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uhracompacto,projaadopam reproduçãodetoda gama
audível,possibilitandomontagensrápidase econômicas,

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poisdiçensa o usode reprodutordesonsagudos
(tweeter)e de divisorde freqüência.
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e agudos,e ótima respostade transientes,
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muitomaisahemativas de som fiel,limpoe perfeito.
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24 REVISÌA rúONlÌOR dc Rddio ê Televìsõo


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26 REVISÌA ,!^ON|ÌOR dê Ródio e Tèlevisão


DIODOZENER surto que o diodo po-
de supoÌtar durante
um especificado inter-
valo de tempo.
E DIOD O DE - Queda de tensão no
diodo polarizado na re-
gião direta.

REFEREI{CIA Is - Corrente direta para


definir V3..
! Vo/oC- CoeÌicíente de tem-
peratuÌa ale tensão Vr.
AVze - Estabiliilade de ten-
são. Exprime a mudan-
ça da tensáo Vz para
um dado conjunto de
parâmetros.

CfTR,VA CAR,ACTER,TSTICA
TENSÃO X COIìÌiDNa[E

5higuemiÍu
Umaloshi *
A fig. 1 ilustra a curva ten-
Lqqianode Oliveira* são X corrente do dioilo re-
gulador de tensão, bem como
o seu simbolo usual.

A curva caracteristica mos-


tra que o diodo pode conduzir
em ambas dfeeões. A tensão
reversa de ruptura (Vz) é de-
terminada pelo processode fa-
I _ DIODO DE SILICIO dzado na região reveÌ- bricação e pela resistivialaale
REGUI,ADOA, DE sa. do material usado. As caracte-
TDNSÃO (ZANDE) Íztr - Corrente de teste apti- rísticas na região direta são si-
cada para definir Vz. milares àquelasassociadascom
INTR,ODÜçÃO Iz:{ - Corrente de teste que qualquer aliodo de silicio pola-
define o ponto d,a cur- rizailo na regiáo direta: não
O diodo de silício Ìegulador va no qual o diodo co- há mudança sensivel de cor-
de ten6ão é um dispositivo se. meça a entrar na Ìe- rente até a tensão direte atin'
micondutor de dois terminais, gião de ruptura, Este gir cerca de 0,6 volt. Em am-
comumente conhecido como ponto define o "joelho" bos os casos a corrente precr'
diodo zener, que fomece uma da curva caracteristi- sa ser limitada externarnênte
tensão aproximadamente cons- ca do dioilo. ou o dispositivo pode ser ales'
tante entre seus terminais, Z"r * IÌnpedância do atiodo truialo ileúalo ao aquecimento
quanilo operado na regíão re. com Izr a,plicailo. inteÍno,
versa de ruptura (anodo ne- ZzR - Ìmpedância do diodo
gativo). Quando operado coÌn ' na cor_rentelzr, Para que o diodo reguÌador
polarização direta (anodo po- I! Corrente revetsa. Cor- de tensáo cumpra seu obietrvo
-
sitivo) o diodo regulador se rente que circula pelo de fornecer uma tensão de sai"
comporta como um diodo co- da constante é importante que
diodo quando é aplica-
mum polarizado diretamente. a impedância dinâmica na re-
da uma tensão rever-
gião de operação seja a mais
sa menor que a tensáo
STMBOLOS D DEFINIçÕI-ÁI baixa possível. Quanto me-
de ruptuÌa.
nor a resistênciadinâmica,me-
fzu - Corrente máxiÌna que
Vz - Tensão de ruptura nor seÌá o desvio da tensão
pode ser aplicada ao
' quan d oo alio do ép oÌa - devido à mudanqa na corrente
diodo sem ultrapassar
de operação.
os ÌimÍtes ale potência
especificaalqs. A impedância dinâmica é
* ala IOOTBON S.A, Is - Máxima corrente ile usualmente especificada em

353 . SETEMBRO DE 197?


dois pontos da curva: o Ponto
de operação especificado Pelo
fabricante (zza) e o de "joe-
lho", onde o dispositivo come'
Ca a funcionar coÌno regula-
dor de tensão (Z.K'). A aga' Figurô |

ilez do "joelho" é uÌna boa in-


dicação da Ìegulação do dis-
positivo. Â irnpedância dinâ-
mica decresce com o acrés-
cimo da corrente; contudo,
uma boa regulação pode ser
obtida operando-se em qual-
pecificaçáo de corrente de ça no co€ficiente de tempera'
quer ponto depois do "ioelho". surto durante um inteÌvalo de tura não é tão dnâstica quanto
tempo de 10O ps, em baixas tensões.Há uma re-
Sob condições ideais não de-
gião, em torno de 5 volts, na
veria circular corrente Pelo re-
guÌador antes de ocorrer a EFDITOS DD qual o coeficiente de tempe-
ÌuptuÌa, contudo, devido às TEMPDRATT'R,A ratura é praticamente nuÌo; no
entanto, essePonto é bastante
lropriedades intrínsecas do se-
micondutor, circula pelo dis- Todos os semicondutores so- dependente da corrente de
positivo uma pequena corren- frem mudança de parâmetros operação.
te chamada coÌTente reversa com a temperatÌrÌa. No caso
(IR). Essa corrente é comu- dos diodos regulailores de ten- Junções de silício ìpodemre-
mente especificada em 80% são é de suma importância a sistir a tempeÌaturas superio-
ila tensão nominal de zener e variação da tensão de zener res a 20OaC. Geralmente o fa-
sofre u'a mudança sensivel (Vz) com a temÌ)eratuÌa. Co- tor que limita a temperatura
com variação de temperatura. mo é sabido, uma junção po- máxima de operação é o mê-
Para uma vadação de tempe_ larizada diretamente tem um todo de construção. A maioria
Ìatura de junção de 25aC a coeficiente de tempeìratura das e€pecrÌtcaqoesoao r io-u
1504C, I! aumenta apÌoxima' (TC) negativo entÌe -1,6 para tempeÌatrra máxima de
tlamente 100 vezes. e -2,2 mV/aC, depen- otr)eração.
'Ì'V/oCdos métodos e materiâis
alendo
Em condições de surto, o dio- usados na fabricação. A de-
do pode suportar uma corren- pendência ile terri,peratura do FABR,ICAçÃO DA .'UNçÃO
te muito maior do que aquela diodo regulador de tensão ope-
especificada para regime con. rado no moalozener é um tan- O estágio inicial de fabrica-
tinuo de opêração (IzM). A to diferente. A fig. 2 mostra ção do regulador de tensáo é
mâxima corrente de suÌto a variação do coeficiente d€ comumente conhecido como
(Ìs) é usualmente especific'a- temperatura com a tensão ze- "processo de crescimento do
da para um pulso de duraqão ner. Pela curva observa- cristal", Ao silício policrista-
de 8,3 ms (meio ciclo de 60 mos que para tensão ze- lino ultra puro é adicionaala
Hz); contudo: deúdo ao au- ner menor que 5,1 V o TC é uma certa quântidade de im-
mento da utilização dos diodos negativo; caso contrário, po- purezas e a mistura é levaala
em circuitos digitais, existe sitivo. Para tensões maiores paÌa um estado de fusão em
também (em alguns casos) es- que 25 ou 30 volt6, a mualan- fomo indutivo. Um gérmen

É o,r

Fi guro 2

9 0.ol

tErsão oÉ zE[€Â(vzt

REVISTA MONIÍOR dê nédiô e Tcìevi"õo


Fisurc 3

Figu.o 4

monocristalino, selecionado Pa- discos: difusão ou difusão método apresenta algumas de-
ra estrutura, orientação e "alloy". O método de difusão ficiências, pois a borala da juÍì-
concentração de impuÌezâs de_ consiste em difundir material çáo fica exÍtosta à contamúa'
sejadas é colocado em um ca' do tipo N ou P em material aáo. A fig. 3-B mostra um
dinho e deixâdo em contacto P ou N, respectivarnente. As método onde a junção é pro
com silício fundido. logo que firnçõespor difusão "alloy" sáo tegida por uma camada de óxi-
o gérmen começa a fundir, ele formadas ,Ilor difusão de alu- do de silício (SIO"). Este mé-
é vagarosamente retirado alo mínio em material do tipo N. ' todo melhora o desempenho
cadinho de tal modo que o cris- Essas junções apresentam ca- do dispositivo. As figs. 3-C e
tal cresce com as prqprieda- racterÍsticas tle ruptura me- 3-D mostram os métodos Po!
des do gérmen, podendo atin- Lhoresem baixas tensões (2 a difusão "alloy".
gir as dimensões de 25 cm de 15 volts). O método de difu-
comprimento por 5 cm de aliâ- são é usado pâra produzir ele- MrÉTODOS
nletro quando totalmente mentos eqm tensão de ruptu- DD CONõTRUçÃO
crescido. O "cristal lingote", ra acima de 12 volts. Embo"
como é comumente chamado, ra os processos especificos de
Hâ dois métodos básicos Pa'
é entáo seccionado em discos fabricagão variem de um para
ra a construção de dioilos ale
de aproximadamente 400 pm, outro fabricante, as técnicas
vidro. A fig. 4-A iÌwtra o
os quais sáo lapidados e Poli- básicassáo bastante semeìhan- uso de uma curva "S" para
dos para se obter uniformida- tes.
fazer o contacto com uma ex-
de superficial.
tremidade da pastilha, estan-
A fig. 3 mostra uma vista do a extremidade oposta sol-
As junções são forrnâdas transversal das pastilhas nas dada diretamente no teÌminal
pelo uso de duas téctÌicas duas técnicas. A fig. 3-A ilus- Este método já foi utilizaalo
básicas quando na forrna ale tra uma difusão simples. Este pela maioria dos fabÌicantes
.

353 - SETEJITBRO DE 197? 29


e ainda hoje é usado em al-
guns casos.

À construçáo como mostra-


da na fig. 4-B elimina a cur-
va "S" pelo uso direto de ter-
minais. Este método tem a
vantagem de siÌnplificar a
construção do elemento e au-
mentar a capacidade de cor-
Figuro ó
Ìente ale surto e potência dis-
sipada.

Na fi g. 5ém os t r ado o e n -
:alNulamento em epoxi.
ÍEtaPEiAÌURÁ AüA|EI.ÌE CCI

na temperatura máxima de Parà certos dispositivos é


operação eürecüicada. Esta fornecida nas folhas de espe-
curya é somente váüda sob ar cificação a resistência térmi-
condições especificadas, ou se- ca da jurção para o invólucro.
ja, os terminais ligados a um fsso permite ao usuário deter-
dissipador de caÌor infinito. minaÌ a potência máxima de
UÌn dissipador de calor infini- lrabalho quando o dispositivo
to é definido como um "méto- é operado ao ar livre ou sem
do" pelo qual os teminais do um dissipador de calor infi-
ilispositivo são mantidos Íra luIo,
temperatura ambiente sob as
máximas condiçôes de potên- CIÜIA DO ÜSÜÁA,IO
Figuro5 cia. Se permitirmos que a
ternperâtura do terminal se Os diodos reguladores não
eleve acima da temperatura sáo usualÌnente conectâdos em
CÁR,ACTER,ÍSTICAS ambiente, a temperatura da paralelo. Â única aFlicação
TÉN,ttÍICAS jurìção também aumentará de ile algum interesse seria para
uma quantialaile equivalente' manter em condições muito se-
O regulador de tensão de Esse aumento de temperatura veras de coÌrente de suÌto, on_
silício tem propriedades térmi- limita a potência mâxima dis' de um único elemento seria in-
cas inerentes que devêm ser sipada. capaz de suportar. Em geral,
lêvadas em consideraçãoquan- a tensão ale ruptura de caala
do operado em altas tempera- O inveÌso da incÌinação da dispositivo é selecionada de
turas, para evitaÌ que o ele- curva de potência define a re- modo que ambas fiquem ba8'
mento seja danüicado por ex- sistência térmica alo elemen- tante próximas, caso contrá-
cesso ale temperatura na jun- to, Para a curva da fig. 6 a rio a potência de surto não
ção, A fig. 6 mostra uma resistência térmica pode ser será igualnente distribúda.
cuÌva típica de dissipação de caÌculaila:
potência para um encapsula- A ügação séÍie é mais co-
mento de vidro, de 400 m\M. 7250C 310aC mum. Em geral, para obter
Nota-se que a cuÌ'va decresce altas tensões de zeneÌ, os fa-
linearmente até potência nula 400 mW watt bricantes colocam "chips" em

Figvro 7

30 REVISTA MONITOR dê Ródio ê Telêvisão


I I Â

J
+
ì'
ï

-+i
l
I Figuío 8

;"
@
J T
@
;"
r,'^
o
série, A tensão ile ruptura sinal se torna negativo ocor- e limiar e alteração ale nivel
do conjur'ìtc é a soma dos ze- re o contráÍio, ou seja, CR, é CC de sinais.
ners individuais. operaalo no modo reverso e
CRa é polarizado diretamente. II _ DIODO DI}
Há aplicâções de grampea- O resultado é o "quailramen- NDXEBÊNCIÁ DE
mento nas quais dois regula- to" da onda senoidaìde entra- TENSÃO COM
doÌes são colocados em série da. coMPDNSA.çJÃO
com se,t catodo ou anodo co DE TDMPERATI'R,A
muns, como mostrado na fig,
7. Nessa ilustração, quando Dispositivosdessetipo, quan-
o sinaÌ de entrâda se torna po. do fabricados especialrnente INTBODUçÃO
sitivo, CRI opera na região para essa aplicação, são cha-
normal de zener e CR" é po. mados diodos de duplo anodo, O aliodode referência de ten-
larizado diretamente, of erecen. ou diodos grampeadores. Ou- são com compensação ile tem-
do baixa impedância e baixa tros exemplos de aplicações peratura, normalmente desig-
queda de tensão. QuanCo o são os controÌesde polaÌizaçáo nado por "diodo zener TC", ou

Figurô 9

#'-
, 0s


1" Ëq
Fisu.o l0 l'o" >t
I 'gE'
ÌË
I' o' ?s

CORREI'IT€O[ OP€RÀçÃO IMÂI

353 . SETEMBRO DE 197?


simplesmente diodo de refe- o efeito. Outras tensões de ratura do diodo zener começa
rência, foi especialmente de- Íeferência podem ser obtidas a aumentar (Positivo) Para
senvolvido Para foinecer unìÍl pela combinação de diodos ze- tensóes maiores do que 5 V-
tensão constante com o tempo ner e junções polarizadas di- Para um diodo zener de
e com a temperatura. Ìetamente, desde que tenhaÍn 7,8 V, o coeficiente de tem-
coeficientes lineares e compa- peratura é tle aproximadamen-
A estabilidade da tensão tíveis, de +0,o5%/"C ou +4,2 mY/rc-
eom a temlteraturâ é obtida Combinando este diodo coÌn
pela combinaçáo de coeficien- 2 junções diretas de -2,1
As junQões diretamente Po- mV/qC cada; Pode-se obter
tes de temperaturas opostos e
larizadas têm ulna queala de uma comÍ'ensação para as va_
de mesmo valor, do diodo ze'
tensão de aproúmadamente riações ate temperaturas. É
rrer e de junqões Polarizadas
0,? V pala urÌLa corrente de também muito impoúante que
diretamente.
?,5 mA e apresentam coefi' a,Ínbos apresentem coeficien_
ciente de temperatura negati' tes de temperatuÌa o mais li'
TDORIA DI] OPDRAçÃO
vo entre -1,6 e -2,2 mv/"c' near Possível, Podendo assiÌÍ!
O diodo de referência é uma O coeficiente depende do ma- ser utilizado em qualquer fai-
teriaì e do PÌocesso de fabri' xa de teÌnperatura. Isto nem
eombinação do diodo regulador
de tensão (diodo zener) com cação. sempre é Í'o,ssível e, conse-
uma ou mais junçõe6 retifica- qüêntemente, alguns tipos Pos'
doras conectadasem série (1). Como mencionado anterior' suem especificaalasas fsüas
O coeficiente de temperatura mente, o coeficiente de tempe- de temperatura ile operação.
positivo do diodo zener é igqal
ao coeficiente de temperatura ligura ||
negativo das junções, PoÉm
de sinal opo6to. A fig. 8 ilus-
1ra esquematicamente como o
zeneÌ e as junções são conec' 25.C A !È.C r 25'C A 45'C , 2á'q A 55'C ...... ... . ...Éíc .l
tadas para os 3 valores mais
utilizados ale tensões ale Ìefe"
Ìência.

O nümero de junQões Pola'


rizadas diretamente, necessá-
rio para um determinado tipo,
é função da tensão de "ioelho"
do zener.

Como mostra a fig. 8, uma


única junção direta é utilizada
para a tensão de referência de ...,, - ;:* Íi-x-.
6,2 V, 2 junçõês para uma re-
ferência de 9 V e 3 junções
trxrÌa uma referência de 11,7V. avzTi(Tcl:r2,5iv (o'c a e5'cl
É necessárjomais de uma iun. ôvzÌ2tÌCl:25hv (25'q A ?5'Cl
ção direta para as tensões de
referência de I V e 11,? V,
devido ao coeficiente de tem-
peratura positivo do zener au-
mentar com a tensáo de "joe-
lho", a partir de um certo ì/a-
lor, necessitando Í'ortanto de
um coeficiente de temlreratura
negativo maior para cancelar

(f) Esóa.s jun(ões ile corn-


Pensaçã,o são às vezes co-
nhecialaE ItoÌ esta-bistor€s Fi guro l 2

REVISTA dê Ródio e Ìclêvisõo


32 ^{ONITOR
CARACÍEEiSTICAS V-I Estes valores também sãc necidos os limites de variação
especificadoÊ em PPM/qC. da tensão de referência,
Às caracteústicas V'f dos Por exeÌnpÌo: um tipo de
diodos de referência são simi- 0,007% /+C pode ser identifi- ESTABILIDADE NO TEMPO
laÌes às do diodo zener coÌn cado como sendo de 10 PPM/
a exce4ãode que eles possuelÌì /aC ou 10 pVlVeC. Este mé- Especificando o diodo com
elevada tensão de ruptura na todo s'llpõe que os coeficientes um baixo coeliciente de tem-
polarizaçáodireta (ver fig. 9). de temperatura são lineares peratura náo necessaúamente
Ìsto é devido à alta tensáo d€ dentro de uma faixa extrêma implica que a tensão de refe-
avalanche reversa das junçõês ,ìÀ fôhhôrâ+,,' rência peÍmanecerá estávei du-
de polarização direta, Os dois rante Ìrm Ìongo peÌíodo de
parâmetros que o diferenciam Na realidade os coeficientes tempo.
do diodo regulador de tensão do zener e das junções neÌn
sáo a estabilidadeno tempo e sempre são lineares, principal- NormalÌnen te os fabricantes
na temperatura. Os diodos de mente para baixos valores de garantem a estabilidade parâ
referência podem ser analisa- coeficientes de teÌnperatuÌa. um periodo de tempo de ope-
dos como diodo zener com bai- ração, como por exemplo 1 000
xissimo coeficiente de tempe- Ìsto leva à técnica de medi- horas.
ÌatuÌa. da da "ampulheta", como mos-
tra a fig. 11, pela qual, em- Estes diodos de referência
O coeficiente de temperatu-
ra do diodo de referência é ex- bora seja uma relação linear, de tensão com compensaeáo de
tremamente detr)cndente da o coeficiente de teÍ4eratu.ra temperatura ultra estável, co-
está dentro da área sombrea- mo às vezes são chamados,
corrente de operaqão. A fig. 10
mostra a vaÍiação efetiva do da. são produzidos com estabili-
dade garantida menoÌ alo que
coeficiente de temperatura
Esta aproximaçãotem a des- 5 PPM/1 000 horas. Estâ ga-
com a corrente para o tipo
vantagem de Ìequerer uín rantia é somente válida se o
apresentado na fig. 8-4. É
grande núrnero de pontos de coÌnDonente for operaalr na
possíve1melhorar o coeficien-
teste para garântir a opera- temperatuÌa e na corrente es-
te de temp€ratuta através de
ção dentro da "ampulheta". pecificada pelo fabÌicante. A
um ajuste fino na corrente de
fig. 13 mostra um gráJico de
operação.
Um ouÌro método, de maior variação de iensão em função
aceitação, é o chamado mé- de temper.atura de operação
DEFINIçõEB
todo da "caixa", onde são es- para o diodo 1N4895.
DO COEFTCIENÍE pecificadas as máximas va a-
DI) TDMPEÊATUR'A
ções de tensão em milivolts Como o diodo de referência
InicialÌnente, nos diodos de para toda a faixa de tempera- é basiqamente um diotlo zener,
referência de tensão com com- tura (veja fig. 12). com junções diretas conecta-
pensação de temperatura, o das em séÍie, os métodos ile
coeÍiciente de temperatura foi Este método de definição do fabricaçáo são idênticos aos
definido em Eo/'oC, islo ê, a coeficiente de temperatura é que foram descritos anterior-
máxima variaçáo PercenhlaÌ mais prático tanto para o en- mente. Há, entretanto, uma
na tensão de Ìeferência (ou genheiro de projeto quanto pa- exceção PossíveÌ. Alguns dio-
avalanche) por grau Celsius !a Ìa o fatricante. O fabÌìcante dos de referência de 6,2 V uti-
temÌreratura ambiente. Os va não tem tanto interesse na 1i. lizam uma única pastilha, isto
Iores comuns eE ecificados nearidade, desde que não ex. é, as junções zenet e alê com-
sâo !O,Ol% /+C, !O,oo'%/ec, ceda a máxima vaÌiação dentro pensaçáo são difundidas numa
:!,O,N2%/'c, tq$l%/aq dos extremos de temperatura- mesma Pastilha, nün mesmo
),O,OOO\%/aC e !0,0002%/ O engenheiro de projetos pre- processo. A fig. 14 ilÌrstra
fere este método, pois são for. estâ tecnica de fabricação, que

