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12/02/2019

Jornada AdvExpert: A vitória dos contribuintes no STF

Prof. Marcos Relvas

Objetivos da aula

Nessa jornada de aulas ao vivo eu vou te mostrar como


o fisco comete verdadeiros abusos contra os
contribuintes burlando a lei, a Constituição e até
sentenças judiciais e muito pouca gente sabe ou
percebe que isso está acontecendo.

Até mesmo tributaristas que nunca se debruçaram


sobre as Grandes Teses acabam ficando de fora dessa
oportunidade de se destacar na carreira levando para
novos clientes verdadeiros tesouros escondidos nos
seus arquivos mortos.

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Objetivos da aula

Mesmo que você esteja no começo da carreira com a


metodologia que vamos ensinar e os materiais que vamos
disponibilizar você terá condições de competir com alguns
grandes escritórios e sair na frente.

São mais de 20 milhões de empresas no Brasil hoje e mais


de 6 milhões de empresas de pequeno e médio porte que
estão completamente desatendidas nessa área.

E vc vai querer ficar competindo por ações de juizado


especial com mais de 1 milhão de advogados?

Enquete

Você acredita que os órgãos fazendários


nas esferas federal, estaduais e municipais
agem dentro da lei?

a) Sim
b) Não

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Mito criado pelo Fisco

Há um mito criado propositalmente pelos órgãos fazendários que eles nunca agem contra a
Constituição ou Lei Federal.

Fica a sensação de que, fora os crimes de corrupção, tudo que esses órgãos fazem e cobram
dos contribuintes é revestido de legalidade.

Mas eu vou mostrar nessa aula que a realidade não é bem assim!

Direto ao ponto

Vamos direto ao ponto agora para você


entender essa tese integralmente.

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A essência da discussão

https://www.senado.leg.br/atividade/const/con1988/CON1988_05.10.1988/art_195_.asp

Observe bem que a constituição fala que a base de cálculo é faturamento que é o mesmo
que receita de acordo com ciência contábil e que difere, como termo técnico de receita
bruta.

Mas quem percebe essa sutil diferença de linguagem?

Nós advogados sabemos que um termo técnico jurídico pode ser muito diferente do
significado comum ou quando utilizado em outras ciências.

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Código Tributário Nacional

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5172Compilado.htm

Código Tributário Nacional – Art. 110

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5172Compilado.htm

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Na verdade tributos são receitas ou


“faturamento” do fisco e não dos
contribuintes.

Foto: correiodecarajas.com.br
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As manobras do Fisco

Agora veja o que a legislação infra


constitucional diz!
Ou seja, o fisco através de suas bancadas,
com o objetivo de enganar o contribuinte
perverte o sentido da Constituição e diz
que onde se lê faturamento para esta lei
leia-se receita bruta.

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Lei Complementar 70

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LCP/Lcp70.htm

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Lei Complementar 70 – Art. 2º

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LCP/Lcp70.htm

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Lei 9.718

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9718.htm
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Lei 9.718

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9718.htm
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Crime de Excesso de Exação

Dessa forma o fisco, que não é bobo, sabia que estava cometendo um abuso para não dizer
um crime previsto do Código Penal de Excesso de Exação art. 316.

Mas continua fazendo e briga durante muitos e muitos anos para manter esse absurdo,
ciente que a grande maioria dos contribuintes não sabe o que está acontecendo e não vai
reclamar esse dinheiro de volta.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del2848.htm

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Sociedade lesada

Como esse abuso vem ocorrendo há quase 30 anos e mesmo os contribuintes que
resolverem buscar esse direito só vão poder recuperar apenas os últimos 5 anos, imagine
quanto dinheiro o fisco lesou a sociedade.

E quantos outros nem vão buscar esse direito por falta de informação ou por medo?

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Manobra imoral

A audácia do fisco que domina uma forte bancada de políticos que aprova o que eles
querem não parou aí e em 2014, já prevendo uma derrota no STF fez o que eu chamo de
uma manobra imoral e demonstrando a total falta de ética para com os contribuintes.

Criou uma nova lei que revogava a lei anterior mas exatamente com o mesmo conteúdo
na expectativa que o STF julgasse a lei antiga inconstitucional mas quem quisesse buscar
seu direito teria que começar a briga toda novamente lá na primeira instância a partir de
2015. Essa lei é a Lei 12.973/2014.

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Manobra legislativa

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9718.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L12973.htm

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Contribuintes lesados

É assim que a nós


contribuintes nos
sentimos!

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Parece mentira né?


