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FLASH DEDICADO

O QUE VEREMOS
D I A 1 - C O N H E C E N D O O F L A S H E U S A N D O M O D O S A U T O M ÁT I C O S
• POSSIBILIDADES DO FLASH DEDICADO E CONCEITOS BÁSICOS
• DOMINANDO O FLASH EM MODO TTL
• D O M I N A N D O O F L A S H E M M O D O A U T O M ÁT I C O
• COMO USAR O FLASH REMOTO

DIA 2 – DOMINANDO OS MODOS MANUAIS


• ENTENDENDO O FLASH EM MODO MANUAL
• ENTENDENDO O MODO DE REPETIÇÃO
• EQUILÍBRIO DO FLASH COM A LUZ AMBIENTE

DIA 3 – MODIFICANDO A LUZ E OUTROS RECURSOS


• O B S E R VA N D O A L U Z ( C A R A C T E R Í S T I C A S )
• MODIFICANDO A LUZ (ACESSÓRIOS)
• O F L A S H N A P R ÁT I C A ( E S T U D O S D E C A S O )
CÉU BEM EXPOSTO

ASSUNTO SUBEXPOSTO

SEM FLASH
ASSUNTO BEM EXPOSTO
CÉU SUPEREXPOSTO

SEM FLASH
SOMBRA NOS OLHOS

SEM FLASH
COMO O FLASH PODE AJUDAR?
CÉU E ASSUNTO EM EQUILÍBRIO

COM FLASH
ROSTO BEM
ILUMINADO

COM FLASH
ENSAIOS EM EXTERNA
R E T R AT O S E M E S T Ú D I O
EVENTOS
CASAMENTO
LUZ DE RECORTE
SEGUNDO FLASH ILUMINANDO
PA R T E D A C E N A
POR QUE USAR FLASH?

M I C H A E L K E L L E Y - M P K E L L E Y. C O M
POR QUE USAR FLASH?

Michael Kelley
M I C H A E L K E L L E Y - M P K E L L E Y. C O M
CONHECENDO O FLASH

CONCEITOS BÁSICOS
SPEEDLIGHTS TOCHAS
(FLASH DEDICADO) (FLASH DE ESTÚDIO)

- P O R TÁT I L - POTÊNCIA
- P R ÁT I C O - ENERGIA
- LEVE - RECICLAGEM
- V E R S ÁT I L - CONSISTÊNCIA
RELEMBRANDO
EXPOSIÇÃO

ISO

DIAFRAGMA VELOCIDADE
DIAFRAGMA

CONTROLA A QUANTIDADE
DE LUZ QUE ENTRA NA CÂMERA
ISO

CONTROLA A SENSIBILIDADE
DA CÂMERA À LUZ QUE ENTRA
VELOCIDADE

CONTROLA POR QUANTO


TEMPO O SENSOR É EXPOSTO
O Q U E É I M P O R TA N T E PA R A A
EXPOSIÇÃO DO FLASH?
A VELOCIDADE MAIS RÁPIDA QUE OS OBTURADORES MAIS COMUNS CONSEGUEM
AT I N G I R E M S I N C R O N I A C O M O F L A S H É D E 1 / 2 5 0 S E G U N D O . O D I S PA R O D O F L A S H É
MAIS RÁPIDO QUE O OBTURADOR, LOGO, APENAS O ISO E O DIAFRAGMA CONTROLAM
A Q U A N T I D A D E D E L U Z D O F L A S H Q U E AT I N G E O S E N S O R D A S U A C Â M E R A .

ISO
O
1/80
B
TEMPO

O
1/250
B
TEMPO

DIAFRAGMA VELOCIDADE
A VELOCIDADE MAIS RÁPIDA QUE OS OBTURADORES MAIS COMUNS CONSEGUEM
AT I N G I R E M S I N C R O N I A C O M O F L A S H É D E 1 / 2 5 0 S E G U N D O . O D I S PA R O D O F L A S H É
MAIS RÁPIDO QUE O OBTURADOR, LOGO, APENAS O ISO E O DIAFRAGMA CONTROLAM
A Q U A N T I D A D E D E L U Z D O F L A S H Q U E AT I N G E O S E N S O R D A S U A C Â M E R A .

