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05/07 – Prova e entrega do relatório Prova – Tratamentos térmicos + FoFo e inox

05/07 – Prova e entrega do relatório

05/07 – Prova e entrega do relatório Prova – Tratamentos térmicos + FoFo e inox +

Prova – Tratamentos térmicos + FoFo e inox + prática

Prova – Tratamentos térmicos + FoFo e inox + prática 7/06 – Aula teórica e 14

7/06 – Aula teóricae entrega do relatório Prova – Tratamentos térmicos + FoFo e inox + prática e 14

e 14 – Práticado relatório Prova – Tratamentos térmicos + FoFo e inox + prática 7/06 – Aula teórica

e 28 – Práticado relatório Prova – Tratamentos térmicos + FoFo e inox + prática 7/06 – Aula teórica

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Prova – Tratamentos térmicos + FoFo e inox + prática 7/06 – Aula teórica e 14
Tratamentos térmicos Prof. Marcos M. Shimano
Tratamentos térmicos Prof. Marcos M. Shimano
Tratamentos térmicos Prof. Marcos M. Shimano
Tratamentos térmicos Prof. Marcos M. Shimano
Tratamentos térmicos Prof. Marcos M. Shimano

Tratamentos térmicos

Prof. Marcos M. Shimano

  TRATAMENTOS TÉRMICOS Quais os objetivos do tratamento térmico? - Remoção de tensões internas -
 

TRATAMENTOS TÉRMICOS

Quais os objetivos do tratamento térmico?

Quais os objetivos do tratamento térmico?

-

Remoção de tensões internas

- Aumento ou diminuição da dureza - Aumento da resistência mecânica

- Melhora da ductilidade

- Melhora da usinabilidade

- Melhora da resistência ao desgaste

- Melhora da resistência à corrosão

- Melhora da resistência ao calor

- Melhora das propriedades elétricas e magnéticas

TRATAMENTOS TÉRMICOS O TRATAMENTO TÉRMICO ESTÁ ASSOCIADO DIRETAMENTE COM O TIPO DE MATERIAL. PORTANTO DEVE
TRATAMENTOS TÉRMICOS
O TRATAMENTO TÉRMICO ESTÁ ASSOCIADO
DIRETAMENTE COM O TIPO DE MATERIAL.
PORTANTO DEVE SER ESCOLHIDO DESDE O INÍCIO
DO PROJETO
,
TRATAMENTOS TÉRMICOS Quais fatores devem ser analisados? Equipamentos, ferramentas e dispositivos disponíveis;

TRATAMENTOS TÉRMICOS

Quais fatores devem ser analisados?TRATAMENTOS TÉRMICOS Equipamentos, ferramentas e dispositivos disponíveis; Tipo de liga que está sendo utilizada; Forma

Equipamentos, ferramentas e dispositivos disponíveis;TRATAMENTOS TÉRMICOS Quais fatores devem ser analisados? Tipo de liga que está sendo utilizada; Forma e

Tipo de liga que está sendo utilizada;Equipamentos, ferramentas e dispositivos disponíveis; Forma e dimensões das peças; Condições de resfriamento;

Forma e dimensões das peças;disponíveis; Tipo de liga que está sendo utilizada; Condições de resfriamento; Condições de aquecimento;

Condições de resfriamento;que está sendo utilizada; Forma e dimensões das peças; Condições de aquecimento; Necessidade de usinagem após

Condições de aquecimento;Forma e dimensões das peças; Condições de resfriamento; Necessidade de usinagem após tratamento; Etc. Alterações

Necessidade de usinagem após tratamento;sendo utilizada; Forma e dimensões das peças; Condições de resfriamento; Condições de aquecimento; Etc. Alterações

Etc.peças; Condições de resfriamento; Condições de aquecimento; Necessidade de usinagem após tratamento; Alterações

Alteraçõesdas peças; Condições de resfriamento; Condições de aquecimento; Necessidade de usinagem após tratamento; Etc.

Modificar a forma da peça; Alterar a composição da liga; Outro tipo de resfriamento; Etc.
Alterar a composição da liga; Modificar a forma da peça; Outro tipo de resfriamento; Etc.
Outro tipo de resfriamento; Modificar a forma da peça; Alterar a composição da liga; Etc.
Etc.Modificar a forma da peça; Alterar a composição da liga; Outro tipo de resfriamento;

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Aquecimento; Tempo de permanência à temperatura; Atmosfera; Resfriamento.

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T.

Aquecimento;FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Tempo de permanência à temperatura; Atmosfera; Resfriamento.

Tempo de permanência à temperatura;FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Aquecimento; Atmosfera; Resfriamento.