Figuro | 3

90

353 . SETEMBRO DE 19?7 33


F i g u Í o t4

tisurc l5

Figuro ló

tem a vantagem de ser um Pro- de operaçáo seÍn alteração, À corrente de operação de'
cesso simpìes de fabricaçáo, de,sdeque a cotrente seja a ve ser mantida em alto grau
sem a necessidade de soldas especificada. ile precisão Para garantir o
desempenho especificaalo Pelo
MÉTODOS À operação noÍnal asseS;Ìl- fabÌ'icante.
DE CONSTnÜçÃO ra que a máxima ternperatu-
ra da junçáo não seja uÌtÌa- Â fig, 16 apresenta uma re'
Os diodos de refeÌência de passada.Entretanto, Para apli- presentaçáo esquemática de 2
teÍrsão são encapsuÌados em caç&s útÌa estáveis, as téc- circuitos que podem gerar cor-
vialro, epo{r' e metal, sendo os nicas de montagem podem afe- rentes constantes. É neces-
de 400 mW os maÌs conheci' tar o valor absoluto da !e,fe- sária uma fonte ile alimen-
dos. rência. taçáo bastante estável Pa-
ra manter lzr na Corren_
A fig. 15 mostra técnicas de Não existem a,plicaçõesusu- te adequada, no circuito da
construção Para esses titrtos. ais de operacão de diodos de fi.g. 16-4. Por outro ladq o
referência em paralelo; en- circuito mostrado na fig, 16-B
coNsrDERAçttEs tretanto, opeÌação em série é pode fornecer uma coÌrente
ÍER,}IICAS muito comum. Quando ope- constante inilependente de va-
ranalo em série, o projetista riação de tensão da fonte de
O diodo de referência é Pro- deve selecionar tipos que te- alimentagão.
jetado para operaÌ na tempe- nham a mesma corrente de
raturâ máxima especificada tesÌe.

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353 - SETE1VIBRODE 1977 35


d'e
tonte ililnenta
ReUtllad
coNcLUsÃo

N.a.saíala do retificador teÌnos uma tensão CC ção usanalo sistema mecânico nÌrnca têm boa
pura. Quândo ligamos uma carga vaiiáveÌ a es- eficiência; a variação de tensão dê saída não é
ses terminais a tensáo nem sempre se mantém feita com muita rapidez. É mais usado atual-
constante; a tendência é de haver ulna flutua- mente, por ser mais eficiente, o sistema eletrô-
ção proporcional à variação da caüga, .d solu- nico.
ção é colocaÌ-se entre o retificador e a carga
um reguÌador ou estabilizador, de maneira a O Ìegulaalor de tensáo mais simples utiliza as
propriedades do diodo zener, mas este náo se
compensar estas variações.
mostra muito eficiente quando a carga exige
irma coÌ'rente relativamente intensa; isto se de.
ve ao fato de que a potência dissipada sobre o
Ìnesmo torna-se elevada. Daí só nos resta o uso
do trarsistoÌ. Os reguladores que usam transis-
toÌes são de dois tipos: série e paralelo; em
ambos os casos o tÌansistor lunciona como sen-
do um resistor variável colocadô entre a saída
tla fonte e a carga, formanalo um divisor de ten-
são en'sér{e com o resistor de carga.
Figüro 9
Divilor de tenrõo. Na fig, 10 (À e B) temos o esquema simpli-
Íicado de uma fonte rcgulada, formad.a por D1,
O regulador funciona baseado em wna reali- R1 e Q1. D1 ê usado para Íomecer a tensão de
mentaçáo, da saida para a entrada; quando a Ìeferência. O transistor QJ. funciona como sen-
carga aumenta (aliminui a resistência RL) há do um resistoÌ variável de alta vêlocidade, com
urna realimentação, de maneiÌa a ÌÍranter a ten- allo poaler de dissipação. Q1 faz parte do divi-
são de saida constaÌÌle. Na fig. I temos um di- sor ale tensáo entre a fonte e a, caÌga, com o
visor ale teÍrsão formado por Rl e R2. Ambas objetivo de manter a tensão de saida, coüstante,
são variáveis e estáo acopladas através de um mesmo para uma gÌ'ande variação do resistor
sistema de realimentação. À teÌLsão de salda de carga.
mantém a seguinte relação:
Quando varianos Rc a corrente atmvés aLe
Ve Vs R2 carga tamtÉm varia, mas a tensáo sobre o mes-
... vs: -- v€ mo se maìtém eonstante. A tsnsáo de saída
R1 +R R2 Rìl +R2 (Vs) está reÌacionada com a tensão tlo zener
(VZ) e coÍr a tensão da junçáo base-emissor
Quando R2 diminui (R2 está no lugar de RL) (VBE), Sendo que a tensáo vz é uma somatô
há uma realimentaçáo, fazendo !€riar o valor ria de VR.c e VBE, daí teÌnos VZ VR-c +
-
de Rl; esta variaçáo é feita de maneir.âa corri- + vBE, sendo que VRC é o rresmo que Vs; as-
gir a tensão de saÍda, ou s€ja, manter a tensáo sim tèhos vz vs + vBE, Consideranalo-se
-
de saída constante. Os sistemas de r€alimenta- VZ colstante, ou como tensão ale referência,

36 REVISTA T ONITOR dê Ródìo e Têlêvi.õo


e [i u slá v el FrançiscoBezerraFilho*
ClaudioSeguraGil **

quando a tensáo de saida diminú, acarreta um A tensão de saída é uma soma de VZ +


aumento em VBE e, em conseqüência,aumenta + VCEI - vElE2, ou seja, Vs vz + vCEl +
a conduçãode Q1, diminuindo a resistênciaequi- -
+ \882. Tenhamos em mente que a tensão do
valente da junção emjssor-coletor e mudando zenet (vz) é fixa e as demais são variáveis.
a relação do diviso! de tensão. A tensão de saí- Quando a tensão de saÍda aumenta, VBE1 au-
da alìmenta até atingir a condição de eqúlíbrìo, menta em rêiação a VZ; IB1 também aumenta,
ou seja, VZ ,: Vs + VBE. Assim podemoses- aumentando IC e, ao mesmo tempo, diminuem
tabelecer o seguinte fluxograma: VZ constante, VCE1 e VBE2, diminuiÌrdo a conduçáo de e2;
Vs aumenta, VBE aurnenta, IB aumenta, IC au- isto equivaÌe a se aumentar sua resistência en-
menta, resistor coletor-emissor diminui, Vs di. tre coletoÌ-emissor e, em conseqüência,tem-se
minui. uma redução na tensão de saída. Assim_ temos
o seguinte fluxograma:

Vs
t var I ra I rc I ncnI v"l
vrnz I

Como vimos, houve uma realimentação da sai.


dr para a entrada. de maneira a corrìgjr a va-
riação de tensão que houve na saída. No caso No caso da tensão de saÍda diminuir, o flu-
da +pnsão de saida dìminulr, o fluxograma será xogTama será o contrário. A tensão no emissor
o contrário. de Q1 é constahte, fornecida pelo diodo zener e
por R1. A corrente do diodo é limitâda através
Na fig. 11 temos um esquema de um regula- de R1; esta, por sua vez, está Ìigada na tensão
dor série usando dois transÌstoÌes Q1 e @. A de entrada náo estabilizada- A tensão de saÍda
tensão de rêferêncj,a está ligada ao emissor de pode sêr alterada, alterando-se a relação do di-
Q1 e não na base, como era o caso da fig. 10; visor foÌ-mado por R.3 e R4, sendo que VR4 é
a variaçáo da tensão de saída é aplicada à base uma soma de VZ + LBE; a tenúo sobre R4
através de um diúsor de tensáo constituÍdo por (fig. 11) é uma soma de VZ + \rBEX, ao passo
R3 e R4. Q1 é um amplificador de erro. Mes- que VR3 é a soma de VCB1 + VBE2.
mo para uma pequena variação na tensão de
saída, essa variação é realimeÌìtada para a base CálcuÌo do ciÌcuito regulâ.dor
de Q1, onde é compaÌada com a tensáo de re-
ferência VZ e, ao mesmo ternpq é fêita a cor. O cáIculo aqui proposto baseia-se no circuito
reçáo da varÍação da tensão de saida. da fig. 11, com os seguintes dados:

LaboÌ. Técnico da TELDSP e Cooralen. tlo Curso de


Elotrônicâ (to Colégio Técúco Avarrço. ite Sto. A.maro
Téanico dâ TEI,ESP

353- SETEMBRO DE 197?


3T
Fi güío l O

Fonle (oÌÌì rêgulodor série.

t"
@
- tensão de entÌada não regulada Ve,:45 V; A tensão de entrada é de 45 V CC e â do dio-
- tensão de saída rêgulad.a Vs ": 20 V; do ou tensáo alê referência do zeneÌ é de 5,6 1r;
- corrente na carga IRC : 2 A. daí podemqs iletermjnar a tensáo sobrê Rl;
V e .: V R 1 + V Z.' . V R " L- V e -V Z-
Baseados nestes dados podemos calcular os ': 45 - 5,6 - 39,4 V. Por oìrtro lôdo, a cor-
demais parâmetros. Os diodos e transistores renÍe IZ ê a soma tle IRI f+ ICJ-. À corrente
são todos de silicio; no caso alos tÌansistores, a no dioaro foi dimensionada em 40 mA e a cor'
tensáo na junçáo base-emissor é de 0,7 V e a rente no coletor de Qi em 17 ÍrA- Assim te-
IRl + XC Q1 ..' 40 - 17 23 mÀ'
corrente alo coletoÌ é a mesma do emissor (IC É mos tZ:
-
IE), sendo rc ,- IIB - p' C-omo podemos
- na fig. 11, a tensão de entrada é igual à soma vR1 39'4
ver
da tensáo que cai sobre R1 e D1; dai temos: Finalmente temos Rl
IR1 23 mAr
Ve .:V Rl*V Z .

HI

Figüra Ì I
I
FônÌê regulodc com

.l
I

REYISTAMON ITOR de R ódi o


38
- t 173 a > 1500 a

A potência dissipada em R1 é VR1 X IRl =


'\ry-;empregamos por-
- 39,4 V . 23 mA : 0,89
tanto um resistor de 2 W. A potência dissipada
no diodo zener é de VZ - IZ j:5,6 V . 40 mA
0,22 W, ou 220 mW; ernpregamoA portanto -
-
um diodo de 300 ou 400 rn\M. A tensáo que apa-
rece sobÌe R2 é igual a VCB de Q2. Pode ser
definida como sendo Ve É 1G2 + \rBD + Vs,
sendo Ve : 45 V; \rBE2 É 0,7 e Vs É 20 V;
temos VR1 Ve - (VBEZ + Vs) È 45 -
.._ (0,7 + 20- v') = 24,3 v.

A corrente que circula através da mesma de-


pende de Q2; enquanto este está no corte toda
a corTente do coletor de Ql circuÌa atrâvés da
mesma; quando QZ vai è\ saturação a corrente
em R2 é mírÌima. Admitindo a coÌÌente do co-
letor de Q1 de 17 mA, temos:

vR1 24,3 V
ô: R1 ": _ 1429 o s 1500 O
IR1 17 mA

A coÌ"rente de drenagem que circula no divi-


sor foÌanado por R,3 e Rl é minima (está em
torno de 3,5 ÌnA). A tensáo que aparece sobre
R4 é uma soma da tensão do zener VZ corn
9E tr/BE1; dâi temos: VR4 i- Vz + !'BEl 5,6 +
-
iE{ -l- 0,? : 6,3 V; portanto,

vR4 6,3 V
TL4 _ - - 1800 o
IR4 3,5 mA

PoÌ sua vez \aR3 é a diferença entre Vs e vR4;


VR.3 Vs - VM : 20 6,3 1: 13,7 V. A
-
corrente que circula através de R3 praticamente
ê a mesma de R3. À corrente IB1 ê desprezível
em reìação às demais. O valor de R3 é deter-
minado através da fóÌÌnula

vR3 73,1 V
R 3 _: :3914 o
IR3 3,5 mA

Circuito finâl

Na fig. 12 temos o diagrama esquemáticofi-


nal da fonte. Como podemos ver sofreu Ì'eque-
gË nas modificaçôesem relaçáo ao da fig. 11. R3
da fig. 11 foi desrnembradoem dois (R5 e R6),
sendo R5 um potenciômetro que pemite variar
a tensáo de saída de 6 a 40 V. M1 é um medi
dor eom esca.lagraduaalaem ampères (0. . .4 A)
e em tensãode 0..,40 V. 52 (A e B) é uma cha-
ve do tipo alavanca, com dois pólos e duas posi-
ções, com repouso na posição central. Na po-

353 - SETEX\IBRO DE 19?? 39


siçáo 1A e 18 mede corrente, enquanto que na O fusível tr'2 na saída protege a Ionte contra
posiçãô 2A e 28 mede tensáo. Na posição cen- curto-ciÌcuito na sâiila; no caso de curto na sai-
tral da chave o instrumento é desligado do ciÌ- da o mesmo abre, evitando que danifique o tran-
cuito. sistor Q1. PaÌa conseguiÌ-se mais corrente, Q1
e Q2 formam um amplificador DAR.LINGTTON;
com isso aumentamos a capacidaale ale corrente
na saiila. Na fig. 13 temos o medidor M1. O
mesmo foi feito a partir de um microamperíme-
tro com fundo de escala de 10 pA. Na figura
temos o mesmo jâ alterado para medir tensão
ale 0 a 40 V, Cada 2,5 /A cor"responde a 10 V
ou 1 A. Após graduar-se as escalas de tensáo e
corrente podemos apagar a escala anterior de
0. . .10 pÁ.

Montag:em

FlguÍ! 13
A montâgem propriamente dita não deverá
âpresentar maiores problemas àqueles que pos-
Esrolo pdrc lêituíd dê tens6o ê (orrenie, o porlir
e s c o l o o r i g i n o l d e O o lO PA. suam alguma experiência. Provavelmente a
maior iliJiculdade se constituirá na confecção
da caixa; no nosso caso ela foi feita de chapa
de ferro Íro 22 e suas dimensões externas úo
de 22 cm (Ìargura) X 15 cm (altura) lX 14 cm
(profundidade). Outra solução seria construir-
-se a caixa com chapa de alumínio; enfim, cabe
ao Ìeitor decidir qual a meìhor solueão, depen-
dêndo da sua habilidade e do materiaÌ de que
disponha. As tigs. l5 e 16 mosÌram, rêspecti\a-
mente, o aspecto extemo e interno ala. fonte.

o circuito eÌetrônic-o pÌopriamente ilito está


montado numa placa de circuito impresso, cuJo
clesenho em tamanho natural está apresentado
F i g u Ío t4 na flg, 16: a disposição dos componentes na pla-
Vislo fronlol dc fonlê. ca está most?ada na fig. 17.

Fig'rro t 5

Visto inteÍnc do Íonle.

40 R E V IS TAMON IToR de & ódi o ê Tel èvi são


[igu.õ t6

PlôG.r de .iÍ(uito i.nPtêsso


êm tcmonho noluÍ.|, vistq
do lcdo do .rbre.

Quantlo a fonte estiver operando sob baixa âjustar para 110 V. Â tensão de saida é aius-
tensão de saida e máxima corrente (4 A), a . tada para 20 V (através de R5 - fig. 12), ten-
dissipação de potência de Q1 serâ reìativamen- são essa {ida no voltimetro (VRC) ligado em
te elevada. Isso exige que ele seia, montado paralelo com resistor de carga; em série com o
num dissipador de calor, de preferência comer- resistor de carga está ligado o amperimetro IRC,
cia[ (com aletas), ou pelo menos numa placa de no qual podemos ler a corrente através tla car_
aluminio (de 2 mm de espessura) com uma área ga. AjustaÌnos RC para urna corrente de caÌga
de 100 cm'?. de 2À; Ìigando-se e desligando-se a chave 51,
a tensão no voìtÍmetro não deve variar. Este
Os demais cuidados relativos à montagem não teste é feito para diversas correntes de saida,
exigem menção especial, tr)ois são aqueles que se mas sempre mantendo a tensão de saida em 20
empregarn noÍmaÌmente. V. Ern todas elas a vaÌiação de Íensão na sai-
da, nas condições coÌaÌ carga ou em âberto, não
Fator de reguladão deve variar além de t0,2 V.

É definido como sendo a capacidade q'ue a O fator ite regulaçáo pode ser calcúado pela
fonte (retificador + regulador) tem de auto- fórmula:
-ajustar-se às variações de tensáo e/ou corrente
na saída. O iator de regulaqão ou de estabilida- V a-V c
de é dado em percentual (%); em fontes bem 'eP I d-\ - 1 IO0
elaboradas chegam-se a valores dê O,O5% a \%. vc
Na fig. 19 temos um dispositivo de teste de re-
gulação para fontes, onale RC é o resistor de
onde Va Ê tensão na saída sem carga, 51 em
carga; para esta finalidade podemos usar um
âberto, IRC ": 0; Vc r- tensão na saídâ com
reostato de 0 a 30 o e com capacidade de dissi-
carga, sl fechado, IRC t: 2 L...4 A.
pação de 100'r". 51 é um interruptor simples
através do quaÌ podemos ligar e desligar a car-
ga na saída. No nosso exemplos temos:

Na entrada temos um variador de tensão 20 - 19,8 V


("VARIAC") que permite vaÍiar-se a tensão de X
entrâda entre 80 e 130 V CA; de inicio devemos 19,8 V

353 - SETEMBRO DE 1977 4t


B( 0 r )
Rí '

ÍR2

TR I

_B +B L E D E ( 01)
FigrrÌolz
DisposiÍõodos.omponêntesno tcdo oposio do ptô(d.

o,2 80 a 130 V CA. A tensão de saída deve man-


LX 100 É
X ].CtO
-
I,l% ter-se inalterada ou com pequena variação, sem-
19,8 p(e menor q]ue zVo eÍn relação ao valor nominal.

