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DOMINGO DA IGREJA PERSEGUIDA • 2018

www.domingodaigrejaperseguida.org.br

Fé perigosa
ESTUDO SOBRE O LIVRO DE JÓ
Ron Boyd-MacMillan

Fé perigosa é uma série de estudos que nos permite explorar as riquezas de livros da Bíblia em compa-
nhia com a Igreja Perseguida. Neste encontro, não apenas a palavra de Deus faz mais sentido, mas o nosso
Deus se torna maior. Talvez nossa fé pareça mais perigosa também.
Convidamos você a embarcar em uma jornada conosco pelo livro de Jó. Esse, que pode ser o livro
mais antigo da Bíblia, conta uma história fascinante e difícil de entender. Jó se encontra em um lugar mui-
to sombrio. Ele perde tudo o que importava para ele, e o Deus que pensava conhecer, de repente, parece
ser inconstante e distante. Nós andaremos com ele através do sofrimento e protesto, da rejeição e perple-
xidade, da dúvida e da fé.
Nós também conheceremos uma cristã norte-coreana que, como Jó, encontrou Deus em silêncio no
meio de uma vida de injustiça insustentável. Por que Deus fez o mundo desta maneira?
Deus falará? Deus agirá? Ele falará, ele agirá, mas não como esperamos, e raramente como prevemos.
E, talvez, seja em lugares extremos da vida onde encontramos Deus – o encontramos não como esperáva-
mos, nem como queríamos que ele fosse – mas um Deus que é maior que nossos sonhos mais selvagens,
um Deus que ama, um Deus que é digno da nossa confiança.
Esta é uma história de esperança: para o pior momento da sua vida, do pior lugar do mundo.
Você pode ser inspirado a dar um passo maior nesta animadora aventura de fé, seguro nas mãos de um
Deus que é maior do que imaginamos, e que nos ama além do que jamais sonhamos.
Dependendo do tempo que tiver, sinta-se à vontade para selecionar quais perguntas do estudo irá fazer
em seu grupo ou considere dividir o estudo em capítulos e oferecer aos alunos não apenas no DIP, mas
durante todo o mês de maio.

HISTÓRIA DE MIN HEE


Min Hee* é uma cristã norte-coreana. Ela perdeu o marido durante um período de fome severa em seu
país. Ele foi atingido pelas autoridades enquanto roubava lixo de um trem, em busca de comida. A cristã
estava grávida na época, mas o bebê morreu no nascimento. Ela fugiu da Coreia do Norte e encontrou
cristãos na China que a abrigaram e cuidaram de sua saúde.
Min Hee, como Jó, perdeu tudo. O marido, o filho, a saúde, a esperança. Quando Ron Boyd-MacMillan a
conheceu, o trauma de perder o marido e o bebê era recente, cerca de um ano. Ela ainda era magra e fraca
e estava deitada na cama. Ela disse: “Eu tenho apenas uma pergunta no meu coração. Posso perdoar a
Deus por ter feito o mundo desta maneira?”. Essa foi precisamente a pergunta de Jó para Deus.
“Por que você ainda é cristã?”, Ron suavemente perguntou. “Eu o vejo no Getsêmani, as grandes gotas
de sangue. Eu o vejo na cruz, torcendo-se em agonia. Acima de tudo, eu o escuto na cruz. ‘Meu Deus! Meu
Deus! Por que me abandonaste?’. Isso significa que ele sofreu assim como eu”.
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“E por que pouco a pouco eu tenho visto que o cuidado de Deus está em todo o mundo se eu puder en-
xergar além do meu próprio sofrimento”, contou. Ela gesticulou para a família cristã na China que estava
cuidando dela, e a protegendo apesar dos grandes riscos. As autoridades chinesas exigiram que todos os
refugiados norte-coreanos fossem enviados de volta à Coreia do Norte. Essa família se recusou, a escon-
dendo, mesmo que isso significasse um grande problema.
Podemos ser surpreendidos, e ver fatos universais da graça além dos fatos individuais do nosso próprio sofri-
mento? Sim. Deus é bom – ele não nos pede para vivermos no Getsêmani, mas simplesmente para atravessá-lo.

