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Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal – TRE/DF

Manual de Legislação de Pessoal – 1ª edição/julho de 2019

Composição do Tribunal

Desembargadora Eleitoral Carmelita Brasil


Presidente

Desembargador Eleitoral Waldir Leôncio Júnior


Vice-Presidente e Corregedor Regional Eleitoral

Membros

Des. Eleitoral Souza Prudente

Des. Eleitoral Telson Ferreira

Des. Eleitoral Erich Endrillo Santos Simas

Des. Eleitoral Héctor Valverde Santanna

Desa. Eleitoral Diva Lucy De Faria Pereira

José Jairo Gomes


Procurador Regional Eleitoral

Elaboração

Secretaria de Gestão de Pessoas – SGP


Ana Célia de C. Horta Barbosa

Coordenadoria de Pessoal – COPE


Rodrigo Isoni

Seção de Legislação de Pessoal – SELEP


Carolina Gonçalves Gesta Queiroz
Isabela Andrade Santiago

Colaboração

Seção de Registros Funcionais – SEREF


José Ricardo Almeida De Britto Filho
Apresentação

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal – TRE-DF, por meio da


Seção de Legislação de Pessoal, integrante da Secretaria de Gestão de
Pessoas, apresenta o Manual de Legislação de Pessoal, versão digital.

O Manual tem por missão institucional ser instrumento estratégico de


informação aos servidores e colaboradores do TRE-DF, especialmente no
que diz respeito aos seus direitos, vantagens e deveres, bem como objetiva
promover a padronização de entendimentos e procedimentos no âmbito
da gestão de pessoas.

Este trabalho associa os mais diversos assuntos em matéria de gestão de


pessoas à Lei n. 8.112 de 1990, aos instrumentos legais e infralegais que
guardam relação com essa Lei, com destaque para os atos normativos
expedidos por este Tribunal e pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Este Manual estará em constante atualização, tendo em vista à dinâmica e


frequente atualização da legislação de pessoal.

Por fim, destaca-se que sugestões para a melhoria e desenvolvimento


deste material, assim como o apontamento de eventuais equívocos,
podem ser enviadas para o e-mail: selep@tre-df.gov.br.
Sumário
Abono de permanência 2
Adicional de qualificação 3
Adicional noturno 4
Adicional pelo exercício de atividades insalubres, perigosas ou penosas 4
Ajuda de custo 5
Aposentadoria 5
Ausência em razão de doação de sangue 12
Ausência em razão de falecimento 12
Ausência em razão do casamento 13
Auxílio alimentação 13
Auxílio funeral 14
Auxílio natalidade 15
Auxílio pré-escolar 16
Auxílio transporte 18
Avaliação de desempenho 19
Averbação de tempo de contribuição e de tempo de serviço 20
Cessão de servidor 20
Código de ética e conduta 21
Compensação 22
Consignação em folha 22
Contribuição previdenciária 22
Diárias 23
Estágio probatório 24
Exames periódicos 24
Férias 25
Feriados 25
FUNPRESP-JUD 26
Gratificação natalina 27
Horário especial 27
Imposto de renda 28
Inclusão de dependentes para atendimento na CAMS 29
Jornada de trabalho 31
Licença à gestante/paternidade/adotante 31
Licença capacitação 32
Licença para o desempenho de mandato classista e outras atividades 33
Licença para tratamento da própria saúde 34
Licença para tratar de interesses particulares 38
Licença por acidente em serviço 38
Licença por motivo de doença em pessoa da família 39
Licença-prêmio por assiduidade 40
Lotação 41
Movimentação na carreira 41
Pensão civil 42
Programa de assistência à saúde e benefícios sociais – TRE-saúde 43
Redistribuição 43
Regime de previdência complementar 44
Remoção 46
Requisição de servidores 46
Serviço extraordinário 48
Serviço voluntário 50
Substituição 50
Vacância 51
União estável 51
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Abono de permanência

O servidor público efetivo, vinculado ao Regime Próprio de Previdência Social, que


cumprir os requisitos para a concessão de determinadas modalidades de
aposentadoria voluntária, e opte por permanecer em atividade, faz jus ao abono de
permanência, em valor equivalente ao da respectiva contribuição previdenciária.

O servidor que implementou uma das regras de direito adquirido para aposentadoria
integral ou proporcional, vigentes até 31/12/2003, também tem direito ao abono de
permanência.

O abono constituirá base de cálculo para incidência do imposto de renda e será pago
até a aposentadoria compulsória (75 anos), ou até a data em que o servidor se
aposentar por outra regra, que não precisa ser aquela que ensejou a concessão do
abono de permanência.

O servidor que possuir períodos de licença-prêmio não gozados e quiser contá-los em


dobro para o recebimento do abono de permanência, deverá se manifestar expressa e
irrevogavelmente, tendo em vista que acarretará a impossibilidade de usufruto destes
interstícios ou mesmo sua indenização posterior.

Observação
O pagamento do abono de Permanência subsistirá até:
 a véspera da publicação da Aposentadoria Voluntária;
 que haja a concessão de Aposentadoria por Invalidez;
 que ocorra o adimplemento da idade limite para a concessão da Aposentadoria
Compulsória.

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 40, § 19


Emenda Constitucional n. 41/2003, art. 2º, § 5º
Emenda Constitucional n. 41/2003, art. 3º, § 1º
Emenda Constitucional n. 41/2003, art. 6º, conforme Acórdão 1.482/2012 –
TCU/Plenário
Emenda Constitucional n. 47/2005, art. 3º, conforme Acórdão 1.482/2012 –
TCU/Plenário

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215
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Adicional de qualificação

O Adicional de Qualificação é devido ao servidor efetivo do Quadro de Pessoal deste


Tribunal, na condição de optante pela remuneração do cargo efetivo, que concluir
conjunto de ações de treinamento vinculadas às áreas de interesse da Justiça Eleitoral
ou curso de pós graduação (especialização, mestrado ou doutorado), desenvolvidos
sob as metodologias presencial, semi-presencial ou à distância.

No caso de adicional decorrente de pós-graduação, incidirá sobre o vencimento básico


nos seguintes percentuais:
 12,5% doutorado;
 10% mestrado;
 7,5% especialização.
No caso de adicional decorrente de ações de treinamento, incidirá sobre o vencimento
básico no percentual de 1% para cada conjunto de ações de treinamento que totalize o
mínimo de 120 horas, sendo acumulável em até 3%, se completadas 360 horas.

Os inativos que concluíram curso de pós-graduação antes da data da aposentadoria,


também fazem jus ao Adicional de Qualificação.

São consideradas áreas de interesse da Justiça Eleitoral aquelas necessárias ao


cumprimento da missão institucional, relacionadas no art. 2° da Portaria-GP TREDF n.
150/2011.

Observação

O servidor cedido não perceberá o adicional durante o afastamento, salvo na hipótese


de cessão para órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União e da Administração
Pública direta do Poder Executivo Federal, na condição de optante pela remuneração
do cargo efetivo, caso em que deverá encaminhar as cópias autenticadas dos
documentos comprobatórios ao TREDF.

Normas aplicáveis

Lei n. 13.317/2016
Portaria Conjunta STF n. 02/2016
Resolução TSE n. 23.380-2012
Resolução MEC n. 1/2018 – Pós-Graduação
Portaria-GP TREDF n. 150/2011

Responsável: SECAP
Endereço eletrônico: secap@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4191/4255
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Adicional noturno

O serviço prestado em horário compreendido entre 22h de um dia e 5h do dia seguinte


terá o valor-hora acrescido de 25%, a título de adicional noturno.

Nesse período, a hora será considerada como de 52m30s. Em se tratando de serviço


extraordinário, o referido aumento (25%) incidirá sobre a remuneração da hora de
trabalho, acrescido dos devidos percentuais (50% ou 100%).

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 7º, IX, c/c art. 39, § 3º, com alteração da EC n. 19/1998;
Lei n.º 8.112/90, art. 75

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Adicional pelo exercício de atividades insalubres, perigosas ou


penosas

O servidor que trabalha com habitualidade em local insalubre ou em contato


permanente com substâncias tóxicas, radioativas ou com risco de vida, faz jus a um
adicional sobre o vencimento do cargo efetivo. O adicional é inacumulável.

Não há pagamento de qualquer dos adicionais quando o servidor estiver em licença


para acompanhar pessoa doente na família, por período superior a 30 dias, ou em
gozo de licença sem vencimentos.

O direito ao adicional cessa com a eliminação das condições que deram causa a sua
concessão.

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 7º, XXIII


Laudo Técnico – PA n. 16203/2006
Lei n. 8.112/1990, artigos 68 a 72

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215
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Ajuda de custo

A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor efetivo


do Quadro de Pessoal deste Tribunal que, no interesse do serviço, passar a ter
exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente.

De acordo com o Decreto 4.404/2001, o servidor regido pela 8.112/90 que no


interesse da administração tenha que mudar seu domicílio em caráter permanente,
fará jus a:

 ajuda de custo, para atender às despesas de viagem, mudança e instalação;


 transporte, preferencialmente por via aérea, inclusive para seus dependentes;
 transporte do mobiliário e bagagem, inclusive de seus dependentes.
O pedido de concessão de ajuda de custo deverá ser instruído com os documentos que
comprovem a mudança de domicílio e os gastos decorrentes.

Normas aplicáveis

Decreto n. 4.004, de 08/11/2001

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Aposentadoria

Devido às inúmeras alterações realizadas na legislação, hoje vigoram


concomitantemente várias regras, com requisitos diferenciados, para a concessão de
aposentadoria para os servidores do quadro de pessoal deste Tribunal, titulares de
cargo efetivo, de acordo com a data de ingresso no serviço público (Administração
direta, autárquica e fundacional):

1) Regras Gerais constantes do atual texto Constitucional

1.1) Aposentadoria por Invalidez - art. 40, §1º, I, da Constituição Federal de 1988

O servidor que ingressou no serviço público posteriormente a 31/12/2003, data de


promulgação da Emenda Constitucional n. 41/2003, que for aposentado por invalidez
permanente, perceberá proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se
a invalidez for decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença
grave, contagiosa ou incurável, na forma da lei (casos em que não será aplicada a
proporcionalidade aos proventos - art. 40, §1º, I, da Constituição Federal de 1988).
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Proventos

O cálculo dos proventos será baseado na média aritmética simples das maiores
remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de
previdência a que esteve vinculado, correspondente a 80% de todo o período
contributivo, desde a competência julho de 1994, ou desde o início da contribuição, se
posterior àquela competência (art. 1º da Lei n. 10.887/2004). Sobre esta média será
aplicada, ainda, quando for o caso, a proporcionalidade do tempo total de contribuição
do servidor, a não ser que excepcionado pela situação acima.