Também se pode medir o fator de estâbilidade OafibÌa4ãô do metlitloÌ intemo


em relação à tensão de entrada. Para isso fi-
xamos a tensão de saída eÌn 20 V CC e corren- l]sa-se o mesÍro dispositivo da fig. 19, onde em
te em 2 A e variamos a, tensão dê entrada de VRC deve ser empregado um voltímetro padrão

Figrrroto
Circuito poro têste do fcror dê êsrobitidode.

R E Y IS TÂMON ITOR dê R ódi o e Têl evi sõo


com boa precisáo e com firndo de escala da or- R12 - tr)otenciômetro "tÌirnÌner" - tr'ot. c/ bo-
dem de 50 V, enquanto que o aÌnÌ)erímetro deve tão - 10 ko, Iinear
ser também de boa precisáo e com fuErdo de D1 -..- aliodo p/ 4 A, 2W VR (1N5402 ou equi-
escala de 5 .{. CoÌocando-se S]2 na posição de valente)
tensáo e coÌn a tensão de saida em 20 V, ajus- D2 - diodo .p/ 4 200 vR (1I\5r102 ou equi-
ta-se R11, cle maneira que o medidor da fonte vs,lente) ^,
inctique tarnbém 20 V. Este ajuste deve ser DB - aliodo p/ 4 2@ \IR (1N#02 ou equi-
muito 4rÌeciso, pois a precisão do medidor de' valente) ^,
pende ileste ajuste, D4 - diodo p/ 4 A, 2AO VR, (1N5402 ou equ'i-
\taJente)
A seguir efetuamos medidas em diversos pon- D5 - itiodo LED, 1,7 v, 30 mA
tos paÌa tennos certeza se a escal€, é lineaÌ' D6 - diodo z-ener, 5,6 v, 30O mw
Para - câlibrar a escala de corrente procealemos Q1 - transistor 2N3O55 ou equivaleÌrte
da mesÌna manei.ra que para a calibÌaéo da Q2 - transistor 8D115 ou equivêlente
tensão. CoÌocamosa chave 52,na posição "cor- Q3 - transistor BC108 ou equivalente
rente" e aiustamos a corrente IRC para 2 Á; C1 - cap€.citoÌ eletrolitico, 1000 pF, 70 V
através de R12 ajustaünos o medidor da fonte C2 - capacitor, 1 pF, 5OOV (sem polaridade)
para ler exatamente 2 A. L seguir eÍetuaÍno€ 51 - interruptoÌ simples P,/ 3 À
medições em diversos pontos para termos cer- 52 - chave de alavanca c,/ 3 posições (esquer-
teza da lineaÌidâde da escala do mediil,or. Apo€ ila, ilireita e repouso), com contacto du-
o ajuste podeÌnos lacrar os "trimpots" com es- plo
malte paxa eütamos alteraç6es. 53 - chave FI-H dupla (110-220 v)
Tl - transfoa'Ìnailor c,/ priÌnário p,/ 110 + 110
V e secundáÍio Pl 3Ú V, 4 A (Veterana
Liõta de componeEltes 662 ou equivailente)
Ml - micromperimetro, 0 a 1O PAr
R1 - resistpr de carbono, 6,8 W !ú%, 7/2'$
R2 - resistor de carbono,7,5k{\ Lú%, 2W Diversos:
R3 - rr*iStor de carbono, L,5 ]Kn, !ú%, 2W
R4 - resistor de caúono, 7,a W i5%, I/2 W 1 borne vermelho
R5 - Ìlotenciômetrd, 10 ko, linear, s,/ dhrave 1 bornê pr€to
R6 - resistor de caÌ,bono, ffio a, +ú%, U2 W 1 borre branco
R? - rêsistor de carbono, 330 1<fl, i\t%, 1/2 W 2 suportes P,/ firsíveis miniatuÌa
R8 - resistor de carbono, 2,2 k.Ír, !5%, V2 W 1 fusÍvel miniatuÌa, 2 A
R9 - reÊistor de fio, 0,4? Í,, 2 W 1 fusivel miniatuÌa, 4 A
R1O - resisto! de fio, 0,4? o, 2 W 1 cabo ale força com Plugue
RrÌ - potencÍômetro "trirrÌÌner" - pot. c,/ bo-
tão - 100 ko, linear

c o r à B o Rà çõ E S
Se você desenvolveu qlgum projeto origi-
nol, ou se tem em mente escrever cllgum
ortigo que qcredite ser de interesse dos lei-
tores, sugerimos que entre em conlocto co-
nosco, expondo o teor do rortigo, a Íim de
,. 1
que o mesmo possa ser submetrdo cÍ opre-
clocoo dc ríeooÇoo.

353 - SETEI\4B&O DE 197? 43


I - fnhodu(Ão

nrïr0Çr0 O estâgio avaneado da tecnologia atual na


transÌnissão de dados, tanto em sistemas ale com-
putadores que enviam dados para terminais re-
motoa, com velociilades de milhares de bits por
segundo, bem como em sistemas de modulação
FaI tipo FSK*, não iÌnpede q:ue haja erros na
recepçáo de dados, devido à existência de Ìuido
nos canais de transmissão.

O procedimento básico para detecção e cor-


reçáo de erros se resurne em projetar um código
no qual cada paìa\,Ta contenha mais bits do que
o necessârio para representar uma informação.

00aarÇÃ0 A primeira idéia que nos ocorreria seria a de


acrescentar um bit na palavra de infomaqão
(ibit de teste), de modo que a palavra final con-
tivesse, por exemplo, sempre um número paÌ
de l's (uns). Assim sendo, se tivéssemos um
núÌnero par de 1s nos bits dê informaçâo, acres-

DBBnn0s
centaríamos um 0 (zero) na posição de teste;
por outxo la.do, se a palawa de informação con-
tivesse um número ímpar de 1,s, colocariamos
1(um) no bit de teste.

Na recepção de dados bastaria verificar o


número de 1's recebido em cada palala.a; se fos-
se par, a palavra estaria corTeta; se fosse ím-

NAS par, algum erro teda ocorrido na transmissão.

Esse código de detecção de eÌro é bastante


utilizado e é chamado de teste de paridade, po-
tlendo ser de paridade par, como no caso expos-
to, ou de paridade Ímpar, se tivéssemos sempre
um número impar de l's nas palavras do código.

ÏNANSMISSOBS 1011
paridade
1

Na palâvra do código acima, verificamos o


número de 1's nos 4 bits de informação e acres-
centamos na posição de teste o bit de paridaale

llB DADOS par ( 1 ) .

Há limitações no uso do teste de paridade sim-


ples como mecanismo de detecção de erros, pois
há uma tendência da falha produzir erros simul-
tâÌreos em poslções adjacentes. Esta faÌha pas"
sarÍa despercebiala, pois não haveria mualança no

* FSK (.'Fïequency Shüt Keyingr') - Método


ile tÌanÊmlsÊãô onale o formãúo birlfuio de ló-
gica 1 6 repr€sontado poÌ um sina,l C,A de wna
aledã, freqüênciâ, enqúonto e lógica 0 (z€ro) é
Rôberto Braga ropÌesentatla por um sinal CA de fÌeqüência
rliferêntê.

44 R E V IS TA dè R ódi o e Tetêvi sõô


^ION l TOR
bit de paridade. Podemos tomar como exemplo somente se vj - vr (1)
a mesma palavra de 5 bits do item anterior: b) cl (vr, vr) d (vr, v:) Q)
- (3)
c) d (vr, v.) < d (vi, vr.) * d (v*, v')
paridade (4)
d) d (v:,vr) 3n
palavra transmitida 1011 1
palawa recebiila 1000 1
Raciocinandointuitivamente, parece-nosque o
envio de mensagens aleve ser feito com palawas
Para aumentaÌ o poder do teste de paridade,
de cdigo que possuam a maior distância pos-
podemos constmir um código de paÌawâs bi-di-
sível entre si. Podemos analisar melhor o fato
mensional, como na Tabela I. considerando todas as seqüências binárias de
comprimento n : 3. Há 2" :23 - I seqüên-
TÀBELI Ì
cias pos,siveis:
<-biis d. pnridáCè
I O L r 0 lir h.Ìiz!ìÃr.l
000 001 011 111
o L I 0 0 Ìlo
r l 0 0 liÌ
010 110
I
01 0 Ì 1 0 0 . 100 101
o o l Ì o o lr
É conveniente Ìepresentar as palavras do có_
aligo acima como os 8 vértices de um cubo, como
o mostmdo na fig. 1, onde o eixo x conesponalc
ao Slrimeiro digito, o eixo y ao segundo e o eixo z
ao retcelro.
Em adição à paridade de uma daila palavla
(paridade horizontal), os códigos geométric.G
usam paddade entre as palawas do có'digo. Os
bits de paridade horizontal são selecionados de
modo que cada linha (isto é, cada palalTa) con-
tenha um número ímpar de 1's. Os bits ale pa-
ridade vertica.l são selecionadosde maneira que
cada coluna contenha um númeÌo Dar de 1's,

Se houver erro em algum bit, este aparecerá


na linha e coluna corresponalente. Se erro,s si-
multâneos ocorrerem em duas posiçóes adjacen-
tes de uma palalTa de código, o teste de paÌialâ-
de da ünha não acusará êrro, mas os bits de
paridaale das colullas acusarão 2 erms.

É possivel projetar códigos que detectem ali-


retamente a oconência de eÌros em 2 posições
de bits com uma única palawa do cóaligo. Esses
cóiligos se denominam códigos de Hamming e ;igurc I
serão objeto de nosso estualo nos itens seguintes.
Apesar ale não ser possível a sua representa-
2 - Moilelo geométÌlco ção gÌífica, uma seqúência binária de compri'
ÌÌrento n pode ser considerâda como os vértices
Para se chegar ao modelo geométrico é ne. de um cubo n-dimensional.
cessário que se defina a distância d (vj, vr) en-
tÌe 2 seqüências binárias vr e vr de comprimento Vamos supor agora que todas as 8 seqüências
n. Essa distância - chamada de distância IIam- bintuias úo utilizadas para coalificar uma de-
ming - é igual ao número de dígitos em que ierminada fonte de informação. se algum digi'
v, e vl diferem. Portanto, se a distância entre to binârio sofrer alteração durante a transnús'
2 seqüêÌlcias é zero, as 2 sêqüências são ialênti- são, have!á um erro que passará despercebido,
cas. pois a mensagem recebida será inteÍpretada in'
coretamente como sendo uma das 3 ]tossíveijs
É fácit observar que esta medida de distância meDsagensque difeÌem de um digito ala mensÊ'
possui as seguintes propriedades: gem enviada, Esta situação é ilustrada na fig'
2 paÌa as palavras ile código 000 e 111. U'a mu-
a) d (v,, vL) > 0, com igualdade se e atança em um digito em cada uma dessas Í)ala-

353 - SETEI\4BRO DE 19?7 45


z

I
I

':______
i'
Figurc2

vras de código produz uma das 3 outras possí-


palawas do códìgo: 000 111
veis palavras.

Se escolhennos as palavrâs do código a uma pâl avrasnão \ál i das: 001 011
distânciâ de 2 entre si, entào qualquer erro sim-
ples terá uma palavrâ de código que não é uma 010 101
palavra válida, acusando a presença de um erro
na receípção. As palavras deste código são mos- 100 110
tradas abaixo, com os possiveis erÌos simples
(erros de 1 bit somente):
A Ìepresentação geométrica deste código d€
2 paìa!Ías é mostrada na fig.4.
palavras do código: 000 011 101 110

pala\,Tasnão vá-Ìidâs: 001 001 001 010


ï
I
010 010 100 100
,I ,_0,
100 111 111 111

 representação geométrica deste código de 4 t --- --1- 11'1


palavras é vista na fig. 3.
-.1+ Y

PoÌtanto, o recebimento de uma palavra de


código não válida simplesmente detectaria o erro,
sem corrigi-lo. Por exemplo, se recebêssemos
l/
a pala\ra 010 e sê livesse ocorrido um erro sim- __v
ples na transmissão, a pala\rÌa originaÌ podeda /
ser tanto 000 como 011, ou ainda 110.

Se aumentássemos a distância entre as pala- Fig'rrc 4


vras do código para 3 unidades, então qualquer
erro simpÌes deixaria a palavra mais trtÌóxima de Como podemos notar, o recebimento de uma
uma paÌavra de código correta, sigÌrificando que palavra não \'álida poderia ser corrigido para a
qualquer erro simples poderia ser cordgido. Nes- pala!'ra originâlmente enviada Assim sendo,
te caso, somente duas palavas seriam vá.Iidas. swondo que houvesse um erro simples na trans_
Abaixo são mostradas as palavras do código com missão e tivéssemos recebido a palavra 10i, a
os respectivos possiveis erros simples: palavra corrigida seria 111.

R E V IS TAMON ITOR d€ R ódi o e Íel evi sõo


46
TA-BEI-A II

Distânciâ, minima Significâdo

sem possibilidade de correçao


ou detecção de erro

detecção de elro simples

correção de erro silÍ)eÌes

correção de eÌro simples e


detecção de erro duplo

correção de e|ro dupìo

ETC

Surgiria entáo a seguinte pexgunta: e se hou- corrigidos se a inequação (5) Íor satisfeita
vesse 2 erros simuÌtâneos numa mesma pala'tra
durante a transmissão? Ora, náo seria possi- Por outro lado, pela escolha adequada de pa-
vel ïazer esta distinçáo. Teríamos que novamen- lawas do código, q eÌTos podem ser detectados,
te aumentar a distância entre pala\,Tas do có- mas não corrisidos se:
digo, além de aumentar o número de bits da pa-
lavra (n), para poder corrigir um erro simples d (vj, vÈ) ,: 2q, com j # k (6)
e aletectar Ìrm erro duplo.

A TabeÌa ÌI apresenta a relação entre a alis- Deve ser também notado que a uma alada dis-
tância minima entre palawas do ódigo, com o tância minima a corretabilidade pode ser trocada
número correspondente de detêccões e correcòes por detectabilialade. Por exernplo, um coniunlc
de erros. de distância mínima 5 pode ser usado para:

Generaìizando a Tabela II, q eÌ'ros podem ser correção de erro iluplo (com detecção de
coÌrigidos se: erro duplo)
b) correção de erro simples e detecção de
d rv-. v* r >2 q +1 . c om j+ k { 5) erro triplo
c) detecção de erro quádruplo
Logicamente, erros quê envolvem menos ale q
digitos por palavra de código podem também ser (conclui no próx. núrnero)

NO PRÓXIMO
. . T O M Ã .D A T E MPO RI Z Ã. DÃ, "

Um dispositivo pdrd Você monfor e usufruir

353 . SETEMBRO DE 197? +7


$
$.\\
çN
s$N\\
[G 0 RS[ [0ts IN S TITUT O O maior estabêlecimento
MO NI T O R
ale enaiao técnlco por corÌeapo!ìdêncie
S. ^ã"
d!Â,ÁDérlcs Latfu

0P0Rï||1il0[0ts RúA DOS TTMBIR,ÁS, 26t| - CAD \ POSTAL S021? - gÃO pAt'It
Sr. Diretor: Solicito enüar-me, GRÁTIS, o folheto sobre o cuÌso dê:

QUE OÍERDCDMOS A
voc6 lndicar o Cxrso desejaalo
1 - RÁ D I O. TRÂNSISTORES.
TELEWIS.I,OO BRANCO E
A . CORES e EL&. NOìIE
. ÍM GERÂL
GERÂII
Ão  coREs E
BUA Nr --*

DE ÀI'TO-
CIDADI:

cuRsos sÃo apR'ovaDos E REGTSTRADoSpEÌro DEpÂ!*-


E
INSTÂÌrÀ-
{ossqs
TAìIANTO DO E.ISINO TbCNICO DO EÍ'TÁDO DT 8Âo PÁI'Iô.
DOR
? - DESENIIO MECÂNICO
8 - DoESENHO ARQUITETôNI-
_ _c'ory Ág
O _ DESENHO ARTÍSTICO-PÜ.
BLICTTÁRIO
10 _ CONTASILÌDADE
11 _ ÀÌIXILIÂR
PRÁTI.
DE ESCRITó-
INSTITUTO MONITOR S.Ã"
O malor estabelêclmento dlê easino técnlco por corr€potrdênct4
13_ FBtl'i,ãtÊ's"8
ããás!%e
RUA DOg TrMBrnAlSt,26:t - CÂrXl\ poSTAr,302?? _ SÃO pÂt'Ia
ata Âmértcê Let&

lê: !È8f,i"""3#31R?fu.
Sr. Diretor: Solicito enüal-me, GRÁTïS, o folheto sobre o cu!ìso dei

ií-Fifti:"hï-ïÌ$Ëâs,,",
cn.lris"i ïüir"nË"euos ìÍÂTE-
indicar o CuÌÊo desejado

NOME

ffiËfuï'#ipft
",""ff$9".i:
RÚÂ Nt .*-_--

ffl,8ij".iíÍãi'ãu,f
INSTITOTO MOìIr1\OB
E
e
SÀO PÂÜLO _ AP NOSSOS CURSOS 8ÃO âPROVÂDOS E REGISTRÃDOS PEI,O DEPA.a-

,,
#:*rïtff*ç*n" TA.ìTIÌìÍIO DO BTSI}|O TÉSNICO DO ESTÂDO DE SÁO PÀI'II}.

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6 XYPHH CUPOM DE
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RE\rÍSTA ìfONITON, DE RÁDIO E TELEVISÃO
cÂniA PosrAL 30 217 - SÃO PAITLO
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8 E lÁNO
E 2 ANOS
SIMPLES (12 NúMEROS)
SIMPLES ( NúMEROS)
cïõ . 1F,00
cr$ 309Ã
- A partir do Inês ale . . . . .

Ë Hfi;HrË
ÉÍ
O PAGAMEIfII) SEGT'E FOR MEIO DE
ÉÍ
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RI'YISTA ìIONTIOE
48-A alê Rátllo ê TelGvtaão
Pffillllll|
$0[R-[B[$t Pfl0ltt[
rlïl| DtP0illl[|
[|n[|Jtïffi
[0ilflíì|rr
ColeboÌa{Ã,o ila IBBAPxi

coNcLUsÃo

APJONDICI] III Parte da equação (À2) representa a ilensida-


de dos elétrons livres no material intrínse€o, nr'
A INF'LUôNCIA DI) ATT-.I NA BESISTÊNCIÂ
DIE I]NTR,ADA DE I'M TBÁNSISTOR,
-dV
's
_-TÌ:-
ConsideÌemos o caso de um transistor elemen-
tar que posstÌê apenas comprimento (fig. A7)' ,-
n.2 = 1.5 x 10+) x Tj -
e
e
I ( ;6)
Os corÌrprimentos das regiões de emissor, base e
coletor são designadospor dE, óB e ôC, respec-
tivamente. considerando-sea densidadede cor- A ilependência ile temperatura de D', que é
rente através do dispositivo, pode-se escrever a constante de difusáo para a regiáo tipo N, Podé
ser dèsprezada. Juntando-se os temos deÌ)en'
gvrr dentes da teÌnperatura, tem-se
KT.
J
- J -- o (' -e
J= -t)- (AI)

(A3)
l
onde Jo é a corrente de saturação, significando,
neste ca6o,que a corrente flui quando Vro ( O.
de onde
Segue-seda equação í41) que J aumenla com D
Vrs e diminui com o aumento da temperatura. c = 1,5 x ro.' x .t -Í.r----!--, (^/'2 K")
Agora, Jo também é dependente da temperatura, I-
!D .dx
^'
sendo 0

-qV
(B é uma constante cujo valor está entre 2 e 3).
^ .,-I
JO-l.crL0!
A equação (43) pode ser escrita para forne-
,," (À/D7, (42)
- " "
-r----
lPPdx-
cer VsE;

*ti
'"i
* Qus.n(lo VB! ó ma,ior quo 1, e componento (---.[) Io-----! (44)
v - - =v gq
--r-
ó negligível.

