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02/09/2017 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS MORADORES DO BAIRRO TRISTEZA EM PORTO ALEGRE,…

EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS MORADORES DO


BAIRRO TRISTEZA EM PORTO ALEGRE, RS: A ARBORIZAÇÃO URBANA DE VIAS
PÚBLICAS

CHOLANT, Barner da Silva¹


FOFONKA, Luciana²

RESUMO

A arborização urbana tem sido uma alternativa utilizada pelo sistema de gestão ambiental para
amenizar o impacto gerado decorrente do crescimento exponencial da população nas grandes
cidades brasileiras, juntamente com outras atividades antrópicas que contribuem para a
degradação do meio ambiente. A vegetação em áreas urbanas proporciona uma melhora
significativa para qualidade de vida humana e contribui na preservação dos recursos naturais. O
objetivo deste trabalho foi avaliar a percepção ambiental dos residentes do bairro Tristeza em
Porto Alegre-RS analisando o grau de satisfação e aceitação referente à arborização urbana. Foi
elaborado e aplicado aos moradores um questionário contendo sete questões objetivas
direcionadas ao assunto em pauta: gênero, grau de escolaridade, classificação da rua quanto a
arborização, importância da arborização da rua, fatores positivos e negativos da arborização da
rua e se concordam com a abertura de canteiro no passeio público em frente à residência para o
plantio ou desenvolvimento de uma árvore. Após análise dos questionários foi constatado um
elevado índice de conhecimento e aceitação referente à importância da arborização urbana pelos
moradores do bairro Tristeza.

Palavras-chave: Arborização Urbana. Percepção Ambiental. Gestão Ambiental.

_________________________
¹ MBA em Gestão Ambiental apresentado ao Instituto Educacional do Rio Grande do Sul – IERGS
² Professora Orientadora.

1 INTRODUÇÃO

O século XX foi marcado pela expansão desordenada das cidades gerada pelo
crescimento do ramo imobiliário, necessidade de transporte, surgimento de indústrias e
desinteresse pelo meio rural. Essas mudanças ocasionaram uma grande demanda de áreas
verdes para implantação de projetos da construção civil, rompendo o vínculo entre a população e
o ambiente ecológico em busca do desenvolvimento do meio urbano (SANTOS & TEIXEIRA,
2001).
O crescimento das cidades gera grande demanda na ocupação de áreas que fazem parte
de florestas. A evolução urbana esta relacionada aos fatores populacionais, econômicos, sócio-
cultural e políticos, portanto um município não se desenvolve por si próprio, é necessário receber

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estímulos de outras regiões do país e até mesmo do exterior, tornando-se também capaz de
influenciá-los através do seu crescimento. Com a Constituição Federal de 1988 conduziu o poder
público a adotar políticas de desenvolvimento urbano, tomando como princípio medidas votadas
ao direito da sociedade por um desenvolvimento sustentável (MENEGAT, 1999).
O sistema de gestão ambiental das grandes cidades brasileiras almeja alcançar a
sustentabilidade. Através do planejamento torna-se possível manter uma relação harmoniosa
entre a população e o meio ambiente, esse equilíbrio do meio urbano com a natureza garante a
sociedade e as futuras gerações de habitantes condições necessárias que possam suprir suas
necessidades de um espaço capaz de promover momentos de lazer e inter-relação com a
natureza (PORTO ALEGRE, 2006).
A arborização urbana esta inserida diretamente na paisagem das cidades. A combinação
de projetos arquitetônicos com o verde urbano permite a integração destes espaços tornando as
áreas construídas menos artificiais e mais arborizadas. Assim caracterizam as cidades com um
visual inovador em conformidade com as questões ambientais (MASCARO & MASCARO, 2010).
A vegetação urbana composta pela arborização de vias públicas, áreas de propriedades
privadas, praças, parques, unidades de conservação e topo de morros alteram a paisagem entre
a vegetação e as edificações nos grandes centros urbanos. Portanto as árvores contribuem
beneficiando a qualidade de vida da população e da fauna local como redução da temperatura,
diminuição dos índices de poluição sonora e atmosférica, bem estar psicológico e são utilizados
como habitat e fonte de alimento principalmente para a avifauna urbana (SANCHOTENE, 2000).
Segundo o que foi proposto pela UNESCO em 1997, a diversidade de grupos sócio-
culturais associados a fatores econômicos promovem diversidade na percepção ambiental da
população, tornando-se empecilho para a elaboração de um plano de ação eficaz para a
conservação do meio ambiente (MAROTI, 2012).
A percepção ambiental é capaz de compreender as inter-relações, entre o homem e o
ambiente, suas expectativas, satisfações e insatisfações, julgamentos e condutas. As percepções
para cada indivíduo resultam consequentemente em uma reação e resposta sobre o meio, estas
manifestações geralmente afetam a conduta do homem inconscientemente. Conhecer a realidade
e como as pessoas percebem o ambiente onde estão inseridos é indispensável para trabalhar a
conscientização de uma comunidade (FAGGINATO, 2012).
A educação ambiental possui um potencial transformador, sendo capaz de proporcionar a
população reflexão e reinterpretação do conceito de meio ambiente através da consciência ética
constituída por valores, atitudes, comportamento, tolerância, responsabilidade e também permite
a descoberta de meios para um desenvolvimento ecologicamente sustentável no meio urbano
(DÍAZ, 2002).
O presente trabalho foi realizado no bairro Tristeza em Porto Alegre – RS, devido a sua
localização na zona sul sendo considerada a região mais arborizada da cidade. Diante desta
circunstancia esta pesquisa teve como objetivo analisar a percepção ambiental dos residentes do
bairro, referente a importância da arborização de vias públicas.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