O servidor que ingressou no serviço público após a instituição do regime de


previdência complementar pela Lei n. 12.618/12, e consequente criação do Funpresp-
Jud, em 14/10/2013, que for aposentado por invalidez permanente, perceberá
proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se a invalidez for
decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa
ou incurável, na forma da lei (casos em que não será aplicada a proporcionalidade aos
proventos - art. 40, §1º, I, da Constituição Federal de 1988).

Proventos

O cálculo dos proventos será baseado na média aritmética simples das maiores
remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de
previdência a que esteve vinculado, correspondente a 80% de todo o período
contributivo, desde a competência julho de 1994, ou desde o início da contribuição, se
posterior àquela competência (art. 1º da Lei n. 10.887/2004), com valor limitado ao
teto previsto para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social. Sobre esta
média será aplicada, ainda, quando for o caso, a proporcionalidade do tempo total de
contribuição do servidor, a não ser que excepcionado pela situação acima.

Poderá, ainda, perceber aposentadoria complementar paga pelo Funpresp-Jud, caso


opte por contribuir para o plano de benefícios oferecido por aquele Órgão.

Paridade

Não haverá paridade entre servidor ativo e inativo. O reajuste será na mesma data
e pelo índice em que se der o reajuste dos beneficiários do RGPS. (Art. 15 da Lei
n.10.887/2004)

1.2) Aposentadoria Compulsória - art. 40, §1º, II, da Constituição Federal de 1988, na
redação da EC n. 88/2015

O servidor, independentemente da data de ingresso no serviço público, e ressalvada a


opção pela aposentadoria por outra regra, será obrigatoriamente aposentado quando
completar 75 anos de idade. (Art. 40, § 1º, II, da Constituição Federal)

Proventos
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O valor dos proventos será proporcional ao tempo de contribuição e o seu cálculo


baseado na média aritmética simples das maiores remunerações utilizadas como base
para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado,
correspondente a 80% de todo o período contributivo, desde a competência julho de
1994, ou desde o início da contribuição, se posterior àquela competência (art. 1º da Lei
n. 10.887/2004). Sobre esta média será aplicada, ainda, a proporcionalidade do tempo
de contribuição do servidor.

Para aquele servidor que ingressou no serviço público após a criação do Funpresp-Jud,
em 14.10.2013, e que se aposentar compulsoriamente por idade, terá os proventos
calculados da mesma forma acima, mas com valor limitado ao teto previsto para os
benefícios do RGPS.

Poderá, ainda, perceber aposentadoria paga pelo Funpresp-Jud, caso opte por
contribuir para o plano de benefícios oferecido por aquele órgão.

Paridade

Não haverá paridade entre servidor ativo e inativo. O reajuste será na mesma data e
pelo índice em que se der o reajuste dos beneficiários do RGPS. (Art. 15 da Lei n.
10.887/2004).

1.3) Aposentadoria Voluntária - art. 40, §1º, III, a, da Constituição Federal de 1988

Requisitos

 Para homens, 60 anos de idade e 35 anos de contribuição;


 Para mulheres, 55 anos de idade e 30 anos de contribuição;
 10 anos de efetivo exercício no serviço público;
 5 anos de efetivo exercício no cargo em que se quiser aposentar.

Proventos

Para o servidor que ingressou no serviço público após 31/12/2003: o benefício será
calculado com base na média aritmética simples das maiores remunerações utilizadas
como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve
vinculado, correspondentes a 80% de todo o período contributivo, desde a
competência julho de 1994, ou desde o início da contribuição, se posterior àquela
competência (art. 1º da Lei n. 10.887/2004).

Para o servidor que ingressou no serviço público após criação do Funpresp-Jud, em


14/10/2013: o benefício será calculado da mesma forma acima, mas com valor
limitado ao teto previsto para os benefícios do RGPS.

Poderá, ainda, perceber aposentadoria paga pelo Funpresp-Jud, caso opte por
contribuir para o plano de benefícios oferecido por aquele Órgão.
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Paridade

Não haverá paridade entre servidor ativo e inativo. O reajuste será na mesma data e
pelo mesmo índice em que se der o reajuste dos beneficiários do Regime Geral de
Previdência Social - RGPS. (Art. 1º da Lei n. 10.887/2004)

1.4) Aposentadoria Voluntária por Idade - art. 40, §1º, III, b, da Constituição Federal
de 1988

Requisitos

 Para homens, idade mínima de 65 anos;


 Para mulheres, idade mínima de 60 anos;
 10 anos de efetivo exercício no serviço público;
 5 anos de efetivo exercício no cargo em que se quiser aposentar.

Proventos

Ingresso após 31/12/2003: o benefício será calculado com base na média aritmética
simples das maiores remunerações utilizadas como base para as contribuições do
servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, correspondentes a 80% de
todo o período contributivo, desde a competência julho de 1994, ou desde o início da
contribuição, se posterior àquela competência (art. 1º da Lei n. 10.887/2004). Sobre
esta média será aplicada, ainda, a proporcionalidade do tempo de contribuição do
servidor.

Ingresso após criação do Funpresp-Jud, em 14/10/2013: o benefício será calculado da


mesma forma acima, mas com valor limitado ao teto previsto para os benefícios do
RGPS.

Poderá, ainda, perceber aposentadoria paga pelo Funpresp-Jud, caso opte por
contribuir para o plano de benefícios oferecido por aquele Órgão.

Paridade

Não haverá paridade entre servidor ativo e inativo. O reajuste será na mesma data e
pelo mesmo índice em que se der o reajuste dos beneficiários do Regime Geral de
Previdência Social - RGPS. (Art. 15 da Lei n. 10.887/2004)

Observações

Servidores que ingressaram no serviço público a partir da data do início do


funcionamento da FUNPRESP-JUD, em 14/10/2013, terão como limite para a
incidência de suas contribuições previdenciárias o valor do teto dos benefícios do
regime geral de previdência social.

Servidores com ingresso posterior a 14/10/2013 e que optarem por aderir ao plano de
benefícios do Funpresp-Jud, contribuirão sobre a parcela da remuneração que exceder
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ao valor do teto do RGPS, com alíquotas que variam de 6,5% a 8,5%, com contribuição
patronal em alíquota idêntica à escolhida pelo servidor.

Mais informações www.funprespjud.com.br.

2) Regra do Direito Adquirido - art. 3º, da EC n. 41/2003

Aposentadoria baseada nos critérios da legislação estabelecidos na redação original da


Constituição Federal de 1988 ou previstos pela Emenda Constitucional n. 20/1998.

Requisito

 O servidor deve ter implementado, até 31/12/2003, data da publicação da


Emenda Constitucional n. 41/2003, todas as condições para a aposentadoria
voluntária, tanto integral como proporcional.

Proventos

O valor do provento corresponderá à totalidade da remuneração do servidor no cargo


efetivo em que se der a aposentadoria.

Paridade

O servidor inativo tem direito adquirido a todos os reajustes concedidos aos servidores
da ativa, mesmo os decorrentes de transformação ou reclassificação de cargos ou
funções. Contudo, a(s) pensão(ões) decorrente(s) desta aposentadoria não terão
paridade.

3) Regras de Transição

3.1) Investidura em cargo efetivo até 16/12/1998 (data da publicação da Emenda


Constitucional n. 20/1998):

3.1.1) Aposentadoria Voluntária pelo art. 2º, da EC n. 41/2003

Requisitos

 Para homens, idade mínima de 53 anos e 35 anos de contribuição;


 Para mulheres, idade mínima de 48 anos e 30 anos de contribuição;
 5 anos de efetivo exercício no cargo efetivo em que se quiser aposentar.
 Acréscimo (pedágio) de 20% sobre o tempo que faltava para que o servidor ou
servidora se aposentasse no dia 16/12/1998.

Proventos

O benefício será calculado com base na média aritmética simples das maiores
remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de
previdência a que esteve vinculado, correspondentes a 80% de todo o período
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contributivo, desde a competência julho de 1994, ou desde o início da contribuição, se


posterior àquela competência (art. 1º da Lei n. 10.887/2004).

Paridade

Por essa regra, não haverá paridade entre servidor ativo e inativo. O reajuste será na
mesma data e pelo mesmo índice em que se der o reajuste dos beneficiários do
Regime Geral de Previdência Social - RGPS. (Art. 15 da Lei n. 10.887/2004)

Redutor

Quem optar por esta regra terá o provento reduzido para cada ano antecipado em
relação à idade de referência (60 anos, se homem e 55 anos, se mulher). Para quem
completar as condições para a aposentadoria até o final de 2005, o redutor será de
3,5% por ano antecipado; e será de 5% para quem completar a partir de 1º/01/2006.

3.1.2) Aposentadoria Voluntária pelo art. 3º da EC n. 47/2005

Requisitos

 Redução da idade mínima exigida para a aposentadoria em um ano, a cada ano


que ultrapassar o período mínimo de contribuição, ao(à) servidor(a) que
preencher, cumulativamente, os requisitos seguintes;
 Para homens, 35 anos de contribuição;
 Para mulheres, 30 anos de contribuição;
 5 anos de efetivo exercício no cargo em que se quiser aposentar;
 15 anos na carreira;
 25 de efetivo exercício no serviço público.

Proventos

O valor do provento corresponderá à totalidade da remuneração do servidor no cargo


efetivo em que se der a aposentadoria.

Paridade

A paridade está garantida no parágrafo único, do art. 3º, da EC n.º 47, de 05/07/2005,
inclusive para as pensões decorrentes desta aposentadoria.

3.2) Investidura em cargo efetivo entre 17/12/1998 e 31/12/2003 (data de


publicação da Emenda Constitucional n. 41/2003):

3.2.1) Aposentadoria Voluntária pelo art. 6º da EC n. 41/2003

Requisitos

 Para homens, 60 anos de idade e 35 anos de contribuição;


 Para mulheres, 55 anos de idade e 30 anos de contribuição;
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 20 de efetivo exercício no serviço público - Dez anos de efetivo exercício na


carreira;
 5 anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria.

Proventos

O valor do provento corresponderá à totalidade da remuneração do servidor no cargo


efetivo em que se der a aposentadoria.

Paridade

A paridade está garantida por meio do art. 2º da EC n.º 47, de 05/07/2005. Contudo,
as pensões decorrentes desta aposentadoria não terão paridade.

3.2.2) Aposentadoria por Invalidez - art. 6º-A, da Emenda Constitucional n. 41/2003

O servidor perceberá proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se a


invalidez for decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave,
contagiosa ou incurável, na forma da lei (casos em que não será aplicada a
proporcionalidade aos proventos - art. 40, §1º, I, da Constituição Federal de 1988).

Proventos

Os proventos serão calculados com base na remuneração do cargo efetivo em que se


der a aposentadoria, na forma da lei, não sendo aplicáveis as disposições constantes
dos §§ 3º, 8º e 17 do art. 40 da Constituição Federal.

