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About the drugs in Brazil and other themes

TRÁFICO E A GUERRA AS DROGAS-

Você tem ideia de quantos MILHÕES de reais são gastos todos os anos no Brasil no
combate ao tráfico? Todo esse dinheiro saiu dos nossos bolsos, e poderia estar sendo
usado para construir escolas e hospitais se as drogas não fossem proibidas... com uma
melhor educação e uma população mais esclarecida e informada, com melhor renda
devido à melhor qualificação profissional que isto proporciona, e tendo acesso a
serviços públicos (como o de saúde) mais eficientes, O NÚMERO DE USUÁRIOS DE
DROGA COM CERTEZA DIMINUIRIA (mesmo com ela sendo legalizada) ...
“Maconha legalizada no Colorado afeta traficantes mexicanos, aponta relatório. A
legalização da produção e venda de maconha para fins recreativos no Estado do
Colorado desde 2014 reduziu as operações dos cartéis mexicanos da droga tanto na área
fronteiriça como dentro dos Estados Unidos”.
É justamente a legalização que tira o poder do tráfico de drogas. O CRACK É FILHO
DA GUERRA AS DROGAS, ele é subproduto da cocaína, se a cocaína nunca fosse
criminalizada não teria surgido o crack. O que não dá certo no Brasil nem em lugar
algum é continuar com essa insana guerra contra às drogas, num país de mais 50 mil
homicídios por anos e que MAIS DA METADE tem ligações com o tráfico de drogas.
Olhe o Uruguai, após regulação da maconha, as mortes por tráfico chegam a zero.
Sabe quantos BILHÕES o tráfico de drogas movimento anualmente no país? 1,4
BILHÕES DE REAIS! Imagine cortar “somente” 1,4 bilhões de reais do tráfico,
imaginou? Agora com as drogas legalizadas, o Estado investiu mais dinheiro na
segurança, a polícia está com melhores condições de trabalho, agora vão atrás de
assassinos, e não de vendedores de mato! Será que com um corte de 1,4 bilhões no
tráfico, eles continuariam tendo armas de calibre .50 para enfrentar a polícia?
Só a favela da Rocinha no RJ, fatura em média 10 milhões de reais por MÊS com o
tráfico de drogas. O lucro com o tráfico de maconha ultrapassa os 1.500%, em cima do
crack se lucra 272% e com a cocaína 266%. Sim, a maconha é a droga ilegal que mais
rende dinheiro para o tráfico.
Logo, se a maconha for legalizada, o tráfico não será extinto, mas se me permitem o
trocadilho, seu poder será reduzido ao pó.
Mas e as FARC? O negócio das FARC não é maconha, é cocaína. As FARC têm esse
poder por causa do monopólio das vendas de droga que eles possuem, com a
legalização, empresas e farmácias iriam vender drogas, assim fazendo os carteis
quebrarem. Pergunte para alguém de uma FARC se ele defende a legalização, o que eles
defendem é a DISCRIMINALIZAÇÃO, ou seja, fazendo com que as pessoas não
corram riscos de comprar a droga deles (não tenha problemas com a lei). E as FARC
graças à proibição já se tornaram praticamente uma empresa, o dinheiro que eles
arrecadaram ilegalmente e o sangue que eles derramaram se da por conta da proibição.
Uma empresa requer todo um custo operacional interior e exterior.
“Ahhh mas o que dá mais lucro pro traficante é o crack e a cocaína”
O LUCRO não importa quando eu falo de FATURAMENTO.
Os traficantes PRECISAM desse dinheiro da maconha, por motivos simples, a logística
para manter o tráfico andando é altíssima, ele precisa fechar carga pra conseguir
diminuir logística, e eles só conseguem isso com a maconha. Logo, você desestrutura
todo o tráfico e quebra eles.
Mas quem você acha que mais ganha com o tráfico? PCC? Não.
Chama-se FISCO e POLÍCIA FEDERAL.
Maconha representa mais de 60% do faturamento do tráfico no Brasil.
Uma empresa que perde 60% de seu faturamento, mesmo que seja dinheiro estagnado
