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AVC – AVALIAÇÃO CONTÍNUA

FOLHA DE RESPOSTA

Disciplina: Fundamentos da Educação Especial


Disci

CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO NAS ATIVIDADES

A Avaliação Contínua (AVC) é uma atividade que compreende a elaboração de uma produção discursiva, podendo ser uma resenha,
estudo de caso ou resposta de uma pergunta. Esta avaliação vale até 3,00 pontos.

Atenção1: Serão consideradas para avaliação somente as atividades com status “enviado”. As atividades com status na forma de
“rascunho” não serão corrigidas. Lembre-se de clicar no botão “enviar”.

Atenção2: A atividade deve ser postada somente neste modelo de Folha de Respostas. Obrigatoriamente na versão Pdf.

Importante:
Sempre desenvolva textos com sua própria argumentação. Lembre-se de indicar quais foram as fontes de referência de
pesquisa. Nunca copie e cole informações da internet, de outro colega ou qualquer outra fonte como sendo sua produção, já
que essas situações caracterizam plágio e invalidam sua atividade.

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES - DISCURSIVA

 Forma: 1,00 ponto


Linguagem e clareza: o texto deve estar correto quanto à ortografia, ao vocabulário e às terminologias, e as ideias devem ser
apresentadas de forma clara, com introdução, desenvolvimento e conclusão, sem incoerências. (1,00)

 Conteúdo: 2,00 pontos


Raciocínio: o trabalho deve seguir uma linha de raciocínio que se relacione com o material didático. (0,50)
Coerência: o trabalho deve responder às questões propostas pela atividade. (1,00)
Embasamento: a argumentação deve ser sustentada por ideias presentes no conteúdo da disciplina. (0,50)

Pontuação total da Avaliação Contínua (AVC) – 3,00 pontos

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES - CÁLCULO

 Raciocínio: 1,50 Ponto


O trabalho deve seguir uma linha de raciocínio e coerência do início ao fim. O aluno deve colocar todo o desenvolvimento da
atividade até chegar ao resultado final.

 Resultado Final: 1,50 Ponto


A resolução do exercício deve levar ao resultado final correto.

Pontuação total da Avaliação Contínua (AVC) – 3,00 pontos

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Resolução / Resposta

Importante pensarmos na Educação Especial a partir de um movimento


educacional que propõe uma série de ações, cujo objetivo seria o de inclusão efetiva
dos portadores de necessidades especiais no universo educacional e particularmente
de desenvolvimento no ensino regular.
Antes de pensarmos em estratégias de aprendizagem a serem pensadas pelo
professor e família, é imprescindível um trabalho com os funcionários da escola que
se abre para essa experiência, de conscientização e de um novo olhar sobre certas
especificidades que o projeto traz. Com efeito, deve-se levar em consideração que o
processo ensino-aprendizagem, ou o processo de desenvolvimento do educando
ocorrerá paralelamente a sala de aula e em âmbito maior, dentro do próprio
estabelecimento. Ou seja, toda a escola servirá de palco para que a tarefa tenha
êxito.
Tendo sido realizado o trabalho de conscientização da comunidade escolar, é
hora de pensarmos as estratégias propriamente ditas, que compreenderão a relação
escola/aluno portador de necessidades especiais, bem como, escola/família do aluno
portador de necessidades especiais.
A primeira estratégia a ser pensada em relação aos portadores de
necessidades especiais, é de que a própria ação educativa é democrática e não
excludente. Observado este ponto, a compreensão de todo o ambiente escolar ao
convívio com a diversidade de hábitos, costumes e respeito as particularidades de
cada um se tornará mais fácil. O respeito a ampla diversidade que o ambiente
escolar proporciona se torna parte do próprio processo de ensino e aprendizagem,
permitindo o desenvolvimento não só de competências, mas também de certas
habilidades que necessariamente devem acompanhá-las. Desta forma:

é indispensável que os estabelecimentos de ensino eliminem suas barreiras


arquitetônicas, pedagógicas e de comunicação, adotando métodos e práticas de
ensino escolar adequadas às diferenças dos alunos em geral, oferecendo
alternativas que contemplem a diversidade dos alunos, além de recursos de
ensino e equipamentos especializados, que atendam a todas as necessidades
educacionais dos educandos, com e sem deficiências, mas sem discriminação, ou
seja: “Tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais”, admitir as
diferenciações com base na deficiência apenas para o fim de se permitir o acesso
ao seu direito e não para negá-lo.(Cartilha, 2004).

Posto isto, o coordenador pedagógico e a equipe docente deve


primeiramente como plano de ação, desenvolver um projeto pedagógico onde a

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efetiva participação na elaboração deve contar com o comprometimento de todos,
na elaboração de métodos assertivos, onde sejam levados em conta: métodos e
ações que levem em conta o desenvolvimento de todos os alunos e em particular
que atenda às necessidades específicas dos alunos portadores de necessidades
especiais que estejam na escola.
Aproveitar as reuniões de trabalho pedagógico do corpo docente que
ocorrem semanalmente para pensarem juntos em temas de estudos relacionados à
educação especial. Aproveitar a escola como espaço de integração e promover com
todos os alunos da instituição, projetos e atividades que tragam o tema da
diversidade à tona de forma assertiva.
De forma periódica e ininterrupta, realizar reuniões com os responsáveis dos
alunos portadores de necessidades especiais, no intuito dos próprios profissionais da
educação se atualizarem a respeito dos atendimentos médicos e lúdicos utilizados
por profissionais de outras áreas e que estejam envolvidos no processo dos
respectivos alunos. Verificar com os responsáveis diretos dos alunos portadores de
necessidades especiais quando necessário, a importância de encaminhamento para
outros tipos de atendimento.
Sendo a família o grupo social por excelência que insere valores no
indivíduo, fazendo parte da construção de seus valores e desenvolvimento, é
imprescindível que a escola busque na família o apoio para a construção de um
projeto pedagógico que atenda às necessidades dos alunos portadores de
necessidades especiais. A família, portanto, é responsável pela sobrevivência física e
psíquica da criança, uma vez que se constitui como o primeiro grupo de mediação
do indivíduo com a sociedade (Bock, Furtado & Teixeira, 1999).
A escola como espaço de inclusão é já uma realidade que se faz presente de
forma quase que geral e com contornos de firme progresso em novas e melhores
formas, seja em relação a consciência positiva que o certame vai desenvolvendo,
seja na aquisição de novas metodologias. O trabalho de inclusão no âmbito da
educação especial, para o seu bom desenvolvimento exige esforços de todas as
partes envolvidas, tendo em mente os acertos necessários que possibilitem a
apropriação do portador de necessidades especiais de todos os espaços comuns que
ele deve ocupar.

Referências:

BOCK, A. M. B., FURTADO, O., & TEIXEIRA, M. L. T. (1999). Família... O que está
acontecendo com ela? Em: A. M. B. Bock, O. Furtado, & M. L. T. Teixeira, Psicologias: uma
introdução ao estudo da psicologia (pp.247-260), 13ªed, São Paulo: Saraiva.

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CARTILHA – O acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede
Regular/Ministério Público Federal: Procurador Pedro Jorge de Melo e Silva
(organizadores)/segunda edição – rev. e atualiz. – Brasília: Procuradoria Geral dos Direitos do
Cidadão, 2004.

DESSEN, M. A.; POLÔNIA, A. C. (2007). A família e a escola como contextos de


desenvolvimento humano. Paidéia, Ribeirão Preto

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