Paridade

O servidor inativo tem direito adquirido a todos os reajustes concedidos aos servidores
da ativa, mesmo os decorrentes de transformação ou reclassificação de cargos ou
funções. (parágrafo único, do art. 6º-A, da EC n. 41/2003) inclusive para as pensões
decorrentes desta aposentadoria.

Normas aplicáveis

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, art. 40


Emendas Constitucionais n. 20/1998, 41/2003, 47/2005, 70/2012
Lei n.º 10.887/2004
Lei n.º 12.618/2012
Art. 186, § 1º, da lei n. 8.112/1990, recepcionado pela EC n. 41/2003
Orientação Normativa MPS/SPS n. 2, de 31/03/2009 (atualizada até 11/7/2014)
Acórdão TCU n. 1482/2012 - Plenário

Observação

Escolhido o fundamento legal que dará ensejo à concessão do benefício, juntamente


com o requerimento próprio de aposentadoria, disponível no SEI.
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Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Ausência em razão de doação de sangue

O servidor poderá ausentar-se do serviço por 1 dia, para doação de sangue. Essa
ausência é considerada como efetivo exercício, não havendo necessidade de
compensação.

Ressalvadas situações de força maior, o servidor deverá comunicar previamente à sua


chefia imediata o dia em que se ausentar para realizar a doação de sangue.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 97

Observação

Anexar ao pedido o Atestado de Doação emitido.

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Ausência em razão de falecimento

O servidor poderá ausentar-se do serviço por 8 dias consecutivos em razão


de falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos, enteados,
menor sob guarda ou tutela e irmãos, a contar do dia do falecimento inclusive. Essa
ausência é considerada como efetivo exercício, não havendo necessidade de
compensação.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 97

Observação

Anexar ao pedido o Atestado de Óbito.

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215
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Ausência em razão do casamento

O servidor poderá ausentar-se do serviço por 8 dias consecutivos em razão de


casamento, a contar do casamento civil, inclusive, ainda que ocorra em dia não útil.
Essa ausência é considerada como efetivo exercício, não havendo necessidade de
compensação.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 97

Observação

Anexar ao pedido a certidão de casamento.

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Auxílio alimentação

Beneficiários: Servidores efetivos e ativos do Quadro de Pessoal deste Tribunal;


cedidos ou em licença para acompanhar cônjuge ou companheiro, com exercício
provisório, dos quadros dos tribunais eleitorais; servidores requisitados ocupantes de
função comissionada ou cargo em comissão de órgãos do Governo do Distrito Federal;
requisitados ou em exercício provisório, pertencentes à Administração Pública Federal
direta, autárquica ou fundacional; os servidores removidos para outro Tribunal
Eleitoral; ocupantes de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com a Administração
Pública.

Não há pagamento de auxílio-alimentação em afastamentos que não são considerados


como efetivo exercício (como, por exemplo, licença por doença em pessoa da família
em período superior a 30 dias), bem como quando se recebem diárias.

Mediante opção, fazem jus ao benefício os servidores requisitados, ou em exercício


provisório, pertencentes à Administração Pública Federal direta, autárquica ou
fundacional, bem como os detentores de Função Comissionada ou Cargo em Comissão
proveniente de outros órgãos.

De acordo com a Resolução TSE n. 23.237, de 30/03/2010, os valores do auxílio serão


gradualmente unificados. Atualmente o valor do auxílio-alimentação foi fixado em R$
910,08 (Portaria Conjunta CNJ n. 01/2018, de 4/6/2018), referente a 22 dias úteis.
Sobre o benefício não incidem o PSSS nem o IR.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 14

Normas aplicáveis

Portaria Conjunta CNJ n. 01/2018


Lei n. 8.460/1992, art. 22
Resolução TSE n. 22.071/2005
Resolução TSE n. 22.315/2006
Resolução TSE n. 22.720/2008

Observação

1) Anexar ao pedido 2) Ou

Termo de compromisso (disponível no Termo de responsabilidade pelo qual o


SEI) no qual o servidor afirma estar servidor declare não perceber auxílio
ciente que o pagamento do auxílio- idêntico ou semelhante e declaração
alimentação só acontecerá com a fornecida pelo órgão cessionário, de
ocorrência simultânea dos seguintes origem ou no qual exerça cargo
atos: acumulável, informando que não
 deferimento do pedido pela Sra. percebe auxílio idêntico ou semelhante
Secretária de Gestão de Pessoas ou a data em que o servidor deixou de
(competência delegada Portaria-PR receber o auxílio no órgão de origem.
97/2018);
 entrega da documentação prevista na
Resolução-TSE n.º 22.071/2005, a
qual será solicitada pela Seção de
Benefícios, Frequência e Controle de
Inativos e Pensionistas – SEBEF

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Auxílio funeral

O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido na atividade ou aposentado,


no valor equivalente a um mês da remuneração ou provento.

O auxílio será pago à pessoa da família que houver custeado o funeral. Caso o funeral
seja custeado por terceiro não pertencente à família, o auxílio-funeral corresponderá
ao valor efetivo dos custos ocorridos, na forma de indenização, mediante
comprovação por meio de notas fiscais.

O pagamento de Auxílio-Funeral será efetuado em 48 horas, contadas do momento


em que for protocolado o pedido.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 15

Em caso de falecimento do servidor em serviço, fora do local de trabalho, inclusive no


exterior, as despesas de transporte do corpo correrão por conta da Instituição, sem
prejuízo do pagamento do auxílio-funeral.

Em caso de acumulação legal de cargos pelo servidor falecido, o auxílio-funeral será


pago somente em razão do cargo de maior remuneração.

Não há previsão legal para pagamento de auxílio-funeral em virtude do falecimento de


dependentes do servidor, tampouco de pensionistas.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 226, 227 e 241

Observação

Anexar ao pedido:
 certidão de óbito;
 documento pessoal que comprove vínculo com o (a) falecido (a) e
 documento que comprove o custeio do funeral por parte do Requerente.

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Auxílio natalidade

O auxílio-natalidade é devido à servidora, por motivo de nascimento de filho, inclusive


no caso de natimorto. O auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor
público, quando a parturiente não for servidora pública.

O pagamento deve ser solicitado mediante apresentação da certidão de nascimento. O


valor do benefício equivale ao valor do salário mínimo nacional vigente na data do
parto. No caso de parto múltiplo, o valor será acrescido de 50% por nascituro.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 196

Observações

Anexar ao pedido a certidão de nascimento.

Se tratar-se de pedido formulado por servidor do sexo masculino, deverá apresentar


declaração da genitora da criança informando que não é ocupante de cargo ou função
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 16

pública, nem tampouco requereu ou obteve deferimento do benefício em comento


perante a Administração Pública Federal, em qualquer de suas esferas ou Poderes.

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Auxílio pré-escolar

Beneficiários: Servidores efetivos e ativos Quadro de Pessoal deste Tribunal; servidores


cedidos a este Tribunal pertencentes à Administração Pública Federal direta,
autárquica ou fundacional; servidores requisitados ocupantes de função comissionada
ou cargo em comissão de órgãos do Governo do Distrito Federal; servidores em
exercício provisório nos tribunais eleitorais; servidores removidos para outro Tribunal
Eleitoral; e servidores ocupantes de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com a
Administração Pública.

Que possuam:

 dependente com idade de até 5 anos e fração;


 dependente portador de deficiência mental, de qualquer idade, desde que
comprovada a deficiência por laudo médico e o dependente não tenha
ingressado no ensino fundamental.

São considerados dependentes:

 filhos,
 enteados, sob guarda e responsabilidade do cônjuge ou companheiro do
beneficiário;
 menores sob tutela ou guarda do beneficiário.

Valor do benefício: vigência: a partir de Junho/2018 (Portaria Conjunta n. 01/CNJ, de


1/6/2018)

O servidor que participar deste Programa contribuirá com cota-parte que varia de 5% a
20% sobre o valor máximo do benefício, de acordo com a remuneração por ele
percebida.

Cota de Participação: Instrução Normativa n.º 06/TSE/2007


TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 17

Faixa de % da Cota de R$ da Cota de R$ a receber


Remuneração participação do Participação do
Servidor servidor
Até R$7.583,02 5% 35,98 683,64

De R$7.583,03 a 10% 71,96 647,66


R$15.166,04

De R$15.166,05 a 15% 107,94 611,68


R$22.749,06

A partir de 20% 143,92 575,70


R$22.749,07

Normas aplicáveis

Constituição Federal art. 7º, XXV


Lei n. 8.069/1990, art. 54
Decreto n. 977/1993
Resolução TSE 23.116/2009
Instrução Normativa do TSE n. 6, de 3 de dezembro de 2007 - percentuais de
participação dos servidores
Portaria N. 1, CNJ, de 1/6/2018

Observações

 O pagamento do benefício é devido a partir da data da abertura do procedimento


se o procedimento for instruído com as declarações exigidas;
 A assistência pré-escolar não pode ser percebida cumulativamente pelo servidor e
seu cônjuge, se ambos pertencerem à Administração Pública Federal direta,
autárquica ou fundacional;
 A assistência pré-escolar também não pode ser percebida cumulativamente caso o
servidor exerça mais de um cargo em regime de acumulação, caso em que fará
opção pelo auxílio mais vantajoso.

Documentos necessários

 Anexar ao pedido
1. certidão de nascimento ou carteira de identidade; e
2. termo de compromisso (disponível no SEI) no qual o servidor requisitado
declara estar ciente que o pagamento do auxílio pré-escolar só acontecerá com
a ocorrência simultânea dos seguintes atos: i) deferimento do pedido pela Sra.
Secretária de Gestão de Pessoas ii) entrega da documentação prevista na
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 18

Resolução-TSE n.º 23.116/2009, a qual será solicitada pela Seção de Benefícios,


Frequência e Controle de Inativos e Pensionistas – SEBEF;
3. declaração de que o genitor(a) ou o detentor da guarda do dependente do
beneficiário não percebe benefício similar pago por órgão ou entidade da
administração pública federal, estadual, distrital e municipal;
4. declaração prestada pelo órgão de origem ou pelo órgão no qual estiver lotado
o servidor de que não percebe benefício similar, inclusive nos casos de
acumulação de cargos.

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Auxílio transporte

O auxílio-transporte é concedido ao servidor sob a forma de pecúnia, destinado


exclusivamente ao custeio parcial de despesas realizadas com transporte coletivo
municipal e intermunicipal ou interestadual, no deslocamento de sua residência para o
local de trabalho e vice-versa.

