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A Arte de Negociar Utilizando Apenas o Preço

Copyright © | Gabriel Pinotti


 Atenção: Esta obra digital é protegida pela
Lei 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998 que
trata sobre os Direitos Autorais no Brasil.
Qualquer cópia, divulgação, publicação,
transmissão, contrafação sem a devida
autorização do produtor por escrito
configurará violação aos direitos autorais do
produtor desta obra consoante Capítulo II da
presente lei.
Módulo I
 Bolsa de Valores é um mercado organizado
onde se negociam ações de uma empresa de
capital aberto (S/A de Capital Aberto), sendo
elas públicas ou privadas, além de outro
valores mobiliários.

 Exemplos: Bovespa, Nasdaq, New York Stock


Exchange (NYSE), Chicago Board of Trade
(CBOT).
 Empresa de capital aberto são sociedades
anônimas regidas pela Lei das Sociedades
Anônimas (Lei 6.404 de 15/11/76).
 Seu capital social é formado por ações –
títulos que representam partes da empresa
negociados livremente no mercado.
 Ao adquirir uma ação, você passa a ser um
acionista da empresa, ou seja, passa a deter
uma parte da empresa.
 Ações, também chamadas simplesmente de
“papéis”, são parcelas que compõem o capital
social de uma sociedade anônima.
 Quando são emitidas por Sociedades
Anônimas de Capital Aberto, as ações podem
ser livremente negociadas na Bolsa de
Valores ou Mercado de Balcão.
 A ações representam a menor fração do
capital social da empresa.
 Valores mobiliários ou títulos financeiros é
um título de propriedade ou de crédito,
emitido por um ente público (governo) ou
privado (sociedades anônimas ou instituições
financeiras).
 Exemplo: Ações, Debentures, Opções, Cotas
de Fundos de Investimentos.
Módulo I
 Uma sociedade anônima de capital aberto,
somente poderá negociar suas ações em
Bolsa de Valores após o IPO.
 O Initial Public Offering, ou oferta pública
inicial, é quando as ações de uma empresa
são disponibilizadas ao público investidor
pela primeira vez em Bolsa.
 É o processo que uma sociedade anônima
passa para ser de capital aberto.
 Temos vários órgãos reguladores no mercado
financeiro.
 Os mais importantes para nós são a Comissão
de Valores Mobiliários e o Banco Central do
Brasil
 CVM e BACEN, ou apenas BC.
 A CVM é uma autarquia federal vinculada ao
Ministério da Fazenda.
 Ela disciplina o funcionamento do mercado
de valores mobiliários e a atuação de seus
players.
 A CVM tem poderes para disciplinar,
fiscalizar, normalizar a atuação dos
integrantes do mercado de valores
mobiliários no Brasil.
 O Banco Central do Brasil, também
conhecido como BC, BACEN ou BCB também
é uma autarquia federal vinculada ao
Ministério da Fazenda.
 Assim como diversos lugares do mundo, o BC
é uma das principais autoridades monetárias
no país.
 Para podermos negociar no mercado
financeiro, ou seja, nas Bolsas de Valores, nós
precisamos de um intermediador que fará a
ponte entre os investidores e a Bolsa.
 Esse intermediador é chamado de Corretora
de Valores Mobiliários.
Módulo I
 A Corretora de Valores é uma empresa filiada
ao sistema financeiro nacional, onde
intermedia a compra e a venda de títulos aos
seus clientes.
 Uma corretora é remunerada pelos seus
serviços prestados aos clientes. Por exemplo,
corretagem, custódia, etc.
 Para negociarmos em bolsa, temos alguns
custos que devemos se atentar.
 O primeiro deles é cobrado pela Corretora de
Valores, a Corretagem.
 A corretagem é cobrada pelo serviço de
intermediação da Corretora – Bolsa.
 Além da corretagem, as corretoras também
cobram o ISS, ou Imposto Sobre Serviços.
 Além dos custos da Corretora de Valores,
temos os custos cobrados pela própria Bolsa
de Valores.
 São eles os Emolumentos.
 Natureza de taxa.
 Cobrados pela B3 (Antiga BMF & Bovespa) e
pela CBLC (Companhia Brasileira de
Liquidação e Custódia).
 Além de termos a Corretagem, os
Emolumentos, também podemos ter a
incidência do custo de Custódia, dependendo
a sua operação.
 A taxa de Custódia é cobrada pelas
Corretoras aos clientes que possuem ativos
em custódia.
 Logo após as taxas, temos os impostos que
devemos ficar atentos.
 O Imposto de Renda é um dos custos das
nossas operações.
 Temos dois tipos de IR no mercado, os retidos
na fonte e os declarados pelo investidor.
 Em operações Daytrade, temos 1% retidos na
fonte e 19% devem ser declarados conforme
os lucros apurados.
 No mercado financeiro, alavancagem é a
capacidade de fazer o seu dinheiro vale x
