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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS


ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89


4 - NIRE

35300194411

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

RUA FUNCHAL, 160 VILA OLÍMPIA


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

04551-903 SÃO PAULO SP


6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

011 3841-5002 - -
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

011 3841-5671 - -
15 - E-MAIL

ri.ccdi@camargocorrea.com.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

Leonardo de Paiva Rocha


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

RUA FUNCHAL, 160 VILA OLÍMPIA


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

04551-903 SÃO PAULO SP


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

011 3841-5002 - -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

011 3841-5671 - -
16 - E-MAIL

ri.ccdi@camargocorrea.com.br

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2010 31/12/2010 3 01/07/2010 30/09/2010 2 01/04/2010 30/06/2010


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes 00385-9


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

José Roberto P. Carneiro 760.705.308-53

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Unidades) 30/09/2010 30/06/2010 30/09/2009


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 113.000.000 113.000.000 113.000.000
2 - Preferenciais 0 0 0
3 - Total 113.000.000 113.000.000 113.000.000
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 10.000 10.000 0
5 - Preferenciais 0 0 0
6 - Total 10.000 10.000 0

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

3110 - Emp. Adm. Part. - Const. Civil, Mat. Const. e Decoração


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
Incorporação Imobiliária

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 AGO/E 14/04/2010 Dividendo 30/04/2010 ON 0,1219284490

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

- . . / -

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Unidades)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

10/11/2010

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2010 4 - 30/06/2010

1 Ativo Total 1.541.878 1.484.136


1.01 Ativo Circulante 385.063 415.622
1.01.01 Disponibilidades 114.404 129.902
1.01.01.01 Caixa e equivalentes de caixa 8.322 4.258
1.01.01.02 Aplicações Financeiras 106.082 125.644
1.01.02 Créditos 175.408 121.649
1.01.02.01 Clientes 175.408 121.649
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.02.02.01 Partes Relacionadas 0 0
1.01.03 Estoques 82.664 102.818
1.01.03.01 Imóveis a comercializar 82.664 102.818
1.01.04 Outros 12.587 61.253
1.01.04.01 Impostos a recuperar 4.931 5.370
1.01.04.02 Adiantamento a fornecedores 4.333 2.756
1.01.04.03 Outros créditos 3.323 53.127
1.02 Ativo Não Circulante 1.156.815 1.068.514
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 359.123 379.062
1.02.01.01 Créditos Diversos 33.425 59.182
1.02.01.01.01 Contas a receber de clientes 26.107 59.182
1.02.01.01.02 Aplicações financeiras 7.318 0
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 168.352 170.533
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 168.352 170.533
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 157.346 149.347
1.02.01.03.01 Imóveis a comercializar 153.076 139.290
1.02.01.03.02 Imp. de Renda e Contr. Social Diferidos 3.910 9.720
1.02.01.03.03 Despesas Antecipadas 0 0
1.02.01.03.04 Outros 360 337
1.02.02 Ativo Permanente 797.692 689.452
1.02.02.01 Investimentos 792.987 685.279
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 783.471 675.763
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 9.516 9.516
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 0 0
1.02.02.02 Imobilizado 2.603 2.687
1.02.02.03 Intangível 2.102 1.486
1.02.02.04 Diferido 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2010 4 - 30/06/2010

2 Passivo Total 1.541.878 1.484.136


2.01 Passivo Circulante 137.909 112.896
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 53.580 30.656
2.01.02 Debêntures 12.646 73
2.01.03 Fornecedores 44.984 57.500
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 452 4.964
2.01.05 Dividendos a Pagar 0 0
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 7.779 2.054
2.01.08 Outros 18.468 17.649
2.01.08.01 Salários e Encargos a Pagar 8.980 6.896
2.01.08.02 Pis e Cofins Diferidos 574 1.163
2.01.08.03 Dividendos Propostos 3 3
2.01.08.04 Outras Obrigações 8.911 9.587
2.02 Passivo Não Circulante 611.731 605.245
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 611.731 605.245
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 32.699 30.739
2.02.01.02 Debêntures 399.359 399.144
2.02.01.03 Provisões 0 0
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 179.673 175.362
2.02.01.06.01 Fornecedores e contas a pagar 165.459 164.713
2.02.01.06.02 Imp. de Renda e Contr. Social Diferidos 1.191 0
2.02.01.06.03 Pis e Cofins Diferidos 5.776 4.646
2.02.01.06.04 Outras Obrigações 7.247 6.003
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 792.238 765.995
2.05.01 Capital Social Realizado 540.189 540.189
2.05.02 Reservas de Capital 85.068 84.927
2.05.02.01 Reservas de Capital 85.128 84.987
2.05.02.02 Ações em tesouraria (60) (60)
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 50.538 50.538
2.05.04.01 Legal 3.311 3.311
2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/09/2010 4 -30/06/2010

2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0


2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 47.227 47.227
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 116.443 90.341
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 58.674 155.898 25.587 119.596
3.01.01 Venda de Imóveis 58.176 154.054 22.536 113.468
3.01.03 Prestação de Serviços 0 593 2.549 4.143
3.01.04 Outras Receitas 498 1.251 502 1.985
3.02 Deduções da Receita Bruta (1.828) (5.949) (1.300) (4.889)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 56.846 149.949 24.287 114.707
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (41.991) (112.470) (34.846) (99.434)
3.04.01 Venda de Imóveis (41.991) (112.470) (34.846) (99.434)
3.04.02 Aluguéis de Imóveis 0 0 0 0
3.04.03 Prestação de Serviços 0 0 0 0
3.05 Resultado Bruto 14.855 37.479 (10.559) 15.273
3.06 Despesas/Receitas Operacionais 15.116 79.405 (55.980) (62.968)
3.06.01 Com Vendas (740) (2.739) (3.776) (7.687)
3.06.02 Gerais e Administrativas (12.400) (30.731) (18.096) (37.713)
3.06.02.01 Despesas Gerais e Administrativas (12.484) (36.774) (11.030) (30.604)
3.06.02.02 Outras 84 6.043 (7.066) (7.109)
3.06.03 Financeiras (9.770) (20.803) (1.799) (6.342)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 3.732 17.746 7.280 13.324
3.06.03.02 Despesas Financeiras (13.502) (38.549) (9.079) (19.666)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais 0 0 0 0
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 38.026 133.678 (32.309) (11.226)
3.07 Resultado Operacional 29.971 116.884 (66.539) (47.695)
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 29.971 116.884 (66.539) (47.695)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

3.10 Provisão para IR e Contribuição Social 3.131 0 0 0


3.11 IR Diferido (7.000) (441) 4.777 3.475
3.11.01 Provisão para IR Diferido (5.147) (324) 3.510 2.555
3.11.02 Provisão para CS Diferido (1.853) (117) 1.267 920
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 26.102 116.443 (61.762) (44.220)
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Unidades) 112.990.000 112.990.000 113.000.000 113.000.000
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,23101 1,03056
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais) (0,54657) (0,39133)

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais 30.154 45.776 (10.424) (6.804)

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 6.827 20.665 (26.355) (16.759)

4.01.01.01 Lucro (prejuízo) líq. antes do IR e CS 29.971 116.884 (66.539) (47.695)

4.01.01.02 Depreciações e Amortizações 249 713 249 924

4.01.01.03 Const de prov para perdas eventuais, líq (363) 3.621 (92) 538

4.01.01.04 Resultado de equivalência patrimonial (38.026) (133.678) 32.309 11.226

4.01.01.05 PIS e Cofins diferidos - líquidos 541 (5.850) 445 1.348

4.01.01.06 Encargos financeiros 14.535 39.265 7.039 16.537

4.01.01.07 Baixa do permanente 0 31 158 287

4.01.01.08 Perda (ganho) de participação societária (80) (321) 76 76

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos 25.189 86.958 18.037 18.070

4.01.02.01 Contas a receber de clientes (19.580) (15.684) 11.305 (8.843)

4.01.02.02 Imóveis a comercializar 6.368 17.802 13.731 27.511

4.01.02.03 Adiantamento a fornecedores (1.577) (1.895) (1.082) 1.913

4.01.02.04 Dividendos a receber 1.925 2.475 550 10.760

4.01.02.05 Impostos a recuperar 439 (1.585) 476 3.054

4.01.02.06 Outros créditos 49.781 108.743 (1.625) (950)

4.01.02.07 Fornecedores e contas a pagar (12.369) (26.847) (8.941) (17.235)

4.01.02.08 Salários e férias a pagar 2.084 (11) 675 (1.168)

4.01.02.09 Adiantamentos de clientes 0 0 0 0

4.01.02.10 Impostos e contribuições a recolher (1.249) 266 32 (214)

4.01.02.11 Outras contas a pagar (633) 3.694 2.916 3.242

4.01.03 Outros (1.862) (61.847) (2.106) (8.115)

4.01.03.01 Impostos de renda e contr. social pagos (131) (16.773) 0 (159)

4.01.03.02 Juros pagos na construção (1.731) (45.074) (2.106) (7.956)

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (50.958) (58.346) (4.208) (152.628)

4.02.01 Aplicações financeiras 12.243 156.200 40.331 (6.259)

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/07/2010 a 30/09/2010 4 -01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/200901/07/20096a- 30/09/2009


01/01/2009 a 30/09/200901/01/2009 a 30/09/2009

4.02.02 Aquisição de investimentos (70.050) (86.252) (69.616) (99.433)

4.02.03 Partes relacionadas 2.928 (149.713) 30.033 (41.679)

4.02.04 Ágio na aquisição de controlada 0 0 (4.885) (4.885)

4.02.05 Aquisição de imobilizado e intangível (781) (1.143) (71) (372)

4.02.06 Redução de capital 0 13.135 0 0

4.02.07 Valor recebido na venda de participação 4.702 9.427 0 0

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento 24.868 16.764 74.051 219.362

4.03.01 Pagamentos de dividendos 0 (13.774) 0 (1.951)

4.03.02 Captação de financiamentos 24.654 62.691 93.455 346.245

4.03.03 Amortização de financiamentos 0 (32.734) (19.404) (124.932)

4.03.04 Amort. custos na emissão de debêntures 214 581 0 0

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 4.064 4.194 59.419 59.930

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 4.258 4.128 2.392 1.881

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 8.322 8.322 61.811 61.811

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/07/2010 a 30/09/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 540.189 84.927 0 50.538 90.341 0 765.995

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 540.189 84.927 0 50.538 90.341 0 765.995

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 26.102 0 26.102

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 141 0 0 0 0 141

5.12.01 Opções de ações 0 141 0 0 0 0 141

5.13 Saldo Final 540.189 85.068 0 50.538 116.443 0 792.238

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 30/09/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 540.189 84.642 0 50.538 0 0 675.369

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 540.189 84.642 0 50.538 0 0 675.369

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 116.443 0 116.443

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 426 0 0 0 0 426

5.12.01 Opções de ações 0 426 0 0 0 0 426

5.13 Saldo Final 540.189 85.068 0 50.538 116.443 0 792.238

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2010 4 - 30/06/2010

1 Ativo Total 2.508.605 2.343.197


1.01 Ativo Circulante 1.556.020 1.428.494
1.01.01 Disponibilidades 276.831 281.683
1.01.01.01 Caixa e equivalentes de caixa 28.691 16.592
1.01.01.02 Aplicações financeiras 248.140 265.091
1.01.02 Créditos 780.576 566.856
1.01.02.01 Clientes 780.576 566.856
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.02.02.01 Partes Relacionadas 0 0
1.01.03 Estoques 387.341 440.055
1.01.03.01 Imóveis a Comercializar 387.341 440.055
1.01.04 Outros 111.272 139.900
1.01.04.01 Despesas Antecipadas 341 443
1.01.04.02 Impostos a recuperar 11.101 10.663
1.01.04.03 Adiantamento a Fornecedores 10.127 7.498
1.01.04.04 Outros Créditos 89.703 121.296
1.02 Ativo Não Circulante 952.585 914.703
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 814.259 778.558
1.02.01.01 Créditos Diversos 194.184 234.821
1.02.01.01.01 Contas a Receber de Clientes 186.455 234.821
1.02.01.01.02 Aplicações financeiras 7.729 0
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 13 16
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 13 16
1.02.01.03 Outros 620.062 543.721
1.02.01.03.01 Imóveis a Comercializar 615.202 533.081
1.02.01.03.02 Imp. de Renda e Contr. Social Diferidos 4.089 9.899
1.02.01.03.03 Despesas Antecipadas 9 9
1.02.01.03.04 Outros 762 732
1.02.02 Ativo Permanente 138.326 136.145
1.02.02.01 Investimentos 6 6
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.03 Outros Investimentos 0 0
1.02.02.02 Imobilizado 94.715 93.231
1.02.02.03 Intangível 43.605 42.908
1.02.02.04 Diferido 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2010 4 - 30/06/2010

2 Passivo Total 2.508.605 2.343.197


2.01 Passivo Circulante 566.052 431.766
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 225.263 147.885
2.01.02 Debêntures 12.646 73
2.01.03 Fornecedores 267.082 222.984
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 9.010 10.902
2.01.05 Dividendos a Pagar 0 0
2.01.06 Provisões 0 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 701 3.334
2.01.08 Outros 51.350 46.588
2.01.08.01 Salários e Encargos a Pagar 18.524 14.757
2.01.08.02 Imp. de Renda e Contr. Social Diferidos 0 0
2.01.08.03 Pis e Cofins Diferidos 607 1.205
2.01.08.04 Adiantamentos de Clientes 17.265 16.402
2.01.08.05 Dividendos Propostos 3 3
2.01.08.06 Outras Obrigações 14.951 14.221
2.02 Passivo Não Circulante 1.150.315 1.145.436
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.150.315 1.145.436
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 93.424 110.964
2.02.01.02 Debêntures 399.359 399.144
2.02.01.03 Provisões 0 0
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 0 0
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 657.532 635.328
2.02.01.06.01 Fornecedores e Contas a Pagar 558.958 546.864
2.02.01.06.02 Imp. de Renda e Contr. Social Diferidos 28.889 22.448
2.02.01.06.03 Pis e Cofins Diferidos 32.529 26.293
2.02.01.06.04 Adiantamentos de Clientes 36.322 36.970
2.02.01.06.05 Outras Obrigações 834 2.753
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.04 Part. de Acionistas Não Controladores 0 0
2.05 Patrimônio Líquido 792.238 765.995
2.05.01 Capital Social Realizado 540.189 540.189
2.05.02 Reservas de Capital 85.068 84.927
2.05.02.01 Reservas de Capital 85.128 84.987
2.05.02.02 Ações em tesouraria (60) (60)
2.05.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.05.04 Reservas de Lucro 50.538 50.538
2.05.04.01 Legal 3.311 3.311

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/09/2010 4 -30/06/2010

2.05.04.02 Estatutária 0 0
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro 47.227 47.227
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 116.443 90.341
2.05.07 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

09/11/2010 19:10:51 Pág: 15


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 281.464 782.773 108.174 360.699
3.01.01 Venda de Imóveis 276.837 772.186 103.831 352.053
3.01.03 Prestação de Serviços 2.790 5.865 3.517 5.259
3.01.04 Outras Receitas 1.837 4.722 826 3.387
3.02 Deduções da Receita Bruta (9.039) (27.599) (4.262) (13.661)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 272.425 755.174 103.912 347.038
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (200.817) (533.607) (98.365) (276.049)
3.04.01 Venda de Imóveis (199.098) (529.879) (98.225) (275.755)
3.04.02 Aluguéis de Imóveis 0 0 0 60
3.04.03 Prestação de Serviços (1.719) (3.728) (140) (354)
3.05 Resultado Bruto 71.608 221.567 5.547 70.989
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (31.744) (79.344) (70.570) (108.881)
3.06.01 Com Vendas (8.594) (19.828) (9.599) (20.508)
3.06.02 Gerais e Administrativas (17.448) (45.180) (54.130) (81.724)
3.06.02.01 Despesas Gerais e Administrativas (17.793) (51.510) (21.272) (48.823)
3.06.02.02 Outras 345 6.330 (32.858) (32.901)
3.06.03 Financeiras (5.702) (14.336) (6.841) (6.649)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 11.022 31.069 4.946 18.426
3.06.03.02 Despesas Financeiras (16.724) (45.405) (11.787) (25.075)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais 0 0 0 0
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 0 0
3.07 Resultado Operacional 39.864 142.223 (65.023) (37.892)
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 39.864 142.223 (65.023) (37.892)

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (1.480) (12.835) (835) (3.640)


3.11 IR Diferido (12.282) (12.945) 4.096 (2.688)
3.11.01 Provisão para IR Diferido (8.651) (8.566) 3.183 (1.518)
3.11.02 Provisão para CS Diferido (3.631) (4.379) 913 (1.170)
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.14 Part. de Acionistas Não Controladores 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 26.102 116.443 (61.762) (44.220)
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Unidades) 112.990.000 112.990.000 113.000.000 113.000.000
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,23101 1,03056
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais) (0,54657) (0,39133)

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais (50.872) (143.318) (78.963) (205.297)

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 65.242 207.849 (50.495) (8.761)

4.01.01.01 Lucro (prejuízo) líq. antes do IR e CS 39.864 142.223 (65.023) (37.892)

4.01.01.02 Depreciações e Amortizações 601 1.680 535 1.655

4.01.01.03 Const de prov para perdas eventuais. líq (188) 6.599 2.791 779

4.01.01.04 PIS e Confins diferidos - líquidos 5.638 6.537 2.902 8.037

4.01.01.05 Encargos financeiros 19.297 50.749 8.063 18.263

4.01.01.06 Baixa do permanente 30 61 237 397

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (108.037) (269.214) (24.487) (183.238)

4.01.02.01 Conta a receber de clientes (165.067) (365.878) (43.669) (186.442)

4.01.02.02 Imóveis a comercializar (29.407) 20.107 25.505 32.903

4.01.02.03 Adiantamento a fornecedores (2.629) (5.688) (1.212) 3.141

4.01.02.04 Despesas antecipadas 102 494 77 739

4.01.02.05 Impostos a recuperar (438) (2.264) (111) 2.123

4.01.02.06 Outros créditos 31.563 29.392 (893) (3.140)

4.01.02.07 Fornecedores e contas a pagar 56.234 42.123 (17.169) (44.097)

4.01.02.08 Salários e férias a pagar 3.767 5.253 1.523 1.251

4.01.02.09 Adiantamento de clientes 215 4.364 0 (1.170)

4.01.02.10 Impostos e contribuições a recolher (1.188) (1.364) 391 (466)

4.01.02.11 Outras contas a pagar (1.189) 4.247 11.071 11.920

4.01.03 Outros (8.077) (81.953) (3.981) (13.298)

4.01.03.01 Imposto de renda e contr. social pagos (2.215) (25.263) (1.035) (3.928)

4.01.03.02 Juros pagos na construção (5.862) (56.690) (2.946) (9.370)

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento 3.780 29.824 24.726 (29.143)