Beneficiários: Servidores efetivos e ativos Quadro de Pessoal deste Tribunal;


requisitados pertencentes à Administração Pública Federal direta, autárquica ou
fundacional; servidores requisitados ocupantes de cargo ou função comissionada de
órgãos do Governo do Distrito Federal; servidores em exercício provisório nos tribunais
eleitorais; removidos para outro Tribunal Eleitoral; ocupantes de cargo em comissão
deste Tribunal, sem vínculo efetivo.

O valor do auxílio-transporte será calculado na proporcionalidade de 22 dias,


estabelecendo-se a correspondência entre o valor diário total da despesa realizada
com o transporte coletivo e o desconto de seis por cento do: I – vencimento do cargo
efetivo ocupado pelo servidor, ainda que ocupante de função comissionada ou de
cargo em comissão; II – vencimento do cargo em comissão, quando se tratar de
servidor sem vínculo com a Administração Pública.

O cálculo do referido benefício terá por base o valor do vencimento proporcional a 22


dias.

Normas aplicáveis

Lei n. 7.418/1985
Medida Provisória n. 2.165-36, de 23/08/2001
Resolução n. 22.697 (14.02.08) TSE
Resolução n. 23.055 (17.06.09) TSE
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 19

Observações

 Sempre que houver mudança de endereço, alteração na quantidade de passagens


ou reajuste na tarifa de ônibus, o servidor deverá informar a alteração;
 O auxílio não será concedido nas férias e nas ausências e afastamentos, ainda que
considerados em lei como de efetivo exercício, ressalvadas as hipóteses de
participação em programa de treinamento e comparecimento a Júri ou outro
serviço obrigatório por lei; Também não será concedido pelo órgão de origem ao
servidor cedido, afastado ou removido para acompanhar cônjuge com exercício
provisório em outro órgão, ainda que tenha optado pela remuneração do cargo
efetivo.

Anexar ao pedido

a) valor diário total da despesa realizada com transporte coletivo;


b) endereço residencial, devidamente comprovado, que deverá estar de acordo
com o endereço constante nos assentamentos funcionais do servidor;
c) percursos e meios de transporte mais adequados ao seu deslocamento
residência-trabalho e vice-versa;
d) nome das empresas de transporte coletivo;
e) declaração do órgão de origem de que não usufrui benefício igual ou
semelhante, no caso de servidor requisitado, removido ou em exercício
provisório;
f) declaração do outro órgão informando os trechos percebidos a título de auxílio-
transporte ou declaração negativa de recebimento do benefício, no caso de
acumulação lícita de cargo ou emprego público;
g) autorização para consignação em folha de pagamento de sua cota-participação;
h) termo de compromisso pelo qual o servidor se obriga a utilizar o auxílio-
transporte exclusivamente para seu deslocamento residência-trabalho e vice-
versa.

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Avaliação de desempenho

É a modalidade de avaliação que busca verificar a aptidão do servidor para o exercício


das atribuições do cargo efetivo, no período do estágio probatório; subsidiar a
concessão de progressão funcional e promoção; detectar necessidades de capacitação
e desenvolvimento e identificar necessidades de adequação na lotação do servidor.

Normas aplicáveis

Lei n. 11.416/2006, com alterações da Lei n. 12.774/2012


TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 20

Resolução TREDF n. 6.499/2008


Resoluções TSE n. 22.582/2007 e 22.572/2007

Responsável: SESAD
Endereço eletrônico: sesad@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4125/4126

Averbação de tempo de contribuição e de tempo de serviço

O servidor que tiver trabalhado em outro órgão da Administração Pública direta ou


indireta ou na iniciativa privada poderá averbar esse tempo junto ao Tribunal para os
devidos fins constantes da Lei n. 8.112/1190. A averbação só poderá ser processada
mediante a apresentação da certidão original de tempo de contribuição, que
será expedida, nos termos da Portaria n. 154/2008 do Ministério da Previdência Social:

a) pelo órgão, autarquia ou fundação ao qual o servidor prestou serviços, caso


submetido a regime próprio de previdência social;

b) pelo INSS, relativamente aos vínculos com a iniciativa privada, bem como
com os órgãos e entidades da Administração Direta ou Indireta em que houve
submissão ao regime geral de previdência social (RGPS);

A certidão do INSS poderá ser obtida em qualquer agência da Autarquia Federal,


mediante a apresentação da certidão de vínculo funcional. Para períodos trabalhados
de julho de 1994 em diante, a certidão de tempo de contribuição deverá apresentar
também a relação dos salários de contribuição (quando emitida pelo INSS) ou das
remunerações que serviram de base de incidência para contribuição previdenciária
(quando emitida por órgão, autarquia ou fundação).

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 100, 101, 102 e 103.

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Cessão de servidor

A cessão de servidor efetivo do Quadro de Pessoal deste Tribunal para ter exercício em
outro órgão ou entidade dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios poderá ser autorizada para o exercício de cargo em comissão ou função de
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 21

confiança, cuja remuneração seja equivalente ou superior à FC-5, nos termos


regulamentados pela Resolução TREDF n. 7655/2015.

O servidor em estágio probatório somente poderá ser cedido a outro órgão ou


entidade para ocupar cargo em comissão.

É vedada a cessão de servidor quando o quantitativo de servidores cedidos ultrapassar


5% (cinco por cento) do quadro de pessoal permanente do Tribunal.

Normas aplicáveis

Decreto n. 9.144/2017
Lei n. 8.112/90, art. 93
Resolução TREDF n. 7655/2015

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Código de ética e conduta

A Ética de uma instituição é, essencialmente, reflexo da conduta de seus servidores,


que devem seguir um conjunto de princípios e normas, consubstanciando um padrão
de comportamento irrepreensível.

O Código de Ética e Conduta dos Servidores do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito


Federal, estruturado a partir dos estatutos adotados no âmbito do Tribunal Superior
Eleitoral e do Tribunal de Contas da União e disciplinado pela Lei n. 8.112/90,
estabelece os princípios e normas de conduta ética aplicáveis aos servidores deste
tribunal, sem prejuízo da observância dos demais deveres e proibições legais e
regulamentares.

Normas aplicáveis

Resolução TREDF 7758, DE 18 DE SETEMBRO DE 2017


Portaria Conjunta TREDF n. 43/2018

Responsável: Comissão de Ética


Telefone: (61) 3048-4117
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 22

Compensação

O regime e o controle dos bancos de horas dos servidores do Tribunal Regional


Eleitoral do Distrito Federal estão regulamentados pela Resolução TREDF n.
7828/2019.

Normas aplicáveis

Resolução TREDF n. 7.828/2019


Resolução TSE n. 22.901/2008 e alterações posteriores
Portaria TREDF n. 104/2019

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Consignação em folha

Consignação é o desconto incidente sobre a remuneração, o provento ou o benefício


da pensão, as consignações podem ser compulsórias ou facultativas, sendo que as
compulsórias são aquelas efetuadas por força de lei ou de decisão judicial, e as
facultativas são aquelas efetuadas mediante autorização prévia e formal do servidor.

As consignações compulsórias têm prioridade sobre as facultativas, e a soma mensal


das consignações facultativas de cada servidor não poderá exceder ao valor
equivalente a trinta e cinco por cento de sua remuneração mensal.

Normas Aplicáveis

Portaria Presidência n. 95/2017 TREDF/PR/DG/GDG

Responsável: SEPAG
Endereço eletrônico: sepag@tre-df.gov.br
Telefone:3048-4128

Contribuição previdenciária

A contribuição social do servidor público ativa de qualquer dos Poderes da União para
a manutenção do Regime Próprio de Previdência Social é de 11%, incidente sobre a
totalidade da base de contribuição, que compreende: o vencimento do cargo efetivo
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 23

acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, os adicionais


de caráter individual ou quaisquer outras vantagens.

Não incide contribuição social sobre as seguintes parcelas: diárias, ajuda de


custo, indenização de transporte, auxílio-alimentação, auxílio-creche, adicional de
férias, assistência pré-escolar, gratificação por encargo de curso ou concurso, parcelas
remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, entre outras.

A gratificação decorrente do exercício de cargo em comissão ou de função


comissionada, assim como as parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local
de trabalho, embora originalmente excluídas da base de cálculo da contribuição,
podem ser incluídas mediante expressa opção do servidor, nos termos do art. 4º, § 2º,
da Lei n. 10.887/2004. O objetivo dessa inclusão é o aumento da média das
remunerações utilizadas para fins de cálculo do benefício de aposentadoria previsto no
art. 40 da Constituição da República de 1988.

No caso do servidor inativo e do pensionista, a contribuição também é de 11%, mas


incidirá apenas sobre o valor que supere o limite máximo estabelecido para
os benefícios do RGPS.

No caso dos servidores que ingressaram no serviço público a partir de 14/10/2013 ou


que migraram para o Regime de Previdência Complementar – RPC a contribuição para
a previdência é de 11% sobre o teto estabelecido para o Regime Geral da Previdência
Social.

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 40


Lei n. 10.887/2004, art. 4º, § 2º

Responsável: SEPAG
Endereço eletrônico: sepag@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4128

Diárias

O servidor que, a serviço, viajar em caráter eventual ou transitório para outro ponto
do território nacional ou para o exterior, fará jus a passagens e diárias destinadas a
indenizar as parcelas de despesas extraordinárias com pousada, alimentação e
locomoção urbana. Será descontado auxílio-alimentação e auxílio-transporte na
proporção das diárias recebidas.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, arts. 51, II, 58 e 59


TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 24

Resolução TSE n. 23.323, publicada em 08/09/2010


Portaria TSE N. 247/2016 - Fixa Valores-Diárias
Resolução CNJ n. 73/2009
Portaria Presidência n. 167/2018

Responsável: SEPAG
Endereço eletrônico: sepag@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4128

Estágio probatório

É o período de 36 meses durante o qual a Administração, por meio de avaliações


periódicas, apura a conveniência da permanência e da aquisição de estabilidade do
servidor público, mediante a verificação objetiva dos requisitos de assiduidade,
disciplina, capacidade de iniciativa, produtividade e responsabilidade.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/90, art. 20


CF, art. 41
Lei n. 11.416/2006, Art. 9º
Resolução TREDF n. 6.499/2008

Responsável: SESAD
Endereço eletrônico: sesad@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4125/4126

Exames periódicos

Exame Periódico é um instrumento destinado à coleta contínua de dados para o


acompanhamento do estado de saúde dos servidores ativos de modo a subsidiar
estratégias de promoção de saúde individuais e coletivas no âmbito ocupacional.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 206-A


Decreto n. 6.856/2009
Resolução CNJ n. 207/2015

Responsável: CAMS/SEDAS
Endereço eletrônico: cams@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4112
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 25

Férias

Após os 12 primeiros meses de efetivo exercício, o servidor passa a ter, anualmente,


direito a 30 dias de férias regulamentares, que poderão ser usufruídas, no interesse da
administração e desde que devidamente autorizadas, em até três parcelas desde que o
período fracionado não seja inferior a 5 dias e que o intervalo entre as parcelas seja
maior que 10 dias úteis.