Atmosfera;FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Aquecimento; Tempo de permanência à temperatura; Resfriamento.

Resfriamento.FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Aquecimento; Tempo de permanência à temperatura; Atmosfera;

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Aquecimento; Velocidade de aquecimento; Tensões internas; Crescimento dos

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T.

Aquecimento;FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Velocidade de aquecimento; Tensões internas; Crescimento dos grãos; Temperatura

Velocidade de aquecimento; Tensões internas;FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Aquecimento; Crescimento dos grãos; Temperatura máxima; Tipo de tratamento térmico;

Velocidade de aquecimento; Tensões internas;
Crescimento dos grãos; Temperatura máxima; Tipo de tratamento térmico; Maior a temperatura; Dissolução completa do

Crescimento dos grãos;

Temperatura máxima; Tipo de tratamento térmico; Maior a temperatura; Dissolução completa do carboneto de ferro ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão.Crescimento dos grãos;

Dissolução completa do carboneto de ferro ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão.
Dissolução completa do carboneto de ferro ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão.
Dissolução completa do carboneto de ferro ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão.
Dissolução completa do carboneto de ferro ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão.
Dissolução completa do carboneto de ferro ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão.
FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Tempo de permanência à temperatura; Maior o tempo; Dissolução completa

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T.

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Tempo de permanência à temperatura; Maior o tempo; Dissolução completa do

Tempo de permanência à temperatura;

INFLUENCIAM NOS T.T. Tempo de permanência à temperatura; Maior o tempo; Dissolução completa do carboneto de

Maior o tempo; Dissolução completa do carboneto de ferro ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão; Maior oxidação ou descarbonetização do material.

ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão; Maior oxidação ou descarbonetização do material.
ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão; Maior oxidação ou descarbonetização do material.
ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão; Maior oxidação ou descarbonetização do material.
ou outras ligas; Austenitização completa; Maior o tamanho do grão; Maior oxidação ou descarbonetização do material.
FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Atmosfera; Evitar: Oxidação; Descarbonetização; Uso de ambiente controlado; Evita

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T.

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Atmosfera; Evitar: Oxidação; Descarbonetização; Uso de ambiente controlado; Evita

Atmosfera;

Evitar:FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Atmosfera; Oxidação; Descarbonetização; Uso de ambiente controlado; Evita processos

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Atmosfera; Evitar: Oxidação; Descarbonetização; Uso de ambiente controlado; Evita

Oxidação;

Descarbonetização;QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Atmosfera; Evitar: Oxidação; Uso de ambiente controlado; Evita processos de limpeza;

Uso de ambiente controlado; Evita processos de limpeza; Evita o amolecimento da superfície;FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Atmosfera; Evitar: Oxidação; Descarbonetização;

Descarbonetização; Uso de ambiente controlado; Evita processos de limpeza; Evita o amolecimento da superfície;
Descarbonetização; Uso de ambiente controlado; Evita processos de limpeza; Evita o amolecimento da superfície;
FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Resfriamento; Fator mais importante; Depende do material e das microestruturas

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T.

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Resfriamento; Fator mais importante; Depende do material e das microestruturas desejadas;

Resfriamento;

Fator mais importante;FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Resfriamento; Depende do material e das microestruturas desejadas; Meios de resfriamento:

Depende do material e das microestruturas desejadas;INFLUENCIAM NOS T.T. Resfriamento; Fator mais importante; Meios de resfriamento:   AmbienteAmbiente dodo

Meios de resfriamento:Depende do material e das microestruturas desejadas;   AmbienteAmbiente dodo fornoforno (+(+

AmbienteAmbiente dodo fornoforno (+(+ brandobrando);); ArAr;;  BanhoBanho dede saissais ouou metalmetal fundidofundido (+(+ comumcomum éé oo dede PbPb););  ÓleoÓleo;;  ÁguaÁgua;; SoluçõesSoluções aquosasaquosas dede NaOHNaOH,, NaNa 22 COCO 33 ouou NaClNaCl (+(+ severosseveros).).

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Como escolher o meio de resfriamento: -- EstruturaEstrutura disponíveldisponível;; --

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T.

FATORES QUE INFLUENCIAM NOS T.T. Como escolher o meio de resfriamento: -- EstruturaEstrutura disponíveldisponível;; --

Como escolher o meio de resfriamento:

-- EstruturaEstrutura disponíveldisponível;;

-- TipoTipo dede material;material;

-- CaracterísticasCaracterísticas finaisfinais desejadasdesejadas ((microestruturasmicroestruturas ee propriedadespropriedades););

-- SemSem oo aparecimentoaparecimento dede fissurasfissuras ee empenamentoempenamento nana peçapeça;;

-- SemSem aa geraçãogeração dede grandegrande concentraçãoconcentração dede tensões.tensões.