com repasse apenas de inflação, a empresa QUEBRA. Simples!
Os nossos impostos são uma mixaria perto do custo operacional que um traficante tem
para manter as drogas rodando pelos clientes. Tente você conduzir um produto lá da
casa do chapéu tentando fugir do fisco, com duas formas: vias alternativas = gasta um
diesel incontável; ou dividir um caminhão em 25 carros populares, seja feliz com a
entrega.
E outro detalhe para destruir o tráfico, seria permitir que as pessoas cultivassem pés de
maconha em suas propriedades. Afinal, quem tem maconha de graça em casa, não vai
comprar nem a maconha com imposto do governo (que supostamente, como alguns
dizem, o preço de um maço de cigarros de maconha seria o preço de uma Lamborghini)
e nem a maconha barata e horrível do tráfico.
Impedir o livre comércio de drogas, por outro lado, gera guerras e leva à chacina de
inocentes. Os mercados proibidos ou fortemente regulamentados são infestados de
ofertantes inescrupulosos e violentos.
Empiricamente, já deveria estar mais do que óbvio que a violência anda de mãos dadas
com os mercados que sofrem de ampla proibição estatal. Traficantes de drogas não são
(completamente) imprudentes; eles operam pelo dinheiro. Para compensar o alto risco
de se operar em um mercado que foi proibido pelo estado, os retornos monetários do
comércio de drogas têm de ser astronômicos. Por isso, o benefício de se ganhar uma
fatia de mercado no comércio de drogas é enorme. Cada novo cliente pode significar um
lucro extra de milhares de dólares por mês.
Consequentemente, para os traficantes, faz sentido ficar rondando portas de escola,
vendendo seus produtos para adolescentes, ou até mesmo dando amostras grátis para
novatos. Ao passo que você nunca vê representantes da Kellogg's vendendo caixas
avulsas de Sucrilhos para as crianças, pois o cliente adicional não compensa o custo,
para um traficante tal estratégia faz perfeito sentido. Conquistar novos clientes, nem que
seja apenas um, é algo muito mais valioso e lucrativo para quem opera nas indústrias
proibidas do que para quem opera no setor livre.
É por isso que matar um rival — e com isso ganhar acesso a seus clientes — é muito
mais lucrativo nos setores proibidos. As disputas territoriais de gangues rivais que
ocorrem atualmente nas grandes cidades são decorrência da proibição das drogas. Essas
disputas não ocorrem, como pensam alguns, porque o comércio de cocaína seja algo
intrinsecamente "louco" ou "insensato".
A repressão estatal elimina os produtores comuns, fazendo os preços dispararem. O
aumento do potencial de lucro atrai pessoas com habilidades criminosas e dispostas a
tudo para ampliar sua fatia de mercado.
Quando o estado ameaça prender os produtores de um determinado bem, ele acaba
alterando os incentivos de mercado, de modo que a violência passa a ser muito mais
lucrativa para essa indústria. Consequentemente, aquelas pessoas que têm predisposição
para ser assassinas cruéis ganham um incentivo adicional com a política de ilegalidade
de certos mercados, o que permite que elas prosperem e se tornem muito ricas em uma
sociedade cujas leis antidrogas são rigorosas.
A indústria impedida é então dominada por quadrilhas, e a inevitável consequência são
os conflitos armados entre os concorrentes. A criminalidade vai se alastrando por toda a
sociedade.
Logo, as leis antidrogas acabam por fazer com que sociopatas possam ganhar milhões
por ano vendendo drogas — sendo que com esse dinheiro ele agora poderá comprar
armas automáticas, contratar capangas, subornar policiais e se tornar o rei das ruas.
Faça uma pergunta para você mesmo: “Quem ganha com a legalização? ”