Independentemente de solicitação, é pago ao servidor, na ocasião das férias, um


adicional correspondente a 1/3 da sua remuneração mensal. Em caso de parcelamento
das férias, o adicional será pago quando do gozo do primeiro período.

No caso de o servidor exercer função comissionada ou cargo em comissão, o valor


correspondente será considerado no cálculo deste adicional.

Durante o mês de outubro, os períodos de férias do ano subsequente serão


organizados em escala anual, via intranet “Acesso Restrito”, com anuência da chefia
imediata.

As alterações de férias poderão ocorrer por interesse do servidor ou necessidade do


serviço, conforme dispõem os artigos 18 a 23 da Resolução TREDF n. 7693/2016. Já a
interrupção de férias somente poderá ocorrer por motivo de calamidade pública,
comoção interna, convocação para júri, serviço militar ou eleitoral, e, ainda, por
imperiosa necessidade do serviço, conforme prevê o art. 24 da mencionada norma.

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 7º, XVII


Lei n. 8.112/1990, art. 76
Resolução TREDF n. 7693/2016

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Feriados

Estabelece os dias feriados no exercício 2019, datas em que não haverá expediente
ordinário nos órgãos da Justiça Eleitoral do Distrito Federal.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 26

Normas aplicáveis

Portaria Conjunta n. 41/2018 TRE-DF/PR/DG/GDG

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

FUNPRESP-JUD

Na data de 14 de outubro de 2013 foi aprovado pela Superintendência Nacional de


Previdência Complementar – PREVIC o Plano de Benefícios do Judiciário da União, do
Ministério Público da União e do Conselho Nacional do Ministério Público.

Isso significa que os servidores do Poder Judiciário Federal que ingressarem no serviço
público a partir desta data, receberão aposentadorias e pensões pelo Regime Próprio
de Previdência da União até o limite máximo estabelecido para os benefícios do
regime geral de previdência social. E, mediante sua prévia e expressa opção, poderão
participar dos planos de benefícios instituídos pela Previdência Complementar na
modalidade de contribuição definida, que adota o regime de capitalização.

A Previdência Complementar foi instituída pela Lei n. 12.618, de 30 de abril de


2012, para os servidores públicos, ao regulamentar, no âmbito federal, o parágrafo 15
do art. 40 da Constituição Federal.

Em síntese, a Previdência Complementar é um benefício facultativo e desvinculado da


Previdência Pública, que proporcionará ao trabalhador um seguro previdenciário
adicional, conforme sua necessidade e vontade. É uma aposentadoria contratada para
garantir uma renda extra ao trabalhador ou a seu beneficiário.

A participação se dará durante o período em que o servidor estiver trabalhando, e


contará com contribuições paritárias deste Tribunal, na condição de entidade
patrocinadora até o limite de 8,5% sobre a parcela da remuneração que ultrapassar o
teto do RGPS. O saldo acumulado poderá ser enviado para outra entidade fechada de
previdência complementar (portabilidade), resgatado integralmente ou recebido
mensalmente, como uma pensão ou aposentadoria tradicional.
Esclarecimentos adicionais podem ser obtidos no endereço eletrônico
http://www.funprespjud.com.br/.

Responsável: Funpresp-Jud
Endereço eletrônico: sap@funprespjud.com.br
Telefone: (61) 3217-6598
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 27

Gratificação natalina

A gratificação natalina corresponde a 1/12 da remuneração do servidor no mês de


dezembro, por mês de efetivo exercício no respectivo ano.

A fração igual ou superior a 14 dias será considerada como mês integral.

No mês de janeiro é pago 50% da gratificação natalina, usando como parâmetro a


remuneração do servidor naquele mês.

Em novembro é paga a complementação da gratificação natalina, sendo efetuados os


descontos legais (imposto de renda e contribuição previdenciária).

A parcela da remuneração referente à ocupação de função comissionada ou cargo em


comissão (titular e/ou substituto) será proporcional aos dias em que ocorreu a
ocupação durante o ano.

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 7º, VIII


Resolução TSE n. 18.980/1993
Lei n. 8.112/1990, artigos 63 a 66

Responsável: SEPAG
Endereço eletrônico: sepag@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4128

Horário especial

Será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência ou que tenha


cônjuge, filho ou dependente portador de deficiência, estudante, servidora lactante,
nos termos disciplinados na Resolução TREDF n. 7828/2019.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 98, § 2º


Resolução TREDF n. 7828/2019

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 28

Imposto de renda

É obrigatória a entrega de formulário de autorização de acesso à Declaração de


Imposto de Renda e respectivas retificações, previsto na IN TCU n. 67/2011, ou a
própria declaração de bens e rendas, no momento da posse, vacância/exoneração do
cargo efetivo, nomeação/designação/exoneração de cargo em comissão ou função
comissionada.

A inclusão de dependentes, para fins de Imposto de Renda, dar-se-á mediante


requerimento, na forma normatizada pela Portaria-DG TREDF n.50/2008, alterada pela
Portaria-DG TREDF n. 28/2010, exigindo-se o preenchimento das condições estipuladas
pela Secretaria da Receita Federal, sendo de responsabilidade do servidor a verificação
dos requisitos legais e regulamentares dessa anotação, assim como a atualização das
informações junto ao Tribunal.

Podem ser incluídos como dependentes para fins de IRPF:


1. cônjuge;
2. companheiro ou a companheira, desde que haja vida em comum por mais de
cinco anos, ou por período menor se da união resultou filho;
3. a filha, o filho, a enteada ou o enteado, até 21 anos, ou de qualquer idade
quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho (Se maiores, até 24
anos de idade, se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino
superior ou escola técnica de segundo grau);
4. menor pobre até 21 anos que o servidor crie e eduque e de quem detenha a
guarda judicial (Se maiores, até 24 anos de idade, se ainda estiverem cursando
estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau) ;
5. o irmão, o neto ou o bisneto, sem arrimo dos pais, até 21 anos, desde que o
servidor detenha a guarda judicial, ou de qualquer idade quando incapacitado
física ou mentalmente para o trabalho;
6. Pais, avós ou bisavós, desde que não aufiram rendimentos, tributáveis ou não,
superiores ao limite de isenção mensal;
7. absolutamente incapaz, do qual o servidor seja tutor ou curador.

Observação 1
Em se tratando de pais separados, somente ao pai ou à mãe a quem couber a guarda
de filho, em cumprimento de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente,
poderá registrar o filho como dependente;

Observação 2
O responsável pelo pagamento da pensão alimentícia não pode efetuar a dedução do
valor correspondente a dependente, exceto na hipótese de mudança na relação de
dependência no decorrer do ano-calendário.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 29

Observação 3
O interessado deve preencher e protocolizar o requerimento de registro de
dependente para fins de dedução de imposto de renda (disponível no SEI) e juntar,
conforme o caso, cópia do(s) documento(s) citado(s) no formulário, para análise da
Secretaria de Gestão de Pessoas.

Observação 4
Cessada a relação de dependência, o servidor deverá imediatamente comunicar o fato
à Secretaria de Gestão de Pessoas.

Normas aplicáveis

Lei n. 10.451/2002
Instrução Normativa TCU n. 67/2011
Instrução Normativa RFB n. 1500/2014
Portaria-DG n. 50/2008, alterada pela Portaria-DG n. 28/2010

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Inclusão de dependentes para atendimento na CAMS

São beneficiários do atendimento realizado pela CAMS:


1. os magistrados que se encontrem a serviço da Justiça Eleitoral;
2. os servidores ativos do TRE-DF, ainda que cedidos para ter exercício em outro
órgão ou entidade dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal ou
dos Municípios;
3. os servidores inativos;
4. os pensionistas;
5. os servidores ocupantes de cargos em comissão exercidos perante o TRE-DF;
6. os servidores requisitados pelo TRE-DF;
7. os servidores removidos para este TRE-DF; (redação acrescentada pela
PortariaGP 051-A/2011)
8. os servidores que se encontram em exercício provisório neste TRE-DF. (redação
acrescentada pela Portaria-GP 051-A/2011)
Após inscrição e registro no cadastro da Secretaria de Gestão de Pessoas, os serviços
referidos no caput do artigo 1º também poderão ser utilizados pelos dependentes dos
servidores e Magistrados relacionados a seguir:
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 30

1. o(a) cônjuge ou o(a) companheiro(a);


2. filhos, enteados e menor sob guarda, nos seguintes moldes:
 filhos(a)(s), o(a)(s) enteado(a)(s) e o(s) menor(es) legalmente sob guarda,
responsabilidade ou tutela do servidor, solteiro(s), até completar 21 (vinte e
um) anos;
 se estudante(s), até completar 24 (vinte e quatro) anos;
 se beneficiário especial do TRE-Saúde, até completar 29 (vinte e nove) anos;
 se inválido(s), de qualquer idade.
3. os pais.

Observação 1
É vedada aos pensionistas a indicação de dependentes para fins de assistência médica,
hospitalar, odontológica, psicológica, social e de enfermagem.

Documentos e informações que devem instruir o requerimento, conforme o caso:


 certidão de nascimento;
 declaração de escolaridade;
 cédula de identidade (cônjuge, companheiro, pais, etc.);
 certidão ou declaração emitida por Cartório de Registro competente para
comprovação da relação entre companheiro ou companheira;
 outros documentos que comprovem o fato alegado no requerimento.

Observação 2
Cessada a relação de dependência, o servidor deverá imediatamente comunicar o fato
à Secretaria de Gestão de Pessoas.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 241


Portaria-GP n. 277/2009, alterada pela Portaria-GP n. 88/2018

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 31

Jornada de trabalho

A jornada de trabalho dos servidores deste Tribunal é de 7 horas diárias em caráter


ininterrupto, ressalvadas as situações previstas em lei especial ou regulamento
próprio, devendo ser cumprida, ordinariamente, no período compreendido entre 12 às
19h, pelas unidades do Tribunal, e entre 12 e 18h, pelos Cartórios Eleitorais.

Em anos não eleitorais, de acordo com a oportunidade e a conveniência da


Administração, em período a ser definido por ato específico da Presidência do Tribunal
Regional Eleitoral do Distrito Federal, a jornada de trabalho poderá ser reduzida para 6
(seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, em caráter ininterrupto, ressalvadas as
situações previstas em lei especial ou regulamento próprio.

Normas aplicáveis

Resolução TREDF n. 7828/2019


Portaria Presidência n. 104/2019

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Licença à gestante/paternidade/adotante

À servidora gestante do Quadro de Pessoal será concedida licença por 120


consecutivos, podendo ser prorrogada por 60 dias, sem prejuízo da remuneração (a
prorrogação deverá ser requerida até o final do primeiro mês após o parto). A licença
gestante poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação, salvo antecipação
por prescrição médica.