valores a mais.
 Corretoras de Valores podem estabelecer
limites de alavancagem de posições,
normalmente em 50x.
 Caso tenha R$1.000 em sua conta com
alavancagem 50x, será o equivalente a ter
R$50.000,00.
Módulo I
 Para negociar no mercado financeiro, além
de ser cliente de uma Corretora de Valores,
também precisamos ter habilitado uma
plataforma de negociação.
 Entre elas temos as plataformas nativas das
corretoras que são comumente chamadas de
Home Broker.
 Temos também as plataformas de terceiros
que contratamos a parte.
 No Brasil temos uma infinidade de
plataformas a disposição dos investidores,
por exemplo: Profit Chart, Tryd, Protrader,
Metatrader, etc.
 As plataformas farão o link entre nosso
terminal e o servidor de market data da
corretora. Enviando nossas ordens conforme
o fluxo de envio da Corretora.
 Nossas plataformas se comunicam com as
corretoras e com a Bolsa para enviar as
nossas ordens.
 Saber escolher o tipo de conexão da nossa
plataforma pode trazer mais vantagens de
negociação como por exemplo, baixa
latência, velocidade de negociação e
estabilidade de sinal.
 O DMA, ou Direct Market Access, é
disponibilizado pela Bolsa por intermédio da
Corretora de Valores onde permite ao
investidor ter um ambiente de negociação de
dados de mercado em tempo real.
 Temos diversos tipos de DMA, como por
exemplo o DMA1, DMA2, DMA3 e o DMA4 –
também chamado de co-location.
Módulo I
 DMA1 – O meio mais tradicional do mercado, ocorre
pela infraestrutura física da corretora, onde o cliente
acessa algum sistema Home Broker enviando as
ordens para o ambiente de negociação. As ordens
então passam por uma avaliação de risco prévia.
 DMA2 – O modelo DMA2 é um modelo de
negociação via provedor, ou OMS (Order
Management System). Os clientes da Corretora
utilizam plataformas de terceiros que se conectam a
um provedor de ordens que é enviado a B3.
 DMA3 – Este é o modelo de conexão direta. O cliente
envia diretamente ordens para o ambiente de
negociação da Bolsa, sem passar por Corretoras ou
Provedores. Porém, o cliente deve arcar com custos de
conexão de links e sessões de negociação (FIX).
 DMA4 (Co-Location) – Este é o modelo que oferece a
menor latência do mercado. Corretoras, Empresas e
Clientes podem contratar espaços físicos dentro do
Data Center da B3 e instalar suas soluções. Este modelo
é comumente utilizado por sistema de negociação
automatizados como HFTs ou Algotrading.
Módulo I
 O Mercado a Vista representa o conjunto de
operações de compra e venda das ações
negociadas na Bolsa de Valores através dos
preços estabelecidos durante o pregão.
 Exemplo: Papéis.
 O Mercado Futuro é o ambiente onde se
negociam contratos de compra e venda de
produtos que só serão liquidados no futuro.
 Os contratos não são negociados pelo valor
integral.
 O investidor não recebe nenhum produto,
apenas adquire o direito sobre as oscilações.
 O grande diferencial é a alta alavancagem.
 O índice Bovespa, ou apenas IBOV, é o
principal benchmark do mercado de ações
Brasileiro.
 Trata-se de uma carteira composta com as
ações mais líquidas do mercado.
 A carteira do IBOV é formado pelas ações
mais líquidas e com maior volume da Bolsa.
 É revisado a cada 3 meses.
 Cada ação tem um peso diferente no IBOV.
 Cada contrato futuro de Ibovespa representa
um acordo de compra e venda futura de
100% da pontuação do índice IBOV.
 O preço de cada contrato é estabelecido no
momento de sua negociação, porém o
pagamento ocorre apenas no vencimento.
 Enquanto o IBOV é apenas um índice de
referência, o contrato futuro (IND) é um ativo
real.
 Principais usos: Especulação e Hedge.
 Negociar o contrato futuro de Ibovespa é
como negociar ações de primeira linha, com
alto volume e excelente liquidez, sem gastar
muito.
 Ao negociar contrato futuro de Ibovespa, o
investidor está buscando lucrar com a
oscilações do mercado a vista.
 Além disso, o contrato futuro permite com
que investidores façam esquemas de hedge
em suas carteiras, ou seja, proteções.
 O contrato futuro de Ibovespa é negociado
através de seu ticker de negociação como
qualquer outro ativo em bolsa.
 Seu ticker é composto pelo radical IND,
acrescido da letra de vencimento do contrato
somado ao ano de vencimento. Ex: INDG19.
 Seus vencimentos são em Fevereiro (G), Abril
(J), Junho (M), Agosto (Q), Outubro (V),
Dezembro (Z).
 Lote padrão: 5 contratos.
Como ficaria o ticker de negociação do contrato futuro de
Ibovespa com vencimento no mês de Fevereiro de 2019?