CONTRABANDO-

Sim, caso legalizar a maconha hoje no Brasil nós vamos ter o problema de contrabando.
Como resolver isso? Arrumando o sistema econômico do Brasil. Se o país é livremente
econômico, os impostos são baixos, e uma vez que os impostos são baixos, o produto de
contrabando não vale mais a pena.
Contrabando de DVDs piratas, porque existe? Porque os DVDs originais são
caríssimos!
Como foi dito anteriormente, maconha representa 60% do lucro do tráfico. Se a
maconha é legalizada e eles perdem 60% do lucro, e para eles se manterem ativos e
lucrando, seus lucros precisam cobrir seus gastos (óbvio). Se eles perdem uma fatia
simbólica do seu lucro, e começam a mais gastar do que lucrar, eles têm duas opções:
Parar, ou continuar e quebrar. Eles precisam pagar os capangas, pagar a FISCO, pagar a
PF, pagar equipamentos, pagar ingredientes para fazer drogas, pagar muitas coisas
resumidamente. Eles não vão conseguir se manter sem o lucro da maconha, que quando
legalizada, diminuiria o consumo de outras drogas também (como o crack). Porque
pense o seguinte: uma parcela de pessoas que entram no mundo do crack, são pessoas
que foram para a boca comprar maconha, mas não encontraram, e assim acabaram
aceitando o crack. Logo, com a maconha legalizada, e com impostos baixos, não faria
sentido nenhum o contrabando ou o tráfico continuar. E se você pode plantar, quem iria
comprar maconha do tráfico ou das empresas privadas quando se tem de graça em casa?
O álcool é legalizado, você paga em torno de 3,50 em uma lata de cerveja comum. Por
acaso, alguém sobe o morro da favela procurando latinha de cerveja por um real? Eu
pelo menos nunca vi isso... E todos nós sabemos que é IMPOSSÍVEL fazer vista grossa
de 23 mil Km de fronteira com policiais corruptíveis. Nós NUNCA iremos controlar o
que passa pela fronteira do Brasil, nem se o exército americano fizesse um trabalho em
massa na mesma.
~Heidemann

Socialismo - Um sistema econômico falho


A lógica é simples: Se todos os meios de produção são estatizados, não há mercado.
Sem mercado, os produtos não tem preços.
Sem preços, não se pode fazer cálculos de preços. Sem cálculos de preços não há
planejamento econômico.
Sem planejamento, não há economia estatizada.
Sem moeda ou com o controle total dos preços, não há informação suficiente para saber
administrar os recursos, as necessidades e o melhor lugar para transferir bens e trabalho,
logo tudo fatalmente dá errado. Os preços fornecem informações como demanda, oferta,
custo dispendido para a sociedade, importância na sociedade, etc, de maneira natural,
sem necessidade de uma pesquisa profunda sobre as vontades e necessidades de cada
cidadão.
É impossível que o governo obtenha essas informações e racionalize tudo num banco de
dados, por motivos de limitações do cálculo econômico (pesquisar com todas as
pessoas, processar em tempo mínimo, acompanhar as mudanças de mercado, etc).
~Heidemann
Fascismo, Nazismo e Comunismo - Três ideologias de esquerda.
Nazismo: Socialismo Trabalhista, partido único, monopólio da polícia e da mídia,
estatização da economia, líder messiânico, guerra de classes (arianos contra judeus),
opressão das minorias, campos de concentração, matou milhões.
Fascismo: Socialismo Sindicalista, partido único, monopólio da polícia e da mídia,
estatização da economia, líder messiânico, guerra de classes (Estado contra indivíduo),
opressão das minorias, campos de prisioneiros, matou milhões.
Comunismo: Socialismo Marxista, partido único, monopólio da polícia e da mídia,
estatização da economia, líder messiânico, guerra de classes (proletariado contra
burguesia), opressão das minorias, gulags, matou milhões.
Muitos pensam que Hitler era de "direita" porque era nacionalista. O socialismo por
natureza é contra Deus, Pátria e Família (querendo destruir essas referências para
dominar as pessoas).
Assim sendo, é uma ideologia internacionalista, que procura seus iguais dentro do país e
fora dele, querendo criar uma ordem global.
Hitler tinha todo o arcabouço teórico da esquerda, mas era nacionalista. E mais, como
ainda teve apoio de setores conservadores da sociedade alemã, como banqueiros e
grandes proprietários rurais, se pensa que era de "direita". Mas esse pessoal apoiou
Hitler pensando que poderia ser manipulado depois. Mas ocorreu justamente o
contrário. Uma vez no poder ele passou a perna em todos esses segmentos, tornando-se
o líder absoluto.
As pessoas incorrem no erro de pensar que no socialismo não existe apoio dos
capitalistas. Mas é justamente o contrário: os líderes socialistas elegem os seus
agraciados capitalistas e dão amplo apoio a eles, para que possam dominar a economia
do país. E, por outro lado, esses capitalistas agraciados apoiam e financiam os
socialistas que estão no poder.
Veja o exemplo do Brasil. O PT foi financiado por bancos e megaempresas da
construção e outros setores, que recebiam suas regalias de volta. E tem até gente que
pensa, enganosamente, que o Lula é de "direita", só porque vive rodeado de grandes
empresários...
Com Hitler era a mesma coisa. Era socialista (só que nacionalista), e tinha os grandes
investidores alemães do seu lado, achando que poderiam dominar Hitler; mas ocorreu
justamente o contrário: ele é que engoliu toda essa gente.
Não podemos esquecer também: "Não sou apenas o vencedor do marxismo, sou seu
realizador. Aprendi muito com o marxismo e não pretendo esconde-lo." Adolf Hitler,
apud Hermann Rauschinning, Hitler m'a dit, Coopération, Paris 1939, pp 211.
O Estado era grande e autoritário no fascismo, nazismo e comunismo. Estas ideologias
restringiam direitos sociais? Sim, todas faziam o mesmo. As três seguiam a cartilha
econômica da economia planificada que controlava totalmente o setor e taxava
absurdamente a população e os setores produtivos? Sim, todos os três eram assim.
Divisões sociais radicais por motivos étnicos, sociais e financeiros atrelados a torturas,
assassinatos em massa eram política de Estado? Sim, nas três ideologias. Destruição da
religião era política de Estado nas três? Sim, também nas três ideologias
SOCIALISTAS - marxistas.
O modus operandi era diferente, mas as metas finalísticas eram iguais em todas as
ideologias. Cada um moldou sua nação na sua percepção de como instalar o sistema
socialista. Se analisar ponto a ponto se percebe que estão seguindo Karl Marx do início
ao fim com algumas poucas modificações. Marx era um vagabundo psicopata e os
próprios esquerdistas tem tanta preguiça em estudar que nem o seu ídolo entendem
direito. Depois dele vieram tantos outros querendo melhorar ou piorar mais ainda o
socialismo. Escola de Frankfurt, socialistas fabianos, Trotsky, Gramsci, Saul Alinski
etc.
Entender uma estrutura de poder não é olhar só o superficial, mas sim buscar visualizar
todo o contexto social, político, econômico e histórico de um povo.
-Heidemann