Ao servidor do Quadro de Pessoal será concedida licença por 5 dias consecutivos,


podendo ser prorrogada por 15, sem prejuízo da remuneração (a prorrogação deverá
ser requerida até dois dias úteis após o parto ou adoção). É obrigatória a comprovação
de participação em programa ou atividade de orientação sobre paternidade
responsável, para fins de prorrogação.

Observação 1
Não será admitida a prorrogação da licença gestante/paternidade posteriormente o
retorno à atividade.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 32

Observação 2
Os procedimentos administrativos que tratem de solicitações de licença gestante
deverão ser encaminhados à CAMS, juntamente com o Atestado Médico. Os de licença
paternidade ou adotante deverão ser dirigidos à Secretária de Gestão de Pessoas.

Observação 3
A prorrogação de licença gestante/paternidade/adotante deverá ser instruída em
procedimento administrativo próprio, dirigido à Secretária de Gestão de Pessoas,
juntamente com a certidão de nascimento e declaração da servidora ou do servidor de
que não exercerá, durante esse período, qualquer atividade remunerada nem manterá
a criança em creche ou em outra instituição congênere.

Observação 4
A prorrogação de licença gestante/paternidade/adotante é garantida apenas aos
servidores ocupantes de cargo efetivo ou ocupantes exclusivamente de cargo em
comissão.

Observação 5
A concessão de licença à gestante às servidoras ocupantes de cargos comissionados
sem vínculo efetivo com o serviço público é condicionada à realização de perícia
oficial pela SEAMO, procedendo-se à posterior compensação do pagamento pelo
RGPS, conforme dispõe o § 1º do artigo 72 da Lei 8.213, de 1991.

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 7º, XVIII


Lei n. 8.112/1990, art. 207 e 209
Resolução TRE-DF n. 7779/2018

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Licença capacitação

O servidor que completar 5 anos de efetivo exercício, poderá afastar-se, no interesse


da Administração, do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por
até 3 meses, para participar de evento de capacitação profissional, como: cursos de
formação, aperfeiçoamento e desenvolvimento em áreas de interesse da Justiça
Eleitoral; pesquisa e levantamento de dados para a elaboração de trabalho de
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 33

conclusão de curso de graduação ou pós-graduação lato sensu, de dissertação ou tese


de pós-graduação stricto sensu e para as respectivas produções textuais.

A licença para capacitação poderá ser integral ou fracionada em até 3 (três) parcelas,
em período não inferior a 10 dias.

A contagem do período aquisitivo da licença para capacitação ficará suspensa durante


as ausências que não forem consideradas como de efetivo exercício.

O requerimento deverá ser protocolado com antecedência mínima de 20 dias do início


da licença, no caso de escolas ou cursos credenciados constantes no catálogo e de 40
dias, no caso de escolas ou cursos não constantes do catálogo, sob pena de
indeferimento liminar.

Os requerimentos provenientes das Zonas Eleitorais, devidamente assinados pelo


Chefe do Cartório e pelo Juiz, deverão ser submetidos ao conhecimento da
Corregedoria, sendo, posteriormente, remetidos à Secretaria de Gestão de Pessoas.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 87


Resolução TSE n. 23.507/2017
Resolução TREDF n. 7.114/2010

Responsável: SECAP
Endereço eletrônico: secap@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4229

Licença para o desempenho de mandato classista e outras


atividades

O servidor poderá desempenhar mandato em confederação, federação, associação de


classe de âmbito nacional, sindicato representativo da categoria ou entidade
fiscalizadora da profissão ou, ainda, para participar de gerência ou administração em
sociedade cooperativa constituída por servidores públicos para prestar serviços a seus
membros, com número de servidores representados proporcionalmente ao número de
associados à entidade.

Durante a licença, o servidor não perceberá remuneração.


TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 34

A duração da licença será igual à do mandato, podendo ser prorrogada por uma única
vez, no caso de reeleição.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 92 e 102, VIII, letra “c”

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Licença para tratamento da própria saúde

Será concedida ao servidor licença médica para tratamento da própria saúde em


virtude de doença que o impossibilite de trabalhar, a pedido ou de ofício, sem prejuízo
da remuneração a que fizer jus.

A perícia oficial poderá ser dispensada, desde que o afastamento do servidor:

 não ultrapasse 5 dias corridos;


 somada a outras licenças, de mesma espécie, concedidas nos 12 meses
anteriores, não ultrapasse 14 dias, consecutivos ou não.
Ainda que dispensável a perícia oficial nos casos de afastamento para tratamento de
saúde inferior a 15 dias, dentro de 1 ano, o servidor poderá ser submetido à perícia a
qualquer momento, mediante recomendação da junta médica ou de perito oficial, por
solicitação da sua chefia imediata ou por requisição da SGP.

Compete à CAMS analisar todos os atestados e, nessa oportunidade, deliberar se trata


de hipótese de dispensa de perícia oficial ou não

Até o limite de 24 meses, cumulativo ao logo do tempo de serviço público prestado à


União em cargo efetivo, a licença será considerada como efetivo exercício (art. 102,
VIII, “b”, da Lei n.. 8.112/1990, com redação dada pela Lei n. 9.527/1997). O período
em referência será contado somente a partir de 10/12/1997 (data de publicação da Lei
n. 9.527/1997), independentemente da data de ingresso do servidor no servidor
público federal, haja vista que anteriormente a essa data não havia essa limitação
legal.

O período de licença que exceder a esse limite somente será computado para efeito de
aposentadoria e disponibilidade (art. 103, VII, da Lei n. 8.112/1990, com a redação
dada pela Lei n. 9.527/1997), incidindo sobre a remuneração do servidor os descontos
pertinentes às rubricas cujo pagamento está vinculado ao efetivo exercício (ex.:
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 35

auxílio-alimentação), correspondente ao período em que o servidor permaneceu em


licença.

A licença que exceder o prazo de 120 dias no período de 12 meses, a contar do


primeiro dia de afastamento, será concedida mediante avaliação por junta médica
oficial.

Observação 1
É responsabilidade do servidor encaminhar o atestado médico ou odontológico à
CAMS, por meio digital, para análise e eventual marcação de perícia pela SEAMO, em
até 3 dias corridos, a contar da data do início do afastamento.

Observação 2
O atestado original deverá ser entregue à CAMS, em envelope lacrado, a fim de
preservar o sigilo médico ou odontológico, observado o prazo de até 3 dias úteis, a
contar da data do início do afastamento.

Observação 3
Salvo por motivo devidamente justificado, o desatendimento aos prazos indicados nas
observações 1 e 2 poderá caracterizar falta ao serviço.

Observação 4
Os servidores de cargos comissionados sem vínculo com o serviço público, na
superveniência de licença para tratamento de saúde, submetem-se ao Regime Geral
de Previdência Social – RGPS, em razão de sua condição de segurados obrigatórios,
nos termos das Leis 8.213, de 24 de julho de 1991, e 8.647, de 13 de abril de 1993, e
do § 13 do artigo 40 da Constituição Federal, sendo apenas os primeiros 15 dias
remunerados pelo TRE-DF. A partir do 16º dia de afastamento, os servidores serão
encaminhados ao Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS para realização de
perícia.

Passo a Passo para criação de processo de atestado médico/odontológico e


concessão de credenciais de acesso no SEI
 Selecionar a opção “ATESTADOS” na caixa localizada no canto superior direito
da tela.

 Clicar em na aba de opções localizada na margem esquerda


da tela.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 36

 Selecionar o tipo de processo.

 Inserir o nome no campo “Interessado:” e confirmar a seleção clicando sobre


o nome.

 Na caixa “Nivel de Acesso”, selecionar a Hipótese Legal “Dados pessoais de


Saúde (Art. 73 da Resolução CFM n° 1931/2009).

 Clicar no ícone , localizado no canto inferior direito da tela.

 Incluir no processo criado um documento do tipo “Requerimento Padrão –


SGP” clicando inicialmente no primeiro ícone da barra de ferramentas.

 Escolher o Tipo do Documento selecionando a opção.

 Preencher os campos do Requerimento Padrão e marcar com um “X” a opção.

 Discriminar qualquer informação complementar pertinentes à homologação


do atestado no campo “3 - COMPLEMENTAÇÃO DO PEDIDO/DOCUMENTOS
ANEXADOS:”

 Salvar e assinar o Requerimento Padrão gerado.


TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 37

 Digitalizar e incluir o atestado como documento “Externo”.

 Por ser um processo sigiloso, o servidor deve conceder credenciais de acesso


para todos os Médicos e Odontólogos, conforme o caso:

 Clicar no ícone (Gerenciar Credencial de Acesso),

 inserir o nome do Médico ou Odontólogo desejado no campo

e confirmar a seleção
clicando sobre o nome.

 Selecionar a opção “ATESTADOS – ATESTADOS MÉDICOS” no campo

 Por fim, clicar no botão para concluir.

Não é necessário encaminhar o processo, a concessão de credencial


de acesso permite ao Médico/Odontólogo visualizá-lo para fins de
homologação do atestado.

 Encaminhar o atestado médico original à CAMS, em envelope lacrado, em até


03 dias úteis contados da emissão, para a devida homologação e lançamento
no SGRH.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 202, 203 e 204


Portaria Presidência n. 27/2017 TRE-DF/PR/DG/GDG

Responsável: SEAMO/CAMS
Endereço eletrônico: seamo@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4161
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 38

Licença para tratar de interesses particulares

Ao critério da Administração, poderá ser concedida ao servidor ocupante de cargo


efetivo, desde que não esteja em estágio probatório, licença para tratar de assuntos
particulares, pelo prazo de até 3 anos consecutivos, sem remuneração.

A licença poderá ser interrompida a qualquer tempo, a pedido do servidor ou no


interesse do serviço.

Ao servidor em gozo da licença não é permitido o exercício de outro cargo público na


Administração Pública, exceto se acumuláveis nos termos do art. 37, XVI, da
Constituição Federal.

Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração, a manutenção


da vinculação ao regime do Plano de Seguridade do Servidor Público, mediante o
recolhimento mensal da respectiva contribuição no mesmo percentual devido pelos
servidores em atividade.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 91, art. 183, §3º e art. 117, parágrafo único, inciso II

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Licença por acidente em serviço

Todo servidor que sofrer dano físico ou mental durante o desempenho de atividade
que esteja direta ou indiretamente relacionada com as atribuições do seu cargo,
poderá gozar da licença por acidente em serviço.

Uma vez configurado o acidente em serviço, as licenças-saúde porventura usufruídas


pelo servidor serão reclassificadas para “acidente em serviço”. Possível invalidez do
servidor em decorrência da limitação física ou mental resultante dará ensejo à
aposentadoria com proventos integrais.