ISO
OBTURADOR 1/80
TEMPO
FLASH

O
1/250
B
TEMPO

DIAFRAGMA VELOCIDADE
A VELOCIDADE MAIS RÁPIDA QUE OS OBTURADORES MAIS COMUNS CONSEGUEM
AT I N G I R E M S I N C R O N I A C O M O F L A S H É D E 1 / 2 5 0 S E G U N D O . O D I S PA R O D O F L A S H É
MAIS RÁPIDO QUE O OBTURADOR, LOGO, APENAS O ISO E O DIAFRAGMA CONTROLAM
A Q U A N T I D A D E D E L U Z D O F L A S H Q U E AT I N G E O S E N S O R D A S U A C Â M E R A .

ISO
OBTURADOR 1/80
TEMPO
FLASH

OBTURADOR 1/250
TEMPO
FLASH

DIAFRAGMA VELOCIDADE
D U R A Ç Ã O D O D I S PA R O

É O QUE DEFINE A QUANTIDADE DE LUZ QUE O FLASH EMITE


D U R A Ç Ã O D O D I S PA R O
D U R A Ç Ã O D O D I S PA R O

FONTE: MANUAL DE INSTRUÇÕES - SB900


J U N TA N D O T U D O
DURAÇÃO
D O D I S PA R O CONTROLA A QUANTIDADE DE LUZ
(POTÊNCIA) QUE O FLASH EMITE

ISO
CONTROLAM QUANTO DESSA LUZ
É PERCEBIDA PELA CÂMERA
DIAFRAGMA
MODOS DE OPERAÇÃO
A U T O M ÁT I C O S MANUAIS

MANUAL
TTL
R P T / M U LT I
A U T O M ÁT I C O
GN (NIKON)

S E U E Q U I PA M E N T O C A L C U L A A P O T Ê N C I A
N E C E S S Á R I A E S E A J U S TA A U T O M AT I C A M E N T E
A Q U A L Q U E R A LT E R A Ç Ã O
MODOS DE OPERAÇÃO
A U T O M ÁT I C O S MANUAIS

MANUAL
TTL
R P T / M U LT I
A U T O M ÁT I C O
GN (NIKON)

VOCÊ CALCULA A QUANTIDADE DE


L U Z N E C E S S Á R I A E D E V E A J U S TA R O
E Q U I PA M E N T O D E A C O R D O C O M A S I T U A Ç Ã O
O QUE VIMOS O QUE VEREMOS
• POSSIBILIDADES
• CONCEITOS BÁSICOS
• FOTOMETRIA TTL
• D U R A Ç Ã O D O D I S PA R O
• COMPENSAÇÃO DE EXPOSIÇÃO
• VELOCIDADE NÃO
• T R AVA M E N T O D E E X P O S I Ç Ã O
INFLUENCIA NA EXPOSIÇÃO
DA LUZ DO FLASH
TTL
THROUGH THE LENS

N C IO N A O
ÊE
O F L A S HQLU O FQU
EC OM O É U E PA S S A
PELA LENTE, COMO O
 M E RA?!
T R O D A C
FOT Ô M E
FOTÔMETR O D A C Â M E R A .
TTL
TTL TTL

parede branca
TTL TTL

parede branca
TTL TTL

mochila preta
TTL TTL

mochila preta
TTL

E M T T L , É O S I S T E M A D E M E D I Ç Ã O D A C Â M E R A Q U E FA Z A L E I T U R A
D A L U Z D E A C O R D O C O M C A D A S I T U A Ç Ã O , À PA R T I R D O P R É F L A S H ,
B U S C A N D O AT I N G I R O C I N Z A M É D I O .
TTL TTL

COMPENSAÇÃO DE EXPOSIÇÃO

O FLASH EMITE MAIS OU MENOS LUZ, DE ACORDO


COM O QUE VOCÊ ACHAR NECESSÁRIO.
TTL

RELEMBRANDO
VA L O R D E E X P O S I Ç Ã O

+1 EV = DOBRO DA LUZ - 1 E V = M E TA D E D A L U Z

Exemplo: Exemplo:
Obturador de 1/60 para 1/30 Obturador de 1/30 para 1/60
Diafragma de f8 para f5.6 Diafragma de f5.6 para f8
ISO de 100 para 200 ISO de 200 para 100
TTL