TRATAMENTOS TÉRMICOS RECOZIMENTO Remover tensões devidas aos tratamentos mecânicos; Diminuir a dureza para melhorar
TRATAMENTOS TÉRMICOS
RECOZIMENTO
Remover tensões devidas aos tratamentos mecânicos;
Diminuir a dureza para melhorar a usinabilidade do aço;
Alterar as propriedades mecânicas;
Ajustar o tamanho do grão;
Definir melhor a microestrutura;
Eliminar os efeitos de quaisquer tratamento térmico ou
mecânicos.
TRATAMENTOS TÉRMICOS • Recozimento para alívio de tensões (qualquer liga metálica); • Recozimento para

TRATAMENTOS TÉRMICOS

Recozimento para alívio de tensões (qualquer liga metálica);

Recozimento para recristalização (qualquer liga metálica);

Recozimento para homogeneização (para peças fundidas);

Recozimento total ou pleno (aços);

Recozimento isotérmico ou cíclico (aços);

RECOZIMENTO PARA ALÍVIO DE TENSÕES   ObjetivoObjetivo Remoção de tensões internas originadas de

RECOZIMENTO PARA ALÍVIO DE TENSÕES

ObjetivoObjetivo

Remoção de tensões internas originadas de processos

(tratamentos mecânicos, soldagem, corte, …)

 TemperaturaTemperatura

Não deve ocorrer nenhuma transformação de fase

ResfriamentoResfriamento

Deve-se evitar velocidades muito altas devido ao risco de

distorções

RECOZIMENTO PARA RECRISTALIZAÇÃO  ObjetivoObjetivo Elimina o encruamento gerado pela deformação à frio 

RECOZIMENTO PARA RECRISTALIZAÇÃO

 ObjetivoObjetivo

Elimina o encruamento gerado pela deformação à frio

TemperaturaTemperatura

Não deve ocorrer nenhuma transformação de fase

ResfriamentoResfriamento

Lento (ao ar ou ao forno)

RECOZIMENTO PARA RECRISTALIZAÇÃO
RECOZIMENTO PARA RECRISTALIZAÇÃO
RECOZIMENTO PARA
RECRISTALIZAÇÃO
RECOZIMENTO PARA HOMOGENEIZAÇÃO   ObjetivoObjetivo Melhorar a homogeneidade da microestrutura de peças

RECOZIMENTO PARA HOMOGENEIZAÇÃO

ObjetivoObjetivo

Melhorar a homogeneidade da microestrutura de peças

fundidas

TemperaturaTemperatura

Não deve ocorrer nenhuma transformação de fase

 ResfriamentoResfriamento

Lento (ao ar ou ao forno)

RECOZIMENTO TOTAL OU PLENO Austenitizar e resfriar lentamente;

RECOZIMENTO TOTAL OU PLENO

RECOZIMENTO TOTAL OU PLENO Austenitizar e resfriar lentamente;

Austenitizar e resfriar lentamente;

RECOZIMENTO TOTAL OU PLENO Austenitizar e resfriar lentamente;
RECOZIMENTO TOTAL OU PLENO  ConstituintesConstituintes EstruturaisEstruturais resultantesresultantes

RECOZIMENTO TOTAL OU PLENO

 ConstituintesConstituintes EstruturaisEstruturais resultantesresultantes

HipoeutetóideHipoeutetóide ferritaferrita ++ perlitaperlita grosseiragrosseira

EutetóideEutetóide  perlitaperlita grosseiragrosseira

HipereutetóideHipereutetóide cementitacementita ++ perlitaperlita grosseiragrosseira

** A pelita grosseira é ideal para melhorar a usinabilidade

dos aços baixo e médio carbono

* Para melhorar a usinabilidade dos aços alto carbono

recomenda-se a esferoidização.

RECOZIMENTO ISOTÉRMICO OU CÍCLICO •A diferença do recozimento pleno está no resfriamento que é bem

RECOZIMENTO ISOTÉRMICO OU CÍCLICO

•A diferença do recozimento pleno está no resfriamento que é bem mais rápido, tornando-o mais prático e mais econômico,

•Permite obter estrutura final + homogênea

•Não é aplicável para peças de grande volume porque é difícil de baixar a temperatura do núcleo da mesma

•Esse tratamento é geralmente executado em banho de sais

é difícil de baixar a temperatura do núcleo da mesma •Esse tratamento é geralmente executado em
ESFEROIDIZAÇÃO Objetivo Produção de uma estrutura globular ou esferoidal de carbonetos no aço  melhora