Os servidores ocupantes de cargos em comissão sem vínculo efetivo com o serviço


público, quando vitimados por acidente de trabalho, deverão ser encaminhados ao
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 39

INSS para realização de perícia a partir do 16º (décimo sexto) dia de afastamento do
trabalho.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, artigos 211 a 214.

Licença por motivo de doença em pessoa da família

Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou


companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta, do enteado, ou
dependente que viva às suas expensas e conste no seu assentamento funcional,
mediante comprovação por perícia médica oficial.

A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e


não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante
compensação de horário.

A licença, incluídas as prorrogações, poderá ser concedida a cada período de doze


meses nas seguintes condições: I - por até 60 dias, consecutivos ou não, mantida a
remuneração do servidor; II - por até 90 dias, consecutivos ou não, sem remuneração.
O início do interstício de 12 meses será contado a partir da data do deferimento da
primeira licença concedida. A soma das licenças remuneradas e das licenças não
remuneradas, incluídas as respectivas prorrogações, concedidas em um mesmo
período de 12 meses, não poderá ultrapassar 150 dias.

Durante a licença, o servidor não perceberá o auxílio-transporte.

O auxílio-alimentação, por sua vez, será pago por até 30 dias, em período de 12 meses.

Já os adicionais de periculosidade e de insalubridade serão devidos ao servidor por até


30 dias, em período de doze meses.

Em se tratando de servidor ocupante de função comissionada ou de cargo em


comissão, os valores recebidos pelo exercício desses cargos poderão ser incluídos em
sua remuneração, ao longo de todo o período em que a licença for remunerada, isto é,
por 60 dias.

Observação 1
Os servidores ocupantes de cargos comissionados sem vínculo com o serviço público
e os empregados públicos não farão jus à licença por motivo de doença em pessoa da
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 40

família, tendo em vista a inexistência de previsão legal para sua concessão,


ressalvadas as hipóteses de concessão na Convenção Coletiva de Trabalho ou
regulamento da empresa/instituição cedente.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 83 e art. 183, § 3º


Lei n. 12.269/2010 (altera os art. 83, 96-A e 103 da Lei n. 8.112/1990, e dispõe, no art.
24, sobre a licença por motivo de doença em pessoa da família)
Portaria Presidência n. 27/2017 TRE-DF/PR/DG/GDG

Responsável: SEAMO/CAMS
Endereço eletrônico: seamo@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4161

Licença-prêmio por assiduidade

Benefício extinto pela Lei n. 9.527/1997 que concedia ao servidor 3 (três) meses de
licença, a título de prêmio por assiduidade, com a remuneração do cargo efetivo, a
cada quinquênio ininterrupto de exercício, completados até 15/10/1996.

Os períodos de licença-prêmio já adquiridos e não gozados pelo servidor poderão ser


contados em dobro para efeito de aposentadoria.

A licença em referência foi substituída pela Licença para Capacitação, ficando


resguardado o direito de cômputo do tempo de serviço residual para efeitos de
concessão da Licença Capacitação.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 87


Lei n. 9.527/1997, art. 7º

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 41

Lotação

As unidades organizacionais do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal devem


observar as regras estabelecidas para a respectiva lotação de referência.

Normas aplicáveis

Portaria Conjunta TREDF n. 7/2018

Responsável: SESAD
Endereço eletrônico: sesad@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4125/4126

Movimentação na carreira

É o processo pelo qual o servidor se desenvolve na carreira do Poder Judiciário da


União, avançando desde a Classe A, Padrão 1 até a Classe C, Padrão 13.

Apresenta duas modalidades:

 Progressão: mudança de padrão, após interstício de 365 dias de efetivo


exercício, considerando resultado da avaliação de desempenho igual ou
superior a 70%;

 Promoção: movimentação do servidor do último padrão de uma classe para o


primeiro padrão da classe seguinte (exemplificando: Classe A, Padrão 5 para
Classe B, Padrão 6; Classe B, Padrão 10 para Classe C, Padrão 11).

A movimentação é condicionada a requisitos temporais (interstício de 365 dias de


efetivo exercício, excluídas certas modalidades de afastamento), de desempenho
(avaliação do estágio probatório e, após a conclusão deste, avaliação de desempenho
por competências) e de capacitação (apenas para promoção, realização de 80 horas
em ações de capacitação durante a permanência na classe).

Normas aplicáveis

Lei 11.416/2006
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 42

Portaria Conjunta STF n. 1/2007


Resolução TSE n.. 22.582/2007
Portaria Conjunta TREDF n. 6/2018

Responsável: SESAD
Endereço eletrônico: sesad@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4125/4126

Pensão civil

O benefício da pensão por morte é devido aos dependentes do servidor elencados no


art. 217 da Lei n. 8.112/1990 em caráter vitalício ou temporário.

O valor da pensão corresponderá à totalidade da remuneração do servidor ativo no


cargo efetivo em que se der o falecimento ou à totalidade dos proventos do servidor
inativo, até o limite máximo para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social,
acrescido de 70% da parcela excedente a esse limite.

A pensão sofrerá ainda a incidência da contribuição previdenciária sobre o valor do


benefício que ultrapassar o teto dos benefícios do RGPS, e do Imposto de Renda,
ressalvadas as hipóteses de isenção tributária.

Não há paridade no pagamento das pensões, exceto daquelas instituídas por servidor
aposentado com base no art. 3º da EC n. 47/05 e art. 6º -A da Emenda Constitucional
41/2003, incluído pela EC 70/2012 (Acórdão TCU 2553/2013 –Plenário).

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 40


Lei n. 8.112/1990, artigos 215 a 225
Lei n. 13.135/2015
Lei n. 10.887/2004
Acórdão TCU 2553/2013 - Plenário
Acórdão TCU 1293/2018

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 43

Programa de assistência à saúde e benefícios sociais – TRE-saúde

O Programa de Assistência à Saúde e Benefícios Sociais - TRE-Saúde, tem como


finalidade oferecer aos servidores do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal e
respectivos dependentes benefícios assistenciais e sociais capazes de lhes
proporcionar a manutenção de níveis elevados de saúde física e mental, adequados ao
pleno exercício de suas atribuições e responsabilidades. Incumbe ao servidor solicitar,
na Administração do Programa, a sua inscrição e a de seus dependentes.

Os servidores que venham a integrar o Quadro do Tribunal em decorrência de posse


em cargo público efetivo, cessão, requisição, lotação provisória ou remoção terão o
prazo de 30 dias contados da data em que entrarem em exercício para se inscreverem
no Programa, sob pena de ter que cumprir as carências definidas no regulamento
(Resolução TREDF n. 7694,de 30 de junho de 2016, alterada pela Resolução TER-DF n.
7759/2017).

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 230


Resolução TREDF n. 7694, de 30 de junho de 2016, alterada pela Resolução TREDF n.
7759/2017

Responsável: CAMS/SEDAS
Endereço eletrônico: sedas@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4112

Redistribuição

A redistribuição de cargos, no âmbito da Justiça Eleitoral, é regulamentada


pela Resolução TSE n. 23.563/2018.

O instituto se presta para o ajustamento da força de trabalho, com instauração de


ofício para a adequação do quantitativo de cargos, em face das redistribuições
obrigatórias e facultativas referidas no art. 27 e art. 28 da Resolução TSE n.
23.563/2018, sendo conduzido exclusivamente com o interesse público da
administração.

A possibilidade de instauração do processo por meio de pedido dos servidores


interessados é admitida no art. 36 da Resolução TSE n. 23.563/2018, desde que
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 44

preenchidos os requisitos necessários, especialmente os listados no art. 23 e no art. 26


da norma referida.

Requisitos

 interesse da Administração;
 equivalência de vencimentos;
 manutenção da essência das atribuições do cargo;
 compatibilidade entre os graus de responsabilidade e complexidade de
atribuições;
 mesmo nível de escolaridade, especialidade ou habilitação profissional, salvo
nos casos que envolvam cargos vagos.

Observações

 A redistribuição do cargo não atinge os direitos e vantagens concedidos ao


servidor, os quais não poderão ser revistos no órgão destinatário, salvo na
hipótese de constatação de ilegalidade ou inconstitucionalidade.

 O cargo ocupado redistribuído não poderá ser objeto de nova redistribuição


pelo período de 3 anos.
 O servidor que obtiver prazo de trânsito deverá comprovar, mediante
declaração, a alteração de endereço residencial, no prazo de 30 dias, contado
da retomada de suas funções na lotação de destino.

Normas aplicáveis

Art. 37, da Lei n. 8.112/90


Resolução n. 146/2012 – CNJ
Portaria-Presidência n. 93/2017 (Redistribuição Facultativa) – TREDF
Resolução n. 23.563/2018 – TSE

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Telefone: (61) 3048-4119/4215

Regime de previdência complementar

A possibilidade de aumento da idade mínima para aposentadoria e o recente aumento


da contribuição previdenciária de 11% para 14%, por meio da Medida Provisória n.
805, de 30 de outubro de 2017, têm suscitado questionamentos acerca das vantagens
ou desvantagens de adesão ao Regime de Previdência Complementar - RPC.

Desta forma, a Secretaria de Gestão de Pessoas esclarece que:


TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 45

 A Lei n. 12.618/2012, que criou Regime de Previdência Complementar - RPC


dos servidores públicos também regulamentou o direito dos servidores já
integrantes do serviço público à opção pela migração ao RPC;

 O prazo para migração opcional do Regime Próprio de Previdência Social - RPPS


para o Regime de Previdência Complementar - RPC encerrava, de acordo com o
artigo 92 da Lei n. 13.328/2016, em 28 de julho de 2018, mas a Medida
Provisória n. 853, de 25 de setembro de 2018 prorrogou o prazo para 29 de
março de 2019;

 Para os servidores que ingressaram antes de 14 de outubro de 2013 (tanto os


que têm hoje direito à aposentadoria integral quanto à aposentadoria
correspondente a 80% de seus maiores salários - média), a Lei n. 12.618/2012,
criou o chamado benefício especial, complemento financeiro a ser pago
mensalmente quando da aposentadoria desses servidores (art. 3º), calculado
com base na média de contribuições previdenciárias recolhidas antes da
migração;

 A migração para o RPC implica a limitação dos proventos futuros de


aposentadoria ao teto do Regime Geral de Previdência Social;

 Os servidores que exercerem essa opção deixarão de contribuir mensalmente


para a previdência com 11% do seu salário bruto. Passarão a contribuir com
11% sobre o teto do RGPS;

 A aposentadoria dos optantes pelo RPC, nos termos da legislação vigente, será
composta por três parcelas: o teto de aposentadoria pelo RGPS + o benefício
complementar do fundo, calculado com base na reserva acumulada e na conta
individual do participante + o benefício especial.