CAPÍTULO 1
Deus perigoso

Reflexão: Sozinho ou em grupo, reflita nas questões a seguir:

1. “Posso perdoar Deus por ter feito o mundo desta maneira? ”


• Você acha que Min Hee estava certa em expressar raiva e desaprovação com Deus e sua criação?

2. Houve um tempo difícil em sua vida – ou na vida de alguém que você conhece – em que Deus não res-
pondeu às orações ou respondeu de maneira diferente às expectativas?
• O que você aprendeu nesse tempo?

3. Como a dor e a tristeza distorcem a maneira que pensamos ou agimos com Deus?

4. Leia os capítulos 1 e 2 do livro de Jó. Em Jó 1.1-5, Jó é descrito como íntegro e justo.


• O que “íntegro e justo” significam em um contexto do Velho Testamento? Como isso difere de “inocente”?
• Em Jó 1.6-12 e 2.1-7, considere as conversas entre Deus e Satanás:
• Qual é o desafio de Satanás em relação a Jó?
• Qual é o teste?
• O que é acordado como resultado de cada conversa?
• Observe as repetições mais significativas no texto.

5. Lei Jó capítulo 3.
• O que faz Jó lamentar sobre o dia de seu nascimento? Escreva abaixo três pontos que se destacam para você.
• Observe os contrastes entre luz e escuridão, vida e morte, descanso e agitação. O que isso revela sobre o
estado de Jó?
• Olhe para os ‘por quês’ de Jó. Qual é o anseio dele?

6. Em Jó, capítulos 1-3, quais são os elementos necessários que possibilitam uma vida com sentido e significado?

7. Ron Boyd-MacMillan diz que a Igreja Perseguida é “a mais desconhecida da igreja moderna”.
• Se é assim, por que isso é uma tragédia?
• Como a igreja empobrece se não tem conhecimento dos cristãos perseguidos?

8. “Muitos de nós vivem em culturas que nos ensinam a negar a realidade do sofrimento. ”
• Quais são as atitudes ou influências em nosso mundo que tendem a impedir nosso conhecimento ou sen-
timento do completo impacto do sofrimento?
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9. “No ocidente pelo menos, muitas pessoas deixam realmente claro por que elas não levam o cristianis-
mo a sério – porque elas não conseguem conciliar a ideia de um Deus de amor Todo-Poderoso com todo o
sofrimento que existe no mundo. ”
• Como você pode responder a isso?

10. “Haverá um tempo em que Deus vai quebrar as regras. Mas lembre-se, ele não vai quebrar as regras
dele, ele vai quebrar as suas regras. ”
• Lembre-se de como Jesus quebrou as regras dos fariseus, que acreditavam que estavam mantendo as
leis de Deus.
• Por que nós tendemos a fazer mais regras do que Deus exige de nós?
• O que isso parece ser hoje na igreja?

11. “Deus tem prazer nas ações e atitudes dos seres humanos. ”
• Pense no que você disse e fez hoje, lembrando que Deus tem sentimentos em resposta às nossas palavras
e ações. O que você fez hoje que o possa ter entristecido? Ou dado a ele contentamento?

12. Relembre as novidades da última semana.


• Você pode recordar uma pessoa ou grupo de pessoas que poderiam ser descritas como Jós dos dias de
hoje? O que eles estão falando sobre sua experiência?

CAPÍTULO 2
Amigos perigosos

Reflexão: Sozinho ou em grupo, reflita nas questões a seguir:

1. Você já viveu um tempo em que – como Min Hee – sentiu que Deus era mais um inimigo que um amigo?
• Como isso mudou sua visão acerca de Deus?

2. Os amigos de Jó tinham um padrão: “Coisas ruins só acontecem a pessoas ruins, então se arrependa do
seu pecado e sua prosperidade será restaurada”. Em muitos casos, isso é verdade, mas isso não se aplicava
à vida de Jó.
• Você consegue pensar em situações de hoje onde a verdade certa tem sido oferecida na hora errada?