4.02.01 Aplicações financeiras 9.222 43.105 32.462 (14.292)

4.02.02 Aquisições de investimentos 0 0 0 0

4.02.03 Recb. de dividendos e redução de capital 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO - METODO INDIRETO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/07/2010 a 30/09/2010 4 -01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/200901/07/20096a- 30/09/2009


01/01/2009 a 30/09/200901/01/2009 a 30/09/2009

4.02.04 Partes relacionadas (2.630) (3.769) (1.750) (4.375)

4.02.05 Obrigações por compra de controlada 0 0 0 0

4.02.06 Ágio na aquisição de controlada 0 (2.250) (4.885) (4.885)

4.02.07 Aquisição de imobilizado e intangível (2.812) (7.262) (1.101) (5.591)

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento 59.191 122.216 114.164 293.673

4.03.01 Pagamento de dividendos 0 (13.774) 0 (1.951)

4.03.02 Captação de financiamentos 71.081 194.393 135.602 422.867

4.03.03 Amortização de financiamentos (12.104) (58.984) (21.438) (127.243)

4.03.04 Amort. custos na emissão de debêntures 214 581 0 0

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes 12.099 8.722 59.927 59.233

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 16.592 19.969 8.803 9.497

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 28.691 28.691 68.730 68.730

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

11.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/07/2010 a 30/09/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 540.189 84.927 0 50.538 90.341 0 765.995

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 540.189 84.927 0 50.538 90.341 0 765.995

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 26.102 0 26.102

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 141 0 0 0 0 141

5.12.01 Opções de ações 0 141 0 0 0 0 141

5.13 Saldo Final 540.189 85.068 0 50.538 116.443 0 792.238

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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11.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 30/09/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 540.189 84.642 0 50.538 0 0 675.369

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 540.189 84.642 0 50.538 0 0 675.369

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 116.443 0 116.443

5.05 Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 0 0 0

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 0 0

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 0 0

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 0 0 0 0

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 426 0 0 0 0 426

5.12.01 Opções de ações 0 426 0 0 0 0 426

5.13 Saldo Final 540.189 85.068 0 50.538 116.443 0 792.238

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS DE 30 DE SETEMBRO
DE 2010
(Valores expressos em milhares de reais – R$, exceto quando mencionado de outra forma)

1. CONTEXTO OPERACIONAL

A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário S.A. (“Companhia”) é uma


sociedade anônima de capital aberto, com sede na cidade de São Paulo. Tem como
objetivo o desenvolvimento, incorporação, prestação de serviços de assessoria, locação
e construção de imóveis residenciais ou comerciais, diretamente ou por meio de
participações em Sociedades de Propósito Específico – SPEs, consórcios e outras
sociedades.

Atualmente, a Companhia desenvolve empreendimentos residenciais e comerciais, e


atua na região metropolitana da cidade de São Paulo, no litoral e no interior do estado
de São Paulo, e nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná.
É, desde outubro de 2008, controladora integral da HM Engenharia e Construções S.A.
(“HM”), empresa especializada no desenvolvimento e construção de unidades
habitacionais, horizontais e verticais, destinadas ao segmento de baixa renda. A HM
tem operações concentradas no interior do estado de São Paulo.

Em 31 de janeiro de 2007, a Companhia concluiu a oferta pública inicial de ações no


novo mercado da Bolsa de Valores de São Paulo – Bovespa, mercado em que suas
ações são negociadas com a sigla CCIM3.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


2. APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS

As informações trimestrais individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com


as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária
brasileira, os pronunciamentos, as orientações e as interpretações emitidas pelo Comitê
de Pronunciamentos Contábeis - CPC e as normas emitidas pela Comissão de Valores
Mobiliários - CVM.

Alterações nas práticas contábeis adotadas no Brasil

Com o advento da Lei nº 11.638/07, que atualizou a legislação societária brasileira,


para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil
com as normas internacionais de contabilidade (IFRS), novas normas e
pronunciamentos técnicos contábeis vêm sendo expedidos pelo CPC.

Durante o exercício de 2009, novos pronunciamentos técnicos foram emitidos pelo


CPC e aprovados por Deliberações da CVM, para aplicação mandatória em 2010. A
Deliberação CVM nº 603/09, aprovada em 10 de novembro de 2009, facultou às
companhias abertas a apresentação das informações trimestrais durante o exercício de
2010 conforme as normas contábeis vigentes até 31 de dezembro de 2009. Devido a
complexidade dos cálculos para a adoção dos novos pronunciamentos, a Companhia
optou por apresentar as informações trimestrais para o trimestre findo em 30 de
setembro de 2010 de acordo com as normas vigentes até 31 de dezembro de 2009. A
seguir estão apresentados os CPCs que poderão ser aplicáveis à Companhia,
considerando suas operações, bem como os principais impactos sobre suas
demonstrações financeiras:
CPC Título
17 Contratos de construção
18 Investimento em coligada e em controlada
20 Custos dos empréstimos
21 Demonstração intermediária
22 Informação por segmento
24 Evento subseqüente
25 Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes
26 Apresentação das demonstrações contábeis
27 Ativo imobilizado
28 Propriedade para investimento
30 Receitas
32 Tributos sobre o lucro
33 Benefícios a empregados
36 Demonstrações consolidadas
37 Adoção inicial das normas internacionais de contabilidade
38 Instrumentos financeiros: reconhecimento e mensuração
39 Instrumentos financeiros: apresentação
40 Instrumentos financeiros: evidenciação
43 Adoção inicial dos pronunciamentos técnicos CPC 15 a 40
ICPC 02 Contrato de construção do setor imobiliário

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


CPC Título
ICPC 03 Aspectos complementares das operações de arrendamento financeiro
ICPC 04 Alcance do Pronunciamento Técnico CPC 10 – Pagamento baseado em ações
ICPC 05 Pronunciamento Técnico CPC 10 - Pagamento baseado em ações – Transações de ações do grupo e
em tesouraria
ICPC 08 Contabilização da proposta de pagamento de dividendos
ICPC 09 Demonstrações contábeis individuais, demonstrações separadas, demonstrações consolidadas e
aplicação de equivalência patrimonial
ICPC 10 Esclarecimentos sobre Pronunciamentos Técnicos CPC 27 – Ativo imobilizado e CPC 28 –
Propriedade para investimento
ICPC 11 Recebimento em transferência de ativos de clientes

A Administração da Companhia está analisando os impactos decorrentes da aplicação


dos novos pronunciamentos técnicos emitidos pelo CPC, destacando a análise da
Interpretação Técnica ICPC 02 - Contrato de Construção do Setor Imobiliário, uma
vez que o registro das receitas de contratos de venda decorrentes da incorporação de
unidades imobiliárias poderá ser substancialmente alterado. De acordo com o ICPC 02,
a Companhia deverá analisar se, para as receitas de contratos de venda decorrentes da
incorporação de unidades imobiliárias, devem ser aplicados os critérios de
reconhecimento de receita de acordo com o pronunciamento técnico CPC 30 –
Receitas, ou aplicar o CPC 17 – Contratos de construção. Até o período findo em 30 de
setembro de 2010, a Companhia tem adotado os critérios de reconhecimento de receita
que se aproximam das normas constantes do CPC 17, ou seja, utiliza-se o método do
percentual de conclusão de cada empreendimento, sendo esse percentual mensurado
em razão do custo incorrido em relação ao custo total orçado. Entretanto, caso a
aplicação do ICPC 02 venha a determinar que o CPC 30 deva ser adotado, a receita
provavelmente seria reconhecida somente na conclusão do empreendimento, quando as
seguintes condições fossem atendidas: (a) a entidade tenha transferido para o
comprador os riscos e benefícios mais significativos inerentes à propriedade dos bens;
(b) a entidade não mantenha envolvimento continuado na gestão dos bens vendidos em
grau normalmente associado à propriedade nem efetivo controle de tais bens; (c) o
valor da receita possa ser confiavelmente mensurado; (d) for provável que os
benefícios econômicos associados à transação fluirão para a entidade e; (e) as despesas
incorridas ou a serem incorridas, referentes à transação, possam ser confiavelmente
mensuradas.

A aplicação dessa norma envolve mudança significativa de sistemas e recálculos da


receita e custos de anos anteriores, e assim, o efeito da possível adoção não era
conhecido até a emissão destas informações trimestrais.

A Companhia irá reapresentar as informações trimestrais de 2010, comparativamente


com as informações trimestrais de 2009, também ajustadas aos novos pronunciamentos
até a data de apresentação das demonstrações financeiras para o exercício a findar-se
em 31 de dezembro de 2010.

09/11/2010 19:10:56 Pág: 24


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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


3. SUMÁRIO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS

a) Caixa e equivalentes de caixa

São representados por fundo fixo de caixa, recursos em contas bancárias de livre
movimentação, e por investimentos de curto prazo, com vencimentos originais de
noventa dias ou menos, ou com compromissos de recompra, prontamente
conversíveis em caixa e com riscos insignificantes de mudança de valor, sendo
avaliadas ao valor justo. Na data de encerramento dos balanços apresentados, os
saldos de caixa e equivalentes de caixa eram compostos exclusivamente por fundo
fixo de caixa e recursos em contas bancárias de livre movimentação.

b) Aplicações financeiras

As aplicações financeiras são investimentos temporários de curto prazo,


representados por títulos classificados como: (i) mantidos para negociação; (ii)
mantidos até o vencimento; (iii) empréstimos e recebíveis e (iv) disponíveis para
venda, vinculados à finalidade das referidas aplicações. Na data de encerramento
dos balanços apresentados, todas as aplicações financeiras foram classificadas
como mantidas para negociação, pois foram adquiridas com a finalidade de venda
ou recompra no curto prazo.

As aplicações mantidas para negociação são avaliadas ao valor justo, com seus
efeitos reconhecidos no resultado.

c) Imóveis a comercializar

Incluem os imóveis em construção pelo custo incorrido durante a fase de


construção dos empreendimentos, unidades concluídas e terrenos. Os saldos em
aberto nas datas de encerramento dos balanços não excedem os respectivos valores
líquidos de realização. A Companhia adquire parte dos terrenos através de
operações de permuta, nas quais, em troca dos terrenos adquiridos, compromete-se
a: (i) entregar unidades imobiliárias de empreendimentos em construção;
ou (ii) entregar o percentual da parcela de contas a receber provenientes das vendas
das unidades imobiliárias dos empreendimentos. Os juros dos empréstimos e
financiamentos diretamente ligados aos empreendimentos imobiliários são
capitalizados como custo dos imóveis a comercializar quando as atividades
necessárias para preparar o imóvel para comercialização e/ou construção estão em
progresso. Os juros capitalizados são apropriados ao resultado observando o
mesmo critério adotado para reconhecimento das receitas e dos custos das unidades
vendidas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A classificação de terrenos entre circulante e não circulante é realizada pela
Administração com base na expectativa de prazo do lançamento dos
empreendimentos imobiliários. A Administração revisa periodicamente as
estimativas de lançamentos.

d) Contas a receber e provisão para devedores duvidosos

Demonstrados ao custo, acrescido de atualização monetária e descontado ao valor


presente conforme observado no item “s”. A provisão para devedores duvidosos é
constituída, quando aplicável, com base na avaliação da Administração quanto à
expectativa de perdas na realização das contas a receber, considerando a
expectativa de recuperação do bem financiado e histórico de perdas.

e) Ativos e passivos sujeitos à indexação

Ativos e passivos em reais e contratualmente sujeitos à indexação estão atualizados


pela aplicação dos índices correspondentes nas datas de encerramento dos
balanços. Ganhos e perdas cambiais e variações monetárias são reconhecidos no
resultado.

f) Investimentos

Os investimentos em controladas e controladas em conjunto são avaliados pelo


método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora.

Os demais investimentos estão avaliados ao custo de aquisição, deduzido de


provisão para ajustá-los ao valor de realização, quando aplicável.

g) Intangível

Representado por licenças de uso de softwares e ágio relacionado à aquisição de


participação no capital de controladas. A amortização das licenças de uso de
softwares ocorre pelo método linear em cinco anos, a partir do momento em que os
benefícios começam a ser auferidos.

O ágio relacionado à aquisição de participação em controlada tem como


fundamento econômico a expectativa de rentabilidade futura. A partir de 1º de
janeiro de 2009, conforme OCPC 02, a amortização contábil desses ágios cessou
completamente. A Administração efetua, anualmente, análise sobre a recuperação
dos valores de ágio, de acordo com o CPC 01, e registra, quando aplicável, redução
ao valor recuperável, quando não há expectativa de benefícios econômicos futuros
que superem o valor do ágio registrado nas demonstrações financeiras.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


h) Imobilizado

Demonstrado pelo valor de custo de aquisição ou construção, líquido de provisão


para perdas para os bens paralisados e sem expectativa de reutilização ou
realização, deduzido das depreciações que são computadas pelo método linear, de
acordo com a vida econômica dos bens, às seguintes taxas anuais: imóveis - 4%;
móveis e utensílios, benfeitorias em imóveis de terceiros, instalações e maquinismo
- 10% (ou prazo do contrato de arrendamento, dos dois o menor); e equipamentos
de informática e veículos - 20%.

A Companhia analisa se existem evidências de que o valor contábil de um ativo


não será recuperado. Caso tais evidências sejam identificadas, a Companhia estima
o valor recuperável do ativo. O valor recuperável de um ativo é o maior valor
entre: (a) valor justo menos custos que seriam incorridos para vendê-lo; e (b) valor
de uso. O valor de uso é equivalente aos fluxos de caixa descontados (antes dos
impostos) derivados do uso contínuo do ativo até o fim da vida útil. Quando o
valor residual contábil do ativo excede o valor recuperável, a Companhia
reconhece uma redução do saldo contábil desse ativo (“impairment” ou redução ao
valor recuperável).

i) Apuração do resultado de incorporação e venda de imóveis

Nas vendas a prazo de unidade concluída, o resultado é apropriado no momento em


que a venda é efetivada, independentemente do prazo de recebimento do valor
contratual.

Os juros pré-fixados são apropriados ao resultado observando o regime de


competência, independentemente de recebimento.

Nas vendas de unidades não concluídas, o resultado é apropriado de acordo com os


critérios estabelecidos pela Resolução CFC nº 963/03, detalhados a seguir:

(i) As receitas de vendas, os custos de terrenos e construção, e as comissões de


vendas, são apropriados ao resultado utilizando o método do percentual de
conclusão de cada empreendimento, sendo esse percentual mensurado em
razão do custo incorrido em relação ao custo total orçado dos respectivos
empreendimentos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(ii) Os recebimentos antecipados referentes à venda das unidades, são registrados
no passivo circulante ou no não-circulante, como “adiantamento de clientes”.
Caso o valor da receita de vendas apropriada no período calculado conforme
mencionado no item (i), seja superior ao valor efetivamente recebido pela
venda das unidades, o saldo remanescente permanece na conta “clientes por
incorporação”, no ativo circulante ou no realizável a longo prazo.

j) Prestação de serviços de construção

Consistem basicamente de atividade de prestação de serviços de construção


reconhecidos em virtude da evolução de cada obra. Os serviços referentes à
administração técnica e de bens imóveis são reconhecidos à medida que os serviços
são prestados.

k) Despesas com garantias

A Companhia garante, por um período de cinco anos, a qualidade estrutural dos


empreendimentos vendidos perante os clientes. Entretanto, as empresas
subcontratadas para executar as obras tem a responsabilidade perante a Companhia
e suas controladas, de arcar com todos os custos envolvidos até cinco anos após o
término das obras. A Companhia e suas controladas tem como prática contábil não
registrar nenhuma provisão em relação a estas garantias, pois historicamente todos
os gastos envolvidos tem sido assumidos pelas construtoras, de acordo com os
contratos firmados.

l) Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro

O imposto de renda (25%) e a contribuição social (9%) são calculados de acordo


com os critérios estabelecidos pela legislação fiscal vigente. Conforme facultado
pela legislação fiscal, certas controladas e controladas em conjunto optaram pelo
regime de lucro presumido. Para essas sociedades, a base de cálculo do imposto de
renda é calculada à razão de 8% e a da contribuição social à razão de 12% sobre as
receitas brutas e sobre a totalidade da receita financeira, sobre os quais se aplicam
as alíquotas regulares de imposto de renda e da contribuição social.

O imposto de renda e a contribuição social diferidos obedecem aos critérios


mencionados na nota explicativa nº 18, sendo que a Companhia avalia e reduz os
tributos diferidos ativos na medida em que identifica que não é provável a
existência de lucro tributável futuro suficiente para utilização total ou parcial
desses créditos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Não foram constituídos tributos diferidos relacionados a prejuízos fiscais, uma vez
que a Companhia não auferiu lucro tributável em pelo menos três dos cinco últimos
exercícios sociais.

m) Uso de estimativas

As estimativas contábeis foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos, de


acordo com julgamento da Administração para preparação das demonstrações
financeiras. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem
vida útil do ativo imobilizado, custo orçado das obras, provisão para devedores
duvidosos, provisão para contingências, expectativa de lançamentos de
empreendimentos imobiliários, etc.

A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em


valores divergentes devido a imprecisões inerentes ao processo de cálculo. A
Companhia revisa as estimativas e premissas no mínimo anualmente.

n) Lucro por ação

Calculado com base na quantidade de ações em circulação na data de encerramento


do balanço.

o) Consolidação

As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas de acordo com as


práticas contábeis adotadas no Brasil, sendo as principais descritas nesta seção. A
Companhia e suas controladas mantêm práticas contábeis uniformes. Para as
controladas em conjunto, a consolidação incorpora as contas de ativo, passivo e
resultado, proporcionalmente à participação detida no capital social da respectiva
controlada em conjunto.

