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AVC – AVALIAÇÃO CONTÍNUA

FOLHA DE RESPOSTA

Disciplina: Currículos e Programas


Disci

CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO NAS ATIVIDADES

A Avaliação Contínua (AVC) é uma atividade que compreende a elaboração de uma produção discursiva, podendo ser uma resenha,
estudo de caso ou resposta de uma pergunta. Esta avaliação vale até 3,00 pontos.

Atenção1: Serão consideradas para avaliação somente as atividades com status “enviado”. As atividades com status na forma de
“rascunho” não serão corrigidas. Lembre-se de clicar no botão “enviar”.

Atenção2: A atividade deve ser postada somente neste modelo de Folha de Respostas. Obrigatoriamente na versão Pdf.

Importante:
Sempre desenvolva textos com sua própria argumentação. Lembre-se de indicar quais foram as fontes de referência de
pesquisa. Nunca copie e cole informações da internet, de outro colega ou qualquer outra fonte como sendo sua produção, já
que essas situações caracterizam plágio e invalidam sua atividade.

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES - DISCURSIVA

 Forma: 1,00 ponto


Linguagem e clareza: o texto deve estar correto quanto à ortografia, ao vocabulário e às terminologias, e as ideias devem ser
apresentadas de forma clara, com introdução, desenvolvimento e conclusão, sem incoerências. (1,00)

 Conteúdo: 2,00 pontos


Raciocínio: o trabalho deve seguir uma linha de raciocínio que se relacione com o material didático. (0,50)
Coerência: o trabalho deve responder às questões propostas pela atividade. (1,00)
Embasamento: a argumentação deve ser sustentada por ideias presentes no conteúdo da disciplina. (0,50)

Pontuação total da Avaliação Contínua (AVC) – 3,00 pontos

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES - CÁLCULO

 Raciocínio: 1,50 Ponto


O trabalho deve seguir uma linha de raciocínio e coerência do início ao fim. O aluno deve colocar todo o desenvolvimento da
atividade até chegar ao resultado final.

 Resultado Final: 1,50 Ponto


A resolução do exercício deve levar ao resultado final correto.

Pontuação total da Avaliação Contínua (AVC) – 3,00 pontos

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Resolução / Resposta

Podemos dizer que a educação é a essência da formação humana. Com efeito,


quando falamos em educação, entendemos dois diferentes tipos, ainda que com
propósitos semelhantes: educação familiar e educação social. Por educação familiar
nos referimos ao ato de correção, formação moral, educação a qual toda criança se
prende na infância. Por educação social, nos referimos a interferência de aparelhos do
Estado - no caso, as escolas -, na formação que as pessoas recebem em conjunto com
outras de seu convívio social, formação onde se visa o desenvolvimento humano
dentro de uma sociedade regida por regras e normas.

Nós Homo Sapiens nascemos animais como qualquer outro, mas aos poucos vamos
nos diferenciando, ultrapassamos o mundo natural, quando aprendemos a
transformar a natureza, e desse processo resulta a cultura. Imersos na condição
social, possuímos cultura, e esta desde a Roma antiga deixou seu significado
material de cultivo do solo, para assumir também a definição de saberes e valores
destinados ao desenvolvimento humano
(ARANHA, 2006).

O ser humano é um ser de necessidades, e por isso mesmo, vê-se obrigado a


pensar, planejar, fazer escolhas que direcionem suas ações num crescendo de
transformação da realidade que o cerca. A partir dessa transformação, surge um mundo
"humano", com novos saberes, um mundo de cultura - uma vez que, parte da interação
humana com outros humanos -. Portanto, o "humano" não nasce, ele se transforma na
interação com o outro, a partir de sua adequação dessa cultura, ou seja, pela educação.
Segundo Santo, Paludo e Oliveira (2010, p. 17) "a educação é fundamental em
qualquer sociedade, porque é por meio dela que as pessoas se apropriam dos
conhecimentos produzidos por outras gerações, dos valores, das formas de se
organizar, de pensar e de agir no mundo".
Na atualidade um dos grandes desafios da educação brasileira é a
implementação da BNCC, que surge como um conjunto de competências e habilidades
definidas a partir dos direitos éticos, estéticos e políticos assegurados pelas Diretrizes
Curriculares Nacionais e de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores essenciais
para a vida no século 21.
Segundo o Instituto Porvir, o termo "competências para o século 21" se refere a
um conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes e competências, que preparam os
alunos para a vida acadêmica, profissional, pessoal e em comunidade. Essas
capacidades transcendem as expectativas de aprendizado relacionadas a conteúdos

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acadêmicos e podem estar presentes nas rotinas de todas as disciplinas escolares.