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A pesquisa foi realizada através da participação dos moradores do bairro, onde foi aplicado
um questionário (quadro 1) contendo sete questões objetivas frente à opinião dos residentes
referente à arborização da rua. Foram escolhidas aleatoriamente dez ruas do bairro e aplicada à
entrevista em dez casas por rua, totalizando 100 entrevistados.

Questionário de Avaliação da Percepção Ambiental dos Moradores do Bairro Tristeza,


referente à Arborização Urbana.

Rua: ______________________________
Data: __________________

1) Sexo do entrevistado:
( ) masculino ( ) feminino

2) Grau de escolaridade:
( ) analfabeto
( ) ensino fundamental incompleto
( ) ensino fundamental completo
( ) ensino médio incompleto
( ) ensino médio completo
( ) ensino superior incompleto
( ) ensino superior completo

3) Como você classificaria a sua rua?


( ) muito arborizada
( ) razoavelmente arborizada
( ) pouca arborizada

4) Você considera a arborização urbana importante?


( ) sim ( ) não
5) Qual fator você considera positivo da arborização de sua rua?
( ) fornecer sombra e amenizar o calor
( ) reduzem a poluição sonora e atmosférica
( ) embelezam sua rua com flores e frutos
( ) são utilizados como habitat pelos pássaros
( ) proporcionam bem estar físico e psíquico

6) Qual fator você considera negativo da arborização de sua rua?


( ) sujeira das ruas provocada pela queda de folhas, frutos e pássaros
( ) redução da iluminação publica gerando insegurança
( ) problemas com a rede de energia elétrica e telefônica
( ) risco de queda da árvore ou ramos
( ) rompimento do pavimento das calçadas pelas raízes

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7) Você concorda com a abertura de um canteiro com dimensões de 1,20m por 2,50m no passeio
público em frente a sua casa para o plantio e desenvolvimento de uma árvore?
( ) sim ( ) não

Questionário aplicado aos moradores. Fonte: autor do trabalho, 2011.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados obtidos no questionário aplicado estão reunidos na Tabela abaixo:

Tabela 1: Síntese das respostas obtidas na aplicação de 100 questionários sobre a Percepção
Ambiental de moradores do bairro Tristeza, município de Porto Alegre - RS, no mês de novembro
de 2011.

QUESTÕES PORCENTAGEM DAS RESPOSTAS OBTIDAS


1) Sexo do 46% masculino
entrevistado:
54% feminino
2) Grau de escolaridade: 0% analfabeto
12% ensino fundamental incompleto
06% ensino fundamental completo
06% ensino médio incompleto
29% ensino médio completo
09% ensino superior incompleto
38% ensino superior completo
3) Como você classificaria a sua rua? 42% muito arborizada
55% razoavelmente arborizada
03% pouca arborizada
4) Você considera a arborização urbana 99% sim
importante? 01% não
5) Qual fator você considera positivo da 38% fornecer sombra e amenizar o calor
arborização de sua rua? 20% reduzem a poluição sonora e atmosférica
04% embelezam sua rua com flores e frutos
14% são utilizados como habitat pelos pássaros
24% proporcionam bem estar físico e psíquico
6) Qual fator você considera negativo da 17% sujeira das ruas provocada pela queda de
arborização de sua rua? folhas, frutos e pássaros
27% redução da iluminação publica gerando
insegurança
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22% problemas com a rede de energia elétrica e


telefônica
13% risco de queda da árvore ou ramos
21% rompimento do pavimento das calçadas pelas
raízes
7) Você concorda com a abertura de um 77% sim
canteiro com dimensões de 1,20m por 23% não
2,50m no passeio público em frente a sua
casa para o plantio e desenvolvimento de
uma árvore?

