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Sapiens

Uma Breve História da Humanidade


Yuval Noah Harari

Sinopse (12 Minutos)


Sapiens apresenta é um trabalho sobre a evolução da humanidade. Nele, o autor
Yuval Noah Harari reescreve a história do ser humano através do tempo. Passando
por fatos marcantes, como o desenvolvimento da comunicação, pela revolução
cognitiva, a revolução agrícola e a revolução científica, o livro aborda pontos centrais
da nossa evolução e explora os pontos positivos e negativos advindos dessas
evoluções. Além disso, Sapiens também aborda o futuro da humanidade, para onde
essas revoluções levarão o homem e o que nos tornaremos. Vamos juntos entender
nossas origens e para onde vamos neste microbook.

Sinopse (Amazon)
O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna
capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das
mais horripilantes guerras? Yuval Noah Harari aborda de forma brilhante estas e
muitas outras questões da nossa evolução. Ele repassa a história da humanidade,
relacionando com questões do presente. E consegue isso de maneira surpreendente.
Em "Sapiens", Harari nos oferece não apenas conhecimento evolutivo, mas também
sociológico, antropológico e até mesmo econômico. Ele se baseia nas mais recentes

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descobertas de diferentes campos como paleontologia, biologia e antropologia. Esta
edição traz dezenas de imagens, mapas e tabelas que deixam este best-seller mundial
ainda mais dinâmico.

O que você vai aprender?

 O futuro da humanidade
 A Revolução Científica e a transformação do mundo
 O desenvolvimento das sociedades humanas

Quem escreveu a obra original?


Yuval Noah Harari é um professor de História israelense e autor do best-seller
internacional Sapiens: Uma breve história da humanidade. Harari ganhou duas vezes
o Prêmio Polonsky por Criatividade e Originalidade, em 2009 e 2012. Em 2011 ele
ganhou o prêmio Moncado de História militar para a sociedade pelos artigos de
destaque na História militar. Em 2012 ele foi eleito para academia Jovem Israelita de
Ciências. Em 2015, Sapiens foi selecionado por Mark Zuckerberg, fundador do
Facebook, para seu Clube do Livro online. Mark convidou seus seguidores a ler o que
ele descreve como "uma grande narrativa sobre a História da civilização humana".
Harari vive com seu marido em Moshav Mesilat, próximo a Jerusalém.

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Sapiens
Uma Breve História da Humanidade

Sapiens apresenta é um trabalho sobre a evolução da humanidade. Nele, o autor


Yuval Noah Harari reescreve a história do ser humano através do tempo. Passando
por fatos marcantes, como o desenvolvimento da comunicação, pela revolução
cognitiva, a revolução agrícola e a revolução científica, o livro aborda pontos centrais
da nossa evolução e explora os pontos positivos e negativos advindos dessas
evoluções. Além disso, Sapiens também aborda o futuro da humanidade, para onde
essas revoluções levarão o homem e o que nos tornaremos. Vamos juntos entender
nossas origens e para onde vamos neste microbook?

As diferentes espécies de ser humano


Quando as pessoas pensam em suas espécies ancestrais, imaginam uma evolução
linear. De acordo com esta ideia, uma espécie de um gênero evolui para outra espécie,
o que resulta em uma terceira – até chegar no Homo sapiens. Essa é uma maneira
simples de pensar a evolução, mas não é 100% verdadeira. Na realidade, muitas
espécies do mesmo gênero viveram no mesmo período de tempo, evoluindo e
mudando para se adaptarem de acordo com suas eras.
Um “gênero” é um grupo de espécies que compartilham um ancestral comum; e para
os seres humanos esse ancestral comum é o Australopithecus – um tipo de símio que
viveu por volta de 2.5 milhões de anos atrás. As raízes da humanidade estão nas
regiões orientais da África, mas depois de 5 milhões de anos nessa região, alguns
seres humanos, por motivos desconhecidos, decidiram vagar por outras regiões
Africanas, bem como por partes da Ásia e Europa.
Diversas novas espécies começaram a surgir com a dispersão da humanidade ao
redor do mundo. Os anões Homo floresiensis viveram em uma ilha da Indonésia. A
ilha que escolheram era deficiente em comida e outros recursos e, por isso, os
menores que viviam entre eles (e precisavam de menos comida) viveram mais
facilmente, enquanto os membros mais altos da espécie morreram. Em outras ilhas,

