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UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS Avenida Doutor Sylvio Menicucci, 1001, Kennedy – CEP: 37.200-000 Lavras –

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS

Avenida Doutor Sylvio Menicucci, 1001, Kennedy CEP: 37.200-000

Lavras Minas Gerais

PROJETO FINAL PÊNDULO BALÍSTICO

Lavras/MG

2015

DATA DO EXPERIMENTO: 02/06/2015 E 09/06/2015

DATA DE ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO: 13/06/2015

VERIFICAÇÃO DA CONSERVAÇÃO DO MOMENTO LINEAR

Integrantes do grupo

Antônio Carlos Lima Neto

201511059

Gabriel Ribeiro Cabral

201510577

Wellington Vieira de Souza

201511156

Laboratório de Física A

Turma 30C

2.

OBJETIVO

O experimento do Pêndulo Balístico teve como fim verificar a conservação do momento linear antes e depois da colisão de um projétil ao um sistema de pêndulo.

3. INTRODUÇÃO TEÓRICA

As teorias de conservação são muito antigas, na qual teve como umas das menções pioneiras no século I a.C. pelo poeta romano Lucrécio que afirmava nada pode mudar o conjunto das coisas, porque não há lugar exterior para onde possa ir ou de onde possa vir qualquer espécie de matéria. Posteriormente, outros filósofos e cientistas, como Antonie Laurent Lavoisier (1743-1794), atestaram as através de experimento a conservação da massa, na qual permanece constante em um sistema fechado.

Com a aplicação matemática sobre os efeitos da natureza, desde a época Newtoniana, pensadores do século XVII, Gottfried Wilhelm Leibniz (16461716) e René Descartes (1596 1650), formularam teorias físicas sob princípio de conservação da natureza após observar o movimento de corpos em colisões e queda livre. Porém, na época, perceberam que estes princípios “possuíam” uma força, que seria nomeada, por Leibniz, de Vis Viva (mv²) ou Quantidade de Movimento (mv), por René Descartes. Nesta época estas duas grandezas passaram então a disputar, entre si, o status de “verdadeira medida da força e do movimento de um corpo”, gerando muitas discussões e controvérsias entre os cartesianos e leibnizianos.

No entanto, através de análises com cálculos aprofundados nessas teorias físicas, pode-se observar que a Quantidade de Movimento é expressa pelo produto da massa (kg) pela velocidade (m/s), ao passo que a Conservação da Quantidade de Movimento (Momento Linear) de dois corpos em colisão são iguais antes e após o choque, sendo concluídas em paralelo com a terceira lei de Newton de ação e reação.

Com os avanços tecnológicos dos armamentos, as indústrias bélicas necessitavam de aparelho com o intuito de medir as velocidades com que os projéteis das armas atingiam o alvo, ao passo que criaram o pêndulo balístico, que tinha como objetivo aplicar os conceitos da conservação do momento linear através de choques inelásticos para que se determinasse essa velocidade.

4. MATERIAIS UTILIZADOS E PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

4.1 Materiais utilizados:

Pêndulo Balístico

Esferas Maciças

Bloco com suporte em disco

Trena

Balança Semi-Analítica

Alicate*

Chave de Fenda*

Balança Semi-Analítica  Alicate*  Chave de Fenda* Imagem 1 - Fotografia dos instrumentos utilizados (Trena,

Imagem 1 - Fotografia dos instrumentos utilizados (Trena, Alicate, Chave de Fenda, Esferas Maciças, Bloco com Suporte em Disco)

de Fenda, Esferas Maciças, Bloco com Suporte em Disco) Imagem 2 – Fotografia da Balança Semi-Analítica

Imagem 2 Fotografia da Balança Semi-Analítica

Imagem 3 – Fotografia do Pêndulo Balístico Imagem 4 – Esquema Gráfico do Experimento

Imagem 3 Fotografia do Pêndulo Balístico

Imagem 3 – Fotografia do Pêndulo Balístico Imagem 4 – Esquema Gráfico do Experimento

Imagem 4 Esquema Gráfico do Experimento

4.2 Procedimentos:

4.2.1 Inicialmente foram escolhidos três (3) esferas maciças com tamanhos e massas

diferentes.