Competências gerais da BNCC

As Competências Gerais da Base Nacional Comum Curricular tem como


objetivo, servir de apoio as redes escolares e professores, no intuito de facilitar a
compreensão e sua inclusão nas práticas pedagógicas, materiais didáticos e processos
de avaliação da aprendizagem.
Na verdade é um material orientador, que esmiúça as dimensões e sub-
dimensões que compõem cada uma das 10 Competências Gerais da BNCC, indicando
como elas devem evoluir da Educação Infantil até o Ensino Médio. As Competências
Gerais são válidas para toda a Educação Básica, no entanto, a sua progressão para o
Ensino Médio deverá ser revista quando da homologação da BNCC, prevista para
acontecer ao longo de 2019.
 1. Conhecimento:
O que: Valorizar e utilizar os conhecimentos sobre o mundo físico, social,
cultural e digital.
Para: Entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar com a
sociedade.
 2. Pensamento científico, crítico e criativo:
O que: Exercitar a curiosidade intelectual e utilizar as ciências com criticidade
e criatividade.
Para: Investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver
problemas e criar soluções.
 3. Repertório cultural:
O que: Valorizar as diversas manifestações artísticas e culturais.
Para: Fruir e participar de práticas diversificadas da produção artístico-
cultural.
 4. Comunicação:
O que: Utilizar diferentes linguagens.
Para: Expressar-se e partilhar informações, experiências, ideias, sentimentos e
produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
 5. Cultura digital:
O que: Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de forma crítica,
significativa e ética
Para: Comunicar-se, acessar e produzir informações e conhecimentos, resolver
problemas e exercer protagonismo e autoria.
 6. Trabalho e projeto de vida:
O que: Valorizar e apropriar-se de conhecimentos e experiências.
Para: Entender o mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas à cidadania e
ao seu projeto de vida com liberdade, autonomia, criticidade e

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responsabilidade.
 7. Argumentação:
O que: Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis.
Para: Formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns,
com base em direitos humanos, consciência e socioambiental, consumo
responsável e ética.
 8. Autoconhecimento e autocuidado:
O que: Conhecer-se, compreender-se na diversidade humana e apreciar-se.
Para: Cuidar de sua saúde física e emocional, reconhecendo suas emoções e as
dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
 9. Empatia e cooperação:
O que: Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação.
Para: Fazer-se respeitar e promover o respeito ao outro e aos direitos humanos,
com acolhimento e valorização da diversidade, sem preconceitos de qualquer
natureza.
 10. Responsabilidade e cidadania:
O que: Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade,
flexibilidade, resiliência e determinação.
Para: Tomar decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos,
sustentáveis e solidários.

Referências bibliográficas

ARANHA, Maria Lúcia. História da Educação e da Pedagogia: Geral Brasil. São Paulo:
Moderna, 2006.

JAEGER, Werner. Paidéia- A formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 1994.

SANTOS, Cláudio Eduardo Félix dos; PALUDO, Conceição, OLIVEIRA, Rafael Bastos
Costa de. Concepção de educação do campo. IN: TAFFAREL, Celi Nelza Zülke; SANTOS
JÚNIOR, Cláudio de Lira; ESCOBAR , Micheli Ortega, (orgs). Cadernos didáticos sobre
educação no campo.Universidade Federal da Bahia, Salvador : EDITORA, 2010.

SILVA, Priscila Teixeira da. A(s) Finalidade(s) da Educação: uma reflexão sobre a
educação destinada à juventude rural e aos povos do campo. VIII Colóquio Internacional
Paulo Freire. Recife – PE. Brasil.

Sites consultados

http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.p
df <Acessado em 12/05/19>

http://porvir.org/competencias-seculo-21/ <Acessado em 12/05/19>

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http://porvir.org/entenda-10-competencias-gerais-orientam-base-nacional-comum-curricular/
<Acessado em 12/05/19>