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viviam espécies mais tropicais, algumas das quais ainda estamos descobrindo nos
dias de hoje.
A Era do Gelo fez com que fosse muito difícil para qualquer espécie sobreviver na
Eurásia. Para sobreviver nessas temperaturas e climas, a humanidade precisou ser
mais forte e mais durável do que seus irmãos e irmãs que viviam em outros lugares.
Isso gerou a evolução dos indivíduos mais resilientes das espécies Homo
neanderthalensis e Homo erectus. O Homo erectus evoluiu por ser muito resiliente e
durável, e conseguiu sobreviver por 2 milhões de anos – um recorde para qualquer
espécie humana.
Os seres humanos do leste africano, no entanto, continuaram a evoluir em múltiplas
novas espécies, mas nenhuma espécie humana teve tanto sucesso no mundo quanto
a espécie do leste africano conhecida como Homo sapiens. Eles prosperaram até os
dias de hoje e se espalharam por todo o mundo.

Algumas vantagens e desvantagens evolutivas do ser humano


O que diferencia o Homo sapiens dos outros membros do gênero? O que os
transformaram no que são agora e o que os fez chegar ao topo do reino animal?
Quando observamos a história antiga da humanidade, algumas observações
evolucionárias importantes aparecem.
Uma das coisas mais importantes que diferenciaram o antigo ser humano dos outros
animais de quatro membros era sua habilidade de ficar de pé. Isso deu a todos os
membros Homo genus a habilidade de enxergar mais longe do que as outras espécies,
conferindo a eles uma melhor chance de observar presas ou perigos potenciais. Andar
ereto também significava que as mãos humanas estavam disponíveis para outras
tarefas, dando aos seres humanos grande versatilidade que as outras espécies não
tinham.
Os seres humanos também tinham cérebros maiores do que a maioria dos outros
animais. Para ilustrar, o mamífero médio de 60kg tem um cérebro de 200
centímetros cúbicos. O Sapiens, por outro lado, tem um cérebro de 1200 a 1400
centímetros cúbicos, que deu a ele um incrível poder cognitivo.
Esse poder cerebral tem um alto custo. O cérebro precisa de energia para trabalhar e
o grande cérebro das espécies humanas gasta por volta de 25% da energia total do

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corpo, quando o corpo está descansando. Comparando com os outros símios que
gastam por volta de 8%, você pode começar a entender porque os seres humanos não
eram tão fortes fisicamente comparados às outras espécies. Já que o corpo dos seres
humanos gasta tanta energia para manter o cérebro ativo, sobra menos energia para
todas as outras coisas.
Em relação aos outros mamíferos, os seres humanos nascem de maneira prematura.
Um recém-nascido humano é frágil e desamparado contra predadores procurando
por uma refeição. Outros mamíferos, por outro lado, nascem fracos, mas já
conseguem se mover e pensar. Eles também precisam de cuidados, mas nem tanto
quanto os recém-nascidos humanos.
Essas diferenças enfraqueceram os seres humanos como espécie, mas também os
diferenciaram. O poder do cérebro era um aspecto enfraquecedor no começo, mas
com o tempo se tornou uma das maiores vantagens do ser humano.