4.2.2 Com o auxílio da balança semi-analítica verificamos as massas de cada uma das três

esferas, assim como a massa do bloco com suporte em disco (na qual está fixado com a haste

metálica do aparelho do pêndulo).

4.2.3 Usando a trena, medimos o comprimento da haste metálica que suspende o bloco, ao

passo que foi medida desde sua extremidade superior, até a metade do bloco com suporte em

disco.

4.2.4

O aparelho do pêndulo balístico foi fixado numa superfície plana (mesa) para que este

não se movesse durante a realização do procedimento experimental.

4.2.5 O alicate e a chave de fenda foram usados a fim de facilitar pequenos ajustes, como no

ponteiro do ângulo e a haste metálica, ambos no aparelho do pêndulo balístico.

4.2.6 No indicativo do ângulo, posicionamos em 0 grau.

4.2.7 Dentro do lançador do projétil pusemos as esferas maciças, um projétil para cada teste,

no momento que realizamos primeiramente dez (10)** repetições para cada esfera maciça. Já no gatilho do lançador de projétil, foi determinada uma mesma distância da rosca, para que ambas as esferas fossem lançadas com a mesma força aplicada. Veja conforme a imagem cinco (5) abaixo:

força aplicada. Veja conforme a imagem cinco (5) abaixo: Imagem 5 – Posicionamento da rosca para

Imagem 5 Posicionamento da rosca para o gatilho do lançador de projétil.

4.2.8 Após a preparação inicial dos equipamentos e posicionamento de todos os itens,

iniciamos o lançamento, ao passo que a cada choque da esfera sobre o bloco foi anotado o ângulo formado com o movimento da haste.

4.2.9

Ao findar os passos descritos, aplicamos os dados verificados do processo

experimental nas equações de Conservação do Movimento Linear (TIPLER, 2009, Rio de Janeiro).

.

=

Equação 1

. = .

Equação 2

Legenda:

Qi

= Quantidade de Movimento Inicial

Qf

= Quantidade de Movimento Final

Mi

= Massa Inicial

Mf

= Massa Final

Vi

= Velocidade Inicial

Vf

= Velocidade Final

4.2.10 A partir da Equação 2 substituímos as grandezas demonstradas nela com os dados que

necessitamos no experimento do Pêndulo Balístico. Formando a equação a seguir:

. + . = ( + ).

Equação 3

4.2.11 Sabendo que a velocidade inicial do pêndulo (Vp) é zero (0) e a velocidade do conjunto (V) após a colisão é igual à energia potencial gravitacional, quando esta atinge a altura máxima, então a nova equação será:

= (+)

2

Equação 4

4.2.12 Para descobrir a altura máxima alcançada com o impacto da bala, utilizou-se:

Legenda:

ℎ = (1 − cos())

Mp = Massa pêndulo

Me = Massa esfera

(Mp + Me) = Massa do Conjunto

Vp

= Velocidade Inicial do Pêndulo

Ve

= Velocidade Inicial da Esfera

Equação 5

V

= Velocidade que o conjunto de move após a colisão

g

= aceleração da gravidade (~9,78 m/s² (TIPLER, 2009, Rio de Janeiro))

h

= altura máxima que o conjunto atinge após a colisão

R

= Comprimento da Haste

4.2.13 Para o cálculo da propagação de erro dos dados no experimento aplicamos a equação formulada (CRUZ, 1997, Unicamp), sendo essa descrita:

∆ =

[

(+) +

(+) +

2

∆ = ∆ ∗ ∆

+

().∆

2(1−cos()) ]

Equação 7

Equação 6

Legenda:

= Erro da Velocidade Inicial da Esfera M = Erro da massa (0,00001 kg conforme erro da balança semi-analítica) = Erro do comprimento da haste (0,001 m conforme erro da trena) ∆θ = Erro do ângulo*** = Erro da Quantidade de Movimento (Mp + Me) = Massa do Conjunto R = Comprimento da Haste Ve = Velocidade Inicial da Esfera