ESFEROIDIZAÇÃO

Objetivo Produção de uma estrutura globular ou esferoidal de carbonetos no aço

uma estrutura globular ou esferoidal de carbonetos no aço  melhora a usinabilidade, especialmente dos aços

melhora a usinabilidade, especialmente dos aços de alto carbono facilita a deformação a frio

ESFEROIDIZAÇÃO  Aquecimento a uma temperatura logo acima da linha inferior eutetóide e resfriamento muito
ESFEROIDIZAÇÃO  Aquecimento a uma temperatura logo acima da linha inferior eutetóide e resfriamento muito
ESFEROIDIZAÇÃO  Aquecimento a uma temperatura logo acima da linha inferior eutetóide e resfriamento muito

ESFEROIDIZAÇÃO

ESFEROIDIZAÇÃO
ESFEROIDIZAÇÃO  Aquecimento a uma temperatura logo acima da linha inferior eutetóide e resfriamento muito lento;

Aquecimento a uma temperatura logo acima da linha inferior eutetóide e resfriamento muito lento;

Aquecimento prolongado a uma temperatura logo abaixo da linha eutetóide;

Aquecimento e resfriamento alternados entre temperaturas que estão logo acima e logo abaixo da linha eutetóide;

NORMALIZAÇÃO Resfriamento ao ar; Homogeneização da estrutura após forjamento; Melhoria da usinabilidade; R fi d

NORMALIZAÇÃO

Resfriamento ao ar;NORMALIZAÇÃO Homogeneização da estrutura após forjamento; Melhoria da usinabilidade; R fi d t t e no

Homogeneização da estruturaNORMALIZAÇÃO Resfriamento ao ar; após forjamento; Melhoria da usinabilidade; R fi d t t e no

após forjamento;

Melhoria da usinabilidade;ao ar; Homogeneização da estrutura após forjamento; R fi d t t e no as es

da estrutura após forjamento; Melhoria da usinabilidade; R fi d t t e no as es

da estrutura após forjamento; Melhoria da usinabilidade; R fi d t t e no as es

R

fi

d

t

t

e

no

as es ru uras (peças

fundidas);

Aços ligados que temperamusinabilidade; R fi d t t e no as es ru uras (peças fundidas); ao ar

ao ar não são normalizados;

Pode ser obtida a bainita.usinabilidade; R fi d t t e no as es ru uras (peças fundidas); Aços ligados

RECOZIMENTO X NORMALIZAÇÃO

RECOZIMENTO X NORMALIZAÇÃO

RECOZIMENTO X NORMALIZAÇÃO
TÊMPERA

TÊMPERA

TÊMPERA
TÊMPERA Meios de resfriamento Capacidade de extração de calor; Depende da composição química do material

TÊMPERA

Meios de resfriamentoTÊMPERA Capacidade de extração de calor; Depende da composição química do material e da espessura da

Capacidade de extração de calor; Depende da composição química do material e da espessura da peça;

composição química do material e da espessura da peça; água (pura, com adição de sal ou
composição química do material e da espessura da peça; água (pura, com adição de sal ou

água (pura, com adição de sal ou polímeros);de extração de calor; Depende da composição química do material e da espessura da peça; óleo;

óleo;química do material e da espessura da peça; água (pura, com adição de sal ou polímeros);

Ar;química do material e da espessura da peça; água (pura, com adição de sal ou polímeros);

Gasosos (caros).da composição química do material e da espessura da peça; água (pura, com adição de sal

TÊMPERA Adição de alguns sais (elimina esta fase); Agitação. Formação de bolhas (aumento da taxa
TÊMPERA Adição de alguns sais (elimina esta fase); Agitação. Formação de bolhas (aumento da taxa
TÊMPERA
Adição de alguns sais (elimina esta fase);
Agitação.
Formação de bolhas (aumento da taxa de resfriamento)
Agitação importante;
Pontos moles.

Problemas no resfriamento; Empenamento; Resfriamento + lento no centro da peça; Formação de um filme contínuo de vapor sobre a peça (taxa de resfriamento lento);

TÊMPERA + REVENIMENTO Aquecer até uma temperatura abaixo da eutetóide, após a têmpera, e mantendo

TÊMPERA + REVENIMENTO

Aquecer até uma temperatura abaixo da eutetóide, após a têmpera, e mantendo por tempo suficiente para obtenção das propriedades desejadas;TÊMPERA + REVENIMENTO Alívio de tensões da têmpera;

Alívio de tensões da têmpera;abaixo da eutetóide, após a têmpera, e mantendo por tempo suficiente para obtenção das propriedades desejadas;

a têmpera, e mantendo por tempo suficiente para obtenção das propriedades desejadas; Alívio de tensões da
TÊMPERA + REVENIMENTO Diminuição da dureza é muito maior nas primeiras 2h.

