Você está na página 1de 3

Unisuam

Luan Miranda
Yuri Amaral
Mariana Vargas
Brendo Cardoso

Aps Leitura e Produção de Textos


Texto dissertativo argumentativo
O que é verdade?

A verdade consiste em ser uma história contada pelos olhos de Samuel, levando em
consideração o fato, de que, o próprio não acredita que tenha feito tais coisas. Mas
ainda assim, o que é verdade? O que os olhos de Samuel veem ou o que a história
nos mostra?

Através de Samuel, que se declara inocente de tudo, até porque, qual homem
morderia dedos de senhoras? É possível aceitar que ele realmente não tenha feito
nada disso, que por pura coincidência ele estava no local errado e na hora errada,
fazendo uso de um gesto pessoal, no qual sempre fazia, estava habitualmente
acostumado, entretanto, não era o que as pessoas ao redor achavam,
transformando a coincidência em fato.

Fazendo uso de um julgamento premeditado, as pessoas, mas especificamente as


mulheres que conheciam Samuel, acreditavam que tal não era culpado de nada
disso, por mais que tenham levado em conta a personalidade galanteadora com o
acréscimo do toque de tal, do que o próprio fato em si, mas isso não foi suficiente
para inocenta-lo.

As provas que tinham contra Samuel não eram concretas, não se havia marca nos
dedos, nem mancha de sangue em parte alguma, era um caso complemente
complexo, quase um enigma “[...], mas dizia-se que não fizera gesto nenhum de
engolir; nem tinha sangue nos lábios [...]”. Como não havia provas tangíveis do que
realmente aconteceu, o inquérito foi arquivado, porque não tinha como o denunciar.

Diante do que foi apresentado, podemos afirmar que Samuel não mordia os dedos
de senhoras, apesar de, coincidentemente, ele sempre estar nos lugares em que
aconteciam os acidentes e com seu gesto habitual, de gentilmente beijar as mãos, o
fazendo ser suspeito, não haviam provas reais de que ele cometesse tal ato, ainda
que as palavras de Samuel não carregassem um crédito considerado, ele, em
nenhuma vez se declarou culpado, contrariamente, sempre negava o fato de que ele
faria algo desse tipo, assim, nos levando a crer que não passava de uma
coincidência.
Bibliografia
1. ANDRADE, Carlos Drummond. O gerente. Prosa Seleta. Rio de Janeiro:
Nova Aguliar, 2003.

2. SARRACENI, Paulo Cesar. O Gerente. Rio de Janeiro: 2011.