353- SETEMBRODE 19?7 49


O valor de Tj é iã!41 à temp€ratura aÍnbi€atc
IIEis a potência dissipeala na iUnçã.omultiplicaalq
peta resistência térmioq específice, K do mate-
rial do transistor:

Tr* T-r+ J.V @ .ôeK (4.5-r)

Tr-T.b+ Á . (Á5-b)

onde À Vo" EeK é uma constante.


-
Sub6tituindo ecta êxpressão de Tl na equação
(À4) temos:

FidsÍ! At + Á J) c À( Ì- L + À t) F
K( r - .
u". - u. - -_ì.!Io'-- tn -=Il- (a.l

Os valore! ile V'n ilesta equcçáo são represen-


tados em tunção de J (fig. A8), onde se obse,r-
va que há um valor máximo definido para VD!,,
Da equação (45-b) deduz-se que AT:-.t
-
* A . J, que é o aumento aLatemperatura ale-
vido à dissipação ilo distr)ositivo.

Pode-se demonstrqr quê, quando dV'!,/dJ - 0,

T.u
À T. íA7)
.l -ÍÌD
FtguroAt

Ob6erva-se na equaçÉo (44) que eÌlquanto VB. = Â1,


l'ÍlD c]r1!
aumenta lentamente com o aumento de J, ele
diminú rapiilamente à mealida que Tj aumenta. que é a teÍrperatura na qual a re8istência de
Para os velores normais de J, o numeÌadot do entraala do transistoÌ se torna negativa, e na qual
logalitÍno é seÌrU)remaior que o denominador. ocorre o alisparo térmico. Pode-se ob6erÌ.varquê

YALON*EOIOOE
Íj-mb soo cotlolçõEs
ronHÁts 0É oPEia-

Ètt ro a9

ir
i 6at^ og oPeiaoÃoI
I loilal I
i-...-.---.-...---*i
50 ks,|stA ttoNtÍoi Cs lódio e T.l.vlÉo
DE ExÍRusÂo (em)
coMPRtfrÊNÌo

sEcç,
ioI


o
a
a
G
c|
- TIPO DE
É
DISSIPADOR Figrrro ÂlO
ê
0 ÌIPO DE
o I rÌ{vdlucRo
I
J
I
I
:t
ê

sÊcgÃo
Ir

ATr-.r *,. é proporri,onel a T-b e aumântc à é a reciltência €r(tern4 de caÌga e Ìü é


Eedida que C/J diminui. o valor ilo resistor ile emis6or.

Dig)omos então ale todaB as inlomações ne- 2 - Calcolar o valor de R,r r-- Isto é dado
cessárias para o cáIculo de ATi--t e a fig. por:
-rt,
À9 mostra alguns valores €stabelecidos para o
rilÍcio. Pode-se notar que dentro da ga-ma nor-
mal de operação dos disÌ'oËitivos de silicio, o va- R.u r-" :
lor méalio de ATr-* *r' é de apmximadaÍnente
16rK.
otrde Tr é a máxima temperatura ala jun-
NOIfOGRÁ.I,ÍA PÁA,A çáo (ver os dados alo transistor) e T.-b
PBOi'E!O DTi I}IE'SIPÁDOBEIS é a temperatura ambiente.

3 - Calcular o valoÌ de Rtn h-Á. Para transis-


Egte nomograrna se destina, aoa câ6o6 em que
tores de baixa potência, utilizanalo dissi'
é viáveÌ a dissipação de calor por convexáo li-
pador, terÍros;
vre. Não deve ser usado paÌa os casos em qu€
se eÃrprega refrigeração por ar força.do.
R16 6-. ,: Rtr t-. -

O tipo ê tamanho alo alissipaalorrequerido po- - (Rru r-o -f- Rro.-r)


de ser obtido do nomograÌna da Eeguinte manei-
ra: Para ttansistores tle salila, ale alta po-
tência, temos:
1- Calculsr a dissipação Do pior ilos casos,
Para transistores ale salila em configura- Rro o-. ,- Rtr t_. -
çáo classe B (paÌe alta fidelidaile) isto - (Ru :--r, f R6
é alado por: -r-r)
os valores de Rih i-c, Rrb Rrh j-n! e
7,2L V2 Rrh "-1,,ile especi'
sáo dados nas fÕlhas
-b-h (los transistores e aces€órios.
ficações
z.z (0,8 Rrd- Rr)
4 - Entrar na Secção I do nomograma (para
oncte V é a tensão CC total através do orientação veja a fig. 410). Mover ho-
tÌansistor e do resistor de eÌnissor, Rú rizontalÌnente para a esquerda até en-

353 . SETEMBRO DE 1YT7 51


oo oISSIPADoR
CoMFRTM€NTo EXÌRU0Â00lcml

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F!
8z
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ô9

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:>3
ã õ,Í
*"i

FiguÌa Al l-

contrar a curva apropriada quanto à SecçãoIII, a fim de obter o comprimen-


orientação e superfície do dissipador. to.

5 - Mover verticalÌnente até interceptâr a 8 - Se for desejada chapa ale aluminio, mo-
curva adequada de alissipação ale potên- ver yerticalÌnente paÌq baixo, a partir do
cia (Pot) na Secção U. ponto A da SecçãoIU, até interceptar a
curva apropriada pera o üpo de invólu-
6 * Mover horizontalÍnente até interceptar cro na Secção fV.
na Secção III a curva para a espeQsura I - Mover horizontalÍnente para a esquêrtla
desejada ou tipo ale extrusão. para obter a área do dissipador.

? - Se foÌ desejada extrusão, mover vertical- 10 - As dimensões do dissipador não devem


mente para cima, a partir do ponto  da exceder a relação de 1,25:1. f)

ERRATA
MINUTERIAETETRÔNICA
Na íigura ó, página32 da Revislano351, a posiçãodo diodo Dl estáinvertida.
Solicitamosaos leitoresque corriiamo erio e nos desculpemo engôno.

52 RËV|SÍAMON|ÌOI de Ródio é Tèlêviiõo


quenos (com uma alturâ
MÉTODOSDE EXCITÃç.EO de saractere de 1 ã 3
mÌn) e eram ile constnÌ-
P/ MOSTRÃ.DONES
TED Aão hÍbrida, utilizando ?
pastiÌhas LED longas cle
visão direta, Nesse mes-
DE 7 SEGMENTOS mo tempo tamHm foram
ilesenvolvidos ilis,positi
vos Ìnonoliticos deste
mesmo tamanho.

- O primeiro passo para se


obter mostradores de
maiox tamanho loi dado
utilizando-se invôlucro8
com lentes integrais,
Desta foÍma pôde-se ob.
ter maior tamanho do ca.
ractere, bem como maior
brilho, Ìnâs isto aumen-
touocustoedi mi nui u
o ângulo de visibiüdade.
COIII'BORAçÃO DA IBR,APE Na execução de mostra-
dores multi-digitos, este
tipo de mostrador é ainda
utilizado, principalmÊnte
nas calculadoras de bol-
so.
- INTRODÜçÃO em luz visivel. Dentro da re-
gião de opeÌa,ção, a intensitla-
A
Um alos métodos Para s€ de luminosa é praticamente
converter infomações em cô proporcional à corrente no sen-

II
digo binario em representa- tido ale condueão. Para uma -
gões adaptadas ao olho .huma- boa üsibilidade norÌnalrnente
:1o faz uso de um formato de sáo necessárias conentes mé-
7 segmentos, como se !Ìrostla dias de 5 a 30 mA. Pelo uso
na fig. 1, Por rneio da ilu- adequado dos rnateriais semi-
|- -
atra
minação ou qualquer outra conikitores pode-se, presente. t^
forma de se grostrar a combi-
naeáo desses sêgmentos, tr,oale-
-se proaluzir uma vasta gama
mente, fazer uma escolha en-
tre as cores vermelhor verale
e aÌnaÍelo A queda de tensáo
I I"
no sentido de conalução va- - o
de siÌrÌrbolos que incluem oÊ
digitos de 0- a 9, bem como as ria entre 1 e ZV para os die- Figurq I

letras A, C, E, F, II, J, L, P dos vemelhos e entre 2 e 3 V


A.pê.io do mostÍador de 7 sêg-
e U (ver fig. 2). para os verdes. |lrênlos conr o Íeapêclivo dêiignd.
!õo dos mesmos.
Na fig. 1 está mostrada a VÁBIOS TIPOS DE
designagão ilos diversos seg' MOSTBADON$S I,ED - Um segundo passo no
mentos por meio de letras que DD ? SEGMXiIflfOS sentialo de se obter um
vão de ô ate g. São uuliza' maior tamanho de aligito
dos diodos emissores de luz A variealade àe mostradores foi dado pela ,utilizaçáo
(LED) para a ilÌmina{ão dos ("ilisp1ays") LEID de ? seg- de dois diodos longos em
segmentos. mentos atuabnente existent€ série por segmento, r€-
pode ser melhor alescrita com sultando num "ilisplay"
Se uma corrente flui atra' o auxllio fle um pequeno re- de aproximailamente ?
vés de um aleteÍninado LED, sumo histórico: Ìhm de altura. Entrêtan-
a energia libertada na recom- to, o cústo relativamen-
binação dos portaalores de car- - Os antigos mostradores te elevado de 14 dioalos
ga é parcialÌlente convertida de ? segmentos gÌaÍn pe- grandes para cada iligi-

s53 - SSIEX\,BRO DE 19?7 õ3


. ' ,.
baêlcamsÌrtè o cireuito etrci- sua tabel! dr vsrtlàdc!. A rc'
tadoÌ, bem como o nécessário presentação tlos dígitos do 0 I
ftt
;ilLi 5b- i[ltri circuito de decodificaçáo' I 9 corresponde aos códigos BCD
fim de converter a informação de entraala de 0 a 9; a repÌe'
binária de entrada no corres' sentaçãopara os restantes c6
pondente padrão de segmento aligoc de entrada ile 10 a 16
F i L E i : H - t t -Ft-l LIGADO/'DESLIGADO. não é padronizada no caso dos
decodiÍicadores ale7 segmentos
Figuto 2 (alguns Íabricantes fazem uma
Neste exame todas as infor-
maçôes binârias deverão seÍ escolha entre os remanescen-
po'
Digilo! o lêlro. nrdiúsculos que tes simbolos posÊivels),
dêm .er oPrs3êntodos Pêlo moôrÍo- consideradas como sendo em
d o . d . 7 s ê g n ê n t o s' código BCD, uma vez que o
código BCD é comumente em- . Em adição à sus funçáo bá-
to levou a um qltimo de- pregado para apücaçõesgerais. sica, todos os decodificaalores'
senvolvimento: a tecno- Deverá também ser conside- -€xcitadores existentes Pol.
logia ilo segmento disten- rado que o binário 0 é eletri- suem aìguma possibilidade adi
dido camente representadopor um cional. À fig. 4 relacion8 o!
baixo rúvel (L) e o biÌÌário principais pinos utilizaalos pa-
- Na tecnologia do seg- 1 é r€çresentado por um nlvel ra estas funções extras, bem
mento distenaliilo, cada alto (H). como fomece a reE)ectiva ta'
superftcle do segmento bela ile verdades, A 8eguir,
é iluminada Por rllr| dio- Sob e8ta.s condições a ver- daremos uma pequena ilescri-
do atravéB ale seu Pró- são bâsiea de um decodifica- ção de cada lurgão adiclonal,
prio reÍletor Íntemo'
dor-excitador de 7 segmentos
rsso nos conduz a um pode ser esboçada conforme se Toêto ilo ontra.ite do n'mpe'
m€nor custo do mostra- vê na fig. 3, juntamente com ato (LT) - Se esta entrada
dor com dígitos com al-
tura abrangenalo ale 8 a
19 tnrÍ!

Em todos estes tipos de



!l
mostradores, tanto os anodor
como os catoalos são interco-
nectaalos em um invólucro co-
rÊum com pülos.
-*^.{
;f
0l

Dntretanto, alifeÌentement€
dos outros tipos de mostra'
dores, os ale segmento disten'
diilo podem ser facilÌnente fa'
ÀAC 'EF
bricados tanto no modo de
anodo comuÍi como no modo an on on o\ ú on .tt
dc catodo comurÍL al [ Ò r d^ al l .66 .( [ o6[
o^ o. aíl o, ón dól .{
6í[ .{{ o4
Como sere explicado mais
r {í m 4 odí õít .h r^
adiante, a escolha entre o mÕ- LKLL
on .l { .r o^ oíó dr .r
do de anodo comum ou de ca- ôtó oít õh a" dn á* o^
todo comuÍn será Princlpal- t'h ar õA o{[ õ[[ 0í6 ó{í
mente determinada Pela esco-
lha do circúto integÌado que ai on an aÁÁ at{ on on

iÌá excitar o couiunto'

DDSCR,IçÃO T'UNCIONAL
DB DDCODIÍ'ICADOR'ES.
.D(CITAI}ORES

Na Ínaioda dos casos os I] . NTVELALÍO


!. NÍYf 3,( I{0
LED de 7 segmentos são ex-
Figuro 3
eitaalos aliÌetamente Por uÍú
cirauito integrado, que contÁrÍ D.codlÍicadoÍ-ôx.ilodorbátlto, .odr o rstpêctlvoldbslo dê votdsd"'

REVISÍA túONlTOl de nádio o T.lcvitlo


54
( 1ì
*'1I ;l
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Fl
al
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FlguÍo 4
aco
D...dlÍlc.doÈ.r.ltddol co
Lí 3í R8T
^ a c0 € F e po!.ibilidod.. qdl.loídb,

t14i.t4 0 LLLL on õn .n .n 0i on a{6

LLLL

xax

L . N1UELAAIXA
r ' ÍRlÉLEVÁr\lIE

Íor ativada (H nâ fig. 4) tG vada !e RBI for ativado c se ooNTrGnRÀçõEg DD


das as saí'las segmento se' a informsção de entrada Íor SA'DA DE DEOODITIOÂIX>
ráo cornutadas 'le na conduçÃo BCD 0; fomece @ inlormação BES-fl>(CrtADOnAS
(ON), desdeque BÌ e,/ou RBI ile apagamento de onat-rlação
não esteiam ativaalos. Isto para & décaala!'izinha em seu Os segmentoE ile um moÊ'
possibilita um teste alo mos' caminho. trador LED requerem basica'
traalor e de sua6 conexões' mente uma coirente de exei'
Uma vez que RBO e BI tação. Os Ìnétodos Para isto
EntrâdÀ ite &Pag&úctlto possuem sempre estados iguais estáo mostrados nas fig6. 6-A
(BI) - Ela PosslblUtao apa' ou irrelevantes (veja a tabeìa e 6-8 para os mostradoreli em
gamento (desligamento) do de verdades), qmbas as fun- anodo comum, e nas flgs, 6-C
mostrador quando atlvado' Se qões são mútas vezes coÍrúi' e 6-D pala os mosttadores em
também for disponível um nadas em um têÍminal comum catoilo comum,
RBO, eÌe tamÉÍn serâ atlva- R.BOIBI de entrad&/Êaída.
do. O BI Poalerá ser Pulsado Na reâlidade, os cornutadG
de manelra a implementar o Todas as funçóes aeima men- Fes e as fontes de sorrente
conhole de lnteDsiahde do cionadas aJetam diretamênt€ srprelentados rão constltuÍiloi
"ilisplay". o mostrador. Uma vez que por tranÊistores ê operados
a6 furçõ€s de procêssamento (ligatlos ou desligados) Pêlo
Entrada ilê âPagarnouúo ila de dados que precedem o de. decodificador.
onilula{õo (nEI) - Quantlo codificador/excitador são ialên.
RBI por ativaalo e quando o tlcas para a m&ioÌia das apli. O proieto de Ìrm decodlfì-
código de entrada for BCD 0, caçóes, existe um meio de se cador pode ser feito de tÂI ma-
então o mostrador será apa- alesenvolverem sub-sistemas nèira que a saidâ de um r4:
gado e RBO será ativado. E3- padrões eÌn um único invólu' mento seja alta ou beixa no
ta entrada é utilizada nos mo6-' cro, estado "ON" do segmênto, Â
tradores multi-dígitos Para fim de iniücar esta proprieals.
supressão de zeros não signi- Álgunr exemplos sáo daaloô de, os excitadores-dêcodificâ-
ficativos, ern conJunto coIn a na fig. 5, mostrando urna trÂn- alor€6 são especificados conro
ca,/decodificador,/excitador, e dispositivos Aútvo AIto ou Att
gelila ito a.PâgamoDtode oü' um contaalor/tranca./decodifi- vo Beixo. Da fig. 6 podeÌnos
ardrção (nBO) - Ela é ati' cador/excltador. concluir:

À53- SSIEMBRO DE 19?7 ffi


Os mostraalores em ANoDO mente obtidos a partir de cir- fig. 6-C e são equipadoscom
COMUM requerem saidas em cuitos integrados bipolares seguidores de emissor NPN pa-
ATM BAD(O, enquanto que (por exempro,I-tu-). ra esta finaÌidade. Não existem
os mostraalores em CATODO (pelo rnenos atualÌnente) ex-
COI\IUM lequerem saídas em Muitos decodificadores-ex- citadores bipolares que pos-
ATTVO ALTO. citadores com saida "ativa suam uma verdadeira fonte
baixa" são fabriòaibs segundc de coÌÌente "ativa alta" na
Alérn disso, os mostraalores esta tecnologia, com caracte. saiala.
em anodo colnum necessitam rÍsticas de comutaçáo (fig
de uma possibilidade de dis- 6-A), bem como âlguns dis- Entretanto, alguÌÌs tipos
sipaqáo de corrEnte, enquanto positivos sofisticadoscom fon- possuem um, transistor "ativo
os mostradores em catodo co. tes de corrente (fig. 6-8), alto" NPN com um "pull-upf'
mum necessitarn de uma pos- resistivo de coletor; eles são
sibiÌialade de suprÍIìeoto de As saíilas fornecedoras de principalÌnente destinados a
corÌ'ente (não confuÌìdir com: corrente, em "ativo alto", são excitar transistores NPN ex.
urÌra fonte de corrente na mais dificeis de serem reali- ternos em aplicações de alta
saída). zadas, uma vez que a maioria coÌ:rente,
dos transistores bipolares
Em operação CC, a maioria PNP náo é capaz de manejar A situaqão torÌÌa-se aliferen-
dos mostradores requer uma coÍrentes elevadas. te para dispositivosMOS. São
corrente ale 5 a 30 mA por necessáriostransistores MOS
segmento lraÌa proporcionar Todavia, alguns dos decodi- relativamente grandesa fim de
boa visibilidade. Tais niveis f icâdores-excitadores existen- se obter o nível de corrente
de corrente podem ser facil. tes possuem a configuração da de saída desejado.

I
I
Ál
Ét
-9
Ê 31 c
Ë Lo ;L)r Ë E
tHÂatLrTÂoo8 0Ê ÌRÀNcÂ)

(A) TRANCA/ DECODIFICAOOR


/ EXCITÂOOR


B I H3

if cc
u)

(8J / TRANCA/ 0ECO0tFtCAoOR


CoNTADOR / EXCTTÂDOR

Figero 5
Decodifi<odorês-êxcitddorês (om funÍães lógiccs integrddos.

õ6 REVISTA TÁONITOI dê Ródio e Televisõo


Alguns processos MOS ofe.
recem a possibiÌidade mais
atraente paÌa integrar um
transistor bipolar NPN de qua-
lidade relaüvanente pobre,
mas capaz de manejar altas
conentes. Uma vez que o
coletor de tal transistor está
automaticamente ligado à li.
nha positiva ale alimentação,
a saida fesultante seró "ativa
@ alta" com uma caracteristica
risurã ó de comutaQão(fig, 6-C). Com
OuotÍo .onriguÌoções
esta configuraqão aleve-seuti'
húsi.di de soídq pd- lizar mostradore€ em catodo
Íd ex.it dore3 de comum.
horrrqdoÍês LED de
7 sêgnêntos.
Concluindo, tr'ode-se dizel
que os dispositi,\ros em anodo
comum sáo maiÉ atraentes Da-
ra serem utilizados com exci-
tadores bipolares, enquanto
que os dispositivos em catodo
comum são recomendadospaÌa
uso com circútos MOS, para
o caso de aplicaçôes de exci-
tação estática.