TÊMPERA + REVENIMENTO

Diminuição da dureza é muito maior nas primeiras 2h.

TÊMPERA + REVENIMENTO Diminuição da dureza é muito maior nas primeiras 2h.
TÊMPERA + REVENIMENTO Diminuição da dureza é muito maior nas primeiras 2h.
TÊMPERA + REVENIMENTO 150- 230°C  os carbonetos começam a precipitar Estrutura: martensita revenida Dureza:

TÊMPERA + REVENIMENTO

150- 230°Cos carbonetos começam a precipitar Estrutura: martensita revenida

Dureza: 65 RC 60-63 RC

230-400°Cos carbonetos continuam a precipitar em forma globular (invisível ao microscópio) Estrutura: TROOSTITA

Dureza: 62 RC 50 RC

TÊMPERA + REVENIMENTO 400- 500°C  os carbonetos crescem em glóbulos, visíveis ao microscópio Estrutura:

TÊMPERA + REVENIMENTO

400- 500°Cos carbonetos crescem em glóbulos, visíveis ao microscópio Estrutura: SORBITA

Dureza: 20-45 RC

650-738°Cos carbonetos formam partículas globulares Estrutura: ESFEROIDITA

Dureza: <20 RC

FRAGILIDADE DE REVENIDO • Ocorre em determinados tipos de aços quando aquecidos na faixa de

FRAGILIDADE DE REVENIDO

• Ocorre em determinados tipos de aços quando aquecidos na faixa de temperatura entre 375-575 °C ou quando resfriados lentamente passando por esta faixa.

• A fragilidade ocorre mais rapidamente na faixa

de 450-475 °C

• A fragilidade só é revelada no ensaio de impacto, não há alteração na microestrutura nem nas outras propriedades mecânicas.

FRAGILIDADE DE REVENIDO • Aços-liga de baixo teor de liga (impurezas); • Aços que contém

FRAGILIDADE DE REVENIDO

• Aços-liga de baixo teor de liga (impurezas);

• Aços que contém apreciáveis quantidades de Mn, Ni, Cr, Sb, P;

• Aços ao Cr-Ni são os mais suceptíveis ao fenômeno

TRATAMENTOS TÉRMICOS MARTÊMPERA Visa diminuir parcialmente o problema das tensões na têmpera;

TRATAMENTOS TÉRMICOS

MARTÊMPERATRATAMENTOS TÉRMICOS Visa diminuir parcialmente o problema das tensões na têmpera;

Visa diminuir parcialmente o problema das tensões na têmpera;TRATAMENTOS TÉRMICOS MARTÊMPERA

TRATAMENTOS TÉRMICOS MARTÊMPERA Visa diminuir parcialmente o problema das tensões na têmpera;
TRATAMENTOS TÉRMICOS MARTÊMPERA Visa diminuir parcialmente o problema das tensões na têmpera;
MARTÊMPERA Duas etapas: 1- Resfriamento a partir da temperatura de austenitização para uma temperatura acima

MARTÊMPERA

Duas etapas:

1- Resfriamento a partir da temperatura de austenitização para uma temperatura acima da temperatura de início da transformação martensítica (Mi). Este resfriamento é realizado em óleos próprios para o tratamento de martêmpera (óleos de baixa viscosidade e elevado ponto de fulgor).

(óleos de baixa viscosidade e elevado ponto de fulgor). 2- Após a permanência para homogeneização das

2- Após a permanência para homogeneização das temperaturas da superfície e do núcleo do componente, os componentes são retirados do óleo de martêmpera e resfriados ao ar, sofrendo a transformação martensítica neste resfriamento.

MARTÊMPERA Martêmpera modificada. É realizada em óleos de têmpera convencionais aquecidos, como estes óleos não

MARTÊMPERA

Martêmpera modificada.

