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Motor monofásico: entenda como é o

seu funcionamento básico


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22/06/2018 Motores Elétricos
Sem dúvidas, o motor monofásico é um dos tipos de dispositivos eletromecânicos mais
populares. Isso porque é um dos componentes mais simples e eficientes, principalmente
para demandas residenciais e comerciais. Ventiladores, bombas d’água de pequeno
porte e compressores (geladeiras e freezers) são apenas algumas das aplicações mais
conhecidas.
Certamente, você deve ter um desses modelos na sua casa — e vai voltar a adquirir um.
Entender o funcionamento desses dispositivos o ajudará no melhor dimensionamento e
a aumentar a eficiência do motor de acordo com suas aplicabilidades.
Então, continue no post e descubra como funciona o motor monofásico e suas
aplicabilidades!

Aplicabilidade de um motor monofásico


O motor monofásico é um componente de baixa potência. Por isso, ele é recomendado
para equipamentos de menor porte, geralmente aqueles que trabalham com movimentos
de rotação. Assim, são mais encontrados em residências, comércios e pequenas
indústrias. Entre os principais equipamentos que abarcam esse motor, podemos citar:

 ventiladores;
 bombas d’água;
 refrigeradores;
 furadeiras elétricas;
 maquitas;
 impressoras;
 secadores de cabelo.

Assim, se o eletrodoméstico que você tem em casa tem um motor, muito provavelmente
ele vai embarcar um monofásico. Afinal, é um equipamento que apresenta um alto
desempenho e bastante praticidade. Apesar disso, é preciso ter cuidado ao usá-lo,
conforme o modelo escolhido.
Para evitar esses transtornos, vamos entender melhor o que é esse motor e como ele
funciona!

Conceito do motor monofásico


Como vimos, o motor monofásico é um equipamento de baixa potência. Ele recebe esse
nome porque é alimentado apenas por uma única fase de corrente alternada e é formado
apenas por um conjunto de bobinas.
Na prática, ele usa a eletricidade de uma rede monofásica para gerar energia mecânica.
Seus enrolamentos de campos magnéticos são geralmente conectados diretamente a uma
fonte monofásica. Assim, eles se distinguem dos motores trifásicos, que utilizam três
bobinas para gerar a força giratória.

Funcionamento do motor monofásico


Como qualquer outro motor, o monofásico tem rolamento de cobre e um rotor não
energizado, que é imantado, ou seja, tem polo negativo e outro positivo. Como ele vai
girar? Existem diversas técnicas e componentes que podem ser utilizados. Isso vai
depender, é claro, do tipo de motor.
Eles são divididos em dois grupos: motores de corrente alternada (CA) e motores de
corrente contínua (CC). A grande diferença entre os dois está na forma como a
velocidade é gerenciada.

Motores de corrente alternada (CA)


Esses motores são alimentados por uma corrente alternada e sua velocidade depende da
frequência da tensão e da corrente. Assim, para controlá-la, utiliza-se um variador de
frequência. Assim, esses equipamentos são mais empregados em aparelhos que adotam
uma velocidade fixa, como bombas d’água e compressores.
Ao energizar um rolamento de cobre, gera-se um campo magnético variável. Ao
conectar uma corrente monofásica nesse rolamento, por si só, ele iria apenas vibrar o
rotor, e não girá-lo. Isso porque a alternância magnética gerada por uma só fase é muito
rápida e não é capaz de dar força de torque, ou seja, fazê-lo romper a inércia para
movimentar-se.
A solução foi criar dois rolamentos distintos com defasagem (ou diferença) de 90 graus
entre eles. Para isso, utiliza-se um capacitor para alimentar a corrente de um dos
rolamentos. Então, mesmo sendo apenas uma fase (monofásica), o capacitor simula uma
segunda fase, criando então um campo girante, que movimentará o rotor.
É por isso que ao ligar o motor monofásico talvez você sinta que a corrente elétrica dá
uma leve queda, uma vez que certos circuitos auxiliares (capacitores) demandam uma
carga de energia inicial alta, podendo chegar de 5 a 10 vezes a corrente do motor.
Outra forma de fazer o rotor girar é usada nos motores elétricos de indução. Esses são
os mais comuns. Construídos com bobinas no estator, a força de torque é obtida por
meio de correntes induzidas nesses componentes. Ao inverter o campo magnético
repetidamente, o rotor gira.

Motor de corrente contínua (CC)


A velocidade na corrente contínua varia conforme a tensão, de modo que o controle fica
mais fácil. Por isso, é mais aplicada em aparelhos que necessitam de uma velocidade
variada, como liquidificadores, batedeiras etc. De qualquer forma, o modelo CA
também pode variar a velocidade rotação, como vimos, mas precisa de outros
dispositivos para o controle.
Neste modelo, haverá outros componentes, como o comutador e forma de anel. Essa
peça é ligada à corrente elétrica por meio de escovas e ao enrolamento de cobre, que
fica dentro de um campo magnético. O torque para a rotação se dá na reação de atração
e repulsão dos enrolamentos ligados ao comutador energizado e o campo magnético.
Assim, o princípio básico por trás do motor monofásico é que ele vai sempre precisar de
uma ajuda auxiliar para fazer o rotor girar, saindo do seu estado de inércia. Isso não
ocorre com o motor trifásico.
Como o nome já sugere, esse último tem três bobinas e, por isso, não necessita de um
capacitor para adicionar força de torque. Esses três componentes já têm fases alternadas
que geram uma força de partida. Isso garante ao trifásico mais potência e torque,
aumentando seu leque de aplicações.

Vantagens e desvantagens do motor


monofásico
Os motores monofásicos são os mais amplamente utilizados nas residências, nos
estabelecimentos comerciais e nas indústrias de pequeno porte. Afinal, eles trazem
muitas vantagens, tais como:

 são mais baratos para produzir;


 são eficientes em suas aplicações;
 são mais práticos ao realizar ligações;
 economizam energia;
 são a melhor solução para redes monofásicas.

Essas vantagens não querem dizer que o motor monofásico é uma solução perfeita.
Também há alguns problemas:

 um custo mais caro do que um trifásico de potência similar;


 entre 60% a 70% menos potência do que um trifásico de mesmo tamanho;
 desempenho menor;
 custo maior de manutenção, já que têm mais componentes auxiliares.

Na relação custo-benefício, sem dúvida, o motor monofásico se aplica na maioria dos


casos, por isso, são os mais populares e os mais encontrados nas residências e nos
estabelecimentos comerciais. Assim, vale a pena se aprofundar um pouco mais no seu
funcionamento.
Quer saber mais sobre motores elétricos? Então, confira mais um de nossos posts e
entenda o giro do motor elétrico e a inversão da rotação!
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Tipos de motores CA
monofásicos. Motores
assíncronos monofásicos. O
dispositivo e princípio de
funcionamento. Características
de motores elétricos de uma
série A

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Facilidade de conversão de voltagem corrente alternada tornou o mais


amplamente utilizado no fornecimento de energia. No campo do projeto de
motores elétricos, outra vantagem da corrente alternada foi descoberta: a
possibilidade de criar um campo magnético rotativo sem transformações
adicionais ou com seu número mínimo.
Como discutido acima, um motor assíncrono monofásico não é iniciado
independentemente. Para superar essa desvantagem e ligar o motor de forma
independente, ele se transforma temporariamente em um motor de duas fases
durante o período de inicialização. Para este propósito, o estator monofásico.
Motor AC assíncrono
O motor elétrico é fornecido enrolamento adicional, conhecido como
enrolamento manual, além do enrolamento principal. Os dois enrolamentos
estão localizados a uma distância de 90º um do outro e são conectados em
paralelo por uma alimentação monofásica, como mostrado na fig. Ele é
projetado de forma que a diferença de fase entre as correntes nos dois
enrolamentos do estator seja muito grande. Portanto, o motor se comporta
como um motor de duas fases. Essas duas correntes criam um fluxo rotativo e,
portanto, acionam o próprio motor.
Portanto, apesar de certas perdas devido à resistência reativa (indutiva) dos
enrolamentos, a simplicidade da criação dos motores elétricos AC contribuiu
para a vitória sobre a fonte de alimentação CC no início do século XX.
Fundamentalmente, os motores CA podem ser divididos em dois grupos:
Assíncrono
Existem muitos métodos pelos quais a diferença de fase necessária entre duas
correntes pode ser criada. Na máquina de fase dividida mostrada na FIG. 5, o
enrolamento principal tem baixa resistência, mas alta reatânciaenquanto o
enrolamento de partida tem alta resistência, mas baixa reatância.
Quais são os tipos de motores?
Sua função é desconectar automaticamente o enrolamento de partida da fonte
de energia quando o motor atingir 70-80% de sua carga total. No caso de
motores de fase bipartida hermeticamente selados unidades de refrigeraçãoEm
vez de um interruptor centrífugo incorporado, é utilizado um relé de tipo
eletromagnético. Como mostrado na Figura 6, a bobina do relé é conectada em
série com o enrolamento principal, e um par de contatos, normalmente abertos,
entra no enrolamento de partida.
Neles, a rotação do rotor difere em velocidade da rotação do campo magnético,
de modo que eles podem operar em várias velocidades. Este tipo de motores
de corrente alternada é mais comum em nosso tempo. Síncrono
Esses motores têm uma conexão rígida entre a velocidade do rotor e a
velocidade de rotação do campo magnético. Eles são mais difíceis de fabricar e
menos flexíveis em uso (mudar a velocidade em uma freqüência fixa da fonte
de alimentação só é possível mudando o número de pólos do estator).
Como você pode ver, o torque de partida é de 150 a 200% do torque de carga
total com uma corrente de partida de 6-8 vezes a corrente de carga total. Esses
motores são freqüentemente usados em comparação com motores de partida
de capacitor mais caros. Aplicações típicas: ventiladores e sopradores, bombas
centrífugas e separadores, máquinas de lavar, pequenas máquinas, copiadoras
e refrigeradores domésticos e queimadores a óleo, etc.
Como mostrado na FIG. 8, o sentido de rotação de tais motores pode ser
alterado alterando as conexões de um dos dois enrolamentos do estator. Para
este propósito, os quatro fios são retirados do quadro. Como pode ser visto na
FIG. 9, as conexões do enrolamento original foram canceladas.
Eles são usados somente em altas potências de várias centenas de quilowatts,
onde sua maior eficiência em comparação com motores elétricos assíncronos
reduz significativamente as perdas de calor.

