. Abra a tampa localizada no piso da cabine (lado direito).
4. Remova a placa de proteção.
5. IMPORTANTE: Ao mudar de faixa, use apenas a alavanca Limp home fornecida com o
trator, porque o mecanismo de acoplamento na unidade de controle pode ser danificado
(torque máximo permitido: 10 Nm).
Coloque a alavanca de Limp home no controle da faixa e selecione a faixa limp home:
– direção horário, faixa de baixa velocidade (tartaruga)
– anti-horário, faixa de alta velocidade (lebre)
OBSERVAÇÃO: É importante não mudar a faixa ao viajar no modo Limp home

6. Desengate e dê partida no trator mantendo pressionado o botão vermelho


(botão Limp home).
PLANO DE MANUTENÇÃO
7. Um dos dois códigos de erro será exibido na tela da esquerda (Centro de controle do
painel).

8. IMPORTANTE: Mantenha o pedal da embreagem pressionado.


Solte o botão vermelho.
9. Coloque a alavanca do modo Limp home no controle (1).

10. Gire a alavanca na direção desejada de viagem:


– direção anti-horário, movimento de avanço
– no sentido horário, movimento de ré
OBSERVAÇÃO: A velocidade de deslocamento depende do valor de rotação da alavanca.
11. Solte com cuidado o pedal da embreagem. O trator se move na direção definida
anteriormente de deslocamento e chega à faixa selecionada manualmente.
Para desativar o modo de limp home, pare o trator e desligue a ignição
PLANO DE MANUTENÇÃO
LIBERAR O PAR LOCK:

1. PERIGO:
O freio de estacionamento ParkLock não irá funcionar uma vez que os parafusos
tenham sido soltos.
Antes de soltar, calce o trator para evitar que as rodas deslizem

Solte o freio de estacionamento ParkLock soltando os potenciômetros de freio à direita e


à esquerda (1) localizados na parte superior do eixo traseiro até que o ponto rígido seja
sentido (aproximadamente 9 voltas).
2. Desligue a luz indicadora do Painel de instrumentos do ParkLock.
– Motor ligado
– Exibir a tela principal do Centro de controle do painel
– Mantenha o pedal da embreagem pressionado
– Pressione a tecla (OK) no teclado de controle por 5 segundos
– A luz indicadora e a tela (P) desaparecerão
CODIGOS DE ERRO
Códigos de erro
Caso haja um problema, todos os códigos de erro podem ser vistos no Centro de controle do
painel no Painel de instrumentos.
Quando um problema é detectado pelos sistemas eletrônicos, um código de erro é exibido
na tela na forma de um ícone e uma letra simbolizando o componente em questão.
Em determinadas condições, além do código de erro exibido, uma luz indicadora
correspondente pisca e é possível ouvir um sinal sonoro.
Dependendo do erro exibido, você é aconselhado a verificar determinadas operações de
serviço principais ou entrar em contato com o revendedor (consulte as tabelas de erro
abaixo).
OBSERVAÇÃO: Somente códigos de erro relacionados ao sistema de ar condicionado
automático não são exibidos na tela do Centro de controle do painel. Esses códigos de erro
são exibidos somente no módulo de controle do ar condicionado.
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
Códigos de erro da válvula hidráulica
Leitura do número do código de erro.
O código é representado por uma letra seguida de três dígitos.
Por exemplo, V149:
– V = válvula hidráulica
– 1 = No. da válvula em questão
– 49 = No. do código de erro
CODIGOS DE ERRO
Como apagar o código de erro exibido no Centro de controle do painel
Para apagar um código de erro exibido na Centro de controle do painel, pressione a tecla
(16) no teclado de controle.
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
CODIGOS DE ERRO
INFORMAÇÕES
COMPLEMENTARES
TRATOR POSSUI:
Assento com suspensão pneumática ativa
Sistema U-Pilot
Ajuste de bitola traseira e rodado duplo
Cabine com suspensão pneumática

AVT
LRT Technical
LARGE RANGE TRACTOR
(TRATOR DE ALTA POTENCIA)