Os saldos e as transações com controladas e controladas em conjunto, assim como


os lucros não realizados, foram eliminados na consolidação, incluindo
investimentos, contas correntes, dividendos a receber, receitas e despesas entre
sociedades consolidadas e resultados não realizados. As transações e os saldos com
partes relacionadas, acionistas e investidas, estão descritos na nota explicativa nº
15.

p) Programas de outorga de opções de ações

Os efeitos decorrentes dos planos de outorga de opções de ações são estimados


trimestralmente e reconhecidos no resultado.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


q) Arrendamento mercantil

Os arrendamentos mercantis de imobilizado que tenham por objetivo bens


corpóreos destinados à manutenção das atividades da Companhia e de suas
controladas, inclusive os que decorrem de operações e aqueles que transfiram à
Companhia os benefícios, os riscos e o controle dos bens, são classificados como
arredamento financeiro. Os arrendamentos financeiros são registrados como
compras financiadas, reconhecendo, no momento da aquisição, um ativo
imobilizado e um passivo de financiamento (arrendamento).

r) Empréstimos e debêntures

Registrados pelos valores nominais, incluindo os encargos financeiros incorridos


até as datas de encerramento dos balanços. Tais instrumentos estão classificados
como empréstimos, e contabilizados pelo método do custo amortizado.

s) Ajuste a valor presente de contas a receber e fornecedores

Os saldos de contas a receber de unidades não concluídas e de fornecedores


(terrenos a pagar por permuta financeira) foram calculados considerando o prazo
até a entrega das chaves dos imóveis comercializados, utilizando-se a taxa de
desconto de 5,99 % em 30 de setembro de 2010 e 6,27 % em 30 de junho de 2010,
que representa a taxa livre de risco, baseada pela projeção da NTN-B - Nota do
Tesouro Nacional. Os valores do ajuste a valor presente de contas a receber e
fornecedores são registrados no resultado nas rubricas receita de vendas e custos
das vendas, respectivamente.

t) Reclassificações

De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 03 (R1) – Demonstração dos


Fluxos de Caixa, a Companhia classificou como Equivalentes de Caixa somente os
investimentos de curto prazo, de liquidez imediata ou com vencimento em até 90
dias, que são conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas
a um risco insignificante de mudança de valor.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As reclassificações feitas entre as rubricas de caixa e equivalentes de caixa e de
aplicações financeiras resultaram no seguinte:

Controladora Consolidado
30.09.09 30.09.09

Caixa e bancos 61.811 68.730


Títulos e valores mobiliários 15.661 71.150
Total de caixa e equivalentes de caixa (anteriormente
apresentado) 77.472 139.880

Caixa e equivalentes de caixa (reapresentação) 61.811 68.730

Aplicações financeiras (reapresentação) 15.661 71.150

4. APLICAÇÕES FINANCEIRAS

Os recursos estão aplicados conforme demonstrado a seguir:

Controladora Consolidado
30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Fundos de aplicação financeira (a) 74.739 125.644 215.958 265.091


Renda fixa – CDBs 31.343 - 32.593 -
Contas garantidas - BTS (b) 7.318 - 7.318 -
113.400 125.644 255.869 265.091

Parcela do circulante 106.082 125.644 248.140 265.091


Parcela do não circulante 7.318 - 7.729 -

(a) Fundo que se enquadra na categoria “Renda Fixa” e tem como objetivo buscar
valorização de suas cotas através da aplicação dos recursos em uma carteira
diversificada de ativos financeiros, com alta liquidez por meio de mercado ativo, e
demais modalidades operacionais disponíveis no âmbito do mercado financeiro.
De acordo com o regulamento do fundo, o patrimônio líquido está representado
por:

I. No mínimo 75% de títulos públicos federais de emissão do Tesouro Nacional


e/ou do Banco Central do Brasil.

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II. No máximo 25% de títulos e valores mobiliários de renda fixa de empresas
financeiras cujo emissor (ou emissão, se for o caso) esteja classificado, na data
da aquisição, na categoria de baixo risco de crédito ou equivalente, com
certificação por agência de classificação de risco localizada no Brasil. Caso o
título ou valor mobiliário receba classificações diferentes, prevalecerá aquela
mais conservadora.

O fundo não pode realizar operações especulativas, ou operações que exponham o


fundo a obrigações superiores ao valor de seu patrimônio líquido. Além disso, o
fundo não pode estar exposto a determinados ativos, tais como ações, índice de
ações e derivativos referenciados nestes, com exceção de operações que se utilizem
de tais instrumentos para produzir rendimentos pré-determinados.

A carteira do fundo de aplicações financeiras está composta conforme descrito


abaixo:

Controladora Consolidado
30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Fundo Exclusivo:
Certificados de Depósito Bancário 16.853 68.074 48.699 143.627
Letras Financeiras do Tesouro – LFT 33.558 27.353 96.965 57.710
Letras Financeiras do Tesouro Nacional – LTN 16.570 30.217 47.878 63.754
Outros 7.758 - 22.416 -
Total do fundo exclusivo 74.739 125.644 215.958 265.091

(b) Conforme operação descrita na nota explicativa nº 7, a Companhia ofereceu como


garantia à BTS, conta garantia junto a instituição financeira no valor original de
R$ 7.243 , aplicados em debêntures com taxa de 102,7% do CDI até janeiro de
2012 .

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


5. CONTAS A RECEBER DE CLIENTES

Controladora Consolidado
30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Clientes por incorporação de imóveis (*) 201.515 180.831 964.222 801.119


Prestação de serviços de construção - - 4.097 1.846
Provisão para devedores duvidosos - - (1.288) (1.288)
Total 201.515 180.831 967.031 801.677

Parcela do circulante 175.408 121.649 780.576 566.856


Parcela do não circulante 26.107 59.182 186.455 234.821

(*) Os valores relativos a contas a receber de imóveis concluídos são garantidos pelos
próprios imóveis negociados e estão atualizados conforme cláusulas contratuais,
como segue:

• Até a entrega das chaves dos imóveis comercializados, pela variação do Índice
Nacional de Construção Civil – INCC (exceto na controlada HM, no valor de
R$189.066 em 30 de setembro e R$163.056 em 30 de junho de 2010, líquido de
ajuste a valor presente, sem qualquer atualização).

• Após a entrega das chaves dos imóveis comercializados para as unidades que
tiveram a opção por financiamento direto com a Companhia, a condição de
amortização é pelo prazo de até 72 meses, corrigidos monetariamente pelo
Índice Geral de Preços de Mercado - IGP-M mais juros de 12% ao ano.

Os saldos de clientes por incorporação de imóveis estão apresentados líquidos de


ajuste a valor presente, em 30 de setembro, no montante de R$7.039 (R$8.143 em 30
de junho de 2010) na controladora e R$33.129 (R$33.416 em 30 de junho de 2010) no
consolidado.

O ajuste a valor presente foi calculado sobre as unidades não concluídas, conforme
CPC12 e OCPC 01.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Os vencimentos dos saldos do não circulante, anualmente, são os seguintes:

Controladora Consolidado
30.09.10 30.09.10

2011 (três meses) 1.244 77.487


2012 8.499 49.945
2013 16.357 52.550
2014 7 5.301
2015 em diante - 1.172
Total 26.107 186.455

6. IMÓVEIS A COMERCIALIZAR

Referem-se aos custos de aquisição dos terrenos, imóveis concluídos e de construção


dos empreendimentos a serem comercializados, incorridos até as datas de
encerramento dos balanços.

Controladora Consolidado
30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Imóveis concluídos 11.588 15.883 17.819 22.165


Imóveis em construção 57.664 60.387 280.015 259.080
Terrenos para incorporação 161.377 161.033 691.317 660.690
Terrenos disponíveis para venda 4.000 4.000 16.560 35.011
Outros 1.111 805 3.392 2.750
(-) Provisão para ajuste a valor recuperável - - (6.560) (6.560)
Total 235.740 242.108 1.002.543 973.136

Parcela do circulante 82.664 102.818 387.341 440.055


Parcela do não circulante 153.076 139.290 615.202 533.081

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A parcela do ativo não circulante da conta “Imóveis a comercializar” está representada
substancialmente por terrenos para lançamentos de empreendimentos com o seguinte
cronograma anual:

Controladora Consolidado
30.09.10 30.09.10

2011 (três meses) 14.883 108.486


2012 2.867 327.117
2013 64.739 96.735
2014 69.973 82.250
2015 em diante 614 614
Total 153.076 615.202

Destacamos os seguintes aspectos envolvendo os imóveis a comercializar:

(a) Em 12 de março de 2008, a Companhia, por meio de sua controlada em conjunto


Camargo Corrêa - Cyrela Empreendimento Imobiliário Ltda., adquiriu um terreno
por contrato definitivo de compra e venda no montante de R$9.900 (R$4.950
proporcional a participação de 50% na controlada). O contrato está sendo
questionado judicialmente pela parte vendedora. O contrato de compra e venda de
terreno entre as partes é irretratável; portanto, a Administração da Companhia, em
conjunto com seus assessores jurídicos externos, considera tal questionamento
impróprio e não representa custos adicionais à Companhia.

(b) Em fevereiro de 2007, a Companhia lançou na Península de São Lourenço, em


Bertioga, Estado de São Paulo, o empreendimento Cassis. Todas as licenças,
aprovações e registros para tal lançamento foram formalmente concedidas pelas
autoridades responsáveis. Em janeiro de 2008, a Companhia foi notificada pelo
IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis, de que estava impedida de dar inicio às obras, o que estava
programado para abril daquele ano. A Companhia buscou, judicialmente e extra-
judicialmente, reverter esta situação, buscando resguardar seus direitos e os direitos
dos compradores das unidades do empreendimento. Ato contínuo, os compradores
das unidades foram formalmente avisados, em tempo adequado, da situação e das
iniciativas da Companhia para reverter a decisão do órgão federal, buscando
preservar as datas de entrega do empreendimento, previstas em contratos.

Durante o exercício findo em 2009, como maneira de preservar o interesse de seus


acionistas, a Administração da Companhia decidiu reconhecer em resultado a baixa
contábil das unidades comercializadas que ainda não haviam sido rescindidas,
devido às incertezas quanto à continuidade do empreendimento.

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Destacamos que a Companhia ainda busca, judicialmente, reaver seu direito de
desenvolver o empreendimento, garantido pelas licenças e autorizações obtidas
quando do lançamento do projeto.

(c) Em 31 de março de 2010, a Companhia, por intermédio de sua controlada Morumbi


Desenvolvimento Imobiliário Ltda., celebrou instrumento particular de
compromisso de venda e compra de imóvel, com o Itaú Unibanco S.A., de terrenos
situados nas Ruas Tuiuti e Santa Catarina na cidade de São Paulo - SP. A venda foi
efetuada pois o projeto que estava previsto para os terrenos exigiria um longo ciclo
de aprovações, estando em desacordo com a nova estratégia estabelecida pela
Administração. O valor de venda destes terrenos foi de R$100.000, recebido à vista
em parcela única em 31 de março de 2010. O ganho contábil apurado na venda foi
de R$56.084.

(d) Em 10 de novembro de 2009, o Conselho de Administração da Companhia ratificou


a recomendação feita pela Administração da Companhia, sobre a descontinuidade
do desenvolvimento dos seguintes projetos:

• Anglo - Aclimação;
• Aldeia Xavier;
• Alphasítio;
• Apipucos;
• Camping (Bertioga);
• Itaguaré (Bertioga);
• Villa São Paulo; e
• Lote 27.

Não ocorreu o lançamento dos projetos destacados acima. Os efeitos contábeis


decorrentes dos projetos descontinuados foram reconhecidos no terceiro trimestre de
2009.

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Os principais projetos descontinuados estão detalhados a seguir:

a) ANGLO – ACLIMAÇÃO

A decisão de descontinuar este projeto deve-se, principalmente, aos seguintes


fatores:

1. Por determinação do CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do


Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo),
ocorreu a restrição de altura máxima para as edificações localizadas no
perímetro do Parque da Aclimação para 10 metros. Esta decisão do órgão
público interferiu na capacidade de desenvolvimento do projeto
originalmente proposto e concebido para as áreas de propriedade da
Companhia localizadas no entorno do Parque.

2. Posteriormente, o Projeto de Lei nº 561/07 foi aprovado pela Câmara


Municipal de Vereadores de São Paulo e sancionado. Consequentemente, em
24 de maio de 2008, foi promulgada a Lei 14.719/08, que declarou o imóvel
situado na Rua Muniz de Souza nº 1051, que corresponde a parte do terreno
onde seria desenvolvido o projeto, como de utilidade pública (DUP), o que
acarreta a sua potencial desapropriação e posterior incorporação ao Parque
Municipal da Aclimação.

Durante 2008 e 2009, a Administração da Companhia tentou viabilizar


alternativas de desenvolvimento dos imóveis, que incluíram, mas não se
limitaram a, tratativas com oficiais e membros da Prefeitura Municipal de
São Paulo. Em um primeiro momento, tentou-se reverter a DUP e a decisão
do CONPRESP. Entretanto, a Administração da Companhia não obteve
sucesso junto a esses órgãos governamentais.

Concomitantemente, a Administração da Companhia estudou alternativas de


comercialização, reforma e venda, ou demolição e desenvolvimento de
novas unidades imobiliárias, na fração da propriedade que não foi objeto de
nenhuma das duas intervenções dos órgãos públicos citadas anteriormente.

Porém, nenhuma alternativa apresentada mostrou-se factível ou


financeiramente viável, o que prontificou a recomendação de descontinuar
este projeto.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


b) ALPHASÍTIO

A decisão da Administração da Companhia de descontinuar o desenvolvimento


do projeto deve-se a um conjunto de fatores que incluem:

1. Questionamentos judiciais sobre:

1. A validade jurídica da mudança de loteamento, condição essencial


para a viabilidade do projeto. Esta mudança havia sido anteriormente
aprovada pela Prefeitura de Barueri e registrada pelo cartório
imobiliário;

2. A legitimidade do exercício do direito de construção de prédios


(unidades habitacionais verticais) em parte dos lotes.

2. Alterações significativas nas condições de mercado na região, que


alteram profundamente as premissas utilizadas quando da aprovação do
projeto.

Nenhum pagamento foi efetuado aos proprietários do terreno, pois a aquisição


foi contratada através de permuta financeira.

Em conseqüência dos fatores acima, a Companhia, em 6 de novembro de 2009,


firmou instrumento de distrato junto aos proprietários dos terrenos, ficando as
partes desvinculadas dos direitos e obrigações previstos contratualmente.

c) CAMPING (BERTIOGA)

A desistência do processo de incorporação do projeto desenvolvido para esta


área deriva do aumento significativo, observado após a aquisição do terreno, do
volume e complexidade das restrições ambientais imputadas pelos Órgãos
Ambientais e pelo Ministério Público. As condições para aprovação e
licenciamento legal de projetos em regiões litorâneas do Estado de São Paulo
alteraram-se significativamente desde o início deste projeto, comprometendo a
viabilidade econômica dos projetos ali desenvolvidos.

O principal questionamento dos órgãos públicos refere-se ao enquadramento ou


não da área dentro do conceito de “Área de Preservação Permanente - APP”, o
que impossibilitaria a aprovação de quaisquer projetos de desenvolvimento
imobiliário e urbanístico na área.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Outro fator que ocasionou esta decisão foi o embargo efetuado pelo IBAMA em
outro projeto da Companhia, que se situa próximo a este (Projeto Cassis – vide
item 6 (b) acima).

Desta maneira, a Administração entendeu que os riscos de desenvolvimento do


projeto, devido principalmente às incertezas quanto às normas ambientais
vigentes, inviabilizam economicamente o projeto, o que ensejou a
recomendação da Administração para descontinuar.

d) ITAGUARÉ (BERTIOGA)

A decisão da Administração da Companhia de descontinuar o projeto deve-se à


existência de estudos no Ministério do Meio Ambiente que visam a: (i) tornar a
área na qual está localizada a praia de Itaguaré, e, por conseguinte, o imóvel, em
um Parque da Vida Silvestre; e (ii) legislar sobre o zoneamento costeiro do
litoral do Estado de São Paulo, alterando significativamente os coeficientes de
utilização de área por desenvolvimentos imobiliários.

Outro fator que ocasionou esta decisão foi o embargo efetuado pelo IBAMA em
outro projeto da Companhia, que se situa próximo a este (Projeto Cassis – vide
item 6 (b) acima).

Desta maneira, a Administração entendeu que os riscos de desenvolvimento do


projeto, devido principalmente às incertezas quanto às normas ambientais
vigentes, inviabilizam economicamente o projeto, o que ensejou a
recomendação de descontinuar pela Administração.

e) LOTE 27

A desistência do processo de incorporação do projeto original deriva da não


implementação de todas as condições listadas na “Escritura de Promessa de
Compra e Venda e Outras Avenças”, na cláusula 4ª, item 4.1 e na cláusla 6ª.
Especificamente:

1. Não foi obtida pela Companhia a aprovação do projeto junto aos órgãos
competentes;

2. Não ocorreu o julgamento final do mandado de segurança nº 1671/05,


impetrado pelo vendedor do terreno, que se insurgiu contra alteração de
aproveitamento de área na região; e

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


3. Os débitos de Imposto Territorial Predial e Urbano - IPTU anteriores a
2006, não foram quitados pelo vendedor.

Em 5 de agosto de 2010 a Companhia assinou aditivo contratual com o


vendedor do terreno, estabelecendo os termos e valores de sua devolução
conforme apresentado na nota explicativa nº 7 (c).

Adicionalmente, os valores a receber estão garantidos por hipoteca do próprio


terreno.

7. OUTROS CRÉDITOS

Controladora Consolidado
30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Valores a receber pela venda de participação à BTS


Participações e Investimentos Ltda. (a) - 52.643 - 52.643
Adiantamento para futuro empreendimento – Projeto
VIOL. (b) - - 60.038 60.038
Valores a receber pela descontinuidade do projeto
Lote 27 (c) - - 19.092 -
Outros 3.683 821 11.335 9.347
Total 3.683 53.464 90.465 122.028

Parcela do circulante 3.323 53.127 89.703 121.296


Parcela do não circulante 360 337 762 732

(a) Em 22 de dezembro de 2009, a Companhia firmou contrato de compra e venda com


a BTS, entidade que possui os mesmos controladores da Companhia, referente à
alienação da totalidade das quotas de sua titularidade na controlada em conjunto
Projeto Rio, que correspondem a 50% do capital social dessa sociedade.

A Projeto Rio é uma sociedade de propósito especifico, tendo por objeto social,
desenvolver, sob regime de incorporação imobiliária, e administrar o
empreendimento imobiliário denominado Ventura, no imóvel localizado na
Avenida Chile, nº 300, na cidade do Rio de Janeiro, no estado de mesmo nome.