IND G 19

Radical do Ativo Mês de Venc Ano de Venc


 Contratos futuros de dólar são acordos de
compra e de venda futura da moeda norte
americana. Os contratos são negociados pela
Bolsa e padronizados de acordo com seus
meses e anos de vencimento.
 Um ativo caracterizado pela sua alta liquidez
e baixa volatilidade. Graças a sua alta
liquidez, um investidor consegue montar
grandes posições facilmente.
 O Dólar Futuro Brasileiro é um dos contratos
futuros de moedas mais negociados em
todo o mundo.
 As cotações do dólar sofrem forte influência
do mercado externo. Principalmente dos
EUA.
 Cada contrato futuro de dólar equivale a
negociar US$50.000,00.
 Não existe entrega física de moeda.
 Lote padrão: 5 contratos.
 Seu ticker de negociação é formado pelo radical
DOL, acrescido do mês de vencimento e do ano
de vencimento.
 Seu vencimento ocorre mensalmente: Janeiro
(F), Fevereiro (G), Março (H), Abril (J), Maio (K),
Junho (M), Julho (N), Agosto (Q), Setembro (U),
Outubro (V), Novembro (X), Dezembro (Z).
 Uso Comum: Especulação, Hedge, Importações
e Exportações, Remessas de Câmbio.
Como ficaria o ticker de negociação do contrato futuro
de Dólar com vencimento no mês de Março de 2019?