(conclul no próx. númeÌo)

INYENTORDO RAIO LASER


6ANHA O PRÊMIOMARCONI
A AssociaçãoInfernaqional
Marconi,que ó manlida por uma sériede em'
presasinfernacionais,
acaba de concedero seu prêmio deste ano ao proí. Arlhur
L. Schawlow,um dos descobridores
do raio "laser",

A entidade{oi fundadaem 1974pela filha de GuglielmoMarconi,para


conlemoraro cenlenáriodo nascimentodo inveniorda lelegra{iasem{io, e o prêmlo,
correspondenteà importâncL de 25 000 dólaËs, ins-
tituído em reconhecimenlooos sriadores de inovações
que, no campo de ciênçia e fecnologia das somunica-
ções, resullem em benefício da Flumanidade. Tal co-
mo o Nobel o prêmio Marconi é anualmenle enlregue
pelo rei da Suécia.

O professor Schawlow, que receberá o prê-


mio de 1977, é um dos mais resoeiiáveis cientisias
mundiais. NascÌdonos EstadosUnidose desdernuiio
iovem vivendo no Canadá, qonta alualmenle som 55
anos de idade e é professorde Universidadede Stan-
ford. Em 1958,iuniamenle com seu colega C. H. Tow-
nes, o prof. Schawlowdescobriuo raio "laser", que
desde então vem presiando assinaladosserviços, in-
clusive em diversas áreas da Medicina.

353- SETIqMBÍIODE 197? OJ


[Í3crncordlcrr
c)e
Sunvico
INJETORDE SINAIS
toslr O&va,lcarrü
Nos ÍrÍincípios da radiotêc- ina de um ronco. Um siatemâ O circuito que êpresentamos
nica era costume aplicar-se mais sofisticadg consiste em na fig. 1 cumprê estes reqú-
aos teaminais de gÌade das se produzir um sin&I que seja sitos, É um osciladoÌ, ou mÈ.
váll'ìrlas o tradicional chicote aplicado às aliveÌsas etapas lhor, um multif ibrador astá-
ile antena ou a chave de fen- mediante uma ponta ile prova. vel, e temos no terminal liwe
da, ou mesmo as pontas dos de C3 uma onda quadrâda com
Naturalmente, o o8cilador de-
dedos. À CA de 60 ÉÌz (ou 50 2 volts pico-a-pico, na fre-
ve produzir sinais que cubram
IIz) que se induz no co4)o era qüência fundamenta,l ale 450
as faixas ale RF e At', o que
então a,plicada à gïade e, se H4 que é acomtr'aÍÌhada poÌ
a etapa estivesse funcionando permite sua aplicação a todas glanile Írúmero de harmônicas
corretameÌÌte, a CA amplifica- as etapas arnplüicaaloras de que cobrem facilrnente as fai'
da surgia no Íalante sob a for- urn receptor, por exemplo. xas de Rt'e FI, a.lém da fai-
xe ale áudio.

cdÌlo se pode observar, é


um circuito extrêÌnamente
siÍnples ê que usa componen-
.c' tes comuns. de fácil obtenção.
'"
u Valor q& Irequencla Iunda-
õozlr
mental alependede R2, R3, Cl
e C2 e. como esta náo é cú-
ticar desvios ocasionaalosPelas
tolerâncias dos componentes
sáo perfeitamente admissiveis,
náo haventlo , necessidade de
BC2!A ajustes. A alimentação é for-
neciala por aluas pilhas de 1,5
r(ri:lc
' v, tipo "lapiseira"; embora o
Flgurq I . cansulno seja insignificante

58 REVISïA d. l6dlo € ïèlevitõo


^IoNITOR
acÌramos mats prático alojaÌ Sw€Êtd,o l|6ra ô moDtag€m trèmo aLachâve H-H á solda-
as pÍlhas em porra-pilhas que do Eo Ìb terÍninal, Eendo que
se adram à venda no comêr- A ponte ale teminais é uma o pino do meio que lhe corr$-
cig. tira de material isolante onile ponale será soldado ao 8o ter-
se fixam. a intervados Ìegula- minal. Ai irâ também o fio
res, os terminais, ou seia, preto do porta-pi,lhas.
Na montagem experimental pequenas peças de metaÌ onde
colocamos os componentes em se soldam componentes, tenilo Faz-se üma cuidaalosÁ revi-
uma Ponte com\ oito termi- sido muito utilizada nos re- sáo das ligações e soldam-se
nais, tendo o cúdaalo de usar ceptore8 antigos a váIt'rtas. os transistores. O emissor de
espaguete nos fios dos coÌnllo' Q1 irâ ao ? tërminal, sua ba-
nentes, a fim de eútar curto se no 60 e o coleto! no 50 ter-
chamarÌalo-se ale terminal
-circútos. A chave CÌI1 é miÌìal. Quanto a Q2, terá seu
no 1 a quaÌquer um dos teÍmi-
uma chave H-H ala qual usa' emissoÌ soldado ao 1c termi-
nais colooados nos extremos
mos um ÌÉ1o e uma Posição, nal, a base ao 2e e o coletor
ala çronte, soldarnos a este um
soldando um dos terminais do pedaço de cabiÌüo, cuja outra ao 3e teraninâl, E6tá terminâ-
meio da cheve à ponte ale ter- ponta irê ao terminal no 7 (o da a montageÌn.
minais e o outro no terminâl penultimo do outro lsalo).
seguinte, ficanalo sem ligação Introduzem-se enteo as pi-
Solalamosao terminal no 2 rÍm
os quatro pinos restantes. O lhss e, ligando.se a úave H-
alo8fios de C2 e de R3. O ou-
negâtivo alio Porta-Pilhas foi -H, o circuito deverá entrar
tro fio ale R3 irá, então, ser
entáo ügado 'ao pino centraÌ em funcionamento. O termi-
introduzido eÌn uÌn alos oriÍi-
de corte, que em uma Posição nal livre de C3 seÌá então
clos ío 4c terminal. Solda-se
estabelece o contacto entÌe o aplicado às bases alos transis-
entáo um dos fios de R4 Do 3o
pino central e aquele que vai tores de saida dos aparelhoc
terminal, Juntando-se o outro
Ugado Âo resto alo circúto, sob prova. Caso haja Ìepro.
fio ao fio de R3 no 40 termi-
por onale então passará a cor- alução do sinal (embora mui-
n&1. AÍ introduzem-Êe tam-
rente, to baixa), parsa-se a porta pa-
bém um fio de R2 è de R1 e
ra o coletoÌ alo "driver", pa,ra
o flo veamElho (positivo) do gua base e para o cqletor e
porta-pilhaq soldanalo-setudo.
Uma vez executaala a mon- base dos e,stágios anterior€'s,
tagem, o conjunto é aloiado até o u,1timo, devendo-se redu-
no inteÌior ale um tubo plás- No 3e terminal soÌalaremo,s, zir o volume no alto-falante,
üco ou mesmo de papelão, ainda, uÌn dos fios de C1. Fei- atuando no controle de volu-
cujos extremos devem ser fe- to isto solalamos os extremoô me do aparelho, pare êvitar
chados, devendo h'aver abertu- livres de R1 e R2, sendo que sobrecarga. Como o sinal é
r&s paÌa a passagern do ter- o extreÍno liwe de R1 irá, jlm- ba€tante intenso, sua a,plica-
minal solto de C3 (ponta ale taÍnente com C2. ao 50 teÌmi- ção à entrada de um amplifi-
prova) e do botão da chave. nal e nq 60 terrninal soldamos cador de elevado g€ÍÌho deve
Q1 e Q2 são tmnsistores o extremo üvre de C1. Um ser feitâ com bastsnte cúda-
8C239 ou equivalentes..,... dos teaminais de C3 é soldado do-
(8C208, 209). ao 3, terminal e um pino ex-

PARA ANTENASDE w
MASTROORIENTÁVEL
í
Bafmrlnilo Bâtists, ats Souzs

Uma antens dê TV deve ser leitores interessado6 a "recei- vel "funcionoü" (e ainda con-
orientada (ôbvio); para orien- ta" do mastm orientável que tinua de lÉ,,apesat de algumas
tá-la devemo6 girar o nastro cqÌlÊtruimos, pois eÌnbora se ventanias), resolvemos passiu
que a custenta (mais que ôb- ja Ìrma coisa nuito simpÌes é
a receita adiante. Adeptos do
vio). Portanto, nao estamos necessário pensa!-se nas rne. provérbio chinês que diz que
apresentando nenhuma noYida- dldas, na disposição das pe. uma figura vale por mil pala-
atenesta "tlica", e nem er& sg- ças, etc. Como esse pequeno vras, deixamos a palaYra com
sâ a nossa pretensáo. Preten- lrabalho já foi Íeito por nós, o desenhista, na página se-
demos apenar trar$mitir ror e con1o nosao mastrg orientá. guinte.

353 - SsrErMsRO DE 1971 Ão


E LE ÍR OOU TOD E FE R R O

Ìl ocmL

A LUZ A SERV|çODO HOMEMEM NOVO FIIME DA PHIUPS


,vtois um do.umênldrio educoliyo orobo de sêÍ píoduzido pêlo Philips e incoípoíodo è iuo fil-
moleco, inlegídndo o série (Contíibuição Philips ô Educoçõo Populo.>. Inlilulo-se (Luz), Ío(olizondo os
div € r c o s í o r m o s d € utilizo çõ o d o Iu z n o tu r o l o u d Ìti Íic i ql ê as i nfl uênci os que êxeÍce sobre o vi do oni -
ndl, vêgelol e minerol, dondolhe novos tormos ê corei.

Porrindo io próprio crioção do Univerco, o filmê nost.o o opoíecimênto dos prinêiros Íontês
de ìuz e, em rêqõêncio, os diversos processos de luo útilizdçõo o servko do honem. Nesle Íolêiro, obor-
do d ê i d ê p r o b l ê m o s o p o r ê n te n ê n ìe sim p lê ! co Íìo o ilumi noçõo i deol .pdío di ferenl êr oti vi doder humo-
no ! , o l é t ê m o s o t u o is ê .o m p le xo s ( o m o o o p r o vê ilom ênl o do enêígi o sol ãí e dos roi os <l osep.

Co|n 18 ninulo3 de duroÍ6o, os cópid5 de Ituz) sõo em ló milí'netros e coloridos. O tiltne en-
contro-3e ô disposiçõo de Fòculdodes, EscolosTécnicos, Cêntíos Acddêmicos ê ogÍenidçõês so.iois ê êsÌudan-
t is , o s p ê d i d o s d e ê m p ié 3 tim o p q r o ê xib içõ o d e ve r õ o sêr ênconi nhodos, em S õo P oul o, oo D êparl a'
me n t o d e R ê l o ç õ e sPú b lico s d o Ph ilip s. ò Ave n id o Pdul i 3l o, 2l ó3 - 14e dndor ê, nos dêmci s E sl odos,
oos êscritório3 e Íilidis do êmpraso.

O milogrê do luz
pretentê e|n todõs
os dlívldodes do

A movlmento .onti-
nuo da luz consc-
grqrdoodri êeÌeol -
londo o gíôçd doi
passos do bollst.

60 REVÌSïA MONIÌOI dê Rúdio. Telèvisôs


TELECOMUNICAçOES

EM PAUT*
Aquiliío R" Leal *

XVII - (5I
ELETRôNICA

Para um melhor eniendimenlodesfe Írabalho, reoomenda-sea


leíÌura dos precedentesque vêrsarômsobre Elelrônica,publi-
côdos respeciivamenlenas Reyislôsn,s 345,34ô,347 e 350.

No aÌtigo anterior sobre Eletrônica estudamos No artigo anteÌior estu amos os limites de um
de uma foÌma mais precisa € configuração emis- cÍrcuito no que tange às suas condições de pola-
sor comum (EC), faltando para a sua coÌrclusáo rizagáo. Devemo,s procedeÌ da mesma forma
o comportamento desta configuração lrerante os para determinar a mâxim€- vaÌiação de coletor
denominados sinais intensos e, também, Ì)erante e, em conseqüêncÍa,a de emissor (se existir),
os denominadospequenossinais. Antes de ini- assim como a máxima variação da tensão de
ciarmoa o estudo devemos esctrarecer o que elr- base, ambas em condições de sinal. Isto se faz
tendemos por resposta de sinal iÌ'rtenso e res- necessário pois se empregarmos um tÌìansistor
posta de pequeno sinal, como amplificador liìreaÌ', não poderemos per-
mitir que ele a.lcanceos estados de saturaçáo
A resposta de sina-lintenso caracteriza-sepe- e,/ou corte, pois isto acarretaria uma "violenta"
la gmnde variação da tensáode coletor (Vo) que, distorção.
em alguns casos, aploxima-se do valor da ten-
são de alimentação (V*)r O contrário sucede A análise com sinal é conhecidapor axráIlÊêCA
com 06 pequenos sinais, onde a variação da ten- ou amálise aünànicâ, enquanto a anteriormente
são de coletor é pequena,correspondendoa uma estudada constitui a s,ná,liÊeCC ou análise ostá-
pequena parte da tensão total CC aplicada. tica,

* Eú9, de TelecomudicÀções de TELún t


Div. de Desenvolv. ilê ïrarrsn1i6. - Transmis. Loaal

353 - SETEMBRO DE 19?7 61


.AÍrtes de procealelmo6 ao ostudo da análir€ V tl r-V ..-V c-V r:
C.A, aleveremos conhecer os poÌrto8 de funcio- -18V -6V -3V :9V
namecìto do circuito eÌn cC. Pois bem: consl-
abremos o circuito sÍrresentado na fig. 1 e de- ObÊervar quê o ponto do polarização correspon-
têrminemos as condiçõeE CC do m€flrD, isto é, de ao ponto mdio da r€ta de carga CC, pois
or YaloreB ile V<o Va e I'.
VCI 9V
1e-:-:0,5
v.. 18 V

A.s condiçóes CC alo circuito são, então:

Vor :. 9 volts, VE 3 volts e IE : 3 mA (pan-


-
funcionamento - fig- 3,
Uma vez determinadas as condições estáticas
(sem sl.nal, icto é, CC) do circuito, podemos de-
termins.r as condições CA alo mesmo. Para ale-
termiÍrs,r a rcsposta do circuito a siÍÌais intensos
ircrnos consialerar que a reatância do capacitor
Cr seja nula para a Íreqüência ilo6 sinais apli-
cados; a:liás, o valor de C, é determinado propo-
sitaLnente pare que isto 'aconteça. As variações
ale teaEão serÉo coÌrsideradas rápidas, devido à
frtqüência do stral aplicado, e por isto vamos
"apela,r" para os valores ale pico.
Flguro I
Frocuremos expücar a fu!ção do capacitoÌ
A tensáo de bâ.se Vi está deteÍminada peÌo CE; ora, sâ.bemctsque para uma tensão @ o
díúsoÌ de tensáo formÃdo por Rü e Rs"; então, mesrmo náo tem a mínima influência (ele se
comporta como um circúto aberto), obrigando
R!, 3 kft toda a cgrrente em nivel CC a circuler pelo re-
vr_-. v..Ë sistor de eúìissor (Rr) e fazendo com que o po-
R- + RB, 3 klÌ r+ 15 kÍt tencia,l do emissor se situe, para o nosso exem-
plo, a 3 volts acima alo potencial massa do nível
. u lv:3v de tensão contínua! Por outro lado, para os si-
nais, a reatâÌleia do capacitor é nula, confolme
CoÌng a t€nsÁo dg base é de 3 volG, a teDsã. a supoÂiçáo acima; portanto, o mesmo se com_
porta coüro um "cuÌto" para os sinais e isto faz
de emlssor é, tambéÍÍt, açroximadameitte igual
â 3 volts (desprezanalo-se a queda da iunção); com que o potencial do emissor para sinais sejÀ
âssim, a cqÍìrente que circula por Ri é: !ulo. A 6ôsociação alestes dois fenômenos 1rn
mite insütür o cúcúto eqúvalentê (fig. 2) do
v! 3v apresentaalo na fig. 1.
I s = - : - r gm lf
R" 1kO

Lembrando que Ic = Is, a corrente ale coletor


é, aproximadâmente, 3 mA. Com este valor po.
demos determinar a quda de potencial provo-
cada pelo r€sistor de carga R.r, ou seia:

Vr r , : I o ' Rr : 3írA.2 k Í,:6 V

A tensão ale coletor serâ então:

vo : v"" - Var, 18 v - 6 V,- 12 v


-
O valor de Vo" será, portaatq a aliferenqa en-
tre V." e a soÌma daa quêda6 em &, (V-) € R^r
(Vo); assim: FiguÌo 2

lEYlSÌA MONITOR dr lódlo . T.l.vira.


@
MEDIO DÀ

Flgü.o 3

vc€ (voLÌsl

Vejamos agola os limites do circuito para CA alo traÌrsistor; se estas variações se pr(rcetlaam
(cqno sab€mos, duas condições são suficientes lentamente, manifestar-se-ão as conaliçõêÊ CC
para determiná-los): se o tÌansistor estâ no cor- do circuito. ConsideÌemos, por exeÌnplo, que o
te não hìaverá.corrente de coletor e Vo será 18 transistoÌ se encontra no estado de corte alevido
volts - primeiro limite; o outro limite ê obtido âo sìÌÌal aplicado por um longo período; então
quando o transistoÌ está saturado - Vr": O: a tensão do emissor deverá cair até o potencial
assim, o vaÌor mínimo alcaÌrçado poÌ Vc será de massa,pois o capacitor se descarregaf,áatla-
de 3 volts, já que a. tensão de emissor é manti- vés do resistor Ra; desta forrna V,:a (.*.) em
da em 3 volts por Cã (fig. 2). Posto isto, a conalições CC seÌá igual a V*, enquanto que
tensão de coletor pode variar entre 3 (valor mi- com vaÌiações rápÌdas esta tênsão será mênor
Ìtimo - satuÌação) e 18 volts (valor máximo (Ìro nosso oaso, 15 volts).
- corte), equivalendo €, uÌÌra excursão de ten-
são de coletor, em rdlaçáo à teÌra, de 18 V - Já que Vo! (--.) em condiçõesCA é meÍlotr
que V.", a reta de carga CC deve ser alterada
- 3 V r: 15 volts. Se a teÌrsão do coleto! rea-
lizâr estâ excuÌsão de tensão, teremos urna saida de forÌna a atender às novas conalições (conü-
assimétrica; explicando: em funcionammto es- ção CA); na fig. 3 estão representadasas aluaa
tático (sem sinal) Vo está a um nivel dê 12 retas de carga, a de CC e a de CA, para o nosso
volts (calculado anteriormente) e poale variar, exemplo, A reta de carga CC está construída
de acordo com oc cálculos acimê, desde 12 a 18 entrê os Ìimites de 18 voìts e 6 mA; no câso
voìtg eÌn sentido positivo, correspondendo a rÌÌÌÌa da reta de CA os limites sáo Vm (..-.) : 15
variação de 6 volts (18 * 12\, e Cle 12 até 3 volts e Ic (-*.) ,:7,5 mA. A determinaçáodes-
volts em sentido negativo, que correEtonde a tes quatro valores é imediata, senão vejamos:
uma vsriação de 9 voìts (L2 - 3); ale imediato
conduimos seÌem dilerentes as variações em PaÌa o primeiro caso (CC)
pauta e a saída será assimétrlca. Na condiçáo de corte (fig. 4-A) a tensáo en,
Para obtermos a simetria desejaila devemos tre coletor e emissor é efetivamente igual a V*
(18 volts), pois nã.o circula corÌente peÌo colc,
obedecer ao seguinte: a môdma, exouÌBão ptco-
tor; na condição de saturaçáo (fig. 4-B) a cor-
-a-ptco NUNCÂ podorô roÌ maloÌ qus o tlobro
dâ Eonor ilas excuÌÉõ€6, No exempÌo acima de. rente ale coletor ó máxima (correspon e Vc, È
veremo6 ter u'a máxima exc'ursão pico.a-pico de ,: 0) e vale 18 V : (2 kÍ, + 1 ko) 6 trìÂ.
-
2 X 6 V : 12 voÌts, que corresponde a uma
variação máxiÍra no sentido positivo (ou nega- Para o segundo caso (CÀ)
tivo) de 6 volts.
Na condição de corte (fig, 5-À) a tensão en-
As considerações acima sonente sáo válidas tre coletor e emissor é 18 - 3: 15 volts oem-
para variações rápidas do sinal epticado à base bremo-nos que neste caso Rr não "mtra,' nos

8e!.SErEI,GRO D'E 1977 68


I:
l"

i
ï'
_|J

I
Ì'
:
I
=
íò ô @ @
Figurd 4 FiguÍo 5

cáIculos deúalo ao ale€a,copla,Ìnentode Cr); na lor da ÌeslÊtônciaCA alo emissor,a quaìl desig-
condição de saturação (fig, 5-B) a corrente que nalemos por r". o valor de r. pode ser aleter-
circ|ta é determinaita por (18 V - 3 V) : 2 minado,em uma primeira aproximaçáqpela ex-
ko r- 7,5 mA, e novaÌnente o resistor RE não pressão:
entrou no "jogo".
26
De volta à fig. 3 observamos que a reta de re:_ (I)
carga passa pelo ponto Q de funcionamento es- Ís (mA)
tático.
O nümero 26 é uma conseqüênciadas condições
Sempre ocorre isto ? fÍsicas do transistor, enquanto IE reprcsenta a
cortente CC (em mA) do emissor,
SeÌnpre! É tipico da ação do circuito toda
vez que o sinal de entrada seja simétrico, po- Pela relação acima constatamos que a resis-
rém, isto será estudado em prôximos êrtigos' tênci,a CA do emissor depende da corrente CC
O que devemos saber agora é que ao 8e atr ica'Ì do emissor que, por sua vez, é lrma fungão da
um sinâ,I âo tÌânslstor o mestno alevo opoÌaÌ ão polarizaçáo do transistor.
tongo da Ìoúa ite árga cÁ, desile que â, freqüên-
ola/ do sin-â,!a,plicailo seiâ Ìelativarnento âtrta. Para o circuito da Íig. I lemos.