Em relação ao sexo dos entrevistados houve equilíbrio, sendo 46% masculino e 54%
feminino (Tabela 1). Acredita-se que esta compatibilidade deu-se pelo fato das entrevistas terem
sido realizadas em fins de semana. Em estudo realizado por Araújo, Araújo & Araújo, (2010)
houve predominância do sexo feminino, que segundo os autores está relacionado aos homens
estarem trabalhando no momento da entrevista.
Quanto à escolaridade constatou-se que 38% das pessoas entrevistadas apresentaram
ensino superior completo, seguido de pessoas com ensino médio completo, 29%. Isto demonstra
que os moradores do bairro Tristeza apresentam um grau de escolaridade elevado. Roppa et al.
(2007) relatou em seu trabalho que 35,4% possui ensino médio completo e 23,1% possui ensino
superior completo. Também foi constatado no estudo de Araujo, Araujo & Araujo (2010) um
número elevado de pessoas escolarizadas, apresentando 40% com ensino médio completo e
11% com ensino superior.
Em geral os moradores do bairro Tristeza consideram a sua rua arborizada, Sendo 42%
muito arborizada e 55% razoavelmente arborizada. Porto Alegre é considerada uma das cidades
mais arborizadas do país (SANCHOTENE et al., 1999). Com índice de área verde por habitante
13,62 m2/hab contabilizando somente praças e parques (LÜDKE, 1999). Sendo que estes dados
podem ter sido alterados com o surgimento de novos espaços de laser em função do
crescimento da construção civil na região.
Os entrevistados consideram a arborização urbana importante no total de 99%, para 01%
que não considera. Este alto índice de aceitação referente à compreensão da importância da
arborização urbana pelos moradores do bairro, pode estar associado ao elevado grau de
escolaridade dos entrevistados.
Dentre os fatores da arborização urbana considerados positivos pelos entrevistados após
analise dos questionários o fator “sombra e amenizar o calor” liderou a pesquisa com 38%. Após
“proporcionam bem estar físico e psíquico” com 24%, seguido de “reduzem a poluição sonora e
atmosférica” com 20%, são utilizados como “habitat pelos pássaros”, 14% e “embelezam sua rua
com flores e frutos”, 4%. Observe o gráfico na figura 1.

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Figura 1: Fatores considerados positivos da arborização urbana pelos moradores do bairro


Tristeza. Fonte: autor do trabalho, 2011.

A vegetação nas vias pública fornecem sombra e amenizam a temperatura, sendo


requisito indispensavel para promover ao meio urbano conforto e sensação térmica mais
agradavel, principalmente em ruas calçadas ou asfaltadas (DANTAS et al., 2010).
De acordo com a resposta dos entrevistados referente aos fatores negativos da
arborização urbana está em primeiro lugar a redução da iluminação pública gerando insegurança
com 27%, posteriormente vem problemas com a rede de energia elétrica e telefônica com 22%,
seguido de rompimento do pavimento das calçadas pelas raizes 21%, sujeira das ruas provocada
pela queda de folhas, frutos e pássaros 17% e por fim risco de queda da árvore ou ramos 13%.
Observe o gráfico na figura 2.

Figura 2: Fatores considerados negativos da arborização urbana pelos moradores do bairro


Tristeza. Fonte: autor do trabalho, 2011.