Mas eu demorei muitos anos patinando até
entender essa carreira, sem qualquer orientação,
material e suporte.
E agora depois de mais de 20 anos atuando na
área escolhi nesse fazer somente o que gosto.
Criar uma metodologia que realmente funciona
para combater os abusos do Fisco e compartilhar
com os colegas se tornou a minha missão de
minha vida pessoal e profissional.

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Fico muito feliz de saber que estou contribuindo com a


cidadania do meu país enfrentando e ensinando uma legião de
advogados como verdadeiros guerreiros sociais a levar direito
para empresas que nem sabiam que tinham.

É grande alegria mesmo quando recebo emails ou ouço


depoimentos de alunos e ex-alunos que alcançaram uma
sentença favorável.

Minha realização profissional atualmente é ver um colega ficar


milionário com uma tese que eu ensinei.

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Essa metodologia é um atalho para a busca da independência financeira. Vc já parou para


pensar o que é independência financeira para você.

O que vc faria se tivesse alguns milhões investidos?

Iria parar de trabalhar ou as vezes trabalhar somente com aquilo que gosta de fazer?

Como eu disse para chegar nessa metodologia foram muitos anos e muitos erros e acertos.

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Para dar sustentabilidade para minha família eu tentei de tudo dentro e fora do Direito, mas
vivia sempre com dificuldades financeiras e só sonhando com aquela ação que seria meu
bilhete premiado.

Nem pensava em atuar com direito tributário porque tinha, como têm até hoje, fama de ser
muito difícil.

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Até que um dia um contador amigo me trouxe uma proposta para atuar junto com ele
numa ação para recuperação de ICMS substituição tributária para uma concessionária de
veículos. Eu nem sabia o que era aquilo e meu primeiro impulso foi de agradecer e dizer
que eu tinha mais o que fazer pra pagar os boletos daquele mês com meus clientes de
juizado especial, execuções de títulos extrajudiciais, trabalhista e outras e uma agenda de
audiências insana.

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Com a insistência dele acabei estudando uma petição de um outro advogado que ele tinha
conseguido e me admirei quando logo na primeira leitura consegui entender do assunto,
mesmo sem ter conhecimento geral aprofundado sobre direito tributário.

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Visitei a empresa apresentada por ele, expus o trabalho que


faríamos e para minha surpresa o cliente gostou muito e já
quis fechar um contrato desde que os honorários fossem
pagos no êxito. Como era minha primeira experiência
concordei e fiquei muito contente com meu primeiro contrato
na área tributária. Tratava-se de uma empresa revendedora
de automóveis e os honorários iriam me render o equivalente
a um automóvel zero quilômetro com todos os acessórios da
época. Considerando minha situação de instabilidade no
escritório, aquilo era um honorário bem significativo.

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O contador, meu parceiro, fez todo levantamento contábil


para a protocolização na ação e eu construí uma nova
petição com base naquele exemplo que ele tinha me
passado.

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Demos entrada na ação e em poucos dias eu tinha esquecido


do assunto porque entendia que iria demorar muito para dar
qualquer resultado.

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Como havia jurisprudência muito forte a favor dos


contribuintes mais uma vez fui surpreendido com a rapidez no
resultado da ação. Alguns meses depois do protocolo eu já
estava com uma sentença apta para ser executada.

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Aquele sonhado carro zero em pouco tempo se tornou realidade


e eu não acreditava que tinha saído da concessionária com
aquele carro fruto dos meus honorários.

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Bem a partir daí já mais seguro com essa ação percebi que o
Direito Tributário, por mais complexo que pudesse ser (e nesse
caso não era) ele tinha uma grande vantagem sobre
praticamente todas as outras áreas. Ele não tinha audiências.

Sim eu não tinha que gastar um tempo enorme com audiências e


podia me dedicar a cuidar dos clientes que eu tinha e conquistar
novos clientes.

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Percebi também que aquela petição que eu tinha envolveu um


único esforço intelectual e agora poderia ser aplicada para todos
os clientes novos, ou seja, eu não gastava tempo com estudo e
preparação de novas petições a cada novo cliente.

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Entendi também que essas eram ações idênticas, mas não se


confundiam com as chamadas ações em massa como são as
previdenciárias, consumidores, trabalhistas e outras que
eventualmente permitem esse tipo de ação. Eu não precisava de
milhares de clientes para obter um resultado extraordinário em
honorários.
Devido aos honorários maiores com muito menos clientes eu
conseguiria resultados transformadores. E ainda havia a
possibilidade de ações coletivas via entidades empresariais que
poderiam potencializar ainda mais meus ganhos.

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Como eu já estava com vários clientes e atuava apenas na cidade


de Barra do Garças no interior de Mato Grosso onde eu morava,
resolvi me mudar para a capital e abrir um escritório no prédio
mais elegante da cidade onde os melhores advogados atuavam.