5. RESULTADOS

Primordialmente, definimos três (3) esferas maciças conforme suas massas, como também o bloco com suporte em disco mais sua haste (Pêndulo), definidas abaixo:

Massa das Esferas Maciças:

Esfera Menor = 0,0138 kg

Esfera Média = 0,0163 kg

Esfera Maior = 0,0238 kg

Massa do Pêndulo:

Bloco + Haste = 0,1883 kg

O comprimento da haste que suporta o pêndulo foi medido, na qual possui o seguinte tamanho:

Comprimento da Haste:

Haste = 0,285 m

Após a finalização do experimento, obtivemos os dados dos ângulos (em graus e radianos) formados após cada lançamento de projétil, demonstrados na tabela com as respectivas esferas:

 

Ângulos

 

Ângulo em

Obtidos

Radianos

Menor

Média

Maior

Menor

Média

Maior

9

10

15

0,15708

0,174533

0,261799

9

11

15

0,15708

0,191986

0,261799

9

11

15

0,15708

0,191986

0,261799

9,5

11

15

0,165806

0,191986

0,261799

10

10,5

15

0,174533

0,18326

0,261799

9,5

11

15

0,165806

0,191986

0,261799

9,5

11

14,5

0,165806

0,191986

0,253073

9

10,5

15

0,15708

0,18326

0,261799

9

10,5

15,5

0,15708

0,18326

0,270526

9

11

16

0,15708

0,191986

0,279253

9

11

15

0,1571

0,1919

0,2617

Tabela 1 Ângulos obtidos, em graus (º) e em radianos (rad), nos dez (10) lançamentos para cada esfera, e por fim, em vermelho, o ângulo escolhido dentro da margem de erro do ângulo de um (1) grau.

Com a Equação 5, verificamos a altura (h) máxima que o conjunto (massa pêndulo + massa esfera) atinge após a colisão, demonstradas a seguir:

 

Altura

 

Atingida

Menor

Média

Maior

0,003509

0,00432979

0,0097111

0,003509

0,00523625

0,0097111

0,003509

0,00523625

0,0097111

0,003909

0,00523625

0,0097111

0,00433

0,00477235

0,0097111

0,003909

0,00523625

0,0097111

0,003909

0,00523625

0,0090779

0,003509

0,00477235

0,0097111

0,003509

0,00477235

0,0103653

0,003509

0,00523625

0,0110404

0,0035

0,0052

0,0097

Tabela 2 Altura máxima atingida pelo pêndulo após o choque, em metros (m), para cada lançamento, e por fim em vermelho, a média desse h.

Para descobrirmos a velocidade inicial da esfera usamos a Equação 4, aplicando os valores anotados no processo, resultando nos dados seguintes da tabela:

Velocidade Inicial da Esfera

Menor

Média

Maior

3,847043

3,654948

3,886935968

3,847043

4,019371

3,886935968

3,847043

4,019371

3,886935968

4,060291

4,019371

3,886935968

4,273461

3,837196

3,886935968

4,060291

4,019371

3,886935968

4,060291

4,019371

3,758075708

3,847043

3,837196

3,886935968

3,847043

3,837196

4,015722226

3,847043

4,019371

4,14443203

3,8470

4,0194

3,8869

Tabela 3 Velocidade Inicial da Esfera, em metros por segundo ao quadrado (m/s²), nos dez (10) lançamentos para cada esfera, e por fim, em vermelho, a velocidade inicial média da esfera.

Para o erro da Velocidade Inicial da Esfera verificamos o erro direto de cada equipamento que foi usado para a obtenção dos dados Tabela 4, e posteriormente aplicamos os mesmos na Equação 6 da propagação de erros da velocidade inicial da esfera.

Erro Balança

Erro Trena

Erro Ângulo

(Massa)

(Comprimento)

(Radianos)

0,00001

0,001

0,0175

Tabela 4 Erros diretos dos equipamentos utilizados, como a massa da balança (kg), o comprimento da trena (m) e erro do indicador do ângulo (rad).