A idolatria ao Bolsonaro é racional?


Como o único ícone do conservadorismo — ou próximo, como eu prefiro identificá-lo
— na política brasileira, Jair Bolsonaro, através de seus discursos e posicionamentos
únicos, vem ganhando cada vez mais reconhecimento na política em geral.
Uns o detestam, outros se identificam, e outros, simplesmente, idolatram-o. Antes que
alguns "conservateens" — refiro-me aos conservadores juvenis — venham acusar-me
agressivamente de "petista", "esquerdista", etc., prepare seus argumentos, para não
assumir sua tolice. Vamos direto ao ponto.
A idolatria é o ato de amar e/ou admirar excessivamente alguém, ou cultuar um ser.
Achando que, floodando (mensagens repetitivas) "Bolsomito2018" nos comentários de
páginas de esquerda ou no chat privado de quem se declara contra as ideias do
Bolsonaro e/ou da direita, reproduzindo discursos do mesmo pelas mídias sociais como
verdade absoluta, e criando inimizades com quem não segue a sua IDEOLOGIA — irei
explicar porque me refiro a este termo — à risca, você estará fazendo uma boa
campanha para ele, estás enganado.
1) Se em um post, um indivíduo, através de um texto fomentado por suas ideias, declare
que apoie o socialismo Venezuelano, é mais coercivo argumentar, utilizando princípios
socio-econômicos, ou floodar: "Comunista lixo #Bolsonaro2018"?
Por mais errado que esquerdista esteja, você apenas mostrará que não consegue refutá-
lo. Sem usar argumento nenhum, sem nexo algum.
2) A idolatria faz com que seu ídolo viva em zona de conforto. Sabendo que há uma
grande porcentagem de "discípulos", que apoiam todas as suas ideias, que o usam como
fonte em todos os debates, sem questioná-lo, pois é considerado uma heresia, o
idolatrado perceberá que não é preciso aperfeiçoar-se para concorrer à presidência da
república, ou conquistar eleitores de diferentes classes sociais.
3) Sobre o termo "ideologia" que citei anteriormente. O conservadorismo é totalmente o
oposto das ideologias. Resumidamente, é a ausência de uma. Porém, cria-se,
internamente em grupos de debates, uma concepção de que: Conservador é quem
concorda com pena de morte, castração química, "bandido bom é bandido morto", volta
do regime militar, morte aos comunistas, ser a favor do "politicamente incorreto"
xingando todo mundo, etc. Logo, estão usando a maior arma contra ideologias, para
criarem a própria e deturpando indiretamente quem realmente estuda o
conservadorismo.
~Daniel Steiner

O Que Houve com a Direita Brasileira?