DOL H 19

Radical do Ativo Mês de Venc Ano de Venc


 Para facilitar a entrada de investidores
pessoas físicas no mercado financeiro, foram
criados os mini contratos.
 Através dos mini contratos, o investidor
poderá negociar contrato futuro de Ibovespa
e de Dólar com valores menores de
negociação e de lotes.
 O valor dos mini contratos são equivalente a
25% dos contratos cheios, ou padrões.
 O investidor também poderá negociar os
mini contratos de forma fracionada. Ao invés
de ter que negociar 5 contratos, o lote padrão
é de apenas 1 mini contrato.
 Os mini contratos seguem a cotação dos
contratos padrões.
 Seus vencimentos são na mesma data.
 Seu ticker é composto da mesma forma,
apenas trocando o radical. Para IND utilize
WIN, e para Dólar, WDO.
 Para negociar contratos futuros, o investidor não
precisa ter o valor cheio do contrato para abrir
uma posição.
 Graças a alavancagem, o investidor poderá abrir
uma posição em um contrato futuro bastando
ter apenas a chamada margem de garantia.
 Cada corretora tem sua margem de garantia,
que pode variar de R$15,00 até R$150,00 para
cada mini contrato, ou R$50,00 até R$500 para
cada contrato cheio.
 Para swing trade, as margens são relativamente
maiores, pois o risco é maior também.
 O investidor poderá depositar a margem de
garantia de diversas formas na corretora.
 Podendo ser desde dinheiro, até produtos
com liquidez diária, CDB, Ações, Papéis do
Tesouro, etc.
 A rolagem de posição é um fenômeno que
acontece na data de vencimento dos
contratos futuros.
 Para os investidores que desejam continuar
em suas posições, deverão fazer a rolagem
para o contrato futuro mais líquido.
 Esta movimentação costuma causar grande
impacto nas cotações dos ativos, já que
grandes posições são liquidadas ou roladas
para o próximo contrato.
 No mercado financeiro nós temos diferentes
tipos de players atuando entre nós, devemos
entender o comportamento de cada um para
que possamos ver como funciona a dinâmica
do mercado.
 Entre eles temos: pessoas físicas e pequenos
investidores, bancos, hedge funds, bancos
mundiais, grandes fundos internacionais.
F.I
$$$$$$
$$$$$
Bancos
Centrais
$$$$
Hedge Funds

Bancos $$$
$
Pessoas Físicas

Players do Mercado Dinheiro em Jogo


Módulo II
 Daytrade ou daytrading é uma espécie de
operações no mercado financeiro.
 As operações daytrade são abertas e
encerradas no mesmo dia, antes do final do
pregão.
 Diferente de operações swing trade que são
levadas por dias.
 Daytrade ou daytrading é uma espécie de
operações no mercado financeiro.
 As operações daytrade são abertas e
encerradas no mesmo dia, antes do final do
pregão.
 Diferente de operações swing trade que são
levadas por dias.
 Buscamos oscilações de preços do ativo entre
a abertura e o fechamento do mercado.
 Operações daytrade possuem uma
dificuldade um pouco maior que a maioria
das operações no mercado, já que devemos
interpretar e tomar decisões em curtos
períodos de tempo.
 Porém, também temos vantagens que
podem compensar o nível de dificuldade
maior.
Ganhos Expressivos em Curto Espaço de Tempo

Perdas Controladas

Alavancagem
 Operações do tipo scalping são uma
modalidade dentro do daytrade. Portanto
temos a seguinte árvore para melhor
entendermos.
Daytrade Scalping

Mercado
Swing Trade
Financeiro

Position Trade
 O ato de realizar operações do tipo scalping é
ainda uma modalidade muito mais vantajosa
para o investidor.
 Podemos utilizar pontos de entradas sólidos,
com uma alta quantidade de alavancagem para
pegarmos um alvo relativamente simples e de
fácil realização pelo mercado.
 Desta forma ficamos com o mesmo resultado
financeiro de uma operação longa, porém com o
risco altamente reduzido.
 Este tipo de operações possuem uma taxa de
acerto na casa dos 85-95%.
Módulo II
 Quando realizamos operações no mercado
financeiro, não temos nenhuma certeza
absoluta que teremos sucesso.
 O mais importante de tudo é temos uma
gestão de risco apurada, juntamente com
disciplina na execução do plano de trading,
assim teremos sucesso neste mercado.
 Gestão de risco é adotar melhores práticas
permitindo uma melhor gestão dos limites de
risco aceitáveis.
 O perfil de mercado de um trader de sucesso
é composto do seguinte tripé:

Técnica

Disciplina

Gestão de Risco
 Para termos sucesso neste mercado devemos
adotar o nosso perfil de sucesso apresentado
anteriormente, onde temos:
 Técnica: Precisamos de uma técnica adequada,
objetiva e que forneca condições de análises de
cenários adequadas. (Ex: Análise Técnica).
 Disciplina: Precisamos ter disciplina e auto
controle para executar corretamente nosso
plano de trading.
 Gestão de Risco: Devemos adotar técnicas de
gestão de capital, protegendo o máximo nosso
patrimônio financeiro.
 Vamos tratar agora de um assunto muito
importante para o trader iniciante.
 O iniciante deve se atentar a cumprir
integralmente o seu plano de trade, criado
dentro do seu gerenciamento de risco.
 Vamos abordar agora a maneira que eu
costumo indicar a meus alunos de como criar
o seu próprio plano de trade.
 Um conceito muito importante na hora de
traçar um perfil de gerenciamento de risco é
o drawdown máximo da sua conta naquele
cenário.
 Quando iremos criar um plano de trade,
precisamos entender qual seria o pior cenário
possível para aquela conta, e verificar através
de métricas se aquela conta suporta aquele
tipo de operação, alavancagem, resultados,
etc.
 Podemos entender drawdown como sendo
rebaixamento, ou declínio.
 Em economia, é a medida da diminuição de
uma variável financeira – normalmente o
lucro acumulado – a partir de um topo em um
determinado período de tempo.
 Vamos utilizar um exemplo prático para
melhor aproveitamento.
 Vamos imaginar um cenário de 5 dias onde
temos um investidor que tenha uma banca de
R$1.000.
 Utilizando uma certa técnica e certos
parâmetros, temos o seguinte resultado.
➢ Dia 1 – +R$100,00
➢ Dia 2 - +R$50,00
➢ Dia 3 - -R$65,00
➢ Dia 4 - -R$80,00
➢ Dia 5 - -R$ -145,00 (Drawdown máximo)
 Observamos que o investidor tem dias de
resultados possitivos, porém também temos
dias de perdas.
 Além disso, percebemos que temos uma
perda de –R$65,00 no dia 3. E também no dia
5 temos uma perda de –R$145,00.
 O dia 5 é o nosso drawdown máximo neste
período, pois é a perda de maior valor
durante o período, ou seja, o declínio
máximo.
 O mercado de contrato futuro como vimos
anteriormente é um mercado extremamente
alavancado, ainda mais quando utilizado em
modadildade daytrading e scalping.
 Portanto, um plano de trade com gestão de
risco bem definida é a fórmula para nossa
segurança financeira.
 Cabe ao trader seguir exatamente os
conceitos passados aqui.
 Sabemos que cada investidor tem o seu perfil
de investimentos. Assim, eu passarei três
modelos de gerenciamento de risco.
 Um conservador, um moderado e um
agressivo.
 Iniciaremos pelo modelo concervador.
 Lembrando que as métricas valem para mini
contratos de índice futuro e de mini dólar.
Módulo II
 Recomendação de Capital: R$3.000 para cada
mini contrato.
 Limite Ganho Diário: 2% do capital total.
 Limite de Perda Diária: 2% do capital total.
 Limite de Perda Semanal: 4% do capital total.
 Exemplo: R$3.000 de banca, operando 1 mini
contrato. Limite de ganho diário de R$60,00.
Limite de perda diária de R$60,00. Limite de
perda semanal R$120,00.
 Para calcularmos o drawdown máximo deste
cenário conservador, iremos fazer a perda
máxima diária multiplicado por 15 pregões
negativos.
 Porque 15 pregões? Porque adotando 20 dias
úteis em média, 15 pregões perdidos
correspondem a uma taxa de acerto de 25%.
 Desta forma temos o limite diário de perda
em R$60,00.
 Multiplicamos por 15 pregões temos: R$60,00
x 15 = R$900,00.
 Portanto, neste cenário conservador temos a
perda máxima estabelecida em R$900,00.
 Isso corresponde a 30% do nosso capital
total.
 Assim, temos uma meia vida de
aproximadamente 3 meses no mercado.
 Recomendação de Capital: R$2.000 para cada
mini contrato.
 Limite Ganho Diário: 2,5% do capital total.
 Limite de Perda Diária: 2,5% do capital total.
 Limite de Perda Semanal: 5% do capital total.
 Exemplo: R$2.000 de banca, operando 1 mini
contrato. Limite de ganho diário de R$50,00.
Limite de perda diária de R$50,00. Limite de
perda semanal R$100,00.
 Desta forma temos o limite diário de perda
em R$50,00.
 Multiplicamos por 15 pregões temos: R$50,00
x 15 = R$750,00.
 Portanto, neste cenário conservador temos a
perda máxima estabelecida em R$750,00.
 Isso corresponde a 37,5% do nosso capital
total.
 Assim, temos uma meia vida de
aproximadamente 2 meses no mercado.
 Recomendação de Capital: R$1.000 para cada
mini contrato.
 Limite Ganho Diário: 5% do capital total.
 Limite de Perda Diária: 5% do capital total.
 Limite de Perda Semanal: 10% do capital
total.
 Exemplo: R$1.000 de banca, operando 1 mini
contrato. Limite de ganho diário de R$50,00.
Limite de perda diária de R$50,00. Limite de
perda semanal R$100,00.
 Desta forma temos o limite diário de perda
em R$50,00.
 Multiplicamos por 15 pregões temos: R$50,00
x 15 = R$750,00.
 Portanto, neste cenário conservador temos a
perda máxima estabelecida em R$750,00.
 Isso corresponde a 75% do nosso capital
total.
 Assim, temos uma meia vida de
aproximadamente 30 dias no mercado.
 Conservador: 30% de perda máxima.
(Recuperável).
 Moderado: 37,5% de perda máxima.
(Difícil).
 Agressivo: 75% de perda máxima. (Quase
Impossível).
Módulo II
 Operações Rápidas
 Tempo Exposto ao Risco Reduzido
 Alta Alavancagem
 Alvos Pequenos
 Taxa de Acerto Elevada
 Poucos Trades Perdedores
 Ideal para Atingir Consistência
 Sempre realizar operações a favor da
tendência principal.
 Não exitar nas entradas e saídas.
 Acompanhamento intensivo do mercado.
 Grau elevado de foco e atenção.
 Risco retorno invertido.
 Operar sempre dentro do gerenciamento.
 Scalpers comumente utilizam risco retorno
invertido em seus cenários.
 Isso acontece devido a alta taxa de acerto de
suas técnicas.
 Sua perda é apenas uma forma de proteção
da sua conta, e não da sua operação.
 Normalmente, o stop loss* é igual ao limite
diário de perda.
 * Abordaremos este conceito mais a frente.
 Na maioria das vezes, scalpers utilizam o
risco retorno inverso de 1 para 3, ou até
mesmo 1 para 4 dependendo a volatilidade
do ativo.
 Isso significa que a cada 1 ganho, sua perda é
limitada em 4, ou 3.
 Devido a alta probabilidade de acerto nas
operações, acabamos saimos positivos no
mês. Além de ser baixa as probabilidades de
perda.
Módulo III
 Análise técnica é o estudo da movimentação
dos preços dos ativos por meio de gráficos,
onde temos a variação dos preços versus o
tempo.
 Por ser baseada apenas no preço dos ativos,
levamos em conta conceitos econômicos de
oferta e demanda, esforço e resultado, para
prever as movimentações futuras dos ativos.
 É um gráfico temporal, ou seja, baseado em
tempo. Ex: 5 minutos, 30 minutos, 1 dia.
 Gráficos de candlesticks, ou gráfico de velas, é
uma das formas de representação gráfica dos
preços dos ativos. Extremamente popular entre
traders do mundo todo.
 Além de podermos interpretar a movimentação
dos preços através dos candles (velas), os
gráficos candlesticks também formam padrões
que podem ser utilizados para prever
movimentações futuras.
Exemplo de um gráfico de candlesticks no ativo PETR4, usando o tempo de 5 minutos.
Exemplo de um gráfico de candlesticks no ativo PETR4, usando o tempo de 5 minutos.
 Um candlestick, ou apenas candle, mostra
para o investidor algumas informações muito
importantes para a tomada de decisão.
 São elas: abertura, fechamento, máxima e
mínima.
 Esses valores são projetados em cada candle
formado.
Máxima

