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Eletrônica Eletrônica básica - teoria

Lei de Ohm
Lei de Ohm

Lei de Ohm

© SENAI-SP, 2003

Trabalho editorado pela Gerência de Educação da Diretoria Técnica do SENAI-SP, a partir dos
conteúdos extraídos da apostila homônima Lei de Ohm - Teoria. SENAI - DN, RJ, 1984.

Capa Gilvan Lima da Silva


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Lei de Ohm

Sumário

Introdução 5
Lei de Ohm 7
Medida de corrente contínua 15
Referências bibliográficas 25

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Lei de Ohm

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Introdução

Desde muito tempo os fenômenos elétricos tem despertado a curiosidade do homem.

Nos primórdios da eletricidade esta curiosidade levou um sem número de cientistas a


se dedicarem ao estudo da eletricidade.

Georg Simon Ohm foi um destes cientistas, dedicando-se ao estudo da corrente


elétrica.

Através dos seus estudos Ohm definiu uma relação entre a corrente, tensão e
resistência elétrica em um circuito, denominado de Lei de Ohm.

Hoje, ampliados os conhecimentos sobre eletricidade, a Lei de Ohm é tida como a lei
básica da Eletricidade.

Esta unidade, que tratará da Lei de Ohm e da forma de medida da corrente elétrica, foi
elaborado visando capacitá-lo a determinar matematicamente e medir os valores das
grandezas elétricas em um circuito.

Pré requisitos

Para ter sucesso no desenvolvimento dos conteúdos e atividades desta unidade você
já deverá ter conhecimentos relativos a:
• Tensão elétrica;
• Corrente e resistência elétrica.

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Lei de Ohm

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Lei de Ohm

Lei de Ohm

A Lei de Ohm estabelece uma relação entre as grandezas elétricas tensão, corrente e
resistência em um circuito.

Lei de Ohm
Relação entre tensão, corrente e resistência elétrica em um circuito.

A Lei de Ohm é a lei básica da eletricidade e eletrônica. Seu conhecimento é


fundamental para o estudo e compreensão dos circuitos elétricos.

Determinação experimental da Lei de Ohm

A Lei de Ohm pode ser obtida a partir de medidas de tensão, corrente e resistência
realizadas em circuitos elétricos simples, compostos por uma fonte geradora e um
resistor.

Montando-se um circuito elétrico composto por uma fonte geradora de 9V e um resistor


de 100Ω verifica-se que a corrente circulante é de 90mA.

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Lei de Ohm

Onde:
VEntrada = 9V
R = 100Ω
I = 90mA

Substituindo-se o resistor de 100Ω por outro de 200Ω a resistência do circuito torna-se


maior. O circuito impõe maior oposição a passagem da corrente, fazendo com que a
corrente circulante seja menor .

Onde:
VEntrada = 9V
R = 200Ω
I = 45mA

A resistência do circuito aumentou, a corrente do circuito diminuiu.

Aumentando-se sucessivamente o valor do resistor, a oposição a passagem da


corrente é cada vez maior e a corrente, cada vez menor.

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Lei de Ohm

Onde:
VEntrada = 9V
R = 300Ω
I = 30mA

Onde:
VEntrada = 9V
R = 400Ω
I = 22,5mA

Colocando em uma tabela os valores obtidos nas diversas situações tem-se:

Situação Tensão (V) Resistência (R) Corrente (I)


1 9V 100Ω 90mA
2 9V 200Ω 45mA
3 9V 300Ω 30mA
4 9V 400Ω 22,5mA

Observando-se a tabela de valores verifica-se:


1. A tensão aplicada ao circuito é sempre a mesma, portanto as variações da corrente
são provocadas pela mudança de resistência do circuito. A resistência do circuito
aumenta. A corrente no circuito diminui.

2. Dividindo-se o valor de tensão aplicada pela resistência do circuito se obtém o


valor da intensidade de corrente:

Tensão aplicada Resistência Corrente


9V ÷ 100Ω = 90mA
9V ÷ 200Ω = 45mA
9V ÷ 300Ω = 30mA
9V ÷ 400Ω = 22,5mA

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Lei de Ohm

A partir destas observações se concluiu:

O valor de corrente que circula em um circuito pode ser encontrado dividindo-se


o valor de tensão aplicada pela sua resistência.