É realizada em óleos de têmpera convencionais aquecidos, como estes óleos não podem ser aquecidos em temperaturas muito elevadas, parte da transformação martensítica ocorre no primeiro resfriamento, gerando tensões internas em níveis superiores aos presentes no processo de martêmpera.

ocorre no primeiro resfriamento, gerando tensões internas em níveis superiores aos presentes no processo de martêmpera.
TRATAMENTOS TÉRMICOS AUSTÊMPERA Resfriamento rápido; Transformação da austenita em bainita; Obter produtos com alta

TRATAMENTOS TÉRMICOS

AUSTÊMPERA Resfriamento rápido; Transformação da austenita em bainita;

rápido; Transformação da austenita em bainita; Obter produtos com alta ductilidade e resistência ao
rápido; Transformação da austenita em bainita; Obter produtos com alta ductilidade e resistência ao
rápido; Transformação da austenita em bainita; Obter produtos com alta ductilidade e resistência ao
rápido; Transformação da austenita em bainita; Obter produtos com alta ductilidade e resistência ao

Obter produtos com alta ductilidade e resistência ao impacto, sem perder muita dureza.

em bainita; Obter produtos com alta ductilidade e resistência ao impacto, sem perder muita dureza. Banho
em bainita; Obter produtos com alta ductilidade e resistência ao impacto, sem perder muita dureza. Banho

Banho de chumbo.

AUSTÊMPERA

AUSTÊMPERA

AUSTÊMPERA
AUSTÊMPERA Objetivos: Aumento da ductilidade Aumento de dureza associada à tenacidade Aumento da resistência ao

AUSTÊMPERA

Objetivos:

Aumento da ductilidade Aumento de dureza associada à tenacidade Aumento da resistência ao impacto Reduz a ocorrência de trincas Melhora estabilidade dimensional

Microestrutura obtida:

Bainita superior para tratamentos a temperaturas mais altas (dureza entre 40 a 45 HRC); Bainita inferior para tratamentos a temperaturas mais baixas (dureza entre 50 a 60 HRC);

Resfriamento:

Banho de sal fundido mantido em temperatura controlada; Banho de chumbo derretido;

TRATAMENTOS TÉRMICOS SAE 1095

TRATAMENTOS TÉRMICOS

TRATAMENTOS TÉRMICOS SAE 1095

SAE 1095

TRATAMENTOS TÉRMICOS SAE 1095
TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por chamas;

TÊMPERA SUPERFICIAL

Aquecimento e resfriamento rápido da superfície;TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento por chamas;

Aquecimento por chamas;TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície;

TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por chamas;
TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por chamas;
TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por indução;

TÊMPERA SUPERFICIAL

Aquecimento e resfriamento rápido da superfície;TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento por indução;

Aquecimento por indução;TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície;

TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por indução;
TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por indução;
TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por indução;
TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por indução;
TÊMPERA SUPERFICIAL Aquecimento e resfriamento rápido da superfície; Aquecimento por indução;
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Profundidade de endurecimento; Não se refere à máxima dureza que se pode

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE

Profundidade de endurecimento; Não se refere à máxima dureza que se pode obter num aço (teor de carbono); Depende dos elementos de liga e do tamanho do grão da austenita; Medida da temperabilidade:

elementos de liga e do tamanho do grão da austenita; Medida da temperabilidade: Método de Grossmann;
elementos de liga e do tamanho do grão da austenita; Medida da temperabilidade: Método de Grossmann;
elementos de liga e do tamanho do grão da austenita; Medida da temperabilidade: Método de Grossmann;
elementos de liga e do tamanho do grão da austenita; Medida da temperabilidade: Método de Grossmann;

Método de Grossmann;carbono); Depende dos elementos de liga e do tamanho do grão da austenita; Medida da temperabilidade:

Método de Jominy.Depende dos elementos de liga e do tamanho do grão da austenita; Medida da temperabilidade: Método

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Grossmann.

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Grossmann.

Método de Grossmann.

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Grossmann.
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Jominy.

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Jominy.

Método de Jominy.

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Jominy.
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Jominy.
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Jominy.

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Jominy.

Método de Jominy.

TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Método de Jominy.
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE Níquel-Molibdênio
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE
TEMPERABILIDADE ou ENDURECIBILIDADE

Níquel-Molibdênio

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS Adição por difusão, de elementos químicos na superfície do aço; Aumentar a dureza

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS

Adição por difusão, de elementos químicos na superfície do aço; Aumentar a dureza e a resistência do desgaste da superfície ao mesmo tempo que o núcleo se mantém dúctil; Pode ser usado para aumentar a resistência à fadiga, à corrosão, etc. Fatores que influenciam no controle do processo:

Pode ser usado para aumentar a resistência à fadiga, à corrosão, etc. Fatores que influenciam no
Pode ser usado para aumentar a resistência à fadiga, à corrosão, etc. Fatores que influenciam no
Pode ser usado para aumentar a resistência à fadiga, à corrosão, etc. Fatores que influenciam no
Pode ser usado para aumentar a resistência à fadiga, à corrosão, etc. Fatores que influenciam no

Potencial do meio em que a peça será imersa;etc. Fatores que influenciam no controle do processo: Capacidade da peça de absorver o elemento químico;