T R AVA M E N T O D E E X P O S I Ç Ã O

BLOQUEIA A EXPOSIÇÃO DO FLASH QUANDO


A C I O N A D O , U S A N D O O P R É F L A S H PA R A F A Z E R
A LEITURA DA CENA.
EXPERIMENTE!
O QUE VIMOS O QUE VEREMOS

• FOTOMETRIA TTL
• M E D I Ç Ã O A U T O M ÁT I C A N Ã O T T L
• COMPENSAÇÃO DE
• P R I N C I PA I S D I F E R E N Ç A S E N T R E E S T E
EXPOSIÇÃO
MODO E O TTL
• T R AVA M E N T O D E E X P O S I Ç Ã O
A U T O M ÁT I C O

E M A U T O M ÁT I C O O P R Ó P R I O F L A S H F A Z A L E I T U R A D A Q U A N T I D A D E
D E L U Z N E C E S S Á R I A AT R A V É S D E U M S E N S O R N O PA I N E L F R O N TA L .
A U T O M ÁT I C O

SE VOCÊ ENCONTRAR UM SENSOR


PA R E C I D O C O M E S T E N O PA I N E L
F R O N TA L D O S E U F L A S H , E L E P O D E
O P E R A R N O M O D O A U T O M ÁT I C O .
A U T O M ÁT I C O

A U T O M ÁT I C O C O M D I A F R A G M A A U T O M ÁT I C O

MAIS LUZ DO FLASH

FOTOS COM A
=
MESMA EXPOSIÇÃO

MENOS LUZ DO FLASH

O F L A S H A J U S TA A P O T Ê N C I A D E A C O R D O C O M O V A L O R D E D I A F R A G M A
ESCOLHIDO NA CÂMERA, EMITINDO MAIS OU MENOS LUZ.
A U T O M ÁT I C O

A U T O M ÁT I C O C O M D I A F R A G M A M A N U A L

FOTOS COM
MESMA LUZ DO FLASH =
EXPOSIÇÕES DIFERENTES

O F L A S H E M I T E L U Z A P E N A S PA R A O D I A F R A G M A Q U E V O C Ê I N F O R M O U N O
V I S O R D O F L A S H , R E S U LTA N O E M F O T O S S U B O U S U P E R E X P O S TA S Q U A N D O O
D I A F R A G M A É A LT E R A D O N A C Â M E R A .
A U T O M ÁT I C O

P R I N C I PA I S D I F E R E N Ç A S E N T R E A U T O M ÁT I C O E T T L

Cálculo da exposição
Modo Leitura da luz Ângulo da leitura
baseado em

EXTERNA, POR UM D I S TÂ N C I A , I S O ,
APROXIMADAMENTE
Automático SENSOR NO PRÓPRIO DIAFRAGMA,
20º
FLASH. PRIMEIRO PLANO.

NA CÂMERA, PELO D I S TÂ N C I A , I S O , DE ACORDO COM O


TTL SISTEMA DE DIAFRAGMA, MODO MODO DE MEDIÇÃO
MEDIÇÃO. DE MEDIÇÃO. E ZOOM.
EXPERIMENTE!
O QUE VIMOS O QUE VEREMOS

• M E D I Ç Ã O A U T O M ÁT I C A N Ã O
• FLASH FORA DA CÂMERA E AS
TTL
P R I N C I PA I S F O R M A S D E D I S PA R O
• P R I N C I PA I S D I F E R E N Ç A S
REMOTO
ENTRE ESTE MODO E O TTL
D I S PA R O R E M O T O

I N F R AV E R M E L H O

P R I N C I PA I S C A R A C T E R Í S T I C A S
• MANTÉM A COMUNICAÇÃO FLASH/CÂMERA
• P E R M I T E C O N T R O L A R O F L A S H E S C R A V O A PA R T I R D O F L A S H M E S T R E
• P R E C I S A D E C O N TAT O V I S U A L E N T R E T R A N S M I S S O R E R E C E P T O R
• PERMITE USAR TTL E OUTROS RECURSOS
D I S PA R O R E M O T O

RADIO

P R I N C I PA I S C A R A C T E R Í S T I C A S
(NOS MODELOS MAIS COMUNS)