Erro da Velocidade Ve

Menor

Média

Maior

0,4337

0,37133599

0,2648331

0,4337

0,37171874

0,2648331

0,4337

0,37171874

0,2648331

0,433945

0,37171874

0,2648331

0,434181

0,3715309

0,2648331

0,433945

0,37171874

0,2648331

0,433945

0,37171874

0,2647404

0,4337

0,3715309

0,2648331

0,4337

0,3715309

0,2649207

0,4337

0,37171874

0,2650033

0,4337

0,3717

0,2648

Tabela 5 Erro da Velocidade Inicial da Esfera, em metros por segundo ao quadrado (m/s²), nos dez (10) lançamentos para cada esfera, e por fim, em vermelho, o erro médio da velocidade inicial da esfera.

A fim de analisarmos detalhadamente o maior propiciador do erro da velocidade “ Ve”, utilizamos novamente a Equação 6, porém separando o erro direto de cada equipamento (massa, comprimento, ângulo) sobre a velocidade inicial da esfera. Resultando nos números abaixo:

Erros Diretos com a Velocidade Inicial Esfera Menor

Massa

Comprimento

Ângulo

0,000380782

0,006749199

0,426569978

0,000380782

0,006749199

0,426569978

0,000380782

0,006749199

0,426569978

0,00040189

0,007123317

0,426419434

0,000422989

0,007497301

0,426260771

0,00040189

0,007123317

0,426419434

0,00040189

0,007123317

0,426419434

0,000380782

0,006749199

0,426569978

0,000380782

0,006749199

0,426569978

0,000380782

0,006749199

0,426569978

0,00038

0,00674

0,42657

Tabela 6 Erros diretos sobre a velocidade da esfera menor, em (kg), (m) e (rad) respectivamente, nos dez (10) lançamento s , e por fim, em vermelho, o erro médio direto sobre o “ Ve .

Erros Diretos com a Velocidade Inicial Esfera Média

Massa

Massa

Massa

0,000357295

0,006412189

0,3645665

0,00039292

0,007051527

0,3642743

0,00039292

0,007051527

0,3642743

0,00039292

0,007051527

0,3642743

0,000375111

0,006731922

0,3644239

0,00039292

0,007051527

0,3642743

0,00039292

0,007051527

0,3642743

0,000375111

0,006731922

0,3644239

0,000375111

0,006731922

0,3644239

0,00039292

0,007051527

0,3642743

0,00039

0,00705

0,36427

Tabela 7 Erros diretos sobre a velocidade da esfera média, em (kg), (m) e (rad) respectivamente, nos dez (10) lançamento s, e por fim, em vermelho, o erro médio direto sobre o “Ve ”.

Erros Diretos com a Velocidade Inicial Esfera Maior

Massa

Comprimento

Angulo

0,000366554

0,006819186

0,25764734

0,000366554

0,006819186

0,25764734

0,000366554

0,006819186

0,25764734

0,000366554

0,006819186

0,25764734

0,000366554

0,006819186

0,25764734

0,000366554

0,006819186

0,25764734

0,000354402

0,006593115

0,25779289

0,000366554

0,006819186

0,25764734

0,000378699

0,007045127

0,25749688

0,000390837

0,007270933

0,25734152

0,00036

0,00682

0,25765

Tabela 8 Erros diretos sobre a velocidade da esfera menor, em (kg), (m) e (rad) respectivamente, nos dez (10) lançamento s, e por fim, em vermelho, o erro médio direto sobre o “ Ve ”.

Por conseguinte, para verificarmos a conservação do momento linear e seu erro, utilizamos, respectivamente, a Equação 3 e a Equação 7 , para antes e depois do lançamento com o propósito de sabermos a quantidade de movimento inicial e final do sistema.