O preço de aquisição das quotas foi estabelecido em R$211.000, na forma e


condições estabelecidos conforme segue:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


i. primeira parcela no valor de R$100.000, recebida em 23 de dezembro de 2009;

ii. segunda parcela no valor de R$60.000, recebida em 30 de abril de 2010;

iii. terceira parcela no valor de R$51.000, recebida em 6 de agosto de 2010, data


da conclusão das obras da fase II do projeto Ventura.

Os valores da segunda e terceira parcelas do preço foram corrigidos pelo Índice


Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, apurado pela Fundação Instituto
de Pesquisas Econômicas - FIPE, a partir de 1º de janeiro 2010, pro rata die.

Tendo em vista a necessidade de aportes adicionais para a conclusão da Fase II do


projeto Ventura, de acordo com o orçamento do empreendimento, ficou determinada
a necessidade de aporte de capital da BTS na Projeto Rio, proporcional à sua
participação, no montante de R$36.000.

No prazo de 30 dias contados da data do cumprimento integral pela Projeto Rio do


que foi previsto no orçamento do empreendimento Ventura, programada para
ocorrer em janeiro de 2012, haverá a verificação se os aportes de capital realizados
pela BTS foram inferiores ou superiores ao valor das obrigações assumidas, no
montante de R$36.000. Caso os aportes apresentem-se inferiores às obrigações
assumidas, a Companhia fará jus a receber da BTS, a título de prêmio, a exata
quantia relativa à diferença entre o valor das obrigações assumidas e os aportes de
capital da BTS. Caso contrário, a BTS fará jus a receber da Companhia, a título de
reembolso, a exata quantia relativa à diferença entre o valor das obrigações
assumidas e os aportes de capital da BTS. A Companhia contratou, quando do
recebimento da terceira parcela, conta vinculada a favor da BTS, no valor de
R$7.243 (nota explicativa nº 4 (b)), que poderá ser movimentada pela BTS a
qualquer tempo, caso os aportes de capital sejam superiores às obrigações
assumidas.

O preço de venda da Projeto Rio foi determinado através de laudo de avaliação,


emitido por avaliador independente.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(b) Em 30 de abril de 2010, a Companhia, através de sua controlada integral CCDI 01
Empreendimento Imobiliário SPE Ltda., efetuou reembolso no valor de R$60.038
relativo à parte de despesas incorridas em proveito de futuro empreendimento
imobiliário no bairro da Vila Olímpia, na cidade de São Paulo, a ser desenvolvido
em conjunto com sua controladora indireta Participações Morro Vermelho S.A.
(“PMV”), nos moldes de termo vinculante celebrado entre as Partes em 2006,
ficando certo que, caso as Partes não firmem os competentes documentos
definitivos para implementação/operacionalização dessa parceria e
desenvolvimento do referido empreendimento, até 31 de janeiro de 2011, o valor do
reembolso será devolvido integralmente à Companhia, corrigido pela taxa do
Certificado de Deposito Interbancário – CDI até a data de da sua efetiva devolução.

(c) Valor a ser reembolsado pelo vendedor à Companhia, devido à descontinuidade do


projeto “Lote 27”, mencionado na nota explicativa nº 6 (e), conforme aditivo de
negociação de devolução do terreno firmado em 5 de agosto de 2010, com base no
contrato entre as partes.

8. PARTICIPAÇÕES EM CONTROLADAS
Dados das investidas
Ações/ Resultado de Saldo dos
cotas Patrimônio Resultado equivalência investimentos
Participação possuídas líquido do período patrimonial Controladora
30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.06.10
% Mil

Controladas em conjunto (1):


Camargo Corrêa - Cyrela Empreendimento
Imobiliário Ltda. (3) e (6) 50 4.310 5.904 (65) (33) 2.952 2.970
Camargo Corrêa - Cyrela Paulista 1230
Empreendimento Imobiliário Ltda. (3) e (6) 50 39.184 78.455 728 364 39.227 39.036
Camargo Corrêa - Rodobens Empreendimento
Imobiliário SPE Ltda. 50 11.849 51.089 17.928 8.964 25.544 20.622
CCDI Itapoã Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 50 816 1.476 13 6 738 736
CCDI Jaw Holding Participações Ltda. 50 5.140 13.156 2.763 1.381 6.578 5.970
CCDI Praia Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (5) 50 2.314 1.052 (1.619) (809) 526 -
CCDI TPA Taboão da Serra I Empreendimento
Imobiliário SPE Ltda. 70 11.153 33.102 14.555 10.189 23.172 18.286
CCDI 02 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda.
(12) 70 427 442 (166) (164) 309 -
Central Park - Alto de Pinheiros Empreendimento
Imobiliário Ltda. 55 5.976 4.723 (17) (8) 2.597 2.568
Curitiba Capanema Empreendimento Imobiliário
SPE Ltda. (3), (4), (5) e (13) 74 278 (142) (495) (389) - -
Jardim Sul Ribeirão Preto Empreendimento
Imobiliário SPE Ltda. 90,02 44.207 50.492 2.767 2.492 45.453 44.650
Quadra 142 Jardim Sul Empreendimento
Imobiliário SPE Ltda. 50 1.320 5.558 2.603 1.302 2.779 2.013
Ralien Empreendimentos Imobiliários Ltda. 55 7.217 18.028 8.666 4.766 9.915 10.355

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Dados das investidas
Ações/ Resultado de Saldo dos
cotas Patrimônio Resultado equivalência investimentos
Participação possuídas líquido do período patrimonial Controladora
30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.06.10
% Mil

Tonilho Holding Participações Ltda. (3) e (14) 74 59 47 (31) (26) 34 2


Vila Allegra São Francisco Empreendimento
Imobiliário SPE Ltda. (15) 60 6.601 13.640 1.506 902 8.183 -

Controladas integrais (2):


Aclimação Empreendimento Imobiliário Ltda. (3) 99,99 16.438 5.712 (250) (250) 5.712 5.308
Aldeia da Serra Empreendimento Imobiliário
SPE Ltda. (3) 99,99 3.000 3.367 858 858 3.367 2.917
Almeida Torres 119 Empreendimento Imobiliário
SPE Ltda. (3) 99,99 26.806 14.140 1.247 1.247 14.140 12.298
BH Buritis Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. 99,99 9.196 11.255 3.682 3.682 11.255 9.663
BH Caiçara Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 3.000 2.086 (665) (665) 2.086 2.445
Caieiras Empreendimento Imobiliário SPE Ltda.
(3) 99,99 30.010 29.807 (21) (21) 29.807 29.596
CCDI Hummock Desenvolvimento Imobiliário
Ltda. e controladas (8) 99,99 182.320 192.670 17.652 17.652 192.670 159.030
CCDI Rigveda Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 2.465 281 6 6 281 273
CCDI 01 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda.
(3) 99,99 3.531 3.240 (95) (95) 3.240 3.299
CCDI 03 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda.
(3) 99,99 240 233 (5) (5) 233 -
Clube Aquático Pinheiros Empreendimento
Imobiliário SPE Ltda. (3) 99,99 2.111 2.097 (3) (3) 2.097 2.097
Curitiba Água Verde Empreendimento
Ibmobiliário SPE Ltda. 99,99 2.585 2.635 850 850 2.635 1.968
Curitiba Barigui Empreendimento Imobiliário
SPE Ltda. (3) 99,99 3.632 3.416 (5) (5) 3.416 3.321
Empresarial Jardim Sul Empreendimento
Imobiliário SPE Ltda. 99,99 15.647 10.327 (5.358) (5.358) 10.327 10.001
Guaratuba Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 259 5 (6) (6) 5 8
HM Engenharia e Construções S.A. (9) 19 9.301 190.252 21.807 4.143 36.148 24.260
Interlagos Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. 99,99 17.869 32.240 8.370 8.370 32.240 29.406
Itaguaré Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. 99,99 7.161 27 (4) (4) 27 -
João Ramalho Empreendimentos Imobiliários
Ltda. 99,99 5.491 9.111 1.998 1.998 9.111 9.085
JSL Participações Ltda. (4) e (5) 99,99 11.042 (6.217) (3.592) (3.592) - -
Litoral Enseada Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 9.776 8.966 (44) (44) 8.966 8.767
Lote 27 RJ Empreendimentos Imobiliários Ltda. 99,99 18.733 20.042 1.574 1.574 20.042 18.464
Morumbi Desenvolvimento Imobiliário Ltda. (10) 99,99 94.890 95.226 49.998 49.998 95.226 93.697
Pereskia Empreendimento Imobiliário SPE Ltda.
(3) e (5) 99,99 13.385 12.715 (667) (667) 12.715 -
Ponta da Praia Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. 99,99 29.177 39.472 8.997 8.997 39.472 30.729
Quadra 39 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 3.330 3.243 (6) (6) 3.243 3.243
Quadra 41 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. 99,99 4.901 5.848 1.073 1.073 5.848 4.206
Quadra 43 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 1.275 976 (28) (28) 976 706
Quadra 129 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 590 591 (4) (4) 591 571

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Dados das investidas
Ações/ Resultado de Saldo dos
cotas Patrimônio Resultado equivalência investimentos
Participação possuídas líquido do período patrimonial Controladora
30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.09.10 30.06.10
% Mil

Quadra 137 Empreendimento Imobiliário SPE


Ltda. (3), (4), (5) e (11) - - - (2) (2) - -
Quadra 138 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. 99,99 8.942 13.169 3.023 3.023 13.169 12.044
Quadra 150 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. 99,99 4.958 3.219 (404) (404) 3.219 3.240
Quadra 165 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. 99,99 1.453 1.894 551 551 1.894 1.672
Quadra 167 – A Empreendimento Imobiliário
SPE Ltda. 99,99 3.110 1.460 352 352 1.460 1.168
Quadra 167 – B Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. 99,99 3.882 4.881 1.243 1.243 4.881 3.839
Quadra 190 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 1.188 1.093 (8) (8) 1.093 1.094
Quadra 193 Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. 99,99 4.515 6.566 2.360 2.360 6.566 5.682
Recife Boa Viagem Empreendimento Imobiliário
SPE Ltda. 99,99 55 24 (4) (4) 24 24
Rio de Janeiro - Niterói Empreendimento
Imobiliário SPE Ltda. 99,99 11.519 9.511 1.090 1.090 9.511 8.734
Rudbeckia Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. (3) 99,99 11 5 (3) (3) 5 5
Santista Empreendimentos Imobiliários Ltda. 99,99 8.595 5.877 2.131 2.131 5.877 5.489
SV Jacob Emerich Empreendimento Imobiliário
SPE Ltda. 99,99 7.106 10.886 2.939 2.939 10.886 10.055
Viveiro Jardim Sul Camargo Corrêa
Desenvolvimento Imobiliário Ltda. 99,99 1.408 262 (65) (65) 262 315

Vila São Francisco Empreendimento Imobiliário


SPE Ltda. 99,99 6.383 10.040 2.123 2.123 10.040 9.134
Zolma Holding Participações Ltda. (3) 99,99 440 295 (5) (5) 295 296
Zunkie Holding Participações Ltda. (3) 99,99 490 406 (5) (5) 406 406
Outros. (3), (4) e (5) (270) - -
Subtotal 133.678 783.471 675.763

Ágio em controladas - rentabilidade futura (7) - 9.516 9.516


Total 133.678 792.987 685.279

(1) Controladas consolidadas proporcionalmente à participação.


(2) Controladas consolidadas integralmente.
(3) Sociedades que tem como objetivos específicos a construção, incorporação e venda de unidades imobiliárias localizadas nos
Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná. A previsão de lançamento dos
empreendimentos é entre os exercícios de 2010 e 2015.
(4) Investimentos reclassificados para a rubrica “outras obrigações”, no passivo não circulante, de R$6.604 em 30 de setembro
de 2010.
(5) Investimentos reclassificados para a rubrica “outras obrigações”, no passivo não circulante, de R$5.403 em 30 de junho de
2010.
(6) A data base das demonstrações contábeis utilizadas é 31 de agosto de 2010, e a administração efetuou, quando aplicável, os
ajustes relevantes entre o período compreendido entre a data das referidas demonstrações financeiras e o período findo em 30
de setembro de 2010.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(7) Ágio na aquisição de participação na HM Engenharia e Construções S.A., que tem como fundamento econômico a
expectativa de rentabilidade futura.
(8) Em 27 de agosto de 2007, a Companhia adquiriu 99,99% de participação na empresa subseqüentemente denominada CCDI
Hummock Desenvolvimento Imobiliário Ltda. (“Hummock”). A Hummock tem por objetivo a participação em outras
sociedades na qualidade de cotista ou acionista e foi utilizada na aquisição de 51%, ao preço de R$50.600, da empresa HM
Engenharia e Construções S.A. (“HM”), construtora e incorporadora, no interior de São Paulo.
Em 7 de março de 2008, a Hummock adquiriu mais 25,72% do capital social da HM, ao preço de R$72.167. Adicionalmente,
a Hummock adquiriu uma opção de compra de outros 4,28% do capital social da HM. Em 30 de maio de 2008, a Hummock
exerceu a referida opção por um preço preliminar de R$5.877. Em 10 de agosto de 2009 e 17 de fevereiro de 2010,
ocorreram pagamentos no valor de R$4.885 e R$2.250, respectivamente, de acordo com a performance da HM quanto à
geração de Valor Geral de Vendas - VGV, bem como da margem líquida decorrente da comercialização de lotes e/ou
unidades autônomas condominiais integrantes de empreendimentos imobiliários lançados pela HM no exercício de 2008.
Adicionalmente, com base na performance dos anos de 2009 e 2010, estima-se que a Hummock deverá desembolsar R$2.418
em 2010 e 2011.
(9) Em 7 de outubro de 2008, a Companhia adquiriu os 19% restantes do capital social da HM mediante o pagamento de
R$12.400, mais 3.900 mil ações representativas do capital social da Companhia que estavam em tesouraria, alienadas sem
ônus aos sócios da HM.
(10) Em 29 de março de 2010 a Companhia aumentou o capital da controlada Morumbi Desenvolvimento Imobiliário Ltda.
mediante integralização de terrenos no valor total de R$43.916, alienados em 31 de março de 2010 conforme detalhado na
nota explicativa nº6.
(11) Em 30 junho de 2010 a Companhia cedeu 4.725mil quotas representativas do capital social da controlada Quadra 137
Empreendimento Imobiliário SPE Ltda., para a controlada HM Engenharia e Construções S.A.
(12) Em 14 de setembro de 2010 a Companhia alienou 30% das quotas representativas do capital social da controlada CCDI 02
Empreendimento Imobiliário SPE Ltda., para a Kallas Incorporações e Construções S.A. O ganho contábil apurado na venda
foi de R$47.
(13) Em 1º de setembro de 2010 a Companhia alienou 26% das quotas representativas do capital social da controlada Curitiba
Capanema Empreendimento Imobiliário SPE Ltda., para a Jota Ele Construções Civis Ltda. O ganho contábil apurado na
venda foi de R$28.
(14) Em 9 de setembro de 2010 a Companhia alienou 26% das quotas representativas do capital social da controlada Tonilho
Holding Participações Ltda., para a Jota Ele Construções Civis Ltda. O ganho contábil apurado na venda foi de R$ 3.
(15) Em 2 de julho de 2010 a Companhia alienou 40% das quotas representativas do capital social da controlada Vila Allegra São
Francisco Empreendimento Imobiliário SPE Ltda., para a Múltipla Engenharia Ltda. O ganho contábil apurado na venda foi
de R$1.

9. IMOBILIZADO

Controladora
30.09.10 30.06.10
Depreciação Custo Custo
Custo Acumulada residual residual

Instalações 702 (172) 530 548


Benfeitorias em imóveis de terceiros 1.372 (438) 934 968
Móveis e utensílios 477 (158) 319 331
Equipamento de informática 1.180 (649) 531 554
Imobilizações em andamento 289 - 289 286
Total 4.020 (1.417) 2.603 2.687

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Consolidado
30.09.10 30.06.10
Depreciação Custo Custo
Custo Acumulada residual residual

Terrenos (a) 82.356 - 82.356 80.933


Edifícios e instalações 6.597 (743) 5.854 5.910
Benfeitorias em imóveis de terceiros 2.078 (507) 1.571 1.570
Móveis e utensílios 1.093 (480) 613 609
Veículos 3.151 (1.572) 1.579 1.544
Equipamento de informática 1.198 (657) 541 565
Maquinismo 1.867 (755) 1.112 1.087
Imobilizações em andamento 352 - 352 349
Outros 1.156 (419) 737 664
Total 99.848 (5.133) 94.715 93.231

(a) Terreno adquirido em 28 de dezembro de 2006 pela controlada em conjunto


Camargo Corrêa - Cyrela Paulista 1230 Empreendimento Imobiliário Ltda.
(“Cyrela Paulista”), atualmente arrendado para exploração comercial de
estacionamento de veículos. O contrato de arrendamento será finalizado durante o
exercício de 2010, ano em que a Cyrela Paulista pretende iniciar a
construção/incorporação de um empreendimento comercial e alugar o imóvel.