Capacidade da peça de absorver o elemento químico;do processo: Potencial do meio em que a peça será imersa; Temperatura de aquecimento; Tempo de

Temperatura de aquecimento;do meio em que a peça será imersa; Capacidade da peça de absorver o elemento químico;

Tempo de permanência no meio.do meio em que a peça será imersa; Capacidade da peça de absorver o elemento químico;

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO Introdução de carbono na superfície do aço; Aço com baixo carbono

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS

CEMENTAÇÃOTRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS Introdução de carbono na superfície do aço; Aço com baixo carbono (<0,3%);

Introdução de carbono na superfície do aço;TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO Aço com baixo carbono (<0,3%); Aquecimento entre 850°C e 950°C; Após a

Aço com baixo carbono (<0,3%);CEMENTAÇÃO Introdução de carbono na superfície do aço; Aquecimento entre 850°C e 950°C; Após a cementação

Aquecimento entre 850°C e 950°C;na superfície do aço; Aço com baixo carbono (<0,3%); Após a cementação as dimensões e tolerâncias

Após a cementação as dimensões e tolerâncias somente poderão ser corrigidas por retificação;

as dimensões e tolerâncias somente poderão ser corrigidas por retificação; Têmpera após a cementação.
as dimensões e tolerâncias somente poderão ser corrigidas por retificação; Têmpera após a cementação.

Têmpera após a cementação.850°C e 950°C; Após a cementação as dimensões e tolerâncias somente poderão ser corrigidas por retificação;

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS Cementação sólida Carvão + catalizador (carboneto de bário) + óleo ligante; Vantagens

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS

Cementação sólidaTRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS Carvão + catalizador (carboneto de bário) + óleo ligante; Vantagens Pode ser usado em

Carvão + catalizador (carboneto de bário) + óleo ligante;TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS Cementação sólida Vantagens Pode ser usado em grandes variedades de fornos (atmosfera

VantagensCarvão + catalizador (carboneto de bário) + óleo ligante; Pode ser usado em grandes variedades de

Pode ser usado em grandes variedades de fornos (atmosfera própria); Exige menor experiência do operador; Diminui a tendência ao empenamento (a peça fica apoiada); Ideal para peças que precisam de resfriamento lento após a cementação;

ao empenamento (a peça fica apoiada); Ideal para peças que precisam de resfriamento lento após a
ao empenamento (a peça fica apoiada); Ideal para peças que precisam de resfriamento lento após a
ao empenamento (a peça fica apoiada); Ideal para peças que precisam de resfriamento lento após a
ao empenamento (a peça fica apoiada); Ideal para peças que precisam de resfriamento lento após a
ao empenamento (a peça fica apoiada); Ideal para peças que precisam de resfriamento lento após a
  TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO   Cementação sólida Desvantagens   Pouco
 

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS

CEMENTAÇÃO 

 

Cementação sólida  TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO   Desvantagens   Pouco controle da profundidade da camada; É

DesvantagensTÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO   Cementação sólida   Pouco controle da profundidade da camada; É mais

 

Pouco controle da profundidade da camada; É mais lenta que os outros processos de cementação (aquecer e resfriar a peça e a caixa); Não é adequado para têmpera direta;

que os outros processos de cementação (aquecer e resfriar a peça e a caixa); Não é
que os outros processos de cementação (aquecer e resfriar a peça e a caixa); Não é
que os outros processos de cementação (aquecer e resfriar a peça e a caixa); Não é

Não é tão limpo em relação aos outros métodos;

Não é tão limpo em relação aos outros métodos;

A profundidade varia entre 0,6mmpara têmpera direta; Não é tão limpo em relação aos outros métodos; e 6,9mm depende da

e

6,9mm depende da temperatura

e

tempo.

relação aos outros métodos; A profundidade varia entre 0,6mm e 6,9mm depende da temperatura e tempo.
TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO Cementação gasosa Colocar a peça em um forno com atmosfera controlada;
TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS
CEMENTAÇÃO
Cementação gasosa
Colocar a peça em um forno com atmosfera controlada;
Gás natural (80 a 90% de CH4 e 10 a 20% de C2H6), propano,
butano e também o álcool etílico volatizado;
Utilização de um gás veículo para diluir e manter uma
pressão positiva no forno;
Profundidade da camada cementada varia de 0,5 a 2,0mm;
TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO Cementação gasosa Vantagens Processo mais limpo que a sólida; Melhor
TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS
CEMENTAÇÃO
Cementação gasosa
Vantagens
Processo mais limpo que a sólida;
Melhor controle do teor de carbono e da espessura da camada;
Processo rápido e para produção contínua;
Mistura carburante fica bem definida
e estável;
Possibilita a têmpera direta.
Desvantagens
Custo alto dos equipamentos;
Mão de obra especializada.
TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO Cementação líquida Manter o aço em um banho de sal acima da