3. O que é amizade cristã verdadeira quando alguém está sofrendo?


• Como podemos ter certeza de que não nos tornamos um dos consoladores de Jó?

4. De volta ao texto: Jó, capítulos 3-37


• Como os amigos de Jó o ajudaram com suas ações? Leia Jó 2.11-13

5. Como eles o machucaram com suas palavras? Leia em voz alta se preferir, imaginando a entonação.
• Bildade 8.2-7
• Elifaz 15.2-6
• Zofar 20.2-11; e resuma suas declarações.
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6. Qual foi a resposta de Jó aos seus amigos? Leia:


• 6.14-17: O que Jó pensou dos argumentos deles?
• 13.1-12: Suas palavras?
• 21.34: Suas respostas?
• 27.1-12: Como ele defendeu sua integridade?
Eliú exige que os amigos ‘o ouçam’ seis vezes.

7. Ele também implora que “seja um pouco mais paciente comigo, e lhe mostrarei que se pode dizer mais
verdades em defesa de Deus. Não tenha dúvida de que as minhas palavras não são falsas; quem está com
você é a perfeição no conhecimento”.
• Como você descreveria a intervenção de Eliú.
• Ele está certo ou errado?
• Você consegue pensar em um Eliú em sua vida? Como suas palavras têm impactado você – e como você
tem respondido a elas?

8. Ron Boyd-MacMillan diz que os amigos têm “o dever de caçar o pecado”.


• Se você fosse um amigo de Jó, como você responderia a sua dor? O que você diria?
• A visão de mundo dos amigos é direta e fixa e não leva em conta as circunstâncias de Jó.
• Como você fala com verdade, para confortar ou encorajar um amigo sem enfraquecer sua experiência?

9. A resiliência de Jó face às acusações de seus amigos destacam “o valor absoluto de realmente levar sua
própria experiência de sofrimento à sério”.
• Como seus amigos reconhecem sua experiência de sofrimento? Ou como não?
• Como sua igreja cuida de você, de outros ou de quem esteja passando por uma situação como a de Jó? O
que você faz quando os clichês não funcionam?

10. Ron sugere que você se aproxime da pessoa que está sofrendo e a ajude a ir até Deus.
• Considere um amigo que está enfrentando circunstâncias que ameaçam destruir seu bem-estar físico,
mental, emocional ou espiritual. Como você pode ajudá-lo a “ir até Deus”?
• Qual é a coisa mais valiosa que um amigo cristão pode fazer por você nos tempos mais difíceis da vida?

11. Considere seus amigos mais próximos e escreva como eles o encorajam na caminhada na fé, seja nos
bons ou maus tempos.

CAPÍTULO 3
Dúvidas perigosas

Reflexão: Sozinho ou em grupo, reflita nas questões a seguir:

1. “Ficar em silêncio é dizer que não há Deus. ”


• Você concorda com Min Hee? Por que sim ou por que não?

2. Quando a dúvida é saudável e quando é prejudicial na vida espiritual?


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• Você consegue se recordar de quando expressou uma dúvida saudável e não saudável?
• Como você responde quando confrontado com a dúvida de outras pessoas? Com descrença ou até mesmo
com raiva?
3. Como Deus fala aos cristãos que parecem “ter todas as respostas”?

4. De volta ao texto: Jó lança mais de 100 perguntas na direção de Deus, ou em resposta aos seus amigos,
durante seus discursos. Escolha uma ou duas passagens de: Jó 6.25,26; 7.17-21; 10.3-7; 13.22-25; 27.8-10;
31.24-28.
• Você pode resumir o ponto ou a acusação que Jó faz em cada série de perguntas?
• Essas questões expressam fé ou dúvida?
• De uma dessas passagens, como você descreve ou ilustra os sentimentos de Jó? Você pode relatá-los?

5. Leia o capítulo 23.


• O que esta fala revela sobre o relacionamento de Jó com Deus?
• Por que você acha que Jó insiste em sua busca por Deus?

Tire um momento para refletir sobre seu relacionamento com Deus.


• Como você descreveria?
. Reflita em como você responde ao silêncio de Deus em momentos difíceis.