Observamosainda que o ponto mdio da reta 26


de carga CA para o nosso circuito não coiricide rs:_= 8,62Í,
com o ponto médio da reta de carga CC (fig'
3); o projetista deve localizâr o ponto de opera-
ção alinâmico no ponto médio ala reta CA paÌa e, de acordo com a definição de A, acima, vem:
obter a máxima saida pico-a-pico (isto será tra-
tado oportunamente). Rr
A" r: - (rr)
DêterminaïrÌo6 anteriormente a máLl<imaex-
cursão simétrica de coletor (6 volts); é interes'
sante conhecer a máxima tensáo de entrada ne' . 2 k{t
cessária para produzir esta saida. Para isto A Í_ _ = 230,71
devemos conhecer q que denominamos de gamho 8,67 0
de feneão tlo circulto. usualmente representado
por À". Bste ganho estâ deteÍminado pelo quo- Â fórmula (II) acima só é válida para os cir-
ciente de RL e â Ìeslstência, t,otâtr não de6aco- cuitos que apresentem a configuraeão mostraala
plada conêctada ao emissor: no nosso caso não na fig. 1. Devido à outra definição dada ao ga-
existe outra resistência não desacoplâda a não nho de tensão, podemosescrever:
ser â resistência ôhmica ilo emissor (REx). No
entanto, @mo agora nos interessam as condi_
ções CA o valor de Rr" náo é apropÍiado; nes- Av ,: _ (rrr)
tas condições de sinal deveÌnos elnpregar o va-

6+ R E Y IS TAMON IÌOR de R ódi o e Tel evi rõo


onde E. representa a :tensão ale saiila do dispo- perfeitamente o efeito da resistência desacopla-
sitivo e E" representa a tensáo de entrada do da, ireüÌos tomar, Írara exemplos, ciÌcuitos se-
circuito. (O'ganho em tensão de um quadripolo melhantes.
é definido peìa, razão entre as tensões de saída
Tomemos para estualo o circuito apresentado
e entrada do mesmo, conforïne o descreve ma-
na fig. 6 que, numa primeirra aná.lise, é iguaÌ ao
tematicamente a equação ([I).
estudado anteriormente (fig. 1), a não ser o fa-
to da resistência de emissor ter sido fra.gmenta-
Ora, de acordo coryÌ (III) temos
da em outras duas, peÌananecendo a de maior
vaÌor desacoplada.
T" --
A"

Lembrando a expressão (II) encontramos:

Ee:_.Es
R!

(esta expÌessáo só é válida para os circuitos que


apresentem a estrutura mostrada na Íig. l).
De acoÌ'alo com os valores encontrados para o
circuito, temos:

8,67
Es: - - 12V=52mV
2 000

íE= está representandono caso a máxima excur-


são simétrica, pico-a-pico, do coletor).

A máxima excursão de enlrada necessáriapa-


ra excitar,a saíaLae conseguir uma saida de 12 rbl,o a
volts pico-a-pico é, portanto, 0,052 volts; usuâl-
mente não se excita um circuito até seus limi- As condições CC deste circuito (fig. 6) sáo
tes, porque o transistor começa a distorcer vio- idênticas às da fig. 1, em úrtude do capacitor
Ìentamente e, além disso, qualquer variaeão alos CÌ, náo influir nestas condiçõese porque as re-
componentes ou mesmo dâ temperatura fará sistências de emissor, base e carga são iguais
com que o trìansistor saiarda sua aÌmejada otrÊ- para os dois circuÌtos. Posto isto estudemoso
ração linear. novo circuito em condição di,nâmica.

O comportamento de um amplificador perante De acordo com o que foi dito anterioÌanente,


pequenossinais é mais complexo que para o ca- o ganÌlo de tensão À" para este circuito (fig. 6)
so de sinâis fortes, conforme foi estudadoacima. é calculado pela exTÌessão:
Estudos mais profundos dos circuitos transisto-
rizados para a condiqão de pequehos sinais re- Rr,
querem do estudioso certos conhecimentos ma- Av i: _ (ÌV)
temáticos que fÌeqüentemente não estáo ao al- ro + Ì(È
cance da maioria, porém, se deixarmos a exati-
dão de lado, o procedimento se simplifica e a isto é, o ganho em tensáo é a Ìazão numêrica
denominada "alta" m,atemática náo será neces- entre a resistência de caÌ:ga RÌ, e a soma das
sária; com isto cornseguiremos uma série de in- Ìesistências nãô desâaoplâdas, "penduradas" no
formações que nos serão muito úteis na prâtica. emissor (veja a ilefinição dada anteriomente ).

Para os chamados pequenos sinais serão de Neste caso (fig. 6) temos;


nosso interesse imediato três parâmetros: À"
(ganho de tensáo), r, (resistência de entrada) 2ko
e as respostâs de treqüência que irêmos reprìÈ. = 9,58
sentar por fa ou fP q para que se cornpremda 8,67o+200o

353 - SETEII\4BRO DE 19?? 65


E náo é que o ganho eÌn tensão dimiÍrúu em ceÌ- De acordo com o circuito equivalente da fig. 7
ca de 24 vezes?! E o mais interessante, sem elaboramos o mostrado na fig.8, que mais eü-
alterar o \,'alor total de REI dencia as caracteÌístioas que descreveremos a
seguir,
Como ? !

Observemos em (III) que o resistor de emis-


sor não desacoplado (RD) Íaz com que A" di-
minua substancialmente; a diÌninuiçáo ale A" po-
de parecer, à primeira vista, Ìrm fenômeno "a1-
tamente" desfavorável, pois o que se procura
quando se utiliza um amplificador é obter o
"maior" sinal de saida do mesmo.

"frrtão, vamos alesacôÌ ar todo o resistor do


emissor como no cas,o anterioÌ! Não há ra-
záo. . ." FiguÍq 8

"A. razâo tem razões que ela própria desco Como os resistoÌes R" e &, estáo em para-
nhecel" Meu caÌo, reduzindo o ganho melho- lelo para a corÌente do sinal, esta ciÌculará por
ram-se outras características do circuito, em cada um deles, inversamente. proporcional âos
paÍticular a largurâ, de faixa de freqüència e a seus respectivosvalores ôhmicos (Lei de Ohm);
linearidade. A mâ,lor freqüê[Ìcla a,mplificâdÈ poÌ outro "caìÌÌinho" da corrente do sinal é através
este clÌcüto (fig. 6) é muito mâ,iÉ elevada alo da junçáo base-emissordo transistor - esta é
que aeria se esttvesse desacoplado o resistor nEr. a única parte da corrente do sinal que afeia o
Alân dìsso, o ciÌcuito àpÌeÊsnta u'â muito me_ transistor. Àcontece que 'a" corrente
noÌ disúor{?io alo que seria, pÌoaluziila se e6trr€s- certa resistència quando tenta atravessar a jun-
se desanoplado o ÌefeÌialo Ìosistot. pois se não ção; designaÌemosesta resistência por R"r e é
existe Ìealimentação negativa, um transistor igual a (B *l- 1) vezes a resistência não desaco-
produzirá uma distorção bastante elevada pÌada "pendurada" no emissor,incluindo r" (esta
caracteristica foi examinada na Revista no 350),
Com istq passemos à determinaçáo do cálcu- ou seJa:
lo de rt do circuito, -4 rèsistência total CÀ vis-
ta pela fonte de sinâl é uma combinação dos R"" : (p -l 1) (r" + RB,) o (v)
vártos camlniìos do sinal; lembremo-nos de que
a fonte de alimentação é um curto-circuito pa- A resistência R"h traduz unicamente a impe-
ra os sinais (confoÍme iá tivemos oÌtortunidade dância r:om que a coÌTentê de sinal se depara
de verificâr); por outro lado, as reatâncias ca- âo quercr "alravessar"o transistor - â junção
pacitivas são nulas para a freqüênciâ do sinal base-emissor pode ser subslituida,em primeìra
aplioado. Com estas considerações poderemos aproximação, por R"b, conforme ilustra a fig. 9.
elaborar o ciÌcuito equivalente para sinais (veia
a fig. ?).

tf+l J 1.
-

E j - +i !b

( p+| l nF t

Figuro 7

Figurq 9

A resistêDcia total vista pela fonte é a resis-


tência equivaÍlente formada por Ru,, Ra" e R"r,
(fig. 9). Designemos por R.r"q. a resistência
equivalente às resistências Rni e Rs", ou seja:

66 R E V IS TA de R ódi o e Tel evi sõq


^{ON i TOR
RÌ,' X R", Para o circuito da fig. 6
R"-. r_ _ o (vI)
R- + RT, R"b,: (99 + 1) (8,67 * 200) = 21 kíl

e a resistência'total vista pela fontê é: Pâra o ciÌcuito da fig. 1

R!"q. x R,"b R"r : (99 + 1) (8,67 + 0) = 86? a


rr ,..- Rr"q. / / R.,,_ -- o (V[)
R,"".+ R"" Estes resultados,juntamente com os anterior-
mente determinados, permitem estabeÌecer o se-
Atrús um certo algebrismo chegamos à expres- guinte: a impedância de entrada de uma confi-
são final de rr: guração emissor comum pode ser variada subs-
tancialmente pelo desacoplamentoda resistência
(,8 * 1) (r" f R",) 8", . Rs,
Í} (vI[) *
(p r+ 1) (r" + R^) (R", + RBj])+ R"
do emissor. Qualto ma,ioÌ fot o tlesacoplamênto,
De acordo com os val,ores do circuito da fig. 6
tâ,nto menor voi se toÌnando o valor deata resis-
e empregando a expressáo (VIII) vem: tênciâ írì) e vice-versa,
(99 + 1) (8,67+ 200) 15000 . 3 000

(99 + 1) (8,67+ 2oO) (1 5 0 0 0ì 3 0 0 0 , + 15000.3000


tt = 2,23ka Para transistores de médio a baixo valor de
B pode ser desprezado o val,or de rr na expres-
A resistência totaü para um sinal CA é, pois, são (VIII), desde que também se tenha Rü com
2,23 ko, com esta configuração de circuito (fig. um valor várias vezes maior que r..
6 ).
Notemos que RL só faz parte da malha de sai- A resposta de freqüência de um amplificador
da do circuito, toúando parte ativa na impedân- costuma ser importanie. A deteminação exata
cia de saíila no mesrÌo. desta Ìesposta é bastante complexa, porém, de-
pendendo do proieto do circuito, pÍJdemos obter
Calculemoso valor de rt para o primeiro cir- aproximações razoáveis e bastante úteis, O fa-
cuito (fig. 1) - aqui o va.lor de Rn, é nulo e, bricante fornece nas suâs folÌìas de caracteris_
portanÌo: ticas a máxima frcqüência que o transÍstoÌ po-

(99 I 1) (8,67r 0) 15000 . 3 000


r i" :
(99 * 1) (8,6? + 0) (15 000 + 3000) + 15 000 3000

r, g 646 Q (cerca de quatro vezesmenor!) ale manipuÌar, isto é, amplifioar; dependendoda


configuraçáo esta freqüência costuma ser repre-
Para efeito de projeto é importante determi- sentada por fa, para a configuração base comum
Ììar-se o valor de R"r, e é justamentê o que fa- (BC), e por fp para a configuração emissor co-
remos para os dois exemplos em palúa: mum (EC); esta freqüência é denomiÌ-Ìaala, usu-
almente, de ÍÍoqüêndra. alo co.t€ alo tra'Íaistor'
* Usua,lmente o vâ,lot alo rr, quâmraloo)dÊtom Ìe-
sistências nã,o desa4opladaÊ "p€ndurâ,tla,s" no Suponhamosque se utilize o transistor da fig
emissor, é consiilera,ilo pelo pâra.lelo forma-
1 naquelâ configuração e que o fabricante no's
do por nB, e BB2, conlormo a, expÍessão (VI).
forneça a freqüência de corte a de 99OkHz; qual
será a freqüência de corte B do nosso circuito ?
So assim procstlêsseúos pàÌâ, o ciÌcuito alâ
fig. q eúcoltraríârnos:
Claro que esta não serâ de 990 klÍz, pois o
nosso circuito é alo tipo EC e esta freqüência se
rt e - kÍ} ,_ 2,5 kíL - vâ,loÌ êsto quo refere à configuração BC. Para isto basta em-
15+3 pregar a fóÌanula de conversáo
nÃo eeüá,multo longo do oncontÌodo polâ, â,pli-
ca,çã,o ala fórmula (VI ) - 2,23 ko. fa 1: B , fB (rx)

353 . SETEMBRO DE 19?7 67


Em nosso caso:

fa 990 kHz
fÉ,: - 10 kHz
99 -

Portanto, o transistot pode funcionar em um


ciFcúto simples e ampuficar corretamente fre.
qüências até 10 kIIz na configuraçáo EC. Na
realidade, sua freqüência máxima pode ser in-
clusive menor, dependendo da capacitância pa-
rasita do circuitq do valor de Rí, e também da
capacitância do transistor no circuito, ISto será Fi gura l 0
tratado oportunamente.
mostradó na fig. 10; disto, a resistência efetiva
À resposta de ba.ixa freqüência, pode ser de- R"r é a resistência paralelo de ambas, onde fi-
teÍminada aproximadamente observahdo-se o naÌmente:
ponto em que a freqúência de funcionamento faz
com que a reatância do circuito afete o ganho.
No caso do circuito da fig. 6, poÌ exemplo, C" Hz (xr)
e Cn fazem com que o gânho se rduza nas fre- 2 r . H *. C a
qüênclasmaÍs baixas; o capacitor C. de acopla-
mento começará a reduzir o ganho globaü nuÌna R* IfE,
freqüência tal que a reatância sejÀ igual à Ìe- com R.r ,:
sistênci,asérie total; desprezandoa impedância R* + R,
da foÍÌte dircmos que isto ocorre aproximada-
mente quando xc" é igüâl a rr. Para o exem- Supondo que no caso C! : 10 pF, temos:
p1o, supondo C" 4,7 ÉF e de acordo com a
': 200 800
expressão abaixo facilÌnente dedutível vem:
R " ,,: -160oe
1 200+ 800
Í " _- Hz (x)**
2lt tt C. 1
= 100 Hz
2.3,14.160.10.1G6
f.=
2 . 3.74 . 2 230 4.7 . 7Ga Como fn é consideravelÌnente maior que f",
C' é o íator mais importante deste circuito (fig.
= 75,2 Hz 6), pois ê ele o Ìesponsável pelo controle das
freqúências baixas; nesta freqüência (100 Hz) o
.Aproximadamente etu !5 Ilz a reatância de C" ganho do circuito se reduz de 3 dB (à metade,
começa a reduzir o ganho do arnplificador. aproximadamênte), ou seia, este cirÌcuito tem
uma resposta de baixa freqüência que se esten-
Por outro Ìado, numa determinada freqüência, de até 100 ÌIz (maior freqüência das duas), pon-
a reatância do capacitor CE de ilesacoplamento to este no quâl a potência de saída se reduz â
de emissor tamEm comeea a reduzir o gânho' do metade (3 dB).
circuito. fsto sucede numa freqüência tal que
faz com que a reatâïÌcia de C' seja igual à "re- Na Ìealidade os valores encontrados não {or-
sistência que o mesmo produz"; ora, sabemos neceÌÌÌ uma idêi,a clara da resposta do circuito à
que o diüsor formado por Rü e RE, (fig. 6) é baixa freqüência de corte do amplificador, po-
interpretaalo pelo capacitor como a fonte que o rém avaliaÌÌ\ gro$seiramente, o seu comporta:
carTega e em ürtude dos sinais alteÌnqs aplica. mento.
dos; teremo6, para o caso, o circuito equivaüente
Nest€ tilro de pÌo.,edimonúo õompre conalde-
raromos a ma,is rlta, ÍroqüêÌrrciâ,como a als coúo
** Podeúâ,moÊ ter empregado s consitleÌâe€io pâÌâ, âs bâdxa,sfrcqüênciaÊ o intor?r€tâÌernos es-
precodente e a,chaúaÌnos o resulüado tlo 13,6 ta freqiiêncie como sondo âqüola quo pnoduz uma
Irz para f" (va,loÌ próximo aos 15,2 Ez atenuacío
en-
úa ÉOqodo sinâ,I (3 ilB).
conínâilos) . o

68 nEVISÌA de lódio e Televirõo


^{ONlTOn
atamE||||a
Nõo é Íácil caminhqr
anos
sem pcrar 18263 dics!
1926I te76
Mas nós conseguimos.
-DesdeAbril de 192ó
' * r|"lÀï*tí*?4* *ft.fa*\j- ...ê conosco cami nharam,
primeiramenfe,a "Telepho-
lz f'**ï*'út*"*t)1-*
74 nia Sem Fio" (que depois se
1926 19,6 çhamou "Rádio"), a Televi-

amB||I|a EDIÇÃOHISTÓRICA
COMEMORATIVA
são, a Ampli{icação Sonora
de "Alta-Fidelidade".E nas-
çeu o revoluçionárioiransis-
ior de conlaclo puntiforme,
que gerou a imensq família
de çomooneniesdo Eslado
Sólido, iue iem como expo-
entes o Circuilo Inlegrado e
os Microorocessadores.

