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Um levantamento com profissionais de todo o


Brasil sobre os 06 assuntos que mais caem em
provas para Encanadores e Caldeireiros.
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OS 06 ASSUNTOS QUE MAIS CAEM


NAS PROVAS PARA ENCANADORES
E CALDEIREIROS

DIRETOR:
Engº Cleber Souza

COORDENADORA:
Hellen dos Santos Ferreira

EMPRESA:
Centro de Treinamento Técnico C&C Ltda
Rua Professora Clara Pereira de Oliveira, 203
CEP: 24.804-204
Tel.: (21) 99768-4003 / 96415-0151 / 96453-4577
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SEJAM MUITO BEM VINDOS!

A Você que está iniciando uma nova jornada em sua vida na área
Industrial ou a você que já está nesta área faz tempo segue um presente!

Nós do C&C – Curso e Consultoria Ltda temos trabalhado


ardentemente para que o conhecimento profissional possa romper com os
limites geográficos e chegar aos lugares mais longínquos e assim
disponibilizamos muito material no youtube, assim como pelo Facebook em
aula e lives.

Uma das maiores perguntas que me fazem constantemente é:

Professor, o que cai em uma prova para Encanador?


Professor, o que mais cai em uma prova para Caldeireiro?

Buscando resolver este conflito, fizemos uma live onde estavam


presentes 14 estados brasileiros e 02 países. Em um grande levantamento,
identificados o que sempre cai nas provas de encanadores e caldeireiros.

Listamos as 06 mais e preparamos este material para lhe ajudar. Não é


nossa pretenção neste simples e-book tirar todas as suas dúvidas , temos
outros materiais para isto. Nosso propósito neste material é lhe mostrar o que
mais cai na visão de Encanadores e Caldeireiros espalhados por todos Brasil.

Agora, você já tem o caminho das pedras!

Nós estamos juntos e o seu sucesso será o nosso sucesso!

Um forte abraço e ótimos estudos!

Atenciosamente,

Prof. Engº. Cleber Souza, seu amigo.


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1. VISTA DE DESENHO

Este é, em dispara, o maior o calcanhar de Aquiles. O maior índice de


reprovação nas provas da ABRAMAN, Associação Brasileira de Manutenção.
É um conhecimento que todos da metal mecânica precisam ter. Então,
foco no estudo.

PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA DA FIGURA PLANA

A projeção ortográfica é uma forma de representar graficamente


objetos tridimensionais em superfícies planas.
Para entender bem como é feita a projeção ortográfica é preciso
conhecer três elementos: O modelo, o observador e o plano de projeção.

1.1. Modelo

É o objeto a ser representado em projeção ortográfica, e, qualquer


objeto pode ser tomado como modelo.
 Uma figura geométrica
 Um sólido geométrico
 Uma peça de máquina
 Um conjunto de peças
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1.2. Observador
É a pessoa que vê, analisa, imagina ou desenha o modelo.

1.3. Plano de projeção


É a superfície onde se projeta o modelo.

Os planos de projeção podem ocupar várias posições no espaço.


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1.4. PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA DOS SÓLIDOS


GEOMÉTRICOS

Como os sólidos são constituídos de várias superfícies, as projeções


ortogonais são utilizadas para representar as formas tridimensionais através
de figuras planas.
Olhando para as imagens acima, na qual aparecem somente as
projeções resultantes das figuras, é impossível identificar as formas espaciais
representadas, pois cada uma das projeções pode corresponder a qualquer
um dos três sólidos.
Isto acontece porque a terceira dimensão de cada sólido não está
representada pela projeção ortogonal.
Para fazer aparecer à terceira dimensão é necessário fazer uma
segunda projeção ortogonal olhando os sólidos por outro lado.
As figuras abaixo mostram os três sólidos anteriores sendo projetados
nos planos vertical e horizontal e fazendo-se, posteriormente, o rebatimento
do plano horizontal até a formação de um único plano na posição vertical.
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Olhando para cada um dos pares de projeções ortogonais,


representados ao lado e sabendo que eles correspondem, respectivamente,
às representações dos três sólidos vistos por posições diferentes, pode-se
obter a partir das figuras planas o entendimento da forma espacial de cada
um dos sólidos representados.