6. Leia o que Deus diz no capítulo 38.


“Quem é esse que obscurece o meu conselho com palavras sem conhecimento? Prepare-se como simples
homem; vou fazer-lhe perguntas, e você me responderá.” (Jó 38.2,3)
• Qual você acha que é o ponto principal do discurso de Deus?
• O que esse discurso diz a você sobre o caráter de Deus?

7. “Expressar as dúvidas a Deus é, de uma maneira estranha, também um ato de fé.”


Nós temos a liberdade de sermos reais diante de Deus em oração, para falar (ou gritar) os mais profundos
gritos de nossos corações. Como equilibramos ser real com reverência? Existem limites ou limitações em
sermos nós mesmos?
• Em que medida, às vezes, você sente pressão de sua igreja, ou amigos, para falar sobre sua jornada de fé
de forma diferente do que você pensa ou sente?

8. “A dúvida é destrutiva se ela é dada como a última palavra, não como a primeira. ”
Grande parte da sociedade ocidental duvida da conclusão “lógica”: “Deus não existe. Não há verdade abso-
luta. Não há autoridade superior além de mim”.
• Como a igreja pode contrariar a dúvida e o ceticismo do mundo sobre a fé cristã? O que você pode fazer?

9. “Valorizar a dúvida traz Deus para perto.”


• Como a dúvida nos leva para mais perto de Deus? Você consegue pensar em um exemplo disso, seu ou de
outra pessoa?

10. “A dúvida é uma pomba... que carrega uma mensagem de um mundo novo que nós podemos ir.”
“A dúvida é como uma formiga... que continua em movimento.”
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“A dúvida é como um tigre... e nós podemos ganhar um ou dois arranhões.”


“A dúvida é como uma mula... que nos leva a um terreno mais alto.”
• Qual imagem você relacionaria mais?
• Você pode pensar em outra imagem de animal que possa descrever a jornada da dúvida?

CAPÍTULO 4
Mistério perigoso

Reflexão: Sozinho ou em grupo, reflita nas questões a seguir:

1. “Porque somos humanos nós queremos saber por quê;


Por que somos humanos nós não podemos saber por quê.”
• Como nós vivemos com essa realidade? Que diferença isso faz em como nós vivemos nossas vidas?

2. Quão importante é admirar as maravilhas do mundo natural para o nosso crescimento espiritual?
• Como encontramos mais espaço para isso?

3. Como podemos ver melhor a nossa própria dor e sofrimento para a graça de Deus ao nosso redor?

4. De volta ao texto: “Então o Senhor respondeu a Jó do meio da tempestade” (Jó 38.1)


• Por que você acha que Deus responde no meio da tempestade e não de um lugar quieto?

5. Leia capítulo 39. Leia novamente as perguntas de Deus a Jó.


• Como os animais ensinam Jó? (12.7)

6. “Sou indigno; como posso responder-te? Ponho a mão sobre a minha boca. Falei uma vez, mas não te-
nho resposta; sim, duas vezes, mas não direi mais nada.” (Jó 40.4,5)
“Certo é que falei de coisas que eu não entendia, coisas tão maravilhosas que eu não poderia saber.” (Jó 42.3b)
• Considere a resposta de Jó. Que impacto a resposta de Deus teve para ele? O que Jó aprendeu? Como
ele se sentiu?

7. O livro de Jó é um hino ao esplendor da criação e de seu Criador.


• Como a diferente perspectiva em sua vida, de que o mundo foi criado para a glória apenas de Deus,
transforma sua experiência de sofrimento?

8. Santo Agostinho compartilhou: “Nós buscamos um mistério, Deus – com outro – nós mesmos”.
• A esse respeito você acha que o mistério de Deus é celebrado na igreja hoje?
• O que você entende por ‘mistério de nós mesmos’?
• Se considerarmos o mistério de nós mesmos, podemos apreciar melhor o mistério de Deus?