• O FLASH NÃO SE COMUNICA COM A CÂMERA


• A P E N A S D I S PA R A O F L A S H R E M O T O , N Ã O P E R M I T I N D O C O N T R O L E S
ESPECÍFICOS
• N Ã O P R E C I S A D E C O N TAT O V I S U A L
• GERALMENTE TEM MAIS ALCANCE
D I S PA R O R E M O T O

RADIO (CASOS ESPECIAIS)

P R I N C I PA I S C A R A C T E R Í S T I C A S
(CANON 600EX-RT E RADIOS TTL)

• O FLASH MANTÉM A COMUNICAÇÃO COM A CÂMERA POR RADIO


• É P O S S Í V E L C O N T R O L A R O F L A S H E S C R A V O A PA R T I R D O T R A N S M I S S O R
• N Ã O P R E C I S A D E C O N TAT O V I S U A L
• CONSISTÊNCIA E CONFIABILIDADE
D I S PA R O R E M O T O

FOTOCÉLULA

P R I N C I PA I S C A R A C T E R Í S T I C A S

• Q U A L Q U E R F L A S H P O D E D I S PA R A R O F L A S H R E M O T O
• NÃO PERMITE CONTROLE
• P R E C I S A D E C O N TAT O V I S U A L E N T R E A C É L U L A E O F L A S H P R I N C I PA L
• P R ÁT I C O E M S I T U A Ç Õ E S C O N T R O L A D A S ( E S T Ú D I O , E N S A I O S )
DISPARO REMOTO
D I S PA R O R E M O T O
ACESSÓRIOS
O QUE VIMOS O QUE VEREMOS

• MODO MANUAL
• FLASH FORA DA CÂMERA E AS • NÚMERO GUIA
P R I N C I PA I S F O R M A S D E • LEI DO INVERSO DO QUADRADO DA
D I S PA R O R E M O T O D I S TÂ N C I A
• ZOOM DO FLASH
A D I S TÂ N C I A TA M B É M T E M I N F L U Ê N C I A N A E X P O S I Ç Ã O
DO FLASH. DA MESMA FORMA, ELA INFLUENCIA NA ÁREA
QUE O FLASH ILUMINA DE MANEIRA INVERSA.

PERTO LONGE
+ LUZ - LUZ
- ÁREA + ÁREA
U M R E C U R S O Q U E TA M B É M C O N T R O L A A Á R E A Q U E O
FLASH ILUMINA É A POSIÇÃO DE ZOOM DA CABEÇA.

PERTO LONGE
+ LUZ - LUZ
- ÁREA + ÁREA
U M R E C U R S O Q U E TA M B É M C O N T R O L A A Á R E A Q U E O
FLASH ILUMINA É A POSIÇÃO DE ZOOM DA CABEÇA.

PERTO LONGE
+ LUZ - LUZ
- ÁREA + ÁREA
LEMBRA?
DURAÇÃO
D O D I S PA R O CONTROLA A QUANTIDADE DE LUZ
(POTÊNCIA) QUE O FLASH EMITE (POTÊNCIA)

ISO
CONTROLAM QUANTO DESSA LUZ
É PERCEBIDA PELA CÂMERA
DIAFRAGMA
A C R E S C E N TA M O S A D I S TÂ N C I A D O F L A S H E M
R E L A Ç Ã O A O O B J E T O C O M O U M D O S F AT O R E S
QUE CONTROLA A QUANTIDADE DE LUZ.
D I S TÂ N C I A
CONTROLA A QUANTIDADE DE LUZ
DURAÇÃO QUE O FLASH EMITE
D O D I S PA R O
(POTÊNCIA)

ISO
CONTROLAM QUANTO DESSA LUZ
É PERCEBIDA PELA CÂMERA
DIAFRAGMA
ISO D I S TÂ N C I A

DIAFRAGMA DURAÇÃO
D O D I S PA R O
(POTÊNCIA)
A MAIORIA DOS MODELOS DE FLASH
C A L C U L A M A U T O M AT I C A M E N T E A
D I S TÂ N C I A N E C E S S Á R I A PA R A F A Z E R A
E X P O S I Ç Ã O C O R R E TA , U S A N D O A S
INFORMAÇÕES DE ISO, DIAFRAGMA,
ZOOM E POTÊNCIA.
E QUANDO O SEU FLASH NÃO
FA Z E S S E C Á L C U L O S O Z I N H O ?
MANUAL
NÚMERO GUIA