MOTOR ASSÍNCRONO
ASSÍNCRONO
O tipo mais comum de motor de indução é um motor elétrico com gaiola de
esquilo do tipo “gaiola de esquilo”, onde um conjunto de hastes condutivas é
colocado nas ranhuras inclinadas do rotor nas extremidades conectadas por
anéis.
O controle de velocidade dos motores bifásicos padrão é quase o mesmo dos
motores trifásicos. Sua velocidade varia de 2 a 5% entre carga e carga total.
Por este motivo, tais motores são geralmente considerados motores quase
permanentes.
Uma nota. Tais motores são às vezes chamados de motores assíncronos com
separação de fases com resistência, para distingui-los de iniciar um início de
indução de um capacitor e iniciar e iniciar um capacitor, descrito abaixo. Estrela
do capacitor. O capacitor é geralmente do tipo eletrolítico e geralmente é
instalado fora do motor, como uma unidade separada. O condensador é
projetado para manutenção extremamente curta e tem garantia de não mais de
20 períodos de operação por hora, cada período não deve exceder 3
segundos.
A história desse tipo de motor elétrico remonta a mais de cem anos, quando
percebeu-se que um objeto condutor colocado na fenda central de um
eletroímã de corrente alternada tende a se desprender dele devido ao
aparecimento de um fem de indução com um vetor de direção oposta.
Assim, um motor assíncrono com rotor de gaiola de esquilo não possui
unidades de contato mecânico, exceto os rolamentos de suporte do rotor, o que
garante que os motores deste tipo não baixo preçomas também a maior
durabilidade. Devido a isso, os motores elétricos deste tipo tornaram-se os
mais comuns na indústria moderna.
As duas correntes estão desfasadas umas das outras em cerca de 80º, em
comparação com quase 30º para um motor de fase dividida. Outras melhorias
no projeto do motor permitiram até 350% mais torque de partida. Uma curva de
desempenho típica de tal motor é mostrada na Fig.
Motores monofásicos para todos os dispositivos
eletrônicos
Cálculos e gráficos de pizza: começando motores de deslizamento. Motor
síncrono: a influência da excitação na corrente da armadura e no fator de
potência. Fase única motores assíncronos normalmente usado em aplicações
de baixa potência para aplicações domésticas e industriais. Algumas das
vantagens do uso de motores monofásicos são o menor custo, design mais
simples, maior confiabilidade, facilidade de reparo e melhor serviço. Os
monofásicos não se iniciam independentemente, pois possuem apenas um
enrolamento com corrente alternada, em contraste com um campo rotativo em
um motor trifásico.
No entanto, eles também têm certas desvantagens que devem ser
consideradas ao projetar motores elétricos assíncronos deste tipo:
Alta corrente de irrupção - como no momento de ligar o motor elétrico sem
escova assíncrono na rede, a reatância do enrolamento do estator não é
afetada pelo campo magnético criado pelo rotor, ocorre um surto de corrente
forte, muitas vezes excedendo o consumo de corrente nominal.
Componentes do motor monofásico
O estator e o motor são os dois componentes principais de um sistema
monofásico. O estator também é chamado de parte estacionária, que recebe
energia alternada monofásica. Sendo os mais famosos de todos os motores, os
motores assíncronos monofásicos são amplamente utilizados em escritórios,
eletrodomésticos e pequenas indústrias. Eles são um substituto ideal para
motores de energia trifásicos. Além disso, esses motores são mais econômicos
e atendem às necessidades de eletricidade em residências, lojas, etc. além
disso, os motores monofásicos são parte integrante dos ventiladores, máquina
de lavar roupaaspirador de pó, brinquedos pequenos, ventiladores, etc. mas,
devido ao seu tamanho limitado, esses motores são adequados para a maioria
das aplicações industriais pesadas, desde ferramentas de usinagem como
tornos, moinhos, sopradores, ventiladores menores até equipamentos de
manuseio, como transportadores helicoidais, bombas, correias transportadoras
curtas, e estes são apenas alguns deles.
Esta característica da operação de motores deste tipo deve ser instalada em
toda a fonte de alimentação projetada para evitar sobrecargas, especialmente
ao conectar motores de indução a geradores móveis com potência limitada.
Baixo torque de partida - Motores elétricos com curto-circuito possuem uma
pronunciada dependência de torque nas rotações, portanto, sua inclusão sob
carga é extremamente indesejável: o tempo necessário para atingir o modo
nominal e as correntes de partida aumentam significativamente, o enrolamento
do estator é sobrecarregado.
Por que comprar um motor de indução monofásico do
site?
O site é a primeira plataforma on-line conveniente da Índia para a compra on-
line de motores monofásicos de alta qualidade e eficientes, entre muitos outros
produtos industriais. Agora você também pode comprar com os melhores
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Steve Nunez Rafael Belloso da Universidade Chatsin
Motores assíncronos monofásicos Os motores assíncronos monofásicos,
menos usados que seus equivalentes trifásicos, desempenham um papel
menor em aplicações de baixa potência. Motor monofásico como motor
trifásico, consiste em duas partes: o estator inclui um número par de pólos e
seus enrolamentos estão conectados à rede elétrica. Rotor Na maioria dos
casos, é uma célula. Durante a parada, como o estator é fornecido, os campos
têm o mesmo deslizamento em relação ao rotor e, portanto, criam dois pares
idênticos e opostos. Empuxo mecânico no rotor causa desigualdade de
deslizamento. Um dos pares diminui, enquanto o outro aumenta. O torque
resultante faz com que o motor comece na direção em que foi selecionado. O
princípio de operação de um motor assíncrono monofásico Modos de Partida
Motores monofásicos não podem ser iniciados sozinhos. Portanto, vários
métodos de partida são usados. Como os campos são gerados por duas
correntes desacopladas umas das outras, o campo rotativo resultante é
suficiente para forçar o motor de partida a sair do motor. Quando o motor
atinge aproximadamente 80% de sua velocidade, a fase auxiliar pode ser
removida ou mantida. Assim, o estator do motor é transformado no arranque ou
permanentemente como um estator de duas fases. Para mudar a direção de
rotação, simplesmente mude as conexões monofásicas. Como o momento
obtido durante o start-up é fraco, recomenda-se aumentar o deslocamento
entre os dois campos que criam os enrolamentos. Os procedimentos a seguir
são usados para isso. Início de fase auxiliar e resistência. A resistência
baseada na fase auxiliar aumenta tanto sua impedância quanto a diferença de
tempo entre 1 e 1. No final da operação, a operação é idêntica à operação da
fase auxiliar. Partida auxiliar de fase e indutância O princípio usado acima é
usado, mas a resistência é substituída pela indutância embutida na fase auxiliar
para aumentar a diferença entre as duas correntes. Início de fase auxiliar e
capacitor Este é o dispositivo mais comumente usado. Consiste na colocação
de um capacitor na fase auxiliar. Um capacitor causa um deslocamento de fase
reversa comparado à indutância. Por outro lado, tanto o torque quanto o fator
de potência são mais importantes. Depois de ligar o motor, é necessário
manter o deslocamento de fase entre as duas correntes, mas a capacitância do
capacitor pode ser reduzida à medida que a impedância do estator aumenta.
Partida Auxiliar Partida Auxiliar Fase Inicial e Resistência Fase Auxiliar
Religador Partida Fase Auxiliar e Capacitor Corrente de carga nominal de
motores assíncronos.
Universidade Greerik Nunez Rafael Urdaneta
 Em potência igual, é mais complicado que um motor trifásico.
 Composição
A melhor combinação de tamanho de capacitor e razão de enrolamento do
enrolamento auxiliar é obtida satisfazendo as restrições impostas à estrutura de
acordo com o critério de custo mínimo do enrolamento auxiliar, capacitor e
enrolamento.