9. “Se eu pudesse ver além do meu próprio sofrimento, além da minha própria dor, além da minha depres-
são, então eu poderia receber mais do amor de Deus.”
• Como você vê a realidade do amor de Deus por você, pelo mundo, no meio de um mundo de sofrimento?
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10. “Deus nos dá respostas, ao invés de soluções, ao mistério do sofrimento. Muitas vezes, exortamos a nós
mesmos, ou uns aos outros, a ‘confiar em Deus’, especialmente nos tempos mais difíceis da vida.”
• O que significa para você confiar em Deus quando a vida é difícil? Ou quando está tudo indo bem?
• Como renunciamos à necessidade de entender o porquê?

CAPÍTULO 5
Plano perigoso

Reflexão: Sozinho ou em grupo, reflita nas questões a seguir:

1. Que diferença faz em sua vida “confiar em um plano que você não pode ver”?
• O que fez Jó aprender sobre Deus que ele ainda não conhecia, como resultado de suas conversas com ele?
• Como as histórias de Min Hee e Jó desafiaram e transformaram a visão dele sobre Deus?

2. De volta ao texto: Leia capítulo 40.15-24 e o capítulo 41.


• Em que ponto Deus quer impressionar Jó ao descrever o beemote e o leviatã, grandes monstros da
terra e do mar?

3. Leia Jó 42.1-6
Jó diz: “Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram.”
• O que ele havia ouvido antes e o que agora ele vê? Como você interpreta essa afirmação?

4. Ele continua: “Por isso menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza.”


A palavra traduzida “arrependo” ou “arrependimento” pode ter inúmeros sinônimos: desgosto, pesar,
remorso, pena, metanóia.
• Você acha que Jó está arrependido de seus questionamentos e dúvidas? Ou se sente consolado de que ele
estava no lugar dele como um ser humano, diante da grandeza de Deus?
• Como ele se sentiu?

5. “O mundo pode parecer estar nas mãos de beemote e leviatã, mas na verdade, se você olhar mais perto,
até eles acabarão servindo a Deus.”
• Considere os beemotes e leviatãs do mundo de hoje; as forças do mal que ameaçam dominar a ordem de
Deus. Quem, o que ou onde eles estão? Dê exemplos. E como o caos deles reina hoje no mundo?
• Como continuar confiando no plano soberano e amoroso de Deus em face a uma “evidência” forte e im-
pressionante que diz o contrário?

6. “Jó aprende a confiar no Deus que dá ao invés daquilo que Deus dá.”
• Até que ponto você acha que nossa visão do caráter e da generosidade de Deus é influenciada pelas bên-
çãos que ele dá? Ou, como pode parecer em tempos mais sombrios, recusa dar?
7. “Ali está Jó. Ele não tem um Deus pequeno mais. Ele tem um Deus muito maior.”
• Relembre as inúmeras fases da sua jornada de fé. Observe como sua visão de Deus mudou durante esses
meses ou anos. O que mais afetou seu pensamento?
• Que diferença um “Deus maior” pode fazer para a igreja?
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8. “Foi apenas na escuridão que pudemos ver mais claramente o rosto de Deus. E esse rosto estava sorrindo.”
Foi na mais profunda escuridão que o rosto de Deus foi visto com mais clareza - o rosto de Jesus, pendura-
do na cruz.
• Que diferença a pessoa de Jesus Cristo faz para o nosso sofrimento – a qual Jó não poderia ter experimen-
tado em seu tempo?
• Como você experimentou o amor de Deus no meio do próprio sofrimento?

9. Depois de ouvir a história de Min Hee, Ron perguntou a ela: “Por que você ainda é cristã?”
• Como você responderia a essa mesma pergunta?
• Como seus amigos cristãos responderiam?
Realize uma pequena pesquisa. Como as respostas se assemelham e como elas se diferem?

ESTE DOCUMENTO FOI PRODUZIDO PELA MISSÃO PORTAS ABERTAS PARA O EVENTO DOMINGO DA IGREJA PERSEGUIDA (DIP) 2018 E
DISPONIBILIZADO GRATUITAMENTE NA ÁREA RESTRITA DO ORGANIZADOR. SUA REPRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO SEM AUTORIZAÇÃO DA MISSÃO
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