A movimentação do imobilizado no período findo em 30 de setembro de 2010, é como


segue:

Controladora
30.06.10 Adições Baixas Depreciação 30.09.10

Instalações 548 - - (18) 530


Benfeitorias em imóveis de terceiros 968 - - (34) 934
Móveis e utensílios 331 - - (12) 319
Equipamento de informática 554 30 - (53) 531
Imobilizações em andamento 286 3 - - 289
Total 2.687 33 - (117) 2.603

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
30.06.10 Adições Baixas Depreciação 30.09.10

Terrenos 80.933 1.423 - - 82.356


Edifícios e instalações 5.910 4 - (60) 5.854
Benfeitorias em imóveis de terceiros 1.570 46 - (45) 1.571
Móveis e utensílios 609 35 - (31) 613
Veículos 1.544 211 (30) (146) 1.579
Equipamento de informática 565 30 - (54) 541
Maquinismo 1.087 103 - (78) 1.112
Imobilizações em andamento 349 3 - - 352
Outros 664 116 - (43) 737
Total 93.231 1.971 (30) (457) 94.715

10. INTANGÍVEL

Controladora
30.09.10 30.06.10
Amortização Custo Custo
Custo acumulada residual residual

Direitos sobre sistemas e aplicativos 3.764 (1.662) 2.102 1.486

Consolidado
30.09.10 30.06.10
Amortização Custo Custo
Custo acumulada residual residual

Marcas, direitos e patentes 5 - 5 -


Direitos sobre sistemas e aplicativos 4.223 (1.730) 2.493 1.801
Ágio em controladas - rentabilidade futura (a) 47.912 (6.805) 41.107 41.107
Total 52.140 (8.535) 43.605 42.908

(a) A Companhia e sua controlada CCDI Hummock Desenvolvimento Imobiliário


Ltda. adquiriram participação na HM Engenharia e Construções S.A. com ágios nos
montantes de R$9.516 e de R$38.396, respectivamente. Os ágios têm como
fundamento econômico a expectativa de rentabilidade futura.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A movimentação do intangível no período findo em 30 de setembro de 2010, é como
segue:

Controladora
30.06.10 Adições Baixas Amortização 30.09.10

Direitos sobre sistemas e aplicativos 1.486 748 - (132) 2.102

Consolidado
30.06.10 Adições Baixas Amortização 30.09.10

Marcas, direitos e patentes - 5 - - 5


Direitos sobre sistemas e aplicativos 1.801 836 - (144) 2.493
Ágio em controladas - rentabilidade futura 41.107 - - - 41.107
Total 42.908 841 - (144) 43.605

O ágio registrado em 30 de setembro de 2010 foi alocado à controlada HM, que é


considerada como uma unidade geradora de caixa. A Administração efetua,
anualmente, análise sobre a recuperação dos valores de ágio. As análises efetuadas
pela Administração em 31 de dezembro de 2009 indicaram que não há necessidade de
constituição de provisão para redução ao valor recuperável, pois o valor em uso é
superior ao valor registrado. O valor em uso foi calculado através de fluxos de caixa
descontados para os próximos cinco anos, apenas para os projetos em andamento na
HM em 31 de dezembro de 2009. A taxa média de custo de capital utilizada nestas
projeções, antes dos efeitos dos impostos, foi de 11%.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


11. FINANCIAMENTO PARA CONSTRUÇÃO

A composição dos empréstimos e financiamentos é como segue:


Controladora Consolidado
Créditos imobiliários Encargos Vencimento
(a) Empreendimento financeiros (*) final 30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Banco Itaú S.A. Cyprae 10,6% a.a. + TR 11/2010 - - 9.911 17.283


Banco Itaú S.A. Praças de Sumaré 10,9% a.a. + TR 04/2011 - - 18.921 18.640
Banco Itaú S.A. Cristais da Terra 10,6% a.a. + TR 11/2011 42.352 35.718 42.352 35.718
Banco Itaú S.A. Reserva da Mata 10,9% a.a. + TR 04/2011 - - 7.444 7.508
Banco Itaú S.A. Refúgio da Mata 10,9% a.a. + TR 04/2011 - - 1.637 1.683
Banco Itaú S.A. Ribeirão Preto 10,5% a.a. + TR 10/2011 - - 24.434 22.040
Banco Itaú S.A. Marília Vogt 10,6% a.a. + TR 01/2012 - - 8.710 6.593
Banco Itaú S.A. Oficina 9,6% a.a. + TR 03/2012 6.945 2.995 6.945 2.995
Banco Itaú S.A. Antigua 9,6% a.a. + TR 03/2012 7.270 4.450 7.270 4.450
Banco Itaú S.A. Vista Pacaembu 10,5% a.a. + TR 07/2012 - - 7.454 5.630
Banco Itaú S.A. Jardim Sul 10,5% a.a. + TR 07/2012 11.301 6.276 11.301 6.276
Banco Itaú S.A. Cond. Luiza 10,5% a.a. + TR 01/2013 18.411 11.956 18.411 11.956
Banco Itaú S.A. Aqua Clube 10,0% a.a + TR 04/2013 - - 16.650 10.655
Banco Bradesco S.A. João Ramalho 10,0% a.a. + TR 01/2011 - - 9.160 7.816
Banco Bradesco S.A. Jacob Emerich 10,0% a.a. + TR 01/2011 - - 9.686 8.137
Banco Bradesco S.A. Vila Rica 10,0% a.a. + TR 03/2011 - - 5.610 4.643
Empresarial
Banco Bradesco S.A. Jardim Sul 10,8% a.a. + TR 04/2011 - - 13.159 11.341
Banco Bradesco S.A. Ecos’s Natureza 10,5% a.a. + TR 11/2011 - - 32.128 26.351
Banco Bradesco S.A. Vila Marina 10,0% a.a. + TR 06/2012 - - 24.886 21.946
Banco Santander S.A. Innova I 9% a.a. + TR 12/2010 - - 9.594 7.230
Banco Santander S.A. Innova II 9% a.a. + TR 12/2010 - - 7.558 5.425
Banco Santander S.A. Innova III 9% a.a. + TR 08/2011 - - 3.893 1.923
Banco Santander S.A. Innova IV 9% a.a. + TR 08/2011 - - 1.195 1.188
Banco Santander S.A. Cores Jd. Sul 10,5% a.a. + TR 12/2011 - - 3.341 -
Caixa Econômica Federal Campina Verde 8% a.a. + TR 12/2010 - - - 892
Caixa Econômica Federal Brisas da Mata 6% a.a. + TR 09/2012 - - 4.489 4.524
Caixa Econômica Federal Jaguariúna I 8% a.a. + TR 10/2012 - - 696 432
Sumaré Bom
Caixa Econômica Federal Retiro 8% a.a. + TR 01/2013 - - 2.626 2.157
Caixa Econômica Federal Carioba 8% a.a. + TR 01/2013 - - 3.961 1.757
Caixa Econômica Federal Franca 8% a.a. + TR 03/2013 - - 1.733 -
Caixa Econômica Federal Jaguariúna II 8% a.a. + TR 11/2013 - - 873 -
Caixa Econômica Federal Campo Florido 8% a.a. + TR 12/2013 - - 209 -
Caixa Econômica Federal Cosmópolis 6% a.a. + TR 07/2013 - - 1.500 1.500
Caixa Econômica Federal Cores Vermelho 9,9% a.a. + TR 02/2014 - - 926 -
Subtotal 86.279 61.395 318.663 258.689

Arredamento financeiro (b) 1,2% a.m. 10/2010 - - 24 160


Total 86.279 61.395 318.687 258.849

Parcela do circulante 53.580 30.656 225.263 147.885


Parcela do não circulante 32.699 30.739 93.424 110.964

(*) TR - taxa referencial

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(a) A Companhia poderá amortizar ou liquidar o saldo devedor dos financiamentos
antecipadamente, devidamente reajustado, utilizando: (i) o saldo porventura
existente na conta-caução, após liquidação dos juros e encargos incidentes dos
financiamentos; (ii) os recursos decorrentes dos financiamentos a serem concedidos
aos adquirentes e da venda das unidades imobiliárias; e (iii) os recursos decorrentes
da venda de créditos pela Companhia ao banco e dos financiamentos decorrentes de
escritura definitiva de compra e venda de imóvel com garantia de alienação
fiduciária. Os créditos imobiliários estão garantidos por hipotecas dos respectivos
imóveis.

(b) Refere-se a contratos de arrendamento financeiro para aquisição de bens na


controlada HM Engenharia e Construções S.A.
Em 30 de setembro de 2010, os saldos de financiamentos de longo prazo possuem o
seguinte cronograma de vencimento anual:
Controladora Consolidado

2011 (três meses) 11.794 43.892


2012 20.403 43.587
2013 502 5.945
Total 32.699 93.424

A movimentação dos empréstimos e financiamentos no período findo em 30 de


setembro de 2010 está demonstrada a seguir:
Controladora Consolidado

Saldo em 30 de junho de 2010 61.395 258.849

Captações de empréstimos e financiamentos 24.654 71.081


Encargos provisionados 1.961 6.723
Amortização de juros (1.731) (5.862)
Amortização do principal - (12.104)
_ __ __ ______
Saldo em 30 de setembro de 2010 86.279 318.687

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


12. DEBÊNTURES

Controladora e
Consolidado
Descrição Vencimento 30.09.10 30.06.10

Principal (a) 23 de dezembro de 2012 400.000 400.000


Encargos (b) 13.498 924
Saldo de custos de transação a amortizar (c) (1.493) (1.707)
Total das debêntures 412.005 399.217

Classificados no circulante 12.646 73


Classificados no não circulante 399.359 399.144

(a) Refere-se à 1ª emissão de 400 debêntures simples, em 23 de dezembro de 2009, não


conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, com valor nominal
unitário de R$1.000, objeto de distribuição pública, em regime de garantia firme,
com esforços restritos de colocação nos termos da Instrução CVM nº 476, de 16 de
janeiro de 2009, e dispensa de registro na CVM. Essas debêntures vencem em 36
meses (23 de dezembro de 2012), ressalvadas as hipóteses de vencimento
antecipado previstas na escritura de emissão, dentre as quais destacamos: (i)
descumprimento, pela Companhia, de qualquer obrigação não pecuniária
relacionada às debêntures; (ii) mudança ou transferência, a qualquer título, do
controle societário da Companhia; e (iii) transformação da Companhia em sociedade
limitada.
(b) As debêntures fazem jus ao pagamento de juros remuneratórios correspondentes a
100% da variação acumulada das taxas médias diárias dos Depósitos
Interfinanceiros DI, “over extra grupo” (“Taxa DI”), calculadas e divulgadas pela
CETIP, acrescida de 2%, expressa na forma percentual ao ano, base 252 dias úteis.
O pagamento dos juros remuneratórios será realizado semestralmente, a partir da
data de emissão, o primeiro pagamento ocorreu em 23 de junho de 2010 sendo o
último devido em 23 de dezembro de 2012.
(c) Refere-se aos custos de transação incorridos na emissão de debêntures, que estão
sendo apropriados ao resultado conforme a fluência do prazo, pelo método da taxa
efetiva de juros.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


13. FORNECEDORES E CONTAS A PAGAR

Indexador Controladora Consolidado


30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Obrigações pela
compra de terrenos:
Espécie INCC/IGP-M - - 54.415 45.847
Permuta financeira INCC 207.404 218.176 748.883 702.008
Total 207.404 218.176 803.298 747.855

Fornecedores 3.039 4.037 22.742 21.993


Total 210.443 222.213 826.040 769.848

Parcela do circulante 44.984 57.500 267.082 222.984


Parcela do não circulante 165.459 164.713 558.958 546.864

Valores líquidos de ajuste a valor presente, em 30 de setembro de 2010, no montante


de R$1.248 (R$1.847 em 30 de junho de 2010) na controladora e R$6.458 (R$6.415
em 30 de junho de 2010) no consolidado.

O ajuste a valor presente foi calculado sobre as unidades não concluídas, e


contabilizado o montante apropriado proporcionalmente, conforme CPC12 e OCPC
01.

Em 30 de setembro de 2010, as parcelas de fornecedores e contas a pagar de longo


prazo são classificadas pela Administração com base na expectativa dos prazos de
lançamentos dos empreendimentos imobiliários e possuem o seguinte cronograma
anual de vencimento:
Controladora Consolidado

2011 (três meses) 2.138 26.057


2012 27.336 63.026
2013 9.991 110.588
2014 5.402 70.085
2015 em diante 120.592 289.202
Total 165.459 558.958

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14. ADIANTAMENTOS DE CLIENTES

Indexador Consolidado
30.09.10 30.06.10

Obrigações pela compra de terrenos:


Permuta física INCC 44.553 48.281
Outros 9.034 5.091
Total 53.587 53.372

Parcela do circulante 17.265 16.402


Parcela do não circulante 36.322 36.970

Em 30 de setembro de 2010, as parcelas dos adiantamentos de clientes de longo prazo


são classificadas pela Administração com base na expectativa dos prazos de
lançamentos dos empreendimentos imobiliários representando o seguinte cronograma:
Consolidado

2011 (três meses) 10.000


2012 19.844
2013 6.478
Total 36.322

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15. SALDOS E TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS
Controladora
Ativo Passivo
Não Não
Circulante circulante Circulante circulante

Classificados como outros créditos, fornecedores e contas a pagar:


Conquista Imobiliária Ltda. (d) - - 17.530 10.923
Pessoas físicas (d) - - - 328
Regimar Comercial S.A. (d) - - 5.722 -
Fazenda Guariroba S.A. (d) - - 100 -
Triunfo Imobiliária Ltda. (d) - - 6.593 20.679
Total em 30 de setembro de 2010 - - 29.945 31.930

Total em 30 de junho de 2010 52.643 - 47.586 24.882

Classificados como partes relacionadas:


Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A. (b) - 13 429 -
AFAC (a):
Almeida Torres 119 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 5.780 - -
BH Buritis Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 2.030 - -
BH Caiçara Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 5.044 - -
CCDI Hummock Desenvolvimento Imobiliário Ltda. - 11.825 - -
CCDI Praia Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 50 - -
CCDI Rigveda Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 144 - -
CCDI TPA Taboão da Serra I Empreendimento Imobiliário SPE
Ltda. - 14.961 - -
CCDI 01 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 60.770 - -
CCDI 02 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 530 - -
CCDI 06 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 634 - -
Central Park - Alto de Pinheiros Empreendimento Imobiliário Ltda. - 1.091 1.644 -
Curitiba Água Verde Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 1.375 - -
Curitiba Capanema Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 730 - -
Camargo Corrêa -Cyrela Paulista 1230 Empreendimentos
Imobiliários - 2.096 - -
Cyrela Commercial Properties S.A. Empreend. e Participações - - 187 -
HM Engenharia e Construções S.A. - 4.459 - -
Interlagos Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 11.695 - -
João Ramalho Empreendimentos Imobiliários Ltda. - 850 - -
Jardim Sul Ribeirão Preto Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 3.690 - -
Ponta da Praia Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 3.113 - -
Quadra 41 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 135 - -
Quadra 43 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 2 - -
Quadra 137 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 165 - -
Quadra 138 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 8.430 - -
Quadra 142 Jardim Sul Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 3.360 - -
Quadra 150 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 574 - -
Quadra 167 - B Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 85 - -
Quadra 190 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 41 - -
Quadra 193 Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 45 - -
Reserva São Lourenço Empreendimentos Imobiliários Ltda. - 7.373 - -
Rio de Janeiro - Niterói Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 6.245 - -
Rudbeckia Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 3.175
Saldanha Marinho Empreendimento Imobiliário Ltda. - 285 - -

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Controladora
Ativo Passivo
Não Não
Circulante circulante Circulante circulante

Santista Empreendimentos Imobiliários Ltda. - 1.590 - -


SV Jacob Emerich Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 1.770 - -
Vila Allegra São Francisco Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 353 5.500 -
Vila São Francisco Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. - 1.175 - -
Viveiro Jardim Sul Camargo Corrêa Desenvolvimento
Imobiliário Ltda. - 140 19 -
Washington Luis Empreendimento Imobiliário Ltda. - 170 - -
Zolma Holding Participações Ltda. - 1.086 - -
Zunkie Holding Participações Ltda. - 715 - -
Outros - 558 - -
Total em 30 de setembro de 2010 - 168.352 7.779 -

Total em 30 de junho de 2010 - 170.533 2.054 -

Controladora
Resultado
Custos Despesas Receita
administrativas Financeira

BTS Participações e Investimentos Ltda. (e) - - 3.177


Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A. (b) - 5.023 -
Camargo Corrêa Cimentos S.A. (c) 7.011 - -
Total em 30 de setembro de 2010 7.011 5.023 3.177

Total em 30 de setembro de 2009 949 3.269 -

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
Ativo Passivo
Não Não
Circulante circulante Circulante circulante

Classificados como outros créditos, fornecedores e contas a pagar:


BTS Participações e Investimentos Ltda. (d) - - 7.377 -
Participações Moro Vermelho S.A. (f) 60.038 - - -
Housing Brasil Ltda. (g ) - - 25 -
Conquista Imobiliária Ltda. (d) - - 17.530 10.923
Pessoas físicas (d) - - - 328
Regimar Comercial S.A. (d) - - 5.722 -
Fazenda Guariroba S.A. (d) - - 100 -
Triunfo Imobiliária Ltda. (d) - - 6.593 20.679
Total em 30 de setembro de 2010 60.038 - 37.347 31.930

Total em 30 de junho de 2010 112.681 - 47.586 24.882

Classificados como partes relacionadas:


Camargo Corrêa Cimentos S.A. (c) - - 26 -
Construções e Comércio Camargo Corrêa
S.A. (b) - 13 429 -
Cyrela Commercial Properties S.A. Empreend. e Participações - - 187 -
Interlakes Empreendimentos - - 59 -
Total em 30 de setembro de 2010 - 13 701 -

Total em 30 de junho de 2010 - 16 3.334 -

Consolidado
Resultado
Custos Despesas Despesas Receitas
administrativas com vendas financeiras

BTS Participações e Investimentos Ltda. (e) - - - 3.177


Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A. (b) - 5.023 - -
Camargo Corrêa Cimentos S.A. (c) 13.807 - - -
Housing Brasil Ltda. (g ) - - 464 -
Total em 30 de setembro de 2010 13.807 5.023 464 3.177

Total em 30 de setembro de 2009 8.608 3.269 499 -

(a) AFAC - adiantamento para futuro aumento de capital.

(b) Refere-se à prestação de serviços administrativos, contábeis, financeiros, e de


tecnologia da informação.

(c) Refere-se a compra de insumos relativos à realização dos empreendimentos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(d) Contratos de compra e venda de terreno, com partes relacionadas indiretas,
valorizados entre 11% e 18% do valor geral de vendas (“VGV”), liquidados em
moeda corrente, de acordo com os recebíveis decorrentes das vendas das unidades
imobiliárias autônomas de cada empreendimento constituído sobre o terreno
objeto. Os cronogramas de vencimento são vinculados aos contratos de venda de
unidades imobiliárias.

(e) Refere-se a alienação de participação acionária da Companhia na controlada em


conjunto Projeto Rio Empreendimentos Ltda., conforme mencionado na nota
explicativa nº 7.

(f) Refere-se a adiantamento para futuro empreendimento, conforme mencionado na


nota explicativa nº 7.

(g) Refere-se na controlada HM Engenharia e Construções S.A. (“HM”) a despesas


com prestação de serviços de comercialização de unidades imobiliárias. A
Housing Brasil Ltda. é uma entidade em que um dos membros da administração da
HM participa como cotista.

16. PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIAS

A Companhia e suas controladas estão sujeitas a contingências fiscais, legais,


trabalhistas e cíveis, entre outras. Em bases periódicas, a Administração revisa o
quadro de contingências conhecidas, avalia as chances de perdas prováveis e ajusta a
respectiva provisão considerando a opinião de seus assessores legais e demais dados
disponíveis nas datas de encerramento dos balanços, tais como a natureza dos
processos e a experiência. Em 30 de setembro e 30 de junho de 2010, a provisão para
contingências, classificada na rubrica “outras obrigações”, é composta como segue:

Controladora Consolidado
30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Trabalhistas 24 10 178 93
Cíveis 215 179 239 204
Total 239 189 417 297

Em 30 de setembro de 2010, a Companhia e suas controladas estão envolvidas em


processos no montante de R$9.269 (R$6.383 em 30 de junho de 2010), relacionados a
contingências cuja probabilidade de perda é considerada como “possível”, referentes
substancialmente a auto de infração de Programa de Integração Social - PIS e
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS gerado em virtude
de compensações não homologadas através de processos administrativos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A movimentação da provisão para contingências em 30 de setembro de 2010 é como
segue:

Controladora Trabalhistas Cíveis Total

Saldo em 30 de junho de 2010 10 179 189


Adições 24 36 60
Reversões/Pagamentos (10) - (10)
Saldo em 30 de setembro de 2010 24 215 239

Consolidado Trabalhistas Cíveis Total

Saldo em 30 de junho de 2010 93 204 297


Adições 95 35 130
Reversões/Pagamentos (10) - (10)
Saldo em 30 de setembro de 2010 178 239 417

17. PATRIMÔNIO LÍQUIDO

a) Capital social

Em 30 de setembro e 30 de junho de 2010, o capital social subscrito é de


R$540.189, representado por 112.990.000 ações em circulação ordinárias
nominativas sem valor nominal.

Em 14 de janeiro de 2009, os acionistas aprovaram o cancelamento, sem redução


no valor do capital social, de 3.900.000 ações ordinárias da Companhia, conforme
mencionado no item “e”.

Cada ação ordinária dá direito a um voto nas deliberações da Assembléia Geral. A


Companhia poderá aumentar o capital social, mediante a emissão de ações
ordinárias, respeitando o limite do capital autorizado adicional de até 50.000.000
ações, estabelecido em seu estatuto social.

b) Reserva legal

Representa parcela de 5% do lucro líquido do exercício observado o limite


estabelecido em lei.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


c) Destinação do lucro líquido

Aos acionistas são assegurados dividendos mínimos obrigatórios calculados à razão


de 25% do lucro líquido ajustado em conformidade com o estatuto social e com a
Lei das Sociedades por Ações.

d) Reserva de lucros para investimentos

Tem por objetivo a aplicação em futuros investimentos da Companhia,


fundamentada em orçamento de capital aprovado em Assembléia Geral Ordinária.

e) Ações em tesouraria

O Conselho de Administração da Companhia aprovou em 28 de dezembro de 2007,


a aquisição de ações da própria empresa, para posterior manutenção em tesouraria
ou cancelamento, utilizando-se os recursos disponíveis para investimento (oriundos
das contas “reserva de lucros” e “reservas de capital”). Em 14 de janeiro de 2009,
os acionistas aprovaram o cancelamento, sem redução no valor do capital social, de
3.900.000 ações ordinárias de emissão da Companhia adquiridas no âmbito do
Programa de Recompra de Ações de Emissão da Própria Companhia aprovado em
reunião do Conselho de Administração.

Em 16 de outubro de 2009, o Conselho de Administração aprovou a aquisição, pela


Companhia, de ações de sua própria emissão para manutenção em tesouraria, que
tem por objetivo prover a Companhia de um lote de ações para venda quando do
exercício das opções outorgadas aos seus administradores participantes do
Programa de Incentivo de Longo Prazo - ILP. Poderão ser adquiridas pela
Companhia até 150.000 ações ordinárias, portanto, abaixo do limite de 10% do
total de ações em circulação no mercado. Em 30 de setembro e 30 de junho de
2010, a Companhia possuía 10.000 ações ordinárias em tesouraria, as quais foram
adquiridas pelo custo médio de R$6,02 por lote de mil ações. Em 30 de setembro
de 2010, o valor de mercado das espécies e classes das ações em tesouraria
calculado com base na última cotação em bolsa anterior à data de encerramento do
período, é de R$64 (R$51 em 30 de junho de 2010).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


18. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

O imposto de renda e a contribuição social diferidos são constituídos sobre as


diferenças temporárias, incluindo a diferença entre os critérios para reconhecimento
das receitas, dos custos e das despesas pelo método do custo incorrido da obra
comparados com os critérios utilizados para fins fiscais. Não foram constituídos
tributos diferidos relacionados a prejuízos fiscais uma vez que Companhia não
apresentou lucro tributável em pelo menos três dos cinco últimos exercícios sociais. As
controladas e coligadas que optam pelo regime de lucro presumido não podem
compensar prejuízos fiscais de um período em anos subseqüentes. A expectativa de
realização do imposto de renda e da contribuição social diferidos é de até seis anos, em
virtude do prazo de realização dos recebíveis.

Os saldos dos impostos diferidos são como segue:


Controladora Consolidado
30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10
Não Não Não Não
circulante circulante circulante circulante

No ativo:
Diferença no reconhecimento do
resultado da venda de unidades
imobiliárias - 6.586 179 6.765
Outras diferenças temporárias 3.910 3.134 3.910 3.134
3.910 9.720 4.089 9.899

No passivo:
Diferença no reconhecimento do
resultado da venda de unidades
imobiliárias 1.191 - 28.889 22.448

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


A apuração dos impostos diferidos e correntes para os trimestres está apresentada a
seguir:

Controladora Consolidado
30.09.10 30.09.09 30.09.10 30.09.09

Lucro(prejuízo) antes do imposto de renda e da


contribuição social 116.884 (47.695) 142.223 (37.892)
Alíquota combinada 34% 34% 34% 34%
Expectativa de crédito (despesa) de imposto de renda e
contribuição social (39.741) 16.216 (48.356) 12.883

Efeito do imposto de renda e da contribuição social sobre


as diferenças permanentes:
Equivalência patrimonial 45.451 (3.817) - -
Adições permanentes, líquidas das exclusões (1.526) (207) (1.371) (207)
Compensação de prejuízo fiscal e base negativa durante o
período, não reconhecido em exercícios anteriores - - 191 -
Outros (4.625) (8.717) (5.891) (8.743)
Lucro (exceto resultado financeiro) das controladas cuja
tributação é feita com base no lucro presumido:
Reversão do efeito da tributação lucro real, das empresas
optantes pelo lucro presumido - - 50.829 (4.776)
Tributação pelo regime de lucro presumido, utilizando a
receita bruta de vendas como base para cálculo - - (21.182) (5.485)
Despesa contabilizada (441) 3.475 (25.780) (6.328)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


19. RESULTADO FINANCEIRO

Controladora Consolidado
30.09.10 30.09.09 30.09.10 30.09.09

Despesas financeiras:
Variação monetária – INCC e IGP-M (1.421) (2.397) (3.353) (4.631)
Despesas bancárias (818) (101) (1.456) (597)
Descontos concedidos (1.782) (2.659) (3.208) (3.010)
Juros sobre empréstimos (639) (10.793) (2.709) (12.263)
Juros sobre debêntures (33.744) - (33.744) -
Multa e juros sobre obrigações (80) (70) (370) (564)
Imposto sobre Operações Financeiras – IOF (14) (3.404) (382) (3.609)
Outras (51) (242) (183) (401)
Total de despesas financeiras (38.549) (19.666) (45.405) (25.075)

Receitas financeiras:
Juros ativos 2.571 4.838 5.098 5.813
Descontos obtidos 50 3 119 655
Rendimento financeiro 11.842 1.712 18.872 5.031
Variação monetária – INCC e IGP-M 3.240 6.287 6.862 6.364
Outras 43 484 118 563
Total de receitas financeiras 17.746 13.324 31.069 18.426

Resultado financeiro (20.803) (6.342) (14.336) (6.649)

20. BENEFÍCIOS A EMPREGADOS

a) Previdência Privada

A Companhia possui um plano de previdência privada complementar, na modalidade


de contribuição definida, cujos custos são previsíveis e passíveis de controle e
administração. Este plano foi modificado em 1º. de maio de 2010, com a introdução de
regras mais flexíveis e alinhadas às práticas de mercado. No novo plano, além das
contribuições básica e suplementar realizadas voluntariamente pelo colaborador com
contrapartida da Companhia, em montantes iguais, limitados a 3% do salário nominal,
com teto de R$12.500 mil, há também a contribuição esporádica realizada somente
pelo colaborador. No período findo em 30 de setembro de 2010, Companhia contribuiu
com o montante de R$135 (R$156 em 30 de setembro de 2009).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


b) Outros Benefícios a Empregados

São concedidos ainda outros benefícios aos empregados, tais como: auxílio médico,
auxílio alimentação, seguro de vida em grupo, auxílio acidente de trabalho, auxílio
transporte, treinamentos e outros.

21. REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES

Em 14 de abril de 2010, o valor da remuneração dos administradores e do Conselho de


Administração para o exercício de 2010, foi fixado em até R$4.500, não incluídos
encargos sociais, acrescidos de provisão de férias, e benefícios de qualquer natureza,
conforme deliberação das Assembléias Gerais Ordinária e Extraordinária.

Os montantes referentes à despesa com remuneração dos administradores e do


Conselho de Administração nos períodos findos em 30 de setembro de 2010 e de 2009
estão demonstrados abaixo:

30.09.10 30.09.09

Curto prazo:
Salários, remuneração variável e outros benefícios 4.255 2.831
Encargos 839 668
Longo prazo (benefícios pós emprego):
Previdência privada 67 50
Total da remuneração 5.161 3.549

22. INSTRUMENTOS FINANCEIROS

Em 30 de setembro e 30 de junho de 2010, a Companhia e suas controladas possuíam


os seguintes instrumentos financeiros:

a) Exposição a riscos de taxas de juros

A Companhia e suas controladas estão expostas a taxas de juros flutuantes,


principalmente relacionadas às variações da TR (Taxa Referencial) e CDI
(Certificado de Depósito Interbancário), nos empréstimos e debêntures. As
aplicações financeiras são na sua maioria vinculadas à variação do CDI. Nos
clientes por incorporação de imóveis, pela variação do Índice Nacional de
Construção Civil – INCC, até a entrega das chaves, e após a entrega pelo Índice
Geral de Preços de Mercado - IGP-M, adicionalmente um contrato com partes
relacionadas exposto ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA,
demonstradas a seguir:

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Controladora Consolidado
30.09.10 30.06.10 30.09.10 30.06.10

Ativo:
CDI 113.400 125.644 255.869 265.091
IPCA - 52.643 - 52.643
INCC 182.844 140.975 755.406 595.266
IGP-M 18.591 39.856 19.264 40.670
Ativo exposto 314.835 359.118 1.030.539 953.670

Passivo:
TR 86.279 61.395 317.761 258.689
CDI 413.498 400.924 413.498 400.924
Passivo exposto 499.777 462.319 731.259 659.613

Análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros

Em 30 de setembro de 2010, a análise de sensibilidade dos instrumentos


financeiros, ativos e passivos expostos às variações de taxas de juros da Companhia
e de suas controladas, é conforme segue:

Controladora
Operação Risco Cenário Cenário Cenário
provável possível remoto

Exposição à índices variáveis:


Ativo:
CDI Decréscimo do indice 125.942 122.807 119.671

Passivo:
TR Acréscimo do índice 87.280 87.530 87.780
CDI Acréscimo do índice 459.231 470.664 482.097

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
Cenário Cenário Cenário
Operação Risco
provável possível remoto

Exposição à índices variáveis:


Ativo:
CDI Decréscimo do indice 284.168 277.093 270.019

Passivo:
TR Acréscimo do índice 321.447 322.369 323.290
CDI Acréscimo do índice 459.231 470.664 482.097

O cenário provável reflete as expectativas para 360 dias, a partir da data do


balanço, disponibilizadas no mercado financeiro para cálculo dos valores futuros de
tais operações. O cenário possível considera uma alta ou queda dos índices
variáveis, dependendo da natureza do risco, de 25% e o cenário remoto de 50%.

Em 30 de setembro de 2010 e 30 de junho de 2010, não há contratos vigentes


relativos a operações com derivativos e “hedge” na Companhia.

b) Concentração de risco de crédito

Instrumentos financeiros que potencialmente sujeitam à Companhia e suas


controladas a concentrações de risco de crédito consistem primariamente de
aplicações financeiras. A Companhia e suas controladas mantêm contas correntes
bancárias e aplicações financeiras com instituições financeiras aprovadas pela
Administração, de acordo com critérios que mitigam os riscos de crédito.

c) Compromissos

A Companhia compromete-se a entregar as unidades imobiliárias por construir em


troca de terrenos adquiridos. A Companhia também assume o compromisso de
concluir as unidades vendidas, assim como atender às leis que regem o setor da
construção civil, incluindo a obtenção de licenças das autoridades competentes.

d) Valor de mercado de instrumentos financeiros

Os valores de mercado informados em 30 de setembro de 2010 e 30 de junho de


2010 não refletem as mudanças subsequentes na economia, tais como taxas de
juros e alíquotas de impostos e outras variáveis que possam ter efeito sobre sua
determinação.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Aplicações financeiras

Os valores contábeis informados nos balanços patrimoniais correspondem aos


valores de mercado, pois são classificados como mantidos para negociação.

• Empréstimos, financiamentos e debêntures

Conforme descrito na nota explicativa nº 11, os financiamentos referem-se a


instrumento de crédito para construção de empreendimentos imobiliários, para
os quais os saldos contábeis se aproximam dos valores de mercado. As
debêntures foram emitidas em 23 de dezembro de 2009, com taxas variáveis de
mercado, e, portanto, os saldos contábeis também se aproximam dos valores de
mercado.

23. SEGUROS

A Companhia e suas controladas mantêm política de efetuar cobertura de seguros de


forma global para os bens do imobilizado sujeitos a riscos para incêndio, roubos, danos
materiais e lucros cessantes, de acordo com a avaliação da Administração e de seus
assessores legais e consultores especializados.

24. PROGRAMAS DE OUTORGA DE OPÇÕES DE AÇÕES

Em 30 de abril de 2008, o Conselho de Administração aprovou a implantação e


administração de Programa de Incentivo de Longo Prazo (“Programa”) da Companhia.

O Conselho de Administração determinará, periodicamente, quem são os


administradores ou empregados em posição de comando da Companhia
(“beneficiários”) a quem serão oferecidas as opções.

O Conselho poderá outorgar as opções de compra de ações, até o limite máximo de


10% do capital social da Companhia. O limite máximo de vinculação do capital social
da Companhia ao Programa só poderá ser ampliado por deliberação dos seus
acionistas, reunidos em Assembléia Geral Extraordinária.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Ficará a critério do Conselho a forma de disponibilização das ações para posterior
transferência aos beneficiários, que poderá se dar mediante: (a) aumento de capital
para subscrição pelo beneficiário das novas ações que serão então emitidas pela
Companhia; (b) venda de ações mantidas em tesouraria pela Companhia, observadas as
normas da CVM aplicáveis à matéria; ou, (c) excepcionalmente, liquidação por
diferença financeira, observada a legislação aplicável, as condições previstas no
Programa e nos instrumentos de outorga.

Os acionistas, nos termos do que dispõe o artigo 171, §3º, da Lei nº 6.404/76, não terão
direito de preferência à aquisição ou subscrição de ações decorrentes do exercício de
opções vinculadas ao Programa.

O Conselho de Administração estabelecerá o preço de exercício, mas equivalerá, no


mínimo, a média do valor de mercado das ações ordinárias da Companhia nos últimos
30 (trinta) pregões da Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA do exercício
anterior à data da celebração do instrumento de outorga.

O preço de exercício constante do instrumento de outorga será corrigido


monetariamente pela variação do Índice de Preços do Consumidor Amplo - IPCA do
período entre a data do contrato de opção e a data da efetiva subscrição.

Os planos possuem prazo de até cinco anos para elegibilidade ao exercício das opções,
sendo, cumulativamente, no mínimo 25% ao final do segundo ano, 50% no final do
terceiro ano, 75% no final do quarto ano e 100% no final do quinto ano, havendo ainda
um prazo máximo, no dia 31 de agosto de 2014, para o exercício das opções.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Evolução dos planos de opção de compra de ações

Resumo da evolução dos planos de opção de compra de ações em 30 de setembro de


2010:

Preço de
exercício
médio
Quantidade
ponderado
de opções
(R$)

Opções outorgadas em 24 de agosto de 2009 194.225 2,51


Opções outorgadas em 26 de agosto de 2009 87.783 2,51
Opções outorgadas em 20 de novembro de 2009 122.872 5,46
______ ____
Opções outorgadas em 30 de setembro de 2010 404.880 3,41

Impacto na conta de resultados

O valor justo das opções foi estimado utilizando-se o modelo de avaliação “Binomial”.
A despesa registrada na conta de resultados relativa aos planos de opção de compra de
ações foi de R$426 no período findo em 30 de setembro de 2010.