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Inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo do Pis e Cofins

https://www.youtube.com/watch?v=HaYgbZfNee4&feature=youtu.be&t=6484

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Intervalo!

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Inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo do Pis e Cofins

http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=2585258&numeroProcesso=574706&classeProcesso=RE&numeroTema=69#

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Inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo do Pis e Cofins

Julgando ação patrocinada por um escritório gaúcho, o Supremo Tribunal Federal (STF) abre
um precedente que permite aos contribuintes pessoas jurídicas requererem a restituição
de valores pagos indevidamente entre 2003 e 2014, o que representaria uma perda
superior a R$ 250 bilhões aos cofres públicos segundo notícia do Jornal do Comércio

O STF decidiu, por maioria e nos termos do voto da Relatora, Ministra Cármen Lúcia
(Presidente), apreciando o tema 69 da repercussão geral, deu provimento ao recurso
extraordinário e fixou a seguinte tese: “O ICMS não compõe a base de cálculo para a
incidência do PIS e da Cofins”.

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Inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo do Pis e Cofins

https://www.youtube.com/watch?v=HaYgbZfNee4&feature=youtu.be&t=6484

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Agora com o julgamento da repercussão


geral como fica tudo isso?
Vamos entender!

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Com esse julgamento ficou definida uma tese que se aplica a qualquer
legislação passada ou futura e não mais dizer que o art. x da lei y é
inconstitucional como esperava o Fisco.

Dessa forma resta evidente que tanto a lei antiga como a lei nova são
inconstitucionais e o Fisco terá que interromper essa cobrança e devolver pelo
menos os último 5 anos.

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Também ficou resolvida a ADC 18 (Ação Direta de Constitucionalidade) que


serviu para postergar o julgamento do RE que já estava 6 a 1 para os
contribuintes em 2008, posto que foi deferido no próprio julgamento do RE,
conforme o regimento interno do STF que essa ADC fosse julgada nessa
mesma sessão por versar sobre o mesmo tema.

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Quanto à eventual modulação dos efeitos da decisão, a ministra Cármen Lúcia


explicou que não consta no processo nenhum pleito nesse sentido, e a
solicitação somente teria sido feita da tribuna do STF pela Procuradoria da
Fazenda Nacional. Não havendo requerimento nos autos, não se vota
modulação, esclareceu a relatora. Contudo, ela destacou que o Tribunal pode
vir a enfrentar o tema em embargos de declaração interpostos com essa
finalidade e trazendo elementos para a análise.

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O acórdão foi publicado 02/10/2017 e a Procuradoria-Geral da Fazenda


Nacional apresentou em 19/10/2017 embargos de declaração entre outras
coisas pedindo a modulação dos efeitos da decisão.

Ainda que tenhamos que aguardar essa decisão os prognósticos são que
nenhum dos pedidos da procuradoria nesses embargos prosperem, nem
mesmo a modulação.

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Relembrando que modulação é o reconhecimento do STF sobre


direito do contribuinte para frente, mas não permitir a restituição
dos últimos 5 anos.
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Isso é muito crítico posto que tiraria todo ganho milionário dessa ação,
contudo isso só se aplica para quem entrar com a ação depois da decisão da
modulação. Quem entrar com as ações antes da modulação ser julgada
mantém o direito da restituição integral.

Ainda que toda comunidade jurídica tributária não acredite que a modulação
seja concedida ao Fisco, para garantir é melhor entrar com essa ação para seus
clientes o quanto antes.

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E para melhorar ainda mais o cenário para nós advogados que conhecemos
esse assunto vou mostrar aqui, como temos anunciado, a Solução de Consulta
que a Receita Federal publicou sobre a decisão do STF que excluiu o ICMS da
base de cálculo do PIS e da COFINS.

A Receita Federal, por meio da Solução de Consulta nº 6.012/2017, publicada


no Diário Oficial da União desta terça-feira (04/04) “esclareceu” acerca da
decisão do Supremo Tribunal Federal que excluiu o ICMS da base de cálculo do
PIS e da COFINS.

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Solução de Consulta 6.012

http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=81786&visao=anotado

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Para a Receita Federal, em razão da ausência definitiva do mérito, o ICMS devido pela
pessoa jurídica na condição de contribuinte do imposto (em virtude de operações ou
prestações próprias) compõe o seu faturamento, não havendo previsão legal que possibilite
a sua exclusão da base de cálculo cumulativa das Contribuições para o PIS e COFINS devidas
nas operações realizadas no mercado interno.