Assim, por exemplo, ocorre ao ligar as bombas profundas - nos circuitos


elétricos de sua potência é necessário levar em conta cinco a sete vezes a
margem atual.
Impossibilidade do arranque direto em cadeias corrente monofásica - para
que o rotor comece a girar, é necessário um impulso de partida ou a introdução
de enrolamentos de fase adicionais que estejam fora de fase em relação um ao
outro.
Restrições sobre a escolha destes parâmetros: corrente de partida, torque de
partida, Tensão nominal densidade de corrente do capacitor no enrolamento
de partida e throughput. Palavras-chave: construção, motor monofásico,
enrolamento auxiliar. As limitações que permitem a escolha de soluções são:
corrente de partida, torque de partida, capacitor de tensão nominal, densidade
de corrente no enrolamento auxiliar e preenchimento total da folga.
O objetivo deste artigo é mostrar o procedimento de projeto do enrolamento
auxiliar. motor monofásico com o capacitor de partida após o enrolamento
principal ou o enrolamento de trabalho e a estrutura do rotor foram
desenvolvidos, e após a distribuição do enrolamento ter sido selecionada.
Para correr motor elétrico assíncrono corrente alternada em uma rede
monofásica é usada manualmente ou com partida de enrolamento, que é
desligada após a rotação do rotor, ou o segundo enrolamento conectado
através de um elemento de rotação de fase (na maioria das vezes - um
capacitor de capacidade necessária).
A incapacidade de obter alta velocidade - embora a rotação do rotor não esteja
sincronizada com a freqüência de rotação do campo magnético do estator, não
pode estar à frente, portanto na rede de 50 Hz a velocidade máxima para um
motor elétrico assíncrono com rotor em curto-circuito não é superior a 3000
rpm.
Para o tamanho do condutor, você pode escolher a relação entre a velocidade
do enrolamento auxiliar e o capacitor. O design do enrolamento auxiliar deve
satisfazer as seguintes limitações.
 Momento inicial mínimo.
 Corrente máxima na inicialização.
 A densidade de corrente máxima no enrolamento original.
 Tensão máxima do capacitor de partida.
 Capacidade máxima de slot.
Uma representação gráfica de cada restrição mostra duas áreas no plano. Uma região
mostra a negação da restrição e a outra indica a aceitação da restrição.

Aumentar a velocidade de rotação de um motor de indução requer o uso de um


conversor de freqüência (inversor), o que torna esse sistema mais caro do que
um motor coletor. Além disso, com freqüência crescente, as perdas reativas
aumentam.
A dificuldade de organizar o reverso - isso requer uma parada completa do
motor e o religamento das fases, na versão monofásica - uma mudança de fase
no enrolamento de partida ou de segunda fase.
O mais conveniente é o uso de um motor assíncrono em uma rede trifásica
industrial, uma vez que a criação de um campo magnético rotativo, neste caso,
é realizada pelos próprios enrolamentos de fase sem dispositivos adicionais.
De fato, um circuito que consiste em um gerador trifásico e um motor elétrico
pode ser considerado como um exemplo de uma transmissão elétrica: o
acionamento do gerador cria nele um campo magnético rotativo convertido em
oscilações. corrente elétricapor sua vez, excita a rotação do campo magnético
em um motor elétrico.
Além disso, é com energia trifásica que os motores elétricos assíncronos têm a
maior eficiência, pois em uma rede monofásica o campo magnético criado pelo
estator pode ser decomposto em dois antifásicos, o que aumenta a perda inútil
de saturação do núcleo. Portanto, poderosos motores elétricos monofásicos
são normalmente realizados de acordo com o esquema do coletor.

COLETOR DE MOTOR ELÉTRICO DE


CA
Em motores elétricos deste tipo, o campo magnético do rotor é criado por
enrolamentos de fase conectados ao coletor. Na verdade, o motor coletor CA é
diferente do motor corrente contínua somente pelo fato de que seu cálculo é
baseado na reatância dos enrolamentos.
Em alguns casos, até mesmo universal motores coletoresonde o enrolamento
do estator é desviado de uma parte incompleta para ser conectado à rede CA,
e uma fonte de corrente contínua pode ser conectada ao comprimento total do
enrolamento.
As vantagens deste tipo de motor são óbvias:
Capacidade de trabalhar em altas velocidades permite que você crie um
coletor de motores elétricos com uma velocidade de rotação de até dezenas de
milhares de rotações por minuto, familiar a todos por meio de furadeiras
elétricas.
Não há necessidade de partidas adicionais Ao contrário dos motores de gaiola
de esquilo.
Alto torque de partidaque acelera a saída para o modo de operação, inclusive
sob carga. Além disso, o torque do motor elétrico coletor é inversamente
proporcional às revoluções e, durante o crescimento da carga, permite evitar o
rebaixamento da velocidade de rotação.
Facilidade de controle de velocidade - como dependem da tensão de
alimentação, para ajustar a velocidade de rotação nos limites mais amplos,
basta ter o mais simples regulador de tensão triac. Se o regulador falhar, o
mecanismo coletor pode ser conectado diretamente à rede.
Inércia menor do rotor - pode ser muito mais compacto do que com um circuito
curto-circuitado, devido ao qual o próprio motor coletor se torna visivelmente
menor.
Além disso, o motor coletor pode ser invertido elementarmente, o que é
especialmente importante ao criar vários tipos de ferramentas elétricas e várias
máquinas-ferramentas.
Por essas razões, os motores coletores são difundidos em todos os
consumidores monofásicos, onde é necessária uma regulação flexível da
velocidade: ferramentas elétricas manuais, aspiradores de pó, utensílios de
cozinha e assim por diante. No entanto, um número recursos de
design determina as especificidades de operação do motor coletor:
Os motores de coletor exigem a substituição regular de escovas que se
desgastam com o tempo. O próprio colecionador também se desgasta,
enquanto o rotor de gaiola de esquilo, como já foi dito acima, sob a condição de
substituição pouco frequente de rolamentos é quase eterno.
O inevitável faísca entre o coletor e as escovas (a razão para o odor familiar do
ozônio aparecer quando o motor coletor está funcionando) não apenas reduz o
recurso adicionalmente, mas também requer medidas de segurança
aumentadas durante a operação devido à probabilidade de ignição de gases
combustíveis ou poeira.
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3-7. DISPOSITIVO DE MOTORES ELÉTRICOS ASSÍNCRONOS


MONOFÁSICOS
Na fig. 3-16 mostra o dispositivo do motor elétrico monofásico assíncrono tipo
AOLB com resistor de partida incorporado. O estator do motor elétrico é
montado a partir de folhas forjadas de aço elétrico 15, pressionado e vertido em
um invólucro de alumínio (carcaça do estator) com paredes duplas 13. Entre as
paredes, são formados canais de ar que resfriam a superfície do estator. Duas
tampas 2 e 17, fundidas a partir de uma liga de alumínio, são colocadas na
afiação da caixa do estator.
Na tampa frontal 17 é colocada uma tampa estampada 18 com furos no final.
Através destes furos durante a rotação do ventilador do rotor 19, montado na
extremidade do eixo do rotor, entra ar. O ventilador é fundido a partir de uma
liga de alumínio e fixado no eixo com um parafuso.
Nas folhas do estator, são estampadas 24 ranhuras em forma de pêra. Destes,
16 slots são ocupados pelos fios do enrolamento de trabalho e 8 slots pelos
fios do enrolamento de partida. As extremidades de ataque dos enrolamentos
de trabalho e partida são levadas para fora aos parafusos de contato 4
localizados na caixa de junção 11. O núcleo do rotor é montado a partir da
chapa de aço elétrica 12 e pressionado na superfície ranhurada da parte
central do eixo 1. O enrolamento de alumínio 14 com anéis de travamento e
pás do ventilador é vazado nas fendas do rotor. O objetivo do ventilador é
lançar ar aquecido nas paredes externas refrigeradas da carcaça.