As principais hipóteses utilizadas no cálculo são apresentadas a seguir:

Opções outorgadas em
24 de agosto 26 de agosto 20 de novembro
de 2009 de 2009 de 2009

Preço da ação na data da outorga R$5,65 R$5,53 R$5,60


Preço de exercício R$2,53 R$2,53 R$5,48
Volatilidade esperada (ao dia útil) 4,59% 4,59% 3,51%
Taxa livre de risco (real) 7,70% 7,50% 8,04%
Valor justo R$4,48 R$4,36 R$3,12

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


25. INFORMAÇÕES ADICIONAIS AOS FLUXOS DE CAIXA

Controladora Consolidado
30.09.10 30.09.09 30.09.10 30.09.09

Transações de investimentos e financiamentos que não


envolveram caixa:
Aumento de investimentos com adiantamento para futuro
aumento de capital efetuado em exercícios anteriores 48.096 29.564 - -
Reduções de capital através de dívidas com controladas - 27.019 - -
Aumento de investimento com integralização de terrenos 43.916 - - -
Reversão de contas a pagar de terrenos referente a projetos
descontinuados (permuta financeira) - 99.545 - 246.314
Aquisição de terrenos através de permutas - 8.079 49.795 27.152
Total 92.012 164.207 49.795 273.466

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


26. DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO

As demonstrações do valor adicionado e da respectiva distribuição pelos agentes que


contribuíram para a sua criação referentes aos períodos findos em 30 de setembro de
2010 e de 2009 são como segue:
Controladora Consolidado
30.09.10 30.09.09 30.09.10 30.09.09

RECEITAS
Vendas de imóveis e serviços 154.647 117.611 778.051 357.312
Outras receitas 1.251 1.985 4.722 3.387
Provisão (reversão) para créditos de liquidação duvidosa 774 (610) 774 (610)
156.672 118.986 783.547 360.089

INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS


Custo de imóveis e serviços prestados, acrescido dos materiais, energia, serviço de
terceiros e outros. (118.083) (121.956) (534.422) (331.496)
_______ _______ _______ _______
VALOR ADICIONADO (REDUZIDO) BRUTO 38.589 (2.970) 249.125 28.593

DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO (713) (924) (1.680) (1.655)


_______ _______ _______ _______
VALOR ADICIONADO (REDUZIDO) LÍQUIDO PRODUZIDO PELA COMPANHIA 37.876 (3.894) 247.445 26.938

VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA


Resultado de equivalência patrimonial 133.678 (11.226) - -
Receitas financeiras 17.746 13.324 31.069 18.426
151.424 2.098 31.069 18.426
_______ _______ _______ _______
VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (REDUZIDO) 189.300 (1.796) 278.514 45.364

DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO


Pessoal
Remuneração direta 17.373 12.201 39.553 23.611
Benefícios 1.947 1.866 5.742 7.116
FGTS 1.079 1.108 2.818 2.221
Impostos, taxas e contribuições
Federais 9.929 4.435 63.855 27.905
Estaduais - 1 62 120
Municipais 1.391 597 1.794 646
Remuneração de capitais de terceiros
Juros 38.549 19.666 45.405 25.170
Aluguéis 2.589 2.550 2.842 2.795
Remuneração de capitais próprios
Lucros retidos do período 116.443 (44.220) 116.443 (44.220)

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


27. SUMÁRIO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS DA HM

A seguir encontra-se um sumário das demonstrações financeiras consolidadas da HM,


relativas aos períodos de nove meses findos em 30 de setembro de 2010 e 2009:

BALANÇO PATRIMONIAL

Ativo 30.09.10 30.06.10 Passivo 30.09.10 30.06.10

Circulante 285.688 247.903 Circulante 159.697 94.179


Não circulante
Realizável a longo prazo 104.563 47.504 Não circulante 49.922 82.924
Permanente 9.620 9.375 Patrimônio líquido 190.252 127.679
Total 399.871 304.782 Total 399.871 304.782

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADO

30.09.10 30.09.09

Receita operacional líquida 149.057 95.666


Custo das vendas de imóveis e dos serviços prestados (104.091) (72.117)
Lucro bruto 44.966 23.549
Despesas operacionais, líquidas (18.678) (15.526)
Lucro operacional 26.288 8.023
Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro (4.481) (2.871)
Lucro líquido 21.807 5.152

Fundada em 1977 na cidade de Barretos (SP), a HM Engenharia e Construções S.A. é


uma incorporadora e construtora com forte atividade no segmento de “Baixa Renda”
(unidades de R$ 70 mil até R$ 235 mil). Com escritórios em Barretos e Campinas, a
empresa conta com aproximadamente 1.700 colaboradores.

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07.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE


Vide comentário de desempenho consolidado.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO
Neste trimestre completamos um ciclo de quatro trimestres consecutivos com geração de resultados
positivos e crescentes.

Lançamos 8 empreendimentos totalizando 2.615 unidades e representando R$505,0 milhões em Valor Geral
de Vendas, superando em 73,5% os lançamentos realizados no 2T10. As Vendas Contratadas atingiram 1.188
unidades no 3T10 e somaram R$343,5 milhões, 9,1% acima do resultado obtido no 2T10.

Em termos acumulados, lançamos 4.812 unidades com VGV de R$971,0 milhões nos 9M10, resultado
516,9% acima dos 9M09. As Vendas Contratadas atingiram R$851,1 milhões distribuídas em 3.250 unidades,
superando em 74,4% o resultado dos 9M09.

No trimestre, a CCDI aumentou seu Banco de Terrenos, de R$8,7 bilhões para R$9,1 bilhões. Além do
terreno do empreendimento Vila Allegra que foi comprado pela CCDI e lançado no mesmo trimestre, a
Companhia também adquiriu um terreno no Paraná com VGV de R$72,1 milhões. A HM Engenharia adquiriu
dois terrenos totalizando R$636,2 milhões em VGV. Estes dois terrenos reforçaram o Banco de Terrenos
exclusivo de empreendimentos de Baixa Renda, foco de atuação da CCDI.

Iniciamos a operação da Célula de Construção Própria com o a obra do empreendimento Chardonnay, no


bairro Jardim Sul em São Paulo.

Ao longo do terceiro trimestre, entregamos mais três empreendimentos, Cyprae, Ventura Corporate Towers
1
Fase 2 e o Residencial Casas do Parque. O empreendimento Cyprae está localizado em São Lourenço, no
litoral de São Paulo, e possui VGV total de R$46,1 milhões, distribuídos em 60 unidades. O Ventura
Corporate Towers Fase 2 é um empreendimento de Lajes Corporativas de padrão Triple A, o qual recebeu a
certificação Green Building LEED® C&S na categoria Gold. O Residencial Casas do Parque é um
empreendimento de Baixa Renda, com 404 unidades e R$30,9 milhões de VGV.

Com a entrega de mais esses três empreendimentos, a CCDI e a HM Engenharia já entregaram em 2010
R$511,2 milhões (parte CCDI), distribuídos em 10 projetos, totalizando 1.786 unidades.

Ainda no terceiro trimestre, a CCDI venceu o Prêmio Master Imobiliário 2010 na categoria Oportunidade
Estratégica com o empreendimento In Berrini, lançado em fevereiro de 2010. O Prêmio Master Imobiliário é
reconhecido como o “Oscar” do setor.

1
A CCDI vendeu sua participação na SPE Projeto Rio (subsidiária responsável pelo desenvolvimento do Ventura Corporate Towers –
fase 2) em dezembro de 2009, e ficou responsável pelo acompanhamento de finalização da obra que ocorreu em agosto de 2010.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Os resultados financeiros do 3T10 acompanharam o crescimento operacional da Companhia e também
apresentaram incremento em relação ao trimestre anterior. Registramos Receita Líquida de R$272,4
milhões, Lucro Bruto de R$71,6 milhões e Margem Bruta de 26,3%. O Lucro Líquido alcançou R$26,1
milhões, com Margem Líquida de 9,6%.

Encerramos o 3T10 com uma posição de caixa e aplicações financeiras de R$284,6 milhões, valor compatível
com os planos de crescimento da Companhia.

No início do quarto trimestre lançamos quatro empreendimentos no segmento de Baixa Renda. A CCDI e a
HM Engenharia estão bastante confiantes no alcance do guidance de 2010. Com os lançamentos de
outubro, 87,3% da base do guidance já foi realizada, sendo que 44,6% do total foi lançado no segmento de
Baixa Renda.

De acordo com a premissa estratégica de reforçar a atuação da CCDI em suas regionais, prevemos no quarto
trimestre um maior volume de lançamentos nas regionais do Rio de Janeiro e do Paraná.

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO OPERACIONAL

No 3T10, a CCDI e a HM Engenharia lançaram 8 empreendimentos totalizando R$505,0 milhões em Valor


Geral de Vendas, superando em 73,5% os lançamentos realizados no 2T10.

38,2% dos lançamentos do 3T10 foram executados pela HM Engenharia no segmento de Baixa Renda,
dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida. A CCDI lançou R$312,1 milhões referentes a 2
empreendimentos, sendo um no segmento Médio, unidades de R$200 mil a R$350 mil, e o outro no
segmento Altíssimo, unidades acima de R$1,0 milhão. Todos os lançamentos do trimestre foram realizados
no estado de São Paulo (Capital e Interior).

Nos nove meses acumulados de 2010, os lançamentos atingiram R$971,0 milhões, 516,7% acima dos
lançamentos do 9M09. De acordo com o guidance de lançamentos divulgado no início do ano, os
lançamentos realizados nos 9M10 representam 71,9% da base do guidance. Os lançamentos no segmento
de Baixa Renda representam 32,8% do total lançado.

No terceiro trimestre de 2010, as Vendas Contratadas da CCDI atingiram R$343,5 milhões, 9,1% superior às
Vendas Contratadas do 2T10 e 76,6% superior aos R$194,5 milhões registrados no 3T09. Vale ressaltar que
as Vendas Contratadas da HM Engenharia no 3T09 foram excepcionalmente elevadas devido à consolidação
do Programa Minha Casa, Minha Vida lançado em Abril/2009 que resultou na venda de um elevado número
de unidades que estavam em estoque. No terceiro trimestre, a CCDI realizou o lançamento dos
empreendimentos Vila Allegra e The Parker, os quais apresentaram excelente comercialização no
lançamento.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Nos nove primeiros meses do ano, as Vendas Contratadas atingiram R$851,1 milhões, volume 74,4%
superior às Vendas Contratadas dos 9M09. O aumento expressivo das Vendas Contratadas em 2010, deve-se
à assertividade nos lançamentos realizados e à maior eficiência no processo de contratação das unidades
vendidas.

Dos R$505,0 milhões lançados no 3T10, 23,9% foram comercializados no mesmo período. Analisando-se as
Vendas Contratadas do 3T10 por período de lançamentos, verifica-se que as vendas de unidades em
estoque representaram 64,9% (R$120,7 milhões) das Vendas Contratadas totais. As vendas de estoque
foram de R$222,8 milhões, representando 26,5% do estoque a valor de mercado de R$841,4 milhões ao final
do 2T10.

Em termos de segmento de mercado, as Vendas Contratadas do 3T10 foram maiores nos segmentos de alta
e altíssima renda (36,8%), devido aos lançamentos realizados nestes segmentos nos últimos meses. Os
outros 63,2% foram distribuídos em todos os segmentos de mercado em que a CCDI atua.

A análise por localização, indica que as vendas de unidades no Estado de São Paulo foram responsáveis por
92,4% das vendas contratadas totais.

A Velocidade de Vendas da CCDI Consolidado (VSO) foi de 25,5% no 3T10, 2,9 pontos percentuais inferior a
VSO de 28,5% apresentada no 2T10 e 5,5 pontos percentuais inferiores a VSO do 3T09 (31,0%).
A VSO exclusiva da HM Engenharia foi de 18,7% no 3T10 contra 34,7% no 2T10 e 48,5% no 3T09. É
importante ressaltar que o volume total de lançamentos do 2T10 e 3T10 aumentou 87% em relação ao
mesmo período do ano anterior. Também vale a pena destacar que o empreendimento Residencial Quinta
das Pitangueiras, com VGV de R$59,9 milhões, foi lançado na segunda quinzena de setembro de 2010.

Nos primeiros nove meses de 2010, a VSO da CCDI foi de 47,4% contra 42,5% nos 9M09. Em relação a HM
Engenharia, a VSO foi de 40,0% nos 9M10 contra 59,3% nos 9M09.

No terceiro trimestre de 2010, conforme mencionado anteriormente, a CCDI e a HM Engenharia lançaram


R$505,0 milhões em Valor Geral de Vendas. Os terrenos referentes a esses empreendimentos estavam
registrados no Banco de Terrenos no valor de R$303,0 milhões. Observa-se dois fatores que explicam a
valorização de R$201,8 milhões na comparação VGV do Banco de Terrenos x VGV Lançado:

• O terreno referente o lançamento Vila Allegra foi comprado no mês de julho e lançado no mês de
Setembro, sendo assim, os R$55,8 milhões de VGV referentes a este projeto não estava contemplado
no Banco de terrenos do 2T10.
• Os R$146,0 milhões restantes referem-se à valorização do potencial de vendas dos projetos no
momento de cada lançamento. Um exemplo é o empreendimento The Parker que foi lançado com
VGV de R$256,3 milhões e estava registrado em nosso Banco de Terrenos com o valor de R$164,5
milhões.

No terceiro trimestre, além do terreno do empreendimento Vila Allegra que foi comprado e lançado no
mesmo trimestre, a CCDI e a HM Engenharia adquiriram três terrenos totalizando R$708,3 milhões em VGV.

O primeiro terreno comprado no trimestre foi em parceria com a JL Construções e está localizado na
regional do Paraná, na cidade de Curitiba. O VGV Total do projeto é de R$103,0 milhões e a participação da
CCDI é de 70% (R$72,1 milhões). O empreendimento contará com unidades residenciais e comerciais.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Os outros dois terrenos adquiridos foram através da HM Engenharia e Construções, nossa empresa dedicada
exclusivamente ao segmento de baixa renda, dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida. O primeiro
terreno está localizado na cidade de Americana, no bairro de São Gonçalo, com área aproximada de 35 mil
m². O VGV potencial do projeto é de R$86,2 milhões, com previsão de lançamento ainda em 2010.

O segundo terreno situa-se na cidade de Campinas e possui área aproximada de um milhão e duzentos mil
m². O empreendimento, que será lançado em fases a partir de 2012, possui um VGV potencial de R$550,0
milhões e contará com a oferta de apartamentos e salas comerciais.

Desta forma, o atual Banco de Terrenos da Companhia passou a ser de R$9,1 bilhões em valor geral de
vendas (VGV) para futuro desenvolvimento. Deste montante; R$1,9 bilhão refere-se a terrenos exclusivos da
HM Engenharia.

É importante ressaltar que 70,5% do VGV potencial do Banco de Terrenos da CCDI está direcionado a
projetos com preço unitário até R$500 mil (nova faixa-teto do FGTS) e que 71,0% localiza-se no maior pólo
econômico e demográfico do Brasil: São Paulo (Capital e Região Metropolitana).

Mais informações podem ser obtidas no Release Operacional divulgado em 07 de outubro de 2010 ou no
site da Companhia: (www.ccdi.com.br/ri).

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO FINANCEIRO

RECEITA, LUCRO BRUTO E MARGEM BRUTA


No 3T10, a RECEITA LÍQUIDA Consolidada atingiu R$272,4 milhões, valor 24,3% superior aos R$219,2
milhões registrados no 2T10 e 162,2% superior a Receita Líquida do 3T09. Vale ressaltar que 3T09 a Receita
Líquida foi impactada pelos motivos abaixo:
a) Revisão das estimativas dos custos orçados dos empreendimentos – impacto negativo de R$7,4
milhões;
b) Provisões referentes aos distratos da totalidade das unidades do empreendimento Cassis – impacto
negativo de R$7,4 milhões;
c) O reconhecimento de efeitos na contabilização dos índices de correção monetária incidentes sobre
a parcela do Contas a Receber das unidades vendidas (total de R$15,7 milhões); e
d) Impacto positivo de R$3,6 milhões (líquido de impostos diretos), referente à reclassificação da
reversão do ajuste a valor presente (AVP) da Receita Financeira para Receita Líquida.

Em termos acumulados, a Receita Líquida Consolidada dos 9M10 aumentou 117,6% em um ano, atingindo
R$755,2 milhões nos 9M10.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


Vale ressaltar que, a CCDI reconhece sua receita com base no complemento físico-financeiro de cada um dos
seus projetos (conforme instrução 963 do Conselho Federal de Contabilidade) e reporta, desde o 4T08, seus
números de acordo com as normas da OCPC-01/08.

O LUCRO BRUTO Consolidado do 3T10 atingiu de R$71,6 milhões; 33,5% superior ao Lucro Bruto registrado
no 2T10 e 1190,9% superior ao registrado no 3T09. A redução do Lucro Bruto no 3T09 deve-se
principalmente a:
a) Revisão das estimativas dos custos orçados dos empreendimentos – impacto negativo de R$7,4
milhões;
b) Provisões referentes aos distratos da totalidade das unidades do empreendimento Cassis – impacto
negativo de R$2,3 milhões (já considerados os efeitos da reversão dos custos);
c) O reconhecimento de efeitos na contabilização dos índices de correção monetária incidentes sobre
a parcela do Contas a Receber das unidades vendidas (total de R$15,7 milhões); e
d) Impacto positivo de R$3,6 milhões (líquido de impostos diretos), referente à reclassificação da
reversão do ajuste a valor presente (AVP) da Receita Financeira para Receita Líquida.

Nos 9M10, o Lucro Bruto Consolidado é de R$221,6 milhões, 212,1% superior ao Lucro Bruto acumulado dos
9M09.

A MARGEM BRUTA Consolidada do 3T10 atingiu de 26,3%; 1,8 ponto percentual acima da Margem Bruta do
trimestre anterior e 20,9 pontos percentuais superiores a Margem Bruta do 3T09. No acumulado de 2010, a
Margem Bruta é de 29,3%, 8,9 pontos percentuais acima da Margem Bruta reportada nos 9M09.

EBITDA
O EBITDA Consolidado da CCDI no 3T10 atingiu de R$46,2 milhões, 26,0% acima do EBITDA reportado no
2T10, refletindo o crescimento operacional da Companhia. Na comparação com o mesmo período do ano
anterior (3T09), o EBITDA saiu de R$57,6 milhões negativos e atingiu R$46,2 milhões no 3T10. Vale
relembrar que o EBITDA do 3T09 foi impactado pelos fatores explicados anteriormente nos itens de Receita
e Custo.

Em termos acumulados, o EBITDA dos 9M10 atingiu R$158,2 milhões, revertendo o EBITDA negativo de
R$29,6 milhões reportados no 9M09.

Em termos de MARGEM EBITDA do 3T10 atingiu 16,9%, resultado 0,2 ponto percentual acima da Margem
EBITDA de 16,7% apresentada no 2T10. No 3T09, a Margem EBITDA foi de 55,5% negativa. Na comparação
9M10/9M09, a Margem EBITDA saiu de 8,5% negativa no 3T09 e atingiu 21,0% nos 9M10.

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CONSOLIDADO (R$MM) 3T10 2T10 3T09 3T10/2T10 3T10/3T09 9M10 9M09 9M10/9M09

LUCRO LÍQUIDO 26,1 25,0 (61,8) 4,3% --- 116,4 (44,2) ---
DESPESA (RECEITA)
FINANCEIRA 5,7 4,9 6,8 16,7% -16,6% 14,3 6,6 115,6%
IMP. RENDA E CONTRIB.
SOCIAL 13,8 6,1 (3,3) 123,9% --- 25,8 6,3 307,4%
DEPRECIAÇÃO/AMORTIZAÇÃO 0,6 0,6 0,5 2,9% 12,3% 1,7 1,7 1,5%
RESULTADO NÃO
OPERACIONAL - - - --- --- - - ---
PARTICIPAÇÃO DE
MINORITÁRIOS - - - --- --- - - ---
EBITDA 46,2 36,6 (57,6) 26,0% --- 158,2 (29,6) ---
MARGEM EBITDA (%) 16,9% 16,7% -55,5% 0,2pp. --- 21,0% -8,5% ---

O EBITDA não é uma medida de desempenho financeiro segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil,
tampouco deve ser considerado isoladamente, como alternativa ao resultado do período, medida de
desempenho operacional, ou alternativa aos fluxos de caixa operacionais, ou medida de liquidez. O EBITDA
não possui significado padronizado, e nossa definição de EBITDA pode não ser comparável àquelas utilizadas
por outras empresas. A Administração acredita que o EBITDA fornece uma medida útil de seu desempenho,
que é amplamente utilizada por investidores e analistas para avaliar desempenho e comparar empresas.
Outras empresas podem calcular o EBITDA de maneira diferente da Companhia.