Na projeção feita no plano vertical aparecem o comprimento e a altura


do objeto e na projeção feita no plano horizontal aparecem o comprimento e
a largura do mesmo objeto.
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Os desenhos mostrados também
correspondem às projeções do prisma
triangular desenhado como podemos observar.
Assim sendo, pode-se concluir que duas vistas
(frontal e superior), apesar de representarem
as três dimensões, podem não ser suficientes
para representar a forma do objeto
desenhado.

Com a dificuldade de representação da


forma de uma peça, apesar de representarem as três dimensões nos planos
horizontais e verticais faz-se necessária a utilização de uma terceira projeção.
A lateral.
Exemplo da necessidade de utilização da vista lateral esquerda:
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2. DESENHOS ISOMÉTRICOS

Isométrico de Tubulação, sem dúvida um tema sempre muito


presente, e que em nosso levantamento em todo país recebeu o 2º maior
destaque entre todos os itens que caem nestas provas.

Considerações gerais
Os isométricos são desenhos feitos em perspectiva axonométrica
isométrica, sem escala. As Figuras mostradas a seguir, são exemplos de
desenhos isométricos.

Desenho isométrico 3106 (SILVA TELLES, 2001).


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2.1. Isométrico de tubulação

Os isométricos de tubulação facilitam muito a interpretação do desenho


na montagem dos tubos, válvulas e acessórios.
A representação do desenho isométrico de uma tubulação, tem a
mesma orientação apresentadas para as vistas ortogonais de uma peça.
Os tubos verticais, no isométrico, ficam representadas por traços
verticais e os horizontais por traços inclinados a 30º à direita ou à esquerda.
Para facilitar bastante a representação do isométrico usaremos o
RELÓGIO ISOMÉTRICO que indica as direções principais da tubulação no
projeto.

Verifique agora as duas vistas ortogonais da tubulação. Sendo que na


tubulação a vista frontal tem a denominação de elevação, enquanto que a
vista superior de planta.

O isométrico foi representado usando-se o prisma que envolve o


conjunto.
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A direção norte do projeto tem que ser indicada no isométrico para
facilitar a localização dos tubos.
Vejamos como se utiliza o relógio isométrico.

A planta (VS) é orientada segundo duas direções:


1ª - Norte-Sul
2ª - Leste-Oeste

A elevação (VF) é orientada segundo duas direções:


1ª - Altura A-B
2ª - Leste-Oeste
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Com as direções acima, representa-se o relógio isométrico, que pode
ter duas posições, de acordo com a direção norte do projeto.
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2.2. Representação do Isométrico

São dados: a planta, a elevação e a direção norte do projeto.

As verticais no isométrico continuam verticais. As horizontais no


isométrico são traçadas a 30º à direita e à esquerda.

Representação das horizontais (H) e das


verticais (V).
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2.3. Ordem do traçado de um isométrico

1. Representa-se o relógio isométrico.


2. Marca-se o ponto A.
3. Começa-se a representação do isométrico pela planta.
4. Na planta, vamos do ponto A até o primeiro joelho. Observando a
direção Norte-Sul (do Norte para o Sul).
5. No isométrico, traça-se pelo ponto A uma paralela à direção N-S, do
relógio.
6. O comprimento do ponto até o joelho é representado em VG sobre o
isométrico.
7. Volta-se à planta, do joelho até o círculo, observando que a direção
agora é Osete-Leste (de Oeste para Leste).
8. No isométrico traça-se a paralela à direção O-E.
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9. Volta-se à planta. No traçado anterior tivemos um círculo no
extremidade (tubo vertical). Sempre que isto acontecer tem-se que
mudar de vista.
10. Na mesma linha de chamada do círculo temos a VG do tubo
vertical, com a direção B-A, na elevação.
11. No isométrico, pelo terceiro ponto marcado traça-se a paralela à
direção B-A.
12. Volta-se a elevação. Aparece outro círculo (tubo de topo),
indicando que temos que mudar de vista.
13. Na planta, considera-se do primeiro círculo até o joelho. A direção
é Sul-Norte.
14. No isométrico, traça-se a paralela a direção S-N.
15. No final do traçado representa-se o joelho e as juntas.
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2.4. Representação do trecho de uma tubulação fora das


direções ortogonais.