Acho que já se tornou um tanto latente e visível o problema central da Direita
Brasileira: Falta de conhecimento, preenchido por memes e momentos de opressão em
postagens alheias.
Contudo, o que nos levou a esse mal? Quem são os “culpados” e quem luta contra isso?
Bem, a polarização brasileira é constante e com uma força nunca antes vista nesta
Nação, e tirando alguns incidentes isso é ótimo, pessoas estão criando um certo
conhecimento político, social, jurídico, filosófico e sociológico. O grande problema é
quando a polarização ocorre pela metade, ou seja, o ser se localiza em meio a um
espectro político, porém não conhece o mínimo acerca do mesmo, outrora, ouviu falar
sobre isso, achou interessante e adentrou aquela “matilha”.
A criação de grupos – com o perdão da palavra – analfabetos em todos os aspectos
citados logo acima, é um tanto preocupante, ora, se os principais argumentos utilizados
por ambos os lados são elencados encima de temas que são sombrios ao oponente, logo,
estamos criando um exército de homens doentes.
“Correto Luiz, você criticou à torto e à Direita, apresente uma solução!”
– Calma jovem, esta era a próxima estrofe.
Enfim, como resolver este problema? Quem indico – estou longe de ser o mais
capacitado a isto – e o que fazer?
Primeiramente, a humildade está acima de tudo, logo, aqueles que já possuem um breve
conhecimento devem auxiliar os mais novos, com toda clareza e didática possível,
excluindo sempre a ignorância e os xingamentos desnecessários, visando sempre
instigar para que ele busque mais conhecimento sempre e sempre. É comum a procura
pelo Regime Militar, Comunismo, Nazismo, Fascismo e outros fatos históricos, aliás,
em suas primeiras experiências de ser atacado por alguém, este conhecimento te livrará
de boas humilhações, além de conseguir o respeito do atacante – sempre lembrando de
fazer isso com toda educação possível.
Prosseguindo, indico sempre como o primeiro Livro a ser lido neste aspecto, a
grandiosa coleção de artigos do Prof. Olavo de Carvalho, compactos no livro “O
Mínimo que Você Precisa Saber para Não ser Um Idiota”, o livro aborda praticamente
todos os temas que você precisará estudar daqui para frente. Assista palestras e vídeos
instrutivos na web, sim, a internet possui muito conteúdo interessante sobre política e
tudo que a engloba.
Aos novatos: – Os memes são muito legais, porém, o aprendizado muda a atual situação
política e econômica do país;
Aos mais experientes: – Saibam que sua importância nesse momento de total interesse
do país, é impagável, auxiliem e busquem sempre mais e mais conhecimento a ser
repartido para com os novatos.
~ Luiz Emanoel

Ocupações nas Escolas. Uma estratégia ideológica.


Estamos observando, por meio de todas as mídias sociais, as ocupações nas escolas, que
já passam de mil em todo o Brasil. O discurso popular de que essas ações são destinadas
a melhorias na educação, é claro, não passa de uma farsa. Uma farsa, manipulada e
representada por partidos políticos, movimentos sociais, e é claro, os “filhinhos de
papai” com desprezo à sociedade organizada, ou como dita, a “Esquerda Caviar”.
Estarei tentando trazer ao leitor informações nítida, para posicionar-se CONTRA as
ocupações.
Através de discursos fabulosos, os ocupadores fomentam a ideia – teórica – de “lutar a
favor da educação” na mentalidade social. Na prática, já não é bem assim. O que antes
era um local de estudo, adquirir conhecimento e interação entre os colegas de diversas
classes sociais, divergências de idéias, crenças e posicionamentos, hoje está dominado
por cartazes, panfletagem, placas, e discursos de ordem, ódio e revolução socialista.
Oferecendo sempre a mesma desculpa deturpada: “Liberdade de expressão”.
Interferindo completamente no direito de “ir e vir” do cidadão. Assim como as
manifestações do MST, barrando as vias. Uma ótima estratégia revolucionária.
Quem anseia pela revolução, deve estar disposto a atropelar toda a ética, e as leis que
regem uma sociedade. Não importa como, buscar espaço na mídia, de maneira legítima
ou não, é um dos passos para se obter sucesso. Já que ela (a mídia), sem mostrar os
detalhes do que se passa dentro das ocupações e seus reais objetivos à seus
telespectadores, devido a repressão dos “alunos”, acaba transmitindo, indiretamente,
uma linda manifestação pacífica e digna de aplausos. Espaço para emitir os propósitos
deles mesmos, é o que querem. Desde o establishment , até uma sala de aula com três
alunos.
Não perdem nenhuma oportunidade para aplicar demagogias e discursos mentirosos.
Utilizam da “falácia do espantalho” para tomar a frente de um movimento. Eles mesmos
criam o problema, comovendo toda a sociedade, para em seguida oferecer a solução, e
como sabemos, a solução é beneficiária apenas para...você sabe quem.
~Daniel Steiner
Obs: Confira os links.

