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Acolhimento: Como fazer a transição para os Anos Finais

do Ensino Fundamental

Orientação: Orientar os estudantes do 5º ano e recém chegados ao


6o. ano, de forma consistente e continuada, sobre os novos
componentes curriculares, a nova relação professor-aluno e as demais
mudanças que enfrentarão na transição para os Anos Finais.

Tutoria: Criar programas interessantes de acolhimento e tutoria para


os novos estudantes dos Anos Finais.

Foco no acolhimento: Incluir a contextualização dos novos alunos no


planejamento da equipe da escola, garantindo momentos de
discussão coletiva, para que todos conheçam a realidade e o perfil dos
adolescentes que estão chegando ao 6º ano.

Professor de referência: Ter um professor de referência para cada


turma do 6º ano.

Laços: Promover estratégias para a criação e fortalecimento de laços


afetivos entre os alunos e professores no 6º ano, como, por exemplo,
convivência na hora do recreio/merenda.

Entre alunos: Promover vivências e grupos de conversas entre


alunos de 5º e 6º anos.

Alunos acolhedores: Criar um programa para que estudantes


assumam o papel de acolher os novos alunos, para apresentarem a
eles o espaço físico, promoverem a integração com os colegas,
compartilharem informações sobre as aulas etc.

Aluno de referência: Parear cada aluno do 6º ano com um estudante


de referência/tutor do 7º, 8º ou 9º anos, responsável por ajuda-lo na
sua adaptação.

Período de acolhimento: Criar a semana, quinzena ou mês de


acolhimento para acolher o aluno e sua família e alinhar detalhes
sobre as mudanças e novidades dessa transição.
Envolvimento das famílias: Criar estratégias e programas para
preparar as famílias a participar ativamente e contribuir com o
processo de transição dos adolescentes dos Anos Iniciais para os
Anos Finais.

Revisão do currículo: Considerar as especificidades da transição na


revisão curricular do 5º e do 6º anos, de forma transversal e
sistemática.

Estudo orientado: Promover atividades de estudo orientado para que


os estudantes, especialmente do 6º ano, possam ampliar sua
capacidade de se organizar para a aprendizagem de forma mais
autônoma.

Aulas por área de conhecimento: Planejar e executar aulas por


áreas de conhecimento, como forma de ampliar o tempo de aula, a
interdisciplinaridade e as possibilidades de interação entre os
professores e destes com seus alunos.

Nivelamento: Diagnosticar os níveis de aprendizagem e


desenvolvimento dos alunos que chegam ao 6º ano e criar um amplo
programa de nivelamento que inclua o apoio pedagógico dentro e fora
da escola.

Contraturno: Oferecer atividades de contraturno, com foco no


nivelamento e no desenvolvimento de novas linguagens.

Monitoria: Criar programas de monitoria em que alunos mais velhos


ou mais avançados sejam monitores dos colegas e os ajudem a
aprender e se desenvolver.

Histórico dos estudantes: Criar os históricos e registrar o percurso


de aprendizagem de cada estudante, a ser alimentado e consultado
constantemente pelos professores, e estruturar um sistema efetivo de
monitoramento de dados com base nesses históricos e registros
individuais.

Manutenção de turma: Quando a transição se der na mesma escola,


criar estratégias para manter a mesma turma de alunos na transição
entre os Anos Iniciais e Finais.