Fechamento

Abertura

Mínima
Máxima

Abertura

Fechamento

Mínima
Módulo III
 A Teoria de Dow foi
criada a mais de 100 anos
por Charles Dow, criador
do índice norte
americano Dow Jones e
um dos fundadores do
Wall Street Journal.
 A Teoria de Dow é um
dos pilares da análise
técnica, devemos
compreender ela o
máximo possível.
 Neste material, vamos entender os conceitos
principais da Teoria de Dow, e como eles
podem ajudar a nós investidores a tomarmos
uma análise certeira do cenário econômico.
 Destacaremos agora os principais pontos da
Teoria de Dow conforme a minha visão de
mercado.
 Os Índices Descontam Tudo: Para Dow, os
índices do mercado (Ibovespa por exemplo) já
refletem todo o consenso do mercado, seja
no passado, presente ou até mesmo para o
futuro. Qualquer notícia relevante, o mercado
rapidamente se ajustará conforme sua
interpretação.
 O Mercado se Move em Tendências:
Segundo Dow, o mercado financeiro se
movimenta em tendências.
 No caso nós temos 3 tendências. Sendo elas:
Primária, Secundária, Terciária.
 A primária é o maior movimento macro.
 A secundária são ondas de movimentações.
 A terciária são pequenas oscilações não
relevantes para a análise geral.
 Uma Tendência Somente se Altera, quando
Outra entra em Vigor: Segundo Dow, uma
tendência deverá ser considerada, enquanto
uma nova tendência não tomar conta do
mercado.
 A menos que tenhamos uma reversão clara
da tendência, não devemos operar contra a
maré.
Módulo III
 Topos e Fundos são pontos extremos em um
gráfico de candlestick.
 São utilizados para identificar as tendências
do mercado.
 Topo é uma extremidade, ou seja, um ponto
mais alto, de um movimento de alta que
antecede um movimento de baixa.
 Fundo é uma extremidade oposta, ou seja,
um ponto mais baixo, de um movimento de
baixa que antecede um movimento de alta.
 Vamos entender agora um conceito de extrema
importância para nossa análise gráfica.
 Suportes são regiões em que o preço encontra
sustentação durante uma queda. Podemos
entender eles como um chão, uma proteção
contra a queda.
 Resistências são regiões em que o preço não
consegue romper em um movimento de alta.
Podemos entender como um teto, uma laje de
um prédio.
 Podemos observar o exemplo anterior que os
preços não conseguem mais superar o ponto
destacado em amarelo.
 Desta forma, podemos entender que aquela
região que o preço encontrou é uma região de
suporte de preços, que poderá fornecer uma
espécie de chão, sustentação, para que ele se
mantenha acima desta região por um certo
período.
 Suportes são excelentes regiões para
COMPRAS.
 Podemos observar o exemplo anterior que os
preços não conseguem mais superar o ponto
destacado em amarelo.
 Desta forma, podemos entender que aquela
região que o preço encontrou é uma região de
resistência de preços, que poderá fornecer uma
espécie de barreira, teto, para que ele se
mantenha abaixo desta região por um certo
período.
 Resistências são excelentes regiões para
VENDAS.
Módulo III
 Quem utiliza a análise técnica como forma de
analisar o comportamento do mercado
financeiro, deve ter em mente o conceito das
tendências.
 Iremos combinar os conceitos de topos e
fundos para aprendermos como o mercado
movimenta os preços dos ativos.
 Um mercado pode se movimentar de apenas
3 formas.
 Sendo elas: Tendência de Alta, Tendência de
Baixa ou Consolidação, também chamado
de caixote, retângulo, range ou zona neutra.
 Vamos entender cada um dos movimentos
do mercado de forma individual.
 Quando temos um mercado se
movimentando em tendência de alta,
significa que estamos otimistas com o andar
dos preços.
 Podemos observar a tendência de alta pelo
fato dos topos e fundos estarem
posicionados de forma ascendentes no
gráfico.
 Isso quer dizer, um topo maior que o anterior,
um fundo maior que o anterior.
 Quando temos um mercado se
movimentando em tendência de baixa,
significa que estamos pessimistas com o
andar dos preços.
 Podemos observar a tendência de baixa pelo
fato dos topos e fundos estarem
posicionados de forma descendentes no
gráfico.
 Isso quer dizer, um fundo menor que o
anterior e um topo menor que o anterior.
 Quando temos um mercado se
movimentando dentro de uma faixa de
preços, com topos e fundos entre as mesmas
regiões, estamos observando uma
consolidação de mercado.
 Desta forma, o mercado não se movimentará
a menos que perca a formação do range, ou
da consolidação.
Módulo III
 Já trabalhamos aqui com os conceitos da
Teoria de Dow, das tendências primárias,
secundárias, terciárias e também com os
conceitos de tendências do mercado.
 Nesta aula, vamos aprender a marcar nossas
tendências em nosso gráfico, utilizando essas
marcações como tomada de decisão.
 As Linhas de Tendência podem ser
classificadas em Linhas de Tendência de Alta
(LTA), e Linhas de Tendência de Baixa (LTB).
 Iremos sempre fazer as marcações de acordo
com os topos ou com os fundos do mercado.
 As Linhas de Tendência de Alta, ou LTAs, são
linhas que traçamos para identificar o melhor
ponto possível para comprar em uma
tendência de alta.
 Devemos sempre marcar os fundos
ascendentes em uma tendência de alta,
assim temos uma LTA.
 Utilizada principalmente como SUPORTE.
 As Linhas de Tendência de Baixa, ou LTBs, são
linhas que traçamos para identificar o melhor
ponto possível para vender em uma
tendência de baixa.
 Devemos sempre marcar os topos
descendentes em uma tendência de baixa,
assim temos uma LTB.
 Utilizada principalmente como
RESISTÊNCIA.
Módulo III
 Nesta aula nós iremos aprende o conceito de
Linhas de Tendência Curtas, Short Trending
Lines ou Microestruturas de Alta ou de
Queda.
 Normalmente utilizadas para operações
scalping.
 Podem ser utilizadas como gatilhos de uma
operação maior.
 Utilizando as linhas de microestruturas,
podemos identificar pontos de distorção de
preços e aproveitar a volatilidade deste
movimento para buscarmos alvos curtos.
 Podemos aproveitar também testes de níveis
(levels) de preços, além de testes de toque.
 Utiliza as microestruturas de queda ou de alta
é a mesma coisa do que utilizar os conceitos
de linhas de tendência de alta ou de baixa,
porém em um universo menor.
 LTAs e LTBs são marcadas utilizando topos e
fundos.
 Microestruturas são utilizadas marcando
máximas e mínimas dos candles.
 Para podemos traças as microestruturas de
alta, basta identificar uma formação de
candles onde temos mínimas ascendentes.
 Devemos então ligar estas mínimas com uma
linha.
 Esta linha servirá para nós como suporte.
 Para podemos traças as microestruturas de
baixa, basta identificar uma formação de
candles onde temos máximas descendentes.
 Devemos então ligar estas máximas com uma
linha.
 Esta linha servirá para nós como resistência.
Módulo III
 A palavra trader vem do significado
“comerciante” se formos traduzir ao pé da
letra do inglês.
 Como qualquer bom comerciante, nós
queremos auferir lucros do mercado.
 Um dono de supermercado por exemplo,
compra detergente por R$0,50 e vende por
R$1,00. Lucrando R$0,50 por unidade.
 Quanto mais barato ele comprar, mais lucro
ele irá auferir certo?
 Um trader tem o mesmo conceito. Somente
não negociamos mercadorias físicas.
 Queremos comprar dólar futuro a R$3.667 e
vender a R$3.680 por exemplo. Lucrando
com a diferença da compra e da venda.
 Quanto mais barato comprarmos, mais
iremos lucrar.
 Quanto mais caro vendermos, mais iremos
lucrar.
 Devemos então sempre atuar nas
extremidades do mercado, desta forma
aumentamos nosso lucro e também
reduzimos nosso risco.
 Não queremos ficar no meio do caminho do
preço, pois são regiões de extrema
volatilidade.
 Queremos entrar em regiões onde o mercado
esteja exausto, ou seja, cansado.
VENDER

ZONA DE ALTA VOLATILIDADE

COMPRAR
 O conceito de topos e fundos é o conceito
mais importante da análise técnica ao meu
ver.
 É através dele que temos condições de prever
as movimentações futuras de um ativo, sua
tendência atual e também os melhores
pontos de entrada.
O mercado sempre vai buscar
máximas e mínimas...
 Precisamos entender agora o que são os
chamados de Topos e Fundos de Referência.
 Segundo a premissa de que “o mercado
sempre vai buscar máximas e mínimas”, caso
uma dessas referências seja superada, o
mercado buscará a próxima.
 Nossos topos e fundos de referência serão
sempre os últimos topos e fundos do
mercado.
 Aqueles topos e fundos que caso forem
perdidos ou superados, o mercado fará uma
movimentação para buscar o novo level de
preço.
Topo de Referência

Fundo de Referência
RESISTÊNCIA

SUPORTE
Mercado deve romper
para continuar a
tendência de alta.