Acompanhe esle longo


cami nho de 182ó3 di as na
Edição Histórica Comemo-
raliva do Cinqüenienárioda
Reyisia Anienna - um do-
cumenlário precioso para
quem se inleressapela Ele-
frônica. Na reproduçãoin-
tegral de duas revistas de
192ó, nas inforrÍÌôções e fo-
iografias dos aparelhos de
há 50 anos, no registro his-
lórico dos principaismarcos
das Telecomunicações, Você
terá muiia coisa oara se di-
verlir e se insÍruii.
Compre-a hoie mesrno no
seu iornaleiro, ou peçè-è,
pelo correio, à Editora. É
urgeni e-poi saE di ção
Hisiórica não será reirnpres-
lëi. 1926/8r4 Ediíão Hislóri.o CotnenoÍofiyo do Cinqü€ntênáriô do ne- sal
FoíÌÍolo lgx2ó .m, t84 pógs. pÍoÍs.orienlê ilustÍõdd!.

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69
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Ìe(er umo linhc pÍoÍis3ionol conpletq, que êstá os6im dividida:

. Oscilos.6pios
. Gerodores de linais
. Fonles dê oÍimèntdÍõo
. Frêqüên.ímetro digitôl

. Voltímêlro etêtrônico
. An o liso d o r de tronsi stoÍês

oscILoscÕPros
Oi o3.iloscópios sõo opÍêsêniodos êm 4 ver3ões, totol|nênte trdnsistorizodos e urilizcndo
circuiror integÍodos. sôtisíazendo os5im d5 Ìnoir diverros cplicoções.

O m o dê lo l3 l5 /F 2 p o ssu i d u p lo tr o ço , b ondo Fossqíte de 15 MH Z-C C o -3 dB ê rrês


Íontes de sincíoni.mo.

O modelo 8'12 é a mois rê.êntê vêr6õo. Suos dimênsões e pero o toÍnom bosronlê po4ó-
lil, podêndo oindo seÌ dlineniddo coÍn bolêíio., dcdo do boixo ronsümo. ApeEaÌ do tõmonho, oterê.
c e b o c s . c Í o ( t ê r ístico s,lo is.o Ír o : u ír co n o l, b cn d o possonl êdê,tt MH r-C C a -3 dB , duos Íontet
dê sincronirmo, sensibilidodê de I mv/div., circ'rito (slope Triggê?ì, (ircuilo especiol poro sincronis-
mo .om sinol dê TV e tubo dê 3 polêgodos.
'erangulcr

O n o d ê lo Ì3 r t p o r su i sn .o n o lr b o n d d p .ssontê dê l O MH Z-C Cc -3 dB ê duos Íonl ês

O r h o d ê lo 1 3 0 7 é o m o ii sim p te s,co m u m (cndl r hôndc possonrede 7 MH t-cc o -3 dB ,


oiuslê do nível de sincroni5mo, pêrmilindo aindo moduld!õo do êixo (Z'.

GERADORES DE SINAIS

A linho de gErodorês dê sinois lem um gerodoÍ de funçõo, um gerodor de ú'rdio, um se-


rddo. de lF ê um geÍodoÍ de borÍds pdíd TV.

O gerddor de Íunçõo ÍoÍne.e à soidd os ÍoÌmos dê ondd senoidol; tÍiongulqr e qucdrqda,


de3tinados o lêstes em eqsipdmêntos de dudio oté o ÍÍeqijêncid de l0O kH1.

O gerador dê dudio ,ornê.ê os Íornìds de ondo senoidol e quodÍads .oltl .cido6 inde-
peôdêntês, sêndo sud Íoixa dê freqüêncid dê 15 Ht a 1,5 MHz.

O seÍqdo' dê RF possui íoixo dê frêqüênciq dê l9O kHz o 80 MHz, indicqdo poÍd a (dli-
broção dê ÍeceptoÌes de ródio, FM e reievisão, dodo suc pÌê<i!õd. U|n oscilodor inrerno de I kHz
pêÍmitê modul.r o sinol dê RF.

70 REVISTA MONIÍOR de Ródio e Ìelevisõo


O gerodor de bnrrd! dêstind-te à .olibroçõo de TV c cores ou bronco ê pÍelo. Apresentô
9 podrões pqro leslês, sêndo (ompotível com os sislênos PAt è NÍsC,

TONTES DE ALIMDNTAçÃO
As fontês dê climênloÍõo (oÍõclerizorn-sê pêlô excêlênte regulo!ão, bcixo ruído e ondulc-
ção, óti'no errobilidode, inpedânci. de soído dc ord€'n dê t0 mìliohns e prolêÍõo contro sobÍe.or-
g o . 5 ã o o p í e s ê n to d o sn d s se g u in te sve Ìsõ e ll

- i l o d elo 3 0 /1 5 : 3 0 vo lr s, 1 ,5 A
- Modefo 25/50. 25 Íolrs, 5 A
- f odêfo 25/04. 25 volts, 4OO nA
- t v l o dê fo 2 5 /1 5 . 2 5 r o lts, lF
^
Os nodelos 25/04 cprêsêntom u'Ì|c Íilosofia dê píoieto hoslonte evoluido, que
e 25/15
possibililo cpêrÍêiÍoo||l€nlo do5 ccÌdclerísticõs iti cirodos, bem cono.oríênlê pÍogromdvel, ciuíe Íino
de ten!6o e (orente e erro nórino dê lêilura nêlhor qoe ì %.

FREQÜENCÍMETRO DIGITAL

- O fíeqüencínerÌo digirol vdle-se de tecnologic oiuol poro medir sinais voÌiodos, êm lorgd
Ícixq, (oln olio sensibiliddde de entrodo e pre.isõo. Pêrfiire sÍonde re3oluíão em lêituío dêvldo q
s e i s d í g i l o s ê b ü s ê d ê lê m p o vo Ìid vê l o té l0 se g u n dos,

CAPÂCÍMETR,O
O .dpdcíln€tro é um opoÌêlho destinodo c eÍetuoÍ mêdiçõês diíeiõs dê copccirores não
polori:cdos nc foixo dê I pF o Ì pF. Idêdl poÍo controtê dê qúdtidddê dê êntÍodo, podêndo oind!
sêÍ urilizodo no (ontrolê de espessuÍo dê dielétricos Ípdpet, ptósti.o. ê!c.).

VOLTIMETR,O ET,ETR,ÔNICO
O vollímêiÍo êletrônico desrind-se c medições rópidos e preci'ds de ièírs6e5 e iê5istên.io3.
suo grcnde sên.ibilid.rde, olto estobilidodê, olta impedân.iâ dê êntíodo e prore!ão (onrro sohrêcôrgo,
o torndm idedl poro eslcs oplicoçõês.

ANALISÁDOB DE TRANSISTORES
O cnolisodôr de trdn5istores possibilito mêdir corentes de fugc, gonho din6mico e ren3õer
dê íupturq eD tronsistoÍès NPN e PNP. bêm.omo medi!ões de correntes de Íugs eÍì diodos ê len.
s6ês dê íupluÌo em diodos zênêr. Pêrmite dindo vêÍiticcr o tipo de tronsistor dtrcvés dd chovê dê
sonho ê de .oÌrenle de polariroçõo.

Esto ê|npÌeso Íiguro como distribuidoro exclusivo dos inslrümêntos disilois do Dato PÍ€-
(ision, lcis comô úullimêrÍos ê fÍêqüên.ímêtío!, (oÌo(lerizodos pelc cllo precisõo ê sensibilidode,
i n d i ( ü d o s p o f o I c b o r ctó r io s ê in d ú 5 tr ìcs.

A IABO se propõe dindo s estsdor êventuãis nê.e.lidddês pdrlirulorês e o viobilidadô


dê ole.dê-16É, exê(ulondo proiêlos ou modifi(oçõês nos ió existenres.

T o d o ê s to lin h o p o d e sê r e n co n h cd c n o s Ìêvèndêdorê.ou nd pÌópÌi o í'i bri co.

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AV. ENG, nUZÉBIO STEVALIK, 1200 - FONES: 248-1248- 246-20ll
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t71
353 - SETEMBRO DE 1977
RADIOAMADORISMO

UM VFO PARA A FAIXA DE 2 METROS

PÌojeto ile PYP ACM, ilescrlto


poÌ PYZ AII (ex-PY2 GOX)

A maioria dos tÌansceptores Por estes motivos, solicita- Normalmente, a freqüência


de Ìtltr', como os leitores sa- mos ao colega PY2 ACM do oscilador de freqüência va-
bem, somente Ìecebe e trans- (Luiz), conhecido como um riável, cuja saida é injetada
mite nas freqüências para as "cobra" no assunto, projetar no soquete de um cristal (de
quais possui cristais piezoelé- e desenvoÌveÌ um osciladoÌ de recepção ou de transmissão,
tricos. Fara contomar esta li- freqüência vaÌiável capaz de conforne o caso), deveria en-
mitação e para permitir a ope- fornecer uma potência de al- contrar-se entre a freqúênciê
ração em um númeÌo elevado guns décimos de watts, com do Ìespectivo cristal para ope-
de freqüências,sem que se ne. estabiÌidade comparável à de rar em 144 MHz, e a freqüên-
cessitem de cristais, existem cristais piezoelétricos. cia do cristaÌ para operar em
sintetizadores de freqüências, 148 MHz. No caso da recepção,
um dos quais foi descrito eÚ a freqüência do cristal é igual
detalhes nas Ìevistas nç 349 A maioria dos que irão mon- à freqüência de operaçáo me-
(maio de 1977) e n" 350 (ju- tar o \rFO ora descrito, utili- nos a freqüência intermediá-
nho de 1977). zá-lo-ão somente para fins de Ìia, dividida pelo fator de mul-
recepção. :lodavia, pode-sê tiplicação. No caso de trans-
utilizar dois VFO em conjunto, missão deve ser igual à fre-
Todaviâ, a complexidade de um para recel)ção e o outro qüência de operâção dividida
constmçãode sintetizadoresfi- para transmissão. Neste ú1- pelo fator de multiplicação.
ca além da capâcidadetécnica timo caso, deve-se incoÌporar
da maioria dos radioamado- ao transceptor uma redução de
Ìes, sem se falar do tempo ne- potôncia (eventualmente desa- Todavia, não devemosesque-
cessário pâra a montagem e tivando o estágio final de rá- cer que os primeiros estágios
para vencer todas as dificul- dio-freqüência), que permita multiplicadores só possuem
dadesde aquisiçãodo materiâI. alinhar a lreqúência de trans- cfucuitos sintonizaaÌosem sua
Além disso,para encontrar as missão com a freqüência de saida, de foÌTna que podem
freqüêhciasnas quais há emis- receÈção (vários transcepto- operar tanto como dobraalores
são num dado momento,é mui- res, como o Dake TR72 e o como também como triplica-
to majs fácil percorÌer a faixa Kenwood-Trio TR720O, jâ pos- dores de freqüência.
com um VFO, do que selecio- sueÌn este dispositivo incorpo-
nar, em seqüênciâ,400 ou 800 raalo como "monitor", bastan-
canais, através dos comutado- do para tanto que se puxe o Desta forma, podemosutiìi
Ìes do sintetizador. botão do "squelch"). zar um primeiÍo estágio do-

72 R E V IS TAMON ITOR dê R édi o e Têl êvi rão


1-'-lr,

É
o!
.É3

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E

:3
'Á-
2v
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rH

3.- <
3i=

353 - SETEMB,RO DE 197? 73


braalor como triplicador, e um 148 - 10,? cilador propriament€ ilito, o
primeiro estágio triplicador 22883 l.JIz estágio separador e o estágio
-
como dobrador, com o mesmo 6 final, O último estágio está
resultado. separado fisieamente alos alois
 estabilidade necessária precedentespor meio de blin-
Por exempÌo, na recepçáo do para o Vtr'O é garantiila: dagem. A alimentação de 12
DÌake TR72, cujo fator de volts é filtrada por meio ale
multiplicação é de 9 (dois tri- a) pela estabilização da um capacitor de passagem
plicadores em seguida), pode- tensão de alimentaçáo do es- ("feed tlrough") de 1000 pF.
mos usar diúsão de 6 (usando tágio oscilador por meio de um
o pÌimeiro triplicador como se diodo zener de 10 volts; A bobina oscilailora (L1)
fo^ssedobrador). deve ter suas dimensões geo.
b) pela ausência de núcleo métricas füadas por meio de
Pììra ficar no exemplo do ferromagnético na bobina os- resina epoxi (Araldite ou Cas.
Drake TR72, a gama de fre- cqpox). O capacitor variável
ciladora (a permeabilidatle tlo
qüências de Ìecepqão para o deve possuir reduçáomicromê-
ferrite variê com a tempera-
referido tÌansceptor ?ode es- trica para possibilitar a sinto-
tura) ;
tar sitÌrada entre: nia, pois ÌrÌna faixa de 4 MHz,
ou mais, ficou reduzida para
c) o emprego de capacito-
um ângulo de rotâção de ape-
744 tO,? res fixos com coeficiente de
r\as 78U (22,2 kHz por grau
-- : 14 811 kHz e temperatura especificado na
de rotação). O botão de sin-
I forma que a freqüência de res-
tonia deve ter um diâmetro
sonância do circuito indetr)enda ÌeÌativamente grande para po-
148 - 10,7 da temperatura entre largos der ser ajustado com boa exa-
15 255 kÉz limites;
tidão. Como alternativa, po-
q -
de-se subdividir a faixa de 2
q, a ausencla, Ìro vfu, qe
metros em 4 faixas de 1MÌIz
ou entre quaisquer elementos capâzes cada.
de gerar calor significativo.
+r
744 - t0,1 A potência de saida, que no
- 22276 klfz e O VI'O é consiituído de 3 es- protótipo foi da ordem de 300
6 tágios distintos, ou seja, o os- mIM, deve ser maximizada pe-

aigtjra 2

t'tÀ
R E V IS TAMON ITOR de R ddi o e Tel evi sõo
la sintonia da bobina-tanque, zados para 744 a 748 M,]lz, de demais aetalhes por contâ do
bem como pelo capacitor de forma que, quanto mais s€ montadoL
acoplamentoque adapta a im- afasta, para cima ou paÌ:a bai-
pedância de saida e assegura xo, dêsta faixa de freqúências, No nosso protótipo (veja a
a melhor transferência de tanto mais se reduzirá a sen- tig. 2, ïoi.adotado o sisteÌna
energia. sibilidade do receptor e a po. cle moi-rtagem em placa de ciÌ-
tência de saÍda do transmissor. cuito impresso. Entretanto,
A interligação do VFO com poa[eráo seÌ feitas montagens
o transceptor se efetua atra- De qualquer forma, o VF1C em pÌacas com terminais ou
vés de um cabo coaxial RG acima descrito Ìiwará o radio- em placas ale circuito impres-
58U, Ímto com uÌn fio adicio- amador alas severas limitações so padronizado, desde que pro-
naÌ destinado a fomecer a ali- impostas pelo uso de apenas porcionem ligaç6es curtas e a
mentagáo de 12 V ao tr'FO. aÌgumas Íreqüências fixas de necessária rigidez mecânica.
recepção e de transmissão, e,
Para iÌrjetar o sinal no trans- além de ampliar a utilidade de
Um detalhe impoÌtante é o
ceptor, bem como para retirê! seu transceptor, ampliaÌá tam- que se relaciona com a cons-
os potenciais de terrâ e os bém a familiarização do radio- trução das bobiÌÌas. L1 é do
12 V de aÌlÌnentação, usa-se amador com o uso de VHI' em tipo auto-suportado, isto é, sem
de pÌeferêncja o soquete de geral.
fôÌma; ela deve ter um diâ-
acessóÌios. De lá, conduz-se metro inteÌ-no de 10mm e é
a rádio-freqüência destinâda à Obviamente, a mera adapta- constituida de 14 espiÌas de
Ìecêpção (e eventuaÌmente a ção de um VF\J não transfoÌ- fio no 24 esmaltado, com espa-
rádio-freqüência destinâda à Ìnará um trarìsceptor comum qamento de 1 espira por mili-
transmissão) aos pinos "quen- num YAESU FT221 ou num raetro (tendo portanto um
tes" dos cristais. de recepção KLM Multi-200o ou 2700, es. comprimento de 14 milime-
e de tÌansmissão, res[rectiva- peciaÌmente por faìta de SSB.
tros). As espiras são manti-
mente, Todavia, aËm de satisfazer
das em seu Ìugar por meio de
aos interesses da grandê maio- resina epoxi (Araldite ou Cas-
Quando o transceptor pos- ria dos radioamadores de VI{F,
copox).
suir canal prioritário (,,call- o VFO qÌre aca,bamos de des-
-channel", etc.), convém usar crever próÈorciona muito mais
L2 é consütuida por 15 es-
aquela posição paÌa o \rFO, alto indice de satisfação/QsJ
pois neste caso a ligação da Piras de fio esmaltado ne 24,
do que os tÌaïÌsceptores de al- enroladas sobre fôrma (de fi-
lâmpada indieadora que acen- ta sofisticaeão acima citados. bra ou plástico) de 10 milíme-
de nesta posiçáo pode ser uti-
tros de diâmetro; o espaça.
Tizada par:a ativar o \IFO (ao MONTÁ.GEM mento é de 1 espira por mili.
usar cristais a.,'ulsos,a alimen-
metro, ocupando portanto, o
taeão de 12 V do VI'O deve A montagem deste VFO náo
enrolamento, uma extensão de
estar desligada, a fim de evi- apresenta grandes dif icúdades,
15 milímetros.
tar interferências indesejÂ- pois se trata de um circuito
veis). relativamente siÌqples (veja a
fig. 1), em que se exige ape- Ë é constituída de 3 espi-
Por meio de capacitores em nas os cuidados habituais que ras de fio de ligação rígido ne
paraleÌo e em sériq a falxa devem ser observados em mon- 20, com capa plástica, acopla-
de cobertura do Vtr'O pode ser tagens de oscilâalores de fre- das ao extremo inferior (lado
alterada, aumentada, diminui qüôncia variável, ou seja, Ìiga- "tuio") de I2.
da (com ampliação de faüa), ções curtas, boa rigidez me-
deslocada para freqüências cânicq, etc. Como se obseÌva na foto do
mais altas ou deslocada para protótipo, os birrÌmers de 3-30
freqüências mais baixas. Com Evidentementê, quando di. pF uülizados são do tipo com
estes arranjos o transceptor zemos que ã montagem não dielétrico de ar. I'oi empÌe-
poderá ser usado para "coru- apresenta grandes dif iculalades, gado um variável miniatura
jar" as faixas destinaalaspara temos em Ìnente que ela seú duplo, do qual foi utilizada
outros serviços de VHF. To- empreendida Por pessoas que apenas a secção de 5-50 pF,
daúa, não devemos nos esque. já possuam experiência no as-
cer de que os ciÌcuitos de en- suniô:.Os priÌrcipiantes poileráo Os valoÌes dos componen'
trada e de saida dos transcep- encontrar dificuldades, pois nos tes e outras inforrnações estão
tores de 2 metÌos, destinados iimitaremos a dar as iÌforma- dados no própÍio diagrama es-
a radioamaalores,são sintoni- ções essenciais, deixando os quemático (fig. 1).

353 . SETEMBRO DE 1g7?


t3u coNcENTRAçÃO
NACIONAL DE
RADIOAMADORES
EM PIRACICABA

Realizou-se no dia 31 de ju-


lho próximo passado a 134 PY2 CXK ( Po n'tpêü1, P Y 5
Corrcentração NacionaÌ de Ra- cct lNê tin h .l e P Y 2 A P W
lAm b r ó s i o),
diomadores em PiÌacicaba, co-
memorando o 210q anivêrsário
da cidade. Essa concentraçáo,
qÌÌe primou pela ofganização e
pelo atendimento dispensado
aos participantes, foi patroci-
nada pelo CRAPI (Clube de
Radioamadores de Pirâcicaba),
juntamente com as Rodadas
P Y 2 FP U , Otíl i o l P resi dênte
de Aproximação, do Tempo e do Comissõo dê kdioomo-
da Frâternidade; contou ain- dorismo do Disr'iro 4ó2 do
da com a preciosa colabora- Rolory); PY2 Wrnc, l4dxi-
qão dos PX de Piracicaba, que miliono (êx-Governqdor dê
Distrfto do Rorcryl ê PY2
também tra,balharam com afin- BFF, Jorge.
co para o ëxito da concentra-
ção.