Um interruptor de partida centrífuga é montado no rotor. Consiste em duas


alavancas 7 com contrapesos 9, situadas nos eixos 8, que são pressionadas
nas quatro pás do ventilador. As alavancas pressionam os pinos 6 na luva de
plástico 5, assentando livremente no eixo. Quando o rotor acelera, quando a
frequência de sua rotação se aproxima do nominal, os contrapesos sob a ação
da força centrífuga divergem, girando as alavancas ao redor dos eixos.
Neste caso, a luva 5 se move para a direita, comprimindo a mola 10, e libera o
contato de mola 4, que fecha o circuito de enrolamento de partida. Este contato
com uma extremidade fechada do rotor estacionário da luva com um contato
estacionário 3.
Os contatos móveis e fixos são montados na placa de isolamento para a tampa
traseira do motor elétrico 2. O relé térmico é fixado nele, o que desconecta o
motor elétrico da rede quando superaquece. Stand 16 com quatro pinos é
usado para montar o motor elétrico.
O esquema de ligar o motor elétrico é mostrado na fig. 3-17
A tensão de alimentação é fornecida aos terminais C 1 e C 2. A partir desses
clipes, a tensão é aplicada ao enrolamento de trabalho através dos contatos do
relé térmico RT, constituído pelo enrolamento, placa bimetálica e contatos.
Quando o motor elétrico é aquecido além da placa permitida, ele dobra e abre
os contatos. No caso de um curto-circuito, uma corrente grande passará pelo
enrolamento do relé térmico, a placa aquecerá rapidamente e abrirá os
contatos. Neste caso, os enrolamentos C de trabalho e P de partida serão
desenergizados, pois ambos são alimentados através de um relé térmico.
Assim, o relé térmico protege o motor tanto de sobrecarga quanto de curto-
circuito.
O enrolamento de partida é energizado a partir dos terminais C 1 e C 2 através
do jumper C 2 - P 1, dos terminais do interruptor centrífugo do VT, do jumper
CC, PT, dos contatos do relé térmico RT. Quando o motor é ligado, quando o
rotor atinge uma velocidade de rotação de 70 a 80% da velocidade nominal, os
contatos do comutador centrífugo se abrem e o enrolamento de partida é
desconectado da rede. Quando o motor é ligado, quando a velocidade do rotor
diminui, os contatos do interruptor centrífugo se fecharão novamente e o
enrolamento de partida será preparado para a próxima partida.
Na fig. A figura 3-18 mostra o projeto de um motor elétrico assíncrono do tipo
ABE, estes motores são conectados à rede com o enrolamento auxiliar
permanentemente ligado, em um circuito do qual um capacitor é conectado em
série (Fig. 3-9). Com o mecanismo de acionamento, os motores elétricos são
fixados com um flange ou um suporte.
A caixa do motor é uma embalagem do núcleo do estator 1, composta por
chapas de aço elétricas com espessura de 0,5 mm. A bolsa é pressionada e
preenchida com liga de alumínio sob pressão. Nas extremidades do estator há
anéis de pressão 5 e quatro hastes de alumínio apertando-os. Nas ranhuras da
bobina aninhada do estator 6 do enrolamento de trabalho e auxiliar. Protetores
de mancal 4 e estão centrados nos anéis de pressão 5 e 7. Através da manga
de borracha 9 na blindagem do mancal, as extremidades dos enrolamentos 8
são puxadas para a sua aventura para a rede. Escudos de rolamentos são
apertados por quatro pinos.
O rotor do motor elétrico é montado a partir de chapas de aço elétricas e
preenchido com alumínio 2. Juntamente com o enrolamento do rotor, as asas
do ventilador são fundidas para resfriar o motor elétrico. O rotor gira em dois
rolamentos de esferas 3.
Motores elétricos têm designações alfabéticas e numéricas de tipos, por
exemplo, um motor elétrico ABE 041-2 é decodificado da seguinte forma: A é
assíncrono, B é embutido, E é monofásico,
4 é o número do envelope, 1 é o número ordinal do comprimento do núcleo do
estator e o número 2 através do traço é o número de pólos.
3-8. MOTORES ELÉTRICOS SÍNCRONOS DE FASE ÚNICA
Em alguns casos, são necessários motores elétricos, cuja velocidade de
rotação deve ser estritamente constante, independentemente da carga. Como
tal, uso de motores síncronos, nos quais a velocidade do rotor é sempre igual à
freqüência de rotação do campo magnético e é determinada por (3-2). Existem
muitos tipos de motores síncronos de corrente trifásica e monofásica. Aqui nós
consideramos apenas os dois tipos mais simples de motores elétricos
síncronos monofásicos: reativos e capacitores reativos.

Na fig. As Figuras 3-19 mostram o esquema construtivo do motor a jacto


monofásico mais simples, conhecido na técnica como a roda La Cura. O
estator 1 e o rotor 2 são montados a partir de chapas estampadas de aço
elétrico. No estator é enrolada uma bobina alimentada a partir de uma rede CA
monofásica, criando um campo magnético pulsante. O motor a jato recebeu
esse nome porque o rotor gira devido às reações de duas forças de atração
magnética.
Com um campo pulsante, o motor elétrico não possui torque de partida e
precisa ser desenrolado manualmente. As forças magnéticas que agem nos
dentes do rotor o tempo todo tendem a colocá-lo contra os pólos do estator,
uma vez que nesta posição a resistência ao fluxo magnético será mínima. No
entanto, a inércia do rotor passa essa posição durante o tempo em que o
campo pulsante diminui. Com o próximo aumento no campo magnético, as
forças magnéticas agem em outro dente do rotor, e sua rotação continuará.
Para a estabilidade do curso do rotor do motor a jato deve ter uma grande
inércia.
Os motores de reação funcionam estavelmente apenas a uma baixa velocidade
de rotação da ordem de 100-200 rpm. Seu poder geralmente não excede 10-15
watts. A velocidade do rotor é determinada pela freqüência da fonte de
alimentação f e pelo número de dentes do rotor Z. Como o rotor gira a rotação
1 / Z em meio período de mudança do fluxo magnético, em 1 minuto, contendo
60 2 f meio período, gira 60 2 revoluções f / Z . Em uma freqüência de corrente
alternada de 50 Hz, a velocidade do rotor é:

Para aumentar o torque, o número de dentes no estator é aumentado. O maior


efeito pode ser alcançado fazendo-se tantos dentes no estator quanto no rotor.
Nesta atração magnética atuará simultaneamente não em um par de dentes,
mas em todos os dentes do rotor, e o torque aumentará significativamente. Em
tais motores elétricos, o enrolamento do estator consiste de pequenas bobinas
que são enroladas na borda do estator entre os dentes. Em aparelhos elétricos
de tipo antigo, era utilizado um motor elétrico com 77 dentes no estator e no
rotor, o que proporcionava uma velocidade de rotação do disco de 78 rpm. O
rotor era um com o disco no qual a placa foi colocada. Para ligar o motor, foi
necessário empurrar o disco com o dedo.
O estator de um motor de jato de condensador síncrono não é diferente do
estator de um motor de indução de capacitor. O rotor de um motor elétrico pode
ser feito a partir do rotor de um motor elétrico assíncrono, através do
fresamento de ranhuras de acordo com o número de pólos (Fig. 3-20). Neste
caso, as hastes de gaiola são parcialmente cortadas. Na produção industrial de
tais motores elétricos com folhas de rotor estampadas com terminais de pólo,
parte das hastes de gaiola de esquilo desempenha o papel de iniciar o
enrolamento. O rotor começa a girar da mesma maneira que o rotor de um
motor elétrico assíncrono, então é arrastado para o sincronismo com campo
magnético e ainda gira com uma freqüência síncrona.
A qualidade de operação de um motor de capacitor depende fortemente do
modo em que o motor tem um campo de rotação circular. A elipticidade do
campo em modo síncrono leva a um aumento de ruído, vibrações e
perturbação da uniformidade de rotação. Se um campo de rotação circular
ocorre no modo assíncrono, o motor elétrico tem um bom torque de partida,
mas pequenos momentos de entrada e saída do sincronismo. Quando um
campo circular é deslocado em direção a freqüências mais altas, o torque de
partida diminui e os momentos de entrada e saída do sincronismo aumentam.
Os maiores momentos de entrada e saída do sincronismo são obtidos no caso
em que um campo de rotação circular ocorre no modo síncrono. Neste caso, no
entanto, o torque de partida é bastante reduzido. Para aumentá-lo, a
resistência do enrolamento do rotor de curto-circuito geralmente é um pouco
aumentada.

A desvantagem de alguns tipos de motores elétricos reativos capacitivos é a


aderência do rotor, que consiste no fato de que durante a partida o rotor não
gira, mas para em qualquer posição.
Normalmente, a aderência do rotor é manifestada em motores elétricos com
uma relação mal sucedida entre as dimensões das cavidades e as
protuberâncias do pólo. O maior momento reativo com uma pequena potência
consumida pelo motor elétrico é obtido quando a relação entre o pólo do arco
bp e a divisão do polo t é de cerca de 0,5-0,6, e a profundidade do oco h é 9-10
vezes maior que o entreferro entre o pólo e o estator.
Uma característica positiva dos motores elétricos reativos capacitivos é um alto
fator de potência, que é significativamente maior do que o dos motores
elétricos trifásicos, e às vezes chega a 0,9-0,95. Isso ocorre porque a
indutância de um motor de capacitor é amplamente compensada pela
capacitância do capacitor.
Motores elétricos reativos síncronos são os motores elétricos síncronos mais
comuns devido à simplicidade do projeto, baixo custo e sem contatos
deslizantes. Eles têm sido usados em esquemas de comunicação síncrona, em
filmes sonoros, gravação de som e instalações de televisão.
3-9 UTILIZAÇÃO DE MOTORES ASSÍNCRONOS ELÉTRICOS TRIFÁSICOS
COMO FASE ÚNICA
Na prática, há casos em que você precisa conectar um motor elétrico trifásico a
uma rede monofásica. Costumava-se pensar que isso exigia o rebobinamento
do estator de um motor elétrico. Atualmente desenvolvido e testado na prática
muitos esquemas para a inclusão de motores elétricos trifásicos em rede
monofásica sem quaisquer alterações nos enrolamentos do estator.