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS

CEMENTAÇÃO Cementação líquida Manter o aço em um banho de sal acima da temperatura eutetóide; A profundidade depende da composição do banho e da temperatura utilizada;

banho de sal acima da temperatura eutetóide; A profundidade depende da composição do banho e da
banho de sal acima da temperatura eutetóide; A profundidade depende da composição do banho e da
banho de sal acima da temperatura eutetóide; A profundidade depende da composição do banho e da
banho de sal acima da temperatura eutetóide; A profundidade depende da composição do banho e da
banho de sal acima da temperatura eutetóide; A profundidade depende da composição do banho e da
  TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO   Cementação líquida Vantagens   Rapidez
 

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS

CEMENTAÇÃO 

 

Cementação líquida  TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO   Vantagens   Rapidez de operação; proteção contra

VantagensTÉRMOQUÍMICOS CEMENTAÇÃO   Cementação líquida   Rapidez de operação; proteção contra oxidação;

 

Rapidez de operação; 

proteção contra oxidação;líquida Vantagens   Rapidez de operação; Facilidade de colocação de peças Maior controle da

Facilidade de colocação de peças  Rapidez de operação; proteção contra oxidação; Maior controle da profundidade de penetração Desvantagens

Maior controle da profundidade de penetraçãocontra oxidação; Facilidade de colocação de peças Desvantagens     Custo alto dos equipamentos;

Desvantagens 

 
 

Custo alto dos equipamentos; 

Mão de obra especializada.de peças Maior controle da profundidade de penetração Desvantagens     Custo alto dos equipamentos;

de penetração Desvantagens     Custo alto dos equipamentos; Mão de obra especializada.
TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS NITRETAÇÃO Tratamento de endurecimento superficial com a introdução de nitrogênio

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS

NITRETAÇÃO Tratamento de endurecimento superficial com a introdução de nitrogênio (formação de nitretos – alumínio ou cromo); Temperaturas de tratamento entre 500°C e 575°C; Não há necessidade de tratamento térmico posterior;

ou cromo); Temperaturas de tratamento entre 500°C e 575°C; Não há necessidade de tratamento térmico posterior;
ou cromo); Temperaturas de tratamento entre 500°C e 575°C; Não há necessidade de tratamento térmico posterior;
ou cromo); Temperaturas de tratamento entre 500°C e 575°C; Não há necessidade de tratamento térmico posterior;
ou cromo); Temperaturas de tratamento entre 500°C e 575°C; Não há necessidade de tratamento térmico posterior;
Nitretação a gás

Nitretação a gás

Amôniade tratamento térmico posterior; Nitretação a gás Difusão muito lenta (48 a 72 horas); Camada mais

Difusão muito lenta (48 a 72 horas);tratamento térmico posterior; Nitretação a gás Amônia Camada mais fina do que a cementação; A dureza

Camada mais fina do que a cementação;a gás Amônia Difusão muito lenta (48 a 72 horas); A dureza superficial é maior que

A dureza superficial é maior que a cementada;a gás Amônia Difusão muito lenta (48 a 72 horas); Camada mais fina do que a

Crescimento do material.muito lenta (48 a 72 horas); Camada mais fina do que a cementação; A dureza superficial

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS CIANETAÇÃO É comparado com a cementação líquida, mas o banho líquido apresenta maior

TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS

CIANETAÇÃO É comparado com a cementação líquida, mas o banho líquido apresenta maior porcentagem de nitrogênio.TRATAMENTOS TÉRMOQUÍMICOS IONITRETAÇÃO nitretação incandecente ou a plasma. CARBONITRETAÇÃO Forma modificada de

o banho líquido apresenta maior porcentagem de nitrogênio. IONITRETAÇÃO nitretação incandecente ou a plasma.

IONITRETAÇÃOo banho líquido apresenta maior porcentagem de nitrogênio. nitretação incandecente ou a plasma. CARBONITRETAÇÃO

nitretação incandecente ou a plasma.apresenta maior porcentagem de nitrogênio. IONITRETAÇÃO CARBONITRETAÇÃO Forma modificada de cementação a gás.

CARBONITRETAÇÃO Forma modificada de cementação a gás. Inserção de nitrogênio no gás.mas o banho líquido apresenta maior porcentagem de nitrogênio. IONITRETAÇÃO nitretação incandecente ou a plasma.

incandecente ou a plasma. CARBONITRETAÇÃO Forma modificada de cementação a gás. Inserção de nitrogênio no gás.