Desta forma, sugerimos a todos os servidores que acessem a página da Funpresp-Jud


(www.funprespjud.com.br), responsável por administrar o Plano de Benefícios do
Judiciário da União, Ministério Público da União e Conselho Nacional do Ministério
Público, para maiores informações.

O site da Funpresp-Jud dispõe ainda de um simulador para calcular o valor estimado


dos benefícios.

Ainda, informamos que está disponível na Intranet o formulário de solicitação de


cálculo de benefício especial, a ser encaminhado à SGP, via SEI. As solicitações serão
atendidas de acordo com a data de protocolo e em prazo a ser verificado de acordo
com as demandas e a complexidade dos cálculos.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 46

Por fim, reiteramos que, por tratar de decisão pessoal, irrevogável e irretratável, é
imprescindível que os interessados busquem se informar sobre o assunto e analisem
cenários futuros, vantagens e riscos.

Remoção

É a alteração de lotação do servidor. Pode acontecer de ofício, por permuta ou a


pedido – neste último caso, mediante requerimento ou Concurso de Remoção.

A modalidade permuta pode ocorrer internamente ao Tribunal ou ainda entre TREs de


diferentes Estados.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990
Lei n. 11.416/2006
Portaria Conjunta n. 3/2007, do STF
Resolução TSE n. 23.563/2018

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Requisição de servidores

O instituto da requisição é a transferência do exercício do servidor para o âmbito da


Justiça Eleitoral, sem alteração da lotação no órgão de origem e sem prejuízo da
remuneração ou salários permanentes, inclusive encargos sociais, tais como
gratificação natalina, férias e adicionais previstos em Lei.

O tempo máximo das requisições de servidores distritais para prestarem serviços nos
Cartórios Eleitorais será de 5(cinco) anos, considerando-se, nesse lapso temporal, 1
(um) ano de requisição inicial e até 4 (quatro) anos de prorrogações, nos termos do
art. 6º da Resolução TSE n. 23.523/2017.

O tempo máximo para servidores federais é de 3 (três) anos, conforme o art. 7º da


Resolução TSE n. 23.523/2017 e art. 105 da Lei 13.328, de julho de 2016.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 47

Documentos necessários

Para autuação e instrução do pedido de requisição são necessários os seguintes


documentos:

1. Ofício do Exmo. Juiz Eleitoral endereçado à Corregedoria Regional Eleitoral


informando o órgão de origem, nome o cargo do servidor requisitando, bem
como a justificativa acerca das necessidades enfrentadas pelo cartório eleitoral
e tempo necessário à requisição;
2. Formulário específico, disponível no SEI, assinado pelo respectivo Chefe de
Cartório ou Juiz Eleitoral;
3. Declaração específica, disponível do SEI, de que não ocorre a prática de
nepotismo - Resolução CNJ n. 7/2005;
4. Declaração funcional em que conste nome completo do servidor, cargo de
ingresso no órgão, data de ingresso no órgão, requisitos para o ingresso no
cargo (2º grau completo ou conclusão de nível superior), as atribuições do
cargo ocupado pelo servidor requisitado;
5. Certidão/Declaração firmada pelo órgão de origem que informe se o servidor
foi aprovado em estágio probatório e se responde a sindicância ou
procedimento administrativo de natureza disciplinar;
6. Currículo.
Vedações para a requisição

 Quanto aos órgãos: Sociedades de Economia Mista, Empresas Públicas e


Fundações de Direito Público dotadas de personalidade jurídica de Direito
Privado;
 Quanto aos cargos: isolados, técnicos ou de natureza técnica, científicos.
Vedada, portanto, a requisição de servidores ocupantes de cargos que exigem,
para o seu exercício, conhecimento científico ou artístico obtidos em nível
superior de ensino e também os cargos e empregos de nível médio, cujas
atribuições lhe emprestem características de técnico, como por exemplo,
técnico em enfermagem, técnico em contabilidade, dentre outros;
 Quanto à situação funcional: aqueles que não tenham concluído o estágio
probatório ou que estejam submetidos a sindicância ou processo
administrativo disciplinar e os não efetivos;
 Quanto ao número de servidores por Zona Eleitoral: para cada 10.000 (dez mil)
ou fração superior a 5.000 (cinco mil) eleitores que a Zona possua, o Cartório
comporta 1 (um) servidor, sendo limitado a 10 (dez) em anos não eleitorais;
 Quanto à jurisdição: servidor lotado fora da jurisdição do Juízo solicitante, ou
seja, fora do Distrito Federal.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 48

Observações importantes sobre o processo de requisição

 Alertamos para a necessidade de verificação da jornada de trabalho


efetivamente cumprida no órgão de origem pelo servidor a ser requisitado,
ressaltando-se especial atenção às alterações normativas emitidas pelos
respectivos órgãos, as quais deverão ser comprovadas mediante o
encaminhamento do ato à SEBEF/COPE;

 Deve ser observada a correlação entre as atividades exercidas pelo servidor no


órgão de origem e aquelas a serem desenvolvidas no serviço eleitoral (art. 5º
da Resolução TSE n. 23.523/2016), sob pena de indeferimento do pedido de
requisição. Na análise da correlação das atividades, observar-se-á o caráter
administrativo das atribuições do cargo de origem, independentemente do
nível de escolaridade do cargo, conforme previsão constante do § 1º do art. 5º
da Resolução TSE n. 23.523/2017. Desse modo, não poderão ser requisitados
servidores ocupantes do cargo de cozinheiro, operário, fiscal de obras e
tributos, servente, merendeira, auxiliar de serviços gerais, dentre outros.

Normas aplicáveis

Lei n. 6.999, de 07/06/1982


Código Eleitoral, artigos 1º, 2º, 30, XIII e 365
Resolução TSE 23.523 de 27/06/2017
Lei n. 13.328, de 29 de julho de 2016 - art. 105

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Serviço extraordinário

A regulamentação sobre a prestação de serviço extraordinário, no âmbito da Justiça


Eleitoral, encontra-se atualmente prevista na Resolução TSE n. 22.901/2008 e
Resolução TREDF n. 7828/2019.

Será considerado como serviço extraordinário, para retribuição em pecúnia ou


compensação, desde que autorizado previamente pelo Diretor-Geral e cumprida a
jornada ordinária mensal:

 Nos finais de semana/feriados: todo o período trabalhado, observando-se o


limite de 10 horas diárias.
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 49

 Nos dias úteis: após a 8ª hora trabalhada, no limite de 2 horas, ressalvadas as


situações previstas em leis específicas ou regulamentos próprios.

Beneficiários

 Servidores em exercício no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal,


inclusive os ocupantes de função comissionada e de cargo em comissão.

Observações

No caso de servidores requisitados e não ocupantes de função/cargo comissionados,


será considerado como serviço extraordinário aquele que exceder a jornada de
trabalho a que estiverem sujeitos em seu órgão de origem, quando esta for inferior
àquela praticada neste Tribunal.

Para a caracterização do cumprimento das jornadas respectivas, é necessária a


marcação do ponto biométrico na entrada e na saída do expediente, bem como nos
intervalos para refeições ou em quaisquer interrupções ocasionadas por motivo
particular e que ensejam a saída do órgão.

No período eleitoral, fixado pelo TSE, a retribuição da hora extra será por pecúnia,
facultado aos servidores o requerimento da retribuição por compensação.

Valor do benefício

O adicional por serviços extraordinários será calculado dividindo-se por 175 o valor da
remuneração mensal do servidor, acrescido dos percentuais de 50%, cuidando-se de
serviços suplementares nos dias úteis e aos sábados, e de 100% aos domingos e
feriados.

Normas aplicáveis

Constituição Federal, art. 7º, XVI


Lei n. 8.112/1990, art. 73 e 74
Resolução TSE 22.901/2008 e alterações posteriores
Resolução TREDF 7828/2019

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Telefone: (61) 3048-4128
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Serviço voluntário

O serviço voluntário constitui atividade prestada por pessoa física à Justiça Eleitoral do
Distrito Federal, de forma espontânea, sem que haja remuneração ou qualquer outro
tipo de indenização, auxílio ou benefício.

Normas aplicáveis

Lei 9.608/1998
Termo de Adesão ao Serviço Voluntário do TREDF

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

Substituição

Os titulares de cargo em comissão e função comissionada serão substituídos em seus


afastamentos, impedimentos legais ou regulamentares, automaticamente ou
eventualmente, conforme designação prévia por meio de Portaria da Presidência.

Os titulares das chefias de Cartório Eleitoral deverão ser substituídos, em regra, por
servidor detentor de cargo efetivo do quadro de pessoal do TRE-DF.

Nos primeiros 30 dias, as atribuições decorrentes da substituição serão acumuladas


com aquelas correspondentes ao cargo em comissão ou à função comissionada de que
o servidor substituto, porventura, seja titular. Após este prazo, o substituto deixará de
acumular, assumindo tão-somente as atribuições inerentes à substituição, percebendo
a remuneração correspondente.

Em caso de afastamento, a substituição será descontada, exceto quando este for


inerente às atribuições do cargo em comissão ou da função comissionada que se
encontra substituindo.

O período de substituição será considerado para o cálculo de serviço extraordinário.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990, art. 38


Portaria Conjunta TREDF n. 78, de 9 de fevereiro de 2009
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 51

Responsável: SEREF
Endereço eletrônico: seref@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4316

Vacância

Os casos mais comuns de vacância do cargo são a exoneração e a posse em outro


cargo público inacumulável. Na última hipótese, há a possibilidade de recondução ao
cargo de origem, desde que não tenha havido interrupção no vínculo funcional do
servidor com a Administração Pública.

Normas aplicáveis

Lei n. 8.112/1990 , art. 33

Responsável: SELEP
Endereço eletrônico: selep@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4119/4215

União estável

Beneficiários

Os servidores ativos e inativos que mantiverem vida em comum poderão requerer o


reconhecimento da união estável para todos os efeitos legais, equiparando-se ao
cônjuge a companheira ou companheiro que comprove união estável como entidade
familiar.

Documentos necessários

Certidão de união estável reconhecida em cartório ou, no mínimo, três dos seguintes
documentos:

 Comprovante de endereço comum;


 Conta bancária conjunta;
 Declaração conjunta de imposto de renda;
 Certidão de casamento religioso;
 Comprovação de financiamento de imóvel em conjunto;
TRE-DF | Manual de Legislação de Pessoal 52

 Disposições testamentárias em favor do companheiro ou companheira;


 Certidão de nascimento de filho em comum;
 Declaração pública de coabitação feita perante o tabelião;
 Justificação judicial;
 Apólice de seguro em que conste o companheiro como beneficiário.
Procedimento

O servidor deve enviar requerimento à SEREF, via SEI, contendo certidão/documentos


comprobatórios.

Responsável: SEREF
Endereço eletrônico: seref@tre-df.gov.br
Telefone: (61) 3048-4316

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