Como elementos iniciais, use capacitores.


Pinos de enrolamento do estator motor elétrico trifásico tem a seguinte
notação: C1 - o começo da primeira fase; C2 - o começo da segunda fase; NO
- o começo da terceira fase; C4 - o final da primeira fase; C5 - o final da
segunda fase; C6 - final da terceira fase. Essas designações são estampadas
em etiquetas metálicas presas aos fios condutores do enrolamento.
O enrolamento de um motor elétrico trifásico pode ser conectado em uma
estrela (Figura 3-21, a) ou em um triângulo (Figura 3-21, b). Quando conectado
a uma estrela, os primórdios ou extremidades de todas as três fases são
conectados a um ponto, e os três condutores restantes são conectados a um
ponto. rede trifásica. Ao conectar em um triângulo, conecte o final da primeira
fase com o início do segundo, o final do segundo com o início do terceiro e o
final do terceiro com o início do primeiro. Dos pontos de conexão, tire
conclusões para conectar o motor a uma rede trifásica.
Em um sistema trifásico, as tensões e correntes de fase e linha são
diferenciadas. Ao conectar-se a uma estrela entre eles, as seguintes relações
ocorrem:
quando conectado em um triângulo
A maioria dos motores elétricos trifásicos está disponível em dois tensão linear,
por exemplo, 127/220 V ou 220/380 V. Em uma tensão de rede mais baixa, o
enrolamento é conectado em um triângulo, e em uma voltagem mais alta, em
uma estrela. Em tais motores elétricos em uma prancha: todos os seis fios de
chumbo do enrolamento puxam os clipes.
No entanto, existem motores elétricos para uma tensão de rede, em que o
enrolamento é conectado a uma estrela ou um triângulo dentro do motor
elétrico, e apenas três condutores são conduzidos para a placa dos grampos.
Naturalmente, seria possível, neste caso, desmontar o motor elétrico,
desconectar as conexões de interfase e fazer três conclusões adicionais. No
entanto, você não pode fazer isso usando um dos esquemas para alternar o
motor em uma rede monofásica, que estão listados abaixo.
Um diagrama esquemático da conexão de um motor elétrico trifásico com seis
derivações a uma rede monofásica é mostrado na fig. 3-22 e. Para isso, duas
fases são conectadas em série e conectadas a uma rede monofásica, e a
terceira fase é conectada a elas em paralelo, incluindo um elemento de partida
1 com um switch 2. Ela pode ser uma resistência ou um capacitor como um
elemento de partida. Neste caso, o enrolamento de trabalho ocupará 2/3 das
ranhuras do estator e o de 1/3 inicial. Assim, enrolamento trifásico fornece a
proporção necessária de ranhuras entre os enrolamentos de trabalho e de
partida. Com esta conexão, o ângulo entre os enrolamentos de trabalho e
partida é de 90 ° el. (fig. 3-22, b).
Quando duas fases são conectadas em série, é necessário garantir que elas
sejam incluídas de acordo, e não contra, quando n. c. fases conectadas são
subtraídas. Como pode ser visto no diagrama da fig. 3-22 e, num ponto
comum, as extremidades das segunda e terceira fases C5 e C6 estão ligadas.
É possível usar um motor elétrico trifásico como um capacitor de acordo com o
esquema da fig. 3-23 com um capacitor de trabalho 1 ou com trabalho 1 e
partida de 2 capacitores. Neste esquema, a capacidade de inclusão do
capacitor de trabalho, μF, é determinada pela fórmula:
onde eu é a corrente nominal do motor, A; U - tensão de rede, V.
Um motor elétrico trifásico com três derivações e um enrolamento de estator
conectado em uma estrela é conectado a uma rede monofásica de acordo com
o diagrama na fig. 3-24 A capacidade do capacitor de trabalho é determinada
pela fórmula
A tensão do capacitor U 1 = 1,3 U.
Um motor elétrico trifásico com três eletrodos e um enrolamento de estator
conectado em delta é conectado a uma rede monofásica de acordo com o
diagrama da fig. 3-25 A capacidade do capacitor de trabalho é determinada
pela fórmula
A tensão do capacitor é U = 1,15 V.
Nos três casos, a capacidade dos capacitores de partida pode ser determinada
a partir da relação

Ao escolher um circuito de comutação, um deve ser guiado pela tensão para a


qual o motor elétrico trifásico é projetado e a tensão da rede monofásica. Neste
caso, a tensão de fase trifásica

Um exemplo.Um motor elétrico trifásico com potência de 250 W e tensão de


127/220 V com corrente nominal de 2 / 1,15 A deve ser conectado a uma rede
monofásica de 220 V.
Ao usar o circuito fig. Capacidade do capacitor de trabalho 3-24:

a tensão no capacitor U 1 = 1,3 220 = 286 V.


Capacitância inicial do capacitor
Ao usar um motor elétrico trifásico como potência monofásica é reduzido a
50%, como um capacitor monofásico - até 70% da potência nominal de um
motor elétrico trifásico.
N.V. Vinogradov, Yu.N. Vinogradov
Como calcular e fazer o motor elétrico
Moscou 1974
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MOTOR DE INDUÇÃO MONOFÁSICO: PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Victor de Mendonça¹

RESUMO: O motor de indução monofásico é um dos componentes eletromecânicos mais


utilizados, devido a sua eficiência e simplicidade. Tendo em vista que a maioria das aplicações
residenciais, comerciais e algumas industriais exigem pouca potência, como em ventiladores,
eletrodomésticos, bombas de pequeno porte. O campo girante do motor em questão possui
certas particularidades como a necessidade de um enrolamento auxiliar para gerá-lo. Para
inversão do sentido de giro desse tipo de motor, também é necessário um esquema que possa
fazer com que sua partida se dê para outro lado. Sendo um dos mais utilizados, é muito
importante que se tenha conhecimento sobre seu funcionamento, para um melhor
dimensionamento e conseqüente aplicação,

Palavras- chave: Motor de indução trifásico, campo girante.

INTRODUÇÃO
Osmotores de indução monofásicos possuem uma grande aplicabilidade e funcionalidade, que
se estendem desde as nossas residências até as indústrias e seus equipamentos giratórios. As
características a serem analisadas no artigo decorrente são quanto o funcionamento de um dos
principais tipos de motores monofásicos, com enrolamento auxiliar e capacitor. Sendo
especificado para aplicações de baixa potência devido a sua restrição de projeto e uso de
apenas uma fase de corrente alternada.

1 MOTOR MONOFÁSICO

Os motores de indução monofásicos são construídos para suprir a necessidade de movimento


de rotação em situações onde é disponibilizada apenas uma única fase de corrente alternada.
Utilizados na maioria das vezes para aplicações simples, porém indispensáveis nos dias de
hoje, como em escritórios, residências e comércios, locais onde não é necessária tanta
potência. Tendo em vista que esses motores não possuem uma grande faixa de escolha para
maiores potências, utilizado na maioria das vezes para aplicações que precisam apenas de
uma fração de HP (Horse Power). Existem diversos tipos de motores monofásicos, porém, “os
motores com rotor tipo gaiola destacam-se pela simplicidade de fabricação e, principalmente,
pela robustez e manutenção reduzida.” (ULIANA, p 9).

O motor monofásico, figura 1, possui estator e rotor como qualquer outro atuador
eletromagnético. Porém, por se tratar de um componente monofásico possui apenas um
conjunto de bobinas, análogo a visão de apenas uma fase de um motor trifásico de indução. O
motor monofásico utiliza o bobinamento para um rotor gaiola de esquilo.

Figura 1 – Motor de Indução Monofásico

Fonte: Autor desconhecido

2 FUNCIONAMENTO

O funcionamento do motor monofásico apresenta algumas peculiaridades devido a sua forma,


pois no lugar de uma bobina concentrada, o enrolamento está disposto em ranhuras para
produção de uma Fmm quase senoidal. E como afirma Fitzgerald (2006, p. 432), “um
enrolamento monofásico produz uma FMM iguais para frente e para trás.”. Essa FMM produzia
faz com que o motor não apresente um conjugado de partida, devido ao cancelamento mútuo
dela. É dito que o motor monofásico não apresenta campo girante, mas um campo magnético
pulsante. Para início do funcionamento o motor necessitará de meios auxiliares, como
enrolamentos auxiliares e o emprego de um capacitor para dar origem a uma segunda fase
falsa, possibilitando a origem de um campo girante e conjugado suficiente para fazê-lo sair do
repouso.