Quantidade de Movimento Inicial

Esfera Menor: 0,05294 kg. m/s² 0,00017 kg. m/s²

Esfera Média: 0,06548 kg. m/s² 0,00015 kg. m/s²

Esfera Maior: 0,09243 kg. m/s² 0,00009 kg. m/s²

Quantidade de Movimento Final

Esfera Menor: 0,05294 kg. m/s² 0,00017 kg. m/s²

Esfera Média: 0,06548 kg. m/s² 0,00015 kg. m/s²

Esfera Maior: 0,09243 kg. m/s² 0,00009 kg. m/s²

6. ANÁLISE E CONCLUSÕES

Este experimento verificou a conservação do momento linear por meio pêndulo balístico, a fim de descobrirmos a quantidade de movimento antes de depois da colisão de projéteis a um pêndulo suspenso.

Através dos dados coletados no experimento determinou-se que quantidade de movimento antes e depois, com os respectivos erros, para a esfera menor é de 0,05294 kg. m/s² 0,00017 kg. m/s², para a esfera média é de 0,06548 kg. m/s² 0,00015 kg. m/s² e por fim a esfera maior é de 0,09243 kg. m/s² 0,00009 kg. m/s².

Para a demonstração dos valores da quantidade de movimento, usaram-se quatro algarismos significativos, já que usamos a medida do produto da massa pela velocidade, que posteriormente foi convertido os valores na escala do SI (Sistema Internacional), a fim de apresentar um valor mais exato, para que também seja condizente com a quantidade de casa decimais de seus respectivos erros.

Entre os possíveis erros cometidos durante a execução do experimento estão os erros paralaxe, como na observação do ângulo e do comprimento da haste; como também o erro devido à má calibração do equipamento, já que no pendulo balístico necessita de pequenos ajustes antes da execução do experimento.

Nos gráficos dos erros diretos sobre a velocidade, notou-se que o ângulo foi o que propiciou os erros mais consideráveis entre as três esferas, tal qual, analisando cada esfera separadamente, notamos que a esfera maior, que formou o maior ângulo maior entre eles, obteve o menor erro tanto na velocidade como na quantidade de movimento (aproximadamente 6,8%). Assim, verificamos que quanto maior o ângulo formado, menor o erro. Portanto, por limitação do aparelho, não pudemos utilizar esferas maiores para aprimorar os resultados, já que as mesmas não adentrariam no orifício do bloco.

Concluiu-se que o experimento realizado correspondeu às expectativas, pois foi possível analisar a conservação do momento linear do sistema antes e depois do impacto de projéteis a um bloco suspenso no equipamento do Pêndulo Balístico.

7. BIBLIOGRAFIA

[1] FARIAS, Adão Reinaldo. Física e Química no Cotidiano Quantidade de Movimento:

Um Pouco da História. Disponível em: < http://adaoreinaldo.blogspot.com.br/2010/04/ quantidade-de-movimento-um-pouco-da.html >. Acesso em: 12/06/2015 às 20h50min.

[2] PONCZEK, Roberto Leon, Et al. UEFS - A Evolução Histórica dos Conceitos de Energia e

Quantidade de Movimento. Disponível em: < http://dfis.uefs.br/caderno/vol9n12/Patrick Ponczek.pdf>. Acesso em 12/06/2015 às 21h10 min.

[3] BIANCHI, Isabel. UFSC - Pêndulo Balístico. Disponível em: <http://periódicos.ufsc.br/ index.php/fisica/article/viewFile/9903/9238>. Acesso em: 12/06/2015 às 21h15min.

[4] ALMEIDA, Frederico Borges de. Física - Pêndulo Balístico. Disponível em:

<www.mundoeducação.com/fisica/pendulo-balistico.htm>. Acesso em: 12/06/2015 às

21h30min.

[5] CRUZ, Prof. Dr. Carlos Henrique de Brito, Et al. Instituto de Física Unicamp Guia para Física Experimental: Caderno de Laboratório, Gráficos e Erros. Disponível em:

<http://www.ifi.unicamp.br/~brito/graferr.pdf>. Acesso em 13/06/2015 às 14h45 min.

[6] TIPLER, Paul A. e MOSCA, Gene. Física para Cientistas e Engenheiros: Volume I Mecânica, Oscilações e Ondas, Termodinâmica. 6ª Edição. Rio de Janeiro, RJ: LTC Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2009.

[7] HALLIDAY, David. Física I. 4ª Edição. Rio de Janeiro, RJ: LTC Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1996.