Ausência de Ato Declaratório do Procurador-Geral da Fazenda Nacional sobre matéria


objeto de jurisprudência pacífica do Supremo Tribunal Federal – Art. 19, II, da Lei n°10.522,
de 19 de julho de 2002

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De acordo com a Receita Federal, inexiste ato declaratório da Procuradora Geral da Fazenda
Nacional que trate sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo das contribuições para o PIS
e Cofins incidentes nas operações internas.

Isso significa que somente via judicial para se conseguir apurar esses créditos com um grau
de segurança jurídica máximo que nosso sistema pode oferecer.

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Oportunidade para a classe

Logo só advogados podem, por enquanto,


levar esse direito aos clientes.

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Como essa tese se aplica somente para empresas fora do Simples os resultados em geral
são bem expressivos e além de levar conhecimento e cidadania para as empresas que você
conhece terá a oportunidade de trazer redução de custos para essas empresas, capital novo
para investimentos com as restituições dos últimos 5 anos e por consequência obter como
recompensa para você honorários que podem ser milionários.

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Agora para fechar com chave


de ouro eu vou apresentar
sentenças concedidas
recentemente à alguns de
nossos alunos!

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CTUR8 - Coordenadoria da Oitava Turma


TRF1 PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1ª REGIÃO OITAVA TURMA EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME
NECESSÁRIO N. xoxoxoxoxxoxo/MG
RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL ITALO FIORAVANTI SABO MENDES
APELANTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : GO00013207 - ADRIANA GOMES DE PAULA ROCHA
APELADO : XOXOXOXOXOXOXXO
REMETENTE : JUIZO FEDERAL DA 18A VARA - MG
EMBARGANTE : GO00013207 - ADRIANA GOMES DE PAULA ROCHA PROCURADOR : GO00013207 - ADRIANA GOMES DE PAULA ROCHA EMBARGADO
: V. ACÓRDÃO DE FLS. 1186/1187 E M E N T A PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. REPERCUSSÃO GERAL. TRÂNSITO EM JULGADO.
DESNECESSIDADE. PRECEDENTES DO STF. HIPÓTESES DE CABIMENTO. NÃO DEMONSTRAÇÃO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO REJEITADOS.

1. O julgamento de mérito, realizado sob a sistemática da repercussão geral, autoriza a aplicação imediata da tese fixada às causas que versem
sobre o tema, sendo desnecessário o trânsito em julgado do paradigma. Precedentes do egrégio Supremo Tribunal Federal.
2. Para a oposição dos embargos de declaração, ainda que para fins de prequestionamento, deve ser observada a finalidade precípua do referido
recurso, qual seja a de esclarecer eventual obscuridade, eliminar contradição, suprir omissão do julgado embargado, ou corrigir erro material,
quando da apreciação, pelo órgão julgador, da(s) matéria(s) objeto da controvérsia jurídica, o que não se vislumbra na hipótese dos presentes autos.
3. Na espécie, não se obteve demonstrar a ocorrência de qualquer das hipóteses de cabimento dos embargos de declaração, mormente quando se
constata que o voto condutor do acórdão embargado analisou as questões que, ao menos na ótica do órgão julgador, se apresentaram como as
necessárias para o deslinde da matéria em análise.
4. Não há que se falar, assim, na ocorrência, in casu, de hipótese hábil a justificar a acolhida destes embargos de declaração.
5. Embargos de declaração rejeitados.
A C Ó R D Ã O Decide a 8ª Turma, a unanimidade, rejeitar os Embargos de Declaração, nos termos do voto do Relator. TRF da 1ª Região ? 15/10/2018.
I?TALO FIORAVANTI SABO MENDES Desembargador Federal Relator

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Na aula de amanhã vou te ensinar como localizar as


empresas que podem ser seus clientes aí na sua região.

E se você já sabe quem visitar mas está inseguro sobre como


levar esse conteúdo e conseguir argumentar corretamente
até fechar contrato, vou te ensinar como fazer na nossa
terceira aula.

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E uma coisa eu posso lhe garantir é que isso é pura transferência de experiência e vc não vai
encontrar nada disso em nenhum livro ou aulas em qualquer outra instituição. Trata-se de
um conteúdo e metodologia exclusivo nosso.

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E para ingressarmos com essas ações não basta conhecermos seu conteúdo material e
processual, o mais importante na verdade é conseguirmos fechar contratos com nossos
clientes, é sabermos como apresentar essa tese para eles. Mas isso vamos ver na aula de
amanhã.

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Pois bem para mim não tem preço fazer o que gosto, que é dar aula e sobre um assunto
que entendo que é direito tributário e ainda receber a gratidão de muitos colegas pela
transformação que conseguiram.

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