A corrente no enrolamento auxiliar possibilita ao se juntar com a corrente do enrolamento


principal, um campo magnético girante no estator.
Dada a partida do motor, uma chave desliga o enrolamento auxiliar e nestes casos o conjugado
de partida ainda é moderado. Como solução, para criar um conjugado suficiente para
determinadas aplicações, é feito emprego de um capacitor em série com o enrolamento
auxiliar. Na figura 2, está representado o circuito elétrico equivalente deste processo.

Figura 2 – Diagrama esquemático do motor. Representando o enrolamento de trabalho


(Et), enrolamento auxiliar (Ea) e Capacitor (C)

Fonte: NOLL, pág. 13

Se utilizados dois capacitores, um para partido outro para trabalho, é possível obter resultados
muito bons com relação a partida e a trabalho. Ligando o capacitor permanentemente com o
enrolamento auxiliar para uma melhoria no trabalho (capacitância pequena) e um em paralelo
ao de trabalho para uma eventual melhora na partida, sendo o último desligado do sistema
após o motor atingir a velocidade de trabalho.

Esse princípio de utilização de um enrolamento auxiliar para partida só é possível se os


enrolamentos estiverem defasados em 90 graus elétricos e ter FMM’s iguais. Pois se o grau de
defasagem for inferior a 90 graus, como diz Del Toro (1999, p. 349) “um campo girante pode
ainda ser desenvolvido, mas o lugar geométrico do vetor de fluxo resultante será uma elipse e
não um círculo.”, o que comprometeria todo o funcionamento do motor.

Para inversão do sentido de giro do motor, basta inverter a ligação do enrolamento auxiliar. Tal
ação fará o campo ter outro sentido, se antes sentido horário, ao inverter a ligação do
enrolamento, será sentido anti-horário.

CONCLUSÃO

A importância da aplicação dos motores de indução monofásicos está explícita em nosso dia-a-
dia, nas residências por exemplo. Sendo amplamente aplicados em quase todos os
segmentos, os motores de indução monofásicos precisam ser adequadamente dimensionados
para uma melhor eficiência, sendo eles geralmente aplicados em casos de baixa potência.

O estudo dos àqueles projetar soluções para o dia-a-dia pode mostrar um bom recurso quando
a necessidade for movimentação de forma simples.
Compreendendo o funcionamento desses motores é possível também entender fenômenos
eletromagnéticos e a geração de movimentos mecânicos. E compreender também com seus
respectivos sistemas de malha fechada, com realimentação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGÁFICAS

 DEL TORO, Vincent. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

2 . FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, Charles; UMANS, Stephen D. tradução Anatólio


Laschuk. Máquinas Elétricas: Com introdução a eletrônica de potência. 6ed. Porto Alegre:
Bookman, 2006.

2 . NOLL, Valdir. Apostila de Motores Elétricos. Curso Pós-Técnico em Automação Industrial.


CEFET-SC. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/motores-eletricos-automacao-industrial-
pdf-a15112.html> Acesso em: 19 de novembro de 2009

3. ULIANA, Jorge Eduardo. Apostila Comando e Motores Elétricos. Curso Técnico em


Plásticos. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/motores-eletricos-pdf-a12079.html> Acesso
em: 21 de novembro de 2009.

¹ Victor de Mendonça. Engenharia de Controle e Automação – IST Joinville. SC

victoraut@gmail.com

Comentários
DESCRIÇÃO

O motor de indução monofásico é um dos componentes eletromecânicos mais utilizados,


devido a sua eficiência e simplicidade. Tendo em vista que a maioria das aplicações
residenciais, comerciais e algumas industriais exigem pouca potência, como em ventiladores,
eletrodomésticos, bombas de pequeno porte. O campo girante do motor em questão possui
certas particularidades como a necessidade de um enrolamento auxiliar para gerá-lo. Para
inversão do sentido de giro desse tipo de motor, também é necessário um esquema que
possa...

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Como funciona o motor


monofásico de fase dividida,
Split phase?
1 de setembro de 2015 | Categoria: Noticias
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Hoje falaremos um pouco sobre o motor monofásico de fase dividida, o Split phase.
Este tipo de motor contém 2 enrolamentos muito distintos. O principal ocupa 2/3 das
ranhuras do estator e tem grande reatância e baixa resistência. O auxiliar cobre o
restante das ranhuras e tem baixa reatância e grande resistência, além de ficar ligado
em série com um interruptor centrífugo.

O ângulo formado pela corrente do enrolamento principal é superior, por causa de sua
reatância maior. Na prática, o ângulo entre as correntes é próximo de 30° e como os
enrolamentos estão dispostos espacialmente a 90° no estator, resulta num campo
giratório elíptico, que é suficiente para iniciar a rotação.

Assim que o rotor alcança 80% da velocidade nominal, o interruptor centrífugo, situado
no eixo do motor, desliga o enrolamento auxiliar, pois este é constituído com fio mais
fino e é incapaz de suportar o funcionamento contínuo. Devido a este aquecimento, o
motor de fase dividida é adequado para o funcionamento contínuo, pois só pode ser
ligado a intervalos razoáveis de tempo, depois que a bobina auxiliar esfriou.
Estes motores podem inverter sua rotação trocando-se os polos de qualquer um dos
enrolamentos, enquanto o rotor está parado. É a partida que dá o sentido de rotação.

Estes motores costumam emitir mais ruídos que os outros modelos que utilizam
capacitor e é utilizado com cargas de pequena potência e moderada necessidade de força
de arranque, como em esmeris, compressores herméticos, ventiladores, exaustores,
bombas centrífugas, lavadoras de pratos etc.

Em esmeris, por exemplo, é fácil perceber este tipo de motor, pois além do barulho
elevado, ao serem desligados chega um momento que o eixo começa a ser travado, já
que a chave centrífuga volta à posição original e as escovas que ligam o enrolamento
auxiliar funcionam como freio.

Normalmente são feitos para potências mais baixas, por volta de 1 CV, e são
constituídos por chapas de aço, não de ferro fundido.

Outra forma de efetuar a defasagem da corrente no estator dos motores de indução é


ligar o enrolamento de arranque em série com um capacitor,

Em outros artigos focalizamos o princípio de funcionamento dos motores de corrente contínua,


apresentando um interessante projeto experimental para o próprio leitor construir seu motor. É claro que
os motores de corrente contínua não os únicos que existe e muitas tecnologias para a construção de
motores podem ser encontradas nos tipos usados em dispositivos de automação, mecatrônica e robótica.
Um dos motores que encontramos em projetos ligados à rede de energia é o Motor de Indução. Por suas
características ele pode ser uma solução interessante para muitos projetos, mas é preciso que o leitor o
conheça para saber onde pode usá-lo. É justamente deste motor que vamos falar neste artigo.
Uma característica não muito desejável em motores elétricos é a presença de escova que comutam as
bobinas. Essas escovas, ao comutarem geram transientes e outras perturbações que tanto podem afetar
o próprio circuito onde o motor funciona como até circuitos próximos de outros aparelhos na forma de EMI
ou Interferência Eletro-Magnética.

Os motores de indução, entretanto, não usam escovas e por esse motivo podem consistir numa solução
bastante interessante para alguns projetos. É claro que eles, como qualquer outro tipo de motor têm suas
vantagens e desvantagens que ficarão claras no decorrer deste artigo.

Como Funciona

A não presença de escovas comutadoras e apenas uma bobina fixa torna bastante simples entender o
princípio de funcionamento do motor de indução.

Um motor típico do tipo de indução possui um rotor em curto-circuito com defasamento indutivo de campo
e possuem uma estrutura básica conforme a mostrada na figura 1.

Motor de indução típico.

Encontramos esses motores no acionamento de toca-discos antigos, de ventiladores, ventoinhas de


chuveiros pressurizados, bombas d'água de aquários e muitos outros aparelhos eletrodomésticos e
mesmo em alguns equipamentos eletrônicos que possuam um sistema de ventilação ligado à rede de
energia, já que os motores de indução operam exclusivamente com corrente alternada.

Temos então um eletro-imã em forma de "U" formado por diversas placas de ferro doce, como as usadas
nos transformadores comuns. A finalidade de se usar um núcleo laminado é evitar as correntes de
turbilhão induzidas num condutor sólido que causariam seu aquecimento excessivo, conforme mostra a
figura 2.
Corrente de turbilhão induzidas no núcleo.

Entre os pólos do imã, denominado estator, é colocado um rotor cilíndrico que também é feito de chapas
e tem a finalidade de fechar o percurso das linhas do campo magnético criado pelo eletro-imã em forma
de "U".