Transformando em equação matemática esta afirmação tem-se:

V
I=
R

Esta equação é conhecida como equação matemática da Lei de Ohm.

V
Equação matemática da Lei de Ohm I =
R

Com base nesta equação pode-se determinar o enunciado da Lei de Ohm:

Lei de Ohm
A intensidade da corrente elétrica em um circuito é diretamente proporcional a tensão
aplicada e inversamente proporcional a sua resistência.

Aplicações da Lei de Ohm

A Lei de Ohm pode ser utilizada, através da sua equação, para determinar os valores
de Tensão (V), Corrente (I) ou Resistência (R) em um circuito.

Sempre que se conhecem dois valores em um circuito (V e I; e R ou V e R) o terceiro


valor desconhecido pode ser determinado pela Lei de Ohm.

Para tornar mais simples o uso da equação da Lei de Ohm costuma-se usar um
“triângulo”.

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Lei de Ohm

Quando se deseja determinar a intensidade da corrente (I) que flui em um circuito,


coloca-se o dedo sobre a letra I do triângulo.

Com a letra I (Corrente) coberta, o triângulo fornece a equação que deve ser usada
para calcular a corrente do circuito.

V
I= → Cálculo de I quando são conhecidos E e R
R

Quando for necessário determinar a resistência (R) de um circuito deve-se cobrir a


letra R do triângulo e a equação necessária será encontrada.

Da mesma forma, pode-se determinar a tensão aplicada em um circuito quando se


conhece a corrente e a resistência.

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Lei de Ohm

Para que as equações decorrentes da Lei de Ohm sejam utilizadas as grandezas


elétricas devem ter seus valores expressos nas unidades fundamentais Volt, Ampère e
Ohm.

Quando os valores de um circuito estiverem expressos em múltiplos ou submúltiplos


das unidades devem ser convertidos para as unidades fundamentais antes de serem
usados nas equações.

Exemplos de aplicação da Lei de Ohm


1. Uma lâmpada utiliza uma alimentação de 6V e tem 36Ω de resistência. Qual a
corrente consumida pela lâmpada quando ligada?
Dados obtidos do enunciado.
V = 6V I=?
R = 36Ω
V
I=
R

Como os valores de V e R já estão nas unidades fundamentais Volt e Ohm aplica-


se os valores na equação:

I= I=
V 6V I = 0,166A
R 36Ω

O resultado é dado também na unidade fundamental de intensidade de corrente. A


resposta indica que circulam 0,166A ou 166mA quando a lanterna é ligada.

A figura a seguir mostra o miliamperímetro com a indicação do valor da corrente


consumida pela lâmpada.

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2. O motor de um carrinho de autorama atinge a rotação máxima quando recebe 9V


da fonte de alimentação. Nesta situação a corrente do motor é de 230mA. Qual é a
resistência do motor?

Dados:
V = 9V
I = 230mA ou 0,23A
R=?

V 9V
R= R= R = 39,1Ω
I 0,23 A

3. Um resistor de 22KΩ foi conectado a uma fonte cuja tensão de saída é


desconhecida. Um miliamperímetro colocado em série no circuito indicou uma
corrente de 0,75mA. Qual a tensão na saída da fonte?

Dados:
I = 0,75mA ou 0,00075A
R = 22kΩ ou 22.000Ω
V=?

V=RxI V = 22.000 x 0,00075

V = 16,5V

4. Dados dois valores de um circuito, determinar o terceiro:

a) V = 10v
V 10 V I = 0,0303A ou
R = 330Ω I =
I=R 330 Ω I = 30,3mA
I = __________A

b) R = 12KΩ
I = 18mA V = RI V = 12000Ω x 0,018A V = 216V
V = _________V

c) V = 30V
V 30V
I = 0,37A R= R= R = 81Ω
I 0,37A
R = _________Ω

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Medida de corrente contínua


(CC)

A medição de corrente contínua consiste na utilização correta de um instrumento com


o objetivo de determinar a intensidade da corrente que flui em um circuito.

Instrumentos de medida da intensidade da corrente

A intensidade da corrente que flui entre dois pontos pode ser medida através de:
• Amperímetros, miliamperímetros ou microamperímetros;
• Multímetros.