Escola sem Partido: Mordaça ou Pluralidade?


O aprendizado deve trazer, acima de tudo, conhecimento e integração social, logo, se
você exclui um conhecimento, pois ele diverge com aquilo que te fere, ou que fere uma
cartilha pré-montada, isso avilta ao conhecimento e cria uma desconexão social da
realidade.
Portanto, sou a favor, pelo simples fato que uma pluralidade de conhecimentos, além de
aumentar o conteúdo intelectual do ser incentiva o mesmo a se definir em meio a
sociedade.
Estudos de todos os gêneros somente acrescentam ao ser, ou seja, estudar Marx,
Rousseau, Gramsci, Engels etc, tem seu proveito por ser uma interpretação de uma
época vivida e vista sobre uma ótica subjetiva. Contudo, o grande problema é parar a
discussão por aqui, ora, se pensadores que viveram na mesma época dos mesmos e
possuem uma visão diferente da apresentada, em respeito ao debate democrático, não é
lúcido também trazê-los a uma discussão?
~Luiz Emanoel

O Brasil está em ruínas. Triste, não? Sim, muito.


Um pensamento de tom reflexivo é fomentado na cabeça de cada cidadão brasileiro,
todos os dias: "como chegamos à essa situação? Sei lá, o país estava progredindo,
pobreza sendo aniquilada pelo governo do PT, com o Lula na presidência.Vários
empresários surgindo, Petrobrás dando show em ações, a Vale aumentando seu valor a
cada dia que passava, todo mundo conseguindo comprar seu carrinho, todo mundo
conseguindo comprar sua casa - ou ganhando do governo." Tudo isso podemos resumir
em uma só palavra: MAQUIAGEM.
Entendam, jovens gafanhotos, sinceramente, sinto saudades de antigamente, saudade da
segurança, saudade da pirralhada brincando na rua, e cara... como sinto falta da seleção
brasileira, não sabemos mais o que é futebol de uma forma putaqueparivelmente
chocante. E, venhamos e convenhamos, o Brasil estar ruim no futebol é por que tem
algo errado.
Brincadeiras a parte. Isso é culpa da corrupção? Não.
A degradação social do nosso país foi latente na última década, resultado de uma
medida tomada logo após o regime militar, com intuito temporal de médio/longo prazo,
atacando diretamente no coração de um país: Educação.
A desinformação tomou um corpo tão exagerado que a população se tornou facilmente
manipulável, a democracia se tornou, na verdade, um desfavor ao crescimento social do
Brasil, pois colocou nas mãos das pessoas decisões importantes, o problema é que esse
pequeno grupo de 190 milhões de integrantes é formado por gente que não pensa (meta
real do Marxismo-gramscismo). Ou seja, ao invés de ocorrer concorrência de ideias >
debates > aumento intelectual, todo mundo com sua linda desinformação individual,
perdeu totalmente o interesse por tais assuntos e passou a ouvir a voz de políticos e
burocratas como lei ou regra. Como todos sabemos, "uma mentira contada várias vezes,
acaba se tornando uma verdade", foi exatamente isso que o populismo do Lula fez,
todos passaram a acreditar nas mentiras contadas pelo mesmo, do boato da "linha da
pobreza" ao do "EU CRIEI".
Um governo >formado por pessoas< que faz uma população inteira acreditar que ele é
mais capacitado à cuidar de todo mundo do que >todo mundo<, é, no mínimo, portador
de síndrome de superioridade, achando que o povo é burro e incapaz em sua maioria (ou
tendo certeza disso, já que foi meio planejado né? ), ou dono de uma índole
extremamente baseada em má fé.
Lula, o considerado "pai dos pobres", manejador de seu populismo boleirão, tomou a
audácia de se afastar e eleger a icônica Dilma Rousseff, não satisfeito com seu índice de
socialismo (avá), botou a economia nas mãos de uma leiga. Essa senhora tomou uma
atitude imperial em 2011 (começou de uma forma magnífica), forçou o Banco Central a
baixar a taxa de juros, esperando que uma força divina contivesse a inflação (?????).
Pois é, isso não aconteceu. Mais uma vez o governo quebrou a economia do jeito que
ele mais tende a se deliciar: interferindo na mesma. Foi-se o dinheiro! O Real
desvalorizou, a Bovespa operou em precipício, Petrobrás encolheu quase por completa,
acionistas do mundo todo passaram a ter repelência do Brasil, a inflação foi bater na
estratosfera, índice de desemprego brincando de ser foguete, empresas declarando
falência (menos as estatais ou as subsidiadas pelo governo, estas conseguem escapar da
recuperação judicial), e várias outras coisas indo às ruínas: segurança, saúde, educação e
etc. O PT quebrou o Brasil, destruiu tudo que disse ter criado (FIES, ProUni, CSF,
CNPQ, SUS...) Se continuassem no poder, nada disso teria chance de continuar
operando. Com a mudança do governo, todos esses serviços sofreram um choque de
desfibrilador, inclusive o FIES, recém resolvido com uma injeção bilionária.
Fica a indagação: Seria o PT um partido autodestrutivo/suicida? Idiotamente
ganancioso? Ou só do mal mesmo? Tomado por ideias falhas, oriundas de Marx?
Bom, eu não sei, mas o Brasil é muito socialista ao meu ver.
Como resolver nossa economia? O governo precisa sair da frente, parar de atrapalhar, aí
entraremos em uma sensação de viagem a noite sem postes, onde só é necessário
visualizarmos os 200 metros a frente pra chegar no destino em que queremos.
Depois? Tem um tal de capitalismo que fornecerá alguns postes. Vai ajudar.
~Vinícius Monteiro.
Há tempos, historiadores, filósofos e economistas nos alertam sobre o mal de sobrepor
uma ideologia revolucionária à sociedade organizada. Mas infelizmente, de maneira
estratégica e manipuladora, a mesma convence muita gente.
Tenha um bom dia!
~Daniel Steiner.