A eficiência deste tipo de motor depende da fenda ou espaço que existe entre o eletro-imã e o rotor.
Tanto menor o espaço entre os dois, menor será a corrente necessária para a magnetização do conjunto.

Observamos nesta construção que em pontos opostos das peças que denominamos estator que formam
o eletro-imã duas fendas nas quais são colocados dois anéis de cobre, conforme mostra a figura 3.

Anel de cobre para fazer uma espira de curto-circuito.

A finalidade destes anéis é formar uma espira de "curto-circuito" e sua ação no sistema é justamente a de
retardar a formação do campo magnético em relação ao restante do eletro-imã.

Conforme mostra a figura 4, se representarmos o campo na bobina e o campo na espira através de um


gráfico, observamos que existe uma defasagem entre os dois com o campo na espira se atrasando em
relação ao primeiro.
Defasagem entre os campos magnéticos.

O retardo obtido com esta configuração é de 1/4 do ciclo da alimentação alternada.

O efeito deste retardo é como se houvesse na peça polar um campo magnético rotativo entre os pólos
com uma velocidade que corresponde justamente ao tempo de um ciclo por volta.

Isso significa que o campo entre as peças polares dá 60 voltas por segundo, já que nossa rede de energia
é de 60 Hz, ou 3 600 voltas por minuto, que será traduzida em 3 600 rpm para o motor (rotações por
minuto).

Para que o rotor possa responder à esse campo rotativo ele precisa ter uma construção especial que é
mostrada na figura 5.

Rotor de construção especial.

Esse rotor possui sulcos ou canaletas no sentido axial nos quais são embutidos fios de cobre todos tendo
suas extremidades interligadas de modo a formar espiras em curto.
Ao cortar os condutores, o campo magnético rotativo induz uma corrente. Como esses condutores estão
em curto, a corrente induzida é muito alta criando um campo magnético no próprio rotor. Esse campo
interage com o campo da peça polar ou estator, aparecendo uma força de atração tal que um tende a
seguir o outro. Como os condutores estão fixos, o rotor vai girar no mesmo sentido do campo magnético
criado pelo estator.

Na prática o rotor não consegue acompanhar o campo exatamente na mesma velocidade, pois se isso
acontece a indução cessaria, de modo que o motor gira um pouco mais devagar que os 3 600 rpm
teóricos.
A velocidade desses motores é da ordem de 95% a 98% da velocidade teórica o que corresponde a algo
entre 3400 e 3560 rpm.
Uma variação do motor que descrevemos é o motor de indução de 4 pólos mostrado na figura 6.
Motor de indução de 4 pólos.

O princípio de funcionamento desse motor é o mesmo, mas o campo vai dar uma volta completa a cada
dois ciclos da corrente alternada. Assim, a velocidade teórica máxima desse tipo de motor é 1800 rpm.

Podemos também encontrar tipos com maior número de pólos que terão uma velocidade que será dada
por:

rpm = 3600/n

Onde n é o número de bobinas.

Um motor de 4 bobinas ou 8 pólos girará a 900 rpm (valor teórico).


Observe também que, na rede de 50 Hz, esses motores giram mais devagar.

Tipos

A NEMA (National Electrical Manufacturers Association) classifica os motores de indução em 4 categorias


conforme o torque, corrente e outras características importantes para os projetos. Essas categorias são
designadas pelas letras A, B, C e D. Analisemos as características dos motores das diversas categorias:

Tipo A

Tem um torque normal na partida (150 a 170% da potência nominal) e uma corrente de partida
relativamente alta. Pode manusear cargas mais pesadas. Na indústria são usados em máquinas injetores.

Tipo B

É o tipo mais comum. Seu torque de partida é semelhante ao do tipo A, mas tem uma corrente inicial
menor. A eficiência e o fator de carga são relativamente altos. Aplicações típicas incluem sistemas de
ventilação, ferramentas, bombas, etc.

Tipo C

Tem um torque de partida elevado (maior do que o dos tipos anteriores, ou aproximadamente 200% da
potência nominal) sendo por isso indicados para o acionamento de cargas maiores.

Tipo D

Tem o maior de todos os torques de partida e a velocidade final é menor. Trata-se de tipo ideal para
aplicações em que ocorram grandes variações de velocidade.
Projeto

Na figura 7 mostramos um simples ventilador feito com um motor de indução "de sucata" que serve
justamente para experimentos de bancada envolvendo vento tais como:
* Usina eólica experimental
* Túnel de vento
* Acionamento de um anemômetro
* Acionamento de um catavento

Ventilador com motor de indução.

Conclusão

Motores de indução de baixa potência na faixa de 5 a 50 W podem ser retirados de velhos toca-discos,
chuveiros pressurizados fora de uso, bombas de aquário e outros eletrodomésticos. Ligados na rede de
energia eles podem movimentar diversos tipos de projetos mecatrônicos que não exijam torques
elevados.

Trata-se de uma boa (e barata) opção para se obter movimento sem ruídos (o motor de indução não tem
escovas), velocidade com pequena variação (dependendo da carga) e boa eficiência.

O motor universal é o motor monofásico cujas bobinas do estator são ligadas


eletricamente ao rotor por meio de dois contatos deslizantes (escovas). Esses
dois contatos, por sua vez, ligam em série o estator e o rotor.
Quando é operado com tensão contínua CC, se comporta exatamente como
ummotor DC série. Quando é operado com tensão alternada, o sentido do campo
magnético muda no estator e o sentido da corrente muda no rotor. Devido a regra de
Flemming, ou regra da mão esquerda, o torque continua no mesmo sentido.25

Como funciona o motor universal


Saiba sobre a construção e o funcionamento desses motores únicos que podem


funcionar em ambos os tipos de fontes de alimentação
Introdução

Neste artigo, falaremos sobre um tipo único de motor conhecido como motor
universal.

Um motor que pode ser operado , ou que pode funcionar com um fornecimento
direto ou em uma fonte de alimentação de corrente única, é conhecido como
motor universal.

Por que é chamado como um motor universal? É por sua capacidade de


funcionar com alimentação AC e DC com características quase semelhantes.

Um motor universal tem um alto torque de partida e características de


velocidade variável. Esse motor corre a velocidades perigosamente altas
durante o período sem carga.
Tipos

Um motor universal pode ser fabricado de duas formas diferentes

o Tipo não compensado com polos concentrados


o Tipo compensado com campo distribuído.

O tipo compensado é preferido para aparelhos de alta potência e os aparelhos


não compensados para baixa potência. Tanto o compensado quanto o não
compensado têm construção semelhante à de um motor da série DC.

Motor não compensado

O motor não compensado tem dois polos salientes e está laminado. A


blindagem é de tipo enrolado e o núcleo laminado são ranhuras retos ou
distorcidos. Os cabos do enrolamento da armadura estão conectados ao
comutador. Escovas de alta resistência são usadas juntamente com este tipo de
motor para ajudar a uma melhor comutação.

A inclinação nos entalhes da armadura serve para duas finalidades:

o Reduz o zumbido magnético.


o Ajuda a reduzir a tendência de bloqueio do rotor, que é chamado de
bloqueio magnético. O bloqueio magnético é uma condição durante a qual
os dentes do rotor permanecem bloqueados sob os dentes do estator devido
à atração magnética entre o estator e o rotor. Isso será consideravelmente
reduzido usando o enviesamento.

Motor de tipo compensado

O motor de tipo compensado consiste em um enrolamento distribuído pelo


campo e o núcleo do estator é semelhante ao do motor de fase dividida. Nós já
sabemos que os motores de fase dividida consistem em um enrolamento
auxiliar além do enrolamento principal. Semelhante aos motores de fase
dividida, o tipo compensado também consiste em um enrolamento adicional. O
enrolamento compensador ajuda a reduzir a tensão de reatância causada por
fluxo alternado, quando o motor funciona com o auxílio de um fornecimento de
CA.

Ambos os tipos de motores desenvolvem torque unidirecional


independentemente do fornecimento com o qual eles correm. O fornecimento
pode ser AC ou DC, mas a direção do torque é a mesma.

O sentido de rotação pode ser revertido para esses tipos de motores?

Sim. O sentido de rotação pode ser alterado. Para o motor não compensado
com polo saliente, o sentido de rotação pode ser invertido alterando a direção
do fluxo de corrente através da armadura ou enrolamento de campo. Isso
também pode ser feito trocando os cabos nos porta-escovas.

No caso do motor de tipo compensado, os cabos da armadura ou os cabos de


campo e a mudança das escovas contra o sentido de rotação do motor. Isso
ajuda na reversão da rotação.

Características de velocidade / carga e controle de velocidade

Características de velocidade / carga:

Muito semelhante ao do motor da série de corrente contínua, o motor universal


também possui características variáveis de velocidade. A velocidade é baixa em
cargas completas. A velocidade é muito alta e perigosa, sem carga. Durante
velocidade sem carga, a velocidade é limitada apenas pela sua própria carga de
fricção e vento.
Controle de velocidade:

O controle de velocidade do motor universal é muito importante e os seguintes


métodos são utilizados para o controle de velocidade de motores universais.