Temos dois casos:

1º - Com diagonal da face de um cubo (ou prisma).

2º - Com diagonal de um cubo (ou prisma).


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1º - Com diagonal da face de um cubo (ou prisma).

O triângulo retângulo auxiliar ajuda na representação do isométrico.


O hachurado feito no triângulo retângulo facilita a compreensão do
isométrico sendo as suas linhas paralelas à direção A-B, pois o triângulo está
na posição vertical.

Neste caso o triângulo retângulo auxiliar está na posição horizontal. O


hachurado é paralelo à direção N-S.
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3. DESCONTO DE MATERIAL

Em 3º Lugar, Encanadores e Caldeireiros de todo o Brasil


apontaram este como sendo o TOP 3 em necessidade de conhecimento para ir
bem em uma prova. Em meu vídeo no youtube DESCONTO DE MATERIAIS e
também no vídeo TRIGONOMETRIA PARA DESCONTO DE MATERIAIS você
pode entender um pouquinho melhor como funciona a mecânica da coisa.

3.1. O que é?
Descontar material nada mais é que realizar a subtração do espaço
ocupado por um acessório de tubulação ou válvula dentro das dimensões de
um tubo.

As tubulações são dimensionadas de centro a centro quando paralelas e


válvulas e acessórios são posicionados por sua linha central como podemos
ver no desenho abaixo.
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3.2. Como realizar o desconto de material?

São muitos os acessórios e válvulas mas o princípio é o mesmo.


Vamos tomar como referência as curvas de tubulação.
Não existe uma distinção muito rígida entre as denominações “curva” e
“joelho”, chamados às vezes de “cotovelos”; de um modo geral, os acessórios
de raio grande são chamados de “curvas”, e os de raio pequeno são
chamados de “joelhos”.

Os joelhos para solda de topo são fabricados em dois tipos denominados


de “raio longo” e de “raio curto”. Nos joelhos de raio longo, o raio médio de
curvatura vale 1 ½ vez o diâmetro nominal, e nos de raio curto é igual ao
diâmetro nominal.

Relembrando: 1” corresponde a 25,4mm


1 ½” corresponde a 38,1mm.

Se precisarmos descontar o espaço ocupado por uma curva de raio longo


com diâmetro nominal de 4’’ precisamos apenas multiplicar o valor do
diâmetro por 38,1. Assim,

4 x 38,1 = 152,4mm  Este é o valor que deveremos subtrair do


comprimento total da tubulação.

Obs.: Se o diâmetro nominal do tubo é dado em milímetros, basta


multiplicar o diâmetro por 1,5 para raio longo e descontar o mesmo
valor do diâmetro em caso de raio curto.
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4. ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO
Conhecidos popularmente como CONEXÕES, este tema ganhou o 4º
lugar na visão de nossos profissionais espalhados por todo país. Um tema
simples e que já convive conosco desde nossa infância, mas que ainda tem
causado muitas dificuldades por baixo conhecimento técnico sobre o assunto.
Temos vários tipos de acessórios e esta variedade aumenta quando
identificamos as formas de ligações.

4.1. Acessórios para solda de topo


São desse tipo quase todos os
acessórios usados em tubulações de 2”
ou mais, inclusive, na prática industrial.
Fabricam-se em aço carbono e
aços-liga (especificação ASTMA- 234), e
em aços inoxidáveis (especificação
ASTM-A-403), a partir de tubos, chapas
e tarugos forjados.
Todos os acessórios têm os
extremos com os chanfros padrão para solda. A espessura de parede dos
acessórios deve sempre ser igual à do tubo a que estão ligados, para permitir
soldas perfeitas.
As dimensões básicas de todos os tipos de acessórios fabricados para
solda de topo estão padronizadas na norma ANSI.B.16.9. Todos os acessórios
cujas dimensões obedeçam a essa norma, são admitidos, pela norma
ANSI/ASME.B.31.3, como tendo resistência equivalente ao tubo de mesma
espessura.
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4.2. Acessórios para solda de encaixe