Se o mercado perder este suporte,


buscará os próximos.
Módulo III
 A Teoria da Bipolaridade é um conceito
importantíssimo quando formos análisar
topos e fundos e possíveis entradas.
 A Teoria da Bipolaridade é aplicada aos
suportes e resistências.
 Quando um suporte é rompido, ele se torna
uma resistência.
 Quando uma resistência é rompida, ela se
torna um suporte.
SUPORTE

RESISTÊNCIA
SUPORTE

RESISTÊNCIA
 Um TOPO é uma RESISTÊNCIA, que se for
rompido vira SUPORTE.
 Um FUNDO é um SUPORTE, que se for
rompido vira RESISTÊNCIA.
 O mercado sempre vai voltar a testar regiões
rompidas.
 São essas voltas chamadas de pullback.
 São nestes pullbacks que fazemos as
melhores entradas.
Módulo III
 Vimos no início deste módulo que os gráficos
de candlestick são famosos também por criar
padrões e figuras gráficas.
 Estas figuras servem para que o investidor
entenda o comportamento do preço de uma
forma mais visual.
 Iremos abordar agora as mais comuns, sendo
elas: topo duplo (M), fundo duplo (W),
triângulos, canais e OCOs.
 A figura do topo duplo, ela é como o nome
diz, visualizada nos topos do mercado.
 Trata-se de uma formação de dois topos,
ou seja, um topo duplo, que também pode
caracterizar a letra M.
 Quando perdida esta formação, o mercado
na maioria das vezes poderá projetar o
tamanho do seu bico para baixo.
 A figura do fundo duplo, ela é como o nome
diz, visualizada nos fundos do mercado.
 Trata-se de uma formação de dois fundos,
ou seja, um fundo duplo, que também pode
caracterizar a letra W.
 Quando perdida esta formação, o mercado
na maioria das vezes poderá projetar o
tamanho do seu bico para cima.
Módulo III
 Triângulos são figuras que podem reverter o
mercado.
 São formadas por ondas A, B, C, D.
 Dependendo a formação das ondas, podem
ser de alta ou de baixa.
 Seu alvo é a projeção da onda A-B, através do
ponto D.
 Triângulos de alta possuem a formação
seguinte.
A
C

B
 Triângulos de baixa possuem a formação
seguinte.
B D

A
 Os alvos dos triângulos são a projeção da
distância da perna A-B a partir do ponto D.
Alvo
A
C

B
Triângulo de Alta
 Os alvos dos triângulos são a projeção da
distância da perna A-B a partir do ponto D.
B D

A Alvo

Triângulo de Baixa
Módulo III
 Canais são formações em que o preço se
movimento dentro de duas linhas pararalelas.
 São formados por um linha de tendência
inicial.
 Esta linha de tendência é duplicada na outra
extremidade.
 O objetivo é encontrar regiões de suportes e
resistências dinâmicas.
 Podemos ter um canal de alta e um canal de
baixa.
 Canais de alta são formados quando temos a
presença de linhas de tendência de alta, além
de uma linha paralela na extremidade
superior pegando os topos.
 Isso delimita a área de movimentação dos
preços.
Linha Paralela

LTA
 Canais de baixa são formados quando temos
a presença de linhas de tendência de baixa,
além de uma linha paralela na extremidade
inferior pegando os fundos.
 Isso delimita a área de movimentação dos
preços.
LTB

Paralela
Módulo III
 Além de servirem para delimitar a área de
movimentação dos preços, os canais também
podem ser rompidos, dando origem a novos
cenários.
 Canais de baixa podem ser rompidos para cima.
 Canais de alta podem ser rompidos para baixo.
 Sempre devemos aguardar o teste.
 Nosso alvo sempre será a distância entre as
linhas.
Teste

Alvo

Rompimento

Distância entre as linhas


Alvo

Rompimento

Distância entre as linhas


Teste
Módulo III
 Ombro-Cabeça-Ombro é uma figura muito
popular na análise técnica clássica.
 Uma figura importante que pode indicar uma
reversão do mercado.
 Composto de um ombro, uma cabeça e outro
ombro, além da neckline (linha do pescoço).
 Seu alvo é a projeção do tamanho de sua
cabeça.
Cabeça