"SOCIALISMO E LIBERDADE"
O socialismo, como todos nós sabemos, fracassou em todos os lugares onde foi
imposto. Rastros de morte, caos e miséria, são visíveis até os dias de hoje, e prevendo
ainda mais, nos lugares onde ele ainda existe. Um sistema socio-econômico falho. Mas,
se é falho, por que ainda vemos manifestações e movimentos sociais em prol dele? Esse
sistema, é constituído na falácia de "representatividade dos pobres e oprimidos" e de
que quem explora os cidadãos são os ricos (burgueses, como preferem chamar).
A ignorância seletiva, a ausência de informações e a indignação social, são três itens
básicos para a constituição de um movimento de esquerda. A súplica por um Estado
gordo e interventor é a meta principal da esquerda, já que assim, o coletivismo social,
onde todos teriam as mesmas situações financeiras (nem mais e nem menos), seria
realizado. Para um "idiota inútil" a ideia pode parecer interessante. Acontece que, no
capitalismo temos diversas classes econômicas. Rica, média-rica, média-baixa, etc.. No
sistema socialista, há apenas duas classes: O Estado e os pobres. Isso porque, a
economia para ser bem sucedida, não deve ser afetada por intervenções nos preços,
produções e burocratizações. Não é à toa, os escândalos de empresas Estatais que
ocorreram atualmente. Petrobrás e Correios são dois exemplos. É um processo natural,
que exige concorrências de outras empresas de iniciativa privada, preços, produções,
capital de giro, dentre outros fatores. Logo, possibilitando o crescimento econômico e a
geração de empregos para todas as classes econômicas, e disponibilizando o
crescimento financeiro.
Sendo assim, a falácia de "Socialismo e Liberdade", não existe! Não há liberdade
quando você não tem autonomia e controle dos seus próprios bens, e um Estado
controlando sua individualidade. Socialismo é uma utopia sanguinária, que
infelizmente, possui grandes representatividades no cenário político Brasileiro e
mundial. O papel da Direita, é mostrar à eles o que realmente significa LIBERDADE.
~Daniel