O NÚMERO GUIA NOS DIZ O ALCANCE DO NOSSO FLASH


(EM METROS, OU EM PÉS), MAS USAMOS ESSE NÚMERO
TA M B É M PA R A C A L C U L A R A P O T Ê N C I A N E C E S S Á R I A D E
A C O R D O C O M O I S O , D I A F R A G M A , D I S TÂ N C I A D O F L A S H E
ZOOM DA CABEÇA DO FLASH.
TA B E L A D O N Ú M E R O G U I A
MANUAL

TA B E L A D O N Ú M E R O G U I A

ISO 100
ZOOM 35MM
POTÊNCIA 1/4
NÚMERO GUIA 18
NG = m x f
18 = m x f
O VA L O R D O N Ú M E R O G U I A Q U E V O C Ê E N C O N T R A
N A TA B E L A É I G U A L À A B E R T U R A D O D I A F R A G M A
Q U E U S A R E M O S PA R A A D I S TÂ N C I A D E 1 M ,
DENTRO DAS CONDIÇÕES ESPECÍFICAS.

18 = 1 x f
18/1 = f
18 = f
PA R A I S O 1 0 0 , P O T Ê N C I A 1 / 4 E Z O O M D O F L A S H E M 3 5 M M .
E S E E U Q U I S E R U S A R U M A D I S TÂ N C I A D E 2
METROS?

18 = 2 x f
18/2 = f
9 = f
PA R A I S O 1 0 0 , P O T Ê N C I A 1 / 4 E Z O O M D O F L A S H E M 3 5 M M .
LEMBRA?

PERTO LONGE
+ LUZ - LUZ
- ÁREA + ÁREA
LEI DO INVERSO DO QUADRADO DA
D I S TÂ N C I A
F11 F5.6 F4 F2.8

PERDA DE LUZ 1 1/4 1/9 1/16 NG = 11

D I S TÂ N C I A 1 2 3 4
EXPERIMENTE!
O QUE VIMOS O QUE VEREMOS

• MODO MANUAL
• NÚMERO GUIA • MODO DE REPETIÇÃO
• LEI DO INVERSO DO (ESTROBOSCÓPICO)
Q U A D R A D O D A D I S TÂ N C I A • MODO GN (NIKON)
• ZOOM DO FLASH
R P T / M U LT I
MODOS DE REPETIÇÃO (ESTROBOSCÓPICO)
D A N I K O N E C A N O N , R E S P E C T I VA M E N T E .

O F L A S H D I S PA R A V Á R I A S V E Z E S D U R A N T E U M A
LONGA EXPOSIÇÃO, CONGELANDO O ASSUNTO A
C A D A D I S PA R O .
RPT / MULTI

HAROLD EDGERTON
RPT / MULTI

Harold Edgerton
HAROLD EDGERTON
RPT / MULTI

Harold Edgerton
HAROLD EDGERTON
RPT / MULTI

Harold Edgerton
HAROLD EDGERTON
RPT / MULTI

Harold Edgerton
HAROLD EDGERTON
RPT / MULTI

Harold Edgerton
HAROLD EDGERTON
RPT / MULTI

Harold Edgerton
HAROLD EDGERTON
SP ER G
I MUENI D
RAA C
COO RR TT II N
NAA
QUANTIDADE

POTÊNCIA FREQUÊNCIA
POTÊNCIA QUANTIDADE FREQUÊNCIA

1/16 5X 5HZ

TEMPO DE EXPOSIÇÃO = QUANTIDADE


FREQUÊNCIA

5X
= 1S
5HZ
GN
CALCULA A POTÊNCIA NECESSÁRIA DE ACORDO COM
A D I S TA N C I A A Q U E S E D E S E J A F A Z E R A F O T O .
EXPERIMENTE!
O QUE VIMOS O QUE VEREMOS
• EQUILÍBRIO DA LUZ AMBIENTE COM
A LUZ DO FLASH
• MODO DE REPETIÇÃO • INFLUÊNCIA DA VELOCIDADE DO
(ESTROBOSCÓPICO) OBTURADOR
• MODO GN (NIKON) • SINCRONISMO RÁPIDO
• SINCRONISMO NA SEGUNDA
CORTINA
EXPOSIÇÃO DA LUZ A
DMO BFI L
EANSTH
E