Os acessórios para solda de encaixe são os geralmente usados na


prática industrial, em tubulações até 1 ½” inclusive. São fabricados de aço-
carbono forjado (especificações ASTM- A.105,ASTM-A-181 e ASTM-A-350),
aços-liga e aços inoxidáveis (especificação ASTM-A-182), metais não-ferrosos
e diversos plásticos. Os metais não-ferrosos são freqüentemente para uso
com brazagem; muitos têm por dentro do encaixe, um anel embutido de
metal de solda: para fazer a solda, basta introduzir a ponta do tubo no
encaixe, e aquecer pelo lado de fora para fundir a liga de solda.
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4.3. Acessórios rosqueados

Os acessórios rosqueados são usados normalmente em tubulações


prediais e em tubulações industriais secundárias (água, ar, condensado de
baixa pressão etc.), todas até 4”.
Utilizam-se também esse acessórios nas tubulações que, devido ao tipo
de material ou ao serviço, sejam permitidas as ligações rosqueadas, tais
como boa parte das tubulações de ferro fundido, ferro forjado, materiais
plásticos, cobre etc., geralmente até o limite de 4”. O emprego desses
acessórios está sujeito às mesmas exigências e limitações impostas às
ligações rosqueadas para tubos.

Os acessórios rosqueados são fabricados em uma grande variedade de


materiais, tipos e diâmetros nominais.
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4.4. Acessórios Flangeados

Os acessórios flangeados (Fig. 5), fabricados principalmente de ferro


fundido, são de uso bem mais raro do que os flanges e os acessórios dos
outros tipos já citados.

Os acessórios de ferro fundido são empregados em tubulações de


grande diâmetro (adutoras, linhas de água e de gás) e baixa pressão, onde
seja necessário grande facilidade de desmontagem. Essas peças são
fabricadas com flanges de face plana, em duas classes de pressão (125# e
250#), abrangendo diâmetros nominais de 1” até 24”. Os acessórios
flangeados de ferro fundido estão padronizados na norma P-PB-15 e ABNT e
ANSI.B.16.1, que especificam dimensões e pressões de trabalho.
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4.5. Acessórios Ponta e Bolsa

Todos esses acessórios são fabricados nos diâmetros e com os materiais


adequados ao uso com os tubos que empreguem cada um desses sistemas de
ligação. Os acessórios com extremidades lisas, para tubo “FRP”, são
fabricados em vários tipos (curvas, tês, reduções, flanges, niples etc.), em
toda faixa de diâmetros desses tubos, para uso com os sistemas de ligação.
Os acessórios de ferro fundido, de ponta e bolsa, são fabricados de 2” a 24”,
nas classes de pressão nominal 125# e 250#; os principais tipos são os
seguintes: joelhos, curvas (90º, 45º e 22 ½º), tês, reduções, peças em “Y”,
cruzetas e peças para adaptação a válvulas flangeadas (Fig.7).
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5. SIMBOLOGIA

Não se assuste, é sempre muito simples o que cai na prova sobre


simbologia. Normalmente Tubo, curva, talvez um tanque... Mas este item
ganhou a 5ª colocação no que tange as avaliações aplicadas em todo Brasil
independente da empresa, setor ou região.

Os símbolos adotados para execução do desenho isométrico estão de


acordo com a Norma PETROBRAS N-59. Devem ser traçados a partir da
projeção lateral gerando, sempre que possível, a proporcionalidade de suas
dimensões. Na Figura abaixo é apresentado um exemplo de aplicação da
simbologia adotada.
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Traçado de tubulações e acessórios.
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Traçado de tubulações e acessórios (continuação).
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Traçado de tubulações e acessórios (continuação).
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Traçado de tubulações e acessórios (continuação).
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Traçado de tubulações e acessórios (continuação).
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Traçado de tubulações e acessórios (continuação).
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Traçado de tubulações e acessórios (continuação).
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Traçado de tubulações e acessórios (continuação).