A falta de projeto ou um planejamento mal sucedido de plantio no passeio público e em


áreas privadas pode acarretar problemas com a iluminação pública, criando condições favoraveis
para práticas criminosas (DANTAS et al., 2010).
Quando questionado a possibilidade da abertura de um canteiro com dimenções de 1,20m
por 2,50m no passeio público em frente a residência do entrevistado para o plantio ou

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desenvolvimento de uma árvore, os dados obtidos foram 77% a favor com a abertura do
canteiro, para 23% que não concordaram.
Segundo Piccoli (2007) os canteiros nos passeios públicos devem obedecer as
dimensões de 1,20m x 2,50m sem pavimentação e vegetado com grama. O plantio de
exemplares nativos de habito arborio no passeio público nas ruas do bairro Tristeza é uma prática
frequentemente realizada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Porto Alegre,
executando ou estabelecendo critérios e orientação para realização de plantio compensatório
principalmente por empreendedores da construção civil.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após analisar o instrumento de avaliação aplicado junto aos residentes do bairro Tristeza,
constatou-se que o conceito de arborização urbana está presente na cultura local. Percebe-se
que os moradores apresentam esclarecimento dos benefícios da arborização para a qualidade de
vida da comunidade, refletindo em um alto índice de aceitação das árvores no meio urbano. As
respostas podem ter sofrido influência do nível elevado de escolaridade dos entrevistados.
A maioria dos moradores acredita que o fator mais importante da vegetação em frente sua
casa é o fornecimento de sombra consequentemente atenuando o calor. Enquanto que a
insegurança gerada pela redução da iluminação pública ocasionada pela vegetação presente no
passeio público, foi a moléstia apontada como mais significativa pela população do bairro.
É relevante ressaltar que a educação ambiental possui um papel de suma importância
para que um projeto ambiental seja implantado com sucesso. Trabalhando a conscientização
através da importância da arborização urbana para a qualidade de vida da população, assim
proporcionando uma visão de meio ambiente como um todo.

5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARAÚJO, Jussiara de Lima Oliveira; ARAÚJO, Afrânio César de; ARAÚJO, Ariosto Céleo de.
Percepção Ambiental dos Residentes do Bairro Presidente Médici em Campina Grande–PB,
no Tocante à Arborização Local. Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana –
SBAU. Piracicaba/SP: v.5, n.2, p.67-81, junho de 2010. Disponível em . Acesso em 17 dez. 2011.

DANTAS, Ivan Coelho. et al. Manual de Arborização Urbana. Campina Grande: Editora Eduepb,
2010.

DÍAZ, Alberto Pardo. Educação Ambiental como Projeto. 2ª ed. São Paulo: Editora Artmed, 2002
FAGGIONATO, S. Percepção Ambiental. Disponível em
<http://educar.sc.usp.br/biologia/textos/m_a_txt4.html> Acesso em 03 fev. 2012.

LÜDKE, M.C. Evolução das Áreas Verdes: dos Largos às Praças e Parques Arborizados. In:
MENEGAT, R. (Coord.). Atlas Ambiental de Porto Alegre. 2ª ed. Porto Alegre: Ed. da

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Universidade/UFRGS, 1999.

MAROTI, P. S. Percepção Ambiental. Disponível em


<http://www.lapa.ufscar.br/portugues/perc_amb.htm.> Acesso em 03 fev. 2012.

MASCARÓ, Lucia; MASCARÓ, Juan Luis. Vegetação Urbana. 3ª ed. Porto Alegre: Editora
Masquatro, 2010.

MENEGAT, Rualdo. Atlas Ambiental de Porto Alegre. 2ª Ed. Porto Alegre: Editora da
Universidade/UFRGS, 1999.

PICCOLI, Luiz Antonio (Coord.). Plano Diretor de Arborização Urbana de Porto Alegre. Porto
Alegre, 2007.

Prefeitura Municipal de Porto Alegre; Modelo de Gestão Ambiental, 2006.

ROPPA Cristiane. et al. Diagnóstico da Percepção dos Moradores Sobre a Arborização


Urbana na Vila Estação Colônia – Bairro Camobi, Santa Maria – RS. Revista da Sociedade
Brasileira de Arborização Urbana – SBAU. v.2, n.2, p.11-30, 2007. Disponível em . Acesso em 17
dez. 2011.

SANCHOTENE, Maria do Carmo Conceição. Cidade das Árvores: Arborização Urbana. In:
MENEGAT, R. (Coord.). Atlas Ambiental de Porto Alegre. 2ª ed. Porto Alegre: Ed. da
Universidade/UFRGS, 1999.

SANCHOTENE, Maria do Carmo Conceição. Plano Diretor de Arborização de Vias Públicas.


Porto Alegre-Secretaria Municipal do Meio Ambiente, 2000.

SANTOS Nara Rejane Zamberlan dos; TEIXEIRA Ítalo Filippi. Arborização das Vias Públicas:
Ambiente x Vegetação. 1ª ed. Santa Cruz do Sul: Ed. Instituto Souza Cruz, 2001.

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