A comissão organizado-
ra foi constituidâ por Iry2
BDC (\ry'almor), Presidente
do CRAPI; PY2 CLZ (Salum),
coordenadoÌ; PY2 LF (Mi- PY3 AHW, UlÍi(h, e suo
guel), di!.ulgação e orientação: Íilh o lilid n Júl i Ê .
PY2 HBV (Ari), soÌteio de
brindes; PY2 BCF (Castanho),
comandante da "bóia" e PY2
WLC (Lúcia), Tesouraria.

Às 8 horas, com as soleni-


dades de hasteamento das ban-
deiras, teve inicio a 13e Con-
centração de RadiomadoÌes de Lonçodo novc úodo; sentâr-
.sê no (hõo ê comer no .o-
Piracicaba, a qual se ptolon- dêiÍo. Notê-sê que nõo Íoi
gou até o finaÌ da tarde; seu poÍ folto dê mesos (E de
ponto alto foi, evidentemente, qüen leris o lsgÉr que apc-
Íèce vdzio? Dizem que êro
o allnoço, que teve üicio às
do ?Y 2 B R Q).
11 horas e que 6e prolongou
por muito ternpo (a cozinha
estava muito bem guarnecida

76 R E V IS ÌA MON ITÕR de Fôdi o. Tel evìsõo


PY2 CLZ, Solum ((om o gosião Sirnbóliro do 13+ Con.
centro!õo); PY2 MF, Ferrêirc {DiÍêtoÍ Sê.cional do
LABRE-S?), PY5 Jw, Âdamiõo lDirêlôÍ se.tionol dd
IABRE-PRI e PYs CJZ, Li|no: Elr| pé: rodioamadoÍês do Jopõo, 8o-
lívic e Chilê. En| po.e êsporliva: PYs
cDD lSiqueits), PY5 JW lAdonrlâo)
ê P Y 2 tF l rni guol ).

e atendida). O sorteio de de- pÌesença de radioamadores so. Com cerca de 400 pessoas
zenas de brindes ve\o reforçar não só ilos mais distantes pon- (ent!'e radioamadores, familia-
cì ambiente festivo e de eufo- tos do BrasiÌ; como também
res e amigos), o ambiente foj
ria entre os participantes. do Japão, ChiÌe e Bolívja.
aquele que caracteriza as reu-
Foi com prazer que a comis- Pode-se dizer, por fim, que niões radioamadorÍsticas: ale-
são organizadora constatou a a concentração foi um suces- gria, fÌaternidade e igualdade.

S|NTEflZADORDE FRE9üÊNC|AS
PYz ÁII
(ex-PYz GoX)

VâÌios colegas experÍentes 350. Alguns deles nos infor- o cristal de transmissão deve
montaram, com sucesso, sin- maram que quando o referido ser substitúdo pêlo fator de
tetizadores de freqüências sintetizador for usaaloem conl mdtiplicâçáo dê 24 vezes, com
baseadosem nosso artigo pu- junto com o transceptor ICOM triplicador de freqiiÉncia, paÌa
bÌicado nas revistas nos 349 e (bastante difundido entre nós), se obte! os 18 MHz.

CU N S O .D E E TET NÔ NI CÃ,

RÁD|O- TELEYTSÃO
- SOM - TNSTRUMENTAçÃO

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353 . SETEMBRO DE 197? 77


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353 - SETEMBRO DE '19?7 " 79


SIMPLES
DISPOSITIVO
DT ALARME
itoã,o Henrique R, RoilrigueÊ

O circuito que iremos apre- brador que emite um sinal au- te entre catodo e anodo, o que
sentar neste artigo é bastante divel através do alto-faÌante e, colocará em funcionamento o
simples, não oferece dificulda- ao mesmo tempo, acende uma alarme; o circuito permanece-
des de montagem e pode ser lâmpada (LPl); 2) o circuito
rá nessa condição até que se
empregado para diversas ti- de disparo, que é constituido presslone momenlaneamente o
nalidades. peìo SCR e pelo "trimpot" R4.
iÌ-ÌtelTuptor 51, que interrom-
Como se pode observar na perá a ,aìimentação e fará com
O funcionamento é simples;
fig. 1, o circuito consta de tocando-se com os dedos no que o SCR volte ao estado de
duas etapas: 1) o circuito de terÌninal de porta do SCR es- não-conduçáo.,4 sensibilida-
alarme, propriamente dito, te entrará em disparo e per- de para disparo do SCR é con-
constituído por um multivi- mitirâ a circulação de corren- troÌada por meio de R4.

Figuro I

Diogromo esquenóti(o do dispositivo dê oloÍme.

80 R E Y IS TA/Ìl ON l ÌOR dê R ddi o e Tel evi sõo


ELEtiaENTO
SENSÍVEL

F ig ü íc 2
Oêsênh. d. ploca dê cir(uito impresso (om o dispori-
çõ . d o s < o m p o n e n tê s,b e m .o m o os l i goções do sC R .

AO PONÍO 'T'

Fi gsro 3

Ploca de riÌcuito impÌesso


que con5titui o êlêmênto
senrivel à u|íidode.

Âo RESTSÌORVAR|ÁVÊL

Quanto à montagem, não Ìa aqueles que preferirem es- -Ìa em pontes de terminais, to-
apresenta dificuldades; na fig. te tipo de montalÌem. Os que mando o cuidado para que as
2 apresentaÌnos o desenho da preferirem u'a montagem ìigações sejam tão curtas
placa de circuito impresso, pa- mais simples poderão êfetuá- quanto possível.

Fig'rÍd 4

Didsrolnd êsqoc|rìólic. dr
Íonre e Ìesfêdiv. do.. dê
rircuit. ímprêss..

Dt rrv 'l

3ã3 - SETEMBRO DE 19?7 81


Terminada a moniagem e uma placa de circuito impres- Lista ale material
conferidas as ligações, podere- so conforme se mostra na fig.
mos efetuar uma experiência 3. A seguir ela é instalada ao R1, R2 ._ 7ú a,7/2 W
sirnpres: Ilgamos um fio (este r eÌ ent oeÌ igadaaR 4 e a o
R 3-70sì,U 2W
fio pode ter até uns 20 metros ponto A do circuito; se come-
de codnprimento) entre o ter- çar a chover, ou se houver ne- R4 - 470 ko, "trimpot"
minal livre de R4 e o trinco voeiro intenso, o SCR será C7, (2 - 500 pF, 15 V, ele-
de uÌna porta, e aiustamos R4 dispaÌado e o aÌarme soaÌá. trolitico
ale maneira que o alarme en- Neste caso, tarnbérn Rl deverá T7,'12 - ÀC128 (ou BC3O7,
tre em operaçáo no ÌÌlcmento ser ajustado parâ a sensibiìi- ou ÀC188)
em que wÌÌa pessoa toque no dade desejadâ. SCR - qualquer ti,po para 30
trinco. V ou mais, 0,5 A
Fonte de alimenta4ã,o 51 - interruptor de pressão,
Outraa Àplicra.çõea normalmente fechado
Aqueles que preferiÌem po- LP1 - lâmpada piloto, g V
Evidentemente existem inú- derão utilizar uma fonte de
81 - bateria, 9 V
meras outras aplicaçóes para a.limentaqáo em lugar da ba-
Alto-falante 8 o, diâmetro
o circuito que descrevemos. teria. Na fig, 4 damos o dia-
10 cm (ou menor)
Uma deÌas, por exemplo, é co- grama esquemático da fonte,
mo indicador de unidade. Fa- bem como a placa de ciÌcui-
ra tanto basta que se construa ro rmpresso para a mesma.

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82 R E V IS TAMON IÌOR de i ódìo ê Têl evi sõo


NOVO TRÃI{SMISSORDE FM
PÃRÃ BROÃDCAST

O novo transmissor SINTRONIC DFM-1oB,/ a secção exeitadora) na eventuâlidâde de se ter


,/DFM-148 possui duas diferentes potências de que desÌigâr a saida parâ manutenção.
saída, especificadas em 10 kW e 14 k\ry', pro-
Ì]orcionando uma potência efetiva irradiada PaÌa maiores infoÌÌnâções: Singer Products
(ERP) controlável para os câsos em que ela é Company Inc., Broadcast CornÌnunications Divi-
limitada pelos regulamentos. Por exempÌo, uma sion, One WorÌd Trade Center, New York, N.Y.
emissora tem permissão para coÌocar 10 kW de 10048.
potência de IüF na antena, ÌÌÌâs devido ao com-
primento da linha de alimentação,2,5 kV/ são
perdidos na transferência de potência do tÍans-
missor para a antena. Em tais casos, o novo
transmissor SINTRONIC DFa4-1OB/DFM-14B
será regulado para 12,5 kltr, proporcionando as-
sim a máxima potência permitida na antena,
AléÍn disso, como eìe opeÌa a cerca de 1O/o abai-
xo da capacidade especificada, o usuário pode es-
perax um maior terÌrpo de qperação que o forne-
cido por outros transmissores que operam em
seu máximo de capacidade tentando atingir a
ERP máxima,

Este novo transmissoÌ utiliza excitador de FM


direto, todo em estado sólido, e amplificador de
potência a válvulas com grade à massa. A ins-
talação do transrnissor em dois gabinetes per-
mite sua opeÌação com 1 kW (utilizando somente

353 - SETEMBRO DE 1977 83


NOVO LAI{çÃIvIENTO YOSHIïANI
A Yoshitani Produtos Eletrônicos Ltda. asa- co de 50 watts para toca-fitas, de uso residen-
ba de lançar um Ilovo amplificador estereofôni- cial, com finíssimo acabamento e destinailo a
satisfazer os mais exigentes consumidores,

O amplificador Yoshitani vem equipado com


suporte remoúvel para toca-fitas, de fácil adap-
tação e manejo, antena direcional para FM, fon-
te de alimentaqão para rádios trtortáteis, grava-
alorescassetee útrolas (6, 7,5, 9 e 12 volts); to-
madas RCA para entrada mono, indicador de
canaÌ com luz Ìitmica e chave inversora de ca_
nais. Saida para 4 ou 8 ohÌ[s.

(Yoghitani Produtos Eletrônicos Ltda. - Rua


Maria Adelaide, 57 - vila Regente Feijó -
Fone:295-6126- São Paulo - SP).

KIT DE AWIPLIFIC^ADOR
ESTEREOFoNICO
DE 4 W - TOTÃIMEÌTTE INTEGRÃ,DO
A RadiotécnicaAuroÌa S.À. lanca um novo kit Cârac.terístlcas
de ampìificador estereofônico, utilizando exclu-
sivamente circuitos integrados TBA820 (veja R€.
Potência de saida: 4 watts (2 w por canal)
vista nq 350, n6tg. 42). Trata-se do "AURES-
Entradas: Fono, Tape, Auxiliar
ïÉREO", de fácil montagem, ótimo desempenho
Saidas: I ohÌns
e bonita apresentação.
ContÌoles: Volume, Graves, Ag:udos
Pode ser fornecido tanto em KIT OOMPLEïD Alimentação: 110 V CA
como apenas em CONJUNTO, que é constituído
por caixa, placa de circuito impresso, tÌansfor- (RadiotécnicaAurora S.A. - Rua ilos Timbi-
mador de força e circuitos integrados. ras, 263 - Caixa Postal 5009- São Paulo - SP).

O PAIMEIROTETEVISONDE BOTSO
À Sinclair Râdionics (uma empresa britânica, mente US$ 300,00. Possui três faixas ile súto-
fabricante dê calculadoras) acaba de lança! no nia contínua (por meio de varactot), cobrindo os
mercado q menor e mais leve televisor at€ hoje canais de VItrF baixos, VHF altos e UHF, tenilo
fabÌicado. Esse al,arelho, denominado "Micro- ainda uma chave seletora de 3 posições para
vision", proporciona imagens em preto e branco permitir a sintonia nos padrões americanos, eu-
nl.ma tela de 5 cm (2") e possui Ìecursos que ropeus e britânicos.
o tornam compativel com praticamente todos os
paises do mundo, exceto alguns do Leste euro-
perl" Â maior paÌtê alo circuito deste aparelho é
constitúda po!: cinco circl-ritos integrados, e ele
O televisor mede çêDca dc 15 X 10 X 3,8 cm, Itode fì.mcionar durante 4 horas com suas bate-
pesa ?30 grainas e deverá custar aproximada- rias internas recarregáveis.

84 REVISÍA MONIÌOi d. Rôdi. ê Têlêvisbo


S,qTÃOINTERNACIONAI DE
COMPONENTESEIETRÔNICOS_ PARIS
Como foi amplamente noticiado, realizou-sede cÌuídas as obras de modêrnização que estão sen-
31 de março a 6 de âbril, no Parque de Expo- do executadas, o Salão Ìecuperará seu ambiente
sições ala Porta de Ve$aÌhes, o "XX.e Salon In- badicional nas naves 1 e 2 do Parque de Expo-
ternational des Co[Fosants EÌetroniques", cuia posrcoes da Porta de versalrìes.
resenha acaba ale ser publicada.
Esse Salão estará aberto aos profissionais de:

Com efeito, ressaltam-se nesta publicaeão ci-


- componentes ativos, passivos e eletro-me-
flas que revelam claramente o interessemundial
cânicos
despertado per este salãoi 1200 extrtositoÌesde
- aparelhos de medição
30 paises diferentes; 75 972 ingressos permanen.
- materiais e produtos especialmente elabo-
tes distribuídos entre os visitantes profissionais
rados para a EÌetrônica
de 87 paises, dos quÂis 9 713 estrangeiros que
- equipamentos e métodos paÌa a aplicação
rspresentavam 72,8/0 do total de visitantes.
dos componentes eletónicos

O próximo "Salon International des ComÌto. Ás solicitações de pârticipaçáo podem ser fei.
sants EÌetroniques" terá lugar novamenteeú Pa- tas à: S.D.S.A. - 20, rue Hamelin - F75116,
ris, de 3 a 18 de abril de 19?8. Uma vez con- Paris.

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353 - SETEMBRD DE 1977 85


. -- 1E
. E TE
\v oGE íì

ItfEsilO

1) Num receptol que sintonize Ìrma Íreqiiência 4) C-omponentesem que não hâ maior dificuÌ-
de 1055 klfz e cuia FI seja de 455 kÌIz, a dade em se obter a integração são:
freqüência do oscilador loca[ é:
f] a) diodos e tÌansistores
a) 1055 kHz n b) capacitoÌes e resistoÍes
I
b) 455 k}Ìz I c) afiodos e indutoles
n
c) 1510 kllz n d) capacitores e indutoÌes
n
I d) 600 kl{z
Uma tensão de 4 V na saída de um CI TTL
2) O circúto de entrada de um ampüficador é interpretada como urÌ!:
opeÌacionãl ÌrormaÌmente consiste em:

n a) uma fonte de corrente constante tr a)0

n b) um aÌnplificador düerenciarÌ n b)1

n c) um amplificador classe B n c) 0 ou 1, dependendoda poÌaridade

n d) um filtro passa-baúxas n d') 1"/2

Para obteÌa[os uÌna realimentaçáo positiva


6 ) Os circuitos integrados T'IL devêm ser aÌi-
num aÌnplificador operacional dêvemos apli-
meotados com tensões:
car o sinal Ìetirado da saída:

n a) na foÌÌte n a) entre 1,5 e 6 V


n b) Ì!a entrada irÌversora n b) entre 4,5 e 5,5 V
n c) na entrada não iÌÌversora n c) entre 12 e 15 V
! d) nas duas entradas tr d) entre 0e 1V

(q) (9 (q) (ç (p) (7 (c) (8 (q) (õ (r) (Í


SVJSOHSCU

86 R E V IS TAMON IÌOR dê R ôdi o e Tel êvi sôo


Rtut$il1r|olilton
t tiltffitr0Indice
0t RÍ0r0 dosanunciantm
Alfatronic 26
[ rDilililsfitci0:
Rr[rci0 A tronic ........ ?9
[.lim[ims,
203-[0m:
220-U22 zil - SI
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353 - SETEi\TBRO DE 1977 87


RTYI$TI
II|OIIITOR Ne 353

ffiü IIT
SETEMBEO

üefiádio
e lelevisão 1977

lllonitor R È OIS TR O
336.?.209 / 73
D C D P- D P F

Fundadaem oulubrode 1947por NicolásGoldberger

<!>
^!

5u mqrío
Diodo Zener e Diodo de Referência 27
tr'onte de Àlimentação Regulada e Ajustável - Conclusão . .. .. . 36
Detecçãoe Correção de Erros nas Tyansmissõescle Dados ...... 44
SOAR - A Base para um Projeto Confiável em Circuitos de po-
tôncia - Conglusão 49
Métodos de Excitação p/Mostradores LED de ? Segmentos ...... oó
Bancada de Serviço: hjetor de Sinais 58
Mastro Orientávelpara Antenas de TV .... 59
em Pauta- XVtr - Eletrônica(5) ..... . ....
Telecomunicações 61
Nossa Capa, 70
Radioamaclorismo: Um VFlf, para a F aixa de 2 Metros 72
13+ Concentração Nacional de Radioamadores
em Piracicaba to

Simples Dispositivo de Alarme . 80


Noticiário Industrial 83
Teste Você Mesmo 86

PRoIBIDÂA rEPRoDuçÃoÌoTAL ou PARCIAL Dos ANTIGO5E ILUTTTAçõEs NE!ÌA IEVISÏA.


'UBLICADOS
Os crtigos rssinodos .õo de inreiro Ìelpons.óilidodêdè !eu. .utorc!. O .onleúdo ê r moréÌio rêdc(io-
nàl Jos onúncios sõo de responiõbilidodêdo .6unciãnte.

88 tE V IS TA MON ITOn de nódìo . Tel èvi são


ESTAMP Ttf,OSi
PFIOFIJI\IDOS
P rtrlA ESTICAFI
SEIJSi LIJCFIOS ll
TI

5obemos muito bem o quonio cuslo o Íolto


de um componenle no horo em que se
preciso dele. Os problemos dê poniuolidode
e ouolidode onuolmenle cousom
elevodos preiuízos poío os empÍesos monlodoros.
A KASVAL, ciênle disfo resolveu desdê o inÍcio
que isto nõo devêÍio mois oconiêcer,
com componentes melólicos esÍompodos,
oor islo, elo é hoìe umo dos mois bem equipodos
indúrtrios fornecedoros dos linhos dê montogêm do PoÍs.
A KASVAL nõo se limilo o "boler peços"
eìo controlo rigorosomênle suo quolidode
elo oroielo e constrói seu Íerromeniol,
utÌlizondo-sede umo soÍÌslicodo ÍerÍomeniorio
e de umo bem íormodo equipe dê Íécnicos
Elo proÍêge: pintondo, golvonizondo,
conlrolondo poro que no horo do produçõo
ê do monlogêm seus clienles nõo lenhom p'oblêmos'
Agoro, o KASVAL, dondo sequêncio
oo seu conlÍnuo progromo de exponsõo
inslolou em suo novo Íóbrico,
ovonçodo eqtripomento hidróulico,
poro execuçõo de repuxos proÍundos
com o mesmo eÍiciêncio ê quolidodê
que coroclerizo suo Produçõo.

merqtúrsic"
kosvql
RrioOudnhos,
ì9ó " Vilo Bêíliogo.SôoPoulo F.273-1071
274-6'Ì96
I itóVã-linha
DE T0-126(SOr-32)
( I

Transistorespara
c
saída de vídeo - 12,5 watts
BF 457 - 160V
BF 458 - 250 V
BF 459 - 300 V

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BD 137- 60V BD 138- 60V
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