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Bloqueios especiais.
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Válvulas.
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Válvulas (continuação).
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Válvulas (continuação).
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Válvulas (continuação).
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Estação de controle.
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Suportes de tubulação.
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Ligações com equipamentos.
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Ligações com equipamentos (continuação).
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Equipamentos de linha.
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Equipamentos de linha (continuação).
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6. Transformação de Unidades

Evidente que transformação de unidades, em algum momento,


teria que aparecer e em nosso levantamento alcançou a 6ª posição. Assim
fechamos os 6 itens que mais são solicitados nos testes e provas ao redor de
todo o nosso Brasil.

1.1. Transformar polegada em milímetro.

1º CASO - Transformar polegadas inteiras em milímetros.


Para se transformar polegada inteira em milímetros, multiplica-se
25,4mm, pela quantidade de polegadas por transformar.

Ex.: Transformar 3" em milímetros

25,4 x 3 = 76,2mm

2º CASO - Transformar fração da polegada em milímetro.


Quando o número for fracionário, multiplica-se 25,4mm pelo numerador da
fração e divide-se o resultado pelo denominador.

Ex.: Transformar 5/8" em milímetros.

25,4 x 5 = 127,0

127,0 / 8 = 15,875mm
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3º CASO - Transformar polegada inteira e fracionária em milímetro.

Quando o número for misto, inicialmente se transforma o número misto em


uma fração imprópria e, a seguir, opera-se como no 2º Caso.

Ex.: Transformar 1 ¾” em milímetros.

1 ¾ = (4 x 1 + 3) / 4 = 7/4

7/4 = (25,4 x 7) / 4 = 44,45mm

1.2. Transformar milímetro em polegada

Para se transformar milímetro em polegada, divide-se a quantidade de


milímetros por 25,4 e multiplica-se o resultado pela divisão (escala) de 128,
aproxima-se o resultado para o inteiro mais próximo, dando-se para
denominador a mesma divisão tomada, e, a seguir, simplifica-se a fração ao
menor numerador.

Ex.: Transformar 9,525mm em polegadas.

(9,525/25,4) x 128 = 0,375x 128 = 48

128 128 128

Simplificando a fração teremos: 48/128 = 24/64 = 12/32 = 6/16 = 3/8


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Aplicando outro Processo
Multiplica-se a quantidade de milímetros pela constante 5,04, dando-se
como denominador à parte inteira do resultado da multiplicação a menor
fração da polegada, simplificando-se a fração, quando necessário.

Ex.: Transformar 9,525mm em polegadas.

9,525 x 5,04 = 48

128 128

Agora basta efetuar a simplificação


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7. Últimas Palavras do Prof. Cleber


Certamente este material irá te auxiliar no direcionamento de estudos para os desafios
que virão.
Lembre-se: No levantamento realizado com profissionais de várias partes do Brasil, os
itens que mais aparecem nas provas para encanadores e caldeireiros são as seguintes:
1. Vistas de Desenho
2. Isométrico de Tubulação
3. Desconto de Material
4. Acessórios de Tubulação
5. Simbologia
6. Cálculos Técnicos
Mas sugiro que dê atenção também para os itens que relaciono abaixo e certamente
vão aparecer pra você mais cedo ou mais tarde!
7. Controle Dimensional
8. Máquinas e Ferramentas
9. Traçados de Caldeiraria
10. Válvulas
11. Suporte de Tubulação
12. Processos de Corte e Solda
É isso meus amigos! Fiz todo este trabalho pensando em vocês e Quero deixar aqui
uma frase que faz diferença pra mim e tenho certeza que também fará para ti!
Se não quer ser nada, não faça nada;
Se quer ser igual a todos, faça o que todos fazem;
Se quiser ser diferente de todos, faça o que ninguém faz!

Fiquem com Jesus e não esqueçam: Mais Educação, mais oportunidades para todos!

Prof. Cleber
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