A revolução Cognitiva e o poder da comunicação humana


Os seres humanos começaram a subir no ranking do reino animal por volta de 70.000
anos atrás, quando os métodos revolucionários para compartilhar informação
começaram a surgir entre eles. Desenvolver linguagens compartilhadas pelos grupos
de humanos permitiu que as espécies reunissem, trocassem e recebessem informação
de maneira que os outros animais não eram capazes de fazer, liderando uma grande
mudança no estilo de vida da humanidade. Essa mudança é conhecida como a
Revolução Cognitiva.
A ideia de que os seres humanos prosperaram por terem sido os primeiros animais a
descobrirem como se comunicar é falsa. A linguagem era compartilhada por outras
espécies, era comum no mundo antigo e até mesmo nos dias de hoje. Utilizando
gestos, barulhos e outras ações, os animais comunicam informações gerais com seus
parentes, como por exemplo informações sobre predadores próximos ou
acasalamento.
Entretanto, apesar de esse tipo de comunicação ser eficiente, ele é também muito
básico. Um animal pode usar sua linguagem para deixar outros animais cientes de
que há boas frutas para comer, mas ele não pode dar a localização da fruta sem que
vá até lá. Um animal pode aprender que um tigre faminto está perto, mas não pode

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saber nem onde nem quando. O poder da linguagem humana, por outro lado, está
em sua complexidade. Os humanos podem usar sua linguagem para comunicar
informações específicas, como a localização exata de um predador, a melhor hora
para encontrar comida, os perigos de se viajar sozinho em uma área e assim por
diante.
Outra diferença na linguagem humana é que ela é normalmente usada para discutir
sobre outras pessoas – um comportamento que não é visto na linguagem de outros
animais. Os humanos são, por natureza, criaturas sociais e precisam da comunicação
e da comunidade para prosperar. A habilidade de se referir a outros humanos trouxe
um senso de comunidade aos antigos sapiens. Além disso, os humanos tinham uma
habilidade de reter a informação comunicada, permitindo que gravassem as
histórias, o mundo ao seu redor e até mesmo coisas completamente inventadas. Os
humanos construíram uma sociedade ao redor dessa comunicação, formando laços e
aumentando suas chances de sobrevivência.

As mudanças trazidas pela Revolução da Agricultura


O mundo antigo era rico em recursos à espera dos homens. Rebanhos de animais
carnudos, vegetação comestível abundante e até mesmo insetos nutritivos eram
apenas uma parte da busca. Os humanos costumavam colher a comida e os recursos
naturais à medida que eram encontrados, comendo o que precisavam e juntando ou
deixando o resto. Os recursos da terra eram numerosos para que uma mudança não
fosse necessária. Isso mudou drasticamente há 10.000 anos, quando a Revolução
agrícola começou.
Não sabemos o que gerou essa mudança, mas em algum momento entre 9500 a 8500
antes de Cristo, os humanos no mundo começaram a semear plantas comestíveis e a
domesticar os animais, o que os levou ao estilo de vida do agricultor.
Isso pode parecer positivo, mas foi na verdade uma mudança perigosa para os seres
humanos em geral, alterando completamente sua vida diária e incorporando mais
trabalho e stress. A quantidade de comida e recursos aumentou, mas isso levou ao
desenvolvimento de hierarquias sociais em que agricultores que trabalhavam duro
estavam na base da pirâmide. Além disso, como o corpo humano estava evoluído para

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a caça, escalada e outras tarefas similares, as tarefas alternativas da agricultura
exigiam grandes mudanças evolutivas em diversas espécies.
A agricultura e o recolhimento de recursos ajudaram os humanos a prosperarem e
levou a uma maior organização e a uma preocupação com o futuro, mas também
promoveu o comportamento ganancioso. A natureza imóvel da fazenda tornou a
humanidade muito mais territorialista, lutando contra predadores, pragas e até
mesmo contra outros humanos para proteger sua terra. Além disso, o boom
populacional foi tão grande que a humanidade não podia voltar a seus hábitos antigos
mesmo que quisesse. Não havia mais como voltar atrás.
Com o desenvolvimento da sociedade, os humanos começaram a organizar suas
hierarquias e a colocar os líderes tomadores de decisão no topo e os trabalhadores na
base. Por volta de 8.500 A.C, grandes vilas começaram a se formar e, por volta de
2.200 A.C, o primeiro império foi formado com um milhão de pessoas e um exército
de cerca de 5.000 soldados.