Ombro

Ombro

Neckline
Cabeça

Ombro
Ombro

Neckline

Alvo
Neckline

Ombro
Ombro

Cabeça
Módulo III
 Candles gatilhos são padrões visuais de
candlesticks que nos mostram o andar do
preço dentro da formação daquele candle.
 Os candles gatilhos são utilizados para
entrada e saída de uma operação, servindo
como gatilho para tomada de decisão do
trader.
 Suas máximas e mínimas funcionam como
suporte e resistência.
 As cores não são importantes.
 Dentre os inúmeros padrões de candles da
análise técnica, vamos destacar apenas os
mais importantes para nós.
 Sendo eles: estrela cadente, enforcado,
martelo e martelo invertido.
 Também temos dois padrões que nos
mostram atenção a movimentação seguinte.
 São eles: spinning top e doji.
 Estrela cadente é um Stop loss
padrão de candle que
aparece nos topos do
mercado.
 O seu formato nos permite
entender que ocorreu uma
grande pressão vendedora
na sua formação.
 Possui um grande pavio
superior e um corpo
pequeno.
 Sua forma é parecida com Entrada
o martelo invertido, porém
ele aparece nos TOPOS e
indica VENDA.
 O enforcado é um
padrão de candle que
Stop loss
aparece em topos
também.
 O seu formato parecido
com o martelo nos indica
uma pressão vendedora,
porém com uma
absorção compradora.
 Sua forma é parecida
com o martelo, porém
ele aparece nos TOPOS
e indica VENDA. Entrada
 O martelo é um padrão
de candle gatilho que Entrada
aparece nos fundos.
 Seu corpo nos mostra
uma grande pressão da
compra absorvendo
todo os lotes da venda.
 Sua forma é parecida
com o enforcado, porém
ele aparece nos
FUNDOS e indica Stop loss
COMPRA.
 O martelo invertido é um Entrada
padrão de candle que
também aparece nos
fundos.
 Ele nos mostra uma
força compradora,
porém com uma reação
da parte vendedora.
 Sua forma é parecida
com a estrela cadente,
porém ele aparece nos Stop loss
FUNDOS e indica
COMPRA.
 Doji é um padrão de
atenção que permite
com que o trader
entenda que o
mercado está sem
rumo definido.
 Seu preço de abertura
e fechamento são
identicos.
 Mostram ausência de
forças.
 Spinning top é um
padrão de atenção que
permite com que o
trader entenda que o
mercado está sem rumo
definido.
 Seu formato é composto
por um pequeno corpo
no meio de um grande
pavio.
 Mostram equilíbrio de
forças, 50% na compra e
50% na venda.
Módulo IV
 Agora que já vimos toda a parte teória
referente a análise técnica e ao mercado,
vamos trabalhar exercitanto nossa análise.
 Dividimos nossa atuação no mercado em
duas funções.
 A primeira delas é de analisar o mercado no
dia anterior ao pregão que será operado.
 A segunda delas é executar as operações de
acordo com a análise feita.
 Devemos iniciar primeiramente selecionando
o ativo que queremos analisar.
 Depois iremos observar todo o contexto do
ativo através da redução de zoom no gráfico,
ajustando a sua visão para que você tenha
uma boa leitura do contexto.
 Depois iremos identificar a tendência
principal do gráfico. Está subindo, caindo ou
andando de lado?
 Identificada a tendência, vamos iniciar nossas
marcações gráficas de acordo com a
tendência identificada.
 Começando pelas linhas de tendência e
canais grandes.
 Seguindo depois aos topos e fundos de
referência.
 Por último, marcaremos linhas de tendência e
pontos de menor importância.
 Vejamos passo a passo.
1. Identificando o Ativo
2. Zoom Out
3. Movimento do Mercado
4. Lts e Canais
5. Topos e Fundos
6. Regiões Menores
Módulo IV
 Vamos aprender agora como tomar as
decisões de compra ou de venda através das
nossas análises gráficas.
 Já aprendemos a preparar nosso gráfico para
o dia do pregão, agora vamos saber qual a
hora correta de entrar em uma operação.
 Vamos dividir nossos cenários em compra e
em venda.
 Segundo a Teoria de Dow, a tendência de
compra se movimenta através de topos e fundos
ascendentes.
 Assim, temos um topo maior que o anterior e
um fundo também.
 O melhor local para compras são nos suportes.
 Os melhores suportes são entre eles: topos
rompidos, LTA, extremidade de canal.
 Devemos identificar candles gatilhos nestas
regiões.
1. Análise Gráfica
2. Tendência de Alta
3. Rompeu Topo?
4. Voltou Testar?
5. Há Candle Gatilho?
6. Compra!
Teste
Rompeu Topo

Suporte

Gatilho de Compra
 Segundo a Teoria de Dow, a tendência de baixa
se movimenta através de topos e fundos
descendentes.
 Assim, temos um topo menor que o anterior e
um fundo também.
 O melhor local para vendas são nas resistências.
 As melhores resistências são entre elas: fundos
rompidos, LTB, extremidade de canal.
 Devemos identificar candles gatilhos nestas
regiões.
1. Análise Gráfica
2. Tendência de Baixa
3. Rompeu Fundo?
4. Voltou Testar?
5. Há Candle Gatilho?
6. Venda!
Teste

Resistência

Rompeu Fundo Gatilho de Venda


Módulo IV
1. Criado por Gabriel Pinotti em seus Estudos
de Mercado feitos no Youtube.
2. Objetivo de simplificar a análise técnica para
o trader iniciante.
3. Promove as melhores regiões de
negociações em um gráfico.
4. Adota a lei máxima do mercado de comprar
barato e vender caro.
5. Usa confirmações para filtrar operações.
6. Sem indicadores!
 Devemos observar as regiões do gráfico.
 Marcar topos e fundos de referência.
 Identificar a tendência.
 Marcar com “retângulos rídiculos” as regiões.
 Atuar apenas nas regiões a favor da
tendência principal.
 Utilizar os candles gatilhos.
 Tempo gráfico de 5 minutos.