SP ER G
I MUENI D
RAA C
COO RR TT II N
NAA
EXPOSIÇÃO FLASH + AMBIENTE
ISO D I S TÂ N C I A

DIAFRAGMA DURAÇÃO
D O D I S PA R O
(POTÊNCIA)
ISO D I S TÂ N C I A

DURAÇÃO
DIAFRAGMA D O D I S PA R O
(POTÊNCIA)

VELOCIDADE
VELOCIDADE

NÃO INFLUENCIA NA EXPOSIÇÃO DA


LUZ DO FLASH, MAS CONTROLA A
EXPOSIÇÃO DA LUZ AMBIENTE.
AMBIENTE
ISO D I S TÂ N C I A
FLASH FLASH

AMBIENTE DURAÇÃO
DIAFRAGMA D O D I S PA R O
FLASH (POTÊNCIA) FLASH

AMBIENTE
VELOCIDADE
ASSUNTO BEM EXPOSTO
EM EQUILÍBRIO COM A LUZ AMBIENTE

VELOCIDADE MAIS BAIXA


MANTÉM-SE A EXPOSIÇÃO NO ASSUNTO
AMBIENTE SUBEXPOSTO

V E L O C I D A D E M A I S A LTA
M A S A C Â M E R A S I N C R O N I Z A C O M O F L A S H E M AT É
1/250 DE VELOCIDADE. E SE PRECISAR DE MAIS?
AT É 1 / 2 5 0
SP ER G
I MUENI D
RAA C
COO RR TT II N
NAA
ALÉM DE 1/250
PRIMEIRA CORTINA
PRIMEIRA CORTINA
SEGUNDA CORTINA
COM O SINCRONISMO RÁPIDO
PRIMEIRA CORTINA
PRIMEIRA CORTINA

FLASH
FLASH

SEGUNDA CORTINA
SEGUNDA CORTINA
A L G U M A S A P L I C A Ç Õ E S P R ÁT I C A S

• EM SITUAÇÕES DE LUZ AMBIENTE MUITO INTENSA ONDE QUEREMOS


EQUILIBRAR A LUZ O FLASH COM A LUZ AMBIENTE.
• Q U A N D O Q U E R E M O S U M A P R O F U N D I D A D E D E C A M P O C U R TA A O
F O T O G R A FA R A O A R L I V R E E M D I A S E N S O L A R A D O S .
Q U A N D O F O T O G R A FA M O S C O M
FLASH EM BAIXA VELOCIDADE
PRIMEIRA CORTINA
F L A S H D I S PA R A A S S I M Q U E A P R I M E I R A
CORTINA SE ABRE, CONGELANDO
O MOVIMENTO.
A LUZ AMBIENTE “BORRA" O
MOVIMENTO DO OBJETO.
A LUZ AMBIENTE “BORRA" O
SEGUNDA CORTINA
MOVIMENTO DO OBJETO.
SINCRONISMO NA SEGUNDA
CORTINA
PRIMEIRA CORTINA
A PRIMEIRA EXPOSIÇÃO QUE
ACONTECE É A DA LUZ AMBIENTE.
A LUZ AMBIENTE “BORRA" O
MOVIMENTO DO OBJETO.
O FLASH CONGELA O OBJETO
NO FINAL DO MOVIMENTO.
O FLASH CONGELA O OBJETO
SEGUNDA CORTINA
NO FINAL DO MOVIMENTO.
A L G U M A S A P L I C A Ç Õ E S P R ÁT I C A S

• TRANSMITIR A IDEIA DE MOVIMENTO COM UM RASTRO DE LUZ,


CONGELANDO O ASSUNTO NO FINAL.
• L I G H T PA I N T I N G
EXPERIMENTE!
O QUE VIMOS O QUE VEREMOS
• EQUILÍBRIO DA LUZ • CARACTERÍSTICAS DA LUZ
AMBIENTE COM A LUZ DO • L U Z S U AV E X D U R A
FLASH
• COR
• INFLUÊNCIA DA VELOCIDADE
• POSICIONAMENTO DA LUZ
DO OBTURADOR
• MODIFICANO A LUZ
• SINCRONISMO RÁPIDO
• F L A S H R E B AT I D O
• SINCRONISMO NA SEGUNDA
CORTINA • A C E S S Ó R I O S PA R A F L A S H
O B S E R VA N D O A L U Z
CARACTERÍSTICAS DA LUZ