LUCRO/PREJUÍZO LÍQUIDO
O LUCRO LÍQUIDO consolidado do 3T10 foi de R$26,1 milhões, 4,3% acima do Lucro Líquido de R$25,0
milhões reportado no 2T10. No 3T09, devido aos fatores mencionados anteriormente, a Companhia
registrou prejuízo de R$61,8 milhões. Em termos acumulados, o Lucro Líquido dos 9M10 atingiu R$116,4
milhões contra prejuízo Líquido de R$44,2 milhões nos 9M09.

A MARGEM LÍQUIDA do 3T10 foi de 9,6%, contra Margem Líquida de 11,4% no 2T10. No 3T09, a margem
Líquida foi negativa em 59,4%. Nos nove primeiro meses de 2010, a Margem Líquida atingiu 15,4% contra
Margem Líquida negativa de 12,7% nos 9M09.

RECEITAS E RESULTADOS A APROPRIAR


Em 30 de setembro de 2010, as Receitas de Venda de Imóveis a Apropriar totalizavam R$1.190,0 milhões.
Resultado da venda de imóveis a apropriar ficou em R$363,4 milhões, com Margem sobre a venda de
imóveis a apropriar de 30,5%.

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FLUXO DE CAIXA
A CCDI encerrou o terceiro trimestre de 2010 com uma POSIÇÃO DE CAIXA, equivalentes de caixa e
aplicações financeiras consolidada de R$284,6 milhões, valor R$2,9 milhões superior à posição do final do
2T10.
No 3T10 a CCDI consumiu R$50,9 milhões em atividades operacionais, em linha com o consumo de caixa do
2T10, uma vez que neste mesmo período, a CCDI recebeu a terceira e última parcela no valor de R$53,0
milhões da BTS Participações pela venda da segunda fase do empreendimento Ventura Corporate Towers
em dezembro de 2009.

O fluxo de caixa das atividades de investimentos foi positivo em R$3,8 milhões. O fluxo de caixa das
atividades de financiamento foi de R$59,2 milhões devido principalmente à captação de financiamento a
produção (SFH) no valor aproximado de R$59 milhões.

ENDIVIDAMENTO
No final do 3T10, a DÍVIDA BRUTA da CCDI era de R$730,7 milhões contra R$658,1 milhões no 2T10. O
incremento da Dívida está relacionado à liberação de aproximadamente R$60 milhões de parcelas de
financiamento à construção de projetos que estão com obra em andamento e aos juros no valor de R$12,6
milhões, referentes à emissão de R$400,0 milhões em debêntures em dezembro de 2009.

A DÍVIDA LÍQUIDA da CCDI atingiu R$446,1 milhões ao final do 3T10, representando 56,3% do Patrimônio
Líquido. A CCDI não possui dívida em moeda estrangeira. Todos os recursos de caixa são aplicados em fundo
exclusivo administrado por instituição privada. A carteira é diversificada, com aplicações em ativos de renda
fixa e variável de emissão pública e privada.

(R$ MM) 3T10 2T10 3T09 3T10/2T10 3T10/3T09

POSIÇÃO DE CAIXA, EQUIVALENTES DE CAIXA E


284,6 281,7 139,9 1,0% 103,4%
APLICAÇÕES FINANCEIRAS
FINANCIAMENTOS (730,7) (658,1) (414,9) 11,0% 76,1%
DÍVIDA LÍQUIDA (446,1) (376,4) (275,0) 18,5% 62,2%
DÍVIDA LÍQUIDA/PL 56,3% 49,1% 46,9% 7,2pp. 9,4pp.

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AUDITORIA INDEPENDENTE
A Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes foi contratada pela Camargo Corrêa Desenvolvimento
Imobiliário S.A. para a prestação de serviços de revisão das informações trimestrais referentes ao trimestre
findo em 30 de setembro de 2010 da Companhia. Em atendimento à Instrução CVM nº 381/03, informamos
que essa empresa de auditoria externa não prestou, no período, serviços não-relacionados à auditoria
externa cujos honorários fossem superiores a 5% do total de honorários recebidos por esse serviço.

A CCDI

A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário, empresa de incorporação e construção imobiliária do Grupo Camargo
Corrêa, atua da baixa renda até os segmentos mais sofisticados de mercado, desenvolvendo empreendimentos
residenciais e comerciais em várias regiões do Brasil. Desde 2008 é controladora integral da HM Engenharia, empresa
com mais de 100 mil unidades incorporadas e construídas em mais de 33 anos de experiência, com foco exclusivo para o
segmento de baixa renda. A CCDI é responsável pelo desenvolvimento de projetos de destaque no segmento imobiliário
brasileiro, como o Ventura Corporate Towers, edifício de lajes corporativas de padrão “AAA” localizado no centro do Rio
de Janeiro; a linha de produtos residenciais “Innova”, cujo sucesso comercial ultrapassa a marca de duas mil unidades
vendidas no segmento econômico, o In Berrini, que ganhou o prêmio Master Imobiliário de 2010 devido a seu sucesso
de vendas resultante de sua estratégia inovadora; e o “Bairro Jardim Sul”, projeto de reurbanização do bairro de mesmo
nome, na zona sul de São Paulo, que compreende mais de duas dezenas de empreendimentos residenciais lançados. A
CCDI e a HM Engenharia já lançaram mais de 21 mil unidades distribuídas em 22 cidades no Brasil. O Banco de terrenos
para futuros desenvolvimentos soma R$9,1 bilhões.
O grupo Camargo Corrêa é um dos maiores conglomerados empresariais brasileiros. Atua em engenharia e construção
(infra-estrutura, construções e edificações, construção naval e incorporação); na indústria, controla um dos principais
complexos de cimento da América do Sul (Cauê/Loma Negra); a maior fabricante de calçados do país (Alpargatas); e está
presente no setor têxtil com a Tavex, líder mundial em produção de denim. Participa também do bloco de controle da
CPFL Energia, maior investidora em energia elétrica do país; da CCR, concessionária que opera as principais rodovias
brasileiras; e da Usiminas, a principal empresa de aços planos na América Latina. Tem, por fim, participação relevante na
Itaúsa, um dos maiores conglomerados financeiros nacionais. As suas empresas controladas empregam diretamente
mais de 54 mil funcionários.

Este relatório contém considerações futuras referentes às perspectivas do negócio, estimativas de resultados operacionais e financeiros,
e às perspectivas de crescimento da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário. Estas são apenas projeções e, como tal, baseiam-se
exclusivamente nas expectativas da administração da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário em relação ao futuro do negócio e
seu contínuo acesso a capital para financiar o plano de negócios da Companhia. Tais considerações futuras dependem,
substancialmente, de mudanças nas condições de mercado, regras governamentais, pressões da concorrência, do desempenho do setor
e da economia brasileira, entre outros fatores, além dos riscos apresentados nos documentos de divulgação arquivados pela Camargo
Corrêa Desenvolvimento Imobiliário e estão, portanto, sujeitas a mudanças sem aviso prévio.
As informações no relatório de desempenho sobre vendas contratadas, VGV (Valor Geral de Vendas), EBITDA, margem EBITDA, receitas
e resultado de venda de imóveis a apropriar, venda potencial, velocidade de vendas e metragem de terrenos não foram objeto de
revisão especial pelos auditores independentes.

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES


ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE – ITR

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário S/A Empreendimentos e Participações
CNPJ 67.203.208/0001-89
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Camargo Corrêa S.A. 74.698.795 66,11 - - 74.698.795 66,11
CNPJ 01.098.905/0001-09
Conselho de Administração 1.071 0,00 - - 1.071 0,00
Conselho Fiscal(1) 0 0,00 - - 0 0,00
Diretoria 96.300 0,09 - - 96.300 0,09
Outros 38.203.834 33,81 - - 38.203.834 33,81
Total 113.000.000 100,00 - - 113.000.000 100,00
(1) O Conselho Fiscal foi instalado na AGO de 14/04/2010

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: Camargo Corrêa S.A.
CNPJ 01.098.905/0001-09
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Participações Morro Vermelho SA 48.941 99,99 93.099 99,99 142.040 99,99
CNPJ 03.987.192/0001-60
Outros 5 0,01 1 0,01 6 0,01
Total 48.946 100,00 93.100 100,00 142.046 100,00

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POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: Participações Morro Vermelho S.A.
CNPJ 03.987.192/0001-60
Ações Ordinárias Ações Total
Acionista Preferenciais
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
RCABON Empreendimentos e Participações S.A. 749.998 33,33 - - 749.998 11,11
CNPJ: 09.594.448/0001-55
RCABPN Empreendimentos e Participações S.A. - - 1.498.080 33,29 1.498.080 22,19
CNPJ: 09.594.459/0001-35
RCNON Empreendimentos e Participações S.A. 749.998 33,33 - - 749.998 11,11
CNPJ: 09.594.570/0001-21
RCNPN Empreendimentos e Participações S.A. - - 1.498.080 33,29 1.498.080 22,19
CNPJ: 09.594.480/0001-30
RCPODON Empreendimentos e Participações S.A. 749.998 33,33 - - 749.998 11,11
CNPJ: 09.594.541/0001-60
RCPODPN Empreendimentos e Participações S.A. - - 1.498.080 33,29 1.498.080 22,19
CNPJ: 09.594.468/0001-26
RRRPN Empreendimentos e Participações S.A. - - 5.760 0,13 5.760 0,09
CNPJ: 09.608.284/0001-78
Outros 6 0,01 - - 6 0,01
Total 2.250.000 100,00 4.500.000 100,00 6.750.000 100,00

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COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: RCABON Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ 09.594.448/0001-55
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Rosana Camargo de Arruda Botelho 749.850 100,00 - - 749.850 99,98
CPF: 535.804.358-68
Outros - - 150 100,00 150 0,02
Total 749.850 100,00 150 100,00 750.000 100,00

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: RCABPN Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ 09.594.459/0001-35
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Rosana Camargo de Arruda Botelho 1.499.890 99,99 - - 1.499.890 99,99
CPF: 535.804.358-68
Outros 110 0,01 - - 110 0,01
Total 1.500.000 100,00 - - 1.500.000 100,00

09/11/2010 19:11:11 Pág: 82


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COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: RCNON Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ 09.594.570/0001-21
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Renata de Camargo Nascimento 749.850 100,00 - - 749.850 99,98
CPF: 535.804.608-97
Outros - - 150 100,00 150 0,02
Total 749.850 100,00 150 100,00 750.000 100,00

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: RCNPN Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ 09.594.480/0001-30
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Renata de Camargo Nascimento 1.499.890 99,99 - - 1.499.890 99,99
CPF: 535.804.608-97
Outros 110 0,01 - - 110 0,01
Total 1.500.000 100,00 - - 1.500.000 100,00

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: RCPODON Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ 09.594.541/0001-60
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Regina de Camargo Pires Oliveira 749.850 100,00 - - 749.850 99,98
Dias CPF: 153.204.398-81
Outros - - 150 100,00 150 0,02
Total 749.850 100,00 150 100,00 750.000 100,00

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: RCPODPN Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ 09.594.468/0001-26
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Regina de Camargo Pires Oliveira Dias 1.499.890 99,99 - - 1.499.890 99,99
CPF: 153.204.398-81
Outros 110 0,01 - - 110 0,01
Total 1.500.000 100,00 - - 1.500.000 100,00

09/11/2010 19:11:11 Pág: 83


SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 30/09/2010

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS DETENTORES DE MAIS DE 5% DAS AÇÕES DE CADA ESPÉCIE E CLASSE DA
COMPANHIA, ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA
Posição em 30/09/2010
(Em unidades de Ações)
Companhia: RRRPN Empreendimentos e Participações S.A. CNPJ 09.608.284/0001-78
Ações Ordinárias Ações Preferenciais Total
Acionista
Quantidade % Quantidade % Quantidade %
Rosana Camargo de Arruda Botelho 1.980 33,33 - - 1.980 33,33
CPF: 535.804.358-68
Renata de Camargo Nascimento 1.980 33,33 - - 1.980 33,33
CPF: 535.804.608-97
Regina de Camargo Pires Oliveira Dias 1.980 33,33 - - 1.980 33,33
CPF: 153.204.398-81
Total 5.940 100,00 - - 5.940 100,00

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20.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES


POSIÇÃO DOS CONTROLADORES, ADMINISTRADORES E AÇÕES EM CIRCULAÇÃO

POSIÇÃO ACIONÁRIA CONSOLIDADA DOS CONTROLADORES


E ADMINISTRADORES E AÇÕES EM CIRCULAÇÃO
Posição em 30/09/2010

Quantidade de Ações Ordinárias Quantidade Total de Ações


Acionista
(Em Unidades) % (Em Unidades) %
Controlador 74.698.795 66,11 74.698.795 66,11
Administradores:
Conselho de Administração 1.071 0,00 1.071 0,00
Diretoria 96.300 0,09 96.300 0,09
Conselho Fiscal(1) 0 0,00 0 0,00
Outros Acionistas 38.203.834 33,80 38.203.834 33,80
Total 113.000.000 100,00 113.000.000 100,00

Ações em Circulação 38.203.834 33,80 38.203.834 33,80


(1) O Conselho Fiscal foi instalado na AGO de 14/04/2010

POSIÇÃO ACIONÁRIA CONSOLIDADA DOS CONTROLADORES


E ADMINISTRADORES E AÇÕES EM CIRCULAÇÃO
Posição em 30/09/2009 (12 meses atrás)

Quantidade de Ações Ordinárias Quantidade Total de Ações


Acionista
(Em Unidades) % (Em Unidades) %
Controlador 74.698.795 66,10 74.698.795 66,10
Administradores:
Conselho de Administração 1.071 0,00 1.071 0,00
Diretoria 76.618 0,06 76.618 0,06
Conselho Fiscal(1) 0 0,00 0 0,00
Outros Acionistas 38.223.516 33,84 38.223.516 33,84
Total 113.000.000 100,00 113.000.000 100,00

Ações em Circulação 38.223.516 33,84 38.223.516 33,84


(1) O Conselho Fiscal foi instalado na AGO de 14/04/2010

De acordo com o Estatuto Social, capítulo XII artigo 46, a Sociedade, seus acionistas,
administradores e os membros do Conselho Fiscal da Sociedade, obrigam-se a resolver, por meio
de arbitragem, toda e qualquer disputa ou controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada ou
oriunda, em especial, da aplicação, validade, eficácia, interpretação, violação e seus efeitos, das
disposições contidas neste Estatuto Social, nos acordos de acionistas arquivados na sede da
Sociedade, na Lei n.° 6.404/76, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo
Banco Central do Brasil e pela CVM, bem como nas demais normas aplicáveis ao funcionamento
do mercado de capitais em geral, ou delas decorrentes, além daquelas constantes do Regulamento
de Listagem do Novo Mercado, do Contrato de Participação do Novo Mercado e do Regulamento
de Arbitragem da Câmara de Arbitragem do Mercado, em conformidade com o Regulamento da
Câmara de Arbitragem do Mercado instituída pela BOVESPA.

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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

RELATÓRIO DE REVISÃO DOS AUDITORES INDEPENDENTES

Aos Acionistas e Administradores da


Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário S.A.
São Paulo - SP

1. Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais - ITR,


controladora e consolidado, da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário S.A.
(“Companhia”) e controladas, referentes ao trimestre findo em 30 de setembro de
2010, compreendendo o balanço patrimonial, as demonstrações do resultado, das
mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado, as notas
explicativas e o relatório de desempenho, elaborados sob a responsabilidade da
Administração.

2. Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo
IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o
Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e consistiu, principalmente, em:
(a) indagação e discussão com os administradores responsáveis pelas áreas contábil,
financeira e operacional da Companhia e de suas controladas quanto aos principais
critérios adotados na elaboração das Informações Trimestrais; e (b) revisão das
informações e dos eventos subsequentes que tenham, ou possam vir a ter, efeitos
relevantes sobre a posição financeira e as operações da Companhia e de suas
controladas.

3. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhuma modificação


relevante que deva ser feita nas informações contábeis contidas nas Informações
Trimestrais referidas no parágrafo 1 para que estas estejam de acordo com as normas
contábeis adotadas no Brasil e com as normas expedidas pela Comissão de Valores
Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais.

4. A Companhia mantém transações em montantes significativos com partes


relacionadas. A nota explicativa nº 15 contém informações sobre essas transações, seus
impactos nos resultados das operações e sobre os ativos e passivos correspondentes.

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21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA


5. Conforme mencionado na nota explicativa nº 2, durante o ano 2009 foram aprovados
pela CVM diversos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações Técnicas emitidos
pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC com vigência para 2010, que
alteraram as práticas contábeis adotadas no Brasil. Conforme facultado pela
Deliberação CVM nº 603/09, a Administração da Companhia optou por apresentar
suas Informações Trimestrais utilizando as normas contábeis vigentes no Brasil até 31
de dezembro de 2009. Como requerido pela citada Deliberação, a Companhia divulgou
esse fato na nota explicativa nº 2, e a qualificação das principais alterações que
poderão ter impacto sobre as suas demonstrações financeiras do encerramento do
exercício e os esclarecimentos das razões que impedem a apresentação da estimativa
dos seus possíveis efeitos no patrimônio líquido e no resultado.

São Paulo, 5 de novembro de 2010.

DELOITTE TOUCHE TOHMATSU José Roberto P. Carneiro


Auditores Independentes Contador
CRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 109447/O-6

09/11/2010 19:11:14 Pág: 3


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02048-6 CAMARGO CORRÊA DESENV. IMOBILIÁRIO S.A. 67.203.208/0001-89

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 7
04 01 04 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 9
05 01 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/07/2010 a 30/09/2010 11
05 02 05 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 30/09/2010 12
08 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 13
08 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 14
09 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 16
10 01 10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO 18
11 01 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/07/2010 a 30/09/2010 20
11 02 11 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 30/09/2010 21
06 01 NOTAS EXPLICATIVAS 22
07 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 72
12 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 73
20 01 OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 81
21 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 86/87

09/11/2010 19:11:14 Pág: 88