Método de resistência:

Neste método de controle de velocidade, uma resistência variável é conectada


em série com o motor. A quantidade de resistência no circuito pode ser
alterada. Um pedal é usado para este propósito. Normalmente, este método é
utilizado para motores usados em máquinas de costura.

Mecanismo centrífugo:

Este método está envolvido sempre que o aplicativo envolve várias velocidades.
O melhor exemplo é o alimento doméstico e misturadores de frutas. Aqui, um
dispositivo centrífugo está ligado ao motor. Se o motor sobe acima da
velocidade especificada ajustada pela alavanca, o dispositivo centrífugo abre o
contato e R entra em contato com o circuito. Isso faz com que a velocidade do
motor diminua abaixo da velocidade ajustada. Quando o motor funciona mais
lentamente do que a velocidade ajustada pela alavanca, o contato é
estabelecido e a resistência liga em curto-circuito. Isso faz com que a
velocidade aumente. As variações de velocidade são notáveis, pois o processo é
repetido de forma rápida.

Método de campo de corte:

Como o nome sugere, o campo é testado em vários pontos nesse método. Isso
é feito arranhando o polo de campo.

Agora, como esse arranjo é estabelecido?

O arranjo de derivação é estabelecido por duas maneiras

o As várias seções no polo de campo são abertas e diferentes tamanhos de


fios e tomadas são retiradas dessas seções.
o No segundo método, a resistência feita por nicromo é aberta sobre o polo de
campo. Várias tomadas são trazidas para fora deste fio.

Motores universais são principalmente empregados em

o Aspiradores
o Brocas portáteis
o Misturadores de bebidas
o Máquina de costura

Motor de Passo – Como funciona?


ATHOS ELECTRONICS COMENTE! ARDUINO, ELETRÔNICA

Os motores são peças essenciais em muitos projetos que precisam


realizar certos movimentos, como robôs, impressoras, projetos de
automação industrial, entre outros. Hoje vamos falar sobre o motor de
passo.
Um motor de passo é um motor que permite posicionar o seu eixo
muito precisamente em qualquer posição, isso por que a sua rotação é
dividida em vários passos. É muito interessante usar ele quando
precisamos de movimentos muito precisos, sendo que ainda
conseguimos regular a velocidade e o torque do motor.

Tipos de Motor de Passo


Existem os seguintes tipos de motor de passo:

 Relutância Variável: Estator com Enrolamentos e Rotor com


várias polaridades
 Imã Permanente: Parecido com o motor de Relutância Variável,
porém possui um imã fixo no rotor
 Híbrido: Imã permanente no eixo e rotor multidentado.

Funcionamento do Motor de Passo


Todos os motores usam um mesmo principio, que é usar as bobinas
para atrair o rotor. Veja abaixo um esquema do motor de passo:

Veja que temos quatro bobinas, e, quando uma é energizada, ela cria
um campo magnético e um lado do imã é atraído para ela. Se duas
bobinas forem energizadas ao mesmo tempo, o rotor fica na posição
entre elas. Veja uns exemplos básicos de passo do motor:

Passo Completo Simples


Esse é o modelo de passo mais simples, já que ocorre somente a
ativação de uma bobina, e o polo Norte do imã e atraído para ela.

Na imagens as bobinas são ativadas uma após a outra, e isso faz com
que o motor gire. Esse é um motor de quatro passos.

Passo Completo com duas bobinas

Este é o exemplo que citei antes, em que você liga duas bobinas e o
rotor fica apontando entre as duas. Como duas bobinas estão sendo
ativadas a cada passo, ele continua ainda com quatro passos.

Como estamos ativando duas bobinas, o torque do motor aumenta


muito, porém o consumo é o dobro.

Meio Passo

Agora vejam só que maravilha, conseguimos dobrar o numero de


passos ainda com quatro bobinas. O segredo é induzir duas bobinas,
depois induzir uma, depois duas e assim sucessivamente.

Esses motores de passo são ligados com circuitos que chamamos de


drivers de micro passo. Com eles, podemos controlar a intensidade do
campo de cada bobina e aumentar muito a quantidade de passos
entre as bobinas.

Existem drivers de micro passo de até 64 passos, isso entre bobinas.


Usando um driver desses, você consegue obter 64 passos a cada 1/4
de volta do motor.

Ligando um motor de passo com o Arduino


Materiais necessários:

 Um Arduino
 Um motor de passo
 Uma Ponte H
 Uma protoboard para facilitar

Nesse projeto você vai precisar usar uma Ponte H, isso por que se
ligarmos o Arduino direto no motor ele não vai conseguir passar a
corrente que o motor precisa e vai queimar as portas. Eu fiz um artigo
ensinando a como construir sua própria Ponte H, você pode acessar
ele clicando aqui. Nesse tutorial, vamos usar o CI L293B, que é uma
ótima Ponte H.
Faça as ligações de acordo com o esquema:

Motores de ímã permanente


A faixa de motores de ímã permanente estende o leque efetivo
de velocidades nominais dos motores industriais robustos e
resistentes para a faixa de 100 – 850 rpm. Os motores podem
simplificar os sistemas de acionamento ao efetivamente
eliminar a necessidade de dispositivos redutores de
velocidade. Eles são projetados exclusivamente para uso com
alimentação por conversores de frequência, onde
proporcionam grande precisão de velocidade mesmo sem
sensores por serem motores síncronos sem anéis de
escorregamento.

Caraterísticas
 Faixa de torques de 1000 a 50.000 Nm
 Construção baseada em projeto padrão de motores de indução
 Magnetização do rotor por ímãs permanentes
 Construção IP55 totamente fechada
 Refrigeração a ar ou líquido

Sistemas atuais de acionadores mais comuns passíveis de


substituição por soluções a motores de ímã permanente:
 Motores CA tradicionais, combinação de conversor de frequência
com caixa de câmbio
 Motores CA tradicionais lentos, tipicamente com 10-16 polos ou mais
lentos e conversor de frequência
 Sistema atuador CC de velocidade variável com caixa de câmbio
Potência de saída 0 - 220rpm, 17 - 1120 kW a 220rpm
0 - 300rpm, 25 - 1600 kW a 300rpm
0 - 430rpm, 38 - 2240 kW a 430rpm
0 - 600rpm, 57 - 2500 kW a 600rpm
Tamanho de estrutura IEC 280 a 560
Material da estrutura Ferro fundido/Aço soldado
Tensões Todas as tensões
Proteção IP 55
Refrigeração Ar ou líquido
Motores de Passo de Relutância Variável 2013-12-19

Para girar este motor continuamente, aplica-se energia aos três enrolamentos em seqüência. Assumindo
lógica positiva onde nível lógico “1” significa que o rolamento
0 0 1 Repare que a cada três linhas a seqüência de acionamento volta a se repetir, assim temos
um motor de 3 fases. De fato num motor de passo de relutância variável o número de fases é igual ao
número de enrolamentos.
Em um modo modificado, duas fases a

djacentes são simultaneamente excitadas e o rotor indexa a uma posição de relutância mínima
correspondendo ao resultante dos dois campos magnéticos. Uma vez que dois enrolamentos do motor de
passo são excitados simultaneamente, o dobro da energia é necessário, se comparado com o modo
padrão onde se excita uma fase de cada vez. Operando neste modo, não há ganho de velocidade, mas
as vibrações provocadas pelo movimento contínuo do motor são amortecidas.
Existem também motores de passo de relutância variável com 4 e com 5 enrolamentos, os quais possuem
5 ou 6 fios. O princípio para acionar estes motores é semelhante ao de 3 enrolamentos. É importante
respeitar a correta ordem de acionamento dos enrolamentos para fazer o motor trabalhar corretamente.
A geometria do motor ilustrado na figura anterior, o qual move-se a 30º por passo, baseia-se numa
arquitetura mínima, com o menor número possível de dentes do rotor e de pólos do estator, que ainda
permita uma operação satisfatória. Usando-se um número maior de pólos no estator e de mais dentes do
rotor, permite-se a construção de motores com ângulo de passo menor. Faces dentadas em cada pólo,
associados a um rotor finamente dentado, permitem ângulos de passo tão pequeno quanto alguns graus.
Motores de Passo Unipolares:
Os Motores de Passo Unipolares, sejam estes de ímã permanente ou sejam híbridos, com seis fios de
terminação, são normalmente bobinados como mostrado no esquemático da figura a seguir: com uma
derivação central em cada um de seus dois enrolamentos. Em operação normal de modo unipolar, as
derivações centrais dos enrolamentos são juntadas e conectadas ao terminal positivo da fonte de
alimentação, e os dois fins de cada enrolamento são chaveados para o GND alternadamente a fim de
inverter a direção do campo provida por aquele enrolamento