O desenvolvimento das sociedades humanas


A construção do mundo de hoje demandou muito aprendizado do ser humano. A
humanidade não precisava de muito conhecimento quando sobrevivia apenas
coletando alimento. Atitudes como juntar comida, escalar árvores e fazer ferramentas
básicas eram muito simples ou até mesmo inatas para o homem antigo. No mundo
desenvolvido e hierárquico da Revolução da Agricultura, as ações se tornaram muito
mais complicadas. O corpo sabe naturalmente como bocejar, como tossir e como
escalar, mas não sabe como respeitar seus líderes, cozinhar uma carne ou como
encontrar informação. As pessoas precisaram aprender a viver na nova sociedade que
os humanos haviam criado.
Para ajudar a ensinar as pessoas a viver em sociedade, os humanos gradualmente
desenvolveram maneiras de armazenar informação. A solução era uma série de
símbolos significativos, que mais tarde se tornaram conhecidos como ‘a primeira
escrita’. Junto com a hierarquia, isso fez do governo uma ferramenta importante para
garantir que a sociedade funcionasse como deveria.

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Nos últimos séculos dos anos Antes de Cristo, a humanidade estava começando a se
agrupar em impérios, que estavam se espalhando. Um império é uma ordem política
que governa um grupo de pessoas grande e diverso, com uma fronteira em expansão
contínua e uma sede por conquistas. Existiam muitos impérios, mas existiam ainda
mais grupos de pessoas para serem governados. No entanto, à medida que essas
pessoas eram conquistadas por imperadores gananciosos, elas começaram a se
misturar. Isso levou a uma grande redução na diversidade de seres humanos nesse
período de tempo.
Jamais saberemos se essas mudanças na sociedade foram boas ou ruins para a
evolução do ser humano, mas cada avanço esculpiu a cultura humana até os dias de
hoje. Ainda assim, é indiscutível que a revolução mais impactante ainda estava por
vir.

A Revolução Científica e a transformação do mundo


A mudança mais radical na maneira de viver e trabalhar dos seres humanos não é tão
antiga. Na realidade, começou há apenas 500 anos. Incríveis avanços nas áreas de
tecnologia, poderio militar, inovação e descobertas, têm levado a uma nova maneira
de promover as descobertas. Esses fatores levaram ao advento da Revolução
Científica.
Sob a Revolução Científica, a humanidade consolidou sua dominância sobre o
planeta. Nos últimos 500 anos os seres humanos aumentaram seus níveis de
produção de 250 bilhões de dólares para 60 trilhões. Eles aumentaram sua ingestão
calórica diária de 13 trilhões para 1.500 trilhões. Os humanos passaram também por
outro boom populacional, aumentando de 500 milhões de Sapiens para 7 bilhões. O
que causou essas mudanças?
Uma grande parte do progresso da Revolução Científica pode ser atribuído à
mudança no pensamento científico – ou, mais especificamente, a uma vontade da
comunidade científica de admitir a ignorância. Isso permitiu que os cientistas
procurassem pelas verdades, em vez de simplesmente construir ideias baseadas em
premissas que poderiam estar erradas.
A ciência moderna também tenta observar o mundo a seu redor, mais do que a ciência
antiga fazia. Ela usa essas observações para criar teorias sobre como o mundo