Amperímetros, miliamperímetros e microamperímetros


São instrumentos simples destinados a medida da intensidade da corrente.
Dependendo da estimativa do valor que será medido, escolhe-se um dos três tipos.

A figura abaixo mostra Amperímetro (A), miliamperímetro (mA) e um


microamperímetro (µA).

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Os medidores de corrente contínua são indicados pelo símbolo .

Os medidores de corrente CC tem polaridade definida para ligação (como os


voltímetros de CC). Os bornes na parte posterior do instrumento são identificados
pelos sinais + e - .

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Conexão do medidor
Os instrumentos de medição da intensidade da corrente elétrica devem ser conectados
de forma que a corrente circule através do medidor.

Para que isto ocorra o circuito deve ser interrompido, e o instrumento deve ser
colocado nos pontos de interrupção.

A figura abaixo ilustra o procedimento para medição de corrente em um circuito.

Observando o circuito se verifica que na medida de intensidade de corrente o medidor


fica em série com os consumidores do circuito.

Nos circuitos simples, composto por uma fonte geradora e um consumidor o


instrumento pode ser colocado em qualquer posição do circuito.

Os amperímetros dos circuitos da figura fornecem a mesma indicação, porque a


corrente que circula após a lâmpada é a mesma que circula antes.

Para realizar a conexão do instrumento no circuito a fonte de alimentação deve ser


desligada e a polaridade de ligação deve ser observada cuidadosamente.

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O instrumento deve ser conectado de forma que a corrente entre através do borne
positivo (pelo sentido convencional da corrente elétrica)

Medição da intensidade da corrente contínua com multímetro


Os multímetros dispõem de algumas posições na chave seletora e algumas escalas
destinadas a medida de intensidade de corrente.

A figura a seguir mostra o painel de um multímetro, ressaltando as posições de chave


seletora e as escalas utilizadas para a medição de corrente.

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Bornes
Os bornes para a colocação das pontas de prova para medição de corrente CC
normalmente são os mesmos utilizados para as medições de tensão.

Posições da chave seletora


As posições da chave seletora que são destinadas a medida da intensidade da
corrente são indicadas pela abreviatura DCmA.

As posições da chave seletora destinadas a medida da intensidade da corrente são


indicadas pela abreviatura DcmA.
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Convém ressaltar que, também para as medidas de intensidade da corrente, o valor


indicado pela chave seletora é o máximo que o instrumento pode medir nesta posição
da chave.

No exemplo da figura abaixo a intensidade de corrente máxima que o instrumento


pode medir com a chave seletora nesta posição é de 60mA.

Escalas
As escalas destinadas a medida da intensidade da corrente elétrica são as mesmas
usadas para medida de tensão contínua.

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Procedimento para medição da intensidade da corrente com o multímetro

A utilização do multímetro para medidas de corrente deve seguir um procedimento


definido, visando a preservação do instrumento e a precisão da medida.

1. Conexão das pontas de prova


Conecta-se as pontas de prova aos bornes - ou comum (ponta de prova preta) e
DCV ou + (ponteira vermelha).

2. Seleção da escala
O posicionamento da chave seletora para uma das escalas de medição de corrente
deve ser feita com base em uma estimativa do valor existente no ponto a ser
medido.

Seleciona-se sempre uma escala com limite superior ao valor estimado.

Observação
Se o valor a ser medido é completamente desconhecido não se deve realizar a
medida. Nas escalas de corrente um erro de posicionamento da chave seletora
provoca danos irreparáveis ao instrumento.

3. Conexão do multímetro ao circuito


O procedimento de conexão do multímetro ao circuito para a medida da
intensidade da corrente é o mesmo dos miliamperímetros convencionais:
• Desliga-se a alimentação;
• Interrompe-se o circuito;
• Conecta-se o instrumento, observando as polaridades.

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A corrente deve entrar no multímetro pela ponta de prova vermelha (sentido


convencional da corrente).

4. Leitura das escalas


A leitura das escalas de corrente é feita da mesma forma que a leitura de tensões.
O valor da corrente é determinado pela posição do ponteiro e pela posição da
chave seletora.

Quando a chave seletora está na posição DCmA 300 a leitura é feita na escala de 0 a
300.