• INTENSIDADE
• N AT U R E Z A
• DIREÇÃO
• COR
OBSERVANDO A LUZ
LEMBRA?
OBSERVANDO A LUZ

FONTE: UNIVERSIDADE DE MICHIGAN


OBSERVANDO A LUZ

N AT U R E Z A
OBSERVANDO A LUZ

K E N H E R M A N N - W W W. K E N H E R M A N N . D K
OBSERVANDO A LUZ

K E N H E R M A N N - W W W. K E N H E R M A N N . D K
OBSERVANDO A LUZ

M A R I O T E S T I N O - W W W. M A R I O T E S T I N O . C O M
OBSERVANDO A LUZ

M A R I O T E S T I N O - W W W. M A R I O T E S T I N O . C O M
DIREÇÃO
FONTE: CHRIS CALLIS
BLADE RUNNER
DIRETOR: RIDLEY SCOTT
DIRETOR DE FOTOGRAFIA: JORDAN CRONENWETH
BLADE RUNNER
DIRETOR: RIDLEY SCOTT
DIRETOR DE FOTOGRAFIA: JORDAN CRONENWETH
BLADE RUNNER
DIRETOR: RIDLEY SCOTT
DIRETOR DE FOTOGRAFIA: JORDAN CRONENWETH
THE SHINNING
D I R E T O R : S TA N L E Y K U B R I C K
DIRETOR DE FOTOGRAFIA: JOHN ALCOTT
THE SHINNING
D I R E T O R : S TA N L E Y K U B R I C K
DIRETOR DE FOTOGRAFIA: JOHN ALCOTT
THE SHINNING
D I R E T O R : S TA N L E Y K U B R I C K
DIRETOR DE FOTOGRAFIA: JOHN ALCOTT
F O N T E : D I Y P H O T O G R A P H Y. N E T
COR
FONTE: UNIVERSIDADE DA FLÓRIDA
COMO NÓS
U LT R A V I O L E TA

VEMOS
10000K

7000K

“BALANÇO DE BRANCO”
5500K
DO OLHO HUMANO (FIXO)

3200K

2500K

1000K

I N F R AV E R M E L H O
COMO VÊ A
U LT R A V I O L E TA

CÂMERA
10000K

7000K

5500K

3200K

2500K

1000K

I N F R AV E R M E L H O
COMO VÊ A
U LT R A V I O L E TA

CÂMERA
10000K

7000K

5500K

3200K

“BALANÇO DE BRANCO”
2500K D A C Â M E R A ( A J U S TÁ V E L )

1000K

I N F R AV E R M E L H O
COMO VÊ A
U LT R A V I O L E TA

CÂMERA
10000K

“BALANÇO DE BRANCO”
7000K
D A C Â M E R A ( A J U S TÁ V E L )

5500K

3200K

2500K

1000K

I N F R AV E R M E L H O
COMO VÊ A COMO NÓS
CÂMERA VEMOS
10000K 10000K

7000K 7000K

5500K 5500K

3200K 3200K

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COMO VÊ A COMO NÓS
CÂMERA VEMOS
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OBSERVANDO A LUZ

P H I L I P L O R C A D I C O R C I A - W W W. O C U L A . C O M / P H I L I P - L O R C A - D I C O R C I A
OBSERVANDO A LUZ

P H I L I P L O R C A D I C O R C I A - W W W. O C U L A . C O M / P H I L I P - L O R C A - D I C O R C I A
O QUE VIMOS O QUE VEREMOS
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ANNIE LEIBOVITZ
CONSTRUINDO REFERÊNCIAS

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MARTIN SCHOELLER
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P L AT O N
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Platon
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JILL GREENBERG
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GREGORY CREWDSON
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TERRY RICHARDSON
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Terry Richardson
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Terry Richardson
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M A R T I N PA R R
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R YA N M C G I N L E Y
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NAN GOLDIN
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