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funciona. Mas, possivelmente, a diferença mais evidente no pensamento científico é
a busca pelo poder. As teorias da ciência moderna não são mais desenvolvidas apenas
pelo bem da pesquisa. Agora, a humanidade investiga coisas com a intenção de usá-
las, desenvolvendo novas tecnologias para ajudar a aprender ainda mais sobre o
mundo e ajudar a vida humana.
Os avanços científicos alcançados por essa revolução mudaram o planeta para melhor
ou pior, assim como todas as espécies que vivem nele. Graças ao progresso científico,
atualmente existe no mundo armamento suficiente para erradicar a humanidade. No
entanto, a ciência moderna também nos deu o poder de alimentar os pobres, fornecer
ajuda para quem precisa e responder a crises globais rapidamente.
A ciência moderna é também mais do que uma instituição de descobertas. Ela pode
ser usada para direcionar a indústria, desenvolvendo maneiras mais eficientes de
trabalhar em diversas áreas. O impacto da Revolução Científica foi sentido em todo
o mundo, tornando o mundo em que vivemos completamente diferente daquele de
apenas 500 anos atrás.

O futuro da humanidade
Desde o começo, a humanidade tem usado suas vantagens para superar as outras
criaturas. Porém, possivelmente as maiores conquistas da humanidade estão em sua
habilidade de superar suas próprias barreiras naturais. O futuro da humanidade
poderia progredir naturalmente, como sempre aconteceu, mas quando ele alcançar
seus limites, o futuro poderá seguir em direções distintas.
A humanidade poderá prolongar sua vida e encontrar soluções para seus defeitos
naturais utilizando engenharia robótica, algo que já está acontecendo. Hoje já temos
experimentos em pequenos animais e insetos envolvendo implantes computacionais
criados para o aprimoramento, criando seres híbridos orgânicos e biônicos perfeitos.
Os humanos já utilizam tecnologia similar para ajudar a prolongar ou melhorar a
vida, como os marca-passos e os aparelhos auditivos. Contudo, as novas tecnologias
irão ainda mais longe. Os seres humanos agora possuem tecnologia que permite que
pessoas amputadas controlem braços robotizados operados por pensamento.
Tecnologias como essas podem ir ainda mais longe e serem usadas no futuro para
corrigir qualquer problema físico.

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Os avanços na inteligência artificial também estão crescendo rapidamente. O
trabalho começou em 2005 em um projeto revolucionário que recriou o cérebro
humano dentro de um computador. Utilizando circuitos e metais ao invés de redes
neurais e gorduras, os seres humanos podem ser capazes de explorar o inorgânico.
Os avanços mais interessantes estão na biologia. A bioengenharia permitiu grandes
proezas da personalização genética. Mudanças de sexo, partes humanas
desenvolvidas em laboratório e muitas outras questões já são normais no mundo,
mas as possibilidades de combinações genéticas podem alcançar grandes feitos. E se
existisse uma modificação genética que deixasse uma pessoa mais forte ou mais
inteligente? E se dois seres humanos com essas modificações tivessem filhos? O bebê
seria mais forte e mais inteligente também, mas não seria mais resultado da evolução
natural do homem. No futuro, a bioengenharia poderia nos dar o poder não só para
observarmos os próximos passos da evolução humana, mas também para projetá-los.

Notas Finais
Os seres humanos nascem pequenos, fracos e desamparados. Sem a força de um
gorila ou a velocidade de um leopardo, fomos originalmente criados para colher
frutas e plantas. Mas um dia, uma faísca de progresso começou dentro desse pequeno
gênero. Em algum lugar entre nossas primeiras ferramentas rudimentares e o tempo
atual, a humanidade cresceu da base da cadeia alimentar para se tornar a força
dominante no planeta.
Agora, os seres humanos estão olhando para o futuro que está sob seu controle. Não
mais dependentes da evolução natural, o destino está nas mãos do Homo sapiens.

Dica do 12 min:
Que tal aproveitar a deixa do microbook e pesquisar ainda mais sobre a evolução
humana cientifica e tecnologicamente?!

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