• Posição da chave seletora DCmA 300;


• Leitura na escala de 0 a 300;
• O valor é indicado diretamente na escala.
• Intensidade de corrente medida = 125 mA.

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Quando a chave seletora está na posição DCmA 60 a leitura é feita na escala de 0 a 6


e o valor encontrado é multiplicado por 10.

• Posição da chave seletora DCmA 60;


• leitura na escala de 0 a 6 multiplicada por 10;
• Intensidade de corrente medida 3,7 x 10 = 37mA.

Quando a chave seletora está na posição DCmA 6 a leitura é feita diretamente na


escala de 0 a 6.

• Posição da chave seletora DCmA 6;


• leitura na escala de 0 a 6;
• intensidade de corrente medida = 2,4mA.

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Quando a chave seletora está na posição DCmA 0,03 (ou seja 30µA) a leitura é feita
na escala de 0 a 300 e o valor encontrado é dividido por 10.

• Posição da chave seletora DCmA 0,03 (30µA);


• Leitura na escala de 0 a 300 dividida por 10;
• Intensidade de corrente medida = 4µA.

Deve-se observar que esta leitura resulta em microampères.

Cuidado após a utilização


Uma vez encerrada a utilização o multímetro não deve ser guardado com a chave
seletora nas posições de medida de corrente.

Deve-se colocar o seletor na posição desligado (OFF) ou para a escala elevada de


tensão (por exemplo 1000V).

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Referências bibliográficas

SENAI/Departamento Nacional. Lei de Ohm. Rio de Janeiro, Divisão de Ensino e


Treinamento, 1980. (Módulo Instrucional: Eletricidade – Eletrotécnica, 5).

VAN VALKENBURG, Nooger & Neville. Eletricidade Básica. 15 ed. São Paulo, Freitas
Bastos, 1970. v.2.

SENAI/DN. Lei de Ohm, teoria. Rio de Janeiro, Divisão de Ensino e treinamento,


1984. (Série Eletrônica Básica).

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Eletrônica básica

Teoria: 46.15.11.752-8 Teoria 46.15.12.760-4


Prática: 46.15.11.736-4 Prática: 46.15.12.744-1
1. Tensão elétrica 41. Diodo semi condutor
2. Corrente e resistência elétrica 42. Retificação de meia onda
3. Circuitos elétricos 43. Retificação de onda completa
4. Resistores 44. Filtros em fontes de alimentação
5. Associação de resistores 45. Comparação entre circuitos retificadores
6. Fonte de CC 46. Diodo emissor de luz
7. Lei de Ohm 47. Circuito impresso - Processo manual
8. Potência elétrica em CC 48. Instrução para montagem da fonte de CC
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10. Transferência de potência 50. Diodo zener
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18. Medida de tensão CC com osciloscópio 58. Polarização de base por divisor de tensão
19. Medida de tensão CA com osciloscópio 59. Regulador de tensão a transistor
20. Erros de medição 60. O transistor como comparador
21. Gerador de funções 61. Fonte regulada com comparador
22. Medida de freqüência com osciloscópio 62. Montagem da fonte de CC
23. Capacitores 63. Amplificador em emissor comum
24. Representação vetorial de parâmetros elétricos CA 64. Amplificador em base comum
25. Capacitores em CA 65. Amplificador em coletor comum
26. Medida de ângulo de fase com osciloscópio 66. Amplificadores em cascata
27. Circuito RC série em CA 67. Transistor de efeito de campo
28. Circuito RC paralelo em CA 68. Amplificação com FET
29. Introdução ao magnetismo e eletromagnetismo 69. Amplificador operacional
30. Indutores 70. Circuito lineares com amplificador operacional
31. Circuito RL série em CA 71. Constante de tempo RC
32. Circuito RL paralelo em CA 72. Circuito integrador e diferenciador
33. Ponte balanceada em CA 73. Multivibrador biestável
34. Circuito RLC série em CA 74. Multivibrador monoestável
35. Circuito RLC paralelo em CA 75. Multivibrador astável
36. Comparação entre circuitos RLC série e paralelo em CA 76. Disparador Schmitt
37. Malhas RLC como seletoras de freqüências 77. Sensores
38. Soldagem e dessoldagem de dispositivos elétricos
39. Montagem de filtro para caixa de som
40. Transformadores

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