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A vida no Antigo Egito.

Dominique Valbelle

Introdução

Primeiro parágrafo

Afirma que os homens do Egito faraónico davam atenção especial à vida após a morte.
Cita os túmulos construídos de pedra e o uso do tijolo para construção de palácios e
moradias, ricas e pobres.

Segundo parágrafo

Discorre sobre a importância da exploração de cidades e aldeias da Antiguidade, assim


como volumes dos arquivos, contos, as pinturas nas paredes dos túmulos. Apresenta a
escolha do defunto (os bens que levará). Adverte sobre o uso da documentação no
contexto. Critica os relatos biográficos (pobres em informações verdadeiras). Afirma ser
o mobiliário funerário diferente do utilizado pelas mesmas famílias enquanto vivas.

Terceiro parágrafo

Adverte que existem falhas nos sólidos costumes egípcios (os pobres são amortalhados
com o seu vestuário habitual e os seus velhos móveis). Afirma que na XVIII dinastia, e
em particular durante o cisma amarniano, os temas iconográficos renovam-se e tendem
para uma reprodução da paisagem mais próxima das realidades quotidianas.

Quarto parágrafo

Afirma que os egípcios desejavam deixar vestígios de si mesmos e do ambiente.

Quinto parágrafo

Lança a ideia de que seria mais tranquilo tentar reconstruir a vida dos antigos Egípcios a
partir dos verdadeiros vestígios de sua existência. Se pergunta se seria possível resumir
a vida de um homem a partir de lanços de paredes abandonados e de registros
administrativos.

Sexto parágrafo

Cita a arqueologia urbana que se desenvolveu no vale do Nilo. O papel das ciências
auxiliares. Cita a cronologia do estudo: início do Antigo Império 2700 a.C até o fim do
Novo Império 1088 a.C.

Sétimo parágrafo

Relata o papel fundamental das duas primeiras dinastia (instaurou poder único no
Egito).

Oitavo parágrafo
Afirma a existência de um artesanato no vale e no delta do Nilo por volta de 4500 a.C.
Cita o domínio por parte de algumas culturas do fabrico de objetos de pedra e de
marfim, vasos, recipientes, estatuetas, cabos para facas.